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L MANUAL DO

Í
D
OPERADOR
E Nº 5602
.
R R4

E
M
GUINDASTE HIDRÁULICO
P
MODELO 150A & 150FA
E
R
F
O
R Nº de Série
M 07305 & Em Diante
A
N
C
E
PRODUTO NOVO
GARANTIA E LIMITAÇÃO DE RECURSOS E RESPONSABILIDADES

CADA PRODUTO NOVO DA GALION QUE É VENDIDO ESTÁ SUJEITO


À GARANTIA DA EMPRESA CONFORME É IMPRESSO ABAIXO.

A. A Galion Manufacturing Division, Dresser Industries, Inc. (Galion) garante ao comprador primário de cada produto da
Galion que está livre de defeitos em relação ao material e ao acabamento. As obrigações da Galion sob essa garantia
devem ser de restaurar ou substituir, conforme a decisão dela, qualquer peça que esteja fora do uso e manutenção
normal e adequado, caso seja provado que há defeito no material e/ou acabamento dentro de seis (6) meses a partir da
data de compra. Desde que, no entanto, a solicitação por escrito de qualquer defeito e prova satisfatória seja entregue ao
vendedor imediatamente ou ao distribuidor mais conveniente da Galion que esteja autorizado a vender e servir os
produtos do modelo abrangido por esta garantia. Os itens com defeito devem ser mantidos com a Galion para inspeção e
retornados ao ponto de origem de FOB, com as taxas de transporte pagas previamente, mediante solicitações. O QUE
FORA SUPRACITADO ESTÁ EXPRESSAMENTE NO LUGAR DE QUALQUER OUTRA GARANTIA, EXPRESSA,
IMPLÍCITA E REGULAMENTADA, INCLUINDO SEM LIMITAÇÕES, AS GARANTIAS IMPLÍCITAS DE
COMERCIALIZAÇÃO E CONVENIÊNCIA.

B. A Garantia citada acima não cobrirá danos causados por sobrecarga, negligência, descaso, alteração ou reparo
inadequado, acidente ou qualquer outro uso indevido.

C . A Garantia citada acima é aplicada apenas aos produtos fabricados pela Galion. Não são inclusos, e a Galion não assume
nenhuma responsabilidade em relação aos componentes ou peças compradas pela Galion ou o distribuidor de outros
fabricantes, como unidades de energia, motores, pneus, aros, aparelhos elétricos, geradores, baterias, componentes
hidráulicos, conexões ou outros acessórios de troca, e quanto à isso, o único recurso do comprador primário deverá ser
contra os respectivos fabricantes, sob suas garantias respectivas, das quais estas estejam assinadas aqui pelo
comprador primário.

D.. O SUPRACITADO É A ÚNICA OBRIGAÇÃO DA GALION E DO DISTRIBUIDOR, E O ÚNICO RECURSO CONTRA O


DESCUMPRIMENTO DE GARANTIA E, EXCETO PELA TOTAL NEGLIGÊNCIA OU MÁ CONDUTA. O SUPRACITADO É
O RECURSO EXCLUSIVO DO COMPRADOR CONTRA A GALION OU O DISTRIBUIDOR POR TODAS AS
RECLAMAÇÕES QUE POSSAM SURGIR NESSE INSTRUMENTO OU RELACIONADOS, SEJAM TAIS
RECLAMAÇÕES BASEADAS NA QUEBRA DE CONTRATO, DELITO CIVIL (INCLUINDO NEGLIGÊNCIA E
RESPONSABILIDADES ESTRITAS) OU OUTRAS TEORIAS. A FALHA DO COMPRADOR AO APRESENTAR UMA
QUEIXA CONFORME O QUE FOI APRESENTADO, DEVERÁ RENUNCIAR ESPECIFICAMENTE TODAS AS
RECLAMAÇÕES RELATIVAS A DANOS OU OUTROS CASOS, TAMBÉM AS INCLUINDO, MAS NÃO LIMITADO ÀS
RECLAMAÇÕES BASEADAS EM DEFEITOS LATENTES. EM NENHUMA OCASIÃO, O COMPRADOR DEVERÁ SER
INTITULADO A DANOS INCIDENTAIS OU CONSEQUENTES, QUALQUER AÇÃO FEITA PELO COMPRADOR QUE
POSSA SURGIR AQUI OU DE APLICAÇÕES CONEXAS, SEJAM ELAS BASEADAS NA QUEBRA DE CONTRATO,
DELITO CIVIL, E RESPONSABILIDADES ESTRITAS) OU OUTRAS TEORIAS, DEVEM SER COMUNICADAS EM UM
PRAZO DE UM (1) ANO APÓS O OCORRIDO OU A AÇÃO SERÁ ANULADA. Nenhuma pessoa está autorizada a dar
quaisquer outras garantias ou assumir quaisquer outras responsabilidades em nome da Galion, a não ser que seja
autorizado por escrito pela própria Galion.

GALION MANUFACTURING DIVISION


Dresser lndustries , Inc., P O. Box 647, Galion. Ohio 44833, U.S.A.
NÃO OPERE ESSA MÁQUINA A MENOS QUE VOCÊ ESTEJA
QUALIFICADO PARA ISSO. OSHA SEC 1926.20 (b) (4)
INSPECIONE ESSA MÁQUINA ANTES DE CADA UTILIZAÇÃO E,
DURANTE O SEU USO, CERTIFIQUE-SE QUE ESTÁ EM UMA
CONDIÇÃO SEGURA DE OPERAÇÃO. OSHA SEC. 1926.550 (a) (5)
LEIA E ENTENDA O MANUAL DO OPERADOR E AS SUAS REGRAS
DE OPERAÇÃO SEGURA.

ANTES DE LIGAR A UNIDADE, LEIA O MANUAL DO OPERADOR POR COMPLETO.

1. ESSE EQUIPAMENTO E MAQUINÁRIA devem ser operados em cumprimento com as especificações e limitações do
fabricante.
2. Deve ser feita UMA INSPEÇÃO COMPLETA ANUAL do equipamento de suspensão por uma pessoa competente. Um
registro das datas e resultados de inspeção de cada guindaste e peças do equipamento deve ser mantido.
3. UMA PESSOA COMPETENTE DEVERÁ INSPECIONAR todas as maquinarias e equipamentos antes de cada uso e,
durante o uso, certifique-se que está em uma condição de operação segura. Qualquer falha deverá ser reparada ou as partes
com defeito deverão ser substituídas antes do uso contínuo.
4. O CABO DE AÇO deve ser retirado e substituído sempre que houver cabos arrebentados, dobras, esmagamento,
escoramento ou qualquer outro dano que resultará na distorção da estrutura da corda ou na redução do diâmetro nominal da
corda.
5. NENHUMA MODIFICAÇÃO OU ADIÇÃO deverá ser feita no equipamento, o qual afetará a capacidade ou operação segura
do equipamento sem a aprovação prévia por escrito do fabricante. If Caso qualquer modificação ou adição seja feita, a
capacidade, a operação e as placas de orientação de manutenção, etiquetas ou decalques devem ser mudados
apropriadamente. O fator de segurança original do equipamento não pode ser reduzido em hipótese alguma.
6. MANTENHA A EVACUAÇÃO no raio de operação rotatória da superestrutura traseira do guindaste para prevenir que
qualquer pessoa se machuque ou qualquer propriedade seja danificada.
7. SEMPRE CONSIDERE que uma distribuição elétrica e uma linha de transmissão estejam energizadas, a menos que a linha
já esteja descarregada e aterrada visivelmente.
Ao operar próximo de distribuições elétricas e linhas de transmissão:
(a) Uma pessoa deverá ser designada a observar a evacuação do equipamento e dar avisos oportunos em todas as
operações que são difíceis para que o operador mantenha o espaço livre pela observação visual.
(b) Para linhas taxadas como 50KV ou menos, a evacuação mínima entre as linhas e qualquer parte do guindaste ou de
sua carga deve ser 3 m, aproximadamente.
(c) Para linhas taxadas acima de 50KV, a evacuação mínima entre as linhas e qualquer parte do guindaste deverá ser
aproximadamente 3 m mais 1 cm para cada 1KV acima de 50 KV, ou o dobro do tamanho do isolador do cabo, mas
nunca menos que 3 m.
(d) Em movimentação sem cargas e em uma redução súbita, a evacuação do equipamento deverá ser um mínimo de 1 m
em relação às tensões menores que 50 KV, e 3 m em relação às tensões acima de 50 KV, até tal limite e incluindo 345
KV, e aproximadamente 5 m em relação às tensões até 750 KV.
(e) Antes de operar próximo de torres de transmissão onde a descarga elétrica pode ser conduzida através do equipamento
ou da carga, o transmissor deve ser descarregado ,ou testes devem ser feitos para determinar se uma carga elétrica
será conduzida pelo guindaste. Quando for necessário dissipar as tensões conduzidas, precauções devem ser tomadas
para aterrar diretamente a estrutura rotatória superior e para proteger a equipe de descargas elétricas.
8. CUIDADOS ESPECIAIS: Caso a haste de apoio, a linha ou a carga encostarem com o cabo de força, NÃO ENTRE EM
PÂNICO, permaneça no guindaste e mova a haste de apoio para longe dos cabos ou desligue a corrente de força. Caso
precisar sair do guindaste, salte para fora e não toque em nenhuma parte do veículo. Não permita que ninguém toque no
guindaste. Não toque um cabo de força caído ou cortado.
9. ANTES DE LIGAR O MOTOR, certifique-se que a transmissão está no ponto morto.

GALION MANUFACTURING DIVISION


DRESSER INDUSTRIES, INC.

i
10. TENHA CAUTELA ao operar o guindaste durante temporais e ventanias, os quais podem fazer com que o guindaste seja
derrubado facilmente.
11. OBSERVE as condições ao redor de seu guindaste, como a localização dos cabos de força, abastecimentos de gás,
embarcações escarpadas ou terreno instável.
12. NUNCA coloque a haste de apoio em qualquer objeto enquanto tenta içar uma carga.
13. NUNCA utilize a haste de apoio como uma alavanca para mover qualquer objeto.
14. VERIFIQUE se há conectores niveladores soltos.
15. NUNCA utilize um cilindro externo como um acessório para levantar ou carregar um objeto.
16. NUNCA utilize a patola ou o suporte externo como um acessório de guinchar ou empurrar.
17. NUNCA bloqueie ou ancore a estrutura ou a cabine externa para carregar uma carga de maior porte.
18. NUNCA tente levantar a carga sem estar estável por debaixo das rodas ou na patola externa.
19. NUNCA use o cabo de guincho como um rebocador – (rebocar objetos ao guindaste).
20. NUNCA levante as rodas totalmente da superfície que elas se encontram, a menos que seja necessário para nivelar o
guindaste. As patolas externas devem ficar firmes na superfície.
21. SEMPRE que possível, opere o guindaste com todos os niveladores abaixados.
22. MANTENHA o máximo de pressão nas rodas em todos os momentos.
23. NUNCA mexa as cargas por cima da equipe.
24. NUNCA saia do guindaste enquanto ele estiver em movimento.
25. NUNCA saia da cabine enquanto o motoer estiver ligado.
26. NUNCA permita que a equipe fique em qualquer parte do guindaste, a menos que estejam equipados com equipamentos
de proteção individual.
27. SAIBA o peso total do guindaste e verifique o limite de carga nos eixos em pontes, galerias etc.
28. SAIBA a altura geral, comprimento, largura do guindaste e verifique as evacuações – acima, por trás e nas laterais.
29. VERIFIQUE se há vazamentos nos cilindros hidráulicos, tubos, conectores, motores, tanques e bombas principais.
30. VERIFIQUE a força dos freios do guindaste e do balanço.
31. NUNCA deixe que a graxa ou qualquer outro material diferente se acumule em qualquer peça do guindaste. A gestão
descuidada não é apenas prejudicial, mas pode reduzir o tempo de vida útil do componente.
32. USE OS SINAIS DE MÃO APROVADOS para os operadores de guindaste, conforme é regulamentado pelos Padrões da
ANSI. (Consulte a página 29)
33. NENHUMA MODIFICAÇÃO OU ADIÇÃO deverá ser feita no equipamento, o qual afetará a capacidade ou operação
segura do equipamento sem a aprovação prévia por escrito do fabricante.
34. O BLOQUEAMENTO DUPLO É PROIBIDO, pois é uma prática perigosa que pode causar ferimentos ou danos. NÃO
EFETUE BLOQUEAMENTOS DUPLOS

SEMPRE VERIFIQUE O A TABELA COM OÍNDICE DE CARGA DO GUINDASTE ANTES DE GUINCHAR CARGAS. CUMPRA
COM O RAIO DE QUANTIDADE DE CARGA. POSICIONE A HASTE DE APOIO SOBRE A CARGA, E EM SEGUIDA, ICE-A.

OS ÍNDICES MOSTRADOS NA TABELA DE ÍNDICES DE CARGA DO GUINDASTE (MONTADOS NA TAMPA DO PAINEL DO


INSTRUMENTO) SÃO CARGAS MÁXIMAS PERMITIDAS, E NÃO CARGAS DE TRABALHO PRÁTICO. SE O GUINDASTE É
OPERADO ACIMA DOS VALORES DE “LINHA PESADA” ENCONTRATOS NA TABELA, O DANO ESTRUTURAL E/OU
TOMBAMENTO PODEM OCORRER.

AS CARGAS DE TRABALHO PRÁTICO DEPENDEM DO NÍVEL EM QUE A MÁQUINA SE ENCONTRA, DA SUPERFÍCIE DE


SUPORTE, VENTOS, E OUTROS FATORES QUE PODEM AFETAR A ESTABILIDADE, ARREDORES PERIGOSOS,
PESSOAL QUALIFICADO E MANUSEAMENTO ADEQUADO TAMBÉM DEVEM SER LEVADOS EM CONTA PELO
OPERADOR (VEJA A SEÇÃO DE APLICAÇÃO NESSE MANUAL).

SEMPRE VERIFIQUE O GUINDASTE COMPLETAMENTE ANTES DE INICIAR O SEU TRABALHO.

GALION MANUFACTURING DIVISION


ORESSER INOUSTFUES, INC.

ii
ÍNDICE

ATENÇÃO ............................................................ i

INTRODUÇÃO ....................................................... 1

Mensagem ao Operador.............................................. 1
Especificações do 150ª............................................ 2
Unidade Básica.................................................. 3
Haste de Apoio.................................................. 3
Desempenho do Guindaste ........................................ 3
Especificações do 150FA ......................................... 4
Unidade Básica ................................................. 5
Haste de Apoio ................................................. 5
Desempenho do Guindaste ........................................ 5
Especificações Gerais para o 150A e o 150 FA...................... 6
Velocidades ................................................... 6
Especificações do Motor ....................................... 6
Enchimento do Pneu ............................................ 7
Capacidades Líquidas .......................................... 7

INSTRUÇÕES OPERACIONAIS ............................................ 9

Preparação para o Uso ............................................ 9


Operação Sob Condições Normais .................................. 10
Diversos Controles ........................................... 10
Sistemas Hidráulicos do Guindaste 12
Controles Operacionais – Transmissão Clark ................... 14
Controles Operacionais – Transmissão Alisson ................. 17
Painel de Controle ........................................... 19
Medidores .................................................... 20
Medidores Agrupados ....................................... 20
Voltímetro ................................................ 21
Medidor de Conversão de Temperatura ....................... 22
Horímetro ................................................. 22
Medidor da Pressão da Transmissão ......................... 22
Procedimento de Arranque ..................................... 23
Procedimento de Desligamento ................................. 25
Aplicação .................................................... 26

ii i
'--
Levantar com a Liga ......................................... 28
Sinais Padronizados com a Mão ............................... 29
Operações sob Condições Incomuns ................................ 30
Precauções contra o Clima Frio .............................. 30
Operação em Calor Extremo.................................... 31
Operação em Áreas Poeirentas ou Arenosas .................... 32
Operação em Condições Chuvosas ou Úmidas .................... 32
Operação em Áreas com Água Salgada........................... 33
Operação em Altas Altitudes ................................. 33
Operação de Acessórios/Equipamentos Auxiliares .................. 34
Auxílio Inicial contra o Clima Frio.......................... 34
Extensões Manuais da Seção Três da Haste de Apoio............ 35
8 Pés. (2,44 m) Extensão Manual ............................ 35
18 Pés. (5,49 m) Extensão Manual ......................... 36
20 Pés. (6,10 m) Extensão Manual ......................... 37
Lança e Ponte ............................................... 38
15 Pés. (4,57 m) Lança e Ponte Rebatíveis ................. 39
20 Pés. (6,10 m) Lança e Ponte Rebatíveis (Usado
apenas com a seção 4 da haste de apoio)...................... 39
Extintor de Incêndio ........................................... 41

INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO .......................................... 42

Lubrificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
Tabela de Serviço Periódico – Haste de Apoio ................ 42
Tabela de Serviço Periódico – Haste de Apoio ................ 43
Tabela de Serviço Periódico – Chassi ........................ 44
Tabela de Serviço Periódico – Chassi ........................ 45
Período de Serviço Diário/ 10 Horas de Serviço .............. 48
Semanal / 50 Horas de Serviço ............................... 51
100 Horas de Inspeção ....................................... 60
100 Horas de Serviço ........................................ 61
250 Horas de Serviço ........................................ 62
500 Horas de Inspeção ....................................... 63
500 Horas de Serviço ........................................ 64
1000 Horas de Serviço ....................................... 67
Não Especificado ............................................ 70
Especificações da Lubrificação .................................. 71
Procedimentos de Alteração para Novos Lubrificantes.............. 71

ii
Serviços de Manutenção Preventiva............................... 77
Valores Gerais de Torque .................................... 77
Valores Específicos de Torque ............................... 78
Sistema de Combustível do Motor ............................. 79
Especificações do Combustível Diesel ..................... 81
Sistema Elétrico ............................................ 82
Diagrama de Cabeamento – Diesel Detroit 4-53N .............84
Diagrama de Cabeamento – Gasolina IH UV-345 ...............85
Diagrama de Cabeamento – Diesel Deutz FSL-912 .............86
Sistema de Resfriamento ..................................... 87
Sistema de Resfriamento do Diesel Deutz.................... 87
Sistemas de Resfriamento da Gasolina IH e do Diesel............ 88
Detroit Sistema de Óleo de Lubrificação .................... 91
Especificações do Óleo de Lubrificação..................... 92
Ventilação do Cárter do Motor ............................. 94
Cuidados com o Sistema Hidráulico............................ 95
Sistema de Ar do Motor....................................... 97
Cabo de Aço ............................................................. 101
Especificações do Cabo de Aço ............................. 102
Serviços e Inspeção do Cabo de Aço ........................ 103
posição de Descanso do Bloco do Gancho..................... 103
Importância da Lubrificação .............................. 104
Métodos de Lubrificação .................................. 105
Lubrificação Armazenada .................................. 105
Cabo em Espera ........................................... 106
Componentes do Cabo de Aço ............................... 106
Inspeção do Cabo de Aço, Roldanas e Tambores ............. 107
Inspeção do Bloco do Gancho .............................. 108
Substituição do Cabo de Aço .............................. 110
Instalação do Cabo de Aço ................................ 111
Recolhimento do Bloco Principal e do Gancho .............. 112
Adaptação do Cabo de Aço ................................. 113
Tensão da Correia de Transmissão ............................ 113
Ajuste do Rolamento da Haste de Apoio........................ 114
Suportes para Patolas Gastas ................................ 114
Parafusos de Movimentação Rotatória ......................... 115
Carretel de Retração – Motor de Mola......................... 116
Lubrificação................................................ 119

V
Retentores de Transmissão.................................... 120
Serviços de Transmissão Allison ........................... 120
Serviços de Transmissão Clark 2420 ............................. 124
Serviços de Transmissão Série Clark 18000 ...................... 128
Lubrificantes Recomendados para Transmissões de Troca
de Força Clark e Conversores de Torque ......................... 131
Retentores de Pressão de Embreagens Multidiscos ................ 132
Ajuste do Freio de Mão ......................................... 133
Sinalizador de Direção Traseiro................................. 134
Ajuste dos Freios de Pé......................................... 135
Guincho e Operação do Freio à Disco ............................ 137

DESPACHO ........................................................... 138

ARMAZENAMENTO ...................................................... 139

DECALQUE............................................................ 140

Tabela de Decalque.............................................. 140


Lista de Decalque............................................... 141

vi
INTRODUÇÃO
MENSAGEM AO OPERADOR

Antes do arranque inicial de seu guindaste Galion, reserve alguns momentos para ler e
entender esse manual. Ele foi preparado para ajuda-lo a operar e preservar o seu
guindaste apropriadamente. Após se familiarizar com o conteúdo desse manual, mantenha-o
no guindaste, assim você poderá consultá-lo sempre que for necessário.

As informações contidas aqui são importantes e ajudarão a assegurar que o seu guindaste
Galion oferecerá horas de serviços confiáveis, econômicos e de ótimo funcionamento.

Caso peças reservas sejam necessárias ou seja necessária uma visita ao seu representante
Galion, forneça o modelo do guindaste e o número de série e todos os outros números de
série relacionados. As especificações, materiais e designações estão sujeitas a
alterações sem qualquer aviso prévio.

Esse símbolo de ATENÇÃO é usado neste manual para chamar a sua atenção para
certos procedimentos que precisam ser seguidos para uma operação e uso adequados desse
equipamento.

As regras de SEGURANÇA estabelecidas e aprovadas para a operação e o uso desse


equipamento devem ser seguidos.

OBSERVAÇÃO: Verifique o número de série colocado na estrutura para garantir que ela bate
com o número de série da etiqueta,localizado no lado direito da cabine de assento.

carimbado aqui

ETIQUETA COM Nº DE SÉRIE

APÓS O RECEBIMENTO DO GUINDASTE HIDRÁULICO GALION, REGISTRE AS SEGUINTES INFORMAÇÕES:

DATA
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DO GUINDASTE
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DO MOTOR
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DA TRANSMISSÃO
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DO EIXO DIANTEIRO
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DO EIXO TRASEIRO
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DO CONVERSOR
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DO ALTERNADOR
MODELO E NÚMERO DE SÉRIE DO ACIONADOR
ESPECIFICAÇÕES DO 150A

Figura 1

-
10
UNIDADE BÁSICA

Peso (Aprox.) com o Peso da Haste de Apoio de 3 37.300 LBS. (16.919 kg)
Seções no Eixo Dianteiro ------- -------
Peso no Eixo Traseiro ------- -------
Distância Entre os Eixos 9' - 0" ( 2,74 m)
Comprimento Total 27'- 2" ( 8,28 m)
Estrutura Principal 15'- 6.500" (4,74 m)
Rotação Central da Retranca Dianteira 7' - 8.500" ( 2,35 m)
Rotação Central da Retranca Traseira 8' - 7.500" ( 2,63 m)
Altura Total 11'- 5.500" ( 3,49 m)
Largura Total com as patolas Externas Guardadas 8' - 0" ( 2,44 m)
Distância das Retrancas 1’ – 3" (381,00 m)
Distância do Eixo 1' - 4" (406,40 m)
Raio de Giro 18'- 1" ( 5,51 m)

HASTE DE APOIO

Rotação da Haste de Apoio 360°


Alcance Mínimo (Horizontal) da Rotação 17’ - 6" (5,33 m)
Central
Alcance Máximo (Horizontal) da Rotação 37' - 6" (11,43 m)
Central
Rotação de Raio 7' - 8.750" (2,36 m)
Altura do Gancho ao Chão (Haste de 6' - 6.750" (2,00 m)
Apoio Horizontal) Elevação Máxima
70°
Cordame Padrão Cabo de 5 Partes

DESEMPENHO DO GUINDASTE

Velocidade Máxima da Haste 17,0 Seg.


Velocidade Mínima da Haste 16,0 Seg.
Velocidade de Balanço, RPM 4,0
Velocidades de Retranca;
Para baixo 3,5 Seg.
Para cima
3,0 Seg.
Velocidade do conjunto (Aprox.):
Estendendo, FPM
50 (15,24 m/mi n.)
Retraindo, FPM
60 (18,28 m/min.)
Velocidade Média do Cabo;
Baixa, FPM
150 (45,72 m/min.)
Intermediária, FPM
Alta, FPM 250 (76,20 m/min.)
Velocidade Máxima do Gancho com o Cabo 400 (121,92 m/min.)
de 5 Partes, FPM 80 (24,38 m/min.)

-3-
ESPECIFICAÇÕES DO 150FA

Figura 2

-4
UNIDADE BÁSICA

Peso (Aprox.) com o Peso da Haste de Apoio de 3 37.300 LBS. (16.919 kg)
Seções no Eixo Dianteiro ---------- ---------
Peso no Eixo Traseiro ---------- ---------
9’ – 0” (2,74 m)
Distância Entre os Eixos

Comprimento Total 27 - 2” ( 8,28 m)
Estrutura Principal ‘
15 - 6,500” (4,74 m)
Rotação Central da Retranca Dianteira 7’ – 8,500” ( 2,35 m)
Rotação Central da Retranca Traseira 8’ – 7,500” ( 2,63 m)
Altura Total 11’- 2,500” ( 3,42 m)
Largura Total com as Patolas Externas Guardadas 8’ – 0” ( 2,44 m)
Distância das Retrancas 1’ – 3” (381,00 mm)
Distância do Eixo 1’ - 4” (406,40 mm)
Raio de Giro
18’ - 1” ( 5,51 m)

HASTE DE APOIO

Rotação da Haste de Apoio 360°


Alcance Mínimo (Horizontal) da Rotação 17’ - 6” ( 5,33 m)
Central
37’ - 6” . (11,43 m)
Alcance Máximo (Horizontal) da Rotação
Central
8’ - 8” (2,64 m)
Rotação de Raio
6’ – 6,750” (2,00 m)
Altura do Gancho ao Chão (Haste de
Apoio Horizontal) Elevação Máxima 70°
Cordame Padrão Cabo de 5 Partes

DESEMPENHO DO GUINDASTE

Velocidade Máxima da Haste 17,0 Seg.


16,0 Seg.
Velocidade Mínima da Haste
Velocidade de Balanço, RPM 4.0
Velocidades de Retranca;
Para baixo 3,5 Seg.
Para cima 3,0 Seg.
Velocidade do conjunto (Aprox.):
Estendendo, FPM
Retraindo, FPM 50 (15,24 m/min.)
60 (18,28 m/min.)
Velocidade Média do Cabo;
Baixa, FPM
Intermediária, FPM 150 (45,72 m/min.)
Alta, FPM 250 (76,20 m/min.)
Velocidade Máxima do Gancho com 400 (121,92 m/min.)
o Cabo de 5 Partes, FPM 80 (24,38 m/min .)
ESPECIFICAÇÕES GERAIS PARA O 150A E O 150 FA

VELOCIDADES
TRANSMISSÃO CLARK 2420 (PARA
FRENTE E MARCHA À RÉ)

MPH KMPH
Primeira 0,0 - 3,8 0,0 - 6,1
Segunda 3,8 - 6,9 6,1- 11,1
Terceira 6.9-16.0 11 .1 - 25.7
Quarta 16.0 - 26.5 25.7- 42.6

TRANSMISSÃO ALISSON COM


DEUTZ F6L-912

Frente Primeira 0,0- 8,1 0,0- 13,1


Frente Segunda 8,1- 20,2 13,1 - 32,5
Marcha à ré 0,0-11,0 0,0- 17,8

TRANSMISSÃO ALLISON
COM D.D. 4-53N

Frente Primeira 0,0 - 8,5 0,0-13,7


Frente Segunda 8,5 - 22,5 13,7 - 36,2
Marcha à ré 0,0- 11,5 0,0- 18,5

TRANSMISSÃO CLARK 18000


(PARA FRENTE E MARCHA À RÉ)

Gama Baixa
Primeira 0.0 - 3.0 0.0 - 4.8
Segunda 3.0 - 6.5 4.8 - 10.5
Terceira 6.5 - 14.4 10.5 - 23.2
Gama Alta
Primeira 0.0 - 5.9 0.0 - 9.5
Segunda 5,9 - 12,3 9,5 - 19,8
Terceira 12,3 - 26,3 19,8 - 42,3

ESPECIFICAÇÕES DO MOTOR
DEUTZ F6L-912

Número de Cilindros 6
Calibre e Tempos ” ’’
3,398 X 4,719
(100,02 mm x 119,86 mm)
Corrente Dielétrica 876,07 cm³
(5652 cc)
Potência (550 FPPS) 108
Potência (métrica) 109,5
Sistema Elétrico 12 V o1t
Alternador de 37 AMP
(

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA

-6
IH UV-345 GAS

Número de Cilindros 8
Calibre e Tempos 3,875” X 3,656”
(98,43 mm x 92,86 mm)
Corrente Dielétrica 345 Cu. In.
(5654 cc)
Potência (550 FPPS) 152
Potência (métrica) 154.1
Sistema Elétrico 12 Volt
Alternador de 32 AMP

DIESEL DETROIT 4-53N

Número de Cilindros 4
Calibre e Tempos 3,875” X 4,500”
(98,43 mm x 114,30 mm)
Corrente Dielétrica 212.4Cu In.
(3481 cc)
Potência (550 FPPS) 127
Potência (métrica) 128.8
Sistema Elétrico 12 Volt
Alternador de 32AMP

ENCHIMENTO DO PNEU

14:00 X 24 - 16 Ply 75-80 PSI (0,51 – 0,55 MPa)


17:50 X 25- 14 P1y 50-60 PSI (0,34 – 0,41 MPa)
13:00 X 24 - 10 Ply 55-70 PSI (0,37 – 0,48 MPa)
15:50 X 25- 12 P1y 40-60 PSI (0,27 – 0,41 MPa)

CAPACIDADES LÍQUIDAS D.D. 4-53N I.H. UV-345 DEUTZ F6L·912


Radiador 18 QUARTOS DOS EUA 29 QUARTOS DOS EUA -----------
(17 LITROS) (27 LITROS) -----------
Cárter do Motor 15 QUARTOS DOS EUA 8 QUARTOS DOS EUA 14 QUARTOS DOS EUA

(14 LITROS) ( (8 LITROS) (13 LITROS)


com o Filtro 16 QUARTOS DOS EUA 9 QUARTOS DOS EUA 16 QUARTOS DOS EUA
Alteração (15 LITROS) (9 LITROS) (15 LITROS)

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA

-7
Planetários, Eixos:
C1ark FDS-12152 & DS-17220
2.5 QUARTOS DOS EUA (POR PLANETÁRIO)
(2,37 LITROS)
C1ark DS-13311
3 PINTS DOS EUA (POR PLANETÁRIO)
(1,47 LITROS)
Rockwell
2,5 QUARTOS DOS EUA (POR PLANETÁRIO)
(2,37 LITROS)
Soma
2 QUARTOS DOS EUA (POR PLANETÁRIO)
(1,89 LITROS)
Diferencial, Eixos:

9 QUARTOS DOS EUA


C1ark FDS-12152 & DS-17220
(9 LITROS)
C1ark DS-1311 11 QUARTOS DOS EUA
(10 LITROS)
Rockwell 9 QUARTOS DOS EUA
(9 LITROS)
Soma
11 QUARTOS DOS EUA
(10 LITROS)
Caixa de Câmbio do Guincho 10 QUARTOS DOS EUA
(9 LITROS)
Caixa de Câmbio do Balanço 14 QUARTOS DOS EUA
(13 LITROS)
Sistema de Freio Hidráulico 1 QUARTO DOS EUA
(O,94 LITROS)
Conversor de Torque e Transmissão:
C1ark 2420 9 GALÕES DOS EUA
(34 LITROS)
Série Clark 18000 5 GALÕES DOS EUA
(19 LITROS)
Allison * 9 GALÕES DOS
EUA(34
LITROS)
Tanque de Combustível 46 GALÕES DOS EUA
(174 LITROS)
Sistema Hidráulico c/ Tanque 120 GALÕES DOS EUA
(454 LITROS)
Tanque Hidráulico 75 GALÕES DOS EUA
(284 LITROS)
Motor de Mola (Apenas Quatro
Seções de Expansão) 1 PINT DOS EUA (POR SUPORTE)
Caixa de Câmbio da Direção (O,47 LITROS)
1 QUARTO DOS EUA
(O,94 LITROS)

* 10 GALÕES DOS EUA (38 LITROS) com Deutz F6L-912

OBSERVAÇÃO:
As capacidades listadas aqui são volumes drenados e não refletem o que realmente
será necessário após a remontagem de um componente. Tais capacidades 1
também estão sujeitas a alterações devido às mudanças de fabricação no caso de
componentes,compartimentos de óleo do motor, alterações de construção interna etc.
-8
INSTRUÇÕES OPERACIONAIS
PREPARO PARA A UTILIZAÇÃO

Após a entrega inicial ou o seguinte transporte da máquina de um local de


obra para outro, é recomendado que os seguintes aspectos de inspeção e
reportagem sejam conduzidos.

Antes de descarregar o guindaste, verifique-o completamente para saber se


houve algum dano durante o transporte. Inspecione instrumentos, unidades
de força e os controles. Se algum dano for encontrado, entre em contato com
o despachante ou o seu agente e relate a extensão de seu dano ou
furto. Tome nota do ocorrido no documento de transporte.

Entre em contato com o seu distribuidor GALION para informá-lo sobre o


dano. Você terá o suporte para obter os relatórios necessários e agilizará
qualquer queixa que poderá haver contra a companhia de transporte.

Verifique se há etiquetas ligadas à unidade. Essas etiquetas indicarão se


o radiador foi drenado, preenchido com água ou com soluções permanentes
anticongelantes. Isso deve ser checado para obter uma proteção adequada
contra temperaturas ambientes.

Remova a poeira e/ou graxa das peças expostas e, particularmente, de haste


de pistão cilíndrica.

Lubrifique e mantenha o guindaste sempre em ordem, de acordo com os


esquemas de Serviço Diário/10 Horas e Semanal/50 Horas.

LEIA ESSE MANUAL PARA SE FAMILIARIZAR COM A


OPERAÇÃO DO GUINDAS HIDRÁULICO GALION.

OS DANOS NO EQUIPAMENTO E FERIMENTOS PARTICULARES


PODEM SER PREVENIDOS POR MEIO DE UM ENTENDIMENTO
COMPLETO DOS PROCEDIMENTOS ADEQUADOS DE OPERAÇÃO.

-9
OPERAÇÕES SOB CONDIÇÕES INCOMUNS
CONTROLES MÚLTIPLOS

Figura 3

O Sistema Hidráulico Galion utiliza válvulas de controle central de abertura


e fechamento de portas. Os carretéis dentro dessas válvulas são designadas
com entalhes em V cravados neles, permitindo que o fluxo através da válvula
seja regulado apropriadamente. Isso permite que o operador “posicione” os
controles para uma operação mais tranquila e segura.

1. Balanço com a Mão Esquerda:


a. Empurre o controle para girar a haste de apoio em sentido horário
b. Puxe o controle para girar a haste de apoio em sentido anti-horário

2. Controle Opcional:

3. Externo, Esquerda Traseira:


a. Empurre o controle para abaixar
b. Puxe o controle para levantar

4. Externo, Esquerda Dianteira:


a. Empurre o controle para abaixar
b. Puxe o controle para levantar

5. Externo, Direita Dianteira:


a. Empurre o controle para abaixar
b. Puxe o controle para levantar

6. Externo, Direita Traseira:


a. Empurre o controle para abaixar
b. Puxe o controle para levantar

-10-
7. Direção Traseira:
a. Empurre o controle para virar as rodas traseiras para a esquerda
b. Puxe o controle para virar as rodas traseiras para a direita
c. A luz sinalizadora no painel de instruções se apagará quando as
rodas traseiras estiverem diretamente à frente

8. Controle do Balanço com a Mão Direita:


a. Puxe o controle para girar a haste de apoio em sentido horário
b. Empurre o controle para girar a haste de apoio em sentido anti-horário

9. Baixa Velocidade do Cabo:


a. Puxe o controle para levantar o gancho
b. Empurre o controle para abaixar o gancho

1O. Velocidade Intermediária do Cabo:


a. Puxe o controle para levantar o gancho
b. Empurre o controle para abaixar o gancho
9. & 10. Alta Velocidade do Cabo (Opere em Conjunto):
a. Puxe os controles para levantar o gancho
b. Empurre os controles para abaixar o gancho

QUANDO QUISER OPERAR COM A POTÊNCIA MÁXIMA DO MOTOR EM RPM E


ALTA VELOCIDADE DO GUINCHO, SEMPRE “POSICIONE” OS CONTROLES
RÁPIDOS E DEVAGARES EM UMA POSIÇÃO TOTALMENTE ABERTA. A
RÁPIDA LIGAÇÃO COMPLETA DESSAS ALAVANCAS DE CONTROLE PARA
LEVANTAR OU ABAIXAR O BLOCO DO GANCHO PODEM CAUSAR O
DESLOCAMENTO DO CABO DE AÇO. ESSE DESLOCAMENTO PODE CAUSAR
RESULTADOS COMO ADVERSIDADES, ESCORAMENTOS E ESMAGAMENTOS,
CAUSANDO UM DANO PERMANENTE AO CABO DE AÇO. SEMPRE
“POSICIONE” AS DUAS ALAVANCAS DE VOLTA AO PONTO MORTO PARA
PARAR O GUINCHO. PERMITIR QUE AS ALAVANCAS DE CONTROLE DO
GUINCHO VOLTEM AO PONTO MORTO PODE CAUSAR O DESLOCAMENTO,
TENSÃO EXCESSIVA, DOBRA OU ROMPIMENTO DO CABO DE AÇO.

O BLOQUEAMENTO DUPLO É PROIBIDO, POIS É UMA PRÁTICA PERIGOSA


QUE PODE CAUSAR FERIMENTOS OU DANOS. NÃO EFETUE O BLOQUEIO
DUPLO.

11. Multidão—Extensão/Retração:
a. Empurre o controle para estender a parte deslizante
b. Puxe o controle para retrair a parte deslizante

12. Haste de Apoio—Levantar/Abaixar:


a. Empurre o controle para abaixar a haste de apoio
b. Puxe o controle para levantar a haste de apoio

OBSERVAÇÃO: Ao utilizar as alavancas de controle, NÃO as deixe no ponto


morto. Isso pode resultar no balanço da carga do guindaste,
no deslocamento do cabo de aço etc.

-11-
SISTEMAS DO GUINDAS HIDRÁULICO

A capacidade avaliada de uma bomba paralela de 30 e 50 Galões Por Minuto (GPM) (114 e
189 litros por minuto) (lpm) é diretamente impulsionada no virabrequim do motor.

BOMBA DE TRINTA GALÕES:

O fluxo da bomba de 30 GPM (114 lpm) é direcionado a um regulador de fluxo, onde 11


GPM (42 lpm) são desviados pela válvula de direção intensificadora da roda dianteira.
Isso proporciona o fluxo para a direção da roda dianteira e para os freios hidráulicos
sempre que necessário.

Após esse fluxo regulado passar através da válvula de direção, ele se direciona a uma
válvula desviada que junta o óleo separado para a direção dianteira com o óleo que foi
dispensado da válvula reguladora. Esse fluxo tem um volume atual de até 30 GPM (114
lpm), dependendo da velocidade do motor.

O fluxo percorrerá para a extrema esquerda do controle múltiplo, e por meio de uma
série de fluxos, o sistema de válvulas se torna disponível para uso por todas as
válvulas dessa conexão múltipla.

CONTROLES EXTERNOS:

os controles externos usarão esse fluxo caso as válvulas centrais forem operadas. Já
que as válvulas são de um tipo de séries; quando o óleo é direcionado ao(s)
cilindro(s) externo(s), o óleo que foi armazenado no lado oposto do pistão é compelido
para fora por meio do movimento do pistão e volta para a conexão múltipla para ser
usado por outros controles down stream.

DIREÇÃO TRASEIRA:

A próxima válvula na conexão múltipla controla o fluxo para os cilindros de direção


traseiros. BALANÇO:
O fluxo de 30 GPM (114 lpm) vai da válvula de direção traseira para a válvula do
balanço. Essa válvula controla o fluxo de óleo para o motor do balanço a fim de girar
a haste de apoio e o pedestal.

Quando essa válvula direciona um fluxo de óleo para o motor do balanço, uma pequena
parte do fluxo vai para o cilindro do freio do balanço. Esse é um cilindro de
acionamento único que libera o freio assim que o óleo é fornecido durante a operação
do motoro do balanço.

Quando a válvula de controle do balanço é colocada de volta à posição neutra, o óleo é


drenado para fora do cilindro de freio e uma mola aplicará a frenagem no eixo de
entrada para prevenir a rotação do pedestal da haste de apoio.

VELOCIDADE BAIXA DO CABO:

O fluxo de 30 GPM (114 lpm) é fornecido ao motor do guincho pela próxima válvula na
conexão múltipla. Esse fluxo é canalizado através da ligação rotatória no pedestal do
guindaste.

BOMBA DE CINQUENTA GALÕES:

O fluxo de 50 GPM (189 lpm) é direcionado à primeira conexão múltipla que está
localizada abaixo do pedestal da haste de apoio. O controle das válvulas nessa
conexão múltipla é feito por meio de cabos similares aos das aeronaves, que conectam
as alavancas de controle com as válvulas.

-12
VELOCIDADE INTERMEDIÁRIA DO CABO:

A primeira válvula no sistema de 50 GPM (189 lpm) fornece um fluxo de 50 GPM (189 lmp)
ao motor do guincho.

VELOCIDADE ALTA DO CABO:

Opere os controles dos cabos de baixa velocidade e de velocidade intermediária juntos


para obter a alta velocidade do cabo. Tal ação renderá um fluxo combinado de até 80 GPM
(303 lpm) ao motor do guincho.

CONJUNTO DA HASTE DE APOIO:

O fluxo de 50 GPM (189 lpm) é fornecido à válvula do conjunto da haste de apoio. Esse
fluxo é canalizado para o cilindro do conjunto e estende ou retrai as seções
deslizantes da haste de apoio.

ELEVADOR DA HASTE DE APOIO:

O fluxo da última válvula na conexão múltipla de 50 GPM (189 lpm) é canalizado para o
cilindro do elevador da haste de apoio a fim de levantar ou abaixar a haste.

-13
CONTROLES OPERACIONAIS – TRANSMISSÃO CLARK

-
/

Figura 4

1. Alavanca de Desconexão do Eixo Dianteiro:


a. Para engrenar a tração nas quatro rodas, para o guindaste com as
rodas dianteiras e traseiras voltadas para a frente. Posicione a
alavanca de avançar/marcha à ré (consulte a ref. 2)em “NEUTRO” e
aplique uma leve pressão com a mão na alavanca de desconexão do eixo
dianteiro em direção à frente do guindaste. Se a desconexão do eixo
não for engrenada, continue a aplicar pressão com a mão na alavanca de
desconexão evire o volante para a esquerda, e em seguida, para a
direita. Quando a tração nas quatro rodas for engrenada, a alavanca de
desconexão permanecerá na posição à frente.

b. Para desfazer a tração nas quatro rodas, pare o guindaste e puxe a


alavanca de desconexão para trás totalmente. Quando a tração nas quatro
rodas for desengrenada, a alavanca de desconexão permanecerá na posição
à trás.

NÃO PILOTE O GUINDASTE COM A TRAÇÃO DAS QUATRO RODAS


ENGATADA.

-14
2. Alavanca de Controle Para a Movimentação Dianteira e Traseira:
a. A alavanca deve estar na posição central (PONTO MORTO) para ligar o guindaste.
b. Quando o guindaste for ligado, engate a caixa de câmbio da unidade de
força de movimentação para frente/trás ao mover a alavanca na direção do
curso desejado.

PARE O GUINDASTE COMPLETAMENTE ANTES DE ALTERAR A DIREÇÃO


DO PERCURSO.NÃO MUDE PARA “BAIXO” QUANDO ESTIVER EM ALTA
VELOCIDADE. AS MUDANÇAS DEVEM SER FEITAS PARA “CIMA” OU
“BAIXO” ENQUANTO ESTIVER SOB CARREGAMENTO OU DURANTE
VIAGENS NUMA BAIXA VELOCIDADE. LIBERE O PEDAL DE ACELERAÇÃO
DO MOTOR QUANDO MUDAR PARA “BAIXO” EM VIAGENS DE VELOCIDADE
INTERMEDIÁRIA.

3. Controle de Velocidade do Motor:


a. Puxe para trás para aumentar a velocidade.
b . Gire a alavanca em sentido horário para fixar na velocidade do motor
desejada.

NÃO FIXE A ALAVANCA DE CONTROLE DA VELOCIDADE DO MOTOR


ENQUANTO ESTIVER A DIRIGIR. CERTIFIQUE-SE QUE A TRAVA ESTÁ
TOTALMENTE LIBERADA ANTES DE DIRIGR.

4. Alavanca de Velocidade Alta/Baixa (com a Transmissão Clark 2420):


a. Para o controle de limites de velocidade enquanto o guindaste estiver se
movendo.
b. Puxe a alavanca totalmente para trás para a velocidade BAIXA; empurre a
alavanca totalmente para frente para a velocidade ALTA.

NÃO TENTE USAR A ALAVANCA DE LIMITE ALTO/BAIXO (CONSULTE A


REF. 9) ENQUANTO O GUINDASTE ESTIVER EM MOVIMENTO.

c. Para limites de velocidade, consulte as Especificações Gerais neste


manual.

4. Alavanca de Força da Caixa de Câmbio (com a Transmissão Clark Série 18000):


a. puxe a alavanca totalmente para trás para a PRIMEIRA marcha.
b. Na posição central será a SEGUNDA marcha.
c. Empurre a alavanca totalmente para a frente para a TERCEIRA marcha.

NÃO TENTE USAR A ALAVANCA DE LIMITE ALTO/BAIXO (CONSULTE A


REF. 9) ENQUANTO O GUINDASTE ESTIVER EM MOVIMENTO.

d. Para limites de velocidade, consulte as Especificações Gerais neste manual.

DECLIVES: AO ENCONTRAR UM DECLIVE, MUDE A TRANSMISSÃO PARA


UMA MARCHA MAIS BAIXA. TAL ALTERAÇÃO FARÁ COM QUE O MOTOR
OFEREÇA UMA FORÇA DINÂMICA ADICIONAL DE FRENAGEM. A
INCLINAÇÃO DO DECLIVE, CARGA E TIPO DE TERRENO SEMPRE DEVEM
SER LEVADOS EM CONSIDERÇÃO.

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA

-15
5. Pedal de Aceleração do Motor:
Operado pelo pé. Pressione em direção ao piso para aumentar a velocidade do
motor.

6. Pedal do Freio de Serviço:


Operado pelo pé. Pressione em direção ao piso para ativar o freio.

7. Cabo Afogador de Gasolina do Motor ou Cabo de Desligamento do Motor:

a. Quando o cabo for usado para o afogamento, consulte o “Procedimento de


Arranque” nesse manual.

b. Quando o cabo for usado para o desligamento, consulte o “Procedimento de


Desligamento” nesse manual.

8. Freio de Mão:
a. Puxe para cima para aplicar a frenagem.

b. Empurre para baixo (em uma posição horizontal) para liberar o freio.

c. Vire o botão no topo da alavanca para ajustar o freio (consulte o “Ajuste


do Freio de Mão” nesse manual).

9. Alavanca de Limite Alto-Baixo:


a. Puxe a alavanca para trás para engatar o limite “BAIXO” de velocidade.

b. Empurre a alavanca para frente para engatar o limite “ALTO” de velocidade.

PARE O GUINDASTE COMPLETAMENTE ANTES DAS ALTERAÇÕES COM A


ALAVANCA PARA A MUDANÇA DE LIMITES DE VELOCIDADE.

10. Cabo de Desligamento de Emergência:


Consulte o “Procedimento de Desligamento” neste manual.

OBSERVAÇÃO: NÃO use o cabo de desligamento de emergência para o desligamento


normal.O uso regular do cabo de desligamento de emergência pode
danificar o motor. Utilize a Ref. & para o desligamento normal.

-16
CONTROLES DE OPERAÇÃO – TRANSMISSÃO ALLISON

Figura 5

1. Pedal do Freio de Serviço:


Operado pelo pé. Pressione em direção ao piso para ativar o freio.

2. Pedal de Aceleração do Motor:


Operado pelo pé. Pressione em direção ao piso para aumentar a velocidade do
motor.

3. Controle de Velocidade do Motor:


a. Puxe para trás para aumentar a velocidade.
b. Gire a alavanca em sentido horário para fixar na velocidade do motor
desejada.

NÃO FIXE A ALAVANCA DE CONTROLE DA VELOCIDADE DO MOTOR


ENQUANTO ESTIVER A DIRIGIR. CERTIFIQUE-SE QUE A TRAVA ESTÁ
TOTALMENTE LIBERADA ANTES DE DIRIGR.

4. Alavanca de Desconexão do Eixo Traseiro:


a. Para engrenar a tração nas quatro rodas, para o guindaste com as rodas
dianteiras e traseiras voltadas para frente. Posicione a alavanca de
avançar/marcha à ré (consulte a ref. 6) em “NEUTRO” e aplique uma leve
pressão com a mão na alavanca de desconexão do eixo traseiro em direção à
frente do guindaste. Se a desconexão do eixo não engatar, continue a
aplicar a pressão com a mão na alavanca de desconexão vire o volante para
a esquerda, e em seguida, para a direita. Quando a tração nas quatro
rodas for engrenada, a alavanca de desconexão permanecerá na posição à
frente.

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA

-17
b. Para desfazer a tração nas quatro rodas, pare o guindaste e puxe a
alavanca de desconexão para trás totalmente. Quando a tração nas quatro
rodas for desengrenada, a alavanca de desconexão permanecerá na posição
à trás.

NÃO PILOTE O GUINDASTE COM A TRAÇÃO DAS QUATRO RODAS


ENGATADA.

5. Cabo de Desligamento:
Consulte o “Procedimento de Desligamento” neste manual.

6. Alavanca de Controle Para a Movimentação Dianteira e Traseira:


a . A alavanca deve estar na posição central (PONTO MORTO) para ligar o
guindaste.

b. Quando o guindaste for ligado, engate a caixa de câmbio da unidade de


força de movimentação para frente/trás ao mover a alavanca na direção do
curso desejado.

PARE O GUINDASTE COMPLETAMENTE ANTES DE ALTERAR A DIREÇÃO


DO CURSO. NÃO MUDE PARA “BAIXO” QUANDO ESTIVER EM ALTA
VELOCIDADE. AS MUDANÇAS DEVEM SER FEITAS PARA “CIMA” OU
“BAIXO” ENQUANTO ESTIVER SOB CARREGAMENTO OU DURANTE
VIAGENS NUMA BAIXA VELOCIDADE.LIBERE O PEDAL DE ACELERAÇÃO
DO MOTOR QUANDO MUDAR PARA “BAIXO” EM VIAGENS DE
VELOCIDADE INTERMEDIÁRIA.

7. Freio de Mão:
a. Puxe para cima para aplicar a frenagem.

b. Empurre para baixo (em uma posição horizontal) para liberar o freio.

c. Vire o botão no topo da alavanca para ajustar o freio (consulte o


“Ajuste do Freio de Mão” nesse manual).

-18
PAINEL DE INSTRUÇÕES
INDICADOR DE FREIO (EIXO
ROCKWELL C/ O CLINIDRO
PRINCIPAL BENDIX)

Figura 6
SEGADORA INTERNACIONAL E MOTORES À DIESEL DETROIT

Figura 7
DIESEL DEUTZ

-19
MEDIDORES
Os medidores no painel de instruções foram instalados para auxiliar na operação do
guindaste na melhor de suas capacidades. Ao observá-los frequentemente, o operador pode
obter uma indicação da condição dos sistemas de acionamento do motor. Se condições
anormais forem indicadas, ele pode fazer os ajustes ou reparos necessários antes de
resultar em danos excessivos. Além do mais, um horímetro foi instalado para auxiliar o
operador a cuidar e preservar o guindaste de acordo com o item “Cronograma de Serviço”
nesse manual.

MEDIDORES AGRUPADOS

-20
VOLTÍMETRO

O VOLTÍMETRO indica a condição da bateria antes ou depois de operar o motor. Uma


bateria descarregada pode ser detectada imediatamente, sem ser pego de surpresa por
uma situação desconfortável de redução de velocidade. Baterias obrecarregadas podem
ser detectadas imediatamente sem a necessidade de um período de verificação de uso de
água na bateria. Além disso, o voltímetro mostrará a quantidade de voltagem a ser
produzida pelo circuito de carregamento.

ANTES DE DAR A PARTIDA NO MOTOR -

GIRE a chave para dar a partida e observe o voltímetro. O ponteiro do marcador deve
estar nas primeiras partes VERDES (entre 12 e 12,9 volts). Se o ponteiro indicar
uma voltagem abaixo dessa parte (menos que 12 volts), a carga da bateria é
insuficiente.

Uma leitura constante na primeira parte VERMELHA (menos que 11,2 volts) pode indicar
a necessidade de uma inspeção completa da bateria e/ou do sistema de carregamento.

ENQUANTO O MOTOR AQUECIDO ESTÁ A FUNCIONAR ACIMA DO RITMO OCIOSO -

Verifique periodicamente o voltímetro enquanto a máquina estiver em funcionamento.


O ponteiro do marcador deve estar nas segundas partes VERDES (entre 13,2 e 15,2
volts).

Se o ponteiro indicar uma voltagem abaixo dessa parte (menos que 13,2 volts), o
ajuste do regulador de voltagem pode ser necessário. Caso a voltagem for menor que
12,5 volts (dentro da parte VERDE superior), o alternador pode estar com defeito.

Se o ponteiro indicar uma voltagem maior que a segunda parte VERDE, no fim da
parte VERMELHA (maior que 15,2 volts), o regulador de voltagem não está ajustado.
Nunca permita que a voltagem exceda 16 volts, ou pode resultar em sérios danos ao
sistema elétrico.

APÓS DESLIGAR O MOTOR -


GIRE a chave para dar a partida novamente e observe o voltímetro. O ponteiro do
marcador deve estar nas primeiras partes VERDES (entre 12 e 12,9 volts). Caso o
ponteiro indicar uma voltagem acima dessa parte (além dos 12,9 volts), desligue e
ligue o motor e verifique a voltagem enquanto o motor estiver a funcionar acima do
ritmo ocioso.Tal condição indicará um bateria sobrecarregada.

OBSERVAÇÃO: 1. É sugerido que apenas o pessoal qualificado tente ajustar o


regulador de voltagem.
2.Quando o regulador de voltagem é compensado à permitir que o
sistema de carregamento produza mais voltagem durante o tempo
frio.Portanto, o voltímetro apresentará leituras mais altas durante
o tempo frio do que o tempo quente.
3. Dependendo da temperatura ambiente, o voltímetro poderá precisar de
2 a 3 minutos para se mover para uma leitura constante após girar a
chave.

-21
MEDIDOR DE CONVERSÃO DE TEMPERATURA
A Figura 9 ilustra o medidor de
conversão de temperatura. Ele indica
a temperatura do óleo hidráulico usado
no sistema de acionamento antes de
retornar ao reservatório mais frio.
Essa temperatura não deve exceder 250?F
(121°C). As temperaturas próximas ou em
250°F (121°C) podem identificar uma
necessidade de serviço, pois a operação
indevida do resfriador ou o mal
funcionamento de outro sistema.

A operação normal é abrangente para


diversas transmissões, conforme segue:

Allison: 180-220°F (82-104°C)


Clark 2420: 180-200°F (82-93°C)
Figura 9
Clark Série 18000: 180-200°F (82-93°C)

HORÍMETRO
A Figura 10 ilustra o horímetro. Ele
registra o tempo percorrido da operação
do motor. Isso, então, corresponde à
quantia de tempo que a máquina está em
operação. Preste uma atenção especial à
quantia de horas na máquina, dessa
maneira a manutenção pode ser
desempenhada conforme é descrito no item
de serviços periódicos
desse manual.

Figura 10

MEDIDOR DE PRESSÃO DA TRANSMISSÃO

A Figura 11 ilustra o medidor de


pressão da transmissão. Ele indica a
pressão de óleo na bomba de carga que
é usada para suprir o conjunto de
transmissão de embreagens e o fluxo
de óleo através do conversor de
torque.

Verifique o item “Verificação de


Transmissão” deste manual para mais
informações.

Figura 11

-22-
PROCEDIMENTO DE ARRANQUE
GASOLINA IH
1. Prepare o freio de mão.
2. Deixe a alavanca de controle para frente/trás no “NEUTRO”.
3. Tire cerca de 1/3 da pressão do pedal do acelerador durante o percurso total,
ou movimente a alavanca de controle de velocidade cerca de 1/3 para trás e
gire em sentido horário para travá-la.
4. Utilize o afogamento caso seja necessário.
5. Gire a chave de ignição em sentido horário para a posição de “INÍCIO” para
engatar o acionamento do motor.

NUNCA OPERE UM MOTOR DE ACIONAMENTO POR MAIS DE 30 SEGUNDOS


POR VEZ. CASO O MOTOR NÃO ARRANQUE, PERMITA QUE O MOTOR DE
ACIONAMENTO SE RESFRIE POR 2 A 3 MINUTOS ANTES DE ACIONÁ-LO
MAIS UMA VEZ.

Depois que o motor tenha sido ligado, permita que o controle de velocidade do
motor permaneça na sua posição inicial de 5 a 10 minutos; período no qual uma
carga leve pode ser carregada.Depois que o motor atingir as temperaturas normais
de operação, uma carga completa pode ser aplicada.

DIESEL DETROIT
1. Prepare o freio de mão.
2. Deixe a alavanca de controle para frente/trás no “NEUTRO”.

3. Tire cerca de l/3 da pressão do pedal do acelerador durante o percurso total,


ou movimente a alavanca de controle de velocidade cerca de 1/3 para trás e
gire em sentido horário para travá-la.

4. Impulsione o cabo de desligamento do motor completamente. Certifique-se que


o cabo de desligamento de emergência não tenha sido ativado (Veja a Figura
12). Religue-o caso necessário (Veja a Figura 13).

5. Gire a chave de ignição em sentido horário para a posição de “INÍCIO” para


engatar o acionamento do motor.

NUNCA OPERE UM MOTOR DE ACIONAMENTO POR MAIS DE 30 SEGUNDOS


POR VEZ. CASO O MOTOR NÃO ARRANQUE, PERMITA QUE O MOTOR DE
ACIONAMENTO SE RESFRIE POR 2 A 3 MINUTOS ANTES DE ACIONÁ-LO
MAIS UMA VEZ.

Se o motor não conseguir ligar após quatro tentativas, uma inspeção deve ser
feita para determinar a causa. Provavelmente, o cabo de emergência foi puxado na
última operação de desligamento. Se ocorreu isso, o retentor na tubulação de
entrada terá que ser restaurada (Veja a Figura 13).

-23
Figura 12 Figura 13
MODO CORRETO MODO INCORRETO (RESTAURAÇÃO)

Depois que o motor tenha sido ligado, permita que o controle de velocidade do motor
permaneça na sua posição inicial de 5 a 10 minutos; período no qual uma carga leve pode
ser carregada. Depois que o motor atingir as temperaturas normais de operação, uma
carga completa pode ser aplicada.

DIESEL DEUTZ
1. Prepare o freio de mão.
2. Deixe a alavanca de controle para frente/trás no “NEUTRO”.
3. Tire cerca de l/3 da pressão do pedal do acelerador durante o percurso total, ou
movimente a alavanca de controle de velocidade cerca de l/3 para trás e gire em
sentido horário para travá-la.
4. Gire a chave de ignição em sentido horário para a posição de “INÍCIO”.
5. Gire a maçaneta no plug luminoso/botão de arranque em sentido horário até que o
motor comece a aquecer.
6. Quando o motor começar a funcionar, solte a maçaneta e o botão voltará à posição
neutra.

NUNCA OPERE UM MOTOR DE ACIONAMENTO POR MAIS DE 10 SEGUNDOS POR


VEZ. CASO O MOTOR NÃO ARRANQUE, PERMITA QUE O MOTOR DE ACIONAMENTO
SE RESFRIE POR 2 A 3 MINUTOS ANTES DE ACIONÁ-LO MAIS UMA VEZ.

Depois que o motor tenha sido ligado, permita que o controle de velocidade do motor
permaneça na sua posição inicial de 5 a 10 minutos; período no qual uma carga leve pode
ser carregada. Depois que o motor atingir as temperaturas normais de operação, uma
carga completa pode ser aplicada.

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA

-24
PROCEDIMENTO DE DESLIGAMENTO

GASOLINA IH
1. Coloque a alavanca de controle de movimentação dianteira/traseira na posição
“NEUTRA” e prepare o freio de mão.
2. Permita que o motor fique inativo de 3 a 5 minutos para que o calor surja.
3. Gire a chave de ignição em sentido anti-horário para a posição “DESLIGADA”.

DIESEL DETROIT
1. Coloque a alavanca de controle de movimentação dianteira/traseira na posição
“NEUTRA” e prepare o freio de mão.
2. Permita que o motor fique inativo de 3 a 5 minutos para que o calor surja.
3. Gire a chave de ignição em sentido anti-horário para a posição “DESLIGADA”
e puxe o cabo de desligamento do motor.
4. Após o motor ter parado, insira o cabo completamente.

NÃO USE O CABO DE DESLIGAMENTO DE EMERGÊNCIA PARA O


DESLIGAMENTO NORMAL. O USO REGULAR DESSE CABO PODE CAUSAR
UMA PERDA NO DESEMPENHO DO MOTOR.

DIESEL DEUTZ
1. Coloque a alavanca de controle de movimentação dianteira/traseira na posição
“NEUTRA” e prepare o freio de mão.
2. Permita que o motor fique inativo de 3 a 5 minutos para que o calor surja.
3. Gire a chave de ignição em sentido anti-horário para a posição “DESLIGADA”.
4. Puxe o cabo de desligamento do motor.
5. Após o motor ter parado, insira o cabo completamente.

-25
APLICAÇÃO
Os índices mostrados na TABELA DE ÍNDICES DE CARGA DO GUINDASTE (montados na tampa
do painel do instrumento) são cargas MÁXIMAS permitidas, e NÃO cargas de trabalho
prático. Os índices (mostrados na tabela) acima da linha pesada são baseados na
competência hidráulica ou estrutural da máquina, e não em sua estabilidade.
O raio operacional é a distância horizontal do eixo de rotação, antes do carregamento
até a linha vertical do guincho com a carga aplicada.
Pesos de ganchos, blocos de gancho, ligas e outros acessórios de manuseio de carga,
exceto o cabo do guincho, devem ser considerados como parte da carga.
As cargas práticas de trabalho dependem em que nível a máquina está, sua superfície
de apoio, o vento e outros fatores que afetam a estabilidade. Arredores perigosos,
experiência da equipe e o manuseio apropriado devem ser levados em consideração
pelo operador.
O posicionamento ou a operação nos raios e hastes de apoio, ou o tamanho das lanças
está além do máximo ou do mínimo (na tabela de carga) não é planejado ou aprovado.
As instruções qa seguir irão ajudar a obter o máximo de eficiência desse guindaste.

NUNCA EXCEDA AS CAPACIDADES DESSA TABELA DE CARGAS.

I. CAPACIDADES DE LEVANTAMENTO: Esse guindaste é avaliado a um raio de 10’ (3,048


m) com a sua carga máxima (veja a Ilustração I, página 20). Ao aumentar o raio,
a quantia da carga é reduzida. O raio pode ser alterado ao levantar ou abaixar
a haste de apoio pela extensão ou retração da seção de telescópica da haste de
apoio ou seções.

II. PESO DESCONHECIDO DO LEVANTAMENTO: Quando as cargas que não são totalmente
conhecidas estão para ser levantadas, a pessoa responsável pelo trabalho deverá
assegurar que o peso da carga não ultrapasse a TABELA DE ÍNDICES DE CARGA DO
GUINDASTE dentro do raio no qual este está para ser levantado.
OBSERVAÇÃO: Sempre utilize retrancas para uma estabilidade máxima durante o
levantamento.

III. PESO CONHECIDO DO LEVANTAMENTO: A tabela de carga é o fator fundamental quando


se levanta pesos conhecidos. A tabela de carga está avaliada com as retrancas
completamente abaixadas até que as rodas liberem o terreno. É recomendado que
você tenha extrema cautela com qualquer levantamento de carga como uma
prevenção contra tombamentos. Sempre que possível, levante e balance cargas
entre a área da plataforma externa (veja a Ilustração II, página 20).
Isso pode ser feito ao posicionar a frente do guindaste, conforme é mostrado na
Ilustração II. Essa ilustração apresenta a carga no topo de um prédio, sendo
abaixada até o chão. A carga é levantada até o ponto (A), balançada para a
direita e abaixada no ponto (B).

IV. SELECIONAR E CARREGAR: O Guindaste Galion tem a capacidade de selecionar e


carregar cargas sem qualquer trabalho adicional. Não há travas manuais no eixo
traseiro. A oscilação é controlada com montagens elastoméricas entre os
suportes da estrutura principal e do eixo traseiro. O guindaste é
elastomericamente montado em duas áreas distintas: um – as montagens
elastoméricas do eixo traseiro, dois – as rodas. As montagens do eixo traseiro
serão esticadas e comprimidas ao guinchar a carga, a qual é uma condição normal
de operação. É muito importante manter as rodas em uma pressão máxima
classificada. Rodas murchas causarão movimentos desnecessários da haste de
apoio ao guinchar uma carga. O raio mais longo e cargas mais pesadas ampliarão
essas condições. Nós recomendamos que, ao trabalhar com uma carga suspensa,
avalie as condições prevalecentes e determine as precauções de segurança
necessárias para cada caso individual. Os seguintes fatores devem ser
considerados antes de uma tentativa de pegar e carregar uma carga.

-26
1. Alinhe a haste de apoio à frente no percurso da máquina. Mantenha essa
posição da haste de apoio ao girar a máquina. Gire apenas quando for
necessário, na velocidade mais devagar e em um raio vasto de giro (veja a
Ilustração III).
2. Use o menor comprimento possível da haste de apoio.
3. Mantenha a carga tão próxima do chão quanto à permissão das condições.
4. Forneça cabos auxiliares para prevenir que a carga balance de um lado para o
outro. Isso pode causar uma mudança nos raios. Uma alteração no raio poderia
exceder os índices da tabela de carga ou causar uma condição de tombamento.
5. Controle a velocidade do percurso para se adequar às condições.
6. Evite arranques e paradas súbitas.
7. Nunca percorra com as retrancas abaixadas, já que elas podem acertar algum
obstáculo.

-27
LEVANTAR COM A LIGA

PORCENTAGEM DE CARGA DE SERVIÇO -

Ao guinchar com as ligas, os desenhos das linhas abaixo representam vários ângulos
enganchados à carga. A porcentagem representa a quantidade de carga de trabalho
completamente segura em vários ângulos. A carga de trabalho segura sempre
diminuirá à medida que o ângulo aumenta.

Figura 14

-28-
SINAIS PADRONIZADOS COM A MÃO

SINAIS PADRONIZADOS COM A MÃO PARA CONTROLAR AS OPERAÇÕES COM O GUINDASTE

Figura 15

-29
OPERAÇÕES SOB CONDIÇÕES INCOMUNS
PRECAUÇÕES CONTRA O TEMPO FRIO

Se o guindaste for operado em temperaturas frias, certas precauções devem ser


tomadas para garantir a continuidade da operação normal. Os parágrafos seguintes
detalhará verificações a serem feitas para assegurar que o guindaste é capaz de
operar nessas temperaturas.

1. Lubrifique todo o guindaste de acordo com a Tabela e o Esquema de Serviço


Periódico nesse manual ou o Decalque de Lubrificação na máquina.

2. Mantenha o motor na melhor condição mecânica possível para assegurar o arranque


fácil e o bom desempenho durante condições climáticas adversas.

3. Utilize o óleo do motor das especificações adequadas para as temperaturas


esperadas.Consulte o item “Especificações de Lubrificação” no manual do motor
para mais detalhes.

4. Verifique o sistema de refrigeração para obter uma solução anticongelante


correta para a menor temperatura esperada. Inspecione cuidadosamente o sistema
de refrigeração e corrija ou relate quaisquer vazamentos.

5. Mantenha o tanque de combustível sempre cheio. Drene a condensação do tanque


antes e depois da operação. Para eliminar o entupimento dos filtros de
combustível devido à formação de cristais de cera no tanque, certifique-se que
o combustível usado tem uma especificação de pontos de nebulosidade abaixo da
menor temperatura esperada.

6. Mantenha as baterias totalmente carregadas para prevenir o congelamento. Caso


água tenha sido adicionada às baterias, ligue o motor por, no mínimo, uma hora
para misturar a solução de eletrólito.

7. Ligue o motor e deixe-o alcançar a temperatura normal antes de aplicar a


carga.

a. Caso lama e neve se acumularem e congelarem qualquer uma das partes de


movimentação enquanto o guindaste estiver inativo, aqueça-as para
descongelar o material antes de operar o guindaste.

b. Opere as unidades hidráulicas com cuidado até que tenham atingido uma
temperatura que as permita operarem normalmente.
c. Verifique todas as operações do guindaste para ter certeza que elas estão
em condições operáveis.

8. Um filtro de ar externo extra deve ser mantido na cabine do operador para


substituir o elemento que pode ficar congelado e causar restrições no fluxo de
ar ao motor.

9. Caso um suporte para arranque em tempos frios seja usado, é recomendado que a
referência seja feita ao Manual do Operador do Motor para o uso adequado.

10. No fim do dia de trabalho, limpe toda a lama, neve e gelo para que o
congelamento seja evitado. Cubra o guindaste com uma lona, se possível. Evite
que as extremidades da lona se congelem no chão.

-30
OPERAÇÃO EM CALOR EXTREMO
A operação contínua do guindaste em altas temperaturas pode causar o seu
sobreaquecimento. Observe as temperaturas do motor e da transmissão
constantemente e pare o guindaste para um período de resfriamento sempre que
for necessário.

1. Faça inspeções e manutenções frequentes da ventoinha e do radiador. Mantenha


o nível do refrigerador a uma polegada (35,4 mm) do topo do
radiador.Verifique as grades e as lâminas do radiador por acúmulos de
poeira, areia e insetos que podem bloquear as passagens de resfriamento.

a. A formação de crostas e ferrugem no sistema de resfriamento ocorre mais


rápido em temperaturas extremamente altas. Altere o anticongelante a
cada ano para manter o inibidor de corrosão em plena potência.
b. Se necessário, limpe o sistema de resfriamento com água periodicamente
para manter as passagens limpas.Evite o uso de água com um alto teor
alcalino, o que pode resultar no aumento da formação de crostas e
ferrugem.

2. Verifique o nível diário de eletrólitos. Mantenha os eletrólitos em


cima de chapas para evitar danos nas baterias. Use uma solução de
eletrólitos um pouco mais fraca em climas quentes. Dilua 1280 eletrólitos
gravitacionais específicos, conforme é tratado de 1.200 a 1.240 gravidades
específicas, interpretando uma carga completa. Recarregue as baterias em
1.160 gravidades específicas. As baterias se descarregam sozinhas mais
facilmente se forem deixadas ligadas por períodos extensos em altas
temeperaturas. Se o guindaste precisar servir de suporte por vários dias,
remova as baterias e armazene-as em um local fresco.

NÃO ARMAZENE BATERIAS QUE CONTÊM ELEMENTOS ÁCIDOS PERTO DE


PILHAS DE PNEUS; OS GASES DO ÁCIDO TÊM UM EFEITO
PREJUDICIAL NA BORRACHA.

3. Referencie-se em relação ao sistema de combustível conforme é direcionado


no item “Manutenção Preventiva” desse manual. Verifique o teor de umidade
antes de encher o tanque de combustível. Altas temperaturas e o
resfriamento causam a condensação em baterias de armazenamento.

4. Lubrifique todo o guindaste de acordo com a Tabela e o Esquema de Serviço


Periódico nesse manual ou o Decalque de Lubrificação na máquina.

5. Não estacione o guindaste debaixo do sol por longos períodos de tempo. Se


possível, estacione o guindaste debaixo de uma cobertura para protege-lo do
sol, sujeira e poeira.

a. Cubra o guindaste inativo com uma lona caso nenhum abrigo adequado
esteja disponível.Proteja o compartimento do motor, a transmissão e os
itens hidráulicos da entrada de poeira.
b. Durante climas úmidos e quentes, a ação corrosiva ocorrerá em todas as
partes do guindaste e será acelerada durante a temporada de chuva. A
ferrugem e bolhas de tinta aparecerão nas superfícies de metal e mofo
aparecerá em outras superfícies.
c. Proteja todas as superfícies expostas inacabadas com um filme de óleo
lubrificante conservante. Proteja os cabos e as suas extremidades com
o composto isolante de ignição. Aplique a tinta ou uma prevenção
adequada contra ferrugem para as superfícies danificadas, a fim de
proteger contra a ferrugem e a corrosão.
-31-
OPERAÇÃO EM ÁREAS POEIRENTAS OU ARENOSAS

A operação do guindaste pode trazer poeira em quase todas as áreas. Portanto,


ao operar em áreas predominantemente poeirentas ou arenosas, uma precaução
adicional deve ser tomada.

1. Mantenha as lâminas do sistema de resfriamento e as áreas de resfriamento


limpas. Sopre-as com ar comprimido, se possível, sempre que necessário.

USE ÓCULOS DE PROTEÇÃO AO USAR O AR COMPRIMIDO.

2. Tome cuidado ao tratar do sistema de combustível para prevenir que poeira


e areia entrem no tanque.

3. Faça a manutenção do filtro de ar em intervalos frequentes, verifique o


indicador de restrição de ar diariamente e mantenha o recipiente de pó e a
válvula de poeira limpos. Previna que poeira e areia entrem nas peças e
compartimentos do motor o máximo possível.

4. Lubrifique e efetue a manutenção destacada na tabela atual de lubrificação


e a seção de serviços periódicos nesse manual em intervalos muito mais
curtos que o normal. Limpe todos os acessórios de lubrificação antes de
aplicar o lubrificante. Areia misturada com lubrificante se torna muito
abrasivo e acelera o desgaste das peças.

5. Proteja o guindaste da poeira e da areia o máximo possível. Estacione o


guindaste sob uma cobertura ou proteja-o com uma lona para evitar que a
poeira e a areia danifiquem a unidade.

OPERAÇÃO EM CONDIÇÕES CHUVOSAS OU ÚMIDAS

A operação em condições chuvosas é similar àquelas em “Calor Extremo”.

1. Revista as superfícies que estão expostas com um óleo lubrificante


conservante. Dê uma atenção especial às superfícies danificadas ou que não
estão pintadas. Cubra todas as fendas e lascas de pintura o mais rápido
possível para prevenir efeitos corrosivos.

-32
OPERAÇÃO EM ÁREAS COM ÁGUA SALGADA

O efeito corrosivo da água salgada e o spray de água salgada é muito


grande. Ao operar em áreas com água salgada, tome as seguintes precauções:

1. Quando for exposto à água salgada, seque o guindaste completamente e


enxágue-o com água fresca o mais rápido possível.

2. Revista as superfícies que estão expostas com um óleo lubrificante


conservante.
Dê uma atenção especial às superfícies danificadas ou que não estão
pintadas.

3. Mantenha todas as superfícies pintadas em boas condições.

4. Lubrifique o guindaste conforme é prescrito na tabela de lubrificação


na máquina ou na Tabela ou Esquema de Serviço Periódico nesse manual.
Reduza o intervalo de lubrificação em relação às peças sujeitas à
exposição à água salgada.

OPERAÇÃO EM ALTAS ALTITUDES

Normalmente, a operação do guindaste em altas altitudes também será


destacada em “Precauções contra o Tempo Frio”.

1. Verifique a temperatura de operação do motor se precisar evidenciar um


sobreaquecimento. A tampa de pressão do radiador deve ser uma vedação
perfeita para manter a pressão do refrigerante no sistema.

-33
OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO/ACESSÓRIO AUXILIAR
SUPORTE DE ARRANQUE EM TEMPERATURAS FRIAS

Ilustrado na Figura 16, temos um


dispositivo de suporte de arranque
de éter.

Os suportes de arranque devem ser


usados em temperaturas de 32°F ou
menos. (0°C.).

As instruções abaixo são do fabricante


que utiliza esse suporte de arranque.

PROCEDIMENTO DE ARRANQUE:

1. Puxe o botão “INÍCIO RÁPIDO” e


segure de dois a três segundos
para preencher a câmara da
válvula.

2. Pressione o botão novamente, Figura 16


deixando de dois a três segundos
para esvaziar a câmara da válvula.

3. Após dois segundos de espera, engate o arranque.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA:
Periodicamente, remova o cilindro, a válvula do óleo e a montagem do cabo de
controle:

1. Tome cuidado ao retirar o pó da parte interna da válvula quando remover o


cilindro para prevenir que a poeira entre na válvula.

2. Verifique se há danos na junta da válvula e substitua-a, se necessário.

3. Com o cilindro removido, acione o sistema a fim de distribuir o


lubrificante.

Ao substituir o cilindro vazio, siga as instruções no cilindro.

OBSERVAÇÃO: O peso do cilindro vazio tem 17 onças (481,94 gramas)O peso do


cilindro cheio é 37 onças (1048,93 gramas).

Verifique se há vazamentos em todas as conexões periodicamente. Verifique os


parafusos de montagem das válvulas e os parafusos prisioneiros do cilindro em
relação à sua tensão.

Teste o funcionamento da unidade periodicamente. Desconecte o tubo do atomizador


e, em seguida, remova o atomizador. Reagrupe e ative o sistema.

Se o sistema está sujeito à umidade, borrife a válvula e cabo de controle com um


revestimento de plástico.

OBSERVAÇÃO: As instruções de instalação incluem o suporte de arranque.

-34
I EXTENSÕES MANUAIS DA HASTE DE APOIO, TRÊS SEÇÕES DE FORÇA

A haste de apoio de três seções de força foi desenvolvida para que uma Extensão
Manual da Haste de Apoio de 8’, 18’ e 20’ podem ser usados para fornecer um
comprimento e alcance adicionais à haste de apoio.

UM CUIDADO EXTREMO DEVE SER TOMADO PARA PREVENIR LESÕES


CORPORAIS AO MANUSEAR E USAR ESTES ACESSÓRIOS. SIGA OS ÍNDICES
E RECOMENDAÇÕES DE CARGA LISTADAS NA “TABELA DE ÍNDICES DE CARGA
DO GUINDASTE”, LOCALIZADO NA TAMPA DO PAINEL DE INSTRUÇÕES AO
USAR ESSES ACESSÓRIOS.

O bloco do gancho da haste de apoio de três seções de força pode ser ajustado
nas Extensões Manuais 8’ e 18’. A Extensão Manual de 20’ vem com o seu próprio
bloco principal.

Quando as extensões manuais da haste de apoio estiverem a ser usadas, o


guindaste deve ser recolhido conforme segue:

8 pés (2,44 m) Extensão Manual – Cabo de Três Partes


18 pés (5,49 m) Extensão Manual – Cabo de Três Partes
20 pés (6,10 m) Extensão Manual – Cabo de uma Única Parte

8 pés (2,44 m) EXTENSÃO MANUAL

A seguir, há um método que estende e estiva os 8 pés. (2,44 m) Extensão Manual,


caso o guindaste foi equipado com esse acessório.

ILUSTRAÇÃO IV

ESTENDENDO DA POSIÇÃO RECOLHIDA -

l. Posicione o guindaste com o bloco principal de 10’ (3,05 m) no suporte.

2. Coloque a alavanca de movimentação para frente e marcha à ré na posição


“NEUTRA”. Prepare o freio de mão. Ao usar as retrancas, tire todas as quatro
rodas do chão.

-35
ESTENDENDO DA POSIÇÃO RECOLHIDA - Continuação

3. A haste de apoio em conjunto de 10’ (3,05 m) e o bloco ancorado principal


para suportar aproximadamente 12’ (3,66 m) acima do chão.

4. Remova a cavilha de fixação da haste de apoio dos buracos “F” e “G”.Veja a


Ilustração IV “Posição Recolhida”.

5. Retraia a haste de apoio de maneira devagar. Deixe outra pessoa informar o


operador saber quando os buracos “D”, “E” e “F” na primeira extensão se
alinham com os buracos “A”, “B” e “C” na extensão manual”. Instale três
cavilhas de fixação da haste de apoio. Veja a Ilustração IV “Posição
Estendida”.

NÃO RETRAIA A HASTE DE APOIO ONDE A EXTENSÃO MANUAL


SOFRERÁ A QUEDA DE TAL HASTE.

6. Instale a cavilha de fixação da haste de apoio no buraco “G” para segurar o


bloco principal totalmente.

7. Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio. Retire o bloco


principal do suporte.

RECOLHENDO DA POSIÇÃO ESTENDIDA -

1 . Remova quatro cavilhas de fixação da haste de apoio do buraco “A” através de


“F” e “G”.

2. Ao usar a alavanca de controle de baixa velocidade do cabo e o guindaste de


dois blocos, deslize a extensão manual até o buraco “G” ser alinhado com o
buraco “F”. Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio.

18 pés (5,49 m) EXTENSÃO MANUAL

A seguir, há um método que estende e estiva os 18 pés. (5,49 m) Extensão Manual,


caso o guindaste foi equipado com esse acessório.

r
·

ILUSTRAÇÃO V

-36
ESTENDENDO DA POSIÇÃO RECOLHIDA -

1 . Posicione o guindaste com o bloco principal de 10’ (3,05 m) no suporte.

2. Coloque a alavanca de movimentação para frente e marcha à ré na posição


“NEUTRA”. Prepare o freio de mão. Ao usar as retrancas, tire todas as quatro
rodas do chão.

3. A haste de apoio em conjunto de 10’ (3,05 m) e o bloco ancorado principal


para suportar aproximadamente 12’ (3,66 m) acima do chão.

4. Remova a cavilha de fixação da haste de apoio dos buracos “F” e “G”. Veja a
Ilustração V “Posição Recolhida”.

5. Retraia a haste de apoio de maneira devagar. Deixe outra pessoa informar o


operador saber quando os buracos “D”, “E” e “F” na primeira extensão se
alinham com os buracos “A”, “B” e “C” na extensão manual. Instale três
cavilhas de fixação da haste de apoio. Veja a Ilustração V “Posição
Estendida".

NÃO RETRAIA A HASTE DE APOIO ONDE A EXTENSÃO MANUAL SOFRERÁ A


QUEDA DE TAL HASTE.

6. Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio. Retire o bloco


principal do suporte.

RECOLHENDO DA POSIÇÃO ESTENDIDA -

1. Remova quatro cavilhas de fixação da haste de apoio do buraco “A” através de


“F”.

2. Ao usar a alavanca de controle de baixa velocidade do cabo e o guindaste de


dois blocos, deslize a extensão manual até o buraco “G” ser alinhado com o
buraco “F”. Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio.

20 pés (6,10 m) EXTENSÃO MANUAL

A Extensão Manual de 20 pés (6,10 m) é estendida e guinchada da mesma maneira que


a Extensão Manual de 18 pés (5,49 m).

A carga MÁXIMA permitida que pode ser levantada por essa extensão é 3000 libras
(1361 kg). Subtraia 600 libras (272 kg), integrando o peso de qualquer aparelho
de manuseio de carga para determinar a carga de trabalho seguro em qualquer raio
apresentado. Consulte a “TABELA DE ÍNDICES DE CARGA DO GUINDASTE” localizada na
tampa do painel de instruções.

-37
LANÇA E PONTE

Cabos suspensos
A

Ponte
Figura 17

O processo a seguir se aplica à ponte e lança de 15 pés (4,57 m).

1. Solte o bloco do gancho e coloque o cabo de parte única através do buraco “A”
no bloco principal.

2. Remova o parafuso de travamento automático do pino “B” da roldana inferior.


Alinhe o longo pino da roldana
com o pino curto e bata contra o bloco principal, substituindo o pino curto
pelo pino longo. Centralize o pino longo no bloco principal.

3. Coloque a lança no pino da roldana inferior e aperte as travas de montagem.


Instale e aperte o parafuso no pino da roldana.

4. Coloque a ponte no lugar e instale dois pinos em “C”. Encaixe os pinos no


lugar.

5. Instale cada gancho de segurança do cabo suspenso sobre cada extremidade da


ponte. Prenda e encaixe no lugar.

6. Levante a lança em uma posição horizontal e instale os cabos suspensos no pino


da roldana da lança.
Use as ligações ajustáveis para curvar e ajustar a lança.
Ângulo 0° da lança – Sem ligações ajustáveis
Ângulo 15° da lança – Um par de ligações ajustáveis
Ângulo 30° da lança – Dois pares de ligações ajustáveis

7. O cabo de parte única e bloco do gancho ponderado deve ser utilizado com a
lança. A carga máxima designada em relação à lança é 4.000 libras (1814 kg).

-38
LANÇA E PONTE DE 15 PÉS (4,57 m) REBATÍVEIS

Procedimento de extensão da lança de 15 pés (4.57 m)):

1. Amarre o cabo de parte única e lance-o


sobre a lateral do guindaste.

2. Instale os pinos de dobradiça através da


lança “A”.

3. Lace o cabo de aço em volta das guias de


cabo “B”.

4. Coloque o cabo de aço através da roldana


da lança “C”

5. Amarre o cabo de aço à ancoragem do cabo“D”.

6. Solte o cabo suspenso “E” para uma posição


guinchada.
Figura 18
7. Guinche (ice) cuidadosamente para liberar a tensão
nos três pinos “F”.Remova os pinos.

8. Levante a haste de apoio e retire o cabo de aço até que a lança se desprenda (vertical).

9. Remova o cabo de aço da ancoragem do cabo “D”.

10. Evacue e abaixe a haste de apoio até que a lança toque o chão. Retraia de forma que a
lança possa “ se desenrolar “ da haste de apoio. Caso for necessário,levanteoslados
opostos do guindaste com as retrancas para acoplar os cabos suspensos “G”.

11. Reposicione o guindaste e acople o bloco do gancho ponderado.Para retornar a


lança ao guincho, o procedimento será reverso.

OBSERVAÇÃO: Consulte a tabela de carga segura localizada na tampa do painel de


instruções para entender as capacidades adequadas da lança flutuante.

LANÇA E PONTE GUINCHÁVEIS DE 20 PÉS (6,10 m) (USADA


COM APENAS UMA HASTE DE APOIO DE 4 SEÇÕES)

Procedimento para a extensão da lança:

1. Posicione a haste de apoio sobre a lateral


do guindaste, abaixe o bloco do gancho (1)
no chão, remova o calço e o cabo de aço, e
amarre o cabo de parte única.
2. Enrole o cabo de aço que está acima do bloco
principal (2) da roldana da lança flutuante
na ancoragem do cabo atrás da válvula de
verificação central (3).
3. Remova os pinos das ancoragens do cabo
suspenso (4) no suporte dianteiro.Permita
que os cabos suspensos sejam soltos.
4. Reposicione a ponte (5) ao remover os pinos
e instalá-los nos buracos adequados na
posição de funcionamento.
5. Instale os pinos em terminações bifurcadas
da lança (6). Figura 19

-39
6. Remova os grampos retentores da lança da haste de apoio em 30° e evacue
aproximadamente 6 polegadas (152,40 m). Isso liberará a lança flutuante de seus
suportes.

7. Guinche o cabo e abaixe a lança cuidadosamente para que ela seja pendurada
perpendicularmente ao chão.

8. Remova o cabo da ancoragem do cabo e bobine através da parte inferior da roldana da


lança e encaixe-o à ponte. (veja o interior) Guinche-o e “estabeleça” a lança em
sua posição.

9. Acople as suspensões à ponte (7). Fixe-as no lugar. Remova o cabo de aço e acople
as travas da lança (8) na ponte.

10. Instale a esfera e o gancho ponderados.

11. Retraia a haste de apoio. Encaixe a tabela de cargas da lança flutuante na capota
do painel de instruções.

12. Para armazenar a lança, efetue os passos acima, revertendo os procedimentos.

OBSERVAÇÃO: Consulte a tabela de carga segura localizada na tampa do painel de


instruções para entender as capacidades adequadas da lança flutuante.

CAPACIDADE DA LANÇA DE 20 PÉS (6.10 m) – CARGA EM LIBRAS.


(kg.)
ÂNGULO DA LANÇA
ÂNGULO DA
HASTE DE
0 GRAUS 15 GRAUS 30 GRAUS
APOIO

70° 6.000 4.500 3.000


(2 722) (2 041) (1 361)
60° 5.300 3.400 2.500
(2 404) (1 542) (1 134)
50° 3.900 2.700 2.150
(1 769) (1 225) ( 975)
40° 3.000 2.350 1.850
(1 361 ) (1 066) ( 839)
30° 2.000 1 .500
( 907) ( 680)

Figura 20

-40-
.
EXTINTOR DE INCÊNDIO
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Instale, inspecione a sua preservação e teste de acordo com o padrão da
Associação Nacional de Proteção contra Incêndios, intitulado “Extintores de
Incêndio Portáteis”, Nº de NFPA 10, adequado para ser usado de menos 40°F a mais
120°F (-40°C a 49°C).
Esse extintor cumpre com os requisitos DOT, testado a 525 PSI (3,61 MPa).
PARA OPERÁ-LO:
Segure verticalmente – puxe o gatilho – pressione a alavanca – descarregue
diretamente na base das chamas com uma movimentação de um lado para o outro.

MANUTENÇÃO:

Inspecione-o mensalmente (ou em intervalos mais frequentes, caso as


circunstâncias exijam). Recarregue-o se o peso for menor que 9 libras. O Oz.
(4,08 kg) ou a pressão esteja abaixo do alcance normal. Verifique se o bico está
desentupido e o arame de vedação está intacto.

OBSERVAÇÃO: Recarregue-o imediatamente após o uso.

RECARGA:

Inverta o extintor – pressione a alavanca para liberar a pressão – remova a


válvula – preencha-o com 5 libras (2,27 kg) do composto químico seco tríplex
geral – limpe a válvula, a haste da válvula, o anel 0, as vedações e as roscas.
Monte novamente a válvula e o parafuso no cilindro à mão – remova o bico e
substitua-o com um coletor de umidade – conecte a uma fonte de pressão de ar seco
ou nitrogênio – pressione a alavanca e pressurize até 175 PSI (1,21 MPa) – solte
a alavanca – remova a fonte de pressão – remova o coletor de umidade e substitua
com o bico – reinsira a cavilha de fixação e substitua o arame de vedação.

REGISTROS:

Registre as datas de inspeção, manutenção e recarga na etiqueta amarrada.

NÃO RECARREGUE COM QUAISQUER TIPOS DE MATERIAIS, EXCETO


AQUELES QUE SÃO INDICADOS NAS INSTRUÇÕES DE RECARGA.

APENAS PRESSIONE A ALAVANCA EM CASO DE INCÊNDIO.


A DESCARGA PARCIAL CAUSARÁ A PERDA DE PRESSÃO.

NÃO RECARREGUE O EXTINTOR CASO ESTEJA DANIFICADO OU CORROÍDO.

ESSE EXTINTOR É APROPRIADO PARA UM BICO DE DESCARGA MARCADO

COMO CP-196.

PESO:
Peso mínimo completo 9 Lbs. O Oz. (4,08 kg)
Peso médio vazio 4 Lbs. 3 Oz. (1,90 kg)

OBSERVAÇÃO: As recomendações acima e instruções operacionais foram pegas


do rótulo amarrado ao extintor de incêndio. Sempre consulte
as instruções do extintor para obter instruções atualizadas.

-41-
INSTRUÇÕES DE MANUTENÇÃO
LUBRIFICAÇÃO

TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO –


HASTE DE APOIO

• OBSERVAÇÃO: Veja o Manual de Compra de Lubrificantes Específicos


apropriados paraver as últimas especificações e recomendações.
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – HASTE DE APOIO
COMPONENTES SERVIÇO APROXIMADO TIPO DE
CAPACIDADE LUBRIFICANTE

SERVIÇO DIÁRIO/10 HORAS:

DESGASTE LATERAL DAS LIMPAR E LUBRIFICAR CONFORME SOLICITADO MP


CHAPAS, HASTE DE
APOIO INFERIOR
SERVIÇO SEMANAL/50 HORAS:

CONJUNTO LUBRIFICANTE ACESSÓRIOS DE LUBRIFICAÇÃO – CONFORME SOLICITADO MP


LIMPAR O LUBRIFICANTE ANTIGO
COM O NOVO
PLUGUE NIVELADOR, NÍVEL DE VERIFICAÇÃO, 10 QUARTOS DOS EUA EP 80 OR 90
CAIXA DE CÂMBIO DO PREENCHIMENTO DO PLUGUE (9 LITROS)
GUINCHO NIVELADOR
PLACAS DE DESGASTE, LIMPAR E LUBRIFICAR CONFORME SOLICITADO MP
EXTENSÕES DA HASTE DE
APOIO
ENGRENAGEM E PINHÃO AS REQUIREO - ROTATE BOOM DAILY FOR OGL
PEDESTAL PROPULSOR 360° NÍVEL APROPRIADO DE
VERIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO
DE LUBRIFICANTES.
PLUG NIVELADOR, PREENCHER NO NÍVEL 14 QUARTOS DOS EUA EP 80 OU 90
BALANÇO PLUG (13 LITROS)
REVESTIMENTO DA
TRANSMISSÃO
CARRINHO, HASTE DE LUBRIFICAR CONFORME SOLICITADO CO
APOIO

SERVIÇO DE 500 HORAS


MOTOR A MOLAS, VEJA O ITEM “BOBINA DE RETRAÇÃO-MOTOR A MOLAS” DESSE
BOBINA DE RETRAÇÃO MANUAL EM CASO DE MANUTENÇÕES

SERVIÇO DE 1000 HORAS

PLUG DE DRENAGEM, DRENAGEM E REFIL DO PLUG 10 QUARTOS DE U.H. EP 80 OU 90


CAIXA DE CÂMBIO DO NIVELADOR
GUINCHO
RESPIRADOURO, LIMPEZA
CAIXA DE CÂMBIO
DO GUINCHO
PLUG DE DRENAGEM, DRENAGEM E REFIL DO 14 QUARTOS DOS EUA EP 80 OU 90
CAIXA DE CÂMBIO DO PLUG NIVELADOR
BALANÇO
RESPIRADOURO, CAIXA LIMPEZA
DE CÂMBIO DO BALANÇO
CAIXA DE CÂMBIO

NÃO ESPECIFICADO

CONFORME SOLICITADO (VEJA O ITEM “CABO DE AÇO” NESSE


DESGASTE DAS CHAPAS MANUAL EM CASOS DE MANUTENÇÃO)
DO CABO DE AÇO
CONFORME SOLICITADO (VEJA O ITEM “DESGASTE DAS CHAPAS
E PLATAFORMAS” DESSE MANUAL EM CASOS DE MANUTENÇÃO)

-43
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – CHASSI

-44
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – CHASSI

COMPONENTES CAPACIDADE TIPO DE


SERVIÇO
APROXIMADA LUBRIFICANTE

SERVIÇO DIÁRIO/10 HORAS

ENCAIXE DO BOCAL CONFORME MP


ACESSÓRIOS LUBRIFICANTES – LIMPE A
SOLICITADO
GRAXA VELHA COM A NOVA
75 GALÕES DOS EUA HO OU {284
VARETA DE NÍVEL, VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – TODOS OS LITROS) NÃO MISTURE
TANQUE HIDRÁULICO CILINDROS RETRAIDOS, ÓLEO EM
TEMPERATURA DE FUNCIONAMENTO – O
NÍVEL DEVE ESTAR ENTRE AS MARCAS
NA VARETA DE NÍVEL
VEJA O MANUAL DO OPERADOR DO
MOTOR PARA VER AS CAPACIDADES
VARETA DE NÍVEL, VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – O NÍVEL
E LUBRIFICANTES APROPRIADOS
MOTOR DEVE ESTAR ENTRE AS MARCAS NA
VARETA DE NÍVEL

TAMPA DE PREENCHIMENTO, VERIFIQUE O NÍVEL E PRESERVE


RADIADOR DO MOTOR PELO USO DE RETRANCAS, LEVANTE VEJA O ITEM REFRIGERANT
(SISTEMA DE TODAS AS QUATRO RODAS DO CHÃO. “CAPACIDADES E PARA A
REFRIGERAÇÃO) VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – ENTRE OS LÍQUIDAS” TEMPERATURA
DOIS PLUGS, NO MOTOR INATIVO, DESSE MANUAL AMBIENTE
TEMPERATURA INATIVA E EM NEUTRO 9 GALÕES DOS
EUA
VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – O {34 LITROS) ATF OU DEXRON
PLUG NIVELADOR,
CONVERSOR DE NÍVEL DEVE ESTAR ENTRE AS
TRANSMISSÃO E MARCAS NA VARETA DE NÍVEL,
TORQUE (CLARK NO MOTOR
2420) INATIVO,TEMPERATURA DE
OPERAÇÃO E EM NEUTRO 5 GALÕES DOS EUA C2 OU DEXRON
{19 LITROS) NÃO MISTURE
VARETA DE NÍVEL, VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – O
TRAMISSÃO E NÍVEL DEVE ESTAR ENTRE AS
CONVERSOR DE MARCAS NA VARETA DE NÍVEL, NO
TORUQE (CLARK MOTOR INATIVO, TEMPERATURA DE 9 A lO C2 OU DEXRON
18000) OPERAÇÃO E EM NEUTRO GALÕES DOS EUA NÃO MISTURE
(34 A 38
VARETA DE NÍVEL, VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – ENCHER LITROS)
TRANSMISSÃO E NO FIM DE CADA DIA
46 GALÕES DOS EUA
CONVERSOR DE
TORQUE (ALLISON) {174 LITROS) VEJA O MANUAL
TAMPA DE DO OPERADOR DO
PREENCHIMENTO,TANQUE MOTOR
DE COMBUSTÍVEL

FILTRO DE AR, LIMPEZA


MOTOR

PLUG SERVIÇO SEMANAL/50 HORAS


NIVELADOR DO CONFORME
ENCAIXE DE SOLICITADO,
ACESSÓRIOS LUBRIFICANTES – MP
GRAXA, VEJA O ITEM
LIMPE A GRAXA VELHA COM A NOVA
TRANSMISSÕES “CAPACIDADES
PLANETÁRIAS LÍQUIDAS” EP 80 OU 90
VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – POSICIONE
(EIXOS SOMA & CLARK)
AS RODAS, ASSIM, A SETA NA TAMPA NESSE MANUAL.

PLUG NIVELADOR, PLANETÁRIA APONTARÁ PARA BAIXO


VEJA O ITEM
TRANSMISSÕES “CAPACIDADES
VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – EP 80 OU 90
PLANETÁRIAS LÍQUIDAS”
(EIXO ROCKWELL) POSICIONE AS RODAS, ASSIM, A
SETA NA TAMPA PLANETÁRIA DESSE
APONTARÁ NA DIREÇÃO HORIZONTAL MANUAL.
CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA –

-45
CONTINUANDO DA PÁGINA ANTEIOR
COMPONENTES SERVIÇO CAPACIDADE TIPO DE
APROXIMADA LUBRIFICANTE

SERVIÇO SEMANAL/50 HORAS

PLUGS NIVELADORES, VERIFICAÇÃO DE NÍVEL VEJA O ITEM


ENCHIMENTO DO PLUG NIVELADOR EP 80 OU 90
EIXOS (DIFERENCIAIS) “CAPACIDADES
LÍQUIDAS” DESSE
MANUAL.

MONTAGEM DO PAINEL REMOVA E LIMPE COMPLETAMENTE -


E MAGNÉTICA REINSTALE
CILINDRO PRINCIPAL, VERIFICAÇÃO DE NÍVEL E CONFORME SOLICITADO FLUÍDO DO FREIO
FREIOS DAS RODAS MANUTENÇÃO

BATERIA, ARMAZENAGEM VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – CONFORME SOLICITADO DESTILADO


MANUTENÇÃO NIVELAR AO TOPO DOS ÁGUA
ANÉIS
LIGAÇÃO, CONTROLE LUBRIFICAÇÃO CONFORME SOLICITADO co
DAALAVANCA

PNEUS VERIFICAÇÃO DE PRESSÃO – INFLAR DE ACORDO COM AS PRESSÕES


ESPECIFICADAS NO ITEM “ESPECIFICAÇÕES GERAIS” NESSE MANUAL.

MECANISMO DE DIREÇÃO NÍVEL DE VERIFICAÇÃO E CONFORME SOLICITADO EP 80. OR 90


MANUTENÇÃO
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE CONFORME SOLICITADO co
LUBRIFICAÇÃO
TRANSMISSÃO
ALLISON & CLARK 18000)

100 HORAS DE SERVIÇO

CONFORME SOLICITADO MP
AJUSTE DE LUBRIFICAÇÃO ACESSÓRIOS LUBRIFICANTES –
LIMPE O LUBRIFICANTE ANTIGO
COM O NOVO

FILTROS, TANQUE SUBSTITUA A ELEMENTO APÓS AS PRIMEIRAS 100 HORAS NA NOVA MÁQUINA OU APÓS A
HIDRÁULICO RECONSTRUÇÃO E A CADA 1000 HORAS DEPOIS DISSO

PLUG DE DRENAGEM, REMOVA O PLUG E DRENE A ÁGUA E A SEDIMENTAÇÃO ACUMULADAS


TANQUE DE COMBUSTÍVEL

250 HORAS DE SERVIÇO

FILTRO, TRANSMISSÃO E SUBSTITUA O ELEMENTO APÓS 250 HORAS NA NOVA MÁQUINA OU APÓS A
CONVERSOR DE TORQUE RECONSTRUÇÃO E A CADA 500 HORAS DEPOIS DISSO
(ALLISON& CLARK 2420)
FILTRO, TRANSMISSÃO E SUBSTITUA O ELEMENTO A CADA 250 HORAS, QUANDO O FLUIDO FOR APÓS A
CONVERSOR DE TORQUE RECONSTRUÇÃO
TROCADO OU (CLARK 18000)

500 HORAS DE SERVIÇO


RESPIRADOURO,
TANQUE REMOVA E SUBSTITUA
HIDRÁULICO

RESPIRADOURO, LIMPEZA
TRANSMISSÃO E
CONVERSOR DE TORQUE
CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA
-46
COMPONENTES SERVIÇO APROXIMADO TIPO DE
CAPACIDADE LUBRIFICANTE
500 HORAS DE SERVIÇO

FILTRO, TRANSMISSÃO E SUBSTITUA O ELEMENTO APÓS 250 HORAS NA NOVA MÁQUINA OU APÓS A
CONVERSOR DE TORQUE RECONSTRUÇÃO E A CADA 500 HORAS DEPOIS DISSO
(ALLISON & CLARK 2420)
PAINEL, TRANSMISSÃO E LIMPEZA
CONVERSOR DE TORQUE
PLUG DE DRENAGEM, DRENAGEM – PREENCHER PARA 9 GALÕES DOS EUA ATF OU DEXRON
TRANSMISSÃO E CONVERSOR DE NIVELAR (34 LITROS) NÃO MISTURE
TORQUE (CLARK 2420)
PLUG DE DRENAGEM, DRENAGEM – PREENCHER PARA 5 GALÕES DOS EUA C2 OU DEXRON
TRANSMISSÃO E CONVERSOR DE NIVELAR (19 LITROS) NÃO MISTURE
TORQUE (CLARK 18000)
PLUG DE DRENAGEM, DRENAGEM – PREENCHER PARA 9 A 10 GALÕES DOS C2 OU DEXRON
TRANSMISSÃO E CONVERSOR DE NIVELAR EUA (34 A 38 LITROS) NÃO MISTURE
TORQUE (Allison)
MANGA DO EIXO DE DIREÇÃO GIRE CADA RODA CONFORME SOLICITADO MP
JUNTA EM U CUIDADOSAMENTE PARA
ALINHAR A JUNTA CARDAN
ATRAVÉS DO BURACO NA MANGA
DO EIXO DE DIREÇÃO
RESPIRADOURO, EIXO LIMPEZA

1000 HORAS DE SERVIÇO

PLUGS DE DRENAGEM, DRENAGEM E REFIL VEJA O ITEM EP 80 OU 90


TRANSMISSÕES PLANETÁRIAS “CAPACIDADES
LÍQUIDAS” DESSE
MANUAL
PLUGS DE DRENAGEM, EIXOS DRENAGEM E REFIL VEJA O ITEM EP 80 OU 90
(DIFERENCIAL) “CAPACIDADES
LÍQUIDAS” DESSE
MANUAL
PLUGS DE DRENAGEM, CAIXA DRENAGEM E REFIL 1 QUARTO DOS EUA EP 80 OU 90
DE CÂMBIO DA DIREÇÃO (0,95 LITROS)
PLUGUE DE DRENAGEM, TANQUE DRENAGEM, LIMPEZA E 75 GALÕES DOS EUA HO OU ATF
HIDRÁULICO REABASTECIMENTO (284 LITROS) NÃO MISTURE
SISTEMA COMPLETO
120 GALÕES DOS EUA
(454 LITROS)
FILTROS, TANQUE SUBSTITUA A ELEMENTO APÓS AS PRIMEIRAS 100 HORAS NA NOVA MÁQUINA OU
HIDRÁULICO APÓS A RECONSTRUÇÃO E A CADA 1000 HORAS DEPOIS DISSO
PLUG DE DRENAGEM, RADIADOR DRENAGEM, JATO E REFIL VEJA O ITEM REFRIGERANTE
DO MOTOR “CAPACIDADES PARA A
LÍQUIDAS” NESSE TEMPERATURA
MANUAL AMBIENTE

-47
DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO

Lubrificador- MPG

Figura 21 Figura 24
CILINDROS DE DIREÇÃO-ROLAMENTOS VARETA DE NÍVEL DO TANQUE HIDRÁULICO

Lubrificador- MPG

Figura 22 Figura 25
TERMINAIS DE DIREÇÃO VARETA DE NÍVEL, ÓLEO DO MOTOR

Figura 23 Figura 26
CONEXÕES DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO TAMPA DO RADIADOR DO MOTOR
(CLARK 18000)
DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO

Figura 27 Figura 30
TRANSMISSÃO E PLUGUES CONVERSORES DE TRANSMISSÃO E VARETA DE NÍVEL CONVERSO-
NÍVEL (CLARK 2420) RA E TUBO DE ABASTECIMENTO (ALLISON)

Figura 28 Figura 31
TRANSMISSÃO E PLUGUE DE ENCHIMENTO CON- TAMPA DE ENCHIMENTO DO TANQUE DE COM-
VERSOR(CLARK 2420) BUSTÍVEL

Figura 29 Figura 32
TRANSMISSÃO E VARETA DE NÍVEL CONVERSO- FILTRO DE AR DO MOTOR
RA E TUBO DE ENCHIMENTO (CLARK 18000)
DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO

Figura 33
CHAPAS DE DESGASTE LATERAIS DA HASTE DE
APOIO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 34 Figura 37
CILINDROS EXTERNOS - EXTREMIDADE ROLAMENTOS DOS PIVÔS DAS PLATAFORMAS
EXTERNAS

Figura 38
Figura 35
ROLAMENTOS DO EIXO DE TRAÇÃO – SUPERIOR
CILINDROS EXTERNOS – EXTREMIDADE DA
(CLARK)
HASTE

Figura 36 Figura 39
PIVÔS DE RETRANCA ROLAMENTOS DO EIXO DE TRAÇÃO- INFERIOR
(CLARK)
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 40 Figura 43
ROLAMENTOS DO EIXO DE TRAÇÃO – SUPERIOR STEERING SHAFT BEARING (STEERING SYSTEM “A”)
(CLARK DS 13311)

Figura 41 Figura 44
ROLAMENTOS DO EIXO DE TRAÇÃO - INFERIOR VÁLVULA DE DIREÇÃO ROSS (SISTEMA DE DI-
(CLARK DS 13311) REÇÃO “B”)

FIGURA 42 Figura 45
LIGAÇÃO DE RESISTÊNCIA DE DIREÇÃO ROLAMENTO DO PEDAL DE FREIO E
(SISTEMA DE DIREÇÃO “A”) CABO DO FREIO DE MÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 46 Figura 49
JUNTA DESLIZANTE DA BOMBA HIDRÁULICA ROLAMENTO DO PINHÃO DE BALANÇO

Figura 47 Figura 50
JUNTA DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO CILINDRO DE LEVANTAMENTO – EXTREMIDADE
(CLARK 2420) DA BASE

Figura 48 Figura 51
ROLAMENTO DO PEDESTAL CILINDRO DE LEVANTAMENTO – EXTREMIDADE
DA HASTE
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 52 Figura 55
PINO DE DOBRADIÇA DA HASTE DE APOIO ROLDANAS DO BLOCO DO GANCHO IMÓVEL

Figura 53 Figura 56
ROLETES DA EXTENSÃO DA HASTE DE APOIO ROLDANAS DO BLOCO DO GANCHO IMÓVEL

Figura 54 Figura 57
ROLDANAS DO BLOCO PRINCIPAL ROLDANAS DO BLOCO DO GANCHO PIVOTAL
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 58 Figura 61
ROLAMENTO E PIVÔ DO BLOCO DO GANCHO PI- CARRINHO, HASTE DE APOIO
VOTAL

Figura 59 Figura 62
ROLAMENTO DO CARRETEL DA MANGUEIRA, LIGAÇÃO DA ALAVANCA DE CONTROLE
HASTE DE APOIO

Figura 60 Figura 63
ROLDANAS DA MANGUEIRA, HASTE DE APOIO LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO (ALLI-
(DIANTEIRA E TRASEIRA) SON)
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 64 Figura 67
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO CHAPAS DE DESGASTE INFERIORES (DIANTEI-
(CLARK 18000) RAS)

Figura 65 Figura 68
PINHÃO E ENGRENAGEM DO PEDESTAL CHAPAS DE DESGASTE ESTENDIDAS DA HAS-
TE DE APOIO (TRASEIRAE DAS ROLDANAS DE
MANGUEIRA TRASEIRAS)

Figura 66 Figura 69
CHAPAS DE DESGASTE LATERAIS (DIANTEIRAS) CHAPAS DE DESGASTE SUPERIORES E INFERIO-
RES (TRASEIRAS)
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 70 Figura 73
REVESTIMENTO DO MECANISMO DE DIREÇÃO PLUGUE NIVELADOR DE TRAÇÃO PLANETÁRIA DO
(SISTEMA DE DIREÇÃO “A”) EIXO(CLARK DS-13311)

Figura 71 Figura 74
PLUGUE NIVELADOR DE TRAÇÃO PLANETÁRIA PLUGUE NIVELADOR DO EIXO DIFERENCIAL
(CLARK) (CLARK DS-13311)

Figura 72 Figura 75
PLUGUES NIVELADORES DO EIXO (CLARK) PLUGUE NIVELADOR DA TRAÇÃO PLANETÁRIA
(ROCKWELL)
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 76 Figura 79
PLUGUES NIVELADORES DO EIXO (ROCKWELL) CILINDRO DO FREIO PRINCIPAL (EIXOS CLARK)

Figura 77 Figura 80
PLUGUES NIVELADORES DO REVESTIMENTO DE CILINDRO DO FREIO PRINCIPAL (EIXOS RO-
TRAÇÃO DO BALANÇO CKWELL)

Figura 78 Figura 81
PLUGUE NIVELADOR DO REVESTIMENTO DA EN- PAINEL E IMÃ DO TANQUE HIDRÁULICO
GRENAGEM DO GUINCHO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 82
BATERIA DE ARMAZENAMENTO ELÉTRICO

Figura 83
PNEUS
INSPEÇÃO DE 100 HORAS

1. Sinal de retorno está funcionando (caso esteja equipado).


2. Todas as luzes estão funcionando.
3. O freio de mão prende a unidade.
4. O torque das porcas da roda são verificados de acordo com a Tabela de
Torque Específico, (Veja a p. 80).
5. Verifique a tensão da correia de transmissão (Veja a p. 117).
SERVIÇO DE 100 HORAS

Figura 84
Figura 87
JUNTAS UNIVERSAIS E JUNTAS DESLIZANTES
FILTROS DO TANQUE HIDRÁULICO
(CLARK 2420)

Figura 85 Figura 88
JUNTAS UNIVERSAIS E JUNTAS DESLIZANTES PLUG DE DRENAGEM DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

Figura 86
JUNTAS UNIVERSAIS E JUNTAS DESLIZANTES
SERVIÇO DE 100 HORAS

Figura 89 Figura 92
TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO FILTRO (CLARK TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO FILTRO (ALLI-
2420) SON/D.D.)

Figura 90
TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO FILTRO (ALLI-
SON/DEUTZ)

Figura 91
TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO FILTRO (ALLI-
SON/DEUTZ)
INSPEÇÃO DE 500 HORAS

1. Verificar a haste de apoio, bloco principal, pedestal e estrutura para


ver se há qualquer saliência relativa a sobrecargas.

2. Verifique todos os torques de parafusos e porcas, de acordo com a Ta-


bela de Torque Específico (Veja a p. 80).

3. Verifique os ganchos para ver se há marcas de tensão e o rolamento


do bloco do gancho para ver se há folgas. Remova a tampa e verifique as
porcas e roscas (Veja a p. 113).

4. Verifique o pino de dobradiça da haste de apoio (extremidades do para-


fuso) para certificar que está em um local seguro.

5. Verifique as travas do pino de ancoragem do cilindro da haste de apoio


para ver se elas estão fixas no local.

6. Verifique o cilindro externo e os pinos pivô do braço.


INSPEÇÃO DE 500 HORAS

Figura 93 Figura 96
RESPIRADOURO DO TANQUE HIDRÁULICO TRANSMISSÃO/CONVERSÃO RESPIRADOURO (CLARK
2420)

Figura 94 Figura 97
TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DE PLUGUE DE DRENA- TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DE PLUGUE DE DRENA-
GEM E PAINEL (CLARK 2420) GEM E PAINEL (CLARK 18000)

Figura 95 Figura 98
TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO FILTRO (CLARK TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO PAINEL (CLARK
2420) 18000)
SERVIÇO DE 500 HORAS

Figura 99 Figura 102


TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO RESPIRADOURO TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO DO FILTRO (ALLI-
(CLARK 18000) SON/D.D.)

Figura 100 Figura 103


TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO PAINEL E PLUGUE TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO RESPIRADOURO
DE DRENAGEM (ALLISON) (ALLISON)I

Figura 101 Figura 104


TRANSMISSÃO/CONVERSÃO DO DO FILTRO (ALLI- JUNTA UNIVERSAL DA MANGA DE EIXO DE DIRE-
SON/DEUTZ) ÇÃO (ROCKWELL)
SERVIÇO DE 500 HORAS

Figura 105 Figura 108


JUNTA UNIVERSAL DA MANGA DO EIXO DE DIRE- JUNTA UNIVERSAL DA MANGA DO EIXO DE DIRE-
ÇÃO (CLARK) ÇÃO(CLARK DS 13311)

Figura 106
Figura 109
RESPIRADOURO DO EIXO
RESPIRADOURO DO EIXO
(CLARK DS 13311)

Figura 107
MOLA DE RETRAÇÃO DO CARRETEL
SERVIÇO DE 1000 HORAS

Figura 110 Figura 113


PLUGUE DE DRENAGEM DE TRAÇÃO PLANETÁRIA PLUGUE DE DRENAGEM DO EIXO (CLARK DS-
(CLARK) 13311)

Figura 114
Figura 111
PLUGUE NIVELADOR DA TRAÇÃO PLANETÁRIA (RO-
PLUGUE DE DRENAGEM DO EIXO (CLARK)
CKWELL)

Figura 112 Figura 115


PLUGUE DE DRENAGEM DE TRAÇÃO PLANETÁRIA PLUGUE DE DRENAGEM DO EIXO (ROCKWELL)
(CLARK DS-13311)
SERVIÇO DE 1000 HORAS

Figura 116 Figura 119


DRENO DO RADIADOR DO MOTOR PLUGUE DE DRENAGEM DA TRAÇÃO DO BALANÇO
(APENAS T.H., CUMM. E D.D.)

Figura 120
Figura 117 RESPIRADOURO DA TRAÇÃO DO BALANÇO E PLUGUE
PLUGUE DE DRENAGEM DA CAIXA DE CÂMBIO DO DE PREENCHIMENTO
GUINCHO

Figura 118 Figura 121


RESPIRADOURO DA CAIXA DE CÂMBIO DO GUINCHO PLUGUE DE DRENO DA CAIXA DE CÂMBIO DE DI-
E PLUGUE DE PREENCHIMENTO REÇÃO (SISTEMA DE DIREÇÃO “A”)
SERVIÇO DE 1000 HORAS

Figura 122
FILTRO DO TANQUE HIDRÁULICO

Figura 123
PLUGUE DE DRENAGEM DO TANQUE HIDRÁULICO
NÃO ESPECIFICADO

Figura 124
CABO DE AÇO

Figura 125
SUPORTE(S) DE PLATAFORMAS DESGAS-
TADO(S)
ESPECIFICAÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO

LUBRIFICANTE MULTIUSO À BASE DE LÍTIO

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: MP OU MPG


PROPRIEDADES:
PENETRAÇÃO
NÃO TRABALHADA
TRABALHADA COM 60 TEMPOS
TRABALHADA COM 10.000 TEMPOS AUMENTO DE 5%
PONTO DE GOTEJAMENTO (D-566)
RESISTÊNCIA À ÁGUA EXCELENTE
OXIDAÇÃO ASTM (D-942) NEGATIVO
TEXTURA REGULAR E POLIDO
À BASE DE SABÃO LÍTIO
ÓLEO-BASE, DESPEJAR
VISCOSIDADE EM 210°F. (98°C.)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE
INIBIÇÃO DE OXIDAÇÃO SIM
COORDENANDO A PESQUISA NO TESTE DO CONSELHO
ROLAMENTO DA RODA PASSA
ROLAMENTO DA RODA DE EMBALAGEM EXTERNA PASSA
FONTES:
TEXACO
SHELL
MOBIL OIL CORP.

FLUÍDO DO FREIO

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: BF

PROPRIEDADES:
PONTO DE INFLAMAÇÃO
CLEVELAND EM VASO ABERTO
COR OCRE CLARO

TIPO:

ADEQUADO PARA TODOS OS AMBIENTES ATÉ -60°F.


ESPECIFICAÇÃO MILITAR VV-H-910 (H58)

FONTES:
WAGNER-LOCKHEED
UTILIZAÇÕES:
PARA SER USADO EM TODOS OS SISTEMAS DE FREIO
ÓLEO DE PRESSÃO EXTREMA DO MOTOR
SAE 90
CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: EP 90 OU 90

PROPRIEDADES:

VISCOSIDADE DE 2l0°F. (99°C.)


ÍNDICE DE VISCOSIDADE
GRAVIDADE API
PONTO DE CANALIZAÇÃO
PONTO DE INFLAMAÇÃO
UMIDADE

FONTES:
ÓLEO PADRÃO

ÓLEO DE PRESSÃO EXTREMA DO MOTOR


SAE 80

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: EP 90 OU 80

PROPRIEDADES:

VISCOSIDADE DE 2l0°F. (99°C.)


ÍNDICE DE VISCOSIDADE
GRAVIDADE API
PONTO DE CANALIZAÇÃO
PONTO DE INFLAMAÇÃO
UMIDADE

FONTES:
ÓLEO PADRÃO
ÓLEO HIDRÁULICO

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: HO


TIPO:

PROPRIEDADES: TESTE
NÍVEL

GRAVIDADE, API
LIBRAS POR GALÃO
VISCOSIDADE
CINEMÁTICO

ÍNDICE DE VISCOSIDADE, MÍN


PONTO DE FLUIDEZ, °C. (°F.)
PONTO DE INFLAMAÇÃO °C. (°F.)
COR ASTM
Nº DE ANILINA °C. (°F.)
CONDICIONAMENTO DE VEDAÇÃO
ADITIVO
Nº DE AGMA
NÍVEL ASTM
Nº SAE (ÓLEO NO CÁRTER)
Nº SAE (LUBRIFICANTE DAS ENGRENAGENS)

FONTES:
ÓLEO PADRÃO (OHIO)

ÓLEO HIDRÁULICO SUN

FLUÍDOS DE TRANSMISSÃO
TIPO C-2

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: C2


TIPO: C-2 & MIL-L-2104 NÍVEL 10 ACIMA DE -10°F
TIPO: C-2 SUBSTITUA O TIPO C-1 & O ÓLEO TIPO A

PROPRIEDADES: TESTE
GRAVIDADE, API
PONTO DE INFLAMAÇÃO °F. (°C.)
PONTO DE FLUIDEZ, °F. (°C.)
VISCOSIDADE, cP. °F. (-18°C.)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE, cp 100°F. (38°C
ÍNDICE DE VISCOSIDADE, 210°F. (38°C
ÍNDICE DE VISCOSIDADE

FONTES:

FLUÍDO DE TORQUE C-2


LUBRIFICANTE DE FUNÇÃO ESPECIAL PARA ENGRENA-
GENS EXPOSTAS

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICANTES: OGL OU ML2

PROPRIEDADES: TESTE
GRAU NLGI
PENETRAÇÃO, WORKEO@ 77°F. (25°C.)
VISCOSIDADE, MAC MICHAEL EM 70°F. (21°C.)
SABÃO, TIPO

Ponto de queda °F. (°C.)


PONTO DE DESPEJAMENTO, °F. (°C.)
DADOS DE BASE DO ÓLEO
VISCOSIDADE, SUS/100°F. (38°C.)
VISCOSIDADE, SUS/210°F. (99°C.)
INFLAMAÇÃO, COC, °F. (°C.)
PONTO DA ANALINA, °F. (°C.)
GRAVIDADE,° API
% DE ÁGUA
TAXA DO TESTE DE FERRUGEM
CORROSÃO DO COBRE
ESTABILIDADE DA OXIDAÇÃO
DESPEJO DE PSI/100 HORAS
DESPEJO DE PSI/500 HORAS
LAVAGEM DE ÁGUA, % EM 100°F. (38°C.)
VAZAMENTO NO ROLAMENTO DA RODA, gms
TIMKEN LB. PASSOU
TESTES DE QUATRO ROLETES
ÍNDICE DE DESGASTE DE CARGAU
DESGASTE. MARCA, mm
PONTO DE SOLDA, kg
TESTE DA JUNTA ESFÉRICA, mg DESGASTE

FONTES:

LUBRIFICANTE ESPECIAL MOBIL


TABELA
FLUÍDO DE TRANSMISSÃO
TIPO A, TERMINAÇÃO A

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: ATF


PROPRIEDADES:

AQ-ATF, TIPO A, TERMINAÇÃO A


GRAVIDADE API
VISCOSITY, SUS@ 100°F (38°C)
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F (99°C)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE
PONTO DE FLUIDEZ °F (°C)
PONTO DE FLUIDEZ °F (°C)
COR VERMELHA

DEXRON

PROPRIEDADES:
GRAVIDADE API
VISCOSIDADE,SUS@
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F (99°)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE
PONTO DE FLUIDEZ °F (°C)
PONTO DE FLUIDEZ °F (°C)
COR

DEXRON II

CÓDIGO DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: ATF ou D

CUMPRIR COM AS PROPRIEDADES DE QUALIFICAÇÕES C-3 DE ALLISON:

PROPRIEDADES:
GRAVIDADE API
VISCOSIDADE, CENTISTOKES @ 104°F (40°C)
VISCOSIDADE, CENTISTOKES@ 212°F (100°C)
VISCOSIDADE, SUS@ 100°F (38°C)
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F (99°C)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE
VISCOSIDADE, CENTIPOSE@ -40°F (-40°C)
PONTO DE FLUIDEZ °F (°C)
FLASH POINT °F (°C)
COLOR

FONTES:
PRODUTOS PENNZOIL

CASTROL LTD., ASSOCIATE CO. & COMPANHIAS


ESSO

SHELL INTERNATIONAL
VALVOLINE INTERNATIONAL
E
PROCEDIMENTOS DE TROCA PARA NOVOS LUBRIFICANTES

Ao mudar para uma nova especificação, o procedimento seguinte deve ser feito: É
imprescindível que os novos lubrificantes especificados não sejam misturados com
os de especificações
antigas de maneira nenhuma.
1. Após a unidade ter sido operada suficientemente para deixar o lubrificante
em sua temperatura normal de operação, remova o plugue de drenagem e drene
o lubrificante completamente.

2. Após a drenagem, a descarga é necessária. Limpe e substitua o plugue de


drenagem, e limpe a área do plugue de enchimento. Encha a unidade no nível
correto com um óleo de lavagem suave. Opere a unidade por um curto período
de tempo (5-10 minutos) sob condições extremamente fracas ou sem condição
alguma.
Drene TODO o óleo de lavagem da unidade enquanto estiver quente. Limpe e
substitua o plugue de drenagem.

3. Para reabastecer, limpe a área ao redor do plugue de enchimento e abaste-


ça a unidade com o nível correto do lubrificante de nova especificação.
NÃO ABASTEÇA DEMAIS, já que uma quantia excessiva não terá nenhuma utilida-
de.

4. Use as mesmas verificações de nível e intervalos de drenagem destacados na


tabela de lubrificação e no manual do operador para novas lubrificações.
OBSERVAÇÃO: Se houver alguma dúvida caso a unidade tenha sido abastecida com
o velho ou novo lubrificante, a unidade deve ser drenada e lavada.
A mistura dos lubrificantes pode causar danos e não pode ser aceita-
do.
SERVIÇOS PREVENTIVOS DE MANUTENÇÃO

VALORES GERAIS DE TORQUE

Os Torques Gerais seguintes devem ser usados em todos os casos nos quais os TORQUES ESPECÍFICOS não são dados

OBSERVAÇÃO: Os Valores de Torque listados ao longo desse manual são de roscas lubrificadas (umedecidas); os valores devem ser aumentados em 1/3 em relação às roscas não lubrifi-
cadas (secas)

Material de Nível 5 e Nível 8 tradado no calor


Nível 5 Nível 8
(6 cortes radiais no parafuso ou na cabeça do parafuso)
Tamanho da (3 cortes radiais no parafuso ou na cabeça do parafuso)
Rosca
Libras por Pé Newton por Libras por Pé Newton por
(Ft. lbs) Metros (Nm) (Ft. lbs) Metros (Nm)

OBSERVAÇÃO: Caso quaisquer parafusos e porcas estejam perdidos ou em uma quantidade menor que a tabela apresenta,
é recomendado que os parafusos e/ou porcas perdidos sejam substituídos por novos.
VALORES DE TORQUE ESPECÍFICOS

JUNTA ROTATÓRIA DOS CABEÇOTES DOS


PARAFUSOS DE MONTAGEM DO GUINCHO PARAFUSOS DA PLACA BASE (4) PARAFUSOS DE SUPORTE (6)
1/2” • 13 UNC • 2A X 2” LG. GR. 5 1” • 8 UNC • 2A X 3” LG. GR. 5
55 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO) 450 - 500 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO)
(75 Nm) (610 • 678 Nm)

CABEÇOTES DOS PARAFUSOS DE CONTRAPESO

CABEÇOTE DOS PARAFUSOS DA TRAÇÃO DE JUNTA


ROTATÓRIA (2)
AJUSTE PARA 1/16” (1,58 mm)
LIBERAÇÃO DE CADA LADO)

PLACA BASE PARA AS PORCAS DA


ESTRUTURA (12)
1”•14UNS•2B GR.8
ROLAMENTO DO BALANÇO DOS CABEÇOTES DOS PARAFUSOS DA PLACA
785 PÉS POR LIBRAS(ÚMIDO) BASE
(1064 Nm) (19) 7/8” • 14 UNF • 3A X 6-3/4” LG. GR. 8
NÃO PINTADO 500 PÉS. POR LIBRAS (ÚMIDO) (678 Nm)
COLETOR PRIMÁRIO PARA OS CABEÇOTES (5) 7/8” • 14 UNF • 2A X 4•3/4” LG. GR. 8 NÃO PINTADO 250
DO ADAPTADOR DO BLOCO PÉS. POR LIBRAS (ÚMIDO) (339 Nm)
Nº DE SÉRIE 07305 • 7531 PEDESTAL DOS CABEÇOTES DOS PARAFUSOS DO REMOVA (2) OS REVESTIMENTOS NO TOPO DA BASE DO PEDESTAL
(2)PARAFUSOS DE CABEÇOTE GRANDE ROLAMENTO DO BALANÇO (20) EM RELAÇÃO AOS PARAFUSOS DO TORQUE E OBSERVE ESSAS CABEÇAS
DOS PARAFUSOS À MEDIDA QUE A HASTE DE APOIO É GIRADA A 360°
70 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO) (95 Nm) 7/8” • 14 UNF • 2A X 2•3/4” LG. GR. 8
(5) OS PARAFUSOS PINTADOS ESTÃO À FRENTE DA CABINE
(2) PARAFUSOS DE CABEÇOTES PEQUENOS 61 500 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO)
PÉS. POR LIBRAS (ÚMIDO) (83 Nm) (678 Nm)
Nº DE SÉRIE 07532 & ACIMA
(4) 5/8” • 11 UNC • 3A X 7-3/4” G. GR. EIXO DIANTEIRO DAS PORCAS DE FIXA- MONTAGEM DE BORRACHA DO EIXO TRASEI-
8 70 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO) (95 Nm) ÇÃO ESTRUTURAIS (4) DE CADA LADO RO (4) EM CADA LADO 1” • 14 UNS• 3B

PORCAS DA RODA – QUAN- 1” • 14 UNS• 3B 510 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO)


(691 Nm)
TIDADE EM CADA RODA: 510 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO)
EIXO CLARK (10) (691 Nm)
3/4” • 16 UNF PORCAS
DA RODA DO EIXO ROCKWELL
(12) 3/4” • 16 UNF PORCAS
DA RODA
230 PÉS POR LIBRAS
(ÚMIDO) (312 Nm)

PARAFUSOS EXTERNOS DIANTEIROS (16) A RETRANCA TRASEIRA ESTÁ SOLDADA


1”•14 UNS•2A X 2•1/4” LG. GR. 5 À ESTRUTURA.
510 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO)
(691 Nm)

PORCA DO BRAÇO DO EIXO DE DIREÇÃO EIXO TRASEIRO DOS PARAFUSOS DE MONTA-


(1) 1•1/8” • 12 UNF GEM DOS EIXOS TRASEIROS (4) EM CADA
195 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO) LADO
(264 Nm) 1” • 14 UNS• 2A X 8•1/2” LG. GR. 5
510 PÉS POR LIBRAS (ÚMIDO)
(691 Nm)

OBSERVAÇÃO: Caso quaisquer parafusos e porcas estejam perdidos ou em uma quan-


tidade menor que a tabela apresenta, é recomendado que os parafusos e/ou porcas
perdidos sejam substituídos por
novos.
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR

A parte inferior do tanque de combustível


age com um retentor de água, já que a fon-
te de alimentação da bomba de combustível
recolhe o combustível a uma curta distân-
cia acima do fundo do tanque. O plugue de
drenagem pode ser usado para remover a
umidade.

Para evitar a condensação da umidade pre-


sente no tanque de combustível, abasteça-o
imediatamente no fim de cada dia de ope-
ração. Não deixe que o tanque perma-
neça a noite toda sem ser abastecido. Ao
ser abastecido, as paredes do tanque de
combustível são completamente cobertas com
combustível, então, prevenindo a formação
da condensação dentro do tanque.
O combustível sempre deve ser concentrado ou Figura 126
filtrado antes de ser colocado no tanque de
abastecimento. Tal ação prolongará a vida útil do filtro de combustível do motor e re-
duzir as chances da sujeira alcançarem as bombas de combustível e os injetores.

Os elementos do filtro de combustível são designados para reter a sujeira e a sedimen-


tação que entrou no sistema de combustível. Um filtro que se tornou sujo e congestio-
nado devido ao uso
excessivo será mais uma falha do que uma ajuda para o motor. Isso restringirá o
fluxo o combustível, logo, reduzindo o rendimento da potência.

Quantidades excessivas de água no combustível podem causar o enferrujamento e a corro-


são dos injetores, assim como dos eixos das bombas de combustível, rolamentos e outras
peças. Em algumas partes, é difícil obter um combustível que não contenha água. A
condensação normal aumenta o teor de água, seja no tanque de armazenamento ou no tan-
que de combustível. Essa água, obviamente, deve ser filtrada ou drenada antes de chegar
à bomba do combustível. A vida útil da bomba de combustível e dos injetores pode ser
estendida consideravelmente se o operador tiver o cuidado de drenar cerca de um copo
de combustível da parte mais inferior do sistema de combustível antes de dar a partida
no motor todos os dias.

NÃO OPERE PERTO DE CHAMAS EXPOSTAS. NÃO FUMAR. É RECO-


MENDADO QUE O MOTOR POSSA SER RESFRIADO ANTES DE COME-
ÇAR A OPERAR O SISTEMA DE COMBUSTÍVEL. ISSO REDUZIRÁ
O RISCO DE INCÊNDIOS.
FILTRO DE GASOLINA IH:

Consulte o Manual do Operador do Motor para


ver o procedimento adequado relativo à ma-
nusear o retentor de água e filtrar por bai-
xo da bomba
de combustível, e também o elemento do fil-
tro do combustível no carburador. Uma
verificação visual do retentor de água peri-
ódica indicará quando o serviço será neces-
sário.

FILTROS DE COMBUSTÍVEL DO DIESEL DETROIT: Figura 127


FILTRO DE GASOLINA IH
Drene um quarto de pint
[4 oz. (0,12 litros)], aproximadamente,
do combustível para remover a sedimenta-
ção e a água do filtro diariamente ao abrir
a torneira de drenagem no fundo de cada
bomba. Consulte o Manual do Operador do
Motor para ver os intervalos de substitui-
ção dos elementos.

OBSERVAÇÃO: Em motores mais novos de


Diesel Detroit, esse tipo de
elemento de filtro é substitu-
ído por um filtro rosqueado.

Figura 128
FILTROS DE COMBUSTÍVEL DO DIESEL DETROIT
FILTRO DE COMBUSTÍVEL DO DIESEL DEUTZ:

Consulte o Manual do Operador do Motor


para ver os cuidados e manutenções adequa-
dos do filtro do combustível.

Figura 129
FILTRO DE COMBUSTÍVEL DO DIESEL DEUTZ
ESPECIFICAÇÕES DO COMBUSTÍVEL DIESEL
REQUISITOS NÍVEL 2-D (PREFERENCIAL) NÍVEL 1-D +

Ponto de
+ 125°F.(51 ,6°C.) ou legitima-
Inflamação, (mín.) 100°F.(37,7°C.) ou legitimamente
Ponto de Fluidez,(mín.) mente l0°F.(-12,2°C.) abaixo da
l0°F.(-12,2°C.) abaixo da tempera-
Ponto de Nebulosidade,(max.) temperatura ambiente +
Água e Sedimentação, tura ambiente +
temperatura ambiente +
% pelo volume.,(máx.) 0,10 temperatura ambiente +
Resíduo de Carbono
0,35 Traços em
10% de Resíduos, % (máx.)
0,02 0,15
Cinzas,% por peso, (máx.)
Temperatura da Destilação 540°F.(282,2°C.) 0,01
90% de pontos, (mín.) 640°F.(337,7°C.)
550°F.(287,7°C.)
90% de pontos, (máx.) 0.5
Enxofre, % por peso (máx.) 0.5
40
Quantidade de Cetano (mín.) 40
Nº 3
Corrosão Aguda do Cobre, (máx.)
2.0 Nº 3
Viscosidade, Cinemática@ 100°F.
(37,7°C.) centistokes, (mín.) 4.3
1,4
Viscosidade, Cinemática@ 100°F.
(37,7°C.) centistokes, (mín.) 2,5

OBSERVAÇÃO: I - Nível 2-D é preferencial, porém o 1-D deve ser usado em temperaturas
abaixo de 10°F. (-12,2°C.) ou para operações sujeitas a inatividades con
sideráveis.

+ - ambiente refere-se às temperaturas mais baixas nas quais o motor será


operado.
SISTEMA ELÉTRICO

O GUINDASTE GALION está equipado com um alternador (uma saída contínua, diodo retifi-
cado, gerador de a/c), que o difere de um gerador d/c. O alternador oferece a vanta-
gem de ser capaz de uma alta taxa de carga com um baixo rpm do motor.

CERTAS PRECAUÇÕES DEVEM SER TOMADAS AO UTILIZAR O ALTERNADOR.

Certifique-se sempre que a polaridade está correta ao instalar


uma nova bateria. O sistema de guincho está em um sistema de ater-
ramento negativo (-). A posição negativa (-) da bateria deve ir na
base.
Não provoque curto em qualquer um dos terminais do alternador ou do
regulador.

Não tente polarizar o alternador.

Sempre desconecte o cabeamento do aterramento antes de substituir


qualquer unidade elétrica do sistema.

Nunca mexa em um alternador em um circuito aberto. Certifique-se que


todas as ligações estão conectadas e presas de maneira segura.

Desconecte o cabeamento do alternador antes de usar um soldador


elétrico em qualquer lugar do guindaste.

Instalação do diodo: Conecte a saída escura do diodo à ligação de


fios do alternador, e a saída clara aos cabeamentos.

Todos os acessórios elétricos são controlados no painel de instruções.

Mantenha os compartimentos da bateria em seu nível correto ao só adicionar água des-


tilada quando for necessário. Mantenha a bateria de armazenamento carregada total-
mente em todos os momentos. Uma bateria que está totalmente carregada tem uma lei-
tura específica de gravidade de 1.260 a 1.280 a 80°F.(27°C.) quando há o teste com um
hidrômetro. Essa leitura é afetada pela temperatura, portanto, é necessário que haja
a determinação da temperatura exata do eletrólito a partir de um termômetro. Uma vez
que a temperatura do eletrólito é determinada e a gravidade específica é testada, a
leitura é facilmente corrigida ao adicionar ,004 pontos à leitura
para cada 10°F (6°C). acima de 80°F.(27°C.) ou subtraindo ,004 pontos a cada 10°F.
(6°C.) abaixo de 100°F.(37,7°C.)

Quando a temperatura ambiente do ar cai para 32°F (0°C) ou menos ainda, a eficiência
da bateria diminui rapidamente. Em temperaturas de -20°F.(-29°C.) ou menos, não ten-
te
dar a partida no motor, a menos que a bateria tenha sido aquecida. Um método
satisfatório de aquecimento é imergir a bateria em água morna cerca de uma polegada
(25mm) do
topo da sua cobertura.
É particularmente importante manter a bateria totalmente carregada nas operações em
climas frios. Verifique a gravidade específica do eletrólito da bateria em intervalos
frequentes e mantenha-a mais carregada possível. O eletrólito não congelará se
a bateria é mantida totalmente carregada, a não ser que a temperatura ambiente do ar
atinja -83°F
(-64°C.). No entanto, o eletrólito congelará em 0°F (-18°C) caso a gravidade espe-
cífica tenha uma queda para 1.160. O congelamento pode ocorrer até mesmo em tempe-
raturas mais altas caso a gravidade específica do eletrólito possa cair ainda mais.
Lembre-se: O CONGELAMENTO PODE OCORRER se as precauções adequadas não forem tomadas.
Apenas adicione água destilada à bateria durante temperaturas extremamente baixas
quando o motor for operado por diversas horas, permitindo a mistura completa do ele-
trólito e água.11 Cobrir11 a bateria com água, sem deixar um tempo para a mistura
ocorrer pode resultar no congelamento da água e, consequentemente, na danificação da
bateria.
DIAGRAMA DE
CABEAMENTO
DETROIT 4- 53N
DIAGRAMA DE CABE-
AMENTO DO DEUTZ
DIELES UV-345
DIAGRAMA DE CABE-
AMENTO DO DEUTZ
DIELES F6L-912
SISTEMA DE RESFRIAMENTO
Os motores IHGasoline, Cummins Diesel e Detroit Diesel são resfriados por líquidos.
O motor Deutz Diesel é resfriado por ar. As duas variedades de motores requerem as
suas manutenções especiais para prevenir os seus sobreaquecimentos. Os itens seguin-
tes destacarão brevemente as manutenções que devem ser feitas neles. Sempre consulte
o Manual ou Folheto do Operador do Motor para obter informações específicas e inter-
valos de manutenções.

SISTEMA DE RESFRIAMENTO DO DEUTZ DIESEL

Limpar as aletas de refrigeração é essencial desde a acumulação de poeira nelas, nos


cilindros e cabeçotes, além do resfriador de óleo, sujeitando à redução da eficiência
do resfriamento substancialmente.

De modo a ser o método de resfriamento real, é recomendado que meios secos fossem usa-
dos, por exemplo, um arame e, se possível, ar comprimido. Dê uma atenção especial à
limpeza das aletas de resfriamento principal do cilindro vertical.

Limpe cuidadosamente as aletas do resfriador á óleo também. Comece a assoprar no lado


do exaustor.

Caso o combustível diesel ou um agente de limpeza gelado for usado para a limpeza, é
importante lavar as peças com um jato d’água forte após deixa-las um período adequado
de molho.
Ao seguir tais passos, o motor deverá funcionar até ser aquecido, assim, qualquer res-
quício de água será evaporado antes que a ferrugem possa se formar.

Se um jato à vapor estiver disponível, esse método de limpeza é preferível perante a


qualquer outro.

USE ÓCULOS DE PROTEÇÃO AO UTILIZAR QUALQUER APARELHO DE LIMPEZA À PRESSÃO


SISTEMAS DE RESFRIAMENTO IH GASOLINE & DETROIT DIESEL

Sempre use água limpa no radiador (preferivelmente a água da chuva ou água doce). As
águas de córregos e poços estagnados geralmente contêm sujeira, minerais e/ou materiais
orgânicos que ficam depositados no sistema de resfriamento e prejudica a eficiência do
resfriamento. O sistema de resfriamento deve ser limpo e mantido de acordo com as ins-
truções do fabricante do motor, as quais são encontradas no Manual ou Folheto do Opera-
dor do Motor.

O sobreaquecimento do motor é muitas vezes causado pelas aletas do radiador que estão
tortas ou congestionadas. Os espaços entre as aletas podem ser limpos pelo uso do ar
ou da água sob pressão. Ao endireitar as aletas tortas, tome cuidado para não danificar
os tubos ou quebrar a união entre elas
e os tubos.

NÃO DERRAME ÁGUA GELADA NO SISTEMA DE RESFRIAMENTO QUANDO O


MOTOR ESTIVER BEM QUENTE E O NÍVEL DA ÁGUA ESTIVER ABAIXO DO
TOPO DOS TUBOS NO RADIADOR. TAL AÇÃO PODE ACARRETAR NA DANI-
FICAÇÃO DOS CABEÇOTES DOS CILINDROS DO MOTOR.

A tabela a seguir indicará a porcentagem de anticongelante a ser utilizado em diversas


temperaturas ambientes baixas:

REFRIGERANTE EM TEMPERATURAS
EXTREMAMENTE BAIXAS

VS . CONCENTRAÇÃO DE ANTICONGELANTES (NÍVEL DO MAR)

T
T
E
E
M
M
RECOMENDADO P
P
intervalo de con- E
E
centração 30-67 R
R
A
A
T
T
U
U
R
R
A
A

CONCENTRAÇÃO DE ANTICONGELANTE (% POR VOLUME)

Figura 130
PARA DRENAR O SISTEMA DE RESFRIAMENTO:

Drene o sistema de resfriamento imediatamente após a parada do motor, enquanto a


maior parte da sedimentação está na suspensão.

1. Desligue o motor.
2. Remova a tampa do radiador.

USANDO UM PANO PRA PREVENIR QUEIMADURAS NAS MÃOS, AFROUXE A


TAMPA DO RADIADOR DEVAGAROSAMENTE PARA DEIXAR A PRESSÃO ESCAPAR
ANTES DE REMOVÊ-LA.

3. Abra a válvula de drenagem do radiador.


4. Abra as válvulas de drenagem do bloco do motor (os dois lados do bloco do motor).
5. Abra a válvula de drenagem do resfriador à óleo (apenas Detroit Diesel).
6. Deixe que todo o refrigerante seja drenado antes de reabastecê-lo.

PARA DRENAR O SISTEMA DE RESFRIAMENTO:


1. Feche todas as válvulas de drenagem.
2. Deixe o motor esfriar antes de abastecer o sistema de resfriamento. Consulte o
Manual do Operador do Motor para ver os aditivos ou refrigerantes recomendados.

NÃO DERRAME REFRIGERANTE NO SISTEMA DE RESFRIAMENTO QUANDO O


MOTOR ESTIVER MUITO QUENTE. TAL AÇÃO PODE ACARRETAR NA DANIFI-
CAÇÃO DO MOTOR.

3. Abasteça o sistema de resfriamento até 1” (25,40 mm) da tampa do radiador.


4. Coloque a tampa do radiador.

OBSERVAÇÃO: Caso a lavagem do sistema de resfriamento seja necessária antes da


adição do refrigerante, siga o procedimento de abastecimento acima
ao utilizar água doce limpa, em primeiro lugar. Opere o motor por 15
minutos a circular a água totalmente. Repita o processo de drenagem.
Repita o processo de abastecimento ao usar o refrigerante desejado.
Figura 131 Figura 134
VÁLVULA DE DRENAGEM DO RADIADOR VÁLVULAS DE DRENAGEM GASOLINE IH

Figura 132
VÁLVULAS DE DRENAGEM DETROIT DIESEL

Figura 133
VÁLVULA DE DRENAGEM DO RESFRIADOR DE
ÓLEO DETROIT DIESEL
SISTEMA DE ÓLEO LUBRIFICANTE
O(s) filtro(s) de óleo lubrificante mantém o óleo circulante livre de conta-
minações prejudiciais. Consulte o Manual do Operador do Motor ou de Serviço
adequado para ver os intervalos de troca do óleo e dos elementos do filtro e
os seus procedimentos.

Figura 135 Figura 137


DEUTZ DIESEL IH GASOLINE

Figura 136
DETROIT DIESEL

OBSERVAÇÃO: Verifique se há vazamentos após dar a partida no motor.


ESPECIFICAÇÕES DO ÓLEO LUBRIFICANTE
IH GASOLINE

TIPOS APROVADOS

(1) MIL-L-21048
(2) DEF-2101C
(3) Sup. 1
(4) Serviço “MS”
(5) API Manutenção do Motor CC

NÍVEIS DE VISCOSIDADE

Temperatura Viscosidade Multiviscosidade


Antecipada Recomendada Recomendada

Acima de 32°F (0°C) Nível 30 S.AE- 1OW-30


+32°F a +10°F (0°C a -12°C) Nível 10 SAE 20W Nível 10 SAE-lOW-30
+10°F a -10°F (-12°C a -23°C) Nível 10 Diluído
-10°F to -20°F (-23°C a -28°C) com 10% de querosene
MIL-L-10295

SAE-5W-20
Abaixo de -20°F (-28°C)
DEUTZ DIESEL

TIPOS APROVADOS

Condições normais de operação:


MIL-L-21048 Sup. 1
DEF 2101 D

Condições elevadas de operação:


MIL-L-2104 8
MIL-L-2104 A Sup. 1
OBSERVAÇÃO:
Também é permitido o uso de óleos que cumprem com os requisitos do
Suplemento 3 ou Suplemento 2, exceto, no entanto, quando as condições de
operação envolvem períodos prolongados de inatividade.

NÍVEIS DE VISCOSIDADE
Para se adequar às temperaturas ambientes, os óleos devem ter os seguintes níveis de
viscosidade: Acima de 68°F
(+20°C) ----------------------------- SAE 30
De 68°F a 14°F (+20°C a -10°C) ------------- SAE 20 W/20

É permitido o uso de SAE 20 W/20 durante o ano inteiro, contanto que as temperaturas
não sejam extremamente altas no verão, e totalmente baixas no inverno.

A classe de viscosidade deve ser selecionada de acordo com a temperatura prevalecente


na hora em que a partida foi dada, não no pico da temperatura no dia.
DETROIT DIESEL

Os motores Detroit Diesel têm mostrado um desempenho ideal e apresentaram o


maior tempo de vida útil com os níveis de desempenhos dos óleos a seguir, lis-
tando os limites de cinzas e zincos:

Identificação Militar Classificação de Serviço


Anterior do Código de Letras API Nível
MIL-L-2104B/l964MS* CC/SC
CB
Anexo 1 **

* A Especificação Militar MIL-L-2104B é obsoleta e novos produtos


desenvolvidos não podem mais ser qualificados para atingir esse nível de
desempenho.Contudo, muitos lubrificantes formulados para atingir os crité-
rios de desempenho de MIL-L-2104B/l964MS ainda estão a ser comercializa-
dos. Os motores Detroit Diesel apresentaram um desempenho ideal e mostra-
ram o maior período de vida útil com o uso de lubrificantes MIL-L-2104B/
l964MS. A maior parte dos lubrificantes MIL-L-2104B/1964MS tem um teor
sulfatado de cinzas entre 0,55% e 0,85% por peso.

** Os óleos do Anexo 1 têm um histórico de desempenho muito satisfatório em


motores Detroit Diesel. Os óleos do Suplemento 1 têm um teor de cinzas re
lativamente baixo. No entanto, a especificação do óleo do Anexo 1 é obso
leta e os novos produtos não podem ser qualificados para atingir esse nível
de desempenho. Algumas formulações mais velhas ainda são distribuídas e
usadas por clientes com motores Detroit Diesel.

* O óleo de nível SAE 40 teve um desempenho satisfatório e é recomendado
para os motores Detroit Diesel. Obviamente, as temperaturas ambientes
esperadas e a capacidade de funcionamento do motor devem ser
consideradas pelo proprietário/operador do motor ao selecionar o nível
apropriado de óleo.O óleo de nível SAE 30 apenas deve ser usado quando as
temperaturas ambientes e as capacidades de funcionamento do motor resulta-
rem em dificuldade na hora de dar a partida.

LIMITE DE CINZAS
O limite de cinzas sulfatado (ASTM D-874)de todos os lubrificantes reco-
mendados ou selecionados como alternativas para o uso nos motores Detroit
Diesel não pode exceder 1,000% em relação ao peso, exceto os lubrificantes
que contenham apenas sais de bário dispersantes de detergente, no qual é
permitido que excedessem 1,500% em relação ao peso. Lubrificantes que têm um
histórico de excelentes performances nos motores Detroit Diesel.
Os lubrificantes que têm um teor de cinzas sulfatado maiores que 0,85% em
relação ao peso são propensos a produzir maiores níveis de sedimentações
nas áreas da correia do anel e da válvula de exaustão do motor.

TEOR DE ZINCO
O teor de zinco, como um diorgano-ditiofosfato de zinco, de todos os lubri-
ficantes recomendados ou selecionados com alternativas para o uso em motores
Detroit Diesel pode ser um mínimo de 0,07% em relação ao seu peso. Contudo,
quando os óleos de EMD ou RR são usados em aplicações de serviços maríti-
mos,
o teor mínimo de zinco não é requerido.
SELEÇÕES DE LUBRIFICANTES ALTERNATIVOS

Identificação Militar ou Identificação de Servi- Nível SAE


Industrial Aceita Atual- ço pelo Código de Letras
mente API

Universal Numeroso

Alguns fornecedores de lubrificantes têm ultrapassado os óleos obsoletos MIL-L-21048 com


o MIL-L-2104C, MIL-L-46152 ou lubrificantes universais. Geralmente, todos os níveis
de desempenho dos óleos acima contêm um teor mais alto de cinzas sulfatado
que os lubrificantes MIL-L-2104B/1964MS mais antigos. Muitas vezes, há um maior acúmulo
de resíduos na correia do anel e na válvula do exaustor quando lubrificantes com um maior
teor de cinzas são usados. A formação excessiva de resíduos nessas áreas pode re-
sultar em anéis entupidos e/ou válvulas com vazamentos.

MIL-L-2104C, MIL-L-46152 ou lubrificantes universais podem ser usados caso eles cumprirem
com os limites de cinzas e zinco sulfatadas apresentados em outros lugares dessa especifi-
cação, além da evidência suficiente do desempenho satisfatório nos motores Detroit Diesel,
o qual foi oferecido ao cliente pelo fornecedor de óleo.

VENTILAÇÃO DO CÁRTER DO MOTOR


A ventilação do cárter é fornecida nos motores IH Gasoline e Detroit Diesel para
prevenir o acúmulo de gases e pressões prejudiciais criadas pelo aquecimento do
óleo de lubrificação.

OBSERVAÇÃO: Consulte o Manual do Operador do Motor para ver os últimos intervalos e


procedimentos de serviço.

IH GASOLINE

O motor IH Gasoline é fornecido com uma válvula métrica de ventilação que mantém um
bom fluxo de ar através do cárter.

Solicite para o representante IH ou o fornecedor fazer a manutenção dessa válvula


em intervalos regulares de 300 horas ou menos, dependendo das condições de opera-
ção.

DETROIT DIESEL

Limpe o respiradouro do cárter montado externamente a cada 1000 horas. Esse período
de limpeza pode ser reduzido ou prolongado de acordo com a seriedade da manutenção.
Limpe as patilhas do respiradouro montado internamente no momento da revisão geral
do motor, ou antes, caso seja observada uma pressão excessiva no cárter.

Remova o respiradouro do cárter do motor e lave a patilha da malha de aço (elemen-


to) no óleo do motor e seque-a com ar comprimido. Reinstale o conjunto do res-
piradouro.

Limpe a tampa do respiradouro, montado no revestimento da válvula do balancim, em


combustível limpo todas as vezes que o óleo do motor for trocado.
VENTILAÇÃO DO CÁRTER DO MOTOR
A função do GUINDASTE HIDRÁULICO GALION depende do sistema hidráulico. A vida útil do sistema
depende do óleo hidráulico e do cuidado que é dado a ele.

O sistema hidráulico foi projetado para funcionar com um óleo que está disponível na maioria
dos fornecedores, e é relativamente econômico. O Guindaste Galion é abastecido na fábrica ba-
sicamente com um óleo leve de turbina não corrosivo, e será despejado a
-30°F (-34°C). Ele contém inibidores de oxidação adequados para uma operação mínima de 1000
horas, considerando a maioria das condições. Está disponível perante especificações militares
e é identificado como MIL-L-17672A, Nível 2110 TL. As especificações completas e o uso opcional
de outros óleos estão listados no item de lubrificação desse manual.

Mantenha o óleo no nível correto, mantenha a tela do tanque limpa e troque o óleo e elementos
do filtro nos períodos de troca sugeridos. Veja a Tabela de Lubrificação nesse manual entender o
procedimento adequado.

Quando o óleo adicional é requerido, use um recipiente limpo. Limpe a tampa do tanque e ao re-
dor de sua abertura antes de adicionar o óleo. A sujeira é o pior inimigo do sistema hidráuli-
co, portanto, mantenha-o limpo.

REMOÇÃO:
1. Limpe a parte de fora do tanque,
próximo à tampa. Limpe a tampa.
2. Remova as porcas e levante
a tampa
3. Remova o suporte retentor (4).
4. Com uma mão limpa, chegue ao tanque
e remova a tela (5) e a junta (6).
5. Deixe que o óleo seja drenado da tela.
Limpe a tela, lavando-a em solvente. Se
possível, seque com ar comprimido na parte
de fora.
Verifique se há resíduos envernizados por
petróleo. Caso haja, remova-os com diluen-
te de tinta ou acetona. Caso resíduos en-
vernizados estejam presentes, é indicada FIGURA 138
uma troca do óleo hidráulico.
O verniz indica que o óleo perdeu a sua
capacidade de proteger o sistema hidráuli-
co adequadamente
6. Limpe os imãs no suporte (4).

INSTALAÇÃO:

1. Instale a junta (6) na tela (5).


2. Instale o conjunto no tanque.
3. Coloque o conjunto do suporte (4) na tela.
4. Instale a vedação (3) na tampa do tanque.
5. Coloque o conjunto da tampa no tanque. A mola do suporte deve ser
colocado no cubo da tampa.
6. Instale as porcas e aperte-as uniformemente.
Um filtro de elemento duplo é colocado no
fundo do tanque hidráulico para
filtrar todo o óleo à medida que o coloca de
volta no tanque.

Os elementos devem ser substituídos após as


primeiras 100 horas, e dois elementos re-
servas são despachadas da fábrica com cada
guindaste para esse propósito. Faça a
troca a cada 1000 horas de operação depois
disso. Se o sistema hidráulico é reparado,
substitua os elementos
após as primeiras 100 horas de operação.
PARA A MANUTENÇÃO DO FILTRO:

1. Remova o plugue de drenagem do tampa do


fundo do tanque. Aprox. 5 Galões dos EUA
(19 litros) de óleo hidráulico serão perdi- FIGURA 139
dos. Descarte esse óleo.

2. Remova as porcas que retém a tampa do fundo do tanque.


3. Abra a tampa do tanque para fora de sua base, movendo apenas um lado,
e em seguida, o outro lado.
4. Desparafuse a tampa do elemento do filtro e o conjunto da válvula de
derivação.
5. Remova dois (2) elementos do filtro.

Lave o revestimento do elemento do filtro e o conjunto da válvula de derivação em um


solvente adequado. Substitua a vedação na tampa do tanque e monte-a novamente na ordem
inversa. Aperte o revestimento do filtro contra os elementos do filtro à mão, preve-
nindo a compressão dos elementos.

RESPIRADOURO HIDRÁULICO

A condição do elemento de papel dos respiradouros deve ser verificada a cada 50 horas.
Após cada 500 horas de operação, ou antes, caso as condições requererem, o elemento
de papel deve ser descartado e substituído por um novo elemento.
SISTEMA DE AR DO MOTOR

Para prevenir a entrada de sujeira no motor, é absolutamente essencial que essas


inspeções periódicas sejam feitas na mangueira, cotovelo, e conexões dos canos do
filtro de ar entre o coletor e o filtro de ar. As conexões dos canos devem ser subs-
tituídas antes de suas deteriorações. Para eliminar as manchas indevidas no enca-
namento e nas conexões, certifique-se que todos os componentes sejam alinhados apro-
priadamente. Veja se todas as juntas entre o filtro de ar e o coletor do motor estão
firmes. Isso inclui as conexões flexíveis e as juntas do coletor. Certifique-se que os
parafusos prisioneiros do coletor tenham os torques feitos de acordo com as leituras
necessárias de torque.

O filtro vem com uma tampa de entrada de ar para prevenir que grandes partículas como
palha, folhas etc., entrem no filtro de ar. Mantenha essa tela interna limpa. As sa-
ídas devem ser mantidas abertas e sem tinta. Poeira, óleo ou água podem se acumular
na tela e entupir as saídas de maneira suficiente para restringir o fluxo de ar ao mo-
tor. O fluxo de ar restrito reduzirá a potência que pode ser entregue pelo motor.

O cano de entrada de ar da tampa de entrada ao filtro de ar não deve ter sujeiras em


sua parte interna. Limpe esse cano quando o filtro de ar for removido. Ao mesmo tem-
po, limpe o tubo interno do filtro de ar.

O filtro de ar Donaclone Cyclopac fornecido como um equipamento padrão require um


serviço diário (10 horas) – mais ainda sob condições severas de operação.
Uma vedação firme deve ser feita entre o resguardo de poeira e o filtro após cada ser-
viço. A esse ponto, o vazamento aumentará o acúmulo de poeira e tornará a manutenção
do elemento do filtro mais frequente. É recomendado que vários conjuntos de substi-
tuição sejam mantido em estoque a qualquer momento, graças à frequência da manuten-
ção do resguardo de poeira e da possibilidade de danos ao conjunto.

A fumaça de escape excessiva e/ou a perda de potência pode indicar a necessidade da


manutenção do elemento do filtro. Se o equipamento estiver disponível, meça a restri-
ção do ar com um manômetro em peças de restrição disponíveis em sistema de válvulas.
A manutenção é necessária quando a restrição de ar tem aumentado os limites máximos
permitidos, conforme é estabelecido pelo fabricante do motor. Substitua o tampão de
forma segura após a medição.
PARA FAZER A MANUTENÇÃO DO FILTRO:

1. Pare o motor.

2. Afrouxe a trava. Remova o resguardo de


poeira.

FIGURA 140

3. Remova a porca da aleta no conjunto do


recipiente.
Remova a barreira.

4. Retire a poeira para fora do reci- FIGURA 141


piente. Limpe com um pano limpo.

Monte o resguardo de poeira novamente.


Certifique-se que a parte cortada está
inserida ao redor do separador. Aperte a
porca da aleta.

Substitua a junta do recipiente, caso


apresente sinais de desgaste, dano ou
vazamento. Não utilize óleo, gasolina
ou resíduos oleosos para limpar os com-
ponentes. As setas no resguardo de poei-
ra devem apontar para cima assim que a
sua carcaça for montada.

OBSERVAÇÃO: O filtro de ar Cyclopac não


funcionará corretamente caso
a poeira tomar conta do
FIGURA 142
recipiente totalmente.
5. Remova o elemento do filtro ao puxá-lo
diretamente da carcaça.

FIGURA 143

6. Limpe o elemento do filtro, conforme é


destacado depois do passo 7.

FIGURA 144

7. Retire a poeira da carcaça. Monte-o no-


vamente na ordem inversa.

FIGURA 145
Certa quantia de poeira pode ser desalojada ao estapear a sua lateral ou o aro no
fundo do elemento do filtro com a palma da mão. Não bata o aro do fundo do elemento
do filtro contra qualquer superfície dura. Tal ação poderá danificar o aro e afetar
a vedação assim que a unidade por montada novamente. Para limpá-lo, assopre a parte
interna do elemento do filtro com ar comprimido, caso seja possível. Quando um padrão
nivelado de luz é apresentado através do elemento do filtro ao usar alguma iluminação
significará que o elemento do filtro está limpo. Tenha um elemento de filtro reserva em
mãos para reduzir os prejuízos.

UTILIZE ÓCULOS DE PROTEÇÃO AO USAR O AR COMPRIMIDO.

Além de estapear e assoprar, lavar o elemento do filtro com qualquer detergente de cozinha
que seja bom e com baixo teor de espuma também é uma maneira prática. Água quente, 120°-
140°F. (49°- 60°C.), é recomendado, porém, não é essencial. Lave a unidade com delicadas
correntes de água, até que a água da drenagem esteja limpa. Seque o elemento do filtro antes
de utilizá-lo (não use ar comprimido). Inspecione se há danos ou rupturas após cada lava-
gem.

Por razões de segurança, substitua o seu elemento de filtro Duralife após 1000 horas de uso.
Enquanto alguns de seus elementos do filtro possam funcionar de maneira segura após períodos
mais longos que este, a pequena economia envolvida não justifica o risco a ser corrido.
OBSERVAÇÃO: Se o guindaste está a ser usado em temperaturas extremamente congelantes, um
filtro extra deve ser mantido na cabine do operador para substituir o
elemento que pode ficar congelado e restringir o fluxo de ar ao motor.
CABO DE AÇO

Mesmo que o cabo de aço seja um dos produtos mecânicos mais uniformes já fabri-
cados, certo número de cordas podem falhar prematuramente.Na maioria dos casos,
essas falhas são resultantes de abuso. Alguns dos tipos de abuso mais comuns em
relação ao cabo de aço são:

ENROSCAMENTO- o que resulta no desgaste localizado, geralmen-


te é causado ao deixar que um “loop” se forme quando o cabo está
afrouxado, e em seguida, este é puxado, formando um nó permanen-
te.

SOBRECARGA – o que resulta em uma fratura completa do cabo ou no


esmagamento ou distorção dos tambores e das roldanas, é causada
ao manusear o cabo com uma carga com o peso totalmente próximo do
limite de rompimento do cabo.

TAMANHO IMPRÓPRIO – permite que as fibras do cabo fiquem soltas e


desequilibrem o cabo, deixando a carga presa por apenas algumas
fibras.

ENROLAMENTO INADEQUADO NO CARRETEL – resulta em cabos esmagados e


distorcidos, que é a consequência de aplicações e uso do cabo sem
o devido cuidado.

ENROLAR um cabo, o que resulta no desalinhamento de muitos cabos,


é consequência dos puxões desse cabo ou ao deixá-lo totalmente
solto.
ESPECIFICAÇÕES DO CABO DE AÇO
A Ga1ion Manufacturing Division selecionou cuidadosamente a construção de giro resis-
tente de 8 x 25 em relação aos guindastes, pois esse tipo se adequa melhor à aplicação.
O recurso de giro resistente é altamente requisitado ao levantar cargas não guiadas,
como amarrações na parte única do cabo. A construção de 8 fibras é preferível em relação
à construção de 6 fibras
Devido à maior flexibilidade, um fator extremamente importante que garante o carreamento
adequado
No tambor do guincho.
Nº DE PEÇA GALION COMPRIMENTO APLICAÇÃO

Haste de apoio de
3 Seções
Haste de apoio de
4 Seções

Haste de apoio de
4 Seções
(opcional)

IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE: 9/16118 x 25 Formato, Núcleo Independente do Cabo de Aço,


Resistente a Giro, Placa de Aço Fundido Aprimorado.

TENSÃO DO CABO DE AÇO:

Índice da Parte Única


Índice da Parte Dupla
Índice da Parte Tripla
Índice da Parte Quádrupla
Índice da Parte Quíntupla
Substituições podem ser feitas na base da força mínima de ruptura, ao menos igualando
ou excedendo aqueles relacionados à construção 8 x 25, o fator de resistência a giro,
e a flexibilidade necessária para carretar adequadamente no tambor do guincho.

RECOMENDAÇÕES DE MANUTENÇÃO:

Graças a diversas condições, não é possível definir um intervalo de tempo exato para a
inspeção e a lubrificação.
SERVIÇO E INSPEÇÃO DE CABOS DE AÇO

DESCANSO DO BLOCO DE GANCHO

Antes de executar qualquer um dos serviços a seguir ao cabo, o bloco do gancho deve
estar descansando no solo. O seguinte procedimento vai reduzir as chances de deslo-
car o cabo ao lubrificar, mudar os blocos de gancho ou substituir os cabos.

Levante o bloco da cabeça da lança (1)


para aproximadamente 3 pés(914.40 mm)
acima de uma posição completamente in-
clinada.

Use o guincho para baixar o bloco de


gancho (2) até que este apenas toque o
chão.

Figura 146

Abaixe a lança até que o bloco de


gancho (1) esteja descansando no chão
e o cabo (2) esteja afrouxado.

Figura 147
IMPORTÂNCIA DA LUBRIFICAÇÃO

A lubrificação é uma parte vital da manutenção do cabo de aço. O lubrificante serve


a dois propósitos: reduz o desgaste e protege o cabo.

Quando o cabo de aço está em uso, os fios esfregam uns contra os outros, e os fios
externos também se desgastam contra as polias e tambores. A lubrificação reduz o
desgaste, tanto do lado de dentro quanto do lado de fora do cabo.

É relativamente fácil de observar que o cabo precisa ser lubrificado, observando as


seguintes características:

Rangidos enquanto o cabo é enrolado.

Quebra dos fios que compõe do cabo, sem qualquer in-


dicação de cortes uniformes nas torções. Quando um
cabo de aço passa através de uma roldana deverá ha-
ver interação suave de fios.

A visível diminuição da mola da corda sem que as ca-


madas sejam puxadas para baixo.

Se for permitido que um cabo fique ressecado, corroído ou enferrujado, e a polia em


que o cabo está correndo fique em uma condição semelhante, isto vai fazer com que o
cabo deslize. Este deslizamento sobre as polia desgasta e corta o cabo além de re-
duzir sua força.

Quando uma cabo “destinado à enferrujar” recebe um puxão repentino, este não pode
absorver o choque da carga em toda sua extensão; em vez disso, está confinado a um
ponto e resulta na quebra de um ou mais filamentos, e, ocasionalmente, a totalidade
do cabo.
MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO

A caixa de metal dividida para banho de tratamen-


to tem um colar de aniagem ou secador na extremi-
dade de saída. O interior inclinado requer menos
óleo, oferece maior contato e melhor penetração.

Figura 148

SEMPRE USE LUVAS ADEQUADAS


AO MANUSEAR UM CABO DE AÇO.

O Método de derramar é efetivo e ade-


sivo quando óleo aquecido 10W é usado.

CERTIFIQUE-DE SEGURAR A ME-


CHA DE ALGODÃO PARA SECAGEM
ATRÁS DA POLIA. ISSO VAI Figura 149
ABSORVER O EXCESSO DE ÓLEO
QUE SERIA CARREGADO AO LON-
GO DO CABO.

SECADOR
O Método de banho quente é para
aplicar lubrificantes espessos em al-
tas temperaturas. O vapor aquecido
pode ser aplicado. A lubrificação pré
-aquecida é sempre mais penetrante.
O cabo deve passar através do lubri-
ficante lentamente para assegurar a
Figura 150 penetração.

LUBRIFICAÇÃO NA ARMAZENAGEM

Os cabos mantidos em estoque tendem a secar rapidamente. Lubrifique-os frequentemente,


ou aplique um selante, o que vai reter o lubrificante. Antes de colocá-los em serviço,
inspecione o cabo cuidadosamente quanto à condição do lubrificante e presença de corro-
são.
CABOS INATIVOS

Quando os cabos que estivam em serviço são mantidos inativos, como no final de opera-
ções, eles devem receber cuidados protetivos. Umidade condensada, em muitas instâncias,
se depositam sobre o cabo causando corrosão e ferrugem. O lubrificante do cabo se des-
gasta, particularmente se o cabo está exposto às condições externas ou é mantida em uma
área quente ou empoeirada.

É aconselhável movimentar o cabo várias vezes na semana mesmo se apenas com uma car-
ga leve. Se o cabo deve ser mantido inativo no tambor por qualquer extensão de tempo,
é prudente borrifar cada camada de cabo estacionária no tambor com uma cobertura de
petrolato (vaselina) cupgrease (preparado com óleo mineral e cal ou sabão de soda) ou
outro revestimento protetor similar tipo gel. De outra forma a unidade penetra no cabo,
frequentemente causando deterioração perigosa.

PEÇAS COMPONENTES DE UM CABO DE AÇO

Figura 151
INSPEÇÃO DE CABOS DE AÇO, POLIAS E TAMBOR

CABO DE AÇO:

Em algumas operações, os cabos de aço podem ser movimentados até a falha total sem cau-
sar danos à máquina ou colocar os trabalhadores em perigo.

Onde existo risco envolvido, é desejável estimar a força e a vida útil remanescente de
um cabo desgastado.

Um cabo, como uma corrente, é apenas tão bom quanto o seu ponto mais fraco; sendo esse
o PONTO QUE MOSTRA O MAIOR DESGASTE. A informação a seguir foi tirada de um Consenso
Padrão Nacional conforme referenciado pelas Agências do Governo Federal fornecido pela
CIMA.
Todos os cabos de aço eventualmente, vão sofrer desgaste até o ponto onde não sejam
mais utilizáveis. O cabo de aço deve ser retirado de serviço quando uma das seguintes
condições existir:
Nas cordas em uso, seis fios quebrados distribuídos aleatoriamente na
camada ou três fios quebrados em uma trança.

Desgaste de um terço do diâmetro original dos cabos externos indivi-


duais. Dobras, esmagamento, dilatação, são outros danos resultando em
distorção da estrutura do cabo.

Evidência de danos causados por calor de qualquer origem.

Redução do diâmetro nominal do cabo de mais do que 3/64” (1.19mm) para


9/16” (14.28mm).

Em cabos verticais, mais do que dois fios quebrados em uma camada em se-
ções além das conexões finais ou mais do que um fio quebrado em uma cone-
xão final.

Certas seções do cabo de aço frequentemente se desgastam mais do que as outras

O cabo em um tambor com duas camadas ou mais vai desgastar no ponto onde começar
cada camada sucessiva, e também nos pontos onde a camada superior atravessa a infe-
rior.

Cabos de aço vão se fatigar a cada vez que passarem por uma polia. O cabo geralmente
falha por fadiga da vibração no ponto onde estão as pontas mortas.

POLIAS E TAMBOR:
As polias e o tambor devem ser inspecionados frequentemente.

Um tambor danificado, desgastado e lento vai prejudicar o serviço dos cabos.

Polias quebradas ou danificadas vão danificar os fios externos do cabo. Guardas de po-
lias desgastadas podem permitem que o cabo “pule” para fora das polias causando um
acidente caro e possivelmente perigoso.

Estes pontos são observados cuidadosamente por todos os operadores.


INSPEÇÃO DE CABOS DE AÇO, POLIAS E TAMBOR

A Inspeção Serviço Diário / 10 Horas pode ser feita através do exame visual e
físico do bloco do gancho, conforme descrito nas etapas a seguir.

SERVIÇO DIÁRIO / 10 HORAS:

A Inspeção Serviço Diário / 10 Horas pode ser feita através do exame visual e
físico do bloco do gancho, conforme descrito nas etapas a seguir:

1. gancho deve ser capaz de rodar 360° livremente, sem qualquer obstáculo.

OBSERVAÇÃO: Durante a rotação do gancho, empurre-o para cima para ver se


existe alguma folga final perceptível no rolamento de encosto. Se
houver uma quantidade anormal de jogo final, o bloco de gancho
deve ser desmontado para uma nova inspeção do rolamento de pres
são, conforme seção apropriada do Manual de Fábrica.

Blocos de gancho com ganchos montados no munhão devem ser verificados


para ter certeza de que o gancho pode girar livremente. O gancho é con-
cebido para ser articulado, de modo que a totalidade do bloco de gancho
não reaja aos movimentos da carga que está sendo levantada. Além disso,
este projeto ajuda a prevenir o deslocamento de carga de correntes, ti-
poias, etc., no gancho, o que pode causar danos ao mesmo.

As polias devem ser capazes de rodar livremente. Se estas não rodam cor-
retamente, o cabo de aço e a polia vão interagir juntos, desgastando os
dois e também causando solavancos na carga. Levantar e abaixar o gancho
sem carga para observar se as polias estão girando livremente. Se for
observado movimento brusco, o bloco de gancho deve ser desmontado para
fazer uma nova inspeção conforme a seção apropriada do Manual de Fábri-
ca.

Verifique o gancho quanto à rachaduras, ranhuras ou outros sinais de des-


gaste. Se qualquer uma dessas condições existir, o gancho deve ser reti-
rado de serviço e destruído.

Verifique se torções ou dilatação no gancho. Uma maneira fácil de deter-


minar o limite satisfatório é a verificar se a trava do gancho não entra
em contato com o gancho, em seguida, em caso afirmativo, o gancho deve
ser substituído, pois como não é satisfatório, também não é seguro. Des-
trua o gancho inseguro.
SERVIÇO ANUAL / 500 HORAS:

É necessário que uma inspeção completa do conjunto do bloco do gancho seja feita em
uma programação regular, a cada 500 horas de operação ou anualmente, o que ocorrer
primeiro.

Para esta inspeção, o conjunto do bloco do gancho deve ser completamente desmonta-
do. Cuidados devem ser tomados para observar a posição dos pesos laterais no con-
junto do bloco de gancho para a remontagem dos pesos laterais exatamente na mesma
posição originalmente encontrada. Consulte a seção apropriada do Manual de Fábrica
para obter instruções completas sobre a desmontagem e a remontagem do bloco de gan-
cho.

Limpe todas as peças com solvente de limpeza adequado antes que a inspeção seja
feita. Inspecione o gancho quanto à torções ou dilatações. Uma maneira fácil de de-
terminar o limite satisfatório é a verificar se a trava do gancho não entra em con-
tato com o gancho, em seguida, em caso afirmativo, o gancho deve ser substituído,
pois como não é satisfatório, também não é seguro. Se o gancho não for substituído
devido à condição de torção ou dilatação, então uma inspeção por partículas magné-
ticas deve ser realizada, incluindo a área dos fios. Se uma ou mais rachaduras são
encontradas, então a substituição do gancho é necessária. É particularmente impor-
tante inspecionar as roscas do gancho quanto a todas as rachaduras causadas por
desgaste, tração ou outros danos de qualquer tipo. Se algum fio danificado for encon-
trado, então o gancho deve ser substituído.
OBSERVAÇÃO: Sempre destruir ganchos desgastados e danificados.
A porca que é usada para fixar o gancho no conjunto do bloco de gancho também
deve ser testada e inspecionada no mesmo modo que o gancho. Além de fiscalizar
quanto à danos na rosca e rachaduras, também deve ser testada quanto à dureza
adequada.

A seguir está uma lista de porcas usadas em vários conjuntos de ganchos com os
seus respectivos valores de dureza. Consulte o Livro de Peças quanto à porca
usada especificamente em seu conjunto do bloco do gancho.

Nº DA PEÇA VALOR DA DUREZA

OBSERVAÇÃO: Usado em 150A e 150FA.


SUBSTITUIÇÃO DO CABO DE AÇO

Figura 152

Ao substituir o cabo deve ser tomado extremo cuidado para não provocar torções
ou dobras desnecessárias no cabo.

Como ilustrado, ao instalar cunhas tanto nos tambores quanto soquetes, o cabo
deve ser trazido para trás reto e virado, não torcido, ao redor da cunha e in-
serido no slot.
TO
C ER

LINHA DE TRAÇÃO
DOBRA
DO
RA
ER

Figura 153
Insira a porção de trabalho do cabo no lado certo do soquete. Se não for instalado
corretamente, a pinça vai dobrar e enfraquecer o cabo de aço.

SEMPRE USE LUVAS ADEQUADAS AO MANUSEAR CABOS DE AÇO.

INSTALAÇÃO DO CABO DE AÇO

Um cabo de aço pode ser danificado permanen-


temente mesmo antes de entrar em operação.
Enrolar em uma bobina de forma incorreta
pode causar dobras e dilatação destrutivas
no cabo. Se a bobina pode ser levantada por
um guindaste, desenrole ao girar a bobi-
na lentamente como uma roda, deixando atrás ca
uma trilha de cabo reto. rre
tel
Desenrolar por camada deixando a bobina
plana vai resultar em um cabo torcido e di-
fícil de manusear.

tam
bo
r
AMARRAÇÃO DA CABEÇA E DO BLOCO DO GANCHO

Linha de cinco partes – conforme mostrado acima.

Linha de quatro partes – remova o cabo da cunha do soquete “A” e ins-


tale na cunha d soquete “B” •

Linha de três partes – remova o cabo da cunha do soquete “A”. Remova o


cabo da polia #3 e da polia #5, então instale o cabo na cunha do so-
quete “A” •

Linha de duas partes – remova o cabo da cunha do soquete “A” e das po-
lias
#2, 3, 4 e 5. Passe a corda da polia #1 a polia #5, e instale na cunha
do soquete “ C” •

Linha de parte única - remova o cabo da cunha do soquete “A” e das


polias #2, 3, 4 e 5. Fixe o cabo na linha única de lastro do bloco do
gancho.
INTERRUPÇÃO DO CABO DE AÇO

APÓS A INSTALAÇÃO DE UM CABO NOVO, PRIMEIRO OPERE O


GUINDASTE COM UMA CARGA LEVE PARA DEIXAR QUE O CABO DE
AÇO SE AJUSTE.

Um novo guindaste pode ser facilmente danificado por um erro de operação.

Algumas viagens através do ciclo de trabalho a baixa velocidade e cargas leves


vai definir os fios mais firmemente no lugar.

Isso também dará ao operador uma oportunidade para ver se os tambores e polias
estão operando adequadamente e se ajustam ao novo cabo.

CORREIA DE TENSÃO

Novas correias de transmissão vão esticar após as primeiras horas de operação.


Faça o motor funcionar por alguns minutos para encaixar a correia, então reten-
sione-o. Retensione a correia de transmissão após meia hora e novamente após 10
horas de operação. Depois disso, verifique a tensão da correia de transmissão a
cada 100 horas e ajuste a correia, se necessário.

Ajustar a tensão da correia com um empurrão firme com o polegar, carga de 25


lbs. (11,33 kg), em um ponto a meio caminho entre duas polias que estão mais
distante pressione a correia de 1/2” (12,7 mm). NÃO SOBRETENSIONE.

Substitua imediatamente correias muito desgastadas, oleosas ou rachadas. Estas


condições impedem o funcionamento adequado da correia. Se uma correia precisa
ser substituída, ambas devem ser substituídas se são um conjunto combinado.

Rangidos da correia de tensão não indicam uma correia gasta ou fora de ajuste.
As correias podem ser limpas com fluido de freio.
AJUSTE DO ROLETE DA LANÇA

ajuste os roletes {1) contra o fundo da


extensão até aproximadamente 1/16” a
1/4” {1.59 a 6.35 mm) da folga existen-
te entre a porção superior das exten-
sões e a base da seção {2).

Figura 156

SUPORTE DO COXIM

Ajuste o conjunto do suporte do coxim


(1, Figura 157) contra o fundo das
seções da lança até aproximadamente
1/16” a 1/4” {1.59 a 6.35 mm) da fol-
ga existente entre as seções da lança
no ponto {2).

Figura 157
Inspeção periódica da folga destes para-
fusos é obrigatória para manter a junta
rotativa em tempo ou fase com a rotação
do pedestal.
Verifique a folga entre os parafusos do
acionamento da junta rotativa e o pedes-
tal. Se necessário, ajuste para l/16”
(1.59 mm) da folga em ambos os lados.
Trave com a contraporca.
OBSERVAÇÃO: O guindaste não deve ser
opera do com estes parafusos apertados
contra o pedestal.

Figura 158
BOBINA RETRÁTIL – MOLA DO MOTOR

A tensão adequada nas mangueiras da lança é vital para a vida útil das mangueiras. A
tensão para as mangueiras é aplicada pelo conjunto da mola do motor. Antes de definir
adequadamente a tensão da mola no conjunto do motor, é recomendado que a chave de boca
fixa, montada na parte superior do motor, seja modificada.

Remova a chave de boca fixa montada na


parte superior do motor.

Figura 159

A modificação abaixo vai ajuda no tensionamento das molas no motor.

A extremidade formada pela chave com o orifício deve ser dobrada 1” (25.4mm) a par-
tir da peça reta com os rebites e deve ser paralela com esta peça. (Veja a ilustração
abaixo).

Solde uma peça de lança comum de 1” x 1/4” x 24”(25.4 mm x 6.35 mm x 609.6 mm) no
comprimento da chave de boca fixa como ilustrado abaixo.

LONGO
SOLDA

Figura 160
Com a lança totalmente retraída, remova as proteções da mangueira. Retire a tampa de
cobertura do conjunto de molas do motor e coloque a chave de boca. Coloque os rebites
nos orifícios previstos no eixo do motor. Através do orifício central na chave, insira
e aperte parafuso de l/4”20 x l/4” ou 1-1/2”. Isto vai evitar que a chave deslize para
fora do motor.

OBSERVAÇÃO: Se não há orifícios no centro do eixo di’iU e bata de leve no eixo do mo-
tor para retirar um parafuso de 1/4-20”.

Antes do ajuste da mola da lança do motor para o máximo comprimento estendido. Se o


motor estiver funcionando corretamente os indicadores da mola vão ficar na caixa. Se a
mola estiver quebrada, o indicador permanecerá em cima da caixa e vai exigir a substi-
tuição.
Instale um par de um par de pinças de
travamento (1) nos trilhos a aproxima-
damente seis polegadas (152 mm) atrás da
roldana de mangueira. Isso vai evitar que
as mangueiras deslizem o carrinho para
baixo quando o cabo for desconectado.

EXTREMO CUIDADO AO APLICAR A


TENSÃO NA MOLA. SEGURE FIRME-
MENTE A CHAVE DE BOCA.

Para desconectar o cabo, vire a chave de


boca (2) no sentido anti-horário. Quando
há folga no cabo e enquanto estiver segu- Figura 161
rando a chave de boca com firmeza, solicite
ajuda a outra pessoa para desconectar o
cabo da polia da mangueira.
LENTAMENTE permita que a chave de boca gire no sentido horário até que não haja
tensão nas molas do motor. Enquanto segura a chave de boca (1), gire o tambor no
sentido horário para rebobinar completamente todos os cabos (2) no tambor.

NÃO SOLTE DO CABO. NÃO SOLTE A CHAVE DE BOCA ATÉ QUE NÃO HAJA
MAIS TENSÃO NA MOLA.

Figura 162
EXTREMO CUIDADO AO APLICAR A TENSÃO NA MOLA. SEGURE FIRMEMENTE A
CHAVE DE BOCA.

Com o cabo totalmente rebobinado, começar a girar a chave de boca (1) no sentido an-
ti-horário para afrouxar o cabo.

UMA PESSOA DEVE MANTER A TENSÃO NO CABO ENQUANTO A OUTRA VIRA A


CHAVE DE BOCA.

Conecte o cabo do motor (2) à polia da


mangueira assegurando que ambas as porcas
de aperto estejam totalmente rosqueadas
na extremidade do cabo e apertadas.

LENTAMENTE permita que a chave de boca


gire no sentido horário até a folga seja
retomada no cabo. Não deve haver qualquer
inclinação nas mangueiras.

Remova a chave de boca e monte-a na parte


superior do conjunto do motor. Recoloque
a tampa e retire as pinças de travamento
(3) dos trilhos do carrinho.

Coloque todos os estabilizadores no chão


e entend totalmente a lança ao longo da Figura 163
frente da máquina. Recolha a lança, veri-
fique as mangueiras, as quais devem ainda
permanecer tensionadas.
Instale a guarda das mangueiras, inspecione as polias das mangueiras para certi-
ficar-se de que estas não se friccionam ao longo da parte superior da guarda da
mangueira.
LUBRIFICAÇÃO

Abaixe os estabilizadores e estenda com-


pletamente a lança (lança horizontal so-
bre a frente do guindaste).

Remova os dois indicadores de tensão da


mola na parte superior da caixa.

SE OS INDICADORES DE TENSÃO
DA MOLA NA PARTE DE CIMA DA
CAIXA NÃO CAIREM APÓS ESTEN-
DER A LANÇA, UMA INSPEÇÃO
DEVE SER FEITA NO MOTOR. DA-
NOS ÀS MANGUEIRAS HOSES PO-
DEM RESULTAR DEVIDO A FUNÇÃO
IMPRÓPRIA DO MOTOR.

Figura 164

Através dos furos do indicador de ten-


são da mola, adicione cerca de 1 galão
americano (0,47 litro) de óleo SAE 10*
para cada caixa.

Cada mola da mola do motor requer apro-


ximadamente um litro de óleo SAE 10*
aplicado a cada trinta / sessenta dias.

* Ao operar em temperaturas abaixo de


-20°F (-29°C), use Dexron ou Fluído Au-
tomático Tipo A, Sufixo A.

Figura 165

OBSERVAÇÃO: Este processo de lubrificação deve ser repetido a cada trinta / ses-
senta dias.
VERIFICAÇÃO DE TRANSMISSÃO

O Guindaste Galion evoluiu ao longo dos anos para conter várias transmis-
sões. Faça a manutenção da transmissão em seu guindaste, conforme descri-
to na seção apropriada a seguir.

SERVIÇOS DE TRANMISSÃO ALLISON

SERVIÇO DIÁRIO / 10 HORAS

VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DO ÓLEO DA TRANSMIS-


SÃO:

1. Posicione a alavanca de controle de


marcha em ponto morto.

2. Acione o freio de mão.

3. O óleo deve estar à temperatura de


operação de 180°F-220°F (82°C-104°C).

4. Com o motor em funcionamento, verifi-


que o nível do óleo.
Este deve estar entre as marcas “Baixo” e
“Cheio” na vareta de verificação. Se o óleo
deve ser completado, desligue o motor e
adicione o óleo através do tubo da vareta.
Figura 166
TRANSMISSÃO E CONVERSOR
OBSERVAÇÃO: Consulte a seção de “Especifi-
Vareta e Tubo de Enchimento
cações de Lubrificação” neste manual, para
óleo adequado.

5. Depois que o óleo foi adicionado, ligue


o motor e verifique novamente o nível de
óleo.
SERVIÇO SEMANAL / 50 HORAS

ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO:

1. Posicione a alavanca de controle de


marcha em ponto morto.

2. Acione o freio de mão.

3. Desligue o motor.

4. Limpe os pontos de articulação do câm-


bio de transmissão e lubrifique com CO
(óleo de lata).
Qualquer óleo 10W vai funcionar.

Figura 167
ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE
CÂMBIO
250 HORAS DE SERVIÇO

FILTRO DE TRANSMISSÃO E CONVERSOR DE TORQUE:

Mude o elemento filtrante após 250 horas em uma máquina nova, ou depois de reconstruir
e a cada 500 horas daí em diante.

TROCAR O ELEMENTO

TROCAR O ELEMENTO

Figura 168 Figura 169


FILTRO DE TRANS/CONV (Motor FILTRO DE TRANS/CONV (ALLISON
Allison WITII DEUTZ) COM MOTOR D.D.)
Figura 170

Posicione a alavanca de controle de marcha em ponto morto.

Acione o freio de mão e desligue o motor.

Solte os parafusos de fixação da cobertura (item 1, Figura 170) do con-


junto do cabeçote (2).
Remova o elemento do filtro sujo (3) e o conjunto do cabeçote. Descarte o
elemento do filtro sujo.

Limpe todos os componentes para remover partículas estranhas. Certifique-


se de que a junta de vedação (4) e as superfícies de acoplamento sejam
minuciosamente limpas.

Instale a junta, o novo elemento do filtro e a cobertura no conjunto do


cabeçote.


tir a vedação positiva.

Ligue o motor e verifique se o nível de óleo é adequado e se existem va-


zamentos.
500 HORAS DE SERVIÇO
1 Posicione a alavanca de controle de
marcha em ponto morto.

Acione o freio de mão.


DRENO, TELA DE SERVIÇO
O óleo deve estar à temperatura de C2 ou DIXRON
operação de 180°F-220°F (82°C-104°C).

suspensão e também permitir que
óleo seja drenado mais livremen-
te.
Desligue o motor.

Remova o plug de drenagem e a tela


para drenar o óleo. Descarte de óleo.
TENHA CUIDADO PARA EVI-
TAR QUEIMADURAS NAS Figura 171
MÃOS, BRAÇOS, ETC., AO TRANS./CONV. TELA E PLUG DE DRENA-
DRENAR O ÓLEO. GEM

OBSERVAÇÃO: O conversor de torque e transmissão leva 9 galões Americanos (34 litros) com mo-
tor Detroit Diesel ou 10 galões americanos (38 litros) com o motor Deutz Diesel.

Limpe a tela usando um limpador tipo solvente.

DEVE HAVER CUIDADO PARA EVITAR A EXPOSIÇÃO DA PELE, RISCOS


DE INCÊNDIO E INALAÇÃO DE VAPORES AO USAR PRODUTOS DE LIM-
PEZA TIPO DE SOLVENTE.

Reinstale o plug de drenagem.

Reinstale a tela certificando-se de que as superfícies de vedação e acopla-


mento da tela estão completamente limpas de partículas estranhas que podem
causar vazamentos.

Mude o elemento filtrante após 250 horas em uma máquina nova, ou depois de
reconstruir e a cada 500 horas daí em diante. Mude o elemento filtrante
conforme destacado com 250 horas de serviço. Em seguida, prossiga com as
etapas restantes.

Remova respirador do cárter e limpe


usando um limpador tipo solvente.

Reinstale o respirador.

Adicione o óleo, conforme descrito,


a cada Serviço Diário / 10 Horas.
Verifique o nível. Adicione o óleo
antes de dar partida no motor. RESPIRADOR LIMPO
OBSERVAÇÃO: O conversor de torque
e transmissão leva 9 galões Ame
ricanos (34 litros) com motor
Detroit Diesel ou 10 galões ameri-
canos (38 litros) com o motor Deutz
Diesel.

Figura 172
RESPIRADOR DO TRANSM / CONVERSOR
SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO CLARK 2420

SERVIÇO DIÁRIO / 10 HORAS

VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE ÓLEO DA TRANSMIS-


SÃO:

1. Posicione frente e para trás a ala


vanca de controle e alavanca de
velocidade alta-baixa em ponto
morto.

2. Usando a alavanca de desconexão do


eixo frontal, engate a tração nas Nível
de ól
eo

quatro rodas (eixo dianteiro).


Essa ação permitirá que o freio
de mão e o freio de serviço segu
rem os eixos de transmissão.
na
e óleo
Nível d do mo
tor
3. Acione o freio de mão. march
a lenta

4. Com estabilizadores, levante os


quatro pneus do chão.

5. O óleo deve estar na temperatura Figura 173


operacional de 180°- 200°F (82°-
93°C). PLUGS DE NÍVEL DA TRANSMISSÃO / CONVER-
SOR
6. Verifique o nível de óleo. Remova o
plug superior. Se a transmissão
estiver sobrecarregada, permi
ta que todo o óleo seja drenado
do plug superior. Se não existe
óleo no plug, remova o plug infe
rior. Se não há óleo no plug in
ferior, desligue o motor e adicione
o óleo através da abertura de en
chimento do plug na caixa do con
versor de torque. Certifique-se de
reinstalar o plug de enchimento.

TENHA CUIDADO PARA EVI-


TAR QUEIMADURAS NAS
MÃOS, BRAÇOS, ETC., AO
CHECAR O NÍVEL DO ÓLEO.
Conforme necessário - ATF

OBSERVAÇÃO: Consulte a seção “Especifi


cação de Lubrificação” deste
manual quanto ao óleo ade
Figura 174
quado.
PLUG DE ENCHIMENTO DA TRANSMISSÃO /
Depois de adicionar o óleo, dê partida CONVERSOR
no motor e verifique novamente o nível
de óleo.
50 HORAS DE SERVIÇO SEMANAL

ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO:

1. Posicione a alavanca de controle de


marcha em ponto morto.

2. Acione o freio de mão.

3. Desligue o motor.

4. Usando pistola de graxa, lubrifique


a injeção.

5. Acione a alavanca de alta-baixa


velo cidade para garantir a
distribuição adequada do lubrifican
te

Figura 175
ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO

50 HORAS DE SERVIÇO SEMANAL

FILTRO DA TRANSMISSÃO E DO CONVERSOR DE


TORQUE:

Mude o elemento filtrante após 250 horas


em uma máquina nova, ou depois de recons-
truir e a cada 500 horas daí em diante.

Figura 176
FILTRO DA TRANSMISSÃO E
DO CONVERSOR DE TORQUE
Figura 177

Posicione frente e para trás a alavanca de controle em ponto morto •

Acione o freio de mão e desligue o motor.

Solte os parafusos de fixação da cobertura (item 1, Figura 177) do conjunto


do cabeçote (2).
Remova o elemento do filtro sujo (3) e o conjunto do cabeçote. Descarte o
elemento do filtro sujo.

Limpe todos os componentes para remover partículas estranhas. Certifique-se


de que a junta de vedação (4) e as superfícies de acoplamento sejam minu-
ciosamente limpas.

Instale a junta, o novo elemento do filtro e a cobertura no conjunto do ca-


beçote.
OBSERVAÇÃO: Cubra levemente a junta com fluido de transmissão limpo para garantir
a vedação positiva.
Ligue o motor e verifique se o nível de óleo é adequado e se existem vaza-
mentos.
500 HORAS DE SERVIÇO

Posicione a alavanca de controle de


marcha em ponto morto.

Acione o freio de mão.

O óleo deve estar à temperatura de


operação de 180°F-220°F (82°C-104°C).

suspensão e também permitir que
óleo seja drenado mais livremen
te
Desligue o motor.

Remova o plug de drenagem e a tela


para drenar o óleo. Descarte de óleo. Dreno, tela limpa

TENHA CUIDADO PARA EVI-


TAR QUEIMADURAS NAS Figura 178
MÃOS, BRAÇOS, ETC., AO
DRENAR O ÓLEO. TELA E PLUG DE DRENAGEM DA TRANSMISSÃO
/ CONVERSÃO

OBSERVAÇÃO:O conversor de torque e transmissão leva 9 galões Americanos (34 litros).

Limpe a tela usando um limpador do tipo solvente.

CUIDADOS DEVEM SER TOMADOS PARA EVITAR A EXPOSIÇÃO DA


PELE, RISCOS DE INCÊNDIO E INALAÇÃO DE GASES AO
UTILIZAR SOLVENTES.

Reinstale o plug de drenagem.


Reinstale a tela certificando-se de que as superfícies de vedação e acopla-
mento da tela estão completamente limpas de partículas estranhas que podem
causar vazamentos.
Mude o elemento filtrante após 250 horas em uma máquina nova, ou depois de
reconstruir e a cada 500 horas daí em diante. Mude o elemento filtrante
conforme destacado com 250 horas de serviço. Em seguida, prossiga com as
etapas restantes.

Remova respirador do conversor de


torque e da caixa de transmissão. RESPIRADORES LIMPOS
Limpe usando um limpador tipo solven-
te.

Reinstale os respiradores.
Adicione o óleo, conforme descrito, a
cada Serviço Diário / 10 Horas. Ve-
rifique o nível. Adicione o óleo antes
de dar partida no motor.

OBSERVAÇÃO: O conversor de torque e


trans missão leva 9 galões Americanos
(34 litros).

Figura 179
RESPIRADORES DA TRANSMISSÃO E CONVERSOR
DE TORQUE
SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO CLARK SÉRIE 18000

SERVIÇO DIÁRIO / 10 HORAS

ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO:

1. Posicione a alavanca de controle de marcha em ponto


morto.

2. Acione o freio de mão.

3. Desligue o motor.

4. Usando a pistola de graxa, lubrifique a


injeção.

5. Opere as alavancas para assegurar a distribuição ade


quada do lubrificante.

Figura 180
ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO

VERIFICAÇÃO DE NÍVEL DE ÓLEO DA TRANSMIS-


SÃO:

1. Posicione a alavanca de controle de marcha em ponto


morto.

2. Acione o freio de mão.

3. O óleo deve estar na temperatura operacional de


180°- 200°F (82°-93°C).

4. Com o motor em funcionamento, verifique o nível do


óleo . Este deve estar entre as marcas “Baixo” e “Cheio”
na vareta de verificação. Se o óleo deve ser completado,
desligue o motor e adicione o óleo através do tubo da
vareta.

OBSERVAÇÃO: Consulte a seção de “Especifica- Figura 181


ções de Lubrificação” neste manual, para óleo adequa- TRANSMISSÃO E CONVERSOR
do. VARETA E TUBO DE ENCHIMENTO

5. Depois que o óleo foi adicionado, ligue o motor e veri


fique novamente o nível de óleo.
50 HORAS DE SERVIÇO / SEMANAL

ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO:

1. Posicione a alavanca de controle de marcha em ponto


morto.

2. Acione o freio de mão.

3. Desligue o motor.

4. Limpe os pontos de articulação do câmbio de trans-


missão e lubrifique com CO (óleo de lata).
Qualquer óleo 10W vai funcionar

Figura 182
ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO

250 HORAS DE SERVIÇO

TRANSMISSION & TORQUE CONVERTER FILTER:

1. Posicione a alavanca de controle de marcha em ponto


morto.

2. Acione o freio de mão E desligue o motor.

3. Desparafuse o elemento do filtro do L.H. do lado supe-


rior da transmissão e descarte-o.

4. Instale o novo elemento. Cubra levemente o anel de


vedação do elemento com fluído de transmissão limpo
para assegurar uma vedação positiva. Parafuse manual-
mente com firmeza. Trocar o filtro

5. Ligue o motor e verifique se o nível de óleo é adequa-


do e se existem vazamentos.
Figura
Figura 182
183
ARTICULAÇÃO DA TRANSMISSÃO
FILTRO DA TRANSMISSÃO DE CÂMBIO
E CONVERSOR
SERVIÇO DIÁRIO / 10 HORAS

1. Posicione a alavanca de controle de marcha em


ponto morto.

2. Acione o freio de mão.


Dreno, Tela de Serviço e respi-
rador, então refill
3. O óleo deve estar à temperatura de operação de
180°F-200°F (82°C-93°C).

OBSERVAÇÃO: Isto vai colocar sedimentos em sus-


pensão e Também permitir que óleo seja drenado mais
livremente.

4. Desligue o motor.

5. Remova o plug de drenagem e a tela para dre


nar o óleo. Descarte o óleo.
Figura 184
PLUGS DE DRENAGEM DA
TENHA CUIDADO PARA EVITAR TRANSMISSÃO E CONVERSOR
QUEIMADURAS NAS MÃOS, BRA-
ÇOS, ETC., AO DRENAR O ÓLEO.

OBSERVAÇÃO: O conversor de torque e


transmissão leva 5 galões Americanos
(19 litros).

6. Limpe usando um limpador tipo solvente.

DEVE HAVER CUIDADO PARA


EVITAR A EXPOSIÇÃO DA
PELE, RISCOS DE INCÊNDIO
E INALAÇÃO DE VAPORES AO
USAR PRODUTOS DE LIMPEZA
TIPO DE SOLVENTE. Tela limpa

7. Reinstale o plug de drenagem.

8. Reinstale a tela certificando-se de que


as superfícies de vedação e acoplamento da
tela estão completamente limpas de partícu- Figura 185
las estranhas que podem causar vazamentos. TELA DA
TRANSMISSÃO E CONVERSOR
9. Remova o respirador da caixa. Limpe usando um
limpador tipo solvente.

10. Reinstale o respirador.

11. Adicione o óleo, conforme descrito, a cada Serviço


Diário / 10 Horas. Verifique o nível. Adicione o
óleo antes de dar partida no motor.


galões Americanos (19 litros).

Figura 186
RESPIRADOR DA
TRANSMISSÃO E CONVERSOR

LUBRIFICANTES RECOMENDADOS PARA ALIMENTAR A ARTICULA-


ÇÃO DA TRANSMISSÃO E CONVERSOR DE TORQUE CLARK
CONVERSORES

Temperatura ambiente predominante

C-3 Grau 30
Categoria “1” Óleo do Motor
Grau 30 API-CD, SE ou SF

MIL-L-2104C
Categoria “2” Grau 10
C-2 ou C-3 Grau 10
Óleo do Motor
Grau 10 API-CD , SE ou SF

Categoria “3”

Categoria “4”

Categoria “5”

NOTA:
As categorias 2 e 3 podem ser inferiores aos usados
em temperatura ambiente quando reservatórios pré-a-
quecidos são usados. A categoria 4 deve ser usada em
temperatura ambiente dentro da faixa mostrada.

ARTICULAÇÃO MODULADA DA TRANSMISSÃO


Transmissões série H200, H 125, 18000 e 28000 usam
apenas articulação modulada C-3 ou Categoria 3, itens
(1) e (2) *Dexron ou *Dexron 110. VEJA CUIDADOS ABAI-
XO. Transmissões séries 3000, 4000, 5000, 8000, 16000
usam apenas articulação modulada C-3 ou Categoria 3,
item (1) apenas *Oexron. Não use *Oexron 110. VEJA
CUIDADOS ABAIXO. Qualquer desvio deste item deve ter
a aprovação escrita da Clark Engenharia em Jackson,
Michigan.

ATENÇÃO: *Dexron 110 não é compatível com material de


fricção da placa de grafite da embreagem. *Dexron 110
•Dexron é uma marca registrada da não pode ser utilizado na alimentação da articulação
General Motors Corporation. da transmissão das séries 3000, 4000, 5000, 8000 ou
16000, ou HR28000 tendo o conversor lodr- up, ou o
conversor de série C270 tendo bloqueio p.
VERIFICAÇÃO DE PRESSÃO DO CONJUNTO DA EMBREAGEM
O guindaste é equipado com um medidor de pressão do conversor, localizado no painel
de instrumentos. A verificação visual pode ser feita para determinar se um conjunto de
embreagem está com defeito. A agulha deve permanecer aproximadamente na mesma posição
após cada mudança de marcha. Os seguintes procedimentos de teste determinarão se os
conjuntos de embreagem estão funcionando corretamente.

TRANSMISSÃO ALLISON

1. Acione o freio de mão e levante o guindaste sobre estabilizadores até que os qua-
tro pneus estejam acima do solo.

2. Use o pedal de freio de serviço para evitar que as rodas girem durante a execução
da verificação da pressão.

3. Mova a alavanca de controle através da primeira e segunda marcha e da marcha-ré.


Observe e registre as pressões em cada marcha, em ambas as rotações, alta e baixa.

NOTA: A leitura da pressão normal é de 180 ± 15 PSI (1,24 ± 0,10 MPa) em plena acele-
ração.
As pressões entre conjuntos de embreagem não deve variar em mais de 5 PSI (0,03 MPa).

4. Se as leituras variarem mais de 5 PSI (0,03 MPa) entre em contato com o seu
técnico ou consulte o manual da fábrica aplicável para testes adicionais.

TRANSMISSÃO CLARK 2420

1. Acione o freio de mão e levante o guindaste sobre estabilizadores até que os qua-
tro pneus estejam acima do solo.

2. Use o pedal de freio de serviço para evitar que as rodas girem durante a execução
da verificação da pressão.

3. Colocar a alavanca de velocidades alta-baixa em ponto morto e mover a alavanca de


controle para inverter posições. Observe e registre as pressões em cada marcha, tanto
de baixa quanto alta rotação.

NOTA: A leitura normal de pressão é de 260 ± 20 PSI (1’19 ± O.13 MPa).As pressões
entre conjuntos de embreagem não deve variar em mais de 5 PSI (0,03 MPa).

4. Coloque a alavanca de controle em ponto morto e mova a alavanca de alta-baixa ro-


tação da posição baixa para posição alta. Observe as pressões recordes em cada mar-
cha, tanto de baixa quanto alta rotações.

5. Se as leituras variarem mais de 5 PSI (0,03 MPa) entre em contato com o seu técni-
co ou consulte o manual da fábrica aplicável para testes adicionais.

TRANSMISSÃO CLARK SÉRIE 18000


1. Acione o freio de mão e levante o guindaste sobre estabilizadores até que os qua-
tro pneus estejam acima do solo.

2. Use o pedal de freio de serviço para evitar que as rodas girem durante a execução
da verificação da pressão.

3. Verifique todas as combinações do conjunto de embreagem, tanto de baixa quanto


alta rotação. Observe e registre as leituras de pressão.

A. Mova a alavanca de controle para a frente, em seguida, mova a alavanca de câm-


bio através de primeira, segunda e terceira marchas, e de volta.

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA


B.Mova a alavanca de controle para trás, em seguida, mova a alavanca de câmbio através de
primeira, segunda e terceira marchas, e de volta.

OBSERVAÇÃO: A leitura normal da pressão é de 200 ± 20 PSI (1,38 ± 0,13 MPa) em plena acele
ração.
As pressões entre conjuntos de embreagem não devem variar em mais de 5 PSI (0,03 MPa.

4. Se as leituras variarem mais de 5 PSI (0,03 MPa) entre em contato com o seu técnico ou
consulte o manual da fábrica aplicável para testes adicionais.

AJUSTE DO FREIO DE MÃO

Para que o freio de mão seja utilizado como um freio de emergência, este deve ser ajustado
quando as seguintes condições existirem: •

1. Quando o freio de mão é aplicado e a válvula “A” atingiu seu curso ascendente “B”.

Figura 187

2. Quando o freio de mão é aplicado e não há contato entre o tambor de freio e as


sapatas do freio.

3. Quando o freio de mão é aplicado e w.;th acelerador do motor entre l/3 a l/2. a
máquina é colocada em marcha para a frente e o freio não segura a máquina.

O ajuste do freio é executado girando-se o botão na alavanca de freio no sentido ho-


rário à posição desengatada, sem tensão no cabo. Este ajuste funciona até que a vál-
vula na parte traseira da alavanca atinja seu curso ascendente e nenhum outro ajuste
possa ser feito no punho da alavanca. O ajuste pode ser feito com contraporcas atra-
vés da base da caixa do assento.
INDICADOR DE DIREÇÃO TRASEIRA

Para a conveniência do operador, uma luz Um interruptor está localizado na roda


vermelha está instalada no painel de ins- traseira esquerda e ativa a luz indica-
trumentos para indicar que as rodas tra- dora do painel quando as rodas não estão
seiras não estão na posição de avanço. para frente.

Quando a luz vermelha estiver acesa, as


rodas não estão para a frente. Ao dire-
cionar as rodas traseiras e a luz se apa-
gar, as rodas estão em linha reta.

Figura 188 Figura 189


LUZ INDICADORA LUZ INDICADORA
AJUSTE DO PEDAL DE FREIO
EIXOS CLARK FDS-12152 & DS-17220

1. Levante guindaste com estabilizadores para que todos os quatro pneus estão acima do
solo.

2. Coloque a transmissão em ponto morto. Solte o freio de mão.

3. Remova as coberturas de borracha contra poeira da placa de apoio da sapata de freio


através de ranhuras (superior e inferior).

4. Usando a ferramenta de ajuste chave de roda estrela, gire a parte superior e in


ferior da roda estrelada envolvendo a ferramenta nos dentes das rodas estrela
e mova a ferramenta em direção ao eixo. Repita até que as lonas de freio se
arrastem pesadamente contra o tambor. Em seguida, recue o regulador da roda
estrela em 5 graus (cliques).

OBSERVAÇÃO: Pode ser possível alcançar uma condição de “não arrastar” no tambor
de freio recuando a roda estrela a menos de 5 graus. Isto pode ser melhor
detectado quando o operador aplica o pedal e depois de um grau ser recuado da
roda es trela, o operador aplica o pedal novamente e nenhuma ação de “arrastar”
exis
te, outro grau pode ser retirado.
5. Gire a roda e o tambor. Não deve haver nem qualquer “arrastar” da lona contra
o tambor.

6. Substitua a cobertura contra poeira.


OBSERVAÇÃO: Consulte a seção adequada do Manual de Fábrica para o procedimento de
ajuste completo.

EIXOS CLARK DS-13311

1. Remova as duas coberturas de borracha contra poeira das ranhuras de acesso para
ajuste da roda estrela (superior e inferior) na placa traseira da caixa do freio.

2. Usando a ferramenta de ajuste chave de roda estrela, gire a parte superior e infe-
rior da roda estrelada envolvendo a ferramenta nos dentes das rodas estrela e mova a
ferramenta em direção ao eixo. Repita até que as lonas de freio se arrastem pesada-
mente contra o tambor. Em seguida, recue o regulador para aliviar o atrito.

3. Gire a parte superior da roda estrela, envolvendo a ferramenta de ajuste da roda


estrela e movendo o punho da ferramenta na direção do eixo. Repita até que a lona do
freio se arraste pesadamente contra o tambor. Em seguida, recue o regulador da roda
estrelada para aliviar o atrito.

4. Abaixe firmemente o pedal para centralizar as sapatas, e novamente gire a roda es-
trela para diminuir a lona e aumentar a folga até que o atrito seja sentido no tam-
bor.

5. Alivie o atrito recuando o regulador da roda estrela em 5 graus (cliques).

6. Gire a roda e o tambor. Não deve haver qualquer ação de “arrastar” da lona contra
o tambor.

7. Substitua as duas coberturas de borracha contra poeira removidas na Etapa 1.

8. Repita os passos de 1 a 7 para todas as rodas.


EIXOS ROCKWELL

1. Levante guindaste com estabilizadores para que todos os quatro pneus es-
tão acima do solo.

2. Coloque a transmissão em ponto morto. Solte o freio de mão.

3. Remova o escudo de poeira do tambor de freio. Inspecione as lonas quanto


ao desgaste e necessidade de ajuste.

4. Com uma chave, gire os roletes do came para expandir a lona da sapata de
freio apertada contra o tambor da roda até que se arrastem.

5. Recue o came até que nenhuma ação de “arrastar” exista.

6. Aperte o pino de fixação da porca de bloqueio deixando 0.005” (0,13 mm) de


folga através do todo o arco das sapatas de freio.

OBSERVAÇÃO: Consulte a seção adequada do Manual de Fábrica para o procedi-


mento de ajuste completo.

EIXOS SOMA

1. Levante guindaste com estabilizadores para que todos os quatro pneus


estão acima do solo.

2. Coloque a transmissão em ponto morto. Solte o freio de mão.

3. Remova os dois plugs de cobertura contra poeira e os plugs de inspe-


ção de acesso e os orifícios de inspeção na cobertura contra poeira.

4. Usando disco de freio, gire cada roda estrela até que haja 0.010” a
0.020” (0,25 mm a 0,51 mm) de folga entre as sapatas de freio e o tambor.


OBSERVAÇÃO: Insira um calibrador através do orifício de inspeção para veri-
ficar a folga. Esta deve ser a mesma em ambos os lados.

5. Instale dois plugues de cobertura contra poeira e dois plugs de ins-


peção na cobertura contra poeira.

OBSERVAÇÃO: Consulte a seção adequada do Manual de Fábrica para o procedi-


mento de ajuste completo.
OPERAÇÃO DE FREIO DO GUINCHO E DA ROTAÇÃO

TODOS OS GRANDES REPAROS SÓ DEVEM SER EFETUADOS POR


TÉCNICOS EXPERIENTES. DESLIGUE A UNIDADE AO FAZER
AJUSTES E / OU REPAROS.

FREIO DO GUINCHO
Se o freio a tambor do guincho está funcionando corretamente, o seguinte
deve ocorrer durante a operação normal.
1. Ao içar uma carga, o freio deve permanecer na posição aplica-
da.O tambor de elevação tem uma embreagem de via única que permi-
te que o guincho levante a linha, sem liberar o freio. O cilindro
de freio pode mover-se ligeiramente, devido ao eventual retorno de
pressão na linha de drenagem, o que permitirá alguma rotação ao
tambor de freio.
2. Ao abaixar a carga, o cilindro de freio do guincho deve liberar
o freio, o que permite ao tambor de freio alguma rotação.
Se o guincho não funciona como declarado anteriormente e/ou a carga de-
riva, pode ser por uma das causas seguintes:
1. A mola do olhal pode não estar tensionada adequadamente.
2. Com as alavancas de controle em ponto morto, a haste do freio do
guincho não está livre para girar.
3. A haste pode estar ajustada para uma posição muito longa onde
não permitirá que o freio seja totalmente aplicado.
4. O regulador de fluxo, 1 GPM (4 lpm) pode estar parcialmente ou
completamento obstruído.
5. A coroa do cilindro da válvula de retenção pode ter sido travada
na posição aberta.
6. O cilindro do freio pode estar riscado e travando.
7. As sapatas de freio podem estar deslizando devido à estarem man-
chadas ou encharcadas de óleo, e devem ser substituídas.
8. Pastilhas de freio podem estar vidradas, o que pode ser removido
por polimento.
OBSERVAÇÃO: Estes itens só devem ser atendidos por técnicos de ser-
viço experientes usando o manual de fábrica adequado.

FREIO ROTATÓRIO
Se o freio rotatório está operando corretamente, o cilindro deve
ser liberado quando a lança é girada em qualquer direção. Quando
ambas as alavancas de controle retornam ao seu estado de ponto mor-
to, o freio deve ser aplicado. Caso contrário, pode ser por uma das
causas seguintes:
1. A mola do olhal pode não estar tensionada adequadamente.
CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA
Com as alavancas de controle rotatório em ponto morto, a haste do freio
do guincho não está livre para girar.

A haste pode estar ajustada para uma posição muito longa onde não per-
mitirá que o freio seja totalmente aplicado.

O regulador de fluxo, 1 GPM (4 lpm) pode estar parcialmente ou completa-


mento obstruído.

TRANSPORTE

Certas precauções devem ser observadas quando o guindaste for enviado para uma nova
localização. As condições climáticas durante o trânsito e no destino, o método de
transporte e o tempo no trânsito devem determinar as precauções a serem tomadas.

Se o guindaste estará em trânsito por um longo período de tempo ou não vai ser
usado imediatamente após a sua chegada, devem ser tomadas as mesmas precauções
para o transporte, conforme descrito para o armazenamento. A única exceção é que a
bateria deve ser desconectada.

As seguintes precauções devem ser suficientes se o guindaste estará em trânsito


apenas por alguns dias.

Aumentar a pressão de ar nos pneus vários quilos acima da pressão normal


de funcionamento. Isso vai evitar que o guindaste salte excessivamente
durante o transporte.

Drene o radiador se não for enchido com anticongelante.

Desligue a bateria.

Limpe todas as superfícies brilhantes e cubra com uma camada pesada de


graxa para evitar ferrugem.

Bloqueie as rodas. Os blocos devem ser 8”-12” (203,20 mm a 304,80 mm) de


altura e serrados para caber os pneus. Coloque blocos de pelo menos 6”
(152,40 mm) de altura contra ou fora de cada pneu. Pregue todos os blo-
cos firmemente.

Amarre o guindaste para baixo com fio de grosso calibre, cintas de aço,
cabos ou correntes.
Amarre a extremidade dianteira e traseira do guindaste para baixo em am-
bos os lados.
ARMAZENAMENTO

O Guindaste deve ser armazenado em um local protegido e seco quando não for utilizado
por um longo período de tempo. Deixar uma unidade em um campo aberto ou quintal, ex-
posta a chuva e neve, vai encurtar sua vida útil.

Ao retirar um guindaste de serviço por um período de tempo prolongado, siga estes pas-
sos:
Limpe toda a sujeira e lama da máquina.

Pinte todas as superfícies brilhantes com uma cobertura pesada de graxa.

Retoque áreas pintadas onde a pintura foi arranhada.

Lubrifique a máquina por completo, conforme descrito na seção de lubrifi-


cação.

Consulte o manual do operador para o motor quanto ao procedimento de ar-


mazenamento do motor.

Levante todas as rodas até que estejam fora do chão. Coloque blocos sob
os eixos dianteiro e traseiro de forma que nenhum peso seja suportado
pelos pneus.

Remova a bateria e guarde-a onde não será danificada. Carregue a bateria


uma vez a cada quatro a seis semanas para que não descarregue por com-
pleto.

Remova as almofadas de assento e outros itens perecíveis da máquina e


guarde onde não serão danificadas.
Precauções adequadas devem ser tomadas para evitar a formação de ferrugem nas
diversas caixas e tanques de armazenamento quando a máquina for armazenado por
um longo tempo. Com exceção do cárter do motor, todas as outras caixas e tanques
devem ser enchidos para até sua capacidade máxima com o lubrificante prescrito ou
líquido para essa área particular. Consulte o manual do operador do motor sobre o
armazenamento prolongado.
ADESIVOS

GRÁFICO DOS ADESIVOS

ADESIVO Nº LOCALIZAÇÃO QUANTIDADE

SOB A TAMPA DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

FUNDO DA CAIXA DA TRANSMISSÃO


CLARK 2420

PARTE SUPERIOR DA CAIXA DA TRANSMISSÃO


CLARK 2420

DIFERENCIAL • FRENTE E TRASEIRA


DO PLUG DE NÍVEL

PARTE SUPERIOR DO TANQUE DE ÓLEO HIDRÁULICO


CAIXA DE TRANMISSÃO ALLISON - PARTE SUPE-
RIOR – OU TRAMISSÃO CLARK1 8000 – ATRAVÉS DA
VARETA DE MEDIÇÃO NA ESTRUTURA

GRÁFICO DE LUBRIFICAÇÃO SOB A TAMPA DA CAIXA DE FERRAMENTAS

LOCALIZAÇÕES DO CHASSIS

LOCALIZAÇÕES NA CABINE
LISTA DE ADESIVOS

SE UM ADESIVO DE SEGURANÇA FOR DESFIGURADO OU SE TORNAR ILEGÍVEL,


DEVE SER SUBSTITUÍDO. PARA AJUDAR O OPERADOR A EXECUTAR ESTA TA-
REFA, UM GRÁFICO DA LOCALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DESTES ADESIVOS É
APRESENTADA AQUI.

Nº DA PEÇA DESCRIÇÃO QUANTIDADE

GALION
DESLIGAMENTO DE EMERGÊNCIA (DETROIT DIESEL)
ESPECIFICAÇÕES DE COMBUSTÍVEL
GALION
CUIDADO – PARE ANTES DE REVERTER
NÍVEL DE ÓLEO DA TRANSMISSÃO (TRANSMISSÃO CLARK 2420)
PLUG ENCHIMENTO DA TRANSMISSÃO(TRANSMISSÃO CLARK 2420)
ALTERNADOR
VÁLVULA DE CONTROLE
CONTROLE DO ESTABILIZADOR
GALION
CONTROLE DE ACIONAMENTO(TRANSMISSÕES CLARK 2420 & SÉRIE
18000)
CONTROLE DE ACIONAMENTO(TRANSMISSÃO CLARK 2420)
SÉRIE A
COROA - 4 SEÇÃO DA LANÇA
ROTATÓRIA
NÍVEL DE ÓLEO
ÓLEO HIDRÁULICO
GUINCHO RÁPIDO
CUIDADOS COM O GRÁFICO DE CARGA
SINAIS DE MÃO
GALION – MILHAS A FRENTE
FECHAMENTO (DETROIT & DEUTZ DIESEL)
AFOGAMENTO (IH GASOLINA)
CUIDADO - CARREGANDO
ENCHIMENTO DA TRANSMISSÃO (TRANSM. ALLISON & CLARK SÉRIE
18000)
CLASSIFICAÇÃO DE CARGA SEGURA - 3 SEÇÃO DA LANÇA
CLASSIFICAÇÃO DE CARGA SEGURA - 4 SEÇÃO DA LANÇA
CUIDADO – QUALIFICAÇÃO DO OPERADOR
PERIGO - ELÉTRICA
CUIDADO - QUALIFICAÇÃO DO OPERADOR
PERIGO - ELÉTRICA
PERIGO - ELÉTRICA
CUIDADO – OPERAÇÃO SEGURA
CONTROLE DE ACIONAMENTO (TRANSM. SÉRIE CLARK 18000)
CUIDADO – DOIS BLOQUEIOS
OPERACIONAL Seção 3
Páginas 5

SISTEMA DE GUINDASTE HIDRÁULICO


Uma bomba conjunta de 30 e 50 litros por minuto (GPM) (114 e 189 litros por minu-
to) (LPM) e capacidade nominal é acionada diretamente no final do virabrequim do
motor.

BOMBA DE TRINTA GALÕES

O fluxo da bomba 30 GPM (114 lpm) é dirigido para um regulador de fluxo, onde 11 GPM
(42 lpm) são desviados através da válvula de reforço da direção da roda dianteira.
Isto fornece o fluxo quando necessário para a direção da roda dianteira e freios
elétricos.

Após este fluxo regulado passar pela válvula de direção ele vai para uma válvula de
desvio e se junta ao óleo separado para direção frontal com o óleo que foi ignora-
do na válvula de regulagem. Este fluxo agora tem um volume de até 30 GPM (114 lpm),
dependendo da velocidade do motor.

O fluxo agora vai para a extremidade esquerda do controle coletor (secundário), e


através de um sistema de válvula de fluxo de série torna-se disponível para ser
utilizado por todas as válvulas neste múltiplos

Controle de estabilizadores
Os controles dos estabilizadores vão usar este fluxo se as válvulas de controle
forem operadas uma vez que as válvulas são do tipo de série; quando o óleo é dire-
cionado para o cilindro do estabilizador, o óleo que está armazenado no lado opos-
to do pistão é empurrado para fora pelo movimento do pistão e reflui para o coletor
para ser utilizado com outros controles de baixo fluxo.

Direção Traseira
A válvula a seguir controla o coletor de fluxo para os cilindros de direção trasei-
ra.

Rotatório
O fluxo de 30 GPM (114 lpm) vai da válvula de direção traseira para a válvula de
vapor. Esta válvula controla o fluxo de óleo para o acionamento do motor de oscila-
ção para girar a lança e o pedestal.

Quando esta válvula dirige um fluxo de óleo para o motor de rotação, uma pequena
parte do fluxo passa para o cilindro de freio rotatório. Este é um cilindro simples
que libera o freio quando o óleo é fornecido durante a operação do motor de rota-
ção.

Quando a válvula de controle de oscilação é retornada para a posição neutra, o


óleo é drenado para fora do cilindro de freio e uma mola aplica o freio para ao
eixo de entrada e impede a rotação do suporte da lança.

Continua na proxima pagina


Seção 3 OPERACIONAL
Páginas 6

Linha de Baixa Velocidade


O fluxo de 30 GPM (114 lpm) é fornecido ao motor de elevação pela próxima válvula do
distribuidor. Este fluxo é canalizado através da junta rotativa no pedestal do guin-
daste.

OBSERVAÇÃO: Quando o guincho está levantado o freio do guindaste talha não está
liberado. Uma embreagem de suporte permite que o tambor de elevação gire enquan-
to o freio e aplicado. No entanto, quando guincho é abaixado uma pequena parte
dos 30 GPM (114 LPM) é encaminhada através de uma linha piloto para o único ci-
lindro de freio em atuação permitindo que o freio seja liberado. Quando a opera-
ção de redução pára, o óleo é drenado para fora do cilindro do freio e uma mola
aplica o freio ao eixo de entrada, impedindo a rotação do tambor de guincho.

BOMBA DE CINQUENTA GALÕES

O fluxo de 50 GPM (189 LPM) é encaminhado para o coletor principal localizado sob o
pedestal da lança. O controle das válvulas deste coletor é feito através de cabos
tipo de avião que conectam as alavancas de comando com as válvulas.

Linha de Velocidade Intermediária


A primeira válvula no sistema de 50 GPM (189 LPM) fornece um fluxo de 50 GPM (189
LPM) para o motor do guindaste.

OBSERVAÇÃO: Quando o guincho está levantado o freio do guindaste talha não está
liberado. Uma embreagem de suporte permite que o tambor de elevação gire en-
quanto o freio e aplicado. No entanto, quando guincho é abaixado uma peque-
na parte dos 50 GPM (189 LPM) é encaminhada através de uma linha piloto para o
único cilindro de freio em atuação permitindo que o freio seja liberado. Quan-
do a operação de redução pára, o óleo é drenado para fora do cilindro do freio
e uma mola aplica o freio ao eixo de entrada, impedindo a rotação do tambor de
guincho.

Linha de Alta Velocidade


Opera ambas as linhas tanto de baixa velocidade a linha de velocidade intermediária
e as controla em conjunto para obter a linha de alta velocidade. Isto produzirá um
fluxo combinado de até 80 GPM (303 lpm) para o motor de elevação.

OBSERVAÇÃO: Quando o guincho está levantado o freio do guindaste talha não


está liberado. Uma embreagem de suporte permite que o tambor de elevação gire
enquanto o freio e aplicado. No entanto, quando guincho é abaixado uma peque-
na parte dos 80 GPM (303 LPM) é encaminhada através de uma linha piloto para o
único cilindro de freio em atuação permitindo que o freio seja liberado. Quan-
do a operação de redução pára, o óleo é drenado para fora do cilindro do freio
e uma mola aplica o freio ao eixo de entrada, impedindo a rotação do tambor de
guincho.
Seção 3
OPERACIONAL Páginas 7

Coroa da lança

O fluxo de 50 GPM (189 lpm) é então fornecido à válvula da coroa da lança. Este flu-
xo é enviado através da tubulação para o cilindro da coroa e estende ou retrai as
seções deslizantes da lança.

NOTA: Quando a lança é estendida uma pequena porção dos 50 GMP (189 lpm) é dire-
cionada através da linha piloto para o único cilindro de freio em atuação permi-
tindo que o freio seja liberado. Esta ação permite que o cabo de aço seja retirado
do tambor do guincho sem danificar componentes nem o próprio cabo. Quando a alavan-
ca de controle retorna ao ponto morto, o óleo é drenado do cilindro do freio e uma
mola aplica o freio ao eixo de entrada para impedir a rotação do tambor do guin-
cho.

Elevação da Lança

A partir da última válvula do distribuidor, o fluxo de 50 GPM (189 lpm) é canaliza-


do para o cilindro de elevação da lança para elevar ou abaixar a lança.

NOTA: Quando a lança é estendida uma pequena porção dos 50 GMP (189 lpm) é dire-
cionada através da linha piloto para o único cilindro de freio em atuação permi-
tindo que o freio seja liberado. Esta ação permite que o cabo de aço seja retirado
do tambor do guincho sem danificar componentes nem o próprio cabo. Quando a alavan-
ca de controle retorna ao ponto morto, o óleo é drenado do cilindro do freio e uma
mola aplica o freio ao eixo de entrada para impedir a rotação do tambor do guin-
cho.
Seção 3
Páginas 8
OPERACIONAL

CONTROLES DE OPERAÇÃO – TRANSMISSÃO CLARK SÉRIE 18000

1. ALAVANCA DE DESCONEXÃO DO EIXO DIANTEIRO

a. Para acionar a tração nas quatro rodas, pare o guindaste com as ro-
das dianteiras e traseiras em linha reta. Posicione a alavanca de contro-
le (Veja Ref. 2) em “ponto morto” e aplique leve pressão manual ao eixo de
desconexão, sempre em direção à frente do guindaste. Se o eixo de descone-
xão não engatar, continue a aplicar a pressão manualão alavanca de contro-
le e vire o volante para a esquerda e depois para a direita. quando a tra-
ção nas quatro rodas estiver acionada, a alavanca de desconexão permanecerá
na posição para a frente.

b. Para desconectar a tração nas quatro rodas, pare o guindaste e puxe a


alavanca de desconexão completamente para trás. Quando a tração nas quatro
rodas for desengatada, a alavanca permanecerá na posição recuada.

ATENÇÃO! Não rode com o guindaste com a tração nas quatro rodas
ativada.
Seção 3
OPERACIONAL Páginas 9

2. ALAVANCA DE CONTROLE DE AVANÇO E RETROCESSO

a. A alavanca deve estar em ponto morto (centro) para ligar o guindaste.

b. Quando o guindaste é ligado, posicione a alavanca de câmbio para avanço/


retrocesso movendo-a na direção do curso desejado.

Pare totalmente o guindaste antes de mudar a direção do curso.


Não MUDE “PARA BAIXO” em alta velocidade. Mudanças podem ser
feitas no sentido “PARA CIMA” ou “PARA BAIXO” sob carga ou cur-
so em velocidades mais baixas. Solte o pedal do acelerador do
motor ao mudar “PARA BAIXO” com velocidades normal de curso.

3. CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR

a . Puxe para trás para aumentar a velocidade.

b. Flexione a alavanca no sentido horário para travar a velocidade desejada


do motor.

ATENÇÃO! Não bloqueie a alavanca de controle de velocidade mo-


tor do motor ao se locomover. Certifique-se que o bloqueio está
totalmente liberado antes de iniciar a movimentação.

4. ALAVANCA DE CÂMBIO (com TRANSMISSÃO CLARK SÉRIE)

a. Puxe a alavanca totalmente para trás para engatar a “PRIMEIRA”


marcha.
b. A posição média é a “segunda” marcha.
c. Empurre a alavanca totalmente para a frente para a “terceira”
marcha.

ATENÇÃO! Não tente usar uma alavanca alto fluxo de abrangência


(Consulte Ref.9), enquanto guindaste está se movendo.

d . Para faixas de velocidade, consulte “Especificações gerais” na Seção 5 deste


manual.

ATENÇÃO! Declives: Ao encontrar um declive, mude a transmissão


para uma marcha mais baixa. A diminuição de marcha permitirá
ao motor fornecer uma potência adicional de frenagem dinâmica.
A inclinação da série, carga e tipo de terreno deve ser sempre
levada em consideração.

5. ACELERADOR DO MOTOR

a. Operado pelo pé. Pressione para baixo para aumentar a velocidade do motor.

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA


Seção 3
Páginas 10 OPERACIONAL

6. PEDAL DE FREIO DE SERVIÇO

a. Operado pelo pé. Pressione para baixo para ativar freio.

7. CABO DE DESLIGAMENTO DOS MOTORES DIESEL (DETROIT DIESEL)

NOTA: Em unidades do modelo posteriores o cabo de desligamento está localizado atrás


da alavanca de controle de transmissão localizada à direita do assento do operador.

a. Este cabo é utilizado para desligamento normal, consulte a seção “Procedimento de


desligamento” neste manual.

8. ALAVANCA DO FREIO DE MÃO

a. Puxe para cima para aplicar freio.

b. Empurre para baixo (para uma posição horizontal) para liberar o freio.

c. Gire o botão no topo da alavanca de ajuste do freio. Consulte “Ajuste de Freio de


mão” na Seção 4 deste manual, para obter mais informações.

9. FAIXA ALTA/BAIXA DA ALAVANCA

a. Puxe a alavanca para trás para engatar a faixa “BAIXA” de velocidade.

b. Empurre a alavanca para a frente para engatar a faixa “ALTA” de velocidade.

ATENÇÃO! Pare totalmente o guindaste antes de deslocar a ala-


vanca para mudar as faixas de velocidade.

10. CABO DE DESLIGAMENTO DE EMERGÊNCIA (DETROIT DIESEL)

a. S Consulte a seção “Procedimento de Desligamento” neste manual.

OBSERVAÇÃO: NÃO use O cabo de desligamento de emergência para o desligamento de


rotina. O uso regular de cabo de desligamento de emergência pode causar danos ao
motor. Consulte a Ref. 7, para o desligamento de rotina do motor a diesel.
Seção 3
OPERACIONAL Páginas 11

PAINEL DE INSTRUMENTOS

Figura 3
DETROIT DIESEL AND ACESSÓRIOS DO MOTOR
Seção 3
Páginas 12
OPERACIONAL

MEDIDORES
Os medidores no painel de instrumentos foram instalados para auxiliar na OPERACÃO
do guindaste em sua capacidade nominal. Ao observá-los frequentemente, o operador
pode obter uma indicação da condição dos sistemas de acionamento do motor. Se con-
dições anormais são indicadas, o operador pode fazer os ajustes ou reparos neces-
sários antes que os que resultem em danos excessivos. Além disso, um contador de
horas foi instalado para auxiliar o operador no cuidado e manutenção do guindaste,
de acordo com os “gráficos e tabelas periódicas Serviço” dados neste manual.

CLUSTER GAUGE

14280
Seção 3
OPERACIONAL Páginas 13

VOLTÍMETRO
O VOLTÍMETRO indica o estado da bateria, antes e depois de operar o motor. Uma ba-
teria descarregada pode ser detectada imediatamente, sem ser pego despreparado com
uma situação de arranque lento. Baterias sobrecarregadas pode ser detectadas ime-
diatamente, sem a necessidade de um período de controle de utilização de água de
bateria. Além disso, o voltímetro mostra a quantidade de tensão a ser produzida
pelo circuito de carga.

Antes de dar partida no motor

LIGUE a chave e observe o voltímetro. O ponteiro deve estar na primeira zona verdes
(entre 12 e 12,9 Volts). Se ponteiro indica uma voltagem abaixo desta zona (menos
de 12 volts), a bateria está descarregada.

A leitura constante na primeira zona VERMELHA (menos de 11,2 Volts) pode indicar a
necessidade de uma inspeção completa na bateria e / ou sistema de carga.

Enquanto aquecido - motor funcionando acima da marcha lenta

Faça verificações periódicas do voltímetro, enquanto trabalhava na máquina. O pon-


teiro deve estar na segunda zona VERDE (entre 13,2 e 15,2 Volts).

Se ponteiro indica uma voltagem abaixo desta zona (menos de 13,2 volts), o ajuste
do regulador de tensão podem ser necessário. Se a tensão é inferior a 12,5 Volts
(dentro da zona verde acima), o alternador pode estar com defeito.

Se ponteiro indica uma tensão maior do que a segunda zona verde, na zona vermelha
inferior (superior a 15,2 Volts), o regulador de tensão está fora de ajuste. Nunca
permita que a tensão exceda 16 Volts, já que isso pode resultar em sérios danos ao
sistema elétrico.

Depois de desligar o motor

Mais uma vez ligue a chave e observe o voltímetro. O ponteiro deve estar na primei-
ra zona VERDE (entre 12 e 12,9 volts). Se ponteiro indica uma tensão acima desta
zona (em excesso de 12,9 Volts), reinicie o motor e verifique a tensão com o motor
ligado acima da marcha lenta. Tal condição indica uma bateria sobrecarregada.

OBSERVAÇÃO: Sugere-se que apenas pessoal treinado e qualificado tente ajustar o regulador
de tensão.

OBSERVAÇÃO: O regulador de tensão é compensado para permitir que o sistema elétrico para
produzir mais tensão durante o tempo frio. Portanto, o voltímetro vai mostrar
valores mais elevados durante o tempo frio do que em climas quentes.

OBSERVAÇÃO: Dependendo da temperatura ambiente, o voltímetro pode exigir de 2 a 3 minutos


para passar a uma leitura estável após ligar a ignição.
Seção 3
Páginas 14 OPERACIONAL

MEDIDOR DE TEMPERATURA DO CONVERSOR

A Figura 5, ilustra o medidor de tempera-


tura do conversor. A temperatura do fluido
de transmissão utilizada no sistema de
acionamento é indicada antes que retorne
ao reservatório mais frio. Esta tempera-
tura não deve exceder 250ºF(121ºC). Tem-
peraturas iguais ou até mesmo perto de
250ºF(121ºC) podem indicar a necessidade
de manutenção devido à operação inadequa-
da do refrigerador ou outro mau funciona-
mento do sistema.

As faixas operacionais normais para as


várias transmissões são as seguintes:
Figura 5
Clark Série 18000
180º – 200ºF (82º-93ºC)

HORÍMETRO

A Figura 6 ilustra o horímetro. Ele re-


gistra o tempo de operação do motor de-
corrido. Isso, então, corresponde à
quantidade de tempo que a máquina está
em operação. Preste especial atenção na
quantidade de horas na máquina de forma
que possa ser feita manutenção, conforme
descrito em “Gráficos e tabelas periódicas
de Serviços” na Seção 4, deste manual.

MEDIDOR DE PRESSÃO DA TRANSMISSÃO Figura 6


A Figura 7 ilustra o medidor de pressão
da transmissão. Este indica a pressão do
óleo na bomba de carga que é utilizada
para fornecer os conjuntos de embreagem
da transmissão e o fluxo de óleo através
do conversor de torque.

Consulte “Verificações de transmissão” na


Seção 4 deste manual para obter mais in-
formações.

Figura 7
Seção 3
OPERACIONAL Páginas 15

PROCEDIMENTO DE IGNIÇÃO
DETROIT DIESEL
1. Acione o freio de mão.

2. Coloque a alavanca de controle em ponto morto.

3. Pressione o pedal do acelerador cerca de 1/3 do seu curso total, ou mova a


alavanca de controle de velocidade para trás cerca de 1/3 e gire no sentido ho-
rário para travar.

4. Empurre completamente o cabo de desligamento do motor. Certifique-se de que o


cabo de desligamento de emergência não foi ativado (Veja Figura 8}. Substituir
se necessário (ver Figura 9}.

5. Gire a chave de ignição no sentido horário para a posição “INICIAR” para


acionar a marcha do motor.
ATENÇÃO! Nunca opere a marcha do motor por mais de 30 segundos de cada
vez. Se o motor não arrancar, permita que o motor de arranque esfrie por
2 a 3 minutos antes de pôr em marcha novamente.

Se o motor não der partida após quatro tentativas, uma inspeção deve ser fei-
ta para determinar a causa. Talvez na operação de desligamento rápido o cabo de
emergência foi puxado. Se assim for, a armadilha no coletor de admissão deve ser
reinicializada (Veja Figura9}.

Figura 8 DEFINIÇÃO Figura 9


CORRETA DEFINIÇÃO INCORRETA (REINICIALIZE)

Depois que o motor foi ligado, permita que o controle de velocidade do motor
permaneça na sua posição de partida por 5 a 10 minutos; momento no qual uma car-
ga leve pode ser aplicada. Depois que o motor atinge as temperaturas operacio-
nais normais, uma carga completa pode ser operada.
Seção 3
Páginas 16 OPERACIONAL

MOTOR DETROIT DIESEL

1. Acione o freio de mão.

2. Coloque a alavanca de controle em ponto morto.

3. Pressione o pedal do acelerador cerca de 1/3 do seu curso total, ou mova a


alavanca de controle de velocidade para trás cerca de 1/3 e gire no sentido ho-
rário para travar.

4. Gire a chave de ignição no sentido horário para a posição “INICIAR” e aper-


te o botão de ignição.

5. Quando o motor começar a funcionar, libere o botão de ignição e deixe a cha-


ve na posição “LIGADA”

ATENÇÃO! Nunca opere a marcha do motor por mais de 30 segundos de cada


vez. Se o motor não arrancar, permita que o motor de arranque esfrie por
2 a 3 minutos antes de pôr em marcha novamente.

Depois que o motor foi ligado, permita que o controle de velocidade do motor
permaneça na sua posição de partida por 5 a 10 minutos; momento no qual uma car-
ga leve pode ser aplicada. Depois que o motor atinge as temperaturas operacio-
nais normais, uma carga completa pode ser operada.
Seção 3
OPERACIONAL Páginas 17

PROCEDIMENTO DE DESLIGAMENTO
DETRO IT DIESEL

É importante colocar o motor em marcha lenta por três a cinco minutos antes de
desligar, para permitir que a lubrificação e o resfriamento transportem o calor
para longe de câmara de combustão, rolamentos de eixos, etc.

1. Coloque a alavanca de controle em ponto morto e acione o Freio de Mão.

2. Deixe o motor em marcha lenta durante 3 a 5 minutos, para evitar aumento de


calor.

3. Gire a chave de ignição para a esquerda para a posição “DESLIGADA” e retire


o cabo de desligamento do motor.

4. Depois que o motor parar, empurrar cabo completamente para dentro.

ATENÇÃO! Não use cabo de desligamento de emergência para o desligamento de


rotina. O uso regular deste cabo pode causar perda de desempenho do motor.

Se o motor não desligar usando cabo de desligamento normal, use o cabo de desliga-
mento de emergência. Depois que o motor parar, redefina a armadilha no coletor de
admissão.

Investigue a causa da falha do cabo de desligamento normal.

MOTOR DIESEL D359T

É importante colocar o motor em marcha lenta por três a cinco minutos antes de
desligar, para permitir que a lubrificação e o resfriamento transportem o calor
para longe de câmara de combustão, rolamentos de eixos, etc.

1. Coloque a alavanca de controle em ponto morto e acione o Freio de Mão.

2. Deixe o motor em marcha lenta durante 3 a 5 minutos, para evitar aumento de ca-
lor.

3. Gire a chave de ignição no sentido anti-horário para a posição “DESLIGADA”.


Seção 3
Páginas 18 OPERACIONAL
APLICAÇÃO
As classificações mostradas no gráfico de carga do guindaste (montado na tampa do pai-
nel de instrumento) são as cargas máximas permitidas, NÃO cargas práticas de traba-
lho. As classificações (mostradas no gráfico) acima da linha pesada são baseadas em
competência hidráulica ou estrutural da máquina e não na estabilidade da máquina.

O raio operacional é a distância horizontal desde o eixo de rotação, antes do carre-


gamento, até a linha de elevação vertical que maneja a carga aplicada.

O peso dos ganchos, blocos de gancho, tipoias e outros dispositivos de manuseio de


carga, exceto o cabo do guindaste, deve ser considerado como parte da carga.

Cargas práticas de trabalho dependem de como máquina está nivelada, das superfícies
de apoio, vento e outros fatores que afetam a estabilidade. Em ambientes perigosos,
a experiência do pessoal e o tratamento adequado devem ser levados em conta pelo
operador.

O posicionamento ou operação de raios e comprimentos de lança ou da lança além dos


máximos e mínimos mostrados (na tabela de carga) não ´r aconselhável ou aprovado.

As instruções a seguir o ajudarão a obter o máximo de eficiência deste guindaste.

ATENÇÃO! Nunca exceda as capacidades do gráfico de carga.

CAPACIDADES DE CARGA: Este guindaste é avaliado em 10 pés (3.048 m) de raio


com sua carga máxima {ver Ilustração I, página 19). Aumentar o raio diminui a
quantidade de carga útil. O raio pode ser alterado, aumentando ou diminuindo
a lança ou pela extensão/retração da seção ou seções telescópica da lança.

LEVANTAMENTO DE PESO DESCONHECIDO: Quando as cargas que devem ser levantadas


não são conhecidas com precisão, a pessoa responsável pelo trabalho deve ve-
rificar para que o peso da carga não exceda o gráfico de classificação de carga
do guindaste no raio em que deve ser levantado.

OBSERVAÇÃO: Sempre utilize estabilizadores para a estabilidade máxima de elevação.

LEVANTAMENTO DE PESO CONHECIDO: O gráfico de carga é o fator governante ao le-


vantar pesos conhecidos. O gráfico de carga é avaliado com os estabilizadores
completamente abaixados, até que os pneus deixem o chão. É recomendado que
você analise a situação em qualquer elevador, como precaução contra quedas.
Sempre que possível, levante e balance cargas entre a área frontal do amor-
tecedor do estabilizador (ver Ilustração 11, página 19). Isto pode ser feito
pelo posicionamento da frente do guindaste, como mostrado na Figura 11. Esta
ilustração mostra uma carga no topo de um edifício a ser baixada para o chão.
A carga é retirada no ponto (A), volta-se para a direita e para baixo (B).

COLETAR E TRANSPORTAR: o aparador do guindaste tem a capacidade de coletar e


transportar cargas sem trabalho adicional. Não há bloqueios manuais sobre o
eixo traseiro. A oscilação é controlada com suportes elastoméricos entre a
moldura principal e os suportes do eixo traseiro. O guindaste é elastomérico
montado em duas áreas distintas: uma - a montagem elastomérica do eixo tra-
seiro, dois - os pneus. A montagem do eixo traseiro vai esticar e comprimir
ao içar uma carga que está em condição operacional normal. É muito importante
manter os pneus na pressão máxima. Pneus inflados causarão movimento desneces-
sário da lança
ITEM 3
OPERAÇÃO Página 19

Ao guinchar uma carga, um raio maior e cargas mais pesadas ampliarão as


condições apresentadas a seguir. Recomendamos que você avalie as condições
prevalecentes ao operar essa máquina com uma carga suspensa e determine as
precauções de segurança necessárias em cada caso específico.Os seguintes
fatores devem ser considerados antes de tentar levantar selecionar e carregar
uma carga.

Alinhe a haste de apoio para a frente do deslocamento da máquina.


Mantenha a haste de apoio nessa posição ao girar a máquina. Apenas gire
quando for necessário, na velocidade mais baixa, e em um grande raio
de giro (veja a Ilustração III, Página 19).
Utilize o comprimento mais curto possível da haste de apoio.
Mantenha a carga o mais próxima possível do chão, conforme à permissão das condições.
Arranje cabos de apoio para evitar que a carga balance. Isso pode
causar uma alteração no raio. Uma alteração no raio poderia exceder o
índice de tabela de carga ou resultar em uma condição de tombamento.
Coordene a velocidade de condução para se adequar às condições.
Evite dar arrancadas e parar subitamente.
Nunca conduza com as retrancas abaixadas, já que elas podem se prender
em uma obstrução.
ITEM 3
Página 20 OPERAÇÃO
LEVANTAMENTO COM ESLINGA

PORCENTAGEM MÁXIMA DA CARGA


Ao guinchar com eslingas, o desenho da linha abaixo representa diversos ângulos
presos à carga. As percentagens representam o número máximo de cargas que podem
ser guinchadas seguramente. O nível máximo de segurança da carga diminuirá à
medida que o ângulo aumenta.

Figura 10
OPERAÇÃO ITEM 3
Página 21

SINAIS DE MÃO PADRÃO

GUINCHAR: com o antebraço na posição ABAIXAR: com o braço estendido para USAR O GUINCHO PRINCIPAL: coloque UTILIZAR O CABO AUXILIAR (Guincho
vertical, e o dedo indicador apontan- baixo, apontando o dedo indicador a mão na cabeça, e em seguida, use Auxiliar): toque no cotovelo com
do para cima, mova a mão em pequenos para baixo, mova a mão em pequenos sinais comuns. uma mão, e então use sinais comuns.
movimentos horizontais circulares. movimentos horizontais circulares.

ERGUER A HASTE DE APOIO: braço es- ABAIXAR A HASTE DE APOIO: com o braço MOVER LENTAMENTE: use uma mão para LEVANTAR A HASTE DE APOIO E ABAIXAR
dar qualquer sinal de movimento e co- A CARGA:com o braço estendido e o
tendido, mão fechada com o polegar estendido e a mão fechada, aponte o loque a outra mão sem movimentá-la na polegar apontando para cima, flexione
apontando para cima. polegar para baixo. frente da outra que está em movimento os dedos para dentro e para fora à
(guincho mostrado devagar, conforme medida que o movimento da carga seja
o exemplo).. necessário.

ABAIXAR A HASTE DE APOIO E LEVANTAR


A CARGA:com o braço estendido, e o BALANÇO: braço estendido, aponte PARAR: com o braço estendido e PARADA DE EMERGÊNCIA: com os dois
polegar apontando para baixo, [ilegí- o dedo na direção do balanço do palma para baixo, mova o braço braços estendidos e as palmas para
vel] os dedos para dentro e para fora guincho. para a frente e para trás horizon- baixo, mova os braços para frente
à medida que o movimento da carga talmente. e para trás horizontalmente.
seja necessário.

CONDUZIR (ambos os caminhos) : CONDUZIR (um caminho):Mantenha o


CONDUZIR: braço estendido para ARRASTAR: aperte as mãos contra coloque os dois punhos na frente curso no lado indicado pelo punho
frente, mão aberta e um pouco para o corpo. do corpo, fazendo uma movimentação levantado. Conduza o curso indicado
frente, faça um pequeno movimento circular, parecendo que cada uma por meio da movimentação circular
de empurrar na direção de condução indique a direção de curso para dos dois punhos, rodados vertical-
frente ou para trás (apenas para mente na frente do corpo (apenas
guindastes na terra). para guindastes na terra)

EXTENSÃO DA HASTE DE APOIO: (lança RETRAIR A HASTE DE APOIO: (Lanças HASTE DE APOIO ESTENDIDA (Lança RETRAIR A HASTE DE APOIO (Lança
telescópica)com os dois punhos na Telescópicas): os dois punhos ficam Telescópica) Um sinal com a mão, Telescópica): um sinal de mão, um
frente do corpo e polegares apon- na frente do corpo, com os polega- colocando um punho contra o peito, punho na frente do peito, com o po-
tando um para o outro. res apontando para fora. tocando-o com o polegar. legar apontando para fora e a parte
de baixo da mão colocada no peito.

Figura 11
ITEM 3
Página 22 OPERAÇÃO
OPERAÇÃO SOB CONDIÇÕES INCOMUNS
OPERAÇÕES EM FRIO EXTREMO
Caso o guindaste precise ser operado durante temperaturas extremamente frias,
certas precauções devem ser tomadas para garantir a sua operação constante nor-
malmente. Os parágrafos seguintes detalharão as verificações a serem feitas para
certificar que o Guindaste é capaz de operar em tais temperaturas.

Verifique o sistema de resfriamento em relação à solução correta de anticon-


gelante para a temperatura mais baixa esperada. Inspecione cuidadosamente o
sistema de resfriamento e corrija ou informe caso haja qualquer vazamento.
Mantenha as baterias totalmente carregadas para prevenir o congelamento. Se água
é adicionada ás baterias, ligue o motor por, no mínimo, uma hora para misturar a
solução de eletrólito.
Mantenha o motor na sua melhor condição mecânica possível para garantir um ar-
ranque fácil e um bom desempenho durante as condições climáticas adversas.

Use o óleo do motor das especificações adequadas para as temperaturas esperadas.


Consulte o item “Especificações de Lubrificação” no manual do motor para obter
mais detalhes.

Mantenha o tanque cheio a todo o tempo. Drene a condensação do tanque antes e


após a operação. Drene e faça a manutenção do filtro do tanque. Para eliminar o
entupimento dos filtros dos tanques devido à formação de cristais de cera no com-
bustível, certifique-se que o combustível usado tem uma especificação de pontos de
turvação abaixo da temperatura mais baixa esperada.

Lubrifique todo o Guindaste de acordo com o Item 4 “Tabela e Quadro de Serviço


Periódico” nesse manual ou na tabela de lubrificação na máquina.

Dê a partida no motor e deixe-o alcançar a temperatura normal de operação antes


de pegar a carga.

Caso lama e gelo se acumularem e congelarem qualquer peça relativa à movi-


mentação enquanto o Guindaste estiver inativo, aplique calor para desconge-
lar o material congelado antes de tentar operar o Guindaste.

Opere cuidadosamente as unidades hidráulicas até que tenham alcançado a tem-


peratura que permita as suas operações regulares.

Verifique todos os controles e/ou funções do Guindaste para certificar que es-
tão operando corretamente.

Um elemento de filtro externo extra deve ser mantido na cabine do operador para
substituir o elemento que pode ficar congelado e causar a restrição do fluxo de ar
ao motor.

Caso um suporte de arranque para temperaturas baixas precise ser usado, é reco-
mendado que uma menção seja feita no “Manual do Operador do Motor” para usá-lo
adequadamente.
Limpe toda a lama, neve e gelo para prevenir o congelamento. Se possível, cubra o
Guindaste com uma lona e evite que as extremidades desse material se congelem no
chão.
OPERAÇÃO ITEM 3
Página 23

OPERAÇÕES EM CALOR EXTREMO


A operação constante do Guindaste em altas temperaturas pode causar o seu sobre-
aquecimento. Monitore as temperaturas do motor e da transmissão e pare o Guin-
daste para um período de resfriamento sempre que for necessário.

Faça inspeções e manutenções frequentes da ventoinha e do radiador. Mante-


nha o nível do refrigerante em 1.000” (25,4 mm) a partir da parte superior
do radiador. Verifique as grades e as aletas do radiador para ver se há acú-
mulo de poeira, areia ou insetos, os quais podem causar o bloqueio da pas-
sagem do refrigerante.
A formação de crosta e ferrugem no sistema de resfriamento ocorre mais
rápido durante temperaturas extremamente altas. Altere o anticongelante
anualmente para manter o melhor desempenho do inibidor de corrosão.

Se necessário, lave o sistema de resfriamento periodicamente para man-


ter as passagens limpas. Evite o uso de água com um alto teor alcalino,
a qual pode resultar no aumento da formação de crostas e ferrugem.

Verifique o nível do eletrólito da bateria anualmente. Mantenha o eletrólito


acima das placas, prevenindo que as baterias sejam danificadas. Use uma so-
lução de eletrólito um pouco mais fraca em climas quentes. Dilua 1.280 ele-
trólitos de densidade específica, conforme a emissão de leituras de 1.200 a
1.240 de densidade específica com força total. Recarregue as baterias sempre
que elas atingirem a leitura de 1.160 de densidade específica. As baterias se
descarregam automaticamente em uma frequência maior se forem deixadas em al-
tas temperaturas por um longo período. Caso o Guindaste precise ficar diversos
dias, remova as baterias e armazene-as em um local fresco.

ATENÇÃO! Não armazene baterias de armazenamento ácido próximas a


pilhas de pneus; os gases do ácido apresentarão um efeito preju-
dicial na borracha.

Faça a manutenção do sistema de combustível, de acordo com as instruções do


Item 4 “Manutenções” nesse manual.Verifique o teor de água antes de encher o
tanque. Altas temperaturas e o resfriamento causam a condensação no tambor
de armazenamento.
Faça a lubrificação de acordo com as especificações no Item 4 “Tabela e Qua-
dro de Serviços Periódicos” nesse manual, ou o Decalque de Lubrificação na
máquina.
Não deixe o Guindaste embaixo do sol por um longo período de tempo. Sempre
que possível, coloque o Guindaste sob uma cobertura para protege-lo do sol,
sujeira e poeira.
Cubra o Guindaste inativo com uma lona caso nenhum abrigo adequado
esteja disponível. Proteja o compartimento do motor, a transmissão e
o sistema hidráulico da entrada de poeira.

Em climas quentes e úmidos, a ação corrosiva ocorrerá em todas as


partes do Guindaste e tal processo será acelerado durante a época de
chuvas. Ferrugem e bolhas de tinta aparecerão nas superfícies de me-
tal e mofo acumulará nas outras superfícies.

Proteja todas as superfícies não acabadas e expostas com uma película


de óleo preservativo lubrificante. Proteja os cabos e extremidades com
um composto de ignição de isolamento. Aplique a tinta ou um preven-
tivo contra ferrugem adequado às superfícies danificadas para protegê
-las da ferrugem e da corrosão.
ITEM 3
Página 24 OPERAÇÃO
OPERAÇÃO EM ÁREAS POEIRENTAS OU ARENOSAS
A operação do Guindaste pode gerar poeira em praticamente qualquer área. No entan-
to, quando estamos em áreas predominantemente poeirentas ou arenosas, precauções
adicionais devem ser tomadas.
Mantenha as aletas do sistema de resfriamento e as áreas de resfriamento lim-
pas. Sopre-as com ar comprimido, se possível, à medida que for necessário.

ATENÇÃO! Use óculos de proteção ao usar ar comprimido.

Tenha cuidado ao fazer a manutenção do sistema de combustível para prevenir que


poeira e areia entrem no tanque.

Faça a manutenção do filtro de ar em intervalos frequentes, verifique o indicador


de restrição do ar diariamente e mantenha o resguardo de poeira e a válvula de
poeira limpos. Evite que a poeira e a areia entrem nas peças e compartimentos
do motor o máximo possível.
Lubrifique e execute as manutenções destacadas na tabela atual de lubrificação
encontrada na máquina e o Item 4 “Tabela e Quadro de Lubrificação”. Limpe todos
os acessórios de lubrificação antes de aplicar o lubrificante. A mistura de areia
com o lubrificante se torna bem abrasiva e acelera o desgaste das peças.

Proteja o Guindaste da poeira e da areia o máximo que puder. Estacione o Guin-


daste sob uma cobertura ou proteja-o com uma lona para evitar que a poeira e a
areia causem danos.

OPERAÇÃO EM CONDIÇÕES CLIMÁTICAS CHUVOSAS OU ÚMIDAS


Operações sob condições climáticas chuvosas são similares em relações aos procedi-
mentos adotados em calor extremo listados anteriormente.

Mantenha todas as superfícies que estão expostas revestidas com um óleo lubri-
ficante conservante. Preste atenção especial às superfícies danificadas ou não
pintadas. Revista todas as rachaduras e lascas de tinta o mais rápido possível
para prevenir efeitos corrosivos.
OPERAÇÃO ITEM 3
Página 25

OPERAÇÕES EM ÁREAS COM ÁGUA SALGADA


O efeito corrosivo da água salgada e o borrifo de água salgada é muito grande.
Ao operar em áreas com água salgada, tome as seguintes precauções:

Quando for exposto à água salgada, seque o guindaste completamente e enxá-


gue-o com água fresca o mais rápido possível.

Mantenha todas as superfícies que estão expostas revestidas com um óleo lu-
brificante conservante. Preste atenção especial às superfícies danificadas ou
que não estão pintadas.
Mantenha todas as superfícies pintadas em boas condições.

Lubrifique todo o Guindaste de acordo com o Item 4 “Tabela e Quadro de Ser-


viço Periódico” nesse manual ou na tabela de lubrificação na máquina. Reduza
o intervalo de lubrificação em relação às peças sujeitas à exposição à água
salgada, caso seja necessário.

OPERAÇÃO EM ALTAS ALTITUDES


Normalmente, a operação do guindaste em altas altitudes também será destacada
em Frio Extremo. Antes de operar em altas altitudes, o combustível do motor e a
mistura do ar devem estar ajustadas de acordo com o manual do motor adequado.

Verifique a temperatura de operação do motor se precisar evidenciar um sobre-


aquecimento. A tampa de pressão do radiador deve ser uma vedação perfeita
para manter a pressão do refrigerante no sistema.
ITEM 3
Página 26 OPERAÇÃO
OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO/ACESSÓRIO AUXILIAR
SUPORTE DE ARRANQUE EM TEMPERATURAS FRIAS
SUPORTE DE ARRANQUE DE ÉTER
O acessório ilustrado aqui é um dis-
positivo de suporte de arranque de
éter.
Os suportes de arranque devem ser
usados em temperaturas de 32°F ou
menos (0°C).
As instruções abaixo são do fabri-
cante que utiliza esse suporte de
arranque:

PROCEDIMENTOS DE ARRANQUE
Puxe o botão “INÍCIO RÁPIDO” e segu- Figura 12
re de dois a três segundos para pre- SUPORTE DE ARRANQUE EM
encher a câmara da válvula. TEMPERATURAS FRIAS

Pressione o botão novamente, deixando de dois a três segundos para esvaziar a


câmara da válvula.encher a câmara da válvula.
Após o período de espera, engate o arranque.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA
Periodicamente, remova o cilindro, a válvula do óleo e a montagem do cabo de contro-
le:mara da válvula.
Tome cuidado ao retirar o pó da parte interna da válvula quando remover o cilindro
para prevenir que a poeira entre na válvula.

Verifique se há danos na junta da válvula e substitua-a, se necessário.

Com o cilindro removido, acione o sistema a fim de distribuir o lubrificante.

Ao substituir o cilindro vazio, siga as instruções no cilindro.

OBSERVAÇÃO: O peso do cilindro vazio tem 17 onças (0,476 quilogramas); O peso do cilindro
cheio é 37 onças (1,036 quilogramas).

Verifique se há vazamentos em todas as conexões periodicamente. Verifique os parafusos


de montagem das válvulas e os parafusos prisioneiros do cilindro em relação à sua
tensão.
Teste o funcionamento da unidade periodicamente. Desconecte o tubo do atomizador e,
em seguida, remova o atomizador. Reagrupe e ative o sistema.

Se o sistema está sujeito à umidade, borrife a válvula e cabo de controle com um re-
vestimento de plástico.

OBSERVAÇÃO: As instruções de instalação incluem o suporte de arranque.


OPERAÇÃO ITEM 3
Página 27

EXTENSÕES MANUAIS DA HASTE DE APOIO, TRÊS SEÇÕES DE FORÇA


A haste de apoio de três seções de força foi desenvolvida para que uma Exten-
são Manual da Haste de Apoio de 8’, 18’ e 20’ (2,44 m, 5,49 m or 6,10 m) possa
ser usada para fornecer um comprimento e alcance adicional à haste de apoio.

ANTEÇÃO! Um cuidado extremo deve ser tomado para prevenir lesões cor-
porais ao manusear e usar estes acessórios. Siga os índices e recomen-
dações de carga listadas na “Tabela De Índices De Carga Do Guindaste”,
localizado na tampa do painel de instruções ao usar esses acessórios.

O bloco do gancho da haste de apoio de três seções de força pode ser ajustado
nas Extensões Manuais 8’ (2,4 m) e 18’ (5,49 m).A Extensão Manual de 20’ (6,10
m) vem com o seu próprio bloco principal.

Quando as extensões manuais da haste de apoio estiverem a ser usadas, o guindas-


te deve ser recolhido conforme segue:

8 pés (2,44 m) Extensão Manual - Cabo de Três Partes


18 pés (5,49 m) Extensão Manual – Cabo de Três Partes
20 pés (6,10 m) Extensão Manual – Cabo de uma Única Parte

8 pés (2.44 m) EXTENSÃO MANUAL


A seguir, há um método que estende e estiva os 8 pés 2,44 m) Extensão Manual, caso
o guindaste foi equipado com esse acessório.

EXTENSÃO DE 1 PÉ

POSIÇÃO RECOLHIDA

POSIÇÃO ESTENDIDA

ILUSTRAÇÃO IV

ESTENDENDO DA POSIÇÃO RECOLHIDA


Posicione o guindaste com o bloco principal de 10’ (3,05 m) no suporte.

Coloque a alavanca de movimentação para frente e marcha à ré na posição


“NEUTRA”. Prepare o freio de mão. Ao usar as retrancas, tire todas as qua-
tro rodas do chão.
ITEM 3
Página 28 OPERAÇÃO

A haste de apoio em conjunto de 10’ (3,05 m) e o bloco ancorado principal


para suportar aproximadamente 12’ (3,66 m) acima do chão.

Remova a cavilha de fixação da haste de apoio dos buracos “F” e “G”. Veja a
Ilustração IV “Posição Recolhida”.

Retraia a haste de apoio de maneira devagar. Deixe outra pessoa informar o


operador saber quando os buracos “D”, “E” e “F” na primeira extensão se ali-
nham com os buracos “A”, “B” e “C” na extensão manual. Instale três cavi-
lhas de fixação da haste de apoio. Veja a Ilustração IV “Posição Recolhida”.

ANTEÇÃO! Não retraia a haste de apoio onde a extensão manual sofre-


rá a queda de tal haste.

Instale a cavilha de fixação da haste de apoio no buraco “G” para segurar o blo-
co principal totalmente.
Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio. Retire o bloco
principal do suporte.

Recolhendo Da Posição Estendida


Remova quatro cavilhas de fixação da haste de apoio do buraco “A” através de “F”
e “G”.
Ao usar a alavanca de controle de baixa velocidade do cabo e o guindaste de
dois blocos, deslize a extensão manual até o buraco “G” ser alinhado com o bu-
raco “F”. Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio.

18 pés (5,49 m) EXTENSÃO MANUAL


A seguir, há um método que estende e estiva os 18 pés (5,49 m) Extensão Manual, caso
o guindaste foi equipado com esse acessório.

18 PÉS DE EXTENSÃO

POSIÇÃO RECOLHIDA

POSIÇÃO ESTENDIDA

ILUSTRAÇÃO V
OPERAÇÃO ITEM 3
Página 29

Estendendo da Posição Recolhida


Posicione o guindaste com o bloco principal de 10’ (3,05 m) no suporte.

Coloque a alavanca de movimentação para frente e marcha à ré na posição


“NEUTRA”. Prepare o freio de mão. Ao usar as retrancas, tire todas as qua-
tro rodas do chão.
A haste de apoio em conjunto de 10’ (3,05 m) e o bloco ancorado principal
para suportar aproximadamente 12’ (3,66 m) acima do chão.

Remova a cavilha de fixação da haste de apoio dos buracos “F” e “G”. Veja a
Ilustração V “Posição Recolhida”.

Retraia a haste de apoio de maneira devagar. Deixe outra pessoa informar


o operador saber quando os buracos “D”, “E” e “F” na primeira extensão se
alinham com os buracos “A”, “B” e “C” na extensão manual. Instale três ca-
vilhas de fixação da haste de apoio. Veja a Ilustração V “Posição Estendi-
da”.

ATENÇÃO! Não retraia a haste de apoio onde a extensão manual so-


frerá a queda de tal haste.

Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio. Retire o blo-


co principal do suporte.

Recolhendo Da Posição Estendida


Remova três cavilhas de fixação da haste de apoio do buraco “A” através de
“F”.
Ao usar a alavanca de controle de baixa velocidade do cabo e o guindaste de
dois blocos, deslize a extensão manual até o buraco “G” ser alinhado com o
buraco “F”. Instale as cavilhas nas cavilhas de fixação da haste de apoio.

20 pés (6,10 m) EXTENSÃO MANUAL


A Extensão Manual de 20 pés (6,10 m) é estendida e guinchada da mesma maneira
que a Extensão Manual de 18 pés(5,49 m).

A carga MÁXIMA permitida que pode ser levantada por essa extensão é 3000 libras
(1361 kg). Subtraia 600 libras (272 kg), integrando o peso de qualquer apare-
lho de manuseio de carga para determinar a carga de trabalho seguro em qualquer
raio apresentado. Consulte a “Tabela De Índices de Carga do Guindaste” locali-
zada na tampa do painel de instruções.
ITEM 3
Página 30 OPERAÇÃO
LANÇA E PONTE
O processo a seguir se aplica à ponte e lança de 15 pés (4,57 m).

Solte o bloco do gancho e coloque o cabo de parte única através do buraco “A” no
bloco principal.
Remova o parafuso de travamento automático do pino “B” da roldana inferior. Alinhe o
pino longo da roldana com o pino curto e bata contra o bloco principal, substituindo
o pino curto pelo pino longo. Centralize o pino longo no bloco principal.

Coloque a lança no pino da roldana inferior e aperte as travas de montagem. Instale


e aperte o parafuso no pino da roldana.

Coloque a ponte no lugar e instale dois pinos em “C”. Encaixe os pinos no lugar.

Instale cada gancho de segurança do cabo suspenso sobre cada extremidade da ponte.
Prenda e encaixe no lugar.

Levante a lança em uma posição horizontal e instale os cabos suspensos no pino da


roldana da lança. Use as ligações ajustáveis para curvar e ajustar a lança.

Ângulo 0° da lança – Sem ligações ajustáveis


Ângulo 15° da lança – Um par de ligações ajustáveis
Ângulo 30° da lança – Dois pares de ligações ajustáveis
O cabo de parte única e bloco do gancho ponderado devem ser utilizados com a lança.

LANÇA E PONTE DE 15 PÉS REBATÍVEIS


Procedimento de extensão da lança de 15 pés
Amarre o cabo de parte única e lance
-o sobre a lateral do guindaste.

Instale os pinos de dobradiça através


da lança “A”.

Lace o cabo de aço em volta das guias


de cabo “B”.

Coloque o cabo de aço através da rol-


dana da lança “C”

Amarre o cabo de aço à ancoragem do


cabo “D”.

Solte o cabo suspenso “E” para uma


posição guinchada.
Figura 13

Guinche (ice) cuidadosamente para liberar a tensão nos três pinos “F”. Remova os pi-
nos.

Levante a haste de apoio e retire o cabo de aço até que a lança se desprenda (verti-
cal).
OPERAÇÃO ITEM 3
Página 31

Remova o cabo de aço da ancoragem do cabo “D”.

Evacue e abaixe a haste de apoio até que a lança toque o chão. Retraia de
forma que a lança possa “se desenrolar“da haste de apoio. Caso for neces-
sário, levante os lados opostos do guindaste com as retrancas para acoplar
os cabos suspensos “G”.
Reposicione o guindaste e acople o bloco do gancho ponderado. Para retor-
nar a lança ao guincho, o procedimento será reverso.

OBSERVAÇÃO: Consulte a tabela de carga segura localizada na tampa do painel de instruções


para entender as capacidades adequadas da lança flutuante.

LANÇA E PONTE GUINCHÁVEIS DE 20 PÉS (6,10 m)


(USADA COM APENAS UMA HASTE DE APOIO DE 4 SEÇÕES)
Procedimento de extensão da lança
Posicione a haste de apoio so-
bre a lateral do guindaste,
abaixe o bloco do gancho (1) no
chão, remova o calço e o cabo
de aço, e amarre o cabo de par-
te única (Figura 14)
Enrole o cabo de aço que está
acima do bloco principal (2) da
roldana da lança flutuante na
ancoragem do cabo atrás da vál-
vula de verificação central (3).
Remova os pinos das ancoragens
do cabo suspenso (4) no suporte
dianteiro. Permita que os cabos
suspensos sejam soltos. Figura 14

Reposicione a ponte (5, Figura 14) ao remover os pinos e instalá-los nos


buracos adequados na posição de funcionamento.

Instale os pinos em terminações bifurcadas da lança (6, Figura 14).

Remova os grampos retentores da lança da haste de apoio em 30° e evacue


aproximadamente 6 polegadas (152,40 m). Isso liberará a lança flutuante de
seus suportes.
Guinche o cabo e abaixe a lança cuidadosamente para que ela seja pendura-
da perpendicularmente ao chão.

Remova o cabo da ancoragem do cabo e bobine através da parte inferior da


roldana da lança e encaixe-o à ponte. (veja o interior) Guinche-o e “es-
tabeleça” a lança em sua posição.
Acople as suspensões à ponte (7, Figura 14). Fixe-as no lugar. Remova o
cabo de aço e acople as travas da lança (8) na ponte.

Instale a esfera e o gancho ponderados.

Retraia a haste de apoio. Encaixe a tabela de cargas da lança flutu-


ante na capota do painel de instruções.
ITEM 3
Página 32 OPERAÇÃO

Para armazenar a lança, efetue os passos acima, revertendo os procedimentos.

OBSERVAÇÃO: Consulte a tabela de carga segura localizada na tampa do painel de instruções


para entender as capacidades adequadas da lança flutuante.

CAPACIDADE DA LANÇA DE 20 PÉS (6,10 m) – CARGA EM LIBRAS

ÂNGULO DA LANÇA
ÂNGULO DA HASTE
DE APOIO
0 graus 15 graus 30 graus
OPERAÇÃO ITEM 3
Página 33

EXTINTOR DE INCÊNDIO
Instale, inspecione a sua preservação e teste de acordo com o padrão da Associação
Nacional de Proteção contra Incêndios, intitulado “Extintores de Incêndio Portá-
teis”, Nº de NFPA 10, adequado para ser usado de menos 40°F a mais 120°F (-40°C a
49°C).

Esse extintor cumpre com os requisitos DOT, testado a 525 PSI (3,61 MPa).

PARA OPERÁ-LO
Segure verticalmente – puxe o gatilho – pressione a alavanca – descarregue direta-
mente na base das chamas com uma movimentação de um lado para o outro.

MANUTENÇÃO
Inspecione-o mensalmente (ou em intervalos mais frequentes, caso as circunstâncias
exijam). Recarregue-o se o peso for menor que 9 libras. O Oz. (4,08 kg) ou a pres-
são esteja abaixo do alcance normal. Verifique se o bico está desentupido e o arame
de vedação está intacto.
OBSERVAÇÃO: Recarregue-o imediatamente após o uso.

RECARGA
Inverta o extintor – pressione a alavanca para liberar a pressão – remova a válvula
– preencha-o com 5 libras 2,27 kg) do composto químico seco tríplex geral – limpe
a válvula, a haste da válvula, o anel 0, as vedações e as roscas.Monte novamente a
válvula e o parafuso no cilindro à mão – remova o bico e substitua-o com um coletor
de umidade – conecte a uma fonte de pressão de ar seco ou nitrogênio – pressione a
alavanca e pressurize até 175 PSI (1,21 MPa) – solte a alavanca – remova a fonte de
pressão – remova o coletor de umidade e substitua com o bico – reinsira a cavilha
de fixação e substitua o arame de vedação.
REGISTROS
Registre as datas de inspeção, manutenção e recarga na etiqueta amarrada.

ATENÇÃO! NÃO RECARREGUE COM QUAISQUER TIPOS DE MATERIAIS, EXCETO AQUELES


QUE SÃO INDICADOS NAS INSTRUÇÕES DE RECARGA.
ATENÇÃO! APENAS PRESSIONE A ALAVANCA EM CASO DE INCÊNDIO.
ATENÇÃO! A DESCARGA PARCIAL CAUSARÁ A PERDA DE PRESSÃO.
ATENÇÃO! NÃO RECARREGUE O EXTINTOR CASO ESTEJA DANIFICADO OU CORROÍDO.
ATENÇÃO! ESSE EXTINTOR É APROPRIADO PARA UM BICO DE DESCARGA MARCADO COMO
CP-196.

PESO:
Peso mínimo completo:
Peso médio vazio:

OBSERVAÇÃO: As recomendações acima e instruções operacionais foram pegas do rótulo


amarrado ao extintor de incêndio. Sempre consulte as instruções do extintor
para obter instruções atualizadas.
ITEM 4
MANUTENÇÃO Índice Página i

ÍNDICE DOS ITENS


Página

INSTRUÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO

LUBRIFICAÇÃO
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – HASTE DE APOIO
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – HASTE DE APOIO
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – CHASSI
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – CHASSI
DIÁRIO/ 10 HORAS DE SERVIÇO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO
100 HORAS DE INSPEÇÃO
100 HORAS DE SERVIÇO
250 HORAS DE SERVIÇO
500 HORAS DE INSPEÇÃO
500 HORAS DE SERVIÇO
1000 HORAS DE SERVIÇO
NÃO ESPECIFICADO

ESPECIFICAÇÃO DE LUBRIFICAÇÃO
ÓLEO LUBRIFICANTE SAE 80
ÓLEO LUBRIFICANTE SAE 90
LUBRIFICANTE DO MOTOR (CAUSA ESPECIAL)
ÓLEO HIDRÁULICO
LUBRIFICANTE MULTIUSO À BASE DE LÍTIO
FLUÍDO DO FREIO HIDRÁULICO
FLUÍDO DE TRANSMISSÃO TIPO C-3
ESPECIFICAÇÕES DO FLUÍDO DE TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA DEXRON II
COM ALLISON C-3

RECOMENDAÇÕES DE TROCA DE ÓLEO

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL
FILTRO DE COMBUSTÍVEL DETROIT DIESEL
FILTROS DE COMBUSTÍVEL DRESSER DIESEL
ESPECIFICAÇÕES DO COMBUSTÍVEL DIESEL
CLASSIFICAÇÃO ASTM DOS ÓLEOS DE DIESEL

SISTEMA ELÉTRICO
DIAGRAMAS DO CABEAMENTO ELÉTRICO
DETROIT DIESEL 4-53N
MOTOR DRESSER D359T DIESEL

SISTEMA DE RESFRIAMENTO
SISTEMAS DE RESFRIAMENTO DRESSER DIESEL & DETROIT DIESEL
PARA DRENAR O SISTEMA DE RESFRIAMENTO
PARA ABASTECER O SISTEMA DE RESFRIAMENTO
LOCALIZADOR DAS FOTOS DA DRENAGEM DO SISTEMA DE RESFRIAMENTO

CONVERSOR DE TORQUE DO RESFRIADOR DE ÓLEO


ITEM 4
Índice Página ii MANUTENÇÃO
ÍNDICE DOS ITENS
Página

SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO DO ÓLEO


FILTRO DO ÓLEO DE LUBRIFICAÇÃO DO ÓLEO
ESPECIFICAÇÕES DO ÓLEO DE LUBRIFICAÇÃO
MOTOR DRESSER DIESEL
RECOMENDAÇÕES DO DESEMPENHO DE ÓLEO
RECOMENDAÇÕES DA VISCOSIDADE DO ÓLEO
OPERAÇÕES ÁRTICAS
MOTOR DETROIT DIESEL
NOMES DE DESIGNAÇÕES DE DESEMPENHO API, FORNECEDOR DE
LUBRIFICANTES E MARCAS
RECOMENDAÇÕES
NÍVEIS DE DESEMPENHO DO ÓLEO LUBRIFICANTE
VENTILAÇÃO DO CÁRTER DO MOTOR

CUIDADOS COM O SISTEMA HIDRÁULICO


DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO
CONJUNTO DO PAINEL E IMÃ
REMOÇÃO
INSTALAÇÃO
RESPIRADOURO
100 HORAS DE SERVIÇO
MANUTENÇÃO DO FILTRO
500 HORAS DE SERVIÇO
MANUTENÇÃO DO ELEMENTO DO RESPIRADOURO
1000 HORAS DE SERVIÇO
ESQUEMÁTICAS DO SISTEMA HIDRÁULICO
150A (HASTE DE APOIO DE 3 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 08624 ATÉ 09627
150A (HASTE DE APOIO DE 3 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 09628 E ALÉM
150A (HASTE DE APOIO DE 4 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 08624 ATÉ 09627
150A (HASTE DE APOIO DE 4 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 09628 E ALÉM
150FA (HASTE DE APOIO DE 3 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 08624 ATÉ
09627
150FA (HASTE DE APOIO DE 3 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 09628 E ALÉM
150FA (HASTE DE APOIO DE 4 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 08624 ATÉ
09627
150FA (HASTE DE APOIO DE 4 SEÇÕES COMPLETAS) S/N 09628 E ALÉM

SISTEMA DE VENTILAÇÃO DO MOTOR


MANUTENÇÃO DO ELEMENTO DO FILTRO DE AR (ELEMENTO ÚNICO)
LIMPEZA DO ELEMENTO DO FILTRO DE ARCO)
LIMPANDO COM AR COMPRIMIDO
LIMPANDO COM ÁGUA
INSPECIONANDO O ELEMENTO DO FILTRO LIMPO
ITEM 4
MANUTENÇÃO Índice Página iii

ÍNDICE DOS ITENS


Página

CABO DE AÇO
ESPECIFICAÇÕES DO CABO DE AÇO
IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE
PUXADA DO CABO DE AÇO
RECOMENDAÇÕES DE MANUTENÇÃO
MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO DO CABO DE AÇO
APOIANDO O BLOCO DO GANCHO
IMPORTÂNCIA DA LUBRIFICAÇÃO
LUBRIFICANTES RECOMENDADOS PARA O CABO DE AÇO
MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO
LUBRIFICAÇÃO EM ARMAZENAMENTO
CABOS EM INATIVIDADE
COMPONENTES DO CABO DE AÇO
INSPEÇÃO DO CABO DE AÇO, ROLDANAS E TAMBOR
CABO DE AÇO
ROLDANAS E TAMBOR
INSPEÇÃO DO BLOCO DO GANCHO
DIÁRIO/10 HORAS DE INSPEÇÃO
ANUAL/500 HORAS DE INSPEÇÃO
SUBSTITUIÇÃO DO CABO DE AÇO
INSTALAÇÃO DO CABO DE AÇO
FORÇAMENTO DO CABO DE AÇO
AMARRAÇÃO DO BLOCO PRINCIPAL E DO GANCHO

TENSÃO DA CORREIA DE TRANSMISSÃO

AJUSTE DO ROLETE DA HASTE DE APOIO

AJUSTE DO SUPORTE CONTRA DESGASTE DAS PLATAFORMAS DA HASTE DE APOIO

PARAFUSOS DA JUNTA ROTATÓRIA

BOBINA RETRÁTIL – MOTOR À MOLAS


LUBRIFICAÇÃO DA BOBINA RETRÁTIL – MOTOR À MOLAS

VERIFICAÇÕES DE TRANSMISSÕES (SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO SÉRIE CLARK 18000)


DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO
LIGAÇÕES DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO
VERIFICAÇÃO DE NÍVEL DO ÓLEO DE TRANSMISSÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO
LIGAÇÕES DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO
250 HORAS DE SERVIÇO
FILTRO DA TRANSMISSÃO E CONVERSOR DE TORQUE
500 HORAS DE SERVIÇO
DRENAGEM E ABASTECIMENTO DA TRANSMISSÃO
LUBRIFICANTES RECOMENDADOS PARA TRANSMISSÕES DE POTÊNCIA E
CONVERSORES DE TORQUE
VERIFICAÇÃO DE PRESSÃO DO CONJUNTO DE EMBREAGENS
TRANSMISSÃO SÉRIE CLARK 18000
ITEM 4
Índice Página iv MANUTENÇÃO
ÍNDICE DOS ITENS
Página

AJUSTE DO FREIO DE MÃO

INDICADOR DE DIREÇÃO

TRASEIRO

CENTRALIZAÇÃO DO ARO

ENCHIMENTO DO PNEU

AJUSTE DO PEDAL DE FREIO


TALHA DE FREIO
BALANÇO DE FREIO
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 1

INSTRUÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO
A lubrificação correta de qualquer máquina é de suma importância para prolongar
a sua vida útil. Combustíveis, óleos e lubrificantes devem ser de boa qualidade
e mantidos livres de sujeira, água e outros materiais estranhos. Nas seguin-
tes especificações e na Tabela de Serviço periódico, instruções de lubrificação
apropriada são dadas. É de extrema importância que boas operações de limpeza
acompanhem os processos de lubrificação.

Deve-se tomar cuidado ao ter em mãos os pesos de óleo da Sociedade de Enge-


nheiros Automotivos (SAE) em relação às temperaturas prevalecentes. O sistema
de índice de viscosidade do SAE classifica o óleo em relação à viscosidade de
sua fluidez, contudo, isso não tem nada a ver com qualquer outra característica
ou propriedade. Números SAE mais altos se referem a lubrificantes mais pesados
ou densos. Números SAE mais baixos indicam lubrificantes mais leves ou menos
densos. Todas as companhias de óleo adotaram esse padrão de viscosidade.

Ao drenar o compartimento das caixas de câmbio ou cárteres do motor, tome cui-


dado ao drenar quando o óleo estiver quente. No procedimento a seguir, veremos
que o óleo fica mais leve e, portanto, é drenado de modo mais completo em com-
paração quando está gelado. A melhor hora pra drenar os óleos e os lubrifican-
tes é durante o fim do dia. Dessa forma, qualquer sujeira no óleo será drenada
enquanto ainda estiver na suspensão, e antes que tenha uma chance de se esta-
belecer.

Ao aplicar os intervalos de serviço, certifique-se que eles são feitos em múl-


tiplos dos horários básicos de serviço. Isso também é ilustrado na tabela a
seguir.

INTERVALO DE SERVIÇO INTERVALOS DE SERVIÇO


FUTUROS NECESSÁRIOS
DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO
50 HORAS DE SERVIÇO
150 HORAS DE SERVIÇO
200 HORAS DE SERVIÇO
250 HORAS DE SERVIÇO
500 HORAS DE SERVIÇO
600 HORAS DE SERVIÇO
1000 HORAS DE SERVIÇO
2000 HORAS DE SERVIÇO
ITEM 4
Página 2 MANUTENÇÃO
LUBRIFICAÇÃO
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO HASTE DE APOIO

FIGURA 1
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 3

TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – HASTE DE APOIO


COMPONENTE SERVIÇO CAPACIDADE TIPO DE
DE MEDUÇÃO LUBRIFICANTE

DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO

PLACAS DE DESGASTE LATERAIS, LIMPEZA E LUBRIFICAÇÃO. CONFORME SOLICITADO MPG


HASTE DE APOIO INFERIOR

SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO


ACESSÓRIOS DE LUBRIFICAÇÃO – LIM- CONFORME SOLICITADO
CONJUNTO DE MPG
PEZA DO LUBRIFICANTE ANTIGO COM O
LUBRIFICANTES
NOVO.

PLUGUE NIVELADOR, GUINCHO VERIFICAÇÃO DE NÍVEL ABASTECIMENTO 10 QUARTOS DOS EUA EP 80 ou


PLUGUE DA CAIXA DE CÂMBIO ATÉ O NÍVEL PLUG (9 LITROS) EP 90

PLACAS DE DESGASTE, HASTE CONFORME SOLICITADO


LIMPEZA E LUBRIFICAÇÃO. MPG
DE APOIO EXTENSÕES

PEDESTAL DE TRAÇÃO DA EN- CONFORME SOLICITADO – GIRE A HASTE DE APOIO EM 360° OGL
GRENAGEM E DO PINHÃO PARA A DISTRIBUIÇÃO CORRETA DO LUBRIFICANTE.

PLUGUE NIVELADOR, BALANÇO VERIFICAÇÃO DE NÍVEL ABASTECIMENTO 14 QUARTOS DOS EUA EP 80 ou


DA CAIXA DE CÂMBIO ATÉ O NÍVEL PLUG (13 LITROS) EP 90

CARRINHO, HASTE DE APOIO CONFORME SOLICITADO CO


LUBRIFICAÇÃO.
SOLICITADO

500 HORAS DE SERVIÇO

MOTOR À MOLAS, BOBINA VEJA O ITEM “BOBINA RETRÁTIL – MOTOR À MOLAS” DESSE MANUAL EM RELAÇÃO A
RETRÁTIL MANUTENÇÕES.

1000 HORAS DE SERVIÇO

PLUGUE DE DRENAGEM, CAIXA DRENAGEM E REABASTECIMENTO DO PLU- 10 QUARTOS DOS EUA EP 80 ou


DE CÂMBIO DO GUINCHO GUE NIVELADOR (9 LITROS) EP 90

RESPIRADOURO, CAIXA DE
INSPEÇÃO E LIMPEZA/SUBSTITUIÇÃO.
CÂMBIO DE GUINCHO

PLUGUE DE DRENAGEM, CAIXA DRENAGEM E REABASTECIMENTO DO PLU- 14 QUARTOS DOS EUA EP 80 ou


DE CÂMBIO DO BALANÇO GUE NIVELADOR (13 LITROS) EP 90

RESPIRADOURO, CAIXA DE
INSPEÇÃO E LIMPEZA/SUBSTITUIÇÃO.
CÂMBIO DO BALANÇO

1000 HORAS DE SERVIÇO


LACAS DE DESGASTE
CONFORME SOLICITADO (VEJA O ITEM “CABO DE AÇO” DESSE MANUAL EM RE-
LAÇÃO ÀS MANUTENÇÕES).

CABO DE AÇO
CONFORME SOLICITADO (VEJA O ITEM “AJUSTE DO SUPORTE DE DESGASTE DAS PLATAFOR-
MAS DA HASTE DE APOIO” DESSE MANUAL EM RELAÇÃO ÀS MANUTENÇÕES).
ITEM 4
Página 4 MANUTENÇÃO
TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – CHASSI

FIGURA 2
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 5

TABELA DE SERVIÇO PERIÓDICO – CHASSI

COMPONENTE SERVIÇO CAPACIDADE TIPO DE


DE MEDUÇÃO LUBRIFICANTE
DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO

CONJUNTO DE ACESSÓRIOS DE LUBRIFICAÇÃO – LIM- CONFORME SOLICITADO MPG


LUBRIFICANTES PEZA DO LUBRIFICANTE ANTIGO COM O
NOVO.

VARETA DE NÍVEL, HIDRÁU- VERIFIQUE O NÍVEL – TODOS OS CILIN- 75 GALÕES DOS EUA HO ou ATF TANQUE-
LICO DROS RETRAÍDOS,ÓLEO NA TEMPERATURA (284 LITROS) NÃO MISTURE
DE OPERAÇÃO O NÍVEL DEVE ESTAR EN-
TRE AS MARCAS NA VARETA DE NÍVEL

VARETA DE NÍVEL, MOTOR VERIFIQUE O NÍVEL – O NÍVEL DEVE


VEJA O MANUAL PARA VER A CAPACIDADE
ESTAR ENTRE AS MARCAS NA VARETA DE
E OS LUBRIFICANTES ADEQUADOS.
NÍVEL DO OPERADOR DO MOTOR

TAMPA DE ABASTECIMENTO, VERIFIQUE O NÍVEL E EFETUE A MANU- VEJA O ITEM PARA TEMPERATU-
RADIADOR DO MOTOR (SIS- TENÇÃO “CAPACIDADES RAS AMBIENTES
TEMA DE RESFRIAMENTO) LÍQUIDAS” DESSE
MANUAL.

VERIFIQUE O NÍVEL – O NÍVEL DEVE 5 GALÕES DOS EUA


VARETA DE NÍVEL, TRANS- C3 ou DEXRON
ESTAR ENTRE AS MARCAS NA VARETA DE (19 LITROS)
MISSÃO E CONVERSOR DE NÃO MISTURE
NÍVEL, AO MOTOR EM INATIVIDADE,
TORQUE (CLARK 18000) TEMPERATURA DE OPERAÇÃO E NEUTRA.

TAMPA DE ABASTECIMENTO, VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – ABASTEÇA NO 46 GALÕES DOS EUA VEJA O MANUAL
TANQUE DE COMBUSTÍVEL FIM DE CADA DIA DE OPERAÇÃO. (174 LITROS) DO OPERADOR DO
MOTOR

FILTRO DE AR E LIMPEZA.
MOTOR

SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

CONJUNTO DE CONFORME SOLICITADO MPG


ACESSÓRIOS LUBRIFICANTES – LIMPE O
LUBRIFICANTES
LUBRIFICANTE ANTIGO COM O NOVO.

PLUGUE NIVELADOR, VEJA O ITEM EP 80 ou


VERIFICAÇÃO DE NÍVEL – POSICIONE EP 90
TRAÇÃO UNIVERSAL “CAPACIDADES
AS RODAS PARA QUE AS SETAS NA TAM-
(EIXOS CLARK) LÍQUIDAS” NESSE
PA PLANETÁRIA APONTEM PARA BAIXO.
MANUAL.

VERIFICAÇÃO DO NÍVEL – ABASTEÇA O VEJA O ITEM EP 80 ou


PLUGUE NIVELADOR,
PLUGUE NIVELADOR “CAPACIDADES EP 90
EIXO DIFERENCIADOR
LÍQUIDAS” NESSE
MANUAL.

CONJUNTO DE PAINÉIS E REMOVA E LIMPE COMPLETAMENTE – REINSTALE (VEJA O ITEM “CUIDADOS COM O
IMÃS SISTEMA HIDRÁULICO CONJUNTO” DESSE MANUAL EM RELAÇÃO ÀS MANUTENÇÕES).
ITEM 4
Página 6 MANUTENÇÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO (CONTINUAÇÃO)

CILINDRO PRINCIPAL,
VERIFIQUE E MANTENHA O NÍVEL. CONFORME SOLICITADO FLUÍDO DE FREIO
FREIOS NAS RODAS

BATERIA, ARMAZENAMENTO VERIFIQUE O NÍVEL – MANTENHA O CONFORME SOLICITADO ÁGUA DESTILADA


ELÉTRICO NÍVEL ATÉ O TOPO DOS ANÉIS

LIGAÇÕES, ALAVANCA DE CONFORME SOLICITADO CO


LUBRIFICAÇÃO.
CONTROLE

VERIFIQUE A PRESSÃO – ENCHA CONFORME AS PRESSÕES ESPECIFICADAS NO


RODAS
ITEM “ESPECIFICAÇÕES GERAIS” NESSE MANUAL.

CAIXA E ENGRENAGENS VERIFIQUE E MANTENHA O NÍVEL. EP 80 ou


CONFORME SOLICITADO
DE DIREÇÃO EP 90

LUBRIFICAÇÃO. CONFORME SOLICITADO CO


LIGAÇÃO DO CÂMBIO
DE TRANSMISSÃO (SÉ-
RIE CLARK 18000)

100 HORAS DE SERVIÇO

CONJUNTO DE LUBRI- ACESSÓRIOS DE LUBRIFICAÇÃO – LIMPEZA MPG


CONFORME SOLICITADO
FICANTES DO LUBRIFICANTE ANTIGO COM O NOVO.

FILTROS, TANQUE HIDRÁU- SUBSTITUA OS ELEMENTOS APÓS AS PRIMEIRAS 100 HORAS NA NOVA MÁQUINA
LICO OU APÓS A SUA RECONSTRUÇÃO E A CADA 1000 HORAS APÓS TAL AÇÃO. (VEJA O
ITEM “CUIDADOS COM O SISTEMA HIDRÁULICO” NESSE MANUAL EM RELAÇÃO ÀS
MANUTENÇÕES).

PLUGUE DE DRENAGEM,
REMOVA O PLUGUE E DRENE A ÁGUA E A SEDIMENTAÇÃO ACUMULADA. (VEJA O
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
ITEM “SISTEMA DE COMBUSTÍVEL” DESSE MANUAL EM RELAÇÃO ÀS MANUTENÇÕES).

250 HORAS DE SERVIÇO

SUBSTITUA OS ELEMENTOS A CADA 250 HORAS, ASSIM QUE O FLUÍDO FOR TROCA-
FILTRO, TRANSMISSÃO
DO OU APÓS A RECONSTRUÇÃO. (VEJA O ITEM “VERIFICAÇÕES DE TRANSMISSÕES”
E CONVERSOR DE TORQUE
DESSE MANUAL EM RELAÇÃO ÀS MANUTENÇÕES).
(SÉRIE CLARK 18000)

500 HORAS DE SERVIÇO

RESPIRADOURO, TANQUE
REMOVA E SUBSTITUA.
HIDRÁULICO

RESPIRADOURO, TRANS-
MISSÃO E CONVERSOR DE INSPEÇÃO E LIMPEZA/SUBSTITUIÇÃO.
TORQUE

C3 ou
TRANSMISSÃO E CONVERSOR DE PAINEL E ABASTEÇA ATÉ O NÍVEL ADE- 5 GALÕES DOS EUA
DEXRON
TORQUE (SÉRIE CLARK 18000) QUADO (19 LITROS)
NÃO MISTURE
MANUTENÇÃO ITEM 4
Página 7

500 HORAS DE SERVIÇO

MANGA DO EIXO DE DIREÇÃO MPG


GIRE CUIDADOSAMENTE CADA RODA PARA CONFORME SOLICITADO
JUNTA UNIVERSAL
ALINHAR A JUNTA CARDAN ATRAVÉS DO
BURACO NA MANGA DE EIXO DE DIREÇÃO

INSPEÇÃO E LIMPEZA/SUBSTITUIÇÃO.
RESPIRADOURO, EIXO

1000 HORAS DE SERVIÇO

PLUGUES DE DRENAGEM,
DRENE E REABASTEÇA VEJA O ITEM EP 80 ou
TRAÇÕES PLANETÁRIAS
“CAPACIDADES EP 90
LÍQUIDAS” DESSE
MANUAL.

PLUGUGES DE DRENAGEM, DRENE E REABASTEÇA


DIFERENCIAL DOS EIXOS VEJA O ITEM EP 80 ou
“CAPACIDADES EP 90
LÍQUIDAS” DESSE
MANUAL.

PLUGUES DE DRENAGEM, DRENE E REABASTEÇA 1 QUARTO DOS EUA EP 80 ou


ENGRENAGENS DE DIREÇÃO (0,95 LITROS) EP 90

PLUGUE DE DRENAGEM, DRENE, LAVE E REABASTEÇA. 75 GALÕES DOS EUA HO ou ATF


TANQUE HIDRÁULICO (284 LITROS) NÃO MISTURE
SISTEMA COMPLETO
120 GALÕES DIS EUA
(454 LITROS)

SUBSTITUA OS ELEMENTOS APÓS AS PRIMEIRAS 100 HORAS NA NOVA MÁQUINA


FILTROS, TANQUE HIDRÁULICO OU APÓS A SUA RECONSTRUÇÃO E A CADA 1000 HORAS APÓS TAL AÇÃO. (VEJA O
ITEM “CUIDADOS COM O SISTEMA HIDRÁULICO” DESSE MANUAL EM RELAÇÃO ÀS
MANUTENÇÕES).

VÁLVULA DE DRENAGEM, DRENE, LAVE E REABASTEÇA.


RADIADOR DO MOTOR VEJA O ITEM
“CAPACIDADES PARA TEMPERATU-
(SISTEMA DE RESFRIAMENTO) RAS AMBIENTES
LÍQUIDAS” DESSE
MANUAL.
ITEM 4
Página 8 MANUTENÇÃO
DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO

Figura 3 Figura 6
CILINDROS DE DIREÇÃO - ROLAMENTOS VARETA DE NÍVEL DO TANQUE HIDRÁULICO

Figura 4
EXTREMIDADES DA BARRA DE DIREÇÃO Figura 7
VARETA DE NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR (DE-
TROIT DIESEL 4-53N)

Figura 5 Figura 8
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO (SÉ- VARETA DE NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR
RIE CLARK 18000) (DRESSER D359T)
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 9

DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO

Figura 9 Figura 12
TRANSMISSÃO E VARETA DE NÍVEL DO CON- PLACAS DE DESGASTE LATERAIS DA HASTE
VERSOR E TUBO DE ABASTECIMENTO (SÉRIE DE APOIO
CLARK 18000)

Figura 10 Figura 13
TAMPA DE ENCHIMENTO DO TANQUE DE COM- TAMPA DE ENCHIMENTO DO RADIADOR DO
BUSTÍVEL MOTOR

Figura 11
FILTRO DE AR DO MOTOR
ITEM 4
Página 10 MANUTENÇÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 14 Figura 17
CILINDROS EXTERNOS – EXTREMIDADE DA ROLAMENTOS DOS PIVÔS DAS PLATAFORMAS
BASE EXTERNAS

Figura 15
CILINDROS EXTERNOS – EXTREMIDADE DA Figura 18
BARRA ROLAMENTOS DO MUNHÃO DO EIXO – PARTE
SUPERIOR (CLARK DS-17220)

Figura 16
PINOS PIVOTAIS EXTERNOS Figura 19
ROLAMENTOS DO MUNHÃO DO EIXO – PARTE
INFERIOR (CLARK DS-17220)
MANUTENÇÃO ITEM 4
Página 11

SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 20 Figura 23
ROLAMENTOS DO MUNHÃO DO EIXO – PARTE ROLAMENTO DO EIXO DE DIREÇÃO (SISTEMA
SUPERIOR (CLARK DS-13311) DE DIREÇÃO “A”)

Figura 21 Figura 24
ROLAMENTOS DO MUNHÃO DO EIXO – PARTE VÁLVULA DE DIREÇÃO ROSS (SISTEMA DE
INFERIOR (CLARK DS-13311) DIREÇÃO “B”)

Figura 22 Figura 25
LIGAÇÃO DE RESISTÊNCIA DE DIREÇÃO ROLAMENTO DO PEDAL DE FREIO E ALAVAN-
(SISTEMA DE DIREÇÃO “A”) CA DO FREIO DE MÃO
ITEM 4
Página 12 MANUTENÇÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 26 Figura 29
LIGA DESLIZANTE DA BOMBA HIDRÁULICA CILINDRO DO GUINCHO – EXTREMIDADE DA
BASE

Figura 27 Figura 30
ROLAMENTO DO PEDESTAL CILINDRO DO GUINCHO – EXTREMIDADE DA
BARRA

Figura 28
Figura 31
ROLAMENTO DO PINHÃO DO BALANÇO
PINO DA DOBRADIÇA DA HASTE DE APOIO
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 13

SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 35
Figura 32 ROLAMENTO INATIVO DO BLOCO DO GANCHO
ROLETES DA EXTENSÃO DA HASTE DE APOIO

Figura 33 Figura 36
ROLDANAS DO BLOCO PRINCIPAL ROLDANAS PIVOTAIS DO BLOCO DO GANCHO

Figura 34 Figura 37
ROLDANAS DO BLOCO DO GANCHO INATIVAS ROLAMENTO E PIVÔ DO BLOCO DE GANCHO
PIVOTAL
ITEM 4
Página 14 MANUTENÇÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 38 Figura 41
ROLAMENTO DO CARRETEL DA MANGUEIRA, PLACAS DE DESGASTE SUPERIORES E INFE-
HASTE DE APOIO RIORES (PARTE TRASEIRA)

Figura 39 Figura 42
ROLDANDAS DA MANGUEIRA, HASTE DE PLACAS DE DESGASTE LATERAIS (PARTE
APOIO (PARTE DIANTEIRA) DIANTEIRA)

Figura 40 Figura 43
PLACAS DE DESGASTE DA EXTENSÃO DA PLACAS DE DESGASTE INFERIORES (PARTE
HASTE DE APOIO (PARTE TRASEIRA) DIANTEIRA)
E ROLDANA TRASEIRA DA MANGUEIRA
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 15

SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 44 Figura 47
CARRINHO, HASTE DE APOIO ENGRENAGEM E PINHÃO DO PEDESTAL

Figura 45 Figura 48
LIGAÇÃO DA ALAVANCA DE CONTROLE CAIXA DE CÂMBIO DA DIREÇÃO (SISTEMA
DE DIREÇÃO “A”)

Figura 46 Figura 49
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO (SÉ- PLUGUE NIVELADOR DA TRAÇÃO DO EIXO
RIE CLARK 18000) PLANETÁRIO (CLARK DS-17220)
ITEM 4
Página 16 MANUTENÇÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 50 Figura 53
PLUGUE NIVELADOR DO EIXO DIFERENCIA- PLUGUE NIVELADOR DA CAIXA DE CÂMBIO
DOR {CLARK DS-17220 ) DO BALANÇO

Figura 51 Figura 54
PLUGUE NIVELADOR DA TRAÇÃO DO EIXO PLUGUE NIVELADOR DA CAIXA DE CÂMBIO
PLANETÁRIO {CLARK DS-13311 ) DO GUINCHO

Figura 52 Figura 55
PLUGUE NIVELADOR DO EIXO DIFERENCIA- CILINDRO DO FREIO PRINCIPAL (EIXOS
DOR (CLARK DS-13311) CLARK)
MANUTENÇÃO ITEM 4
Página 17

SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO

Figura 56
PAINEL E IMÃ DO TANQUE HIDRÁULICO

Figura 57
BATERIA DE ARMAZENAMENTO ELÉTRICO

Figura 58
RODAS
ITEM 4
Página 18 MANUTENÇÃO
100 HORAS DE INSPEÇÃO

Funcionamento do alarme de retorno (caso este esteja equipado).

Funcionamento de todas as luzes.


Contenção da unidade por conta do freio de mão.

Torque das porcas da roda verificado de acordo com o Item 5 “Torques dos Para-
fusos Específicos” desse manual.

Verifique a tensão da correia de transmissão, conforme é destacado no item


“Tensão da Correia de Transmissão” nesse manual.

100 HORAS DE SERVIÇO

Figura 59 Figura 61
LIGAS UNIVERSAIS E LIGAS DESLIZANTES FILTROS DO TANQUE HIDRÁULICO
(TRANSMISSÃO DO EIXO DIANTEIRO)

Figura 60 Figura 62
LIGAS UNIVERSAIS E LIGA DESLIZANTE PLUGUE DE DRENAGEM DO TANQUE DE COM-
(TRANSMISSÃO DO EIXO TRASEIRO) BUSTÍVEL
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 19

250 HORAS DE SERVIÇO

Figura 63
TRANSMISSÃO E FILTRO CONVERSOR
{SÉRIE CLARK 18000)
ITEM 4
Página 20 MANUTENÇÃO
500 HORAS DE INSPEÇÃO
Verifique a haste de apoio, bloco principal, pedestal e estrutura se há quais-
quer marcas relativas à sobrecarga.

Verifique todos os torques dos parafusos e porcas de acordo com o Item 5 “Tor-
ques dos Parafusos Específicos” desse manual.

Verifique o gancho em relação a marcas e o rolamento do gancho em relação à sua


vida útil. Remova os parafusos da tampa e analise as porcas e roscas para ver
se há marcas, de acordo com o item “Inspeção do Bloco de Gancho” desse manual.
Verifique o pino de dobradiça (extremidade dos parafusos) para ver se estão fir-
mes no lugar.
Verifique as travas do pino de ancoragem do cilindro da haste de apoio para ver
se estão firmes no lugar.
Verifique o cilindro externo e os pinos pivotais do braço.

500 HORAS DE SERVIÇO

Figura 64
Figura 65
RESPIRADOURO DO TANQUE HIDRÁULICO
TRANSMISSÃO E PLUGUES DE DRENAGEM
CONVERSORES {SÉRIE CLARK 18000)
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 21

500 HORAS DE SERVIÇO

Figura 66 Figura 69
TRANSMISSÃO E PAINEL CONVERSOR (SÉRIE JUNTA UNIVERSAL DA MANGA DE EIXO DE
CLARK 18000) DIREÇÃO (CLARK DS-13311)

Figura 67 Figura 70
TRANSMISSÃO E RESPIRADOURO CONVERSOR RESPIRADOURO DO EIXO
{SÉRIE CLARK 18000)

Figura 68
Figura 71
JUNTA UNIVERSAL DA MANGA DE EIXO DE
BOBINA RETRÁTIL – MOTOR À MOLAS
DIREÇÃO (CLARK DS-17220)
ITEM 4
Página 22 MANUTENÇÃO
1000 HORAS DE SERVIÇO

Figura 72 Figura 75
PLUGUE DE DRENAGEM DO EIXO PLANETÁRIO PLUGUE DE DRENAGEM DO EIXO
(CLARK DS-17220) (CLARK DS-17220)

Figura 73 Figura 76
PLUGUE DE DRENAGEM DO EIXO VÁLVULA DE DRENAGEM DO RADIADOR DO
(CLARK DS-17220) MOTOR

Figura 77
Figura 74 PLUGUE DE DRENAGEM DA ENGRENAGEM DO
PLUGUE DE DRENAGEM DO EIXO PLANETÁRIO GUINCHO
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 23

1000 HORAS DE SERVIÇO

Figura 78 Figura 81
RESPIRADOURO DA CAIXA DE CÂMBIO DO PLUGUE DE DRENAGEM DA CAIXA DE CÂMBIO
GUINCHO E PLUGUE DE ABASTECIMENTO DE DIREÇÃO (SISTEMA DE DIREÇÃO “A”)

Figura 79 Figura 82
PLUGUE DE DRENAGEM DA CAIXA DE DIRE- FILTROS DO TANQUE HIDRÁULICO
ÇÃO DO BALANÇO

Figura 80 Figura 83
RESPIRADOURO DA CAIXA DE CÂMBIO DO PLUGUE DE DRENAGEM DO TANQUE
BALANÇO E PLUGUE DE ABASTECIMENTO HIDRÁULICO
ITEM 4
Página 24 MANUTENÇÃO
NÃO ESPECIFICADO

Figura 84
CABO DE AÇO

Figura 85
SUPORTES DE DESGASTE DAS PLATAFORMAS
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 25

ESPECIFICAÇÃO DE LUBRIFICAÇÃO
ÓLEO DE ENGRENAGEM SAE 80 DE PRESSÃO EXTREMA
CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: 80 OU EP80

ESPECIFICAÇÃO MILITAR: MIL-L-2105 B, API-GL-4, API-GL-5 EP:

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS

DENSIDADE, API .
PONTO DE INFLAMAÇÃO °F (°C) MÍNIMO
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F (99°C)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE MÍNIMO
PONTO DE CANALIZAÇÃO °F (°C) MÁXIMO
UMIDADE MÁXIMO

FONTES:

ÓLEO DE ENGRENAGEM SAE 90 DE PRESSÃO EXTREMA


CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: 90 OU EP9O

ESPECIFICAÇÃO MILITAR: MIL-L-2105 B, API-GL-4, API-GL-5 EP:

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS

DENSIDADE, API .
PONTO DE INFLAMAÇÃO °F (°C) MÍNIMO
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F (99°C)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE MÍNIMO
PONTO DE CANALIZAÇÃO °F (°C) MÁXIMO
UMIDADE MÁXIMO
ITEM 4
Página 26 MANUTENÇÃO
LUBRIFICANTE DE ENGRENAGENS EXPOSTAS (RAZÕES ESPECIAIS)
CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO:

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS TESTE

NÍVEL NLGI
PENETRAÇÃO, FUNCIONAMENTO
VISCOSIDADE, MAC MICHAEL@ 70°F (21°C)
TIPO DE SAIS LÍTIO
SAIS, % LÍTIO
PONTO DE QUEDA °F (°C)

DADOS DE BASE DO ÓLEO:


VISCOSIDADE, sus@ 100°F (38°C)
VISCOSIDADE, sus@ 210°F (99°C)
INFLAMAÇÃO, COC, ° F (°C)

PONTO DE ANILINA °F (°C)


DENSIDADE, API
ÁGUA, %
ÍNDICE DO TESTE DE FERRUGEM
CORROSÃO DO COBRE APROVADO
ESTABILIDADE DE OXIDAÇÃO
QUEDA DE PSI @ 100 HRS
QUEDA DE PSI @ 500 HRS
LAVAGEM DE AGUA % @ 100°F (38°C)
VAZAMENTO DO ROLAMENTO DA RODA, GMS
TIMKEN LB. APROVADO

TESTE DE QUATRO ROLETES:


ÍNDICE DE DESGASTE DE CARGA
MARCAS DE DESGASTE, MM
PONTO DE SOLDA, KG

TESTE DE LIGA DE ROLETES, DESGASTE MG

FONTES:
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 27

ÓLEO HIDRÁULICO
CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO:HO

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS TESTE

NÍVEL
NÍVEL DE VISCOSIDADE ISO
DENSIDADE, API
LIBRA POR GALÃO
VISCOSIDADE
CINEMÁTICOS, CENTISTOKES 40°C
CENTISTOKES 100°C
VISCOSIDADE
SAYBOLT, SUS@ 100”F
SUS @ 210°F (99°C)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE, MÍN
PONTO DE DESPEJAMENTO, °F (°C)
PONTO DE INFLAMAÇÃO °F (°C)
COR, ASTM
NÚMERO DE ANILINA, °F (°C)
ADITIVO CONDICIONADO DA VEDAÇÃO PROTETORA
Nº AGMA
NÍVEL ASTM
Nº SAE (ÓLEO DE CÁRTER)
Nº SAE (LUBRIFICANTE DE ENGRENAGEM)

FONTES:
ITEM 4
Página 28 MANUTENÇÃO
LUBRIFICANTE MULTIUSO À BASE DE LÍTIO
CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: TIPO MPG:

TIPO SAE J310

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS TESTE

PENETRAÇÃO
NÃO TRABALHADO
60 TEMPOS TRABALHADOS
10.000 TRABALHADOS MENOS QUE 5%
DE AUMENTO
PONTO DE QUEDA MÍNIMO
RESISTÊNCIA À ÁGUA EXCELENTE
OXIDAÇÃO ASTM NEGATIVO
TEXTURA LÍTIO
DELICADO
À BASE DE SABÃO E SUAVE
ÓLEO BASE, DESPEJAMENTO
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F (99°C)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE
INIBIÇÃO DE OXIDAÇÃO SIM
TESTE DO CONSELHO DE PESQUISAS COORDENADAS
ROLAMENTO DA RODA APROVADO
ROLAMENTO DA RODA SOBRECARREGADO APROVADO

FONTES:
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 29

FLUÍDO DO FREIO HIDRÁULICO


CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: BF

TIPO: SAE 7 OU -3

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICA

S: PONTO DE INFLAMAÇÃO
CLEVELANO OPEN CUP
COR OCRE CLARO

FONTES:

UTILIZAÇÕES:

PARA SER USADO EM TODOS OS SISTEMAS DE FREIO

FLUÍDO DE TRANSMISSÃO TIPO C-3


CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: C3

TIPO: ESPECIFICAÇÃO MILITAR: MIL-L-10295 EM RELAÇÃO À ÚLTIMA ESPECI


FICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO MILITAR: MIL-L-2104C NÍVEL 10

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS: TESTE

DENSIDADE, API
VISCOSIDADE, CENTISTOKES@ 100°F (38°C)
VRSCOSIDADE, SUS@ 1OO°F (38°C)
VISCOSIDADE, CENTISTOKES 210°F (99°C)
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F
INDICE DE VISCOSIDADE
PONTO DE DESPEJAMENTO, °F (°C)
PONTO DE INFLAMAÇÃO °F (°C)
COR
ZINCO, WT.,%
CINZA, SULFATADA, WT., %

FONTES:
ITEM 4
Página 30 MANUTENÇÃO
FLUÍDO DE TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA
DEXRON II
CUMPRINDO COM AS ESPECIFICAÇÕES ALLISON C-3
CÓDIGOS DA TABELA DE LUBRIFICAÇÃO: ATF OU D

PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS:

DENSIDADE, API
VISCOSIDADE, CENTISTOKES@ 104°F (40°C)
VISCOSIDADE, CENTISTOKES@ 212°F (100°C)
VISCOSIDADE, SUS@ 100°F (38°C)
VISCOSIDADE, SUS@ 210°F (99°C)
ÍNDICE DE VISCOSIDADE
VISCOSIDADE, CENTIPOISE@ -40°F (-40°C)
PONTO DE DESPEJAMENTO °E (°C)
PONTO DE INFLAMAÇÃO DE (°C)
COR

O PROCEDIMENTO É O MESMO QUE EM 02983

ABAIXO SERÃO ENCONTRADAS ALGUMAS COMPANHIAS E OS SEUS PRODUTOS DEXRON II QUE CUMPREM
COM AS ESPECIFICAÇÕES ALLISON C-3.
MANUTENÇÃO ITEM 4
Página 31

RECOMENDAÇÕES DE TROCA DE ÓLEO


É imprescindível que os novos lubrificantes especificados não sejam misturados com os
de especificações antigas em momento nenhum.

Ao alterar para uma nova especificação, o procedimento a seguir deve ser colocado em
prática:

Após a unidade ter sido suficientemente operada com o intuito de trazer de volta
o lubrificante às suas temperaturas normais de funcionamento, remova o plugue de
drenagem e drene o lubrificante completamente.

Após drená-lo, uma lavagem será necessária. Limpe e substitua o plugue de dre-
nagem e limpe a área do plugue de abastecimento. Preencha a unidade ao nível
correto com um óleo de lavagem suave. Opere a unidade por um curto período de
tempo (de 5 a 10 minutos) com cargas leves ou sem nenhuma carga. Drene TODO o
óleo de lavagem da unidade enquanto estiver quente. Limpe e substitua o plugue
de drenagem.
Para reabastecer, limpe ao redor da área do plugue de abastecimento e abasteça
a unidade com o lubrificante de nova especificação no nível correto. NÃO ABASTEÇA
EXCESSIVAMENTE, já que uma quantia demasiada não terá utilidade.
Use a mesma verificação de nível e intervalos de drenagem, conforme é destacado
na tabela de lubrificação e/ou no Manual do operador em relação ao novo lubrifi-
cante.
OBSERVAÇÃO: A mistura de Lubrificantes pode causar danos e NÃO PODEM SER ADMITIDOS. Caso
haja alguma dúvida relativa à unidade ter sido abastecida com o lubrificante
novo ou antigo, a unidade deve ser drenada e lavada (conforme é descrito
acima).

UMA REGRA BEM SIMPLES A SER SEGUIDA É, NO CASO DO SISTEMA/TANQUE HIDRÁULICO, É:


CASO O ÓLEO SEJA CLARO, ADICIONE UM CLARO; CASO O ÓLEO SEJA VERMELHO, ADICIONE
UM VERMELHO. HO TEM UMA COLORAÇÃO CLARA; Dexron II – É VERMELHO ao cumprir com
as Especificações Allison C-3.
ITEM 4
Página 32 MANUTENÇÃO
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
A menor parte do tanque de combustível
serve como um retentor de água, já que
a linha de fornecimento à bomba de com-
bustível seleciona o combustível em uma
curta distância localizada acima do fundo
do tanque. O plugue de drenagem pode ser
usado para remover a umidade periodica-
mente.

Para evitar a condensação da umidade no


tanque de combustível, abasteça o tan-
que imediatamente após o fim da operação
de cada dia. Não deixe que o tanque fi-
que desabastecido durante a noite toda.
Ao ser abastecido, as paredes do tanque
de combustível ficam completamente cheias
de combustível, prevenindo a formação da Figura 86
condensação no interior do tanque. PLUGUE DE DRENAGEM DO TANQUE
Caso uma quantia excessiva de água apa- DE COMBUSTÍVEL
reça no combustível de forma consistente,
uma verificação dos locais de armazenagem
do combustível e discussão desse problema
com o fornecedor de combustível devem ser
feitas imediatamente.

O combustível sempre deve ser coado ou filtrado antes de ser colocado no tanque de
combustível. Isso prolongará a vida útil do filtro do combustível e reduzirá as
chances da sujeira entrar na bomba de combustível e nos injetores.

Os elementos do filtro de combustível estão designados para reter a sujeira e sedi-


mentação que entrou no sistema de combustível. Um filtro que se tornou sujo e obs-
truído devido ao uso excessivo será mais um fator prejudicial que um auxílio para o
motor. Isso restringirá o fluxo do combustível, logo, reduzindo o resultado de po-
tência.

Quantias excessivas de água no combustível podem causar o enferrujamento e corro-


são dos injetores, assim como dos eixos da bomba de combustível, rolamentos e ou-
tras peças. Em algumas áreas, é difícil adquirir combustíveis que não tenham água.
A condensação normal, seja no tanque de armazenamento ou no tanque de combustível,
aumenta o teor de água. Essa água, de fato, deverá ser filtrada ou drenada antes de
ser colocada na bomba de combustível. A vida útil da bomba de combustível e dos in-
jetores devem ser consideravelmente longas caso o operador teor o cuidado de drenar
cerca de um copo de combustível do ponto mais fundo do sistema de combustível antes
de dar a partida no motor diariamente.

ATENÇÃO! Não faça a manutenção do sistema de combustível perto de chamas.


Não fume. É recomendado que o motor possa ser resfriado antes de efetuar a
manutenção do sistema de combustível. Isso reduzirá o risco de incêndios.
MANUTENÇÃO ITEM 4
Página 33

SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL


FILTRO DE COMBUSTÍVEL DETROIT DIESEL
Drene cerca de um quarto de pint [4
Oz. (0,12 litros)] do combustível para
remover a sedimentação e a água do co-
ador e do filtro diariamente ao abrir a
torneira de drenagem no fundo de cada
concha. Consulte o Manual do Opera-
dor do Motor para ver os intervalos de
substituição dos elementos, o cuidado
apropriado e a manutenção do(s) fil-
tro(s) de combustível.
OBSERVAÇÃO: Em motores Detroit Diesel mais
novos, esse estilo de elemento de
filtro é substituído por um
tipo giratório de filtro.
Figura 87
OBSERVAÇÃO: Verifique o Manual do Operador ou FILTROS DE COMBUSTÍVEL DE-
o Manual de Serviço para ver as TROIT DIESEL
especificações mais recentes.

FILTROS DE COMBUSTÍVEL DRESSER DIESEL


Consulte o Manual do Operador do Motor
para ver os intervalos de substituição
dos elementos, o cuidado apropriado e
a manutenção do(s) filtro(s) de combus-
tível.
OBSERVAÇÃO: Verifique o Manual do Operador ou
o Manual de Serviço para ver as
especificações mais recentes.

Figura 88
FILTROS DE COMBUSTÍVEL DRES-
SER DIESEL
ITEM 4
Página 34 MANUTENÇÃO
ESPECIFICAÇÕES DO COMBUSTÍVEL DIESEL
Para a maior parte da vida útil satisfatória do motor do guindaste, apenas use
aqueles óleos de combustível diesel nº 2-D que contêm 0,5% ou menos de enxofre.
Quando gases de exaustão mínimos são requeridos, longos períodos de inatividade ou
condições climáticas frias abaixo de 32°F (0°C) são atingidos, ou quando as altitu-
des são acima de 5.000 pés (1525 m), os óleos de combustível diesel mais voláteis
de Nº 1-D são recomendados.

LIMITE DE DESTILAÇÃO, NÚMERO DE CETANO E TEOR DE ENXOFRE são as três propriedades


mais importantes Na seleção de combustíveis diesel para uma combustão ideal e um
desgaste mínimo. A velocidade do motor, carga e temperatura ambiente influenciam na
seleção de combustíveis relativos ao limite de destilação e número de cetano.

O TEOR DE ENXOFRE DO COMBUSTÍVEL DEVE SER O MAIS BAIXO POSSÍVEL para evitar a for-
mação excessiva De resíduos e desgaste prematuro.

CLASSIFICAÇÃO ASTM DOS ÓLEOS DE COMBUSTÍVEL DIESEL


designação ASTM D975 °F

Ponto de inflamação (°C) Mín. ou Legal. ou Legal.


Resíduo de carbono: %, Máx.

Água e Sedimentação (% por vo-


lume): Máx.

Resíduo de carbono: %, Máx.

Destilação, °F (°C)
90% Pt. : Máx.
Mín.

Viscosidade @ 100°F (38°C)


centistokes: Mín.
Máx.

Enxofre: % Máx.

Cetano: : Máx.

Durante as operações em temperaturas frias, o “ponto de nebulosidade” (temperatura


na qual os cristais de cera começam a se formar no óleo de combustível) devem ser
10°F (-12°C) abaixo da temperatura esperada do combustível para prevenir a obstru-
ção dos filtros de combustível graças aos cristais de cera.

OBSERVAÇÃO: Verifique o Manual do Operador do Motor ou de Serviço para ver as especificações


mais recentes.
MANUTENÇÃO ITEM 4
Página 35

SISTEMA ELÉTRICO
O GUINDASTE GALION está equipado com um alternador (uma saída contínua, diodo re-
tificado, gerador de a/c), que o difere de um gerador d/c. O alternador oferece a
vantagem de ser capaz de uma alta taxa de carga com um baixo rpm do motor

ATENÇÃO! CERTAS PRECAUÇÕES DEVEM SER TOMADAS AO UTILIZAR O ALTERNADOR.

Certifique-se sempre que a polaridade está correta ao instalar uma


nova bateria. O sistema de guincho está em um sistema de aterra-
mento negativo (-). A posição negativa (-) da bateria deve ir na
base.
Não provoque curto em qualquer um dos terminais do alternador ou
do regulador.

Não tente polarizar o alternador.

Sempre desconecte o cabeamento do aterramento antes de substituir


qualquer unidade elétrica do sistema.

Nunca mexa em um alternador em um circuito aberto. Certifique-se


que todas as ligações estão conectadas e presas de maneira segura.

Desconecte o cabeamento do alternador antes de usar um soldador


elétrico em qualquer lugar do guindaste.

Instalação do diodo:Conecte a saída escura do diodo à ligação de


fios do alternador, e a saída clara aos cabeamentos.

OBSERVAÇÃO: Apenas use água destilada e mantenha os compartimentos da bateria em seu


nível correto, adicionando-a só quando for necessário. Mantenha a bateria
de armazenamento totalmente carregada.
Mantenha os compartimentos da bateria em seu nível correto ao só adicionar água
destilada quando for necessário. Mantenha a bateria de armazenamento carregada to-
talmente em todos os momentos. Uma bateria que está totalmente carregada tem uma
leitura específica de densidade de 1.260 a 1.280 a 80°F.(27°C.) quando há o teste
com um hidrômetro. Essa leitura é afetada pela temperatura, portanto, é necessário
que haja a determinação da temperatura exata do eletrólito a partir de um termôme-
tro. Uma vez que a temperatura do eletrólito é determinada e a densidade específica
é testada, a leitura é facilmente corrigida ao adicionar ,004 pontos à leitura
para cada 10°F (6°C). acima de 80°F.(27°C.) ou subtraindo ,004 pontos a cada 10°F.
(6°C.) abaixo de 80°F.(27°C.).

Quando a temperatura ambiente do ar cai para 32°F (0°C) ou menos ainda, a eficiência
da bateria diminui rapidamente. Em temperaturas de -20°F.(-29°C.) ou menos, não
tente dar a partida no motor, a menos que a bateria tenha sido aquecida. Um meio
satisfatório de aquecer a bateria é imergi-la em água quente cerca de 1,000” (25,4
mm) do topo da cobertura da bateria..

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA


SEÇÃO 4
Página 36 MANUTENÇÃO

É especialmente importante manter a bateria com carga total para operação com
tempo frio. Verificar a gravidade específica do eletrólito da bateria a interva-
los freqüentes, e manter a bateria tão plenamente carregada quanto possível. O
eletrólito não congelará se a bateria for mantida totalmente carregada, a menos
que a temperatura do ar ambiente atinja -83 ºF (-64 ºC). O eletrólito conge-
lará, contudo, a 0 ºF (-18 ºC) se for permitido que a gravidade específica caia
até 1.160. O congelamento pode ocorrer em temperaturas ainda mais altas se for
permitido que a gravidade específica do eletrólito caia ainda mais. Lembre-se: O
CONGELAMENTO PODE OCORRER se não foram tomadas precauções adequadas. Adicionar
água destilada à bateria em temperaturas de congelação somente quando o motor
for operar durante várias horas, para permitir a mistura completa de eletrólito
e água destilada. O enchimento da bateria com água destilada sem dar tempo para
mistura pode resultar na sua congelação e, conseqüentemente, avaria da bateria.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 37

ESQUEMAS DE LIGAÇÕES ELÉTRICAS


DETROIT DIESEL 4-53N

(Figura 89)
CHAVE LUZ DE DIRE-
DE DI-
SEÇÃO 4

ÇAO TRASEIRA
REÇÃO
Página 38

DIODO TRA- HORÍMETRO


SEIRA

ARRANQUE
VOLTÍMETRO

ALTERNADOR
TEMPERATURA
DE ESFRIA-
MENTO DO
MOTOR CHAVE DE
PARTIDA
CHAVE MAGNÉ-
TICA
MOTOR DIESEL DRESSER D359T

ALARME
TRANSMISSOR DE SEGU- CHAVE DO
DA TEMP. DE ALARME
ESFRIAMENTO DO
RANÇA
DE SEGU-
MOTOR
RANÇA
CHAVE NEUTRA

(Figura 90)
DISJUNTORES
MANUTENÇÃO

CHAVE DA
SOLENÓIDE DE TRANSMISSOR PRESSÃO DO PAINEL DE INSTRUMENTOS
DESLIGAMENTO DA PRESSÃO DO ÓLEO DO MOTOR
DO MOTOR ÓLEO DO MOTOR CHAVE DA BUZINA

NÍVEL DO COM-
BUSTÍVEL

RELÉ
DA BU-
CHAVE MESTRA ZINA
DE SEPARAÇÃO
BATERIAS
MANUTENÇÃO SEÇÃO 4
Página 39

SISTEMA DE ESFRIAMENTO
Os motores Diesel DRESSER e Diesel Detroit são esfriados a líquido. O motor Die-
sel Deutz é esfriado a ar. Ambas as variedades de motores requerem seus próprios
serviços especiais de manutenção para evitar seu superaquecimento. As seções se-
guintes descrevem brevemente os serviços que lhes devem ser dispensados. Consul-
tar sempre o Manual do Operador do Motor sobre informações específicas e interva-
los de manutenção.

SISTEMAS DE ESFRIAMENTO DE DIESEL DRESSER E DIESEL DETROIT


Usar sempre água limpa no radiador (água de chuva ou água doce são preferidas).
Água de córregos e poças estagnadas geralmente contêm sujeira, minerais e/ou ma-
terial orgânico que é depositado no sistema de esfriamento e prejudica a eficiên-
cia do esfriamento. O sistema de esfriamento deve ser limpo e mantido de acordo
com as instruções do fabricante do motor, que são encontradas no Manual do Opera-
dor do Motor.

O superaquecimento do motor é freqüentemente causado por aletas do radiador do-


bradas ou obstruídas. Os espaços entre as aletas podem ser limpos com uso de ar
ou água sob pressão.
Quando endireitar aletas dobradas, ter cuidado para não danificar os tubos ou rom-
per a ligação entre as aletas e os tubos.
AVISO! Não despejar água fria no radiador quando o motor estiver mui-
to quente e o nível de água estiver abaixo do alto dos tubos. Tal ação
pode resultar em avaria dos cabeçotes de cilindros do motor.

A tabela seguinte indica percentagens de anticongelante a serem usadas para vá-


rias temperaturas ambientes baixas.

TEMPERATURAS DE CONGELAÇÃO DO LÍQUIDO REFRIGERANTE X


CONCENTRAÇÃO DE ANTICONGELANTE (NÍVEL DO MAR)

T T
E E
M Faixa de Con- M
P centrações P
E Recomendada E
R 30-67% R
A A
T T
U U
R R
a a

CONCENTRAÇÃO DE ANTICONGELANTE (% POR VOLUME)

Figura 91
TABELA DE PERCENTAGEM DE ANTICONGELANTE
PARA DRENAR SISTEMA DE ESFRIAMENTO
1. Drenar o sistema de esfriamento imediatamente depois de parar o motor, en-
quanto a maior parte dos sedimentos está em suspensão.

continua próxima página


SEÇÃO 4
Página 40 MANUTENÇÃO

2. Desligar o motor.

3. Remover a tampa do radiador.

AVISO! Usar um trapo para evitar queimaduras na mão, soltar a tam-


pa do radiador devagar para permitir que a pressão escape antes da
remoção.

4. Abrir a válvula de drenagem do radiador para drenar o radiador.

5. Abrir as válvulas de drenagem do motor para drenar o bloco do motor. Consul-


tar o Manual do Operador do Motor para ver as localizações de válvulas de drena-
gem do bloco do motor.

PARA ENCHER O SISTEMA DE RESFRIAMENTO

1. Fechar todas as válvulas de drenagem.

2. Deixar o motor esfriar totalmente antes de encher o sistema de resfriamento


com líquido refrigerante. Consultar o Manual do Operador do Motor sobre líquido
refrigerante e aditivos recomendados.

AVISO! Não despejar líquido refrigerante no sistema de esfriamen-


to quando o motor estiver muito quente. Tal ação pode resultar em
avaria do motor.

3. Encher o sistema de esfriamento com líquido refrigerante até dentro de 1”


(25,40 mm) da tampa do radiador.

4. Instalar a tampa do radiador.

OBSERVAÇÃO: Se for desejado jatear com água o sistema de resfriamento antes de


adicio-nar o líquido refrigerante, seguir o procedimento de enchimento acima
usando pri-meiramente água doce limpa. Operar o motor durante 15 minutos para
fazer a água circular totalmente. Repetir o procedimento de drenagem. Repetir o
procedimento de enchimento usando o líquido refri gerante desejado.
MANUTENÇÃO SEÇÃO 4
Página 41

OTOS DO LOCALIZADOR DO SISTEMA DE ESFRIAMENTO DE DRENAGEM

AMBOS OS LADOS

LÍQUIDO REFRIGERANTE CONFORME NECESSÁRIO

Figura 92 Figura 94
TAMPA DE ENCHIMENTO DO RADIADOR VÁLVULAS DE DRENAGEM DO DIESEL DETROIT

Figura 93 Figura 95
VÁLVULA DE DRENAGEM DO RADIADOR VÁLVULA DE DRENAGEM DO ESFRIADOR DE ÓLEO DO DIESEL
DETROIT

OBSERVAÇÃO: Não há válvulas de drenagem no Motor Diesel DRESSER D359T.


SEÇÃO 4
Página 42 MANUTENÇÃO

ESFRIADOR DE ÓLEO DO CONVERSOR DE TORQUE


Um (acessório) ar para esfriador é montado adjacente ao radiador do motor. Este “Troca-
dor de
Calor” estabiliza a temperatura do óleo do conversor/transmissão.

O mesmo deve ser limpo externamente com ar comprimido e/ou jateado com uma mangueira
de água a cada 100 horas de operação, ou com maior freqüência quando se operar onde
resíduos de cereais e vegetação possam causar paradas.

Não permitir que a temperatura operacional da transmissão e do conversor exceda 250 ºF


(121
ºC). Temperaturas nestes valores ou próximas destes podem indicar uma necessidade de
manutenção devido a operação inadequada do esfriador ou outro mau funcionamento do
sistema.
As temperaturas operacionais normais são:

Transmissão Clark Série 18000 180 º - 200 ºF (82 º - 93 ºC)


AVISO! Não parar o conversor por mais de 30 segundos de cada vez.

AVISO! A parada do conversor é uma condição em que as embreagens estão enga-


tadas, as
rodas não estão girando, e o motor funcionando com pleno abastecimento de
combustível.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 43

SISTEMA DE ÓLEO LUBRIFICANTE


FILTRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE
O filtro de óleo lubrificante mantém o óleo circulante livre de contaminantes prejudiciais. Os
filtros de óleo do motor precisam ser substituídos quando o óleo do motor é trocado. Ver no
atual Manual de Peças/Microficha os números de peças para substituição correta de filtro de
óleo.

OBSERVAÇÃO: Procurar vazamentos de óleo depois de dar partida ao motor.

Figura 96 Figura 97
FILTRO DE ÓLEO DE DIESEL DETROIT FILTRO DE ÓLEO DE DIESEL DRESSER
SEÇÃO 4
Página 44 MANUTENÇÃO

ESPECIFICAÇÕES DE ÓLEOS LUBRIFICANTES


MOTOR DIESEL DRESSER

Recomendações para Desempenho de Óleos

CC para uso em motores de sucção natural e em motores que operem em serviço leve,
inclusive operação de prontidão e de emergência (equivalente ao MIL-I-2104B).

CC/CD para uso em motores turbo-alimentados (equivalente ao MIL-L-45199B).

Óleos de Dupla Categoria proporcionam o desempenho requerido de cada categoria individual.


Por exemplo, um óleo CC/CD é misturado para satisfazer os níveis de desempenho tanto de
CC quanto de CD.

É especificado um limite de cinza sulfatada para óleo lubrificante usado em motores Dresser.
A experiência do passado mostrou que óleos com um teor de cinza mais alto podem produzir
depósitos em válvulas que podem evoluir para gotejamento e queima de válvula. Um teor de
cinza sulfatada máximo de 1,85% da massa é recomendado para todos os óleos usados em
motores Dresser.

Óleos de Amaciamento

Não usar óleos lubrificantes especiais para “amaciamento” em motores novos ou


recondicionados. Usar os óleos lubrificantes especificados para operação normal do motor.

Recomendações sobre Viscosidade do Óleo

Foi constatado que o uso de um óleo lubrificante de graduação múltipla melhora o controle do
consumo de óleo e melhora a partida do motor a manivela em temperaturas frias, mantendo a
lubrificação em altas temperaturas operacionais. Um óleo de graduação múltipla é, portanto,
recomendado com os graus de viscosidade mostrados na Tabela seguinte. O uso de óleo
lubrificante de graduação única não é recomendado, exceto em condições do Ártico.

Figura 98

OBSERVAÇÃO * O 20W20 não é considerado um óleo de graduação múltipla.

OBSERVAÇÃO: ** O intervalo para troca de óleo sintético deve ser igual ao da troca de
óleo derivado do petróleo.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 45

Operações no Ártico

Quando não houver recomendação de manter o motor quente quando estiver operando em
temperaturas ambientes consistentemente abaixo de – 10 ºF (123 ºC), usar um óleo lu-
brificante
que satisfaça os seguintes requisitos.

Óleos sintéticos com grau de viscosidade SAE 5W podem ser usados desde que satisfaçam
o
requisito de viscosidade mínima a 212 ºF (100 ºC).
Parâmetro
(Método de Ensaio) Especificação
Qualidade do Desempenho Classificação CC/SC do API
Classificação CC/CD do API

Viscosidade Máxima de 10.000 mPa ºs a -31 ºF (-35 ºC)


Mínima de 4,1mm2/s a 212 ºF (100 ºC)

Ponto de Vazamento Mínimo de 9 ºF (5 ºC) Abaixo da Tempera-


(ASTM D-97) tura Ambiente Mais Baixa Esperada

Teor de Cinza Sulfatada


Máximo de 1,85% por Peso
MOTOR DIESEL DETROIT

Denominações de Desempenho do API, Fornecedor do Lubrificante e Nomes de Marcas

Os lubrificantes são misturados para satisfazer testes específicos aceitos pela in-
dústria desenvolvidos pela American Society for Testing and Materials (ASTM) (So-
ciedade Americana
de Ensaios de Materiais). O serviço para o qual estes produtos são destinados é de-
finido pelo
American Petroleum Institute (API) (Instituto Americano do Petróleo). O fornecedor
do lubrificante comercializa estes produtos sob uma marca ou nome comercial específi-
co. A identificação do recipiente indica se o conteúdo atende ou excede as denomina-
ções dos códigos de letras específicos do API (exemplo: SF, CD).

Recomendações

Óleos lubrificantes que satisfazem os seguintes níveis de desempenho, graus de vis-


cosidade, limites de cinza sulfatada e requisitos de zinco são recomendados para
motores Diesel Detroit.
É também recomendado que o fornecedor de óleo apresente ao usuário prova de desem-
penho satisfatório de seu produto em motores Diesel Detroit.

Níveis de Desempenho de Óleos Lubrificantes

Os lubrificantes são formulados para satisfazer todos os critérios de desempenho


definidos nas especificações comerciais (API) e/ou militares. A tabela de “Níveis de
Desempenho de Óleos Lubrificantes” mostra os níveis de desempenho atuais de óleos
comerciais industriais e militares. As denominações em letras do API estão definidas
na prática recomendada da SAE J-183 publicada no Manual da SAE.

continua próxima página


SEÇÃO 4
Página 46 MANUTENÇÃO

Recomendações específicas sobre o nível de desempenho do óleo para motores Diesel De-
troit estão indicadas na tabela seguinte.

NÍVEIS DE DESEMPENHO DE ÓLEO LUBRIFICANTE

DENOMINAÇÃO DO ESPECIFICAÇÃO RECOMENDADO


DESEMPENHO DO MILITAR COM- COMENTÁRIOS E STA-
PARA USO EM TUS ATUAL DE QUALI-
API PARÁVEL MOTORES DA FICAÇÃO DO API OU
MILITAR
MOTORES MOTORES
DIESEL A GASO-
2 TEMPOS 4 TEMPOS
LINA

MIL-L-2104A SIM Não Obsoleto, dispo-nibi-


(Suplemen- lidade ainda limitada
to 1)
Obsoleto, ainda pron-
SIM Não tamente disponível
MIL-L-2104B
Disponibilidade ainda
MIL-L-45199A SIM Não limitada
(Série 3)
Desempenho Diesel ob-
soleto,
MIL-L-46152 SIM SIM
destinado a carros de
passageiros a gaso-
lina
NENHUMA
SIM SIM Principalmente para
carros de passageiros
a gasolina

Especif. atual.
MIL-L-2104C SIM SIM Para veículos milita-
res de serviço pesado
a diesel, aceitável
para veículos comer-
ciais a diesel.

Requisitos de desem-
SIM SIM
penho a diesel são
atuais. Requisitos de
desempenho em carros
de passageiros a ga-
SIM SIM solina são obsoletos.

Satisfaz requisitos
atuais de desempe-nho
a diesel e a gasolina
SIM
NÃO Lubrificantes de pos-
tos de serviços.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 47

VENTILAÇÃO DO CÁRTER DO MOTOR


A ventilação do cárter é fornecida no motor Diesel Detroit para evitar o acúmulo de
vapores prejudiciais e a pressão criada pelo óleo lubrificante aquecido.

OBSERVAÇÃO: Consultar o Manual do Operador do Motor sobre os mais recentes


intervalos de manutenção e procedimentos.

Limpar o conjunto do respiradouro do cárter montado externamente a cada 1.000 horas.


Este período de limpeza pode ser reduzido ou prolongado de acordo com a severidade
do serviço. Limpar os coxins do respiradouro montados internamente por ocasião de
revisão do motor, ou antes se for observada pressão excessiva no cárter.
Remover o respiradouro do cárter do motor e lavar o coxim de malha de aço (elemento)
em óleo combustível e secá-lo com ar comprimido. Reinstalar o conjunto do respira-
douro.

AVISO! A pressão no bocal de ar não deve exceder 30 PSI (0,207 MPa). Usar
sempre óculos de proteção quando utilizar ar comprimido.

Limpar a tampa do respiradouro, montada na cobertura do balancim de válvulas, em


combustível limpo sempre que o óleo do motor for trocado.
SEÇÃO 4
Página 48
MANUTENÇÃO

NOTAS
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 49

CUIDADOS COM O SISTEMA HIDRÁULICO


O funcionamento do guindaste é dependente do sistema hidráulico. A vida útil do
sistema depende do óleo hidráulico e do cuidado dispensado ao mesmo.

O sistema hidráulico foi projetado para funcionar com óleo disponível na maio-
ria dos fornecedores, e que é relativamente barato. O guindaste é abastecido na
fábrica com o que é basicamente um óleo para turbinas leve, não corrosivo, que
pode ser vazado a -30 ºF (-34 ºC). Contém inibidores de formação de ferrugem
adequados para um mínimo de 1.000 horas de operação sob a maioria das condições.
Está disponível sob especificações militares e é identificado como MIL-L-17672A
Categoria 2110 TL. Especificações completas e uso opcional de outros óleos estão
contidos na seção de lubrificação deste manual.

Manter o óleo no nível correto, conservar a tela do tanque limpa e trocar o óleo
e elementos de filtração nos intervalos de troca sugeridos. Quando for necessário
óleo adicional, usar um recipiente limpo. Limpar a tampa do tanque e em redor
da abertura do tanque antes de adicionar óleo. A sujeira é o pior inimigo de um
sistema hidráulico – mantê-lo limpo.

SERVIÇO DIÁRIO/A CADA 10 HORAS

Verificar o nível do óleo hidráulico


Diariamente/A intervalos de 10 horas de
serviço. Usar o seguinte procedimento
para verificar o nível do óleo.

1. Antes de verificar o nível do óleo,


estacionar o guindaste sobre uma super-
fície nivelada, com todos os cilindros
de sapatas recolhidos, lança baixada e
totalmente recolhida. Isto fará a máxi-
ma quantidade de óleo retornar do sis-
tema hidráulico para o tanque.

2. O óleo hidráulico deve estar a uma


temperatura mínima operacional de 100
Figura 99
ºF (38 ºC) antes do desligamento do mo- VARETA MEDIDORA DE NÍVEL DO TANQUE DE ÓLEO HIDRÁULICO
tor.

3. Desligar o motor e acionar o freio de estacionamento.

4. Limpar a área em volta da vareta medidora de nível e removê-la. O óleo deve


estar entre marcas na vareta. Se for preciso adicionar óleo prosseguir com as
etapas restantes.

5. Limpar fora do tanque na proximidade da tampa e remover duas porcas sextava-


das, arruelas de pressão e tampa do tanque. Adicionar óleo conforme necessário.

6. Reinstalar a tampa e a vareta medidora de nível.


SEÇÃO 4
Página 50
MANUTENÇÃO
SERVIÇO SEMANAL/A CADA 50 HORAS
CONJUNTO DE TELA E ÍMÃ

A intervalos Semanais/de 50 horas de ser-


viço o conjunto da tela e ímã precisa ser
removido do tanque de óleo hidráulico e
limpo. Usar o seguinte procedimento para
limpeza do conjunto da tela e ímã.

Remoção

1. Limpar fora do tanque nas proximidades


da tampa. Limpar a tampa.

2. Remover duas porcas sextavadas e ar-


ruelas de pressão, e levantar a tampa (1,
Figura 100) para fora do alto do tanque.

3. Remover a aranha de sujeição (4).

4. Introduzir a mão limpa no tanque e remover a tela (5) e a gaxeta (6).

5. Deixar o óleo drenar da tela.

Limpar a tela lavando em solvente. Se possível, secar soprando com ar comprimido


pelo lado externo.

AVISO! A pressão no bocal de ar não deve exceder 30 PSI (0,207 MPa).


Usar sempre óculos de proteção quando utilizar ar comprimido.

AVISO! Deve ser tomado cuidado para evitar a inalação de vapores, expo-
sição da pele e criação de riscos de incêndio ao usar agentes de limpeza
tipo solventes.

Examinar a tela procurando depósitos de verniz de petróleo. Se houver, remover


com tíner para tintas ou acetona. Se houver presença de depósitos de verniz é
indicada uma mudança do óleo hidráulico. O verniz indica que o óleo perdeu sua
capacidade de proteger o sistema hidráulico.

6. Limpar os ímãs na aranha (4).


Figura 100

Instalação

1. Instalar a gaxeta (6, Figura 100) na tela (5).

2. Instalar o conjunto no tanque.

3. Colocar o conjunto da aranha (4) na tela.

4. Instalar a vedação (3) na tampa do tanque.

continua próxima página


SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 51

5. Colocar o conjunto da tampa no tanque. A mola do conjunto da aranha deve as-


sentar-se na bossa existente na tampa.

6. Instalar duas arruelas de pressão e porcas sextavadas para prender a tampa no


tanque. Apertar as porcas sextavadas uniformemente.

RESPIRADOURO

A condição do respiradouro do tanque de óleo hidráulico deve ser inspecionada a


cada Semana/50 Horas de operação para assegurar que não esteja entupido. Subs-
tituir o elemento, se necessário. Consultar o intervalo de 500 Horas de Serviço
sobre o procedimento de substituição.

SERVIÇO DE 100 HORAS


Um filtro de elemento duplo está instalado no
fundo do tanque hidráulico para filtrar todo
o óleo à medida que volta para o tanque.
Elementos

Os elementos precisam ser substituídos de-


pois de 100 horas. Dois elementos sobressa-
lentes são embarcados pela fábrica com cada
guindaste para este fim. Trocar a cada 1.000
horas de operação dali por diante. Se o sis- Tampa de Elemento e
Conjunto de Válvula de
tema hidráulico for consertado, substituir Desvio

os elementos depois das primeiras 100 horas


de operação.
Plugue de Porcas
Drenagem

PARA MANUTENÇÃO DO FILTRO


Figura 101
1. Remover o plugue de drenagem da tampa do
tanque do fundo. Aproximadamente 5 galões
americanos (19 litros) de óleo hidráulico
serão drenados do compartimento do filtro.
Descartar este óleo.
2. Remover 2 porcas sextavadas e arruelas de pressão que prendem a tampa do tanque
do fundo.
3. Remover com alavanca a tampa para fora da base do tanque, movendo primeiro um
lado e depois o outro.
4. Desatarraxar a tampa do elemento de filtração e o conjunto da válvula de desvio.
5. Remover dois elementos de filtração usados e descartar.
6. Lavar a tampa do elemento de filtração e o conjunto da válvula de desvio em sol-
vente adequado. Recolocar a vedação na tampa do tanque e tornar a montar na ordem
inversa.
Apertar a tampa do filtro contra os novos elementos de filtração com a mão para evi-
tar esmagá-los.
AVISO! Deve ser tomado cuidado para evitar a inalação de vapores,
exposição da pele e criação de riscos de incêndio ao usar agentes
de limpeza tipo solventes.
7. Dar partida ao guindaste e fazer funcionar durante vários minutos. Desligar o
motor e verificar o nível do tanque de óleo hidráulico, conforme descrito em inter-
valo Diário/de 10 Dias de Serviço.
SEÇÃO 4
Página 52
MANUTENÇÃO

SERVIÇO DE 500 HORAS


A condição do respiradouro do tanque de
óleo hidráulico deve ser verificada a
cada 50 horas. Depois de cada 500 horas
de operação, ou antes, se as condições o
exigirem, o elemento de papel deve ser
descartado e substituído por um novo
elemento.

SERVIÇO DO RESPIRADOURO

Figura 102

1. Remover o parafuso (1, Figura 102), vedação(2) e


caneca do respiradouro (3) da haste (4).

2. Remover o elemento de papel usado (5) da haste e Figura 102


descartar.

3. Instalar o novo elemento de papel na haste. Reins-


talar a caneca do respiradouro, vedação e parafuso.

SERVIÇO DE 1.000 HORAS


SERVIÇO DE 1.000 HORAS

No intervalo de 1.000 Horas de Serviço o


tanque de óleo hidráulico precisa ser drena-
do, limpo, e os elementos de filtração subs-
tituídos. Usar o seguinte procedimento para
efetuar este serviço:

1. Remover o plug de drenagem (Figura 103)


do fundo do tanque hidráulico e descartar o
óleo
usado. O tanque de óleo hidráulico comporta
aproximadamente 75 galões americanos (284
litros) de óleo.

2. Remover os elementos de filtração hidráu-


licos usados e descartar. Ver em intervalo Figura 103
de 100
Horas de Serviço o procedimento de remoção.
3. Remover as tampas de acesso de cada extremidade do tanque de óleo hidráulico e lim-
par o
Interior com panos sem fiapos.

4. Reinstalar o plugue de drenagem no fundo do tanque, e as tampas de acesso em cada


extremidade do tanque.

5 Instalar novos elementos de filtração.

continua próxima página


SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 53

6. Encher o tanque de óleo hidráulico com óleo até a marca de cheio na vareta me-
didora de nível antes de dar partida ao motor. Uma vez que o tanque esteja cheio
dar partida ao motor e deixar o óleo atingir a temperatura operacional de 100 ºF
(38 ºC). Verificar novamente o nível do óleo.

OBSERVAÇÃO: É preciso dar partida ao motor para permitir que o compartimento de


iltro hidráulico se encha de óleo. Este compartimento retém aproximadamente 5
galões americanos (19 litros) de óleo. Isto fará baixar o abastecimento inicial
de óleo.
SEÇÃO 4
Página 54
MANUTENÇÃO

ESQUEMAS HIDRÁULICOS
150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) S/N 08624 ATÉ 09627

Figura 104
ESQUEMA HIDRÁULICO K-162762
(FOLHA 1 de 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 55

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA)

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTRAPESO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
ENGRENAGEM DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
DIVISOR DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem


prévio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou
Micro icha so-bre os números atuais.
SEÇÃO 4
Página 56 MANUTENÇÃO

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) S/N 09628 E ACIMA

Figura 105
ESQUEMA HIDRÁULICO DEG-9200
(FOLHA 1 de 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 57

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTROLE DE OSCILAÇÃO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
VÁLVULA DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
DIVISOR DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO

VÁLVULA DE ALÍVIO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem pré-


vio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou Microficha
sobre os números atuais.
SEÇÃO 4 MANUTENÇÃO
Página 58

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) S/N 08624 ATÉ 09627

Figura 106
ESQUEMA HIDRÁULICO K-162762
(FOLHA 2 de 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 59

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTRAPESO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
ENGRENAGEM DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA DIVISORA DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem pré-


vio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou Microficha
sobre os números atuais.
SEÇÃO 4
Página 60 MANUTENÇÃO

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 4 SEÇÕES) S/N 09628 E ACIMA

Figura 107
ESQUEMA HIDRÁULICO DEG-9200
(FOLHA 2 de 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 61

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 4 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA)

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTROLE DE OSCILAÇÃO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
VÁLVULA DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA DIVISORA DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA DE ALÍVIO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem pré-


vio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou Microficha
sobre os números atuais.
SEÇÃO 4
Página 62
MANUTENÇÃO

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) S/N 08624 ATÉ 09627

Figura 108
ESQUEMA HIDRÁULICO K-162761
(FOLHA 1 de 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 63

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTRAPESO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
ENGRENAGEM DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
DIVISOR DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem pré-


vio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou Microficha
sobre os números atuais.
SEÇÃO 4
Página 64

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) S/N 09628 E ACIMA

Figura 109
ESQUEMA HIDRÁULICO DEG-9322
(FOLHA 1 de 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 65

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 3 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTROLE DE OSCILAÇÃO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
VÁLVULA DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
DIVISOR DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO

VÁLVULA DE ALÍVIO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem pré-


vio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou Microficha
sobre os números atuais.
SEÇÃO 4
Página 66 MANUTENÇÃO

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 4 SEÇÕES) S/N 08624 ATÉ 09627

Figura 110
ESQUEMA HIDRÁULICO K-162761
(FOLHA 2 e 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 67

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 4 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTRAPESO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
ENGRENAGEM DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA DIVISORA DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem pré-


vio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou Microficha
sobre os números atuais.
SEÇÃO 4
Página 68 MANUTENÇÃO

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 4 SEÇÕES) S/N 09628 E ACIMA

Figura 111
ESQUEMA HIDRÁULICO DEG-9322
(FOLHA 2 de 2)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 69

150A (LANÇA DE FORÇA TOTAL DE 4 SEÇÕES) LISTA DE CÓDIGOS ESQUEMÁTICA

NÚMERO DO CÓDIGO NÚMERO DA PEÇA DESCRIÇÃO

VÁLVULA DE RETENÇÃO PILOTO H.I.C.


VÁLVULA DE RETENÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO – 1 GPM
OSCILAÇÃO DO MOTOR HIDRÁULICO
VÁLVULA DE CONTROLE DE OSCILAÇÃO
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIO
CILINDRO MESTRE DE FORÇA
REDUTOR COM ORIFÍCIO
VÁLVULA DE DIREÇÃO
REGULADOR DE VAZÃO / DESVIADOR
CONJUNTO DO TANQUE HIDRÁULICO
BOMBA HIDRÁULICA
COLETOR DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIO
BLOCO AFASTADOR
JUNTA GIRATÓRIA (INCLUI O ITEM 14)
VÁLVULA DE ALÍVIO – TÉRMICA
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA ANTICAVITAÇÃO
VÁLVULA DE ALÍVIO
MOTOR HIDRÁULICO – GUINCHO
BLOCO DE JUNÇÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA DIVISORA DE VAZÃO
VÁLVULA SOBRECENTRO
VÁLVULA DE ALÍVIO

OBSERVAÇÃO: Todos os números de peças estão sujeitos a alteração sem pré-


vio aviso. Consultar sempre o mais recente Manual de Peças ou Microficha
sobre os números atuais.
SEÇÃO 4
Página 70 MANUTENÇÃO

SISTEMA DE AR DO MOTOR
Para evitar a penetração de sujeira no motor, é essencial que sejam feitas inspeções
periódicas de mangueiras do limpador de ar, cotovelos e conexões da tubulação entre o
coletor de distribuição e o limpador de ar. As conexões de mangueiras devem ser subs-
tituídas antes de deterioração. Para eliminar esforços indevidos sobre a tubulação e
conexões, certificar-se de que todos os componentes se alinhem adequadamente. Ver se to-
das as juntas entre o limpador de ar e o coletor de distribuição do motor estão herme-
ticamente fechadas; isto inclui conexões flexíveis e gaxetas de coletor de distribuição.
Certificar-se de que as cavilhas do coletor de distribuição estão apertadas com os valo-
res de torque requeridos.

O limpador é equipado com uma tela na tampa de admissão de ar (localizada no alto da


chaminé de admissão de ar) para evitar que partículas grandes tais como resíduos de ce-
reais, folhas, etc. penetrem no limpador de ar. Manter esta tela de admissão limpa. Os
furos precisam ser mantidos abertos e livres de tinta. Pó, óleo ou água podem acumular-
se na tela e obstruir os furos o bastante para restringir o fluxo de ar para o motor. O
fluxo de ar restrito reduzirá a potência produzida pelo motor.

O tubo de admissão de ar desde a tampa de admissão até o limpador de ar não deve acumu-
lar sujeira no seu interior. Limpar este tubo quando o limpador de ar for retirado. Ao
mesmo tempo, limpar o tubo de admissão do limpador de ar.

O Limpador de Ar Donaclone Cyclopac fornecido como equipamento padrão requer manutenção


Diária/A cada 10 horas; com maior freqüência sob condições operacionais severas.

Deve ser feita uma vedação positiva entre o coletor de pó e o limpador depois de cada
manutenção. Vazamentos neste ponto aumentarão o acúmulo de pó e tornarão necessária ma-
nutenção mais freqüente dos elementos filtrantes. É recomendada a conservação permanente
em estoque de gaxetas de reserva devido à manutenção do coletor de pó e à possibilidade
de avaria das gaxetas.

Exaustão excessiva de fumaça e/ou perda de potência podem indicar a necessidade de ma-
nutenção do elemento filtrante. Se houver equipamento disponível, medir as restrições de
ar no limpador com um manômetro de vácuo ou de água nas torneiras de restrição do sis-
tema de indução. O sistema é requerido quando a restrição de ar aumentou até os limites
máximos admissíveis conforme estabelecidos pelo fabricante do motor. Recolocar o plugue
da torneira com firmeza depois da medição.

OBSERVAÇÃO: Se a unidade estiver sendo operada em temperaturas abaixo do ponto de


congelação um elemento de iltro extra deve ser mantido na cabine do operador, para
substituir ele-mento que pode icar congelado e restringir o luxo de ar para o motor.
MANUTENÇÃO SEÇÃO 4
Página 71
MANUTENÇÃO DE ELEMENTO DE FILTRO DE AR
(DE UM SÓ ELEMENTO)

Parar o motor.

Soltar o grampo (1, Figura 112) e re-


mover o coletor de pó (2) da carcaça do
limpador de ar (3)

(Figura 112)
Remover a porca borboleta (1, Figura
113) e a chicana (2) do coletor de pó
interno (3).

OBSERVAÇÃO: Substituir a gaxeta do


coletor (4) se esta mostrar sinais de
desgaste ava-ria ou vazamentos.

(Figura 113)

Despejar o pó do coletor de pó (1, Fi-


gura 114). Limpar esfregando com pano
seco.

OBSERVAÇÃO: Não usar óleo, gasolina ou


resídu-os oleosos para limpar os
componentes.
Tornar a montar o coletor de pó e a chi-
cana. Certificar-se de cortar fora parte
do coletor de pó inserida em volta da
chicana.

OBSERVAÇÃO: O limpador de ar não


funcionará corretamente se o coletor
estiver cheio de pó.
(Figura 114)
SEÇÃO 4
Página 72 MANUTENÇÃO

Remover o parafuso e a gaxeta (não mos-


trados) que prendem o elemento de filtro
(1, Figura 115) na carcaça do limpador
de ar (2).

(Figura 115)

Limpar o elemento de filtro de ar (1,


Figura 116) conforme descrito na seção
“Limpeza de Elemento de Filtro de Ar”
deste manual.

(Figura 116)

Limpar esfregando o pó para fora da car-


caça (1, Figura 117).

OBSERVAÇÃO: Não usar óleo, gasolina ou


resídu-os oleosos para limpar os
componentes.
Tornar a montar o limpador de ar na or-
dem inversa. As setas no coletor de pó
devem apontar “PARA CIMA” quando insta-
ladas na carcaça.

(Figura 117)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 73

LIMPEZA DE ELEMENTO DE FILTRO DE AR


Embora elementos de filtro sejam normalmente considerados consumíveis, a limpeza
adequada e cuidadosa pode prolongar várias vezes sua vida útil. Programas de manu-
tenção dependerão das condições nas quais o motor opere. Normalmente o elemento de
filtro deve ser substituído após 1.000 horas de operação.

LIMPEZA COM AR COMPRIMIDO


Dirigir um jato de ar limpo e seco desde o interior do elemento de filtro, perpendi-
cularmente às pregas.

AVISO! A pressão no bocal de ar não deve exceder 30 PSI (0,207 MPa). Usar
sempre óculos de proteção quando utilizar ar comprimido.

Mover o jato de ar para cima e para baixo ao longo das pregas, girando o elemento
lentamente, até que não haja mais pó sendo removido.

LIMPEZA COM ÁGUA

O elemento de filtro pode ser limpo lavando-se com água e um bom detergente não for-
mador de espuma. Primeiro, dirigir um jato de ar limpo e seco desde o interior do
elemento. Quando o pó e a fuligem soltos tiverem sido removidos, o elemento estará
pronto para ser lavado. Com uma solução de detergente e água a cerca de 100 ºF (38
ºC), embeber o elemento na solução durante pelo menos quinze (15) minutos. Depois,
agitar o elemento durante cerca de dois (2) minutos para soltar a sujeira. Enxaguar
o elemento com água limpa até que esta saia clara do mesmo. A pressão da mangueira
de água não deve ultrapassar 40 PSI (0,276 MPa).
Secar completamente o elemento com ar antes de usar.

INSPEÇÃO DO ELEMENTO DE FILTRO LIMPO

Depois de limpar o elemento de filtro, inspecioná-lo procurando avaria. Um bom méto-


do para detectar rupturas no elemento é colocar uma luz dentro do mesmo e olhar de
fora para a luz.
Qualquer furo no elemento, por menor que seja, deixará passar pó para o motor e
causará desgaste desnecessário do motor.
SEÇÃO 4
Página 74
MANUTENÇÃO
CABO METÁLICO
Embora o cabo metálico seja um dos mais uniformes produtos mecânicos fabricados, um
certo número de cabos falham prematuramente. Na maioria dos casos estas falhas são
resultantes de abusos. Alguns dos tipos mais comuns de abusos de cabos de aço são:

AVISO! RETORCIMENTO – que resulta em desgaste localizado, é


geralmente causado por se permitir a formação de um laço em
uma linha frouxa e depois puxar o laço deixando-o permanen-
temente esticado.

AVISO! SOBRECARGA – que resulta em fratura completa do cabo


ou esmagamento e distorção dos tambores e roldanas, é causa-
da pelo trabalho do cabo com um carga próxima demais de sua
resistência à ruptura.

AVISO! DIMENSIONAMENTO INADEQUADO – permite que fios do cabo


se soltem e desequilibra o cabo, jogando toda a carga sobre
uns poucos fios.

AVISO! BOBINAMENTO INADEQUADO – resulta em cabos esmagados e


distorcidos, e provém de aplicação e operação descuidada do
cabo.

AVISO! AÇOITAMENTO DE UMA LINHA – que resulta em muitos ca-


bos quebrados, e provém de sacudir a linha ou usá-la frouxa.
MANUTENÇÃO SEÇÃO 4
Página 75

ESPECIFICAÇÕES DO CABO METÁLICO


A Divisão de Equipamentos de Construção DRESSER selecionou cuidadosamente a cons-
trução resistente a giros 8 x 25 para os guindastes porque este é o tipo mais ade-
quado para a aplicação. A característica de resistência a giros é altamente dese-
jável no levantamento de cargas sem guia tais como amarradas para linha de parte
única. A construção de 8 fios tem preferência sobre a construção de 6 fios devido à
maior flexibilidade, uma característica extremamente importante que assegura bobina-
mento adequado no tambor do guincho.

NÚMERO DE PEÇA DRESSER COMPRIMENTO APLICAÇÃO

LANÇA MOTORIZADA
DE 3 SEÇÕES

LANÇA MOTORIZADA
DE 4 SEÇÕES (PA-
DRÃO)
LANÇA MOTORIZADA
DE 4 SEÇÕES (OP-
CIONAL)

IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE

Formato 9/16” 8 x 25, Núcleo de Cabo Metálico Independente, Resistente a Giro, Aço
de Arado Melhorado, Resistência à Ruptura – Aproximadamente 12,8 Toneladas (11,61
Mg)

TRAÇÃO DA LINHA DE CABO DE AÇO

Classificação de Peça Única


Classificação de Duas Peças
Classificação de Três Peças
Classificação de Quatro Peças
Classificação de Cinco Peças

Substituições podem ser feitas na base de uma resistência à ruptura no mínimo igual
ou superior àquela da construção 8 x 25, a característica de resistência a giro, e
a flexibilidade necessária para bobinar adequadamente no tambor do guincho.

RECOMENDAÇÕES PARA MANUTENÇÃO

Devido às condições variáveis, não pode ser estabelecido um intervalo de tempo defi-
nido para inspeção e lubrificação. Ver informações adicionais em “Manutenção e Ins-
peção de Cabos Metálicos”.
SEÇÃO 4
Página 76 MANUTENÇÃO
MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO DE CABOS METÁLICOS
APOIO DO BLOCO DO GANCHO

Antes da execução de qualquer dos seguintes serviços no cabo metálico, o bloco do


gancho precisa estar apoiado no solo. O procedimento seguinte reduzirá as possibi-
lidades de deslocamento do cabo metálico quando se lubrificar, trocar blocos de gan-
cho ou substituir cabo metálico.

1. Levantar o bloco do cabeçote da


lança (1, Figura 118) até aproxima-
damente 3’ (914,40 mm) acima de uma
posição totalmente abaixada.

2. Usando o guincho baixar o bloco do


gancho (2) até que apenas toque no
solo.

(Figura 118)

3. Baixar a lança até que o bloco do


gancho (1, Figura 119) esteja apoiado
no solo e o cabo metálico (2) esteja
frouxo.

(Figura 119)

IMPORTÂNCIA DA LUBRIFICAÇÃO

A lubrificação é uma parte vital da manutenção do cabo metálico. A lubrificação


serve a duas finalidades: reduz o desgaste e protege o cabo metálico.

Quando o cabo metálico está em uso, perde lubrificante gradualmente. O lubrifican-


te é espremido para fora de um cabo quando este trabalha sob carga. Os fios in-
ternos esfregam-se uns contra os outros, e os fios externos também se desgastam
contra roldanas e tambores. A lubrificação reduz o desgaste, tanto no lado inter-
no quanto no lado externo do cabo metálico.
MANUTENÇÃO SEÇÃO 4
Página 77

É comparativamente fácil observar que um cabo está com necessidade de lubrificação


atentando para as seguintes características.
1. Rangido enquanto o cabo está bobinando.

2. Rompimento dos fios no vale do cabo metá-


lico sem quaisquer indicações de entalhamen-
to uniforme de fios. Quando um cabo metálico
passa sobre uma roldana deve haver uma inte-
ração suave de arames.

3. A mola do cabo metálico diminuindo sem


que a camada seja puxada para baixo de forma
perceptível.

Se um cabo metálico ficar seco, corroído ou enferrujado, e a roldana na qual o


cabo está operando estiver em condição similar, isto fará o cabo deslizar. Este
deslizamento sobre a roldana fricciona e corta o cabo e reduz sua resistência.

Quando um cabo que está “a caminho da ferrugem” recebe um puxão repentino, não
pode absorver o choque da carga em todo o seu comprimento; em vez disso, o puxão
é limitado a um ponto e resulta na ruptura de um ou mais fios e, ocasionalmente,
de todo o cabo.

LUBRIFICANTES RECOMENDADOS PARA CABOS METÁLICOS

Um lubrificante recomendado para cabo metálico é o que tenha um solvente volátil.


Este lubrificante deve ter uma consistência que permita aplicação a frio com esco-
va, gotejamento, ou ambos os métodos. O solvente volátil leva o lubrificante até o
núcleo do cabo, evapora-se rapidamente, e deixa uma película de lubrificante como
resíduo. Há diversas marcas deste tipo de lubrificante no mercado. Um tipo é:

NOME DA MARCA FORNECEDOR

GULF FLUID LUBCOTE #3 GULF

Geralmente, a melhor e/ou mais econômica lubrificação e proteção de campo pode ser
obtida através do uso de um sistema de aplicação contínua enquanto o cabo está em
operação. Os seguintes produtos ou seus equivalentes podem ser usados:

NOME DA ARCA FORNECEDOR

OBSERVAÇÃO: Óleos e graxas brutos ou usados não devem ser utilizados como lubrifican-
tes de cabos metálicos porque contêm arenito ou ácido, e qualquer um destes pode ter
um efeito prejudicial sobre o cabo metálico.
SEÇÃO 4
Página 78 MANUTENÇÃO

De um modo geral, um bom lubrificante de campo deve ter estas características:


1. Não conter ácidos ou álcalis que irão deteriorar o cabo metálico.
2. Boas propriedades adesivas, de modo que ficará no cabo.
3. Excelentes qualidades de penetração, de modo que possa infiltrar-se
facilmente nos fios e arames.
4. Boa proteção contra corrosão.
5. Não ser solúvel sob todas ou na maioria das condições de serviço.
6. Resistência à oxidação, endurecimento ou cristalização.

MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO
Antes da lubrificação de um cabo metálico é recomendado que seja limpo para remo-
ver acúmulos de sujeira, areia e outros materiais abrasivos. Usar uma escova de
arame dura e solvente, com ar comprimido ou vapor. Lubrificar o cabo metálico ime-
diatamente após a limpeza usando qualquer um dos seguintes métodos.
AVISO! A pressão no bocal de ar não deve exceder 30 PSI (0,207
MPa). Usar sempre óculos de proteção quando utilizar ar comprimido.

AVISO! Deve ser tomado cuidado para evitar inalação de vapores, ex-
posição da pele e criação de perigos de incêndio ao se usar agentes
de limpeza tipo solvente.

A caixa metálica fendida para tra-


tamento por banho tem um colar de
aniagem ou limpador na extremidade
de saída. O interior inclinado re-
quer menos óleo, dá maior contato e
melhor penetração.
AVISO! Usar sempre luvas adequa-
das quando manusear cabos metá-
licos.

(Figura 120)
Método de banho quente de aplica-
ção de lubrificante mais encorpado a
LIMPADOR
altas temperaturas. Pode ser usado
calor de vapor para aquecer o lubri-
ficante. A lubrificação pré-aquecida é
sempre mais penetrante. O cabo deve
passar devagar através do banho para
assegurar penetração.

(Figura 121)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 79

O método de vazamento sobre a rolda-


na é efetivo e adesivo quanto é usado
óleo aquecido 10W.
AVISO! Certificar-se de se-
gurar o chumaço de limpe-
za ATRÁS da roldana. Isto
capta qualquer excesso de
óleo que seria carregado ao
longo do cabo.

FIGURA 122

LUBRIFICAÇÃO EM DEPÓSITO
Cabos mantidos em depósito secam rapidamente. Lubrificá-los com freqüência, ou
aplicar um composto de vedação que retenha o lubrificante. Antes de colocar o
cabo em serviço, inspecioná-lo cuidadosamente quanto à condição do lubrificante
e presença de corrosão.

CABOS INATIVOS
Quando cabos que estiveram em serviço são mantidos inativos, como durante para-
das de operação, devem receber cuidados para proteção. Em muitos casos a con-
densação se estabelece no cabo causando corrosão e ferrugem mais pesadas. O
lubrificante do cabo “desaparece devido às condições atmosféricas”, particular-
mente se o cabo for exposto a condições externas ou mantido em uma área quente
ou poeirenta.

É aconselhável usar o cabo várias vezes durante a semana, ainda que apenas com
uma carga leve. Se o cabo tiver que ser conservado inativo enrolado no tambor
durante qualquer período de tempo, é conveniente untar cada camada do cabo, à
medida que for enrolado no tambor, com uma cobertura de petrolato, graxa de
copo ou revestimento gelatinoso protetor similar.
Do contrário a umidade penetra no cabo, freqüentemente causando deterioração
perigosa.
SEÇÃO 4
Página 80 MANUTENÇÃO
PEÇAS COMPONENTES DO CABO METÁLICO

ARAME

NÚCLEO
CENTRO

FIO

CABO METÁLICO

INSPEÇÃO DE CABO METÁLICO, ROLDANAS E TAMBOR


Cabo Metálico

Em algumas operações, o cabo metálico pode ser usado durante toda sua vida útil sem
causar lesões ou pôr vidas em perigo.

Quando houver risco envolvido, é desejável estimar a resistência e a vida útil restante
de um cabo metálico gasto.

Um cabo, como uma corrente, somente é tão bom quanto seu ponto mais fraco, sendo este o
PONTO QUE MOSTRA O MAIOR DESGASTE. As seguintes informações são retiradas de uma Norma
de Consenso Nacional tal como citadas por Agências do Governo Federal fornecidas pela
CIMA (Associação de Fabricantes da Indústria de Construção).

A substituição de cabos metálicos pode variar de acordo com Códigos Federais,


Estaduais ou Locais e de acordo com o tipo de cabo usado. Informações específicas
sobre o cuidado, inspeção e substituição de cabos metálicos podem ser obtidas de
qualquer fabricante de cabos metálicos.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 81

Algumas diretrizes gerais para substituição de cabos metálicos que usem roldanas
de aço são as seguintes.

1. Em cabo operando, seis arames rompidos distribuídos ao acaso em uma camada


ou três arames rompidos em um fio em uma camada.

2. Um arame externo rompido no ponto de contato com o núcleo do cabo que abriu
caminho para fora da estrutura do cabo e se projeta ou enlaça para fora da
estrut ura do cabo. É necessária inspeção adicional desta seção.

3. Desgaste de um terço do diâmetro original dos arames individuais externos.

4. Retorcimento, esmagamento, engaiolamento ou qualquer outra avaria que re-


sulte em distorção da estrutura do cabo.

5. Evidência de qualquer avaria por calor resultante de qualquer causa.

6. Redução do diâmetro nominal maior do que:

a. 1/64 pol. (0,4 mm) para diâmetros de até e inclusive 5/16 pol. (8,0
mm).

b. 1/32 pol. (0,8 mm) para diâmetros de 3/8 pol. (9,5 mm), até e in-
clusive
1/2 pol. (13,0 mm).

c. 3/64 pol. (1,2 mm) para diâmetros de 9/16 pol. (14,5 mm), até e inclu-
sive
3/4 pol. (19,0 mm).

d. 1/16 pol. (1,6 mm) para diâmetros de 7/8 pol. (22,0 mm), até e inclu-
sive
1.1/8 pol. (29,0 mm).

e. 3/32 pol. (2,4 mm) para diâmetros de 1.1/4 pol. (32,0 mm), até e
inclusive
1.1/2 pol. (38,0 mm).

7. Em cabos estáveis, mais do que dois arames rompidos em uma camada em seções além
das conexões terminais ou mais do que dois arames rompidos em uma conexão final.

8. Quando a evidência de falha do núcleo em cabos resistentes a giro é reconhecida


por um prolongamento da camada e uma redução localizada do diâmetro.

9. Inspecionar ranhuras de roldana procurando sinal de desgaste excessivo.

Certas seções do cabo metálico com freqüência ficam mais desgastadas do que outras.

Cabo em um tambor com duas ou mais camadas se desgastará no ponto onde o cabo ini-
cia cada camada sucessiva, e também no ponto onde estão com extremidade fechada.
SEÇÃO 4
Página 82
MANUTENÇÃO

Roldanas e Tambor

As roldanas e tambor devem ser inspecionados freqüentemente. Um tambor riscado e


retardamento batido prejudicarão o serviço do cabo metálico. Roldanas quebradas ou
riscadas danificarão os arames externos do cabo. Proteções de roldanas gastas podem
permitir que um cabo salte as roldanas e cause um acidente dispendioso, e possi-
velmente perigoso.

Estes pontos são observados cuidadosamente por todos os bons operadores.

INSPEÇÃO DE BLOCO DE GANCHO

É recomendado que seja feita uma Inspeção Diária/de 10 horas e uma Inspeção de 500
horas e/ou Anual do bloco de gancho.

Inspeção Diária/de 10 Horas

Uma Inspeção Diária/de 10 Horas pode ser feita examinando-se visualmente e fisica-
mente o bloco de gancho conforme descrito nas seguintes etapas:

1. O gancho precisa poder girar livremente 360º sem qualquer emperramento.

NOTA: Enquanto estiver girando o gancho, empurrá-lo para cima para ver
se há qualquer
jogo longitudinal no mancal de empuxo. Se houver um jogo longitudinal
anormal, o
bloco do gancho precisa ser desmontado para se fazer inspeção
adicional do mancal de empuxo, de acordo com a seção adequada do
Manual de Oficina.

2. Blocos de ganchos com ganchos montados em munhão precisam ser verificados


para se ter certeza de que o gancho pode pivotar livremente. O gancho é pro-
jetado para pivotar de modo que todo o bloco do gancho não reaja a movimentos
da carga que está sendo levantada. Este projeto ajuda também a evitar deslo-
camento por carga de correntes, lingas, etc. no gancho, que pode causar avaria
do gancho.

3. As roldanas precisam poder girar livremente. Se não girarem adequadamente,


o cabo metálico e a roldana irão interagir, desgastando a ambos e causando
também empuxões da carga. Levantar e baixar o gancho sem qualquer carga para
observar se as roldanas estão girando livremente. Se for observado movimento
aos arrancos, o bloco do gancho precisa ser desmontado para se fazer inspeção
adicional de acordo com a seção adequada do Manual de Oficina.

4. Inspecionar o gancho procurando trincas, goivas ou outras indicações de


desgaste. Se existir qualquer destas condições, o gancho deve ser retirado de
serviço e destruído.

5. Verificar se há expansão ou torção do gancho. Uma maneira fácil de determinar


o limite satisfatório é verificar se o fecho do gancho não entra em contato com
o gancho; se assim for, o gancho precisa ser substituído, pois não é satisfa-
tório e é inseguro. Destruir o gancho inseguro.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 83

Inspeção Anual/de 500 Horas

É necessário que seja feita uma inspeção completa do conjunto do bloco do gan-
cho com um programa regular, a cada 500 horas de operação ou anualmente, o que
suceder primeiro.

Para esta inspeção, o conjunto do bloco do gancho precisa ser completamente


desmontado.
Deve ser tomado cuidado para observar a posição dos pesos laterais no conjunto
do bloco do gancho para se tornar a montar os mesmos exatamente na mesma posi-
ção encontrada originalmente. Consultar a seção adequada do Manual de Oficina
para obter instruções completas sobre a desmontagem e nova montagem do bloco
do gancho.

Limpar todas as peças em solvente de limpeza adequado antes de ser feita a ins-
peção. Inspecionar o gancho procurando torção ou expansão. Uma maneira fácil
de determinar o limite satisfatório é que se o fecho não entrar em contato com
o gancho, o gancho precisa ser substituído, pois não é satisfatório e é inse-
guro. Se o gancho não for substituído devido a condição de torção ou expansão,
então precisa ser feita uma inspeção por partículas magnéticas, inclusive na
área de rodagem. Se forem encontradas uma ou mais trincas, será necessária a
substituição do gancho. É particularmente importante inspecionar as roscas no
gancho procurando qualquer sinal de desgaste, trincas, tração ou outra avaria
de qualquer espécie. Se for encontrada qualquer avaria nas roscas, o gancho
precisa ser substituído.

OBSERVAÇÃO: Destruir sempre ganchos gastos e danificados.

A porca que é usada para prender o gancho no conjunto do bloco do gancho também
deve ser testada e inspecionada da mesma maneira que o gancho. Além da inspeção
à procura de avaria de roscas e trincas, precisa ser testada também quanto à
dureza adequada. A seguir há uma lista de porcas usadas em vários conjuntos de
blocos de ganchos com seus valores de dureza. Consultar a Microficha e/ou Manual
de Peças mais recente sobre a porca usada em seu conjunto de bloco de gancho
particular.

NÚMERO DA PEÇA VALOR DA DUREZA

* OBSERVAÇÃO: Usado de 150A e 150FA.


SEÇÃO 4
Página 84 MANUTENÇÃO
SUBSTITUIÇÃO DE CABO METÁLICO

(Figura 124)

Ao se substituir cabo metálico deve ser tomado extremo cuidado para não aplicar tor-
ções ou dobras desnecessárias no cabo.

Conforme ilustrado, ao instalar cunhas no tambor ou soquete, o cabo deve ser trazido
de volta reto e virado, não torcido, em torno da cunha e introduzido na ranhura.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 85

TO
CER

LINHA DE TRAÇÃO
TORÇÃO
O
RAD
ER

FIGURA 125

Introduzir a parte de trabalho do cabo metálico no lado reto do soquete. Se não


for instalado corretamente, o grampo se dobrará e enfraquecerá o cabo metálico.

AVISO! Usar sempre luvas adequadas quando manusear cabos metálicos.


SEÇÃO 4
Página 86
MANUTENÇÃO
INSTALAÇÃO DE CABO METÁLICO

Um cabo metálico pode ser danificado per-


manentemente antes mesmo de entrar em
operação. O desenrolamento mal feito de
um carretel pode produzir torções e dog
legs (*) no cabo. Se o carretel puder ser
posto sobre cavaletes, desenrolar a par-
tir do lado de cima do carretel como mos-
tra a Figura 128. Se o cabo metálico for CA
RR
fornecido em bobina, desenrolar rolando ET
EL
a bobina devagar como uma roda, deixando
atrás uma trilha de cabo reto. O desenro-
lamento com a bobina achatada e puxando o
alto da mesma lhe dará um cabo com tor-
TA
ções, difícil de manusear. MB
OR
FIGURA 128

AMACIAMENTO DE CABO METÁLICO

AVISO! Depois de instalado um novo cabo metálico, operar primeiramente


o guindaste com uma carga leve para deixar o cabo metálico ajustar-se.

Um cabo novo pode ser facilmente danificado por qualquer erro operacional. Umas
poucas passagens através do ciclo de trabalho em velocidades lentas e com car-
gas leves colocarão os fios no lugar com maior firmeza.

Isto também dará ao operador uma oportunidade de ver se os tambores e roldanas


estão operando adequadamente e estão ajustados ao novo cabo.
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 87

AMARRAMENTO DE GANCHO E BLOCO DE CABEÇOTE

(Figura 129)
A Figura 129 mostra a amarra do cabeçote e do bloco do gancho tal como vista da
frente do guindaste. O guindaste pode ser amarrado desde uma a cinco partes da li-
nha. Apoiar sempre o bloco do gancho no solo antes de amarrar.

Linha de cinco partes – amarrar conforme mostrado acima. O guindaste é


embarcado pela fábrica com esta configuração.

Linha de quatro partes – remover o cabo do soquete de cunha “A” e ins-


talar no soquete de cunha “B”.

Linha de três partes – remover o cabo do soquete de cunha “A”. Remover


o cabo da roldana nº 3 e roldana nº 5, e depois instalar o cabo no soquete
de cunha “A”.

Linha de duas partes – remover o cabo do soquete de cunha “A” e das


roldanas nº 2, 3, 4 e 5. Passar o cabo da roldana nº 1 para a roldana nº 5,
e instalar no soquete de cunha “C”.

Linha de parte única – remover o cabo do soquete de cunha “A” e das


roldanas nº 2, 3, 4 e 5. Prender o cabo a um bloco de gancho de linha
única ponderado.
SEÇÃO 4
Página 88 MANUTENÇÃO
TENSÃO DA CORREIA ACIONADORA
Correias acionadoras novas se esticarão depois das primeiras poucas horas de ope-
ração. Acionar o motor durante alguns minutos para assentar a correia e depois
voltar a tensioná-la.
Tensionar novamente a correia depois de 1/2 hora e outra vez depois de 10 horas de
operação. Depois disso, verificar a tensão da correia acionadora a cada 100 horas e
ajustá-la, se necessário.

Ajustar a tensão da correia de modo que um empurrão firme com o polegar, carga de
25 libras (11,33 kg), em um ponto a meio caminho entre as duas polias mais afas-
tadas entre si, fará uma depressão na correia de 3/8” a 1/2” (9,53 mm a 12,7 mm).
NÃO TENSIONAR DEMAIS.

Substituir correias muito gastas, gordurosas ou trincadas imediatamente. Estas


condições impedem o funcionamento adequado da correia. Se for necessário substi-
tuir uma correia, ambas devem ser substituídas se forem um conjunto combinado.

Correias acionadoras que rangem não indicam desgaste ou falta de ajustagem. As


correias podem ser limpas com fluido para freios.

OBSERVAÇÃO: Quando ajustar a tensão de uma correia de ventilador, certificar-se de


que a cobertura do radiador não interfere com pá de ventilador.

AJUSTAGEM DE ROLETE DE LANÇA

Ajustar os roletes (1, Figura 130)


contra o fundo da extensão até haver
um folga de aproximadamente 1/16” a
1/4” (1,59 mm a 6,35 mm) entre a par-
te de cima das extensões e a seção da
base no ponto (2).

(Figura 130)
SEÇÃO 4
MANUTENÇÃO Página 89

AJUSTAGEM DE APOIO DE COXIM DE DESGASTE DE LANÇA

Ajustar os conjuntos de apoio de coxins


de desgaste (1, Figura 131) contra o
fundo de seções da lança até haver uma
folga de aproximadamente 1/16” a 1/4”
(1,59 mm a 6,35 mm) entre a parte de
cima das extensões e a seção da base no
ponto (2).

FIGURA 131

PARAFUSOS ACIONADORES DE JUNTA GIRATÓRIA

É obrigatória a inspeção periódica da


folga destes parafusos para manter a
junta giratória em tempo ou fase com a
rotação do pedestal.

Verificar a folga entre os parafusos de


tampa acionadores de junta giratória
e o pedestal. Ajustar, se necessário,
para folga de 1/16” (1,59 mm) em ambos
os lados. Travar com contraporca.

OBSERVAÇÃO: O guindaste não deve ser


operado com estes parafusos apertados
contra o pedestal.
FIGURA 131
SEÇÃO 4
Página 90 MANUTENÇÃO
CARRETEL DE RETRAÇÃO - MOTOR DE MOLA

A tensão adequada das mangueiras da


lança é vital para a vida útil das man-
gueiras. A tensão para as mangueiras é
aplicada pelo conjunto do motor de mola.
Antes de configurar adequadamente a ten-
são da mola no conjunto do motor, é re-
comendado que a chave de boca montada no
alto do motor seja modificada.

Remover a chave de boca do suporte no


alto do motor.

A modificação abaixo ajudará no tensiona-


mento das molas no motor.

A extremidade formada da chave com o (Figura 133)


furo deve ser dobrada a 1” (25,4 mm)
da peça reta com os pernos e deve estar
paralela com esta peça. Ver Figura 134
abaixo.
Soldar uma peça de aço em barra com comprimento de 1” x 1/4” x 24” (25,4 mm x 6,35
mm x 609,6 mm) na chave de boca como mostra a Figura 134.

COMPRIMENTO
SOLDA

(Figura 134)

Com a lança totalmente retraída e baixada, remover as proteções de mangueiras.


Remover a placa de tampa do conjunto de molas do motor e prender a chave de boca.
Colocar os pernos da chave nos furos existentes no eixo do motor. Através do furo
central da chave, introduzir e apertar com a mão um parafuso de tampa de 1/4” – 20
UNC x 1.1/4” ou 1.1/2”. Isto evitará que a chave deslize para fora do motor.

NOTA: Se não houver furo no centro do motor, perfurar e rosquear o eixo do motor
para acomodar um parafuso de tampa de 1/4” – 20 UNC.

Antes da ajustagem do motor de molas, colocar todas as sapatas no chão, com a


lança estendida no seu comprimento máximo. Se o motor de molas estiver funcionan-
do adequadamente os indicadores de molas cairão dentro da caixa (ver Figura 138).
Se uma mola estiver quebrada, o indicador permanecerá no alto da caixa e exigirá
substituição. Recolher a lança depois de feita a inspeção dos indicadores, antes
de efetuar as seguintes ajustagens.
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 91

Instale um par de alicates de pressão


(1, Figura 135) no trilho do carrinho,
aproximadamente a 6” (152 mm), atrás da
roldana da mangueira. Isso prevenirá
que as mangueiras deslizem para baixo
do carrinho assim que o cabo for
desconectado.

ATENÇÃO!Tome extremo cuidado


ao colocar tensão nas molas.
Segure a chave inglesa
firmemente.

Para desconectar o cabo, vire a chave


inglesa (2) no sentido anti-horário.
Quando houver um afrouxamento no
cabo à medida que a chave inglesa é
segurada firmemente, chame outra pessoa Figura 135
para desconectar o cabo da roldana da
mangueira.

DEVAGARMENTE, deixe que a chave inglesa


(1,Figura 136) a virar no sentido
horário até que não haja mais tensão
nas molas do motor. Enquanto segura a
chave inglesa, gire o tambor de cabo
em sentido horário para enrolar todo o
cabo (2) no tambor completamente

ATENÇÃO! Não solte o cabo.


Não solte a chave inglesa a t é
que não haja mais tensão nas
molas.

Figura 136

ATENÇÃO!Tenha extremo cuidado


ao colocar tensão nas molas.
Segure a chave inglesa de
maneira firme.

Com o cabo totalmente enrolado, comece


a virar a chave inglesa (1, Figura
137) em sentido anti-horário para
afrouxar o cabo.

ATENÇÃO! Uma pessoa deve


manter a tensão no cabo
enquanto a outra gira a chave
inglesa.

Figura 137
CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA
ITEM 4
Página 92 MANUTENÇÃO
Conecte o cabo do motor (2, Figura 137) à roldana da mangueira, certificando-se
que ambas contra porcas estão totalmente rosqueadas e apertadas na extremidade
do cabo.

DEVAGARMENTE, vire a chave inglesa em sentido horário até que a parte frouxa seja
preenchida no cabo. Não deve haver nenhum desnível nas mangueiras.

Remova a chave inglesa e monte a parte superior do conjunto do motor. Substitua


a tampa e remova os alicates de pressão (3, Figura 137) dos trilhos do carrinho.

Ponha todas as retrancas no chão e estenda a haste de apoio totalmente após a


parte dianteira da máquina. Retraia a haste de apoio, verifique as mangueiras,
pois elas devem permanecer esticadas.

Instale os resguardos das mangueiras, e inspecione a polia da mangueira para


assegurar que as mangueiras não estão se friccionando.

LUBRIFICAÇÃO DO CARRETEL RETRÁTIL – MOTOR À MOLAS


Abaixe as retrancas e estenda completamente
a haste de apoio (totalmente horizontal à
frente da parte dianteira do guindaste).

Remova os dois indicadores de tensão das


molas e/ou os parafusos de lubrificação no
topo do compartimento.

ATENÇÃO! Caso os indicadores


de tensão das molas no topo do
compartimento não desnivelarem
após a extensão da haste de
apoio, uma inspeção do motor
deverá ser feita. Danos às
mangueiras pode resultar no
funcionamento inadequado do
motor. Figura 138
Adicione aproximadamente 1 pint dos EUA
(0,47 litros) de óleo SAE 10W em cada
compartimento através dos buracos dos
indicadores de tensão das molas.

Cada mola do motor à molas necessita


de aproximadamente 1 pint dos EUA 0,47
litros) de óleo SAE 10W para ser aplicado
a cada 30 ou 60 dias.

OBSERVAÇÃO: Ao operar em temperaturas


abaixo de -20°F (-29°C),
utilize o Dexron ou o Fluído
de Transmissão Automática
Tipo A, Sufixo A.
Passe pelos ciclos da haste de
apoio, retraia e estenda para cobrir
completamente a mola com óleo. O excesso Figura 139
de óleo pode escoar pelo compartimento e
pela tampa.
OBSERVAÇÃO:Esse processo de lubrificação deve ser repetido a cada trinta ou sessenta dias.
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 93

VERIFICAÇÕES DE TRANSMISSÕES
(SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO SÉRIE CLARK 18000)
DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO
Coloque a alavanca de controle
dianteiro e traseiro no “NEUTRO”.

Ajuste o freio de mão.

Desligue o motor.

Com a bomba de lubrificação, lubrifique


os encaixes.

Manuseie as alavancas para garantir a


distribuição correta de lebrificante.

Figura 140
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO

VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE ÓLEO DA TRANSMISSÃO


Coloque a alavanca de controle
dianteiro e traseiro no “NEUTRO”.

Ajuste o freio de mão.

O óleo deve estar na temperatura de


operação de 180°F – 200°F (82°C -
93°C).

Com o motor em funcionamento, verifique


o nível de óleo. O óleo deve estar entre
as marcas “BAIXO” e CHEIO” na vareta
de nível. Caso precise adicionar óleo,
desligue o motor e adicione o óleo por Figura 141
meio do tubo da vareta de nível. TRANSMISSÃO E CONVERSOR
VARETA DE NÍVEL E TUBO DE ENCHIMENTO
Após o óleo ser adicionado, ligue o
motor e verifique novamente o nível de
óleo.
OBSERVAÇÃO: Consulte o item “Especificações
de Lubrificação” nesse manual
para a utilização do óleo
adequado.
ITEM 4
Página 94 MANUTENÇÃO
SEMANAL/50 HORAS DE SERVIÇO
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO
Coloque a alavanca de controle
dianteiro e traseiro no “NEUTRO”.

Ajuste o freio de mão.

Desligue o motor.

Limpe os pontos de ligação do câmbio


e lubrifique com a LO (lata de óleo).
Qualquer óleo de 10W servirá.

Figura 142
LIGAÇÃO DO CÂMBIO DE TRANSMISSÃO

250 HORAS DE SERVIÇO


TRANSMISSÃO E FILTRO CONVERSOR DE
TORQUE
Coloque a alavanca de controle
dianteiro e traseiro no “NEUTRO”.

Ajuste o freio de mão e desligue o


motor.

Desparafuse o elemento do filtro do


topo L.H. do lado da transmissão e
discarte-o.

Instale um novo elemento. Revista


levemente o anel de vedação do elemento
com fluídos limpos de transmissão para
garantir uma boa vedação. Parafuse à Figura 143
mão fortemente. TRANSMISSÃO E FILTRO CONVERSOR

Ligue o motor e verifique o nível de óleo


adequado do motor e se há vazamentos.
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 95

500 HORAS DE SERVIÇO


DRENAGEM E ABASTECIMENTO DA TRANSMISSÃO

Coloque a alavanca de controle


dianteiro e traseiro no “NEUTRO”.

Ajuste o freio de mão.

O óleo deve estar na temperatura


operante de 180 a 200°F (82 –
93°C).

OBSERVAÇÃO: Tal ação colocará a sedimentação


na suspensão e permitirá que
o óleo seja drenado mais
facilmente.
Figura 144
Desligue o motor. TRANSMISSÃO E CONVERSOR
PLUGUES DE DRENAGEM
Remova o(s) plugue(s) e o painel
para remover o óleo de drenagem.
Descarte o óleo drenado.

ATENÇÃO! Tenha cuidado


para prevenir queimaduras
nas mãos, braços etc., ao
drenar o óleo.motor.

OBSERVAÇÃO: O conversor de torque e a


transmissão comportam 5 galões
dos EUA (19 litros).

6. Limpe o painel com um produto de


limpeza do tipo solvente.

ATENÇÃO! Certa cautela deve


ser tomada para evitar a
exposição da pele, riscos Figura
Figura 145144
de incêndio e a inalação de TRANSMISSÃO E CONVERSOR
DE TELA
gases ao utilizar produtos PLUGUES DE DRENAGEM
de limpeza do tipo solvente.

7. Reinstale o(s) plugue(s) de drenagem.

8. Reinstale o painel, certificando que o vedante do painel e as combinações de


superfícies sejam completamente limpos de partículas externas que possam causar
vazamentos.

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA


ITEM 4
Página 96 MANUTENÇÃO

Remova o respiradouro do compartimento


e limpe-o usando um produto de limpeza
do tipo solvente.

Reinstale o respiradouro.

1Adicione o óleo, conforme é destacado


no item DIÁRIO/10 HORAS DE SERVIÇO.
Verifique o nível. Adicione o óleo
antes de ligar o motor.
OBSERVAÇÃO: O conversor de torque e a
transmissão comportam 5 galões
dos EUA (19 litros).

Figura 146
TRANSMISSÃO E RESPIRADOURO
CONVERSOR
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 97

LUBRIFICANTES RECOMENDADOS PARA


CÂMBIOS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA
E CONVERSORES DE TORQUE

Temperatura Ambiente Prevalecente


(1) C-3 Nível 30
Categoria “1” (2) Óleo do motor
Nível 30 API-CD, SE ou SF

(1) MIL-L-2104C
Categoria “2” Nível 10
(2) C-2 ou C-3 Nível 10
(3) Óleo do motor
Nível 10 API-CD, SE ou SF

*(1) DEXRON
Categoria “3” *(2) DEXRON II D – Veja o aviso abaixo

Categoria “4” MIL-L-46167

Categoria “5” CONOCO Polor Start


DN – Fluído 600

OBSERVAÇÃO:
As Categorias 2 e 3 podem ser usados em ambientes com uma
temperatura mais baixa quando os aquecedores do reservatório
de óleo são usados.
A Categoria 4 deve ser usada nos limites de temperaturas
ambiente apresentadas.
MUDANÇA MODULADA DE TRANSMISSÃO:
As séries de transmissão H200, H125, 18000 E 28000 com
alteração modulada usam apenas C-3 ou da Categoria 3, que
são os itens (1) e (2) *Dexron ou *Dexron II D. VEJA O AVISO
ABAIXO. Qualquer alteração que seja feita disso deverá ter
a autorização por escrito de um engenheiro da Clark, em
Jackson, Michigan.
Farenhert Celsius
ATENÇÃO: o *Dexron II D com materiais friccionados com a
placa de embreagem de grafite. o *Dexron II D não pode ser
* Dexron é uma marca registrada da usado nas transmissões de potência de série 3000, 4000, 5000,
General Motors Corporation 8000 ou 16000, ou a série HR28000 com a trava conversora, ou
a série C270 com a trava conversora.

Figura 147
ITEM 4
Página 98 MANUTENÇÃO
VERIFICAÇÕES DE PRESSÃO DO
CONJUNTO DE EMBREAGENS
O guindaste é equipado com um medidor de conversão de pressão, localizado no painel
de instruções. Uma verificação visual pode ser feita para determinar se um conjunto
de embreagens apresenta um mau funcionamento. A agulha deve permanecer na mesma
posição, aproximadamente, após cada troca de câmbio. Os procedimentos de teste a seguir
determinarão se os conjuntos de embreagem estão funcionando adequadamente.

TRANSMISSÃO SÉRIE CLARK 18000


Ajuste o freio de mão e levante o guindaste em suas retrancas até que as quatro
rodas fiquem suspensas do chão.

Use o pedal de freio de serviço para prevenir que as rodas virem enquanto as
verificações de pressão são desempenhadas.

Verifique todas as combinações de conjuntos de embreagens em inatividade baixa e


alta. Observe e registre as leituras de pressão.

Coloque a alavanca de controle dianteiro e traseiro para “FRENTE”, e em


seguida, mova a alavanca de troca de câmbio para “PRIMEIRA, SEGUNDA e
TERCEIRA”, e então volte.
Coloque a alavanca de controle dianteiro e traseiro para “TRÁS”, e em seguida,
mova a alavanca de troca de câmbio para “PRIMEIRA, SEGUNDA e TERCEIRA”, e
então volte.
OBSERVAÇÃO:A leitura normal de pressão é 200 ±20 PSI (1,38 ±0,13 MPa) a todo o
vapor. As pressões não devem variar entre os conjuntos de embreagem em
mais de 5 PSI (0,03 MPa).

Caso as variem para mais de 5 PSI (0,03 MPa), entre em contato com a sua equipe de
manutenção ou veja o manual de manutenção aplicável para mais testes.
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 99

AJUSTE DO FREIO DE MÃO


Para o freio de mão ser utilizado como um freio de emergência, ele deve ser ajustado
quando as seguintes condições forem apresentadas:

Quando o freio de mão é aplicado e a válvula “A” escapou de seu curso ascendente
“B”.

Figura 148

Quando o freio de mão é aplicado e não há nenhum contato entre o tambor do freio
e as lonas de freio.

Quando o freio é aplicado e com a aceleração do motor entre 1/3 e ½, a máquina


é colocada para se movimentar adiante e o freio não consegue segurar a unidade.

O ajuste do freio é realizado ao girar a manopla da alavanca do freio em sentido


horário, na posição desengatada sem tensão no cabo. Esse ajuste é bom até a válvula
na alavanca escapar de seu curso ascendente e mais nenhum ajuste possa ser feito na
manopla da alavanca. O ajuste pode ser feito nas contra porcas no assoalho do assento.
ITEM 4
Página 100 MANUTENÇÃO
INDICADOR DA DIREÇÃO TRASEIRA
Para a conveniência do operador, uma
luz indicadora vermelha (Figura 149) é
instalada no painel de instruções para
indicar se as rodas traseiras não estão
na alinhadas à frente.

Quando a luz vermelha está “LIGADA”,


as rodas não estão alinhadas à frente.
Quando estiver direcionando as rodas
traseiras e a luz se “APAGAR”, as rodas
estão alinhadas.

Figura 149
LUZ INDICADORA

Um dispositivo (Figura 150) está


localizado na roda traseira esquerda e
ativa a luz indicadora de choque quando
as rodas não estiverem alinhadas à
frente.

Figura 150
DISPOSITIVO DA LUZ INDICADORA
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 101

CENTRALIZAÇÃO DO ARO
Os saltos excessivos ao percorrer por superfícies planas podem ser causados pelos
aros que não estão centralizados na roda. A inspeção visual dos aros determinará se
a centralização dos aros é necessária.

PNEUS &
JANTES

RODA

CENTRALIZADA NÃO CENTRALIZADA

Figura 151

Sempre que os pneus são trocados, os aros devem ser presos cuidadosamente, certificando
que elas estão apropriadamente centralizadas.

ENCHIMENTO DO PNEU
Nunca encha um pneu furado sem fazer a inspeção de danos nele, nos aros e nas
rodas. Certifique-se que todos os componentes estão montados adequadamente. Pneus não
montados que estão cheios ou vazios devem ser colocados em uma gaiola de segurança
para enchimento de pneus, de acordo com os regulamentos da O.S.H.A. Encha o pneu até
5 PSI (0,034 MPa) e verifique se todos os componentes estão instalados adequadamente.
Nunca fique diretamente na frente da montagem de um pneu e aro enquanto estiverem a
encher. Utilize um mandril de pressão com uma mangueira que seja longa o suficiente
para que a pessoa possa encher o pneu estando de lado. Sérios ferimentos podem
ocorrer caso o pneu e a montagem se separarem.
ITEM 4
Página 102 MANUTENÇÃO
AJUSTE DO PEDAL DE FREIO
EIXOS CLARK DS-17220 & DS-13311
Levante o guindaste com as retrancas, assim todos os quatro pneus serão retirados
do chão.
Coloque a transmissão em “NEUTRO”. Solte o freio de mão.

Remova as duas capas protetoras contra poeira da chapa traseira da lona de freio
transversal às aberturas (parte superior e inferior).

Usando a ferramenta de ajuste da roda dentada, gire a roda em formato de estrela


inferior ao encaixar a ferramenta na parte dentada da roda dentada e mexa a
maçaneta da ferramenta em direção ao eixo. Repita isso até o revestimento
de freio ser arrastado fortemente contra o tambor de freio. Então, afaste o
ajustador de roda dentada em 5 dentes (cliques) para diminuir a resistência.
OBSERVAÇÃO:Pode ser possível atingir uma condição “sem resistência” no tambor
do freio ao afastar menos de 5 dentes (cliques) da roda dentada.
Isso pode ser detectado de uma melhor maneira se o operador aplicar
o pedal de freio após a retirada de um dente.

Usando a ferramenta de ajuste da roda dentada, gire a roda dentada superior


ao encaixar a ferramenta na parte dentada da roda dentada e mexa a maçaneta
da ferramenta em direção ao eixo. Repita isso até o revestimento de freio ser
arrastado fortemente contra o tambor de freio. Então, afaste o ajustador de roda
dentada em 5 dentes (cliques) para diminuir a resistência.
OBSERVAÇÃO:Pode ser possível atingir uma condição “sem resistência” no tambor
de freio ao afastar a roda dentada a menos de 5 dentes (cliques).
Isso pode ser detectado de uma melhor maneira se o operador aplicar
o pedal de freio após a retirada de um dente.

Retire o pé do pedal para centralizar as sapatas, e gire novamente as rodas


dentadas para diminuir o revestimento do tambor até que a resistência seja
sentida no tambor.
Solte a resistência ao afastar 5 dentes (cliques) da roda dentada.

Gire a roda e o tambor. Não deverá haver nenhuma “resistência” do revestimento


contra o tambor.

Substitua as duas capas de proteção contra poeira que foram removidas no Passo 1.

Repita os passos de 1 a 7, para todas as rodas.

OBSERVAÇÃO:Consulte o item Manual de Compra apropriado para completar o


procedimento de ajuste.
ITEM 4
MANUTENÇÃO Página 103

OPERAÇÃO DE FRENAGEM DO GUINCHO E DO BALANÇO

ATENÇÃO! Todos os reparos principais devem ser feitos por uma equipe
de manutenções especializada. Desligue a unidade ao fazer ajustes e
reparos.

FREIO DO GUINCHO

Se o tambor de freio do guincho estiver operando adequadamente, o que está citado


abaixo deverá ocorrer durante uma operação normal.

Ao guinchar uma carga, o freio deve permanecer na posição aplicada. O


tambor do guincho tem uma embreagem única que permite que o guincho integre
o revestimento sem soltar o freio. O cilindro de freio poderá se mover
um pouco devido à pressão traseira na linha de drenagem algumas vezes que
poderá permitir que o tambor do freio gire.

Ao abaixar uma carga, o cilindro do guincho deverá liberar o freio, permitindo


que o tambor de freio gire.
Se o tambor do guincho não funcionar conforme foi mencionado nas afirmações
anteriores e/ou haja deslocamentos de carga, as possíveis causas podem ser as
seguintes;
O parafuso olhal da mola pode não estar adequadamente tensionado.

Com as alavancas de controle na posição “NEUTRA”, a haste de frenagem do


guincho não está livre para giro.

A haste de impulso pode estar ajustada de uma forma muito longa, a qual não
deixará o freio ser aplicado completamente.

Regulador de fluxo, 1 GPM (4 lmp) pode ser plugado parcialmente ou completamente.

A válvula de verificação central do conjunto de cilindros pode estar entupida.

O cilindro de freio pode estar cortado e preso.

As lonas de freio podem estar escorregadias por estarem manchadas ou


encharcadas de óleo, e devem ser substituídas.

As lonas de freio podem estar com a superfície extremamente lisa, o que pode
ser resolvido com polimento.
OBSERVAÇÃO:Esses itens APENAS devem ser avaliados por uma equipe de manutenção
especializada, utilizando o Manual de Compra adequado
ITEM 4
Página 104 MANUTENÇÃO

FREIO DO BALANÇO
Se o freio do balanço está a operar corretamente, o cilindro do freio do balanço deverá
ser liberado quando a haste de apoio é balançada em ambas direções. Quando qualquer
uma das alavancas de controle é colocada em sua posição “NEUTRA”, o freio deverá ser
aplicado. Se não, as possíveis causas podem ser as seguintes:

O parafuso olhal da mola pode não estar adequadamente tensionado.

Com as alavancas de controle na posição “NEUTRA”, a haste de frenagem do guincho


não está livre para giro.

A haste de impulso pode estar ajustada de uma forma muito longa, a qual não deixará
o freio ser aplicado completamente.

O Regulador de fluxo 1 GPM (4 lmp) pode ser plugado parcialmente ou completamente.

O cilindro de freio pode estar cortado e preso.

As lonas de freio podem estar escorregadias por estarem manchadas ou encharcadas


de óleo, e devem ser substituídas.

As lonas de freio podem estar com a superfície extremamente lisa, o que pode ser
resolvido com polimento.
OBSERVAÇÃO:Esses itens APENAS devem ser avaliados por uma equipe de manutenção
especializada, usando o Manual de Compra adequado.
ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página i

CONTEÚDO DOS ITENS

Página
ESPECIFICAÇÕES DO 150A
UNIDADE BÁSICA
HASTE DE APOIO
DESEMPENHODO GUINDASTE

ESPECIFICAÇÕES DO 150FA
UNIDADE BÁSICA
HASTE DE APOIO
DESEMPENHODO GUINDASTE

ESPECIFICAÇÕES GERAIS PARA O 150A E O 150FA


VELOCIDADES TERRENAS
ESPECIFICAÇÕES DO MOTOR
ENCHIMENTO DO PNEU
CAPACIDADES LÍQUIDAS

VALORES DE TORQUE PARA FIXADORES DE PADRÃO INGLÊS


TABELA DE IDENTIFICAÇÃO DE PARAFUSOS
FERRAGENS DE REVESTIMENTO NÃO FOSFATADO TIPO 1, 5 E 8
FERRAGENS DE REVESTIMENTO FOSFATADO TIPO 8

VALORES DE TORQUE PARA FIXADORES DE MÉTRICA PADRÃO

VALORES DE TORQUE PARA BRAÇADEIRAS DA MANGUEIRA

VALORES DE TORQUE PARA CONEXÕES DIVIDIDAS DE FLANGE

VALORES DE TORQUE PARA OS TUBOS HIDRÁULICOS E ACESSÓRIOS

TORQUES DOS PARAFUSOS ESPECÍFICOS


FOTOS DE LOCALIZADORES DE TORQUE

TABELA DE DECALQUE
ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página 1

ESPECIFICAÇÕES DO 150A

BLOCO PRINCIPAL

BLOCO DO GANCHO

HASTE DE APOIO

GUINCHO

PEDESTAL

CONTRAPESO
TANQUE DE COMBUSTÍVEL

UNIDADE DE FORÇA
CABINE (ASSESSÓRIOS)
(MOTOR)

RETRANCAS

FIGURA 1
ITEM 5
Página 2 ESPECIFICAÇÕES
UNIDADE BÁSICA
Peso (Aprox.) da Haste de Apoio de 3 Seções
Peso no Dianteiro
Peso no Eixo Traseiro
Peso (Aprox.) da Haste de Apoio de 4 Seções Completas
Peso na Distância dos Eixos Dianteiro
Peso na Distância dos Eixos Traseiros
Comprimento Total da Haste de Apoio de 3 Seções
Estrutura Principal
Rotação de linha centralizada em relação à Retranca
Dianteira
Rotação da linha centralizada em relação à Retranca
Traseira
Comprimento Total da Haste de Apoio de 4 Seções Completas
Estrutura Principal
Rotação de linha centralizada em relação à Retranca
Dianteira
Rotação da linha centralizada em relação à Retranca
Traseira
Altura Total
Largura Total com as Plataformas Externas Guardadas
Distância do Solo das Retrancas
Distância do Solo do Eixo

HASTE DE APOIO
Rotação da Haste de Apoio
Haste de apoio de 3 Seções;
Alcance Mínimo (Horizontal) do
Linha centralizada de Rotação
Alcance Máximo (Horizontal) da
Linha centralizada de Rotação da Haste de
Apoio de 4 Seções Completas;
Alcance Mínimo (Horizontal) do
Linha centralizada de Rotação
Alcance Máximo (Horizontal) da
Linha centralizada
Balanço Traseiro
Altura do Gancho ao Chão (Haste de Apoio Horizontal)
Elevação Máxima
Cordame Padrão Linha de 5 Partes

DESEMPENHO DO GUINDASTE
Velocidade Máxima da Haste de Apoio
Segundos
Velocidade Mínima da Haste de Apoio
Segundos
Velocidade do Balanço, RPM
Velocidades Externas;
Baixo Segundos
Cima Segundos
Velocidade do Conjunto (Aprox.)
Extensão, FPM,
Retração, FPM
Velocidade Média Linha
Baixo, FPM
Intermediário, FPM
Alto, FPM
Velocidade máxima de gancho com 5 Parte Line, FPM
ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página 3

ESPECIFICAÇÕES DO 150A

BLOCO PRINCIPAL

BLOCO DO GANCHO

HASTE DE APOIO

GUINCHO

PEDESTAL

CONTRAPESO
TANQUE DE COMBUSTÍVEL

CABINE (ASSESSÓRIOS)

UNIDADE DE FORÇA
(MOTOR)
RETRANCAS

FIGURA 2
ITEM 5
Página 4 ESPECIFICAÇÕES
UNIDADE BÁSICA
Peso (Aprox.) da Haste de Apoio de 3 Seções
Peso no Dianteiro
Peso no Eixo Traseiro
Peso (Aprox.) da Haste de Apoio de 4 Seções Completas
Peso na Distância dos Eixos Dianteiro
Peso na Distância dos Eixos Traseiros
Comprimento Total da Haste de Apoio de 3 Seções
Estrutura Principal
Rotação de linha centralizada em relação à Retranca
Dianteira
Rotação da linha centralizada em relação à Retranca
Traseira
Comprimento Total da Haste de Apoio de 4 Seções Completas
Estrutura Principal
Rotação de linha centralizada em relação à Retranca
Dianteira
Rotação da linha centralizada em relação à Retranca
Traseira
Altura Total
Largura Total com as Plataformas Externas Guardadas
Distância do Solo das Retrancas
Distância do Solo do Eixo

HASTE DE APOIO
Rotação da Haste de Apoio
Haste de apoio de 3 Seções;
Alcance Mínimo (Horizontal) do
Linha centralizada de Rotação
Alcance Máximo (Horizontal) da
Linha centralizada de Rotação da Haste de
Apoio de 4 Seções Completas;
Alcance Mínimo (Horizontal) do
Linha centralizada de Rotação
Alcance Máximo (Horizontal) da
Linha centralizada
Balanço Traseiro
Altura do Gancho ao Chão (Haste de Apoio Horizontal)
Elevação Máxima
Cordame Padrão Linha de 5 Partes

DESEMPENHO DO GUINDASTE
Velocidade Máxima da Haste de Apoio
Segundos
Velocidade Mínima da Haste de Apoio
Segundos
Velocidade do Balanço, RPM
Velocidades Externas;
Baixo Segundos
Cima Segundos
Velocidade do Conjunto (Aprox.)
Extensão, FPM,
Retração, FPM
Velocidade Média Linha
Baixo, FPM
Intermediário, FPM
Alto, FPM
Velocidade máxima de gancho com 5 Parte Line, FPM
ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página 5

ESPECIFICAÇÕES GERAIS PARA O 150A E O 150FA


VELOCIDADES TERRENAS
TRANSMISSÃO SÉRIE CLARK 18000
(PARA FRENTE & PARA TRÁS)

Curto Alcance
Primeiro
Segundo
Terceiro

Longo Alcance
Primeiro
Segundo
Terceiro

ESPECIFICAÇÕES DO MOTOR

DETROIT DIESEL 4-53N DRESSER D359T

Número de Cilindros
Furos e Tempos

Deslocamento

Potência (550 FPPS)


Potência (métrica)
Sistema Elétrico
Alternador de 32 AMP Alternador de 42 AMP

ENCHIMENTO DO PNEU

CAPACIDADES LÍQUIDAS

DETROIT DIESEL 4-53N DRESSER D359T

RADIADOR 18 QUARTOS DOS EUA 20 QUARTOS DOS EUA


(17 LITROS) (19 LITROS)

CÁRTER DO MOTOR 15 QUARTOS DOS EUA 17.3 QUARTOS DOS EUA


(14 LITROS) (16.4 LITROS)
com troca do 16 QUARTOS DOS EUA 18.3 QUARTOS DOS EUA
filtro (15 LITROS) (16.3 LITROS)

CONTINUA NA PRÓXIMA PÁGINA


ITEM 5
Página 6 ESPECIFICAÇÕES

PLANETÁRIOS, EIXOS:

CLARK OS-17220 2,5 QUARTOS DOS EUA (POR PLANETÁRIO)


(2,37 LITROS)
CLARK OS-13311 3 PINTS DOS EUA (POR PLANETÁRIO)
(1,47 LITROS)

DIFERENCIAIS, EIXOS:

CLARK OS-17220 9 QUARTOS DOS EUA


(9 LITROS)
11 QUARTOS DOS EUA
CLARK OS-13311 (10 LITROS)

ENGRENAGENS DO GUINCHO 10 QUARTOS DOS EUA


(9 LITROS)

ENGRENAGENS DO BALANÇO 14 QUARTOS DOS EUA


(13 LITROS)

SISTEMA DE FRENAGEM HIDRÁULICA 1 PINT DOS EUA


(0,94 LITROS)

CONVERSOR DE TORQUE E TRANSMISSÃO:

SÉRIE CLARK 18000 5 GALÕES DOS EUA


(19 LITROS)

TANQUE DE COMBUSTÍVEL 46 GALÕES DOS EUA


(174 LITROS)

SISTEMA HIDRÁULICO COM TANQUE 120 GALÕES DOS EUA


(454 LITROS)

TANQUE HIDRÁULICO 75 GALÕES DOS EUA


(284 LITROS)

MOTOR À MOLAS (HASTE DE APOIO 1 PINT DOS EUA (POR COMPARTIMENTO)


DE 4 SEÇÕES COMPLETAS) (0,47 LITROS)

ENGRENAGENS DE DIREÇÃO 1 QUARTO DOS EUA


(094 LITRO)

OBSERVAÇÃO:As capacidades listadas aqui são referentes a volumes drenados e não refletem
aquelas que serão necessárias após a reconstrução de um componente. Essas
capacidades também estão sujeitas a mudanças devido às alterações de fabricação
de componentes, cárteres do motor, mudanças de construção interna etc.
ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página 7

VALORES DE TORQUE EM RELAÇÃO A FIXADORES DE PADRÃO INGLÊS

TABELA DE IDENTIFICAÇÃO DE PARAFUSOS

TIPO NÍVEL MARCA NA


S.A.E DESCRIÇÃO CABEÇA DO
PARAFUSO

NÃO TERÁ MARCAS NO CENTRO DO CABEÇA Aço de


ou Carbono Baixo ou Médio Não Tratado Termicamente

TERÁ 3 LINHAS RADIAIS


Aço de Carbono Médio Revenido e Temperado

TERÁ 3 LINHAS RADIAIS


Aço de Carbono Médio Revenido e Temperado

FERRAGENS DE REVESTIMENTO NÃO FOSFATADO TIPO 1, 5 E 8

Torque recomendado, em libras-pé, de todas as Porcas e Parafusos de Aplicação


Padrão:

Todas as superfícies das roscas são limpas e lubrificadas com o óleo de


motor SAE-30. (Veja a OBSERVAÇÃO).
As juntas são rígidas, ou seja, nenhum vedante ou materiais compressíveis
são usados.
Ao reutilizar porcas ou parafusos, use valores mínimos de torque.

OBSERVAÇÃO:Multiplique o torque padrão por:

0,65 quando as contra porcas finalizadas forem utilizadas.


0,70 quando o Molykote, chumbo branco ou misturas similares forem usados
como lubrificantes.
0,75 quando parafusos ou porcas laminados com cádmio e parafusos de zinco
com porcas de zinco enceradas forem utilizados.
0,85 quando parafusos ou porcas laminadas com cádmio e parafusos de zinco
com porcas de zinco enceradas forem utilizados.
0,90 quando superfícies rígidas são usadas sob a porca ou a cabeça do
parafuso.

Ao reutilizar porcas ou parafusos na manutenção, use valores mínimos de torque.


ITEM 5
Página 8 ESPECIFICAÇÕES
FERRAGENS DE REVESTIMENTO NÃO FOSFATADO TIPO 1, 5 E 8 - CONTINUAÇÃO

Os Valores Gerais de Torque a seguir devem ser usados em todos os casos onde os VALORES
ESPECÍFICOS DE TORQUE são são dados.

OBSERVAÇÃO OS VALORES DE TORQUE APRESENTADOS NESTE MANUAL SÃO DE ROSCAS


LUBRIFICADAS (UMEDECIDAS); OS VALORES DEVEM SER AUMENTADOS
EM 1/3 POR ROSCAS NÃO LUBRIFICADAS (SECAS

MATERIAL AQUECIDO DE NÍVEL 5 E 8

NÍVEL 5 NÍVEL 8
TAMANHO DA ROSCA (3 RISCOS RADIAIS NA (6 RISCOS RADIAIS NA
CABEÇA) CABEÇA)
NEWTON NEWTON
LIBRAS-PÉ METROS LIBRAS-PÉ METROS
(FT. LBS.) (Nm) (FT. LBS.) (Nm)

OBSERVAÇÃO: Caso quaisquer parafusos ou porcas estiverem perdidos ou com valores


mais baixos que os destacados na tabela, é recomendado que o parafuso/
porca perdido seja substituído por um novo.
ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página 9

FERRAGENS COM REVESTIMENTO FOSFATADO TIPO 8


Essa tabela apresentará o torque de aperto para os propósitos gerais de aplicação ao
usar as ferragens padrões do equipamento original, conforme é listado no Catálogo
de Peças da máquina envolvida. NÃO FAÇA SUBSTITUIÇÕES. As ferragens padrões do
equipamento original são definidas como parafusos e porcas de roscas rústicas do
Tipo 8, e através de arruelas lisas {Rockwell “C” 38-45), todos revestidos de
fosfato e montados sem a condição de lubrificação suplementar {conforme recebidos).

Os torques apresentados abaixo também se aplicam às situações a seguir:

Parafusos revestidos em fosfato usados em furos roscados em aço ou ferro cinzento.


Parafusos revestidos em fosfato usados com porcas de torque prevalecente revestidas
em fosfato (porcas com roscas distorcidas ou plástico embutido).
Parafusos revestidos em fosfato usados com porcas de solda revestidas em cobre.

As marcas nas cabeças dos parafusos ou porcas APENAS indicam o nível do material
e NÃO devem ser usados para determinar um torque necessário.

TORQUE PADRÃO ± 10%


DIÂMETRO
NOMINAL DE
ROSCA Nm Libras-pés
ITEM 5
Página 10 ESPECIFICAÇÕES
VALORES DE TORQUE PARA FIXAÇÕES DE MÉTRICA PADRÃO
Essa tabela apresentará o torque de aperto para os propósitos gerais de aplicação
ao usar as ferragens padrões do equipamento original, conforme é listado no
Catálogo de Peças da máquina envolvida. NÃO FAÇA SUBSTITUIÇÕES. As ferragens
padrões do equipamento original são definidas como parafusos com roscas rústicas
de classe métrica 10,9 e roscas de classe 10,0 e através de arruelas rígidas lisas
(Rockwell “C” 38-45), todos os que são revestidos em fosfato e montados sem a
condição de lubrificação suplementar (conforme recebidos).
Os torques apresentados abaixo também se aplicam às situações a seguir:

Parafusos revestidos em fosfato usados em furos roscados em aço ou ferro cinzento.


Parafusos revestidos em fosfato usados com porcas de torque prevalecente revestidas
em fosfato (porcas com roscas distorcidas ou plástico embutido).
Parafusos revestidos em fosfato usados com porcas de solda revestidas em cobre.
As marcas nas cabeças dos parafusos ou porcas APENAS indicam o nível do material
e NÃO devem ser usados para determinar um torque necessário.

DIÂMETRO
NOMINAL DE TORQUE PADRÃO
ROSCA 10%

NEWTON LIBRA-
METROS PÉS
MILÍMETRO (Nm)
ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página 11

VALORES DE TORQUE PARA BRAÇADEIRAS DA MANGUEIRA


A tabela a seguir apresenta os torques de aperto das braçadeiras da mangueira
utilizados em todas as aplicações de borrachas (radiador, filtro de ar, foles
operantes das alavancas, sistema hidráulico etc.).

TORQUE MAIS OU MENOS 5In. Lbs.(0,6 Nm)

RADIADOR, FILTRO DE
AR, FOLES ETC.
TRAVA
TIPO E TAMANHO

Parafuso “T” (qualquer


diâmetro)
Tração Sem-fim – 1-3/4 in.
Diâmetro aberto e abaixo

Tração Sem-fim – Acima de


1-3/4 in. Diâmetro aberto
Tração Sem-fim - “Ultra-
tite” Total
ITEM 5
Página 12 ESPECIFICAÇÕES
VALORES DE TORQUE PARA CONEXÕES DIVIDIDAS DE FLANGE
A tabela a seguir mostra os torques de aperto em relação às conexões divididas de
flange usadas nos sistemas hidráulicos. Os flanges divididos e os acessórios de conexão
devem estar diretamente ajustados. Instale todos os parafusos, parafuse-os à mão e,
em seguida, ajuste-os uniformemente.
OBSERVAÇÃO: Parafusos muito apertados irão danificar os flanges e/ou parafusos, podendo
resultar em vazamentos.

TORQUE DO PARAFUSO
TAMANHO DO TAMANHO DO
FLANGE (*) PARAFUSO
Nm Libras-pés

(*) – Diâmetro interno do tubo hidráulico ou do acessório da mangueira.


ITEM 5
ESPECIFICAÇÕES Página 13

VALORES DE TORQUE PARA OS TUBOS HIDRÁULICOS E ACESSÓRIOS

PLUGUES DE CUBO DO ANEL


PORCAS DO TUBO “O” E PORCAS SERRILHADAS

PARA CONEXÕES EXPANDIDAS DE 37’ JIC – ASSENTO DE 37”

TORQUE

TUBULAÇÃO TAMANHO
TAMANHO MÍN. MÁX. MÍN. MÁX.
0.0. DA ROSCA Libras- Libras- Nm Nm
pés pés

Os exemplos de torque acima são recomendados para acessórios simples revestidos em


cádmio ou zinco, e instalações secas ou umedecidas.

As porcas serrilhadas podem ser rebitadas ou soldadas.


ITEM 5
Página 14 ESPECIFICAÇÕES
TORQUES DE PARAFUSOS ESPECÍFICOS

PARAFUSOS DE MONTAGEM DO GUINCHO PEDESTAL DAS PARAFUSOS DA CAPA DOS ROLAMENTOS PARAFUSOS DE SUPORTE DA CAPA
150A (3) 3/4” - 16 UNF - 2A x 2- 1/4’ GR. 5 DO BALANÇO - 14 UNF - 2A x 2-3/4” GR. 8 (6) I’ - 8 UNC - :3’ GR.5
150FA (3) 3/4’ - 10 UNC - 2A x 3-1/4” GR. 5 500 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (678 Nm) 450 – 500 LIBRAS-PÉS (UMEDECIDA)
230 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (312 Nm)
(610 - 678 Nm)

PARAFUSOS DE CONTRAPESO DA CAPA


150A (4) 1-1/4” - 7 UNC - 2A x 4’ GR. 5
150FA (3)1-1/4” - 7 UNC2A x 8-1/2” GR. 5
840 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (ll39 Nm)

JUNTA ROTATÓRIA DOS PARAFUSOS DE TRAÇÃO (2)


AJUSTE PARA 1/16” (1.58 Nm)
LIBERAÇÃO DE CADA LADO

ROLAMENTO DO BALANÇO DA PLACA


CHAPA BASE PARA AS PORCAS DA ESTRUTURA BASE DOS PARAFUSOS DA CAPA
(12) 1” - 14 UNS - 28 GR. 8 (19) NÃO PINTADO
785 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (1064 Nm) 7/8” - 14 UNF - 3A x 6:3/4’GR . 8
500 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (678 Nm)
(5) NÃO PINTADO
COLETOR PRIMÁRIO DO BLOCO ADAPTADOR 7/8’ - 14 UNF - 2A x 4-3/4” GR . 8
DOS PARAFUSOS DA CAPA JUNTA ROTATÓRIA DA CHAPA 250 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (339 Nm)
{4) S/8’ - 11 UNC - lA x 7-l/4” GR. 8 BASE DOS PARAFUSOS DA CAPA
70 LIBRAS-PÉS (UMEDECIDA) (95 Nm) (4) 1/2” - 13 UNC - 2A x 2” GR.5
OBSERVAÇÃO: Remova as duas (2) tampas no topo do
pedestal base para apertar os parafusos
55 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (75 Nm) da capa e observe as cabeças dos parafusos
à medida que a haste de apoio é girada em
360°. Os cinco (5) parafusos pintados da
capa estão na parte dianteira, próximos á
EIXO DIANTEIRO DAS PORCAS DE FIXAÇÃO DA cabine.
PORCAS DA RODA
ESTRUTURA EIXO TRASEIRO DA MONTAGEM DOS PARAFUSOS
EIXO CLARK DS-17220 (lO) PARA CADA RODA
(4) PARA CADA LADO DO EIXO TRASEIRO (4) PARA CADA LADO
EIXO CLARK DS-13311 (12) PARA CADA RODA
1” - 14 UNS - 38 1” - 14 UNS - 2A x 8-1/2” GR. 5
PORCA DA RODA 3/4’ - 16 UNF
510 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA)(691 Nm) 510 LIBRAS-PÉS (UMEDECIDA) (691 Nm)

PARAFUSOS DA TAMPA DA RETRANCA DIANTEIRA


(16) 1” - 14 UNS - 2A X 2-1/4” GR. 5 RETRANCA TRASEIRA
510 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (691 Nm) SOLDADA À ESTRUTURA

PORCA DO BRAÇO DO EIXO DE DIREÇÃO SUPORTE DE BORRACHA DO EIXO TRASEIRO EM RELAÇÃO


(1) 1-1/8” - 12 UNF ÀS PORCAS DE FIXAÇÃO DA ESTRUTURA (4) DE CADA LADO
195 LIBRAS-PÉS {UMEDECIDA) (264 Hm) 1” 14 UNS - 3B
510 LIBRAS-PÉS(UMEDECIDA) (691 Nm)

Figura 3
OBSERVAÇÃO: Caso quaisquer parafusos ou porcas estiverem perdidos ou com valores
mais baixos que os destacados na tabela, é recomendado que o parafuso/
porca perdido seja substituído por um novo.