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Livro Eletrônico

Aula 06

Física p/ PRF (Policial) Com Videoaulas - Pós-Edital

Vinicius Silva

81680872249 - THIAGO GUEDES DE OLIVEIRA


Vinicius Silva
Aula 06

Sumário
1. Introdução ......................................................................................................................... 2
2. Trabalho Mecânico ............................................................................................................ 3
2.1 Conceito .......................................................................................................................... 3
2.2 Unidade ........................................................................................................................... 4
2.3 Cálculo do trabalho .......................................................................................................... 5
3. Cálculo do trabalho de forças especiais ............................................................................ 15
3.1 Trabalho da força peso. .................................................................................................
9988 15
3.2 Trabalho da Força Elástica.............................................................................................. 17
3.3 Trabalho da Força de Atrito ........................................................................................... 19
4. Teorema da Energia Cinética............................................................................................ 21
5. Potência........................................................................................................................... 22
5.1 Conceito de Potência ..................................................................................................... 22
5.2 Potencia Média .............................................................................................................. 22
5.3 Unidades de Potência .................................................................................................... 23
5.4 Potência Instantânea ..................................................................................................... 25
5.5 Propriedade do Gráfico (potência x tempo) ................................................................... 26
5.6 Rendimento ................................................................................................................... 27
6. Energia Mecânica e Conservação ..................................................................................... 29
6.1 Unidades........................................................................................................................ 30
6.2 Tipos de Energia Mecânica ............................................................................................. 30
6.2.1 Energia Cinética .......................................................................................................... 30
6.2.2 Energia Potencial ........................................................................................................ 31
6.3 Conservação da Energia e suas Transformações ............................................................. 34
6.4 Sistemas dissipativos ..................................................................................................... 38
7. Exercícios sem comentários ............................................................................................. 41
8. Exercícios comentados ..................................................................................................... 65

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9. Gabarito ........................................................................................................................ 142


10. Fórmulas utilizadas na aula .......................................................................................... 142

1. INTRODUÇÃO

Uma viatura dessas não é para qualquer órgão de segurança não viu!

Vamos continuar nossa luta rumo à PRF, essa instituição tão importante para o
nosso país, façamos parte desse time seleto de servidores!

Bons Estudos!

Olá caros amigos da PRF-2018.2019,

As expectativas para o seu concurso crescem e nessa aula 6 vamos introduzir os conceitos
de trabalho mecânico, potência, energias cinética, potencial e mecânica, bem

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como a conservação da energia mecânica nos sistemas conservativos e a dissipação e


transformação dela em sistemas dissipativos, principalmente por atrito.

Essa aula é de grande importância para a nossa caminhada na Física rumo à PRF, pois a
aula trata de muitos conceitos que estão interligados, não podendo ser deixada de lado
na sua preparação.

Portanto, vamos à luta, cientes de que estamos cumprindo o nosso papel e sabedores de
que nenhuma glória vem sem antes depositarmos a nossa parcela de sacrifício.

Vamos descarregar todas as nossas energias nessa aula e obter um rendimento muito
bom no que diz respeito ao conhecimento da energia e suas transformações.

2. TRABALHO MECÂNICO

2.1 CONCEITO

O conceito de trabalho mecânico é bem diferente daquele do seu cotidiano, aquele


trabalho que você certamente irá desempenhar dentro do DPRF, contribuindo para uma
nação mais justa e livre da criminalidade.

O trabalho mecânico, na verdade é uma grandeza escalar, diferentemente da força, da


última aula, que era uma grandeza vetorial, o trabalho mecânico não possui direção, nem
sentido, apenas um valor (módulo) e uma unidade, que vamos ver nos próximos itens.

Além de ser uma grandeza escalar, o trabalho mecânico tem por principal função dentro
do movimento aquela de variar a energia cinética de um corpo.

Professor, e o que é
energia cinética?

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Boa pergunta Aderbal!

A energia cinética é a energia de um corpo que está associada ao seu movimento.

Assim, se um corpo apresenta movimento em relação ao referencial considerado (aqui


vamos considerar o referencial da Terra), então ele possuirá energia cinética.

Pense assim: se tem velocidade, tem energia cinética.

Então, resumindo, podemos afirmar que trabalho mecânico é a grandeza escalar que
quando realizado faz variar a energia cinética de um corpo.

2.2 UNIDADE

A unidade da energia cinética é o joule (J) em homenagem a James Prescot Joule, que
estudou as transformações de energia pela realização de trabalho.

Então o trabalho mecânico será dado em joules (J).

Existe ainda uma unidade alternativa, que não é muito usual, que é o erg. Essa unidade
tem como base as unidades (cm, g, s) é pertencente ao sistema CGS e não ao MKS
(metro, quilograma e segundo).

Essa unidade não é muito útil, mas vamos ter que nos acostumar a trabalhar com ela
para resolver alguma questão que verse sobre trabalho nessa unidade.

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2.3 CÁLCULO DO TRABALHO

O trabalho pode ser calculado de duas formas, de acordo com a força que o realiza. Aliás,
não existe trabalho se não houver força para realiza-lo, pois um corpo só aumenta a sua
velocidade, se houver uma força resultante sobre ele.

Assim, vamos dividir o cálculo do trabalho em duas situações distintas:

a) Força Constante

Se uma força constante atuar em um corpo o trabalho realizado por ela pode ser calculado
de acordo com a seguinte fórmula:

 | F | .| d | .cos 

Onde | | representa o módulo da força, | | representa o módulo do vetor deslocamento


e  é o ângulo entre o vetor força e o vetor deslocamento.

Mas lembre-se, essa fórmula só é válida se a força for uma força constante em módulo,
direção e sentido.

Representando em uma figura:

a.1) Cálculos especiais de trabalho:

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Nesse item vamos aprender a calcular alguns trabalhos específicos, ou seja, algumas
fórmulas simplificadas para o cálculo do trabalho mecânico.

I) Para  = 0°

Quando  = 0°, cos = 1

 | F | . | d | .cos 0
 | F | . | d |

F
  0
d
Nesse caso a força é paralela e no mesmo sentido do deslocamento.

A velocidade do corpo aumentará.

I) Para  = 180°

Quando  = 180°, cos = -1

 | F | . | d | .cos180
   | F |.| d |

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F   180

d
A velocidade do corpo diminuirá.

III) Para  = 90°

Quando  = 90°, cos  = 0

 | F | . | d | .cos 90
 0

F
  90

d
Portanto, quando a força é perpendicular ao deslocamento, o trabalho por ela realizado é
nulo.

A velocidade do corpo não variará em módulo, podendo sofrer mudanças apenas na


direção e no sentido.

Assim, podemos afirmar que o trabalho será nulo em três situações:

• Quando a força for nula, afinal só existe trabalho de uma força

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• Quando não houver deslocamento gerado por aquela força.


• Quando a força for perpendicular ao deslocamento.

Muito cuidado com esse terceiro caso, que foi o que acabamos de provar, pois é muito
comum em provas.

OBS.:

1. A força normal nunca realiza trabalho, pois sempre será perpendicular á


superfície por onde se desloca o corpo.
2. Toda força de natureza centrípeta não realiza trabalho, pois será sempre
perpendicular ao deslocamento.

Resumindo, podemos montar o seguinte esquema:

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a.2) Classificação do trabalho quanto ao sinal:

Note que o trabalho mecânico pode ser positivo ou negativo, de acordo com o ângulo
formado entre a força e o deslocamento.

Podemos então classificar o trabalho de acordo com o seguinte esquema:

I) Trabalho Motor

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O trabalho será motor, quando ele for positivo, aumentando assim a energia cinética do
corpo que estiver recebendo o trabalho dessa força.

Note que o trabalho é o produto de três termos (| |, | | e cos) dos quais apenas um
deles pode ser negativo, que é o cos.

Assim, podemos dizer que:

 0
 cos   0
 0    90
Logo, o trabalho será motor, caso o ângulo entre o vetor força e o vetor deslocamento
seja agudo.

Perceba que a componente horizontal da força está a favor do deslocamento.

II) Trabalho Resistente

O trabalho será resistente quando ele for negativo, diminuindo assim a energia cinética
do corpo que estiver recebendo o trabalho dessa força.

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Mais uma vez, você deve se lembrar de que o trabalho possui duas variáveis sempre
positivas que são os módulos da força e do deslocamento, restando apenas o cos para
ser negativo.

 0
 cos   0
 90    180
Assim, o trabalho será resistente quando o ângulo entre a força e o deslocamento for um
ângulo obtuso.

Note que a componente horizontal da força está contra o vetor deslocamento, o que gera
um trabalho resistente, negativo e que quando realizado faz com que a energia cinética
do corpo diminua.

Um bom exemplo desse tipo de força é o atrito, que na grande maioria dos casos realiza
trabalho resistente, negativo, portanto.

Resumindo:

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b) Força Variável

Quando a força é variável, o trabalho realizado por ela não pode ser calculado de acordo
com a fórmula vista anteriormente.

Nesse caso, vamos ter que usar o artifício do gráfico de F x d, ou seja o gráfico da força
em função do deslocamento.

Quando a força for variável, o examinador vai fornecer o gráfico para ajudar você no
cálculo.

Vamos então à dica sobre o gráfico.

O trabalho de uma força variável é numericamente igual à área sob o gráfico F x d. Veja:

Calculando a área verde, vamos calcular o trabalho daquela força variável durante o
deslocamento considerado.

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Professor, como eu vou


calcular uma área
“maluca” dessas?

Prezado Aderbal, na sua prova não vai aparecer uma área de uma figura curva, apenas
figuras planas conhecidas como trapézios, retângulos, quadrados, circunferências, etc.

Fique tranquilo, assim como o nosso aluno, que você não terá dificuldades com o cálculo
da área dessas figuras, mas se houver dificuldade com áreas, dê uma olhadinha em um
livro básico de geometria plana, que tudo ficará mais claro.

Abaixo você vê um exemplo de gráfico que pode aparecer para você calcular a área sob
ele.

Lembre-se de que você vai calcular a área sob o gráfico de acordo com o deslocamento
considerado. Veja.

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No gráfico acima você pode calcular várias áreas (A1, A2, A3,...), vai depender do trabalho
que for solicitado o cálculo.

Pode acontecer ainda de a força ser positiva para um deslocamento e negativa para outro,
conforme você observa no gráfico seguinte:

Nesses casos você terá de calcular as áreas com o seguinte detalhe: o trabalho será
negativo para as partes do gráfico que ficam abaixo do eixo horizontal.

O trabalho total será então a diferença entre o trabalho positivo (acima do gráfico) e o
trabalho negativo (abaixo do gráfico).

No exemplo acima, o trabalho é positivo de 0 a 3, e é negativo de 3m a 5m.

O trabalho total será soma:

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 TOTAL   1 ( positivo)   2 (negativo)

No final das contas, você acabará fazendo uma conta de subtração.

3. CÁLCULO DO TRABALHO DE FORÇAS ESPECIAIS

Algumas forças possuem fórmulas diferentes para o cálculo do trabalho realizado por elas.
Vamos conhecer essas fórmulas, que possivelmente estarão na prova de vocês.

3.1 TRABALHO DA FORÇA PESO.

A força peso realiza trabalho sempre que há um deslocamento vertical do corpo.

Esse trabalho será de uma força constante, afinal de contas o peso de um corpo não varia
na mesma região da Terra, ele vai sofrer modificações apenas se formos para regiões
bem distantes da superfície da Terra.

Assim, observe a figura abaixo em que um corpo segue uma trajetória qualquer de um
ponto a outro do espaço, sob a ação da força peso.

 peso | P | . | d | .cos 
H
P mas, cos  
 |d |
então :
P d
H(desnível entre os H
pontos)  peso | P | .| d | .
|d |
 peso | P | .H
 peso  m.g.H
P

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Veja que o trabalho independe da trajetória, importando apenas os estados final e inicial
do movimento (o desnível entre os pontos inicial e final).

O trabalho também pode ser positivo ou negativo, a depender da situação. Vamos


procurar entender quando o peso realiza trabalho motor e quando peso realiza trabalho
resistente.

Professor, essa é fácil, basta


saber quando o peso faz
com que a velocidade
aumente e quando ele faz
com que ela diminua.

Perfeito, Aderbal!

Vamos então resumir assim:

SITUAÇÃO SINAL DO TRABALHO

Negativo (a velocidade diminui por


Subida
conta do peso)

Positivo (a velocidade aumenta por


Descida
conta do peso)

Basta lembrar-se do velho ditado: “para baixo todo santo ajuda” e para cima é o
contrário.

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Dissemos anteriormente que o trabalho do peso independe da trajetória e esse fato é


muito importante, isso, na verdade, garante que o peso é uma força conservativa, algo
que vamos aprofundar em breve.

3.2 TRABALHO DA FORÇA ELÁSTICA

A força elástica também tem uma força especial para calcular o trabalho realizado por ela.
O trabalho da força elástica é calculado por meio do gráfico, pois se trata de uma força
variável com o deslocamento.

NÃO USE A FÓRMULA VISTA ANTERIORMENTE PARA CALCULAR O TRABALHO DA


FORÇA ELÁSTICA.
O trabalho da elástica será calculado por meio do gráfico, da seguinte forma:

Veja que a mola inicialmente não está deformada e após sofre um deslocamento,
juntamente com o corpo, de “X”.

Assim, podemos montar o gráfico da força elástica de acordo com a deformação, que será
o próprio deslocamento.

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F(N) base.altura
 Fel 
2
K.x
x.k.x
 Fel 
2
k.x2
Área  Fel 
2
x x(m)

O trabalho da força elástica poderá ser positivo ou negativo, a depender da situação. Aqui
a dica é verificar se a força está contribuindo para o aumento da velocidade ou para a
redução de velocidade.

Se a velocidade aumentar, o trabalho realizado por aquela força será positivo.

Por outro lado, se a velocidade diminuir, o trabalho será negativo.

Observe o esquema abaixo, temos três situações distintas:

• Na primeira, não há trabalho sendo realizado pela força elástica.

• Na segunda o trabalho realizado pela força elástica será positivo de A para O, uma
vez que a força contribui para o aumento de velocidade do corpo.

• No terceiro caso, a velocidade diminui de O para O’, o que denota trabalho negativo
realizado pela força elástica.

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Assim, concluímos que você deve analisar cada situação, sem precisar decorar uma
situação específica.

3.3 TRABALHO DA FORÇA DE ATRITO

A força de atrito é uma força constante para o caso do atrito dinâmico, assim vamos
calcular o seu trabalho de acordo com a fórmula do trabalho de força constante.

Vamos também nos restringir à situação em que um corpo se desloca sob a ação da força
de atrito em uma superfície horizontal, essa situação é a mais comum de aparecer o
cálculo do trabalho da força de atrito.

  180

Fat d
A força de atrito realizará um trabalho resistente nesse caso, pois é oposta ao
deslocamento ( = 180°).

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Professor, eu ainda não entendi por


que não calculamos o trabalho da
força de atrito estático?

É simples caro Aderbal, o motivo é porque a força de atrito estático não realiza trabalho,
uma vez que a força de atrito estático não provoca deslizamento entre as superfícies.

Voltando ao cálculo do trabalho da força de atrito:

equilíbrio vertical :
N N  P  m.g

  180
 Fat | Fat | .| d | .cos180
Fat d  Fat  .| N | .| d | .(1)

P  Fat  .m.g.| d |

Assim, verificamos uma fórmula pronta para ser utilizada no cálculo do trabalho da força
de atrito.

O trabalho da força de atrito é muito comum de acontecer em um processo de frenagem


de veículos, onde a força de atrito dinâmico atuante quando do travamento das rodas vai
realizar um trabalho negativo, com o intuito de diminuir a velocidade do veículo pelo
escorregamento das rodas no asfalto.

Esse trabalho realizado pelo atrito acaba se transformando em outros tipos de energia,
que são a energia sonora (o barulho da freada), energia térmica (aumento da temperatura
dos pneus), entre outros tipos de energia que são transformadas nesse processo.

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Fique ligado em uma questão teórica que pode vir a cair na sua prova, versando
principalmente sobre transformações de energia em um procedimento de freada.

4. TEOREMA DA ENERGIA CINÉTICA

No início da aula, falamos sobre a energia cinética e chegamos a uma conclusão, que era
o fato de o trabalho estar ligado diretamente à variação da energia cinética. Pois bem,
vamos agora demonstrar que o trabalho total realizado é igual à variação da energia
cinética de um corpo.

N
F s en F
V0 V
m  F cos 

d
P Vamos calcular a velocidade final do
corpo usando a equação de Torricelli
V 2  V0 2  2.a .S
| F | .cos 
V 2  V0 2  2. .| d |
m
mV 2  mV0 2  2.| F | .cos  .| d |
mV 2 mV0 2
  | F | .| d | .cos 
2 2
ECFinal  ECInicial   TOTAL
 TOTAL  EC Final
 ECInicial
 TOTAL  EC

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Portanto o trabalho total realizado será igual à variação da energia cinética sofrida pelo
corpo.

Esse teorema é de fundamental importância para o calculo de velocidades, quando


conhecemos as forças atuantes e sabemos calcular o trabalho realizado por elas.

5. POTÊNCIA

A potência é um conceito muito importante quando estamos falando de veículos


automotores.

5.1 CONCEITO DE POTÊNCIA

Potência é a rapidez com que o trabalho é realizado por um corpo. Uma máquina muito
potente é aquela que realiza muito trabalho em pouco tempo. Por outro lado, uma
máquina pouco potente realiza pouco trabalho em muito tempo.

5.2 POTENCIA MÉDIA

A potência média é o valor do trabalho total dividido pelo intervalo de tempo gasto para
realizar todo aquele trabalho mecânico.

Matematicamente,

 total
Potmédia 
ttotal

Entenda o conceito de potência média:

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Quando calculamos o valor da potencia média, não quer dizer que durante todo o intervalo
de tempo a potência manteve aquele valor, lembre-se de que se trata de um valor médio,
ou seja, caso se tivesse mantida a potência constante, então teríamos aquele valor, no
entanto pode ter acontecido de a potência ter sido alta no início do movimento e baixa no
final, e que na média tivemos aquele valor calculado.

5.3 UNIDADES DE POTÊNCIA

As unidades de potência são muito interessantes e merecem um tópico a parte para a sua
discussão.

A unidade no sistema internacional é o W(watt = J/s), ou seja é a razão entre o joule e o


segundo.

No entanto, temos alguns submúltiplos do watt, que são:

Submúltiplo Relação com o watt

Quilowatt (kW) 1.000 W ou 103W

Megawatt (MW) 1.000.000 ou 106W

Temos ainda duas unidades usuais muito interessantes que são o cavalo-vapor e o HP
(horse power).
Vamos às conversões de unidades:

Usual Relação com o watt

Cavalo-vapor (CV) 1 CV = 735,5W

Horse power (HP) 1 HP = 745,7W

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Não se preocupe, pois esses fatores de conversão irão aparecer na sua prova como dado.

A potência dos veículos automotores é dada em cavalo-vapor (CV). Ao verificar o manual


dos veículos, dentre uma série de outras informações, você pode notar a potência do
motor, que é dada em CV.

Na tabela abaixo você pode verificar alguns dados de potencia dos motores

Potência líquida
Motor / modelo Cilindrada
max (CV / RPM)

AP 2000 2.0 115 / 5200

AP 1600 1.6 101 / 5500

Golf Alumínio 1.6 101 /5600

AP 1.6 1.6 - A 101 / 5750


Total Flex 1.6 - G 103 / 5750

AP 1.8 1.8 – A 106 / 5250


Total Flex 1.8 – G 103 / 5250

1.4 – A 80 / 4800
AP Total Flex Kombi
1.4 - G 78 / 4800

MB Classe A 1.6 99 / 5250

Honda Civic 1.6 102 / 6000

Ford Escort 1.8 115 / 5750

Renaut Megane 1.6 90 / 5000

Renaut Megane 2.0 115 / 5400

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5.4 POTÊNCIA INSTANTÂNEA

A potência instantânea é aquela que se desenvolve em um instante de tempo, ou seja,


em um intervalo de tempo muito pequeno, que tende a zero.

Podemos então dizer que:

 total
Potinst .  lim Potmédia  lim
t  0 t  0 ttotal

Não se preocupe com a matemática envolvida na fórmula acima, o que você deve se
preocupar é apenas em saber o conceito de potência instantânea, que, na verdade, é a
potência média para um intervalo de tempo muito pequeno, quase zero.

Assim, vamos compreender que a potencia instantânea é a potencia média em um


instante de tempo.

| F | . | d | .cos 
Potinst .  lim
t  0 ttotal
Potinst .  lim | F | . | Vm | .cos 
t  0

Potinst . | F | .cos  . lim | Vm |


t  0

Potinst . | F | . | V | .cos 

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Na fórmula cima demonstrada, perceba que a velocidade média vetorial foi substituída
pela velocidade instantânea do corpo, pois o limite da velocidade média quando o intervalo
de tempo tende a zero é igual a velocidade instantânea.

Na maioria das nossas questões a força irá formar um ângulo igual a zero com a
velocidade instantânea, o que implica na fórmula:

Potinst . | F | . | V |

A fórmula acima será utilizada em questões que envolvam a potencia de motores de


veículos que desenvolvem velocidade constante. Recomendo que você memorize essa
fórmula e saiba aplica-la aos casos práticos.

5.5 PROPRIEDADE DO GRÁFICO (POTÊNCIA X TEMPO)

O gráfico de potência versus tempo nos dará uma informação importante dentro do
movimento do corpo.

Observe abaixo o gráfico:

Pot

Pot
A  base.altura
A  (t2  t1 ).Pot
A A  Pot.t
A   Total
t1 t2 t

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Portanto, a área total sob o gráfico será numericamente igual ao trabalho realizado
naquele intervalo de tempo.

Apesar de o cálculo ter sido feito para o caso de potencia constante, podemos generalizar
a propriedade para um gráfico qualquer, onde a potência não seja constante.

Pot

A A   Total

t2 t1 t

5.6 RENDIMENTO

O conceito de rendimento é o mesmo em qualquer situação. O rendimento é a razão entre


aquilo que um corpo consegue transformar em utilidade e aquilo que é disponibilizado
para aquele corpo. Em outras palavras, é a razão entre o útil e o total.

O rendimento de um aluno, por exemplo, é a razão entre o conteúdo que ele transformou
em conhecimento (útil) e aquilo tudo que ele leu nesse curso.
Matematicamente,

PotÚTIL

PotTOTAL

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Em todo sistema físico uma parcela da potência total fornecida é perdida por conta das
dissipações que acontecem.

Um bom exemplo é o motor de um carro.

O motor retira potência da queima do combustível, que já é uma reação química que
possui um rendimento menor que 100%, após a queima desse combustível, o motor
realiza uma série de movimentos até que as rodas recebam potência de rotação e
movimentem o veículo. Em todo esse processo há perdas de energia por conta de atritos
e forças de resistências, assim, a potência útil é sempre menor que a potência total.

Matematicamente, podemos escrever:

PotTOTAL  PotÚTIL  PotDISSIPADA

Como a potência útil será sempre menor que a potência total, então o rendimento será
sempre menor que 1.

0  1

Como é um valor entre zero e um, podemos escrever o rendimento em porcentagem:

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%   .100%
PotÚTIL
%  .100%
PotTOTAL

Resumindo:

6. ENERGIA MECÂNICA E CONSERVAÇÃO

A energia mecânica é aquela que está ligada à realização de trabalho mecânico, ou seja,
um corpo que possui energia mecânica é aquele que acumula uma possibilidade de
realizar trabalho mecânico.

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6.1 UNIDADES

A unidade no sistema internacional é a mesma de trabalho, uma vez que energia se


confunde com a capacidade de um corpo realizar trabalho.

Temos ainda algumas outras unidades que são utilizadas para outros tipos de energia, no
entanto, podem perfeitamente se aplicar à energia mecânica, por tratarem da mesma
grandeza física.

Uma dessas unidades é a caloria (cal), muito comum em problemas de termologia e


termodinâmica.

Outra unidade que costuma aparecer é o erg, que já foi comentado no item relativo às
unidades de trabalho mecânico, o erg é a unidade de trabalho para o sistema CGS.

6.2 TIPOS DE ENERGIA MECÂNICA

A energia mecânica está presente em dois tipos que são:

• Energia Cinética
• Energia Potencial

Vamos iniciar nossos estudos falando sobre a energia cinética:

6.2.1 ENERGIA CINÉTICA

A energia cinética de um corpo é aquela que está ligada ao movimento do corpo, ou seja,
à sua velocidade.

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Todo corpo que possui velocidade, possui energia cinética.

A fórmula para a energia cinética é a seguinte:

. 2
mV
EC 
2

Onde m é a massa do corpo, V é a sua velocidade e EC é a energia cinética naquela


situação.

Perceba que a energia cinética cresce com o quadrado da velocidade, portanto, quando a
velocidade dobra, a energia cinética quadruplica.
Podemos montar o seguinte gráfico:

O gráfico será, portanto, parabólico.

6.2.2 ENERGIA POTENCIAL

A energia potencial está associada ao ponto, à posição de um corpo de acordo com a força
que atua nele. Temos duas forças, na mecânica, que são capazes de ter associadas a si
uma energia potencial. Essas forças são a força da gravidade e a força elástica.

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a) Energia Potencial Gravitacional

A energia potencial gravitacional é aquela associada ao trabalho realizado pela força da


gravidade, ou seja, pela força peso.

A força peso ao realizar trabalho tem a si associada uma energia potencial gravitacional.

Quando elevamos um corpo de um patamar mais baixo para outro, de altura maior,
estamos tendo que realizar trabalho mecânico para atingir o nosso intento e vencer a
força peso. Nesse caso dizemos que ao realizarmos trabalho estamos aumentando a
energia potencial gravitacional do corpo.

Por outro lado, mas com o mesmo fim, quando um corpo cai de certa altura, dizemos que
a força peso realizou trabalho positivo e assim a energia potencial gravitacional do corpo
diminuiu por conta da realização do trabalho.

Portanto, um corpo possui energia potencial gravitacional quando ele possui altura em
relação a um ponto que chamamos de nível de energia potencial gravitacional nula.

Logo, para o cálculo da energia potencial gravitacional precisamos saber qual o nível de
referência adotado para a questão.

O cálculo da energia potencial gravitacional é simples, pois como ela está ligada ao
trabalho realizado pela força peso, então podemos dizer que:

EPotGrav  m.g.H
Ou seja, a energia é igual ao trabalho da força peso que pode ser realizado ou que foi
realizado para o corpo elevar-se àquela altura.

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No nível de referência a energia potencial gravitacional é nula.

Exemplo:

Um vaso de 2,0kg está pendurado a 1,2m de altura de uma mesa de 0,4m de altura.
Sendo g = 10m/s², determine a energia potencial gravitacional do vaso em relação à
mesa e ao solo.

b) Energia Potencial Elástica

A energia potencial elástica é aquela associada ao trabalho que a força elástica pode
realizar.

Quando comprimimos ou esticamos uma mola, a força elástica associada à ela pode
realizar uma trabalho mecânico. Podemos dizer então que a capacidade que ela possui de
realizar um trabalho é igual a sua energia potencial elástica acumulada.

K.x2
EPotElástica 
2

Onde K é a constante da mola e x é a deformação da mola.

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Graficamente, podemos dizer que a energia varia de acordo com a deformação da


seguinte forma:

Perceba que é indiferente se a deformação ocorre em um sentido positivo ou negativo.

É importante lembrar que as unidades devem estar todas de acordo com o sistema
internacional (SI) para que a energia seja obtida em joules (J).

Geralmente a deformação é dada em centímetros, o que nos obriga a transformar o


respectivo valor para m.

6.3 CONSERVAÇÃO DA ENERGIA E SUAS TRANSFORMAÇÕES

Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Você certamente já deve
ter ouvido essa célebre frase em alguma aula na sua época de escola.

Pois bem, essa frase, aparentemente inútil é a base para a explicação de vários fenômenos
físicos. A energia se conserva também assim como tudo na natureza.
Sempre que há um processo físico, haverá alguma transformação de energia.

A colisão de um veículo é um exemplo bem interessante de transformações de energia,


veja na figura abaixo que a energia acumulada pelo carro foi transformada em calor,
deformação do veículo e danos físicos aos ocupantes do carro.

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Professor, e a
energia
mecânica,
quando ela se
conserva?

Prezado Aderbal, a energia mecânica se conserva sob a seguinte condição:

“Em todo sistema conservativo a energia mecânica se conserva”.

Um sistema conservativo é aquele em que apenas as forças conservativas realizam


trabalho. Quando uma força conservativa realiza trabalho, ela não aumenta, nem diminui
a energia mecânica de um sistema físico, esse trabalho realizado apenas transforma
energia cinética em potencial e energia potencial em energia cinética.

As forças conservativas são as forças peso e elástica (a força elétrica também é


conservativa, no entanto, não é nosso objeto de estudo).
Toda força conservativa tem a si associada uma energia potencial.

À força peso temos a energia potencial gravitacional associada, e à força elástica, temos
a energia potencial elástica associada.

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Portanto, se um sistema for conservativo:

EMECÂNICA  CONSTANTE
EPotencial  ECinética  cons tan te

Assim, se temos um sistema conservativo, a energia cinética irá diminuir quando a energia
potencial aumentar, e a energia potencial vai diminuir quando a energia cinética diminuir.

É uma troca de energias que acontece, sempre de modo a manter a energia mecânica
total constante.

Professor, existe
outra forma de
saber se o sistema
é conservativo?

Sim Aderbal!

A outra forma que temos para saber se a energia mecânica se conserva é constar no
enunciado alguma dessas frases:

• “...despreze os atritos...”
• “...despreze as forças de resistência...”
• “...despreze as forças dissipativas...”
• “...despreze eventuais perdas de energia mecânica...”

Todas essas frases tem o mesmo intuito, afirmar que apenas as forças conservativas
realizam trabalho.

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Nas figuras abaixo você pode perceber alguns exemplos de conservação de energia
mecânica:
Salto com vara

Movimento do “skatista”

Montanha Russa

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Corpo ligado à mola

Em todos os sistemas acima, a energia potencial se transforma em cinética e vice-versa.

Exemplo:

(CESPE) Uma bola cuja massa é 0,30kg, é lançada verticalmente para cima com energia
cinética de 60J. Considere g = 10m/s2. A altura máxima atingida pela bola é:

6.4 SISTEMAS DISSIPATIVOS

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Você já parou para pensar se as condições do sistema conservativo não fossem


satisfeitas?

• “...despreze os atritos...”
• “...despreze as forças de resistência...”
• “...despreze as forças dissipativas...”
• “...despreze eventuais perdas de energia mecânica...”

Ou seja, se houvesse forças dissipativas, perdas de energia mecânica?

Na verdade, quando há perdas de energia mecânica, ela não se conserva, isso parece até
bem óbvio.

As perdas de energia mecânica se dão por conta das forças dissipativas, das forças de
atrito, das forças resistivas.

O atrito é na verdade o responsável pela redução da energia mecânica, na verdade o que


acontecerá é uma transformação de parte da energia mecânica em energia térmica, calor.

Quando atritamos uma borracha sobre uma superfície, parte daquela energia de
movimento que estamos transferindo para a borracha, o atrito está encarregando-se de
transformá-la em energia térmica, que faz com que a temperatura da borracha aumente.

É isso que ocorre na prática em todos os sistemas físicos, uma vez que é impossível
reduzir o atrito a zero.

Professor, então todos


os sistemas são
dissipativos?

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De acordo com o que foi dito aqui, sim; mas os sistemas conservativos serão a maioria
em nossas questões, apesar de na prática eles não existirem, o que na verdade existe é
que a parcela de energia dissipada por atrito é desprezível, ou seja, muito pequena, o que
nos permite aproximar um sistema aparentemente dissipativo a um sistema conservativo.

Matematicamente, podemos dizer que:

EMECÂNICA  não cons tan te


EMECÂNICAinicial  EMECÂNICA final  Edissipada

Imagine como se o sistema dissipativos fosse um bolso furado. No início de um movimento


você tem 10 moedas de um real no bolso furado (sistema dissipativo) após uma
caminhada você verifica seu bolso e percebe que possui apenas 7 moedas restantes, logo
você conclui que 3 moedas se perderam no caminho.

Portanto, as 10 moedas que você possuía no início (EMEC inicial) é igual à soma das 7
restantes (EMEC final) com as 3 perdidas (Edissipada).

Lembre-se desse exemplo que você nunca vai esquecer da equação do sistema
dissipativo.

Essa dissipação de energia ocorre principalmente em forma de calor, o atrito transforma


uma boa parte da energia mecânica em calor.

Um bom exemplo de dissipação de energia por atrito é a freada do veículo, nesse tipo de
movimento o atrito nas rodas do veículo transforma energia de movimento (energia
mecânica em forma de cinética) em energia térmica (os pneus esquentam) e energia
sonora (você ouve um barulho na freada).

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7. EXERCÍCIOS SEM COMENTÁRIOS

01. (CESPE – PETROBRÁS – OPERADOR I – 2004)

De acordo com o esquema representado na figura abaixo, a componente horizontal da


força F exercida pela funcionária não realiza trabalho para deslocar a caixa em um plano
horizontal sem atrito.

02. (CESPE – SAEB)

A figura acima representa uma situação em que um pequeno asteroide é capturado pelo
campo gravitacional do Sol e passa a orbitá-lo circularmente. FAS representa o módulo da
força que o asteroide exerce sobre o Sol e WAB é o trabalho realizado pela força
gravitacional ao longo do arco AB. Considerando G = 6,7×10-11 N.m²/kg2; massa do Sol:
2×1030 kg; massa do asteroide = 106 kg; raio da órbita = 4,5×1011m, então WAB é igual
a 3,12 × 1036J.

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03. (CESPE) Considere um corpo em movimento circular uniforme, com trajetória de raio
R, sobre uma mesa lisa, preso a uma extremidade de um fio inextensível. A outra
extremidade do fio está fixa ao centro da mesa. Julgue o item a seguir.

O trabalho realizado pela força centrípeta em uma volta completa é igual a 2R.Fc.

04. (CESPE – UNIPAMPA – TÉCNICO DE LABORATÓRIO – FÍSICA –


ELETROTÉCNICA – ELETRÔNICA) A figura acima ilustra um plano inclinado sobre o
qual desliza um corpo de massa m, com velocidade inicial zero, de um ponto A no topo
até um ponto B na base do plano. O plano faz um ângulo 2 com a horizontal. Considerando
essas informações e que a aceleração da gravidade local seja igual a g, julgue os itens
subsequentes.

4.1. Desconsiderando o atrito, no deslocamento do corpo ao longo do plano inclinado, o


trabalho realizado pela gravidade será igual a m×g×d×sen, em que d é a distância entre
os pontos A e B.

4.2. Desprezando-se apenas a resistência do ar, ao se deslocar no plano inclinado, duas


forças atuam sobre o corpo, mas somente uma realiza trabalho.

4.3. Para  = 30º e desconsiderando a força de atrito, se a variação da energia cinética


entre os pontos A e B for igual a 100 joules, então o trabalho realizado será de 50 joules.

4.4. Desconsiderando a força de atrito, o valor da energia potencial do corpo, na metade


da distância entre os pontos A e B, será igual à metade da energia cinética quando o corpo
atingir o ponto B.

4.5. Na ausência de atrito, a energia mecânica do sistema se conserva.

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5. (CESPE – CBM – PA – 2003) O conceito de trabalho em Física é diferente daquele


que se usa no dia-a-dia. Ele deve envolver uma força aplicada e um deslocamento devido
à ação dessa força. Assim, uma secretária em sua mesa, atendendo ao telefone, anotando
informações em sua agenda, não está, necessariamente, realizando trabalho do ponto de
vista da Física. Por outro lado, um pedreiro que leva telhas para cima do telhado está
exercendo força em uma certa distância e, do ponto de vista da Física, está trabalhando.
Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.

5.1. Uma força resultante nula não realiza trabalho, mesmo havendo deslocamento do
corpo sobre o qual atua.
5.2. Ao se colocar uma pedra em um estilingue, esticar o elástico e soltá-lo, a pedra
alcança uma grande velocidade. A realização de trabalho, para esticar o elástico, implica
acúmulo de energia na forma de energia potencial elástica e que, ao soltar o elástico, esta
energia se transfere para a pedra na forma de energia cinética. Isto mostra as
transformações que ocorrem em algumas formas de energia.

5.3. Sempre que se faz força, está havendo realização de trabalho.

6. (CESPE – CBM-ES – 2008) A figura acima ilustra um bloco de massa m1 em repouso


em um plano inclinado de 30°. Nesse sistema, o bloco de massa m 1 está preso, por o
meio de um fio de massa desprezível que passa por uma polia, também de massa
desprezível e sem atrito, a outro bloco de massa m2. Com relação a essa situação, julgue
o item a seguir.

Se os dois blocos referidos estivessem na mesma altura com relação ao plano horizontal,
caso o fio que os une se rompesse subitamente, os blocos atingiriam o solo com a mesma
velocidade escalar, mesmo que o coeficiente de atrito entre o bloco de massa m1 e o plano
inclinado fosse diferente de zero.

7. (CESPE – 2010.1) Se um balão se deslocar ao longo de uma equipotencial


gravitacional, o trabalho realizado pela força gravitacional será nulo.

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8. (CESPE – CEFET-PA – 2003)

Em uma obra, dois operários tiveram de levantar sacos de cimento a partir do solo. Cada
um deles suspendeu um saco de cimento a uma altura de 2 m, empregando uma força
de 40 N, conforme mostra a figura acima. Embora os dois operários tenham realizado o
mesmo trabalho, um deles realizou a tarefa em tempo menor. Considerando a aceleração
da gravidade igual a 10 m/s2, julgue os itens abaixo.

8.1. O trabalho realizado pelos operários contra a força gravitacional foi de 400 joules.

8.2. Uma vez levantado, cada saco de cimento adquire uma energia potencial de 800
joules.

8.3. O operário que realizou o trabalho em menor tempo tem maior potência.

8.4. Se os operários deslocassem os sacos de cimento horizontalmente, o trabalho


realizado pela força gravitacional seria maior que no deslocamento vertical, para uma
mesma distância.

8.5. Se um dos operários sequer conseguisse suspender o saco de cimento, apesar do


esforço físico despendido, ainda assim ele realizaria trabalho.

9. (CESPE - SEDUC-CE)

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O trabalho, em joule, realizado por um agricultor para transportar um balaio de 10 kg,


do solo até o piso do carro de boi localizado a 100 cm acima do solo, sob a ação da
aceleração da gravidade g = 10 m/s2, é igual a
A. 10.
B. 102.
C. 103.
D. 104.
10. (CESPE – PETROBRAS – ENGENHEIRO DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR)

Considerando que a força cuja variação no tempo está mostrada na figura acima seja
aplicada a uma massa de 1 kg, a velocidade, em m/s, dessa massa, no instante t = 3,5
s, será igual a

A 1,0.
B 1,5.
C 2,0.
D 2,5.
E 3,0.

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11. (CESPE – UNIPAMPA – TÉCNICO DE LABORATÓRIO – FÍSICA –


ELETROTÉCNICA – ELETRÔNICA) Trabalho e energia são conceitos relacionados.
Quando um sistema realiza trabalho sobre outro, há transferência de energia entre esses
sistemas. Existe energia associada à posição e ao movimento caótico das moléculas de
um sistema. A respeito do conceito de energia em suas diversas formas, julgue os
próximos itens.

11.1. A energia potencial está relacionada à posição relativa de um corpo no espaço, tal
que somente os corpos em repouso ou em movimento com velocidade constante têm
energia potencial.

11.2. O trabalho realizado por uma força conservativa independe da trajetória entre os
pontos inicial e final considerados.

11.3. A força de atrito, a força peso e a força oferecida pela resistência do ar são exemplos
de forças não conservativas.

12. (CESPE) Se um corpo de massa igual a 10 kg cair de uma altura de 20 m, em um


local onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2, ele chegará ao solo com velocidade de
20 m/s, desconsiderando-se a resistência do ar.

13. (CESPE) Uma mola de constante elástica igual a 200 N/m, comprimida de 10 cm,
poderá imprimir a um corpo de massa 0,5 kg uma velocidade de 2 m/s.

14. (CESPE – SMA/SMS – SERGIPE – 2004)

As figuras acima mostram os paramédicos A e B transportando um paciente em uma maca


sob um piso com atrito e o diagrama representativo das forças que ambos exercem sobre
a maca. Com relação a forças e suas aplicações e à situação ilustrada nas figuras, julgue
os itens subsequentes.

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14.1. Na situação considerada, para realizar o mesmo trabalho, a força exercida pelo
paramédico B será de menor intensidade que aquela exercida pelo paramédico A.

14.2. A segunda lei de Newton estabelece que, para cada ação existe uma reação igual e
em sentido contrário.

14.3. Se apenas forças conservativas estão agindo sobre um sistema, a energia mecânica
total desse sistema permanece constante no tempo, ou seja, a energia mecânica total do
sistema se conserva.

15. (CESPE – SMA/SMS – SERGIPE – 2004)

A taxa metabólica é uma medida da transformação energética feita pelo corpo humano.
Ela é usualmente especificada em kcal/h ou em watts. Taxas metabólicas típicas em seres
humanos são apresentadas na tabela acima, de acordo com a atividade desenvolvida por
um indivíduo adulto com 65 kg de massa. Com base nessas informações, julgue os itens
a seguir.

15.1. Ao dormir, um homem adulto com 65 kg consome 7 joules a cada segundo.

15.2. Os dados relativos à potência consumida por um indivíduo adulto de 65 kg em


diferentes atividades são apresentados na tabela acima.

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15.3. Considere que, em 24 horas, uma pessoa adulta, com 65 kg, durma durante 8
horas e realize 1 hora de atividades moderadas, 5 horas de atividades leves e 10 horas
de atividades de escritório. Nessa situação, no período considerado, a energia
transformada será menor que 1,0 × 106J.

16. (CESPE-UNB – SEDUC – AM)

A figura acima ilustra uma pista simplificada de uma montanha russa, brinquedo
encontrado em parques de diversões, composta de um trilho curvado com um looping,
apoiada sobre um plano horizontal. Considerando que um pequeno bloco, de 100 g de
massa, pode deslizar sobre o trilho ilustrado na figura acima, com atrito desprezível, e
que o módulo da aceleração da gravidade local seja dado por 10 m/s2, julgue os próximos
itens.

16.1. Para que o bloco se mantenha sobre a trajetória definida pelo trilho, a menor
velocidade atingida por ele ao passar pelo ponto E será superior a 3 m/s.

16.2. Medida em relação ao plano horizontal, a energia potencial gravitacional desse


bloco, localizado no ponto A sobre o trilho, é igual a 107 ergs.

16.3. Se o bloco for abandonado sobre o trilho a partir do ponto A, sua velocidade, no
looping, terá menor módulo quando passar pelo ponto C.

16.4. Se o bloco for abandonado sobre o trilho a partir do ponto B, não completará o
looping.

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17. (CESPE – PETROBRÁS – TÉCNICO EM PERFURAÇÃO DE POÇOS)

Dois jovens — João e Maria — participam de uma simulação que tem por objetivo avaliar
duas estratégias de evacuação de pessoas de uma plataforma durante uma situação de
emergência. Essas estratégias definam dois diferentes caminhos de evacuação
identificados por I e II, na figura acima. Na simulação, João e Maria partem do repouso,
ao mesmo tempo, de uma altura h, e escorregam em rampas sem atrito. Ambos os
participantes têm a mesma massa e estão sob a ação de uma aceleração da gravidade
igual a g.

Com base nas informações do texto, julgue as afirmativas abaixo:

17.1. No ponto indicado por A, a energia potencial de João é igual a energia potencial de
Maria.

17.2. Na simulação descrita, há conservação de energia mecânica.

17.3. Em cada instante durante o procedimento de descida, a velocidade de João é igual


à da Maria.

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17.4. O trabalho realizado no deslocamento de João, do ponto A ao ponto C, é o mesmo


trabalho realizado no deslocamento de Maria entre esses dois pontos.

17.5. No instante representando por P na figura, a energia cinética adquirida por João é
menor que a energia cinética adquirida pela Maria.

18. (CESPE – PETROBRÁS – TÉCNICO EM PERFURAÇÃO DE POÇOS)

Na situação descrita no texto da questão 17, considerando h igual a 10,0 m e g igual a


9,8 m/s2, e definindo vM a velocidade final de Maria e a velocidade final de João vJ, ambos
no ponto C, assinale a opção correta.

19. (CESPE – PETROBRÁS – GEOFÍSICO JÚNIOR)

Considerando-se que um pêndulo seja formado por uma massa de 2 kg e um fio de 1 m,


inextensível e de massa desprezível, preso ao teto, e que a massa seja deslocada da sua
posição de equilíbrio até um ângulo de 60o, com o fio esticado, e, então, solta, e supondo-
se que g seja a aceleração da gravidade e que a resistência do ar seja desprezível, nessa
situação o valor da tensão no fio, quando a massa passar pelo ponto de equilíbrio, será
igual a:

20. (CESPE – SEDU –ES – 2006)

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A figura acima ilustra esquematicamente um percurso circular vertical, no qual um móvel


se desloca com velocidade escalar constante, sem atrito. Considerando o móvel nas
posições I, II, III e IV indicadas na figura, julgue os itens seguintes.

20.1. Na posição II, a energia potencial gravitacional do móvel é igual à metade da


energia potencial gravitacional na posição I.

20.2. O diagrama de forças que melhor representa a situação do móvel na posição II é

20.3. Se a velocidade do móvel na posição I fosse mínima, então a força normal nesse
ponto seria maior que o peso do móvel.

20.4. A energia potencial gravitacional do móvel na posição IV é máxima.

21. (CESPE – SEDU –ES – 2006)

Nos fenômenos do mundo macroscópico, sempre existem forças não conservativas que
contribuem para diminuir a energia mecânica de um sistema. No entanto, essa diminuição
pode ser igual ao aumento da energia térmica gerada pela força de atrito, por exemplo.
Quando se somam energias térmica e mecânica, a energia total do sistema se conserva,
embora forças dissipativas estejam presentes. A respeito desse assunto, julgue os
próximos itens.

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21.1. Considere que uma bola, ao girar amarrada à ponta de um fio, descreva um círculo
vertical com energia cinética constante. Nesse caso, a tensão no fio na parte mais baixa
da trajetória é maior que a tensão no topo da trajetória.
21.2. Considere que um satélite artificial esteja girando em movimento circular e
uniforme em torno da Terra. Nesse caso, a força de atração da Terra realiza trabalho
sobre o satélite.

21.3. Se um corpo está sob ação somente de forças conservativas, a energia cinética se
conserva.

22. (CESPE - SEDUC – MT – 2007)

A figura acima mostra uma jovem usando um canhão de sopro (C), montado sobre uma
mesa, cujo projétil é uma pequena bola de chumbo. O alvo a ser atingido é um bloco de
ferro (B), de massa m, suspenso por um eletroímã (M). O experimento é arranjado de
forma que a bola sai do canhão exatamente no instante em que o bloco de ferro é liberado,
em queda livre, ao se desligar o eletroímã. Desconsidere as forças de atrito e considere a
aceleração da gravidade local igual a g.

Tendo o texto como referência e com base nas leis de Newton, julgue os itens a seguir.

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22.1. Não há conservação de energia mecânica no movimento do bloco de ferro.

22.2. A energia cinética do bloco de ferro aumenta com o tempo de queda, t, de acordo

com equação .

22.3. Considerando que o experimento seja realizado na superfície da Terra, o trabalho

realizado para elevar o bloco de ferro de volta ao ponto de partida é igual a ,

em que é o módulo da velocidade do bloco imediatamente antes de ele tocar a


mesa.

22.4. A energia mecânica total do projétil é igual à variação da energia potencial,


devido a sua queda.

23. (CESPE - SEDUC – MT – 2007)

A figura acima mostra uma criança descendo em um toboágua. Admitindo que ela é
liberada do topo, a uma altura h = 8 m em relação à base, com velocidade inicial igual a
zero, que a aceleração da gravidade, g, é igual a 10 m/s2 e desconsiderando as forças de
atrito, então o módulo, da velocidade da criança na parte mais baixa do toboágua será
mais próximo de

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A 12 m/s.
B 18 m/s.
C 24 m/s.
D 27 m/s.

24. (CESPE – SESI-SP – ANALISTA PEDAGÓGICO)

Considere que seja possível transformar toda a energia de um quilograma de açúcar —


3.850 cal — em energia potencial gravitacional. Nessa situação, considerando a
aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e 1 cal = 4 joules, assinale a opção
correspondente à altura, em metros, à qual seria possível elevar um objeto de 1 kg com
a energia de 1 kg de açúcar.

A 54
B 540
C 1.540
D 2.540

25. (CESPE – SESI-SP – ANALISTA PEDAGÓGICO)

A energia de 100 kWh equivale a

A 160.000 kJ.
B 260.000 kJ.
C 360.000 kJ.
D 460.000 kJ.

26. (CESPE – SEAD – UEPA) - Nunca antes na história da humanidade se produziu e


também se gastou tanta energia. Por exemplo, as crises do petróleo de 1973 e 1989
tornaram claro a todos que os meios de transporte, de comunicação, as indústrias etc.
possuem tal dependência em relação à energia que um colapso na sua produção e
fornecimento seria um caos sem precedentes. Relativamente a este conceito tão
importante e que Newton fundamentou, julgue os itens abaixo.

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26.1. O tobogã, muito comum nos parques de diversões, é um belo exemplo de como a
energia mecânica de um sistema se conserva.

26.2. O conceito de trabalho e energia não pode ser derivado das Leis de Newton.

26.3. Um sistema massa-mola em oscilação é um exemplo de como a energia mecânica


pode transformar-se de uma forma (energia potencial) em outra (energia cinética).

26.4. Ao se elevar, lenta e continuamente, uma caixa de 200 N a 2m do solo, a energia


cinética dessa caixa aumenta de 400 J.

27. (CESPE – TECNOLOGISTA SÊNIOR – MCT - 2004) Um conjunto de carros de uma


montanha-russa, conectados como os vagões em um trem, é levado ao ponto mais alto
de um percurso fechado e, de lá, é largado para percorrê-lo impulsionado apenas pela
força da gravidade. Considerando que o conjunto de carros não leva passageiros, julgue
os itens a seguir, desprezando todas as perdas por atrito quando não explicitamente
mencionadas.

27.1. Se os carros fossem liberados individualmente, é correto afirmar que a velocidade


máxima atingida por cada um deles seria menor que a velocidade máxima atingida pelo
conjunto.

27.2. Supondo que os carros sejam levados a uma altura de 20 m em 20 s e que o


conjunto pese 900 kgf, então, é correto supor que o motor que aciona a montanha-russa
possui uma potência superior a 100 kW.

27.3. Se os carros entrarem em uma trajetória espiral descendente com raio fixo, então
a força centrípeta nessa espiral ganha um acréscimo proporcional à distância vertical
percorrida.

27.4. A força exercida sobre a plataforma no momento em que os carros acionam os


freios depende linearmente dos momentos lineares dos carros antes e depois da
frenagem.

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28. (CESPE - UnB DF) Em uma apresentação de circo, em 1901, Alto Diavolo introduziu
a acrobacia de bicicletas em pistas com loops, como mostra a figura I abaixo. Diavolo
observou que, se ele partisse de uma determinada altura mínima, poderia percorrer todo
o trajeto, passando inclusive pelo loop, sem cair, em um “desafio” às leis da gravidade,
conforme anunciava ele. A figura II mostra o caminho do centro de massa do sistema
acrobata-bicicleta. Nessa figura, h é a altura entre o ponto mais alto – A – e o ponto mais
baixo – C – da trajetória, B é o ponto mais alto do loop e R é o raio do loop.

A partir dessas informações e considerando que m é a massa do sistema acrobata-


bicicleta, que g é a aceleração da gravidade, que não há forças dissipativas, que a bicicleta
não é impulsionada pelo acrobata em nenhum instante da trajetória e que apenas o
movimento do centro de massa do sistema acrobata-bicicleta é analisado, julgue os itens
abaixo.

28.1. No ponto C do caminho mostrado na figura II, a energia cinética é igual a mgh.

28.2. A energia mecânica total do sistema acrobata-bicicleta será mgh mesmo no caso
da existência de forças dissipativas.

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28.3. Para que o sistema acrobata-bicicleta passe pelo ponto mais alto do loop sem perder
contato com a pista, o sistema deverá ter nesse ponto uma velocidade de módulo superior
ou igual a gR .

28.4. A razão entre os módulos das velocidades nos pontos B e C independe da altura h.

29. (CESPE) Um automóvel com potência de 100 cv deslocasse em uma estrada


horizontal reta e plana, com velocidade constante de 23 m/s. Sendo somente 14% dessa
potência transmitida para as rodas, qual será, em N, a intensidade da força , horizontal,
que o impulsiona? (Dados: 1cv = 736 W).

a) 3,2
b) 224
c) 320
d) 322
e) 448

30. (CESPE) Uma pessoa resolve dar um salto vertical e, para isso, flexiona suas pernas
como mostra a figura (1). Nesse instante, t1, ela está em repouso. O ponto C representa
seu centro de massa. A figura (2) mostra a pessoa no instante t2, em que ela abandona
o solo. Suponha que, a partir desse instante, todas as partes do corpo da pessoa tenham
a mesma velocidade, a do centro de massa. A figura (3) mostra a pessoa no instante t3
em que seu centro de massa atinge a altura máxima. Entre t1 e t2 o centro de massa
subiu uma altura d = 30 cm, e entre t2 e t3, uma altura h.

A massa da pessoa vale 50 kg e o trabalho total de seus músculos, no intervalo de t1 a


t2, foi W = 450 J. O valor da altura h é igual a:

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a) 30 cm
b) 60 cm
c) 90 cm
d) 1,5 m
e) 1,2 m

31. (CESPE) Uma bola cuja massa é 0,30kg, é lançada verticalmente para cima com
energia cinética de 60J. Considere g = 10m/s2. A altura máxima atingida pela bola é:

a) 24m
b) 23m
c) 22m
d) 21m
e) 20m

32. (CESPE) Em 1998, mais um trágico acidente aconteceu em uma extensa descida de
uma das mais perigosas pistas do Distrito Federal, a que liga Sobradinho ao Plano Piloto.
Um caminhão carregado de cimento, com 30t, perdeu os freios e o controle e acabou
destruindo vários veículos que se encontravam à sua frente, matando vários de seus
ocupantes. O controle da velocidade nas descidas é tanto mais importante quanto mais
pesado for o veículo. Assim, a lei obriga a instalação de tacógrafos em veículos com mais
de 19t. Em relação a essa situação, julgue os itens abaixo.

32.1. Em uma descida na qual o caminhão mantenha velocidade constante, a variação


da energia potencial por unidade de tempo é igual, em valor absoluto, à variação da
energia mecânica por unidade de tempo.
32.2. Para que a descida seja percorrida com segurança, é importante que a quantidade
de energia mecânica dissipada pelo atrito no sistema de freios do caminhão por unidade
de tempo não exceda a potência máxima com que o freio consegue dissipar calor para o
ambiente.

32.3. O "controle da velocidade nas descidas é tanto mais importante quanto mais pesado
for o veículo" porque há maior quantidade de energia a ser dissipada pelo sistema de
freios dos veículos mais pesados, podendo comprometer mais facilmente a sua capacidade
de frenagem.

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33. (CESPE-UNB) Existem, pelo menos, dois problemas básicos na construção de


automóveis movidos a energia solar. O primeiro é que, atualmente, o rendimento da
maioria das células solares é de 25%, isto é, elas convertem em energia elétrica apenas
25% da energia solar que absorvem. O segundo problema é que a quantidade de energia
solar disponível na superfície da Terra depende da latitude e das condições climáticas.
Considere um automóvel movido a energia solar, com massa de 1.000 kg e com um painel
de 2 m2 de células solares com rendimento de 25% localizado em seu teto.
Desconsiderando as perdas por atrito de qualquer espécie e admitindo que 1 cal = 4,18 J
e que a aceleração da gravidade é igual a 10 m/s2, julgue os itens que se seguem.

33.1. Se a quantidade de energia solar absorvida por esse painel em 30 dias for de 20
kcal/cm2, a potência gerada por ele será inferior a 200 W.

33.2. A energia necessária para que o automóvel, partindo do repouso, atinja a


velocidade de 72 km/h é superior a 3 x 105 J.

33.3. Supondo que o painel de células solares fornecesse 200 W, para que o carro fosse
acelerado a partir do repouso, em uma pista horizontal, até adquirir a velocidade de 72
km/h, seriam necessários mais de 15 min.

33.4. Suponha que o automóvel, partindo com velocidade inicial nula do topo de uma
colina de 20 m de altura, e sendo acelerado com o auxílio da energia fornecida pelas
células solares, chegue ao nível do solo em 60 s, com uma velocidade de 21 m/s. Então,
durante a descida, a potência fornecida pelas células solares foi inferior a 350 W.

34. (CESPE-UNB – PRF – 2013) Considerando que um veículo de massa 1.000kg se


mova em linha reta com velocidade de 72km/h, e considerando ainda que a aceleração
da gravidade seja 10m/s2, julgue os itens a seguir.

1. Quando o freio for acionado, para que o veículo pare, a sua energia cinética e o trabalho
da força de atrito, em módulo deverão ser iguais.

2. Antes de iniciar o processo de frenagem, a energia mecânica do veículo era de


200.000J.

35. (CESPE – UNB – SEDUC – CE – 2013 – Professor de Física)

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A figura acima representa dois blocos, 1 e 2, com massas m e 2 m, respectivamente, que


começaram a se movimentar, de uma mesma altura h, a partir do repouso, em planos
inclinados. Os coeficientes de atrito dinâmico dos blocos 1 e 2, com relação às superfícies
dos planos inclinados, são, respectivamente, iguais a µ1 e µ2 .

Assinale a opção em que é apresentada a razão entre o trabalho da força gravitacional


entre o bloco 2 e o bloco 1, quando ambos deslizaram até o solo.

A. 1,0
B. 4,0
C. 0,5
D. 1,5
E. 2,0

36. (CESPE – UNB – SEDUC – CE – 2013 – Professor de Física)

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A figura acima representa dois blocos, 1 e 2, com massas m e 2 m, respectivamente, que


começaram a se movimentar, de uma mesma altura h, a partir do repouso, em planos
inclinados. Os coeficientes de atrito dinâmico dos blocos 1 e 2, com relação às superfícies
dos planos inclinados, são, respectivamente, iguais a µ1 e µ2 .
Para que o trabalho realizado pelas forças de atrito que atuam em cada um dos blocos
seja igual, a relação entre os coeficientes de atrito dos blocos deve corresponder a
A. 1= 2 2.
B. 2= 2 1.
C. 1= 4 2.
D. 2= 4 1.
E. 1= 2.

37. (CESPE – Polícia Científica – 2016 – Perito Criminal) Acerca do trabalho


realizado pelas forças peso e normal em um automóvel que desce sobre um elevador
automotivo que se desloca em velocidade constante, é correto afirmar que o trabalho
A. da força peso é negativo e o da força normal é positivo.
B. de ambas as forças é nulo.
C. de ambas as forças é positivo.
D. de ambas as forças é negativo.
E. da força peso é positivo e o da força normal é negativo.

(Vinícius Silva) Um automóvel de uma tonelada de massa, com o freio de mão acionado
desce uma rampa com 10m de extensão e com 30° de inclinação em relação à horizontal
com uma velocidade constante de 1m/s. Em relação às transformações de energia
envolvidas durante a descida, julgue os itens que seguem, considerando o módulo da
aceleração da gravidade igual a 10m/s2.

38. A energia cinética do automóvel aumenta devido à redução de sua energia potencial.

39. O trabalho da força resultante sobre o automóvel é igual a zero.

40. Durante a descida há força de atrito, e o trabalho realizado por ela é de -50 kJ.

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(CESPE – SEDUC – AL - 2018)

A figura precedente representa dois blocos A e B com massas iguais a 6 kg e 4 kg,


respectivamente, inicialmente em repouso e ligados por um fio ideal (sobre uma roldana
igualmente ideal). O coeficiente de atrito entre A e o plano horizontal vale 0,4 e a
aceleração da gravidade vale 10 m/s2.
Com base nas informações apresentadas e assumindo que toda a energia dissipada pela
força de atrito foi usada para aquecer o corpo A, julgue os itens a seguir.

41. O trabalho realizado pela força de atrito para mover o corpo A por uma distância d
sobre o plano horizontal é igual ao trabalho realizado pela tração atuando no corpo A.

42. Com base nas informações apresentadas e assumindo que toda a energia dissipada
pela força de atrito foi usada para aquecer o corpo A, julgue o item a seguir.
Todo o calor armazenado no corpo A por causa da força de atrito será perdido, não
podendo ser usado para a realização de trabalho mecânico.

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(CESPE – PM/MA – 2017) A figura I precedente ilustra um bloco de massa M que parte
do repouso e desliza sobre um plano inclinado de 30°, com atrito, durante 5 s, até atingir
sua base. A figura II mostra o gráfico do módulo da velocidade, v, do bloco nesse intervalo
de tempo.

Com base nas informações e nas figuras apresentadas, julgue os próximos itens,
considerando que o seno de 30° é igual a 0,5.

43. Ao se dobrar a massa desse bloco, a força de atrito atuante também será dobrada.

44. O trabalho realizado pela força de atrito não é conservativo, visto que o atrito gera
calor ao longo de todo o trajeto.

45. A altura em que o bloco se encontrava no início do movimento era superior a 2 m.

46. (CESPE – PCPE – 2016) Em uma cena de crime, a equipe pericial encontrou um
dispositivo cujo sistema de acionamento está apresentado na figura precedente. Ao se
puxar a alavanca, é possível comprimir a mola, de constante elástica k = 800 N/m, por
uma distância x, a partir do seu estado de repouso. Com base nessas informações e
sabendo que o projétil provoca lesão em uma pessoa se for disparado com uma energia
de pelo menos 0,16 J, assinale a opção que apresenta, corretamente, a partir de qual
valor de x um disparo desse dispositivo provoca lesão em uma pessoa.

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A. 20 cm
B. 200 cm
C. 0,02 cm
D. 0,2 cm
E. 2 cm

(CESPE – PCPE - 2016) A figura precedente representa um bloco de massa m ligado a


uma mola de constante elástica k oscilando em uma superfície horizontal sem atrito. Com
base nessas informações, assinale a opção correta.

47. A energia potencial elástica associada à mola será negativa se houver distensão da
mola. Se houver compressão da mola, a energia cinética no bloco será negativa.

48. Em qualquer ponto de oscilação do sistema, a soma da energia cinética com a energia
potencial elástica é constante.

49. Na posição de compressão máxima da mola, a energia cinética é máxima e a energia


potencial elástica, nula.
50. Se o bloco, após comprimir totalmente a mola, for liberado, a energia cinética
associada a ele será inferior a energia potencial elástica armazenada na mola enquanto
ela estava totalmente comprimida.

51. Na posição de alongamento máximo da mola, a energia cinética é máxima e a energia


potencial elástica, nula.

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8. EXERCÍCIOS COMENTADOS

01. (CESPE – PETROBRÁS – OPERADOR I – 2004)

De acordo com o esquema representado na figura abaixo, a componente horizontal da


força F exercida pela funcionária não realiza trabalho para deslocar a caixa em um plano
horizontal sem atrito.

Comentário:

Item incorreto.

O trabalho será nulo em três situações:

• Força nula

A força é diferente de zero, de acordo com a figura.

• Deslocamento nulo

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O deslocamento também é não nulo, pois de acordo com a figura o bloco sofre um
deslocamento na direção horizontal.

• Força perpendicular (90°) ao deslocamento.

A força forma um ângulo  diferente de zero com a horizontal.

Veja, portanto, que a situação acima não se encaixa em nenhuma das três hipóteses, no
caso acima o trabalho é não nulo e calculado pela seguinte fórmula, admitindo a força F
constante com o deslocamento:

 | F | .| d | .cos 

02. (CESPE – SAEB)

A figura acima representa uma situação em que um pequeno asteroide é capturado pelo
campo gravitacional do Sol e passa a orbitá-lo circularmente. FAS representa o módulo da
força que o asteroide exerce sobre o Sol e WAB é o trabalho realizado pela força
gravitacional ao longo do arco AB. Considerando G = 6,7×10-11 N.m²/kg2; massa do Sol:
2×1030 kg; massa do asteroide = 106 kg; raio da órbita = 4,5×1011m, então WAB é igual
a 3,12 × 1036J.

Comentário:

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Item incorreto.

Perceba na questão acima que se trata de uma pegadinha! Isso porque o candidato
quando vê esse monte de dados numéricos fica preocupado com uma fórmula matemática
na qual deverá aplicar todos esses dados numéricos e chegar a um valor para o trabalho
mecânico.

CUIDADO!

No caso acima, assim como em qualquer questão de Física, o que deve ser feito é uma
análise teórica antes mesmo de entrar nas fórmulas matemáticas.

Analisando a força gravitacional que prende o asteroide na sua trajetória circular,


chegamos à conclusão de que se trata de uma força de natureza centrípeta, que é
perpendicular ao deslocamento em cada momento, o que implica dizer que o trabalho por
ela realizado é nulo.

O trabalho nulo também pode ser notado pelo fato de a força gravitacional não contribuir
para aumento ou redução de velocidade, uma vez que contribui apenas para a modificação
de direção do vetor velocidade.
Enfim, fica a dica de ler o enunciado com calma, levando em conta a situação física de
cada caso.

03. (CESPE) Considere um corpo em movimento circular uniforme, com trajetória de raio
R, sobre uma mesa lisa, preso a uma extremidade de um fio inextensível. A outra
extremidade do fio está fixa ao centro da mesa. Julgue o item a seguir.

O trabalho realizado pela força centrípeta em uma volta completa é igual a 2R.Fc.

Comentário:

Item incorreto.

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Agora ficou fácil perceber por que o item está incorreto, basta olhar o comentário da
questão acima, onde ficou claro que quando a força desempenhar papel de centrípeta, ela
será perpendicular ao deslocamento e daí teremos trabalho nulo.

04. (CESPE – UNIPAMPA – TÉCNICO DE LABORATÓRIO – FÍSICA –


ELETROTÉCNICA – ELETRÔNICA) A figura acima ilustra um plano inclinado sobre o
qual desliza um corpo de massa m, com velocidade inicial zero, de um ponto A no topo
até um ponto B na base do plano. O plano faz um ângulo 2 com a horizontal. Considerando
essas informações e que a aceleração da gravidade local seja igual a g, julgue os itens
subsequentes.

4.1. Desconsiderando o atrito, no deslocamento do corpo ao longo do plano inclinado, o


trabalho realizado pela gravidade será igual a m×g×d×sen, em que d é a distância entre
os pontos A e B.

Comentário:

Item correto.

O trabalho realizado pela gravidade é o mesmo que dizer o trabalho realizado pelo peso.
Nesse caso, temos um trabalho de uma força constante, que foi demonstrado na parte
teórica dessa aula que nada mais é do que o produto da massa, pela gravidade, pela
altura (desnível) entre os dois pontos considerados.

Lembre-se de que o trabalho realizado pelo peso não depende da trajetória em questão,
não importando se o bloco desce pela rampa ou se o bloco cai em queda livre, em ambas
as situações o trabalho será o mesmo, dado por:

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  m.g.h

Veja que o trabalho será positivo, pois na queda a gravidade ajuda a velocidade a
aumentar seu valor.

Desta forma, o item aparenta ser incorreto, no entanto, o produto d.sen é igual à altura
h. Veja:

h
sen 
d
h  d .sen

Portanto, o item está correto.

Veja que poderíamos, caso quiséssemos, usar a fórmula do trabalho de uma força
constante, verificando que o cosseno do ângulo  entre o peso e o deslocamento é
complementar ao ângulo , ou seja, o sen = cos , o que nos remeteria à expressão do
enunciado.

4.2. Desprezando-se apenas a resistência do ar, ao se deslocar no plano inclinado, duas


forças atuam sobre o corpo, mas somente uma realiza trabalho.
Comentário:

Item incorreto.

Desprezando-se apenas a resistência do ar, ainda nos restam 3 forças, a saber: peso,
atrito e normal. Dessas três forças citadas apenas a normal não realiza trabalho, uma vez
que é uma força sempre perpendicular ao deslocamento.
Assim, sobram 3 forças que atuam no corpo, sendo que duas delas realizarão trabalho,
atrito e peso.

4.3. Para  = 30º e desconsiderando a força de atrito, se a variação da energia cinética


entre os pontos A e B for igual a 100 joules, então o trabalho realizado será de 50 joules.

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Comentário:

Item incorreto.

De acordo com o teorema da energia cinética e trabalho, sabemos que o trabalho total
realizado é numericamente igual à variação de energia cinética, portanto o item está
incorreto, pois o trabalho realizado deveria ter sido de 100J.

4.4. Desconsiderando a força de atrito, o valor da energia potencial do corpo, na metade


da distância entre os pontos A e B, será igual à metade da energia cinética quando o corpo
atingir o ponto B.

Comentário:

Item correto.

Desconsiderando a força de atrito, a variação da energia cinética é igual ao trabalho total


realizado, que será o trabalho realizado pela força peso, uma vez que estamos
desprezando o atrito e a força normal não realiza trabalho.

Portanto, podemos escrever:

 Peso  Ecinética
 m.g.h  Ecinética Final  ECINÉTICAInicial
 m.g.h  Ecinética Final  0(repouso inicial )
 m.g.h  Ecinética Final

Assim, sabemos que a energia potencial do corpo na metade da distância entre os pontos
A e B será numericamente igual a:

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E potGrav  m.g .h

2 2

De acordo com o teorema da energia cinética, que nos permitiu escrever a primeira
equação:

 m.g.h  Ecinética Final


Logo,
 m.g.h Ecinética Final

2 2
E potGrav Ecinética Final

2 2

4.5. Na ausência de atrito, a energia mecânica do sistema se conserva.

Comentário:

Item correto.

Foi dito na parte teórica que um sistema conservativo é aquele no qual a energia mecânica
se conserva, ou seja, aquele em que atuam apenas forças conservativas.

Foi dito ainda que outra forma de falar em sistema conservativo é afirmar que se trata de
um sistema onde os atritos são desprezíveis.

Assim, não restam dúvidas quanto ao item.

5. (CESPE – CBM – PA – 2003) O conceito de trabalho em Física é diferente daquele


que se usa no dia-a-dia. Ele deve envolver uma força aplicada e um deslocamento devido
à ação dessa força. Assim, uma secretária em sua mesa, atendendo ao telefone, anotando
informações em sua agenda, não está, necessariamente, realizando trabalho do ponto de
vista da Física. Por outro lado, um pedreiro que leva telhas para cima do telhado está

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exercendo força em uma certa distância e, do ponto de vista da Física, está trabalhando.
Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.

5.1. Uma força resultante nula não realiza trabalho, mesmo havendo deslocamento do
corpo sobre o qual atua.

Comentário:

Item Correto.

Lembre-se das três situações onde o trabalho é nulo.

• Força nula
• Deslocamento nulo
• Força perpendicular (90°) ao deslocamento.

Note então que mesmo que haja deslocamento, caso a força seja nula, não há motivos
para que exista trabalho mecânico realizado.

5.2. Ao se colocar uma pedra em um estilingue, esticar o elástico e soltá-lo, a pedra


alcança uma grande velocidade. A realização de trabalho, para esticar o elástico, implica
acúmulo de energia na forma de energia potencial elástica e que, ao soltar o elástico, esta
energia se transfere para a pedra na forma de energia cinética. Isto mostra as
transformações que ocorrem em algumas formas de energia.

Comentário:

Item correto.

O item está perfeito, não merece reparos, pois retrata as transformações de energia que
ocorrem quando uma pedra é lançada por meio de um estilingue.

Primeiramente uma força oriunda de um agente externo realiza um trabalho para vencer
a força elástica e assim transferir energia na forma de energia potencial elástica para o

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elástico que por sua vez ao voltar ao seu estado natural transforma energia potencial
elástica em energia cinética, dando velocidade à pedra.

5.3. Sempre que se faz força, está havendo realização de trabalho.

Comentário:

Item incorreto.

De acordo com o item 5.1 dessa mesma questão você percebeu que a realização de
trabalho depende de três situações conjuntas, ou seja, quando uma delas não é satisfeita,
não haverá realização de trabalho.
São condições sine qua non, ou seja, a força não pode ser nula, nem o deslocamento e
ainda o ângulo entre eles tem que ser diferente de zero. Se alguma dessas condições não
estiver presente, então não há realização de trabalho mecânico.

6. (CESPE – CBM-ES – 2008) A figura acima ilustra um bloco de massa m1 em repouso


em um plano inclinado de 30°. Nesse sistema, o bloco de massa m 1 está preso, por o
meio de um fio de massa desprezível que passa por uma polia, também de massa
desprezível e sem atrito, a outro bloco de massa m2. Com relação a essa situação, julgue
o item a seguir.

Se os dois blocos referidos estivessem na mesma altura com relação ao plano horizontal,
caso o fio que os une se rompesse subitamente, os blocos atingiriam o solo com a mesma
velocidade escalar, mesmo que o coeficiente de atrito entre o bloco de massa m1 e o plano
inclinado fosse diferente de zero.

Comentário:

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Item incorreto.

Se os dois blocos fossem largados da mesma altura, caso tivéssemos desprezando o


atrito, o trabalho total realizado sobre os blocos seria apenas o trabalho da força peso,
pois a normal no bloco de massa m1 não realizaria trabalho, como os blocos estariam a
uma mesma altura do solo, o trabalho mecânico realizado pelo peso seria igual para
ambos os casos.

Como o trabalho total seria igual para os dois casos, então a variação da energia cinética
é a mesma para os dois blocos, chegando os dois no solo com o mesmo valor de suas
velocidades.

MAS, no caso da questão não desprezam-se os atritos, o que torna o item incorreto, pois
considerando o atrito, haverá realização de trabalho do peso e do atrito para o bloco de
massa m1, enquanto que para o bloco de massa m2 apenas a força peso realiza trabalho.

Assim, o item está incorreto. Observe que se não houvesse atrito o item estaria correto.
7. (CESPE – 2010.1) Se um balão se deslocar ao longo de uma equipotencial
gravitacional, o trabalho realizado pela força gravitacional será nulo.

Comentário:

Item correto.

A primeira coisa que você tem que saber é o que é equipotencial gravitacional.

Puxando pela etimologia da palavra, podemos afirmar que se trata de uma região em que
não há variação de energia potencial gravitacional.

Logo não poderá haver trabalho da força gravitacional, uma vez que não há variação de
energia potencial gravitacional.

Lembre-se de que trabalho realizado implica variação de energia no corpo.

8. (CESPE – CEFET-PA – 2003)

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Em uma obra, dois operários tiveram de levantar sacos de cimento a partir do solo. Cada
um deles suspendeu um saco de cimento a uma altura de 2 m, empregando uma força
de 40 N, conforme mostra a figura acima. Embora os dois operários tenham realizado o
mesmo trabalho, um deles realizou a tarefa em tempo menor. Considerando a aceleração
da gravidade igual a 10 m/s2, julgue os itens abaixo.

8.1. O trabalho realizado pelos operários contra a força gravitacional foi de 400 joules.
Comentário:

Item incorreto.

O trabalho realizado pelos operários será igual ao trabalho da força peso, que por sua vez
será igual ao produto da massa, pela gravidade, pela altura.

Assim, vamos chegar a seguinte conclusão:

 Op  m.g .h
 Op  40.2
 Op  80 J

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8.2. Uma vez levantado, cada saco de cimento adquire uma energia potencial de 800
joules.

Comentário:

Item incorreto.

A energia transferida será igual ao trabalho realizado pelo operador para levantar o saco
até a altura de 2m.

O trabalho realizado foi de 80J, assim, a energia potencial adquirida foi de 80J.

8.3. O operário que realizou o trabalho em menor tempo tem maior potência.

Comentário:

Item correto.

O trabalho realizado por ambos foi o mesmo, inclusive isso foi dito no enunciado. Logo,
aquele operador que realizar esse trabalho em um tempo menor será o operador mais
potente.

 total
Potmédia 
ttotal

Quanto menor o tempo, maior será a potência desenvolvida pelo operador.

8.4. Se os operários deslocassem os sacos de cimento horizontalmente, o trabalho


realizado pela força gravitacional seria maior que no deslocamento vertical, para uma
mesma distância.

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Comentário:

Item incorreto.

O trabalho da força peso é nulo para o deslocamento na horizontal, uma vez que a força
peso é vertical. Nesse caso ela seria perpendicular ao deslocamento, o que faria com que
o trabalho fosse nulo.

Portanto, não teria como o trabalho da força peso ser maior no deslocamento horizontal,
pois ele seria nulo nesse caso.

8.5. Se um dos operários sequer conseguisse suspender o saco de cimento, apesar do


esforço físico despendido, ainda assim ele realizaria trabalho.

Comentário:

Item incorreto.

Mais uma questão onde o CESPE requer do candidato que ele saiba as condições para a
realização de trabalho mecânico.

No caso acima, não haveria deslocamento, o que impede a realização de trabalho


mecânico, mesmo que a força seja diferente de zero.

9. (CESPE - SEDUC-CE)

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O trabalho, em joule, realizado por um agricultor para transportar um balaio de 10 kg,


do solo até o piso do carro de boi localizado a 100 cm acima do solo, sob a ação da
aceleração da gravidade g = 10 m/s2, é igual a

A. 10.
B. 102.
C. 103.
D. 104.

Comentário:

Resposta: item B.

No caso acima, temos que calcular o trabalho da força peso, que facilmente fazemos por
meio da aplicação direta da fórmula vista na parte teórica.

 Peso  m.g .h
 Peso  10.10.1
 Peso  100 J

Assim, o trabalho da força peso será igual a 100J ou 102J. Lembre-se de que a altura
precisa ser dada em metros, e não em centímetros como foi fornecida no enunciado,
assim você precisa transformar para metros os 100cm que foram fornecidos.

10. (CESPE – PETROBRAS – ENGENHEIRO DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR)

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Considerando que a força cuja variação no tempo está mostrada na figura acima seja
aplicada a uma massa de 1 kg, a velocidade, em m/s, dessa massa, no instante t = 3,5
s, será igual a

A 1,0.
B 1,5.
C 2,0.
D 2,5.
E 3,0.

Comentário:

Resposta: Item E

Vamos aplicar o teorema do impulso. Matéria que vamos ver na aula de nº. 5, no entanto
vamos aplicar nessa questão.

O impulso da força resultante aplicada no corpo é igual à variação da quantidade de


movimento.

Assim, vamos calcular o impulso por meio da área, pois o impulso, por definição é igual a
F.t.

Vamos considerar que a velocidade inicial é nula.

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Área  I  Q
Bb
A .h  Q final  Qinicial
2
2 1
.2  Q final  0(repouso no início)
2
3  mV . Final
VFinal  3m / s

11. (CESPE – UNIPAMPA – TÉCNICO DE LABORATÓRIO – FÍSICA –


ELETROTÉCNICA – ELETRÔNICA) Trabalho e energia são conceitos relacionados.
Quando um sistema realiza trabalho sobre outro, há transferência de energia entre esses
sistemas. Existe energia associada à posição e ao movimento caótico das moléculas de
um sistema. A respeito do conceito de energia em suas diversas formas, julgue os
próximos itens.

11.1. A energia potencial está relacionada à posição relativa de um corpo no espaço, tal
que somente os corpos em repouso ou em movimento com velocidade constante têm
energia potencial.

Comentário:

Item incorreto.

Questão parcialmente correta, no fim o examinador comete um equívoco ao mencionar


que para que um corpo possua energia potencial somente pode ocorrer na situação de
repouso, ou de velocidade constante.

O item é falso, pois um veículo aceleradamente em um viaduto possui energia potencial


em relação ao nível da avenida que passa por baixo do viaduto, porém não está com
velocidade nula ou constante.

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Por outro lado, o item está correto quanto à conceituação de energia potencial, que é
aquela que está associada ao ponto, posição no espaço, veja como exemplo a energia
potencial gravitacional, que está associada à altura que o corpo tem em relação ao nível
de referência.

Como para ser considerado correto o item tem que estar impecável, este nós vamos
colocar na conta dos incorretos, pois possui imperfeições.

11.2. O trabalho realizado por uma força conservativa independe da trajetória entre os
pontos inicial e final considerados.

Comentário:

Item correto.

O item está correto, pois é justamente esse o conceito de força conservativa. O trabalho
de uma força conservativa não depende da trajetória que o corpo perfaz para realizar o
seu deslocamento.

O exemplo mais comum é o da força peso, cujo trabalho independe da trajetória adotada
pelo corpo para subir ou descer de certo nível.

11.3. A força de atrito, a força peso e a força oferecida pela resistência do ar são exemplos
de forças não conservativas.

Comentário:

Item incorreto.

A única força dentre as citadas acima que é exemplo de força conservativa é a força peso.
Juntamente com ela, as forças elástica e elétrica formam o conjunto de forças
conservativas. A elétrica não corre o risco de cair em sua prova, uma vez que não cairá o
conteúdo de eletricidade.

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Força de atrito e força de resistência do ar são exemplos de forças dissipativas, as quais


quando realizam trabalho diminuem a energia mecânica do sistema, transformando uma
parte dessa energia mecânica em energia de outros tipos, geralmente calor e som.

12. (CESPE) Se um corpo de massa igual a 10 kg cair de uma altura de 20 m, em um


local onde a aceleração da gravidade é 10 m/s2, ele chegará ao solo com velocidade de
20 m/s, desconsiderando-se a resistência do ar.

Comentário:

Item correto.

Trata-se de uma questão simples de conservação de energia mecânica, pois a questão


mencionou a frase mágica: “...desconsiderando-se a resistência do ar.”

Assim, a energia mecânica do tipo potencial que o corpo possui no início será
transformada em energia cinética.

No alto, o corpo possui altura em relação ao solo, e no solo ele não possui altura, possuirá
apenas velocidade.

EPGrav  ECinética
M .V 2
M gh 
2
H(desnível entre os V  2.g.h
pontos)
V  2.10.20
V  20m / s

13. (CESPE) Uma mola de constante elástica igual a 200 N/m, comprimida de 10 cm,
poderá imprimir a um corpo de massa 0,5 kg uma velocidade de 2 m/s.

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Comentário:

Item correto.

Mais um item versando sobre a conservação da energia mecânica. Veja que a punica força
atuante no caso acima é a força de natureza elástica, que é uma força conservativa.
Portanto, o sistema será conservativo e a transformação que ocorrerá será a
transformação de energia potencial elástica em energia cinética. Veja:

conservação :
EPotElást .  ECinética
k.x2 mV
. 2

2 2
k.x2
V
m x
200.0,12
V
0,5
V 42
V  2m / s

14. (CESPE – SMA/SMS – SERGIPE – 2004)

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As figuras acima mostram os paramédicos A e B transportando um paciente em uma maca


sob um piso com atrito e o diagrama representativo das forças que ambos exercem sobre
a maca. Com relação a forças e suas aplicações e à situação ilustrada nas figuras, julgue
os itens subsequentes.

14.1. Na situação considerada, para realizar o mesmo trabalho, a força exercida pelo
paramédico B será de menor intensidade que aquela exercida pelo paramédico A.

Comentário:

Item incorreto

No caso acima, para que as duas forças realizem o mesmo trabalho em módulo, é
necessário que, sendo forças constantes:

|  F1 ||  F2 |
| F1 | . | d | .cos  | F2 | . | d | .cos 
| F1 || F2 |

O deslocamento é o mesmo e o ângulo entre a força e o deslocamento também é o mesmo


para ambas as forças.

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Logo para que os trabalhos sejam iguais, as forças devem ter o mesmo módulo.

14.2. A segunda lei de Newton estabelece que, para cada ação existe uma reação igual e
em sentido contrário.

Comentário:

Item incorreto.

Esse é o enunciado incompleto da terceira lei de Newton.

As forças de ação e reação são forças de mesmo módulo, mesma direção e sentidos
opostos, aplicadas em corpos diferentes.

A segunda lei é o princípio fundamental da dinâmica, que afirma que a força resultante é
proporcional à aceleração adquirida.

14.3. Se apenas forças conservativas estão agindo sobre um sistema, a energia mecânica
total desse sistema permanece constante no tempo, ou seja, a energia mecânica total do
sistema se conserva.

Comentário:

Item correto.

O item acima versa sobre o conceito de sistema conservativo.

Sistema conservativo é aquele em que atuam apenas forças conservativas, conservando-


se a energia mecânica total do sistema.

15. (CESPE – SMA/SMS – SERGIPE – 2004)

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A taxa metabólica é uma medida da transformação energética feita pelo corpo humano.
Ela é usualmente especificada em kcal/h ou em watts. Taxas metabólicas típicas em seres
humanos são apresentadas na tabela acima, de acordo com a atividade desenvolvida por
um indivíduo adulto com 65 kg de massa. Com base nessas informações, julgue os itens
a seguir.

15.1. Ao dormir, um homem adulto com 65 kg consome 7 joules a cada segundo.

Comentário:

Item incorreto.

Na tabela, na primeira linha, podemos observar que a taxa de transformação de energia


é de 70W, ou seja, pelo significado da unidade, 70 joules a cada segundo.

Assim, o item está incorreto, pois afirma ser de 7 joules a quantidade de energia
consumida a cada segundo.

Nessa questão você precisa colocar em prática o conhecimento de unidades de medida de


potência.

15.2. Os dados relativos à potência consumida por um indivíduo adulto de 65 kg em


diferentes atividades são apresentados na tabela acima.

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Comentário:

Item correto.
Basta lembrar o conceito de potência: “a medida da rapidez com que o trabalho é
realizado, ou seja, com que a energia é transformada”.

Assim, podemos dizer que no gráfico, pelas unidades apresentadas e pela descrição do
enunciado, trata-se da potência consumida em diferentes atividades.

15.3. Considere que, em 24 horas, uma pessoa adulta, com 65 kg, durma durante 8
horas e realize 1 hora de atividades moderadas, 5 horas de atividades leves e 10 horas
de atividades de escritório. Nessa situação, no período considerado, a energia
transformada será menor que 1,0 × 106J.

Comentário:

Item incorreto.

Nesse item, vamos ter que calcular a energia total transformada de acordo com os tempos
que foram fornecidos e com a tabela onde foi informada a potência consumida em cada
atividade.

Etotal  Pot Dur min do .tdur min do  Pot At .leves .t At .leves  Pot At .escrit .t At .escrit  Pot At .Mod . .t At .Mod .
s s s s
Etotal  70W.8h.3600  230W.5h.3600  115W.10h.3600  460W.1h.3600
h h h h
Etotal  3600.(70.6  230.5  115.10  460.1)
Etotal  3600(420  1650  1150  460)
Etotal  13.248.000
Etotal  13, 2.106 J

Logo, a energia transformada será maior que 1,0.106J.

16. (CESPE-UNB – SEDUC – AM)

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A figura acima ilustra uma pista simplificada de uma montanha russa, brinquedo
encontrado em parques de diversões, composta de um trilho curvado com um looping,
apoiada sobre um plano horizontal. Considerando que um pequeno bloco, de 100 g de
massa, pode deslizar sobre o trilho ilustrado na figura acima, com atrito desprezível, e
que o módulo da aceleração da gravidade local seja dado por 10 m/s2, julgue os próximos
itens.

16.1. Para que o bloco se mantenha sobre a trajetória definida pelo trilho, a menor
velocidade atingida por ele ao passar pelo ponto E será superior a 3 m/s.

Comentário:

Item incorreto.

A menor velocidade será calculada por meio da análise das forças que atuam no corpo no
momento que ele passa pelo ponto E.

No instante em que o corpo está passando por E, atuam nele duas forças, que são a força
normal e a força peso, as duas estarão apontando para baixo (centro da trajetória).

Assim, as duas somadas irão fazer o papel de resultante centrípeta.

A velocidade mínima será encontrada quando a força normal for nula, equacionando tudo
isso:

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P  N  RCTP
. 2
mV
m.g  | N |
R
. 2
mV
| N | m.g 
R
P N V2
| N | m.( g  )
R
velocidade mínima | N | 0
V2
m.( g  )0
R
V2
(g  )0
R
V 2  R.g
V  R.g
V  0, 25.10
V  2,5
V  1, 6m / s

16.2. Medida em relação ao plano horizontal, a energia potencial gravitacional desse


bloco, localizado no ponto A sobre o trilho, é igual a 107 ergs.

Comentário:

Item correto.

Nesse item, basta aplicar a fórmula da energia potencial gravitacional, admitindo como
nível de referência o plano horizontal da pista. Assim, a altura do corpo no ponto A será
de 100cm, lembrando que devemos utilizar as unidades em cm, g, s, ou seja, no sistema
CGS.

Logo,

EPotGrav  m.g .h
EPotGrav  100 g.1000cm / s 2 .100m
EPotGrav  107 J

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Portanto, fique ligado, pois de vez em quando as unidades serão utilizadas em outro
sistema que não o MKS (metro, quilograma, segundo), que dará as unidades no SI.

16.3. Se o bloco for abandonado sobre o trilho a partir do ponto A, sua velocidade, no
looping, terá menor módulo quando passar pelo ponto C.
Comentário:

Item incorreto.

É justamente o contrário, pois quando o corpo passar pelo ponto C, ele terá transformado
toda a sua energia potencial gravitacional em energia cinética, tendo, portanto, atingido
a sua velocidade máxima no ponto C e não a mínima.

16.4. Se o bloco for abandonado sobre o trilho a partir do ponto B, não completará o
looping.

Comentário:

Item correto.

Para completar o looping o corpo precisa ter uma velocidade de, no mínimo, 1,6m/s no
ponto E.

Para verificar essa condição, vamos calcular a velocidade do corpo de acordo com a
conservação da energia entre os pontos B e E (considerando o solo como nível de
referência).

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EPotGrav INICIAL  EPotGrav FINAL  ECinética


m .V 2
m .g.H  m .g.h 
2
V2
g .H  g .h 
2
V2
10.0,5  10.0,5 
2
V0

Logo, o corpo não terá energia cinética, pois sua velocidade é nula no ponto E,
ocasionando uma queda livre do corpo quando ele chegar em E, não completando,
portanto, o looping

17. (CESPE – PETROBRÁS – TÉCNICO EM PERFURAÇÃO DE POÇOS)

Dois jovens — João e Maria — participam de uma simulação que tem por objetivo avaliar
duas estratégias de evacuação de pessoas de uma plataforma durante uma situação de
emergência. Essas estratégias definem dois diferentes caminhos de evacuação

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identificados por I e II, na figura acima. Na simulação, João e Maria partem do repouso,
ao mesmo tempo, de uma altura h, e escorregam em rampas sem atrito. Ambos os
participantes têm a mesma massa e estão sob a ação de uma aceleração da gravidade
igual a g.

Com base nas informações do texto, julgue as afirmativas abaixo:

17.1. No ponto indicado por A, a energia potencial de João é igual a energia potencial de
Maria.

Comentário:

Item correto.

No caso da questão, ambos estão em um mesmo ponto, portanto, estão em um ponto de


mesma energia potencial gravitacional.

Lembre-se de que a energia potencial gravitacional está ligada ao ponto em relação ao


qual estamos considerando que o corpo está.

Como ambos estão a uma mesma altura do solo, por exemplo, eles terão a mesma energia
potencial gravitacional.

17.2. Na simulação descrita, há conservação de energia mecânica.

Comentário:

Item correto.

Para que haja conservação da energia mecânica, basta que apenas forças conservativas
realizem trabalho.

No caso acima, desprezando os atritos, apenas a força peso realiza trabalho mecânico, ou
seja, apenas forças conservativas, uma vez que o peso é uma força conservativa.

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Logo o sistema é conservativo e a energia mecânica se conserva.

17.3. Em cada instante durante o procedimento de descida, a velocidade de João é igual


à da Maria.

Comentário:

Item incorreto.

Apesar de o sistema ser conservativo, as velocidades em cada instante são diferentes


para João e Maria, pois os caminhos traçados pelos dois são distintos, ou seja, em um
determinado instante, João estará em um ponto e Maria estará em outro ponto, cuja
altura é diferente, tendo, portanto, velocidades distintas.

Observe o instante considerado na figura, por exemplo, veja que Maria desceu mais que
João, logo a força peso terá realizado mais trabalho mecânico sobre ela do que sobre
João, assim Maria terá uma velocidade maior naquele instante.

No final, ao chegarem na base, ambos terão a mesma velocidade, mas em cada instante
eles poderão ter velocidades distintas.

17.4. O trabalho realizado no deslocamento de João, do ponto A ao ponto C, é o mesmo


trabalho realizado no deslocamento de Maria entre esses dois pontos.

Comentário:

Item correto.

No caso acima, considerando todo o trajeto, de A a C, para ambos o trabalho realizado


será o trabalho da força peso, que é um trabalho que depende apenas da massa, da
gravidade e do desnível entre os dois pontos considerados.
Como no caso do item ambos possuem idênticas massas, gravidade e desnível (A e C),
então o trabalho total realizado nos dois será o mesmo.

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Lembre-se de que a força normal não realiza trabalho em nenhum dos dois casos, pois se
trata de uma força sempre perpendicular ao deslocamento.

17.5. No instante representando por P na figura, a energia cinética adquirida por João é
menor que a energia cinética adquirida pela Maria.

Comentário:

Item correto.

No instante representado pela figura, João terá descido uma altura menor que Maria, logo
a sua energia cinética, fruto da transformação da energia potencial gravitacional será
menor que a de Maria que descera uma altura maior naquele momento.

Assim, a energia cinética de João é menor que a de Maria, naquele instante considerado.

18. (CESPE – PETROBRÁS – TÉCNICO EM PERFURAÇÃO DE POÇOS)

Na situação descrita no texto da questão 17, considerando h igual a 10,0m e g igual a 9,8
m/s2, e definindo vM a velocidade final de Maria e a velocidade final de João vJ, ambos no
ponto C, assinale a opção correta.

Comentário:

Resposta: item B.

Observe que basta saber que ambos terão a mesma velocidade final que já podemos
marcar a opção correta, item B.

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No entanto, vamos comentar a questão por completo.

Para calcular a velocidade final, basta aplicar a conservação da energia mecânica para
ambos:

EPotGrav INICIAL  ECinética Final


m .V 2
m . g .H 
2
2
V
g .H 
2
V  2.g .H
V  2.9,8.10
V  14m / s

Essa conservação de energia é muito comum em prova, ou seja, a conversão da energia


potencial em cinética.

19. (CESPE – PETROBRÁS – GEOFÍSICO JÚNIOR)

Considerando-se que um pêndulo seja formado por uma massa de 2 kg e um fio de 1 m,


inextensível e de massa desprezível, preso ao teto, e que a massa seja deslocada da sua
posição de equilíbrio até um ângulo de 60o, com o fio esticado, e, então, solta, e supondo-
se que g seja a aceleração da gravidade e que a resistência do ar seja desprezível, nessa
situação o valor da tensão no fio, quando a massa passar pelo ponto de equilíbrio, será
igual a:

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Comentário:

Resposta: item D.

Questão muito boa, com um nível de dificuldade excelente e alto teor discriminativo.

Envolve dois conceitos: conservação de energia e resultante centrípeta.

==2704==

No desenho abaixo você observa o pêndulo deslocado de 60° em relação à vertical.


x
cos 60 
1
x
0,5 
1
1m
x  0,5m
60° x
A h  1 x
h  1  0,5
h  0,5m
h

Nível de
referência
B

Com o valor de h conhecido, basta aplicar a conservação da energia mecânica entre os


pontos A e B.

Emecinicial  Emec final


1m EPotGrav.  ECin.
60° x m .V 2
A m .g.h 
2
V  2.g.h
2
h

V 2  2.g.0,5
Nível de
referência V2  g
B

Para calcular a tração no fio, basta aplicar a resultante centrípeta no ponto B, observe na
figura abaixo as forças atuantes no corpo no ponto B.

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T  P  Rctp
. 2
mV
T  m.g 
1m R
60° . 2
mV
A
x T  m.g 
R
V2
T  m.( g  )
R
h

T
Nível de g
T  2.( g  )
B referência 1
P T  4.g

Logo o fio estará sujeito a uma força de tração de 4.g

20. (CESPE – SEDU –ES – 2006)

A figura acima ilustra esquematicamente um percurso circular vertical, no qual um móvel


se desloca com velocidade escalar constante, sem atrito. Considerando o móvel nas
posições I, II, III e IV indicadas na figura, julgue os itens seguintes.

20.1. Na posição II, a energia potencial gravitacional do móvel é igual à metade da


energia potencial gravitacional na posição I.

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Comentário:

Item correto.

Se considerarmos o nível de referência no solo, a altura da posição II é a metade da altura


na posição I, o que nos mostra que a energia potencial gravitacional em II é a metade da
energia potencial gravitacional em I.

EPotGrav.  m.g.h

20.2. O diagrama de forças que melhor representa a situação do móvel na posição II é

Comentário:

Item correto.

Na posição II, duas forças atuam no bloco: força peso e força normal.

Essas duas forças tem características bem definidas, ou seja, a força normal é
perpendicular à superfície, com o sentido da superfície para o corpo, e a força peso é
sempre vertical e para baixo.

Assim, podemos representar o diagrama de forças da seguinte maneira:

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Normal

Peso

20.3. Se a velocidade do móvel na posição I fosse mínima, então a força normal nesse
ponto seria maior que o peso do móvel.

Comentário:

Item incorreto.

Vimos em outra questão que a velocidade mínima para perfazer o looping ocorre quando
a força normal é nula no ponto de altura máxima da trajetória (posição I).

Assim, com a velocidade mínima, a força normal é nula, portanto, menor que o peso do
corpo.

20.4. A energia potencial gravitacional do móvel na posição IV é máxima.

Comentário:

Item incorreto.

A energia potencial será máxima no ponto que tiver a maior altura em relação ao solo.

Como a posição IV está a meia altura em relação ao solo, temos que a energia potencial
naquele ponto é a metade da máxima possível, que pé atingida no ponto I.

21. (CESPE – SEDU –ES – 2006)

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Nos fenômenos do mundo macroscópico, sempre existem forças não conservativas que
contribuem para diminuir a energia mecânica de um sistema. No entanto, essa diminuição
pode ser igual ao aumento da energia térmica gerada pela força de atrito, por exemplo.
Quando se somam energias térmica e mecânica, a energia total do sistema se conserva,
embora forças dissipativas estejam presentes. A respeito desse assunto, julgue os
próximos itens.

21.1. Considere que uma bola, ao girar amarrada à ponta de um fio, descreva um círculo
vertical com energia cinética constante. Nesse caso, a tensão no fio na parte mais baixa
da trajetória é maior que a tensão no topo da trajetória.

Comentário:

Item correto.

Como a energia cinética é constante, vamos partir do pressuposto que a velocidade é a


mesma, seja no ponto de altura máxima, seja no ponto de altura mínima.

Assim, vamos chegar à resposta analisando as forças que atuam no corpo nas duas
situações.

TI  P  Rctp
P T
TI  Rctp  P

TII  P  Rctp
T TI  Rctp  P

Portanto, a tração no
P segundo caso será maior,
uma vez que é a soma do
peso com a resultante
centrípeta

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Assim, como a tração no fio é maior no ponto mais baixo, a probabilidade de o fio quebrar
é maior no ponto mais baixo.

21.2. Considere que um satélite artificial esteja girando em movimento circular e


uniforme em torno da Terra. Nesse caso, a força de atração da Terra realiza trabalho
sobre o satélite.

Comentário:

Item incorreto.

Lembre-se de que a força de atração gravitacional atua como resultante centrípeta, pois
temos um caso de trajetória circular do satélite em torno da Terra.

Como você já sabe que toda força de natureza centrípeta não realiza trabalho, pois é
sempre perpendicular ao deslocamento, então o trabalho por ela realizado é nulo.

21.3. Se um corpo está sob ação somente de forças conservativas, a energia cinética se
conserva.

Comentário:

Item incorreto.

O item é uma pegadinha para os mais desavisados.

Na parte teórica comentados que o que vai se conservar é a energia mecânica e não a
cinética, a cinética será transformada em potencial e vice-versa, mas não se manterá
constante.

Sistema conservativo  Conservação de energia mecânica

22. (CESPE - SEDUC – MT – 2007)

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A figura acima mostra uma jovem usando um canhão de sopro (C), montado sobre uma
mesa, cujo projétil é uma pequena bola de chumbo. O alvo a ser atingido é um bloco de
ferro (B), de massa m, suspenso por um eletroímã (M). O experimento é arranjado de
forma que a bola sai do canhão exatamente no instante em que o bloco de ferro é liberado,
em queda livre, ao se desligar o eletroímã. Desconsidere as forças de atrito e considere a
aceleração da gravidade local igual a g.

Tendo o texto como referência e com base nas leis de Newton, julgue os itens a seguir.

22.1. Não há conservação de energia mecânica no movimento do bloco de ferro.

Comentário:

Item incorreto.

Lembre-se que para saber se haverá conservação da energia mecânica, basta saber se
haverá ou não realização de trabalho por forças não conservativas.

As forças de atrito são desconsideradas, portanto haverá conservação de energia


mecânica. A única força que realizará trabalho será a força peso.

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22.2. A energia cinética do bloco de ferro aumenta com o tempo de queda, t, de acordo

com equação .

Comentário:

Item correto.

A energia cinética do corpo variará de acordo com a variação da velocidade.

E a velocidade será crescente de acordo com a aceleração da gravidade.

V  V0  g .t

Como o corpo é abandonado do repouso:

V  g.t
Aplicando a fórmula da velocidade em função do tempo acima na fórmula da energia
cinética:

V  g .t
mV. 2
EC 
2
m.( g .t ) 2
EC 
2
1
EC  .m.( g .t ) 2
2

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22.3. Considerando que o experimento seja realizado na superfície da Terra, o trabalho

realizado para elevar o bloco de ferro de volta ao ponto de partida é igual a ,

em que é o módulo da velocidade do bloco imediatamente antes de ele tocar a mesa.

Comentário:

Item correto.

O trabalho será aquele realizado contra a força peso, ou seja, será igual ao trabalho da
força peso.

Assim, W  m.g.h

Como o sistema é conservativo, podemos igualar a energia potencial gravitacional inicial


à energia cinética final, assim:

EPotGrav.  ECinét .
. f2
mV
m.g .h 
2
assim,
1
W  .mV
. f2
2
22.4. A energia mecânica total do projétil é igual à variação da energia potencial,
devido a sua queda.

Comentário:

Item incorreto.

A energia mecânica é constante, pois o sistema é conservativo.

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A energia mecânica inicial é igual à energia potencial inicial somada à energia cinética.

Ao final do seu movimento energia potencial é não-nula, pois parte da energia cinética
transformou-se em energia potencial para fazer o corpo subir a certa altura.

Logo podemos escrever:

EPotInicial  ECin In  EMec


EPotFinal  Ecin Fin  EMec
por tan to :
EPot  Ecin  0
EPot  Ecin

Assim, a variação da energia potencial é igual ao oposto (sinal negativo) da variação da


energia cinética.

23. (CESPE - SEDUC – MT – 2007)

A figura acima mostra uma criança descendo em um toboágua. Admitindo que ela é
liberada do topo, a uma altura h = 8 m em relação à base, com velocidade inicial igual a
zero, que a aceleração da gravidade, g, é igual a 10 m/s2 e desconsiderando as forças de

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atrito, então o módulo, da velocidade da criança na parte mais baixa do toboágua será
mais próximo de

A 12 m/s.
B 18 m/s.
C 24 m/s.
D 27 m/s.

Comentário:

Resposta: item A

Mais uma questão de conservação da energia mecânica, item que estará presente em
sua prova, com toda certeza.

No caso da questão, vamos considerar a energia mecânica inicial apenas como fruto da
energia potencial gravitacional e a energia mecânica final apenas como fruto da energia
cinética, assim:
EPotGrav.  ECinét .
m .Vf 2
m .g .h 
2
Vf  2.g .h
2

Vf 2  2.10.8
Vf  4. 10m / s
Vf 2  12, 64m / s

24. (CESPE – SESI-SP – ANALISTA PEDAGÓGICO)

Considere que seja possível transformar toda a energia de um quilograma de açúcar —


3.850 cal — em energia potencial gravitacional. Nessa situação, considerando a
aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e 1 cal = 4 joules, assinale a opção
correspondente à altura, em metros, à qual seria possível elevar um objeto de 1 kg com
a energia de 1 kg de açúcar.

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A 54
B 540
C 1.540
D 2.540

Comentário:

Resposta: item C.

Nessa questão devemos encontrar a energia, em joules, contida em 1 kg de açúcar.

Basta fazer uma multiplicação, de acordo com o fator de conversão que foi dado (1cal =
4J).

E  3.850.4
E  15.400 J

Essa energia será transformada em energia potencial gravitacional, que será utilizada
para elevar o pacote de açúcar a uma certa altura.

Basta, agora, aplicar a fórmula da energia potencial gravitacional.

EPotGrav.  15.400 J
m.g.H  15.400
1.10.H  15.400
H  1.540m

25. (CESPE – SESI-SP – ANALISTA PEDAGÓGICO)

A energia de 100 kWh equivale a

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A 160.000 kJ.
B 260.000 kJ.
C 360.000 kJ.
D 460.000 kJ.

Comentário:

Resposta: item C.
Vamos proceder à transformação da energia, lembrando-se de que a 1W = 1J/s.

J
E  100.103 .3600 s
s
E  3, 6.108 J
E  360.000.103 J
E  360.000kJ

26. (CESPE – SEAD – UEPA) - Nunca antes na história da humanidade se produziu e


também se gastou tanta energia. Por exemplo, as crises do petróleo de 1973 e 1989
tornaram claro a todos que os meios de transporte, de comunicação, as indústrias etc.
possuem tal dependência em relação à energia que um colapso na sua produção e
fornecimento seria um caos sem precedentes. Relativamente a este conceito tão
importante e que Newton fundamentou, julgue os itens abaixo.

26.1. O tobogã, muito comum nos parques de diversões, é um belo exemplo de como a
energia mecânica de um sistema se conserva.

Comentário:

Item incorreto.

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O tobogã só é considerado um sistema conservativo se as forças de atrito forem


desprezíveis.

Logo, não pode ser um exemplo em que a energia mecânica se conserva, o seria apenas
se na prática pudéssemos desconsiderar o atrito, o que é impossível, pois sempre haverá
atrito, independentemente do caso, na prática sempre haverá atrito, nem que seja muito
pequeno, o que não condiz com um sistema conservativo.

26.2. O conceito de trabalho e energia não pode ser derivado das Leis de Newton.

Comentário:

Item incorreto.

Todos os conceitos da dinâmica originam-se nas Leis de Newton, e o trabalho e a energia


são dois conceitos que estão diretamente ligados à ação das forças que são aplicadas em
um corpo. Logo, as Leis de newton servem para explicar os conceitos de Trabalho e
Energia.

26.3. Um sistema massa-mola em oscilação é um exemplo de como a energia mecânica


pode transformar-se de uma forma (energia potencial) em outra (energia cinética).

Comentário:

Item correto.

O sistema massa mola é um sistema que será estudado em seus detalhes na nossa aula
de movimento harmônico simples (MHS).

Do ponto de vista da energia podemos dizer que é um clássico exemplo de transformação


de energia potencial elástica em energia cinética.

Veja abaixo um esquema representando um sistema massa-mola.

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Na figura estão presentes as energias em cada ponto do sistema.

26.4. Ao se elevar, lenta e continuamente, uma caixa de 200 N a 2m do solo, a energia


cinética dessa caixa aumenta de 400 J.

Comentário:

Item incorreto.

Ao elevar-se uma caixa a certa altura o que estamos fazendo, por meio da realização de
trabalho mecânico, é aumentar a energia potencial gravitacional do corpo.

O corpo ganha altura em relação ao nível inicial, o que o faz ganhar energia potencial
gravitacional.

27. (CESPE – TECNOLOGISTA SÊNIOR – MCT - 2004) Um conjunto de carros de uma


montanha-russa, conectados como os vagões em um trem, é levado ao ponto mais alto
de um percurso fechado e, de lá, é largado para percorrê-lo impulsionado apenas pela
força da gravidade. Considerando que o conjunto de carros não leva passageiros, julgue
os itens a seguir, desprezando todas as perdas por atrito quando não explicitamente
mencionadas.

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27.1. Se os carros fossem liberados individualmente, é correto afirmar que a velocidade


máxima atingida por cada um deles seria menor que a velocidade máxima atingida pelo
conjunto.

Comentário:

Item incorreto.

A velocidade final atingida ao final da descida independe da massa do corpo. O que


ocorrerá será uma conservação da energia mecânica, sendo a energia potencial
gravitacional convertida em energia cinética da seguinte forma:

EPotGrav.  ECinét .
m .Vf 2
m .g.h 
2
Vf 2  2.g.h
Vf 2  2.g .h

Ou seja, ao cortarmos a massa, ficou claro que a velocidade final atingida pelo conjunto
de carrinhos não depende da massa, portando é indiferente largar um carrinho de cada
vez ou então o conjunto.

27.2. Supondo que os carros sejam levados a uma altura de 20 m em 20 s e que o


conjunto pese 900 kgf, então, é correto supor que o motor que aciona a montanha-russa
possui uma potência superior a 100 kW.

Comentário:

Item incorreto

Vamos calcular a potência média do motor:

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 TOTAL
PotM 
t
O trabalho total será justamente o trabalho total do peso que será vencido pelo operador
para elevar os carros a altura de 20m.

 TOTAL  m.g .h
900kgf
 TOTAL  .20
Assim, 10kgf / N
 TOTAL  1800 J

Portanto a potência do motor será:

 TOTAL
PotM 
t
1.800
PotM 
20
PotM  90W

27.3. Se os carros entrarem em uma trajetória espiral descendente com raio fixo, então
a força centrípeta nessa espiral ganha um acréscimo proporcional à distância vertical
percorrida.

Comentário:

Item correto.

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À medida que os carros vão descendo, o valor da velocidade vai aumentando, o que faz
com que a resultante centrípeta aumente. Veja:

. 2
mV
Rctp 
2

A velocidade irá aumentar por conta da transformação de energia potencial gravitacional


em energia cinética.

Assim, como a energia cinética aumenta, então a velocidade dos carros aumentará, o que
fará com que a resultante centrípeta aumente, consequentemente.

28. (CESPE - UnB DF) Em uma apresentação de circo, em 1901, Alto Diavolo introduziu
a acrobacia de bicicletas em pistas com loops, como mostra a figura I abaixo. Diavolo
observou que, se ele partisse de uma determinada altura mínima, poderia percorrer todo
o trajeto, passando inclusive pelo loop, sem cair, em um “desafio” às leis da gravidade,
conforme anunciava ele. A figura II mostra o caminho do centro de massa do sistema
acrobata-bicicleta. Nessa figura, h é a altura entre o ponto mais alto – A – e o ponto mais
baixo – C – da trajetória, B é o ponto mais alto do loop e R é o raio do loop.

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A partir dessas informações e considerando que m é a massa do sistema acrobata-


bicicleta, que g é a aceleração da gravidade, que não há forças dissipativas, que a bicicleta
não é impulsionada pelo acrobata em nenhum instante da trajetória e que apenas o
movimento do centro de massa do sistema acrobata-bicicleta é analisado, julgue os itens
abaixo.

28.1. No ponto C do caminho mostrado na figura II, a energia cinética é igual a mgh.

Comentário:

Item correto.

Entre os pontos A e C haverá conservação da energia.

• Em “A”: apenas energia potencial gravitacional em relação ao ponto mais baixo da


trajetória.
• Em “C”: apenas energia cinética de movimento adquirido pelo conjunto.

Logo, podemos afirmar que, a partir da conservação da energia mecânica (não há forças
dissipativas):

EPotGrav. A  ECinét .C
m.g.h  ECinét .C
ECinét .C  m.g.h

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28.2. A energia mecânica total do sistema acrobata-bicicleta será mgh mesmo no caso
da existência de forças dissipativas.

Comentário:

Item incorreto.

De acordo com o que foi dito no último item acerca da conservação da energia mecânica,
o sistema só é conservativo se forem desconsideradas as forças dissipativas.

Assim, e energia mecânica, que é igual a: m.g.h (energia potencial gravitacional inicial)
não será conservada, caso tenhamos forças dissipativas. Ocorrerá uma redução da
energia mecânica, na verdade o que ocorrerá é uma transformação da energia mecânica
em outro tipo de energia.

28.3. Para que o sistema acrobata-bicicleta passe pelo ponto mais alto do loop sem perder
contato com a pista, o sistema deverá ter nesse ponto uma velocidade de módulo superior
ou igual a gR .

Comentário:

Item correto.

A condição para perfazer o loop foi calculada em um exercício anterior.

P N

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Vamos calcular a resultante centrípeta atuante na bicicleta no ponto B.

P  N  RCTP velocidade mínima | N | 0


. 2
mV V2
m.g  | N | m.( g  )0
R R
. 2 V2
mV (g  )0
| N | m.g  R
R
V 2  R.g
V2
| N | m.( g  ) V  R.g
R

Perceba que utilizamos a seguinte condição no problema acima:

• Velocidade mínima  força de contato normal igual a zero no topo da trajetória.

28.4. A razão entre os módulos das velocidades nos pontos B e C independe da altura h.

Comentário:

Item incorreto.

A altura h definira a velocidade do corpo no ponto B, basta usar a conservação da energia


mecânica entre os pontos A e B.

Logo, a velocidade em B depende da altura h.

A velocidade do corpo no ponto C também depende da altura h, conforme visto no item


29.1.

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A razão entre os valores dessas velocidades, portanto, dependerá da altura h, conforme


visto.

29. (CESPE) Um automóvel com potência de 100 CV deslocasse em uma estrada


horizontal reta e plana, com velocidade constante de 23 m/s. Sendo somente 14% dessa
potência transmitida para as rodas, qual será, em N, a intensidade da força, horizontal,
que o impulsiona? (Dados: 1cv = 736 W).

a) 3,2
b) 224
c) 320
d) 322
e) 448

Comentário:

Resposta: item E.

Questão muito interessante envolvendo rendimento, potência, e unidades de potência.

Primeiramente vamos calcular a potência do automóvel em W:

W
Pot  100 CV .736
CV
Pot  73.600W

No entanto, nem toda essa potência é transmitida para as rodas, de modo a aumentar a
velocidade do corpo, pois o rendimento é de apenas 14%, assim:

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PotÚtil   .PotTotal
PotÚtil  0,14  73.600
PotÚtil  10.304W

Finalmente, vamos utilizar a potência em função da velocidade e da força para determinar


a força do motor.

PotÚtil  F .V
10.304  FMotor .23
FMotor  448 N

30. (CESPE) Uma pessoa resolve dar um salto vertical e, para isso, flexiona suas pernas
como mostra a figura (1). Nesse instante, t1, ela está em repouso. O ponto C representa
seu centro de massa. A figura (2) mostra a pessoa no instante t2, em que ela abandona
o solo. Suponha que, a partir desse instante, todas as partes do corpo da pessoa tenham
a mesma velocidade, a do centro de massa. A figura (3) mostra a pessoa no instante t3
em que seu centro de massa atinge a altura máxima. Entre t1 e t2 o centro de massa
subiu uma altura d = 30 cm, e entre t2 e t3, uma altura h.

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A massa da pessoa vale 0 kg e o trabalho total de seus músculos, no intervalo de t1 a t2,


foi W = 450 J. O valor da altura h é igual a:

a) 30 cm
b) 60 cm
c) 90 cm
d) 1,5 m
e) 1,2 m

Comentário:

Resposta: item B.

Vamos iniciar a resolução do problema pelo dado que foi fornecido acerca do trabalho
realizado, ou seja, o trabalho mecânico realizado de t1 a t2. Vamos usar o teorema da
energia cinética:

Wtotal  EC
Wpeso  WMúsculos  EC
m.g.h  WMúsculos  ECFinal  0
50.10.0,3  450  ECFinal
ECFinal 2  300 J

Para encontrar a altura h, vamos utilizar novamente o teorema da energia cinética e do


trabalho total, que será o trabalho apenas da força peso entre as posições 2 e 3.

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Wtotal  EC
Wpeso  EC 3  EC 2
m.g .h  0  300
50.10.h  300
h  0, 6m
h  60cm

31. (CESPE) Uma bola cuja massa é 0,30kg, é lançada verticalmente para cima com
energia cinética de 60J. Considere g = 10m/s2. A altura máxima atingida pela bola é:

a) 24m
b) 23m
c) 22m
d) 21m
e) 20m
Comentário:

Resposta: item E.

Questão simples de conservação da energia.

Sendo o sistema conservativo, vamos conservar a energia mecânica.

EPotGrav.  ECinét . inicial


m.g .h  60
0,3.10.h  60
h  20m

32. (CESPE) Em 1998, mais um trágico acidente aconteceu em uma extensa descida de
uma das mais perigosas pistas do Distrito Federal, a que liga Sobradinho ao Plano Piloto.

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Um caminhão carregado de cimento, com 30t, perdeu os freios e o controle e acabou


destruindo vários veículos que se encontravam à sua frente, matando vários de seus
ocupantes. O controle da velocidade nas descidas é tanto mais importante quanto mais
pesado for o veículo. Assim, a lei obriga a instalação de tacógrafos em veículos com mais
de 19t. Em relação a essa situação, julgue os itens abaixo.

32.1. Em uma descida na qual o caminhão mantenha velocidade constante, a variação


da energia potencial por unidade de tempo é igual, em valor absoluto, à variação da
energia mecânica por unidade de tempo.

Comentário:

Item correto.

Durante a descida, com velocidade constante, não haverá variação da energia cinética,
assim, a variação da energia mecânica será numericamente igual à variação da energia
potencial. Veja , matematicamente:

EMec  ECinét .  EPot


EMec  ECinét .  EPot
EMec  EPot
Não haverá variação da energia cinética durante a descida porque a velocidade é
constante.

32.2. Para que a descida seja percorrida com segurança, é importante que a quantidade
de energia mecânica dissipada pelo atrito no sistema de freios do caminhão por unidade
de tempo não exceda a potência máxima com que o freio consegue dissipar calor para o
ambiente.

Comentário:

Item correto.

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A energia dissipada por unidade de tempo será igual à potencia dissipada pelos freios,
uma vez que é por conta da força de atrito que sistema dissipa energia mecânica.

Portanto, para efeito de segurança, é fundamental que taxa de perda de energia por
dissipação não exceda a potência máxima com que o freio dissipa calor para o ambiente.

32.3. O "controle da velocidade nas descidas é tanto mais importante quanto mais pesado
for o veículo" porque há maior quantidade de energia a ser dissipada pelo sistema de
freios dos veículos mais pesados, podendo comprometer mais facilmente a sua capacidade
de frenagem.

Comentário.

Item correto.

Em uma descida como a relatada pela questão, a força normal é igual á componente do
peso perpendicular ao plano.

Assim, como a força de atrito é diretamente proporcional à normal, podemos dizer que
ela é diretamente proporcional ao peso.

Desta forma, podemos afirmar que a energia a ser dissipada pelo sistema de freios é
diretamente proporcional ao peso dos veículos, sendo importante o controle de velocidade
para não exceder a capacidade de frenagem do veículo.

33. (CESPE-UNB) Existem, pelo menos, dois problemas básicos na construção de


automóveis movidos à energia solar. O primeiro é que, atualmente, o rendimento da
maioria das células solares é de 25%, isto é, elas convertem em energia elétrica apenas
25% da energia solar que absorvem. O segundo problema é que a quantidade de energia
solar disponível na superfície da Terra depende da latitude e das condições climáticas.
Considere um automóvel movido a energia solar, com massa de 1.000 kg e com um painel
de 2 m2 de células solares com rendimento de 25% localizado em seu teto.
Desconsiderando as perdas por atrito de qualquer espécie e admitindo que 1 cal = 4,18 J
e que a aceleração da gravidade é igual a 10 m/s2, julgue os itens que se seguem.

33.1. Se a quantidade de energia solar absorvida por esse painel em 30 dias for de 20
kcal/cm2, a potência gerada por ele será inferior a 200 W.

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Comentário:

Item correto.

Vamos primeiramente calcular a energia absorvida pelo veículo em 30 dias, lembrando


que o seu painel tem uma área de 2m2.

Assim, a quantidade de energia será:

ESolarAbsorv.  20kcal / cm2 .20.000cm2


ESolarAbsorv.  4, 0.105 kcal

Vamos agora transformar essa energia em joules e depois efetuar a divisão desse valor
pelo tempo total considerado que foi o tempo de 30 dias em segundos.

ESolarútil   .ESolarAbsorv.
ESolarAbsorv.  0, 25.4, 0.105 kcal.4,18 J / cal
ESolarAbsorv.  0, 25.16, 72.105 kJ
Logo :
4,18.108 J
Pot 
30.24.3600
Pot  161, 26W

33.2. A energia necessária para que o automóvel, partindo do repouso, atinja a


velocidade de 72 km/h é superior a 3 x 105 J.

Comentário.

Item incorreto.

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A energia necessária será igual à energia cinética por ele adquirida.

34.3. Supondo que o painel de células solares fornecesse 200 W, para que o carro fosse
acelerado a partir do repouso, em uma pista horizontal, até adquirir a velocidade de 72
km/h, seriam necessários mais de 15 min.

Comentário:

Item correto.

Já sabemos a energia necessária para que o carro atinja a velocidade de 72km/h, que é
de 2,0.105J.

Portanto, precisamos apenas saber qual o tempo necessário para essa energia ser
disponibilizada pelo painel que fornece 200W (J/s).

ECinética  2, 0.105 J
E
Pot 
t
E
t 
Pot
2, 0.105
t 
200
t  1.000s  16, 6 min

33.4. Suponha que o automóvel, partindo com velocidade inicial nula do topo de uma
colina de 20 m de altura, e sendo acelerado com o auxílio da energia fornecida pelas
células solares, chegue ao nível do solo em 60 s, com uma velocidade de 21 m/s. Então,
durante a descida, a potência fornecida pelas células solares foi inferior a 350 W.

Comentário:

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Item correto.

No caso acima, vamos precisar saber de quanto foi a variação da energia cinética,
inicialmente.

mVf 2 mVi 2
ECinética  
2 2
m 2
ECinética  (Vf  Vi 2 )
2
1000
ECinética  .(212 )
2
ECinética  220.050 J

A variação da energia cinética observada acima foi devido a dois responsáveis: o trabalho
do peso e a energia fornecida pelo painel.

Vamos subtrair dessa variação de energia, o trabalho da força peso.

Assim,

ECinética  220.050 J
EPainel  220.050  m.g.h
EPainel  220.050  1000.10.21
EPainel  10.500 J

Agora basta calcular a potência dividindo pelo tempo:

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EPainel
Pot Painel 
t
10.500
Pot Painel 
60
Pot Painel  175W

34. (CESPE-UNB – PRF – 2013) Considerando que um veículo de massa 1.000kg se


mova em linha reta com velocidade de 72km/h, e considerando ainda que a aceleração
da gravidade seja 10m/s2, julgue os itens a seguir.

1. Quando o freio for acionado, para que o veículo pare, a sua energia cinética e o trabalho
da força de atrito, em módulo deverão ser iguais.

Comentário:

Gabarito: Item correto.

A questão acima era teórica, mas você precisava conhecer o teorema da energia cinética
para marcar o item com segurança.

O teorema da energia cinética foi visto durante o nosso curso e foi visto que o trabalho
da força resultante é igual à variação da energia cinética do corpo.

Considerando que apenas a força de atrito atue no corpo, além da força peso e da
reação normal, poderíamos esquematizar as forças da seguinte forma:

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N O peso anular-se-á com a


normal

Fat

P
 F  Ecinética
res

 Fat  Ecinética

Observe, no entanto, que a energia cinética final é igual a zero, uma vez que ao final da
frenagem o veículo deve parar (pelo menos em tese).

Assim, podemos dizer que:

 Fat  Ecinética
 Fat  Ecinética final
 Ecinéticainicial
 Fat   Ecinética inicial

Assim, os valores serão opostos (sinais contrários), no entanto, terão o mesmo módulo.

Observação:

Na minha opinião, cabe recurso nessa questão, pois fizemos uma suposição aqui que o
enunciado não mencionou nada a respeito, o que pode gerar dúvida com os candidatos.

A suposição foi a seguinte:

Foi desprezada aqui a resistência do ar, o que o enunciado deveria ter dito, pois
se considerássemos a resistência do ar, a força resultante não seria igual à força
de atrito. Se considerássemos a força de resistência do ar, teríamos que o

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trabalho total (da força de atrito somado a força de resistência do ar) teria o
mesmo módulo da energia cinética inicial.

Mas volto a ressaltar, a questão não mandou desprezar o efeito do ar, o que pode
ser argumentado em um recurso. Se alguém precisar de ajuda na
fundamentação, pode enviar email, mas acredito que deve ser fácil fundamentar
algo tão evidente.

2. Antes de iniciar o processo de frenagem, a energia mecânica do veículo era de


200.000J.

Comentário:

Gabarito: Item correto.

Olha meus amigos, aqui eu tenho mais uma questão polêmica, na qual cabe recurso.

Durante essa aula do nosso curso foi visto que a energia mecânica é igual à soma da
energia cinética com a energia potencial.

EMEC  ECin  E pot

Como temos um veículo, temos de entender que a energia mecânica depende da energia
potencial, que no caso acima é a energia potencial gravitacional (associada à altura do
carro em relação ao nível de referência).

Supondo o nível de referencia na linha reta em que o carro se movimenta, então o veículo
não tem altura associada, assim a energia potencial é nula, nesse caso, restando apenas
energia cinética.

Logo,

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EMEC  ECin  E pot


EMEC  ECin
m.v2
EMEC 
2

Agora, basta substituir os dados da questão, lembrando de transformar a velocidade de


“km/h” para “m/s”, uma vez que desejamos obter a energia em “J “.

V = 72/3,6 m/s

V = 20m/s

Assim,

m.v2
EMEC 
2
1.000.20 2
EMEC 
2
EMEC  200.000 J

Portanto, o item está correto, no entanto fica uma “brecha” para interpor recurso.

Veja que baseamo-nos na suposição de que o nível de referência para o cálculo da energia
potencial gravitacional é a reta sobre a qual o carro se movimenta. Entretanto, deveria
ter sido informado no enunciado o nível de referência.

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. 2
mV
ECinética 
2
2
 72 
1.000.  
Assim, E   3, 6 
Cinética
2
ECinética  200.000 J
ECinética  2, 0.105 J

Portanto, a energia necessária é inferior a 3 x 105 J.

35. (CESPE – UNB – SEDUC – CE – 2013 – Professor de Física)

A figura acima representa dois blocos, 1 e 2, com massas m e 2 m, respectivamente, que


começaram a se movimentar, de uma mesma altura h, a partir do repouso, em planos
inclinados. Os coeficientes de atrito dinâmico dos blocos 1 e 2, com relação às superfícies
dos planos inclinados, são, respectivamente, iguais a µ1 e µ2 .

Assinale a opção em que é apresentada a razão entre o trabalho da força gravitacional


entre o bloco 2 e o bloco 1, quando ambos deslizaram até o solo.

A. 1,0
B. 4,0
C. 0,5
D. 1,5
E. 2,0

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Resposta: item E.

Comentário:

A razão entre os trabalhos das forças peso em ambos os casos será dada pela seguinte
fórmula, de acordo com o que foi trabalhado na teoria:

 1  m1.g .h
 2  m2 .g .h
como m1  m e m2  2m, temos :
 2 2m.g.h
 2
 1 m.g .h

36. (CESPE – UNB – SEDUC – CE – 2013 – Professor de Física)

A figura acima representa dois blocos, 1 e 2, com massas m e 2 m, respectivamente, que


começaram a se movimentar, de uma mesma altura h, a partir do repouso, em planos
inclinados. Os coeficientes de atrito dinâmico dos blocos 1 e 2, com relação às superfícies
dos planos inclinados, são, respectivamente, iguais a µ1 e µ2 .
Para que o trabalho realizado pelas forças de atrito que atuam em cada um dos blocos
seja igual, a relação entre os coeficientes de atrito dos blocos deve corresponder a
A. 1= 2 2.
B. 2= 2 1.
C. 1= 4 2.
D. 2= 4 1.
E. 1= 2.

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Resposta: item E.

Comentário:

Vamos igualar os trabalhos das forças de atrito, mas antes vamos calcular as forças
normal de cada um deles:

N2  P2Y  2m.g .cos 


N1  P1Y  m.g .cos 

Os trabalhos das forças de atrito serão dados por:

1   2
Fat1.d1  Fat 2 .d 2
2 .2m.g.cos  .d1  1.m.g.cos  .d 2
2.h 4h
2 .2. .d1  2 . .d 2
d1 d2
1  2

37. (CESPE – Polícia Científica – 2016 – Perito Criminal) Acerca do trabalho


realizado pelas forças peso e normal em um automóvel que desce sobre um elevador
automotivo que se desloca em velocidade constante, é correto afirmar que o trabalho
A. da força peso é negativo e o da força normal é positivo.

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B. de ambas as forças é nulo.


C. de ambas as forças é positivo.
D. de ambas as forças é negativo.
E. da força peso é positivo e o da força normal é negativo.

Resposta: item E.

Comentário:

Na descida o trabalho da força peso é sempre positivo, e como o trabalho total deve ser
nulo, uma vez que a velocidade deve ser nula, então o trabalho da força normal deve ser
de mesmo módulo que o do trabalho do peso, porém de sinal contrário, ou seja, negativo.

(Vinícius Silva) Um automóvel de uma tonelada de massa, com o freio de mão acionado
desce uma rampa com 10m de extensão e com 30° de inclinação em relação à horizontal
com uma velocidade constante de 1m/s. Em relação às transformações de energia
envolvidas durante a descida, julgue os itens que seguem, considerando o módulo da
aceleração da gravidade igual a 10m/s2.

38. A energia cinética do automóvel aumenta devido à redução de sua energia potencial.

Resposta: item incorreto.

Comentário:

A energia cinética do automóvel depende apenas da velocidade, como essa é constante,


não se alterando, pois temos aqui um movimento em que o freio de mão consegue manter
a velocidade do corpo constante, vamos entender que a energia cinética também é
constante.

39. O trabalho da força resultante sobre o automóvel é igual a zero.

Resposta: item correto.

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Comentário:

Como a variação de energia cinética é nula, uma vez que a velocidade é constante, então
o trabalho total é nulo, para garantir uma variação de energia cinética constante.

40. Durante a descida há força de atrito, e o trabalho realizado por ela é de -50 kJ.

Resposta: item correto.

Comentário:

H
sen30  10m
10
H  10.0,5  5m H
30°

As únicas forças que realizam trabalho são as forças de atrito e peso, pois a normal (que
também age no caso concreto) não realiza trabalho nunca.

Assim, aplicando o teorema da energia cinética, temos que:

 total  Ecin
 total  0
 peso   fat  0
m.g.h   fat  0
 fat  1.000.10.5  50.000 J
 fat  50 KJ

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(CESPE – SEDUC – AL - 2018)

A figura precedente representa dois blocos A e B com massas iguais a 6 kg e 4 kg,


respectivamente, inicialmente em repouso e ligados por um fio ideal (sobre uma roldana
igualmente ideal). O coeficiente de atrito entre A e o plano horizontal vale 0,4 e a
aceleração da gravidade vale 10 m/s2.
Com base nas informações apresentadas e assumindo que toda a energia dissipada pela
força de atrito foi usada para aquecer o corpo A, julgue os itens a seguir.

41. O trabalho realizado pela força de atrito para mover o corpo A por uma distância d
sobre o plano horizontal é igual ao trabalho realizado pela tração atuando no corpo A.

Resposta: item errado.

Comentário:

O trabalho da força de tração é maior que o trabalho da força de atrito, uma vez que o
corpo B desce com uma aceleração a > 0, e o corpo A desloca-se para a direita com uma
aceleração também para a direita de igual módulo, então a sua velocidade aumenta.

Se a velocidade aumenta, então temos um trabalho resultante não nulo, ou seja, um


trabalho da tração maior que o trabalho do atrito.

42. Com base nas informações apresentadas e assumindo que toda a energia dissipada
pela força de atrito foi usada para aquecer o corpo A, julgue o item a seguir.
Todo o calor armazenado no corpo A por causa da força de atrito será perdido, não
podendo ser usado para a realização de trabalho mecânico.

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Resposta: item incorreto.

Comentário:

O calor perdido pode ser aproveitado em uma máquina térmica e voltar a realizar trabalho
mecânico útil, só não se pode garantir que a conversão será integral, ou seja, haverá
perda nessa nova conversão.

(CESPE – PM/MA – 2017) A figura I precedente ilustra um bloco de massa M que parte
do repouso e desliza sobre um plano inclinado de 30°, com atrito, durante 5 s, até atingir
sua base. A figura II mostra o gráfico do módulo da velocidade, v, do bloco nesse intervalo
de tempo.

Com base nas informações e nas figuras apresentadas, julgue os próximos itens,
considerando que o seno de 30° é igual a 0,5.

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43. Ao se dobrar a massa desse bloco, a força de atrito atuante também será dobrada.

Resposta: item correto.

Comentário:

Vamos verificar que no plano inclinado a força de atrito será dada por:

Fat   .N
Fat   .PY
Fat   .m.g.cos 

Veja que, de acordo com a expressão abaixo a força de atrito vai depender da massa do
corpo, o que nos mostra que a força de atrito dobrará, ou seja, na mesma proporção que
a massa dobra.

44. O trabalho realizado pela força de atrito não é conservativo, visto que o atrito gera
calor ao longo de todo o trajeto.

Resposta: item correto.

Comentário:

Isso mesmo, o atrito transforma a energia mecânica em outro tipo de energia,


notadamente em calor, que é uma energia térmica em trânsito.

Portanto, essa força não pode ser considerada uma força conservativa.

45. A altura em que o bloco se encontrava no início do movimento era superior a 2 m.

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Resposta: item incorreto.

Comentário:

Vamos usar a área sobre o gráfico para encontrar o deslocamento, que será a hipotenusa
do plano inclinado.
A área será dada por:

A = (5 x 1)/2
A = 2,5m

Como a hipotenusa vale 2, 5 e o triângulo é de 30° de inclinação na base, então ele vai
ter uma altura igual a 1,25m, que é a metade da hipotenusa.

46. (CESPE – PCPE – 2016) Em uma cena de crime, a equipe pericial encontrou um
dispositivo cujo sistema de acionamento está apresentado na figura precedente. Ao se
puxar a alavanca, é possível comprimir a mola, de constante elástica k = 800 N/m, por
uma distância x, a partir do seu estado de repouso. Com base nessas informações e
sabendo que o projétil provoca lesão em uma pessoa se for disparado com uma energia
de pelo menos 0,16 J, assinale a opção que apresenta, corretamente, a partir de qual
valor de x um disparo desse dispositivo provoca lesão em uma pessoa.

A. 20 cm
B. 200 cm
C. 0,02 cm
D. 0,2 cm
E. 2 cm

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Resposta: item E.

Comentário:

Essa é muito tranquila, vamos aplicar a equação da energia potencial elástica e igualar ao
valor que foi fornecido como mínimo para causar uma lesão.

K.x2
E potel 
2
800.x2
0,16 
2
0,16
x2 
400
0, 4
x   0, 02m ou 2cm
20

(CESPE – PCPE - 2016) A figura precedente representa um bloco de massa m ligado a


uma mola de constante elástica k oscilando em uma superfície horizontal sem atrito. Com
base nessas informações, assinale a opção correta.

47. A energia potencial elástica associada à mola será negativa se houver distensão da
mola. Se houver compressão da mola, a energia cinética no bloco será negativa.

Resposta: item incorreto.

Comentário:

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Nesse caso não haverá energia negativa, pois é impossível que a energia cinética ou
potencial elástica de um corpo seja negativa, a única forma de energia mecânica que pode
assumir um valro negativo, a depender do referencial é a energia potencial gravitacional.

48. Em qualquer ponto de oscilação do sistema, a soma da energia cinética com a energia
potencial elástica é constante.

Resposta: item correto.

Comentário:

A energia mecânica do sistema será dada por:

Emec  E potEL  Ecin

Como não há atritos, a energia mecânica será constante e a soma das duas energias
acima será constante, também.

49. Na posição de compressão máxima da mola, a energia cinética é máxima e a energia


potencial elástica, nula.

Resposta: item incorreto.

Comentário:

Na posição de compressão máxima o corpo para de oscilar e a energia mecânica total


será representada apenas por uma energia potencial elástica, a energia cinética será nula,
pois o corpo para, e nesse momento ele não possuirá energia cinética.

50. Se o bloco, após comprimir totalmente a mola, for liberado, a energia cinética
associada a ele será inferior a energia potencial elástica armazenada na mola enquanto
ela estava totalmente comprimida.

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Resposta: item incorreto.

Comentário:

Haverá conservação da energia, de modo que a energia potencial elástica será idêntica à
energia cinética, por conta da troca justa que haverá entre os dois tipos de energia
mecânica.

51. Na posição de alongamento máximo da mola, a energia cinética é máxima e a energia


potencial elástica, nula.

Resposta: item incorreto.

Comentário:

Na posição de elongação máxima, teremos energia potencial máxima e energia cinética


nula, ou seja, mínima.

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9. GABARITO

01.E 02.E 03.E 04.CEECC

05.CCE 06.E 07.C 08.EECEE

09.B 10.E 11.ECE 12.C

13.C 14.EEC 15.ECE 16.ECEC

17.CCECC 18.B 19.D 20.CCEE

21.CEE 22.ECCE 23.A 24.C

25.C 26.EECE 27.EEC 28.CECE

29.E 30.B 31.E 32.CCC

33. CECC 34. CC 35.E 36.E

37.E 38.E 39.C 40.C

41.E 42.E 43.C 44.C

45.E 46.E 47.E 48.C

49.E 50.E 51.E

10. FÓRMULAS UTILIZADAS NA AULA

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 | F | .| d | .cos   | F | .| d |    | F | .| d |
k.x2
 peso  m.g.H  Fel 
2
 total
 Fat   .m.g. | d |  TOTAL  EC Potmédia  ttotal
 total
Potinst .  lim
t  0 ttotal Potinst . | F | . | V | .cos  Potinst . | F | . | V |
PotÚTIL
 PotTOTAL  PotÚTIL  PotDISSIPADA
PotTOTAL
PotÚTIL . 2
mV
%  .100% EC  EPotGrav  m.g.H
PotTOTAL 2
K.x2
EPotElástica  EPotencial  ECinética  cons tan te
2
EMECÂNICAinicial  EMECÂNICA final  Edissipada

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