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Congestionamento (1)

Congestionamento
Camada de Rede – Controle de Excesso de pacotes em uma parte da sub-rede

Congestionamento I Comportamento da rede sob tráfego normalmente seria entregar


mais pacotes
I No entanto, a partir de um certo ponto roteadores sobrecarregam
I Começam a perder pacotes (falta memória)
Maurı́cio L. Pilla I Desempenho cai
I Memória infinita piora
I Pacotes seriam repetidos por causa do timeout

Redes de Computadores

2007

Congestionamento (2) Como Controlar


Figura:Congestionamento
Comportamento com tráfego(1)
em excesso [1]

Controle de Congestionamento x Controle de Fluxo


I Controle de Congestionamento I Teoria de Controle
I Garantia de que a sub-rede vai conseguir lidar com todos os pacotes I Loops abertos (tentar evitar, por projeto)
I Vários hosts podem gerar muito tráfego ao mesmo tempo I Loops fechados (loop de feedback)
I Controle de Fluxo I Loops abertos não se adaptam às condições dinâmicas da rede
I Baseia-se apenas no controle de tráfego ponto-a-ponto I Loops fechados
I Se um receptor pode receber o tráfego gerado pelo transmissor 1. Monitorar o sistema para detectar onde e quando ocorre
I
congestionamento
2. Enviar informação para responsáveis por providências
3. Ajustar a operação do sistema
O que causa congestionamento
I Métricas para detectar congestionamentos
I Vários pacotes chegando por diferentes linhas e necessitando da I Percentagem de pacotes descartados por buffers lotados
mesma linha de saı́da I Média do comprimento das filas
I Pacotes que atingem o tempo máximo de vida
I Processadores lentos nos roteadores I Retardo médio e desvio–padrão
I Linhas com baixa largura de banda
I Incompatibilidade entre partes do sistema
Como Controlar Congestionamento (2) Controle de Cong. em Sub-Redes de Circuitos Virtuais
Controle de Admissão
I Técnicas para detectar congestionamentos
I Após detecção de congestionamento, não permite novos circuitos
virtuais
I Bit nos pacotes para que os roteadores sinalizem congestionamento
I Pacotes de sondagem para perguntar sobre o estado da sub-rede I Grosseiro, porém simples de implementar
I Reação dos roteadores
I Se muito rápida, sistema oscilará muito
I Variações
I Se muito lenta, não vai se adaptar às situações de congestionamento
I Permite novos circuitos, mas rotear sem usar linhas com
em tempo hábil congestionamento
I Cálculo complexo da velocidade de reação
I Acordo entre host e sub-rede sobre caracterı́sticas do tráfego
(reserva)
I Reduzir a carga ou aumentar os recursos? I Tendência a desperdiçar recursos
I A curto prazo, reduzir a carga é mais viável
I Diminuir qualidade do serviço
I Negar serviço a alguns usuários
I Pedir programação do uso dos recursos dos usuários
I Vários algoritmos foram desenvolvidos

Controle de Cong. em Sub-Redes de Datagramas (1) Controle


Figura:de
(a) Cong. em Sub-Redes
sub-rede congestionada de Datagramas
(b) eliminando (2)[1]
o congestionamento

Pacotes Reguladores
I Bit de advertência I Menos sutil, emprega um pacote explı́cito indicando
I Pacotes reguladores congestionamento
I Pacotes reguladores hop a hop I Host de origem deve diminuir seu tráfego ao recebê-lo
I Ignora novos pacotes do mesmo destino por um tempo
Bit de Advertência I Evitar excesso de feedback
I Não funciona bem com longas distâncias ou grande largura de banda
I Bit no cabeçalho do pacote
I Quando pacote chega ao destino, próxima confirmação vinha com I Demora para avisar origem
bit copiado
I Em seguida, origem interrompia tráfego Pacotes Reguladores Hop-a-Hop
I Enquanto no estado de advertência, roteador liga o bit
I Origem verifica bits de confirmações e ajusta seu tráfego I Similar ao anterior
I Usado na DECNET I Porém, afeta cada hop por onde passar
I Alı́vio rápido no ponto de congestionamento
I Consome mais buffers no fluxo ascendente (upstream)
I Evita perda de pacotes
Escoamento de Carga Controle de Flutuação

I Quando as alternativas anteriores não adiantam


I Roteadores inundados descartam pacotes
I Seleção dos pacotes a serem descartados pode ser aleatória ou I Algumas aplicações são sensı́veis a flutuações no tempo de trânsito
inteligente I Notadamente Multimı́dia
I Em casos de arquivos sendo transferidos, melhor descartar pacotes I A flutuação pode ser regulada hop a hop
mais novos I Cada hop verifica se o pacote está adiantado ou atrasado e escolhe o
I Em casos de multimı́dia, melhor descartar pacotes antigos próximo pacote a ser enviado
I Polı́ticas do vinho e do leite I Também pode ser resolvido no receptor em alguns casos
I Bufferização de vı́deo
I Polı́ticas inteligentes necessitam de ajuda da camada superior
I Pacotes marcados por classes de prioridade
I Necessário ter algum estı́mulo para evitar que todos pacotes sejam
marcados de alta prioridade

Qualidade de Serviço Técnicas para QoS

I Diferentes aplicações tem diferentes requisitos


I Confiabilidade
I Retardo
I Flutuação
I Largura de banda I Superdimensionamento
I Exemplos I Armazenamento em buffers
I E-mail: confiabilidade deve ser alta, porém demais parâmetros não I Modelagem de Tráfego (acordo de nı́vel de serviço)
são exigidos I Reserva de recursos
I Telefonia: confiabilidade e largura de banda podem ser baixas, porém
retardo e flutuação são crı́ticos I Algoritmo de Balde Furado
I ATM classifica aplicações em
1. Taxa de bit constante (telefonia)
2. Taxa de bits variável em tempo real (videoconferência compactada)
3. Taxa de bits variável em tempo não-real (transmissão de filme)
4. Taxa de bits disponı́vel (transf. de arquivos)
Algoritmo do Balde Furado Referências

Tanenbaum, A. S.
Redes de Computadores
Ed. Campus, 2004

Figura: O algoritmo de balde furado [1]

I Fluxo constante de saı́da


I Algoritmo do balde de sı́mbolos permite rajadas do tamanho do
balde