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Hidroterapia para Atletas 

 
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Hidroterapia ou Fisioterapia Aquática é uma atividade terapêutica que
consiste em utilizar os recursos de uma piscina preparada especificamente
para este fim com medidas, profundidade, temperatura, ambiente externo e
um profissional especializado na atividade, um fisioterapeuta.

O fisioterapeuta é o profissional que está devidamente autorizada por lei a


utilizar os princípios físicos da água com o intuito de reabilitação física em
pacientes com distúrbios diversos.

Utilizar piscinas de água quente com finalidade de reabilitação vem de muito


tempo atrás na história. Acredita-se que os Egípcios usaram os banhos com
finalidade terapêutica na história ao redor de 2000 AC. O banho mineral ou
spa existe a muito tempo em Merano, Itália. Onde existem as evidências do
uso organizado das fontes desde 5000 anos atrás.

Antigos gregos chamavam este tipo de atividade de hidroterapia e têm sido


extensivamente usada para tratar diversos tipos de pessoas com distúrbios
físicos.

A hidroterapia pode ser ser reconhecida como, fisioterapia aquática,


hidrocinesioterapia, piscina terapêutica, aquaterapia, terapia física aquática
entre outras denominações.
A hidroterapia foi desenvolvendo-se até a atualidade e hoje apresenta um
nível técnico de desenvolvimento comparado a grandes técnicas de cura e
reabilitação. Hoje a hidroterapia é voltada quase exclusivamente a piscina
terapêutica sendo o sinônimo da modalidade.

A cada dia o reconhecimento da Hidroterapia é maior por parte da classe


médica e a conduta de prescrever sessões com intuito de reabilitação cresce
paralelamente ao reconhecimento dos pacientes que, realatam um
reestabelecimento de sua condição física de forma mais acelerada, em
alguns casos.

A forma mais comum de hidroterapia é o atendiemtno individual objetivando


que, os princípios físicos da água, juntamente com movimentos específicos,
alcancem um alto índice de sucesso no tratamento.
Nesta forma de terapia, a água ajuda os pacientes a realizarem seus
exercícios mais facilmente do que em terra. Isso ocorre porque, o peso do
paciente fica reduzido quando submerso em água. Pessoas com problemas
como dores nas articulações são capazes de melhor executar os exercícios
na água por causa da redução do peso, eles podem mover seus membros
sem dor e com menor esforço. Os pacientes que estão acima do peso,
aqueles que sofrem de dor crônica e aquelas com problemas ortopédicos irão
beneficiar-se com a reabilitação aquática.

A resistência natural da água auxilia no exercício promovendo uma


reabilitação prazerosa e sem dor. Quando os exercícios são realizados na
água, as pessoas com fraturas fortalecem rapidamente sua musculatura,
enquanto que pacientes com artrite movem seus membros com mais
facilidade. Também não há necessidade de se preocupar com a pressão
sobre as áreas afetadas. Os exercícios, quando realizado sob a água não
apenas ajudam no tratamento mas também ajudam os pacientes a recuperar
muito mais rápido.

Os fisioterapeutas que optam pela reabilitação na água conhecem os


imensos benefícios que esta conduta proporciona. Eles usam diferentes
exercícios juntamente com equipamentos diversos no tratamento. O
equipamento utilizado assemelha-se aos flutuadores que são vistos em
piscinas normalmente com algumas adaptações.

Para ajudar os pacientes a equilibrar-se, a massa de água é utilizada


enquanto que para o fortalecimento da musculatura usa-se a resistência da
água. Para aqueles com problemas nos pé esta é uma excelente forma de
terapia, pois permite caminhar com facilidade. Os pesos também podem ser
usados como ajuda na manutenção do equilíbrio.

Pacientes se beneficiam enormemente com a reabilitação na água. As


pessoas com artrite se beneficiam consideravelmente tendo uma recuperação
mais rápida. É aconselhável que um médico seja consultado antes de iniciar.
Um dos fatores determinantes para o crescimento e elevação do nível
técnico, foi a redução dos custos de construção de piscinas e a busca pelos
fisioterapeutas de eficiência e eficácia no atendimento de seus pacientes.

A Fisioterapia Aquática pode ser usada em casos:

– Ortopédica;
– Neurológica;
– Reumatológica;
– Pediátrica;
– Respiratória;
– Psicológica.

Benefícios:

– Promove o relaxamento muscular;


– Diminui espasmos musculares;
– Aumenta o limiar de excitação nervosa, diminuindo a dor;
– Facilita o movimento articular melhorando a ADM;
– Aumenta a circulação periférica;
– Redução de edema;
– Fortalecimento muscular;
– Melhora a musculatura respiratória;
– Reduz a atuação da forca gravitacional;
– Melhora a autoconfiança do paciente {efeito psicológico};
– Facilita a marcha;
– Melhora dos distúrbios do sono;
– Melhora a ansiedade e o stress;
– Permite realizar a cinésio precocemente em pos-cirúrgicos;
– Permite realizar a cinésio em comprometimentos musculares com
graduação de força.

Hidroterapia para Atletas

A seleção de técnicas apropriadas de recuperação vai depender de vários


fatores. Primeiro, o atleta e o treinador terão que reconhecer o que foi exigido
no treinamento, a fim de recuperar qualquer fadiga residual a partir disso. A
pergunta que devemos fazer é: qual fadiga precisamos restabelecer?
Metabólica, em que o nosso combustível precisa se reabastecer? Fadiga
neural de exercícios explosivos poderosos e treinamento de habilidades? Ou
se trata de cansaço psicológico?

Reverter fadiga metabólica pode ser alcançado por meio da restauração de


fluidos e estoques de combustível, aumentando o aporte para os músculos
cansados (termoterapias ou atividades aeróbicas leves). Fadiga neural pode
ser reduzida pelo uso de termoterapia ou técnicas de massagem em conjunto
com outras técnicas de relaxamento. Fadiga psicológica pode ser tratada por
meio do relaxamento mental e físico ou ainda escolhendo uma atividade
divertida, afinal, recuperação emocional também é necessária.
A utilização de técnicas de recuperação depende da sua disponibilidade e do
custo e tempo envolvidos na sua utilização. Essas técnicas, às vezes
autoadministradas, podem ser facilmente utilizadas e acessíveis a qualquer
atleta.

Dentre essas técnicas, a termoterapia ou hidroterapia tem ganhado destaque


entre os atletas por ser fácil de ser aplicada e de baixo custo

Como realizar a hidroterapia no seu dia a dia

Chuveiros, banheiras e saunas (banhos secos) proporcionam ambientes


ideais para se esticar e fazer automassagem. Basta seguir as seguintes
diretrizes:

1)​ Contraste com gelo e água quente ou sauna e piscina fria, alternando
quente (39 ºC a 40 ºC) e fria (10ºC – 12ºC): ficar entre 3 e 4 minutos no
quente, então ficar 30-60 segundos no frio, repetindo o processo 3 vezes.

2)​ Chuveiros: podem ser usados a qualquer hora, 30 segundos quente, em


seguida, 30 segundos fria, repetindo 3-4 vezes.

3)​ Sempre leve uma garrafa de água ou bebida esportiva para não desidratar.

Contrastando chuveiros quentes e frios, ou usando uma sauna quente com


uma piscina fria ou chuveiro, há um aumento do fluxo sanguíneo para os
músculos, acelerando a remoção do ácido lático.

Esse efeito funciona como um “bombeamento”, em que o frio gera uma


vasoconstrição e o calor uma vasodilatação. A eliminação de lactato
utilizando este protocolo ocorre a uma taxa comparável com a eliminação de
ácido láctico através de atividades aeróbicas leves.

O contraste também pode gerar a estimulação neural, já que o sistema


nervoso central tem que receber e reconhecer dois tipos diferentes de
informações: quentes e frios. Essa rápida mudança do quente para o frio
estimula o atleta e ajuda a aumentar a excitação, como se fosse “tomar um
susto”. A pressão dos jato do chuveiro também aumenta o relaxamento
muscular, estimulando as contrações leves dos músculos. Os efeitos da dor
muscular tardia também são minimizados desta forma.

Atletas precisam ser lembrados de que beber água antes, durante e após os
tratamentos de hidroterapia, já que a transpiração tende a passar
despercebido em ambientes úmidos.

Também é importante que o tempo na sauna, chuveiro ou banheira seja


restrito. Os tempos de tratamento são limitados a dois minutos de
aquecimento no chuveiro ou quatro minutos na sauna. Isso deve ser seguido
30 segundos em uma ducha fria ou em uma piscina fria, alternando do quente
para o frio, três a quatro vezes.

Há uma tendência de os atletas demorarem mais num ambiente morno e isso


pode atrapalhar os benefícios do tratamento. Em casos extremos, o excesso
de tempo no ambiente quente pode ser bastante prejudicial, já que pode levar
à desidratação e fadiga neural. Quando usada corretamente, a hidroterapia
deve deixar o atleta sentindo-se relaxado, mais alerta mentalmente, não
sonolento e apático.
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