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PROGAMA DE MESTRADO EM DIREITO

ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO


UNIVERSIDADE DO MINDELO EM CABO VERDE

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1. FUNDAMENTAÇÃO

O Programa de “Mestrado em Direito” da Universidade do Mindelo, procura corresponder às necessidades


da sociedade atual em matéria da formação Pós Graduada em Título de Mestre, que satisfaça as aspirações
dos interessados, em prosseguir com ascenção em sua jornada, e uma carreira académica aos que pretendem
atuar, porém sobretudo obter conhecimento.

2. OBJECTIVO

Este Programa de Mestrado, visa proporcionar uma imersão aos respecspetivos conhecimentos de sua área,
habilitando a desenvolver projetos individuais de investigação científica, e também a exercer nas diversas
áreas de atuação.

3. PERFIL DE ENTRADA E CONDIÇÕES DE ACESSO

Serão admitidos à matrícula no curso de “Mestrado em Direito”, os cidadãos nacionais ou estrangeiros que
reúnam as condições constantes na Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 54/VII/2010, publicada no
Boletim Oficial n.º 17, I Série, de 07/05/10) e com base no Decreto-Lei nº 17/2007 que aprova o Estatuto do
Ensino Superior Particular e Cooperativo.

Critérios de seleção:

- Classificação final do curso de graduação;


- Mérito da informação curricular e científica;
- Entrevista.

Para os casos não previstos, a admissão será da responsabilidade do Conselho Científico da Universidade do
Mindelo.

4. PERFIL DE SAÍDA

No final da formação, os futuros mestres terão um nível superior de preparação jurídica e, ainda, estarão
capacitados para a prática autónoma de investigação jurídica.

5. CARREIRAS PROFISSIONAIS

Advocacia. Assessoria. Consultoria. Magistratura. Cartório. Conservador. Diplomacia. Política. Docência.


Pesquisa.

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PROGRAMA DE MESTRE EM DIREITO
ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO

O projeto engloba quatro etapas distintas, encadeadas e de pré-requisoto:

1. Na primeira parte, será realizada uma “Pós-Graduação Lato Sensu”, para construção inicial do Projeto
de Dissertação, constituída por um conjunto de encontro presenciais, a ser realizados de acordo com o
calendário acadêmico do seu programa. Cada um dos encontros terá a carga horária total de até 60
horas, que incluem horas aula e orientação de trabalhos;
2. Após “Conclusão e Aprovação” na primeira etapa, o aluno será inserido no Programa de Mestrado
Internacional, onde será Creditado todo o seu projeto da “Pós-Graduação Lato Sensu” conducente ao
mestrado. Será nomeado um orientador, que será o tutor na orientação para desenvolvimento da
Dissertação. Qual deverá concluir no prazo de 12 (Doze) meses, no qual poderá ser solicitado mais 06
(seis) meses de prorrogação;
3. Ao final deste processo, será agendado a defesa da “Dissertação de Mestrado”, único momento que se
faz necessário locomoção do aluno. Ele será informado sobre data e local antecipadamente, para se
apresentar na Instituição Internacional, onde receberá todas e instruções do IUEA.
Obtido o grau de Mestre, seu diploma deverá ser encaminhado ao Apostilamento de Haia, no país de origem da
Instituição, onde será selado, ficando, assim, de acordo, com as normas e leis em vigor, para produzir condições e
efeitos legais para sua validação no Brasil.
4. Concluído o programa acadêmico com êxito, o IUEA, irá orientar todo o processo de validação do
Diploma nas Universidades Brasileiras.

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Projeto de Cronograma de Atividades do Programa de Mestrado Internacional

Primeiro Semestre
1º Mês 2º Mês 3º Mês 4º Mês 5º Mês 6º Mês

Seminário Seminário Seminário Seminário Seminário Práticas de


Pesquisa

Segunto Semestre
7º Mês 8º Mês 9º Mês 10º Mês 11º Mês 12º Mês

Seminário Seminário Seminário Práticas de Práticas de Pesquisa Práticas de


Pesquisa Pesquisa

Etapa Final
13º Mês 14º Mês

Práticas de Pesquisa Práticas de Pesquisa

Projeto de Cronograma de Pesquisa e Elaboração da Dissertação

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º


Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês Mês
Investigação
Orientada
Dissertações

NORMAS PEDAGÓGICAS E DE AVALIAÇÃO

O Curso de Pós Graduação Lato SenSo, a realizar no Brasil, será aplicado as normas, relativas aos cursos de
Lato sensu praticados da Instituição.
Relativo ao Programa de Mestrado Internacional, serão realizados nomeadamente seminários e elaboração da
dissertação, regras de sua elaboração, organização de bancas e defesa das mesmas, e a classificação dos alunos,
serão aplicadas as normas em vigor no Sistema de Ensino da Instituição.

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO CURSO

Estrutura Curricular

Além dos conteúdos curriculares apontados a seguir, o currículo do curso adota uma série de atividades
desenvolvidas pelos alunos, igualmente importantes para a sua formação, tais como projetos de investigação
científica, monitorias, produção técnico-científica, atividades de extensão e participação em eventos técnico-
científicos, etc. Assim, a metodologia a ser utilizada para o funcionamento do curso, assentará em:

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Aulas Teóricas: Exposição da matéria. Apresentação dos tópicos, brainstorming, apresentação e
explicação dos conceitos teóricos.

Aulas Teórico-práticas: Resolução de exercícios de consolidação da matéria teórica. Apoio às aulas


teóricas e aos trabalhos práticos em curso.

Aulas Práticas: Realização de casos e exercícios práticos e acompanhamento de trabalhos práticos,


Orientação e sustentação a dúvidas.

Trabalhos Práticos: Realização de trabalhos de aplicação dos conhecimentos adquiridos (nas aulas e
através de investigação/pesquisa).

Seminários/Palestras/Colóquios: Transmitir aos mestrandos conhecimentos teóricos e fundamentos


necessários para uma melhor compreensão de determinadas matérias e aspetos do curso, bem como
para uma melhor preparação de trabalhos práticos e científicos que serão solicitados ao longo da sua
vida profissional e/ou académica.

Justificação da Organização Curricular

Visa-se através da referida estrutura curricular instituir um curso de mestrado pluridisciplinar, que dê resposta
às necessidades de formação pós-graduada a este nível de juristas que pretendam especializar-se em diferentes
áreas.
Propõe uma organização curricular pluridisciplinar, que oferece a máxima abertura aos diferentes interesses
dos alunos inscritos.

Obtenção do Grau de Mestre

Para que seja atribuível o grau de Mestre, o estudante deverá ter obtido aproveitamento em todas as disciplinas
do plano curricular e ter apresentado e defendido com sucesso, perante um júri, uma dissertação na sede da
instituição.

Regime de Avaliação

Salvo no que respeita a Métodos do Trabalho Científico, que obedece a regras de funcionamento diferentes,
todas as unidades curriculares são organizadas de modo a integrarem um primeiro semestre de exposição
temática pelo regente e um segundo semestre predominantemente dedicado à avaliação dos alunos, mediante
exposições orais destes sobre temas previamente definidos, sujeitas a debate (regime de seminário).

A aprovação na parte escolar pressupõe a frequência e aprovação do aluno em 4 (quatro) unidades curriculares.
Os alunos que concluírem a parte escolar do curso, serão admitidos à preparação de uma dissertação que será
avaliada em provas públicas a realizar perante um júri constituído por docentes cabo-verdianos e portugueses.

Plano de Estudos

O Plano de Estudo está distribuído por dois períodos letivos e por mais dois períodos para a orientação e
elaboração da dissertação final.

A parte acadêmica compreende as seguintes unidades curriculares:

a) Unidades curriculares do tronco comum;


b) Unidades curriculares de uma área de concentração a ser escolhido pelo aluno;

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Salvo no que respeita à Metodologia da Pesquisa que obedece a regras de funcionamento diferentes, todas as
unidades curriculares serão organizadas de modo a integrar um primeiro semestre de exposição temática pelo
regente e um segundo semestre predominantemente dedicado à avaliação dos mestrandos, mediante
exposições orais destes sobre temas previamente definidos, sujeitas a debate (regime seminário).

Cada período letivo compreende cada unidade curricular, um período letivo presencial de 20 horas acrescidas
do tempo indispensável para o atendimento aos mestrandos.

RECONHECIMENTO

O enquadramento legal da organização deste curso está perfeitamente acautelado, em todo processo
regulamentatório preliminar, seu programa está adequado a respeito da soberania de ambos os países, baseado
nas Leis do MEC do Brasil, no artigo 48 da LDB e na legislação do Ensino Superior de Cabo Verde.
Os Seminários preparatórios de Acesso ao Mestrado (Pós Graduação Lao Sensu) são equivalentes a um
“Curso de Especialização Conducente” ou um “MBA de Acesso ao Mestrado”, e que no caso vertente serão
realizados no Brasil, e a defesa da Dissertação do Mestrado será feito na cidade do Mindelo, Cabo Verde em
período a definir.
Desta Forma ao concluir o processo de Mestrado Internacional, o aluno se encontra com o título de mestre a
ser apostilado no processo de HAIA e após validado no Brasil, em qualquer universidade que tenha está
modalidade, pública ou privada. As universidades públicas, tem está pratica e obrigatóriedade, condizente
com as leis e obrigações do MEC, deferidos, e organizados para executar o processo e entregar desta chancela
ao aluno.

INVESTIMENTO

Taxa de Inscrição de R$ 150.00 reais - Análise e validação processual do aluno.

Matricula R$ 1.058.00 reais - Processo de Inserção no Programa.

Mensalidade R$ 1.058.00 reais - Referente ao valor integral do Programa de Mestrado, diluído em 36 parcelas
mensais, para condução do mesmo.

I. Estão engoblados no custo por aluno inerente à formação total do mesmo, a Primeira Etapa do Processo, Pós-
Graduação Lato Senso, isto é, os “Seminários Realizados no Brasil”, formação e entrega do seu primeiro
diploma, estando ele apto ao mesmo. Orientação para as atividades de formação e Defesa Individual da
Dissertação na Instituição Internacional Parceira de Origem.
II. Estão exclusos os custos de traslado, estacionamento, viagens, hospedagens e alimentação;
III. Excluindo também as taxas acadêmicas referentes à emissão de diplomas de Mestrado, taxas consulares e
taxas de Candidaturas;

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Áreas Científicas e Unidades de Crédito

O curso só possui uma área científica que é a do Direito, com três áreas de concentração:

A) Ciências Jurídicas (Direito Civil e Direito Comercial)


B) Ciências Jurídico-Políticas (Direito Constitucional e Direito Administrativo)
C) Ciências Jurídico-Económicas (Direito Económico e Direito Fiscal)

Os alunos inscritos numa menção poderão assistir às sessões dos seminários das restantes opções, mediante
autorização prévia do regente.

Cada mestrando realizará um plano de trabalho individual global correspondendo a 120 Créditos.

Disciplinas Carga
TRONCO COMUM horária
Metodologia Jurídica I 20 + 30
Metodologia Jurídica II 20 + 30
Metodologia da Pesquisa I 20 + 30
Metodologia da Pesquisa II 20 + 30
Sociologia Jurídica 20 + 30
Disciplina Área de Concentração* 20 + 30
Disciplina Área de Concentração* 20 + 30
Disciplina Área de Concentração* 20 + 30
Disciplina Área de Concentração* 20 + 30
Práticas de Pesquisa 50
TCC 60
Dissertação de Mestrado 530

*ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO

CIÊNCIAS JURÍDICO-
CIÊNCIAS JURÍDICAS CIÊNCIAS JURÍDICO-POLÍTICAS
ECONÔMICAS

Direito Civil I Direito Constitucional I Direito Económico I


Direito Civil II Direito Constitucional II Direito Económico II
Direito Comercial I Direito Administrativo I Direito Fiscal I
Direito Comercial II Direito Administrativo II Direito Fiscal II

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Memórias Descritivas das Unidades Curriculares

METODOLOGIA JURÍDICA

1. A evolução histórica e os problemas actuais da metodologia jurídica


2. O método jurisprudencial e o método escolástico
3. As etapas do método de criação jurídica (v.g. a topica; as regulae; as definitiones; as
rationis decidendi)
4. A interpretação jurídica
5. A aplicação do direito

Referencias Bibliográficas
Vera-Cruz Pinto, Eduardo, Curso de Direito Romano, I, Cascais, 2009.
Vera-Cruz Pinto, Eduardo, Curso Livre de Ética e Filosofia do Direito, Cascais, 2010.
Castanheira Neves, António, Metodologia Jurídica, Coimbra, 1993.
Bobbio, Norberto. Sul metodo. Il diritto nella società, Nápoles, 1995.
Bobbio, Norberto. Positivismo jurídico - lições de filosofia do direito, São Paulo, 1995.
Ecco, Umberto, Como se faz uma tese em ciências humanas, São Paulo, 2007.

DIREITO CIVIL I e II (RESPONSABILIDADE CIVIL)

1. A ilicitude por violação de direitos subjectivos.


2. A ilicitude por violação de normas de protecção.
3. Responsabilidade civil por abuso de direito.
4. Responsabilidade civil por ofensa ao crédito e ao bom nome.
5. Responsabilidade civil por conselhos, recomendações e informações.
6. Responsabilidade por omissões
7. Responsabilidade das pessoas obrigadas à vigilência de outrem.
8. Responsabilidade por ruína de edifícios e outras obras.
9. Responsabilidade por vigilância de coisas ou animais.
10. Responsabilidade por actividades perigosas.
11. A responsabilidade do comitente.
12. A responsabilidade do Estado e outras pessoas colectivas públicas.
13. A responsabilidade pelos animais.
14. A responsabilidade por acidentes causados por veículos.
15. Responsabilidade do produtor.
16. Os critérios de apreciação da culpa.
17. O cálculo do dano.
18. O dano futuro.
19. O dano da privação do uso.
20. O dano moral.
21. O dano biológico.
22. O dano da morte.
23. O dano da vida.
24. Os processos causais virtuais.
25. A indemnização na responsabilidade pré-contratual.
26. A indemnização em caso de resolução do contrato.
27. As cláusulas de fixação de responsabilidade e a cláusula penal.
28. O concurso de responsabilidades.
29. A responsabilidade do devedor por actos dos seus auxiliares e representantes.
30. A responsabilidade do médico.

Referencias Bibliográficas
LEITÃO, LUÍS MENEZES, Direito das Obrigações, I, 9ª ed., Coimbra, Almedina, 2009
DIAS, JOÃO ÁLVARO, Dano corporal, Coimbra, Almedina, 2001,
FRADA, MANUELA CARNEIRO DA, Responsabilidade Civil. O Método do Caso, Coimabra, Alm edina, 2007
JORGE, FERNANDO PESSOA, Ensaio sobre os pressupostos da responsabilidade civil, Lisboa, CEF, 1968, reimpressão,
Coimbra, Almedina, 1995
LEITÃO, ADELAIDE MENEZES, Normas de protecção e danos puramente patrimoniais, Coimbra, Almedina, 2009
MONTEIRO, ANTÓNIO PINTO, Cláusula Penal e Indemnização, Coimbra, Almedina, 1990
MONTEIRO, JORGE SINDE, Responsabilidade por conselhos, recomendações e informações, Coimbra, Almedina, 1989,

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SILVA, JOÃO CALVÃO DA SILVA, Responsabilidade civil do produtor, Coimbra, Almedina, 1990
VICENTE, DÁRIO MOURA, Da Responsabilidade Pré-Contratual em Direito Internacional Privado, Coimbra, Almedina, 2001
(caps. I a III).

DIREITO CONSTITUCIONAL I e II

O curso incide sobre os princípios estruturantes das Constituições contemporâneas que se inserem na tradição ocidental: princípio
da dignidade humana, princípio do Estado de Direito e princípio democrático.

Trata-se, em primeiro lugar, de analisar a respectiva estrutura em sede analítica, distinguindo-se a este nível parâmetros e normas.
Trata-se, depois, de interrogar o conteúdo normativo fundamental dos mesmos princípios. Por fim, enunciam-se os corolários
normativos, bem como os institutos jurídicos em que esses princípios se projectam.

Referencias Bibliográficas
JOSÉ DE MELO ALEXANDRINO, Elementos de Direito Público Lusófono, Coimbra Editora.
MARIA LÚCIA AMARAL, A Forma da República, Coimbra Editora.
MIGUEL NOGUEIRA DE BRITO, A Constituição Constituinte – Ensaio sobre o Poder de Revisão Constitucional, Coimbra
Editora.
JOSÉ JOAQUIM GOMES CANOTILHO, Direito Constitucional e Teoria da Constituição, 7.ª edição, Almedina.
LUÍS PEDRO PEREIRA COUTINHO, A Autoridade Moral da Constituição – Da Fundamentação da Validade do Direito
Constitucional, Coimbra Editora.
CARLOS BLANCO E MORAIS, Justiça Constitucional, I, Coimbra Editora.
JORGE MIRANDA, Manual de Direito Constitucional, I, II e III, Coimbra Editora.
JORGE REIS NOVAIS, Os Princípios Constitucionais Estruturantes da República Portuguesa, Coimbra Editora.
PAULO OTERO, Direito Constitucional Português, Almedina, I e II.
CARL SCHMITT, Constitutional Theory, tradução, Duke University Press (tradução de Jeffrey Seitzer; existe também tradução
espanhola).
RUDOLF SMEND, Constitución y Derecho Constitucional, Centro de Estudios Constitucionales (tradução por José M.ª Beneyto
Perez).
MARCELO REBELO DE SOUSA, Direito Constitucional – I – Introdução à Teoria da Constituição, Livraria Cruz.

DIREITO ECONÓMICO I e II

I — INTRODUÇÃO AO DIREITO ECONÓMICO


1. O Direito Económico e o regime da actividade económica.
2. Evolução do Direito Económico (referência sumária).
3. Âmbito e funções do Direito Económico.
4. O Direito Económico e outros ramos do Direito.
5. Fontes do Direito Económico.
6. Especificidades do Direito Económico. A «juridicização» de noções e avaliações
económicas.
7. Internacionalização do Direito Económico. Em especial, o Direito Económico e o
processo de integração europeia.
II — A CONSTITUIÇÃO ECONÓMICA: NOÇÃO E IMPLICAÇÕES
1. Noção / noções de «Constituição Económica».
2. A «Constituição Económica» nos diversos ordenamentos jurídicos. Em especial,
as «Constituições Económicas» de Portugal e da Comunidade / União
Europeia.
3. Constituições (mais ou menos) liberais, intervencionistas e dirigistas.
4. As novas «Constituições Económicas».
5. Implicações das «Constituições Económicas».
III — INICIATIVA ECONÓMICA E ESTRUTURA DE PROPRIEDADE DOS MEIOSDE PRODUÇÃO
1. Iniciativa económica e estrutura de propriedade dos meios de produção.
2. O sector privado de produção. Caracterização. A vedação (ou não) de sectores à
iniciativa económica privada.
3. O sector público de produção. Caracterização.
4. As empresas públicas e as empresas participadas.
5. Sector público do Estado, sector(es) público(s) regional e / ou local.
6. Processos de nacionalizações e de privatizações. Direito de indemnização.
7. O sector social e cooperativo de produção.
IV — ALTERAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE INTERVENÇÃO PÚBLICA NA
ECONOMIA: DO PLANO À CONCERTAÇÃO E AO CONTRATUALISMO
1. Alteração das formas de intervenção pública na economia. A «pulverização» de

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fronteiras entre o Direito Público e o Direito Privado.
2. O plano económico. O planeamento técnico e a programação. Execução do plano.
3. A concertação económica e social.
4. A contratação pública e o contratualismo económico.
5. As parcerias público-privadas.
V — GRANDES DOMÍNIOS DO DIREITO ECONÓMICO: DIREITO DA
CONCORRÊNCIA E REGULAÇÃO ECONÓMICA (remissão)
1. Direito da Concorrência e economia de mercado. Regime da concorrência
aplicável às empresas e regime aplicável aos Estados (uma síntese). Remissão.
2. Direito da Regulação Económica. Principais domínios de regulação económica.
Remissão
VI — DIREITO INTERNACIONAL ECONÓMICO (remissão)
1. Direito Internacional Económico. Objecto e relevância. Remissão.

Referencias Bibliográficas
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Washington(<http://econ.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/EXTDEC/EXTRESEARCH/EXTWDRS/EXTWDR2009/0,,cont
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CHÉROT, J.-Y. (2007), Droit Public Économique, Economica, 2.ª ed., Paris.
Commission on Growth and Development (2010), Post-Crisis Growth in Developing Countries. A Special Report on the
Implications of the 2008 Financial Crisis, Banco Mundial, Washington
<http://www.growthcommission.org/storage/cgdev/documents/specialreport/specialreportfullversion.pdf>.
— (2008), The Growth Report. Strategies for Sustained Growth and Inclusive Development, Banco Mundial,
Washington <http://cgd.s3.amazonaws.com/GrowthReportComplete.pdf>.
Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (CNUCD / UNCTAD) (ed.) (2008),
Development and Globalization: Facts and Figures - 2008, N. Iorque / Genebra, 2008.
FERREIRA, EDUARDO PAZ (2001), Lições de Direito da Economia, Associação A. da Faculdade de Direito de Lisboa,
Lisboa.
— (org.) (2000), Estudos sobre o Novo Regime Jurídico do Sector Empresarial do Estado, Almedina, Coimbra.
FERREIRA, E. PAZ / MORAIS, LUÍS / FERREIRA, M. VELOSA (orgs.) (2008), Legislação de Direito Económico e de
Direito da Empresa, Almedina, Coimbra.
FRANCO, ANTÓNIO SOUSA (1983), Noções de Direito da Economia, I, A. A. F. D. L., Lisboa.
FRANCO, A. SOUSA / MARTINS, G. OLIVEIRA (1993), A Constituição Económica. Ensaio Interpretativo, Almedina,Coimbra.
LEYSSAC, C. L. / PARLEANI, G. (2002), Droit du Marché, Presses Universitaires de France, Paris.
Linotte, D. / Romi, R. (2006), Droit Public Économique, 6.ª ed., Litec, Paris.
Ministério das Finanças de Portugal (ed.) (1995), Privatizações em Portugal. Uma Reforma Estrutural, Lisboa.
— (1998), Livro Branco do Sector Empresarial do Estado, Lisboa.
— (1999), Privatizações e Regulação. A Experiência Portuguesa, Lisboa.
MONCADA, L. CABRAL (2007), Direito Económico, 5.ª ed., Coimbra Editora, Coimbra.
MORAIS, LUÍS SILVA (1995), Privatizações de Empresas Públicas. Seu Controlo e Supervisão. Estudo de Direito
Comparado e de Direito Português, Tribunal de Contas, Lisboa.
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— (org.) (2008), Direito da Economia / Direito Internacional Económico, A. A. F. D. L., Lisboa.
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MOEIRA, VITAL (org.) (2004), Estudos de Regulação Pública, I, Coimbra Editora, Coimbra.
OTERO, PAULO (1998), Vinculação e Liberdade de Conformação Jurídica do Sector Empresarial do Estado, Coimbra
Ed., Coimbra.
SANTOS, A. CARLOS / GONÇALVES, M. EDUARDA / MARQUES, M. M. LEITÃO (2004), Direito Económico, 5.ª ed.,
Almedina, Coimbra.
VAZ, M. AFONSO (1998), Direito Económico. A Ordem Económica Portuguesa, 4.ª ed., Coimbra Ed., Coimbra.
ALGUNS SÍTIOS INTERNET:
— Organização Mundial do Comércio (OMC):
http://www.wto.org/
— Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE):
http://www.oecd.org/home/0,3305,en_2649_201185_1_1_1_1_1,00.html
— Portal Europa da União Europeia – Comissão Europeia:
http://www.oecd.org/home/0,3305,en_2649_201185_1_1_1_1_1,00.html

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DIREITO COMERCIAL I e II

Tema: Os direitos dos sócios

Objeto do Curso: Análise do complexo de direitos do estado de sócio, v.g. o direito aos lucros, o direito à informação, o direito ao
voto, os direitos parassociais, o direito à lealdade, o direito ao respeito do estado de sócio, os direitos especiais.

Requisitos: além dos regulamentares, os interessados deverão ter domínio da língua portuguesa e de uma língua estrangeira (inglês,
francês ou alemão).

1.º Módulo
I. Exposição da Professora que leciona o 1.º módulo subordinada ao seguinte Programa (provisório)
1. Participação social. Direitos. Conceitos
2. Direitos sociais
2.1. Direitos de participação na administração da sociedade
2.2. Direitos de participar nos benefícios sociais
2.3. Outros direitos
3. Direitos especiais
3.1. Direitos especiais e vantagens especiais
3.2. Direitos especiais dos sócios nas sociedades por quotas
3.2.1. Direito a parte acrescida nos lucros de exercício
3.2.2. Direito a uma parte favorecida no saldo de liquidação
3.2.3. Direito de voto duplo
3.2.4. Direito de veto de alterações estatutárias
3.2.5. Direito à nomeação da gerência
3.2.6. Direito de ser designado liquidatário em caso de dissolução
3.3. Os direitos especiais nas sociedades anónimas – as “golden shares”.
4. Direito aos lucros
4.1. Direito aos lucros do exercício e aos lucros finais
4.2. Lucro de exercício e lucro distribuível
4.3. Direitos aos lucros de exercício e direito ao dividendo
4.4. Execução específica da deliberação que aprova as contas do exercício
4.5. Proibição de pacto leonino
4.6. Limite legal da distribuição de bens aos sócios e lucros e reservas não distribuíveis
4.7. Distribuição de lucros fictícios
4.8. Pagamento dos lucros e dos dividendos
4.9. Direito a um lucro acrescido e a um dividendo preferencial
4.10. Direito à quota de liquidação
5. Direito de voto
5.1. Direito de presença, de discussão e de deliberação em reunião de sócios
5.2. Regras gerais
5.3. Limitações estatutárias
5.4. Voto duplo e privilégio de voto
5.5. O princípio da unidade de voto nas sociedades anónimas
5.6. Impedimento em situações de conflito de interesses
6. Direito de informação
6.1. Enquadramento
6.2. Caracterização
6.3. Âmbito da informação
6.4. Elemento essencial: o relatório da gestão e o seu anexo; documentos de prestação de contas
6.5. Exercício do direito de informação
6.6. Recusa de informação e prestação de informações falsas, incompletas ou não elucidativas
6.7. Utilização indevida de informações
6.8. Inquérito judicial
6.9. O abuso de informação
7. Outros direitos
7.1. Direito de preferência na subscrição de capital em aumento por entradas em dinheiro
7.2. Direito de exoneração
7.3. Direitos “extra-corporativos” ou creditórios
II. Serão distribuídos, entre os mestrandos, temas que se prendem com o programa lecionado no 1.º módulo.
De entre os temas indicados pela Professora que leciona o 1.º módulo, cada aluno escolherá um, sem se repetirem temas. Admite-
se ainda que os alunos escolham um tema que não tenha sido indicado pela Professora, desde que seja considerado pertinente atento
o Programa lecionado.
2.º Módulo

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No 2.º módulo, as aulas serão divididas em períodos de tempo iguais, cabendo a cada aluno um destes períodos. Nesse período de
tempo, o aluno deverá expor oralmente o seu tema e este será objeto de debate com a Professora que leciona o 2.º módulo e com os
demais alunos do mestrado.
Cada aluno deve entregar à Professora, antes de iniciar a sua exposição, um sumário breve com a indicação das questões, bem como
a respetiva bibliografia, que serão objeto de apreciação.
A ordem cronológica da exposição dos temas será determinada pelas Professoras que lecionam este módulo, sendo o critério
orientador o da ordem das matérias que consta do Programa.
Findas as aulas de exposição e debate dos temas, cada aluno dispõe do prazo que for fixado pela coordenação do mestrado para
apresentar um relatório escrito sobre o tema apresentado. Caso a fixação deste prazo fique ao critério dos Professores de cada
unidade curricular, o prazo de entrega do relatório de Direito Comercial é de 30 de setembro de 2013. Este relatório não deve
ultrapassar o limite de 50 páginas.
A nota atribuída a cada aluno refletirá a sua prestação quer na exposição oral, quer no relatório escrito.

DIREITO ADMINISTRATIVO I e II

Tema do seminário: Procedimento Administrativo


Subtemas em debate:
1) Procedimento administrativo e simplificação
2) Legitimidade e competência no procedimento administrativo
3) Procedimentos de 1º e 2º grau, declarativos e executivos
4) Procedimentalização e desprocedimentalização
5) Procedimento e processo

Referencias Bibliográficas
AMADO GOMES, Carla,
Contributo para o estudo das operações materiais da Administração Pública e do seu controlo jurisdicional, Coimbra, 1999
Risco e modificação do acto autorizativo concretizador de deveres de protecção do ambiente, Coimbra, 2007
ARAÚJO, António de, O Código do Procedimento Administrativo e a participação dos administrados, in RMP, nº 53, 1993, pp. 11
ss
CAUPERS, João, A revisão do Código do Procedimento Administrativo, in CCL, INA, nº 15, 1996, pp. 5 segs
ESTEVES DE OLIVEIRA, Mário, Pedro Gonçalves e João Pacheco de Amorim, Código do Procedimento Administrativo
Comentado #, 2ª edição, Coimbra, 1997
FÁBRICA, Luís Sousa da, Procedimento administrativo, in DJAP, VI, Lisboa, 1994, pp. 502 segs
FREITAS DO AMARAL, Diogo,
Fases do procedimento decisório do 1º grau, in DJ, Vol. VI, 1992, pp.25 ss
Princípios gerais do Código do Procedimento Administrativo, in Seminário sobre o Código do Procedimento Administrativo,
Coimbra, 1993, pp. 33 segs
Os antecedentes e a elaboração do Código de Procedimento Administrativo, in CCL, INA, nº 9/10, Janeiro/Junho 1994, pp. 9 segs
Curso de Direito Administrativo, I, 3ª edição, Coimbra, 2006
Curso de Direito Administrativo, II, 2ª edição, Coimbra, 2011
FONSECA, Rui, O fundamento da autotutela executiva da Administração Pública. Contributo para a sua compreensão como
problema jurídico-político, Coimbra, 2012
LOUREIRO, João Carlos, O procedimento administrativo entre a eficiência e a garantia dos particulares, Coimbra, 1995
MACHETE, Pedro,
A audiência dos interessados no procedimento administrativo, Lisboa, 1995
Um procedimento indevido é igual a um procedimento inexistente?, Anotaçao ao Acórdão do STA de 11 de Novembro de 2003, in
CJA, nº 66, 2007, pp. 23 segs
MACHETE, Rui, Algumas notas sobre os interesses difusos, procedimento e processo, in Estudos em memória do Prof. Doutor
João Castro Mendes, Faculdade de Direito de Lisboa, Lisboa, 1995, pp. 651 segs
OTERO, Paulo, Procedimento administrativo, in DJAP, VI, Lisboa, 1994, pp. 490 segs
A execução do acto administrativo no Código do Procedimento Administrativo, in SJ, Tomo XLI, 1992, nºs 238/240, pp. 207 ss
As garantias impugnatórias dos particulares no Código do Procedimento Administrativo, in SJ, Tomo XLI, 1992, nºs 235/237, pp.
50 ss
Legalidade e Administração Pública. O sentido da vinculação administrativa à juridicidade, Coimbra, 2003
PEREIRA DA SILVA, Vasco, Em busca do acto administrativo perdido, Coimbra, 1996
PORTOCARRERO, Marta, Modelos de simplificação administrativa. A conferência procedimental e a concentração de
competências e procedimentos no Direito Administrativo, Porto, 2002
REBELO DE SOUSA, Marcelo (e A. Salgado Matos), Lições de Direito Administrativo, I, 2ª ed., Lisboa, 2006
SÉRVULO CORREIA, J. M., Legalidade e Autonomia contratual nos contratos administrativos, Coimbra, 1987
SOARES, Rogério, Direito Público e sociedade técnica, Coimbra, 1969
Direito Administrativo, Lições. Faculdade de Direito de Coimbra, Ano lectivo de 1977/78, Coimbra, 1978
Princípio da legalidade e Administração constitutiva, Coimbra, 1982
Actividade administrativa, in DJAP, I, 2ª edição, Lisboa, 1990, pp. 111 segs
Codificação do procedimento administrativo hoje, in DJ, Vol. VI, 1992, pp. 17 segs
11
A Administração Pública e o Procedimento Administrativo, in SJ, T. XLI, 1992, nºs 238/240, pp. 195 segs VV.AA.
O Código do Procedimento Administrativo, Seminário promovido pelo Secretariado para a Modernização Administrativa, Fundação
C. Gulbenkian - 18 e 19 de Março de 1992
Cadernos de Justiça Administrativa, nº 82, 2010: Repensar o Código do Procedimento Administrativo

DIREITO FISCAL I e II

Objetivos: Fomentar o conhecimento do sistema fiscal dos países da CPLP, em particular no que respeita à tributação sobre os
rendimentos, ao IVA e às questões de dupla tributação internacional. O trabalho a efetuar ao longo da unidade curricular de Direito
Fiscal visa não apenas o conhecimento dos regimes fiscais legalmente consagrados, mas também o seu enquadramento na teoria
geral do imposto e a análise crítica das soluções consagradas, num contexto de reforma fiscal.
Conteúdos:
1. Princípios constitucionais fiscais. As Constituições da República de Cabo Verde e da República Federativa do Brasil e o sistema
fiscal.
2. Código Geral Tributário - Linhas gerais
3. Tributação sobre os Rendimentos das Pessoas Singulares
4. Tributação sobre os Rendimentos das Pessoas Coletivas
5. IVA
6. Dupla Tributação Internacional. Enquadramento teórico. Convenções para Evitar a Dupla Tributação.

METODOLOGIA DA PESQUISA
Objetivos: O objetivo desta disciplina é preparar os Mestrandos para a investigação e elaboração de uma dissertação de mestrado
em Direito, desde a escolha do tema à pesquisa legislativa, doutrinal e jurisprudencial e à redação e apresentação do texto.

Conteúdos: Os conteúdos estão distribuídos pelos 2 semestres e compreendem:

PARTE GERAL
Introdução ao trabalho científico
A investigação científica e os seus objetivos
O que é uma dissertação de Mestrado
Métodos de Investigação
Pesquisa bibliográfica: principais Bibliotecas e recurso à Internet
Elaboração e estrutura de uma dissertação de Mestrado
Regras de citação e bibliografia do trabalho

PARTE ESPECIAL
O trabalho científico no campo do Direito
Justiça: conceito e simbologia
Direito: conceito e raiz etimológica do vocábulo
Fontes históricas e fontes atuais de Direito
Pesquisa legislativa, doutrinal e jurisprudencial
As bases de dados jurídicas
Provas académicas: o culminar do trabalho jus científico

Método de ensino: Os temas serão apresentados de forma expositiva e através de exemplos práticos.
Os Mestrandos serão convidados a fazer exercícios práticos, como fichas de leitura, listas de bibliografia, pequenas recensões e
pesquisa legislativa, doutrinal e jurisprudencial. Os exercícios feitos em cada aula serão considerados para fins de avaliação.
As aulas têm também como finalidade proporcionar aos Mestrandos o esclarecimento de dúvidas sobre as regras da investigação,
redação e elaboração do trabalho que vão desenvolver.
A avaliação final da disciplina será feita no segundo módulo.
Método de avaliação: No fim do segundo módulo, os alunos serão convidados a esboçar um projecto de tese de mestrado sobre um
tema proposto.

Referências Bibliográficas
- Cruz, Sebastião – Ius, Derectum (Directum). Dereito (Derecho, Diritto, Droit, Direito, Recht, Right, etc.), Coimbra,
Gráfica de Coimbra, 1974
- Eco, Umberto – Como se faz uma Tese em Ciências Humanas, trad. port. de Ana Falcão Bastos e Luís Leitão, 15.ª ed.,
Lisboa, Editorial Presença, 2009
- Fernandes, António J. – Métodos e regras para a elaboração de Trabalhos Académicos e Científicos, Porto, Porto Editora,
1993
- Frada, João J. C. – Guia prático para a elaboração e apresentação de Trabalhos Científicos, Lisboa, Editora Cosmos, 1995
- Homem, António Pedro Barbas – O Justo e o Injusto, Lisboa, AAFDL, 2001

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- Oliveira, Teresa – Teses e Dissertações. Recomendações para a elaboração e estruturação de Trabalhos Científicos,
Lisboa, Editora R H, 2007
- Pansier, Frédéric-Jerôme – Méthodologie du Droit, 5.ª ed. Paris, Lexis Nexis, 2009
- Reis, Filipa Lopes dos – Como elaborar uma dissertação de Mestrado – segundo Bolonha, Lisboa, Pactor, 2010
- Sousa, Maria José & Cristina Sales Baptista – Como fazer investigação, dissertações, teses e relatórios – segundo
Bolonha, Lisboa, Pactor, 2011

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PRINCÍPIOS GERAIS DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO

O Curso de “Mestrado em Direito” será ministrado, de acordo com a Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei
n.º 54/VII/2010, publicada no Boletim Oficial n.º 17, I Série, de 07/05/10) e com base no Decreto-Lei nº
17/2007 que aprova o Estatuto do Ensino Superior Particular e Cooperativo e na Resolução nº 12/ 2003 de 9
de Junho, publicada no Boletim Oficial n.º 17, Iª Série, de 9 de Junho de 2003 que autoriza a Universidade do
Mindelo a exercer o ensino particular, de nível superior. A organização e funcionamento do curso, tem como
suporte o exposto nos seguintes documentos:

Estatutos da Universidade do Mindelo

Regem, entre outros aspetos: as atribuições; os objetivos; os órgãos e serviços e as respetivas competências
desta Instituição de ensino superior.

Regulamento Escolar Interno

Contém entre outros, as normas referentes à formação inicial na Universidade, as normas referentes às
inscrições, a planificação das sessões, o regime das frequências, o regime geral das avaliações e exames finais
e as normas referentes ao calendário escolar.

Guia do Mestrado em Direito

Contem os elementos principais que regulam o Curso.

RECURSOS

Recursos Humanos
O Departamento de Ciências Humanas, Jurídicas e Sociais (DCHJS) da Universidade do Mindelo, conta com
a colaboração de Professores Doutorados, com elevado nível de experiencia, disponibilizados pela
Universidade Clássica de Lisboa (Faculdade de Direito), que para o efeito se deslocarão a S.Vicente para
ministrar as aulas.

Coordenadores do Curso:
Prof. Doutor Alcides Lopes da Graça (Universidade do Mindelo).
Prof. Doutor Dário Moura Vicente (Instituto de Cooperação Jurídica / Faculdade de Direito de Lisboa).

Recursos Materiais
- Laboratórios de Informática
- Softwares Aplicacionais
- Acesso à Internet
- Biblioteca Jurídica

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