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Teste de verificação de leitura do oral n.

o 6 | Cesário Verde, Cânticos do

1 Teste de verificação de leitura

Nome_________________________________________________________ Turma_______ Data


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Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa


Em todos os casos, seleciona a opção que permite obter uma afirmação correta.
Ato I
1. D. Madalena é uma personagem marcada
(A) pelo peso do passado. (B) pela felicidade do presente.
2. D. Madalena vive atormentada
(A) pela lembrança do primeiro marido. (B) pela possibilidade de regresso do primeiro
marido.
3. Telmo contribui, com as suas crenças
(A) para a felicidade de D. Madalena. (B) para agravar o estado de espírito de D.
Madalena.
4. Maria é uma adolescente caracterizada pela
(A) grande capacidade de compreensão. (B) sua alegria e boa disposição.
5. Maria é adepta
(A) das crenças sebastianistas. (B) dos ocupantes espanhóis.
6. Maria caracteriza-se por ter
(A) graves problemas de saúde. (B) uma boa saúde.
7. Manuel de Sousa Coutinho é um exemplo de
(A) patriotismo. (B) coragem.
8. O ato de incendiar o seu palácio é uma atitude de
(A) protesto contra a ocupação espanhola de Manuel de Sousa Coutinho.
(B) afirmação do seu caráter viril.
9. Os receios de D. Madalena em mudar de residência prendem-se com
(A) as condições de habitação na antiga morada. (B) o avivar da lembrança do primeiro marido.
10. A destruição do retrato de Manuel de Sousa Coutinho no incêndio
(A) pressagia a sua própria destruição. (B) é um desgosto para D. Madalena.

Ato II
11. D. A ação decorre
(A) no mesmo espaço em que decorreu no ato I. (B) num novo espaço, marcado pelo dramatismo.
12. Maria revela-se
(A) desinteressada pelo novo espaço. (B) muito interessada pelo novo espaço.
13. Telmo tem, para com Manuel de Sousa Coutinho
(A) o mesmo respeito que sempre teve. (B) um respeito maior, devido ao seu ato patriótico.
14. Perante o retrato de D. João de Portugal, Maria
(A) mostra indiferença. (B) mostra-se muito interessada em saber de quem se trata.
do oral n.o 6 | Cesário Verde, Teste de verificação de leitura nº 1| Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa
Cântico

15. Telmo não revela a Maria de quem é o retrato de D. João de Portugal porque
(A) receia que Maria faça mais perguntas e descubra o segredo da família.
(B) receia que D. Madalena o repreenda se o fizer.
16. A identidade de D. João de Portugal é finalmente revelada a Maria
(A) por Telmo. (B) por seu pai, Manuel de Sousa Coutinho.
17. D. Madalena revela a força de crenças e de agouros no seu espírito quando se mostra aterrada por
verificar que o dia em que decorre a ação é
(A) uma sexta-feira. (B) um domingo.
TESTES
18. O Romeiro chega, é apresentado a D. Madalena, e diz que vem
(A) do Egito. (B) da Terra Santa.
19. Perante as revelações que o Romeiro vai fazendo, D. Madalena acaba por mostrar-se aterrada porque
(A) toma consciência de que as suas premonições são passíveis de acontecer.
(B) reconhece no Romeiro D. João de Portugal.
20. O «grito espantoso» de D. Madalena no final do ato deve-se ao facto de
(A) ter reconhecido o marido dado como morto.
(B) perceber a infâmia que vai cair sobre toda a família, especialmente sobre Maria.

Ato III
21. A principal preocupação de Manuel de Sousa Coutinho perante a notícia de que D. João de Portugal
está vivo é para com
(A) Maria. (B) D. Madalena.
22. Em relação à nova situação de D. Madalena, Manuel de Sousa Coutinho considera-se
(A) culpado. (B) inocente.
23. Manuel de Sousa Coutinho está convencido que sua filha Maria
(A) não resistirá à situação vergonhosa em que se encontra e morrerá.
(B) sofrerá imenso juntamente com D. Madalena.
24. A solução encontrada por Manuel de Sousa Coutinho e por D. Madalena para o problema causa-do
pelo aparecimento de D. João de Portugal é
(A) separarem-se indo viver cada um isoladamente. (B) seguirem a vida religiosa.
25. Relativamente à identidade do Romeiro, Madalena
(A) conhece-a. (B) desconhece-a.
26. Telmo tem para com o seu antigo aio, D. João de Portugal
(A) os mesmos sentimentos. (B) sentimentos diferentes.
27. Na origem destes sentimentos está a relação com
(A) Maria. (B) D. Madalena.
28. O Romeiro tenta remediar a situação que causou através
(A) de Telmo. (B) de Frei Jorge.
29. Maria, nas cenas finais, exprime um grito de revolta
(A) contra Deus. (B) contra os pais.
30. A morte de Maria em cena deve-se
(A) à sua doença. (B) à sua doença e à vergonha com a sua condição social de filha ilegítima.
A abóbada
2 Teste de verificação de leitura

Nome_________________________________________________________ Turma_______ Data


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Teste de compreensão do oral n.o 6 | Cesário Verde, Cânticos do Realismo (O livro de Cesário Verde)

Alexandre Herculano, «A abóbada»


Em todos os casos, seleciona a opção que permite obter uma afirmação correta.
Capítulo I – O cego
1. O povo veio em grande número ao mosteiro da Batalha no dia de Reis de 1401, para
(A) ver D. João I. (B) assistir a um auto religioso. TESTES

2. Nesta altura, o mosteiro da Batalha tinha a construção


(A) iniciada. (B) em fase adiantada.

3. O primeiro arquiteto responsável pela sua construção era


(A) Mestre Afonso Domingues. (B) Mestre Ouguet.

4. Esse arquiteto foi entretanto afastado do seu cargo devido a um problema de ordem
(A) física – a cegueira. (B) psicológica – uma depressão profunda.

5. Perante essa situação, ele considerou a decisão de ser afastado do seu cargo
(A) justa. (B) injusta.

Capítulo II – Mestre Ouguet

6. Mestre Ouguet é de nacionalidade


(A) francesa. (B) irlandesa.

7. D. João I chega ao mosteiro e vai falar com


(A) Mestre Ouguet. (B) Mestre Afonso Domingues.

8. D. João I
(A) louva o trabalho original de Mestre Ouguet.
(B) censura-o por não consultar Mestre Afonso Domingues.

9. Mestre Ouguet caracteriza-se pela


(A) humildade profissional. (B) sobranceria profissional.

10. No final do capítulo, Mestre Ouguet vê alguma coisa que o faz ficar
(A) atrapalhado. (B) horrorizado.

Capítulo III – O auto


11. O espetáculo que se vai desenrolar no mosteiro da Batalha é de natureza
(A) religiosa. (B)profana.
12. O povo, dentro da mentalidade medieval, fixa a sua atenção principalmente na personagem que encarna
(A) o Diabo. (B) a Esperança.

13. O decorrer do auto foi quebrado pelo aparecimento de alguém que o veio perturbar: tratava-se de
(A) Mestre Afonso Domingues. (B) Mestre Ouguet.

14. Este arquiteto apresentava-se em estado tão perturbado que os presentes pensaram que estava
(A) louco. (B) possuído pelo Diabo.

15. O arquiteto estava num estado de perturbação porque tinha visto ruir
(A) a sua obra arquitetónica. (B) os seus planos de trabalho no futuro.

Capítulo IV – Um rei cavaleiro

16. O rei D. João I está preocupado com


(A) a saúde de Mestre Afonso Domingues. (B) a saúde de Mestre Ouguet.

17. O rei manda um pagem para trazer junto dele


(A) Mestre Ouguet. (B) Mestre Afonso Domingues.

18. Dirigindo-se a Mestre Domingues, o rei


(A) valoriza o seu trabalho. (B) desvaloriza o seu trabalho.

19. D. João I ordena a Mestre Domingues


(A) que retome as suas funções e reedifique a abóbada caída.
(B) que colabore com Mestre Ouguet na reconstrução da abóbada.

20. Mestre Afonso Domingues


(A) aceita imediatamente reconstruir a abóbada.
(B) aceita reconstruir a abóbada depois de apresentar algumas queixas ao rei.

Capítulo V – O voto fatal

21. Mestre Afonso Domingues comprometeu-se a levantar a nova abóbada em


(A) três meses. (B) quatro meses.

22. Na presença do rei, Mestre Afonso Domingues revela-lhe que tinha feito
(A) dois votos ou promessas. (B) um voto ou promessa.

23. Os «simples» ou travejamentos que seguravam a nova abóbada foram retirados por
(A) trabalhadores portugueses. (B) prisioneiros estrangeiros e criminosos.

24. Mestre Afonso Domingues desvenda ao rei o seu segundo voto:


(A) permanecer três dias debaixo da nova abóbada sem comer nem beber.
(B) permanecer um dia debaixo da nova abóbada sem comer nem beber.

25. Mestre Afonso Domingues cumpre o seu voto e, em consequência


Teste de verificação de leitura nº 2 | Alexandre Herculano, «A abóbada»

(A) adoece gravemente. (B) morre.

3 Teste de verificação de leitura

Nome_________________________________________________________ Turma_______ Data


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Eça de Queirós, Os Maias


TESTES
Em todos os casos, seleciona a opção que permite obter uma afirmação correta.
Capítulo I
1. O Ramalhete era
(A) a morada tradicional da família Maias em Lisboa.
(B) uma residência pouco importante para a família Maias.
2. Afonso da Maia havia sido, na sua juventude
(A) partidário das ideias absolutistas.
(B) partidário das ideias liberais.
3. Pedro da Maia, filho de Afonso, recebeu uma
(A) esmerada educação segundo os modelos ingleses.
(B) uma educação típica das elites portuguesas.
4. Pedro da Maia apaixonou-se e casou
(A) com uma mulher da sua condição social.
(B) com uma mulher de condição social inferior.

Capítulo II
5. Este casamento originou
(A) um estreitar das relações entre Pedro e seu pai
(B) um corte de relações entre Pedro e seu pai.
6. Pedro foi traído por sua mulher, Maria Monforte
(A) com um italiano.
(B) com um amigo de família.
7. Perante a traição, Pedro
(A) vai ter com o pai e anuncia que vai perseguir os amantes.
(B) suicida-se, deixando um filho pequenino, Carlos.
8. Afonso da Maia foi habitar com Carlos
(A) o Ramalhete, em Lisboa.
(B) a Quinta de Santa Olávia, no Douro.

Capítulo III
9. Em Santa Olávia, Afonso deu ao neto Carlos
(A) uma educação típica das elites portuguesas.
(B) uma educação seguindo os modelos ingleses.
10. No modelo educativo recebido por Carlos, a primazia pertence
(A) à prática do exercício físico e ao conhecimento das línguas vivas.
(B) ao conhecimento das línguas clássicas e dos princípios da religião católica.
Teste de verificação de leitura n.o 3 | Eça de Queirós, Os Maias

11. As elites vizinhas de Santa Olávia e amigas de Afonso da Maia


(A) aplaudem a educação que ele dá ao neto.
(B) reprovam a educação que ele dá ao neto.
12. Eusebiozinho representa
(A) o modelo de educação portuguesa.
(B) o modelo de educação inglesa.
Capítulo IV TESTES
13. Carlos formou-se
(A) em direito, em Lisboa.
(B) em medicina, em Coimbra.
14. O grande amigo de Carlos é
(A) João da Ega.
(B) Alencar.

15. No regresso da sua grande viagem pela Europa, Carlos traz


(A) ideias de montar consultório no Douro.
(B) ideias de montar consultório em Lisboa.
16. Ega vem também para Lisboa animado por
(A) um projeto de trabalho literário.
(B) um projeto de trabalho científico.
Capítulo V
17. Os frequentadores do Ramalhete, amigos de Afonso e de Carlos, pertencem
(A) ao mesmo estrato social.
(B) a estratos sociais diversificados.
18. Carlos montou um laboratório de medicina e
(A) trabalha nele afincadamente.
(B) esquece-o em detrimento de preocupações sociais e mundanas.

19. Ega ocupa-se principalmente não do seu projeto literário, mas de uma paixão por
(A) uma francesa.
(B) uma judia.
20. O conde de Gouvarinho é um político apresentado com um aspeto geral caracterizado
(A) pelo ridículo.
(B) pela competência.
Capítulo VI
21. Ega, na Vila Balzac, sua residência, apresenta a Carlos provas
(A) de nada trabalhar no seu projeto literário.
(B) de trabalhar no seu projeto com afinco.
22. É no peristilo do Hotel Central que Carlos vê, pela primeira vez,
(A) uma mulher loura de grande beleza.
(B) Dâmaso Salcede.
Teste de verificação de leitura n.o 3 | Eça de Queirós, Os Maias

23. O Jantar do Hotel Central caracteriza-se


(A) pela grande variedade de temas alvo de conversação.
(B) pela conversa à volta de um tema só.
24. Os convivas deste jantar
(A) preocupam-se com o destino de Portugal.
(B) interessam-se pelo destino de Portugal.
Capítulo VII
25. O novo amigo de Carlos, que o imita até atingir o ridículo, é
TESTES
(A) Dâmaso Salcede.
(B) Craft.
26. Ega prepara-se para ir a um baile de máscaras em casa de
(A) Craft.
(B) Raquel Cohen.

27. Carlos recebe no seu consultório


(A) a senhora loura que vira, pela primeira vez, no peristilo do Hotel Central.
(B) a senhora condessa de Gouvarinho.
28. Carlos decide partir para
(A) Santa Olávia.
(B) Sintra.
Capítulo VIII
29. Carlos vai para Sintra na esperança de encontrar
(A) uma mulher que o impressionou pela beleza.
(B) o seu grande amigo, o poeta Alencar.
30. Em Sintra, ele encontra
(A) o seu familiar Eusebiozinho, mal acompanhado.
(B) o seu amigo Dâmaso Salcede.

31. Para Carlos, Sintra torna-se, de repente, insuportável


(A) porque descobriu que a mulher que procurava não estava lá.
(B) porque lhe pareceu uma terra sem movimento algum.
32. Alencar, durante o jantar na Lawrence
(A) lembrou os tempos do passado romântico.
(B) defendeu uma nova literatura.
Capítulo IX
33. Carlos vai, pela primeira vez, a casa de Maria Eduarda, levado por Dâmaso para
(A) tratar Miss Sara.
(B) tratar Rosa.
34. Ega foi expulso
(A) do baile dos Gouvarinhos.
(B) do baile dos Cohens.
35. Ega, perante a desgraça que lhe sucedeu, decide retirar-se de Lisboa e ir
(A) para o Porto.
(B) para a quinta da mãe, em Celorico.
36. Carlos compara a vida de Ega com a sua para concluir
(A) que a sua também não está bem.
(B) que a sua é melhor do que a de Ega.
Capítulo X
37. Carlos envolve-se num romance com
(A) Raquel Cohen.
(B) a condessa de Gouvarinho.
38. Apesar disso, continua muito interessado em conhecer, através de Dâmaso
(A) Maria Eduarda.
(B) D. Maria da Cunha.
39. Carlos encontra-se com vários dos seus amigos ao assistir
(A) às Corridas de Cavalos no Hipódromo.
(B) a uma tourada.

40. Estas corridas revelam


(A) a educação dos espetadores.
(B) a falta de educação e de civismo dos espetadores.
Capítulo XI
41. Carlos visita pela primeira vez, em sua casa
(A) Maria Eduarda.
(B) Raquel Cohen.
42. Carlos vai a casa de Maria Eduarda para tratar
(A) Miss Sara.
(B) Rosa.
43. Carlos vai despedir-se de Dâmaso à estação dos caminhos de ferro e encontra
(A) os Gouvarinhos.
(B) João da Ega.

44. As visitas de Carlos a casa de Maria Eduarda


(A) recomeçam.
(B) intensificam-se.
Capítulo XII
45. O amigo de Carlos que regressa a Lisboa, vindo de Celorico é
(A) João da Ega.
(B) Craft.
46. No jantar em casa dos condes de Gouvarinho, onde Carlos vai com Ega
(A) criticam-se determinados aspetos da vida portuguesa.
(B) fala-se exclusivamente de escândalos nacionais.
47. Carlos sai do jantar espantado com a ignorância
(A) de um alto funcionário do governo.
(B) do conde de Gouvarinho.
Teste de verificação de leitura n.o 3 | Eça de Queirós, Os Maias

48. Carlos declara o seu grande amor


(A) à condessa de Gouvarinho.
(B) a Maria Eduarda.

Capítulo XIII
49. Carlos decide acabar o seu romance com
(A) Maria Eduarda.
(B) a condessa de Gouvarinho.
50. Carlos, alertado por Ega, toma conhecimento de um ataque pessoal lançado TESTES
(A) pelo conde de Gouvarinho.
(B) por Dâmaso Salcede.
51. Carlos e Maria Eduarda visitam
(A) a casa onde ela vai residir, na quinta de Craft.
(B) a casa onde ela vai residir, pertencente a Teles da Gama.

52. Nesta casa que Carlos e Maria Eduarda visitam, consumam o seu amor, pela primeira vez, num
ambiente marcado por
(A) símbolos benéficos.
(B) símbolos maléficos.
Capítulo XIV
53. Afonso parte para Santa Olávia e
(A) Carlos fica em Lisboa com Ega.
(B) Carlos fica em Lisboa sozinho.
54. Carlos e Maria Eduarda visitam
(A) o Ramalhete.
(B) Santa Olávia.
55. Castro Gomes, regressado do Brasil, revela a Carlos que Maria Eduarda é
(A) sua amante.
(B) sua mulher.

56. Carlos, indignado por Maria Eduarda nunca lhe ter contado a verdade, visita-a e
(A) rompe com ela.
(B) perdoa-a por amor.
Capítulo XV
57. Carlos e Maria Eduarda preparam-se para partir
(A) para Paris.
(B) para Itália.
58. Maria Eduarda revela a Carlos
(A) o seu passado.
(B) o passado de sua mãe.
59. Ega alerta Carlos para um ataque lançado à sua vida pessoal por um jornal. Na origem deste
ataque está
(A) Dâmaso Salcede.
(B) o poeta Alencar.
60. Maria Eduarda é avistada em Lisboa por Mr. Guimarães,
(A) tio de Dâmaso que reside habitualmente em Paris.
(B) primo de João da Ega que reside habitualmente em Paris.
Teste de verificação de leitura n.o 3 | Eça de Queirós, Os Maias

Capítulo XVI
61. Carlos, Ega e outros amigos vão
(A) ao Sarau da Trindade.
(B) a um jantar.
62. Ega conhece
(A) Mr. Guimarães.
(B) Teles da Gama.
63. Mr. Guimarães revela a Ega que Maria Eduarda é TESTES
(A) prima afastada de Carlos.
(B) irmã de Carlos.

64. Ega
(A) não consegue revelar imediatamente a Carlos que Maria Eduarda é sua irmã.
(B) decide revelar imediatamente a Carlos que Maria Eduarda é sua irmã.
Capítulo XVII
65. Ega decide contar o que sabe
(A) a Vilaça.
(B) a Carlos.
66. A verdade sobre Maria Eduarda é revelada a Carlos
(A) por Vilaça.
(B) por Ega.
67. Afonso da Maia é também informado do que se passa
(A) por Vilaça.
(B) por Carlos.

68. Carlos decide


(A) romper com Maria Eduarda e consegue fazê-lo rapidamente.
(B) romper com Maria Eduarda, mas a tentação foi mais forte e consumou o incesto.
Capítulo XVIII
69. Consumada a separação com Maria Eduarda, e depois da morte de Afonso, Carlos decide partir
com Ega para dar
(A) uma volta à Europa.
(B) uma volta ao mundo.
70. Ega regressa e Carlos fica a residir
(A) em Londres.
(B) em Paris.
71. Mais tarde, Carlos regressa e visita, com João da Ega, um espaço muito importante para ele:
(A) o Ramalhete.
(B) a Quinta de Santa Olávia.
72. Conversando com Ega, Carlos informa-o do destino de Maria Eduarda:
(A) reside em França, solteira.
(B) reside em França, casada.

4 Teste de verificação de leitura

Nome_________________________________________________________ Turma_______ Data


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Eça de Queirós, A ilustre Casa de Ramires


Em todos os casos, seleciona a opção que permite obter uma afirmação correta.

Capítulo I
1. Gonçalo Mendes Ramires (GMR) estreia-se nas letras publicando na Pátria a novela
(A) D. Guiomar.
(B) D. Tructesindo.

2. A novela que GMR vai publicar nos Anais do José Castanheiro tem o título de
(A) O monge de Cister.
(B) A torre de D. Ramires.
Capítulo II
3. Durante o jantar no Gago, o administrador do Concelho, João Gouveia manifesta-se a favor da
venda das colónias porque
(A) ficavam demasiado longe para serem bem administradas.
(B) não podiam ser valorizadas por falta de dinheiro e de gente.

4. A animosidade entre Gonçalo e André Cavaleiro resultava


(A) da disputa de terras.
(B) do facto de este ter namorado e depois abandonado a sua irmã, Gracinha.
Capítulo III
5. Na novela que Gonçalo escreve para os Anais, Mendo Pais avisa Tructesindo Ramires de que
(A) Lopo de Baião, o Bastardo, o espera para lhe tolher a passagem com cem lanças.
(B) o arcanjo S. Miguel descerá do céu para o intimidar.

6. Gonçalo Mendes Ramires


(A) negociou o arrendamento da Torre com o Casco por novecentos e cinquenta mil reis, mas
o contrato não ficou devidamente firmado.
(B) tinha acertado com o Casco o arrendamento da Torre por novecentos e cinquenta mil reis,
mas perante uma oferta superior voltou atrás com a palavra dada e arrendou-a ao Pereira.
Capítulo IV
Teste de verificação de leitura n.o 3 | Eça de Queirós, Os Maias

7. Gonçalo censura o cunhado Barrolo, marido da sua irmã Clara, por elogiar D. Ana, mulher do
Sanches Lucena. Para Gonçalo, D. Ana é
(A) uma peça de carne. (B) um peitoril.

TESTES
8. As Lousadas eram temidas em Oliveira por
(A) pertencerem ao partido Regenerador.
(B) serem as más línguas da terra, as tecedeiras de todas as intrigas.

Capítulo IV
9. O capítulo II da novela Torre de D. Ramires termina com
(A) o aprisionamento de Lourenço Ramires pelo Bastardo.
(B) a morte de Lourenço Ramires às mão do Bastardo.

10. A reconciliação de Gonçalo com André Cavaleiro deve-se


(A) ao seu interesse em ocupar o lugar de deputado, vago pela morte de Sanches Lucena.
(B) à amizade genuína que sempre mantivera por ele.

Capítulo VI
11. Para a eleição de Gonçalo era necessário que o cunhado, Barrolo, contribuísse com os votos
(A) da Murtosa.
(B) da Feitosa.

12. No jantar em casa do Barrolo, Cavaleiro deprecia todas as mulheres de Oliveira com o intuito de
(A) impressionar Gracinha.
(B) melindrar Gracinha.

Capítulo VII
13. A elaboração de uma lista de «magnates» de Vila-Clara, por parte de Gonçalo, destinava-se a
(A) visitá-los para obter o seu apoio na eleição para deputado.
(B) conhecer os que não o apoiariam na sua eleição para deputado.

14. A ida de Gonçalo a Santa Maria de Craquede destinava-se a


(A) visitar as ruínas e os túmulos dos seus antepassados.
(B) conhecer mais intimamente a viúva D. Ana.

Capítulo VIII
15. Na luta entre Tructesindo e o Bastardo, Lourenço Ramires é por este usado como refém para
(A) forçar Tructesindo a aceitar o casamento do Bastardo com a sua filha Violante.
(B) forçar Tructesindo a recuar na perseguição que fazia à sua hoste.

16. Ao dizer «que generoso homem, que paga rosas com votos», Gonçalo alude a um episódio que se
passou entre ele e a neta
(A) do visconde de Rio-Manso.
ste de Teste de verificação de leitura n.o 4 | Eça de Queirós, A ilustre Casa de Ramires

(B) do Videirinha.
Capítulo IX
17. Gonçalo considera por momentos casar com D. Ana, uma vez que ela própria o admitia
implicitamente, movido
(A) pelo amor.
(B) pelos seus duzentos contos.

18. Titó aconselha Gonçalo a não se casar com D. Ana porque ela
(A) não é uma mulher honesta.
(B) é filha de um carniceiro.

Capítulo X
19. Ao ser provocado e insultado pelo Ernesto «Caça-abraços», pela terceira vez, Gonçalo
(A) fez como habitualmente ignorando-o e evitando o confronto.
(B) desancou-o brutalmente com um chicote deixando-o desfigurado.

20. A carta que as Lousadas enviaram anonimamente ao Barrolo destinava-se a


(A) sugerir que Gracinha mantinha uma relação adúltera com o Cavaleiro.
(B) sugerir que o Barrolo mantinha uma relação adúltera com Gracinha.

Capítulo XI
21. Ao ser-lhe comunicado que o rei lhe atribuíra o título de Marquês de Treixedo, Gonçalo
(A) agradeceu comovido a André Cavaleiro a mercê de sua majestade.
(B) reagiu com desdém lembrando que os Ramires eram muito mais antigos que a realeza.

22. No dia das eleições, Gonçalo descobre que o povo


(A) gostava verdadeiramente dele.
(B) o detestava profundamente.

Capítulo XII
23. Gonçalo regressa de África quatro anos depois de partir. Aos Cunhais, casa do Barrolo, a notícia
chegou
(A) através dos jornais.
(B) através de uma carta da prima Maria, de Lisboa.

24. João Gouveia, falando de Gonçalo, do seu percurso político e da sua personalidade, diz que ele
lhe faz lembrar
(A) Portugal.
(B) Titó.