Você está na página 1de 7

Calendário vacinal da criança

 AO NASCER: BCG HEPATITE B


 2 MESES: PENTA, VIP, ROTA E PNEUMO
 3 MESES: MENINGO C
 4 MESES: PENTA, VIP, ROTA E PNEUMO
 5 MESES: MENINGO C
 6 MESES: PENTA E VIP
 12 MESES: PNEUMO, MENINGO E SCR
 15 MESES: DTP, VOP, HEPATITE A E TETRA VIRAL (SCR+Varicela)
 4 ANOS: DTP, VOP e VARICELA
 ANUALMENTE: INFLUENZA

Local de Aplicação
 BCG: INSERÇÃO INFERIOR DO BRAÇO DIREITO (ID) - Agulha: 13x4,5
 HEPATITE B: VLCD (IM) - Agulha: 20x5,5
 Penta: VLCE (IM) - Agulha: 20x5,5
 VIP: VLCD (IM) - Agulha: 20x5,5
 ROTA: BOCA (GOTAS) - Quantidade: 1,5 ml
 PNEMO 10: VLCD (IM) - Agulha: 20x5,5
 MENINGO C: VLCD (IM) - Agulha: 20x5,5
 SCR: REGIÃO POSTERIOR DO BRAÇO ESQUERDO (SC) - Agulha:13x5,5 angulo de 90º
 TETRAVIRAL: REGIÃO POSTERIOR DO BRAÇO ESQUERDO (SC) - Agulha: 13x5,5
angulo de 90º
 VOP: BOCA (GOTAS) - Quantidade: 2 Gotas
 HEPATITE A: VLCD (IM) - Agulha: 20x5,5
 DTP: VLCD (IM) – Agulha:20x5,5
 INFLUENZA: (IM) – Agulha:20x5,5

Quantidade de Dose e Reforço

 BCG: Dose única


 Hepatite B: Dose única
 Penta: 1º dose (2 meses), 2º dose (4 meses), 3º dose (6 meses)
 VIP: 1º dose (2 meses), 2º dose (4 meses), 3º dose (6 meses)
 Rota: 1º dose (2 meses), 2º dose (4 meses)
 Pneumo: 1º dose (2 meses), 2º dose (4 meses) REFORÇO: 12 meses
 Meningo C: 1º dose (3 meses), 2º dose (5 meses) REFORÇO: 12 meses
 SCR: 1º dose (12 meses)
 Tetraviral: 1º dose (15 meses)
 VOP: 1º Reforço (15 meses), 2º Reforço (4 anos)
 Hepatite A: 1º dose (15 meses)
 DTP: 1º Reforço (15 meses), 2º Reforço (4 anos)

Idade Mínima e Máxima


Mínima Máxima
 BCG: Ao nascer 15 anos
 HEP B: Ao nascer Não existe
 PENTA: 1 mês e 15 dias 4a 11m 29d
 VIP: 2 meses 4a 11m 29d
 ROTA: 2 meses 1ª dose: - 3m e 15d / 2ª dose: - 7m e 29d
 PNEUMO: 1 mês e 15 dias 4a 11m 29d
 MENINGO: 2 meses 4a 11m 29d
 SCR: 6 meses 49 anos
 TETRA: 12 meses 6a 11m 29d
 VOP: 15 meses 19 anos
 HEP A: 12 meses 4a 11m 29d
 DTP: 1 mês e 15 dias 6a 11m 29d
Calendário vacinal do
Adolescente

Obs: A vacina do HPV deve ser administrada em meninas de 9 a 14 anos, e em meninos de 11 a


14 anos
Calendário vacinal da
gestante
Calendário vacinal
do adulto

Calendário vacinal do idoso


Aula Rede de frio
• Nas caixas térmicas : imunobiológicos conservados entre +2ºC e +8ºC mantida por bobinas
de gelo reciclável previamente mantidas em freezers e ambientadas em torno de 0°C.

O que tem na geladeira:


 Congelador: Gelo
 Primeira prateleira: vacinas que podem ser submetidas à temperatura negativa
 Segunda prateleira: vacinas que não podem ser submetidas a temperaturas negativas
 Terceira prateleira: estoque de vacinas soros e diluentes  Quarta prateleira: garrafas
com água e um corante

Aula de Tuberculose
Detecção de Casos:
 A tuberculose é transmitida por via aérea em praticamente todos os casos.
 A infecção ocorre a partir da inalação de núcleos secos de partículas contendo bacilos.
 Os doentes bacilíferos são a principal fonte de infecção.
 Doentes de tuberculose pulmonar com baciloscopia negativa, mesmo que tenham resultado
positivo à cultura, são muito menos eficientes como fontes de transmissão.
 As formas exclusivamente extrapulmonares não transmite a doença.

O objetivo da busca ativa de SR é identificar precocemente os casos bacilíferos, interromper a


cadeia de transmissão e reduzir a incidência da doença a longo prazo.
Sintomáticos Respiratórios – SR: indivíduos com tosse por tempo igual ou superior a três
semanas. Em populações com alto risco de adoecimento tosse por tempo igual ou superior a duas
semanas, visando aumentar a sensibilidade da busca

 SR esperados: 1% da população
 BK positivos esperados: 4% dos SR

Tratamento Diretamente Observado – TDO ou DOTS


Definição: o profissional treinado passa observar a tomada da medicação do paciente desde o início
do tratamento até a sua cura.

MODALIDADES de TRATAMENTO SUPERVISIONADO

 Domiciliar: observação realizada na residência do paciente ou em local por ele solicitado;

 Na unidade de saúde: observação em unidades de ESF, UBS, serviço de atendimento de


HIV/aids ou hospitais;

 Prisional: observação no sistema prisional;

 Compartilhada: quando o doente recebe a consulta médica em uma unidade de saúde, e


faz o TDO em outra unidade de saúde, mais próxima em relação ao seu domicílio ou
trabalho.

Diagnóstico:
Os sintomas clássicos da TB pulmonar são: tosse persistente, produtiva ou não (com muco e
eventualmente sangue), febre vespertina, sudorese noturna e emagrecimento.

TB pulmonar primária – É mais comum em crianças e clinicamente apresenta-se, na maior parte


das vezes, de forma insidiosa. O paciente apresenta-se irritadiço, com febre baixa, sudorese
noturna, inapetência e o exame físico pode ser inexpressivo.

TB pulmonar pós-primária – Pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum no adolescente
e no adulto jovem. Tem como característica principal a tosse, seca ou produtiva.

TB miliar – A denominação é vinculada ao aspecto radiológico pulmonar. Ocorre em até 10% dos
casos em pacientes HIV soropositivos, em fase avançada de imunossupressão.