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Automação Telecomunicações e Informática

UNIDADE TERMINAL REMOTA


UTR8000

Manual de Usuário

© ATI - Autom ação, Telecom un icações e Inform ática.


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Folha de Controle

Título do Documento: Manual de Usuário – UTR8000

Campo de aprovação da primeira emissão


Doc: UTR8000 Seções: 7 Seções Data: 06/04/2009
Elaboração: Análise Crítica: Autorização: Aprovação :

Carolina D'Agostini Nilson Campos Marcos Santos Marcos Santos


Eng. Desenvolvimento Ger. Desenvolvimento Ger. Desenvolvimento Ger. Desenvolvimento

Revisão Data Seção Descrição Verif. Autori.


01 19/08/2014 6 Conexões seriais NC MC
02 17/06/2015 3 Descrição UCM2387 NC MC
Sumário
Primeira seção (Recepcionando o equipamento)..........................................1-1

I. Instruções preliminares.....................................................................................................1-2

II. Identificação das peças e acessórios................................................................................1-3

• Figura 1.01 – Identificação das peças e partes (UCM2811)...................................................................1-3

• Figura 1.02 – Identificação das peças e partes (UCM85).......................................................................1-4

• Figura 1.03 – Identificação de peaças e partes (UCM2387)...................................................................1-5

III. Romaneio de entrega......................................................................................................1-6

IV. Transporte........................................................................................................................1-7

• Tabela 1.01 – Especificações transporte.................................................................................................1-7

V. Armazenamento................................................................................................................1-8

• Tabela 1.02 – Requisitos armazenamento...............................................................................................1-8

VI. Desembalagem.................................................................................................................1-9

VII. Registro do equipamento............................................................................................1-10

• Tabela 1.03 – Registro do equipamento................................................................................................1-11

Segunda seção (Descrição do equipamento)..................................................2-1

I. Apresentação da UTR (Unidade Terminal Remota)......................................................2-2

1.1. Unidade Terminal Remota 8000.......................................................................................................2-2

II. Características técnicas....................................................................................................2-3

2.1. Arquitetura........................................................................................................................................2-3

2.2. Modularidade....................................................................................................................................2-3

2.3. Características funcionais.................................................................................................................2-3

2.4. Características técnicas e elétricas gerais.........................................................................................2-4

2.5 Características elétricas das entradas de telessinais...........................................................................2-4

2.6. Características elétricas das saídas de telecomandos........................................................................2-4

2.7. Características elétricas das entradas analógicas..............................................................................2-5

2.8. Comunicação com o centralizado.....................................................................................................2-5


2.9. Considerações para dimensionamento dos cabos e fusíveis de alimentação....................................2-5

III. Ilustrativo das configurações mecânicas.......................................................................2-6

• Figura 2.01 – Vista do SBT-UTR8000R instalado em bastidor..............................................................2-6

Terceira seção (Especificando o equipamento).............................................3-1

I. Versões de composição.......................................................................................................3-2

1.1. Versão padrão (32 telessinais, 08 telecomandos e 04 telemedidas)...............................................................3-2

1.2. Versões expandidas.........................................................................................................................................3-2

1.3. Configuração do hardware / Interfaces de telesupervisão..............................................................................3-3

• Tabela 3.01 Configuração padrão - Sub-Bastidor...................................................................................3-3

• Tabela 3.02 Versão expandida - Sub-Bastidor........................................................................................3-3

II. Descrição dos bastidores, sub-bastidores e módulos.....................................................3-4

2.1. Sub-Bastidor SBT-8000R...............................................................................................................................3-4

• Tabela 3.03 Disposição dos módulos no SBT-8000R – Versão padrão..................................................3-4

• Tabela 3.04 Disposição dos módulos no SBT-8000R – Versão expandida............................................3-5

2.2. Detalhes de conexões......................................................................................................................................3-5

• Figura 3.01 Desenho ilustrativo de instalação do SBT-8000R em Bastidor...........................................3-5

• Figura 3.02 Conectores das entradas e saídas digitais.............................................................................3-6

2.3. Fonte de Alimentação FAC-08/50..................................................................................................................3-7

• Tabela 3.05 Sinalizações visuais do FAC-08/50.....................................................................................3-7

• Figura 3.03 Fonte FAC-08/50.................................................................................................................3-8

• Figura 3.04 Filtro FL-48 (UTR8000)......................................................................................................3-8

2.4. Unidade de Comunicação UCM2387, UCM2811 e UCM85.........................................................................3-9

• Tabela 3.06 Processamento UCM2387, UCM2811 e UCM85...............................................................3-9

• Tabela 3.07 Sinalizações visuais da UCM2811......................................................................................3-9

• Tabela 3.08 Interfaceamento UCM2811...............................................................................................3-10

• Tabela 3.09 Sinalizações visuais da UCM85........................................................................................3-10

• Tabela 3.10 Interfaceamento UCM85...................................................................................................3-11

• Tabela 3.11 Sinalizações visuais da UCM2387....................................................................................3-11


• Tabela 3.12 Interfaceamento UCM2387...............................................................................................3-11

• Figura 3.05 Unidade de Comunicação UCM2811................................................................................3-12

• Figura 3.06 Unidade de Comunicação UCM85....................................................................................3-13

2.5. Unidade de Supervisão e comandos USC-64...............................................................................................3-13

• Tabela 3.11 Sinalizações visuais da USC-64........................................................................................3-14

• Tabela 3.12 Interfaceamento USC-64...................................................................................................3-14

• Figura 3.07 Unidade de Supervisão de Comandos USC-64..................................................................3-15

• Figura 3.08 Inserção / Extração da IED-08 na USC-64........................................................................3-16

2.6. Unidade de Entradas Analógicas UEA-08....................................................................................................3-16

• Tabela 3.13 Sinalizações visuais da UEA-08/16...................................................................................3-17

• Tabela 3.14 Interfaceamento UEA-08/16..............................................................................................3-17

• Figura 3.09 Unidade de Entradas Analógicas UEA-08/16....................................................................3-18

• Figura 3.10 Inserção / Extração da IEA-01/C na UEA-08/16...............................................................3-19

2.7.Modem MV321..............................................................................................................................................3-19

• Tabela 3.15 Sinalizações visuais do Modem MV321...........................................................................3-20

• Tabela 3.16 Interfaceamento Modem MV321......................................................................................3-20

• Figura 3.11 Modem MV321..................................................................................................................3-21

2.8. Híbrida HSB-02/8.........................................................................................................................................3-21

• Tabela 3.17 Sinalizações visuais do HSB-02/8.....................................................................................3-22

• Tabela 3.18 Interfaceamento HSB-02/8................................................................................................3-22

• Figura 3.12 HSB-02/8...........................................................................................................................3-23

II. Aspectos básicos de operação........................................................................................3-24

3.1. O endereçamento da UTR8000.....................................................................................................................3-24

3.2. O reset ou inicialização.................................................................................................................................3-24

• Tabela 3.19 Rotina de inicialização ou reset.........................................................................................3-25

3.3. Possíveis ocorrências de falhas de funcionamento.......................................................................................3-25

• Tabela 3.20 Alimentação acionada e a UTR8000 não liga...................................................................3-25

• Tabela 3.21 Alimentação acionada e a UTR8000 é ligada, mas não funciona corretamente...............3-26

Quarta seção (Instalando o equipamento).....................................................4-1


I. Instruções preliminares.....................................................................................................4-2

• Tabela 4.01 Composição do equipamento (UTR8000)...........................................................................4-2

• Tabela 4.02 Material para instalação.......................................................................................................4-3

• Tabela 4.03 Ferramental / Instrumental...................................................................................................4-3

• Tabela 4.04 Material de segurança..........................................................................................................4-4

II. Procedimentos de instalação............................................................................................4-5

2.1. Fixação do equipamento.................................................................................................................................4-5

2.2. Conexões para alimentação e aterramento......................................................................................................4-5

• Figura 4.01 Conexão do cabo de alimentação na UTR8000...................................................................4-5

2.3. Interligação da Unidade Remota ao bloco interface.......................................................................................4-6

• Figura 4.02 Conectores do painel frontal USC-64..................................................................................4-7

• Figura 4.03 Conexão dos cabos de transmissão e recepção do modem..................................................4-8

• Figura 4.04 Conexão dos cabos de sinais da Híbrida..............................................................................4-9

2.4. Interligação aos pontos a serem supervisionados.........................................................................................4-10

• Figura 4.05 Interligação da supervisão..................................................................................................4-10

2.5. Interligação ao canal de comunicação..........................................................................................................4-10

2.6. Instalação de dispositivos e acessórios.........................................................................................................4-10

III. Comissionamento..........................................................................................................4-11

Quinta seção (Configurando o equipamento)................................................5-1

I. Programação dos jumpers e chaves DIP...........................................................................5-2

• Tabela 5.01a Unidade de Comunicação UCM2811 (ou UCM85)..........................................................5-2

• Tabela 5.01b Unidade de Comunicação UCM2387................................................................................5-2

• Tabela 5.02 Unidade de Supervisão de Comandos USC-64...................................................................5-3

• Tabela 5.03 Cartão UEA-08/16...............................................................................................................5-3

• Tabela 5.04 Endereçamento dos módulos USC-64 e UEA-08/16..........................................................5-4

• Tabela 5.05 Cartão Modem MV321 (p/ UCM85)...................................................................................5-5

• Tabela 5.06 Cartão Híbrida HSB-02/8....................................................................................................5-5

• Tabela 5.07 Correlação entre os trimpots P1 a P10 e as entradas e saídas da híbrida.............................5-6


• Figura 5.01 Diagrama de blocos da Híbrida HSB-02..............................................................................5-6

Sexta seção (Testando e operando o equipamento).......................................6-1

I. Instruções preliminares.....................................................................................................6-2

II. Procedimento de teste.......................................................................................................6-3

2.1. Orientações para os testes...............................................................................................................................6-3

• Tabela 6.01 Indicação dos led's UCM2387, UCM2811 e UCM85.........................................................6-3

• Tabela 6.02 Indicação dos led's USC-64 e UEA-08/16..........................................................................6-4

III. Operando com telessinais, telecomandos e telemedidas..............................................6-5

3.1.Envio de configuração.....................................................................................................................................6-5

3.2. Acerto de RTC (Relógio de Tempo Real)......................................................................................................6-5

3.3.Verificação de alarmes.....................................................................................................................................6-5

3.4. Acionamento de telecomandos.......................................................................................................................6-5

3.5. Leitura de telemedidas....................................................................................................................................6-5

IV. Cabos de comunicação....................................................................................................6-6

4.1. Cabo de comunicação entre a UCM2811 (ou UCM85) e lap-top..................................................................6-6

• Figura 6.01 Conector DB-9 UCM2811 e UCM85 (local).......................................................................6-6

4.2. Conector remoto, modem externo ou MV321 (p/ UCM85)...........................................................................6-6

• Figura 6.02 Conector DB-9 UCM2811 e UCM85 (remoto)...................................................................6-6

4.3. Conexão com V.23 (UCM2811).....................................................................................................................6-7

• Figura 6.03 Conector DB-9 UCM2811 (V.23).......................................................................................6-7

4.4. Conector Alarme (UCM85)............................................................................................................................6-7

• Figura 6.04 Conector DB-9 UCM85 (Alarme).......................................................................................6-7

V. Procedimentos para ajustes das entradas analógicas e níveis de transmissão............6-8

5.1. Ajuste de entradas analógicas.........................................................................................................................6-8

5.2. Ajuste do nível de transmissão do modem MV321 (p/ UCM85)...................................................................6-8

Sétima seção (Solucionando problemas).......................................................7-1

I. Descrição funcional da UTR8000.....................................................................................7-2

1.1 A energização ou Power-Up da UTR8000......................................................................................................7-2


1.2. As rotinas de auto-teste...................................................................................................................................7-2

II. O estado da UTR8000 no modo desconfigurado............................................................7-6

III. O estado da UTR8000 no modo configurado................................................................7-7

IV. A reinicialização da UTR8000 no modo configurado........................................................7-8

4.1. Atuação do circuito de “watch-dog”...................................................................................................................7-8

4.2. Falha ou defeito na fonte principal do equipamento.............................................................................................7-8

4.3. Queda de energia na alimentação do equipamento.........................................................................................7-8


Unidade Terminal Remota UTR8000
Manual do usuário - Recepcionando o equipamento

Primeira seção

Recepcionando o equipamento

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Unidade Terminal Remota UTR8000
Manual do usuário - Recepcionando o equipamento

I. Instruções preliminares
Esta seção apresenta as instruções necessárias para a recepção, desembalagem e conferência da Unidade
Terminal Remota UTR 8000.

Ao receber o equipamento alguns procedimentos deverão ser efetuados de forma a preservar a garantia do
mesmo.

Os pontos que serão descritos a seguir deverão ser verificados, e em caso de algum problema, informar
imediatamente à ATI, notificando por escrito através de email (suporteati@ati.com.br), correio ou Telefax.

As informações deverão ser enviadas para:

ATI Automação Telecomunicações e Informática Ltda..


Rua Paulo Freire de Araújo, 280 - Estoril.
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil CEP 30494-280
Telefone: +55.31.2105.3100 Fax: +55.31.2105.3111
At.: Departamento de Engenharia de Aplicação e Suporte

• Verificar a presença de alguma anomalia na embalagem;

• Verificar a existência de alguma peça quebrada ou material "solto" dentro da embalagem;

• Verificar a presença de alguma falha na embalagem provocada pelo transporte ou manuseio do volume e
que possa ter permitido a penetração de água ou umidade;

• Conferir a existência do "Romaneio de Entrega " o qual deverá estar fixado junto à embalagem da Unidade
Terminal Remota UTR 8000.

Atenção: Não iniciar a desembalagem do equipamento em caso de


extravio ou inexistência do "Romaneio de Entrega". Informar
imediatamente à ATI, a qual providenciará o envio do Romaneio.

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II. Identificação das peças e acessórios


As figuras 1.01, 1.02 e 1.03 identificam as diversas partes da Unidade Terminal Remota UTR 8000.

A embalagem utilizada preserva o equipamento da ação de choques que possam ocorrer durante o
transporte e quanto à penetração de umidade.

Não recomendamos a desembalagem do equipamento antes da data de sua possível instalação.

A Unidade Terminal Remota UTR 8000 é constituída dos seguintes elementos, embalados em apenas um
volume conforme a seguir:

Conteúdo: Unidade Terminal Remota UTR 8000

Constituída por:

Bastidor aberto de 19 polegadas ou Bastidor de parede;

Sub-bastidores de processamento e controle;

Conectores para alimentação;

Conectores para interfaceamento;

Materiais sobressalentes ( quando aplicável ).

Figura 1.01 – Identificação das peças e partes (UCM2811)

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Figura 1.02 – Identificação das peças e partes (UCM85)

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Figura 1.03 – Identificação das peças e partes (UCM2387)

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III. Romaneio de entrega


O romaneio constitui uma ferramenta indispensável para a recepção do equipamento, uma vez que
apresenta a lista de peças e partes individualizadas, por volume. Este romaneio será enviado ao cliente juntamente
com a nota fiscal, sendo uma cópia do mesmo afixada diretamente junto a cada volume.

O romaneio geral referente ao faturamento do sistema especificará a identificação de cada volume como
seu conteúdo próprio, o qual deverá ser conferido com o romaneio individual do volume.

Assim, o romaneio geral contém as seguintes informações:

• Número da nota fiscal;

• Objeto do fornecimento;

• Número de volumes referentes ao faturamento;

• Identificação dos volumes, com indicação de dimensão, peso e conteúdo interno;

• Listagem individual das peças e acessórios por volume (esta listagem estará também afixada junto ao
volume afim de permitir a conferência do mesmo).

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IV. Transporte
O acondicionamento do equipamento, bem como suas partes e peças, é realizado em caixas de papelão
reforçado, que provê a segurança necessária para o transporte, armazenamento e manuseio dos volumes.

Todo o equipamento é forrado com papelão ondulado e revestido com plástico tipo bolha, o qual confere
uma proteção contra a penetração de umidade.

Como se trata de um equipamento eletrônico, todo o cuidado para o transporte e armazenamento do mesmo
deve ser tomado. A existência de contatos mecânicos, tais como conectores, sofrem diretamente a ação das forças
mecânicas que podem provocar deformações e falha nos contatos que poderão interferir no tempo médio entre
falhas do equipamento.

Os cuidados necessários para o transporte do equipamento podem ser resumidos em um pequeno conjunto
de instruções, a saber:

• Observar as indicações externas quanto ao posicionamento do volume (setas indicativas do sentido de


transporte e armazenamento);

• Observar as prescrições quanto ao empilhamento máximo de volumes, descritas externamente;

• Para o manuseio do volume através de empilhadeiras é conveniente o uso de pallet apropriado para entrada
do garfo de içamento;

• Evitar o transporte ou armazenamento temporário em locais com presença de água ou de insolação direta
sobre o volume.

4.1. Especificações técnicas para o transporte:

Tabela 1.01 – Especificações transporte

Temperatura máxima: 70 °C

Temperatura mínima: -55 °C

Umidade relativa máxima: 95 %

Altitude (requisitos de pressão): 15.000 m

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V. Armazenamento
O armazenamento da Unidade Terminal Remota UTR 8000 deverá ser realizado em local seco, livre de
insolação direta e preferencialmente ventilado.

A embalagem dos volumes deverá ser preservada até a data de utilização ou instalação do equipamento em
campo.

Os requisitos máximos ambientais para a armazenagem dos volumes estão abaixo especificados:

Tabela 1.02 – Requisitos armazenamento

Temperatura máxima: 70 °C

Temperatura mínima: -55 °C

Umidade relativa máxima: 95 %

Altitude (requisitos de pressão): 2.000 m

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VI. Desembalagem
Recomendamos a desembalagem do volume próximo ao local de instalação afim de preservar o
equipamento de qualquer risco durante a fase de transporte do mesmo.

Após a desembalagem do volume, deverão ser conferidas as partes e peças integrantes através do romaneio,
sendo que qualquer divergência deverá ser comunicada imediatamente a ATI.

Junto à embalagem do equipamento estará a folha de registro do equipamento, a qual deverá ser preenchida
e enviada a ATI. O capítulo VII desta seção descreve a finalidade e importância do preenchimento desta folha.

Recomendamos que, após a desembalagem do equipamento, sejam verificados os seguintes pontos:

• Conferência das peças e partes do volume;

• Verificação de algum dano físico no equipamento;

• Verificação de presença de água ou umidade excessiva interna.

Em caso de constatação de algum problema, notificar imediatamente a ATI para verificação e registro da
ocorrência.

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VII. Registro do equipamento


O registro do equipamento constitui o meio pelo qual o equipamento comercializado é reinserido no plano
de controle de qualidade total.

A partir do registro do equipamento será iniciado um acompanhamento do mesmo durante a fase de


garantia e assistência técnica.

Assim, o preenchimento do registro do equipamento por parte do cliente inicia o controle histórico e de
acompanhamento técnico pelo fabricante, indispensável para o fechamento do loop do ciclo de qualidade interno.

O registro do equipamento deverá ser preenchido e assinado por um representante do cliente, o qual
informará à ATI os dados referentes ao recebimento e instalação do equipamento.

Uma vez preenchido, o registro do equipamento deverá ser enviado para:

ATI Automação Telecomunicações e Informática Ltda.


Rua Paulo Freire de Araújo, 280 – Estoril, Belo Horizonte.
Minas Gerais. Brasil. CEP 30.494-280.
Telefone: +55.31.2105-3100 Fax: +55.31.2105-3111
Att.: Departamento de Engenharia de Aplicação e Suporte

Este registro também poderá ser enviado por email (suporteati@ati.com.br)

As instruções para preenchimento do registro do equipamento estão a seguir descritas, sendo


exemplificadas diretamente pelo modelo na página seguinte.

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Tabela 1.03 – Registro do equipamento

Dados sobre o equipamento

Modelo:

Número de série:

Plano de inspeção em fábrica:

Data de fabricação:

Dados da instalação

Nome do Cliente:

Endereço:

Local de instalação:

Informações adicionais

Descrição Sim Não

A embalagem foi encontrada em perfeito estado?

O equipamento apresentou algum problema


durante o “start-up”?

Nome Setor / Data Assinatura

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Unidade Terminal Remota UTR8000
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Segunda seção

Descrição do equipamento

Grupo ATI
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Unidade Terminal Remota UTR8000
Manual do usuário - Descrição do equipamento
I. Apresentação da Unidade Terminal Remota

1.1. Unidade Terminal Remota 8000:

A Unidade Terminal Remota (UTR8000) é um equipamento de controle e supervisão totalmente


microprocessado, desenvolvida com o objetivo de automatizar a supervisão e controle dos equipamentos de uma
planta de telecomunicações.

Associada à UCA (Unidade de Coleta e Atuação), a ser tratada detalhadamente em documentação própria ,
a UTR8000 permite que, a partir do Centro de Operação (C.O), todo o processo de supervisão e controle dos
equipamentos da planta de telecomunicações seja feito de forma automática e remota, proporcionando, ainda,
diversas facilidades de operação remota a partir do C.O.

Configuração, operação e supervisão via canal RS-232 (modo local) ou remota via modem , através de
endereçamentos individualizados.

Set de comandos remotos a partir do Centro de Operação:

Configuração da UTR8000;

Aquisição de todos os dados armazenados a qualquer hora e tempo (RTC, dados de configuração, histórico
de alarmes);

Pedido de alarmes;

Reconhecimento de alarmes;

Inibição de alarmes;

Habilitação de alarmes;

Inibição de alarmes específicos;

Acionamento / desacionamento de telecomandos;

Leitura de telemedidas;

Configuração de função lógica dentre outras.

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Unidade Terminal Remota UTR8000
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II. Características técnicas

2.1. Arquitetura:

A UTR8000 possui arquitetura modular, baseada em multiprocessamento com controle de supervisão do


sub-bastidor efetuado por um microprocessador no cartão UCM (Unidade de Controle e Comunicação).

Cada módulo componente de um sub-bastidor dispõe de um microcontrolador 80C32 que efetua o seu
gerenciamento individual a exceção dos módulos analógicos (modem, híbrida , filtro).

Um barramento traseiro com conexão RS-485 permite a comunicação do módulo de controle UCM com
todos os demais módulos componentes do sistema o que proporciona o processamento local das informações por
módulo. A conexão entre o módulo de controle UCM e o modem também é feita através do barramento traseiro com
conexão RS-232 (á exceção dos casos onde o módulo UCM é o UCM2811, quando o modem é implementado no
próprio cartão).

Todos os módulos são conectados ao barramento traseiro através de conectores no padrão mini-
euroconector.

2.2. Modularidade:

Devido a sua arquitetura modular a UTR8000 pode ser configurada fisicamente e dentro das necessidades
individuais de cada central a ser automatizada. Seus componentes são:

• Sub-bastidor em versão reduzida SBT-8000R;

• Bastidor de parede BP-01;

• Fonte de Alimentação FAC-08/50;

• Filtro FL-48 (UTR8000);

• Unidade de Comunicação UCM2387, UCM2811 ou UCM85;

• Unidade de Supervisão de Comandos USC-64;

• Unidade de Entradas Analógicas UEA-08/16;

• Módulo Modem MV321 (opcional para uso com cartão UCM85);

• Híbrida de Sub-Banda HSB-02 (opcional);

2.3. Características funcionais:

Operação remota com facilidade para aquisição de dados armazenados, alteração de parâmetros, supervisão
de alarmes, leitura de telemedidas e atuação em telecomandos.

Configuração remota através de conexão serial via modem (em linha dedicada ou comutada) ou através de
cabo direto RS-232.

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Configuração modular de USC-64 montagem permitindo a inserção de módulos adicionais, sub-bastidores,
bastidores para expansão do número de entradas e saídas digitais a serem supervisionadas.

Requisitos de compatibilidade eletromagnética necessários para operação em ambientes de ruído


eletromagnético devido à utilização de barramento de alta imunidade e alta velocidade.

2.4. Características técnicas e elétricas gerais:

Configuração padrão com um canal de comunicação RS-232C para interligação de modem.

Barramento multiplexado com 4 canais RS-485.

Estrutura modular permitindo acréscimo de novos sub-bastidores (opcional)

Fonte de alimentação dual em Hot-Stand-by (opcional)

Entrada de alimentação de –48Vcc (positivo aterrado).

Potência máxima por sub-bastidor de 50W.

Potência nominal contendo UCM2387 (ou UCM2811, UCM85), USC-64 (com os TS’s desativados e com
os módulos de TC/TS), Modem MV321 (opcional para uso com UCM85), UEA-08: 16W (0,346 A com relação a
48V).

Consumo máximo de corrente (dreno externo) por entrada de supervisão: 10mA, sob pulsos de 48Vcc.

2.5. Características elétricas das entradas de telessinais:

Capacidade máxima de 64 pontos de entrada de supervisão por cartão USC-64;

Consumo máximo de corrente por entrada de telessinal: 10mA (sob pulsos de 48V);

Telessinal é acionado ao ser colocado o referencial positivo (+48V ou terra) na entrada;

Entrada isolada através de opto-acoplador com a referência comum às entradas (–48Vcc);

Nível de atuação das entradas (em relação ao –48V):

Entrada inativa: menor que 11V;

Entrada ativa: maior que 23V;

Estado das entradas incerto: de 11V a 23V.

2.6. Características elétricas das saídas de telecomandos:

16 saídas por cartão USC-64;

Ao executar um telecomando será enviado à saída correspondente o sinal de –48V.

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2.7. Características elétricas das entradas analógicas:

4 entradas por cartão UEA-08;

Faixa de corrente de entrada: 4 a 20mA ( 1 a 5V).

2.8. Comunicação com o centralizado

2.8.1. Modem MV321 (p/ UCM85) ou módulo V.23 implementado no cartão UCM2811

Taxa de transmissão de dados: 1200 bps Half-duplex;

Sensibilidade de recepção: até –40dBm.

Nível de transmissão: ajustável de 0 a –30 dBm.

2.8.2. Conexão ethernet com cartão UCM2387

Taxa de transmissão de dados: 10/100MBps

2.9. Considerações para o dimensionamento dos cabos e fusíveis de alimentação:

Para calcular o consumo máximo de corrente – dreno externo – por unidade remota instalada, deve-se-á
utilizar a seguinte equação: Cmax = nUSC-64 x NTS x 10mA x 0,25 + 0,7A

Onde:

Cmax = Consumo máximo de corrente – dreno externo – por sub-bastidor;

nUSC-64 = Número de USC-64 instaladas na unidade remota;

NTS = Número de entradas de coleta de uma USC-64;

10mA = Consumo médio por entrada;

0,25 = Fator de demanda;

0,7A = Consumo normal por sub-bastidor.

Exemplo 1: Se a unidade Remota encontra-se com 01 USC-64 com 32 entradas digitais instaladas (04
pentes IED-08/4), então este sub-bastidor terá o seguinte Cm ax:

Cmax = 1 x 32 x 10mA x 0,25 +0,7A

Cmax = 0,78A.

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III. Ilustrativo das configurações mecânicas

Figura 2.01 – Vista do SBT-UTR8000R instalado em bastidor

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Terceira seção

Especificando o equipamento

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I. Versões de composição
A UTR8000 é um equipamento modular constituído pelos seguintes módulos dimensionados e dispostos de
acordo com o número de interfaces a serem supervisionadas.

1.1. Versão padrão (32 telessinais, 08 telecomandos e 08 telemedidas):

• Sub-bastidor horizontal de 19” Modelo SBT-8000R;

• Fonte de Alimentação FAC-08/50;

• Filtro FL-48 (UTR8000);

• Unidade de Comunicação UCM2387, UCM2811 ou UCM85;

• Unidade de Supervisão de Comandos USC-64;

• Unidade de Entradas Analógicas UEA-08/16;

• Módulo Modem MV321 1200bps (opcional para uso com cartão UCM85);

1.2. Versões expandidas :

Terão a mesma configuração padrão, podendo ser acrescidos quaisquer um dos módulos abaixo:

• Unidade de Supervisão e Telessinais UST-128;

• Unidade Controladora de Telecomandos UCT-32;

• Híbrida de Sub-Banda HSB-02;

• Filtro AFT-02;

Nota: Por ter uma arquitetura modular, a UTR8000 poderá atingir um total de 16384 teleobjetos que poderão
ser distribuídos em telessinais, telecomandos, telemedidas, ou telerregulações, fazendo uso dos seguintes
cartões:

• USC-64 (64 telessinais e 16 telecomandos)


• UST-128 (128 telessinais)
• UEA-16 (16 telemedidas)
• USA-16 (16 telerregulações)
• UGM-16 (16 telecomandos para multimedição)
• UCI-128 (128 interfaces para contadores de impulsos)
• UCT-32 (32 telecomandos)
• TDI (transdutor digital inteligente - grandezas elétricas: tensão, corrente, fator de potência, etc.)
• FAC -8/50 (fonte de 50W)
• Bastidor BP-02 (capacidade de 14 cartões além do módulo de controle e do modem).

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1.3. Configuração do hardware / Interfaces de telesupervisão:

A quantificação e disposição dos componentes (bastidores e sub-bastidores) irá variar em função da


capacidade instalada da central a ser automatizada, conforme quantitativos estabelecidos nas tabelas 3.01e 3.02.

Tabela 3.01 – Configuração padrão - Sub-Bastidor

Telessinais Bastidor / Sub Quantidade de Módulos


SBT Não
Modem USC-64
8000R usado
0000 63 1° 1° 01 01 01 01 01
01 01 01 01 01 01 01

Tabela 3.02 – Versão expandida - Sub-Bastidor

Telessinais Bastidor / Sub Quantidade de Módulos


SBT
MV321 USC-64 HSB 02-08
8000R
0000 63 1° 1° 01 01 01 01 01
01 01 01 01 01 01 01

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II. Descrição dos bastidores, sub-bastidores e módulos

2.1. Sub-bastidor SBT-8000R:

2.1.1. Características básicas e local de aplicação:

O SBT-8000R, é um sub-bastidor em versão reduzida com oito slot's disponíveis para alojamento dos
módulos. É encaixado no bastidor e tem sua aplicação adequada em centrais de telecomunicações com as seguintes
características básicas:

• Centrais de pequeno porte onde o número de interfaces a serem supervisionadas for igual ou inferior a 64
pontos.

• Centrais de pequeno porte onde não existe espaço físico suficiente para instalação de bastidor vertical,
como por exemplo: centrais instaladas dentro de CONTAINER’s.

É equipado com filtro de linha FL-48R e placa tipo mother-board que permite a inserção e extração dos
módulos pelo processo plug-in, utilizando-se conectores no padrão mini-euroconector. O interfaceamento externo é
realizado diretamente no painel frontal dos módulos instalados nos sub-bastidores, através de conectores nos
padrões euroconector e db.

As tabelas 3.03 e 3.04 apresentam a disposição dos módulos nas diferentes versões e a figura 3.01 ilustra a
vista frontal dos mesmos no SBT-8000R (versão padrão).

Tabela 3.03 – Disposição dos módulos no SBT-8000R - Versão padrão

N° Bastidor N° do SBT-8000R N° do slot Módulo


Primeiro Primeiro 1°slot Fonte FAC-08/50
Primeiro Primeiro 2°slot Não utilizado
UCM2387, UCM2811 (ou
Primeiro Primeiro 3°slot
UCM85)
Primeiro Primeiro 4°slot Modem (p/ UCM85)
Primeiro Primeiro 5°slot USC-64
Primeiro Primeiro 6°slot UEA-08/16
Primeiro Primeiro 7°e 8°slot Não utilizados

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Tabela 3.04 – Disposição dos módulos no SBT-8000R - Versão expandida

N° Bastidor N° do SBT-8000R N° do slot Módulo


Primeiro Primeiro 1°slot Fonte FAC-08/50
Primeiro Primeiro 2°slot Não utilizado
UCM2387, UCM2811 (ou
Primeiro Primeiro 3°slot
UCM85)
Primeiro Primeiro 4°slot Modem (p/ UCM85)
Primeiro Primeiro 5°slot USC-64
Primeiro Primeiro 6°slot UEA-08/16
Primeiro Primeiro 7°slot HSB-02/8
Primeiro Primeiro 8°slot Não utilizados

2.2. Detalhes de conexões

As conexões dos módulos da UTR8000 (versão padrão) serão feitas de acordo com a figuras 3.01 e 3.02

Figura 3.01 – Desenho ilustrativo de instalação do SBT-8000R em Bastidor

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Figura 3.02 – Conectores das entradas e saídas digitais

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2.3. Fonte de alimentação FAC-08/50

2.3.1. Descrição:

O módulo Fonte de Alimentação FAC-08/50 (potência 50W), tem como função o suprimento de energia
dos demais módulos que compõem cada sub-bastidor da UTR8000 e do modem do sistema a partir do –48Vcc
disponível nas estações.

“Há possibilidade de operar em modo Hot stand by utilizando fontes de 25W através de circuito de
monitoração individual, que consiste em uma operação com dois módulos – principal e reserva – proporcionando,
caso haja ocorrência de falha do módulo principal, a entrada imediata em operação do módulo reserva, sem prejuízo
para alimentação do sistema, motivo pelo qual sempre são utilizados dois módulos por sub-bastidor”.

Possui ainda:

• Conector frontal, para conexão de energização em 48Vcc ( –48Vcc, comum da alimentação e terra);

• Chave de energização externa;

• Led's de sinalização instalados no painel frontal para informação visual ao operador de seu estado de
operação, conforme descrito na tabela 3.05.

A FAC-08/50 ocupa sempre o primeiro slot à direita do sub-bastidor. Logo abaixo do módulo ou FAC-
08/50 encontra-se o filtro de linha FL-48/(R ou C) dotado de fusível de proteção, e conectores para a entrada de
alimentação e aterramento do sub-bastidor.

Consulte também a tabela 3.05 desta seção para um melhor entendimento do dimensionamento de módulos
por sub-bastidor e bastidor em função do número de pontos a serem supervisionados. As figuras 3.03 e 3.04 ilustram
a FAC-08/50 e o FL-48.

2.3.2. Características técnicas:

• Entrada de alimentação: -48V ± 25%;

• Conversor principal: chaveado e isolado com 3 saídas.;

• CirPotência máxima: 50W para a FAC-08/50;

Tabela 3.05 – Sinalizações visuais do FAC-08/50

Estado Sinalização visual


Tensão de +5V, +12V e -12V Led's verdes
Sendo que em estado ativo e com funcionamento normal:
O módulo estará com os led's verdes acessos simultaneamente indicando o fornecimento normal de corrente para
os demais módulos do sub-bastidor

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Figura 3.03 – Fonte FAC-08/50

Figura 3.04 – Filtro FL-48 (UTR8000)

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2.4. Unidade de Comunicação UCM2387, UCM2811 e UCM85

2.4.1. Descrição

A UCM tem a finalidade de prover toda a estrutura de gerenciamento de informações e comunicação para a
UTR8000, fazendo uso de um sistema operacional que possui como características nativas a segurança, a execução
de várias tarefas concomitantemente, além de recursos que facilitam a maneira de comunicação através de uma rede
local.

É através deste módulo que a Unidade Terminal Remota UTR8000 comunica com o barramento traseiro do
sistema para a coleta de informações de supervisão dos cartões de entradas e saídas digitais (USC-64, UST-128,
UCT-32, UEA-16 e outros).

Utilizando memória flash, este cartão permite o armazenamento de histórico de eventos de forma segura,
mantendo toda a sua configuração de forma não volátil. Permite-se também que o usuário possa, sob determinadas
condições, instalar outros aplicativos extraindo mais recursos do equipamento. A UCM têm a finalidade de prover
toda a estrutura de gerenciamento de comunicação para a UTR8000.

Em seu painel frontal encontram-se duas saídas seriais no padrão RS-232C para conexão do modem
externo e do lap-top para operação em campo. O modelo UCM2387 conta com um conector RJ45 para conexão à
rede ethernet.

2.4.2. Características técnicas

Tabela 3.06 – Processamento UCM2387, UCM2811 e UCM85

Descrição UCM2387 UCM2811 UCM85


CPU ARM7 TMS320F2811 8085A
Freqüência de clock 200 MHz 24 MHz 6.144 MHz
Supervisão de falha através de
Watch dog timer Watch dog timer Watch dog timer
interrupção
Memória EPROM ou FLASH 256 Kbytes 16 Kbytes 16 Kbytes
Memória RAM não volátil: 2Mbytes 32 Kbytes 32 Kbytes
Memória RAM 32 Kbytes 8 Kbytes 8 Kbytes
Consumo 50 mA 50 mA 50 mA

A UCM é instalada no terceiro slot do primeiro sub-bastidor e apresenta sinalizações e conexões externas,.
conforme as tabelas 3.07 e 3.08 (UCM2811), 3.09 e 3.10 (UCM85) e 3.11 e 3.12 (UCM2387).

Funcionalidades de rede para a UCM2387:

• Possui os serviços de rede disponíveis: FTP, TELNET, SSH, HTTP, PPP

• Acesso aos parâmetros de rede da UTR através de interface gráfica via browser (http)

• Comunicação com ASR utilizando conexões socket e APIs proprietárias para coleta de informações de
supervisão.

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Tabela 3.08 – Interfaceamento UCM2811

Descrição Identificação Conector


01 Push button para atualização de firmware UPT
02 Push button para inicialização do módulo RESET
03 Conector interface COM2 (Local) COM2 DB-9 M
04 Conector interface COM1 (Remoto) COM1 DB-9 M
05 Conector com V.23 COM3 DB-9 F
06 Conector interface com barramento CN1 EURO-48

Tabela 3.09 – Sinalizações visuais da UCM85

Descrição Identificação Led


01 Falha no canal de comunicação COM1 COM1 Vermelho
02 Falha no canal de comunicação COM2 COM2 Vermelho
03 Falha no canal de comunicação RS-485 COM3 Vermelho
04 Recepção de caractere pelo barramento RS-485 RX Verde
05 Recepção de caractere pela linha serial COM1 RX1 Verde
06 Recepção de caractere pela linha serial COM2 RX2 Verde
07 Status operacional do módulo “Alarme” STT Vermelho
08 Transmissão de caractere pelo barramento RS-485 TX Verde
09 Transmissão de caractere pela linha serial COM1 TX1 Verde
10 Transmissão de caractere pela linha serial COM2 TX2 Verde
11 Presença de tensão no módulo VCC Verde
12 Funcionamento do watch dog WDOG Vermelho

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Tabela 3.10 – Interfaceamento UCM85

Descrição Identificação Conector


01 Conector interface COM1 (externo) MODEM1 DB-9 M
02 Conector interface COM2 (externo) MODEM2 DB-9 M
03 Conector interface alarmes ALARME DB-9 F
04 Conector interface com barramento CN1 EURO-48
05 Push button para inicialização do módulo RESET

Tabela 3.11 – Sinalizações visuais da UCM2387

Descrição Identificação Led


01 Indicação de cartão energizado PWR Amarelo
02 Indicação de porta remota conectada ONL Vermelho
03 Indicação de status do processador do cartão STT Vermelho
Indicações dos sinais do barramento traseiro dos cartões e das portas de
04 TXD e RXD Verde
comunicação LOCAL e REMOTA

Tabela 3.12 – Interfaceamento UCM2387

Descrição Identificação Conector


01 Conector para interface de rede local ETHERNET RJ-45
02 Push button para inicialização do módulo RESET
03 Conector interface Local LOCAL DB-9 M
04 Conector interface Remoto REMOTO DB-9 M
05 Conector interface com barramento CN1 EURO-48

Nas tabelas 3.07 e 3.09 descrevem as conexões e operações que podem ser feitas na UCM localmente. A
UCM85 disponibiliza para o barramento (conexão interna) a terceira interface (COM3), que constitui uma interface
RS-485 multiplexada.

O conector REMOTO (MODEM2), constitui a conexão da interface RS-232C para o modem externo. O
conector LOCAL (MODEM1) é utilizado para a configuração do equipamento, através de uma conexão direta à
uma saída RS-232C de um microcomputador. As figuras 3.05 e 3.06 ilustram a UCM2811 e a UCM85.

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Figura 3.05 – Unidade de Comunicação UCM2811

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Figura 3.06 – Unidade de Comunicação UCM85

2.5. Unidade de supervisão e comandos USC-64:

2.5.1. Descrição

O cartão USC-64 tem por função, efetuar a supervisão de até 64 entradas digitais independentes, além de
controlar até 16 saídas digitais independentes. Constitui-se de um módulo completamente microprocessado e que
permite a sua configuração remota a partir do C.O. O interfaceamento entre os pontos de supervisão e a USC-64 é
realizada através de sub-módulos denominados de IED-08 (Interface de Entradas Digitais) sendo que cada IED-08
corresponde a oito entradas de supervisão

2.5.2. Características Técnicas:

• Microcontrolador: 80c32;

• Freqüência de clock: 18.432 Mhz.;

• Memória EPROM: 32 Kbytes;

• Memória RAM: 32 Kbytes;

• Número de entradas digitais: 64;

• Número de saídas digitais: 16;

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• Relógio de tempo real (RTC);

• Watch Dog;

• Proteção contra escrita indevida em RAM;

• Circuito de backup para RAM não volátil;

• Consumo: 85mA (com relação a 48V);

• Circuito de auto-teste para as interfaces de entradas e saídas digitais.

A USC-64 é normalmente instalada no quinto slot do primeiro sub-bastidor. Suas sinalizações visuais e
interfaceamento externo são apresentados nas tabelas 3.11 , 3.12, a figura 3.07 ilustra o seu layout e a IED-08 e na
figura 3.08 é ilustrada a forma de inserção / extração da IED-08.

Tabela 3.11 – Sinalizações visuais da USC-64

Descrição Identificação Conector


01 Configuração do módulo CFG vermelho
02 Recepção de caracter pelo barramento RXD verde
03 Status operacional do módulo “ Alarme” STT vermelho
04 Transmissão de caracter pelo barramento TXD verde

Tabela 3.12 – Interfaceamento USC-64

Descrição Identificação Conector


01 Conector de interface para entradas digitais Telessinais EURO-64
02 Conector interface com barramento CN1 EURO-32
03 Conector de interface para saídas digitais Telecomandos EURO-64

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Figura 3.07 – Unidade de Supervisão de Comandos USC-64

Telessinais

IED-08
Telecomando
s

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Figura 3.08 – Inserção / Extração da IED-08 na USC-64

2.6. Módulo de supervisão de entradas analógicas UEA-08/16:

2.6.1. Descrição:

O cartão UEA-08/16 tem por função, efetuar a supervisão de até 08/16 entradas analógicas independentes,
além de implementar a comunicação com o cartão UCM afim de transmitir as informações coletadas. Constitui-se
de um módulo completamente microprocessado e que permite a sua configuração remota a partir do C.O. O
interfaceamento entre os pontos de supervisão e a UEA-08/16 é realizada através de sub-módulos denominados de
IEA-01/C (Interface de Entradas Analógicas).

Cada IEA-01/C corresponde a uma entrada de supervisão, como cada UEA-08/16 comporta até dezesseis
IEA-01, então o cartão UEA-08/16 tem a capacidade de supervisionar até 16 entradas analógicas.

2.6.2. Característica técnicas:

• Microcontrolador: 80c32;

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• Freqüência de clock: 18.432 Mhz;

• Memória EPROM: 32 Kbytes;

• Memória RAM: 32 Kbytes;

• Número de entradas analógicas: até 16;

• Watch Dog para barramento RS-485;

• Conversores de 12 bits + sinal com erro de 1/2LSB;

• E2PROM para manutenção dos dados de configuração;

• Consumo: 71mA (com relação a 48V);

• Circuito de auto-teste para os módulos de conversão analógico/digital.

A UEA-08/16 é normalmente instalada no sexto slot do primeiro sub-bastidor. Suas sinalizações visuais e
interfaceamento externo são apresentados nas tabelas 3.13 e 3.14, a figura 3.09 ilustra o seu layout e a IEA-01/C e
na figura 3.10 é ilustrada a forma de inserção/extração da IEA-01/C.

Tabela 3.13 – Sinalizações visuais da UEA-08/16

Descrição Identificação Conector


01 Configuração do módulo CFG vermelho
02 Recepção de caracter pelo barramento RXD verde
03 Status operacional do módulo “ Alarme” STT vermelho
04 Transmissão de caracter pelo barramento TXD verde

Tabela 3.14 – Interfaceamento UEA-08/16

Descrição Identificação Conector


01 Conector de interface para entradas analógicas Telemedidas DB-25
02 Conector interface com barramento CN1 EURO-32

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Figura 3.09 – Unidade de Entradas Analógicas UEA-08/16

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Manual do usuário - Especificando o equipamento
Figura 3.10 – Inserção / Extração da IEA-01/C na UEA-08/16

2.7. Modem MV321

2.7.1. Descrição:

Modem FSK que opera no modo Half duplex a 1200bps. Tem a função de fazer a comunicação entre a
Unidade Terminal Remota e a UCA.

Disponibiliza a interface de linha a quatro fios.

2.7.2. Características técnicas:

• Entrada de alimentação: ± 12V, terra e +5V fornecido pelo barramento;

• Modulação e demodulação feita através de microcontrolador e filtros;

• Velocidade: 1200bps;

• Modulação: FSK;

• Opera no modo Half duplex;

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• Possui níveis na saída de TX de 0 a –30dBM e na entrada de RX de 0 a –40dBm, ajustáveis por trimpot's
no painel frontal;

• Relação sinal/ruído: -40dBm;

• Freqüência de transmissão com portadora constante: 1300Hz;

• Disponibiliza ajuste dos sinais TX e RX de linha.

O modem MV321 é normalmente instalado no quarto slot do primeiro sub-bastidor. Suas sinalizações
visuais e interfaceamento externo são apresentados nas tabelas 3.15 e 3.16 e a figura 3.11 ilustra o seu layout.

Tabela 3.15 – Sinalizações visuais do Modem MV321

Descrição Identificação Conector


01 Presença de portadora na linha DCD vermelho
02 Recepção de caractere via linha RXL vermelho
03 Transmissão de caractere via linha TXL vermelho
04 Recepção de caractere via serial RS-232 RXD verde
05 Transmissão de caractere via serial RS-232 TXD verde

Tabela 3.16 – Interfaceamento Modem MV321

Descrição Identificação Conector


01 Conector de interface de linha (externo) Linha DB9
02 Conector interface com o barramento CN1 EURO-48
TXLA, TXLB,
BORNES
03 Bornes para medida dos sinais de linha RXLA, RXLB,
JOTO
RXN, REF

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Figura 3.11 – Modem MV321

2.8. Híbrida HSB-02/8

2.8.1. Descrição:

Híbrida de sub-banda que apresenta cinco entradas e cinco saídas. Tanto as entradas como as saídas
disponibilizam ajuste de níveis independentes. Tem como função derivar uma entrada a todas as saídas, com
exceção da saída correspondente à entrada.

2.8.2. Características técnicas:

• Entrada de alimentação: ± 12V e terra através do barramento quando o filtro estiver no sub-bastidor ou 48V
quando for utilizada em caixa tipo “Mini-Box”;

• Atenuação dos níveis do sinal de cada nível de entrada de 0 a 15 dB, através de trimpot's no painel frontal;

• Atenuação dos níveis do sinal de cada nível de saída de 0 a 15 dB, através de trimpot's no painel frontal;

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• Inserção de ganho de 15dB para cada saída selecionada através de strap;

• Entrada e saídas com impedância de 600Ω;

• Consumo: 54mA (com relação a 48V);

• Bornes para medida dos níveis para cada entrada e saída.

A Híbrida HSB-02/8 pode ser instalada a partir do 6º slot do primeiro sub-bastidor. Suas sinalizações
visuais e interfaceamento externo são apresentados nas tabelas 3.17 e 3.18 e a figura 3.12 ilustra o seu layout.

Tabela 3.17 – Sinalizações visuais da HSB-02/8

Descrição Identificação Conector


01 Entrada de alimentação VCC Amarelo

Tabela 3.18 – Interfaceamento HSB-02/8

Descrição Identificação Conector


01 Disponibilizar os sinais de entrada e saída Sinais DB-25
02 Conector interface com o barramento (alimentação) CN1 EURO-32
E1 a E5 BORNE
03 Bornes para ajuste dos níveis de entrada e saída
S1 a S5 JOTO

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Figura 3.12 – Híbrida HSB-02/8

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III. Aspectos básicos de operação

Este item apenas informa quais os meios e ferramentas serão


necessários para configurar, ativar, operar e solucionar possíveis
falhas de funcionamento da UTR8000.
Nas seções seguintes os mesmos assuntos serão profundamente
tratados.
Não se aconselha operar a UTR8000 sem a devida e exaustiva análise
das seções seguintes.

3.1. O endereçamento da UTR8000:

Basicamente, o endereçamento da UTR8000 é realizado via software ASR, a ser tratado detalhadamente em
documentação própria, em modo local através de lap-top pelo canal de comunicação serial RS-232C.

Os endereçamentos internos da USC-64 e UEA-08/16 são realizados através das chaves tipo DIP,
localizadas nos próprios módulos.

3.2. O reset ou inicialização:

A inicialização ou reset do equipamento pode ser realizada de uma das três formas a seguir:

• Em modo local através da tecla reset do módulo UCM;

• Através comutação das fontes de alimentação;

• Através do Watch dog timer, quando da ocorrência de algum problema no programa.

Durante a reinicialização da UTR8000, uma rotina de auto-diagnóstico efetua a verificação completa de


diversos pontos no equipamento, conforme tabela 3.19.

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Tabela 3.19 – Rotina de inicialização ou reset

Módulo UCM2811 ou UCM85

Item Mneumônico Descrição

01 CHKSUM Rotina de verificação dos bytes de check sum da EPROM.

02 RAMCHK Rotina de verificação de escrita e leitura da RAM.

03 REGTST Rotina de verificação dos registradores internos do microprocessador.

04 COMTEST Rotina de verificação das UART's de comunicação serial.

Módulo USC-64

Item Mneumônico Descrição

01 CHKSUM Rotina de verificação dos bytes de check sum da EPROM.

02 RAMCHK Rotina de verificação de escrita e leitura da RAM.

03 REGTST Rotina de verificação dos registradores internos do microprocessador.

04 TSTTS Rotina de verificação dos driver's de supervisão das entradas digitais

05 RTCTST Rotina de verificação do relógio de tempo real.

Módulo UEA-08/16

Item Mneumônico Descrição

01 CHKSUM Rotina de verificação dos bytes de check sum da EPROM.

02 RAMCHK Rotina de verificação de escrita e leitura da RAM.

03 REGTST Rotina de verificação dos registradores internos do microprocessador.

04 CONVTST Rotina de verificação dos conversores Analógico/Digitais.

3.3. Possíveis ocorrências de falhas de funcionamento:

Tabela 3.20 – Alimentação acionada e a UTR8000 não liga

Ocorrência Procedimento

⇒ Verificar o fusível de entrada do módulo de alimentação FL-48


Led “VCC” do módulo de alimentação não e o fusível dos módulos FAC-08.
está aceso. ⇒ Desenergizar o equipamento, proceder a substituição dos
fusíveis defeituosos, e reenergizar o equipamento.

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Tabela 3.21 – Alimentação acionada a UTR8000 é ligada mas não funciona corretamente

Ocorrência Procedimento

Led de alarme (STT) de algum dos módulos ⇒ Desenergizar o equipamento, substituir o módulo alarmado e
está aceso reenergizar o equipamento.

Led RX e Led TX referentes á comunicação ⇒ Verificar se a UTR8000 está configurada corretamente.


com o barramento traseiro não estão ⇒ Se estiver, desenergizar o equipamento, substituir o módulo
piscando. UCM, reenergizar o equipamento e reconfigurar a UTR8000.

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Quarta seção

Instalando o equipamento

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I. Instruções preliminares
Esta seção apresenta as instruções necessárias para a instalação da Unidade Terminal Remota UTR 8000.

Antes de iniciar a instalação do seu equipamento, certificar-se de que todos os componentes necessários à
correta instalação estão presentes.

A relação sumária da composição do equipamento, acessórios, ferramentas, instrumentos e materiais


necessários para a instalação estão relacionados nas tabelas 4.01, 4.02, 4.03 e 4.04.

Tabela 4.01 – Composição do equipamento (UTR8000)

Caixa nº Item Descrição Código Quant. Un


1 Unidade remota UTR8000 1 PC
1.1 Sub-bastidor SBT 8000R 1 PC
1.2 Fonte de alimentação FAC-08/50 1 PC
UCM2387, UCM2811
1.3 Processador 1 PC
1 (ou UCM85)
1.4 Modem MV321 (p/ UCM85) 1 PC
1.5 Entradas e saídas digitais (32 TS e 08 TC) USC-64 1 PC
1.6 Entradas analógicas (04 entradas) UEA-08/16 1 PC
1.7 Híbrida HSB-02/8 1 PC
2 Painel de isoladores e transdutores PIT 1 PC
2.1 Base de montagem BM/PIT 1 PC
2.1 Módulo de isolação das entradas de telessinais MITS 32 PC
2 2.2 Módulo de isolação das saídas de telecomandos MITC 8 PC
2.3 Transdutor de corrente (-60 a +60 mVcc) 2281A-01Z-C02-A N 1 PC
2.4 Transdutor de tensão (0 a -60 Vcc) 2281A-01Z-VZZ-A N 1 PC
2.5 Bloco ATB BTRS 10x30 1 PC
3 3 Base de montagem para dois transdutores BMT 1 PC
4 4 Transdutor de corrente ( -60 a + 60 mVcc) 2281A-01Z-C02-A N 1 PC
5 5 Transdutor de tensão ( 0 a –60 Vcc) 2281A-01Z-VZZ-A N 1 PC

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Tabela 4.02 – Material para instalação

Item Descrição Quant. Un Finalidade


01 Cabos CCI 50 * m Para conectar os alarmes no bloco ATB
02 Cabo TWIM O5 1p 600 OHMS * m UTR p/ Rádios PDH Alcatel
03 Cabo AF 20AWG 1P blindado * m Transdutores p/ telemedidas de tensão e corrente
04 Cabo flexível 2,5mm2 vermelho * m Base de montagem dos isoladores p/ QDCC
05 Cabo flexível 2,5mm2 azul escuro * m Base de montagem dos isoladores p/ QDCC
Base de montagem dos isoladores para Barra ou
06 Cabo flexível 4mm2 verde * m
malha de aterramento
07 Terminal pino amarelo * PC Alimentação - Aterramento
08 Terminal olhal vermelho * PC Telemedidas e Alarmes
09 Terminal pino vermelho * PC Telemedidas
10 Terminal olhal amarelo * PC Aterramento
11 Canaleta 30x30 fechada * m Conectar alarmes onde não há esteiramento
12 Parafuso 4,2x32 A AT * PC Fixação das canaletas
13 Bucha S6 * PC Fixação das canaletas
14 Abraçadeira T18L * PC
15 Barbante encerado nº3 0,5 * rl
16 Identificadores numéricos * PC
17 Botoeira 24531 Margirius * PC Alarme da porta
18 Suporte e acionador p/ botoeira * PC Alarme da porta

• A quantidade destes itens será definida no projeto de instalação de cada equipamento.

Tabela 4.03 – Ferramental / Instrumental

Ferramental Instrumental
Item Descrição/Modelo Item Descrição/Modelo
01 Furadeira 01 Multímetro
02 Alicate de crimpar modelo 1351 G1
03 Máquina elétrica para wire wrap
04 Ferro de soldar de 30W
05 Campainha para teste de fiação
06 Alicate de bico
07 Alicate de corte diagonal
08 Alicate universal
09 Kit de chaves de fenda
10 Kit de chaves de boca

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Tabela 4.04 – Material de segurança

Item Quant. Descrição/Modelo Observações


01 01 Campainha CTMC 48V Sincron
02 01 Imã SM 1000 Metaltex
03 01 Reed SM 1002 Metaltex
04 01 Módulo de supervisão da manutenção
05 02 Bloco BTRS 10x30 Cook Conector de interface UTR/Estação
06 01 Fusível Diazed 6A Quando não estiver disponível no QDCC
07 01 Parafuso de ajuste - Fus Diazed 6A Quando não estiver disponível no QDCC
08 * Canaleta plástica cinza fechada 50x50mm Para cabos de supervisão e alimentação
Para cabos de conexão do reed , campainha, e módulo
09 * Canaleta plástica cinza fechada 22x22mm
de supervisão da manutenção.
10 * Cabo flexível de 2,5mm2 verde Para aterramento
11 * Cabo flexível de 2,5mm2 azul Conexão ao –48V
2
12 * Cabo flexível de 2,5mm vermelho Conexão ao comum da alimentação
13 * Cabo telefônico TEN 2503402/032 Conexão dos telessinais à USC-64
14 * Cabo telefônico CI 40x20p Conexão das entradas de telecomando à USC-64
15 * Cabo telefônico CCI 40x2p Conexão do modem
16 * Cabo telefônico CCI 40x1p Conexão do reed e a campainha
1
17 * Parafuso auto atarr. Fenda /8 ” x 1” Para fixação das canaletas e da campainha
18 * Bucha S6 Para fixação das canaletas e da campainha
19 4 Parafuso auto atarr. 2,9 x 13mm Para fixação do imã e do reed
Para a fixação do módulo de supervisão da
20 4 Parafuso auto atarr. fenda 3/16 ” x 1 ½”
manutenção
Para a fixação do módulo de supervisão da
21 4 Bucha S8
manutenção
22 - Cordão encerado Nº 3
23 - Solda 0,5mm trifluxo
24 1 Espaguete plástico de ½ ” cor cinza Para acabamento dos cabos do conector de alimentação
25 15 Abraçadeira T18R – HELLERMAN Fixação dos cabos ao bastidor de parede
26 - Fio jumper Para interligar blocos BTRS
Para a conexão do módulo de supervisão da
27 * Cabo telefônico CI 40x3p
manutenção
28 * Cabo telefônico CI 40x10p Para conexão aos módulos HSB-02/8 e AFT-02/8

• A metragem destes itens será definida no projeto de instalação de cada equipamento.

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II. Procedimentos de instalação

2.1. Fixação do equipamento

Fixar o Bastidor de parede e a canaleta plástica conforme a folha 2 do anexo do final desta seção, utilizando
os parafusos da tabela 4.04.

Fixar o sub-bastidor ao bastidor

2.2. Conexões para alimentação e aterramento

2.2.1. Usando o conector DB-3

Figura 4.01 – Conexão do cabo de alimentação na UTR8000

Conectar o conector DB3 ao conector frontal do módulo de alimentação conforme a figura ao lado.

A configuração do DB3 é a seguinte

• A1 DB3 – cabo vermelho – C4 régua de alimentação, 0V

• A2 DB3 – cabo azul – 0 do disjuntor 1 da régua de alimentação, -48V

• A3 DB3 – cabo branco – C8 régua de alimentação, terra

Conectar o cabo de alimentação azul-escuro ( -48 Vcc ) da entrada dos dois disjuntores situados na base de
montagem dos isoladores, até a saída do disjuntor citado no PI ( 6 A ) situado no QDCC citado no PI. Consultar a
folha 03 dos diagramas anexos no final desta seção.

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Conectar o cabo de alimentação vermelho (+) do conector C3 situado na base de montagem dos isoladores,
até o barramento positivo do QDCC citado no PI. Consultar a folha 03 dos diagramas anexos no final desta seção.

Conectar o cabo de aterramento verde do conector C5 situado na base de montagem dos isoladores, até o
barramento de terra situado abaixo do piso da sala. Consultar a folha 03 dos diagramas anexos no final desta seção.

2.3. Interligação da Unidade Remota ao bloco de interface

Instalar o bloco ATB 10x30 na parte traseira do bastidor conforme folha 02 dos diagramas anexos no final
desta seção.

2.3.1. Painel de isoladores

Fixar o painel de isoladores no bastidor conforme a folha 2 dos diagramas anexos no final desta seção.
Conectar alimentação, aterramento, telessinais, telecomandos e telemedidas conforme os capítulos específicos e
folhas 3, 4, 5, 6, 7 e 8 dos diagramas anexos no final desta seção.

2.3.2. Telessinais

Conectar os cabos de alarmes, do bloco ATB até os blocos de saída de alarmes dos equipamentos da
estação, conforme as informações contidas nas folhas 04, 06 e 07 dos diagramas anexos no final desta seção.

Conectar os cabos identificados como TS no bloco ATB conforme informações contidas nas folhas 05, 07 e
08 dos diagramas anexos no final desta seção. Será utilizado um cabo CCI50 1P para conexão de cada alarme e o
par deverá ser curto-circuitado com um terminal pino em uma das duas extremidades e no bloco ATB ligar o par no
mesmo pino. Conectar o conector EURO que sai dos MITS na parte superior do cartão USC-64.

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Figura 4.02 – Conectores do painel frontral USC-64

2.3.3. Telecomandos

Conectar os cabos de comandos do bloco ATB até os blocos de saída de alarmes dos equipamentos da
estação, conforme as informações contidas nas folhas 05 e 07 dos diagramas anexos no final desta seção.

Conectar os cabos identificados como TC no bloco ATB conforme informações contidas nas folhas 05 e
07. Será utilizado um cabo CCI50 1P para conexão de cada comando ao painel de isoladores sendo que o cabo azul
é o NA e o branco é o C. Conectar o conector EURO que sai dos MITC's na parte inferior do cartão USC-64.

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2.3.4. Telemedidas

Conectar o conector (DB25) do cabo das telemedidas no cartão UEA e as saídas das telemedidas nos seus
respectivos transdutores (medição de tensão e corrente) conforme a folha 3 dos diagramas anexos no final desta
seção.

2.3.5. Comunicação (Modem)

Conectar os condutores do cabo CCI50 3p ao bloco ATB, conforme a folha 5 e 7 dos diagramas anexos no
final desta seção. Conectar a outra extremidade dos condutores ao conector DB-9 macho referente ao modem,
conforme a figura 4.03. Caso tenha híbrida efetuar um jumper entre o modem e a híbrida conforme as folhas 5 e 7
dos diagramas anexos no final desta seção, caso contrário efetuar o conexão do modem ao canal de transmissão
conforme o projeto de instalação.

Figura 4.03 – Conexão dos cabos de transmissão e recepção do modem

2.3.6. Conexões para utilização de Híbrida HSB-02/8

Conectar os condutores do cabo CI50 10p ao bloco ATB 10 x 30, conforme as folhas 5 e 7 dos diagramas
anexos no final desta seção. Conectar a outra extremidade dos condutores, ao conector DB-25 F referente à híbrida
HSB-02/8, conforme ilustrado na figura 4.04.

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Figura 4.04 – Conexão dos cabos de sinais da Híbrida

Observação.:
1- Todos os cabos citados deverão ser alinhados aos módulos nos
quais serão conectados e presos ao bastidor de parede através de
abraçadeiras plásticas.
2- Por meio das folhas 4 , 5 e 6 dos diagramas anexos no final desta
seção, confirmar a continuidade de todas as conexões efetuadas,
utilizando uma campainha de teste.

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2.4. Interligação aos pontos a serem supervisionados

A localização dos pontos a serem supervisionados será definida no projeto de instalação de cada
equipamento.

Figura 4.05 – Interligação da supervisão

Instalar canaletas plásticas para a proteção dos cabos de alarmes onde houver a necessidade de passar o
cabo pela parede.

Para que os alarmes continuem sendo monitorados pelo equipamento de telesupervisão existente na
estação, conectar o módulo de circuito impresso contendo dois diodos ao borne de saída de cada alarme. Conectar os
anodos dos diodos ao ponto de saída do alarme; e os catodos, um ao condutor que leva o alarme até a UTR8000 e o
outro ao condutor que leva o alarme até o equipamento de telesupervisão existente na estação. Utilizar um espaguete
termo-contrátil para isolar a placa de circuito impresso.

2.5. Interligação ao canal de comunicação

A identificação e a localização do canal de comunicação serão definidas no projeto de instalação. Atentar


para o seguinte detalhe: Conectar os terminais RX do modem aos terminais RX do canal e os terminais TX do
modem aos terminais TX do canal. Para sua segurança, consulte o manual de instalação.

2.6. Instalação de dispositivos e acessórios

• Sensor de porta aberta;

• Instalar botoeira de porta normalmente fechada utilizando espaçadores para prender no marco da porta.
Utilizar dispositivos acionadores caso necessário;

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III. Comissionamento
O comissionamento de instalação do equipamento poderá ser realizado pelo fabricante ou assistência
técnica autorizada, caso o mesmo seja negociado no contrato de fornecimento.

Entretanto, durante a instalação dos equipamentos a ATI Telecomunicações, através do departamento de


engenharia de aplicação e suporte, estará à disposição para orientação técnica, quando se fizer necessário.

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Quinta seção

Configurando o equipamento

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Manual do usuário - Configurando o equipamento
I. Programação dos jumpers e chaves DIP
A programação dos jumpers e chaves DIP (Dual In-line Package) de cada um dos cartões deverá ser
cuidadosamente verificada para a garantia do pleno funcionamento do sistema.

Apresentamos a seguir algumas tabelas de programação de jumpers e chaves DIP para cada um dos cartões
componentes da Unidade Terminal Remota UTR8000.

Tabela 5.01a – Unidade de Comunicação UCM2811 (ou UCM85)

Jumper Função Posição de Fábrica Posição A Posição B

Interligação do supercap 1.0uF Jumper desconectado


Conecta o BT1 ao Desconecta o BT1 ao
ST1 com o sistema de carga do (manut, transporte ou
MAX791 (fechado) MAX791 (aberto).
circuito de supervisão MAX791A estocagem).

Permite a conexão/desconexão de
Conecta à interface Desconecta à interface
ST2 resistor de terminação no canal 1 Jumper conectado
RS-485 (fechado). RS-485 (aberto).
multiplexado da interface RS-485

Permite a conexão/desconexão de
Conecta à interface Desconecta à interface
ST3 resistor de terminação no canal 1 Jumper conectado
RS-485 (fechado). RS-485 (aberto).
multiplexado da interface RS-485

Permite a conexão/desconexão de
Conecta à interface Desconecta à interface
ST4 resistor de terminação no canal 1 Jumper conectado
RS-485 (fechado). RS-485 (aberto).
multiplexado da interface RS-485

Permite a conexão/desconexão de
Conecta à interface Desconecta à interface
ST5 resistor de terminação no canal 1 Jumper conectado
RS-485 (fechado). RS-485 (aberto).
multiplexado da interface RS-485

Observação: Os straps ST2, ST3, ST4 e ST5 devem ser devidamente programados de acordo com a posição
relativa da placa e a configuração do sub-bastidor.

Tabela 5.01b – Unidade de Comunicação UCM2387

Jumper Função Posição de Fábrica

ST1 e ST2 Testes em fábrica Aberto

Operação com modem GPRS


ST3, ST4 e ST5 Aberto
interno
Permite a conexão da porta serial no
ST6 Posição 1-2
modo local

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Tabela 5.02 – Unidade de Supervsão de Comandos USC-64:

Jumper Função Posição de Fábrica Posição A Posição B

Jumper
ST1 Não utilizado - -
desconectado

Interligação do supercap 1uF Conecta o supercap Desconecta o supercap


ST2 Jumper conectado
(mantém o relógio e a configuração) (fechado). do circuito (aberto).

Permite a conexão/desconexão de
Jumper Conecta à interface Desconecta à interface
ST3 resistor de terminação no canal 1
desconectado RS-485 (fechado). RS-485 (aberto
multiplexado da interface RS-485

Configuração do endereço binário


do cartão (este endereço não pode
SW1
ser repetido no mesmo canal RS-
485)

Observação: O strap ST3 deve ser devidamente programado de acordo com a posição relativa da placa e a
configuração do sub-bastidor.

Tabela 5.03 – Cartão UEA-08/16

Jumper Função Posição de Fábrica Posição A Posição B


Cartão conectado no
Conexão do resistor terminador no barramento RS485 Cartão sem resistor
ST1 Jumper conectado
barramento RS485 (resistor terminador) terminador (aberto).
(fechado)

Configuração do endereço binário do


SW1 cartão (este endereço não pode ser - - -
repetido no mesmo canal RS-485)

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Tabela 5.04 – Endereçamento dos módulos USC-64 e UEA-08/16

Endereço Posição 1 Posição 2 Posição 3 Posição 4 Posição 5


0 0 0 0 0 0
1 1 0 0 0 0
2 0 1 0 0 0
3 1 1 0 0 0
4 0 0 1 0 0
5 1 0 1 0 0
6 0 1 1 0 0
7 1 1 1 0 0
8 0 0 0 1 0
9 1 0 0 1 0
10 0 1 0 1 0
11 1 1 0 1 0
12 0 0 1 1 0
13 1 0 1 1 0
14 0 1 1 1 0
15 1 1 1 1 0
16 0 0 0 0 1
17 1 0 0 0 1
18 0 1 0 0 1
19 1 1 0 0 1
20 0 0 1 0 1
21 1 0 1 0 1
22 0 1 1 0 1
23 1 1 1 0 1
24 0 0 0 1 1
25 1 0 0 1 1
26 0 1 0 1 1
27 1 1 0 1 1
28 0 0 1 1 1
29 1 0 1 1 1
30 0 1 1 1 1
31 1 1 1 1 1
Nível Lógico Posicionamento da Chave DIP
0 ON
1 OFF

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Tabela 5.05 – Cartão Modem MV321 (p/ UCM85)

Jumper Função Posição de Fábrica Posição A Posição B

Jumper Reset no cartão Processamento normal


ST1 Reset do cartão
desconectado (fechado) (aberto)

Conectado: faz com que


Utilizar como clock do Desconectado: Permite
se utilize apenas um
ST2 microcontrolador do modem, Jumper conectado uso de frequência distinta
cristal oscilador (o do
o clock do chip-modem. para o microcontrolador.
chip-modem)

ST3/ Seleção de Linha comutada Posição 1-2: Posição 2-3:


Posição 1-2
ST4 ou linha privativa. linha privativa (4 fios). linha comutada

ST5/
Seleção de 2 ou 4 fios Posição 1-2 Posição 1-2: 2 fios Posição 2-3: 4 fios
ST6

Sem híbrida: 2 fios Com híbrida: 4 fios


ST7 Conexão da híbrida (2 fios) Aberto
(aberto) (fechado)

Tabela 5.06 – Cartão Híbrida HSB-02/8

Jumper Função Posição de fábrica Posição A Posição B

Elimina a possibilidade de
Posição 1-2: Posição 2-3:
ST1 entrada de ruído quando esta Posição 2-3
Não sendo usado Para usar entrada
entrada não está sendo usada.

Posição 1-2:
Insere ou não um ganho de Posição 2-3:
ST2 Posição 1-2 Quando se utilizar em
15dB na saída correspondente. Ganho na saída
sub-bastidor ( ± 12V)

Posição 1-2:
Posição 2-3:
ST3 e Possibilita alimentação de 48V Quando se utilizar em
Posição 2-3 Quando se utilizar em
ST4 ou ± 12V. caixa cuja alimentação é
sub-bastidor (± 12V).
48V.

Observação: Os trimpots P1 a P10 permitem ajustar a atenuação dos circuitos de entrada e saída de 0 a
15dB. Ver tabela 5.07.

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 5 Pág.: 5/6


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Tabela 5.07 – Correlação entre os trimpots P1 a P10 e as entradas e saídas da híbrida

Conexão Trimpot
Entrada 1 Trimpot P1
Entrada 2 Trimpot P2
Entrada 3 Trimpot P3
Entrada 4 Trimpot P4
Entrada 5 Trimpot P5
Saída 1 Trimpot P6
Saída 2 Trimpot P7
Saída 3 Trimpot P8
Saída 4 Trimpot P9
Saída 5 Trimpot P10

Figura 5.01 – Diagrama de blocos da Híbrida HSB-02

ENTRADA E1 ENTRADA E2 ENTRADA E3

E1 S1 E1 S1 E1 S1

E2 S2 E2 S2 E2 S2

E3 S3 E3 S3 E3 S3

E4 S4 E4 S4 E4 S4

E5 S5 E5 S5 E5 S5

ENTRADA E4 ENTRADA E5

E1 S1 E1 S1

E2 S2 E2 S2

E3 S3 E3 S3

E4 S4 E4 S4

E5 S5 E5 S5

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 5 Pág.: 6/6


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Manual do usuário – Testando e operando o equipamento
Sexta seção

Testando e operando o equipamento

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Manual do usuário – Testando e operando o equipamento
I. Instruções preliminares
Esta seção tem por objetivo descrever as rotinas de teste e operação local da Unidade Terminal Remota
UTR8000.

Antes de ser feito qualquer tipo de teste ou operação, a UTR8000 deverá estar devidamente instalada e
configurada conforme as seções 4 e 5 respectivamente.

Observação: Nunca energizar a Unidade Terminal Remota UTR8000


antes de instalá-la e configurá-la.

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 6 Pág.: 2/9


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Manual do usuário – Testando e operando o equipamento
II. Procedimentos de teste
Uma vez realizados os procedimentos para instalação e configuração descritos nas seções 4 e 5
respectivamente, a Unidade Terminal Remota UTR 8000 poderá ser energizada para verificação de sua integridade
funcional.

Esta seção descreve os testes e procedimentos para testes stand alone para a UTR 8000.

Antes de energizar o equipamento, verificar com um voltímetro se a tensão de entrada corresponde a


-48Vcc.

2.1. Orientações para os testes:

Os procedimentos descritos abaixo referem-se aos testes utilizando-se o programa Sup8000.

O programa Sup8000 habilita ao operador o teste de todas as funções da UTR8000 (exceto comunicação
via modem) através de uma interface homem máquina bastante simplificada (para Windows).

• Verificar no lap-top1 de testes se o software sup8000 está devidamente instalado;

• Conectar a saída serial do lap-top ou microcomputador à entrada serial LOCAL do cartão UCM2387,
COM2 do cartão UCM2811 (ou MODEM2 do cartão UCM85) certificando-se que o cabo (descrito no final
desta seção) de interligação a ser utilizado está correto.;

• Energizar a UTR8000;

• Após a energização verificar os seguintes pontos :

⇒ Cartão da fonte de alimentação :


Neste cartão os led's que deverão estar acesos correspondem àqueles indicativos de presença de
alimentação.

⇒ Cartão UCM2811 (ou UCM85) (considerando o cartão desconfigurado)

Tabela 6.01 – Indicação dos led's UCM2811 e UCM85

UCM85
UCM2811 VCC acesso
PWR acesso Watch dog apagado
ONL apagado COM1 apagado
STT piscando COM2 apagado
CFG acesso COM3 apagado
TXD / RXD piscando COM1, os demais apagados STT Apagado
(1) Piscando
RX / TX
(2) Depois de configurado

1
Fornecimento opcional.
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⇒ Cartão USC-64 e UEA-08/16 (considerando o cartão desconfigurado)

Tabela 6.02 – Indicação dos led's USC-64 e UEA-08/16

Watch dog apagado


STT apagado
CFG acesso
RXD / TXD apagados

• Set a configuração da porta serial do lap-top no software sup8000;

• Selecionar o endereço a ser configurado na UTR8000 no campo Endereço ETS;

• Acionar o menu Configura endereço no campo Configura;

• Acionar o menu Configura UCM no campo Configura;

Obs: Após o envio de configuração, deverão estar piscando apenas os led's RXD e TXD. O led config
deverá estar apagado e o STT piscando rapidamente indicando movimentação nos cartões.

Se houver algum erro de comunicação o sup8000 tentará estabelecer a conexão o número de vezes pré-
definido no software e cancelará o comando, acusando falhas de comunicação;

Observação: A configuração é composta pelos dados de cadastro de


remotas, de cartões USR , tipo de conexão da estação, etc. Caso
algum desses dados for cadastrado de forma incorreta, poderão
ocorrer falhas durante o estabelecimento de conexão, ou até mesmo
durante o envio de configuração.

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 6 Pág.: 4/9


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III. Operando com telessinais, telecomandos e
telemedidas .
As operações com telessinais, telecomandos e telemedidas, normalmente, são efetuadas com o software
sup8000 conectado com a estação .

3.1. Envio de configuração

Este comando faz com que os dados de cadastro de remotas, de cartões UTR , tipo de conexão da estação,
etc, sejam enviados para um determinado cartão USR, ou para um determinada remota ou para uma rede de remotas.

Acione o menu configura.

3.2. Acerto de RTC (Relógio de Tempo Real)

Esta função permite acertar o relógio de tempo real da remota

• Acessar o ítem relógio e em seguida o item ajusta para ajustar o relógio ou leitura para verificar o horário e
data.

3.3. Verificação de alarmes

• Acessar o item Pedido de Alarmes e ligar a chave que aparecerá na tela

3.4. Acionamento de telecomandos

• Acessar o item Aciona TC e clicar no telecomando a ser testado na tela acionamento de telecomandos que
aparecerá.

• Verificar no cartão USC-64 da UTR8000 a consistência do acionamento.

3.5. Leitura das telemedidas

• Acessar o item Estado das Telemedidas e clicar no item acionar polling que aparecerá na tela

• Aplicar um sinal de corrente de 4 a 20mA na entrada analógica do cartão UEA-08/16 e verificar a leitura
no software sup8000.

3.6. Reconhecer alarmes

Reconhecer todos os alarmes existentes, para que os mesmos não sejam reportados constantemente ao C.O
ocupando assim o canal de comunicação.

Observação: Consulte o manual do ASR para maiores


esclarecimentos.

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 6 Pág.: 5/9


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IV. Cabos de comunicação

4.1. Cabo de comunicação entre a UCM2387, UCM2811 ou UCM85 e lap-top


Figura 6.01 – Conector DB-9 UCM2811 (LOCAL) e UCM85 (MODEM1)

UCM2387, UCM2811 UCM85

4.2. Conector remoto, modem externo ou MV321 (p/ UCM85)

Figura 6.02 – Conector DB-9 UCM2811 (REMOTO) e UCM85 (MODEM2)

UCM2811 UCM2387, UCM85

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 6 Pág.: 6/9


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4.3. Conexão com V.23 (UCM2811)

Figura 6.03 – Conector DB-9 UCM2811 (V.23)

UCM2811

4.4. Conector Alarme (UCM85)

Figura 6.04 – Conector DB-9 UCM85 (Alarme)

UCM85

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V. Procedimentos para ajustes das entradas analógicas
e níveis de transmissão.

5.1. Ajuste das entradas analógicas

Procedimentos para ajuste final da UEA com suas respectivas IEA’s :

Material necessário:

• Cartão extensor;

• Gerador de tensão de 0 a 60V e 0 a 60mV precisos;

• Multímetro de 4 ¹/2 dígitos;

• Chave de fenda relógio;

• Esmalte para selar os trimpot's.

Ajuste da entrada de tensão:

1. Conectar o lap-top à UTR por meio do cabo serial. A UTR deverá estar previamente configurada;

2. Fazer a leitura das telemedidas por meio do sup8000 devendo o fundo de escala estar de 0 a 60;

3. Aplicar uma tensão de 0V à entrada do transdutor de tensão e verificar o valor no sup8000. Ajustar o
trimpot P1 para que o valor lido no sup8000 seja igual a 0V;

4. Aplicar uma tensão de 60V à entrada do transdutor de tensão e verificar o valor no sup8000. Ajustar o
trimpot P2 para que o valor lido no sup8000 seja igual a 60V;

5. Repetir os passos 3 e 4 para verificar se será necessário dar um retoque final.

Ajuste da entrada de corrente:

1. Conectar o lap-top à UTR por meio do cabo serial. A UTR deverá estar previamente configurada;

2. Fazer a leitura das telemedidas por meio do sup8000 devendo o fundo de escala estar de -100 a +100;

3. Aplicar uma tensão de -60mV à entrada do transdutor de corrente verificar o valor no sup8000. Ajustar o
trimpot P1 para que o valor lido no sup8000 seja igual a -100;

4. Aplicar uma tensão de +60V à entrada do transdutor de corrente e verificar o valor no sup8000. Ajustar o
trimpot P2 para que o valor lido no sup8000 seja igual a 100.

5. Repetir os passos 3 e 4 para verificar se será necessário dar um retoque final.

5.2. Ajuste do nível de transmissão do modem MV321 (p/ UCM85)

Procedimentos para ajuste e/ou verificação do nível de transmissão e recepção do modem MV321 :

Material necessário:

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 6 Pág.: 8/9


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Manual do usuário – Testando e operando o equipamento
• Medidor de nível;

• Fio jumper.

Ajuste do nível de transmissão:

1. Para a medição do nível de transmissão é necessário que ele esteja fixo em um valor, para tal existem duas
maneiras:

• Fazer um jumper nos pinos 6 e 7 do conector DB-9 fêmea na parte frontal do MV321 identificado como
RS-232. Para realizar esse procedimento é necessário que o cartão UCM85 esteja desconectado do
rack;

• Ou utilizar o software sup8000 e executar a função Ativa Portadora MV321. Para utilizar esta função a
remota deverá estar com todos os cartões inseridos e configurados;

2. Conectar o medidor de nível aos bornes TX na parte frontal do cartão MV321 na escala de 600ohms, caso
não tenha equipamento na outra ponta fazendo o casamento de impedância ou em alta impedância caso
tenha um equipamento fazendo o casamento de impedância e verificar o nível do sinal transmitido. O nível
deverá estar próximo de –16Dbm (default de fábrica);

3. Caso necessite de ajuste atue no potenciômetro P2, identificado como nível na parte frontal do MV321, no
sentido horário para aumentar o nível e no sentido anti-horário para diminuir.

Medição do nível de recepção:

1. Conectar o medidor de nível aos bornes RX na parte frontal do cartão MV321 em 600ohms balanceado e
medir o sinal lido.

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 6 Pág.: 9/9


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Manual do usuário – Solucionando problemas
Sétima seção

Solucionando problemas

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 7 Pág.: 1/8


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Manual do usuário – Solucionando problemas
I. Descrição funcional da UTR8000
Esta sessão tem por objetivo descrever funcionalmente a Unidade Terminal Remota UTR8000, no que diz
respeito ao seu comportamento em várias situações.

1.1. A energização ou Power-Up da UTR8000:

Ao se alimentar a UTR8000, através das chaves liga/desliga da fonte FAC-08 do equipamento, teremos a
execução de uma série de rotinas de auto-teste no equipamento executadas em cada cartão do mesmo, com o
objetivo de se filtrar possíveis defeitos que venham a comprometer o desempenho de todas as funcionalidades do
equipamento.

Em condição normal de operação, a fonte deverá possuir os led's verdes acesos indicando presença de
tensão nas saídas de +5V, +12V e –12V.

1.2. As rotinas de auto-teste:

As rotinas de auto-teste, como mencionado, têm o objetivo de alertar o C.O através da geração de alarmes.
Cada cartão inteligente que compõe a UTR8000 possui uma série de rotinas que realizam diversos testes dos seus
circuitos, como passaremos a descrever.

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 7 Pág.: 2/8


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Manual do usuário – Solucionando problemas
1.2.1. As rotinas de auto-teste do cartão UCM2387, UCM2811 (ou UCM85):

As rotinas de testes deste cartão têm como objetivo principal, validar o espaço de armazenamento de dados;
validar o código de programa; e testar as interfaces de comunicação serial do cartão.

• Realiza um teste não destrutivo de todo o espaço de memória


de dados, ou seja, preserva os dados da memória sem destruí-
Teste de memória RAM: los.

• Na ocorrência de falha, faz com que o led de status fique


piscando pausadamente.

• Realiza um teste de loopback em cada uma das UART's


presentes no cartão (duas de comunicações externas e uma de
Teste das UART's: comunicação interna).

• Na ocorrência de falha em uma das interfaces, faz com que o


led correspondente fique aceso no painel do cartão.

• Realiza um teste de consistência do código presente na


memória de programas.
Teste de CHECKSUM:
• Na ocorrência de falha, o led de status estará piscando
pausadamente.

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 7 Pág.: 3/8


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1.2.2. As rotinas de auto-teste do cartão USC-64:

As rotinas de testes deste cartão têm como objetivo principal, validar o espaço de armazenamento de dados;
validar o código de programa; testar o microcontrolador; testar as interfaces de acionamento digital do cartão e testar
as interfaces de entradas e saídas digitais do cartão.

• Realiza um teste não destrutivo de todo o espaço de memória


de dados, ou seja, preserva os dados da memória sem destruí-
Teste de memória RAM:
los.

• Na ocorrência de falha, faz com que os led de status pisque.

• Realiza um teste de memória, de registros e do acumulador do


microcontrolador, bem como de todos os circuitos afins, que
Teste funcional do microcontrolador: coordenam suas atividades.

• Na ocorrência de falha os led's de status e config estarão


piscando alternadamente.

• Realiza um teste de consistência do código presente na


memória de programas.
Teste de CHECKSUM:
• Na ocorrência de falha, o led de status estará piscando
lentamente.

• Este teste realiza um teste não destrutivo de memória do RTC.


Teste do relógio de tempo real:
• Na ocorrência de falha, teremos constantemente os led's status
e config piscando juntos.

• Este teste realiza uma verificação do acionamento de cada uma


das 64 interfaces para telessinais, verificando se cada uma fora
devidamente acionada através da aplicação de um pulso em
uma saída digital isolada, presente nos cartões USC-64.
Teste das interfaces de telessinais.
• Na ocorrência de falha em algum dos pontos, teremos
constantemente duas piscadas no led config seguido de n
piscadas no led status, onde n é o número do cartão IED-08 que
apresenta interface(s) com problema(s).

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 7 Pág.: 4/8


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1.2.3. As rotinas de auto-teste do cartão UEA-08/16:

As rotinas de testes deste cartão têm como objetivo principal, validar o espaço de armazenamento de dados;
validar o código de programa; testar o microcontrolador; testar as interfaces de acionamento digital do cartão e testar
as interfaces de entradas e saídas digitais do cartão.

• Realiza um teste não destrutivo de todo o espaço de memória


de dados, ou seja, preserva os dados da memória sem destruí-
Teste de memória RAM:
los.

• Na ocorrência de falha, faz com que os led de status pisque.

• Realiza um teste de memória, de registros e do acumulador do


microcontrolador, bem como de todos os circuitos afins, que
Teste funcional do microcontrolador: coordenam suas atividades.

• Na ocorrência de falha os led's de status e config estarão


piscando alternadamente.

• Realiza um teste de consistência do código presente na


memória de programas.
Teste de CHECKSUM:
• Na ocorrência de falha, o led de status estará piscando
lentamente.

• Este teste realiza uma verificação dos conversores A/D do


cartão UEA. É realizada uma verificação dos registros dos
conversores e também uma amostragem da tensão de
referência, que é consistida para indicação de erros.
Teste dos conversores Analógico/Digital.
• Na ocorrência de falha em algum dos pontos, teremos
constantemente duas piscadas no led config seguido de n
piscadas no led status, onde n é o número do conversor A/D
que apresenta problema(s).

Docum ento: Revisão: Data:17/06/2015 Seção: 7 Pág.: 5/8


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II. O estado da UTR8000 no modo desconfigurado
Quando desconfigurada, a UTR8000 não estará apta a realizar qualquer ciclo de varredura ou de
interrogação de estado para seus cartões, pois a princípio, o cartão UCM não possui informações a respeito de
quantos cartões USC-64 e/ou UEA-08/16 estão conectados através dos barramentos RS-485. Assim sendo, neste
estado, os led's RX e TX dos cartões USC-64 e/ou UEA-08/16 deverão estar apagados, bem como os led's RX e TX
do cartão UCM.

Nesta condição teremos também a indicação visual nos cartões USC-64 e/ou UEA-08/16, do estado
desconfigurado, ou seja, os led's CONFIG destes cartões deverão estar acesos.

No cartão UCM, em condições normais de operação, teremos apenas o led de alimentação aceso, indicando
presença de alimentação no cartão.

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Manual do usuário – Solucionando problemas
III. O estado da UTR8000 no modo configurado
Quando a UTR8000 estiver configurada corretamente, o cartão UCM da mesma estará coletando
constantemente informações de status dos cartões USR. As informações são obtidas da seguinte forma:
primeiramente o cartão UCM solicita o status operacional do primeiro cartão USR (USC-64) , que deverá possuir
um endereço diferente dos demais cartões de um mesmo barramento RS-485 (normalmente é utilizado o endereço
0(zero); em seguida, é realizada também uma chamada de status para o segundo cartão USR (UEA-08/16). Na
verificação de status OK, é então solicitado o estado dos telecomandos do cartão USC-64. Se houver alguma
alteração de estado, a UCM solicita quais foram essas alterações, armazenado-as em memória do seu cartão para
posterior envio ao C.O. O ciclo de pedido de status e de dados dos telecomandos, telessinais e telemedidas é
repetido seqüencialmente para cada endereço mapeado no barramento RS-485, até que todos os cartões USC-64
e/ou UEA-08/16 tenham sido varridos para cada um dos quatro barramentos RS-485 existentes.

Após realizar a varredura de todos os cartões de USR, o ciclo todo se repete com um novo pedido de status
para os cartões USR da UTR8000.

Observe que desta maneira os led's TX e RX do cartão UCM deverão estar piscando de forma cadenciada e
constante, refletindo as solicitações de pedidos e respostas às funções descritas acima. Também os led's RX e TX de
cada cartão USR deverão estar piscando, sendo que o led RX estará aceso para todas as solicitações do cartão UCM,
já que todos os cartões USR de um mesmo barramento estarão constantemente escutando as perguntas do cartão
UCM, e somente o cartão com o endereço coincidente com o da pergunta deverá responder à interrogação do cartão
UCM. Neste momento o led TX deste cartão deverá se acender.

O cartão UCM, como mestre em todas as comunicações com os cartões USR, é quem toma a decisão de
repetir uma solicitação a um determinado cartão, quando o mesmo não responde ou quando ocorre uma falha de
comunicação. A solicitação a uma função, quando não é bem sucedida, é repetida cinco vezes em seqüência pelo
cartão UCM até que um alarme seja gerado para o cartão. Esta ocorrência leva o cartão UCM a gerar um alarme e
discar para o C.O para alertar sobre o problema.

Cada cartão USR poderá ser facilmente identificado como configurado quando, observando seu led de
status, o mesmo estiver piscando rapidamente e de modo ininterrupto, dando a impressão de atividade no cartão.

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IV. A reinicialização da UTR8000 no modo configurado
A reinicialização da UTR8000, no modo configurado, poderá ser causada por três motivos, que passaremos
a descrever com mais detalhes:

• Atuação do circuito de “watch-dog”;

• Falha ou defeito na fonte principal do equipamento;

• Queda de energia na alimentação do equipamento.

4.1. Atuação do circuito de “watch-dog”:

O circuito de watch-dog é responsável por gerar um reset no cartão UCM quando perceber uma queda na
tensão de +5VCC abaixo de 4.75V, ou por falha na execução do código de programa (causado eventualmente por
um ruído de grande energia) quando o processador passa a executar instruções sem sentido por falha de
endereçamento. Neste último caso, o processador deixa de atuar no refreshing do circuito de watch-dog sofrendo
como conseqüência uma reinicialização provocada por reset.

O cartão UCM, após realizar as rotinas de auto-teste, irá verificar a consistência dos dados de configuração
através de cálculo do CRC da área de memória que ocupam. Se a consistência estiver garantida, o cartão estará
configurado e a próxima função do cartão será a de iniciar os ciclos de varredura, como descrito anteriormente.

4.2. Falha ou defeito na fonte principal do equipamento:

Na ocorrência de alguma falha nos circuitos da fonte principal haverá uma reinicialização do cartão UCM.

O cartão UCM, após executar as rotinas de inicialização e auto-teste, irá proceder da seguinte maneira para
cada um dos cartões USC-64

a) Solicitação de status;

b) Se status estiver OK, indica cartão configurado;

c) Se status estiver NÃO OK, indica cartão desconfigurado;

d) Envio de alarme para o C.O;

e) Repete os mesmos procedimentos para todos os cartões USR.

Após a execução dos procedimentos acima, o cartão UCM passa a executar suas tarefas de realizar ciclos
de varreduras ininterruptas aos cartões USR e aguardar por uma chamada do C.O, a não ser quando surge algum
alarme, quando este cartão passa a discar para o C.O com o objetivo de informá-lo.

4.3. Queda de energia na alimentação do equipamento:

Na ocorrência de alguma falta de energia na entrada do equipamento, ocorrerão os mesmos eventos


descritos no item anterior.

Observe que em qualquer um dos casos descritos, quando ocorre a reinicialização do equipamento no modo
configurado, o mesmo irá efetuar uma chamada ao C.O indicando a ocorrência de uma reinicialização.

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