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MOZART COUTO PflOFISSIONALIZANTi


kUIUHU

(URSO (OMPLtTO DE

Figura
Humana

3E>

^/A
Figura em

EXCLUSIV
O
Caderno de Exercícios
ft-iyw.ft&ca)a.earr..Hí
A(AO
PRESIDENTE Hercilio da Lourenzi VICE-PRESIDENTE: Mâno F>orèncio

E
Cuesta DIRETORA ADM FINANCEIRA Zeiaide A C Crepeldl DIRETOR
EDITORIAL: Ruy Pereira ASSESSOR ESPECIAL DA DIRETORIA Paulo ste Curso Completo de Desenho tem como diferencial 0
Afonso do Oliveira
talento de um autêntico mestre da ilustração e da arte
DESENRÔ seqüencial (quadrinhos), Mozart Couto. Com total
Editora Escata
Av ProP Ida K0I6. 551 - Casa Verdo CEP 02518-000 - S80 Paulo/SP
dedicação e seu talento ímpar, Mozart já ensinou nossos leitores
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EDITORIAL 2) e Casarios e Retratos (no Volume 3).
GERENTE: Sandro AJolslo
REVISÃO Mana Nazaré Baracho a Denlse Süva Rocna Coita
COORDENADORAS DE PRODUÇÃO: Adriana Ferreira da Silva.
Fernanda de Macedo Ferreira Alves e Crsliane Amaral doa Santos
Neste 4o Volume (de uma série de 6), o mestre se dedica a
GERENTE DE MARKETING: Ana Kekligian
GERENTE DE CRIAÇÃO PUBLICITAR'A: Otto Schmldl Junior ensinar todos os truques e segredos do desenho da Figura
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(publlcloade@escala.com.br)
Paulo Atonso de Ollve ra, Dorival Seta, Luiz Umberto Betloll, Magno
Humana, além dos detalhes primordiais que fazem a diferença
Barretto. Priscila Vanessa RKha Corrêa e Silvana Pereira da Silva
(tráfego) entre um desenho comum e uma obra de arte. Estude bastante e
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BAHIA: Carlos Augusto Chetto, canalccngtarra com br • complete o Caderno de Exercícios, para treinar suas habilidades.
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CURITIBA: Helerara Rocha heleriara@grpmidla.com br - (41) 3023- No próximo número, o tema será Animais. Complete este Curso
8238

COMUNICAÇÃO Marco Barone Completo de Desenho e tenha em mãos uma obra didática de
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valor inestimável para sua formação artística e profissional.
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pedidos dos números anteriores da Editora Escala enquanto houver estoque

Construção básica ......................................................... pí?. 5


Filiada à

Proporções .................................................................... pá?.


Is.

PROJETO E REALIZAÇÃO *f Anatomia ................................................................. pá?.

f Opera 10
tripli
ca
Edit MDÍRnODCíXtRCklO} ............................................. pá*. 19
ora
)
Diretores: Carlos Mann, Franco de Rosa A figura em movimento ................................................. pá?..
Editor: Franco de Rosa ^2 Dicas e materiais ..................................................... pá?.
^6
Redação: Franco de Rosa e Mozart Couto
Desenhos: Mozart Couto
Projeto Gráfico: Usina de Artes l
Diagramaçâo: Ed Peixoto
Digitalização de Imagens: Evandro Toquette
(Supervisão). Mareia Omori, Mareio Aoki,
Adriana Cheganças
VISITE NOSSO SITE:
Memorizando................................................................. pá?. 50
www.operaflraphica.com.br
(onttrufâo básica
C onsi derando agui q ue voce j á domi ne bem o desenho d e ovótd es , pod emos esq uemati i a r
bonecos pa ra começ ar a ap rende r sob re o d es enho da f gu ra humana .

* ^ O^ serve os desenhos « abai xo. S I


bonecos bem si mpl i fi cados dc coro o

humano m asc ul i no e femi ni no. OL se^ ve

que o co rpo femi ni no al a rga -s e pa^ a

bai xo e o m ascul i no, o contr ári o.


— oram uti l i 2 ados ovói d es par a

desenha a cabeça e o tó rax, e ci l i n dro

para r eprese ntar os pont os de

arti cul ações dos memb ros sup eri or es


e i nferi o res.
*a o

^ ^ T^ ei ne um pouco , desen hando b<

I como o p ri mei r o (A ) - D e poi s, ten te


desenhar um Lcnec o como o out ro ^ 0)

ai nda assi m f or di fíc , faça al go i nte^ -

reai dri c.
)onecos
*®(jbserve tem esses desenhos de bonecos esquematiiados de homem e de mulher, i

*ONote que temos aqui os dois tipos de borecos que aparecem na página anterior un dos 1 num

só. É como se um fosse o esqueleto do outro. | ente desenhá-los assim. (--'ara


chegar ao desenho do segundo boneco, é mais fácil começar pelo desenho do primeiro que é um

esqueleto estiliiado.

Proporçõet

•ÇUtil i?ando a altura da cabeça de um boneco 9 como

medida-padrão, repetimos oito veies verticalmente essa

medida e tecemos d visões onde deveremos desenhar as

outras partes dc corpo humano.

Observe Pori onde passam as linhas, j^m I todas as figuras


divididas em oito c abeç as, as linhas demarcado^ as passam
nos mesmos pontos Ja fi gjva, tanto de frente como de lado, ou
de costas.
Í
*®í\uma f gura de oito ccabeças, o

tamanho do braço, do ombro até a

rão, eqüivale a três cabeças e rreia;

o comprimento aa perna, da cabeça

do ~êmur até o pé, eqüivale a quatro

cabeças.

Agora, é preciso começar a 1 f^-

zer a rigura cot formas Tais

humani 2adas. esses

esboços

e tente construir seus novos

bonecos nessa forma.

*.9
* 0 para se co nsegui 1 0 u m equi I

l íbri o no desenno da fi g ura


verti cal , tem os que apre nder

bem a fo rma e posi ção d a

col ura ver tebral . /V ém de


traçar* uma l i nha ve rt cal d e

equi l íbri o. f \l ot e que a


oerna, na re gi ão da pantu r -

ri l ha, p r oj eta-s e um p ouco


para t rás. fj ; o braç o não fi ca

reto ao l ado d o corp o; tem


uma l eve cu rvatur a. A tente a

i sso para q ue seu desenho

não fi que reto , como -a7em

os i ni ci antes.
* ® '^ )enpre obse rve e memo ri ze os l oc a s po r I onde as l i nhas di vi só ri as pass am. R epi t a exat ament e

esse processo nos se us desenhos . S e sua f gu ra parece r desp roporci onal , é po rqj e não dese nhou as
partes cor respon d entes ás medi das nos seus devi dos

l ugares.

* * »passemos, agora do d esenho da fi gura I pl ana par a

a fi gu ra t ri di mensi o nal , ' -^ a ra i sso , uti I i z amos as

regras de pe rspecti va, com l i n ha do hori z onte e pont o

de fuga na const rução de um retâ rgul o, o n de dese -

nharemos um bon eco.

pri mei ro encont ra -se o mei o do re tângu c atrav és de

duas l i ndas di agona s (A ), j ^ m seg ui da, di vi di m os o

retângu o em o to, nove, o u sete pa rtes e mei a, que

serão as m edi das (cabeças) da al t ura d a fi gu ra ("B ). f

gura de sete e me’ a cab eças é u ma

f gura de esta tura ba xa; de oi to, estatu ra com um, e

de nove, uma pesso a al ta.

Oepoi s, gamos essas di vi sões ao pon to de fug a e

teremos cs espaços on de ser á desen hada a fi g ura.


e
>9Uti Í7ando a mesnci técnica de pers -

■ pectiva, começamos a desenhar um

boneco com volume, para isso, uti -

l'i 2amos eíipses e pensamos nessas

elipses em relação à linha do hori- icnte.

No desen tio "A” , vemos que as faces

inferiores das elipses que estão acima da

linha do horÍ7onte são visíveis e as ^aces

superiores são visíveis naqueas que estão

abaixo da linha do horÍ7onte. Seguimos o

mesmo processo ao desenharmos o

boneco "Ç".

*Ç/\qu vemos o processo novamente, aoova, apenas ccrr o aese^ho dc boneco, urr po^co

mais

■ aetalhado. Note que as partes de um ladò e de outro ão corpo, como a t^ra dos

ombros, cotovelos, joelhos, devem estar cilirhadas em perspectiva para que se u boneco

não fique tono.


•♦GIRANDO UMA FIGURA
I O próximo passo agora é fazer o "giW da figura pa^a que você possa dominar bem o desenho aa mesma

e senti- a tridirrens : onaImente, '(fornece exercitando com o boneco, e depois tente fszer o mesmo

processo detalhando mais o desenho.

r-aça o giro tanto do fiaura mascul nc como da feminina cop ando a seqüência mostrada

■ nessa imagem, sempre utilizando as linhas demarcadoras das medidas por altura ae cabeça
Anatomia
^ (^ omecemos dese nbard o, de forma menos det al he?da, os pv nci pai s grup os de músc ul os.

■ * — l es foram s ombre ados p ara que f quei r mai s evi dentes. C °P e


esses desennos oar a

começar a cor hecê -l os. A * setas a pontam p ara cad a múscj i o sepa radame nte. N ^ s

próxi mas pá g' nas, os n o mes desses museu os serão most rados.
peitora
l maior serrátil
anterior
’ esternomastóideo
serrátil
anterior trapézio trapézio
N^grande
dorsal
— obliquo
externo

dorsal Observe a angula-


omecemos aqu corr reto^ oblíquo ção do grande reto
do externo do abdome
í os músculos do tronco abdômen ,infra
espinnhal
vistos em posições d
trapézio
ferentes p ava que todos
grande
os mais importantes dorsal

músculos (•'quem serrátil


anterior peitoral
visíveis, procure observar
.oblíquo
bem cada um deles e externo
serrátil
memorizá-los, assim anterior
abdômen
como seus nomes, e oblíquo
externo
depois tente reproduzi- reto
do
os, desenbanao-os. abdômen
peitoral
maior

grande

visão lateral visão interna


(perna direita) (perna direita)
/\o lado, temos a musculatura mais mportante da perna. Observe as imagens com

■ atenção e faça o mesmo que o indicado para a magem acima.

ii
glúteo ^
superior
médio tensor r?/.
glúteo do v
fascia
lata
bíceps
vasto sartório emoral
externo reto
anterior semiten-
vasto dinoso
interno

patela
(osso)

gatrocnêmio

longo^
fibular solear
tíb ia
(osso)
tibial
anterior
tendão de
aquiles

visão anterior visão posterior


perna direita perna esquerda

temos o anatomi a do b r -aço em posi ções "chav e". C ° n becendo os múscul os do braço
1 nessas posi ções, fi c o menos di fíci l desen há - l os em outr as, C om o n as o utras i mage ns, ao

l ado da fi g ura descarna da, te mos o ex empo so mbreado de como se ap resenta m os múscu
l os no corp o huma no.
peitoral
visão visão deltóid
anterior posterior coracobraquial
e
deltóide
deltóide braquial
longo bíceps tríceps
anterior
tríceps vasto redondo
bíceps pronador
bíceps externo
braquiorradial
braquior- braquial
radial extensor
extensor olecrânio grande
do tarso
radial palmar
longo extensor
longo do
palmar dos dedos ulnar
tarso
flexor adutor
extensor
do longo
dos flexor
carpo do
dedos ulnar polegar
do visão
longo visão
carpo interna
extensor lateral
do
polegar
Observando os desen hos a se gj i r, pcd ere - dos auan do 0 mão está em r epouso, j ^ l es

■ mos apr ender não só os pri nci pai s car ac - fi cam l eveme nte fl exi onad os ( 7 ). R epar e

terísti cos d as pro porções da mã o e aos também ' ' as p ri nci pai s di fere nças en tre as
dedos (l e ?), c orro das cu rvatur as dos mãos mascul i nas e femi ni n os (ô ).

mes - {—i nal mente, p oro que os d edos fi oue m


mos de mane ra natural (3 e 4 ) . /\ anato - bem desen hados, esboce - os como se

mi a da mão está bem si mcl i fi cod a aaJ\ ( 5 ) fossem ci l i n dros oi vi di d os e


para qu e você a prend a os po ntos on de os tronspa rentes ( 9 ).
tendões (em b ranco)
aparecem e os músc ul os
(em hachu rado ).

R epare bem como os


dedos se do bram rumo
ao centro da pa^ n a da

mão quan do fazem os um


,I H II
movi mento de ga rr< ? .

•^ sse detal he é mui to

(6).
i mportant e pa ro que
corretos nca posição correta da mão em
seus
Nu
desenhos
desenhe os dedos
esti ca -
fi quem descanso: os dedos não ficam
retos!
usar cilindros
transparentes
diferenças entre mão de
nos esboços dos
homem e de mulher dedos

4 2 3 4 5 6 3
^ ■rQuanto à an otom o do 1 Divisões do pé
tomando como
Pé masculino
medida padrão a falange distai do
pé, essa i ma gem most ra hálux (dedâo)

um esquema Ossos

Tornozelo
si mpl i fi cado dos ossos Detalhes das curvaturas dos dedos ■;>

do pé vi sto em escorç o Detalhes das


curvaturas dos dedos
(l ) e p or t rás (? ). Os Pé direito (parte de fora)

tendões são mostr ados

( 5 ), poi s aparec em
mui to nesse movi mento protuberância

do pé. / \s pro porções bá 11 Pé direito l \


(parle de dentro)
si cas do pé d e l odo sã o Pé feminino
dedos mais
v stos na i mag em 8 e as J
I curtos
Esboço do
pé visto de
curvaturas do pé são mais frente
curvas Pé masculino

mostrados na i mag em
Q.
protube
rãncl^
reentrâ
ncia
[\Ja imagem ao laao, temos I o

processo de construção do

crânio de frente e de lado.

Procure observar e copiar

aplicando as regras de medição

do desenho básico da cabeça

humana (Ver a publicação

"Ç^oç<?v'\os e retratos").

Ao Ifldo, temos os principais músculos da

cabeça. Procure memoriza 10 suas posições


Temporal
e seus nomes além da exata posição que

ocupam.
Frontal

Corrugador ►O
Prócero Orbicular dos olhos Nasal
Zigomático menor
Zigomático maior
Elevador inda Orbicular da Boca
Í , N essa
do lábio imagem, aprenaa o mov men - to
Superior
da cabeça e do pescoço, para frente e inserção do estomodekJomastòldso na clavícula e no estemo

para trás, e um leve giro lateral onde o


Bucinador
Masseter Risório
Risóriomúsculo Psternocieidomasto'deo Depressor do ângulo
da boca
Depressor do lábio Quadrado do mento
inferior
aparece mostrando sua ação nesse

movimen to. P-sse é um ponto

importante a aprender, po s é muito

comum essa situação surgir.


Os ol hos são com o doi s gl o bos que se movi me ntam j untos (l ). Observe também o dese nho I

das pái peb ras (? ). N ão s e esqueça de d esenha r a espessu ra Jel as. Observ e como a íri s
proj eta -se pa ra ~o ra do g obo ocul ar, como u m a l ente col oc ada sob re est e ( 3 ) , e é s obre essa
" ente" que a l u? i nci de , cr an do aq ue e b ri l ho tão i mpor tante e expr essi vo que deve se r

sempre des enhado ( 4 ).

espessura das
pálpebras

brilho

15
lo

s.

6.

*ÇObserve na figura 5 os cílios nos o lios abertos e fechac

■ Juros e corr d istáncias iguais ent^e si, como na figura

*Ç[\ja f'gura 7, veja como a direção dc nasc mento dos pêios da sobrance:ha é muito impor - I tante no

desenho dos olhos. figura 8, podemos ver aue o globo ocu ar poae ser divid do em três partes e gue na

parte centra é desenhada a


íris.

lese-
lo

*Ç|\]a figura Q, mostramos duas linhas de centra' 2ação, uma vertical (para guiar> o d(

■ nho aa fns) e outra horncntal. 0'b ç erve gue é urra linha curva, seguindo a forma d< globo ocuar.* \a

~igura 10, no desenho do olho de lado, as pá pebras ultrap assam a ^ nha gue delimita o globo
ocular.

16
0 N.
Através de um desenho de fi um triângu o,

esboçamos o nar\i (l). Observe o triângulo e o

nari? visto de cimo e de baixo ("2 e 3) e em

outras posições ^ 4).

Repare bem no desenho das narinas, onde é

colocada a abertura, e os volumes da ponta e da

aba do naru ( 5). Util !?e sempre um triângulo

como base para 0 desenho do nariz.

avn

A Boca

*©0esenhe um retângulo na hon-

■ zontal e d'Vida-o em duas partes

0 e?). E m seguida, trace a boca

como mostram os desenhos. |_embre-se

de fazer os lábios femininos menores e mais

carnudos que os masculinos ( 3) — isso é

só uma regrmha inicia que deve ser quebrada

dependendo das circunstâncias.

'7
!\essa magem, vemos como é 0 desenho da boca de lado ( 4). Repare que, mesmo de lado, as curvas dos lábios

aparecem.

É importante lembrar que a boca deve seguir a curva do rosto quando desenhada em escorço! ( 5).

18
A O^lha
►flj) J e! a imagem 4, você pode aprender a ccnstru r as curvas aa orelha e deserhá Ia de

■ frente, como na imagem I, e em outras posições (2 e3). A ore ha é um pouco complicada de

desenhar, por isso, é bom fazer estudos observan do fot os ou mo delo ao natura .

y/à

Planos
Pa^a que possamos sombrear bem as figuras, temos que aprender a reconhecer bem as

■ formas, suas reentrâncias, volumes e protuberdncias.


chamamos isso ae "pianos*
Para isso, ' geometrizamos a figu -
.>'
ra e

|\essa imagem, vemos um

estudo de planos da cabeça e

depois 0 sombreamento

seguindo esses planos. Para

se fazer essa geometnza- ção,

é preciso conhecer a

anatomia, e estudar a figura

sob os efeitos da luz. /\ssim

fica mais fácil compreender

onde as curvas serão

transformadas em planos

achatados.

35
Aqui vemos como se marca os planos

no corpo do homem e da

i mulher, seguindo as formas

básicas da anatomia, fornece

treinando com o desenho do

boneco (/), depois, passe para as

formas mais complexas. Estude

bem, nesses desenhos, como são

estruturadas as formas

geometrizaaas e suas relações

com os conjuntos de músculos e,

áepois, tente reproduzi-las.

^PKJessa página, temos mais

■ alguns exemplos de como se

determinam os planos nas

figuras para que possam

aparentar volume e possam ser

sombreadas. Nas f guras ò


esquerda, vemos um desenho

linear sem sombras. N* figura

seguinte, trabalha-se a "quebra"

dos arredondados, marcando os

pontos onde a sombra :rá incidir

com mais : ntersidade.


* ^ [ \|essa pági na , temos v ári os exe mpl os ae fi g uras huma nas desca rnadas . O s múscu os ■ (m ai s escuros)

"orcmi bem dei reados e somb reados para qj e s e di fere nci em aos tendões . (_o mo as fi g uras e stao em

movi mento, v ocê pod e observar como esses mús cul os se compo r tam e m posi ções di versas.

J7
E squel eto
1 Temos a qui um esquel et o mascul i no um po <, co si mpl r cado , em t rês v stas e os n omes dos
ossos.

N * i magem l , tamb ém um es quema rápi do dos ossos da mão e pé. £ i mpo rtant e aue v ocê I o b serve

atentame nte, e tente rep roduzi -l os, aesen hand o, até q ue cons g a memo ri zar bem

todos os de tal
le
s ^frontal v
'temporalC>x
Esqueleto
masculino

carpianos £
T~_^metacarpianos

s>\8jWrietatarso
fíbula '^‘^falange*
calcanhar

falange distai

* ~A regra de prop orções

■ uti l i zada ant eri or mente


apl i ca se tam bém nesse
caso. N a i magem 2,
temos um es que et o fem
ni no. [\j<3 3, podemos

observar que em bora te -


nbam si do co nstruí dos

com oi to cab eças, o


esquel eto f emi ni no é

menor.

O crâni o femi ni no é um

pouco meno r; a mandí bul a é m ai s suave. A p él vs é mai s l arg a e a c ri sta i l íac a mai s ba xa. A

escápu o é menor e o t órax, mai s estr ei to.

I
A P él v' s
^ omo o desen ho da péI vi s

é H um pouco compl i cado , r>


Q
pref dei xa r aq u - al g uns
esquemas com as

proporç ões e p ri nci - p a s


Pélvis masculina Pélvis feminina
l i nhas mdfcad as, pa ra [oc

' i tar um po uco as coi sas,

para ap rofun dar m a s , o


i dea é te r um h om e a eta -

l hado l i vro ae ana tom a


artísti ca a o qual v ocê ter á

que reco rre r semp re!

Frente
Costas
* ® |\esso página, apresento umo sé ri e de esque l etos s' rrpl i fi coJos em movi m ento para que

■ você se fomi ar i ze com os posi ções d os ossos em ^e\ação a esses movi mentos.

1,0
•ÇA
muscul atura exagerada de f-i si cul turi stas dá um resul tado pl ásti co b oni to n o desen ho,

mas não é mui to b oa para o estudo de anato mi a, j á que os múscul os Lpert rofi ad os

podem
r i.
con 1
fundi r o ni ci ante que fa ? seus est udos at ravés de -otos. P ‘ rocure apre nder c om fi gu ras

mai s comuns, d e pre ferê nci a, ao natu ral .


A f i?ura em movimento
urna linha imaginária que sugere

■ equilíbrio à figura. Quando a figu ra se

desloca muito dessa linha é pr>eciso

compensar esse deslocamento através de

um movimento de uma das pernas dando

sustentação ao peso do corpo que saiu

da linha de equilibro. Repare sempre

isso

e
desenhos.
EXPRESSÃO CORPORAL

* 0 A través do dese nho da 1 post ura


adequada, podemos represent ar o
estado de âni mo àa s fi gu ras qu e
desenhar m os. [N J 6 5 5 ^
i magem, a fi gura I
demonstra medo; a ?,

coragem, enfr enta - mento ; a

3, sensual i da de;

A fi gura 4 p reocup ação, d epressã o; e o de núm ero 5,

mostram

■ duas for nas de ri so exag erado . C ada f\qura tem uma


estrutu ra bási ca de l i nhas que aj u dam a c ompo r suas
posturas o u seus m ovi mentos. P or exempl o: a 7 segue uma
estrutu ra tri a rgu a r sug eri ndo estabi , dade, e a 3 foi const ruída
com >nhas si n uosas, su geri nd o sensual dade.
LINMADE ACÂO
ha centr a e i magi nári a que de termi n a a ca racte rísti ca bási ca dc movi men to |J J a -

i gura. P orm as geom étri ca t ambém s ão uti I i za das como po nto de parti da pa ra a co nstruçã o

das fi guras e de s eus movi me ntos.


uma lini
Quando fo r esboçar» sj as ^ i gu ras, p rocure encai xá -l as em f ormas g eomét ri cas e e ncontr e

I as l i nhas pri nci pai s de s eu desl oca mento/ movi mento da l i nha de e qui l íb ri o.
HARMONIA NO MOVIMENTO
armoni a n o movi me nto se dá qua ndo os m embr os superi o res e i n feri o res estão e m

■ posi ções coer entes em rel açã o ao i m pul so do t ronco.

>90* membr os i nferi ores d evem da r apoi o ao ^ esto do co rpo, p osi ci onand o -se con tra ri a*
0 mente um ac out ro, en quant o os supe ri ores i nt ercal am -se nos seus movi ment os.
Dica» e
►o
materiais
lardo as barras de grafi te
i
1
Ut
i ntegrai s e m paoéi s com gr >ão m édi o,

obtemos r esul tados nter essantes


esfumando c om os d edos e ut ^ i zanao
a borr acha a rt s t c a m al eável p a^ a
i i
cri ar tons mai s ci ados ae uz,
reatand o mai s a rda as j * ormas..

antes da r&
* fi ^ _ s s e método de dese nho sresta -se m ui to be m p aro esboços pr e mma res antes da ^ea- I '
a
zaçào de um a pi ntu ra mas pode s er ui l i za do a penas como um dese rho co m resul t ados
SÊPIA
[Jt nondo um po rto mi n os odeq uo -

[I do, os Lor ros i nteg rai s sépi a cl oro

ou escuro, permi tem um desenh o Je f

i ni do e i nte nso.

suovi ?oçõo e mescl o de tons

pooe 1 ser conse gui do ut zondo os


oedos, c borrac ha ou o esfum mho.
UMAEXPERIÊNCIA
CURIOSA
1 áci s MAGIC contém
I vári os co res j untos nei e p rópri o,

fozenJo com que os troços vo ri em o e


cor al eato ri amen te. Obse rve nos

i magens os e fe tos de um so mbrea do

com esse l ápi s.

* 9 ^ e d e s e j a m o s u m pouco mai s oe c ontrol e no

f l t r a b o l ^ o , i ntercol o noo o uso oo MAGIC


corr oí l ápi ç Je cor a rtísti cos, obte rros un
ira- LL ri co, com «m tooue
i mpressi oni sta. \j a magem ao o do o

desenho foi esD oçodo com l ápi s de co r


V
marrom e dep oi s col ori do com AG C

„sanoo troç os porol el os . \ j uma segun da


fose^ orom usados l á p ' s de cor pa^ a defi n

ções e col or dos com troços para' e os e


m

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i xempl o de arte f ei ta com o l ápi s MA OC i nter cal ando os sombre ados con l áp i s de cor
artísti cos. Oeral n ente, o esboço é -ei to l eve mente co m um a co r escu ra; em se gui da, a

apl i cação de tracej a dos com o l ápi s M A d C dá 0 tom geral da obra. - 'ora fi nal i zar uti
i zando l ápi s de cor , acrescen ta -se al gumas co res di fere ntes das òo MA C C real çan d o esse
ou aquel e ponto s egu nd o os i mp ul sos e con heci mentos d o arti st a. s úl t mos det a hes de

sombra são fei tos co m uma c or i nt ensa e escur a que ta mbém r eal ça vol u mes.
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dlemorizando
1 - -^ara se conseguir um equilíbrio no desenho da “igura
vert cal, temos que aprender bem a forma e a posição da

coluna vertebral. Atente a isso para que seu desenho não

fiaue reto.

2 - Sempre observe e memorize os locais por onae as


lindas d visórias passam no desenho das proporções do

co^pc. Repita exatamente esse processo nos seus

desenhos. S© sua ^igur <3 parecer desproporcional, é

porque não desenhou as partes correspondentes ás med

das nos seus dev dos lugares.

30 - * ol^os são como dois globos que se movi-

mentam juntos. Observe também o desenho da s

pálpeoras. [\ão se esqueça de desenhar a espessura

Jel as 1

para que possamos sombrear bem as f guras, temos

aue aprender a reconhecer bem as formas, suas reentrânc

as, volumes, protuberâncias. Para trizamos" a hgura e

chamamos isso de rabalha-se a "quebra" dos traços

dondaaos, achatando algumas partes da figu ra, marcando

os pontos onde a sombra irá inc d ir com mais

intensidade.

J - (Quando 0 figura se destoca muito dessa linna é prec

so compensar esse deslocamento através de um movimento

de uma das pernas, dando sustentação ao peso do corpo.

6' - Cada f igura tem uma estrutura básica de linhas que


ajudam a compor suas posturas ou movimentos.
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isso, aeometrizamos
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planos