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Auditoria p/ ISS-Campinas (Auditor Fiscal) Com Videoaulas -


Pós-Edital
Claudenir Brito, Tatiane Sá

05922278398 - Patricio Ferreira


Claudenir Brito, Tatiane Sá
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QUESTÕS DA VUNESP ............................................................................................................................. 1

INTRODUÇÃO À AUDITORIA .................................................................................................................... 2

AMOSTRAGEM ....................................................................................................................................... 4

TESTES E PROCEDIMENTOS. EVIDÊNCIA................................................................................................. 10

FRAUDE E ERRO .................................................................................................................................... 20

TESTES EM ÁREAS ESPECÍFICAS ............................................................................................................. 21

QUESTÕES COMENTADAS ..................................................................................................................... 24


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QUESTÕS DA VUNESP
Olá pessoal,

Esta aula extra é a compilação das questões da VUNESP para as matérias de auditoria selecionadas
conforme as nossas aulas teóricas. Ela é um complemento às questões contidas nas demais aulas.

As questões comentadas estão no final da aula.

Dúvidas, perguntem no fórum do curso.

Abraços e bons estudos

Claudenir Brito e Tatiane Sá

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INTRODUÇÃO À AUDITORIA
1. (VUNESP/PAULIPREV/2018) Sobre o objetivo e o alcance da auditoria de demonstrações
contábeis, é correto afirmar que

A) o objetivo da auditoria é confirmar que as informações apresentadas pelos administradores nas


demonstrações financeiras são verdadeiras, sem espaço para dúvidas.

B) o objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte
dos usuários, mediante a expressão de uma opinião pelo auditor.

C) a auditoria das demonstrações contábeis exime de responsabilidades a administração ou os


responsáveis pela governança da entidade auditada.

D) as normas brasileiras aplicáveis aos trabalhos de auditoria exigem, como base para a opinião do
auditor, que ele obtenha segurança absoluta de que as demonstrações contábeis como um todo
estão livres de distorção relevante.

E) a maioria das evidências de auditoria em que o auditor baseia suas conclusões e sua opinião é
de natureza conclusiva e não persuasiva.

2. (VUNESP/CMSJC/2018) A auditoria independente

A) observa as normas escritas por especialistas internos da entidade auditada, que são
considerados parte da equipe de trabalho.

B) aumenta a credibilidade das demonstrações contábeis.

C) atua conforme as diretrizes estabelecidas pela administração da entidade auditada.

D) atua em conjunto com a administração da entidade para o cumprimento dos seus objetivos,
garantindo a sua viabilidade futura.

E) implementa os controles internos necessários pelo fato de ser um trabalho contínuo.

3. (VUNESP/TJ SP/2015) É responsabilidade do auditor

A) prevenir e detectar erros e fraudes.

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B) identificar e avaliar os riscos de distorções relevantes, exceto se houver fraude.

C) jamais se retirar do trabalho, mesmo se houver suspeita de fraude.

D) em caso de suspeita de fraude, comunicar-se com acionistas ou contratantes da auditoria, mas


nunca com as autoridades reguladoras, tendo em vista o sigilo do trabalho.

E) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis não contêm distorções relevantes.

4. (VUNESP/DESENVOLVE/2014) O objetivo geral de uma auditoria independente é

A) apresentar as demonstrações contábeis de acordo com as normas contábeis do país.

B) determinar bases sólidas de consolidação das demonstrações contábeis.

C) assegurar que os controles internos possam produzir informações confiáveis.

D) informar a alta administração quanto aos princípios contábeis utilizados em suas


demonstrações.

E) aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários.

5. (VUNESP/Pref SJC/2012) De acordo com as normas técnicas de auditoria independente, o(s)


objetivo(s) do auditor é(são):

I. obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção;

II. apresentar relatórios sobre as demonstrações contábeis;

III. atender aos interesses do auditado.

Está correto o contido em

A) I, apenas.

B) II, apenas.

C) I e II, apenas.

D) I e III, apenas.

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E) I, II e III.

6. (VUNESP/SEFAZ SP/2013) Dentre as atribuições de um auditor, estar alerta a evidências de


auditoria que contradigam outras evidências obtidas; informações que coloquem em dúvida a
confiabilidade dos documentos e respostas a indagações a serem usadas como evidências de
auditoria; condições que possam indicar possível fraude; e circunstâncias que sugiram a
necessidade de procedimentos de auditoria, além dos exigidos pelas NBC TAs, significa

A) autoridade delegada.

B) ceticismo profissional.

C) aplicação de procedimentos prévios.

D) julgamento profissional.

E) procedimento de auditoria.

AMOSTRAGEM
7. (VUNESP/TJ SP/2019) A respeito do uso de amostras para a realização dos trabalhos de
auditoria, assinale a alternativa correta.

A) A utilização de amostras nos trabalhos de auditoria não é autorizada pelas normas brasileiras de
auditoria por comprometer a imparcialidade que deve orientar os trabalhos do auditor.

B) Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou um método de seleção de itens a serem


testados, não poderão ser empregadas técnicas de amostragem.

C) A utilização de amostragem estatística deve ser evitada nos trabalhos de auditoria por não
permitir segurança suficiente a respeito dos seus achados.

D) Ao usar método de amostragem, estatística ou não, deve ser projetada e selecionada uma
amostra que possa proporcionar evidência de auditoria suficiente e apropriada.

E) Amostra e população são conceitos sinônimos em matéria de procedimentos de auditoria com


base em estatísticas.

8. (VUNESP/Pref Itapevi/2019) Em relação à utilização da amostragem para obtenção de


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evidência de auditoria, é correto afirmar que

A) o tamanho da amostra deve ser determinado mediante aplicação de fórmula com base em
estatística, e o auditor está impedido de utilizar seu julgamento profissional para evitar qualquer
escolha tendenciosa.

B) a amostra estratificada consiste na seleção aleatória dos itens da amostra, com probabilidade
conhecida de cada evento possível.

C) para os testes de controles, se a taxa esperada de desvio for inaceitavelmente baixa, o auditor
geralmente decide por executar os testes de controles.

D) o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar está inversamente
correlacionado com o tamanho da amostra exigido.

E) a seleção de bloco geralmente pode ser usada em amostragem de auditoria porque a maioria
das populações está estruturada de modo que esses itens em sequência podem ter características
semelhantes entre si.

9. (VUNESP/Pref GRU/2019) São características da amostragem estatística:

A) seleção da amostra a critério do auditor.

B) inexistência de risco de amostragem.

C) seleção da amostra com base no conhecimento da empresa a ser auditada.

D) uso da teoria de probabilidades para avaliar os resultados.

E) seu uso é indicado quando a população a ser auditada é pequena.

10. (VUNESP/ARSESP/2018) No que tange à amostragem em auditoria, é correto afirmar:

A) População é o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual
o auditor deseja concluir.

B) Amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria em 100% dos itens de


população relevante para fins de auditoria.

C) Risco não resultante da amostragem é o risco de que o auditor chegue a uma conclusão certa

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por qualquer outra razão que não seja relacionada ao risco de materialidade.

D) Amostragem estatística é o único procedimento utilizado pelo auditor a fim de selecionar itens
para teste.

E) ao se usar a amostragem em auditoria, o auditor deseja proporcionar uma base razoável para
concluir quanto ao universo selecionado do qual a amostra perfaz o total do item.

11. (VUNESP/Pref SBC/2018) A amostragem estatística utilizada na definição e seleção da


amostra de auditoria, na execução de testes de controles e de detalhes na avaliação dos resultados
da amostra

A) tem finalidade de subsidiar inferências e fornecer base razoável para o auditor concluir quanto à
população da qual a amostra é selecionada, desprezando-se critérios de representatividade na
escolha de itens da amostra.

B) caracteriza-se pela seleção aleatória dos itens da amostra e pelo uso da teoria das
probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a mensuração do risco da
amostragem.

C) caracteriza-se pela seleção representativa de itens da amostra conforme o julgamento


profissional do auditor, com vistas à fornecer base razoável para o auditor concluir quanto à
população da qual a amostra é selecionada.

D) pode ser validamente utilizada em auditorias internas, vedado o seu emprego em auditorias
independentes, dado o potencial de seleção enviesada de amostra.

E) permite que o auditor obtenha evidência de auditoria em relação a todas as características da


população selecionada, desde que observado índice de confiança razoável das probabilidades
investigadas.

12. (VUNESP/CM Olímpia/2018) Amostragem, em auditoria, é

A) o conjunto completo de dados sobre os quais a amostra é selecionada e o auditor deseja


concluir.

B) o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, possa ser diferente se toda a
população foi sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.

C) a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante


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para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance
de serem selecionadas para proporcionarem uma base razoável que possibilite ao auditor concluir
sobre toda a população.

D) cada um dos itens individuais que constituem uma população.

E) o processo de dividir uma população em subpopulações, cada uma sendo um grupo de unidades
de amostragem com características semelhantes (geralmente valor monetário), de forma que o
auditor possa selecionar os itens para o teste substantivo.

13. (VUNESP/Auditor Municipal - SP/2015) A distorção ou o desvio que é comprovadamente


não representativo de distorção ou desvio em uma população denomina-se

A) amostragem estatística.

B) unidade de amostragem.

C) estratificação.

D) taxa tolerável de desvio.

E) anomalia.

14. (VUNESP/TJ-SP/2008) Para responder à questão, assinale a alternativa que completa


corretamente as frases dadas. Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de
seleção de itens a testar, o auditor pode empregar técnicas de amostragem. Amostragem é a
utilização de um processo para obtenção de dados aplicáveis a um conjunto, denominado
_______________, por meio do exame de uma parte deste conjunto denominada amostra.

A) procedimento ou população

B) universo ou população

C) montante ou população

D) amostra ou população

E) conjunto ou população

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15. (VUNESP/SEFAZ-SP/2002) Na seleção de amostra, para testes, deve o auditor considerar

A) A seleção aleatória, de acordo com o grau de percepção do auditor e baseado em sua


experiência profissional.

B) A seleção sistemática, desconsiderando todo e qualquer intervalo entre as transações


realizadas.

C) A seleção aleatória; a seleção sistemática, observando um intervalo constante entre as


transações realizadas; e a seleção casual, a critério do auditor, baseada em sua experiência
profissional.

D) A seleção casual, desconsiderando todo e qualquer intervalo entre as transações realizadas.

E) A seleção aleatória, baseada em sua experiência profissional e seu grau de percepção em


relação às demonstrações financeiras; e a seleção sistemática, sem necessariamente observar um
intervalo constante entre as transações realizadas.

16. (VUNESP/TJ-SP/2013) Ao se determinar a extensão de um teste de auditoria ou um método


de seleção de itens a serem testados, podem ser empregadas técnicas de

A) busca.

B) revisão.

C) amostragem.

D) investigação.

E) identificação.

17. (VUNESP/Pref. SJ Rio Preto/2014) Em relação à amostragem na auditoria, é correto afirmar


que

A) a amostragem deve ser sempre efetuada com números aleatórios, para evitar que o auditor
utilize critérios próprios para a seleção dos itens a serem auditados.

B) quanto maior o nível de distorção tolerável aceito nos testes substantivos, maior deve ser o
tamanho da amostra, para que a eficácia e a eficiência do trabalho do auditor sejam alcançadas.

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C) na determinação do tamanho da amostra, um nível de confiança de 95% indica que em noventa


e cinco (95) vezes o resultado será impreciso e em cinco (5) vezes, o resultado será preciso.

D) o risco da amostragem é o risco de que a conclusão atingida com base na amostra seja igual ao
da conclusão que seria obtida com base no exame da população como um todo.

E) a combinação de uma amostragem estratificada para os itens de maior valor nos procedimentos
(testes) substantivos combinada com a amostragem aleatória para os itens de menor valor é
geralmente um procedimento eficaz, pois permite uma cobertura maior em termos de valor e um
tamanho de amostra menor.

18. (VUNESP/TJ-SP/2015) Quando a auditoria é feita por amostragem, se o método utilizado


para essa amostragem é a seleção sistemática, então a seleção de itens é

A) por meio da seleção de um ou mais blocos contíguos da população.

B) de tal forma que assegure que todos tenham idêntica probabilidade de serem selecionados.

C) a critério do auditor, com base em sua experiência.

D) com base em valores monetários.

E) procedida de tal maneira que haja sempre um intervalo constante entre cada item selecionado.

19. (VUNESP/APOFP-SP/2013) Trata-se da aplicação de procedimentos de auditoria em menos


de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as
unidades-base tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base
razoável que possibilite ao auditor concluir sobre toda a população. O texto refere-se ao conceito
de

A) processo de auditoria.

B) seleção de população.

C) materialidade.

D) amostragem em auditoria.

E) aleatoriedade em auditoria.

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TESTES E PROCEDIMENTOS. EVIDÊNCIA.


20. (VUNESP/CM Sertãozinho/2019) De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade
aplicadas para área de auditoria, que estão na NBC TA 200 (R1), evidências de auditoria são:

A) a aplicação de atividades de controle apropriadas, por exemplo, controle das etiquetas de


contagem (ou outras formas de controle similar) utilizadas e não utilizadas e procedimentos de
contagem e recontagem, em específico.

B) as observações do auditor, considerando a qualidade da evidência de auditoria obtida de forma


que lhe traga confiabilidade no fornecimento de suporte às suas conclusões, que servirão de base
a opinião técnica.

C) as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas conclusões em que se baseia a sua
opinião. As evidências de auditoria incluem informações contidas nos registros contábeis
subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações.

D) a representação estruturada de informações financeiras históricas, incluindo divulgações, com a


finalidade de informar os recursos econômicos ou as obrigações da entidade em determinada data
no tempo ou as mutações de tais recursos ou obrigações durante um período de tempo, em
conformidade com a estrutura de relatório financeiro.

E) as responsabilidades da administração e, quando apropriado, dos responsáveis pela governança,


com base na qual a auditoria é conduzida.

21. (VUNESP/Pref GRU/2019) A evidência obtida pela comprovação da existência real de ativos
e passivos financeiros, recursos humanos, instalações, entre outros, é denominada evidência

A) física.

B) documental.

C) analítica.

D) por confirmação.

E) testemunhal.

22. (VUNESP/Pref SBC/2018) Na hipótese de o auditor possuir dúvidas a respeito da


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confiabilidade das informações a serem utilizadas como evidência de auditoria ou na hipótese de a


evidência de auditoria obtida em uma fonte ser inconsistente com a obtida em outra, de acordo
com a NBC TA 500, deverá o auditor

A) sempre considerar adequadas e suficientes as informações contidas nos registros contábeis que
suportam as demonstrações contábeis, desprezando informações obtidas de outras fontes.

B) consultar especialista em contabilidade da administração com atribuição, no âmbito da


entidade, para auxiliá-la na elaboração das demonstrações contábeis.

C) classificar as informações conforme sua relevância e suficiência para os propósitos da auditoria,


com base em avaliação de riscos de distorção conforme a exatidão, a integridade, a precisão e o
detalhamento das informações, desprezando as menos consistentes.

D) deixar de documentar a inconsistência no livro de ocorrências de achados, a fim de não


interferir tampouco influenciar a conclusão final.

E) determinar quais modificações ou acréscimos aos procedimentos de auditoria são necessários


para solucionar o assunto e deve considerar, se houver, o efeito desse assunto sobre outros
aspectos da auditoria.

23. (VUNESP/Pref SJC/2018) A evidência obtida por declarações por escrito que tratam de
afirmações da administração, assinadas por indivíduos responsáveis, é denominada evidência

A) documental.

B) analítica.

C) verbal.

D) por confirmação.

E) por representações.

24. (VUNESP/Auditor (DESENVOLVE)/2014) De acordo com a NBC TA 200, evidências de


auditoria são:

A) as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas conclusões, em que se baseia a
sua opinião. As evidências de auditoria incluem informações contidas nos registros contábeis

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subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações.

B) as informações explícitas ou implícitas que, para conseguir a apresentação adequada das


demonstrações contábeis, pode ser necessário que a administração forneça divulgações além das
especificamente exigidas pela estrutura.

C) as suficiências das evidências de auditoria na medida da quantidade da evidência de auditoria. A


quantidade necessária da evidência de auditoria é afetada pela avaliação do auditor dos riscos de
distorção relevante e também pela qualidade de tal evidência.

D) as informações utilizadas pelo auditor para adequar suas fundamentações em que se baseia o
seu relatório. As evidências de auditoria incluem informações contidas nos pontos de auditoria em
decorrência da metodologia utilizada.

E) exigências da estrutura para conseguir a apresentação adequada das demonstrações contábeis.


Espera-se que tais exigências mitiguem desvios em circunstâncias gerais de auditoria.

25. (VUNESP/CM Serrana/2019) Considere a seguinte definição: Procedimento de auditoria


planejado para detectar distorções relevantes no nível de afirmações; tal procedimento inclui
ainda testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações) e
procedimentos analíticos substantivos”. O texto trata

A) do teste de controles.

B) da valiação de risco.

C) do procedimento substantivo.

D) do checklist de auditoria.

E) do procedimento alternativo.

26. (VUNESP/Pref Itapevi/2019) O procedimento de auditoria que consiste na avaliação das


informações feitas por meio de estudo das relações plausíveis entre dados financeiros e não
financeiros é denominado

A) Conferência de cálculos.

B) Confirmação Interna.

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C) Inspeção.

D) Observação.

E) Revisão Analítica.

27. (VUNESP/Pref GRU/2019) O procedimento de auditoria que envolve a execução


independente pelo auditor de procedimentos ou controles que foram originalmente desenvolvidos
pelo controle interno da empresa é denominado

A) confirmação.

B) reexecução.

C) inspeção.

D) observação.

E) indagação.

28. (VUNESP/PAULIPREV/2018) Propiciar a verificação periódica da exatidão dos registros


contábeis e transferir para o resultado as diferenças apuradas é objetivo do

A) levantamento físico.

B) tempo de reposição.

C) estoque mínimo.

D) giro de estoque.

E) controle de estoque.

29. (VUNESP/ARSESP/2018) assinale a alternativa que corresponde à


afirmação correta relacionada à Norma de Auditoria de “Confirmações Externas”.

A) Se o auditor identificar fatores que dão origem a dúvidas quanto à correta apresentação de um
documento de resposta, tais como os extratos bancários, o auditor pode discutir com a

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administração do cliente a fim de resolver essas dúvidas.

B) Se o auditor não receber uma resposta à solicitação de confirmação, este deverá simplesmente
incluir tal afirmação na carta de representação, uma vez que será assinada pelos responsáveis pela
governança da empresa auditada.

C) O objetivo do auditor, ao usar procedimentos de confirmação externa, é planejar e executar tais


procedimentos para obter evidência de auditoria relevante e confiável.

D) Os programas de trabalho preparados pelo auditor devem incluir a determinação das


informações a serem confirmadas ou solicitadas pelo auditor à administração da empresa
auditada.

E) Confirmação externa é a evidência de auditoria obtida mediante leitura de documentos


comprobatórios emitidos por entidades independentes da empresa, tais como extrato bancário,
conta de energia elétrica, ou mesmo as notas fiscais de fornecedores.

30. (VUNESP/ARSESP/2018) Para fins das normas de auditoria, o termo _____________


significa avaliações de informações contábeis por meio de análise das relações plausíveis entre
dados financeiros e não financeiros. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do
texto.

A) teste substantivo

B) análise sintética

C) revisão

D) análise de risco

E) procedimento analítico

31. (VUNESP/pref Registro/2018) Em consonância com as Normas Brasileiras de Contabilidade,


especificamente ao se tratar de procedimentos de auditoria independente (NBC TA 200), o auditor
pode aceitar registros e documentos como genuínos. Todavia, exige-se que o auditor considere a
confiabilidade das informações a serem usadas como evidências de auditoria. Em casos de dúvida
a respeito da confiabilidade das informações ou indicações de possível fraude, as normas de
auditoria exigem que o auditor faça investigações adicionais e determine que modificações ou
adições aos procedimentos de auditoria são necessários para solucionar o assunto. Dentre os

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procedimentos adicionais para confirmação de saldo, é correto citar:

A) revisão analítica.

B) expedição da carta de representação da administração.

C) expedição de cartas de confirmações com terceiros – circularização.

D) obtenção de relatórios gerenciais.

E) amostragem aleatória.

32. (VUNESP/Pref SBC/2018) O procedimento de auditoria interna que tem por finalidade obter
evidências relativas à suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas de
informação da entidade denomina-se

A) inspeção.

B) planejamento.

C) teste de observância.

D) teste substantivo.

E) investigação e confirmação.

33. (VUNESP/Pref SJC/2015) O auditor independente dos relatórios financeiros da Cia. Flor de
Lis constatou em seus trabalhos, por meio de carta endereçada a um cliente, que este já havia
quitado uma duplicata a pagar, ainda não baixada na escrituração contábil da entidade, e que um
investimento avaliado pela equivalência patrimonial estava registrado por um valor menor que o
correto por ter sido utilizada uma percentagem menor do que a participação da companhia na
investida. Os procedimentos adotados por esse auditor foram, respectivamente:

A) inspeção e confirmação.

B) revisão analítica e observação.

C) inspeção e revisão analítica.

D) observação e cálculo.

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E) confirmação e cálculo.

34. (VUNESP/DESENVOLVE/2014) Para detectar e analisar situações anormais e significativas


constatadas nas demonstrações contábeis, mais precisamente nas contas do balanço patrimonial e
da demonstração do resultado, bem como identificar áreas prioritárias ou áreas com problemas,
onde, portanto, deverá concentrar mais atenção, o auditor deverá

A) solicitar confirmação de saldos com terceiros e com a administração.

B) desenvolver exclusivamente programa de trabalho de testes alternativos.

C) aplicar procedimentos de revisão analítica.

D) aplicar testes documentais.

E) emitir circularização de saldos.

35. (VUNESP/SJRP/2014) Testes de controle são procedimentos de auditoria que têm por
objetivo

A) detectar distorções relevantes no nível de afirmações (declarações da administração da


entidade que estão incorporadas nas demonstrações contábeis).

B) produzir evidências de auditoria que sirvam para suportar ou fundamentar a opinião do auditor
em relação à adequação das demonstrações contábeis.

C) avaliar a existência de erros ou fraudes nos registros contábeis da entidade.

D) produzir evidências de que os ativos e passivos da entidade estão mensurados pelos seus
valores justos e se estes foram adequadamente estimados pela entidade auditada.

E) avaliar a efetividade operacional dos controles internos da entidade na prevenção ou detecção e


correção de distorções relevantes no nível de afirmações.

36. (VUNESP/TJ SP/2013) Na Auditoria Interna, os testes de observância visam à obtenção de


razoável segurança de que os controles internos estabelecidos pela administração estão em
efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento pelos funcionários e administradores
da entidade. A respeito da aplicação de procedimentos de auditoria, o de obtenção de
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informações perante pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e das operações,
dentro ou fora da entidade, refere-se aos procedimentos de

A) investigação e confirmação.

B) indagação e investigação.

C) inspeção e observação.

D) indagação e confirmação.

E) confirmação e observação.

37. (VUNESP/SEFAZ SP/2013) O acompanhamento, pelos auditores externos, do inventário


físico de estoques de matéria-prima, produtos em processo, produtos acabados e material auxiliar
de uma indústria metalúrgica em uma determinada data-base, para efeito da auditoria das
demonstrações contábeis, é um teste

A) de agregação.

B) substantivo.

C) analítico.

D) de observância.

E) de movimentação.

38. (VUNESP/SEFAZ SP/2013) O auditor, ao selecionar uma amostra de documentos


relacionados às rubricas de despesas, a fim de verificar ou atestar a existência e veracidade das
despesas, valores corretos, bem com sua contabilização, está cumprindo com um teste

A) substantivo.

B) de observância.

C) subjetivo.

D) de atestação.

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E) analítico.

39. (VUNESP/SEFAZ SP/2019) Os procedimentos de verificação de índices de liquidez, variações


ativas, passivas, volume de operações, rotatividade ativa e passiva, análise horizontal e vertical do
resultado, bem como na identificação de itens não usuais, podendo ser por uma leitura do razão
contábil, são testes usualmente utilizados

A) na revisão da qualidade das demonstrações financeiras.

B) de conformidade.

C) na confirmação de saldos.

D) de atestação.

E) na revisão analítica.

40. (VUNESP/TJM SP/2011) Os Testes que visam à obtenção de razoável segurança de que os
controles internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive
quanto ao seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade, denominam-se

A) Subjetivos.

B) Analíticos.

C) de Observância.

D) Substantivos.

E) de Inspeção.

41. (VUNESP/TJM SP)/2011) Um dos importantes procedimentos de auditoria das


demonstrações financeiras é a confirmação de informações junto a terceiros, como é o caso da
confirmação externa, ou circularização. Ao usar procedimentos de confirmação externa, o auditor
deve manter o controle sobre as solicitações de confirmação externa, incluindo

I. determinação das informações a serem confirmadas ou solicitadas;

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II. seleção da parte que confirma apropriada para confirmação;

III. asseguração de que foi utilizado um critério estatístico justo de amostragem quando a seleção
for realizada pelo cliente;

IV. definição das solicitações de confirmação, assegurando-se que as solicitações estão


devidamente endereçadas e que contenham as informações para retorno das respostas
diretamente ao auditor;

V. asseguração de que o envio da resposta de confirmação, quando a carta for recebida pelo
próprio cliente, foi realizado por intermédio dos correios;

VI. o envio das solicitações, incluindo o 2.° pedido, quando aplicável, para a parte que confirma.

Estão corretos apenas os itens

A) I, II, IV e VI.

B) I, III, IV e V.

C) II, IV, V e VI.

D) II, III, V e VI.

E) I, IV, V e VI.

42. (VUNESP/SEFAZ SP/2002) Na obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelo sistema contábil da entidade, são aplicados vários
procedimentos técnicos básicos de auditoria. Quanto a estes procedimentos técnicos, pode-se
afirmar que

A) O acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução chama-se


investigação e confirmação.

B) A obtenção de informação junto a pessoas ou entidades conhecedoras da transação, dentro ou


fora da entidade, chama-se revisão analítica.

C) A conferência da exatidão aritmética de documentos comprobatórios, registros e


demonstrações financeiras chama-se revisão analítica.

D) O exame de registros, documentos e ativos tangíveis chama-se inspeção.

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E) A conferência da exatidão aritmética de documentos comprobatórios, registros e


demonstrações financeiras chama-se confirmação.

43. (VUNESP/SEFAZ SP/2002) Examine as proposições a seguir, relacionadas com a aplicação


dos procedimentos de auditoria.

1. Visam à obtenção de razoável segurança de que os procedimentos de controle interno


estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento e cumprimento.

2. Visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos
pelo sistema contábil da entidade.

As proposições 1 e 2 referem-se, respectivamente,

A) Aos testes de observância e aos testes substantivos.

B) Aos testes de verificação e aos testes analíticos.

C) Aos testes analíticos e aos testes de observância.

D) Aos testes substantivos e aos testes diminutivos.

E) Aos testes diminutivos e aos testes aumentativos.

FRAUDE E ERRO
44. (VUNESP/Pref GRU/2019) São exemplos de erro e fraude, respectivamente:

A) erros aritméticos e alteração de registros.

B) erros aritméticos e interpretação errada das variações patrimoniais.

C) aplicação incorreta das normas contábeis e interpretação errada das variações patrimoniais.

D) omissão intencional nas demonstrações contábeis e alteração de registros.

E) alteração de registros e interpretação errada das variações patrimoniais.

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45. (VUNESP/SEFAZ SP/2002) Examine os conceitos a seguir.

1 - Ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de documentos,


registros e demonstrações contábeis.

2 - Ato não intencional resultante de omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na


elaboração de registros e demonstrações contábeis.

Nos termos das normas brasileiras de contabilidade, os conceitos acima identificam,


respectivamente,

A) Erro e fraude.

B) Fraude e descaminho.

C) Descaminho e suborno.

D) Fraude e conluio.

E) Fraude e erro.

TESTES EM ÁREAS ESPECÍFICAS


46. (VUNESP/Pref Itapevi/2019) Em relação ao acompanhamento de estoques pelo auditor
independente, é correto afirmar que

A) se a empresa auditada utilizar o controle permanente de seus estoques, o auditor pode


considerar desnecessário acompanhar a respectiva contagem física no final do exercício.

B) o auditor que não puder estar presente à contagem física dos estoques deve emitir parecer com
ressalva em relação a esse item.

C) a inspeção dos estoques, ao acompanhar sua contagem física, ajuda o auditor a averiguar a
existência física deles e a identificar, por exemplo, estoques obsoletos, danificados ou sem
movimentação.

D) o auditor, caso faça pessoalmente os testes de contagem física dos estoques, está dispensado
de solicitar documentos da administração sobre a referida contagem.

E) mesmo que os estoques custodiados e controlados por terceiros sejam irrelevantes para as
demonstrações contábeis, o auditor deve obter evidência de auditoria apropriada e suficiente com
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relação à existência e às condições desse tipo de estoque.

47. (VUNESP/Pref GRU/2019) No que se refere à auditoria em ativos de maior liquidez, o


procedimento que consiste em verificar as transações registradas pela empresa e não registrada
pelos bancos e vice-versa é denominado

A) contagem de caixa.

B) confirmação de saldos bancários.

C) corte de cheques.

D) teste de conciliações bancárias.

E) teste das transferências bancárias.

48. (VUNESP/Pref GRU/2019) O procedimento de auditoria na área de resultado denominado


estudo e avaliação do controle interno e teste de procedimento consiste em

A) avaliar procedimentos com efeitos simultâneos no Balanço Patrimonial e no Demonstrativo de


Resultados.

B) estudar e analisar o comportamento das receitas, custos e despesas.

C) averiguar se os saldos existentes na contabilidade conferem com os dos extratos bancários.

D) confirmar diretamente do devedor sobre os saldos em aberto.

E) avaliar os ciclos de vendas, de compras e de folha.

49. (VUNESP/SJRP/2014) O saldo devedor da conta analítica Bancos conta Movimento- Banco
Ideal S/A, registrado no livro Razão da Cia. Horizonte em 31.12.2013, era de R$ 192.820,00, antes
da conciliação bancária a ser efetuada pelo auditor independente. O saldo credor constante do
extrato bancário emitido pelo referido banco, na mesma data, correspondia a R$ 193.450,00. Os
seguintes fatos contábeis, referentes à matéria, foram levantados pelo auditor:

– Despesas bancárias cobradas pelo banco, no extrato, no valor de R$ 290,00, ainda não

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contabilizadas na entidade.

– cheques n os 198325 a 327, emitidos e contabilizados pela empresa, mas ainda não sacados
pelos favorecidos no banco no valor total de R$ 6.190,00;

– cheque nº 352497, emitido pela Cia. Itaporanga a favor da entidade, no valor de R$ 1.750,00,
erroneamente debitado na conta corrente da Cia. Guaiuba, cujo estorno foi efetuado pelo banco
somente em 04.01.2014;

– duplicata de aceite da Cia. Irmão Maior no valor de R$ 3.520,00, descontada pela companhia no
banco, por ele devolvida por falta de pagamento, fato ainda não contabilizado na sociedade. De
posse dessas informações, o auditor concluiu que o saldo correto, em R$, da referida conta
correspondia, em 31.12.2003, a:

A) 189.010,00.

B) 190.370,00.

C) 188.620,00.

D) 189.300,00.

E) 187.260,00.

50. (VUNESP/SJRP/2014) Na auditoria do grupo Imobilizado do Ativo Não Circulante, o auditor


independente deve observar as normas brasileiras de contabilidade sobre o reconhecimento e
mensuração desses ativos. Em relação ao assunto, é correto afirmar que

A) os gastos com o desembaraço aduaneiro na importação de bens do Ativo Imobilizado devem ser
registrados pela entidade como despesa do exercício da importação.

B) os bens do Ativo Imobilizado objeto de arrendamento mercantil financeiro devem ser


contabilizados pelo total das contraprestações a pagar à instituição financeira arrendadora, sem
necessidade de ajuste a valor presente, mesmo que de longo prazo.

C) os gastos com conserto e manutenção dos ativos que não resultem em aumento de sua vida útil
por um prazo superior a um ano devem ser ativados.

D) os impostos recuperáveis incidentes sobre a aquisição de ativos imobilizados não devem


compor o custo de aquisição do ativo, sendo contabilizados como ativos fiscais diferidos.

E) o registro dos encargos de depreciação deve ser efetuado a partir da data da aquisição do ativo
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imobilizado.

QUESTÕES COMENTADAS
1. (VUNESP/PAULIPREV/2018) Sobre o objetivo e o alcance da auditoria de demonstrações
contábeis, é correto afirmar que

A) o objetivo da auditoria é confirmar que as informações apresentadas pelos administradores nas


demonstrações financeiras são verdadeiras, sem espaço para dúvidas.

B) o objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte
dos usuários, mediante a expressão de uma opinião pelo auditor.

C) a auditoria das demonstrações contábeis exime de responsabilidades a administração ou os


responsáveis pela governança da entidade auditada.

D) as normas brasileiras aplicáveis aos trabalhos de auditoria exigem, como base para a opinião do
auditor, que ele obtenha segurança absoluta de que as demonstrações contábeis como um todo
estão livres de distorção relevante.

E) a maioria das evidências de auditoria em que o auditor baseia suas conclusões e sua opinião é
de natureza conclusiva e não persuasiva.

Comentários:

Vejamos os conceitos trazidos pela NBC TA 200:

“O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade
com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. No caso da maioria das estruturas conceituais
para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório
financeiro. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas
relevantes capacita o auditor a formar essa opinião”.

Gabarito: B

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2. (VUNESP/CMSJC/2018) A auditoria independente

A) observa as normas escritas por especialistas internos da entidade auditada, que são
considerados parte da equipe de trabalho.

B) aumenta a credibilidade das demonstrações contábeis.

C) atua conforme as diretrizes estabelecidas pela administração da entidade auditada.

D) atua em conjunto com a administração da entidade para o cumprimento dos seus objetivos,
garantindo a sua viabilidade futura.

E) implementa os controles internos necessários pelo fato de ser um trabalho contínuo.

Comentários:

Vejamos a NBC TA 200:

“O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade
com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. No caso da maioria das estruturas conceituais
para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório
financeiro. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas
relevantes capacita o auditor a formar essa opinião”.

Gabarito: B

3. (VUNESP/TJ SP/2015) É responsabilidade do auditor

A) prevenir e detectar erros e fraudes.

B) identificar e avaliar os riscos de distorções relevantes, exceto se houver fraude.

C) jamais se retirar do trabalho, mesmo se houver suspeita de fraude.

D) em caso de suspeita de fraude, comunicar-se com acionistas ou contratantes da auditoria, mas


nunca com as autoridades reguladoras, tendo em vista o sigilo do trabalho.

E) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis não contêm distorções relevantes.

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Comentários:

Pessoal, observem que existem os objetivos da auditoria e existem os objetivos do auditor.

A questão exige conhecimento literal da NBC TA 200:

“Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, os objetivos gerais do auditor são:

a) Obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de
distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro, possibilitando assim que
o auditor expresse sua opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos
os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

(b) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como exigido pelas
NBCs TA, em conformidade com as constatações do auditor”.

Gabarito: E

4. (VUNESP/DESENVOLVE/2014) O objetivo geral de uma auditoria independente é

A) apresentar as demonstrações contábeis de acordo com as normas contábeis do país.

B) determinar bases sólidas de consolidação das demonstrações contábeis.

C) assegurar que os controles internos possam produzir informações confiáveis.

D) informar a alta administração quanto aos princípios contábeis utilizados em suas


demonstrações.

E) aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários.

Comentários:

Novamente a banca tenta confundir os objetivos da auditoria e os objetivos do auditor.

Vejamos a NBC TA 200:

“O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade
com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. No caso da maioria das estruturas conceituais
para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório
financeiro. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas
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relevantes capacita o auditor a formar essa opinião”.

Gabarito: E

5. (VUNESP/Pref SJC/2012) De acordo com as normas técnicas de auditoria independente, o(s)


objetivo(s) do auditor é(são):

I. obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção;

II. apresentar relatórios sobre as demonstrações contábeis;

III. atender aos interesses do auditado.

Está correto o contido em

A) I, apenas.

B) II, apenas.

C) I e II, apenas.

D) I e III, apenas.

E) I, II e III.

Comentários:

Segundo a NBC TA 200:

“Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, os objetivos gerais do auditor são:

a) Obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de
distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro, possibilitando assim que
o auditor expresse sua opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos
os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

b) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como exigido pelas


NBCs TA, em conformidade com as constatações do auditor”.

O item III não é um dos objetivos do auditor.

Gabarito: C

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6. (VUNESP/SEFAZ SP/2013) Dentre as atribuições de um auditor, estar alerta a evidências de


auditoria que contradigam outras evidências obtidas; informações que coloquem em dúvida a
confiabilidade dos documentos e respostas a indagações a serem usadas como evidências de
auditoria; condições que possam indicar possível fraude; e circunstâncias que sugiram a
necessidade de procedimentos de auditoria, além dos exigidos pelas NBC TAs, significa

A) autoridade delegada.

B) ceticismo profissional.

C) aplicação de procedimentos prévios.

D) julgamento profissional.

E) procedimento de auditoria.

Comentários:

O ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente questionadora e alerta para condições
que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das
evidências de auditoria. O auditor deve planejar e executar a auditoria com ceticismo profissional,
reconhecendo que podem existir circunstâncias que causam distorção relevante nas
demonstrações contábeis.

Segundo a NBC TA 200:

O ceticismo profissional inclui estar alerta, por exemplo, a:

• evidências de auditoria que contradigam outras evidências obtidas;


• informações que coloquem em dúvida a confiabilidade dos documentos e respostas a
indagações a serem usadas como evidências de auditoria;
• condições que possam indicar possível fraude;
• circunstâncias que sugiram a necessidade de procedimentos de auditoria além dos exigidos
pelas NBCs TA.

Gabarito: B

7. (VUNESP/TJ SP/2019) A respeito do uso de amostras para a realização dos trabalhos de


auditoria, assinale a alternativa correta.

A) A utilização de amostras nos trabalhos de auditoria não é autorizada pelas normas brasileiras de

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auditoria por comprometer a imparcialidade que deve orientar os trabalhos do auditor.

B) Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou um método de seleção de itens a serem


testados, não poderão ser empregadas técnicas de amostragem.

C) A utilização de amostragem estatística deve ser evitada nos trabalhos de auditoria por não
permitir segurança suficiente a respeito dos seus achados.

D) Ao usar método de amostragem, estatística ou não, deve ser projetada e selecionada uma
amostra que possa proporcionar evidência de auditoria suficiente e apropriada.

E) Amostra e população são conceitos sinônimos em matéria de procedimentos de auditoria com


base em estatísticas.

Comentários:

Letras A, B e C: Não existe impedimento para o uso da amostragem em auditoria. Pelo contrário.
Não é viável que o auditor revise integralmente os registros contábeis, pois não teria tempo hábil
para suas demais atribuições. Por isso, a técnica de amostragem permite que o auditor consiga
obter conclusões sobre uma determinada população, utilizando apenas parte dela. Dessa forma, a
utilização da amostragem é importante na execução dos trabalhos do auditor. Além disso, a forma
como a amostragem é utilizada e as técnicas escolhidas é uma questão de julgamento profissional
do auditor.

Letra D: Correta. A preocupação do auditor é executar procedimentos de auditoria para obter


evidência de auditoria apropriada e suficiente para chegar a conclusões razoáveis que
fundamentem sua opinião de auditoria.

Letra E: Vejamos os seguintes conceitos abordados na NBC TA 530:

Amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos


itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de
amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base
razoável que possibilite o auditor concluir sobre toda a população.

População é o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual o
auditor deseja concluir.

Gabarito: D

8. (VUNESP/Pref Itapevi/2019) Em relação à utilização da amostragem para obtenção de

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evidência de auditoria, é correto afirmar que

A) o tamanho da amostra deve ser determinado mediante aplicação de fórmula com base em
estatística, e o auditor está impedido de utilizar seu julgamento profissional para evitar qualquer
escolha tendenciosa.

B) a amostra estratificada consiste na seleção aleatória dos itens da amostra, com probabilidade
conhecida de cada evento possível.

C) para os testes de controles, se a taxa esperada de desvio for inaceitavelmente baixa, o auditor
geralmente decide por executar os testes de controles.

D) o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar está inversamente
correlacionado com o tamanho da amostra exigido.

E) a seleção de bloco geralmente pode ser usada em amostragem de auditoria porque a maioria
das populações está estruturada de modo que esses itens em sequência podem ter características
semelhantes entre si.

Comentários:

Segundo a NBC TA 530, o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta
o tamanho da amostra exigido. Quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior
deve ser o tamanho da amostra. Portanto, letra D.

Sobre as demais alternativas:

Letra A: Segundo a NBC TA 530, a amostragem estatística é a abordagem à amostragem com as


seguintes características: (a) seleção aleatória dos itens da amostra; e (b) o uso da teoria das
probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a mensuração do risco de
amostragem. A abordagem de amostragem que não tem as características (a) e (b) é considerada
uma amostragem não estatística.

A decisão em utilizar amostragem estatística ou não estatística é do auditor, devido ao seu


julgamento profissional, ou seja, conforme a sua experiência.

Letra B: "Estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações, cada uma sendo
um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes. A estratificação é um
procedimento que é feito antes da seleção da amostra. Primeiro a população é dividida em
subpopulações e depois é aplicado o método de seleção de amostra desejado. Por exemplo:
primeiro se estratifica a população e depois utiliza-se a seleção pelo método aleatório. Nesse caso,
estaríamos usando uma amostra aleatória estratificada.

Letra C: Vejamos novamente a norma: “Ao considerar as características de uma população, para
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testes de controles, o auditor faz uma avaliação da taxa esperada de desvio com base no
entendimento do auditor dos controles relevantes ou no exame de pequena quantidade de itens
da população. Essa avaliação é feita para estabelecer a amostra de auditoria e determinar o
tamanho dessa amostra. Por exemplo, se a taxa esperada de desvio for inaceitavelmente alta, o
auditor geralmente decide por não executar os testes de controles.

Letra E: Seleção de bloco envolve a seleção de um ou mais blocos de itens contíguos da população.
A seleção de bloco geralmente não pode ser usada em amostragem de auditoria porque a maioria
das populações está estruturada de modo que esses itens em sequência podem ter características
semelhantes entre si, mas características diferentes de outros itens de outros lugares da
população. Embora, em algumas circunstâncias, possa ser apropriado que um procedimento de
auditoria examine um bloco de itens, ela raramente seria uma técnica de seleção de amostra
apropriada quando o auditor pretende obter inferências válidas sobre toda a população com base
na amostra.

Gabarito: D

9. (VUNESP/Pref GRU/2019) São características da amostragem estatística:

A) seleção da amostra a critério do auditor.

B) inexistência de risco de amostragem.

C) seleção da amostra com base no conhecimento da empresa a ser auditada.

D) uso da teoria de probabilidades para avaliar os resultados.

E) seu uso é indicado quando a população a ser auditada é pequena.

Comentários:

Segundo a NBC TA 530:

“Amostragem estatística é a abordagem à amostragem com as seguintes características:

(a) seleção aleatória dos itens da amostra; e

(b) o uso da teoria das probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a
mensuração do risco de amostragem.

Gabarito: D

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10. (VUNESP/ARSESP/2018) No que tange à amostragem em auditoria, é correto afirmar:

A) População é o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual
o auditor deseja concluir.

B) Amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria em 100% dos itens de


população relevante para fins de auditoria.

C) Risco não resultante da amostragem é o risco de que o auditor chegue a uma conclusão certa
por qualquer outra razão que não seja relacionada ao risco de materialidade.

D) Amostragem estatística é o único procedimento utilizado pelo auditor a fim de selecionar itens
para teste.

E) ao se usar a amostragem em auditoria, o auditor deseja proporcionar uma base razoável para
concluir quanto ao universo selecionado do qual a amostra perfaz o total do item.

Comentários:

Letra A: Esta é exatamente a definição de população dada pela NBC TA 530.

Letra B. Errada. Vejamos o conceito da norma: “Amostragem em auditoria é a aplicação de


procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de
auditoria, de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem
selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite o auditor concluir sobre toda a
população”.

Letra C: Errada. Vejamos o conceito da norma: “Risco não resultante da amostragem é o risco de
que o auditor chegue a uma conclusão errônea por qualquer outra razão que não seja relacionada
ao risco de amostragem”.

Letra D: Errada. Não é o único. Vejamos a norma: “a amostragem estatística é a abordagem à


amostragem com as seguintes características: (a) seleção aleatória dos itens da amostra; e (b) o
uso da teoria das probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a mensuração
do risco de amostragem. A abordagem de amostragem que não tem as características (a) e (b) é
considerada uma amostragem não estatística”.

Letra E: Errada. O objetivo do auditor, ao usar a amostragem em auditoria, é o de proporcionar


uma base razoável para o auditor concluir quanto à população da qual a amostra é selecionada.

Gabarito: A

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11. (VUNESP/Pref SBC/2018) A amostragem estatística utilizada na definição e seleção da


amostra de auditoria, na execução de testes de controles e de detalhes na avaliação dos resultados
da amostra

A) tem finalidade de subsidiar inferências e fornecer base razoável para o auditor concluir quanto à
população da qual a amostra é selecionada, desprezando-se critérios de representatividade na
escolha de itens da amostra.

B) caracteriza-se pela seleção aleatória dos itens da amostra e pelo uso da teoria das
probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a mensuração do risco da
amostragem.

C) caracteriza-se pela seleção representativa de itens da amostra conforme o julgamento


profissional do auditor, com vistas à fornecer base razoável para o auditor concluir quanto à
população da qual a amostra é selecionada.

D) pode ser validamente utilizada em auditorias internas, vedado o seu emprego em auditorias
independentes, dado o potencial de seleção enviesada de amostra.

E) permite que o auditor obtenha evidência de auditoria em relação a todas as características da


população selecionada, desde que observado índice de confiança razoável das probabilidades
investigadas.

Comentários:

Segundo a NBC TA 530:

A amostragem estatística é a abordagem à amostragem com as seguintes características: (a)


seleção aleatória dos itens da amostra; e (b) o uso da teoria das probabilidades para avaliar os
resultados das amostras, incluindo a mensuração do risco de amostragem. A abordagem de
amostragem que não tem as características (a) e (b) é considerada uma amostragem não
estatística”.

Gabarito: B

12. (VUNESP/CM Olímpia/2018) Amostragem, em auditoria, é

A) o conjunto completo de dados sobre os quais a amostra é selecionada e o auditor deseja


concluir.

B) o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, possa ser diferente se toda a

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população foi sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.

C) a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante


para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance
de serem selecionadas para proporcionarem uma base razoável que possibilite ao auditor concluir
sobre toda a população.

D) cada um dos itens individuais que constituem uma população.

E) o processo de dividir uma população em subpopulações, cada uma sendo um grupo de unidades
de amostragem com características semelhantes (geralmente valor monetário), de forma que o
auditor possa selecionar os itens para o teste substantivo.

Comentários:

Segundo a NBC TA 530:

Amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos


itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de
amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base
razoável que possibilite o auditor concluir sobre toda a população.

Gabarito: C

13. (VUNESP/Auditor Municipal - SP/2015) A distorção ou o desvio que é comprovadamente


não representativo de distorção ou desvio em uma população denomina-se

A) amostragem estatística.

B) unidade de amostragem.

C) estratificação.

D) taxa tolerável de desvio.

E) anomalia.

Comentários:

Segundo a NBC TA 530:

Anomalia é a distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo de distorção ou

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desvio em uma população.

Gabarito: E

14. (VUNESP/TJ-SP/2008) Para responder à questão, assinale a alternativa que completa


corretamente as frases dadas. Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de
seleção de itens a testar, o auditor pode empregar técnicas de amostragem. Amostragem é a
utilização de um processo para obtenção de dados aplicáveis a um conjunto, denominado
_______________, por meio do exame de uma parte deste conjunto denominada amostra.

A) procedimento ou população

B) universo ou população

C) montante ou população

D) amostra ou população

E) conjunto ou população

Comentários:

População (ou universo) é o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e
sobre o qual o auditor deseja concluir.

Gabarito: B

15. (VUNESP/SEFAZ-SP/2002) Na seleção de amostra, para testes, deve o auditor considerar

A) A seleção aleatória, de acordo com o grau de percepção do auditor e baseado em sua


experiência profissional.

B) A seleção sistemática, desconsiderando todo e qualquer intervalo entre as transações


realizadas.

C) A seleção aleatória; a seleção sistemática, observando um intervalo constante entre as


transações realizadas; e a seleção casual, a critério do auditor, baseada em sua experiência
profissional.

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D) A seleção casual, desconsiderando todo e qualquer intervalo entre as transações realizadas.

E) A seleção aleatória, baseada em sua experiência profissional e seu grau de percepção em


relação às demonstrações financeiras; e a seleção sistemática, sem necessariamente observar um
intervalo constante entre as transações realizadas.

Comentários:

Existem muitos métodos para selecionar amostras. Os principais são os seguintes:

A) Seleção aleatória.

B) Seleção sistemática.

C) Amostragem de unidade monetária.

D) Seleção ao acaso.

E) Seleção de bloco.

Embora a questão seja antiga, anterior à normas de auditoria de 2009, podemos concluir que a
única alternativa que corresponderia a métodos se seleção seria a de letra C, gabarito da questão.

Gabarito: C

16. (VUNESP/TJ-SP/2013) Ao se determinar a extensão de um teste de auditoria ou um método


de seleção de itens a serem testados, podem ser empregadas técnicas de

A) busca.

B) revisão.

C) amostragem.

D) investigação.

E) identificação.

Comentários:

Questão bastante simples. Como vimos “em sala”, os meios à disposição do auditor para a seleção
de itens a serem testados são:

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A) seleção de todos os itens (exame de 100%);

B) seleção de itens específicos;

C) amostragem de auditoria.

Ou seja, a única alternativa que apresenta um método de seleção de itens a serem testados é a de
letra C, gabarito da questão.

Gabarito: C

17. (VUNESP/Pref. SJ Rio Preto/2014) Em relação à amostragem na auditoria, é correto afirmar


que

A) a amostragem deve ser sempre efetuada com números aleatórios, para evitar que o auditor
utilize critérios próprios para a seleção dos itens a serem auditados.

B) quanto maior o nível de distorção tolerável aceito nos testes substantivos, maior deve ser o
tamanho da amostra, para que a eficácia e a eficiência do trabalho do auditor sejam alcançadas.

C) na determinação do tamanho da amostra, um nível de confiança de 95% indica que em noventa


e cinco (95) vezes o resultado será impreciso e em cinco (5) vezes, o resultado será preciso.

D) o risco da amostragem é o risco de que a conclusão atingida com base na amostra seja igual ao
da conclusão que seria obtida com base no exame da população como um todo.

E) a combinação de uma amostragem estratificada para os itens de maior valor nos procedimentos
(testes) substantivos combinada com a amostragem aleatória para os itens de menor valor é
geralmente um procedimento eficaz, pois permite uma cobertura maior em termos de valor e um
tamanho de amostra menor.

Comentários:

Vamos aos erros das alternativas:

A – ERRADA. A alternativa não considera a possibilidade de utilização da amostragem não


estatística, ao afirmar que a amostragem “deve ser sempre efetuada com números aleatórios”.

B – ERRADA. Essa relação (nível de distorção tolerável e tamanho da amostra) não é direta, e sim
inversa.

C – ERRADA. Os resultados estão trocados: “na determinação do tamanho da amostra, um nível de


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confiança de 95% indica que em noventa e cinco (95) vezes o resultado será preciso e em cinco (5)
vezes, o resultado será impreciso”.

D – ERRADA. Esse é o conceito de “risco de auditoria”, e não de “risco de amostragem”.

E – CORRETA.

Gabarito: E

18. (VUNESP/TJ-SP/2015) Quando a auditoria é feita por amostragem, se o método utilizado


para essa amostragem é a seleção sistemática, então a seleção de itens é

A) por meio da seleção de um ou mais blocos contíguos da população.

B) de tal forma que assegure que todos tenham idêntica probabilidade de serem selecionados.

C) a critério do auditor, com base em sua experiência.

D) com base em valores monetários.

E) procedida de tal maneira que haja sempre um intervalo constante entre cada item selecionado.

Comentários:

Na seleção sistemática, a quantidade de unidades de amostragem na população é dividida pelo


tamanho da amostra para dar um intervalo de amostragem constante entre cada item
selecionado.

Gabarito: E

19. (VUNESP/APOFP-SP/2013) Trata-se da aplicação de procedimentos de auditoria em menos


de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as
unidades-base tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base
razoável que possibilite ao auditor concluir sobre toda a população. O texto refere-se ao conceito
de

A) processo de auditoria.

B) seleção de população.

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C) materialidade.

D) amostragem em auditoria.

E) aleatoriedade em auditoria.

Comentários:

De acordo com as normas do CFC, Amostragem em auditoria é a “aplicação de procedimentos de


auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria (ou seja, em
partes do universo), de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance
de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite o auditor concluir
sobre toda a população”.

Gabarito: D

20. (VUNESP/CM Sertãozinho/2019) De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade


aplicadas para área de auditoria, que estão na NBC TA 200 (R1), evidências de auditoria são:

A) a aplicação de atividades de controle apropriadas, por exemplo, controle das etiquetas de


contagem (ou outras formas de controle similar) utilizadas e não utilizadas e procedimentos de
contagem e recontagem, em específico.

B) as observações do auditor, considerando a qualidade da evidência de auditoria obtida de forma


que lhe traga confiabilidade no fornecimento de suporte às suas conclusões, que servirão de base
a opinião técnica.

C) as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas conclusões em que se baseia a sua
opinião. As evidências de auditoria incluem informações contidas nos registros contábeis
subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações.

D) a representação estruturada de informações financeiras históricas, incluindo divulgações, com a


finalidade de informar os recursos econômicos ou as obrigações da entidade em determinada data
no tempo ou as mutações de tais recursos ou obrigações durante um período de tempo, em
conformidade com a estrutura de relatório financeiro.

E) as responsabilidades da administração e, quando apropriado, dos responsáveis pela governança,


com base na qual a auditoria é conduzida.

Comentários:

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Segundo a NBC TA 200:

Evidências de auditoria são as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas
conclusões em que se baseia a sua opinião. As evidências de auditoria incluem informações
contidas nos registros contábeis subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações.

Gabarito: C

21. (VUNESP/Pref GRU/2019) A evidência obtida pela comprovação da existência real de ativos
e passivos financeiros, recursos humanos, instalações, entre outros, é denominada evidência

A) física.

B) documental.

C) analítica.

D) por confirmação.

E) testemunhal.

Comentários:

Essa questão foi doutrinária.

Segundo Sérgio Jund (2007), a evidência física é obtida pela comprovação da existência real de
ativos e passivos financeiros, recursos humanos, instalações, imóveis, equipamentos, veículos,
móveis, utensílios, realização de obras, serviços etc.

Gabarito: A

22. (VUNESP/Pref SBC/2018) Na hipótese de o auditor possuir dúvidas a respeito da


confiabilidade das informações a serem utilizadas como evidência de auditoria ou na hipótese de a
evidência de auditoria obtida em uma fonte ser inconsistente com a obtida em outra, de acordo
com a NBC TA 500, deverá o auditor

A) sempre considerar adequadas e suficientes as informações contidas nos registros contábeis que
suportam as demonstrações contábeis, desprezando informações obtidas de outras fontes.

B) consultar especialista em contabilidade da administração com atribuição, no âmbito da

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entidade, para auxiliá-la na elaboração das demonstrações contábeis.

C) classificar as informações conforme sua relevância e suficiência para os propósitos da auditoria,


com base em avaliação de riscos de distorção conforme a exatidão, a integridade, a precisão e o
detalhamento das informações, desprezando as menos consistentes.

D) deixar de documentar a inconsistência no livro de ocorrências de achados, a fim de não


interferir tampouco influenciar a conclusão final.

E) determinar quais modificações ou acréscimos aos procedimentos de auditoria são necessários


para solucionar o assunto e deve considerar, se houver, o efeito desse assunto sobre outros
aspectos da auditoria.

Comentários:

Vejamos a NBC TA 500:

Inconsistência ou dúvidas quanto à confiabilidade da evidência de auditoria

Se:

(a) a evidência de auditoria obtida em uma fonte é inconsistente com a obtida em outra; ou

(b) o auditor tem dúvidas quanto à confiabilidade das informações a serem utilizadas como
evidência de auditoria,

ele deve determinar quais modificações ou acréscimos aos procedimentos de auditoria são
necessários para solucionar o assunto e deve considerar o efeito desse assunto, se houver, sobre
outros aspectos da auditoria.

Gabarito: E

23. (VUNESP/Pref SJC/2018) A evidência obtida por declarações por escrito que tratam de
afirmações da administração, assinadas por indivíduos responsáveis, é denominada evidência

A) documental.

B) analítica.

C) verbal.

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D) por confirmação.

E) por representações.

Comentários:

Essa questão adentra no conceito de representações formais. Segundo a NBC TA 580:

“representação formal é uma declaração escrita pela administração, fornecida ao auditor, para
confirmar certos assuntos ou suportar outra evidência de auditoria. Representações formais, neste
contexto, não incluem as demonstrações contábeis, as afirmações nelas contidas ou livros e
registros comprobatórios”. Em outros termos, a representação formal é o documento emitido
pelos Administradores da entidade auditada e endereçada ao auditor independente, confirmando
as informações e dados fornecidos a ele, as bases de preparação, apresentação e divulgação das
demonstrações contábeis submetidas à auditoria.

Ainda segundo Crepaldi (2016), temos um tipo de evidência referente à representação por escrito,
que são declarações que abordam afirmações da administração, assinadas por pessoas
responsáveis e competentes.

Gabarito: E

24. (VUNESP/Auditor (DESENVOLVE)/2014) De acordo com a NBC TA 200, evidências de


auditoria são:

A) as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas conclusões, em que se baseia a
sua opinião. As evidências de auditoria incluem informações contidas nos registros contábeis
subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações.

B) as informações explícitas ou implícitas que, para conseguir a apresentação adequada das


demonstrações contábeis, pode ser necessário que a administração forneça divulgações além das
especificamente exigidas pela estrutura.

C) as suficiências das evidências de auditoria na medida da quantidade da evidência de auditoria. A


quantidade necessária da evidência de auditoria é afetada pela avaliação do auditor dos riscos de
distorção relevante e também pela qualidade de tal evidência.

D) as informações utilizadas pelo auditor para adequar suas fundamentações em que se baseia o
seu relatório. As evidências de auditoria incluem informações contidas nos pontos de auditoria em
decorrência da metodologia utilizada.

E) exigências da estrutura para conseguir a apresentação adequada das demonstrações contábeis.


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Espera-se que tais exigências mitiguem desvios em circunstâncias gerais de auditoria.

Comentários:

Segundo a NBC TA 200 a definição de Evidência de Auditoria, qual seja:

“Evidências de auditoria são as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas
conclusões em que se baseia a sua opinião. As evidências de auditoria incluem informações
contidas nos registros contábeis subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações”.

Gabarito: A

25. (VUNESP/CM Serrana/2019) Considere a seguinte definição: Procedimento de auditoria


planejado para detectar distorções relevantes no nível de afirmações; tal procedimento inclui
ainda testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações) e
procedimentos analíticos substantivos”. O texto trata

A) do teste de controles.

B) da valiação de risco.

C) do procedimento substantivo.

D) do checklist de auditoria.

E) do procedimento alternativo.

Comentários:

Segundo A NBC TA 330:

“Para fins das normas de auditoria, os termos abaixo têm os seguintes significados:

(a) Procedimento substantivo é o procedimento de auditoria planejado para detectar distorções


relevantes no nível de afirmações. Os procedimentos substantivos incluem:

(i) testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações); e

(ii) procedimentos analíticos substantivos.

(b)Teste de controle é o procedimento de auditoria planejado para avaliar a efetividade


operacional dos controles na prevenção ou detecção e correção de distorções relevantes no nível

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de afirmações”.

Gabarito: C

26. (VUNESP/Pref Itapevi/2019) O procedimento de auditoria que consiste na avaliação das


informações feitas por meio de estudo das relações plausíveis entre dados financeiros e não
financeiros é denominado

A) Conferência de cálculos.

B) Confirmação Interna.

C) Inspeção.

D) Observação.

E) Revisão Analítica.

Comentários:

A NBC TA 330 afirma que: Para fins das normas de auditoria, os termos abaixo têm os seguintes
significados:

“(a) Procedimento substantivo é o procedimento de auditoria planejado para detectar


distorções relevantes no nível de afirmações. Os procedimentos substantivos incluem:

(i) testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações); e

(ii) procedimentos analíticos substantivos” (antiga revisão analítica).

Para fins das normas de auditoria, o termo procedimento analítico significa avaliações de
informações contábeis por meio de análise das relações plausíveis entre dados financeiros e não
financeiros. Procedimentos analíticos compreendem, também, o exame necessário de flutuações
ou relações identificadas que são inconsistentes com outras informações relevantes ou que
diferem significativamente dos valores esperados.

Gabarito: E

27. (VUNESP/Pref GRU/2019) O procedimento de auditoria que envolve a execução


independente pelo auditor de procedimentos ou controles que foram originalmente desenvolvidos

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pelo controle interno da empresa é denominado

A) confirmação.

B) reexecução.

C) inspeção.

D) observação.

E) indagação.

Comentários:

A questão foi na literalidade da NBC TA 500:

A reexecução envolve a execução independente pelo auditor de procedimentos ou controles que


foram originalmente realizados como parte do controle interno da entidade.

Gabarito: B

28. (VUNESP/PAULIPREV/2018) Propiciar a verificação periódica da exatidão dos registros


contábeis e transferir para o resultado as diferenças apuradas é objetivo do

A) levantamento físico.

B) tempo de reposição.

C) estoque mínimo.

D) giro de estoque.

E) controle de estoque.

Comentários:

A questão foi doutrinária:

Segundo Francischini (2002), “O objetivo do levantamento físico é propiciar a verificação periódica


da exatidão dos registros contábeis para poder avaliar o lucro e transferir para o resultado as
diferenças apuradas”.

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Gabarito: A

29. (VUNESP/ARSESP/2018) assinale a alternativa que corresponde à


afirmação correta relacionada à Norma de Auditoria de “Confirmações Externas”.

A) Se o auditor identificar fatores que dão origem a dúvidas quanto à correta apresentação de um
documento de resposta, tais como os extratos bancários, o auditor pode discutir com a
administração do cliente a fim de resolver essas dúvidas.

B) Se o auditor não receber uma resposta à solicitação de confirmação, este deverá simplesmente
incluir tal afirmação na carta de representação, uma vez que será assinada pelos responsáveis pela
governança da empresa auditada.

C) O objetivo do auditor, ao usar procedimentos de confirmação externa, é planejar e executar tais


procedimentos para obter evidência de auditoria relevante e confiável.

D) Os programas de trabalho preparados pelo auditor devem incluir a determinação das


informações a serem confirmadas ou solicitadas pelo auditor à administração da empresa
auditada.

E) Confirmação externa é a evidência de auditoria obtida mediante leitura de documentos


comprobatórios emitidos por entidades independentes da empresa, tais como extrato bancário,
conta de energia elétrica, ou mesmo as notas fiscais de fornecedores.

Comentários:

Segundo a NBC TA 505, o objetivo do auditor, ao usar procedimentos de confirmação externa, é


planejar e executar tais procedimentos para obter evidência de auditoria relevante e confiável.
Portanto, letra C.

Letra A: Se o auditor identificar fatores que dão origem a dúvidas sobre a confiabilidade da
resposta a uma solicitação de confirmação, o auditor deve obter evidência adicional de auditoria
para resolver essas dúvidas.

Letra B: Para cada resposta não recebida, o auditor deve executar procedimentos alternativos de
auditoria para obter evidência de auditoria relevante e confiável.

Letra D: A decisão de utilizar a confirmação externa é uma questão de julgamento profissional.


Dessa forma, as técnicas a serem utilizadas no decorrer dos trabalhos de auditoria, são decisão do
auditor.

Letra E: Confirmação externa é a evidência de auditoria obtida como resposta por escrito direta
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para o auditor de um terceiro (a parte que confirma), em papel, no formato eletrônico ou outro
meio.

Gabarito: C

30. (VUNESP/ARSESP/2018) Para fins das normas de auditoria, o termo _____________


significa avaliações de informações contábeis por meio de análise das relações plausíveis entre
dados financeiros e não financeiros. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do
texto.

A) teste substantivo

B) análise sintética

C) revisão

D) análise de risco

E) procedimento analítico

Comentários:

A NBC TA 330 afirma que: Para fins das normas de auditoria, os termos abaixo têm os seguintes
significados:

“(a) Procedimento substantivo é o procedimento de auditoria planejado para detectar


distorções relevantes no nível de afirmações. Os procedimentos substantivos incluem:

(i) testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações); e

(ii) procedimentos analíticos substantivos”

Para fins das normas de auditoria, o termo procedimento analítico significa avaliações de
informações contábeis por meio de análise das relações plausíveis entre dados financeiros e não
financeiros. Procedimentos analíticos compreendem, também, o exame necessário de flutuações
ou relações identificadas que são inconsistentes com outras informações relevantes ou que
diferem significativamente dos valores esperados.

Gabarito: E

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31. (VUNESP/pref Registro/2018) Em consonância com as Normas Brasileiras de Contabilidade,


especificamente ao se tratar de procedimentos de auditoria independente (NBC TA 200), o auditor
pode aceitar registros e documentos como genuínos. Todavia, exige-se que o auditor considere a
confiabilidade das informações a serem usadas como evidências de auditoria. Em casos de dúvida
a respeito da confiabilidade das informações ou indicações de possível fraude, as normas de
auditoria exigem que o auditor faça investigações adicionais e determine que modificações ou
adições aos procedimentos de auditoria são necessários para solucionar o assunto. Dentre os
procedimentos adicionais para confirmação de saldo, é correto citar:

A) revisão analítica.

B) expedição da carta de representação da administração.

C) expedição de cartas de confirmações com terceiros – circularização.

D) obtenção de relatórios gerenciais.

E) amostragem aleatória.

Comentários:

Segundo a NBC TA 500:

“Uma confirmação externa representa evidência de auditoria obtida pelo auditor como resposta
escrita de terceiro (a parte que confirma) ao auditor, em forma escrita, eletrônica ou em outra
mídia. Os procedimentos de confirmação externa frequentemente são relevantes no tratamento
de afirmações associadas a certos saldos contábeis e seus elementos. Contudo, as confirmações
externas não precisam se restringir apenas a saldos contábeis. Por exemplo, o auditor pode
solicitar confirmação de termos de contratos ou transações da entidade com terceiros; a
solicitação de confirmação pode ser planejada para perguntar se foram efetuadas quaisquer
modificações no contrato e, em caso afirmativo, quais são os detalhes relevantes. Os
procedimentos de confirmação externa também são utilizados para a obtenção de evidência de
auditoria a respeito da ausência de certas condições, por exemplo, a ausência de acordo paralelo
(side agreement) que possa influenciar o reconhecimento da receita. Ver NBC TA 505 para
orientação adicional”.

Gabarito: C

32. (VUNESP/Pref SBC/2018) O procedimento de auditoria interna que tem por finalidade obter
evidências relativas à suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas de
informação da entidade denomina-se

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A) inspeção.

B) planejamento.

C) teste de observância.

D) teste substantivo.

E) investigação e confirmação.

Comentários:

Segundo a NBC TI 01 (norma de auditoria interna):

“12.2.3.1 – Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo


testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

12.2.3.2 – Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que os controles


internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser
considerados os seguintes procedimentos:

a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis;

b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução; e

c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas


conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.

12.2.3.3 – Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade”.

Gabarito: D

33. (VUNESP/Pref SJC/2015) O auditor independente dos relatórios financeiros da Cia. Flor de
Lis constatou em seus trabalhos, por meio de carta endereçada a um cliente, que este já havia
quitado uma duplicata a pagar, ainda não baixada na escrituração contábil da entidade, e que um
investimento avaliado pela equivalência patrimonial estava registrado por um valor menor que o
correto por ter sido utilizada uma percentagem menor do que a participação da companhia na
investida. Os procedimentos adotados por esse auditor foram, respectivamente:

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A) inspeção e confirmação.

B) revisão analítica e observação.

C) inspeção e revisão analítica.

D) observação e cálculo.

E) confirmação e cálculo.

Comentários:

Carta endereçada a cliente = confirmação externa ou circularização.

Segundo a NBC TA 500:

“Uma confirmação externa representa evidência de auditoria obtida pelo auditor como resposta
escrita de terceiro (a parte que confirma) ao auditor, em forma escrita, eletrônica ou em outra
mídia. Os procedimentos de confirmação externa frequentemente são relevantes no tratamento
de afirmações associadas a certos saldos contábeis e seus elementos. Contudo, as confirmações
externas não precisam se restringir apenas a saldos contábeis. Por exemplo, o auditor pode
solicitar confirmação de termos de contratos ou transações da entidade com terceiros; a
solicitação de confirmação pode ser planejada para perguntar se foram efetuadas quaisquer
modificações no contrato e, em caso afirmativo, quais são os detalhes relevantes. Os
procedimentos de confirmação externa também são utilizados para a obtenção de evidência de
auditoria a respeito da ausência de certas condições, por exemplo, a ausência de acordo paralelo
(side agreement) que possa influenciar o reconhecimento da receita. Ver NBC TA 505 para
orientação adicional”.

O recálculo consiste na verificação da exatidão matemática de documentos ou registros. O


recálculo pode ser realizado manual ou eletronicamente.

Uma observação a ser feita sobre essa questão, é que atualmente não existe o procedimento de
auditoria chamado cálculo, mas sim o recálculo, conforme definição acima.

Gabarito: E

34. (VUNESP/DESENVOLVE/2014) Para detectar e analisar situações anormais e significativas


constatadas nas demonstrações contábeis, mais precisamente nas contas do balanço patrimonial e
da demonstração do resultado, bem como identificar áreas prioritárias ou áreas com problemas,
onde, portanto, deverá concentrar mais atenção, o auditor deverá

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A) solicitar confirmação de saldos com terceiros e com a administração.

B) desenvolver exclusivamente programa de trabalho de testes alternativos.

C) aplicar procedimentos de revisão analítica.

D) aplicar testes documentais.

E) emitir circularização de saldos.

Comentários:

A NBC TA 330 afirma que: Para fins das normas de auditoria, os termos abaixo têm os seguintes
significados:

“(a) Procedimento substantivo é o procedimento de auditoria planejado para detectar


distorções relevantes no nível de afirmações. Os procedimentos substantivos incluem:

(i) testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações); e

(ii) procedimentos analíticos substantivos” (antiga revisão analítica)

Para fins das normas de auditoria, o termo procedimento analítico significa avaliações de
informações contábeis por meio de análise das relações plausíveis entre dados financeiros e não
financeiros. Procedimentos analíticos compreendem, também, o exame necessário de flutuações
ou relações identificadas que são inconsistentes com outras informações relevantes ou que
diferem significativamente dos valores esperados.

Gabarito: C

35. (VUNESP/SJRP/2014) Testes de controle são procedimentos de auditoria que têm por
objetivo

A) detectar distorções relevantes no nível de afirmações (declarações da administração da


entidade que estão incorporadas nas demonstrações contábeis).

B) produzir evidências de auditoria que sirvam para suportar ou fundamentar a opinião do auditor
em relação à adequação das demonstrações contábeis.

C) avaliar a existência de erros ou fraudes nos registros contábeis da entidade.

D) produzir evidências de que os ativos e passivos da entidade estão mensurados pelos seus
valores justos e se estes foram adequadamente estimados pela entidade auditada.

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E) avaliar a efetividade operacional dos controles internos da entidade na prevenção ou detecção e


correção de distorções relevantes no nível de afirmações.

Comentários:

Segundo a NBC TA 330:

Para fins das normas de auditoria, os termos abaixo têm os seguintes significados:

Procedimento substantivo é o procedimento de auditoria planejado para detectar distorções


relevantes no nível de afirmações. Os procedimentos substantivos incluem:

(a) testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações); e


==a9f84==

(b) procedimentos analíticos substantivos

Teste de controle é o procedimento de auditoria planejado para avaliar a efetividade operacional


dos controles na prevenção ou detecção e correção de distorções relevantes no nível de
afirmações.

Gabarito: E

36. (VUNESP/TJ SP/2013) Na Auditoria Interna, os testes de observância visam à obtenção de


razoável segurança de que os controles internos estabelecidos pela administração estão em
efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento pelos funcionários e administradores
da entidade. A respeito da aplicação de procedimentos de auditoria, o de obtenção de
informações perante pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e das operações,
dentro ou fora da entidade, refere-se aos procedimentos de

A) investigação e confirmação.

B) indagação e investigação.

C) inspeção e observação.

D) indagação e confirmação.

E) confirmação e observação.

Comentários:

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Segundo a NBC TI 01 (norma de auditoria interna):

“12.2.3.1 – Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo


testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

12.2.3.2 – Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que os controles


internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser
considerados os seguintes procedimentos:

a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis;

b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução; e

c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas


conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.

12.2.3.3 – Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade”.

Gabarito: A

37. (VUNESP/SEFAZ SP/2013) O acompanhamento, pelos auditores externos, do inventário


físico de estoques de matéria-prima, produtos em processo, produtos acabados e material auxiliar
de uma indústria metalúrgica em uma determinada data-base, para efeito da auditoria das
demonstrações contábeis, é um teste

A) de agregação.

B) substantivo.

C) analítico.

D) de observância.

E) de movimentação.

Comentários:

Segundo a NBC TI 01 (norma de auditoria interna):

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“12.2.3.1 – Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo


testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

12.2.3.2 – Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que os controles


internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser
considerados os seguintes procedimentos:

a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis;

b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução; e

c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas


conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.

12.2.3.3 – Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade”.

Gabarito: D

38. (VUNESP/SEFAZ SP/2013) O auditor, ao selecionar uma amostra de documentos


relacionados às rubricas de despesas, a fim de verificar ou atestar a existência e veracidade das
despesas, valores corretos, bem com sua contabilização, está cumprindo com um teste

A) substantivo.

B) de observância.

C) subjetivo.

D) de atestação.

E) analítico.

Comentários:

Segundo a NBC TI 01 (norma de auditoria interna):

“12.2.3.1 – Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo


testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios

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suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

12.2.3.2 – Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que os controles


internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser
considerados os seguintes procedimentos:

a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis;

b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução; e

c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas


conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.

12.2.3.3 – Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade”.

Gabarito: A

39. (VUNESP/SEFAZ SP/2019) Os procedimentos de verificação de índices de liquidez, variações


ativas, passivas, volume de operações, rotatividade ativa e passiva, análise horizontal e vertical do
resultado, bem como na identificação de itens não usuais, podendo ser por uma leitura do razão
contábil, são testes usualmente utilizados

A) na revisão da qualidade das demonstrações financeiras.

B) de conformidade.

C) na confirmação de saldos.

D) de atestação.

E) na revisão analítica.

Comentários:

A NBC TA 330 afirma que: Para fins das normas de auditoria, os termos abaixo têm os seguintes
significados:

“(a) Procedimento substantivo é o procedimento de auditoria planejado para detectar


distorções relevantes no nível de afirmações. Os procedimentos substantivos incluem:

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(i) testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações); e

(ii) procedimentos analíticos substantivos” (antiga revisão analítica).

Para fins das normas de auditoria, o termo procedimento analítico significa avaliações de
informações contábeis por meio de análise das relações plausíveis entre dados financeiros e não
financeiros. Procedimentos analíticos compreendem, também, o exame necessário de flutuações
ou relações identificadas que são inconsistentes com outras informações relevantes ou que
diferem significativamente dos valores esperados.

Gabarito: E

40. (VUNESP/TJM SP/2011) Os Testes que visam à obtenção de razoável segurança de que os
controles internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive
quanto ao seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade, denominam-se

A) Subjetivos.

B) Analíticos.

C) de Observância.

D) Substantivos.

E) de Inspeção.

Comentários:

Segundo a NBC TI 01 (norma de auditoria interna):

“12.2.3.1 – Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo


testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

12.2.3.2 – Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que os controles


internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser
considerados os seguintes procedimentos:

a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis;

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b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução; e

c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas


conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.

12.2.3.3 – Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade”.

Gabarito: C

41. (VUNESP/TJM SP)/2011) Um dos importantes procedimentos de auditoria das


demonstrações financeiras é a confirmação de informações junto a terceiros, como é o caso da
confirmação externa, ou circularização. Ao usar procedimentos de confirmação externa, o auditor
deve manter o controle sobre as solicitações de confirmação externa, incluindo

I. determinação das informações a serem confirmadas ou solicitadas;

II. seleção da parte que confirma apropriada para confirmação;

III. asseguração de que foi utilizado um critério estatístico justo de amostragem quando a seleção
for realizada pelo cliente;

IV. definição das solicitações de confirmação, assegurando-se que as solicitações estão


devidamente endereçadas e que contenham as informações para retorno das respostas
diretamente ao auditor;

V. asseguração de que o envio da resposta de confirmação, quando a carta for recebida pelo
próprio cliente, foi realizado por intermédio dos correios;

VI. o envio das solicitações, incluindo o 2.° pedido, quando aplicável, para a parte que confirma.

Estão corretos apenas os itens

A) I, II, IV e VI.

B) I, III, IV e V.

C) II, IV, V e VI.

D) II, III, V e VI.

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E) I, IV, V e VI.

Comentários:

Segundo a NBC TA 505:

Ao usar procedimentos de confirmação externa, o auditor deve manter o controle sobre as


solicitações de confirmação externa, incluindo:

(a) determinação das informações a serem confirmadas ou solicitadas;

(b) seleção da parte que confirma apropriada para confirmação;

(c) definição das solicitações de confirmação, assegurando-se que as solicitações estão


devidamente endereçadas e que contenham as informações para retorno das respostas
diretamente ao auditor; e

(d) envio das solicitações, incluindo 2º pedido, quando aplicável, para a parte que confirma”.

Questão literal. Os únicos itens que não estão na norma são os itens III e V.

Gabarito: A

42. (VUNESP/SEFAZ SP/2002) Na obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelo sistema contábil da entidade, são aplicados vários
procedimentos técnicos básicos de auditoria. Quanto a estes procedimentos técnicos, pode-se
afirmar que

A) O acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução chama-se


investigação e confirmação.

B) A obtenção de informação junto a pessoas ou entidades conhecedoras da transação, dentro ou


fora da entidade, chama-se revisão analítica.

C) A conferência da exatidão aritmética de documentos comprobatórios, registros e


demonstrações financeiras chama-se revisão analítica.

D) O exame de registros, documentos e ativos tangíveis chama-se inspeção.

E) A conferência da exatidão aritmética de documentos comprobatórios, registros e


demonstrações financeiras chama-se confirmação.

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Segundo a NBC TI 01 (norma de auditoria interna):

“12.2.3.1 – Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo


testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

12.2.3.2 – Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que os controles


internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser
considerados os seguintes procedimentos:

a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis;

b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução; e

c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas


conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.

12.2.3.3 – Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade”.

Gabarito: D

43. (VUNESP/SEFAZ SP/2002) Examine as proposições a seguir, relacionadas com a aplicação


dos procedimentos de auditoria.

1. Visam à obtenção de razoável segurança de que os procedimentos de controle interno


estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento e cumprimento.

2. Visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos
pelo sistema contábil da entidade.

As proposições 1 e 2 referem-se, respectivamente,

A) Aos testes de observância e aos testes substantivos.

B) Aos testes de verificação e aos testes analíticos.

C) Aos testes analíticos e aos testes de observância.

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D) Aos testes substantivos e aos testes diminutivos.

E) Aos testes diminutivos e aos testes aumentativos.

Comentários:

Segundo a NBC TI 01 (norma de auditoria interna):

“12.2.3.1 – Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo


testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios
suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

12.2.3.2 – Os testes de observância visam à obtenção de razoável segurança de que os controles


internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao
seu cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. Na sua aplicação, devem ser
considerados os seguintes procedimentos:

(...)

12.2.3.3 – Os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e


validade dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade”.

Gabarito: A

44. (VUNESP/Pref GRU/2019) São exemplos de erro e fraude, respectivamente:

A) erros aritméticos e alteração de registros.

B) erros aritméticos e interpretação errada das variações patrimoniais.

C) aplicação incorreta das normas contábeis e interpretação errada das variações patrimoniais.

D) omissão intencional nas demonstrações contábeis e alteração de registros.

E) alteração de registros e interpretação errada das variações patrimoniais.

Comentários:

Vejamos o que diz a NBC TI 01: “O termo ‘fraude’ aplica-se a ato intencional de omissão e/ou
manipulação de transações e operações, adulteração de documentos, registros, relatórios,
informações e demonstrações contábeis, tanto em termos físicos quanto monetários”.

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Segundo a NBC TA 240: “As distorções nas demonstrações contábeis podem originar-se de fraude
ou erro. O fator distintivo entre fraude e erro está no fato de ser intencional ou não intencional a
ação subjacente que resulta em distorção nas demonstrações contábeis”.

Letras B e C: as opções são todas relacionadas a erros.

Letras D e E: as opções são todas relacionadas a fraude.

Gabarito: A

45. (VUNESP/SEFAZ SP/2002) Examine os conceitos a seguir.

1 - Ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de documentos,


registros e demonstrações contábeis.

2 - Ato não intencional resultante de omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na


elaboração de registros e demonstrações contábeis.

Nos termos das normas brasileiras de contabilidade, os conceitos acima identificam,


respectivamente,

A) Erro e fraude.

B) Fraude e descaminho.

C) Descaminho e suborno.

D) Fraude e conluio.

E) Fraude e erro.

Comentários:

Segundo a NBC TI 01, temos que:

Fraude aplica-se a ato intencional de omissão e/ou manipulação de transações e operações,


adulteração de documentos, registros, relatórios, informações e demonstrações contábeis, tanto
em termos físicos quanto monetários.

Já o erro é ato não voluntário, não intencional, resultante de omissão, desconhecimento,


imperícia, imprudência, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de documentos,

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registros ou demonstrações. Existe apenas culpa, pois não há intenção de causar dano.

Portanto, temos:

1- Fraude e 2- Erro.

Gabarito: E

46. (VUNESP/Pref Itapevi/2019) Em relação ao acompanhamento de estoques pelo auditor


independente, é correto afirmar que

A) se a empresa auditada utilizar o controle permanente de seus estoques, o auditor pode


considerar desnecessário acompanhar a respectiva contagem física no final do exercício.

B) o auditor que não puder estar presente à contagem física dos estoques deve emitir parecer com
ressalva em relação a esse item.

C) a inspeção dos estoques, ao acompanhar sua contagem física, ajuda o auditor a averiguar a
existência física deles e a identificar, por exemplo, estoques obsoletos, danificados ou sem
movimentação.

D) o auditor, caso faça pessoalmente os testes de contagem física dos estoques, está dispensado
de solicitar documentos da administração sobre a referida contagem.

E) mesmo que os estoques custodiados e controlados por terceiros sejam irrelevantes para as
demonstrações contábeis, o auditor deve obter evidência de auditoria apropriada e suficiente com
relação à existência e às condições desse tipo de estoque.

Comentários:

Questão literal. Segundo a NBC TA 501:

“A inspeção do estoque, ao acompanhar sua contagem física, ajuda o auditor a averiguar a


existência do estoque (embora não necessariamente a sua propriedade), e a identificar, por
exemplo, estoques obsoletos, danificados ou sem movimentação”.

Gabarito: C

47. (VUNESP/Pref GRU/2019) No que se refere à auditoria em ativos de maior liquidez, o


procedimento que consiste em verificar as transações registradas pela empresa e não registrada
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pelos bancos e vice-versa é denominado

A) contagem de caixa.

B) confirmação de saldos bancários.

C) corte de cheques.

D) teste de conciliações bancárias.

E) teste das transferências bancárias.

Comentários:

A conciliação bancária visa comparar o saldo da conta corrente da empresa na instituição


financeira com o saldo contábil da conta “Bancos” na contabilidade.

Tal procedimento ajuda a identificar a falta de registro de transações na contabilidade, ou registros


indevidos que possam gerar diferença entre ambos os saldos.

Gabarito: D

48. (VUNESP/Pref GRU/2019) O procedimento de auditoria na área de resultado denominado


estudo e avaliação do controle interno e teste de procedimento consiste em

A) avaliar procedimentos com efeitos simultâneos no Balanço Patrimonial e no Demonstrativo de


Resultados.

B) estudar e analisar o comportamento das receitas, custos e despesas.

C) averiguar se os saldos existentes na contabilidade conferem com os dos extratos bancários.

D) confirmar diretamente do devedor sobre os saldos em aberto.

E) avaliar os ciclos de vendas, de compras e de folha.

Comentários:

Segundo Crepaldi (2016), existe um procedimento realizado na conta de despesa, chamado de


revisão analítica. De forma resumida, o auditor deve obter o demonstrativo comparativo do custo
dos produtos vendidos e referenciar os trabalhos realizados na área de estoques e no estudo e
avaliação dos controles internos do ciclo de compras e folha; obter a composição dos custos não

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absorvidos na produção e determinar a correta apuração do custo das vendas; obter a distribuição
da folha de pagamentos mensal entre salários e encargos sociais e relacionar os trabalhos
realizados no estudo e avaliação dos controles internos do ciclo da folha.

Gabarito: E

49. (VUNESP/SJRP/2014) O saldo devedor da conta analítica Bancos conta Movimento- Banco
Ideal S/A, registrado no livro Razão da Cia. Horizonte em 31.12.2013, era de R$ 192.820,00, antes
da conciliação bancária a ser efetuada pelo auditor independente. O saldo credor constante do
extrato bancário emitido pelo referido banco, na mesma data, correspondia a R$ 193.450,00. Os
seguintes fatos contábeis, referentes à matéria, foram levantados pelo auditor:

– Despesas bancárias cobradas pelo banco, no extrato, no valor de R$ 290,00, ainda não
contabilizadas na entidade.

– cheques n os 198325 a 327, emitidos e contabilizados pela empresa, mas ainda não sacados
pelos favorecidos no banco no valor total de R$ 6.190,00;

– cheque nº 352497, emitido pela Cia. Itaporanga a favor da entidade, no valor de R$ 1.750,00,
erroneamente debitado na conta corrente da Cia. Guaiuba, cujo estorno foi efetuado pelo banco
somente em 04.01.2014;

– duplicata de aceite da Cia. Irmão Maior no valor de R$ 3.520,00, descontada pela companhia no
banco, por ele devolvida por falta de pagamento, fato ainda não contabilizado na sociedade. De
posse dessas informações, o auditor concluiu que o saldo correto, em R$, da referida conta
correspondia, em 31.12.2003, a:

A) 189.010,00.

B) 190.370,00.

C) 188.620,00.

D) 189.300,00.

E) 187.260,00.

Comentários:

Pessoal, antes de qualquer coisa, vale a pena lembrar que o nosso saldo na conta contábil “Bancos
– Conta Movimento” é devedor. Os ativos aumentam com os débitos e reduzem com os
lançamentos a crédito. Já o saldo na conta corrente é credor, pois a contabilidade bancária é
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invertida. Ok? Na conta corrente do banco, os débitos reduzem o saldo e os lançamentos credores
aumentam o saldo da conta.

1. Despesas bancárias cobradas pelo banco, no extrato, no valor de R$ 290,00, ainda não
contabilizadas na entidade: se foi cobrada no nosso saldo bancário, faltou contabilizar na
contabilidade. Dessa forma, vamos reduzir o saldo da conta Bancos – Conta Movimento.

2. Cheques n os 198325 a 327, emitidos e contabilizados pela empresa, mas ainda não sacados
pelos favorecidos no banco no valor total de R$ 6.190,00: os cheques não foram sacados, mas
serão. Portanto, vamos diminuir do saldo da conta corrente. Se os cheques já foram emitidos, os
lançamentos na contabilidade já foram feitos.

3. Cheque nº 352497, emitido pela Cia. Itaporanga a favor da entidade, no valor de R$ 1.750,00,
erroneamente debitado na conta corrente da Cia. Guaiuba, cujo estorno foi efetuado pelo banco
somente em 04.01.2014: Se o banco vai estornar, o cheque vai cair na conta certa, que é a da
nossa companhia. Portanto, vamos acrescentar ao saldo bancário.

4. Duplicata de aceite da Cia. Irmão Maior no valor de R$ 3.520,00, descontada pela companhia no
banco, por ele devolvida por falta de pagamento, fato ainda não contabilizado na sociedade: se a
companhia não liquidou a duplicata, o banco não ficará no prejuízo e descontará da nossa conta
corrente. Portanto, vamos reduzir o saldo na contabilidade.

Bancos - conta movimento saldo bancário


192.820,00 193.450,00
290,00 6.190,00
1.750,00
3.520,00
189.010,00 189.010,00

Gabarito: A

50. (VUNESP/SJRP/2014) Na auditoria do grupo Imobilizado do Ativo Não Circulante, o auditor


independente deve observar as normas brasileiras de contabilidade sobre o reconhecimento e
mensuração desses ativos. Em relação ao assunto, é correto afirmar que

A) os gastos com o desembaraço aduaneiro na importação de bens do Ativo Imobilizado devem ser
registrados pela entidade como despesa do exercício da importação.

B) os bens do Ativo Imobilizado objeto de arrendamento mercantil financeiro devem ser


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contabilizados pelo total das contraprestações a pagar à instituição financeira arrendadora, sem
necessidade de ajuste a valor presente, mesmo que de longo prazo.

C) os gastos com conserto e manutenção dos ativos que não resultem em aumento de sua vida útil
por um prazo superior a um ano devem ser ativados.

D) os impostos recuperáveis incidentes sobre a aquisição de ativos imobilizados não devem


compor o custo de aquisição do ativo, sendo contabilizados como ativos fiscais diferidos.

E) o registro dos encargos de depreciação deve ser efetuado a partir da data da aquisição do ativo
imobilizado.

Comentários:

Segundo o CPC 27 (ativo imobilizado), o custo de um item do ativo imobilizado compreende:

(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e impostos não recuperáveis
sobre a compra, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos;

(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e condição necessárias
para o mesmo ser capaz de funcionar da forma pretendida pela administração.

Com essa informação, temos que a letra A está errada e a letra D está correta.

Letra B: Errada, pois a lei 6.404/76 (art. 183) menciona que, no balanço patrimonial, os elementos
do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo os
demais ajustados quando houver efeito relevante.

Letra C: Errada. Segundo o CPC 27, a entidade não reconhece no valor contábil de um item do ativo
imobilizado os custos da manutenção periódica do item. Pelo contrário, esses custos são
reconhecidos no resultado quando incorridos. Os custos da manutenção periódica são
principalmente os custos de mão-de-obra e de produtos consumíveis, e podem incluir o custo de
pequenas peças. A finalidade desses gastos é muitas vezes descrita como sendo para “reparo e
manutenção” de item do ativo imobilizado.

Letra E: Errada. Segundo o CPC 27, a depreciação do ativo se inicia quando este está disponível
para uso, ou seja, quando está no local e em condição de funcionamento na forma pretendida pela
administração.

Gabarito: D

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1-B 26 - E
2-B 27 - B
3-E 28 - A
4-E 29 - C
5-C 30 - E
6-B 31 - C
7-D 32 - D
8-D 33 - E
9-D 34 - C
10 - A 35 - E
11 - B 36 - A
12 - C 37 - D
13 - E 38 - A
14 - B 39 - E
15 - C 40 - C
16 - C 41 - A
17 - E 42 - D
18 - E 43 - A
19 - D 44 - A
20 - C 45 - E
21 - A 46 - C
22 - E 47 - D
23 - E 48 - E
24 - A 49 - A
25 - C 50 - D

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Referências Bibliográficas
BRITO, Claudenir e FONTENELLE, Rodrigo. Auditoria privada e governamental: teoria de forma
objetiva e mais de 500 questões comentadas. 3. ed. Niterói: Impetus, 2016.

CREPALDI, Sílvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2016.

JUND, Sérgio Jund. Auditoria: Conceitos, noermas, técnicas e procedimentos. Série Provas e
Concursos. Ed. Impetus, 2007.

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