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RECURSO EXTRAORDINÁRIO - EXCEPCIONAL

Carla Regina Stumpp1

RESUMO

Este trabalho apresenta de forma geral os Recursos Excepcionais, evidenciando mais


especificamente a espécie de Recurso Extraordinário para o Supremo Tribunal Federal.

Palavras-chave: Recursos excepcionais. Recurso extraordinário.

1. INTRODUÇÃO

No direito processual brasileiro, o recurso extraordinário, ou RE é o meio


processual para contestar perante o Supremo Tribunal Federal uma decisão judicial
proferida por um Tribunal de Justiça ou Tribunal Regional Federal, sob a alegação de
contrariedade direta e frontal à Constituição da República.

Esta espécie de recurso faz parte do gênero de Recursos Excepcionais, dos


quais trataremos adiante.

Este trabalho buscará conceituar os recursos excepcionais (recurso


extraordinário e especial), analisar as hipóteses de seu cabimento, especificando
quanto ao recurso extraordinário e comentar alguns pontos gerais a respeito do
assunto.

2. SOBRE OS RECURSOS EXCEPCIONAIS

Recurso excepcional (ou extraordinário, em sentido amplo) é gênero do qual


são espécies o recurso extraordinário para o STF (art. 102, III, CF/88) e o recurso
especial para o STJ (art. 105, III, da CF/88).
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Acadêmica do 4º ano de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT
Esses recursos de natureza jurídica de recurso excepcional têm um regime
jurídico comum, com diversas características semelhantes, de fundamentação
vinculada, podendo ser parcial ou total, principal ou adesivo.

O recurso especial e o recurso extraordinário têm por finalidade assegurar que


a lei federal e a Constituição Federal, por serem leis que devem ter o mesmo teor e a
mesma aplicabilidade em todo o território nacional e para todas as causas, sejam
corretamente aplicadas e interpretadas por todos os tribunais e juízes do país. Assim,
busca-se a uniformização da aplicação da legislação federal, no recurso especial, e a
uniformização da aplicação do direito objetivo constitucional, por meio do recurso
extraordinário.

2.1. EFEITOS DOS RECURSOS EXCEPCIONAIS

Os recursos excepcionais possuem efeito devolutivo restrito: só permitem a


discussão de certas situações, e assim possuem âmbito restrito. O cabimento dessas
espécies recursais exige a presença, na decisão recorrida, de alguma controvérsia a
respeito da aplicação ou da interpretação de lei federal ou de dispositivo da
Constituição Federal. São de fundamentação vinculada.

Salienta-se observar ainda que não possuem efeito suspensivo e admitem a


execução provisória: a interposição do recurso especial ou do recurso extraordinário
não impede a execução da julgado. Isso porque, via de regra, não são dotados de
efeito suspensivo. Todavia, se a execução provisória puder causar lesão grave ou de
difícil reparação ao recorrente, este pode intentar uma medida cautelar, destinada a
dar efeito suspensivo ao recurso excepcional (ou mais precisamente para suspender os
efeitos das decisões impugnadas). Em regra, a medida cautelar somente pode ser
ajuizada no tribunal superior se já admitido o recurso pelo tribunal recorrido.
Enquanto não admitido o recurso, a cautelar deve ser intentada perante o presidente
ou vice-presidente do tribunal local. Em situações excepcionais, o STJ e o STF têm

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admitido a cautelar interposta no tribunal superior mesmo antes de admitido o
recurso especial/extraordinário.

2.2. IMPOSSIBILIDADE DE REEXAME DE PROVAS

É pacifica a orientação dos tribunais superiores de não admitir recursos


excepcionais para as simples revisão de prova (que não se encaixa em qualquer das
hipóteses de cabimento desses recursos), tendo em vista o ser caráter de controle da
higidez do direito objetivo (súmula 279 do STF e súmula 07 do STJ). Não é possível a
interposição de recurso excepcional para a revisão de matéria de fato. Os fatos e as
provas são analisados pelo Tribunal Superior como retratados pelo tribunal a quo.

Em relação ao tema, Fredie Didier alerta que é preciso distinguir o recurso


excepcional interposto para discutir a apreciação da prova, que não se admite, daquele
que se interpõe para discutir a aplicação do direito probatório, que é uma questão de
direito e, como tal, passível de controle por esse gênero de recurso.

Pelo mesmo motivo exposto, considerando que a interpretação de um


contrato, ou de suas cláusulas, envolve matéria de fato, não se admite os recursos
excepcionais para reexame de interpretação de clausula contratual (súmula 05 do STJ).

2.3. PREQUESTIONAMENTO

Trata-se de uma exigência para admissibilidade do recurso, segundo a qual se


impõe que a questão constitucional ou federal objeto do recurso tenha sido
suscitada/analisada na instância inferior.

Tem-se entendido que o prequestionamento é um ato da parte, o que significa


dizer que para que se interponha um recurso excepcional é preciso que a questão que
foi suscitada no REsp ou no RE tenha sido uma questão suscitada pelo recorrente.
Consiste na exigência de prévio questionamento pela parte recorrente, que agora quer

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se levar ao STJ/STF. O problema é quando a parte provoca, mas o Tribunal se cala.
Tanto o STF quanto o STJ afirmam que se isso ocorrer à parte tem que interpor os
embargos de declaração para fins de prequestionamento, que podem gerar duas
situações distintas: o tribunal pode manter-se omisso ou suprimir a omissão.

Neste caso, as soluções possíveis seriam a) quanto ao STJ: se o tribunal


mantiver-se omisso não está prequestionada a matéria. Somente haverá a supressão
com a manifestação do tribunal (súmula 211 do STJ); b) quanto ao STF: se o tribunal se
mantiver omisso para o STF houve o prequestionamento ficto, porque se reputa que o
tribunal tenha se manifestado, porque o recorrente não pode ficar prejudicado
(súmula 356 do STF).

2.4. CONSIDERAÇÕES SOBRE QUESTÃO DE ORDEM PÚBLICA EM SEDE DE


RECURSO EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL

Se o recurso versar sobre uma questão de ordem pública, deve ter sido objeto
do prequestionamento, senão não será admitida. Todavia, se o recurso for conhecido
por conta de outra questão, abre-se a jurisdição do STF ou do STJ, podendo-se
alegar/apreciar questão de ordem pública (súmula 456 do STF).

Nesse sentido:

STF – RE n. 298.694. Pleno. Rel Min. Sepúlveda Pertence. DJ 23.04.2004 “...


alteração da tradicional orientação jurisprudencial do STF, segundo a qual só se
conhece do RE, se for para dar-lhe provimento: distinção necessária entre o juízo de
admissibilidade do RE, a - para o qual é suficiente que o recorrente alegue
adequadamente a contrariedade pelo acórdão recorrido de dispositivos da
Constituição nele prequestionados - e o juízo de mérito, que envolve a verificação da
compatibilidade ou não entre a decisão recorrida e a Constituição, ainda que sob
prisma diverso daquele em que se hajam baseado o Tribunal a quo e o recurso
extraordinário...”.

STJ - AgRg no REsp 702927/CE. 2ª Turma. Rel. Min. Eliana Calmon. DJ


21.12.2007 – “... O prequestionamento é exigência indispensável ao conhecimento do
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recurso especial, fora do qual não se pode reconhecer sequer as nulidades absolutas. .
A mais recente posição doutrinária admite sejam reconhecidas nulidades absolutas
ex officio, por ser matéria de ordem pública. Assim, se ultrapassado o juízo de
conhecimento, por outros fundamentos, abre-se a via do especial (Súmula
456/STF)...”.

2.5. EXIGENCIA DE PRÉVIO ESGOTAMENTO DAS INSTANCIAS ORDINÁRIAS

Os recursos extraordinário e especial pressupõem um julgado contra o qual já


foram esgotadas as possibilidades de impugnação nas várias instâncias ordinárias ou
na instância única. Não podem ser executados de per saltum, deixando in albis alguma
possibilidade de impugnação. Os recursos excepcionais só são cabíveis de decisões que
tenham julgado a causa em última ou única instância. Nesse sentido, a súmula 207, do
STJ (É inadmissível recurso especial quando cabíveis embargos infringentes contra o
acórdão proferido no tribunal de origem), e 281, do STF (É inadmissível o recurso
extraordinário, quando couber, na justiça de origem, recurso ordinário da decisão
impugnada).

2.6. RE E RESP RETIDOS

Prescreve o art. 542, §3º do CPC que recurso extraordinário, ou o recurso


especial, quando interpostos contra decisão interlocutória em processo de
conhecimento, processo cautelar, ou embargos à execução ficará retido nos autos e
somente será processado se o reiterar a parte, no prazo para a interposição do recurso
contra a decisão final, ou para as contra-razões (observe-se que quando o dispositivo
transcrito alude a decisão interlocutória, está a se referir a “acórdão com conteúdo de
decisão interlocutória’”).

Frise-se que nas hipóteses que a decisão interlocutória (acórdão com conteúdo
de decisão interlocutória) determinar a pratica de ato que puder causar dano grave, ou
mesmo negar a concessão de providência capaz de impedir que dano de igual natureza
seja gerado, o recurso, ainda que impugnando acórdão que contém decisão que põem
fim ao processo, obviamente não poder restar retido, sob pena de desnaturamento da
própria função recursal. Também nos casos em que suscitar dúvidas sobre

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competência, a melhor solução será o julgamento imediato do recurso excepcional (e
não na forma retida), para evitar eventual invalidação dos atos praticados por órgão
que venha a ser declarado absolutamente incompetente.

Os Tribunais Superiores não tem uma posição pacifica acerca do meio cabível
para requerer o processamento do recurso excepcional retido. No STJ tem prevalecido
a posição no sentido de que a ação cautelar é o instrumento cabível para destravar o
recurso extraordinário retido. No STF entende-se que a reclamação é o
instrumento cabível para destravar o recurso extraordinário retido (mas já acatou, com
o mesmo fim, a medida cautelar).

2.7. SISTEMA DE ADMISSIBILIDADE DESDOBRADO

O juízo de admissibilidade do recurso especial e do recurso extraordinário é


bipartido. Interposto o recurso perante o presidente ou vice-presidente do tribunal
recorrido, a parte contrária será, imediatamente, intimada para oferecer contra-
razões, após o que deve uma daquelas autoridades apreciar a admissibilidade do
recurso. Será, então, exercido o juízo provisório de admissibilidade.

No tribunal superior, é exercido o juízo definitivo de admissibilidade. O tribunal


superior, por exercer o juízo definitivo, não fica vinculado à decisão do tribunal de
origem que, em juízo provisório, tenha admitido o recurso. Caso o presidente ou vice-
presidente do tribunal local não admita o recurso, cabe agravo de instrumento para o
respectivo tribunal superior (art. 544, CPC).

2.8. PREPARO

No STJ, o art. 112 de seu Regimento Interno dispensa o recolhimento de custas,


mas não das despesas com a remessa e retorno dos autos. A falta de pagamento do
porte de retorno acarreta a deserção do recurso especial (súmula 187 do STJ).

No STF, são cobradas normalmente as custas. Logo, o recurso extraordinário,


além do porte de remessa e retorno dos autos, sujeita-se ao pagamento de custas.

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2.9. INTERPOSIÇÃO SUMULTÂNEA DE RE E RESP

Há casos em que a parte deve interpor recurso extraordinário e recurso


especial contra o mesmo acórdão. È possível que o acórdão tenha mais de um capítulo,
cada um impugnável por uma modalidade de recurso.

É possível, ainda, que um mesmo capítulo do acórdão tenha por fundamento


matéria constitucional e matéria legal. Nesse caso, se qualquer desses fundamentos
for suficiente para sustentar a decisão, devem ser interpostos recurso extraordinário
contra a parte constitucional e recurso especial contra a parte infraconstitucional da
fundamentação. Se deixar de ser interposto um desses recursos, o outro que venha a
ser intentado não será admitido, por inutilidade: é que, mesmo vitorioso o recorrente,
o recurso nada lhe aproveitaria, pois a decisão permaneceria firme com base no outro
fundamento. Nesse sentido, a súmula 126 do STJ e 283 do STF, abaixo transcritas.

Veja a disciplina do CPC na hipótese de interposição de ambos os recursos


excepcionais:

Art. 543. Admitidos ambos os recursos, os autos serão remetidos ao Superior


Tribunal de Justiça.
o
§ 1 Concluído o julgamento do recurso especial, serão os autos remetidos ao
Supremo Tribunal Federal, para apreciação do recurso extraordinário, se este não
estiver prejudicado.
o
§ 2 Na hipótese de o relator do recurso especial considerar que o recurso
extraordinário é prejudicial àquele, em decisão irrecorrível sobrestará o seu
julgamento e remeterá os autos ao Supremo Tribunal Federal, para o julgamento
do recurso extraordinário.
o
§ 3 No caso do parágrafo anterior, se o relator do recurso extraordinário, em
decisão irrecorrível, não o considerar prejudicial, devolverá os autos ao Superior
Tribunal de Justiça, para o julgamento do recurso especial.

2.10. PROCEDIMENTOS

O prazo de interposição dos recursos excepcionais é de 15 dias.

São interpostos por petição dirigida ao Presidente do Tribunal recorrido. No


caso de interposição simultânea, deve haver petição distinta para cada um deles.

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Interpostos o Recurso Extraordinário e/ou o Recurso Especial, o recorrido será
intimado para apresentar contra razões também em quinze dias.

Após este prazo os autos serão conclusos para o Presidente do Tribunal para
que este aprecie a sua admissibilidade, no prazo (impróprio) de quinze dias. Se o juízo
de admissibilidade for negativo, caberá agravo de instrumento para destrancar o
recurso especial ou o recurso extraordinário (art. 544, CPC).

Na interposição do agravo previsto no art. 544, poderá o relator, por decisão


monocrática: a) conhecer do agravo para dar provimento ao RE ou ao Resp, quando o
acórdão recorrido estiver em conflito com súmula ou jurisprudência dominante do STF
ou do STJ, respectivamente; b) converter o agravo em RE ou Resp, desde que haja, no
instrumento do agravo, os elementos necessários para o julgamento do mérito,
observando-se, daí em diante, o procedimento do recurso excepcional.

Contra a decisão do relator caberá agravo interno ou por petição, no prazo de


cinco dias (art. 545 do CPC).

Se o juízo de admissibilidade for positivo, admitindo-se apenas o RE ou o Resp,


os autos serão encaminhados, respectivamente, para o STF ou o STJ. Nesse caso, cabe
ao recorrente interpor o agravo de instrumento (art. 544, CPC) em relação à decisão
que não admitiu o ouro recurso.

3. ESPECIFICIDADES DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO – STF

Trata-se em nosso ordenamento jurídico do meio processual para contestar


perante o Supremo Tribunal Federal uma decisão judicial proferida por um Tribunal de
Justiça ou Tribunal Regional Federal, sob a alegação de contrariedade direta e frontal à
Constituição da República, de forma a gerar a uniformização da aplicação do direito
objetivo constitucional.

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3.1. HIPÓTESES DE CABIMENTO

O Recurso Extraordinário é cabível nos termos do art. 102, III, da CF/88, e


cabe ao STF julgar, por meio de recurso especial, as causas decididas, em única ou
última instância, quando a decisão recorrida:

a) contrariar dispositivo desta Constituição: A contrariedade deve ser direta e


frontal, não cabendo o RE por ofensa indireta ou reflexa (súmula 636 do STJ).

b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal;

c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta


Constituição.

d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal: Nessa hipótese, era
cabível o recurso especial para o STJ. Com o advento da EC nº 45, de 2004, passou a
ser cabível o recurso extraordinário.

Observe-se ainda que, ao contrário do que ocorre com o recurso especial, o


dispositivo constitucional, ao prever as hipóteses de cabimento do recurso
extraordinário, alude a qualquer decisão proferida em única ou última instância, não
exigindo que seja proferida por Tribunal Regional Federal ou por Tribunal de Justiça.
Sendo assim, se um juiz singular ou a turma recursal dos Juizados Especiais julgar a
causa em última ou única instância, será cabível o recurso extraordinário. Vejamos as
hipóteses específicas de cabimento do RE:

a) Nas decisões proferidas nas execuções fiscais de valor igual ou inferior a 50


ORTN (Lei n. 6.830/80), só recorríveis por meio de embargos de declaração e dos
embargos infringente dirigidos ao mesmo juízo. Dessa decisão, cabe recurso
extraordinário.

b) De igual modo, cabe o recurso extraordinário contra decisões proferidas


pela turma recursal dos juizados especiais (súmula 640 do STF: É cabível recurso
extraordinário contra decisão proferida por juiz de primeiro grau nas causas de alçada,
ou por turma recursal de juizado especial cível e criminal).

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Em qualquer das duas hipóteses citadas, a partir da EC 45/2004,
regulamentada pela Lei 11.418/2006, que acrescentou os arts. 543-A e 543-B ao CPC, e
pelo Regimento Interno do STF, para conhecimento do recurso extraordinário passou a
ser exigido mais um requisito de admissibilidade: a repercussão geral.

4. CONCLUSÃO

Ao final desse singelo trabalho ficaram observados alguns aspectos dos


recursos excepcionais, como definição, efeitos, hipóteses de cabimento e
especificidades do recurso extraordinário.

Foi observado que os recursos excepcionais, em termos de requisitos e


finalidades, tratam-se de recursos totalmente diferente dos demais previstos no CPC.
apoiando-se na preocupação dos Tribunais Superiores de proteger o direito objetivo,
ou seja, as normas constitucionais e infraconstitucionais, evitando que a descabida
interpretação da lei possa alterar o seu sentido, a razão de sua existência, tratando as
Cortes Superiores de proferir a última palavra a respeito da interpretação dos
regramentos constitucional e infraconstitucional.

5. BIBLIOGRAFIA

ALVES, Maria Bernadete Martins. Como elaborar um artigo científico.


Disponível em < > Acesso em 19. Nov. 2010

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<http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=102373> Acesso
em 22 nov. 2010.

CUNHA, Fredie Didier Jr. Leonardo J. C. da Cunha. Curso de Direito Processo


Civil. V.3. ed4. São Paulo: Podivm.

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DIAS, Luiz Claudio Portinho. Recurso extraordinário: Súmula 400 e a "razoável
interpretação do direito". Jus Navigandi, Teresina, ano 4, n. 37, 1 dez. 1999. Disponível
em: <http://jus.uol.com.br/revista/texto/862>. Acesso em: 22 nov. 2010.

FREITAS, Roberto da Silva Recursos ordinários e extraordinários: diferenças. Boletim


Jurídico, Uberaba/MG, a. 4, no 168. Disponível em: <http://www.boletimjuridico.com.br/
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JUNIOR, Humberto Theodoro. Curso de Processo civil. São Paulo: Forense,


2009.

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