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PROCESSO DE BRUNIMENTO

HONTECH
APRESENTADOR: JOÃO BAHIA
AGENDA

 Processo de Brunimento
 Máquina
 Mandril: Uma Passada, Expansivo e
combinado
 Abrasivo: Bucha diamantada e Pedra abrasiva
 Óleo
 Acabamento tipo “PLATEAU”
JAPAN
ENGLAND FRANCE Headquarters
in St. Louis,
SWISS MO - USA
KOREA
ITALY CHINA

BRAZIL
BRUNIMENTO

 Processo de remoção de material por uso


de abrasivos.
 Acabamento e correção de furos
 circularidade
 paralelismo
 rugosidade
 Alta remoção de material com precisão
 Retenção de óleo na superfície
CORREÇÃO DA FORMA
BRUNIMENTO/RETÍFICA

 Grande área de contato do abrasivo e


peça
 Baixa rotação
 Baixa velocidade
 Alta pressão
 Ferramenta flutuante ou peça flutuante
 Alarga o furo
MÁQUINA

 Um fuso ou vários fusos


 Horizontal ou vertical
 Ferramenta flutuante ou peça flutuante
 Mesa rotativa ou em linha
 Tipo da ferramenta
 Automática, semi-automática, manual
 Medição em processo, pré, in, pós-processo.
 Carga e descarga: manual ou automática
 Compensação do desgaste da ferramenta
 Sistema de filtragem e refrigeração
MÁQUINA HORIZONTAL

 UM FUSO
 FERRAMENTA EXPANSIVA
 PEÇA FLUTUANTE, BAIXO
CUSTO DE FIXAÇÃO
 MEDIÇÃO EM PROCESSO
 passa, não passa
 ar (air-gage)
 AUTOMATIZAÇÃO
MÁQUINA VERTICAL

 UM FUSO
 MESA ROTATIVA .
 MEDIÇÃO PRÉ, IN E PÓS-
PROCESSO
 FERRAMENTA EXPANSIVA
OU “SINGLE-STROKE”
 ALTA CONFIABILIDADE
 AUTOMATIZAÇÃO
MÁQUINA VERTICAL

 ALTA PRODUÇÃO
 MESA ROTATIVA COM
VÁRIOS FUSOS: DESBASTE,
SEMI-ACABAMENTO E
ACABAMENTO.
 MEDIÇÃO PRÉ, IN, PÓS-
PROCESSO
 FERRAMENTA GARANTE A
MEDIDA
 ALTA CONFIABILIDADE
 AUTOMATIZAÇÃO
MESA ROTATIVA

 ALTA PRODUÇÃO
 ALTO CUSTO DE FIXAÇÃO.
 MEDIÇÃO PRÉ E PÓS-
PROCESSO
 POUCO ESPAÇO
 ALTA CONFIABILIDADE
 AUTOMATIZAÇÃO
MANDRIL
 MANDRIL DE UMA PASSADA COM BUCHA
DIAMANTADA TIPO “SINGLE STROKE”, FERRAMENTA
NÃO EXPANDE DURANTE O CICLO DE OPERAÇÃO.
(ALTA PRODUÇÃO)
 MANDRIL “CROSSGRIDING”, FERRAMENTA EXPANDE
DURANTE O CICLO DE OPERAÇÃO E TEM A MESMA
COMPOSIÇÃO DA BUCHA DIAMANTADA. (ALTA
PRECISÃO)
 MANDRIL EXPANSIVO COM PEDRAS ABRASIVAS,
FERRAMENTA EXPANDE DURANTE O CICLO DE
OPERAÇÃO E DEPOIS RETRAI E VOLTA AO
DIÂMETRO INICIAL (MAIS USADO)
MANDRIL DE UMA PASSADA
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Inicio do ciclo
• Avanço rápido
• Piloto entra na peça

BLOCO DO MOTOR
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Inicio da rotação
• Avanço lento
• Remoção de material
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Remoção de material
depende:
• Conicidade da Ferramenta
• Tamanho do grão
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Remoção de material
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Remoção de material
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Estabilização do diâmetro

BLOCO DO MOTOR
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Estabilização do diâmetro
• Acerto da forma

BLOCO DO MOTOR
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Estabilização do diâmetro
• Acerto da forma
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Fim do ciclo
• Retorno da Ferramenta

BLOCO DO MOTOR
MANDRIL DE UMA PASSADA

• Fim do ciclo
• Retorno da Ferramenta
• Cuidado com a peça

BLOCO DO MOTOR
VISÃO DOS ELEMENTOS

PEÇA A SER BRUNIDA

ÓLEO

MANDRIL
BRUNIMENTO

PEÇA

CAVACO ÓLEO
GRÃO
BRUNIMENTO

PEÇA

CAVACO ÓLEO
GRÃO
BRUNIMENTO

PEÇA

ÓLEO
GRÃO
ELEMENTOS DO PROCESSO

DETERMINANTES DO VARIÁVEIS DO
PROCESSO: PROCESSO
 TIPO DE MATERIAL  TAMANHO DO GRÃO
 SOBRE-MATERIAL E QUANTIDADE DE
PASSADAS
 RUGOSIDADE FINAL
 DESBASTE, SEMI-
 FORMA DA PEÇA
ACABAMENTO E
ACABAMENTO
 RPM E AVANÇO
ELEMENTOS DO PROCESSO
REMOÇÃO ESTIMADA DE RUGOSIDADE ESPERADA
MATERIAL (FoFo) FINAL Ra
 D1 (GD 70) : 0,03 - 0,13 mm  D1 (GD 70) : 2,29 - 3,56 micromm
 D3 (GD100): 0,03 - 0,10 mm  D3 (GD100): 1,14 - 2,41 micromm
 N3 (GB100): 0,03 - 0,10 mm  N3 (GB100): 1,14 - 2,41 micromm
 D5 (GD220): 0,01 - 0,08 mm  D5 (GD220): 0,71 - 1,07 micromm
 D7 (GD320): 0,01 - 0,06 mm  D7 (GD320): 0,51 - 0,89 micromm
 D8 (GD400): 0,001 - 0,013 mm  D8 (GD400): 0,25 - 0,58 micromm
 D0 (GD600): 0,0006 - 0,005 mm  D0 (GD600): 0,20 - 0,46 micromm
 D00(GD1200): 0,0006 - 0,0013  D00(GD1200): 0,15 - 0,33
mm micromm
NECESSITAM DE PRÉ-OPERAÇÃO NECESSITAM DE PRÉ-OPERAÇÃO
R
MANDRIL “CROSSGRIDING ”

 COMBINADO:
 EXPANSIVO
 BUCHA DIAMANTADA
 TRABALHA COMO UM
MANDRIL EXPANSIVO
 VIDA DE UMA BUCHA
DIAMANTADA
 ALTÍSSIMA PRECISÃO
 0,00025 mm
 Furos passantes
R
MANDRIL “CROSSGRIDING ”
R
MANDRIL “CROSSGRIDING ”

 FERRAMENTA ENTRA
NA PEÇA
 EXPANSÃO DA
FERRAMENTA
CONTROLADA
ELETRÔNICAMENTE
 INICIO DO CICLO DO
CURSO VAI-VEM
R
MANDRIL “CROSSGRIDING ”

 REMOÇÃO DE
MATERIAL
 PEÇA NA MEDIDA
FINAL
R
MANDRIL “CROSSGRIDING ”

 FERRAMENTA
RETRAI
 FERRAMENTA SAI
DA PEÇA
 FINAL DO CICLO
ABRASIVO
TIPO DO GRÃO
TAMANHO DO GRÃO
CONCENTRAÇÃO DO GRÃO

TIPO DA LIGA
DUREZA DA LIGA
MANDRIL EXPANSIVO
MANDRIL EXPANSIVO
MANDRIL EXPANSIVO

 INICIO DO CICLO
COM PEDRAS
RETRAÍDAS
 GUIAS DE METAL
DURO COM
MEDIÇÃO EM MANDRIL
MANDRIL
MANDRIL
PROCESSO.

BLOCO DO MOTOR
MANDRIL EXPANSIVO

 EXPANSÃO
HIDRÁULICA DAS
PEDRAS
 REMOÇÃO DO
MATERIAL ATRAVÉS
DO CONTATO DAS MANDRIL
MANDRIL
MANDRIL
PEDRAS COM O
CILINDRO DO
BLOCO DO MOTOR .

BLOCO DO MOTOR
MANDRIL EXPANSIVO

 FURO NA MEDIDA
FINAL
 O AR PASSA
LIVREMENTE
 MEDIÇÃO EM
MANDRIL
MANDRIL
MANDRIL
PROCESSO PARA A
OPERAÇÃO.
 PEÇA PRONTA

BLOCO DO MOTOR
REGRAS BÁSICAS

 1/3 DA PEDRA

 RPM
 CURSO
 PRESSÃO DE CORTE
REGRAS BÁSICAS

 SOBRE MATERIAL
 Erro de forma + Rt inicial
 PRESSÃO DE CORTE:
 a menor possível que atenda a produção e que
corte sem empastar a pedra
REGRAS BÁSICAS

 RPM  Golpes por minuto


Diam. RPM Curso GPM
5 mm 3.500 20 mm 500
10 mm 2.000 40 mm 300
20 mm 1.000 50 mm 200
25 mm 800 100 mm 100
40 mm 500 150 mm 70
50 mm 400 170 mm 60
VISÃO DOS ELEMENTOS

PEÇA A SER BRUNIDA


ÓLEO

PEDRA ABRASIVA
MANDRIL
MÁQUINA
BRUNIMENTO

PEÇA

CAVACO
GRÃO

GRÃO
GRÃO
LIGA
BRUNIMENTO

PEÇA

CAVACO
GRÃO

GRÃO
GRÃO
LIGA
BRUNIMENTO

PEÇA

CAVACO
GRÃO

GRÃO
GRÃO
LIGA
BRUNIMENTO

PRESSÃO
BRUNIMENTO

PRESSÃO
BRUNIMENTO

MUITA PRESSÃO
= DESPERDÍCIO
OTIMIZAR O PROCESSO

PRESSÃO
MICROSCÓPIO
MICROSCÓPIO
MICROSCÓPIO
MICROSCÓPIO
MICROSCÓPIO
MICROSCÓPIO
MICROSCÓPIO
MICROSCÓPIO
ABRASIVOS
DESBASTE e ACABAMENTO
ACABAMENTO  GRÃO - ABRASIVO
 GRÃO - SUPER- CONVENCIONAL
ABRASIVO  ÓXIDO DE ALUMÍNIO
 DIAMANTE  CARBETO DE SILÍCIO
 CBN (BORAZON)  LIGA - AGLOMERANTE
 VITRIFICADO
 LIGA - AGLOMERANTE  RESINÓIDE
 METÁLICO (latão, aço,
níquel, cobre, bronze,
etc…)
ABRASIVOS

 DUREZA  Qualidade
 Tipo da liga  Uniformidade da
 Concentração peça, do lote de
 Grindosonic fabricação.
 10 classes  Máquinas de
 20 pontos de variação produção e
medição
ABRASIVOS
 FERRAMENTAS TEM QUE SER MAIS DURA
QUE PEÇA
Diamond 6500
CBN (cubic boron nitride) 4700
Boron Carbide 2800
Silicon Carbide 2500
Aluminum Oxide 2000
Natural Corundum 2000
Topaz 1350
Quartz 820
ABRASIVO CONVENCIONAL

 Oxido de Aluminio
 Marrom (regular)
 Branco (premium)
 Ruby
 Sol-Gel
 Carbeto de Silicio
 Preto
 Verde

 Enxofre
OXIDO DE ALUMINIO

 Marron (Regular)
 Uso geral de brunimento de aço e forjados
 Abrasivo duro de estrutura pouco quebradiça
 Branco (Premium)
 Indicado para metais duros, sensíveis a calor e
ferro fundido
 Cristal frágil, quebradiço
 Fica amarelo com adição de Enxofre
OXIDO DE ALUMINIO
 Ruby
 Branco Premium com 3% de oxido de cromo
 Mais duro que branco, menos quebradiço
 Sol-Gel
 Relativamento novo
 “Cubitron” (3-M) & “SG” Abrasivo (Norton)
 Estrutura Microcristalina
 Usado com SIC ou OAL branco.
CARBETO DE SILÍCIO
 Preto
 Muito afiado, grão angular
 Não tão duro, mais quebradiço
 Usado para não ferrosos (excero FeFo)
 Usado normalmente no acabamento
 Verde
 Mais quebradiço
 Muito usado em Fefo
 Verde Claro com Enxofre
 Verde Escuro sem Enxofre
TIPOS DE LIGAS
 Vitrificada (“vidro”)
 Mais usada para abrasivos convencionais
 Dura e econômica
 Muitas aplicações
 Desgaste pela quebra da liga (renovação)
 Dureza determinada pelos materias de liga e
tempo de cura.
ABRASIVO COM LIGA
 Grãos Abrasivos
 Pontos de Liga
 Porosidade
 Vitrificada

 Abrasivo irregular
 Quadrado - Al2O3
 Afiado – SiC
PEDRA AUTO AFIADA
Estrutura do Grão Erosão da Liga

Quedra Auto afiada


PEDRA NÃO AUTO AFIADA

Não
+ + remove
= material

FLAT

Desgaste do Grão Pedra Pressão e


Empastada Temperatura
Aumenta
CONSISTÊNCIA DO ABRASIVO
SUPERABRASIVOS

DIAMANTE
ou
CBN
GRÃO SUPERABRASIVO
Mesh Diâmetro
60 D252
80 D181
100 D151
120 D126
150 D107
220 D76
320 D54
Concentração

 Standard: 100 conc. = 25% volume

 75 = 18.75 %

 50 = 12.50 %

 25 = 6. 25%
SUPERABRASIVOS
Natural
TIPOS
DIAMANTE
Material mais duro que existe
Usado para ferros (não aço), não-ferrosus, materiais muito
duros, ceramica
Tipos
Natural – Principalmente para ferram. Eletro-deposição
Sintetico –Ferram. Com liga de metal

Sintetico
SUPERABRASIVOS
DIAMANTE

Escolha do Cristal
baseado na
aplicação e
material
SUPERABRASIVOS
DIAMANTE C/ LIGA DE METAL

ALTA STANDARD BAIXA


FRAGILIDADE FRAGILIDADE
SUPERABRASIVOS
DIAMANTE C/ LIGA DE METAL

STANDARD ALTA FRAGILIDADE


SUPERABRASIVOS
DIAMANTE C/ COBERTURA

Aumenta resistência e conexão


com a liga
•Nickel
•Chromium
•Copper
•Silver
•Titanium
SUPERABRASIVOS
TIPOS
CBN - Cubic Boron Nitride (“Borazon”)
Segundo abrasivo mais duro
Mais resistente a altas temperaturas
Para quase todos os aços
SUPERABRASIVOS
SUPERABRASIVOS
TIPOS DE LIGAS

 LIGAS DE METAL
 Sinterizada
 Mais comum
 Principalmente de Bronze
 Mecanismo de auto-
desgaste
 RESINA
 Mais mole - acabamento
 VITRIFICADA
 Cavacos longos
SUPERABRASIVOS

 FATOR DE DUREZA DOS SUPERABRASIVOS COM


LIGA DE METAL
 Concentração de abrasivos
 Fator principal de determinação de dureza
 Concentração referente ao volume percentual de abrasivo
 Altas concentrações reduzem a força do grão individual,
resultando em diminuição do desgaste
 Características da liga
 Fator principal que segura o Diamante/CBN da erosão,
determinando a vida da pedra
 Ligas de metais mais moles vão gastar mais rápido,
permitindo que o Diamante/CBN sejão retirados
 Ligas duras podem não cortar (empastar)
SUPERABRASIVOS

Como
trabalham?
SUPERABRASIVOS
 Montagem no suporte com solda ou cola
de alta liga
 Solda de prata ou estanho
 Retífica dos suportes montados na
ferramenta expandida no diâmetro final
 Baixo RPM e baixa pressão, Precisão da forma
 Tem que abrir a estrutura da liga.
 Jateamento de areia.
SUPERABRASIVOS
Varias condições (avanço excessivo, baixa pressão) pode resultar
em material amassado pela liga (lamelas)
SUPERABRASIVOS
DESGASTE DA PEDRA COM LIGA DE METAL

Desgaste da liga
Cratera de desgaste
formada em frente do
grão de Diamante ou
CBN
Canais de cavaco ou
linhas - causadas pelo
fluxo de cavaco em
sentido oposto da direção
do corte, angulo de
cruzamento
SUPERABRASIVOS
DESGASTE DA PEDRA COM LIGA DE METAL

GRÃO CHATO

CANAL DE EROSÃO

Desgaste do abrasivo LIGA

Quebra – instabilidade do
grão
Grão Chato – desgaste
mecânico
Arranque – força o grão
excessiva, maior que
retenção da liga
PEDRA PARA DE CORTAR!

•AUMENTAR EROSÃO PARA GRÃO CHATO


LIBERAR GRÃO
•AUMENTAR FORÇA DE CORTE
•ABRASIVO MAIS QUEBRADIÇO
PARA CONTINUAR CORTANDO
•MELHORAR LUBRIFICAÇÃO
SUPERABRASIVOS

Cristal inteiro Cristal quebrado

Cristal Chato Cristal arrancado


DIAMANTE CORTANDO
DIAMANTE EMPASTADO
DIAMANTE EXPOSTO
CRISTAL QUEBRADO

IMPERFECÕES DO CRISTAL CONTROLAM A


FRAGILIDADE

IMPERFEÇÕES

FRATURA

FORÇA
CONDIÇÕES DO FURO DA
OPERAÇÃO ANTERIOR
Condições do furo “antes”afetam o
processo
 Geometria
 Sobre material “3 vezes o erro de forma”
 Rugosidade
 Rugosidade antes deve ser maior que a
desejada final, e menor que sobre material a
ser retirado
SOBRE MATERIAL A SER
RETIRADO NO BRUNIMENTO

 Remoção de quantidade de material certa


em cada passo
 Desbaste / Acabamento
 Sobre material suficiente para retirar a
rugosidade da operação anterior
FLUIDOS DE BRUNIMENTO

Mineral Solúvel
FLUIDOS DE BRUNIMENTO

 Óleo Mineral
 Abrasivos Convencionais
 Diamante
 CBN

 Refrigerante Solúvel
 Diamante
FLUIDOS DE BRUNIMENTO

 Fundamental no processo de brunimento


para otimizar o trabalho da pedra abrasiva
e prevenir problemas de rugosidade.

 O custo do óleo pode variar, mas o


benefício de uso de um “bom” fluído
resulta em um custo muito menor.
TIPOS DE CAVACOS
O MATERIAL DETERMINA O TIPO DE CAVACO

Aço Latão Metal Duro


Aluminio Mole Crome
Sinterizado
A IMPORTÂNCIA DO ÓLEO
PELÍCULA PROTETORA

LIGA

GRÃO CAVACO

PEÇA

LIGAS METÁLICAS - SOLDA O CAVACO E


RISCA A PEÇA
SINTOMAS DE MÁ QUALIDADE DO ÓLEO

CAVACO GRUDADO
NO ABRASIVO
SINTOMAS DE MÁ QUALIDADE DO ÓLEO
QUEBRA DO ABRASIVO
EMPASTAMENTO
DO ABRASIVO
SINTOMAS DE MÁ QUALIDADE DO ÓLEO

RISCOS NA PEÇA
DIFERENÇA DE CORTE
FERRO FUNDIDO
Óleo de Óleo de má
qualidade qualidade
- corte limpo - corte sujo
ORDEM DE IMPORTÂNCIA

 CIRCULARIDADE
 CILINDRICIDADE
 RUGOSIDADE
 ANGULO DE CRUZAMENTO
CIRCULARIDADE
CILINDRICIDADE
CIRCULARIDADE
•EM VÁRIAS ALTURAS
CIRCULARIDADE
•EM VÁRIAS ALTURAS

•EXCESSO DE FORÇA

•FERRAMENTA NÃO CORTANTO

•FERRAMENTA MAU CILINDRADA


CIRCULARIDADE
•EM VÁRIAS ALTURAS

•EXCESSO DE FORÇA

•FERRAMENTA NÃO CORTANTO

•FERRAMENTA MAU CILINDRADA


CILINDRICIDADE
•EXIBE TODOS DEFEITOS
CILINDRICIDADE
•EXIBE TODOS DEFEITOS

•CIRCULARIDADE BOA

•MAU PARALELISMO
CILINDRICIDADE
•EXIBE TODOS DEFEITOS

•MÁ CIRCULARIDADE

•MAU PARALELISMO
RUGOSIDADE
PORQUE O BRUNIMENTO PLATEAU É
IMPORTANTE ?
 Aumenta vida do motor
 Aumenta potência
 Melhor ajuste do anel do pistão com
cilindro
 Menor perda com atrito
 Redução de material
 Menor vibração
CONDIÇÃO HYDRODINAMICA
 Duas superfícies
 Presença de um líquido
 Repouso
Pressão

0 bar 0 bar

Superfície 2
Líquido

Superfície 1
CONDIÇÃO HYDRODINÂMICA
 Duas superfícies
 Presença de líquido
 Movimento relativo
Pressão
3 bar 2 bar

Movimento
Filme de Óleo

Não existe contato entre as superfícies, devido ao filme de óleo


ESPESSURA DO FILME DE ÓLEO
 MUITO IMPORTANTE
SUPERFÍCIE 1

FILME DE ÓLEO
DISTANCIA MÍNIMA

SUPERFÍCIE 2
DESGASTE
 DESGASTE = PICOS SE TOCANDO

FILME MÍNIMO

PONTOS DE DESGASTE
O QUE É PLATEAU ?

Acabamento de Brunimento Normal


Rt = 10 x Ra
O QUE É PLATEAU ?

Acabamento depois de
amaciado

Acabamento depois
de Plateau
PLATEAU
 PLATEAU USINADO = DESGASTE CONTROLADO

SUPERFÍCIE 1

Espessura do Filme
SUPERFÍCIE 2
COMO FAZER PLATEAU
Acabamento Grão
600
Depois de

Acabamento
Grão 80
Faz

Acabamento
Plateau
COMO FAZER PLATEAU
Acabamento Grão 600
5 Seg.

10 Seg.

20 Seg.

30 Seg.
DEFINIR FORMA
 Parâmetros

CURVA

FORMA TAMANHO
TPI@x% Rk Rvk Rpk Mr1 Mr2 GRANDE PEQUENO

Rt, R3z
TPI @ Profundidade (simples) Instrumentos simples

“R” NUMERO USADO ENG. Instrumentos sofisticados


DIN 4776
RK PARAMETERS

RK - Core Roughness Depth


RPK - Reduced Peak Height
Rvk - Reduced Valley Depth
Mr1 - Peak Material Ration
Mr2 - Valley Material Ratio
RUGOSIDADE RA
MEDIR PLATEAU ?
 Medir com:
 Rt
 Rpk Impressão

 Rk Parametros
 Rvk
RUGOSIMETRO
QUANTIFICAR FORMA
 Parâmetros necessários

Rpk

Mr1 Mr2

Rk

Rvk 0 20 40 60 80 100%
% Area
SUPERFÍCIE PLATEAU
 Parâmetros Normais

Rpk Mr2

20%
Rk Profund.

Rvk
0 20 40 60 80 100%
% Area
ESPECIFICAÇÕES TÍPICAS
 Ra = 0,30 -0,65 m mm.
 R3z = 1,80-2,80 m mm.
 Rpk = 0,15-0,65 m mm.
 Rk = 0,75-1,27 m mm.
 Rvk = 0,50-1,85 m mm.
 MR1 = 7-13%
 MR2 = 80-90%
CRIAR PLATEAU
 CRIAR ACABAMENTO GROSSO
 CRIAR GEOMETRIA FINAL
 CIRCULARIDADE
 CILINDRICIDADE
 REMOVER A PARTE DO Rt ACABAMENTO
GROSSO COM UM PROCESSO QUE FAÇA
UM ACABAMENTO FINO
CRIAR PLATEAU
1 operação 2 operação
Sobre metal de 3µm R3Z=3.5µm Remover 1.5 µm

Precisão da ferramenta de
Brunimento é muito
importante

Circularidade
Cilindricidade
Medida (Tempo)

Impossível fazer correção de


Geometria neste passo
Corte da peça
FERRAMENTAS PARA FAZER PLATEAU
BLOCO FoFo/ Óleo / C30-C05

 Ford 4.6L V8
 MAN-845
 DM-53
 15-30 Segundos
com G600
Carbeto Silício
BLOCO FoFo/ SOLÚVEL / DIAMANTE

 Ford 4.6L V8
 CK-21 / SCC-605 10%
@

 ACABAR COM GH-233-DMB-75


 10 Seg. DIAM. GH233-DMB-05
ESCOVAS SUNNEN PHT

 Plateau
 Abrasivo Flexível
 Fácil manuseio
 Outros Benefícios
 Homogeneidade da
Superfície
 Reduz Stress Residual
 Remove partes soltas
na Superfície do Metal
CAMISA FoFo / CV /ÓLEO / PHT

Camisa de FoFo, 75 mm
diamêtro, 150 mm
comp. Brunido com CV-
616 e óleo MB-30 e
abrasivo C24-J54 e 4
força, 57 GPM e 310
RPM.
Ra = 30 m in.
BLOCO FoFo / CV / ÓLEO / PHT

Escovado por 15 segundos com


C24-PHT-732 com os mesmos
parâmetros. Nós vemos a curva, a
20% da profundidade do
acabamento, é aumentada de 6%
para 69%. Estes resultados são
típicos desta ferramenta.

Ra = 22 m in.
AÇÃO CORRETIVA

 Não podemos fazer correção de geometria do


furo depois da primeira operação.
 Os valores dependem das duas operações:
desbaste e acabamento.
 Estabelecer Rt, Rvk e Rk durante a operação de
desbaste.
 Estabelecer Ra, Rk e Rpk durante a operação de
acabamento.
 Acabamento geral - Picos = Plateau
AÇÃO CORRETIVA
 Estabelecer Rt ou R3z com tamanho do grão e
parâmetros da máquina. Valores dependem de
tanto o desbaste como do acabamento.
 Se acabamento Rt é muito pequeno, usar grão
maior no desbaste.
 Se acabamento Rt é muito grande:
 Usar grão menor
 Diminuir pressão de desbaste
 Se Rk permitir, aumentar o tempo de brunimento do
acabamento.
AÇÃO CORRETIVA

 Brunir (por tempo) até que Rpk seja


pequeno o suficiente.
 Se Rpk é muito pequeno:
 Reduzir tempo do acabamento
 Usar grão maior no acabamento.
 Se Rpk é muito grande:
 Aumentar tempo do acabamento se Rk não for
muito pequeno.
 Usar grão menor do acabamento.
AÇÃO CORRETIVA

 Se Rk é muito pequeno:
 Usar grão menor de acabamento.
 Reduzir tempo do acabamento.
 Usar grão maior no desbaste.
 Se Rk muito grande:
 Usar grão menor no desbaste.
 Aumentar tempo de acabamento.
AÇÃO CORRETIVA

 Se Rvk é muito grande:


 Usar grão menor no desbaste.
 Aumentar tempo do acabamento
 Se Rvk é muito pequeno:
 Usar grão maior no desbaste.
 Rpk, Rk e Rvk são relacionados.
 Rpk e Rk
 Rk e Rvk
RESUMO

 PLATEAU É UM ACABAMENTO FEITO


POR USINAGEM QUE RESULTA EM UM
“MOTOR AMACIADO”(MELHOR).
 UMA SUPERFÍCIE TIPO PLATEAU PODE
RECEBER MAIORES PRESSÕES
ELIMINANDO OS PONTOS DE CONTATO
COM O FILME DE ÓLEO.
 O ACABAMENTO TIPO PLATEAU É BOM
PARA QUALQUER PEÇA DE CONTATO.
CONCLUSÃO

 Brunimento é um processo delicado, que


depende de uma máquina, ferramenta e óleo,
bem controlados, e de alta qualidade, pois é
um processo caro. $$$$$$$
 É um processo que segue o furo da operação
anterior, corrigindo tanto a forma (conicidade
e ovalização) como a rugosidade.
 É um processo que garante a precisão e a
qualidade do produto final.
MUITO OBRIGADO

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