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Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra.

FICHAMENTO
Livro: Desenho Universal: Método e Técnicas Para Arquitetos e Urbanistas.
Autor: Silvana Cambiagli.

Assunto (TEMA): CAP. 9 – PROJETOS DE EDIFICAÇÕES:


ACESSIBILIDADE E AVALIAÇÃO PÓS OCUPAÇÃO

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“Trabalhar cada um em sua esfera de competência e segundo suas
possibilidades para uma casa e uma cidade mais humanas, para uma cidade
que seja capaz e organizada arquitetonicamente para todos os homens,
inclusive (para que] os que usam cadeiras de rodas possam circular
plenamente, livremente... Le Corbusier” (p. 159)
“...não é pensar em grupos separados de usuários, mas pensar no ambiente
como um local de interação a que todos os tipos de seres humanos devem
ter acesso e possibilidade de utilizar.” (p. 159)
“relação entre o usuário e o espaço.” (p. 159)
“Uma primeira análise do projeto deve ser feita com a finalidade de verificar
se o partido arquitetônico possibilita o acesso e a utilização, com segurança e
autonomia, de toda a diversidade de usuários.” (p. 159 e 160)
“A fim de viabilizá-lo, os problemas relativos a circulação, desníveis,
passagens, estacionamento, abertura e fechamento de portas, utilização de
sanitários e mobiliário deverão ser resolvidos, assim como devem ser
considerados os aspectos relativos a alcance, aproximação, manipulação de
objetos e equipamentos e, principalmente, a comunicação e sinalização. Para
ser considerado acessível, portanto, um espaço tem de reunir todas
condições para que todas as pessoas o utilizem comodamente, inclusive as
que tenham deficiência ou mobilidade reduzida.” (p. 160)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (PARAMETROS DE ACESSIBILIDADE EM
EDIFICAÇÕES)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“...há um consenso em adotar como parâmetro as necessidades dos usuários
de cadeira de rodas, em razão de estas serem um tipo de necessidade que
requer maior espaço nos ambientes para circulação, manobras e
transferências e que impõe maior limitação de alcance visual e manual.” (p.
160)
“...devendo lembrar que a NBR 9050 contempla todos os parâmetros mínimos
necessários. O módulo de referência a ser adotado deve ser de 0,80 m de
largura por 1,20 m de comprimento (...).A área de giro é (...)para 360°, um
círculo de 1,50 m de diâmetro; para 180°, uma área de 1,50 m por 1,20 m;
para 90°, um quarto de círculo de 1,20 m.” (p. 160)
“A área de transferência constitui-se na área para que uma pessoa utilizando
cadeira de rodas possa se posicionar próxima ao objeto para o qual se
transferirá. (...)São exemplos de situações de transferência: junto a vasos
sanitários, camas, macas, boxes de chuveiros ou vestiários, piscinas, veículos
etc.” (p. 162)
“A área de aproximação consiste em uma área para que a pessoa possa se
aproximar, utilizar-se e manipular com autonomia e segurança mobiliário e
equipamentos. (...)São exemplos de mobiliário ou equipamentos: lavatórios,
mesas de trabalho, balcões de atendimento, caixas eletrônicos, armários
suspensos etc.” (p. 163)
“Para a transposição de portas é necessária uma largura livre de no mínimo
0,80 m. Nos corredores (...) mínimo 0,90 m, (...). Em locais de uso público,
esses espaços deverão ser de no mínimo 1,20 m.” (p. 164)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (RAMPAS)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“A inclinação das rampas deve ser calculada pela fórmula i (h x 100)/c
(...).Recomenda-se inclinação longitudinal entre 6,25 % e 8,33 %. A
inclinação transversal não deve ser superior a 2% em rampas internas e a
3% em rampa5 externas.” (p. 165)
“Para auxiliar o dimensionamento das rampas, podem-se seguir as tabelas
da NBR nº 9050.” (p. 165)
“Quando a rampa não estiver localizada ao lado de paredes ou qualquer
outro tipo de construção, deve-se colocar guia de balizamento, ou seja, um
rodapé com altura mínima de 0,05 m.” (p. 165)
“No início e término das rampas, deve haver sinalização tátil de alerta para
que uma pessoa com deficiência visual saiba que haverá uma alteração de
declividade.” (p. 165)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (CORRIMÃOS)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“Os corrimãos são elementos imprescindíveis para pessoas com mobilidade
reduzida utilizarem com segurança rampas e escadas; servem também de
referência direcional para pessoas com deficiência visual” (p. 166)
“Devem seguir as seguintes recomendações: nas rampas, (...) devem ser
duplos nas alturas de 0,70 m e 0,92 m do piso; nas escadas, pode ser único,
com 0,92 m; (...) os corrimãos laterais devem ser contínuos e prolongar-se
0,30 m antes do início e após o término das rampas ou escadas, (...) devem
ser instalados de ambos os lados das rampas ou escadas e na parte central
quando a largura for superior a 2,40 m;” (p. 166)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (EQUIPAMENTO PARA ACESSIBILIDADE
VERTICAL)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“Os equipamentos para transporte vertical de passageiros, neste caso mais
especificamente de pessoas com deficiência ou são elementos utilizados
para vencer desníveis em locais onde a circulação limitação de mobilidade,
vertical é necessária.” (p. 166)
“É importante que os equipamentos possibilitem seu uso com autonomia e
segurança.” (p.166)
“A plataforma elevatória vertical deve vencer desnível máximo de 2,00 m em
edifícios de uso público ou coletivo e 4,00 m em edifícios particulares. (...) O
piso deve apresentar dimensão mínima de 1,20 m x 0,80 m.” (p.166)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (ELEVADORES)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“Os elevadores devem garantir acesso a todos os pavimentos e seguir
algumas recomendações para que possam ser utilizados com segurança e
autonomia por todos: “(p. 167)
“cabine com dimensões mínimas de 1,10 m x 1,40 m; (...) registro visual e
audível de chamada; o sinal audível deve soar a cada operação individual do
botão, mesmo que a chamada já tenha sido registrada; (...) espelho fixado na
parede oposta à porta;(...) barras de apoio colocadas a 0,90 m do piso; porta
com vão livre mínimo de 0,80 m.” (p.167)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

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Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“A avaliação pós-ocupação (APO) é uma importante ferramenta para a
análise crítica da satisfação dos usuários de um ambiente construído. “(p.
168)
“Um dos recursos usados para o ensino da acessibilidade arquitetônica,
urbanística e ambiental é o estudo de caso por amostragem. Utilizando
métodos e técnicas de análise e verificação de barreiras em projetos,
edificações e no meio urbano (...).” (p.168)
“Os parâmetros de observação levarão em conta o ser humano a fim de
analisar e determinar suas dificuldades e de que modo elas são reflexo dos
ambientes construídos. A avaliação considerará, ainda, modos de relaciona
mento - oral, visual, tátil ou simbólico - e em que contexto sociocultural e
ambiente físico esse relacionamento ocorre.” (p.168)
“Essa avaliação deve ser feita durante o processo de utilização, no momento
em que o espaço passa a cumprir sua função de abrigar o ser humano em
suas inúmeras atividades.” (p.168)
“(...) para avaliar e verificar o desempenho de um ambiente construído,
destacam-se: vistorias técnicas, levantamentos de localização, insolação,
histórico da edificação, medições (de dimensões e de aspectos de uso de
equipamentos e mobiliário), questionários, listas de verificação, entrevistas,
observações do usuário interagindo no ambiente, registros gráficos,
documentação por meio de imagens e simulações.” (p.169)
“A avaliação técnica de acessibilidade é composta pelo levantamento da
possibilidade de acesso e da utilização de uma deficiência ou mobilidade
reduzida.” (p.170)
“Os resultados têm em vista a determinação da viabilidade de uso da
edificação por idosos, pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida.
Por meio deles podem ser verificadas também as possibilidades de
adaptação dessas edificações com vistas à acessibilidade.” (p.172)

Tipo de Fichamento: Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (SUBSÍDIOS PARA AVALIAÇÃO DA HABITAÇÃO)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“Podemos considerar se uma habitação é universal ou visitável com base
nas definições criadas, no Brasil, pelo Decreto n° 45.990/2005, da Prefeitura
da Cidade de São Paulo. Ele determina que, para uma unidade habitacional
receber o Selo de Habitação Universal, ela deverá possibilitar ampla
acessibilidade às suas dependências e apresentar as condições necessárias
para a moradia autônoma (...)” (p. 172)
“Para receber o Selo de Habitação Visitável, a unidade deverá possibilitar a
acessibilidade, pelo menos, à sala, à cozinha e a um sanitário, de modo que
permita a visita de uma pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.”
(p.172)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 9 – Projetos De Edificações: Acessibilidade E


Avaliação Pós Ocupação (EDIFÍCIOS PÚBLICOS)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“Por conseguinte, tais construções devem ser plenamente acessíveis. Não
se deve perder de vista, também, que qualquer pessoa qualificada,
independentemente de suas capacidades físicas e sensoriais, pode
candidatar-se a um emprego no local, o que torna fundamental que todas as
áreas do edifício sejam acessíveis, e não apenas aquelas destinadas ao
público visitante.” (p. 174)
“Assim, as áreas de atendimento ao público devem prever banheiros
acessíveis para a população flutuante da edificação, e nos andares de
escritórios devem ser previstos, em cada pavimento, banheiros acessíveis
para que as pessoas com deficiência que trabalhem no local não precisem
utilizar elevadores para o acesso ao banheiro.” (p.167)

Tipo de Fichamento:
Citação

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Assunto (TEMA): Cap. 10 – Projetos Urbanos: Aplicação do Desenho


Universal (ITENS DE ACESSIBILIDADE)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“Para um ambiente urbano alcançar o status de agradável e cômodo,
existem alguns princípios a considerar. De modo resumido, esse ambiente
deve:
possibilitar a chegada a todos os lugares, inclusive aos edifícios públicos e
privados; possibilitar a entrada em todos os edifícios públicos e privados;
possibilitar utilização de todas as instalações públicas e privadas e dos
espaços externos em que elas se inserem.” (p. 179)
“Esses principios devem ser considerados desde o momento do
planejamento dos projetos até a execução das obras dos ambientes urbanos,
a fim de possibilitar uma mobilidade sustentável” (p.180)
“E preciso considerar, pois, a relação de funcionalidade a ser estabelecida
entre todos os elementos que integram um meio urbano. Ao mesmo tempo, é
importante assegurar aspectos como a coexistência amigável e correta (...).”
(p.180)
“acessibilidade: as vias, os edifícios e os espaços públicos devem ser
projetados de forma a garantir o acesso a todas as pessoas,
independentemente da idade ou da capacidade física; circulação: a rede
viária deve ser projetada de forma tal que permita a todos os usuários circular
livremente e chegar ao maior número possível de lugares; utilização: a via e
os espaços públicos devem ser projetados de forma que possam ser
utilizados e desfrutados por todos; orientação: os assentamentos urbanos
devem ser projetados de forma que seja fácil se orientar em seu interior,
encontrando-se, sem problemas, os caminhos que conduzam mais
diretamente aos lugares a que se queira ir; segurança: calçadas, caminhos e
travessias devem permitir que a mobilidade das pessoas seja máxima com o
menor risco para a saúde e a integridade física; funcionalidade: os espaços
urbanos, lugares de trabalho e recreio devem ser projetados de forma que as
pessoas com mobilidade reduzida possam utilizá-los de maneira autônoma.”
(p.180)
“Algumas barreiras urbanísticas podem e ser eliminadas adotando-se as
seguintes medidas: nivelamento de calçadas e utilização de revestimentos
contínuos antiderrapantes; rebaixamento de guias para travessia de pessoas
com dificuldade de locomoção; instalação de sinais sonoros nos semáforos
para alerta às pessoas com baixa visão ou deficiência visual; demarcação de
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vagas reservadas para pessoas com deficiência e idosos em


estacionamentos e logradouros públicos; instalação de equipamentos
urbanos com design e altura adequada; sinalização de mobiliário urbano,
equipamento ou qualquer outro obstáculo com piso tátil de alerta, utilizado
para alertar pessoas com deficiência visual ou baixa visão sobre obstáculos,
desníveis ou mudança de direção; nos rebaixamentos de calçadas, em cor
contrastante com a do piso adoção de escrita em braile em placas, poderá
ainda ser sonoro em avisos, paradas de ônibus e outros locais; colocação de
aparelhos telefônicos adequados para pessoas com deficiência física e
sensorial.” (p.181)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

Assunto (TEMA): Cap. 10 – Projetos Urbanos: Aplicação do Desenho


Universal (TRANSPORTE PÚBLICO)

Referência Bibliográfica Completa:


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Texto da Ficha:
“De acordo com a conscientização atual em relação à necessidade de se
garantir a todos autonomia pessoal e segurança, os deslocamentos ou
viagens devem ser acessíveis.” (p. 183)
“Em síntese, todos os meios de transporte devem ser acessíveis e se
constituir em uma forma de deslocamento independente, com infraestruturas,
como plataformas e terminais, alinhados a esse pressuposto.” (p.183)

Tipo de Fichamento:
Citação

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Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.


Fabrício Silva, Gabriel Fialho, Jhones Inácio, Lucas Félix e Larissa Gandra. ¹

Assunto (TEMA): Cap. 10 – Projetos Urbanos: Aplicação do Desenho


Universal (ACESSIBILISADE: DA LEI A APLICAÇÃO)

Referência Bibliográfica Completa:


CAMBIAGLI, Silvana. Desenho universal: método e técnicas para
arquitetos e urbanistas. 3ª Edição. São Paulo: SENAC, 2012.

Texto da Ficha:
“(...) mesmo com o amparo da Lei Federal n° 10.098, de 20 de dezembro de
2000, que em seu capítulo II determina:
CAPÍTULO II
DOS ELEMENTOS DA URBANIZAÇÃO
Art. 3º O planejamento e a urbanização das vias públicas, dos parques e dos
demais espaços de uso público deverão ser concebidos e executados de
forma a torná-los acessíveis para as pessoas portadoras de deficiência ou
com mobilidade reduzida.
Art. 4º As vias públicas, os parques e os demais espaços de uso público
existentes, assim como as respectivas instalações de serviços e mobiliários
urbanos, deverão ser adaptados, obedecendo-se ordem de prioridade que
vise a maior eficiência das modificações, no sentido de promover mais ampla
acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade
reduzida.
Art. 5º O projeto e o traçado dos elementos de urbanização públicos e
privados de uso comunitário, nestes compreendidos os itinerários e as
passagens de pedestres, os percursos de entrada e de saída de veículos, as
escadas e rampas, deverão observar os parâmetros estabelecidos pelas
normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT).
Art. 7º Em todas as áreas de estacionamento de veículos, localizadas em
vias ou em espaços públicos, deverão ser reservadas vagas próximas dos
acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos
que transportem pessoas portadoras de deficiência com dificuldade de
locomoção.” (p.187 e 188)

Tipo de Fichamento:
Citação

Biblioteca que se encontra a obra:


Acervo dos Professores.

¹ Graduandos em Arquitetura e Urbanismo, alunos do 4º período da

Rede de Ensino Doctum de João Monlevade.

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