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Livro

Álgebra - Geometria Analítica


MATEMÁTICA Geometria Métrica
ESUAS
TECNOLOGIAS

GIUSEPPE NOBILIONI
Coordenador e Professor
do Curso e Colégio Objetivo
JORGE KRIKORIAN
MAURO GRESPAN
Professores do Curso e
Colégio Objetivo

.,-----------
CERED ----

COLEÇÃO

JETI
Sistema de Métodos de Aprendizagem
MATEMÁTICA
, .
lnd1ce
ESUAS
TECNOLOGIAS
GIUSEPPE NOBILIONI
Coordenador e Professor
do Curso e Colégio Objetivo
JORGE KRIKORIAN 1 - Polinômios . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
MAURO GRESPAN
Professores do Curso e Colégio Objetivo
2 - Equações Algébricas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

3 - Exercícios-Tarefa

(Polinômios e Equações Algébricas). . . .. .... ..... . .. 29

4 - Médias . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 34

5 - Razões e Proporções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38

6 - Regra de Três . .. .. . . . . . . . .. . . . . .. .. . . .. . . . . . . .. . .. . . . . . . . 43

7 - Porcentagem e Juros.. ..... . . ... . .. ... .. . .. ...... .. .... 46

Exercícios-Tarefa (Média, Razões e Proporções,

Regra de Três, Porcentagem e Juros) . . . . . . . . . . . . . . . 54

9 - Binômio de Newton. ...... .. .. .. ..... ...... .. .... 59

1O - Determina ntes . . .. .. . . . .. . . . .. . . . .. . .. . .. .. . . . .. 70

COLEÇÃO

+c)OBJETIVO
Sistema de Métodos de Aprendizagem
Geometria Analítica
1 - Estudo da Reta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87

Geometria Métrica

1 - Prismas . .. .... . . ....... . ... .. . . ... . . .. ... . ... .. . . .... ... .. . . . .. .. .. .. ..... . .. .. ........ . . .. . .. . . . .. 128

2 - Paralelepípedos e Cubos .. .... ..... ..... . . ..... .. .... . .. . ... ... . .. ..... . . .. . . . . . . ... .. . . . . . . . . . 134

3 - Pirâmides . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142

4 - Cil indros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149


Álgebra

POLINÔMIOS

. Definição 3. Grau de uma função polinomial


Dados os números complexos a 0 , al' a 2 , ... , a 0 e Definição
sendo n um número natural , chama-se função A função polinomial
polinomial a função P : C - C definida por
P(x)=3ü. x"+a1 . x"- 1 +¾. x" - 2 +_+~. x"- P+_+ ~ - l . x + ~
P(x) = ªo . xº + ª1 . xº -1 + ª2 . xº -2 + ... + ª" -1 . x + ªn é de grau n - p , e representa-se gr(P) = n - p , quando , e
em que: somente quando , a 0 , a 1 , a 2 , .... , aP _ 1 são nulos e aP é
a) a 0 , a 1 , a 2 , . .. , a 0 são coeficientes. diferente de zero. Simbolicamente:
b) a 0 . xº, a 1 . xº - 1 , a 2 . xº - 2 , ... , a 0 são os termos
ou monômios. gr(P) =n - p ~ a0 =a1 =a2 =... =ª P _ 1 =Oe ~ ~ O
C) 30 • X n + 31 • X n - 1 + 32 . xº - 2 + .•. + an - 1 • X + an 'v'p E {O , 1, 2, ..., n}
é o polinômio. Assim sendo:
Observação a0 -:t:- O ~ gr(P) = n
Usaremos muitas vezes, por simplicidade, a palavra a0 = O e a 1 -:t:- O ~ gr (P) = n - 1
"polinômio" com o mesmo sentido de "função polinomial" . az
a0 = a 1 "'.° O e -:t:- O ~ gr(P) = n - 2

2. Valor numérico ¾ = ª1 ~ ½ = ... ªn -2 = 0 e ªn- l -:t:- 0 ~ gr (P) = 1


Dada a função polinomial ¾ = ª1 = ½ = ··· ªn -2 = ª n- I = O e an -:t:- 0 ~ gr (P) =Ü
P(x) = ªo . xº + ª1 . xº - I + ª2 . xº - 2 + ... + ª" - I . x + ª" Observação
chama-se valor numérico de P para x = O'. ao número O grau de P(x) não é definido quando todos os coe-
ficientes são nulos. Portanto:
P(a) = 3o . aº + a1 . aº - 1 + 3z . a º - 2 + ... +3n _1 . a + 3n
a) ¾ = a 1 = a2 = ... = a0 = O ~ P não tem grau
O valor numérico P(a) é, portanto , a imagem de a
porP. b) 3 ai -:t:- O, i E {O , 1, 2, ... , n} ~ P tem grau
Exemplo Exemplo
Se P(x) = x3 - 3ix 2 + 4, temos: Seja a função polinomial
P(x) = (a - 2) . x 3 + b x 2 + (e - 1) x + d
P(0) =03 - 3i . 02 + 4 =4 a) se a -:t:- 2, então gr(P) = 3
P(l)= 13 -3i. 12 +4=5 -3i b) se a = 2 e b -:t:- O, então gr(P) = 2
P(i) = i3 - 3i . i2 + 4 = 4 + 2i c) se a= 2 e b = O e c -:t:- l, então gr(P) = 1
d) se a = 2 e b = O e c = 1 e d -:t:- O, então gr(P) = O
p
e) se a = 2 e b = O e c = 1 e d = O, então P não tem
grau.

4. Função polinomial soma


A soma dos termos semelhantes a . xP e b . xP é o
monômio (a+ b). xP .
Dadas as funções polinomi ai s A e B de C em C, a
função polinomial soma A + B : C - C tal que
e (A + B) (x) = A(x) + B(x) é definida pelo polinômio em
Observação que cada termo é a soma dos termos semelhantes dos
Se P(a) = O, dizemos que a é raiz de P. polinômios parcelas.
1
O grau de A + B é tal que: Simbolicamente
a) gr (A) > gr(B) => gr (A + B) = gr (A) P(x) =O~ P(x) = O , Vx E e
b) gr (A) = gr (B) => gr (A + B) ~ gr (A) ou A + B
não tem grau Teorema
Exemplos A condição necessária e suficiente para que a função
a) Se A(x) = 2x3 + 3x2 + Sx - 4 e B(x) = x2 - 3x + 1, polinomial P seja identicamente nula é que todos os
então seus coeficientes sejam nulos.
(A + B) (x) = (2x 3 + 3x2 + Sx - 4) + (x 2 - 3x + 1)
Simbolicamente
(A+ B) (x) = 2x 3 + 4x2 + 2x - 3
Note que gr(A) = 3, gr(B) = 2 e gr(A + B) = gr(A) = 3 P(x) = O ~ a 0 =a 1 =a2 =... =a =O 0

b) SeA(x) = 2x3 + 4x2 -5x + 3 e B(x) =-2x3 + x2 -3, Demonstração


então
a) ªo = ª1 = ª2 = ... = ªº = O=> P(x) = O
(A+ B) (x) = (2x 3 + 4x2 -5x + 3) + (-2x3 + x2 -3)
(A+ B) (x) = 5x2 - Sx De fato
Note que gr(A) = gr(B) = 3 e gr(A + B) = 2 < gr (A) ªo = ª1 = ~ = ... = ªn = Ü =>
=> P(x) =Ü. X11 + O. xn- I +O. x11 - 2 + ... + O . x +O=>
5. Função polinomial produto => P(x) = O + O+ O+ ... +O= O, \/x => P(x) =O
O produto dos termos a .xP e b .x<I é o monô-
b) P(x) = 0=>3ci = a1 = ¾ = .. . = ¾ - I = ¾ = O
mio (a.b).xP+q_
Dadas as funções polinomiais A e B de Cem C, De fato
a função polinomial produto A . B : C - C tal que P(x) = O=> P(x) = O, \/x E C =>
(A . B)(x) = A(x) . B(x) é definida pelo polinômio
cujos termos são todos os produtos possíveis entre um
=> P(x 0) = P(x 1) = P(x 2) = ... = P(x = O 11 )

termo de A e um termo de B . sendo x0 , x 1, x2 , ... , x 0 , números complexos dois a


Se as funções polinomiais A e B têm grau, então: dois distintos.

gr(A . B) = gr(A) + gr(B) Assim sendo, podemos escrever o seguinte sistema

Exemplos
a) Se A(x) = 2x 2 - 3x + 1 e B(x) = 3x + 2, então:
(A. B) (x) = (2x 2 - 3x + 1) . (3x + 2)
(A . B) (x) = 6x 3 + 4x 2 - 9x2 - 6x + 3x + 2 ··········································· ···· ··· ················ ··· ····· ··· ·········
(A . B) (x) = 6x 3 - 5x 2 - 3x + 2 ªo • X
n
+ al ,X
n- 1
+ ª2 •X
n-2+ •••
+a n - I '
x+
n an =O
n n n
Note que gr(A) = 2, gr(B) = 1, gr(A. B) = 2 + 1 = 3
que é um sistema linear homogêneo com n + 1 equações
b) Se A(x) = 2x 2 - 3x + 1, então:
nas n + 1 incógnitas a0 , a 1 , a 2 , • .. , 3 0 -1' ªn ·
(A 2) (x) = (2x 2 - 3x + 1) (2x 2 - 3x + 1)
(A 2) (x) = 4x4-6x3 +2x2-6x3 +9x2-3x+2x2-3x+ 1 Notando que
(A 2) (x) = 4x 4 - 12x3 + 13x2 - 6x + 1 xn xn-1 n-2 Xo 1
o o XO
Note que gr(A) =2 e gr(A2) =gr(A) + gr(A) =2 + 2 =4 xº xn-1 n-2 XI 1
1 1 XO
11 n- 1 n- 2 1
6. Função polinomial x2 x2 XO X2 :;t: o
identicamente nula
Definição 1
Dada a função polinomial p : C - C tal que
P(x) = 3ci . xº + a 1 . xº - 1 + ¾ . xº - 2 + ... + a0 _ 1 • x + a0 , pois é um determinante de Vandermonde com os ele-
dizemos que Pé identicamente nula, quando, e somente mentos característicos dois a dois distintos , resulta que
quando, o valor numérico de P é igual a zero para todo tal sistema admite somente a solução trivial , e portanto:
x complexo . ªo= ª1 = ª2 = ..... = 3 n-1 = ªn = 0
2
7. Funções polinomiais idênticas Simbolicamente

Definição A(x) = B(x) ~ ai = bi , 'lfi E {O, 1, 2, ... , n}

Dadas as funções polinomiais A e B de IC em IC tais que Demonstração


{ A(x) = ªo·x" + ª1 .x" - 1 + ªz·x" - 2 + ... + ª" - 1 • x + ª" A(x) = B (x) ~
B(x) = b0 .x" + b1 .x 11 - 1 + b2 .x" - 2 + ... + bn _ 1 . x+ bn
dizemos que as funções A e B são idênticas (ou iguais) , ~ A(x) = B(x), V x E C ~

quando , e somente quando , os valores numéricos de A e ~A(x)-B(x)=O, Vx E C ~


B, respectivamente , são iguais para todo x complexo.
~ (A-B)(x)=O, V x E C ~
Simbolicamente
~ (A-B)(x) =O~
A(x) = B(x) ~ A(x) = B(x) , V x E C
~ (a 0 - b0 ) . x 11 + (a 1 - b 1) . x" - 1 +
Teorema + (az - bz) . x" - 2 + ... + (an - bn) = O ~
A condição necessária e suficiente para que as funções ~ ªo - bo = ª1 - bl = 3z - bz = ... = ª n - bn = Ü ~
A e B sejam idênticas (ou iguais) é que os coeficientes ~ªo= bo , ª1 = bl ' 3z = bz, ... , ªn = bn ~
dos termos semelhantes sejam dois a dois iguais . ~ai= bi , Vi E {O, 1, 2, .. ., n}

1. Calcu lar o val or numérico do polinômio P(x) = x 3 - 7x 2 + 3x - 4 = (f . g) (x) = - x6 + 2x4 - 5x3 + 3x 2 + 7x - 6


para x = 2.
Resolução
Resposta: (f . g)(x) =- x 6 + 2x 4 - 5x 3 + 3x 2 + 7x - 6

P(2) = 23 - 7 . 2 2 + 3 . 2 - 4
5. Determin ar a, b, e, d de modo que:
P(2) = 8 - 28 + 6 - 4 = - 18
Resposta: P(2) = - 18 3(x - 6) a b c d
----=--- + - 3 +- + - . Vx E IC - {0; - 3)
x3 (x + 3) (x + 3) x x2 x
2. Discutir, em relação a a E C, o grau da função polinomial P : C -> C
Resolução
definida por P(x) = (a 2 - 5a + 4) x3 + (a - 1)x 2 + (a - 3) . x + 7
3( x - 6) a b e d l
Resolução:
Lembrando que o coeficiente de x3 é a 2 - 5a + 4 e que
- - - - = - - - + - + - + - , VxE IC - {0; -3
x3 (x + 3) (x + 3) x3 x2 x
=
a2 - 5a + 4 = O =
a = 1 ou a = 4, temos:
a) a ,. 1 e a ,. 4 => gr(P) = 3 = 3x - 18 = ax3 + b(x + 3) + ex (x + 3) + dx2 (x + 3) ,VxE IC - {0;- 3)=
b) a = 1 => P(x) = O . x3 + O . x 2 - 2x + 7 => gr(P) = 1 x3 (x + 3) x3 (x + 3)
c) a = 4 => P(x) = O . x 3 + 3x 2 + x + 7 => gr(P) = 2
3x -18 ax3 + bx + 3b + cx 2 + 3cx + dx 3 + 3dx2 ,VxE IC - {0;- 3)=
a ,. 1 e a ,. 4 => gr(P) =3 = - --
x3(x + 3) x3 (x + 3)
=
Resposta: { a 1 => gr(P) 1 =
a =4 => gr(P) =2 = 3x - 18 = (a + d)x3 + (c + 3d)x 2 + (b + 3c)x + 3b , VxE IC - {0;- 3)
x 3 (x + 3) x3 (x + 3)
3. Sejam f e g duas funções polinomia is definidas por: Identificando os numeradores, temos :
f(x) = (2a - 3) x3 + (a - 1)x + 3 e
3x - 18 = (a + d) x3 + (c + 3d) x 2 + (b + 3c) x + 3b,
g(x) = (3a - 7) x3 + (a - 2) x 2 + 3x - a
Determinar a E I[ para que a fun ção (f + g) tenha grau 3.
Resolução
(f + g) (x) = f( x) + g(x) = (2a - 3) x3 + (a - 1)x + 3 +
VxE IC -(0;-3) = { ~:~~==O~
3b = - 18
={;:; d= - 1
6

+ (3a - 7) x3 + (a - 2) . x 2 + 3x - a =>
=> (f + g) (x) = (5a - 1O) . x 3 + (a - 2) x 2 + (a + 2) x + (3 - a)
Resposta: a =1, b =- 6, e= 3, d =- 1
As sim sendo: gr(f + g) = 3 = 5a - 1O ,. O = a ,. 2 6. Determinar os va lores reais de a e b para que o polinôm io
Resposta: a ,. 2 x3 + 6x 2 + ax + b seja um cubo perfeito.
Resolução
4. Com relaçã o à qu estão anterior, sabendo-se que gr(f + g) = 1, Sendo x3 + 6x 2 + ax + b um polinômio de grau 3, será ele um
ca lcule (f . g) (x). cubo perfeito se for idênt ico a (mx + n)3. Ass im sendo:
Resolução x 3 + 6x 2 + ax + b s (m x + n) 3 =
5a - 10 = O
gr(f + g) = 1 = { a- 2 = O a= 2 = = x3 + 6x 2 + ax + b s m 3 x 3 + 3m 2 nx 2 + 3mn 2 x + n3 =

{;~2~~ ~ == 21
a + 2 ,. O
Se a = 2, então: 6 {
f( x) = x3 + x + 3 e g( x) = - x3 + 3x - 2 e portanto : = 3mn 2 =a = a= 12
(f . g) (x) = (x3 + x + 3) (- x3 + 3x - 2) = n3 = b b= 8
= (f . g) (x) = - x 6 + 3x 4 - 2x 3 - x4 + 3x 2 - 2x - 3x3 + 9x - 6 = Resposta: a= 12 e b =8
3
7. Determinar os valores de m para que a fu nção polin omial f, a= 1
definida por f (x) = x2 + 3x + m , seja quadrado perfeito. a2 = 1 3
{ { b=
Resolução = 2ab = 3 = 2 ou
Sendo x2 + 3x + m de gra u 2, será ele quadrado perfeito b2=m m=~
4
se for idêntico a (a x + b) 2.
Assim sendo: x2 + 3x + m = (ax + b) 2 = 9
=4
= x2 + 3x + m = a2x2 + 2abx + b2 = Resposta: m

8. Dado o polinômio x3 + (2 + m) x2 + (3 + 2m)x + 3m, ca lcule o va- O que se pode afirm ar a respeito dos graus dos po linôm ios q(x) e
lor numérico para x = m. r(x)?

9. (UESB) - Se P(x) = xn - xn - 1 + xn - 2 - ... + x2 - x + 1 e P(- 1) = 19, 15. Qual dos polinômios abaixo é identicam ente nulo?
então n é igual a: a) x2 + x + 1 b) x3 - 3x + x
~ 10 ~ 12 ci 14 ~ 16 ~ 18 e) 4x2 + (x3 - 1) + 2x d) x2 + x
10. (UBERL) - Se P(x) é um polinômio ta l que e) 4x 2 - (x 2 + x3) + x3 + 2x - 3x 2 - 2x
2P(x) + x2 P(x - 1) = x3 + 2x + 2, então P( 1) é igual a: 16. (UNESP) - Se a, b, e são números rea is tais que
a) O b) - 1 e) 1 d) - 2 e) 2 ax2 + b(x + 1)2 + c(x + 2) 2 = (x + 3) 2 para todo x real, então o va lor
de a - b + e é
11 . Determi ne P(x). sabendo que P(x + 1) = x2 - 7x + 6. a) - 5 b) - 1 e) 1 d) 3 e) 7

12. (FGV) - O polinômio P(x) = ax3 + bx2 + ex + 2 satisfaz as 17 . Os va lores de m , n e p de modo que sejam idênticos os poli-
seguintes condições: nômios:
P(- 1) = O P1 (x) = (m + n + p)x 4 - (p + 1)x3 + mx 2 + (n - p) x + n e
{ e , qualquer que seja x real. Então: P2 (x) = 2mx 3 + (2p + 7)x 2 + 5mx + 2m são, re specti vame nte:
P(x) - P(- x) = x3 a) 1, 2, - 3 b) 2, 3, 1 e) - 1, 2, 2
a) P(1) = - 1 b) P( 1) =O e) P(2) = O d) 2, 1, - 3 e) 1, - 3, 2

d) P(2) = - 8 e) P(2) = 12
18. (UFC) - Considere a igualdade ~ 3 A B
2+ x -1 x+T ·
13. O polinômio p(x) = (m - 4) . x3 + (m 2 - 16) . x2 + (m + 4) . x + 4 é X - 1 +
de grau 2:
A opção em que figuram os valores de A e B que tornam esta
a) se, e somente se, m = 4 ou m = - 4
igualdade uma identidade algébri ca é:
b) se, e somente se, m "' 4 a) A = - 2 e B = 1 b) A = 1 e B = - 2
e) se, e somente se, m "' - 4 e) A = 1 e B = 2 d) A = 2 e B = 1
d) se, e somente se, m "' 4 e m "' - 4 e) A= 2 e B = - 1
e) para nenh um valor de m
19 ·
S e - - ª - = ~ + _b_ + _e_, \:/x E IC -(0; 2; -2), então
x3 - 4x x x- 2 x + 2
14. (FGV) - Considere dois polinômios, f(x) e g(x). tais que o grau de
f( x) é n + 2 e o grau de g(x) é n - 1. os va lores de a , b e e serão, respectivamente:
Sejam q(x) e r(x) (r(x)"' O), respectiva mente, o quociente e o resto a) - 2; 2; - 1 b) - 1, 2, 1 e) - 2; 1; - 1

da divisão de f( x) por g(x). d) - 1; - 1; 2 e) - 2; 1; 1

8. Divisão de polinômios Exemplo 1


Na divisão de A(x) =x3 + 2x + 1 por B(x) =x4 + 3x3 + 4
Definição
obtemos quociente Q(x) = O e resto R(x) = x 3 + 2x + 1,
Dada a função polinorrual A, chamada dividendo, e
pois:
a função polinomial B, não identicamente nula, chamada
divisor, dividir A por B é obter a função po1inorrua1 Q, x 3 + 2x + 1 x4 + 3x 3 + 4
chamada quociente , e a função polinorrual R, chamada t------- ~
x 3 + 2x + 1 o
resto, tais que A(x) = B(x) . Q(x) + R(x) e o grau do
resto é menor que o grau do divisor ou o resto é
identicamente nulo. ~ { x 3 + 2x + 1 = (x 4 + 3x 3 + 4). O+ (x 3 + 2x + 1)
Simbolicamente gr(R) = 3 < gr(B) = 4

A /~QB cjÉ O ~{ - A_(x_) ~ !~)_.


_Q_(x) _+_R_(x_) É fáci l verificar que: se o grau do dividendo for
R
/< gr(R) < gr(B) ou R(x) O = menor que o grau do divisor, então o quociente será nu-
lo e o resto será igual ao dividendo; e reciprocamente.

4
Simbolicamente

gr(A) < gr(B) <=:> Q(x) = O e P(x) = A(x)

Daqui em diante , excluiremos este caso particular e consideraremos apenas os casos em que gr(A) ~ gr(B).
Exemplo 2
Na divisão de A(x) = x3 + 3x + 4 por B(x) = x2 - 1, obtemos quociente Q(x) = x e resto R(x) = 4x + 4 , pois:
x3 + 3x + 41 x2--=--!_ <=:> {x 3 + 3x + 4 = (x 2 - 1) . x + (4x + 4)
4x + 4 ~ gr(R) = 1 < gr(B) = 2

Observação
A divisão de polinômios é "muito parecida" com a divisão euclidiana definida em N . Existem , porém , duas
diferenças, pois na divisão de polinômios:
a) o valor numérico do divisor pode ser eventualmente nulo. No exemplo anterior, apesar de o polinômio B
não ser identicamente nulo, temos B(- 1) = B(l) = O
b) o valor numérico do resto pode ser maior ou igual ao valor numérico do divisor. No exemplo anteri or,
apesar de gr(R) < gr(B) , temos R(5) = B(5) = 24 e R(2) = 12 > B(2) = 3.

Cálculo de Q e R
O quociente e o resto da divisão de A por B, com B(x) =I= O, existem e são únicos. Podem ser calculados pelo
método da chave ou pelo Método de Descartes.

Método da Chave
Supondo que os polinômios A e B já estejam reduzidos e ordenados, o método da chave é um dispositivo prático
que consiste em obter o quociente Q e o resto R , em várias etapas, de modo análogo ao que se faz na divisão
euclidiana de números naturais.

Exemplo 1
Dividir A(x) = 2x 3 + 7x 2 + 4x - 4 por B(x) = x2 + 2x - 3 pelo método da chave .
a) Primeiro grupo de operações
Dividir a primeira parcela do dividendo pela primeira parcela do divisor, obtendo a primeira parcela do quociente.
Obter, em seguida , o primeiro resto parcial , lembrando-se de que R = A- B . Q .

...
2 .;k3 + 7x2 + 4x - 4 x2 + 2x-3
. . ... .....
- i x3 - 4x2 + 6x t· 2x ';
.. -~
·.... -.
--·········---
(·3~2 + lOx ~·;f·:: Primeira Parcela do Quociente
··························· ~
Primeiro Resto Parcial
Observe que , ao efetuar este grupo de operações:
a) o grau do resto parcial é menor que o grau do dividendo , pois há o cancelamento da primeira parcela.
b) 2x 3 + 7x2 + 4x - 4 = (x 2 + 2x - 3) . (2x) + (3 x2 + lüx - 4)
c) o grau do resto parcial não é menor que o grau do divisor e , portanto, a divisão ainda não terminou.

5
b) Segundo grupo de operações
Dividir a primeira parcela do primeiro resto parcial pela primeira parcela do divisor obtendo a próxima parcela do
quociente. Obter, em seguida, o segundo resto parcial, lembrando-se de que R = A- B . Q.

2 i 3 + 7x2 + 4x - 4 x2 + 2x-3
2x (+·3···.:
- 2x3 - 4x2 + 6x
·-...... ·· \
3~2 + l0x-4 Segunda Parcela do Quociente
- .:3x2 - 6x+9
. .-. . -. ......
( ~~. :i-._
s_'>~.'\
Segundo Resto Parcial
Observe que, ao efetuar o segundo grupo de operações:
a) o grau do segundo resto parcial é menor que o grau do primeiro resto parcial , pois há o cancelamento da primei-
ra parcela.
b) 2x3 +7x2 +4x-4aaa(x2 +2x-3) .(2x+3)+(4x+5)
c) o grau do segundo resto parcial já é menor que o grau do divisor e , portanto , a divisão terminou.
Assim sendo , na divisão de 2x 3 + 7x 2 + 4x - 4 por x 2 + 2x - 3 , obtêm-se quociente Q(x) = 2x + 3 e resto
R(x) = 4x + 5.

Exemplo 2
Dividir A(x) = x5 - 2x 3 + 3x + 2 por x2 + 3x + 1 pelo método da chave.
Resolução

xi+ Ox 4 - 2x3 + Ox 2 + 3x+ 2 x 2 + 3x + 1


.
- /x 5 - 3x4 - x3

: Segunda Parcela do Quociente


6x3+ 3x2 + 3x+ 2 }
_6~3 _ 18x2 _ 6x Primeira Parcela do Quociente
:' Primeiro Resto Parcial

:' - 3x+ 2 ~Segundo Resto Parcial


-15'X 2

+ 15x2 + 45x + 15
· .. •············ Terceiro Resto Parcial
(~~-~--~-~?_.·_-: ~
Resto Final
Assim sendo , na divisão de x 5 - 2x 3 + 3x + 2 por x 2 + 3x + 1, obtêm- se quociente Q(x) = x 3 - 3x 2 + 6x - 15 e
resto R(x) =42x + 17.
6
Exemplo 3
Dividir A(x) = 3x4 + 2x 3 - 7x 2 + 3x - 4 por B(x) = x2 + 2x - 3 pelo método da chave.
Resolução

3,ç.4 + 2x3 - 7x 2 + 3x - 4 x2 + 2x-3


-J~4 - 6x3 + 9x2 ,ó-~"i':i~-·4x·.::+iêL
- 4i3 + 2x2 + 3x - 4 -.. ..• ····-~~erceira Parcela do Quociente
+ Áx3 + 8x2 -12x Segunda Parcela do Quociente
Primeira Parcela do Quociente
10x2- 9x- 4
Primeiro Resto Parcial
- 10x2 - 20x + 30
-·· ········ Segundo Resto Parcial
( - 29x + 26) ~
··......... ·.... ...- Resto Final

Assim sendo, na divisão de 3x4 + 2x3 - 7x 2 + 3x - 4 por x 2 + 2x - 3, obtêm-se quociente Q(x) = 3x2 - 4x + 10 e
resto R(x) = - 29x + 26.
Método de Descartes
Este método , também chamado método dos coeficientes a determinar , consiste em
a) escrever o quociente Q, em função de coeficientes a serem determinados, lembrando que gr(Q) = gr(A) - gr(B) .
b) escrever o resto R, em função de coeficientes a serem determinados , lembrando que gr(R) < gr(B) ou R(x) = O.
c) utilizar a definição de divisão .
d) obter os coeficientes de Q e R , identificando os polinômios.

Exemplo
Dividir A(x) = 3x4 + 2x 3 - 7x2 + 3x - 4 por B(x) = x2 + 2x - 3 pelo Método de Descartes.
Resolução
a) O quociente é do tipo Q(x) = ax 2 + bx + e , pois gr(A) = 4, gr(B) = 2 e gr(Q) = 4 - 2 = 2.
b) O resto é do tipo R(x) = mx + n, pois gr(B) = 2 e gr(R) < gr(B) ou R(x) = Ü.
c) De acordo com a definição, temos:

3x4 + 2x3 - 7x2 + 3x - 4 x 2 + 2x -3

mx+n ax2 + bx + c

~ 3x4 + 2x3 - 7x2 + 3x - 4 = (x 2 + 2x - 3)(ax2 + bx + c) + (mx + n)


d) Identificando os polinômios , vem:

3x4 + 2x3 - 7x2 + 3x - 4 = ax4 + (2a + b)x3 + (- 3a + 2b + c)x2 + (- 3b + 2c + m)x + (- 3c + n) ~


a=3 a=3
2a + b = 2 b=-4
~ { Q(x) = 3x2 - 4x + 1
- 3a + 2b + c = - 7 c = 10
R(x) = - 29x + 26
-3b + 2c + m = 3 m=-29
-3c + n =-4 n=26
Assim sendo, na divisão de 3x4 + 2x 3 - 7x 2 + 3x - 4 por x 2 + 2x - 3, obtêm-se quociente Q(x) = 3x2 - 4x + 10 e
resto R(x) = - 29x + 26.
7
19. Divisão por x - a
Nas divisões de A(x) por x - a, o resto é um número independente de x, que passaremos a representar por r . De fato:

gr(B) = 1 }
= gr(R) =O ou R(x) = O= R(x) =r, com r E C
gr(R) < gr(B) ou R(x) = O

Por este motivo , além de poder dividir pelo método da chave ou pelo Método de Descartes , nas divisões por x - a
existe um processo mais simples para obter o quociente e o resto . Para obter apenas o resto, podemos utilizar o Teorema
de D' Alembert e para obter o quociente e o resto, o Dispositivo Prático de Briot-Ruffini.

Teorema de D' Alembert


O resto da divisão do polinômio A por x - a é o valor numérico de A para x = a.
Simbolicamente
A(x)~ ~ r = A(a)
r \ Q(x)
Demonstração

A(x) ~ - a
r Q(x)
= A(x) = (x - a). Q(x) + r = A(a) =(a-a). Q(a) + r = A(a) =O. Q(a) + r = A(a) = r
Exemplos
O resto da divisão de A(x) = x3 + 7x 2 - 3x + 1 por x - 2 é 31, pois:
x3 + 7x2 -3x + 1 ~ - 2
= r = A(2) = r = 23 + 7 . 22 - 3 . 2 + 1 = r = 31
r Q(x)
O resto da divisão de A(x) = x5 - 3x + 2 por x + 1 é 4, pois:

x 5 - 3x + 2 ~ + 1 = r = A(- 1) = r = (- 1)5 - 3 . (- 1) + 2 = r=4


r Q(x)
Obtenção do quociente e do resto
Dividindo A(x) = a 0 . xn + a 1 . xn - 1 + a 2 . xn - 2 + ... + ªn- 1 . x + ªn' com a 0 -:t:- O, por x- a, utilizando o Método
de Descartes , obtém-se um quociente do tipo Q(x) = <Jo. xn- 1 + q 1 .xn- 2 + q2 .xn- 3 + --+ CJn_ 2 .x + CJn_ 1 , com q0 -:t, O, e
um resto do tipo R(x) = r . Assim sendo:

A(x) 1 (x- a)
r Qo • xn - 1 + ql • xº - 2 + q2 . xn - 3 + ... + qn - 2. x + qn-1 =
= A(x) = (x - a) • (q x0 0 - l + q 1 • xº - 2 + q 2 • xº - 3 + ... + q 0 _ 2 . x + q 0 _ 1) + r =
= A(x) = qo • xº + (ql - aqo) • x º -1 + (q2 - aq1) . xº - 2 + ... + (qn -1 - a • qn - z) • x + (r - a • qn -1)

Igualando , dois a dois, os coeficientes deste último polinômio com os coeficientes iniciais de A(x),
respectivamente , ¾, a 1, '½, , ... , ªn' tem-se:

qo = ªo qo=¾
ql - aqo = ª1 q1 - aqo = ª1
q2 - aq l = '½_ q2 - aql =~

qn - 1 - aqn - 2 = ªn - J qn - l - aqn - 2 = ªn - l
r- a qn - J = ª n r- aqn- J = ªn

8
Além de a0 = Qo , o sistema anterior significa que:
(cada coeficiente de Q) x a + (próximo coeficiente de A) = próximo coeficiente de Q
É "nessa equação" que se baseia o Dispositivo Prático de Briot-Ruffini . Observe as várias etapas:

. . .

:···················-····················· + ----------- --·


.
y

.-·· ··· ········· -· ····· ········ ·· + . . .... .. .... .... .. .. .... ,


.
y
ª1 :âi: . • • ªn-1
ªº
1 1
'•(
e)

qo :éii':
.... .... ' :éii':
.... -. '




e assim por diante. Portanto , a partir de a0 = q 0 , seguindo a flecha obtemos ql' q2' q3 , ... , qn _ 1 e r.
Assim sendo , o Dispositivo Prático de Briot-Ruffini é:
,· ...................................... .........................................
:

.---------.... -------.. --.. -........ -.. -.. --.. -◄-- --.... -- --- ---.. . .................... -.... -- .
- .... - .... 1

.:
..
'
.: .. .----◄ - ·- - -- .----- ◄-

e
'f

• • •

- <=>-©--@- - - - - -@i----- t=
y
® t

~1
t

'r •••
t

4n - 1
t

r
.
y y
f .
.
'
1
'
1,. .. - .. - .. - .. - - - - - - - - - .. - .... .. - .... - - - - - - .. - .. ► --.. ....... . ...... --.. -.. ........ . . -.. ---------.. . -.... ---.. . .... ~ .-
...
'

· - -- --- - - - - - -- -- -- -- ----- - - - -- - - --►- - - --- --- - - - ---- --- - ---- -- - - ---- -- -------- -- --- - - -- - - --- --
'

9
Exemplo 2 -6 o 4
Dividir x4 - 7x 2 + 3x - 1 por x - 2.
Resolução 2 - 8 8 - 4
Pelo dispositivo prático de Briot-Ruffini, tem-se:
b) o último coeficiente - 3 já é o resto .
1 o -7 3 -1 2 c) os demais coeficientes devem ser divididos por
'f 2, que é o coeficiente de x no divisor 2x + 2. O
1 2 -3 -3 -7 dispositivo completo, portanto, é:

Logo:
~ resto 2 -6 o
2 - 8 8 - 4 - 3
4 -7, -1
x4 - 7x 2 + 3x - 1 11--x_-_2_ _ _ __ '-----..,--- ~

1 - 4 4 - 2 resto
- 7 lx3 + 2x2 - 3x - 3

1 O. Divisão por ax + b
Logo:
'coeficientes de Q

Se o divisor é do tipo ax + b, com a ,t;. O, então:


2x4 - 6x 3 + 4x - 7 ~_2_x_+_2_ _ __
b - 3 x 3 - 4x 2 + 4x - 2
A(x) x+ -
A(x) ~ ~ a
r \.QW r a. Q(x) 11. Divisão por (x - O'.) • (x - (3)
Dessa equivalência, nota-se que: Se A(x) for divisível por (x - a) . (x - 13) , então para
obter o quociente , pode-se efetuar duas d ivisões suces-
a) X a
+ b e' d O tipo
.
X - a com a = - b a sivas, utilizando o Dispositivo Prático de Briot-Ruffini.
Simbolicamente
b) - ~
a é a raiz de ax + b = O

c) nas duas divisões, o resto é o mesmo A(x) (x - a)(x - a)


d) dividindo-se a . Q(x) por a , obtém-se Q(x) r Q(x)
Nas divisões de A(x) por ax + b , com a ,t;. O, podemos
utilizar, portanto , o Teorema de D' Alembert e o
Dispositivo Prático de Briot-Rufflni , observando que Se A(x) não for divisível por (x - a) . (x - 13) , então
a obtenção do quociente e do resto deve ser feita pelo
a) o número a, tanto no Teorema de D ' Alembert método da chave ou pelo Método de Descartes .
como no Dispositivo Prático de Briot-Ruffini , é sempre
a raiz de ax + b = O. Problema importante
Dados os restos r I e r 2 das divisões da função poli-
b) no Dispositivo Prático de Briot-Ruffini, o último nomial A por x - a ex -13 , respectivamente , com a -:t- f3 ,
coeficiente já é o resto r. determinar o resto da divisão de A por (x - a) . (x - f3) .
Resolução
c) para obter os coeficientes de Q, os demai s coefi- a) Pelo enunciado, tem-se:
cientes do dispositivo devem ser divididos por a, que é o

~
coeficiente de x no divisor ax + b. A(x)
~ A(a) = r1 (1)
r1 )
Exemplo

~
Dividir 2x 4 - 6x 3 + 4x - 7 por 2x + 2. A(x)
~ A (f3) = r2 (II)
Resolução r2 )
a) pelo Dispositivo Prático de Briot-Ruffini , com
b) O resto da divi são de A por (x - a) . (x - 13) é do
a..= _ J que é a raiz de 2x + 2 = O, tem-se : tipo R(x) = ax + b, poi s gr(B) = 2
10
c) Da definição de divisão , tem-se: com a 1, a 2 , a 3 e a 4 dois a dois di stintos, pode-se
determinar, de modo análogo , o resto da di visão de
A(x) (x - a) . (x - B)
A(x) por (x - a 1).(x - a 2 ).(x - a 3 ).(x - aJ. E assim por
ax + b Q(x) diante ...
= A(x) = (x - a) . (x - B) . Q(x) + ax + b {III)
12. Teoremas importantes
d) De (III), para x = a e x = B, tem-se: a) A condição necessária e suficiente para que a fun -
x = a=:.A(a) = (a-a) .(a-B) .Q(a)+aa+b} ção polinomial A seja divisível por x - a é que a seja raiz
x = f3 =:. A(f3) = ((3 - a) • (B - (3) . Q(f3) + a f3 + b ⇒ de A .
Demonstração
{IV)
(V) A(x)I x - a
0 Q(x) = r = A(a)=0= A(a ) = 0 = aéraizde A
e) Substituindo (1) e (II) em (IV) e (V ) , vem:
b) Se a função polinomial A for di visível por x - a e
por x - (3, com a .e (3 , então A será também di visível por
(x-a).(x - (3) .
Demonstração
Utilizando o resultado do problema do item anterior,
no caso particular em que r 1 = r2 = O, concluímos que o
f) Substituindo o valor de a em a . a+ b = r 1, resulta: resto da divisão de A(x) por (x - a) . (x - (3) , com a -:t:- (3, é:
r 1 - r2 ar 2 - (3r 1
- - - .a+ b = r 1 =:. b = - - - - - R(x) = ( O- O) . x + ( a . O - f3 . O ) =
a -(3 a - (3 a - (3 a - (3
g) Conclusão: O resto da divisão de A por = R(x) =O. x +O= R(x) = O.
(x - a) . (x - (3), com a -:t:- (3 , é:
Assim sendo , se a -:t:- (3 , tem-se:

A(x) (x - a) . (x - b)
Observações
a) Dados os restos r 1 , r 2 e r 3 das di visões da função o Qz(x)
polinomial A por x - a 1 , x - a 2 e x - a 3 , respecti-
vamente, com a 1 , a 2 e a 3 dois a dois distintos , pode-se
determinar , de modo análogo , o resto da divisão de A(x) Dos itens anteriores , conclui-se que
por (x - a 1) . (x - a 2) . (x - a 3) . c) a condição necessária e sufic iente para que a fun -
b) Dados os restos r 1 , r 2 , r 3 e r4 das divisões de ção polinomial A seja divisível por (x - a) . (x - (3), com
A(x) por x - a 1 , x - a 2 , x - a 3 e x - a 4 , respectivamente , a ;e (3 , é que a e f3 sejam raízes de A.

20. Dividir, pelo m étodo da chave , x4 + 2x - 3 por x 2 + x + 1. 21 . (UNESP - MODELO ENEM) - Seja x um número real positivo. O
Resolução volume de um pa ralelepípedo reto retângulo é dado, em função
de x, pelo poli nômio x3 + 7x 2 + 14x + 8. Se uma aresta do
~.1 + Ox3 + Ox 2 + 2x - 3 x2 + x + 1 paral elepípedo mede x+ 1, a área da face perpendicular a essa
aresta pode ser expressa por:
-i4 - x3 - x2 x2 - x
a) x2 - 6x + 8 b) x2 + 14x + 8 c) x2 + 7x + 8
- x--?' - -y,2 + 2x - 3
d) x2 - 7x + 8 e) x2 + 6x + 8
+ ,.;3 + /~2 + X
Resolução
3x - 3
Se o vo lume do paralelepípedo reto retângulo é dado por
Resposta: Q (x) =x2 - x e R(x ) =3x - 3 x3 + 7x 2 + 14x + 8, com x > O, então, a área da face perpendicular
à aresta de medida x + 1 é dada por

11
25. Dete rminar a e b de modo que x4 - 3x3 + ax + b seja divisível por
x3 + 7x2 + 14x + 8
= x2 + 6x + 8, pois x2 - 2x + 4 .
X +1 Resolução
Dividindo, pelo método da chave , temos:
7 14 8 1 -1
6 8 o 1 ~f- 3x 3 + 0x 2 + ax + b x2 - 2x + 4
- -/~4 + 2x3 - 4x2 x2 - X - 6
Resposta: E
-_:J.~ - 4x2 + ax + b
_J. x3 - 2x 2 + 4x
22. Dividir x3 + 2x por x4 + 3x2 - 2x + 1 .
Resolução
- 9'*2 + {a + 4)x + b
j / 6x2 - 12x + 24
x3 + 2x ,__x_
4 +_ 2 -_
3x_ 2x_+_
1 , pois
(a - 8)x + {b + 24)
x3 + 2x o
O resto R(x) = {a - 8) . x + {b + 24) é identicamente nulo, pois a
3 4 2 3
{ x + 2x = (x + 3x - 2x + 1) . O + (x + 2x) divisão é exata. Assim sendo:
gr(R) = 3 < gr(B) = 4
{a - 8) . x + {b + 24) = O = a - 8 = O e b + 24 = O =
Resposta: O(xl O e R(x) = x 3 + 2x
= a= 8 e b = - 24
Obs. : Se gr(A) < gr(B), então R(x) a A{x) e O{x) a O Resposta: a = 8 e b = - 24

23. Divid ir, pelo método de chave, 3x4 + 2x 3 - 5x2 + 3x - 4 por 26, Determi nar p e q de modo que o resto da divisão de x 3 + px + q
x2 - 5x + 1. por x2 - x - 2 seja igua l a 4.
Resolução Resolução
3, i + 2x3 - 5x2 + 3x - 4 Uma maneira de resolver a questão é dividir pelo m étodo da
x2 - 5x + 1
chave e impor, no fin al, a cond ição R{x) = 4. É o proce sso utilizado
- ,2Íx4 + 15x3 - 3x 2 3x2 + 17x + 77
no exercício anterior.
17.,x3 - 8x 2 + 3x - 4 Outra maneira é dividir pelo método dos coef ic ientes a det er-
- _}'7x3 + 85x2 - 17x minar. É o que vamos utilizar neste exercício . Ass im, se ndo
Q{ x) = x + a e R( x) = 4, temos:
7_7~2 + 14x - 4
- .:17x 2 + 385x - 77 x3 + px + q ~ 2 - x - 2 = x3 + px + q = (x2 - x - 2) . {x + a) + 4 =
371 x - 81 4 x +a

Resposta: O(x) = 3x2 + 17x + 77 e R{x) = 371x - 81


= x3 + ox2 + px + q e x3 + (a - 1}x2 + (- a - 2}x + (-2a + 4) =
ç;, { ~: ~ ~p; ç;, { ~ ~ 3 = Q(x} =
: X + 1
- 2a + 4 = q q= 2
24. Dividir, pelo método dos coeficientes a determinar, x4 + 2x - 3 por
X2 +X+1 Resposta: p =- 3 e q =2
Resolução
a) A(x) = x4 + 2x - 3 e B(x) = x2 + x + 1 27 . Achar O resto da divisão de A(x) = x3 - 2x + 2 por x - 3.

b) gr(R) < gr(B) ou R(x) = O = gr{R) < 2 ou R(x) e O = Resolução

= R(x) = ax + b 0 resto da divisão de A(x) por x - 3 é, pelo Teorema de D'Alembert,


A(3).
c) gr{A) > gr(B) = gr{Q) = gr(A) - gr{B) =
= gr( O) = 4 - 2 = gr(Q) = 2 = O{x) = px2 + qx + r A(x) 1 ~ = r = A(3)
r jO(x)
d) pela defin ição de divisão, tem-se:
Assi m : r = A(3) = 33 - 2 . 3 + 2 = 23
x4 + 2x - 3 x2 + x + 1 Resposta: O resto da divisão é 23 .
ax + b px2 + qx + r
28 , Acha r o resto da divisão de A(x) = x4 + 2x 3 - 2x + 1 por x + 2 _
= x4 + 2x - 3 = (x 2 + x + 1) . (px 2 + qx + r) + (ax + b) Resolução
e) reduzindo e ordenando os polinômios, vem: o resto é A(- 2), lembrando que - 2 é raiz de x + 2 = o.
x4 + 2x - 3 e px4 + {p + q)x3 + (r + q + p) x2 + {r + q + a) x + (r + b) Ass im : r = A{- 2) = (- 2) 4 + 2(- 2) 3 - 2(- 2) + 1 = 5
f) igualando os coeficientes, dois a dois, decorre : Resposta: O resto da divisão é 5.

p=1
p+ q = o = {p=1
q = - 1 = O(x) = x2 _ x 29 . Acha r o resto da divisão de A{x) = 2x 4 + 3x 2 - 7x + 3 por 2x + 4 _
{ r+q+p=0 r=O Resoluçã o

a = 3 = R( ) - o resto é A{- 2), lembrando que - 2 é a raiz de 2x + 4 = o.


r+q +a = 2
r+b=-3
= { b=-3 X -
3
X- 3
Ass im : r = A(- 2) = 2 . (- 2) 4 + 3 . (- 2) 2 - 7 . (- 2) + 3 = 61

Resposta : O (x) =x 2 - x e R(x) =Jx - 3 Resposta : O resto da divisão é 61.

12
30. Dividir x4 + 3x 2 - 7x + 2 por x - 2 pelo método da chave . Assim se ndo:
Resolução
A(2) = 27 = 23 + 7 . 2 2 + a . 2 + 1 = 27 = a = - 5
~f + 0x3 + 3x 2 - 7x + 2 Resposta: a = - 5
?x 4 + 2x3 x3 + 2x 2 + 7x + 7 35. Mostrar que o polinômio x3 - 6x2 + 9x - 4 é divisível por
~/l + 3x 2 - 7x + 2 x 2 - 5x + 4.
7:'2x3 + 4x2 Resolução
1? Processo
,..ix2 - 7x + 2
Dividir pelo método da chave e mostrar que R(x) = O.
/ · 7x2 + 14x 2? Processo
7_~...+ 2 Dividir pelo método dos coeficientes a determinar e mostrar que
- ,..ix + 14 R(x) = O
3? Processo
16
Notando-se que x 2 - 5x + 4 = (x - 1J (x - 4). utilizar o teo rema:
Resposta: O(x) = x 3 + 2x 2 + 7x + 7 e R(x) = 16
"Se A é divisível por x - a e por x - 13, com a "' 13, então A é
divisíve l por (x - a) . (x - l3) ."
31 . Repetir a questão anterior. uti lizando o Dispositivo Prático de
Briot-Ruffini. Resolve ndo por este último processo, tem-se :
Resolução
Para a = 2, que é a raiz de x - 2 = O, tem-se: A(1)=1 3 -6 . 12 +9 1-4=0=A(x) l_,<- l 1
o 3 -7 2 2 o~=
2 7 7 16
A(4) = 43 - 6 42 + 9 4 - 4 = o= A(x) Lx - 4
......._,_, o~
coeficientes de O resto
A(x) (x - 1)(x - 4)
i------- = A é divisível por x2 - 5x + 4
O resto é 16 e os coeficientes de O são 1, 2, 7, 7. o O(x)
Resposta: O(x) = x 3 + 2x 2 + 7x + 7 e R(x) = 16
36. O polinômio x4 + ax3 - 5x2 + b é divisível por x2 - 3x + 2.
Determinar a e b.
32. Dividir 2x3 + 7x 2 - 4 por x + 2.
Resolução
Resolução
Lembrando-se de que x2 - 3x + 2 = (x - 1) (x - 2), tem-se:
Utilizando o Dispositivo Prático de Briot-Ruffini com a = - 2, que
é a raiz de x + 2 = O, tem-se : A(x) x2 - 3x + 2 A(x) (x - 1)(x - 2)

2 7 o -4 o O(x) = o Q(x)
,-2

~ =
2 3 -6 8
~
......._,_, A( 1)=0
coeficientes de O resto

Resposta: O(x) = 2x 2 + 3x - 6 e R(x) = 8 W, = A(2) = 0

Assim sendo :
33. Dividir 2x4 + 3x3 - 6x2 + 7 por 2x + 4.
a +b= 4 = {a = 0
Resolução A(1) = O= 14 + a . 13 - 5 . 12 + b = O
a) Utilizando o Dispositivo Prático de Briot-R uffini com a = - 2,
A(2J = O= 24 + a . 23 - 5 . 22 + b = O
} = { 8a+b =4 b=4
que é a raiz de 2x + 4 = O, tem-se:
Resposta: a= O e b=4
2 3 -6 o 7
1- 2
37. Sabe ndo-se que o polinômio x4 - 5x3 + Bx 2 + ax + b é divisível
2 -1 -4 8 - 9
......._,_, por (x - 1)2 , calcu lar a e b .
coefi cientes de 2 . o resto Resolução
b) O último coefi ciente, - 9, já é o resto. O teorema utilizado nos dois exercícios anteriores não va le neste
c) Os demais coefi cientes devem ser divid idos por 2, que é caso, pois (x - 1)2 = (x - 1)(x - 1) é do tipo (x - a) . (x - 13) com a = 13.
coeficiente de x no divisor 2x + 4. Os coeficientes de Q são, Resolverem os a questão efetuando duas divisões sucessivas por
pois : x - 1, pois:
1
1, - 2· - 2, 4 A(x) (x - 1)2 A(x) 1 X -1

1 O O(x) O ~l_,<-1 ,
Resposta: O(x) = x 3 - -x 2 - 2x + 4 e R(x) =- 9
2 o~
34. Sabendo-se que o resto da divisão de A(x) = x 3 + 7x 2 + ax + 1
Uti lizando o Dispositivo Prático de Briot-Ruffini, tem-se:
por x - 2 é 27, determinar o valor de a.
Resolução - 5 8 a
De acordo com o Teorema de D'A/embert, temos: a)
-4 4 a+4 a+:+4I
A(x) l__J<_--_2 = r = 27 = A(2) '--,-----J
27 ~ coeficientes de 0 1 resto

13
40. Dividir xº + aº por x - a, com n E N* .
-4 4 a+4
b)
Resoluçã o
-3 a+5
,_____, Utilizando o Disposit ivo Prático de Briot-Ruffini, tem-se:
coeficientes de O re sto
n - 1 ze ro s
c) Já que a divisão é exata, os restos são nulos .
Assim: {
a+b+4=0
a=- 5eb= 1 = o o o o aº
a+5=0 1a
a a2 a3 an- 1 2aº
Resp osta: a = - 5 e b = 1 ~

coef icientes de O resto

38. Dividindo-se a fun ção polinomial A por x - 1, obtém-se resto 2 e Resposta:


dividindo-se por x - 2, obtém-se resto 3. Calcular o resto da
divisão de A por (x - 1) . (x - 2) . x" +a" \ x - a
2a" r -x-n---,-+-a_ _ x_0___2_+_a_
2 ___x_"_ _3 _+___.. _+_a_"___2_ __x_+_a"-_
-,
Resoluçã o
a) Pelo enunciado, tem-se:
A(x)
2
~ => A(1) =2 (1)
41 . Dividi r xº - aº por x + a, com n E N *.
Resolução

A(x) ~ - 2 Utilizando o Dispositivo Prático de Briot-Ruffini, temos:


=> A(2) =3 (li)
3 0 2 (x)
n - 1 zeros
b) O resto da divisão de A por B( x) = (x - 1) (x - 2) é do tipo
R(x) = ax + b, pois gr(B) = 2. o o o o - aº -a

-a a2 - a3 (- a)n-1 (- a)º - aº
c) Aplica ndo-se a def inição de divisão, tem-se:
'---.r-----'
A(x) (x - 1)(x - 2) coeficientes de O resto
ax + b O(x)
= A(x) = (x - 1) . (x - 2) . O(x) + ax + b (1 11)
Resposta:
d) De (Il i), para x = 1 ex = 2, re su lta:
x" - a" 1 x + a
x= 1 = A(1) = (1 - 1) . (1 - 2) . 0(1) + a . 1 + b = A(1) = a + b (IV) r r - x-"-_-,-_-a___x_"___2_+_a_
2 -._x _"___
3 _+-.-..-+-(-_a_)_"__-,

x = 2 => A(2) = (2 - 1) . (2 - 2) . 0 (2) + a . 2 + b => A(2) = 2a + b M


Sendo r = O se n for par, e r = - 2a" se n for ímpar.
e) Substitui ndo-se (1) e (li) em (IV) e (V), vem :
a+b =2
{
2a + b =3
= a = 1eb = 1
42. Dividir xº + aº por x + a, com n E N* .
Resposta : O resto da divisão é R(x) = x + 1. Resoluç ão
Utiliza ndo o Dispositivo Prático de Briot-Rutfini, temos:
39. Dividir xº - aº por x - a, com n E N* .
Resolução
n - 1 zeros
Utilizando o Dispositivo de Briot-Ruffini, tem-se :

o o
n - 1 zeros

o o - aº
1 a
- a
o o
a2
o
- a3
o
(- a)º - ,

(-a)º + a"
'----.,,----1
1~
a a2 a3 aº _ , o coefi cientes de O resto
'---,.,-J

coeficientes de O resto Resposta:

Resposta: x" + a" 1 x - a


r i---x-"-_-, -_-a___x_"___2_+-
a-
2 .-x"___3_ +-.-
.. -+_(___a_)_"__-,
x"o- a" r_x_-_a_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __
x" - 1 + a . x" - 2 + a2 . x" - 3 + ... + a" - 2 . x + a" - 1
S e ndo r = O se n for ímpa r, e r = 2a" se n for par.

43. (UFRN) - Se A, B e C são nú m eros rea is e 45 . (UECE ) - O resto da divisão do polinômio


P(x) = x 5 - 7x 2 + 2x + 4 dividido por O(x) = x3 - 8 deixa resto P(x) = 2(x + 1)2 + x(x - 1) + 8 por x2 + x + 1 é:
R(x) = Ax 2 + Bx + C, pode-se afirmar que 4 A + 2 B + é igua l a: e a) 5 b) 6 e) 7 d) 8 e) 9
a) 8 bl 16 e) 12 d) 20
46. (UFGO) - Na divisão do polinômio P( x) = ax 3 + bx 2 + ex + d pelo
44. (UESPI) - O resto da divisão do pol inômi o P(x) = x4 + 69 por polinômio D(x) = x2 + 1, encontra-se para quociente o poli nôm io
x2 + 4x + 8 é: Q(x) = 2x - 1 e para resto o polinômio R(x) = x + 1. Então P(xl é 0
a) 2 b) 3 e) 4 d) 5 e) 6 polinômio

14
a) x 3 - x 2 + x + 1 b) 2x 3 - x 2 + 1 e) 2x 3 - x 2 - x + 1 a) R(x) = - 2 e O(x) tem grau 998
d) 2x 3 - x 2 + 3x e) x 3 - x 2 - 1 b) R(x) = O e O(x) se anula para x = O
e) R(x) = - 2 e O(x) se anula para x = - 1
47 . (FGV) - Dividi ndo o polinômio P(x) por x 2 + x - 1, obtêm-se d) R(x) = O e O (x) vale 1 para x = O
quociente igual a x - 5 e resto igual a 13x + 5. O va lor de P(1) é : e) R(x) = - 2 e O(x) va le - 1 para x = O
a) 12 b) 13 e) 15 d) 16 e) 14
61 . Dividindo-se o polinômio p(x) por 2x - 1, obtêm-se quociente x2 - x
48. (UESPI) - Se o polinômio P(x) = x3 + mx 2 - 1 é divisível por x2 + x - 1,
então m é igual a: e resto m. Se p(- 1) = O, então o va lor de m é:
a) - 3 b) - 2 e) - 1 d) 1 e) 2 a) O b) 1 e) 3 d) 4 e) 6

ax 4 + 5x 2 -a x + 4 ~
62. O val or de a , para que o resto da divisão do polinômio
49 . (MACKENZIE) r(x) fc5w p(x) = ax 3 - 2x + 1, por x - 3, seja 4 é:

Considerando o resto r(x) e o quociente O(x) da divisão acima. se


a) ~ b) 2- e) 2- d) l._ e) 1
3 3 2 2
r(4) = O, 0(1) vale
a) 1 b) - 3 e) - 5 d) - 4 e) 2 63. O polinômio P(x) = x 5 + ax 4 - bx é d ivisível por x - 2. Divid ido por
x + 2, dá resto 8 . Entã o, o valor de b é:
50. (UEL) - Sabe-se que na divisão do polinômio f = x3 - 2x 2 + kx + t
por g = x2 - x + 1, obtém-se re sto 3x - 2. Nessas condições, os
a) 2-
4
b) - 18 e) 18 d) - J_ e) 12
4
números reais k e t são ta is que k - t é igua l a:
a) 8 b) 4 e) 2 d) - 2 e) - 8 64. (FUVEST) - O polinômio p(x) = x 3 + ax 2 + bx , em que a e b são
números reais, tem restos 2 e 4 quando divid ido por x - 2 e x - 1,
51 . (UEL) - Div idindo-se o po linômio x4 + 2x 3 - 2x 2 - 4x - 21 por x + 3, respectivamente . Assim, o va lor de a é
obtêm-se : a) - 6 b) - 7 e) - 8 d) - 9 e) - 1O
a) x3 - 2x2 + x - 12 com resto nulo
b) x3 - 2x 2 + 3 com resto 16 65. Para que o polinômio x3 - 6x2 + m x + n seja divisível por (x - 1) (x - 2),
o produto mn dev e ser igual a:
e) x3 + x2 - 13x + 35 e resto 84
a) 2 b) - 66 e) - 2 d) 66 e) O
d) x3 + x2 - 3x + 1 com resto 2
e) x3 - x2 + x - 7 e resto nulo 66. Sejam m e n determinados de tal modo que o polinômio
x 4 - 12x 3 + 47 x 2 + m x + n seja divisível por x 2 - 7x + 6. Então
2 O resto da divisão do polinômio x 4 + x3 + x 2 + x + 1 por x + 1 é: m + n é igu al a:
5 . ) 2
a) o b) 5 e) - 1 d) 1 e
a) 72 b) O e) - 36 d) 36 e) 58
53 . o resto da divisão do polinômio p(x) = 2x4 - 3x + 1 por g(x) = 2x - 1 é:
67. (UNESP) - Considere o pol inômio p(x) = x 3 + bx 2 + ex + d, em
a) 54 b) - 54 e) 83 d) 3
8 e
) 2
5 que b, e e d são constantes reais . A deriva da de p (x) é, por
definição, o polin ômio p'(x) = 3 x 2 + 2bx + e. Se p '( 1) = O,
54. O quociente da divisão de 2x 4 - 5x 3 - 10x - 1 por x - 3 é: p'(-1) = 4 e o resto da divisão de p( x) por x - 1 é 2, então o
polinômio p(x) é:
a) 2x3 _ 11 x2 + 23x - 68 b) 2x 3 - 11 x 2 + 33x + 109
e) 2x3 - 11 x 2 + 33x - 109 d) 2x 2 + x - 7 a) x 3 - x 2 + x + 1 b) x 3 - x 2 - x + 3
e) x 3 - x 2 - x - 3 d) x 3 - x 2 - 2x + 4
e) 2x 3 + x 2 + 3x - 1
e) x 3 - x 2 - x + 2
55. Na divisão do polinômio x 5 - 4x 3 + 2x + 1 por x - 1, o resto é:
a) 1 b) O e) - 2 d) 2 e) - 1 68. (U NOPAR) - Se o polin ômio P(x) = 2x 3 - px 2 + 2px - 16 é div isível
por (x - 2) 2, então p é igual a:
56. (UEL) - Se o resto da divisão do polinômio p = x 4 - 4x 3 - kx - 75
por (x - 5) é 10, o va lor de k é: a) 16 ~ 12 ci 8 d) 6 e) 4

a) _ 5 b) - 4 e) 5 d) 6 e) 8 69. (U NESP) - Se x0 = - 2 é um zero de p(x) = x3 + 5x2 + kx - 1,


send o k uma constante, então p(x) é divisível por
57 . (PUCCAMP) - Dividindo-se um polinômio f por g = x 2 - 1, obtêm-
a) 2x 2 + 6x - 1 b) 2x 2 + 6x + 1
se quociente q = 2x + 1 e resto r = kx - 9, sendo k E IR. Se f é
div isível por x - 2, então k é igua l a e) x 2 + 3x - 1 d) x 2 + 3x
a) 6 b) 3 e) - 1 d) - 3 e) - 6 e ) x2 + 1

58. (MACKENZIE) - Um po linômio p(x) tem resto A, quando dividido


70. (FUVEST) - Seja p(x) um polin ômio divisíve l por x - 3. D ivi dindo
por (x - A), e resto B, quando div idido por (x - B), sendo A e B
p( x) por x - 1, obtemos quociente q(x) e resto r = 1O. O resto da
números rea is. Se o polinômio p( x) é divisível por (x - A)(x - B),
divisão de q(x) por x - 3 é:
então: a) - 5 b) - 3 e) O d) 3 e) 5
a) A= B = O b) A = B = 1
e) A= 1 e B = - 1 d) A= O e B = 1 71. (MACKENZIE) - Um polinômio p(x), de grau maior que 1, deixa
e) A = 1 e B = O resto 1, quando dividido por x - 2. e deixa resto 2. quando dividi-
do por x - 3 . O resto da divisão de p(x) por x 2 - 5x + 6 é
59. (FGV) - Dividindo o binômio P(x ) = 3x 101 + 1 pelo binômio a) x b) 2x + 1 e) 2x d) x - 1 e) 2
D(x) = x2 - 1, obtemos como resto o b inômio R(x) = ax + b.
Determine os coeficientes a e b do binô mio R(x). 72. (MACKENZIE) - Se R(x) é o resto da divisão

60. A divisão x999 - 1 por x - 1 tem rest o R( x) e quociente O(x). Pode- (x 80 + 3x 79 - x 2 - x - 1) -;- (x 2 + 2x - 3), então R(0) vale :

se afirmar que : a) - 2 b) - 1 e) O d) 1 e) 2

15
73. (FUVEST) - Considere P(x) um polinômio de grau 2: 2 tal que 77 . (FGV) - Considere a função y = f(x), tal que:
P( 1) = 2 e P(2) = 1 . Sejam D(x) = (x - 2) (x - 1) e O(x) o quociente f(x) = x3 - 2x 2 - x + 2
e cujo gráfico está representado na figura abaixo.
da divisão de P(x) por D(x).
a) Determine o resto da divisão de P(x) por D(x).
b) Sabendo-se que o termo independente de P(x) é igual a 8, y
determine o termo independente de O(x).

74. Um polinômio P(x) dividido por x - 2 dá resto 3 e dividido por x2 - 2 f (x)


dá resto 3x - 1 . O resto da divisão de P(x) por (x - 2) (x 2 - 2) é:
a) - x2 + 3x + 1 b) 9x - 3 c) x2 - 3x - 1
-2
d) 4x2 + 2x - 3 e) x2 + 3x + 1

75. (UNIF) - O resto da divisão de f( x) = xn + an por g(x) =x + a,


sendo n par, é 1
a) O b) 2 an c) a" d) 2a" e) 4a"

--------------- -12
76. (FUVEST) - Dividindo-se o polinômio p(x) por 2x2 - 3x + 1,
obtém-se quociente 3x 2 + 1 e resto - x + 2. Nessas condições, o
resto da divisão de p(x) por x - 1 é: Determine o conjunto solução da inequação
a) 2 b) 1 c) O d) - 1 e) - 2 Os x3 - 2x2 - x + 14 s 12.

8) P(m) = 2m 3 + 4m 2 + 6m 9) E 10) E 581 A 59) a= 3 e b = 1 60) D

11) P(x)=x2 -9x+14 121 e 13) E 61) E 62) B 63l e 64) A

14) gr(q) = 3 e Os gr(r) < n - 1, n EN*, n 2: 2 65) B 66l e 67) B 68) B

15) E 16) E 17) A 18) E

19) E 43l e 44) D 45l e 69) A 70) A 71) D 72) B

46) D 47) E 48) E 49l e 5


73) a) - X+ 3 b)- 74) A
50) A 51) E 52) D 53) D 2

54) E 55) B 57) D 76) B 77) -2 s X s-1 ou 1 s x s 2


56) E 75) D

16
EQUAÇÕES ALGÉBRICAS

1. Definição O significado desta propriedade é: podemos transpor


um termo de um membro para outro, trocando o sinal do
Equação algébrica coeficiente, sem mudar o conjunto verdade.
Equação algébrica ou equação polinomial é toda Exemplo
sentença aberta do tipo P(x) = Q(x), em que P e Q são A equação x2 - x + 9 = 3x + 6 é equivalente à
funções polinomiais. equação x2 - 4x + 3 = O, pois:
Exemplo x2 - x + 9 = 3x + 6 ç::,
Sendo P(x) = x 3 - 3x 2 e Q(x) = x - 3, a sentença ç::, (x 2 - x + 9) + (- 3x - 6) = 3x + 6 + (- 3x - 6) ç::,
aberta x 3 - 3x 2 = x - 3 é uma equação algébrica.
ç::, x2 - x + 9 - 3x - 6 = 3x + 6 - 3x - 6 ç::,
Raiz de uma equação ~lgébrica ç::, x 2 - 4x + 3 = O
O número r E C é raiz da equação P(x) = Q(x) se , e b) A equação algébrica P(x) = Q(x) é equivalente à
somente se, P(r) = Q(r). equação k . P(x) = k . Q(x), qualquer que seja k E C*.
Exemplo
O significado desta propriedade é: podemos mul-
O número 1 é raiz da equação x 3 - 3x2 = x - 3, pois :
tiplicar ambos os membros de uma equação por um
P(l) = 13 - 3 . 12 = 1 - 3 = - 2 } ~ P(l) = Q(l) número, diferente de zero , sem alterar o seu conjunto
Q(l)=l-3=-2 verdade .
Exemplo
_ X 1
Conjunto Solução 2
A equaçao x - - + - = 2 é equivalente à
2 3
Conjunto Solução ou Conjunto Verdade de uma
equação algébrica é o conjunto de todas, e som.ente, as
raízes da equação. Representa-se por S ou V. Simboli-
camente , V= {r E C I P(r) = Q(r)}.
x2 - ; + +
equação 6x2 - 3x - 10 = O, pois:

=2 ç::, 6 . ( x2 - ; + +) =6 . 2 ç::,

Resolver uma equação é obter o seu conjunto ver- ç::, 6x 2 - 3x + 2 = 12 ç::,

dade . ç::, (6x 2 - 3x + 2) + (- 12) = 12 + (- 12) ç::,

Exemplo ç::, 6x 2 - 3x + 2 - 12 = 12 - 12 ç::,


O conjunto verdade de x3 - 3x2 = x -3 é V= {-1; 1; 3} ç::, 6x2 - 3x - 10 = O
Equações equivalentes Redução
Duas equações algébricas são equivalentes se, e
Das propriedades anteriores , concluímos que toda
somente se, seus conjuntos verdade são iguais .
equação algébrica P(x) = Q(x) é redutível à forma F(x) = O,
Exemplo em que F é uma função polinomial. Toda equação
A equação x3-3x2 =x-3 e a equação x3 -3x2-x + 5 = 2
algébrica pode , portanto , ser colocada na forma:
são equivalentes , pois ambas têm conjunto verdade
V= {-1; 1; 3}. F(x) = ªo xª + ª1 xn-1 + ~ xn-2 + ... + ªn-1 x+ ªn = O

2. Redução à forma F(x) = O Nesta redução , podemos ter os seguintes casos:


P opriedades a) F(x) = O
A equação é do tipo O. xª +O. xn-I + ... + O . x + O= O,
a) A equação algébrica P(x) = Q(x) é equivalente à
que é uma sentença verdadeira, qualquer que seja x
equação P(x) + A(x) = Q(x) + A(x), qualquer que seja a
função polinomial A. complexo. Logo: V= C
17
Aceitaremos este teorema sem demonstração e nos li-
b) F(x)=k:;é0
mitaremos aos seguintes comentálios e exemplos:
A equação é do tipo O . xº + O . xn-l + ... + O . x + k = O, a) O T.F.A. assegura, tão-so mente , a ex istência de
que é uma sentença falsa, qualquer que seja x complexo. pelo menos uma raiz; não mostra como calculá-la e nem
Logo: V= 0 qual o número de raízes de uma equação algébrica.
b) O teorema é válido em C e não é válido em IR.
c) F(x) = ax + b, com a ,t; O Significa dizer que uma equação algébrica pode ou não ter
raiz em IR, mas sempre terá em C pelo menos uma raiz.
A equação é ax + b =O. Sendo ax + b = O ~ ax = -b ~ c) A equação x2 + 1 = O, por exemplo, não tem ne-
nhuma raiz real. Admite , porém , no campo complexo os
~x=- ~ , concluímos que V = {- ~ } números i e - i como raízes.

4. Teorema da decomposição
d) F(x) = ax 2 + bx + c com a ,t; O Teorema
A equação é ax 2 + bx + c =O.Sendo, de acordo com Toda função polinomial de grau estritamente positivo
a Fórmula de Báskara, ax 2 + bx + c = O ~
F(x) = ªo xº + ª1 xn-1 + ª2 xn-2 + ... + ªn-1 X + ªn'
-b+Ú
~ x = - , com 11. = b 2 - 4ac, concluímos que com a0 ,t; O, pode ser decomposta e fatorada na forma:
2a F(x) = a0 • (x - r1) • (x - r2) • ... • (x - r 0 )

V={ -b+~. -b-~} 2a ' 2a


em que rl' r2 , ... , r 0 são as raízes de F.

A menos da ordem dos fatores, tal decomposição é


única.
e) gr(F) = 3 ou gr(F) = 4 Demonstração
De acordo com T.F.A., a equação F(x) = O tem pelo
As raízes das equações do terceiro e do quarto grau
podem ser obtidas, ainda, com auxílio de fórmulas gerais; menos uma raiz r 1 . Ser 1 é raiz de F, então, pelo Teorema
estas "fórmulas resolutivas" são, porém, extremamente de D' Alembert, F é divisível por x - r 1 . Assim:
trabalhosas. F(x)
f) gr(F) > 4
ªo . xº + ai . xº - 1 + ... + an - I .X + an X - rl
Para equações de grau maior que quatro, não existem o ªo. xn- 1 +
"fórmulas resolutivas". ~

F 1(x)
Conclusão
Por ser impossível resolver qualquer equação al- e, portanto, podemos escrever:
gébrica por processos gerais de aplicação de fórmulas,
abandonaremos a ideia das "fórmulas resolutivas" e
passaremos a apresentar teoremas válidos para qualquer em que F 1 é uma função polinomial de grau n - 1 e coe-
equação algébrica. ficiente inicial a0 . Se n = 1, o teorema está demonstrado,
Estes teoremas possibilitam, muitas vezes, a reso- pois F 1 (x) = a0 e de (1) decorre F(x) = a0 . (x - r 1).
l~ç~o das equações ou fornecem, ao menos, informações Se n > 1, então n - 1 > O e a equação F 1 (x) = O tem ,
uteis n_a obtenção das raízes de uma equação. Na apre- pelo T.F.A. , pelo menos uma raiz r 2 . Se r 2 é raiz de F 1 ,
sentaçao dos teoremas, excluiremos os casos F(x) O e = então F 1 é divisível por x - r 2 . Assim:
F(x! "". k *
O e consideraremos, portanto, as equações F 1(x)
algebncas do tipo F(x) = O com gr(F) ~ 1.

3. Teorema fundamental
da álgebra (T.F.A.)
Toda equação algébrica, de grau estritamen- e portanto F 1 (x) = (x - r2) . Fix).
te positivo, admite no campo complexo pelo Substituindo-se este valor de F 1(x) em (I), resulta:
menos uma raiz. F(x) = (x - r 1) . (x - r 2) . Fi(x) (II)

18
· em que F2 é uma função polinomial de grau n - 2 e coe- Relações de Girard
ficiente inicial a 0 .
Se n = 2 , o teorema está demonstrado , pois Fix) = a0
para uma equação de grau 2
e de (II) decorre F(x) = a0 (x - r 1) (x - r2). Se as raízes da equação a0 x 2 + a 1 x + a 2 = O forem
Se n > 2, então n - 2 > O e a equação Fix) = O tem, r 1 e r 2 , então:
pelo TFA , pelo menos uma raiz r3 e assim por diante .
Após n aplicações sucessivas do TFA, atingimos
F(x) = (x - r 1) . (x - r 2 ) ..... (x - rn) . F/x) em que
F n é uma função polinomial de grau n - n = O e
coeficiente inicial a 0 .
Assim, F/x) = a0 e portanto:
F(x) = a 0 . (x - r 1) . (x - r 2) ..... (x - 1) Relações de Girard
Observações para uma equação de grau 3
a) A forma fatorada da função polinomial F,
Se as raízes da equação a 0 x 3 + a 1 x 2 + a 2 x + a 3 = O
F(x) = a0 (x - r 1) . (x - r2 ) . .. (x - rn) , mostra que a equa-
ção F(x) = O tem no máximo n raízes , e não exatamente forem r 1 , r 2 e r 3 , então:
n , pois não sabemos se os números r 1, r2 , r 3 , .. . , rn são to-
dos distintos dois a dois.
b) O TFA e o Teorema da Decomposição permitem
concluir que toda equação algébrica F(x) = O, de grau
estritamente positivo, admite no campo complexo
pelo menos uma raiz e no máximo n raízes (distintas).

5. Relações de Girard
Seja a função polinomial
Relações de Girard
F(x) = ªo • xn + ª1 • x n-1 + ª2 • x n-2 +...+ ªn-1 • x + ªº '
com a0 #- O e n 2'.: 1 . para uma equação de grau 4
Se as raízes da equação
De acordo com o teorema da decomposição, pode-
mos escrever F(x) = a0 . (x - r 1) . (x - r2) ..... (x - rn). a0x4 + a1x3 + 3zx2 + a3 x + a4 = Oforem r1 , r2 , r3 e r4 , então:
Usando-se a propriedade distributiva , reduzindo-se
os termos semelhantes e , em seguida, ordenando-se o
polinômio , tem-se:
F(x) =ªo. x" - ª0(1·1 + rz + ...+rn). xn-1 + ªo (r1r2 + r1r3 + ...) xn-2 + ...

Igualando-se doi s a dois os coeficientes deste último


polinômio , respectivamente , com os coeficientes iniciais
a0 , a 1, ½, ... , a11 , obtêm-se n relações entre as raízes e os
coeficientes de F. São chamadas Rel ações de Girard e
são as seguintes:
Observação
As n Relações de Girard são insuficientes para calcu-
lar as n raízes r 1 , r 2 , ... , r O , pois, apesar de se tratar de um
sistema de n equações com n incógnitas , ao resolvê-lo
sempre recaímos na equação de grau n , originariamente
dada. Verifique este fato para uma equação de grau 2.
Por esta razão , normalmente, ao se perg untar qual o
conjunto verdade de uma equação, são dadas, juntamente
com a equação , algumas "relações auxiliares" para suas
raízes. As Relações de Girard juntamente com estas "re-
lações auxiliares" tornam-se suficientes para determinar
o conjunto verdade.
19
1. Determinar a sabendo-se que 2 é raiz da equação Resolução
x 4 - 3x 3 + 2x 2 + ax - 3 = O. a) Se 1 é ra iz da equação, então 13 - 2 . 12 + a . 1 + 6 = O e, por-
Resolução tanto, a = - 5 e a equação é x 3 - 2x 2 - 5x + 6 = O.
Se 2 é raiz da equação, então : b) Para achar as demais raízes, pode-se repetir o exe rcício ante-
2 4 - 3 . 23 + 2 . 2 2 + a . 2 - 3 = O rior, usando-se como relação au xiliar r 1 = 1 ou então fatorar a
e daí 16 - 24 + 8 + 2a - 3 = O =
2a - 3 = O a = 3/2 = equação, pois se 1 é raiz, então o polinômio é divisível por x - 1.
Resposta: a = 3/2 Resolvendo-se por este último processo, temos:

2. Re solver a equação x4 - 5x 2 - 10x - 6 = .•O, sabendo-se que duas


- 2 - 5
= x 3 - 2x 2 - 5x + 6 l___><_-=--2__ =
de suas raízes são -1 e 3.
- 1 - 6 o ~
Resolução = x3 -2x2 - 5x + 6 ., (x - 1) . (x 2 - x - 6)
Se -1 e 3 são raízes de F(x) = O, então F é divisível por (x + 1)(x - 3). As raízes de x 2 - x - 6 = O são -2 e 3.
Lembrando-se de que Resposta: a = - 5 e as demais raízes são - 2 e 3 .

~
F(x) (x + 1)( x - 3) F(x) 6. Determinar a soma dos quadrados das raízes da equação

o O(x)
= o
x3 + mx2 + nx + p = O.
Resolução
1 ~
O Q(x) Se o conjunto verdade da equação é (a, b, c}, devemos calcular
a2 + b2 + c2 .
o -5 -10 - 6 - 1 Pelas Relações de Girard, temos:
a+ b + c = - m (1)
- 1 -4 -6 o 3 { ab + ac + bc = n (li)
2 2 o abc = - p (Ili)
'------v-------
coeficiente de Q Substituindo (\) e (li) em (a + b + c) 2 = a2 + b2 + c2 + 2 (ab + ac + bel,
temos:
e, portanto, F(x) = x4 - 5x 2 - 10x - 6 = (x + 1) . (x - 3) . (x2 + 2x + 2) (- m) 2 = a2 + b 2 + c2 + 2 . n e daí a2 + b 2 + c2 = m2 - 2n
Resposta: A soma dos quadrados das raízes é m2 - 2n.
-2 ± 2i .
As raízes da eq uação x 2 + 2x + 2 = O são x = - - - = -1 ± 1
2 7. Sendo P(x) um polinômio de 5? grau que satisfaz as condições
Assim sen do, as raízes da equaçã o x4 - 5x 2 - 10x - 6 = O 1 = P(l) = P(2) = P(3) = P(4) = P(5) e P(6) = O, obter o conjunto
verdade da equação P(x) - 1 = O e o valor de P(O).
são - 1, 3, - 1 + i, - 1 - i
Resolução
Resposta: V= {- 1; 3; - 1 + 1; - 1 - i} P(l) = 1 =P(x) dividido por (x - 1) dá resto 1 =
= P(x) = 0 1 (x) . (x - 1) + 1 =
3. Obter uma equação do terceiro grau cujas ra ízes são 2, 1, - 2. = P(x) - 1 = 0 1 (x ) . (x - 1)
Resolução Analogamente:
P(2) = 1 = ............ ........... .= P(x) -
O polinômio na fo rma fatorada é
1 = 0 2 (x) . (x - 2)
F(x) = a0 (x - r1 ) (x - r2) (x - r3) e, portanto,
F(x) = a0 (x - 1) (x - 2) (x + 2) = a0 (x3 - x2 - 4x + 4)
P(3) = 1 = = P(x) - 1 = 0 3(x) . (x - 3)

As equações são do tipo a0 (x3 - x2 - 4x + 4) = O, com a0 ,. O. P(4) = 1 = = P(x) - 1 = 0 4 (x) . (x - 4)


Uma delas é x 3 - x 2 - 4x + 4 = o P(5) = 1 = = P(x) - 1 = 0 5 (x) . (x - 5)
Resposta: Uma das equações é x3 - x2 - 4x + 4 = O.
Então o polinômio P(x) - 1 é divisível, separadamente, pelos binô-
4. Resolver a equação x 3 - 3x2 - x + 3 = o, sabendo-se que a soma mios: (x - 1), (x - 2), (x - 3), (x - 4) e (x - 5).
de duas raízes é zero. Logo, P(x) - 1 é divisível pelo produto desses binômios e, por ser
Resolução do 5? grau, pode ser escrito na forma :
Sendo V = (r 1 , r2. r3) o conjunto verdade da equação, t emos: P(x) - 1 = a0(x - 1)(x - 2)(x - 3)(x - 4)(x - 5) (1)
r 1 + r 2 + r3 = 3 (1) Assim sendo, o conjunto verdade V da equação
Relações de Girard { r 1 . r2 + r1 . r3 + r2 r3 = -1 (li) P(x) - 1 = O é V = {1; 2; 3 ; 4 ; 5}
r 1 . r2 .r3 =-3 (Ili) Por outro lado, sendo P(6) = O, de (1), temos:
Rel aç ão au x iliar : r 1 + r2 = o (IV) P(6) -1 = a0(6-1).(6- 2).(6- 3).(6- 4).(6 - 5) =
1
Subst itu indo (IV) em (1), temos : = O - 1 = a0 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 =
a0 = - - -
120
0+ r3 = 3=r3 =3
Assim, P(x) - 1 = - - 1- (x - 1).(x - 2).(x - 3).(x - 4).(x - 5)
Sendo r3 = 3 e r, + r2 = O, de (Ili) e (IV), resulta : 120
r1 . r2 = -1 e para x = O, resulta :
{
r 1 +r2 = 0
= r, =-1er2 = +1
P(0)-1 = - -
1
(O- 1) .(0 - 2).(0 - 3) .(0 - 4) .(0 - 5)
120
Resposta: O conjunto verdade da equação é {-1; 1; 3}. 1
Logo: P(0) - 1 = - - - (-'120)
120
= P(0) - 1 =1= P(O) = 2
.
s. Sabendo-se que 1 é raiz da equação x3 - 2x2 + ax + 6 = O, determi-
nar a e as demais raízes da equação. Resposta: V = {1; 2; 3; 4; 5} e P(O) = 2

20
8. As raízes da equação 2x3 - 5x 2 - (m - 1)x + 3 = O são x,, x 2 , x 3 e Logo :
verificam a relação x 1 + x2 = 4x 3 . Determinar m .
P(x) ~ - 1
Resolução
O
2
x - x +1
= P(x) = (x - 1)(x 2 - x + 1)
Pela 1~ Relação de Girard, temos :
a, 5 Assim, as dema is raízes de P(x) são as raízes de x 2 - x + 1 = O, ou
x, + Xz + X3 = - - = x, + Xz + X3 = - (1) seja :
ªo 2
Pelo enunciado, temos x 1 + x2 = 4x3 (li) 1 ± V3 i
X=
1 2
De (1) e (li), resulta x3 = 2

Sendo -
1
uma raiz de 2x 3 - 5x 2 - (m - 1)x + 3 = O, então :
Resposta: V= { 1; - 1-
2
+ V3
2
i; - 1-
2
- V3
2
i}
2

2 .(
1 5
+r- +r- +
m 1
5.( (m -1) . + 3 =O= 10. Dada a equação x 3
raiz, então - 1-
r
- 2x 2 + 2x - 1 = O, m ostre que se r for uma
também o será :
=-----+-+3=0=
4 4 2 2 Resolução
Seja P(x) = x3 - 2x 2 + 2x - 1
=2-~=0=m=5
2 2 Se x = r é raiz da equação dada , ent ão
Resposta: m = 5
P(r) = O = r3 - 2r 2 + 2r - 1 = O (1 )

9. Determine as raízes de x3 - 2x2 + 2x - 1 = O, sabendo-se que Xo = 1


é uma raiz.
Cálculo de P (-+-) :
Resolução
x 0 = 1 é raiz de P(x) = x3 - 2x 2 + 2x - 1 =
= P(x) é divisível por (x - 1) ..., P(-1-) = _1_ - ~ + ~ _ 1 = P(-1-) = 1 - 2r + 2r2 - r3 =
Para dividir P(x) por (x - 1). usaremos o dispositivo de Briot-Ruffini, r r3 ~ r r r3
como se segue : =P(+)= - (r3-2r2r3+2r -1)

- 2 2 -1 De acordo com (1) , vem:


-1
p(+ ) = -r30 = p(+ ) = O = + é raiz da eq uação dada .

11 . (FGVI 16. As ra ízes de um polinômio P(x) do 3° grau são O, 1 e 2. Sabendo-


a) Determine o menor número real cuja soma com o próprio
quadrado é igual ao próprio cubo. se que P ( f) = - ; , podemos af irma r que

1 1 a) P(x) = 4x 3 - 12x 2 - Sx b) P(x) = - 4x 3 + 1 2x 2 - 8x


b) Determine o valor de W = - - + - - , sendo r e s as raízes
r2 s2
c) P(x) = - 4x 3 + 12x 2 + 8x d) P(x) = 4x 3 + 12x 2 + 8x
da equação ax 2 + bx + c = O; a .. O; c .. O.
e) P(x) = - 4x3 - 12x 2 - 8x
12 (PUCCAMPI - Sobre as ra ízes da equação 3x 3 - 5x 2 - 2x = O, é
verdade que 17. A equação polinomial 4x 5 + 3x4 + 4x 3 + 3x2 + 4x + 3 = O t em
a) são todas inteiras b) a menor delas é ..., 2
como ra ízes a , b, e, d e e .
c) a maior delas é ; dl somente uma delas é irracional
1
O valor de a 1 1 1
+ b + c + cf + ~
e é:
e) somente uma delas é estritamente negativa
4 4 3 3 1
13. A s raízes da equação (1 - x4 I (x3 - 2x 2 - 15xl = O são : a) - 3 b) 3 e) d) e) 4
4 4
ai O; 1 + i; 1 - i; 2 + i; 2 - i b) O; 1; - 1; 2; - 2
3 3
e) O; 1; - 1; i; - i; - 3; 5 d) Y2; - Y2; V2; - V2 18. (U FBI - As raízes da equação x 3 + 8 = O são:

e) Y2 + i; Y2 - i; O, 1; - 1 a) 1 + i\13; 1 - i\13; - 2 b) 1 - i\13; - 1 + i\13; - 2

e ) 1 + i\13; 1 - i\13; 2 d) - 1 - i\13; - 1 + i\13; 2


14. Determinar o polinômio do 3º grau que se anula para x = 1 e que,
dividido por x + 1, x - 2 e x + 2, dá restos iguais a 6 . e) 2; i; - i

15. Se P( x) = x 3 + ax + b, em que a, b são números "reais e - 1, 2, c


são raíze s do polin ômio P( x). ent ão e é .igual_a: 19. (FUVEST) - O polinômio p(x) = x3 - x2 + x + a é divisível por x - 1.
a) O b) - 1 e) 3 d) 1 e) - 3 Ac he todas as ra ízes complexas de p(x).

21
20 . (MACKENZIE) - Se o polinôm io p(x) =x 3 + 3x2 + a - 2b é 27 . (VUNESP) - Se as raízes do polin ômio p(x) = x 3 - 6x 2 + kx - 6 são
divisível por (x - a) 2 . (x - b) , então o produto dos números reais reais e estão em progressão aritmética. o valor de k é :
a e b é: a) O b) 2 c) 3 d) 5 e) 11
a) - 2 b) 4 c) - 3 d) 2 e) 3
28. (FUVEST) - O produto de dua s d as ra íze s do polinômio
21 . (FATEC) - Se - 1 é raiz do polinômio p(x) = x3 - 4x2 + x - k, k E IR1, p( x) = 2x3 - m x2 + 4x + 3 é igua l a - 1 . Determ inar
então as outras duas raízes são a) o va lor de m ; b) as raíze s de p .
a) reais e de multiplicidade 2. b) racionais e negativas.
c) não rea is. d) irracionais. 29. (FUVEST) - Seja P(x) = x4 + bx3 + cx 2 + dx + e um po lin ô mio com
e) inteiras. coeficientes inteiros . Sabe-se que as quatro raízes de P(x) são
inteiras e que três delas são pares e uma é ímpar. Quantos
22. (UFOP) - Sabendo que - 1 é raiz da equação polinomial coeficientes pares tem o polinômio P(x)?
6x3 + 5x 2 + kx - 1 = O e denominando de a e b as outras raízes a) O b) 1 c) 2 d) 3 e) 4
dessa equação, pode-se afirma r que a2 + b 2 va le:
13 1 30. (FUVEST) - Sabe-se que P(x) é um poli nôm io c ujas raízes formam
a) - b) - c) 1 d) - 1
36 6 uma progressão geométrica de razão 2 e primeiro termo 2. O
coeficiente do termo de mais alto grau de P( x) é 1 e o termo
23 . (UEL) - Uma das raízes do polinômio x3 + 2x2 - 7x - 2 é 2. O independente é igual a 2 21 . O grau do polinômio é:
produto das outras raízes é: a) 4 b) 5 c) 6 d) 7 e) 8
a) 2 b) 1 c) O d) -1 e) - 2

24. (MACKENZIE) - Se na fig ura temos o esboço do gráfico da 31 . (FGV) - O polinôm io p( x) = x3 - 5x 2 - 52 x + 224 tem t rês raízes
fun ção y = p( x) = x3 + ax 2 + bx + c , a soma das ra ízes de p(x) é: inteiras. Se a primeira delas é o dobro da terceira e a soma da
primeira com a segunda é 1, entã o. o produto da primeira e a
y segunda é
a) - 224 b) - 167 c) - 56 d) 28 e) 5

32. (MACKENZIE) - Se as três raízes reai s, não necessa ri amente


distintas, do polin ômio p( x) = x3 - a3 x 2 + ax - 1. a E IR1, formam
uma progressão geométrica, en tão o valor de a - a3 é
a) - 2 b) - 1 c) O d) 1 e) 2

33 . (MACKENZIE) - A soma das raízes da equação


3 3 x - 13 . 32 X + 39 . 3x - 27 = O é:
a) - 1 b) O c) 1 d) 2 e) 3

34. (FGV) - O polinômio P( x) = x3 + kx 2 + 6x + 5 é divisível por


x + 5. Então, a soma das raíz es da equaçã o P( x + 1) = O é:
a) - 6 b) - 7 c) 6 d) - 9 e) - 3
4 8 5
a) 2 b) - 3 c) - - d) e)
3 5 2
35. (UNICAMP)
a) Qu al é o valor de À. na equação 23 - 5z 2 + 82 - À. = O, de modo
25. (UFCE) - Sabe ndo-se que as raízes do polinômio
que z = 3 seja uma raiz dessa equa ção?
P(x) = x 3 - 18x2 + 8x + 384 estão em progressão aritm ética,
b) Para esse va lor de ,,, ache as três raízes, z 1, 22 , 23 , dessa equa-
dete rminar a maior delas .
ção .
26. (FATEC) - Se o polinômio P(x) = 2x3 - 5x2 - 28x + 15 pode ser c) Ache o volume do sólido obtido quando a região triangular,
fat orado na fo rm a (2 x - 1) . (x + 3) . (x - k) , então o val or de k é: cu jos vértices são os pontos z 1• z2 , z3 , gira em torno da reta de
a) 5 b) - 5 c) 1O d) 15 e) - 15 equação x = 1 .

6. Raízes múltiplas Teorema


Definição Se r é raiz da equação F(x) = O com multiplicidade
O número r E IC é raiz múltipla da equação F(x) = O m, então r é raiz da equação F'(x) = O com multipli-
com multiplicidade m se , e somente se cidade m - 1, sendo F' a função derivada da função
polinomial F.
F(x) = (x - r)m . Q(x) e Q(r) ~ O
Consequências
Assim , se as raízes da equação F(x) = O forem r 1 ,
r 2 , .. . , rP com multiplicidades m 1 , m 2 , . . . , m P, respecti-
a) Ser é raiz simples de F(x) = O, então r não é raiz
vamente , a decomposição vista no item (4) passará a ser: de F '(x) = O.
F (x) = a 0 . (x - r 1) m1 . (x - r 2)mz •••• • (x - r P)mP
b) Se r é raiz dupla de F(x) = O, então r é raiz
com m 1 + m 2 + ... + mP = n e r 1 , r 2 , ••• , r P distintas duas
simples de F '(x) = O e r não é raiz de F"(x ) = O.
a du as.
22
c) Ser é raiz tripla de F(x) = O, então ré a raiz du-
pla de F'(x) =O, raiz simples de F"(x) =Oe não é raiz ªo · ( ~ )°+ ª1 · ( ~ )- 1 + ··· + ªn-1 · ( ~ ) + ªn = O ~
de F"'(x) = O etc.
pn pn-1 p
Exemplo
Notando-se que
~ ªo · q11 + ª1 · qn - 1 + ... + ªn - 1 · q + ªn = Ü ~
(x - 1) 3 . (x - 2) = x 4 - 5x 3 + 9x 2 - 7x + 2 , podemos
concluir que ~ ªo . p 11 + ª1 . pn - 1 . q + ~ _pn - 2 _q2 + ... +
a) na equação F(x) = x 4 - 5x 3 + 9x 2 - 7x + 2 = O, o + ªn - 1 · P · q n-1 + ªn · q n = O
número 1 é raiz tripla e o número 2 é raiz simples .
Na igualdade acima, isolando-se o termo a 0 • p", po-
b) na equação F'(x) = 4x 3 - 15x2 + 18x - 7 = O, o
número 1 é raiz dupla e o número 2 não é raiz. de-se colocar q em evidência; analogamente, isolando-se
c) na equação F"(x) = 12x 2 - 30x + 18 = O, o núme- ª" . q", pode-se colocar p em evidência. Assim sendo:
ro 1 é raiz simples.
3a. pº = q . [-ai . pn-1 -¾-Pn- 2. q- ·---~-1 . p.qn-2_an .qn-1]
d) na equação F "'(x) = 24x - 30 = O, o número 1 não {
ªn. qn = p . [-3a . pº - 1_ a, . pn- 2 . q _ ... _ ªn- 1 . qn- ']
é raiz.

7. Raízes nulas Supondo

Seja F : C - C a função polinomial definida por n-1 - ¾ · Pn-2 · q - ··· - ªn- 1 · P · qn- 2 - ªn · qn-1 = kE fL
77
{ - ª1 · P
F(x) = 3a.xn + a,.xn-l + ¾.Xn-2 + ... +an_3.x3 + ªn-2·X 2 + ªn-1 ·X+ ªn - 3a . pn-1 - a1 . pn-2 . q - ... - an _ 1 . qn-1_
- r E fL
-,,

Relativamente às raízes nulas da equação F(x) = O, temos:


pode-se afirmar que:
a 11 • q 11 = p . r, com r E '11..
a) ª" -:t:- O ~ zero não é raiz , pois F(O) = an ,t; O {
a0 . p 11 = q. k, com k E '11..
b) a n = O e a n- 1 -:t:- O ~ zero é raiz simples, pois
neste caso a equação dada é equivalente a
X . (ao . xn - I + a, . xn-2 + ¾ . xn-3 + ... + ªn-3 . x2 + ªn-2 . x + ªn-1) = O
~{ pé divisor deª" ._q"
q é divisor de a0 • p"
~

= =
c) an ªn-I O e ªn-Z -:t:-0 ~ zero é raiz dupla,
pois neste caso a equação dada é equivalente a
~{ pé divisor deª"
q é divisor de a0
(pois p e q são primos entre si)

x2. (80. xn-2 +a,. xn-3 + ~. xn -4 + ... + ªn-3. x+ ¾-2) =Ü Consequências


d) ª" = a 11 _ 1 = ª" _ 2 = O e ª" _ 3 -:t:- O ~ zero é raiz a) Seaequação8ü.xn+a 1 .xn- 1 + ... +a 0 _ 1 . x+an = O,
tripla etc. de coeficientes inteiros, admitir uma raiz inteira p ,
Exemplo então p será divisor de ª".
Na equação x4 + 3x3 - 7x 2 + (a- b)x + (a-4) = O, po- b) Toda raiz racional da equação 1 . xn + a 1 . x 11 - 1 +
de-se afirmar que: 1 . x + a 11 = O, de coeficientes inteiros , é
+ ... + a 11 _

a) a ,t; 4 ~ zero não é raiz obrigatoriamente inteira.


b) a= 4 e b ,t; 4 ~ zero é raiz simples Exemplo
c) a= b = 4 ~ zero é raiz dupla Na equação 2x 3 - ax2 + bx + 6 = O, com a E '11.. e b E "ll..,
temos:
8. Raízes racionais a) D(6) = {l; - 1; 2; - 2; 3; - 3; 6; - 6}
Teorema
b) D(2) = {1 ; - 1; 2; - 2}
p . t .
Se o número racional - , com p e q primos en re s1,
q c )s e qp .{: . . .
1or raiz, com p e q pnmos e ntre s1, então
for raiz da equação a 0 .xn+a 1.x 11 - 1+ ... +an - 1 .x +ª"=O ,
pED(6)eqED(2).
com a0 ,t; O e coeficientes inteiros , então pé divisor de
d) O conjunto das possíveis raízes racionais da equa-
ª" e q é divisor de a0 .
ção é
Demonstração
-{ 1,· -1 ., 1.,
A- - 21 . . . 3,-3,
, 2,-2, . . 3.,- 3 ,_6,_-6 }
Se E_ for raiz da equação , então: 2 2 2
q
23
e) Se x E ((J) ex E A, então x poderá ser raiz da equa- d) Se {2i; 3 - i} for o conjunto verdade da equação
ção. x 2 + ax + b = O, então {a; b} ct. IR.
f) Se x E ((J) ex$. A, então x não será raiz da equação.
g) Se nenhum dos 12 elementos de A for raiz, então 10. Raízes reais
a equação não terá nenhuma raiz racional. Teorema de Bolzano
Seja F uma função polinomial de coeficientes reais e
9. Raízes complexas
{x 1; x2 } e IR, com x 1 < x 2 . Se F(x 1) . F(x2 ) ~ O, então a
Teorema
equação F(x) = Oterá pelo menos uma raiz real r, tal que
Se o número complexo a+ bi, com b '::/; O, for raiz da
r E [x 1; x 2].
equação a0 . xn + a 1 . xn - l + ... + an _ 1 . x + 3n = O, de
coeficientes reais, então o seu conjugado a - bi também Exemplos
será raiz. Nos gráficos a seguir, a equação F(x) = O, no
Além disso, a + bi e a - bi serão raízes de mesma intervalo [x 1; x 2 ], tem:
multiplicidade. a) uma só raiz real
Consequências
y
a) Uma equação do 2? grau, de coeficientes reais,
tem só raízes reais ou duas raízes complexas
conjugadas (não reais).
b) Uma equação do 3? grau, de coeficientes reais,
tem: só raízes reais ou uma real e duas complexas con-
jugadas (não reais).
c) Uma equação do 4'? grau, de coeficientes reais,
tem: só raízes reais ou duas raízes complexas
conjugadas (não reais) e as demais reais ou ainda só
raízes complexas (não reais), duas a duas conjugadas.
d) Uma equação do 5? grau, de coeficientes reais, b) três raízes reais distintas
tem só raízes reais çm duas raízes complexas y
conjugadas (não reais) e as demais reais ou ainda pelo
menos uma raiz real e as demais raízes complexas (não
reais), duas a duas conjugadas . E assim por diante.
e) O número de raízes complexas não reais de uma
equação algébrica de coeficientes reais é sempre par .
f) Toda equação algébrica de coeficientes reais e
grau ímpar tem pelo menos uma raiz real.
g) Se a+ bi , com b '::/; O, for raiz da equação F(x) = O
e a - bi não for raiz da mesma equação , então pelo
menos um dos coeficientes de F não será real.
Exemplos c) uma raiz real dupla e uma simples
a) Se 2 + i for raiz da equação x3 - 2x2 + ax + b = o, y
com a E IR e b E IR, então 2 - i também será raiz e a
terceira raiz será obrigatoriamente real.
b) Se 2 + i e 3 - 2i forem raízes da equação
x4 + ax3 + bx2 + ex + d = 0,com {a, b,c, d} C IR , então o con-
junto verdade dessa equação será {2 + i; 3 - 2i; 2 - i; 3 + 2i}. ► X

e) Se i e 2 + 3i forem raízes de uma equação , de


coeficientes reais , então o grau dessa equação será maior
ou igual a quatro.
.... _

24
. d) uma raiz real tripla b) não tem raiz real
y y

-~
1 1
1 !
X

c) tem quatro raízes reais distintas


y
Observação
Se F(x 1) . F(x 2) > O, a equação F(x) = O pode ou não
X
ter raízes reais no intervalo ]x 1 ; x2 [.
Nos gráficos a seguir, pode-se concluir que a F(x1)
equação F(x) = O, no intervalo ]x 1; x2 [: F(x 2) - - - - - - - - - - - - - - -
a) tem duas raízes reais distintas
y
d) tem uma raiz real dupla e duas raízes reais simples
y

36. Resolver a equação x4 - 7x3 + 18x2 - 20x + 8 = O, sabendo-se que Se 5 for raiz dupla, então 53 - 9 . 52 + 15 . 5 + a = O e, portant o,
tem uma raiz tripla. a= 25.
Resolução Logo, se a = - 7, a equação será x 3 - 9x2 + 15x - 7 = O e terá uma
Se r é raiz tripla de F(x) = O, é raiz dupla de F'(x) = O e é raiz raiz dupla igual a 1.
simples de F"(x) = O.
Se a = 25, a equação será x3 - 9x2 + 15x + 25 = O e _terá uma rai z
Assim :
dupla igual a 5.
F(x) = x4 - 7x 3 + 18x 2 - 20x + 8
Resposta: a = - 7 ou a = 25
F'(x) = 4x3 - 21 x2 + 36x - 20
F"(x) = 12x 2 - 42 x + 36 38. A equação x4 - 2x3 + (a 2 - 4)x 2 + (b - 3) x + (a + b - 2) = O tem
3
Como 12x2 - 42x + 36 = O = 2x 2 - 7x + 6 = O = x = 2 ou x = 2 uma raiz dupla igual a zero. Determinar a e b e o conjunto verdade
e F'(2) = O e F(2) = o, então 2 é a ra iz t ripla de F(x) = O da equação.
Pela 1~ Rela ção de Gi rard 2 + 2 + 2 + r4 = 7 e, portant o, r4 = 1 Resolução
Resposta: V = {1; 21 Se O é raiz dupla da equação
37 . Determinar a para que a equação x3 - 9x 2 + 15x + a = O tenha x4 - 2x3 + (a2 - 4) . x 2 + (b - 3) x + (a + b - 2) = O, então:
uma raiz dupla.
Resolução a 2 - 4" O
As possíveis raízes duplas da equação F( x) = O são raízes simples
de F'( x) = O
{ b-3=0 = a=-1eb= 3
a+b-2=0
Assim:
F(x) = x 3 - 9x2 + 15x + a
Se a = - 1 e b = 3, a equação será x4 - 2x3 - 3x 2 = O
F'(x) = 3x 2 - 18x + 15
As raízes de 3x2 - 18x + 15 = O são 1 e 5 e estas são as únicas Como x4 - 2x3 - 3x2 = x2 . (x 2 - 2x - 3), o con junto verdade da
possíveis ra ízes duplas de x3 - 9x 2 + 15x + a = O equação é {O; - 1; 3).
Se 1 for rai z dupla , então 13 - 9 . 12 + 15 . 1 +a= O e, portanto,
a= - 7. Respost a: a= - 1; b = 3; V= {O; -1; 31

25
39 . Resolv er a equa ç ão 2x 3 - x 2 - Bx + 4 = O, sabendo-se que pelo Assim sendo:
ç~ m enos uma raiz é racional. (x - i) . ix2 - 3ix - 2x + 6i) = O = (x - i) . [x(x - 3i) - 2 (x - 3i)] =O=
Resolução = (x - i) . (x - 3i) (x - 2) = O = x = i ou x = 3 i ou x = 2
Seja F(x) = 2x 3 - x 2 - Bx + 4 Resposta: V = {i; 3i; 2)
De acordo com o critério apresentado. as possíveis raízes racionais
43. Considere a equa ção x3 - 11 x 2 + 3 1 x - 2 1 = O.
a) Provar que essa equação te m pelo m e n os uma raiz real no
a, são os núme ros da forma .E..
q
com p E 0 (4) e q E 0 (2) e, portanto:
intervalo ]O; 21 e também no in te rva lo ]2 ; 4 [.
1 1 b) Resolva a equa ção, sabendo-se que as ra ízes sã o inteiras .
2 ; - 2 ; 4 ; - 4; 1; - 1 ; 2 ; - 2. Resolução
9 Pelo menos uma delas é ra iz da equação F(x) = O. a) Se F(x) = x3 -11 x 2 + 31 x - 21 , então:
Ca lculando-se F(2), F(- 2). F(4), ... , descobrim os que F(2) = O e, F(x)
portanto, 2 é raiz e F(x) é divisível por x - 2.
D esta forma :
ec _ 2__
-_1__-_8__4_0--+1-2- = 2x3 - x2 - Bx + 4 ~ = X

co 2 3 - 2 O 1 2x2 ~ 3x -2
se = 2 x3 - x 2 - Bx + 4 = (x - 2) (2 x2 + 3x - 2) e as demais raízes são
1 F(O) = 0 3 - 11 . 0 2 + 31 . O - 21 = - 2 1
- 2 e 2
F(2) = 23 - 11 . 2 2 + 31 . 2 - 21 = 5
m
Resposta : V = {- 2; 2; ~} F(4) = 43 - 11 . 4 2 + 31 . 4 - 21 = - 9
Já que F(O) = - 21 e F(2) = 5, F(O) F(2) < O e, po rtanto , a
40. Res ol ver a equa ção x 3 - 3x 2 + 4x - 2 = O, sabendo-se que 1 - i é equa ção admite pelo m enos um a rai z real r1 no intervalo ]O ; 21.
te raiz. De modo análogo, F(2) F(4) < O e , p ortanto, existe pelo
Resolução
CC menos uma ra iz real r 2 no interva lo 12; 4 1.
Se a equa ção tem coeficientes rea is e admite 1 - i como raiz,
então admite também o co njugado 1 + i como raiz. Assim sendo, b) Se r1 E ]O; 21 e r 1 E "li. , então r 1 = 1 ; se r 2 E 1 2; 4 1 e r2 E "li. ,
te o co nju nto ve rdade é {r; 1 - i; 1 + i}. Pa ra calcular r, usar a 1~ então r2 = 3. O conjunto ve rd ad e d a e quaçã o é , portanto,

ju
Re lação d e Gi ra rd. Ass im : r + (1 - i) + (1 + i) = 3 = r = 1
Resposta: V = {1; 1 - i; 1 + i}
11; 3; r) e 1 + 3 + r = 11 =r= 7
Resposta: a) demonstração b) V= {1; 3; 7)
41 . D ete rm inar o conjunto verdade da equa ção
te 44. Resolver a equa ção 6x 4 35x3 + 6 2x 2 - 35 x + 6 = O
x 5 - 6x 4 + 1Ox 3 - 8x 2 + 9x - 2 = O, sabendo-se que duas de suas -
CC raízes são i e 2 - V3. Resolução
Resolução Dividir ambos os m embros por x 2 e agrupar o s termo s :
Se a e quaçã o tem co ef icientes reais e admite i como raiz, então
o núme ro - i também é raiz. 6x4 - 35x3 + 62 x 2 - 35x + 6 = O
te
Se a equa ção tem coef icientes racionais e admite 2 - V3 como = 6x 2 - 35x + 62 - 35 . _2__ + 6 . _2__ = O =
CC ra iz, então 2 + V3 também é rai z. X x2
m Ass im sendo, o co njunt o ve rdade é I i; - i; 2 - V3, 2 + V3, r)
""' 6 ( x2 + ; 2 ) - 35 ( X + ~) + 62 =Ü
rE Para c al cular r , usar a prim ei ra Relação de Girard. Assim :
i + (- i) + (2 - V3) + (2 + V3) + r = 6 => r = 2
Se x + -2... = t, então x 2 + -2...2 = t 2 - 2 e, portanto,
X X
ec Resp osta: V= ( i; - i; 2 - V3; 2 + V3, 2}
42. Ac har o co nju nt o ve rd ade da equação
6(t 2 - 2) - 35t + 62 = O = 6t2 - 3 5t + 50 = O =
gi x3 - (4i + 2)x 2 + (Si - 3)x + 6 = O, sabendo-se que uma das raízes é i.
Resolução
=t = 3 10
ou t =2
5

e
Nota r, inic ialmente, que embora uma das raízes da equaçã o seja Se t =
10
3 ,x + x1 = 3
10
= 3x 2 - 1 Ox + 3 =O=
o número i, não se pode concluir que o co njugado - i seja ta mbém
m raiz, pois a equação n ão t em todos os coeficientes reais . ""' X = 3 OU X = _2__
Se ndo i ra iz da equação, o polinômio é divisíve l por x - i. Ass im : 3

_ _ _-_ 4_i_-_2_ _B_i6-~1_3_ ®


_º6--+-I- - =>
Se t =
5
2 ,x + x1 5 = 2x 2 - 5x + 2
2
=O=
C( -3i - 2
= X= 2 OU X = _2__
2
te x3 - (4i + 2)x2 + (Si - 3)x + 6 x- i
= i - - - - - --
Resposta: V = { ; ; ~ ; 2; 3}
O x2 - (3i + 2) x + 6i

ju

e<
45. Na equação x 4 - x3 - 3x 2 + 5x - 2 = O, o número 1 é ra iz 46. O número 2 é rai z da equa ção x 4 - 7 x 3 + 18x 2 - 20 x + 8 = O com
OI a) simples. b) dup la. c) trip la. multipli cidade :
d) quádrupla . e ) quíntupla. a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6
26
47 . (VUNESP) - Assinale a alternativa que indica o polinômio que 57. (UFB) - Sendo iV2 uma raiz do polinômio
possui os números O e 1 como raízes, sendo O uma raiz de x 3 + 5x 2 + 2x + 1O = O, as outras raízes serão:
multiplicidade 3.
a) p(x) = x(x 3 - 1) b) p(x) = x(x - 1)3 a) 5; - i\/2 b) 3; 5i e) 5; 2i

e) p(x) = x3(x - 1) d) p(x) = (x 3 - x) (x - 1) d) - iV2; - 5 e) i\/2; 5


e) p(x) = x(x 3 + x2 - 2)
58. Se x 4 - 3x 3 + 2x 2 + 2x - 4 = O admite a raiz complexa 1 - i, então
48. (MACKENZIE) - Se a equação x3 + m x 2 + nx - 8 = O, com m e n a soma das duas raízes reais dessa equa ção é :
números reais não nulos, tem uma ra iz real de multiplicidade 3, a) - 3 b) - 1 e) 1 d) 2 e) 3
então (m - n) vale:
a) - 18 b) 18 e) O d) 12 e) - 12 59. (MACKENZIE) - Um polin ômio P(x), de coeficientes reais e menor
grau possível, admite as raízes 1 e i. Se P(0) = - 1, então P(- 1) vale:
49. (UnB) - Sabe-se que P( x) é um polinômio que possui unicame nte a) - 4 b) 4 e) - 2 d) 2 e) - 1

as raízes ; (com multiplicidade 2) e ; (com multiplicidade 3). 60. (MACKENZIE) - O produto das raízes não reais do polinômio
P(x) = x 3 + x - 1O é
Então P( x) poderá ser: ,, ·
a) 1 b)2 e) 3 d)4 e) 5
a) 5x 6 - 8x 4 + 7x 2 .+ ~
b) x 6 + x 4 - 7x 3 + 8x 2 + 9x + 2 .
61 . (ITA) - Seja p um polinômio com coeficientes reais , de grau 7,
e) (9x 2 - 1 2x + 4) (8x 3 - 12x 2 + 6x - 1) que admite 1 - i como raiz de multiplicidade 2. Sabe-se que a
d) (3 x - 2) 3 (2x -1 !2 soma e o produto de todas as raízes de p são, respectivamente,
e) (2 x - 3) 2 (x - 2) 3 1O e - 40 . Sendo afirmado que três raízes de p são rea is e
distintas e formam uma progressão aritmética, então, tais raízes
50. (FUVEST) - Suponha que o poli nômio do 3° grau são
P( x) = x3 + x2 + mx + n, em que m e n são números reais, seja
div isível por x - 1. a) 2- - · !193, 3, 2._ + · /193
a) Determine n em fun ção de m .
b) Determine m para que P( x) admita raiz dupla diferente de 1.
2 'V6 2 'V 6
e) Que condições m deve satisfazer para que P(x) admita três b) 2 - 4 \113, 2, 2 + 4 \ff:3 e) - 4, 2 , 8
raíze s reais e distintas?
d) - 2, 3, 8 e) - 1, 2, 5
51 . (ITA) - Sejam a, ~. y E lll. Considere o polinômio p(x) dado por
x5 - 9x 4 + (a - ~ - 2y)x 3 + (a + 2~ + 2y - 2) x 2 + 62. (UNICAMP) - Dada a equação polinomial com coeficientes rea is
+ (a - ~ - y + 1) x + (2a + ~ + y - 1 ). x3 - 5x 2 + 9x - a = O:
En contre todos os va lores de a, ~. e y de modo que a) Encontre o valor numérico de a de modo que o número
x = O seja uma raiz com multiplicidade 3 de p(x). complexo 2 + i seja uma das raízes da referida equação.
b) Para o valor de a encontrado no item anterior, det erm ine as
52. (PUC) - Sabe-se que a equação x 4 + x3 - 4x 2 + x + 1 = O admite outras duas raízes da mesma equação.
ra ízes inteiras . Se m é a maior das raízes não inteiras dessa
1 63 . (FUVEST) - A equação x3 + m x 2 + 2x + n = O. em que m e n são
equação, então o va lor de m + é m números reais, adm ite 1 + i (i sendo a unidade imaginá ri a) co m o
raiz. Então m e n valem, respectivamente:
a) - 6 b) -3 c)0 d) v'5 e)2V5 a) 2 e 2 b) 2 e O e) O e 2
d) 2 e - 2 e) - 2 e O
53 . As raízes da equação 3x 3 - 13x 2 + 13x - 3 = O são:
1 1 1 64. (ITA) - Sobre a equação polinomia l 2x 4 + ax 3 + bx2 + ex - 1 = O.
a) 7, 6, 7 b) 6, 5, 6 e) 5, 7 , 5
sabemos que os coef icientes a , b, e são reais, duas de su as ra ízes
1 são inteiras e distintas e 1/2 - i/2 t ambém é su a ra iz . Então, o
1 e) 2, 4,
d) 1, 3, 3 2 máximo de a, b, e é igual a:
a) - 1 b) 1 e) 2 d) 3 e) 4
54. (PUCCAMP) - Sabe-se que a equação 2x3 + x 2 - 6x - 3 = O
admite uma única rai z racional e não inteira. As demais raízes 65. (FGV) - Considere a fun ção polinom ial definida por
dessa equação são P(x) = ax 3 + bx 2 + ex + d, com a , b, e, d send o números rea is, e
a) inteiras e positivas. b) inteiras e de sina is contrários. cuja representação gráfica é dada na f igura.
e) não reais. d) irracionais e positivas. y
e) irracionais e de sinais contrá rios.

55. (VUNESP) - Os coeficientes do polinômio f( x) = x 3 + ax 2 + bx + 3


são números inteiros. Supondo que f( x) ten ha duas raízes ra cio-
nais positivas distintas,
a) encontre todas as raízes desse polinômio;
b) determine os valores de a e b .

56. Sabe-se que o número complexo i é solução da equação


x 4 - 3x 2 - 4 = O. Então:
X
a) essa equação tem uma solução de multiplicidade 2.
b) as soluções dessa equação formam uma progressão .
e) a equação tem duas solu ções reais irracionais.
d) a equação tem 2 soluções reais ra ciona is.
e) a equação não tem solu ções reais .

27
67. (UnBJ - Considere um polin ômio p (x) de grau n + 2 e tal que
É correto afirmar que
a) - 1 < a + b + c + d < O.
p(x)
ç - - = x2 + 1, em que o polin ômio d(x) te m raízes reais
b) O< d< 1. d(x)
c) para - 1 s x s 1, P(x) > O. a 1 < a 2 < a 3 < ... < ªn· Send o dad os x 1 e x 2 sati sfa ze ndo
d) o produto de suas raízes é menor que - 6. x 1 < a 1 < x 2 < a 2 , tem-se:
e) há uma raiz de multiplicidade 2. a) p(x 1) . p(x2) é necessariamente maior q ue ze ro.
a
b) p(x 1) . p(x2) pode ser igual a zero.
c) p(x 1). p(x2 ) é necessa riamente menor que ze ro .
e = x3 -
- 66. O polinômio p(x) 2x 2 - x + 2 tem
a) duas raízes reais no intervalo 1- 1; OI
d) p(x 1 ) pode ser igual a p(x2 ) .

b) pelo menos uma raiz real no intervalo ]o; ~ [ e) Nada se pode afirmar sobre p (x 1 ) em relação a p (x 2).

68. (FGV) - Dado o polinômio P(x) = x 4 + x3 - 6x2 - 4x + k :


c) pelo menos uma raiz real no intervalo ]2; 31
e a) Resolva a equa ção P(x) = O, para k = 8.
d) duas raízes reais no intervalo [1 ; 3] b) Determine o va lor de k de modo que as raízes estejam em
e
e) uma raiz real no intervalo [3; 4] progressão aritmética de razão ig ual a 3 .
s,

te
e 1-v's (b 2 -2ac)
11) ai b) 12) E 35 ) ai À.= 6 . 1 - .1
b) 3 , 1 + ,, e 1 35 :n: um'd a d es cu, b',cas
2 c2
t, 451 e 46) B 471 e 48 ) A
131 e 14) x 3 +x2 -4x+2 15) B
=- =-
j1 49) C 50) a)n m - 2 b) m 1 e) m,. - 5 em< -1
16) B 17) A 18) A 19) 1; i;- i 51 ) a = O, 13 =1 - me y =m, com m E lll em,. - 1
te 20) A 211 E 221 A 23 ) B
52) B 53 ) D 54) E
e
241 e 25) 16
55 ) a) {- 1; 1; 3} b) a =- 3; b =- 1 .56) D
26) A 27 ) E
r 57 ) D 58) C 59 ) A 60) E
281 a) m = 7 b) V= {( 1 - V2I, (1 + V2), 3/21 29 ) D 61 1 E 62 ) a) a = 5 b) 2 - i e 1 63 1 E
te e
e e 641 e 65) A 66) D 67 1
e
301 311 321 e 331 E

n 34) D 68) a) V= (- 2; 1; 21 b) Não existe k nas condições do


problema.
r

e
IJ

j1

28
EXERCÍCIOS-TAREFA
(POLINÔMIOS E EQUAÇÕES ALGÉBRICAS)

1. Seja f um polinômio de grau n, tal que f = a0 + a1x + ... + ªn . xn. 9. (UNIFESP) - Dividindo-se os polinômios p 1 (x) e p2 (x) por x - 2,
Indica-se que o "grau de fé n" por gr(f) = n (isto é: gr(f) = n an"' O). = obtêm-se, respectivamente, r 1 e r2 como restos. Sabendo-se que
Se gr(f) = n, então o coeficiente an é chamado ··coeficiente domi- r 1 e r2 são os zeros da f unção quadrát ica y = ax 2 + bx + c, confor-
nante de f" e indica-se CDf = ªn· me gráfi co,
Por exemplo:
1. se f = 3x 5 - 2x 4 + 3x - 1, então CDf = 3
2. se g = - x 2 + 8x + J 2, então CDg = - 1
3 . se g + f = 3x5 - 2x 4 - x2 + 11 x + 11, então CD(f + g) = 3
Nestas cond ições, se f e g são polinômios tais que
CDf = 3, CDg = - 3 e CD(f + g) = 5, então:
a) gr(f) = gr(g) b) gr(f) > gr(g) c) gr(f) < gr(g)
d) gr(f) = gr(g) =O e) gr(f) = gr(g) = 2

2. O polinômio, de coeficientes racionais x4 + ax3 + bx 2 + 8x + 4, é


um quadrado perfeito. Pode-se, então, afirmar que:
a) a = 6 b) a = 4b c) b = 4a
d) b - a =2 e) b - a =4 o resto da divisão do polinômio produto p 1 (x).p 2 (x) por x - 2 é:
a) 3 b) 5 c) 8 d) 15 e) 21
3. Os valores de A e B para os quais
X A B - . 10. Se o polinômio f = 3x 2 - 2x + k é divisível por (x - 2). então, k é
-2- - - - "' - - - + - - - sao, respectivamente: igual a:
x - 5x + 6 x- 2 x- 3
a) - 16 b) - 8 c) 2 d) 8 e) 16
a) - 2; 3 b) 1; O c) - 1; 2 d) 2; 3 e) 4; 5
11 . (ITAJ - Os valores de a e b, ta is que os polinômios
4. (UNICAMP) - Seja f(x) = anxn + an_,xn- 7 + ... + a1 x + a0 um
x 3 - 2ax 2 + (3a + b) x - 3b e x3 - (a + 2b) x + 2a sejam divisíveis
polinômio de grau n tal que an "' O e ai E IR para qualquer j entre por x + 1, são
O e n. Seja g(x) = nanxn- 7 + (n - 1)an_, xn-2 + .. . + 2a 2 x + a1 o a) dois números inteiros positivos.
polinômio de grau n - 1 em que os coeficientes a 1 , a2 , .. . , ªn são b) dois números inteiros negativos.
os mesmos empregados na definição de f( x). c) números inteiros, sendo que um é positivo e outro negativo.
a) Supondo que n = 2, mostre que d) dois núm eros reais, sendo um racional e outro irracional.
e) dois números reais irracionais .
h ) f( x + h) - f(x)
g( x + 2 = h , para todo x, h E IR, h "'O.
12. (MACKENZIE) - P(x) é um po linôm io do 2'? grau e k um número
rea l não nulo . Se P(k) = O, P(- k) = 2k2 e P(x) = P(k - x) para todo
b) Supondo que n =3 e que a3 = 1, determine a expressão do
x real, então o resto da divisão de P(x) por x - 1 é igua l a
polinômio f(x). sabendo que f(1) = g(1) = f(-1) = O. a) k b) 2 c) -1 - 3k d) 1 - k e) - 2 - 4 k
5. O quociente da divisão do polinômio f = x3 - 1 por g = x2 + 1 é:
13. Seja O(x) o quociente da divisão de x3 - x 2 + 5x + 6 por x + 3.
a) x + 1 b) x - 1 c) x d) - x + 1 e) - x - 1
Então o valor numérico de O(x) para x = O é:
6. O resto da divisão do polinômio p(x) = x8 - 5x3 + x 2 - 1 por a) 17 b) - 45 c) 45 d) - 17 e) 1O

X+ 2_
2
é .·
14. Que relação devem satisfa zer os valores de a e b para que o
225 31 polinômio 2x2 - 3a x + 5b seja div isível por 2x - 1?
a) b) 225 c)
256 128 256 a) a = 1 + 10b b) a = 1 + 1 Ob c) a= b
31 225 3 6
e)
d) 256 128 d) a = b + 1 e) a = b- 1
7. O valor de k, tal que o poli nôm io p(x) = kx3 + 2k - 1 seja divisível 15. (MACKENZIE) - Um polinôm io p(x), de grau maior que 1, deixa
pelo polinômio g(x) =x - f, é: resto 1, quando divid ido por x - 2, e deixa re sto 2, quando dividi-
do por x - 3. O resto da divisão de p(x) por x 2 - 5x + 6 é
a) 4 b) 5 6
c) a) x b) 2x + 1 c) 2x d) x - 1 e) 2
17 17 17
d) 7 e) 8
17 17 16. Dado o pol inôm io P(x) = x4 + x3 + p x + q, encontre os va lores de
p e q ta is que P(x) seja divisível por (x + 1) (x - 1) .
8. O resto da divi são de p(x) = 4x 3 + 2x 2 - m x + 5 por x + 2 é 1 .
Então m é igua l a: 17. Determinar m e p para que o polinômio
a) 22 b) - 20 c) 20 d) 1O e) - 1O x4 - 5x2 + m x + p seja divis ível por x 2 - x - 2.
29
18. (UnB) - O resto da divisão do pol inômio 3- 10 . (x + 3) 12 pelo 27. (UFSC)- Sendo a e b do is nú me ros ta is q u e o polinômio
polinômio x 3 é :
P(x) = 2x3 + ax 2 + bx - 6 é divisível por (x + 3) e por (2x + 1),
a) 66x 2 + 36x + 9 b) zero c) 48x 2 + 12x + 9
calcular o valor de a - b.
d) 66x 2 - 9 e) x 2 + x + 9

19. (FGV) - Sejam O(x) e R(x) o quociente e o resto da divisão de 28. (VUNESP) - Indicando por m, n e p , respec t iva m ente, o número
5x 3 + (m - 12)x 2 + (m 2 - 2m)x - 2m 2 + p + 9 por x - 2, res- de ra ízes racionais, raízes irraciona is e raízes não reais do
pectivamente. Permutando-se os coeficientes de O(x), obtém-se polinômio p(x) = x 5 - x3 + 2x 2 - 2, t emos:
o polinôm io O ' (x) tal que O' (x) = R(x) para qualquer x E li!. Se m
a) m = 1, n = 1 e p = 3 b) m = 1 , n = 2 e p = 2
e p são constantes reais posit ivas, então, m + p é igual a
a) 8 b) 7 c) 6 d) 5 e) 4 c) m = 2, n = 1 e p = 2 d) m = 2 , n = 2 e p = 1
e) m = 1, n = 3 e p = 1
20. (UnB) - P1(x) e P2(x) são polinômios do 2? grau que se anulam
quando x = O. O resto da divisão de P1(x) por (x - 1) (x + 2) é 3x + 1. 29. (UEL) - As soluçôes de uma das equa ções abai xo, para um valor
O resto da divi são de P2(x) por (x + 1) (x + 2) é 2x - 1. Então, o adequado de k, são - 2, 3 e 5. Qual é essa equação?
quociente da divisão de P1(x) por P2(x) é: a) x3 +6x2 -21 x+k =0 b) x 3 + kx 2 - x +36=0
a) 1 b) O c) x + 1 d) 2 e) X -1 c) 2x 3 + 6x 2 - x + k = O d) 2x 3 - 1 2x 2 - 2x + k = O
21 . e) 2x 3 - 12x2 + kx + 20 = O
(FGV) - Sendo P( x) = 4x6 + 2x 5 - 2x4 + x3 + ax2 + ~x + y, e
G( x) = 2x 3 + x 2 - 2x + 1, determine os valores de a, ~ e y que
tornam P(x) divisível por G(x) e também o polinômio O(x), 30. (MACKENZIE) - As raízes da equaçã o x 3 - 9 x 2 + 23x - 15 = O,
quociente da divisão de P(x) por G(x). colocadas em ordem crescente, são os termos iniciais de uma
progressão aritmética cuja soma dos 1O primeiros termos é :
22. (UFBA) - Sendo P(x) = (m - 1)x3 + x2 + x - 1 um polinômio de a) 80 b) 90 c) 100 d) 110 e) 120
grau 2 e O(x) = kx3 + x 2 + 2x + 2 um pol inômio que tem - 1 como
raiz, pode-se afirmar:
31 . (UEL) - Se a soma de duas das raízes reais da equação
(01) km= 1
3x3 + 5x 2 - 26x + 8 = O é igual a - 2, a fo rma fatorada dessa
(02) P(x) . O(x) é um polin ômio de grau 6.
(04) P(x) tem duas raízes reais. equação é:
(08) x P(x) - O(x) = 2 + 3x a) (3x - 1) . (x - 1) . (x + 3) = O
(16) O quociente da divisão de O(x) por x + 1 é x2 + 2. b) (3x + 1) . (x - 1) . (x + 3) = O
(32) O re sto da divisão de O(x) por P(x) é 3x + 2. c) (3x - 1) . (x + 2) . (x - 4) = O
d) (3x + 1) . (x - 2) . (x + 4) = O
23 . (UFSCar) - Em rela ção a P(x), um polinômio de terceiro grau, e) (3x - 1) . (x - 2) . (x + 4) = O
sabe-se que P(-1) = 2, P(O) = 1, P(1) = 2 e P(2) = 7.
a) Determine a equação reduzida da reta que passa pelo ponto 32. (MACKENZIE) - Se a, b e e são as raízes da equação
em que o gráfico da f unção polinomial P(x) cruza o eixo y,
sabendo que es sa reta tem coeficiente angular numerica- _ 1 1 1
x3 - 2x 2 + 3x - 4 = O entao - + - + - vale
m ent e igual à som a dos coeficientes de P(x). ' a b c
b) Dete rm ine P(x).
2 4 7 1
24. (UNIFESP) - Se a fi gura repre senta o gráfico de um polinômio
a) - b)- c)- d) _2_ e)-
3 3 3 4 4
real, p(x), podemos afi rma r:
33. Se a equação x3 - 3x2 - 4x + 12 = O tem duas raízes simétricas,
a outra raiz é um número
a) negativo. b) irracional. c) maior que 12.
d) entre 2 e 4. e) entre O e 1 .

34. (FATEC) - Se x = 2 é uma das raízes da equação


x3 - 4x 2 + mx - 4 = O, m E R então as suas outras raízes são
números
a) negativos. b) inteiros . c) racionais não inteiros .
d) irracionais. e) não reais .
a) p(x) tem uma raiz a, tal que 3 < a < 5.
b) p(x) é divisível por x - 1 . 35. Dada a equação x3 - 9x 2 + 26x + a = O, determ ine o valor de a
c) p(x) tem apenas 4 raízes reais. para que as raízes dessa equação sejam números naturais
d) p(x) não tem raiz real. consecutivos .
e) o g rau de p(x) é maior ou igua l a 5.
36. Indicando por z a variável complexa, resolva a equação z4 + 1 = O.
25. Um polinôm io P1(x) anula-se em 3 pontos distintos . Um polinômio
P2(x) anu la-se em 4 pontos disti ntos. En tão, o produto dos 37. Resolver, em IC, a equação z3 + 1 = O.
polinôm ios P1 (x) e P2(x)
a) pode não se anular em nenhu m ponto. 38. (UFSCar) - Considere a equação algébrica
- x4 + kx 3 - kx2 + kx - 4 = O, na variável x , com k E IC.
b) anula-se em exatamente 7 pontos disti ntos.
a) Determine k = a + bi, com a e b reais, pa ra que o número
c) pode anu lar-se em mais de 7 pontos distintos.
complexo 2i seja uma das raíze s da equação .
d) pode an ular-se em apenas 5 pontos distintos. b) Determine todas as raízes da equação quando k = 5 .
e) anu la-se em exatamente 12 pontos distintos.
39. As raízes do polinômio P(x) = x3 + m x 2 + nx + p sã o 1, 2, 3 . O
26. (UFM G ) - O valor de a para que 1 + Y2 seja raiz do polinômio quociente de P(x) por x - 3 é :
P(x) = x 3 + ax 2 + x + 1 é :
a) x2 + 2 b) x2 - 3x + 2 c) x 2 + 3 x - 2
a) - 3 b) - 1 c) 1 d) 3 e) 5 d) x2 - 2x + 1 e) x2 - 2
30
40. (MACKENZIE) - Considere o esboço do gráfi co da função 51 . (UNESP) - Considere a matriz

l: : l
y = p(x) = (x - a) . (x - b) . (x 2 - 2x + c).
Sendo ia unidade imaginária, é correto afirmar que uma das raízes
complexas de p(x) é:
1 . A e 1-: ;
a) 2- i b) 1 + i c) - 1
2
e) 1 - - 1- i
O determinante de A é um polinômio p (x).
d) 1 + 2i
2 a) Verifiq ue se 2 é uma raiz de p(x).
b) Determine t odas as raízes de p(x).

52. (UFPR) - Com base nos estudos de polinômios, equações


algébricas e números comple xos, é correto afirmar:
1. ( ) O polinômio P(x) = (x - 1)4 (x + 1)3 é divisível pelo
polinômio O(x) = (x 2 - 1)3.
2. O resto da divi são de P(x) = (x + 1)7 por O(x) = x - 1 é
igual à soma dos coeficientes numéricos do desenvol-
vimento de P(x).
3. ( Se a e b são números reais, tais que o número complexo
2 + i é raiz da equação x 3 + ax 2 + bx + a = O, então 1
t ambém é rai z dessa equa ção.
4. ( A unidade imaginária i é uma das ra ízes da equação
3
1 xn = O.
n =O
5. ( A equa ção x3 - 3x 2 + 3x - 1 = O não tem raízes reais .
41 . (MACKENZIE) - O polinômio P(x) = 3x 3 + ax 2 + bx + c é divisível
por x2 - 3x + 2 e por x 2 - 2x + 1. Então, a soma dos números reais 53. (UFG)
a, b e e é: a) Encontre a , b E R tais que
a) 2 b) - 2 c) 3 d) - 3 e) zero (x4 + 1) = (x 2 + ax + 1) . (x 2 + bx + 1), Vx E C
b) Encontre toda s as ra ízes complexas da equação x4 + 1 = O.
42 . O polinômio x7 - 2x 6 + x 5 - x4 + 2x 3 - x 2 = O tem
54. (MACKENZIE) - A som a dos cubos das ra ízes da equação
a) 2 raízes duplas . b) 1 raiz tripla.
x 3 - 2x 2 + 3x + 1 = O é:
c) 4 raízes não reais. d) 6 raízes não reais.
a) 12 b) - 12 c) - 13 d) 13 e) 14
e) 3 raízes duplas .
X - 1 X+ 1
43 . Determine as raízes da equação x3 - 16x2 + 85x - 150 = O, 55. (FATEC) - O polinômio p = - 1 O 1 admite
sabendo-se que uma das raízes tem multiplicidade 2.
2 - x2 1
a) t rês raízes reais .
44. Se, na equação x3 - 75x + 250 = O, m é raiz dupla e n = - 2m é a b) uma raiz de multiplicidade 2.
outra raiz, achar m e n. c) nenhuma raiz real.
d) uma única ra iz real.
45 . (UEL) - Sabe-se que - 2 é raiz de multiplicidade 2 da equação e) uma ra iz de m ultiplicidade 3.
2x4 + x3 - 17x2 - 16x + 12 = O. A soma das demais raízes dessa
equação é: 56. (MACKENZIE ) - Relat ivamente à equação x3 + x - 7 O,
co nsidere as afirmações abaixo.
a) 7 b) 2- c) 3 d) - ]__ e) - 7
2 2 1. Não admite raízes racionai s.
li. A única ra iz real a é ta l que 1 <a< 2.
46. (ITA) - O número comp lexo 2 + i é raiz do polinômio Il i. A soma dos quadrados das raízes é - 2.
f( x) = x4 + x3 + px 2 + x + q, Então:
com p, q E li? . Então, a alternativa que mais se aproxi ma da soma a) somente I e li são verdad ei ras .
das raízes reais de f é b) somente I e Ili são verdadeiras .
a) 4 b) - 4 c) 6 d) 5 e) - 5 c) somente li e Ili são verdadeiras .
d) toda s são verdadeiras .
47 . (UFSCar) - Sendo z1 e z2 as raízes não reais da equa ção algébrica e) todas sã o falsas.
x3 + 5x2 + 2x + 1O = O, o produto z1 z2 resulta em um número
a) natural . b) inteiro negati vo . 57 . (ITA) - No desenvolvimento de (ax 2 - 2bx + c + 1)5 , obtém -se um
c) ra cional não inteiro. d) irracional. polin ôm io p (x) cujos coefici entes somam 32 . Se O e -1 sã o raízes
e) complexo não real. de p(x), então a som a a + b + c é igual a
1 1 1 3
a) - - b) - - c) - d) 1 e)
48. (ITA) - Considere as funções 2 4 2 2
f( x) = x4 + 2x3 - 2x - 1 e g( x) = x2 - 2x + 1.
A mu ltip licidade das raízes não reais da f unção composta fog é 58. (CEFET-PR ) - Se P(x) = 3x4 - bx3 - 2x2 + 3x (x + 1) + 8 é um
igua l a polin ômio divisíve l por D(x) = 3x + 1, podemos afirmar que ~
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 D(x)
é ig ual a:

49 . (UNI-RIO) - Dado o polinômio x4 + bx3 + cx2 + dx + e, de a) x3 + 64x2 - 2 1x + 8 b) 27 x3 + 576x 2 - 189x + 72


coeficientes reais, sabendo-se que i, - 1 e 2 são alg um as de suas c) 3x3 - 192 x 2 - 63x - 24 d) 3x3 + 192x 2 - 63x + 24
raízes , o valo r de b + c + d + e é: e) x3 - 63x 2 + 7x - 18
a) O b) - 1 c) - 3 d) - 4 e) - 5
59. (CFG) - Seja o polinômio P(x) de grau (4n + 1) com t odos os seus
50. (FUVEST) - Determinar as raízes a , f3 e y do pol inômio coef icientes positivos e unitários. Dividindo-se P(x) por D(x), de
x3 - px2 + qx - r, dado que a + f3 = O. grau 3, obtém-se o resto R(x).
31
Determine R(x), sabendo-se que as raízes de D(x) são raízes de 69. (CEFET-PR) - Se as raízes da equação x 3 - ax + bx 2 + 36 = O
A(x) = x4 - 1 e que 0(1) " O. forem inversamente proporcionai s a 1, 2 e 3, o va lor de a + b será
igual a:
60. (MACKENZIE ) - Se P(x) = x3 + kx + m é divisível por x2 - 2x + 1, a) -47 b) -25 c) 15 d) 47 e) zero
então k + m vale:
a) 2 b) 1 c) O d) -2 e) -1 70. (UFSM) - Sabendo que uma das raízes da equação
:n:0
61 . (UNICAMP) - As três raízes da equação x3 - 3x 2 + 12x - q = O, 2x3 - 3x2 - x + m =Oé solução de sen 6 = 1 , com O s 0 s :n:,
em que q é um parãmetro real, formam uma progressão então o produto das raízes da equação pol inomial é :
aritmética.
a) Determine q . a) _ _2__ b) 1- c) 12 d) 16 e) 24
2 2
b) Utilizando o va lor de q determinado no item (a ), encontre as
raízes (reais e co mplexas ) da equação. 71 . (EFOA) - Cada uma das raízes do polinômio

62. (ITA) - Se as soluçõe s da equação algébrica P1 (x) = x3 - 6x 2 + m 1 x - 5 supera em duas unidades as raízes do
polinômio P2(x) = x3 + m 2x - 5. Nessas condições, tem-se
2x 3 - ax 2 + bx + 54 = O, com coeficientes a, b E~. b .. O, formam,
numa determinada ordem, uma progressão geométrica, então, a) m 1 + 2m 2 = O b) 2m 1 - m2 = O c) 2m 1 + m 2 = O

~ é igua l a d) m 1 + 4m 2 = O e) m 1 + m 2 = O
b
72. (UNESP) - Considere as fun ções polinomiais
a) - 3 b) - J_ 1 f(x) = x3 + x2 + 2x - 1 e g(x) = x 3 + 3x + 1, cujos gráficos se
c) d) 1 e) 3
3 3 interceptam em dois pontos, como esboçado na figura (não em
escala).
63. (PUC) - Sabe-se que a equação 2x 3 + x2 - 6x - 3 = O admite uma y
única raiz ra cional e não inteira. As demais raízes dessa equação
são
a) inteiras e positivas. b) intei ras e de sinais contrários.
c) não reais. d) irracionais e positivas .
e) irracionais e de sinais contrários.

64. (PUC) - Sabe -se que o número complexo 1 - i é raiz da


equação 2x 3 - 3x 2 + kx + t = O, na qual k e t são constantes reais .
O produto das raízes dessa equação é
a) - 1 b) _ _2__ c) 2- d) 1 e) 2
2 2

65. (FMTM) - Sabe-se que P(x) = x 5 - 2x4 - 3x 3 + 4x2 + 4x é divisível


por (x + 1)2. Então, a soma das 3 ra ízes distintas do polinómio
O(x) = (2 x - 3) 5 - 2(2 x - 3) 4 - 3(2x - 3) 3 + 4(2x - 3)2 + 4(2x - 3) é
ig ual a Determine para quais valores rea is f(x) "" g( x), isto é, determine o
a) 5 b) 6,5 c) 6 d) 6,5 e) 7 conjunto S = {x E ~ 1 f( x) ""g(x)}.
66. ~NIFESP) ::- Considere a equação x3 - Ax2 + Bx - c = o, em que 73. (UNICAM P) - Para resolver equações do tipo
'. B e C sao constantes rea is . Ad mita essas constantes esco-
x4 + ax3 + bx 2 + ax + 1 = O, podemos procede r do seguinte modo:
lh~das de mod? que as três raízes da equação são as t rês dimen-
soes. em cent1metros, de um paralelepípedo reto retãngulo . Dado como x = O não é uma raiz, divide-se a equação por x 2 e, após
~ue o volum e desse pa ral elepípedo é 9 cm3, que a soma das 1 -
area s de todas as faces é 27 cm 2 e que a soma dos compri- fazer a mudança de variávei s u = x + - , resolve-se a equaçao
X
mentos de todas as arestas é 26 cm, pedem-se:
a) os va lores de A, B e C; obtida [na va riável u]. Observe que, se x E~ e x > O, então u ""2.
b) a medida de uma diagonal (interna) do paralelepípedo. a) Ache as 4 raízes da equação x 4 - 3x 3 + 4x 2 - 3 x + 1 = O.
b) Encontre os valores de b E IR para os quais a equação
67 . (PUC) - Sa_be-se que o polinômio f = x4 + 3x3 _ 3x2 _ 11 x _ 6 x4 - 3x 3 + bx 2 - 3x + 1 = O tem pelo menos uma raiz real posi-
~dm1 t e a rai z - 1 com multiplicidade 2 e que outra de suas raízes tiva .
~ I_gual ao módu lo de um número com plexo z cuja parte imaginária
e igual a - 1. A forma trigonométrica de z pode ser igual a 74. (ITA) - Um polinômio P é dado pelo produto de 5 polinômios cujos
a) 2. ( cos - 11:n:
6- + i.sen _11:n;
_ ) graus formam uma progressão geométrica. Se o polinômio de
5 menor grau tem grau igual a 2 e o grau de P é 62, então o de
maior grau tem grau igual a:
5:n:
b) 2 . ( cos + i.sen 56:n: )
6 a)30 b)32 c)34 d)36 e)38

5:n: 75. (FUVEST) - Um polinômio de grau 3 possui três raízes reais que,
c) 2 . ( cos + i.sen ~:n; )
3 colocadas em ordem crescente, formam uma progressão

d) 2. ( cos
4:n:
+ i. sen 1 t ) aritmética em que a soma dos termos é igua l a ~ . A diferença
3
. . 24
7:n: entre o qua d ra d o d a maior ra iz e o quadrado da menor raiz é - .
e) 2. ( cos + i.se n 7~, ) 5
4 Sabendo-se que o coeficiente do termo de maior grau do
68. (UNIF) - O número 2 é raiz dupla da equação ax3 + bx + 16 = o. polinômio é 5, determine
Então b - a é igual a a) a progressão aritmética .
a) -12 b) - 13 c) 1 d) O e) -11 b) o coeficiente do termo de grau 1 desse pol inómio .

32
3 3
76. (UNIFESP) - Seja x = V 2 + V5 + V 2 - \15 . Eleva ndo ambos 77 . (UNESP) - A altura h de um balão em relação ao solo foi
observada durante certo tempo e modelada pela função
os termos ao cubo, teremos x3 = 4 - 3x. Seja p(x) = x3 + 3x - 4 .
h(t) = t3 - 30t 2 + 243t + 24
Como p(l) = O, p(x) é divisíve l por x - 1 e, então, p( x) = (x - 1).q(x),
na qual q é um polin ôm io . co m h(t) em m etros e t em m inutos. No instante t = 3 min, o balão
a) Mostre que q(x) possui como zeros somente nú meros com- estava a 510 metros de alt ura. Determine em que outros
plexos não reais e, portanto, que o número x = 1 é o único instantes t a altura foi também de 51 O m .
zero real de p( x).
3 3 78. (FVG) - Resolva a equação x 5 + x4 + 4 x3 + 4 x 2 + 3x + 3 = O no
b) Mostre que V 2 + V5 + V 2 - V5 é um número inteiro. conjunto dos núm eros complexos.

1) A 2) E 3) A 53) a) (a = V2; b = - V2) ou (a = -Y2; b = V2)


4) a) demonstração b) f(x) = x3 - x2 - x + 1 5l e
6l e 7) E 8) D 9) E 10) B b) { Y2 + Y2 i· - Y2 + Y2 i· - Y2 - Y2 i · · Y2 - Y2 i }
2 2' 2 2' 2 2·2 2
111 e 12) D 13) A 14) A
15) D 16) p =q =- 1 17) m = O; p =4 541 e 55) D 56) D 57) A 58) A

18) A 191 e 20) A 59) X+ 1 60) E 61) a) q = 10 b) 1; 1 + 3i; 1 - 3i


21) a =- 3, 13 =3 e y =- 1 ; O(x) =
2x 3 +x- 1 62) B 63) E 64) A 65) A
22) V, F, V, F, V, V; soma = 53 V61
66) a) A = ~ cm, B = !!__ cm 2 e C = 9 cm 3 b)d = - - cm
x3 X
2 2 2
23) a) y = 2x + 1 b) P(x) =- + x2 - - + 1
3 3
67) A 68) B 69) B 101 e 71) A

24) E 25) D 26) A 27) a= 3, b = - 11; a - b = 14


72) S = {x E IR I x s - 1 ou x "' 2}
281 e 29) 0 301 e 31) E 32) D

33) D 34) E 35) a= -24 1 + VJi 1-VJi


73) a) 1; 1; bl b s 4 74) B
2 2
36) :!: Y2 :!: Y2 i 37) { - 1. -1 + - - V3 .1; - 1 - -V3- ·}
1
2 2 ' 2 2 2 2
7 3 13 73
20 30 . 75) a) - - e bl-
38) a) k = --+--1 b) as raízes da equação são 1, 4, i e -i 5 5 5 5
13 13
39) B 40) D 41) D 42) B 43) {5; 6}
- 1:!:VÍSi
76) a) as raízes de q(x) são
44) m = 5; n =- 10 45) B 46) E 47) A
2

481 e 49) E 3 3
b) V2 + V5 + V2 - V5 = 1 E /f
51) a) 2 é raiz, pois p(2) = O b) As raízes de p(x) são: - 1; 1 e 2.
77) t =9 min e t =18 min 78) {- 1; i; - i; V3i; - V3i}
52) V, V, V, V, F

33
Álgebra

MÉDIAS

62 1. Noção geral de média Conclusão


A média geométrica dos n e le me ntos do conjunto
Considere wn conjunto numérico A= {x1; "2; x3; ...; x.i}
numérico A é a raiz enésima do produto de todos os
e efetue uma certa operação com todos os elementos de A.
seus elementos.
Se for possível substituir cada um dos elementos do
conjunto A por um número x de modo que o resultado 4. Média harmônica
da operação citada seja o mesmo, diz-se, por definição ,
que x será a média dos elementos de A relativa a essa Definição
s: operação. A média dos elementos do conjunto numérico A rela-
tiva à adição dos inversos é chamada média harmônica-
2. Média aritmética
Definição Cálculo da média harmônica
. ~ média dos elementos do conjunto numérico A rela- Se x for a média harmônica dos elementos do con-
6 tiva a adição é chamada média aritmética. j~nto numérico A= {x 1; x 2 ; x 3 ; ... ; xn} , então, por defini-
çao:
Cálculo da média aritmética 1 1 1 1 1
-+-+-+ ... + - = - + - + - + ... + - ~
1 1 1
Se
, . x for a m e' d·ia antmetica
· , · dos elementos do conjunto X X X X Xl x2 x3 Xn
numenco A= {x 1,. x2,. x3,. ... ., xn } , entao,
_ por defiruçao:
. _
n parcelas
x+x+x+ ... +x = X1 + X2 + X3 + ... + xn ç:, 1 1 1 1 1
~ n . - = - + - + - + ... + - ~
n parcelas X x,
X2 X3 xn
~n · x-x +x 2 + 1 1 1 1
- I X3 + ... + xn e, portanto , 1 Xi
+ X2 + X3 + ... + xn
ç:, - = - - - - - - - - - " - - e , portanto,
XI + Xz +_:_ + ••• + X
X = ____ X3 ___
-....::..._-n
X n
1
n x=---------------
Conclusão 1 1 1 1
--+--+--+ ... +--
A média aritméf
numérico A ,
d
ica os n elementos do conjunto X1 ½ X3 xn
e a soma de tod os os seus elementos d1v1-
. .
dl.da por n. · · ' n
Conclusão
3. Média geométrica A média harmônica dos n elementos do conjunto nu-
mérico A é o inverso da média aritmética dos inversos.
Definição
A média dos eleme t dO
tiva à m tt· 1. _ , n os
.
conJunto numérico A rela- 5. Média aritmética ponderada
u Ip 1caçao e cham d , . , .
ª ª media geometrica. Definição
Cálculo da média geométrica A média dos elementos do conjunto numérico A
Se x for a média geo , • relativa à adição e na qual cada elemento tem um "deter-
junto numérico A = { . m~tnca dos elementos do con-
então, por definição: Xi, X2, X3; ... ; xn}, todos positivos, minado peso" é chamada média aritmética ponderada.
X . X . .. .. X
'----v------
= X 1 . X2 . X3 · · · · · X n ~ x" = x1 . ½ . x3 . .... x Cálculo da média
n~= n
aritmética ponderada
nr-- - - - - - -
e , portanto , X = Y X1 D
X2 O
x3 O 00D O xn
Se x for a média aritmética ponderada dos elemento
do conjunto numérico A = {x 1, x 2 ; x 3 ; . .. ; xn} com
34
"pesos" p 1 ; P2 ; P3 ; ··· , P 0 , respectivamente , então, por conjunto numérico A é a soma dos produtos de cada
definição: elemento multiplicado pelo respectivo peso, dividida
pela soma dos pesos .
P1 ·X + P2 ·X+ P3 ·X+ ··· + Pn . X =
= P 1 · X1 + P2 · X2 + P3 · X3 + · · · + Pn • X0 ~ 6 . Propriedades
~ (p i + P2 + P3 + · · · + P 11 ) •X = Sejam Ma, Mg e Mh as médias aritmética, geométri-
ca e harmônica, respectivamente. Se a e b forem dois nú-
meros reais estritamente positivos , então:

X= P1 ·X1 + P2·X2 + P3°X3 + •·· + Pn·Xn a+b 2ab


a) Ma=---- Mh =-a
- +_ b_
2
P1 + P2 + P3 + ··· + Pn

Observe que se p 1 = p 2 = p 3 = .. . = p 0 = 1, então:


X1 + X2 + X3 + ... + xn
x = - - - - - - - - - - -, que é a média aritmética
n 7. Observação
simples. A palavra média , sem especificar se é aritmética ,
Conclusão geométrica ou harmônica, deve ser entendida como mé-
A média aritmética ponderada dos n elementos do dia aritmética .

1. Calcular a média aritmética entre os núm eros 3, 4, 6, 9 e 13. 4. Ca lcu lar a média aritmética ponderada dos números 35, 20 e 1 O
Resolução com pesos 2, 3 e 5, respectivamente.
Se x for a média aritmética dos elementos do conjunto {3, 4, 6, 9, 13), Resolução
então x será a soma d os 5 elementos, div idida por 5 . Assim : Se x for a média aritmética ponderada, então:
3+4+6+9+13 35
x = - - - - - - - - = x = - - =x = 7
5 5 2 . 35 + 3 . 20 + 5 . 1 O 70 + 60 + 50
X = ---------- = X =----- <a>
Resposta: A média aritmética é 7 . 2+3+5 10
180
2. Ca lcu lar a média g eométrica entre os números 12, 4 5 e 50 . = x = - - = x =18
10
Resolução
Se x for a média geométri ca dos elementos do conjunto {12; 45; 50), Resposta : A média aritmética ponderada é 18.
então x se rá a rai z cúbica do prod ut o dos três números. Assim :

3r-- - - 3~-- - -- -- 5. a) Calcular a média aritmética Ma, a média geométrica M 9 e a


x= Y1 2 . 45 . 50 = x = \f 22 . 3 . 3 2 . 5 . 2 . 9 = média harmônica Mh d os números 2 e 8 .
3 --~~ 3_ _ __
= x = V 23 . 3 3 . 53 = x= V(2 . 3 . 5) 3 = x = 30 b) Compare o s t rês resultados obtidos .

Resposta: A média geométrica é 30. Resolução


2+8
a) M a = - - -
2
= Ma = 5
3. Calcular a m édia harmônica dos n úmeros 1, 3 e 6 .
Resolução
Se x for a m é dia harmônica dos t rês nú meros, entã o x se rá o
inverso da m é dia aritm éti ca dos inve rsos. As sim : 16
Mh =--- - - - - - = -- = 32
1 1 1 1 4 + 1 1 5 '
X =----- = X = - +-
1 1 1 6 + 2 + 1
- +- + -
2 8 8 2
1 3 6 6 2
3 3
b) Se M a = 5, M 9 = 4 e M h = 3,2, e ntão M a > M 9 > M h.
= X = __l_ ,= X = ~= X = 2
9 1 9
Respostas: ai Ma = 5; M 9 = 4; Mh = 3 ,2
6 3
Resposta: A média harmônica é 2. b) M 8 > M 9 > Mh

35
populações de A e T, antes de se reunirem. eram, respectiva-
3 13 1
6. (FUVESTJ - Ache a média aritmética dos números 5 ,4 e 2· mente, 30 anos e 25 anos, mostre que a média de idade após a
reunião é superior a 29,9 anos.
7. Calcular a média geométrica dos nú meros 6, 16 e 18.
17. (FUVEST - MODELO ENEM) - A distribuição das idades dos
8. . h armonica
Calcular a média _ . d os numeras
. 3 13
,4 e 21 • alunos de uma classe é dada pelo seguinte gráfico:
5 número de alunos
9. Seja A um conjunto de sete números estritamente positivos.
23
Sabendo-se que a média geométrica dos três primeiros números
3~ 20
do conjunto A é 2\ 2 e que a média geométri ca dos quatro
últimos números do co nj unto A é 4'✓'2., ca lcu lar a média
geométrica de todos os números do conjunto A .
10
10. Comprei 5 doces a R$ 1,80 cada um, 3 doces a R$ 1,50 cada um
e 2 doces a R$ 2,50 cada um . O preço médio, por doce, foi de: 5
a) R$ 1,75 b) R$ 1,85 c) R$1,93
d) R$ 2,00 e) R$ 2.40 2 ----------
-l--~1--~ 1-----'11-~I---~ +-::-:--+-~ idade (anos)
16 17 18 19 20
11 . (FGV - MODELO ENEM) - Numa partida de futebol entre Corin- Qual das alternativas representa melhor a média de idades dos
thians e Pa lmeiras, foi pesquisada a idade de torcedores. Cons-
alunos?
tatou-se, co m base nas pessoas que compa receram ao estádio,
a) 16 anos e 1O meses b) 17 anos e 1 mês
que a idade média dos corinth ianos e palmeirenses era de 36 e de
45 anos, respectivamente . c) 17 anos e 5 meses d) 18 anos e 6 meses
e) 19 anos e 2 meses
Se no estád io, nesse dia, o nú mero de corinthianos era uma vez
e meia o de palmeirenses, a idade média do tota l de torcedores
corinthia nos e palmeirenses presentes nessa partida de futebol
18. (FUVEST - MODELO ENEM) - Num determ inado país, a popu-
foi de: lação feminina representa 51 % da popu lação total. Sabendo-:e
que a idade média (m édia aritmética das idades) da popu_laçao
a) 40,5 anos b) 45 anos c) 36 anos
d) 41,4 anos e) 39,6 anos femi nina é de 38 anos e a da masculina é de 36 anos, qual a idade
média da população?
a) 37,02 anos b) 37, 00 anos c) 37 ,20 anos
12 . A média arit mét ica dos elem entos de um conjunto de 28 números
d) 36,60 anos e) 37,05 anos
é 27. Se retirarmos desse conjunto três números, de va lores 25,
28 e 30, a média aritmética dos elementos do novo conj unto será: 19. (UNESP- MODELO ENEM) - Sejam dois bairros, A e B, de certa
a) 26,92 b) 26,80 c) 26,62 d) 26,38 e) 25,48
cidade. O bairro A possui 1000 residências, sendo o co nsumo mé-
13. (PU_C CAMP) - Sabe-se que os números x e y fazem parte de um
dio mensal de energia elétrica por residência 250 kWh. Já o bairro
B possui 1500 residências, sendo o consumo médio mensal P?r
con1unto de 100 números, cuja média aritmética é 9,83. Retiran-
res idência igual a 300 kWh. O consumo médio mensal de energia
do-se x e Y desse conjunto, a média aritmética dos números
restantes será 8,5. Se 3x - 2y = 125, então: elétrica por residência, considerando os dois bairro s, A e B, é
a) 275 kWh b) 280 kWh c) 287,5 kWh
a) x = 75 b) Y = 55 c) x = 80 d) y = 65 e) x = 95 d) 292,5 kWh e) 550 kWh
14,
(FUVEST) :-- Sabe-se que a média aritmética de 5 números 20, (FATEC) - Se a média aritmética dos 3 1 termos de um_a progres-
inteiros distintos, estritamente positivos, é 16. O maior valo r que são aritmét ica é 78, então o 16º termo dessa progressao é
um desses 1nte1ros pode assum ir é·
a) 54 b) 66 c) 78 d) 82 e ) 96
a) l 6 b) 20 c) 50 · d) 70 e) 100
21 . (ITA) - Sabe-se que a média harmônica e ntre º.ra io e~ altura de
15.
(FUVEST) - Numa classe com vinte alunos, as notas do exame um ci lindro de revolução va le 4 . Quanto valera a razao entre o
final pod_iam variar de O a 100 e a nota mínima pa ra aprovação era volume e a área total deste ci lind ro ?
70. Realizad? o exame, verificou-se que oito alunos foram re pro- a) 1 b) 2 c) 2,5 d) 3 e) 3,5
vados. A media aritmética das notas desses oito alunos foi 65,
enquanto a média dos aprovados foi 77. Após a divu lgação dos 22. (FUVEST) - O número de gols marcados nos 6 jogos da primeira
re sultados. 0 professor_ verificou que uma questão havia sido mal rodada de um campeo nato de futebol foi 5, 3, 1, 4, O e 2. Na
formulada e de_c 191u atribu ir 5 pontos a mais para todos os alunos. segunda rodada, se rão realizados mais 5 jogos. Oual deve ser o
Com essa dec1sao, a méd ia dos aprovados passou a ser 80 e a número tota l de gols marcados nessa rodada para que a m é_d ia de
dos reprovado s, 68,8. gols, nas duas rodadas, seja 20 % supe ri or à média obtida na
a) Calcu le a méd ia aritmética das notas da classe toda antes da primeira rodada?
atribu ição dos cinco pontos extras.
23. (FGV) - Seja uma sequência de n elementos (n > 1). dos quais
b) Com a atribuição dos cinco pontos extras, quantos alunos,
1n1c1almente reprovados, atingiram nota para aprovação? um deles é 1 - J__, e os demais são todos iguais a 1 . A m édia
n
16 , aritmética dos n números dessa sequência é
(VUNESP) - Suponha que o país A receba de vo lta uma parte de
seu te rri tó ri o T, que por certo tempo esteve sob a administração a) b) n - ~ c) n - n2
do país B, devido a um tratado entre A e B. Estimemos a
popu lação de A , antes de receber T, em 1,2 bilhão de habitantes, d) 1 - - 1- e) 1- J...
e a de T em 6 m il hões de habitantes. Se as médias de idade das n2 n n2

36
24. (FGV - MODELO ENEM) - As tabelas seguintes mostram o Se o aluno foi aprovado com média final ponderada igual a 7,3,
tempo de escolaridade de candidatos a uma vaga de vendedor de calculada entre as cin co provas, a nota obtida por esse aluno na
uma empresa nos anos de 1990 e 2000. prova IV foi:

-_-_7_ ~
a) 9,0 b) 8,5 c) 8,3 d) 8,0 e) 7,5
1----
1~
9 9_0_ _ 1----2~ººº
I Tempo de Nu' mero de Tempo de
d 26. (UFPE - MODELO ENEM) - O gráfico a seguir il ustra a variação
Número e escolaridade cand"1datos escolaridade
candidatos (anos) _j do IPC, Índice de Preços ao Consumidor. em Recife, de abril a

8 L- 4 J ,_~
- - - - L - , (anos)
2º __ _J 4 ~
agosto de 2005.

ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR


4

5 ~ -1~1~
1_~ - _j-15
L
. -tº -- ,
12 1-
~1

15
-j 2,00%

1,50%
3 1
1,00%
De 1990 a 2000, o tempo de escolaridade entre os candidatos à
0,50%
vaga de ven dedor dessa empresa cresceu, em média,
a) 7% b) 12% c) 15% d) 18% e) 22% 0,00%

25. (UNESP - MODELO ENEM) - Durante o ano letivo, um professor -0,50%


de matemática aplicou cinco provas para seus alunos. A tabela
-1,00%
apresenta as notas obtidas por um determinado aluno em quatro
das cinco provas realizada s e os pesos estabelecidos pelo -1,50%
professor para cada prova. abril maio junho julho agosto
-- - ·- -
~ -- -
Prova 1 li Ili □ IPC 0,70% 1,59% 0,31% 0,25% -1 ,17%
....
Nota 6,5
----
7,3
- 7,5 Qual a média do IPC nestes cinco meses? (Aproxime sua res-
posta até os décimos.)
Peso 1 2 3
- - a) 0,1 % b) 0,2 % c) 0,3 % d) 0,4 % e ) 0,5%

16) Média final = 29,975 > 29,9 111 e


6) ~ 7) 12 8) 117
20 155
18) A 19) B 201 e
9) 4 10) B 11) E
21) A 22) 18 23) D
12) A 13) D 14) D
24) E 25) B 26) C
15) a) 72,2 b)3

37
Álgebra

RAZÕES E PROPORÇÕES

1 . Razão a e a+c
A razão entre dois números a e b ~ O, nessa ordem,
c) -=-~ - a - e
----
. . t a b d b+d b d
e o quoc1en e b .
O número a é chamado antecedente ou primeiro Costuma-se dizer: a soma dos antecedentes está
termo e o número b é chamado consequente ou para a soma dos consequentes assim como cada an-
segundo termo . tecedente está para o correspondente consequente .
Exemplos 4. Grandezas proporcionais
A razão entre 3 e 2 é 1,5, pois 3 = 1,5 e a razão A notação A= (a 1 , a2 , a3 , ... ) é utilizada para indicar
2
que a 1 , a2 , a3 , ... são valores assumidos pela grandeza A.
entre 2 e 10 é 0 ,2, pois 120 = 0 ,2. Ao escrever, num dado problema, que A = (a., a2 ,
a3 , ...) e B = (b., b2 , b3 , ...), queremos dizer que quando a
2. Proporção
grandeza A assumir o valor a 1 , a grandeza B assumirá o
Os números a , b, c e d, com b ~ O e d ~ O, formam, valor b1 . Queremos dizer, portanto, que a 1 e b 1 são valo-
nessa ordem, uma proporção se, e somente se, a razão res correspondentes das grandezas A e B. Analogamente,
entre a e b for igual à razão entre c e d. Representa-se por: a 2 e b 2 são valores correspondentes , o mesmo
acontecendo com a3 e b3 e, assim, sucessivamente.
Grandezas diretamente
e lê-se: a está para b , assim como c está para d proporcionais (GDP)
Os números a e d são chamados extremos e os Uma grandeza A é diretamente proporcional a
números b e e são chamados meios . uma grandeza B se, e somente se, as razões entre os valo-
Exemplo res de A e os correspondentes valores de B são iguais. Se
Os números 4 , 2, 6 , e 3 formam , nessa ordem , uma A= (a 1 , a2' a3 , ...) e B = (b., b2' b 3 , .•.) forem grandezas
_ . 4 6 4 6 diretamente proporcionais, então:
proporçao , pois 2 = 2 e 3 = 2 . Escreve-se 2 = 3

e lê-se: 4 está para 2 , assim como 6 está para 3.

3. Propriedades das proporções


e o número k é a constante de proporcionalidade.
Se os números a, b, e e d formam , nessa ordem , uma
proporção, então: Exemplo 1
a e A tabela a seguir
a) -- =- ~ ad = bc
b d DISTÂNCIA (km) 80 160 1 240
Costuma-se dizer: o produto dos extremos é igual
ao produto dos meios. TEMPO (horas) 1 2 3

a e a+ b c+d dos valores das grandezas distância (em quilômetros) e


b) -=-- ~ ---- tempo (em horas) da viagem de um trem com velocidade
b d b d
constante de 80km/h, nos mostra que:
Costuma-se dizer: a soma dos dois primeiros está
para o segundo, assim como a soma dos dois últimos 80 160 240
1 = 2 = 3 = 80 e que, portanto , a
está para o último .
38

j
distância e o tempo , neste exemplo, são grandezas
diretamente proporcionais (GDP).
Exemplo 2
Sabendo-se que (2,3,x) e (6 ,y,15) são sucessões
diretamente proporcionais, determine x e y. b) Existem grandezas que não são nem diretamente
Resolução proporcionais e nem inversamente proporcionais. A tabe-
Se (2,3 ,x) e (6,y,15) são G .D.P. , então: la a seguir, por exemplo,
2 3 X LADO (cm) 2 4 6
6 = y = 15
2 4 16 36
De 6 y3 , temos: 2y = 3 . 6 ~ y=9 dos valores das grandezas lado de um quadrado (em cm )
2 X e área do quadrado (em cm 2 ) nos mostra que:
De 6 = 15 , temos: 6x = 2. 15 ~ x=5 2 4 6
4 "' 16 "' 36 e 2 .4,., 4 . 16,., 6 .36e , portanto :
Resposta: x = 5 e y = 9
as grandezas medida do lado do quadrado e medida da
Grandezas inversamente área do quadrado não são nem diretamente proporcio-
proporcionais (GIP) nais e nem inversamente proporcionais.
Uma grandeza A é inversamente proporcional a c) Ao dizer "A e B são grandezas proporcionais" ,
uma grandeza B se, e somente se, os produtos entre os subentende-se que são "grandezas diretamente propor-
valores de A e os correspondentes de B são iguais. Se cionais" .
A = (ai, a2' a 3 , ... ) e B = (bi, b2' b 3 , ...) forem grandezas
5. Divisão proporcional
inversamente proporcionais, então:
Divisão em partes
3 1h1 = ª2h2 = a3b3 = ··· = k diretamente proporcionais
e o número k é a constante de proporcionalidade.
Dividir um número N em partes diretamente pro-
Exemplo 1 porcionais aos números a , b , e e significa determinar os
A tabela a seguir números x, y e z , de tal modo que:
VELOCIDADE (km/h) 40 80 120 (1) as sequências (x , y, z) e (a , b, e) sejam
+---+-----1-----+---
T EMP O (horas) 6 3 2 diretamente proporcionais .
dos valores das grandezas velocidade (em quilômetros (li) X + y + z = N
por hora) e tempo (em horas) da viagem de um trem , Para isso , observando a definição de GDP e as pro-
numa distância de 240km, nos mostra que: priedades das proporções, podemos usar a seguinte
40 . 6 = 80 . 3 = 120 . 2 = 240 e que , portanto , nesse técnica operatória:

~
exemplo, a velocidade e o tempo são grandezas inver-
samente proporcionais (GIP). :=~=: ~{ : : ~ : : = :
{ x+y+z=N = ~ = :
Exemplo 2 x+y+z=N
Sabendo-se que (x, 3 , 4) e (2 , y, 6) são sucessões
N X a .N
inversamente proporcionais , determine x e y. -- X=
a+b+c a a+b+c
Resolução
Se (x , 3, 4) e (2, y, 6) são GIP, então: 2x = 3y = 24
N
a+b+c b
=_1_ ~ y=
b .N
a+b+c
De 2x = 24, temos x = 12
N z c .N
De 3y = 24 , temos y = 8 -- Z=
Respostas: x = 12 e y = 8 a +b+ c a a + b+ c

Observações
Divisão em partes
a) Se a grandeza A(al' a 2 , a 3 , ...) for inversamente
proporcional à grandeza B(bp b2 , b 3 , ...) , então A será
inversamente proporcion is
Dividi r um número M em partes inversamente
.
d rretamente . al a, gran d eza ( - 1 , - 1 ,- 1 ,··· ) ,
proporc1on proporcionais aos números m , n e p é o mesmo que
b1 bz b3 dividir M em partes diretamente proporcionais aos
ou seja: inversos de m , n e p, com m . n . p ::/:. O.
39
1. Um produto que custa R$ 18,00 para ser fabricado é vendido por X
16 = 2 = X = 32
R$ 27,00 . Determinar a razão entre:
a) o preço de venda e o de cu sto.
b) o lucro e o pre ço de venda . = \60° = ; = ~ = ~ =
{
16 = ~ = X = 48
Reso lução
16 = 5 = X = 80
Sendo C o preço de custo, V o preço de venda e L o lucro, temos:
V 27 3
a) - =15 Resposta: As partes são : 32, 48, 80.
e 18 2 '

b)
L V -C 27 - 18 9 1
V - 6. Dividir o número 81 em três partes inversamente proporcionais
V 27 27 3
aos números ~ , ; e 1.
Resposta: a) 1,5 b) 2.
3 Resolu çã o
O problema equivale a dividir 81 em partes diretamente propor-
2. x- 3 1
Determinar x na proporção : cionais aos inversos 2, 1-_ e 1.
6- x 2 2
Resolução
Assim, sendo x, y e z as partes, temos:
Supondo x ,. 6
X - 3 1 X y Z x+y+z = _x_ = _ Y_ = -2.._
-
6- X
= -
2
= 2(x - 3) = 1 . (6 - x) = {
2 =3 = 1 3 2 3
2+ - + 1 =
= 2x - 6 = 6 - x = 2x + x = 6 + 6 = 3x = 12 = x = 4 2
2 2

Resposta: x = 4 X + y + Z = 81 X+ y + Z = 81

X
3. Se (3. x, 14, ... ) e (6, 8, y, ...) forem grandezas diretamente pro- 18 = 2 =X= 36
porcionais, então o va lor de x + y é :
z 18=~=y=27
a) 20 b) 22 c) 24 d) 28 e)32 =
Resolução 2
Se (3, x, 14, .. ) e (6, 8, y, .. ) fo rem grandezas diretamente propor- z
18=T=z=18
cio nais, então:
3 X 14 Resposta: As partes são: 36, 27 e 18.
6 8 y
3 X
De
6 s' temos: X =
3.8
6
=4 7. Repartir uma herança de R$ 495.000,00 entre três pessoas na razão
direta do número de filhos e na razão inversa das idades de cada

De
3
6 = v14 ' te m os: y = 6.1 4
3 = 28 uma delas. Sabe-se que a 1a pessoa tem 30 anos e 2 fi lhos, a
2~ pessoa tem 36 anos e 3 filhos e a 3ª pessoa, 48 anos e 6 f ilhos .
Ass im sendo, x + y = 3 2 Resolu ção
Resposta: E Se x, Y e z forem as quantias que cada uma das 3 pessoas deve
receber, então:
X y Z
4. Calcular x _e y sabend o-se que (1 , 2, x,. .) e (12 , y, 4 , . ..) sao
-
2 . 1 = 3 . 1 _ = 6. 1 +=+=+
grandezas inversamente proporcionais. {
Resolução 30 36 48 ={ 1 5 1 2 s =
X + Y+ Z = 495 000 X+ y + Z = 495 000
Se (1, 2, x, · .) e (12, Y, 4, ... ) forem gran dezas inversamente

{-1_:\Y:~
proporcio nais, então:

12 = 2 - Y = x - 4 = 2y = 12 e 4x = 12 = y = 6e x =3 = =-x-=-~- =-~-
Resposta: x =3 e y =6 15 12 8 15 12 8 =
X+ Y+ Z = 495 000
5. Dividir o número 160 em três partes diretamente proporcionais
aos números 2, 3 e 5.
495000
= --;3::--;3,:--- =-1-
X y
-1- _z_ = 1800000 = 15x = 12y = 8z
1
=
Resolução 120 15 12 8
Sendo x, y e z as partes, temos :
=X = 120000, y = 150000, z = 225000
{
; = ~ = ; = { x+to + z = + = f =f = Resposta: A primeira pessoa deve receber R$ 120000,00, a
X + y + Z = 160 X + Y + Z = 160 segunda, R$ 150 000,00 e a terceira, R$ 225 000,00.

40
8. Dois números estão na razão de 2 para 3. Acrescentando-se 2 a a) 330, 220 e 11 O b) 120,180e360
cada um, as somas estão na razão de 3 para 5. Então, o produto c) 360, 180 e 120 d) 11 O, 220 e 330
dos dois números é : e) 200, 300 e 160
a) 90 b) 96 c) 180 d) 72 e) - 124
19 . (VUNESP - MODELO ENEM) - A produção diária de João é de 2
unidades, a de Pedro, 3 e a de Paulo, 5. Na produção de 200
9. A razão entre dois números é 2-.
Se a soma do maior com o
unidades, a parte fe ita por cada um é:
8
dobro do menor é 42, o maior deles é: a) João 30, Ped ro 80, Paulo 90 .
a) 9 b) 15 c) 24 d) 30 e) 32 b) João 35, Pedro 70, Paulo 95.
c) João 40, Pedro 70, Paulo 90.
10. (PUC) - Se (2; 3; x; .. ) e (8; y; 4; ... ) forem duas sucessões de d) João 40, Pedro 60, Pau lo 100.
nú meros diretamente proporcionais, então: e) João 25, Pedro 66, Paulo 11 O.
a) x = 1 e y = 6 b) x = 2 e y = 12
c) x = 1 e y = 12 d) x = 4 e y = 2 20. (UFRJ - MODELO ENEM) - Leia com atenção:
e) x=8ey= 12
HAGAR, O HORRiVEL Chris Browne
11 . As sequências (a; 2; 5; ... ) e (3; 6; b; .. ) são de números
inversamente proporcionais e a + mb = 1O. O va lor de m é:
a) 0.4 b) 1 c) 2 d) 2,5 e) 5

12. Sabe-se que m é diretamente proporcional a n + 5 e que m = 2


quando n = 1. Quando n for igual 4, teremos m igual a:
a) 1 b) 5 c) - 2 d) 3 e) 4

Você deve concordar que, em casos como este, é justo que cada
13. Sabe-se que p é in ve rsamente proporcional a q + 2 e que p = 1 um pague proporciona lmente ao que consumiu. A conta foi de
quando q = 4. Quando q for igual a 1, teremos p igual a: 28 (vinte e oito) reais. Considere que Hagar tenha consumido o
1 triplo do que co nsumiu o seu acompanhante; assim, proporcional-
a) - 2 b) O c) - d) 2 e) 3
2 mente, Hagar deve paga r:
14. (FUVEST) - Na tabe la abaixo, y é inve rsamente proporcional ao a) R$ 18,00 b) R$ 19,00 c) R$ 21,00
quad rado de x (x > O). Ca lcu le os va los de p e de m . d) R$ 12,00 e) R$ 24,00

21 . (U FLA - MODELO ENEM) - Três pessoas montam uma socie-


X y
dade, na qua l cada uma de las aplica, respect ivamente ,
2 R$ 20.000,00, R$ 30.000,00 e R$ 50 .000,00 . O balan ço anual
da firma acusou um lucro de R$ 40.000,00 .
2 p
Supondo-se que o lucro seja dividido em partes diretamente
m 8 proporcionais ao capi t al aplicado, cada sócio receberá ,
respe cti vamente :
a) p = 1/8 em= 1/4 b) p = 1/2 em = 1/2 a) R$ 5 .000,00; R$ 10.000,00 e R$ 25 .000,00
c) p = 1/2 em = 1/4 d) p = 3/4 e m = 3/4 b) R$ 7 .000,00 ; R$ 11 000,00 e R$ 22 .000 ,00
e) p = 1/4 em= 1/8 c) R$ 8.000,00; R$ 12 .000,00 e R$ 20 000,00
d) R$ 10 .000,00; R$ 1 O 000 ,00 e R$ 20 000 ,00
15. (UPE - MODELO ENEM) - Consideremos a con hecida fórmu la
e) R$ 12.000,00; R$ 13 000,00 e R$ 15.000,00
S = 1t . R2 que nos fornece, genericamente, a área S de um círcu lo
de raio R. Podemos, então, dizer que
1) 1t é diretamente proporciona l a S . 22. (FATEC - MODELO ENEM) - As fábricas A, B e C, despeja m
diariamente num rio um total de 170kg de certo poluente. A
li) S é diretamente proporciona l a R.
quantidade de poluente despejada por A é o dobro da despejada
Ili) 1t é inversamente proporcional a R.
por B; a quantidade despejada por C é 80 % a menos que a
IV) S é inversamente proporcional a R 2 .
despejada por A . Quantos quilogramas de poluente ca da uma
V) S é diretamente proporcional a R 2 . despeja diariamente no rio ?

16. (UFRJ ) - No mar, a pressão em cada ponto é diretamente propor-


23. (FUVEST) - São dados três números rea is, a < b < c. Sabe-se que
ciona l a sua profundidade . Quando a profundidade é igual a 100
o maior deles é a soma dos outros dois e o menor é um quarto do
metros, a pressão correspondente é de 10.4 atmosferas. Deter-
maior. Então a , b e e são, respectivamente, prop orciona is a:
mine a pres sã o p em um pon to situado a uma profundidad e d.
a) 1, 2 e 3 b) 1, 2 e 5 c) 1, 3 e 4
d) 1, 3 e 6 e) 1, 5 e 12
17 . (MACKENZIE) - Dividindo-s e 70 em pa rtes proporcion ais a 2, 3 e
5, a soma entre a m enor e a maior pa rte é:
24. (UNICAMP - MODELO ENEM ) - A quantia de R$ 1.280,00 de-
a ) 35 b) 49 c) 56 d) 42 e) 28 verá ser divida entre 3 pessoas. Quantos receberá cada uma, se
a) a divisão for feita em pa rtes diretamente proporcionais a 8, 5
18. (MACKENZIE) - Dividindo-se 660 em pa rtes proporcionais aos
e 7?
. 1 1 1 _ . b) a divisão for feita em partes inve rsa m ente proporcionais a 5, 2
numeras - - - obtem-se, respectivamente:
2 ' 3 ' 6 ' e 10?

41
25. A importância de R$ 780.000,00 deve ser dividida entre os t rês 28. (MODELO ENEM ) - Deseja-se cortar um f io de arame de 700 m
primeiros colocados de um concurso, em partes diretamente pro- em três partes, de forma que a razão da primeira para a segunda
porcionais aos pontos conseguidos por eles, que são 50, 43 e 37, seja 2/3 e, desta para a terceira, 4/5 . Neste caso, os pedaços
respectivamente . Determinar a importância que caberá a cada um. medem, em metros:
a) 150,310 e 240 b) 240, 170 e 290
26. Um complexo energético de potência 2.800.000W deve ceder c) 300, 160 e 240 d) 200, 180 e 320
essa quantidade a dois sistemas, o primeiro realiza um traba lho de
e) 250, 170 e 280
1 .200J em 400s, o segundo realiza um trabalho de 800J em 200s .
Sabendo-se que a potência (em W) é diretamente proporcional ao
trabalho realizado (em J) e ao mesmo tempo inversamente pro- 29. (MODELO ENEM ) - Por coincidência, uma mãe e suas duas
porcional ao intervalo de tempo gasto (em s), qual é a potência fi lhas fazem aniversário no mesmo dia, e, nesse dia, o marido en-
que coube a cada sistema? vi ou-lhes 1O dúzias de rosas, que foram divididas em partes
di retamente proporcionais à idade de cada uma delas, cabendo à
27 . (M O DELO ENEM ) - Uma herança de R$ 690.000, 00 deve ser mãe 70 rosas. Se a mãe tem 35 anos e uma das filhas 14 anos, a
repartida entre três pessoas na razão direta do número de filhos. idade da outra filha é:
Sabendo-se que as pessoas têm, respectivamente, 3, 4 e 5 filhos, a) 18 anos b) 16 anos c) 14 anos
deseja-se saber quando receberá cada uma delas. d) 11 anos e) 9 anos

8) B 9l e 101 e 11) D 25) RS 300.000,00; RS 258.000,00 e RS 222.000,00


12) D 13) D 14) B 26) P1 =1.200.000 W e P2 = 1.600.000 W
15) Somente a afirmaçã o (V ) é corret a. 27) As pessoas receberão, respectivamente, RS 172.500,00;
10,4. d RS 230.000,00 e RS 287 .500,00
16) p = 17) B 18) A
100
e 28) e 29) D
19) D 201 211 e
22) A despeja 100kg; B, 50kg e e, 20kg
23) C 24) a) R$ 512,00; RS 320,00 e RS 448,00
b l RS 320,00; R$ 800,00 e RS 160,00

42
,-. :'Álgebra
l\.., J i

REGRA DE TRÊS

1. Regra de três simples b) Se uma grandeza A(a 1; <½; ... ) é diretamente


proporcional a uma grandeza B(b 1; b2 ; ... ) e inversamen-
Definição
te proporcional a uma grandeza C(c 1; c2 ; ... ), então :
Sendo a e b dois valores da grandeza A, e e e d os
valores correspondentes da grandeza B, chama-se de
regra de três simples ao processo prático para
determinar um desses quatro valores, sendo conhecidos
os outros três. c) Se uma grandeza A(a 1 ; a 2 ; ... ) é di retamente
proporcional às grandezas B(b 1; b 2 ; . .. ), C(c 1 ; c 2 ; ... ),
Técn ica operatória D(d 1; d 2 ; ... ) e E(e 1 ; e 2 ; ... ) , então :
GRANDEZA A GRANDEZA B
- = b- . - . - d . -
a c ª2 2 C2 2 e2

b d Técnica operatória
Tomemos o seguinte exemplo:
Se A e B forem grandezas diretamente proporcio-
nais, então: Com 16 máquinas de costura, aprontaram-se 720
a e uniformes em 3 dias de trabalho. Quantas máquinas
b d serão necessárias para confeccionar 2160 uniformes em
24 dias?
Se A e B forem grandezas inversamente propor-
Número de Número de Número
cionais, então: 1Grandezas máquinas uniformes de dias
a d
ac = bd <=> ---
b e 16 720 3
Valores
X 2160 24
2. Regra de três composta
Definição A grandeza número de máquinas, em que está a
incógnita , deve ser comparada com as ·grandezas
Chama-se regra de três composta ao método
número de uniformes e número de dias. Assim:
prático empregado para resolver problema análogo ao da
a) número de máquinas e número de uniformes
regra de três simples, só que envolvendo mais de duas
são grandezas diretamente proporcionais , pois , para o
grandezas proporcionais.
mesmo número de dias , quanto maior o número de
Propriedades máquinas , maior será o número de uniformes .
a) Se uma grandeza A(al' <½, ...) é diretamente b) número de máquinas e número de dias são
proporcional a uma grandeza B(b 1 , b2 , ... ) e a uma grandezas inversamente proporcionais, pois, para o
grandeza C(c 1 , c2 , ... ), então: mesmo número de uniformes , quanto maior o número
de máquinas, menor será o número de dias gastos.
ª1 bl C1
Assim:
ª2 = b2 - ~
16 720 24
ou seja: A é diretamente proporcional ao produto das <=> x = 6 máq uinas
X 21 60 3
grandezas B e C.
43
1 1
1. Calcular a altura de uma to rre que projeta uma sombra de Como as duas grandezas são inversamente proporcionais, temos:
1.
28,80 m no mesmo instante em que uma árvore de 4,2 m de 30 X 30. 30
altura, plantada verticalmente, projeta uma sombra de 3,6 m. - - ·= - -
20 30
=
X = -----
20
X = 45 =
Resolução
Ap licando a técnica operatória da regra de três simples, temos: Resposta: A ração duraria 45 dias .

Altura Sombra 3. Se 25 operários trabalhando 1O horas por dia abriram um ca nal de


238 metros de comprimento em 17 dias , quantos operários serão
X 28,8 necessários para abrir 686 metros do mesmo canal em 25 dias de
7 horas de t rabalho ?
4,2 3,6 Resolução
Pela técnica operatória da regra de três composta , temos :
Como a altura e a sombra são G.D.P., te mos: Número de Número de 1
Número
Comprimento
X 28,8 4,2 . 28,8 operários horas por dia de dias
- - = - - =x = - - - - = x = 33,6
4,2 3,6 3,6
25 10 238 17
Resposta: A altura da torre é 33,6 m.
2 X 7 686 25

2. A ração existente em um quartel de cava laria é suficiente para ali- Compara ndo a grandeza número de operários com as demais,
m entar 30 cava los dura nte 30 dias . Quantos dias duraria a ração temos:
se existissem apenas 20 cava los? Número de operári os e número de horas são GIP .
Resolução Número de operá rios e comprimento são GDP .
Apl ican do a técnica operatória da reg ra de três simples, temos: Número de operários e número de dias são GIP .
Assim sendo :
1 ~ úmero de cavalos Número de dias 25 7 238 25 25 7 . 238. 25
X 10
--
686 17 = X 10 . 686. 17 =
30 30
1O . 686 . 17 . 25
3 =X = =X = 70
7. 238 . 25
20 X
Resposta: Serão necessários 70 operários.
-

4. (UFRN - MODELO ENEM) - Uma gravura de forma retangular, 10. (VUNESP - MODELO ENEM) - Um determinado medicamento
medindo 20 cm de largura por 35 cm de comprimento, deve ser deve ser ad ministrado a um doente três vezes ao dia, em doses
ampliada para 1,2 m de largura. O comprimento correspondente de 5 me cada vez, durante 1O dias . Se cada frasco contém
será: 100 cm 3 do medicamento, o número de frascos necessários e
a) 0,685 m b) 1,35 m c) 2,1 m suficientes é:
d) 6,85 m e) 18 m a) 2,5 b) 1 c) 1,5 d) 2 e) 3
5. IM_ODELO ENEM ) - Cem quilogramas de trigo fornecem 85 kg de
farinha. Quantos quilogramas de farinha se obtêm com 150 sacas 11 . (MODELO ENEM) - Um automóve l com a ve loc idade de 60 km/h
de trigo de 75 kg ca da uma? faz o percurso entre as cidades A e B, em 2 horas. Quanto tempo
levará se fizer o mesmo percurso a uma velocidade de 80 km/h ?
4 6. (MODELO ENEM) - Quatorze pedreiros levam 180 dias para
construi r uma casa. Quanto te mpo levarão 1O pedreiros para 12. (MODELO ENEM) - Uma máquina va rredeira limpa uma área de
constru ir a mesma casa? 5100 m 2 em 3 horas de trabalho. Nas mesmas condições, em
quanto tempo li mpará uma área de 11 900 m 2 ?
7. (MODELO ENEM) - Um t rem percorre 240 km em 3 horas. a) 7 hora s b) 5 horas c) 9 horas d) 4 horas
Quanto tempo leva rá ess e t rem, com a mesma ve locidade
· para
percorrer 400 km 7 '
13. (MODELO ENEM) - Duas roda s dentadas que estão eng re nadas
8. (MACKENZIE -_MODELO ENEM) -A água de um reservatório é uma na outra têm, respectiva mente , 12 e 54 dentes. Quanta s
drenada por meio de 2 encanamentos, ligados a diferentes bom- vo ltas dará a menor, enqua nto a maior dá 8?
bas._O volume _de água drenada pelo primeiro encanamento é de
14. (FUNDAÇÃO CARLOS CHARGAS - MODELO ENEM) - Ur:1:1
5 30 litros por minuto, e pelo segundo encanamento é de 70 lit ros
laboratório dispõe apenas de frascos com volume de 125 cm->.
por mm_uto. A quantidade de água, em litros, drenada do
reservatono por um período de 12 horas é Quantos frascos serão necessários para acomodar 35da e de certa
substância?
a) 56 600 b) 70 000 c) 42 ooo
a) 140 b) 280 c) 1250 d) 1400 e) 2800
d) 72. 000 e) 82.400
9. (MO_DELO ENEM) - Num acampamento avançado, 30 soldados 15. (MODELO ENEM) - Uma costureira pagou R$ 960,00 por uma
d 1spoem de víveres para 60 dias. Se mais 90 soldados chegam ao peça de tecido e R$ 768,00 por outra de mesma qua lidade. Qual
acampamento, então, por quanto tempo o acampamento estará o comprimento de cada uma das peças, sabendo-se que 8
abastecido? primeira tem 12 m a mais do que a segunda 7

44
16. (CESGRANRIO - MODELO ENEMJ - Um atleta, correndo com 23 . (FAAP - MODELO ENEM) - Uma impressora a laser, funcio-
ve locidade constante, comp letou a maratona em M horas. A nando 6 horas por d ia, durante 30 dias, produz 150 000 impres-
fração do percu rso que ele co rreu em 2M minutos foi : sões. Em quantos dias 3 dessas mesmas impressoras, fun-
1 cionando 8 horas por dia , produzirão 100 000 impressões?
a) b) c) d) e)
2 a) 20 b) 15 c) 12 d) 1O e) 5
6 15 30 120
24. (MODELO ENEMJ - Com 36 kg de fio, foram tecidos 126 m de
pano, de 0,6 m de largu ra. Quantos metros de pano, de 0,72 m de
17. (MODELO ENEMJ - Um avião bimotor com a veloc idade de
largura , se podem tecer com 48 kg do mesmo fio?
4 50 km / h efetua a viagem entre São Paulo e Brasília em 2 horas .
Em quanto tempo, um avião a jato de velocidade igual a 1200 km/h 25. (PUCAMP - MODELO ENEM) - Sabe-se que 5 máquinas, todas
fari a a mesma viagem? de igua l eficiência, são capazes de produzir 500 peças em 5 dias,
se operarem 5 horas por dia . Se 1O máquinas iguais às primeiras
18. (MODELO ENEM) - Uma viagem fo i feita em 15 dias percorren- operassem 1O horas por dia, durante 1O dias, o número de peças
do-se 200 km por dia. Se forem percorridos diariamente 250 km , produzidas seria de:
para se efetua r a viagem serão necessá rios : aJ 1 000 b) 2 000 c) 4 000 d) 5 000 e) 8 000
a) 8 dias b) 1O dias c) 12 dias
d) 15 d ias e) 16 dias 26. (MODELO ENEM) - Do is computadores iguais calcularam a
média de 1 .500 alunos em 3 horas . Quantos computadores iguais
19. (MODELO ENEM) - Um motor elétrico, tendo a s, acoplada uma serão necessários para se calcular a média de 4.000 alunos em 2
horas?
po lia de 1O cm de diãmetro, transm ite movimento c ircular ao
volante de uma moenda co m 1,2 m de diâmetro, através de uma 27 . (MODELO ENEM) - Uma fábrica de refrigerantes utiliza-se de
correia, sem des lizamento (ver a f igu ra aba ixo). uma máquina que rotula 2000 garrafas em 5 dias, funcionando 8h
Volante por dia . Em quantos dias essa mesma máqu ina rotulará 6000
garrafas, funcionando 12h por dia?
a) 10 b) 12 c) 15 d) 17 e) 22
28. (PUCC - MODELO ENEM ) - Uma máqu ina, operando 1O horas
por dia , leva 1O dias para produzir 1000 objetos. Quantos dias se-
rão necessários para que outra máquina, 50 % mais eficiente que
a primei ra, produza 3000 daqueles objetos operando 20 horas por
dia?

29. (FUVEST- MODELO EN EM J- Duas garotas realizam um seNiço


de digitação . A mais experiente consegue fazê-lo em 2 horas, a
Assi nale a alterna t iva que co rresponde à seguinte indagação: outra em 3 horas. Se d ividirmos esse seNiço de modo que as
quantas rotações por min uto (rpm) deve desenvolve r o mot or a duas juntas possam fazê-lo no menor tempo possível, esse tem-
fim de que o vo lante da moenda gire a 180 rpm? po será?
a) 1.800 rpm b) 360 rpm c) 2.160 rpm a) 1,5 hora b) 2,5 horas c) 72 minutos
d) 4.32 0 rpm e) 1 .200 rpm d) 1 hora e) 95 minutos

(MODELO ENEM) - Um motorista conc lui que, percorrendo 30. (UNICAMP - MODELO ENEMJ - Duas torneiras são abertas
20.
juntas, a 1ª enchendo um tanque em 5 horas , a 2ª enchendo outro
100 km, o co nsumo de gasolina é de um litro por cada 15 km. Se
tanque de igual volume em 4 horas. No fim de quanto tempo, a
utiliza r a mesma quantidade de gasolina , ache
partir do momento em que as torneiras são abertas, o volume que
a) a d ist ãncia que poderia percorrer, se o consumo de gasolina
falta para encher o 2° tanque é 1/4 do volume que falta para
fosse 12 km por litro; encher o 1° tanque?
b) a méd ia de co nsumo se percorrer 120 km.
3 1. (MODE LO EN EM ) - Uma caixa-d'água tem duas torneiras
de entrada e uma de saída. A 1ª torneira é capaz de encher a
21 . (MACKENZIE - MODELO ENEM) - A ração para 12 animais,
caixa-d'água em 2 horas, a 2ª em 3 horas. Abrindo as três
dura nt e 8 dias, custa R$ 240,00 . O custo da ração para 18 animais
torneiras ao mesmo tempo, a caixa-d'água é enchida em 1,5 hora.
du rante 6 dias é de:
A torneira de saída é capaz de esvaziar o tanque em:
a) R$ 480,00 b) R$ 270,00 c) R$213,33
a) 7h b) 8h c) 3h d) 5h e) 6h
d) R$ 160,00 e) R$ 120,00
32. (FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS - MODELO ENEMJ - Uma ta-
22. (MODELO ENEMJ - Uma família composta de 6 pessoas refa é executada por Andréa em 6 horas de trabalho e por Cláudia
co nsome, em 2 dias, 3 kg de pão. Quantos quilos serão neces- em 8 horas de trabalho. Se Andréa, após trabalhar 2 horas, dei xas-
sá rios para ali mentá-la durante 5 d ias, estando ausentes 2 pes- se o restante para Claúdia concluir, esta terminaria a tarefa em :
soas? a) 4 horas b) 5 horas e 20 minutos c) 6 horas
a) 3 b) 2 c) 4 d) 6 e) 5 d) 12 horas e) 13 horas e 20 minutos

4) c 5) 9562,5 kg 6) 252 dias 7 ) 5h 181 c 19 ) c 20) a) 80km b) 18kmte 21) B


81 D 9) 15 dias 10) D 11) 1h30min 22) E 23) E 24) 140m 251 c
12) A 13) 36 v oltas 14) E 26) 8 computadores 27) A 28) 10 dias 291 c
15) 60 m e 48 m 16) D 17) 45 min 30) após 3h45min 31) E 321 B

45
Álgebra

PORCENiAGEM E JUROS

1. Noção de porcentagem
Porcentagem é uma fração de denominador 100.
x + p%x =x + _P_x =(1 + _P_) x =
100 100
Assim, ao escrevermos p% , estamos representando o
número _ P_ _ = ( lOO + p )x = (100 + p)%x
100 100
b) Aumentar um valor x de 20 %, por exemplo,
p
p% - equivale a multiplicá-lo por 1,20, pois:
100 120
(100 + 20)%x = 120%x = 100 x = 1,20x
Exemplos
e) Aumentar um valor x de 70 % equivale a mul-
a) 34% =~
100
= O' 34 tiplicá-lo por 1,70.
d) Aumentar um valor x de 200 % equivale a mul-
342
b) 342% = 100 = 3,42 tiplicá-lo por 3, pois: (100 + 200)%x = 300%x = 3x

1000 Desconto
c) 1000% = - - - 10
100 - a) Diminuir um valor x de p o/o equivale a mul-
d) (30% )2 = 9%, pois tiplicá-lo por (100 - p) % , pois:

(30o/c
o
)2 -- ( 100
30 )2 ( 3 )2
= 10 =
9
100 = 9% x - p%x =x - 1~0 x =(1 - 1~0 )x =

e) Y 25 % = 50%, pois = ( lOO- p)x = (100 - p)o/ox


100
V 25 % = ✓ 25 _ 5 50 b) Diminuir um valor x de 20 % , por exemplo,
100 - 10 = 100 = 50% equivale a multiplicá-lo por 0,80 , pois:
25 % de 4 00 é igual a 100, pois 80
f) (100 - 20)%x = lOO X = 0 ,80X

25% . 400 = l~O . 400 = 100 e) Diminuir um valor x de 40 % equivale a


multiplicá-lo por 0,60 .
g) 32 é SO% de 4 0 , pois 80% de 40 = ~ 40 = 32
100 . Aumentos e
h) 40él 25 %de32,poisl25% de32 = 125 32=40
descontos sucessivos
100 . a) Dois aumentos sucessivos de 10 % equivalem a
i) xo/o de y = yo/o de x = ~ um único aumento de 21 % (e não de 20% ) , pois:
100
_ J..!Q_ 110 _ ~X =
Observação: p%0 _ P IA " . ,, 110% . (110%x) - 100 . 100 X - 100
- 1ÕÕÕ e e-se p por m11
= 121 %x = (100 + 21)%x

2. Aumento e desconto b) Dois descontos sucessivos de 10 % equivalem a


um único desconto de 19 % (e não de 20% ) , pois:
Aumento
90% . (90%x) = _2Q_ . ___2Q_ X = _§_!__ X =
a~ Aumentar um valor x de p o/o equivale a mul- 100 100 100
tiplica-lo por (100 + p)% , pois:
=81 %x = (100 - 19)%x
46
c) Um aumento de 10% seguido de um desconto Juros compostos
de 10% equivalem a um único desconto de 1 % , pois:
Denominamos juros compostos aqueles que são
90
90% . (l lQ o/ox) = - - . -110
- X = -99- X = calculados a partir do montante, que é a soma do capital
100 100 100 inicial com os juros.
= 99%x = (100 - 1)%x Um capital C aplicado a uma taxa de io/o ao mês,
durante t meses, rende juros compostos j, tais que:
3. Juros
Juros simples
Denominamos juros simples aqueles que são cal-
culados sempre a partir do capital inicial. Os juros
simples são, portanto , diretamente proporcionais ao Observações
capital e ao tempo de aplicação. a) Os juros usados na prática, principalmente no
Assim sendo, um capital C aplicado a uma taxa de mercado financeiro, são os juros compostos.
i % ao mês, durante t meses, rende juros j, tais que: b) A taxa i e o tempo t referem-se sempre à mesma
unidade de tempo, qualquer que seja ela (dias, semanas,

j
e .i . t meses, anos , ... ) .
c) Para efeito de cálculo, o ano é considerado de 12
100 meses de 30 dias cada um .

1. Os números 8%, (7 % )2 , V4o/o e 30 % de 4,2 são, respecti-


Procure na tabela Para obter o valor do
vamente, igua is a:
publicada a partir imposto, multiplique
a) 0,08; 49 % ; 2%; 126 b) 0,08; 49; 20 % ; 126 desta página o valor o valor venal pela
c) 0,08; 0,49 % ; 20 % ; 1, 26 d) 0,8; 0,49 % ; 20 % ; 12,6 venal de seu veículo, alíquota referente a
expresso em reais seu veículo
e) 0, 8; 0,49%; 20 % ; 1,26
Resolução
Valor Valor do
8
8% = 100 = 0,08 venal IPVA a
emRS ser pago
(7 0 /
IO
)2 = ( 1700 )2= 49
10000
- 0,49
100
= o 49 º'
' /O

Exemplos
\14% = 'V· /100
4 = 2_ =_3Q_ = 20 % O Ttpo, 96, gasolina
10 100
RS 13.225 1 X -,-0-, 0-4- : 1 RS 529,00 1
30
30 % de 4,2 = lOO . 4,2 = 1,26
Resposta: C
O Parati CL, 95, álcool

2. Numa cidade de 50000 habitantes, 42000 t êm m enos de 40 ano s


RS 10.881 1 xi- -0,0_3_1 : 1 R$ 326,43 1

de idade. Qua l a porcentagem dos que t êm 40 anos ou mais ?


O Confira as alíquotas
Resolução
De acordo com o enunciad o o número de habi tantes que t êm 40
Carros de passeio a gasolina 4%
anos ou ma is é 50000 - 42000 = 8000.
Se p% for a porcentagem dos habitantes que t êm 40 anos ou Carros de passeio a álcool/eletricidade 3%
mais então: Motocicletas e similares 2%
p % de 50000 = 8000 = p% . 50000 = 8000 = Camionetes cabina simples 2%
Camionetes cabina dupla (gasolina/diesel) 4%
8000 16
= p Yo = 0
50000 = p% = 100 "'°' p % = 16 % Camionetes cabina dupla (álcool/gás/eletricidade) 3%
Caminhões acima de uma tonelada 1,5%
Resposta: 16%
Micro-ônibus e ônibus 2%
3. Em 24/10/97, a Folha de S. Paulo publicou o rote iro t ranscrito a Folha da S.Pau/o - 24/10/97

seguir, ensinand o os usuários de veíc ulos a ca lcu lar o IPVA


Com essas info rmações, reso lva o problema proposto.
(imposto de propri edade de veículos auto m otores).
O va lor venal de um carro de passeio a gasol ina é de R$ 18.400,00 . O
47
proprietário desse veíc ulo deveria pagar o IPVA em 6/2/98. 5. A que taxa anual foi empregado o capital de R$ 108.000,00 que,
Pagando um mês antes, porém, em 6/1/98, conseg uiria um des- em 130 dias, rendeu juros simples de R$ 3 .900,00 ?
conto de 3,5%. Ca lcule Resolução
a) o valor do IPVA, em rea is, em 6/2/98. c. i . t
Sabe-se que j =
b) o va lor do IPVA, em reais, em 6/1/98 . 100
c) o valor do desconto, em rea is, supondo que o pagamento seja 130
efetuado em 6/1/98. Logo, lembrando-se de que 130 dias = 360 anos, temos:
d) Suponha que o va lor do IPVA a ser pago em 6/1/98 seja . 130
apl icado, pelo proprietário, no mercado financeiro a uma ta xa 108000 . 1 . 360 3900 . 100. 360
de 2% ao mês. Com o valo r da aplicação e do rendimento, 3900 = - - - - - - -
100
1=
108000 . 130
= i = 10 =
conseguirá ele pagar o IPVA em 6/2/98?
Resolução Resposta: A taxa é de 10% ao ano.
a) A alíquota de um carro de passeio a gasolina é de 4 % e ova-
lor ve nal do carro é de R$ 18.400,00. O va lor do IPVA, em 6. Um capital de R$ 1 .000,00 é aplicado no mercado fin anceiro a
reais, a ser pago em 6/2/98 é: uma taxa mensal fi xa de 10 % ao mês. Calcular os juros (simples
e compostos) e o montante, m ês a mês, durante os quatro
4 % X 18.400,00 = 0,04 X 18.400,00 = 736,00
primeiros meses .
b) O valor do IPVA, em reais, a ser pago em 6/1/98, co m des-
Resolução
conto de 3 ,5 %, é: De acordo com as fórm ulas apres entadas, os ju ro s simples (j 5 ) e
(100 - 3,5)% X 736,00 = 96,5% X 736,00 = 710,24 os juros compostos (jc) valem:
c) O valor do desconto, em reais, supondo que o pagamento seja
efetuado em 6/1/98, é: 736,00 - 710,24 = 25,76 J.5 = 1.000 . 1O . t = 1. = 100t
100 5
d) Aplicando o valor do IPVA a ser pago em 6/1/98, que é de
R$ 710,24, a uma ta xa de 2% ao mês, o proprietário terá em jc = [ ( 1o~ 0+0 1o) - 1] . 1ooo
1
= jc = 1(1, 1)1 - 1l . 1000
6/2/98
(100 + 2) % X 7 10,24 = 102% X 710,24 = Fazendo-se t igual a 1, 2, 3 e 4, temos :
=1,02 X 71 0,24 = 724,44 Juros simples Juros compostos
Já que 724,44 < 736,00, o proprietário não cons eguirá, com a
aplicação e com o rendimento, pagar os R$ 736,00 em 6/2/98. Juros Montante Juros Montante
Respost as: a) R$ 736,00 b) 710,24
c) R$ 25,76 d) Não
Inicialmente o 1000,00 o 1000,00

4. Após 1 mês 100,00 1100,00 100,00 1100,00


Ouais são os ju ros si mple s pro d uz id os po r um capital de ..
R$ 7 200 ,0 0 empregado a 10% ao ano, durante 5 anos? Após 2 meses 200,00 1200,00 210,00 1210,00
Resolução
sab e-se que
·
J
C ·i·t
= ---- Logo: j =
7200 1O 5
· · = j = 3600
Após 3 meses 300,00 1300,00 331,00 1331,00
100 100
Após 4 meses 400,00 1400,00 464,1 O 1464,10
Resposta: Os juros produzidos são de R$ 3600,00.

7. 0,02 1 % de 3 co rresponde a: 10. (FUVEST) (10%)2 =


a) 0,00007 b) 0,00063 a) 100% b) 20% e) 5% d) 1% e) 0,1%
c) 0,007
d) 0,063 e) 0,07
11 . .hl..ft
A escola~idade dos jogadores de futebol nos grandes
8.
~- O tabagismo (vício do fumo) é responsável por uma r !!<§.m centros
e maior do que se imagina, como mostra a
pesquisa a segu ir, realizada com os jogadores profis-
~ _m grande quantidade de doenças e mortes prematuras
sionais dos quatro principais clubes de futebol do Rio de Janeiro.
d. 1 na atual idade . O Instituto Nacio nal do Câ ncer
De acordo com esses dados, o percentua l dos jogadore s dos qua-
eivia9~udque 9 D% dos casos diagnosticados de câncer de pulmão
tro clubes que concluíram o En sino Médio é de aproximadamente:
0 os casos diagnosticados de enfisema pulm onar estão
assotc,addos ao consumo de tabaco . Paralelamente foram
mos ra os os resultados de u ma pesquisa
de - realizada em um
' grupo Total : 112 jogadores
2000
d" pe sso_as com doenças de pulmão, das quais 1500 são
60
cdasosf _ iagno st ica dos de cân cer, e 500 são casos diagnosticados
e en Isema . 40
20
(ºm base nessas info rm ações , pode-se estimar que o número de O Fundamental Fund amental Médio Médio Superior
umantes desse gru po de 2000 pes soas é, aproximadamente : incompleto incompleto in co mpl eto

a)740 b) 11 00 c) 1310 d)1620 e) 1750 (O Globo, 24/7/2005)


9. ~ - Para _ se obter 1,5 kg do dióxido de urânio puro,
a) 14% b) 48 % c) 54 % d) 60% e) 68%
f"' !<&...!!;.ID materia-p~Im a para_ a produ ção de com bu stíve l 12. (FGV) - Se P é 30% de O, O é 20% de R. e S é 50% de R, então
nuclear, e necessa ri o extrair-se e trata r-se 1 o p .
tonelada de m inério . Assim , o re ndi m ento (dado em % e;,, - é igual a:
massa) do tratamento do minério até chegar ao dióxido de urânio s
puro é de 3 3 6 4
a) 250 b)25 c) 1 d) e)
a) O, 10% b) O, 15% e) 0,20 % d) 1, 5% e) 2,0% 5 3

48
13. ~ As "marga rinas" e os chamados "cremes vegetais" Se, en t re 2000 idosos pe squ isad os, um em cada cinco nunca fo i
~ em são produtos diferentes, comercia li zados em em ba- à escola , o núm ero de idosos pesqu isados nessa situação e que
la gens quase idênticas. O consumidor, para apresentam algum t ipo d e problema cognit ivo é :
diferenciar um produto do outro, deve ler com aten ção os dizeres a) 680 b) 400 c) 240 d) 168 e) 68
do rótulo, gera lmente em letras muito pequenas. As f iguras que
se seg ue m represe ntam rótu los desses dois produtos. 17. ~ A efici ência de anúnci o s num pa ine l eletrôn ico
~ m local iza do em uma ce rta ave nida mov imentada foi
- - - aval iada por uma em presa. Os resultados m ostraram
que, em média:
P es o Liquido 500 9 - passam, por d ia, 30000 motori stas em frent e ao pa ine l
CREME VEGETAL eletrônico;
35 % de Lip íd ios - 40 % dos motoristas qu e pas sam observam o pai nel;
Vaiorto1rgilicopo,po,1i0d11Gg:ll k<1l - um mesmo motorista pa ssa três vezes por sem ana pelo loca l.
Hioucoc1ndadopm a1oculi irio

Segundo os dados acima , se um an únc io de um prod uto ficar


Uma fun ção dos lipídios no prepa ro das massas ali ment ícias é
exposto durante set e dias nesse painel, é esperado que o número
torná-las mais macias. Uma pessoa que, por desatenção, use
mínimo de motoristas dif ere ntes que terão observad o o painel
200 g de creme vegeta l para preparar uma m assa cuja rece ita seja:
pede 200 g de margarina, não obterá a consistênc ia desejada , a) 15000 b) 28000 c) 42000
pois estará utili zando uma quantidade de lipídios que é. em rela- d) 71000 e)84000
ção à recomendada, aproximadamente
a) o triplo. b) o dobro. c) a metade. 18. ~ Uma cooperat iva de radiotáxis tem como m et a aten-
d) um terço. e) um quarto.
~ m der, em no má ximo 15 min utos, a pelo menos 95 %
das cham adas que recebe . O co ntrole dessa meta é
Texto para as questões 14 e 15. feito ininterru ptam ente po r u m f un c ioná rio que utiliza um
equipamen t o d e rá dio para m o nit ora m e nto. A cada 100
Nos ú ltimos anos, ocorreu redu ção gradati va da ta xa de chamadas , ele registra o número acumulado de chamadas que
c rescimen to populaciona l em quase todos os continentes . A não foram atendida s em 15 m inut os.
seguir, são apresentados dados relati vos aos países ma is Ao f inal de um dia , a coo pera ti va aprese nt ou o seg uinte desem-
populosos em 2000 e também as projeções para 2050 . penho:

-';•Pâíses ·mais • . Paises mais populosos t otal acumulado 100 200 300 400 482
~ populosos em 2000 ,t • . previsão para 2050 de chamadas
'E~ mithões. de~ha~itant~~); (em milh~es de habitantes)
1.400 1.275 1.800 1.572 número acumulado
1.200 1.600
1.008 1.400 1.462 de chama das não
1.000 1.200 6 11 17 21 24
800 1.000 atendidas em
600 800 15 minutos
600 ~ - - - - - _ _ _ _..J....._ _,.___ _...._ __.___ ___,__ ___,
400 283 400
200 200 Esse desempenh o m ostra que, nesse dia , a m eta e stabelecida foi
:e"'
e: "'

.E
"'
'õ "'e:
:e
~
::> atingida
() E ü
UJ a) na s primeiras 100 chamadas.
b) na s primeiras 200 chamadas .
c) nas primeiras 300 chamadas.
d) nas primei ras 400 chamadas.
14. ~ Com ba se nas informaçõe s acima, é co rreto af irmar e) ao final do dia.
~ fffil que, no período de 2000 a 2050,
19. (FUVEST) - O salário de A ntônio é igual a 90% do de Pedro. A
a) a ta xa de crescimento populacional da China será nega tiva. diferença entre os salários é de R$ 500,00. O salá rio de Antônio é:
b) a popula ção do Brasil duplicará. a) R$ 5.500,00 b) R$ 45.000,00
c) a ta xa de crescimento da popula ção da Indonésia será m enor c) R$ 4 .000,00 d) R$ 4 .500, 00
que a dos EUA . e) R$ 3 .500,00
d) a população do Paquistão crescerá m ais de 100 % .
e) a China será o pa ís com m ai or ta xa de cre scimento popu la- 20. ~ Uma pesquisa sobre orçam entos fa miliares, rea lizada
ciona l do mundo . hl-~m rece nte m ente pel o IBG E, m ostra alguns itens de
r ,,.......,_
despesa na distribuição de gastos de dois grupos de
15. ~ Com ba se nas informações dos gráf icos mostrados, famíl ias com rendas mensais bem difere n_t_
e_s._ _ _ _ __
-,
hl::.~It.! suponha que, no period? 2050-2100, a taxa de crescI-
r ""'-' mento popu lac ion al da lndia seja a m esma proieta da TIPO DE RENDA ATÉ RENDA MAIOR OU
para o período 2000-2050 . Sendo assi m , no iníc io do século XXI I, DESPESA R$ 400,00 IGUAL A R$ 6 .000,00
a popu lação da Índia, em bilhões de habitante s, será --l
a) inferior a 2,0.
Habitação 23 %
b) superior a 2,0 e inferior a 2, 1.
c) superior a 2, 1 e inferior a 2, 2 .
A limentação 9%
d) superior a 2,2 e inferior a 2,3.
e) superi or a 2,3 .
Transporte 8% 17 %
16. (U NESP - MODELO ENEM ) - Uma pesqu isa rea li za da com pes-
Saúde 4% 6%
soas com idade ma ior ou igua l a sessenta anos residente s na cida-
de de São Paulo, publicada na revista Pesquisa/ Fapesp de maio
Educação 0,3 % 5%
de 2003, m ost rou que, entre os idosos que nunca frequenta ram a
escola, 17 % apresentam al gum t ipo de problema cog nit ivo (pe rda
Out ros 17,7 % 40 %
de memória , de raciocínio e de outra s f unções cereb rais).

49

L
Considere d uas famílias com rendas de R$ 400,00 e R$ 6.000,00, 28. ~ A tabela refere-se a um estudo rea lizado entre 1994
respectiva mente, cujas despesas va riam de acordo com os ~ ero e 1999 sobre violência sexual com pessoa s do sexo
valores das fai xas apresentadas . Nesse caso, os valores, em R$, feminino no Brasil.
gastos com alimentação pela família de maior renda, em re lação
aos da fam ília de me nor renda, são, aproximadamente, Tipificação Crian ças Ad olescentes Ad ult as
a) dez vezes maiores . b) quatro vezes ma iores . do agressor - --
d) equivalentes d) três vezes menores . ident ificado Quant . % Ouant. % Ouant. %
e) nove vezes menores .
Pai biológico 13 r ; 1~ - - - ; - , 13,9 6 6
21 . Sabe-se que R$ 500,00 representam x% de R$ 2.500,00, que 12
gramas são y% de 96 gramas e que 1 .200 m 2 equivalem a z% de
Padrasto 10
1
16,7 16 10,6 o o
60 km 2 . Os valores de x, y e z são, respectivame nte : 1
a) 20; 12; 2 b) 20; 12,5; 0,2 c) 20; 12,5; 0,002
Pai adotivo 1 1
1
1,6 o o o o
d) 2; 12; 0,002 e) 20; 12; 0,002 Tio 7 11,6 14 9,4 1 1,4

22. (UFG - MODELO EN EM J - Uma empresa concedeu aumento de Avô 1 6 10,0 o o 1 1,4
8% a seus funcioná ri os . Após o aumento, um dos fu ncionários
passou a receber R$ 237,60 . Qua l era o salário deste fu ncionário? Irmão 1 o o 7 4,6 o o
23. (UNESP) - O lucro líq uido mensa l de um produtor rural com a
-----
Primo
1
o
1
o
-
5 3,4 1 1,4
1
venda de leite é de R$ 2 580,00. O custo de produção de cada litro
de leite, vendido por R$ 0,52, é de R$ 0,32 . Para aumentar em Vizinho 10 16.7 42 27 ,8 19 27 ,9
exatame nte 30% o seu lucro líquido mensal, co nsiderando que os
Parceiro e
va lores do custo de produção e do lucro, por litro de leite, perma- - - 13 7,5 17 25,2
ex-parceiro
neçam os mesmos, quantos litros a mais de leite o produtor
precisa vender mensalmente?
a) 16 770 b) 12 900 c) 5 700 d) 3 870 e) 3 270
Conhecido
(traba lho)
1 - - 8 5,3 l 5 7,3
'
24. Antes de uma eleição para prefeito, certo instituto Outro 1 16,5
13 21.7 25 18 26,5
~ "'- realizou uma pesquisa em que foi consu ltado um conhec ido 1
1
r ""'= número significativo de eleito res, dos quais 36%
TOTAL 60 100 151 100 68 100
responderam que iriam votar no ca ndidato X; 33% , no ca ndidato 1
Y e 31 % , no candidato Z. A margem de erro estimada para cada
(-) Não apl icável Fonte : Jornal da Unicamp,
um desses valores é de 3% para mais ou para menos . Os
Nº 162. Maio 2001.
técn icos do instituto concluíram que, se co nfirmado o resultado
da pesquisa , A partir dos dados da tabela e para o grupo feminino estudado,
a) apenas o candidato X poderia vencer e, nesse caso, teria 39 % são feitas as seguintes afirmações :
do total de voto s. 1. A mulher não é poupada da violên cia sexual doméstica em
b) apenas os candidatos X e Y teriam chances de vencer. nenhuma das fai xas etá rias indicadas.
c) o candidato Y poderia vencer com uma diferença de até 5 pon- li. A maior parte das mulhere s adu ltas é ag redida por pa rentes
tos percentuais sobre X. consanguíneos .
d) o candidato Z poderia vencer com uma diferença de, no má xi- Ili. As adolescentes são vítimas de q uase todos os tipos de
mo, 1 ponto perce ntual sobre X. agressores.
e) o candidato Z poderia vence r com uma diferença de até 5 pon- IV. Os pais, biol óg icos, adotivos e pad ra stos, são autores de
tos percent uais sobre o candidato Y. mais de 1/3 dos casos de vio lê nc ia sex ua l envolvendo
crianças.
25. ~ Considere que as médias finais dos alunos de um É verdadeiro apenas o que se afirma e m
~ .m curso fo ramrepre sentadas no gráfico a seguir. a) 1 e Ili. b) 1 e IV. c) li e IV.
d) 1, Ili e IV. e) li, Ili e IV.

20 ---------------------------------- - 29. Em um co lég io, 40 % da arrecadação das mensa-


.hl,.,..., lidades corresponde ao pagamento dos sa lários dos
~
e
16 r= seus profe ssores. A m et ade dos alunos desse
~
colégio é de estudantes ca rente s, qu e pagam mensa lidades redu-
m 12
Q)
zida s. O diretor propôs um aume nto de 5 % nas mensa lidades de
"O todos os alunos para cobrir os gastos ge rados po r reajuste de 5%
~ 8
na folha de pagamento dos professores.
E A associaçã o de pais e mestres concorda com o aumento nas
-~
Z 4 mensalidades, mas não co m o índice proposto.
Pode-se afirmar que
a) o diretor fez um cá lculo incorreto e o reajuste proposto nas
4 ,0 5,0 6 ,0 7 ,0 8, 0 Médias mensalidades não é sufi ciente para co brir os gastos adicionais.
Sabendo que a méd ia para aprovação nesse cu rso era maior ou b) o diretor fez os cá lculos co rretame nte e o reajuste nas men-
igua l a 6,0, qual foi a porcentagem de alunos aprovados? salidades que ele propõe cobr irá exa tam ente os gastos adicio-
a) 18% b) 21 % c) 36% d) 50% e) 72% nais.
c) a associação está co rreta em não co ncordar com o índice
26. (FUVESTJ - Uma certa mercadori a, que custava R$ 12,50, teve proposto pelo diretor, pois a arreca dação adicional baseada
um aumento, passando a custar R$ 13, 50 . A majoração sobre o nesse índice supera ria em muito os gastos adicionais.
p reço antigo é de: d) a associação, ao recusa r o índi ce de reajuste proposto pelo
a) 1 % b) 10,0% c) 12,5% d) 8,0% e) 10,8% diretor, não levou em con ta o fato de alunos ca ren tes pagarem
mensalidades reduzidas.
27 . Uma casa é comprada por R$ 345.000,00 e vendida por e) o diretor deveria ter proposto um reaj uste m aio r nas mensali-
R$ 386.400,00. O lucro foi de: dades, ba seado no fato de que a metade dos alunos paga
a) 8 % b) 10% c) 12% d) 15% e) 18% mensa lidades reduzidas.

50
30. (VUNESP - MODELO ENEM ) - Enquanto as taxas centes imais 36. (UNESP) - Mário to mou um empréstimo de R$ 8 .000,00 a juros
se ref erem a rela ções do t ipo x por 100, simbolicamente deno- de 5 % ao mês. Dois meses depois, Mário pagou R$ 5.000,00 do
tadas por x%, as ta xas miles ima is se referem a relações do tipo x empréstimo e, um mês após esse pagamento, liquidou todo o
por 1000, sendo simbolicamente denotadas por x%o . Segundo seu débito. O valor do último pagamento foi de:
estimativas recentes, dos 150 milhões de bras ileiros, cerca de a) R$ 3.015,00 b) R$ 3.820,00 c) R$ 4 .01 1,00
5%o (5 por 1000) seri am portadores do víru s HIV, causador da d) R$ 5.011,00 e) R$ 5.250,00
AIOS. Nesse caso, o número de brasileiros portadores do HIV
37 . (UFRRJ} - A casa do Sr. Rafa el foi adquirida por meio do Sistema
seri a de, aproximadamente,
Financeiro de Habitação. A prestaçã o mensal de sua casa
a) 7,5 milhões de pessoas. b) 750 mil pessoas.
aumentou 30%. Mas, por recurso judicial, a partir deste mês,
c) 300 mil pessoas. d) 30 mil pessoas.
aquele que pagar até o 5'? dia út il do mês tem direito a um
e) 5 mil pes soas.
desconto de 20%.
Se o Sr. Rafael pagou sua casa no dia 2 (dois), o aumento rea l
Te xtos para as questões 31 e 32 . sobre a prestação do mês anterior foi de:
Uma pesquisa de opin ião foi rea lizada pa ra avaliar os níveis de a) 10% b) 8 % c) 6 % d) 4% e) 2 %
aud iência de alguns cana is de televisão, entre 20h e 21 h, dura nte
38. (FGV) - O gerente de uma loja aumento u o preço de um artigo
uma determinada noite.
em 25%. Decorrid o ce rto tempo, ele percebeu que não foi
Os re sultados obtidos estão rep resentados no gráfi co de ba rras
vend ida 1 un idade sequer desse artigo. Resolve u, então, anunciar
aba ixo:
um desconto de tal modo que o preço vo ltasse a ser igual ao
ante rio r. O desconto anunciado foi de
a) 20% b) 22% c) 25% d) 28 % e) 30 %
~ 80 +-- - - - - - - - - ---t
·c::; 39. (MODELO ENEM) - Durante uma promoção de ali mento mais
e
~ 80 +-- - - - - - - - - ---t barato, a em presa Brasilarroz, que vendia arroz em pacotes,
'üi passou a co loca r 15% a mais de arroz em cada pacote, mantendo
~ 40 +-- - - - - - - - - ----1
(1) o mesmo preço cob rado anteriormente . O preço do arroz foi
-o
z 20
reduzido (em porcentagem), aproxim adamente, em:
a) 9% b) 11 % c) 13% d) 15 % e) 17%
0 .L....0.--~~-~~~-~~--~~-~
TvA TvB TvC TvD Nenhum 40. (UNESP - MODELO ENEM) - Um advogado, contratado por
canal Marcos, co nsegue receber 80 % de uma causa ava liada em
R$ 200 000,00 e cobra 15% da quantia recebida , a título de
honorários.
31 . ~ O número de residênc ias ating idas nessa pesqu isa A quantia, em reais, que Ma rcos receberá, descontada a parte do
~ ~rn foi aproximadamente de: advogado, será de
a) 24 000 b) 30 000 c) 136 000
a) 100 b) 135 c) 150 d) 200 e) 220 d) 160 000 e) 184 000

32 . ~ A percentagem de entrevistados que declara ram 41 . (UNIFESP - MODELO ENEM) - Com rela ção à dengue, o setor
~ rn estar assistindo à TvB é aproximadamente igua l a: de vigi lância sanitária de um determ inado município registrou o
segu inte quadro, quanto ao número de casos positivos:
a) 15% b) 20% c) 22 % d) 27% e) 30 % - em fevereiro, re lativamente a janeiro. houve um aumento de 1O% e
- em março, relativamente a fevereiro , houve uma redução de
33 . De certa população, 12 % de seus membros foram afetados por 10 %.
uma doença epidêm ica. Das pessoas atingidas pela doença, 20 %
Em todo o período considerado, a variação foi de
morre ram. Qua l a porc entage m da popu lação que morre u
a) - 1 % b) - O, 1 % c) 0 % d) 0.1 % e ) 1%.
vitimada pela doença?
a) 2,4% b) 1,8% c) 3,6 % d) 3,2 % e) 0,8 %
42. (PUC - MODELO ENEM) - Uma coope rativa compra a produção
34. (FUVEST - MODELO ENEM) - Uma fazenda estende-se por dois de pequen os horticu ltores, reven dendo-a para atacadistas com
municípios, A e B. A parte da fazenda que está em A ocupa 8 % um lucro de 50 % em m édia. Estes repassam o produto para os
da área desse município . A parte da fa zenda que está em B ocupa feirantes, com um lucro de 50 % em média . Os feirantes vendem
1 % da área desse município . Sabendo-se que a área do mu nicípio o produto para o consumidor e lucram, também, 50 % em média .
B é dez vezes a área do m unicípio A , a razão entre a área da parte O preço pago pelo co nsumidor tem um acréscimo médio em
da fazenda que está em A e a área total da fazenda é igual a relação ao preço dos horticu ltores, de : '
a) 2/9 b) 3/9 c) 4/9 d) 5/9 e) 7/9 a) 150,0% b) 187,0 % c) 237,5 %
d) 285,5 % e) 350,0 %
35. A empresa SWK produz um determ inado produto x ,
~~ cujo custo de fabrica ção é dado pela equação de uma 43. (UNESP) - A massa de gordura de uma pessoa correspo nde a
r ><U<i!ID reta crescente, com inclinação dois e de variáve l x. 30 % de sua massa total. Essa pessoa, pesa ndo 11 O kg, fez um
Se não tivermos nenhum produt o produzido, a despesa f ixa é de reg ime e perdeu 40 % de sua gordura, mantendo os demais
R$ 7,00 e a fu nção venda de cada unidade x é dada por índices inalterados. Quantos qui los essa pessoa pesava ao f inal
- 2x 2 + 229, 76x - 44 1,84. do reg ime?
Tendo em vista uma crise finan cei ra, a empresa fez algumas
demissões. Com isso, ca iu em 12% o custo da produção de cada 44. (FUVEST) - No próximo dia 08/12, Maria, que vive em Portugal,
un idade produzida . Nessas con dições, a fun ção lucro da empresa terá um saldo de 2.300 euros em sua conta corrente, e uma
pode ser expressa como prestação a pagar no valor de 3.500 euros, co m vencimento
a) L(x)= - 2x 2 + 228x - 448, 00 nesse dia. O salá ri o dela é suficie nte para saldar tal prestação,
b) L(x)= - 2x 2 + 227,76x - 448,84 mas será depositado nessa conta corrente apenas no dia 10/12.
Maria está considerando duas opçõ es para pagar a prestação:
c) L(x)= - 2x 2 + 228x - 441,84 1. Pagar no dia 8 . Nesse caso, o banco cobrará juros de 2 % ao
d) L( x)= - 2x 2 + 229, 76x - 441,84 dia sobre o saldo negativo diário em sua conta corrente, por
e) L(x)= - 2x 2 + 227,76x - 448,96 dois dias;

51
2. Pagar no dia 1O. Nesse ca so, ela deverá pagar uma multa de 52. Em junho de 1997, com a ameaça de desabamento da Ponte dos
2 % sobre o valor total da prestação. Remédios, em São Paulo, o desvio do tráfego provocou um
Suponha que não haja outras movimentações em sua conta cor- aumento do flu xo de veículos em ruas vi zinhas, de 60 veículos por
rente. Se M aria escolher a opção 2, ela terá, em relação à opção 1, hora, em média, para 60 veícul os por minuto, em média,
a) desvantagem de 22 ,50 euros conforme noticiário da época. Adm itindo-se esses dados, o flu xo
de veículos nessas ruas no período cons iderado aumentou cerca
b) vantagem de 22,50 euros
de:
c) desva nt agem de 21,52 eu ros .
a) 60 % b) 100% c) 3600 %
d) vantagem de 21 ,52 euros d) 5900 % e) 6000 %
e) vant agem de 20,48 euros
53 . (FUVEST) - Um lojista sabe que, para não ter prejuízo, o preço de
45. (MACKENZIE) - Uma loja comunica a seus clientes que promo- venda de seus produtos deve ser no m ínimo 44 % superior ao
verá, no próximo m ês, um descont o de 30 % em todos os seus preço de custo. Porém, ele prepara a tabela de preços de venda
produtos . Na ocas ião do desco nto, para que um produto que hoje acrescentando 80 % ao preço de custo, porque sabe que o cliente
custa k m ante nha este preço, ele deverá ser anunciado por: gosta de obter desconto no momento da compra .
7k 10k 17k 17k 10k Qual é o maior desconto que ele pode conceder ao c liente, sobre
a) - - b) - c) - - d)- e) - - o preço da tabela, de modo a não ter prejuízo?
3 3 10 3 7
a) 10% b) 15% c) 20 % d) 25 % e) 36%
46. Um vendedor ambulante vende seus produtos com um lucro de
50 % sobre o preço de venda. Então, seu lucro sobre o preço de 54. (UNESP) - Para aumentar as vendas de camisetas, uma loja criou
custo é de : uma promoção. Clien te s que compram três camisetas têm
a) 10% b) 25 % c) 33,333 ... % desconto de 10% no preço da segunda camiseta e 20% no preço
d) 100 % e) 120 % da te rceira camiseta . Todas as camisetas têm o mesmo preço.
Qual o desconto que, aplicado igualmente sobre o preço original
47 . Numa loja, para um determinado produto, a diferença entre o das três camisetas, resulta no mesmo valor para a compra con-
preço de venda solicitado e o preço de custo é 3 .000. Se esse junta de três camisetas na promoção?
produto for vendido com 20 % de desconto, ainda assim dará um
lucro de 30 % à loja. En tão, a soma entre os preços de venda e de 55. (FATEC) - Numa microempresa, consomem-se atualmente x
cust o é: litros de combustível por dia . Para a próxima semana, haverá um
a) 13 .200 b) 14.600 c) 13.600 aumento de 5% no preço do combustíve l. Com o objetivo de
d) 12 .600 e) 16.400 manter a mesma despesa , será feita uma redução no consumo.
O novo consumo diário de combustível deverá ser de, aproxima-
48. (UNIFESP) - Um co m erc iante comprou um produto com 25 % de damente:
desconto sobre o preço do ca tál ogo. Ele deseja marcar o preço de
a) 94,2 % X b) 95 % x C) 95,13 % X
ven da de modo que, dando um desconto de 25 % sobre esse
preço, ainda consig a um lucro de 30% sobre o custo . A porcen- d) 95,24% x e) 95,5% X
tagem sobre o preço do catálogo que ele deve usar para marcar o
preço de vend a é 56. (UFG) - Em uma loja, havia duas unidades, A e B, de um produto,
que foram vendidas pelo mesmo preço. Na unidade A , a loja teve
a) 11 0 % b) 120 % c) 130 % d) 135 % e) 140%
lucro de 10% e, na outra, prejuízo de 10% (lucro e/ou prejuízo é a
49. (FGV) - Roberto estima que, daqui a dois anos, o preço de um diferença entre o preço de venda e o preço de custo do produto) .
ca rro seja R$ 46 200,00. Para poder comprar o carro à vista, daqui Sobre essa transação comerc ial , pede-se:
a dois anos, ele depos it a hoje x reais e deposita rá mais x reais a) considerando que cada unidade do produto foi vendida por
daqui a um ano, num f undo que rende 10 % ao ano a juros com- R$ 99,00, determine o preço de custo de cada unidade;
postos, de m odo que tenha exatamente es se valor (R$ 46 200,00) b) se a unidade A cu stou para a loja x reais e a unidade B,
daqui a dois anos. O valor de x é um número cuja soma dos y reais, qual a rela ção entre x e y ?
algarism os da parte inte ira é igual a:
a) 5 b) 4 c) 2 d) 3 e) 6 57 . Certa liga contém 20 % de cobre e 5% de estanho. Quantos quilos
de cobre e quantos quilos de es tanho devem ser adicionados a
50. (FATEC) - Desejo comprar uma televisão à vista, mas a quantia Q 100 quilos dessa liga para a obtenção de uma outra com 30 % de
que possuo co rresponde a 80 % do preço P do aparelho. O ven- cobre e 10% de estanho ? (Toda s as porcentagens são em kg.)
dedor ofe receu-m e um abatimento de 5% no preço, mas, mesmo
a) 18 kg de cobre e 6 kg de estanho;
assim, fa ltam R$ 84,00 para realizar a com pra. Os valore s de P e
Q sã o, respect ivamen te: b) 17,50 kg de cobre e 7,5 kg de estanho;
c) 18 kg de cobre e 7,5 kg de estanho;
a) R$ 520,00 e R$ 410,00 b) R$ 530,00 e R$ 419,50
d) 17,50 kg de cobre e 7,8 kg de estanho;
c) R$ 540,00 e R$ 429,00 d) R$ 550,00 e R$ 438,50
e) 7,8 kg de cobre e 17,50 kg de estanho .
e) R$ 560,00 e R$ 448,00
58. (UNESP) - Um capital de R$ 1 .000,00 é aplicado durante 4
51 , (FU V EST - MODE LO ENEM) - Produção e vendas, num ce rto meses .
mês, de três montadoras de automóveis. a) Encontre o rendim ento da aplica ção, no período, considerando
a taxa de juros simples de 10% ao mês.
Unidades Porcentagem
Montadora b) Determine o rendimento da aplica ção, no período,
pro duzid as vendida da produção
con siderando a ta xa de juros compostos de 10 % ao mês.
A 3. 000 80 %
59 , (U NB) - Um capital aplicado, a juros simples, a uma taxa de 20 %
B 5 .000 60% ao ano duplica em :
a) 24 anos b) 6 anos c) 12 anos
c 2 .000 x% d) 1O anos e) 5 anos

Sabendo-se que nesse mês as três montadora s venderam 7.000 60. (MACKENZIE) - Se uma pessoa aplica somente 2/ 5 de seu capita l
dos 10.000 ca rros produzidos, o valor de x é: em letras durante 90 dias, à ta xa de 2,5 % ao mês (juros simples)
a) 3 0 b) 50 c) 65 d) 80 e) 100 e recebe R$ 9.600,00 de juros, então, todo o seu capital é de:
52
a) R$ 320 .000,00 b) R$ 960.000,00 64. (MODELO ENEM) - Uma parte de um investimento de
c) R$ 240.000,00 d) R$ 400 .000,00 R$ 24.000,00 foi aplicada a juro de 1,8 % ao mês, a outra parte foi
e) R$ 128.000,00 aplicada a juros de 3% ao mês. Se os juros mensais forem de
R$ 480,00, então o valor da parte que foi aplicada a 1,8 % ao mês
61 . Quais são os rend imentos produzidos por R$ 1.500.000,00 é:
empregados, a juros simples, à taxa de 2% ao mês durante 3 a) R$ 4 .000,00 b) R$ 6 .000,00
anos? c) R$ 10.000,00 d) R$ 15.000,00
e) R$ 20 .000,00
62 . Ca lcule os juros simples de R$ 70 .000,00 à taxa de 15% a.a.
durante 120 dias . 65 . (FUVEST) - A diferença entre J_
3 e seu valor aproximado 0,333 é
63 . (MACKENZIE) ig ual a x% do valor exato. Então o va lor de x é:
(1) (4 % )2 = O, 16% a) 0,0001 b) 0,001 c) 0,01 d) O, 1 e ) 0,3
01) Y 64 % = 80%
66. (UNIP) - Dois ca rros fo ram ve ndidos pelo mesmo preço. Em um
(I li ) 2% de 0,5 é igual a O, 1.
deles, houve, em rela ção ao preço de custo. um lucro de 20 % e
Relativamente às igualdades acima, é correto que no outro um prejuízo de 20%. Na venda desses dois carros:
a) somente (1) e (Ili) são verdade iras . a) não houve lucro nem prejuízo.
b) somente (li) e (Ili) são verdade iras . b) houve um prejuízo de 2%.
c) somente (1) e (li) são verdadei ras. c) houve um lucro de 2 % .
d) todas são falsas . d) houve um preju ízo de 4%.
e) todas são verdade iras. e) houve um lucro de 4%.

7) B 8) E 9) B 10) D 46) D 47 ) D 481 e 491 e


11 ) D 12) B 131 e 14) D 50 ) E 51) D 52) D 531 e
15) E 16) E 17) B 18) E
54) 10% 55) D
19) D 20) B 21 1 e 22) RS 220,00
11
23) D 24) D 25) E 26) D 56) a) RS 90,00; RS 110,00 bl - .x 57) B
9
21 1 e 28) D 291 e 30) B
58) a) RS 400,00 b) R$ 464,10
31) D 32) A 33 ) A 341 e
35) A 361 e 37 ) D 38) A 59) E 60) A 61) RS 1.080.000,00
391 e 401 e 41 ) A 421 e 62) R$ 3.500,00 631 e 64) E
43) 96,8 kg 441 e 45) E 65 ) D 66) D

53
Álgebra
EXERCÍCIOS-TAREFA (MÉDIA, RAZÕES E
PROPORÇÕES, REGRA DE TRÊS, PORCENTAGEM EJUROS)

1. (FGV - MODELO ENEMJ - No orçamento da Prefeitura de uma reais sejam esses dois números é
determinada cidade, a verba mensal tota l de R$ 24 000 000,00 é a) 2x2 - 60x + 37 = O b) x 2 - 30x + 120 = O
destinada à Educação. Sabe-se que 1/8 deste montante é dirigido c) x2 - 30x + 144 = O d) x2 + 6x + 120 = O
à Educação Infantil e 3/8 ao Ensino Fundamental. Sabe-se e) 2x 2 + 12x - 15 = O
também que 1/3 dos recursos dirigidos à Educação Infantil são
destinados ao pagamento de salários e o restante, para outras 8. (UFSCAR) - Em uma pesquisa, foram consu ltados 600 consum i-
despesas. dores sobre sua satisfa ção em relaçã o a uma certa marca de
Sabe-se ainda que 2/5 dos recursos dirigidos ao Ensino sabão em pó. Cada consumidor deu uma nota de O a 1O para o
Fundamental destinam-se ao pagamento de salários e o restante, produto, e a média final das notas foi 8,5. O número mínimo de
para outras despesas . Pede-se : consumidores que devem ser consu ltados, além dos que já
1 .1. Quais são, em reais, os recursos destinados para a Educação foram, para que essa média passe para 9 é igual a
Infantil e para o Ensino Fundamental? a) 250 b) 300 c) 350 d) 400 e) 450
1.2. Quais são as frações da verba total correspondentes aos 9. Têm-se 500 me de soro glicosado a 5% . Quando se acrescentam
recursos para pagamen to de salários em cada um dos dois 1O (dez) ampolas de 1O me cada uma de glicose a 23%, então a
níveis de Ensino?
concentração do volume final do soro glicosado será:
1 .3. Qual é a fra ção da ve rba tota l correspondente a outras a) 6% b) 6,3 % c) 7,3 % d) 8 % e) 9%
despesas para a Educação Infantil ?
1.4. Mantidos os números do enunciado, exceto a última fra ção 10. (UNICAMP) - A quantia de R$ 1.280,00 deverá ser divid ida entre
12/5) referente aos recursos dirigidos para o pagamento de 3 pessoas. Quanto receberá cada uma, se
salários do Ensino Fundamental, pergunta-se qual deverá ser
a) a divisão for feita em partes diretamente proporcionais a 8, 5 e 7?
o novo valor desta última fra ção para que os recursos para b) a divisão for feita em partes inversamente proporcionais a 5, 2
pagamento de salários sej am igua is nos dois níveis de e 10?
Ensino?
11 . Um estado brasileiro tem a popula ção de 1o milhões de habitan-
2. (UNIFESP - MODELO ENEMJ - Para ser aprovado num curso, tes e uma média de 40 habitantes por quilômetro quadrado. Qual
um estudante precisa submeter-se a três provas parciais durante é a sua superfície?
o período letivo e a uma prova fi nal, com pesos 1, 1, 2 e 3, a) 100 000 km 2 b) 250 000 km 2 c) 500 000 km 2
respectivamente. e obte r média no mínimo ig ua l a 7. Se um d) 1 000 000 km 2 e) 1 200 000 km 2
estudante obteve nas provas parciais as notas 5, 7 e 5,
respectiva mente, a nota m ínima que necessita obter na prova 12. Uma equipe de mineiros composta de 15 homens extraiu, em 30
fi nal para ser aprovado é dias, 35 toneladas de carvão. Se esta equipe for aumentada para
a) 9 b) 8 c) 7 d) 6 e) 5 20 homens, em quanto tempo será extraída a mesma quantidade
de carvão?
3. IFGVJ - Um tim e ~e futebol tem 11 jogadores cuja m édia das
idades é 24 an os. Alva ro tem 35 an os. Se Álvaro for excluído do 13. (UnB) - Com 16 máquinas de costura, aprontara m -se 720 unifor-
t ime, a m edia das idades dos 1O jogadores restantes será: mes em 6 dias de trabalho. Quantas máquinas serão necessárias
a) 22,7 anos b) 22,6 anos c) 22,5 anos para confecciona r 2160 uniformes em 24 dias?
d) 22,9 anos e) 22,8 anos.
14. Se 54 jardineiros trabalhando 5 horas por dia levaram 45 dias para
4. A m édia aritmética de um conjunto de 12 números é 9 Se os arborizar um parque de forma retangular de 2,25 km de
núme_ros 1O, 15 e 20 fo rem ret irados do co njunto, a. média comprimento por 1,50 km de largura, quantos jardineiros serão
antm et1ca dos restantes será: necessários para arborizar em 18 dias, trabalhando 12 horas por
a) 12 b) 7 c) 1O d) 15 e ) 16 dia, outro parque retangular de 1,95 km de comprimento por
1,20 km de largura ?
5. IUFABC) - A média aritmética das idades de um grupo de x
pessoas é_ 25 anos. Com a entrada de mais uma pessoa no grupo , 15. A ba se de um retângulo de área S é aumentada de 20% e sua
a nova media passou a ser 26 anos. Determine a idade do novo altura é diminuída de 20 %. A área do novo retângulo formado é:
integrante do grupo em função de x. a) 1,04.S b) 1,02 .S c) S d) 0,98.S e) 0,96.S

6. (FUVESTJ - O número de gols marcados nos 6 jogos da primeira 16. (FGV - MODELO ENEM) - Uma red e de televisão encomendou
rodada de um campeonato de futebol foi 5, 3, 1, 4, o e 2. Na uma pesquisa com a inten ção de identificar valores e com-
segunda rodada , serão realizados mais 5 jogos. Qual deve ser o portamentos de jove ns entre 15 e 30 anos para lan çar uma nova
número tota l de gols marcados nessa roda da pa ra que a média de programação. Os 2000 jovens entrevistados, das classes A, B e
gols, nas duas rodadas, seja 20% superior à média obtida na pri-
C. das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília. Salvador e
meira rodada? Porto Al egre, defin iram sua geração por meio de palavras como
"vaidosa" (37% ), " co nsumista" (26 % ), "acomodada" (22 % ) e
7. (FGVJ - Se a média aritmética entre dois números é 15 e sua " individua lista" (15 %). Entre aqu eles que classificaram sua
média geométrica é 12, então, uma equação cujas duas raízes geração co mo " vaid osa", 45 % são homens .

54
a) Considerando tais dados, se for escolhido ao acaso um jovem
que participou da pesquisa, qua l a probabilidade de ele Escolaridade Jovens Mulheres Homens
1
considerar sua geração "vaidosa" e ser mulher?
b) Quantos jovens entrevistados não conside raram sua geração
"acomodada"?
Fu ndamental incompleto

Fundamental completo
I 30 %

20 %
15 %

30 %
18 %

28 %
1
17, (FUVEST) - Um reservatório, com 40 litros de capac idade, já
contém 30 litros de uma mistura gasolina/álcool com 18% de
álcool. Deseja-se completar o tanque com uma nova m istura
Médio incompleto
f 26 % 20 %
1
16%

28 %

=i1s%
gasolina/álcool de modo que a mistura resultante tenha 20% de Médio completo 28 %
1
álcool. A porcentagem de álcool nessa nova mistura deve ser de:
a) 20 % b) 22% c) 24 % d) 26% e) 28%
Superior incompleto 4% 4%
j 5%

18. (UNESP) - Uma empresa agropecuária desenvolveu uma


mistura, composta de fécula de batata e farinha, para substituir a
Superior completo
-- - - --
2% 3%
-l
-L-.. -
Se for sorteada, ao acaso, uma pessoa da cidade, a probabilidade
5%

farinha de trigo comum . O preço da mistura é 10% inferior ao da de esta pessoa ter curso superior (completo ou incompleto) é
farinha de trigo comum. Uma padaria fabrica e vende 5 000 pães a) 6, 12 % b) 7,27 % c) 8,45 %
por dia. Adm itindo-se que o kg de farinha comum custa R$ 1,00 e d) 9,57 % e) 10,23 %
que com 1 kg de farinha ou da nova mistura a padaria fab rica 50
pães, determine 23. (FGV - MODELO ENEM) - Os gráficos abaixo mostram a
a) a economia, em reais, obtida em um dia, se a padaria usar a evolução aproximada, de julho a julho, do mercado de te lefonia
mistura ao invés da far inha de trigo comum; celular no Brasil, no período de 1998 até 2004.
b) o número inteiro máximo de quilos da nova mistura que
poderiam ser comprados com a economia obtida em um dia e, CRESCIMENTO DO MERCADO DE TELEFONIA CELULAR
com esse número de quilos, quantos pães a mais poderiam
ser fabricados por dia.

19. (UNESP) - Um industrial produziu 1 000 peças de um produto


manufaturado ao custo un itário de 200 reais . Vendeu 200 dessas
peças com um lucro de 30 % . O industrial deseja obter um lucro
55

--
Total de usuários
(em milhões)

de 40% com a ve nda das 1 000 peças produzidas .


Nestas condições,
a) determine quanto lucrou o industrial, em reais, com a venda
das 200 peças;
b) encontre o preço pelo qua l deve ser vendida cada uma das 800 Divisão do mercado por Divisão do mercado por
peças restantes para que o industrial obtenha o lucro plano em julho de 2004 (%) tecnologia em julho de 2004 (%)
desejado.
Analógica
1
20. (UNIFESP) - Uma empresa brasileira tem 30 % de sua dívida em GSM
dólares e os resta ntes 70 % em euros. Admitindo-se uma 24
valorização de 10% do dólar e uma desvalorização de 2 % do euro,
ambas em re lação ao real, pode-se afirmar que o tota l da dívida
Pré-pago COMA
dessa empresa, em reais, 80 30
a) aumenta 8 % b) aumenta 4,4% c) aumenta 1,6%
d) diminui 1,4% e) diminui 7,6 %

21 . (UNIFESP) - Os segmentos representam , em uma mesma


escala, as populações das cidades A, B, C, D e E nos anos (Fonte: adaptado do jornai
indicados, em mi lhares de habitantes . O Estado de São Paulo de 30 de agosto de 2004.)

A B c D E Tendo em vista as informações fornecidas :


1990 ,
'' ' ' '
50
1 1
100
1 1 1 1
150
1 .1. Qual é o tota l de usuários que, em julho de 2004, utilizam
celulares no plano pós-pago?
2000 1 1
•• • •
A
1
B
1
e
1 1
D
1 1 1

A cidade que teve o maior aumento percentual na popul ação, no



E
1.2. Qual é o total de ce lulares com tecnologia anal ógica em julho
de 2004?
1.3 . Supondo que os porcent uais da divisão do mercado por plano
período de 1990 a 2000, foi se aplicam aos celu lares com tecnologia TOMA, calcule o
a) A b) B c) C d) D e) E total de usuários desses celul ares no plano pós-pa go.

22. (FUVEST - MODELO ENEM) - Um recenseamento revelou as 24. (UNIFESP) - Num determi nado local, o litro de comb ustível,
seguintes características sobre a idade e a escolaridade da composto de 75 % de gasolina e 25% de álcool, é comerc ia lizado
popula ção de uma cidade . ao preço de R$ 2,05, sendo o litro de álcool comercia lizado ao
População preço de R$ 1,00 . Se os preços são mantidos proporcionais, o
preço do litro de gasolina é:
a) R$ 2, 15 b) R$ 2,20 c) R$ 2,30
d) R$ 2,40 e) R$ 3,05

25. (UNICAMP - MODELO ENEM) - O transporte de carga ao porto


de Santos é f eito por m ei o de rodovias, ferrovias e dutovias. A
tabela abai xo fornece alguns dados re lativos ao transporte ao
porto no primeiro semestre de 2007 e no primeiro semestre de
2008, ind ica ndo claramente o aumento da participação percentual

55
--== === = '---===-,
· d o. Com base nos dados da
do transporte ferroviário nesse peno 32. (UFBA - MODELO ENEM) - Numa esc ola , 4 5 % dos estudantes
tabela, responda às questões abai xo. são crianças, 35 % são adolescentes. e os 600 alunos restantes
são adultos . Nessas condições, classifique as afirmações abaixo
Carga transportada em V ou F:
1 Participação no t otal
{em m ilhões de
M eio de transp ortado ao porto a) A escola possui um total de 3.000 alun os.
t oneladas)
t ransp o rte b) O número de adolescentes é de 1. 250 .
c) 270 crianças, menores de 5 anos, corre spondem a 25% do
2007 2008 2007 2008
total de crianças.
d) O percentual do número de ad ole scen t es. em relação ao
Ferroviário 18 % 24 % 6,8 8,8
número de adultos, é de 175%
e) 420 adolescentes estudam à t~rde e correspondem a 2/5 do
Rod oviári o 77 % 29, 1 total de adolescentes.

Dutoviário 33. (FGV) - O capital de R$ 12 .000,00 foi dividido em duas partes (x


1
e y) sendo que a maior delas (x ) fo i aplicada à ta xa de juros de
12°/~ ao ano, e a menor (y ) à taxa de 8 % ao ano. ambas as
a) Determine a carga total (em milhões de toneladas)
aplicações feitas em regime de capitaliza ção anual. Se, ao fina_l de
transportada ao porto no primeiro semestre de 2007. Calcule
também quantas tone ladas foram transportadas por dutos no um ano, o montante tota l resgatado foi de R$ 13 .300,00, entao Y
está para x assim como 7 está para
primeiro semestre de 2007 .
a) 15 b) 16 c) 17 d) 1 8 e) 19
b) Sabendo que, no primeiro semestre de 2008, foram transpor-
tadas por rodovias 2, 7 milhões de toneladas a menos do que
34. (UFSCARJ - Com o reaju ste de 1 O% no pre ço da mercadoria A ,
o valor registrado pelo mesmo meio de transporte no pr1meIro
seu novo preço ultrapassará o da mercadoria B em R$ 9, 99 ·
semestre de 2007 , calcule a participação percentua l do
transporte rodoviário no primeiro semestre de 2008. Dando um desconto de 5% no pre ço da merca d ona · B , O novo
. A
preço dessa mercadoria se igualará ao preço da mercadona
antes do reajuste de 10% . Assim , o pre ço da mercadona· B, sem
26. {UNIFES PJ - Um recipiente contém um litro de uma mistura de
o desconto de 5% , em R$, é
diesel e álcool, na proporção de 40 % de diesel e 60 % de álcool .
a) 222,00 b) 233,00 c) 299,00
Deseja-se modificar esta proporção para 30% de diesel e 70% de
d) 333,00 e) 466,00
álcool, sem retirar diesel. A quantidade mínima de álcool, em m11i-
litros, que se deve adicionar à mistura original, considerando que 35. (FGV) - Chama-se margem de contribuição un itária à diferença
as proporções menci onadas são se mpre em volume, é de: entre o preço unitário de venda e O custo unitário de um produto.
200 400 700 Se o preço unitário de venda é p e o custo unitário é e : . _
a) 3 b) 3 c) 3 a) Qual o valor de e, sabendo-se que a margem de contn·b uIçao
unitária é 10% do pre ço de venda? . . 0
de
800 1000 b) Se a margem de contr1bu1ção unitana for 30 1/o do preço
d) 3 e)
3 venda, qual a margem de contribuição unitária em porcen-
tagem do custo unitário?
2 27 . Uma finance ira emprest ou a m esma quantia em dinheiro a três
36. {FGV) - Certo capital C aumentou em R$ 1 .200,00 e, em seguida.
pessoas . Com a primeira ga nhou 15% e com cada uma das
esse montante decresceu 11 % , resultando em R$ 32,00 a menos
demais perdeu 6 %. Quanto lucrou com estes empréstimos?
do que C. Sendo assim, o valor de C, em R$, é
28. Um aut omóvel tem preço de f ábri ca de R$ 20 .000,00 . A despesa a) 9.600,00 b) 9.800,00 c) 9 .900,00
do tran sporte é de 6 % sobre o valo r do automóvel e o pagamento d) 10.000,00 e) 11.900,00
à vista dá ao co mprado r um desconto de 3 % sobre o gasto total.
Quanto se pagou pel o auto m óvel? 37 . (FUVEST) - João, Maria e Antônia tinham. juntos, R$ 100.00~.g~~
Cada um deles investiu sua parte por um ano, com Juros de
3 ao ano . Depois de creditados seus juros no final desse ano,1
29. Em certa oca sião, o pre ço do petróleo teve um aum ento de 60 %.
Um país que pretende manter inalterado o total de seus gastos Antônia passou a ter R$ 11 .000,00 mais o dobro do novo cap i~a
com importa ção desse prod uto deveria reduzir o volume de suas de João. No ano seguinte, os três reinvestiram seus capitadis,
importações em ·
ainda ·
com Juros · d e cre d't
de 10% ao ano . Depois I a d os os 1·uros .e

cada um no final desse segundo ano, o novo capita . 1 d e Antônia


a ) 62,5% b) 50 % c) 37,5% d) 60 % e) 40 %
era igual à soma dos novos capitais . de Mana . e J oao. - Qual era o
4
30. (FUVEST) - Um lote de livros foi impresso em duas tipografias, capital inicial de João?
a) R$ 20.000,00 b) R$ 22.000,00 e) R$ 24 000,00
A e B, sendo que A im primi u 70 % e B imprimiu 30% do total.
d) R$ 26.000,00 e) R$ 28.000,00
Sa be-se que 3% dos livros impressos em A e 2% dos livros
im pressos em B são defeituosos. Qual é a porce ntagem dos
li vros defeit uosos do lote? · eciosa é
38. (FUVEST) - O valor em reai s de uma pedra sem Ipr
· · em
sempre numericamente igual ao quadrado de sua massa,
31 . Ca rlos contraiu uma dívida que foi paga com uma taxa de juros d 8
gramas . Infelizmente, uma dessas pedras, e gramas, .caiu e se
Em
ao m ês e constante. Porém, o recibo do mês de fevereiro partiu em dois peda ços . O prejuízo foi o maior passivei.
extraviou-se, e Carlos necessita deste valo r para o cál culo do relação ao valor original, o prejuízo foi de
imposto de renda. Os valores con hecidos são: a) 92 % b) 80 % c) 50% d) 20% e) 18 %
Janeiro -- R$ 1.000,00 Março --+ R$ 1.210, 00 · - ma cida-
39. (VU NESPJ - Suponhamos que, para uma dada e 1eIçao, u a-
A bri/ R$ 1 331,00 de tivesse 18.500 eleitores inscritos . Suponhamos ainda que, ? s
Com base nos dados acima, Carlos pagou, em fevereiro, a quantia de: ra essa eleição no caso de se verificar um índice de abS t enço~e
de 6% entre o; homens e de 9 % entre as mu lheres, o número
a) R$ 1 010,00 b) R$ 1 100,00 ·
votantes do sexo masculino será exatamente Igua 1ao de votantes
c) R$ 1 110,00 d) R$ 1 180.00 do sexo feminino.
e) R$ 1.200,00
Determ ine o número de eleitores in scritos de cada sexo.

56
40. (FGV - M ODELO ENEM ) - Num certo país, 10 % das declarações estava consegu indo vender o resto do estoque. Reso lveu , então,
de imposto de renda são suspeitas e submetidas a uma análise faze r uma liquidação e consegu iu vender todas as blusas
deta lhada; entre estas verificou-se que 20 % são fraudulentas. restantes, mas com prejuízo de 10% em relação ao pre ço de
Entre as não suspeitas, 2% são fraudulentas. compra. O total arrecadado na venda das blusas foi R$ 31 200,00.
a) Se uma declaração é escolhida ao acaso, qua l a probabilidade Nessas condições, é verdade que o
de la ser suspeita e fraudu lenta? a) va lor de X é 15 .
b) Se uma declaração é fraudulenta, qua l a probabilidade de la ter b) va lor de venda do primeiro lote de blusas foi R$ 14 300,00.
sido suspeita?
c) prejuízo na venda do segundo lote de blusas foi R$ 15 800,00.
d) va lor de venda do seg undo lote de blusas foi R$ 16 000,00.
41 . (UNICA MP) - A concent ração de CO 2 na atmosfera ve m sendo
medida, desde 1958, pelo Observatório de Mauna Loa , no Havaí. e) lucro na ve nda do primeiro lote de blusas foi R$ 28 000,00 .
Os dados co letados mostram que, nos últimos anos, essa
concentração aumentou, em média, 0,5 % por ano. É razoável 48. (ESAPP ) - Na vend a de certo prod uto, um comerciante teve um
supor que essa ta xa anual de crescimento da concentração de prejuízo de 5 % do custo. Se o preço de venda foi de R$ 5 .700,00,
CO 2 irá manter-se const ante nos próxi mos anos. qual fo i o preço de custo?
a) R$ 5.800,00 b) R$ 6.000,00
a) Escreva uma função C(t) que represente a concentração de
c) R$ 5.985,00 d) R$ 6.400,00
CO 2 na atmosfera em re lação ao tempo t, dado em anos. e) R$ 6.100,00
Considere como instante inicial - ou seja, aquele em que t = O
- o ano de 2004, no qual foi observada uma concentração de 49. (FG V) - Ao investir todo mês o montante de R$ 1.200,00 em uma
377,4 ppm de CO 2 na atmosfera. aplicação financeira , o investidor notou que imediatamente após o
b) Determ ine aproximadamente em que ano a concentra ção de terceiro depósito, se u montante tota l era de R$ 3 .900,00. A taxa
mensa l de juros dessa aplicação, em reg ime de juros compostos,
CO 2 na atmosfera será 50 % superior àquela observa da em é
2004. Se necessário, use log 10 2 =0,3010, log 10 2,01 =0,3032 2- \/3 2-\13 Y10-3
e log 10 3 = 0,4771 . a) b) c)
5 4 2
42. (UNESP) - Seja V 0 o volume inicia l de um líquido vo látil, o qua l
d)
\!11 - 3
e)
2\13 - 3
diminui à taxa de 20% por hora. 3 2
a) Encontre a equação do volume V do líquido em fun ção do
tempo. 50, (FGV) - Uma instituição financeira oferece um tipo de aplicação
b) Determine o va lor aproximado do tempo em que o vo lume se tal que, após t meses, o montante re lativo ao cap ital aplicado é
reduz à metade dado por M(tl = C . 2°-041 , em que C > O. O menor tempo possíve l
(Dado : log 10 2 = O, 301 ). para quadruplicar uma certa quantia apl icada nesse tipo de aplica-
ção é
43 , (UFPE) - Durante os 5 primeiros meses do ano, a média mensal
a) 5 meses b) 2 anos e 6 meses
dos meus gastos foi de R$ 2.000,00. Computados os gastos
c) 4 anos e 2 meses d) 6 anos e 4 meses
efetuados no mês de junho, a média dos 6 meses elevou-se para e) 8 anos e 5 meses.
R$ 2 .100,00. Cons iderando X a quantia em reais gasta no mês de
junho, qua l o valor de X/1007
51 . (UNESP - MODELO ENEM) - Na periferia de uma determinada
cidade brasileira, há uma montanha de li xo urbano acumulado,
44. Dona Magaly aplicou, no iníc io do ano, 25 % de suas economias que tem a forma aprox imada de uma pirâmide regular de 12 m de
em Caderneta de Poupança e o restante em um fundo de ações .
altura , cuja base é um quadrado de lado 100 m . Considere os
Após um ano, a rentabi lidade da Caderneta de Poupança fo i de dados, apre se ntados em porcen t agem na tabela, sobre a
16% e a do fundo de ações, 26 % . composição dos resíduos sólidos urbanos no Brasil e no Méxi co.
a) Se o saldo da Caderneta de Poupança (CP), após um ano da data
de aplicação, foi de R$ 29.000,00, qual o va lor aplicado na CP?
b) Qual a rentabi lidade global das aplicações de dona Magaly? Orgânico Metais Plásticos Papelão/ Vidro Outros
PAÍS
(%) (% ) (%) Papel (% ) (%) (%)
45. Certa agência de viagens oferece dive rsos pacotes turísticos a
seus clientes. Considere que, em um dess es pacotes, que 1nclu1
tanto as passagens aéreas quanto a parte terrest re (h otéis,
Brasil r~ _!
2 3 25 2 13
-1
passeios e trans lados) , esta última represente 60% do preço final .
Se as companhias aéreas oferecessem 60 % de desconto nas México 42,6 3,8 6,6 16,0 7,4 23,6
passagen s, seria possível reduzir o pre ço desse pacote em : 0 _L ~ ~

a) 24% b) 36 % c) 40 % d) 48 % e) 60 1/o
(Cempreffetra Pak Américas/EPA 2002 .)

Supondo que o lixo na pirâmide esteja compactado, determ ine o


46. (UNIF) - O preço de ve nda de um artigo foi dim inuído em 20 % . vo lume aproximado de plásticos e vidros ex istente na pirâmide de
Em que porcentagem devemos aumentar o preço dimin uíd o pa ra
li xo brasi leira e quantos metros cúbicos a mais desses dois
que , com o aumento, o novo pre ço coincida co m o origi nal 7
materiais junt os existiriam nessa mesma pirâmide , caso ela
a) 15% b) 20 % c) 25 % d) 30 % e) 22 % estivesse em território mexicano.

52. (FGV) - Em reg ime de juros com postos, um capital inicial aplicado
47 . (UNISA ) - Um comerciante compro u 2 000 blusas de lã pe lo à taxa mensal de juros i irá trip lica r em um prazo, indicado em
2 m eses, ig ual a
pre ço unitário de X rea is. No in íc io do inverno, ve ndeu 5 do
a) log 11 + ,13 b) log; 3
número tota l de blusas, co m lucro de 25% sobre o pre ço de
compra. En t reta nto, co m o in ve rn o atípico daquele ano, não d) log 3 i e) log 3 (1 + i)

57
1) 1.1 - R$ 3 .000.000,00 e R$ 9.000.000,00 26) E 27) 1% 28) R$ 20.564,00
1.2 - 1/24 e 3/20 da verba total
1.3 - 1/12 da verba total 29) e 30) 2,7% 31) B
1.4-1/9
32) V, F, F, V, V 331 e
2) A 3) D 4) B 5) x+26 6) 18 gols
34) A 35) a) c = 0,9p b) 42,86%
11 e 8) B 9) 0
36) D 37 ) A 381 e
10) a) R$ 512,00, R$ 320,00 e R$ 448,00
b) R$ 320,00, R$ 800,00 e R$ 160,00 11 ) B 39) 9.100 homens e 9.400 mulheres

12) 22,5 dias 13) 12 40) a) 2% b) 52,63%

14) 39 15) E 16) a) 20,35% b) 1560 17) D 41) a) C(t) = 377,4(1,005)t


b) Em aproximadamente 80 anos, ou seja, no ano de 2084.
18) a) R$ 10,00 b) 11 kg da nova mistura e 550 pães
b) t = 3h 6 min 43) 26
19) a) R$ 12 000,00 b) R$ 285,00 201 e
44) a) R$ 25.000,00 b) 23,5% 45) A
21) C 22 ) B

461 e 47) A 48) B 49) e 50l e


23) 1.1 l 11 milhões de usuários 24) D
1.2) 550 000 celulares
51 ) O volume aproximado de plásticos e vidros existente na
1.3) 4,95 milhões de usuários
pirâmide de lixo brasileira é 2000 m 3 e se ela estivesse em
território mexicano teria 3600 m 3 a mais desses dois
materiais juntos.
25) a) 37,8 milhões de toneladas e 1,9 milhão de toneladas
b) 72%
52) A

58
BINÔMIO DE NEWTON

1. Fatorial De um modo geral , pois , temos :


O fatorial de um número natural n, representado
n! = n . (n - 1) . (n - 2) ... 3 . 2 . 1
pelo símbolo n! (lê-se: n fatorial ou fatorial de n) , é um
número definido por:
O!= 1 2 . Número binomial
, 'vn EN *
n! = n . (n - 1)!
Sendo n e k dois números naturais , o número bino-
mial de ordem n e classe k , ou simplesmente o binomial
Observe que é uma definição por recorrência , ou
seja, cada fatorial é calculado com a utilização do fatorial n sobre k , representado pelo símbolo ( : ) , é um novo
anterior. Assim: número natural definido por:
O! == 1
1!==1.0!=1.l==l n!
, se n ~ k
2!==2.1!=2.1 (:) = k! (n - k)!
3! == 3. 2! = 3. 2. 1! = 3. 2. 1
4! = 4. 3! = 4. 3 . 2! = 4. 3 . 2 . 1

n! == n . (n - 1)! = n . (n - 1) . (n - 2)! = ...


(:)=o , se n < k

1· Caicular5!
Resolução
5. Ca lcular ( !)
5 ! = 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 120 Resolução
5! 5! 5 . 4 . j!
71 ( : ) = 3 ! (5 - 3)! =-- = = 10
2. Calcular- · 3 ! 2! j ! . 2. 1
6!
Resolução
6. Calcular ( : )
7! 7 . 6!
- = ---=7
6! 61 Resolução

( 7 ) 7! 7 . 6 . 5 ./ !
61 4 = 4!31 = = 35
3. Calcular-· / !.3 .2.1
4!
Resolução

6! 6 . 5 . 4! = 6 . 5 = 30
4! 4!

10! - 9!
4. Ca lcular - - -
8!
Resolução
6!
( 66 ) = ~ 6!
=~= 1
10! - 9 ! 10 .9 . 8 ! - 9 . 8 ! 8 ! (1 0 . 9- 9) = ~ = 81
- -- - -- - -- - O )
( O O! 1!
8! 8! 8! 8! = ~ = _1_ _ 1_ = 1

59
um aperto de mãos e foram registrados 190 c umprimentos desse
tipo, quantas pessoas estavam presentes no local?
a) 15 b) 18 c) 20 d) 24 e) 26
Resolução
Resolução
Por definição, ( ! )= ( ! ) = O n )
( 2 = 190 = __n_!_ _
2! . (n - 2)1
= 190 =

9. (M ODELO ENEM) - De uma re união participam n pessoas n(n - 1)(n - 2) 1 n2 - n


(n 2: 2) . Se todas elas se c umprimenta m com um aperto de mãos, = = 190 = = 190 =
2 ! . (n - 2) ! 2

então o tot al de apertos de mãos é dado por ( n ) = _ _n_!__


2 2 ! (n - 2)! = n2 - n - 380 = O= n = 20, pois n E N .
Se em uma festa todos os prese ntes se comprime ntarem com Resposta: C

21! 16. (FEi) - Se (n + 4) ! + (n + 3)! = 15(n + 2)!, e ntão:


10. O va lor de - - é:
19! a) n = 4 b) n = 3 c) n =2
d) n = 1 e) n = O
a) 210 b) 400 c) 42 0 d) 7980 e) 540
17. (VUNESP)- Seja n E: N , n 2: 1. Então, (n - 1 )! [(n + 1 ) ! - n! ] é igual
a:
2 11 - 20! b) (n - 1)!n
11 . O valor de é: a) n !n c) (n 2 ) !
19 1 d) (n !)2 e) 2(n !)
a) 210 b) 420 c) 360 d) 400 e) 500
1 n
18. (MACKENZIE) - Efet uando - - - - - --, obtém-se:
(n + 1 )! n! (n + 1 )!
12. Simplificando a expressão , obtemos: 1 2 n !(n-+ 1)!
(n - 1)! a) b) c)
(n + 1)! nl n -1
a) n b) n2 + 1 c) n2 + n
d) n2 - 1 2n + 1
e) n 2 - n d) e) O
(n + 1)!
13 . Reso lver, em N , a equação n! = 12(n - 2)!
19. O va lor do número binomi al ( 200 ) é:
198
14. (UNESP) - Se n é um número inteiro positivo, pelo símbolo n! suben-
a) 19900 b) 20000 c) 19800
tende-se o produto de n fatores distintos, n . (n - 1) . (n - 2) ... 2 . 1.
d) 39800 e) 5460
Nestas co ndições . qual é o algarismo das unidades do número
(9 !8 !)7 1?
20. Re solve r a equação 2 ( x : 1 ) =7 ( x ; 1 )
a) O b) 1 c) 2 d) 3 e) 4

15. (UESPI ) - Se n 1 e n 2 são os números inteiros positivos que satis- (n +


4
1) 7 . . . .
2 1 21. (UEL) - A solução da equação ( n ; =2
1) e um numero 1nte1ro
fazem a equação 5 !(n _ 5 )! 4 !(n _ 4 )! 6 !(n _ 6 )! = O, então
n1 + n1 . n 2 + n 2 é igua l a: mú ltiplo de

a) 119 b) 129 c) 139 d) 149 e) 159 a) 11 b) 9 c) 7 d) 5 e) 3

3. Propriedades dos Demonstração


números binomiais
a) Binomiais complementares

Os números binomiais ( : ) e ( n : k ) , chama-


(~ )
(n:k ) (n-k)![n-(n- k) ]
1
k!(n -k)!

n! - n!
(n - k) !k!
·}~
dos complementares, são iguai s.
Simbolicamente , supondo n ~ k: ~(: ) ( n:k )
Consequência da propriedade
Se os números naturais n, k e p forem tais que n ~ k
e n ~ p, então:

60
d) Binomiais do tipo ( ~ ) e ( ~ )

b) Relação de STIFEL
Se n E N *, k E N * e n :=:-:: k , então:
(;)= 1 (:)= 1 e , VnE N

Demonstração

~
n! n!
a) ( ) = O!n!
=
1 . n!
=1
Demonstração

~
n! n!
b) ( ) = n!O! = n. 1 !
=1

-(n-1)!
= -(k- - ---
l)(n-k)!
(n-1)!
+ ------
k!(n-k-1 ) !
= 4. Triângulo de Pascal
= k . (n-1)! + (n-k). (n-1)! = Definição
k!(n - k)! É uma tabela formada por números binomiais dis-
[k + (n - k) . (n - l)! = postos de tal forma que os binomiais de mesmo
= k!(n - k)! numerador situam-se na mesma linha e os de mesmo
denominador na mesma coluna.
= n . (n - l)! = n! = (kn )
k!(n-k)! k!(n-k)! (~)
Observação
A principal aplicação da Relação de Stifel é na
(~) (~)
construção do Triângulo de Pascal, como veremos
no tem 5. (~) (~) (~)
e) Relação de FERMAT
Se n EN , k EN e n : :-: k , então:
(~) (~) (~) (~)
n -k (~) (:) (;) (;)
k+l
Demonstração
n-k n! n-k
= =
k + 1 k!(n - k) ! k +1
5. Construção do triângulo
n!
= --------:----:-:-:-- U ma maneira de construir o triângu lo é calcular os
(k + 1) ! (n - k - 1) !
números ( kn ) pela definição . Pode-se, entretanto ,
construí-lo sem calcular cada um dos binomiais .
Basta notar que:
III)De (I) e (II) , conclui-se que:
a) O primeiro e o último elemento de cada linha
são sempre iguais a 1, pois:
( : ) - ::~ -( k :1)
Observação ( ~ ) =( ~ ) =( ~ ) = ... = ( ~ ) = 1, Vn E N
A Relação de Fermat permite calcular, de uma

~ ~ ~ ~
maneira muito simples, os coeficientes do desen-
volvimento de (x + y)" . ( ) =( ) =( ) = ... = ( ) = 1, Vn E N

61
b) Os demais elementos de cada linha são obtidos
c) 1
usando a Relação de Stifel.
Observe que os binomiais da relação
1 1
( n - l ) + (n-1
k-1 · k k )=(
n ) , dispostos no Triân-

1 o 2
guio de Pascal , sugerem que a soma de um binomial com 1
o binomial da direita é igual ao binomial abaixo deste e
último. 1 3 ::.·_·_·_·.·_) 1
De fato
1 e·..... · : ·.

(:=
:

~)+(n~ 1) =(:) ~
(:=~ )o (n ~ 1) • • ... ·• : 1

e
e , portanto: (:) d) 1

( on ) 1 1

( o1 ) ( 1 ) 1
1 2 o
e
1

( ~ ) ( ~ ) ( 22 ) 1

1 {_
3
.....
(
3
.••• ,
1
...
(
1
(º~1) (n ~ 1) (n ~ 1) ___ (:=~) O ~ (n 1) ...
e) 1
e
(~) (~) (;) ... (k: 1) (:) ... 1 1

1 2 1
Dessa forma , é possível construir o triângulo, passo
a passo . Observe:
1 o
a) 1 3
e
3 1
1 4 e····::
1 1 .... · 1

1 (""•·::
..... 1 f) 1
1 (''•°)
..... e···-::
....
• 1
1 1
1 (' '•·:: ( ''••::
..... ..... e--··::
-.... 1
b) 1 2 1
1

1 o 1
1 3 o 3 1
e e
1 1 4 6 (~f,
2 1 1

1 (
.-····. 1 5 10 10 5 1
·.... ' • .... 1
.····-. .-···-. 1 6
1 (
(. • .... (
-... • 1 15 20 15 6 1
62
6. Propriedades do Exemplos:
triângulo de Pascal
(~) + (~) + (~) + (~) + (~) = (:)
a) Em qualquer linha, a partir da segunda, dois bi-
nomiais equidistantes dos extremos são iguais, pois
são binomiais complementares. (~) + (;) + (;) = (~)
Exemplo:
Generalizando
A linha do triângulo con-espondente a n = 5 é:
1 5 10
\
10
'•,
5 1
--- / '/ /
(k)k + (k+l)
k + (k+2)
k +...+ (n)
k = (n+l)
k+ 1
~ //'
d) A soma dos n primeiros binomiais de uma dia-
b) A soma de todos os binomiais da linha n é 2°. gonal ("paralela" ao lado oblíquo do triângulo) , é igual
ao binomial localizado abaixo da última parcela.

Exemplo:
(~)
o
e) A soma dos n primeiros binomiais da coluna k é
(~) (no
igual ao binomial localizado "na próxima linha e na
próxima coluna". (~)
o
(n (~)
o
(~) (~) (:) (~)
o
o
(~) (~ ) (~) (1) (~)
e
o
(~) (~) (~) (~) (~) (~)
o o Exemplos:

(~) (~) (~) (~) (~) + (~) + ( ~) + (~) + (:) = (! )


o o
(~) (~) (1) (1) (:) (~) + (~) + (~) = (~)
a a Generalizando

(~) (~) (~) (~) (~) (k)O + (k+l)


1 + (k+2)
2 +. · .+ ( nk )= (n+lk ) n- n-

22. Verifique, utilizando a definição, que os binomiais


(
8 ) = _8!_ = 8. 7 . 6! = 28
6 6 ! 2! 6! . 2 . 1
( : ) e ( : ) são iguais.

Resolução 23. Resolver a equação

8 ) 8! 8 . 7 . 6! = 28 ( x ~x ) =( 2 x ) ,. O, sendo x um número natural m aior que 1.


( 1 3
2 = 2!61 = 2 . 1 . 6!

63
27 . (MODELO ENEM) - Sabendo-se que a soma dos elementos de
Resolução
uma colu na do triã ngulo de Pascal pode ser calculada pela fórm ula

( x ~X
1
) ( 23x ) = x- 1 = 3 ou x - 1+ 3 = 2x =

<e> X =4 OU X + 2 = 2x <e> X = 4 OU X = 2
Resposta: V = {2; 4}
com n e p número naturais (n .,, p) e ( ~) é o número binomial

de n sobre p, podemos concluir que a soma


24. Resolver a equação

1
( 17
) "º S= ( ~ ) + ( ~ ) + ( : ) + . .. + (
18
2 ) resulta igual a
( 2x : 1 ) 7-x
a} 870 b) 969 c) 1140 d) 1330 e ) 1560
Resolução
Resolução
17
(
1
2x : 1 ) =( 7-x
) ;,,O=
( ~ ) + ( ~ ) + ( : ) + . . + (128) ( 12\+,1 )=
= 2x + 1 =7 - x ou 2x + 1 + 7 - x = 17 = x = 2 ou x = 9 19! 19!
O número 9 não é raiz, pois para x = 9 o número 7 - x não é na- 3!(19-3)! 3! 16!
t ural.
19 . 18 . 17 . 16! 19 . 18 . 17!
= 969
Resposta: V = {2} 3.2 . 1 . 16! 3 .2 . 1
Resposta: B
25. Resolver a equação ( X: 2 ) = 11 ( : )
28. (MODELO ENEM} - Em uma barraca de frutas, as laranjas são
Resolução arrumadas em camadas retangulares , obedecendo à seguinte
disposição: uma camada de duas laranjas encaixa-se sobre uma
_ {Os x+2<4 camada de seis ; essa camada de seis encaixa-se sobre outra de
2 ) = O, entao
a) Se ( x : ) =11 ( :
Osx<2 doze; e assim por diante, conforme ilustração abaixo

e, portanto, x = O ou x = 1

(x + 2)! 11 . x ! (x + 2) (x + 1) . x ! 11 x !
4! (x - 2)! 2! (x - 2)! = 4 . 3.2 2

= (x + 2) . (x + 1) = 132 = x2 + 3x - 130 =O=


= x = 1O, pois x .,, 2 Assim , o número tota l de la ranjas que com põem quinze camadas
é:
c ) De (a) e (b), concluímos que o conjunto verdade da equação é: a) 680 b) 1360 c) 2040 d) 2720 e) 3400
V = {O; 1; 1 O} Resolução
De acordo com a disposição apresentada, as camadas , (de cima
Resposta: V= {O; 1; 10} para baixo) podem ser representadas da seguine maneira :

26. Calc ular o valor da expressão: ,a cama da : 2( ~ )

10 [(~) + (~) + G) G)J [G) G)


+ + 2 + + (~)]
~~ camada: 2 ( ~ )

3~ camada: 2 ( : )

Resolução
15~ cam ada: 2 ( 16 )
2

Assim, o número total de lara njas que compõem 15 camadas é


igual à soma:

G) +e) + ( : ) + G)
10 . 2 3 + 2 .(35) 10 .8 +2 . 10 100
- -- ----=--=5
20 20 = 2 . ~ = 2 _ 17 . 16 . 1 5 . 14 ! = 2 _ 17 . 16 . 15 = 1360
3 ! .1 4! 3 . 2 . 1 . 14 ! 3 .2 . 1

Resposta: B
Respost a : 5
64
29. Se ( : ) = ( ~ ) "' O, então, obrigatoriamente:

a) k =p b) k + p = n c) k= n

d) k = p =2
n
e) k = p ou k + p =n
31 · ±G)
k =2
= G) G) G) G) =
+ + +

30. 14 ) = ( 14 )
Resolver a equação (
5- X 5x - 7
"'o

31 . Resolver a equação ( 3 1_: x ) =( 15 )


2x

32. O valor de ( ~~) + (


20) é:
14

a)
( 20 )
14
b)
( 20)
15 c) ( ~: )

d)
( 21 )
15
e)
( 21 )
13 40. ± G)
P=2

33 . (PUC) - Se ( : : 11 ) = 1 O e ( m ~p) = 55, então ( m; 1 )

é igual a:
a) 40 b) 45 c) 50 d) 55 e) 60

(p; 1) (p; 1)
+
42.
34. Calcular p , p > 3, sendo dado:
(i)-(p ~ 1)
3
(MODELO ENEM) - Questões de 35 a 43
7
43 . 2 (p + ª)
p =o p
Lembrando que ~ ªk• por exemplo, significa
k =2
a2 + a3 + a4 + a5 + a6 + a7 e utilizando as propriedades do
44 . (MODELO ENEM) - O valor de m que satisfaz a sentença
Triângulo de Pascal, calcular:
m
2 (:) =512é:
k=O
35 .
a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9

7. Desenvolvimento de (x + y)"
Observando as identidades
y)º = 1
(x +
y) 1 = 1 . X+ 1 . y
(X+
y) 2 = 1 . x 2 + 2 . xy + 1 . y 2
(x +
y) 3 = 1 . x 3 + 3 . x 2y + 3 . xy 2 + 1 . y 3
(x +
nota-se que , nas parcelas de cada desenvolvimento:
a) as potências de x aparecem com expoentes em ordem decrescente;
b) as potências de y aparecem com expoentes em ordem crescente;
c) os coeficientes numéricos coincidem com os elementos das linhas do Triângulo de Pascal .
A partir dessas considerações, induz-se uma maneira genérica de desenvolver (x + y ) n. É o Teorema do Binômio de
Newton.
65
8. Teorema do Binômio de Newton
a) Sendo x e y dois números reais e n um número natural, demonstra-se que:

( x+y ) n (n )
= 0 o (n)
.x n .y + 1 n)
.x n _ 1 . y 1 + ( 2 .x n - 2 (º )
.y 2 + ... + k .x n - k n)
. y k + ... ( n O yº
.x.

b) Utilizando o símbolo de somatória, pode-se também escrever:

c) O termo de ordem k + 1 do desenvolvimento de (x + y)O, feito segundo os expoentes decrescentes de x, é:

d) O termo de ordem k + 1 do desenvolvimento de (x + y)O, feito segundo os expoentes crescentes de x, é:

Tk+l= (n)
k .x k
.y n-k

e) Número de parcelas: o desenvolvimento de (x + y)O tem n + 1 parcelas .

f) Cálculo dos coeficientes

Os coeficientes numéricos ( ~), (;), (;) , ... , (:) podem ser calculados pela definição de número binomial

ou então podem ser obtidos diretamente de cada linha do Triângulo de Pascal. A maneira mais prática de calcular os
coeficientes , porém, é lembrar que O primeiro é sempre igual a 1 e que os demais são obtidos a partir do anterior pela
Relação de Fermat, que é
n -k
(~) • k + 1 = (k : 1)-
Observe:

(:) ..
• (n-k) (k + 1)
(k! 1)
cada coeficiente • expoente de x expoente de y aumentado de 1 = coeficiente seguinte

g) Observando que (x _ y)n = [(x + (-y)Il] e que (-y)º = yº, (-y)I = _ yl, (- y)2 = y2, (- y)3 = _ y3 etc., temos:
(x - y)" = ( ~) . xº yº _ ( ; ) . xº - lyl + ( ; ) . xn-2y2 _ ( ; ) xº - 3y3 + ...

h) A soma dos coeficientes numéricos do desenvolvimento de (ax + by)O, com a e b constantes , obtém-se fazendo
x=y = 1. A soma vale, portanto , (a. 1 + b . l)Il ou seja (a+ b)º.
66
Exemplo 1

(x + y)5 = ( ~) . xsyo + ( ~) . x4y1 + ( ~) . x3y2 + ( ~) . x2y3 + ( !). x ly4 + ( ~) . xºy5 =

Exemplo 2

(x _ y)6 = ( ~) . x6yº· _ ( ~) . x5y l + ( ~) . x4y2 _ ( ~) . x3y3 + (:) . x2y4 _ ( ; ) . x ly5 + (:) . xºy6 =

45. Calcular o 6º t ermo do desenvolvi m ento de (x + y)15, f eito Resolução


se gundo expoentes decrescentes para x .
Para expoente s decrescentes de x :
Resolução
Tk+ 1 = (- l )k _ ( 1k5 ) .(x3)15 - k (x - 2)k =
T5 =T5+ 1 = ( 155) . x 15 - 5 y5 = ( 155 ) x10y5 = 3003x10y5

Resposta : 3003x 10y 5 = (- 7)k ( 1t ) . x45 - 3k . x - 2k = (- 7)k . ( l t ) . x45 - 5k

46. Calcular o 1 Oº t ermo do desenvolvim ent o de (x - y) 12 , fe ito


Se o term o é de grau 15, então 45 - 5k = 15 =k= 6
segu ndo expoentes cresc ent es para x . Para k = 6, t emos :

Resolução T6 + 1 = (- 1)6 . ( 165 ) . x45 - 5 . 6 =T 7 = ( ~5 ) . x 15 = 5005x 15


(x _ y)1 2 = [(- y) + x112
Resposta: 5005x 15
T1a =T9+1 = ( 192 ) . (- y)12 -9x9 =- ( 192 ) y3x9 =- 22 0y3x9

49. (MODELO ENEM) - O termo geral do desenvol viment o do bi-


Resposta : - 220y3x9

47 .
rc:I: :t;f iodepeode ote de x, oo deseo soleimeoto de
nômio (x + y)n, Tk + 1 = ( : ) xk yn - k, pode ser ut il izado para

resolver certos problemas de proba bi lidade . Por exe mplo, se um


ca sal tem n fil hos (n :e 2), a probabi lidade de serem k homens e,

Resolução conseq uentemente, n - k m ulheres é dada por p = ( : ) xk . yn - k,

Para expoe ntes decrescent es de x tem os:


em que x e y são, res pectivamente, as probabilidades de, em
12 cada nascimento, o fi lho ser homem ou m ul her.
Tk + 1 = ( k ) . x 12-k . (x-2 )k = ( 1k2 ) . x12 - k. x- 2k =
Então, a probabilidade de um ca sal ter 6 filhos , send o 2 hom en s
e 4 mulheres é igual a

--(1k2 ) . X 12 - 3k a) -3.__ 1 7 15 7
b) c) dl e)
3 6 32 64 64

Se o t erm o é independente de x, então 12 - 3k = O = k = 4. Resolução


Portanto:
p = ( : ) xkyn - k e n = 6, k = 2, x = y = ;
T k + 1 = T4 + 1 = ( ~) 2
xº = ( ~ ) = 495

Resposta : 495 Logo, resulta p = ( : ) ( +Y.( +Y


48. Ca lcu lar o t ermo de grau 15, no desenvolvimento de 6! 1 15
15 - 1- = 15 .
(
x3-i ) 2!.4!

Respost a: D
4 16 64 64

67
50. (M O DELO ENEM) - Jogando dez vezes um dado honesto, com 1 1 5
X= e a de não ocorrer é y = 1 -
fa ces numerada s de 1 a 6, a probabilidade de se obter somente 6 6 6
duas veze s a fa ce 6 voltada para cima é
Temos, então

a)
2
3 - ( +Y
b) +-(+)10 p = ( : ) xkyn - k, x = + .v = +.n=10e k =2

-(+ y +r_
(+f
Logo, resu lta
5 2
c) d) 58
4 -( + Y 5
p = ( 120 ) ( = 45 _

y
5 10
3
e)
8
Resolução
·( +

A probabilidade de oco rre r a face 6 em cada lançamento é


= 45.

Resposta: C
(+f
45
36 4
5

Qu estões de 51 a 54
Utiliza ndo o Te orema do Binômio de Newton, desenvolver:
61 . (UESPI) - O coeficiente de x4 no desenvolvimento de ( x2 +

é:
~ r
51 . (x + y) 3 52. (x -y) 4
27 29 33
a) 2 b} 2 c} 15 d) 16 e)
53. (2x +1 )5 2
54. (x - 2) 6

55. (MACKENZIE ) - O sistema 62. (U.F.CEARÁ ) - O coeficiente de x 6 no desenvolvimento de

a} 40V2 b) 48V2 c} 60 V2 d} 80V2 e) 84V2

t em por sol ução um par ordenado (x, y} cuja representação gráfica 63. (UFSC) - Oua l é o coeficiente numérico do termo em x2. no
é um pon t o do:
a} primeiro quadrante.
c} te rce iro quadrante .
b} segundo quadrante .
desenvolvimento do binômio ( Vx + ~ )º?
d) quarto quadrante .
e) eixo das abscissas.
64. (UEL)- No desenvolvimento do binômio ( Vx + ~) 5
, o termo
56. (MAUÁ} - Ca lcu lar a e b, sa bendo-se que (a + b)3 = 64 e que
independente de x é igua l a:
a5 - ( ~ ) a4b+ ( ~ ) a3b2 - ( ; ) a2b3 + (!) ab4 -b5 =- 32 a) 1287 b) 1365 c} 3003 d) 5005 e) 12870

4 + Vx
1 )10 65. (CESGRANRIO) - O coeficiente de x no desenvolvimento de
57 .
(U EL} - No dese nvolvimento do bin ômio ( Vx
do as potências decrescentes de x, o sétim o termo é:
. segun-
(X+; fé:
a} 21 20! 1
a) 2 10. x-4 c} d} 2 1 e}
c) 210. x-2 2 20 21 2
11
d} 120 . x 4 e} 210. x4
25
66. No binômio ( x3 + ; 2 ) , escreva o termo que contém x9 , ca l-
58. (U~L} - No desenvolvimento do binômio ( kx - ~ y.segundo as
cu lando o respe ctivo coefi ciente.
potencias decresce ntes de x , o quarto te rmo é _ 224x5y3_ Nessas

co ndições, k 4 é um número compreendi do entre


a} 1 e 5
d} 18 e 23
b) 6 e 11
e) 24 e 29
c} 12 e 17
( x2 + *f .
67 . Calcular o termo de grau 2 no desenvolvimento de

59 .

60.
Calc u lar o sexto te rmo do desenvolvimento de (vix - V5y)

Ca lc ular o q ua rto term o do desenvolvimento de (x2 + 2) 1º, fe ito


10.
68. (PUC) - No desenvol vimento do bin ômio ( x + 3:

independent e de x é o:
r. o termo

segundo os expoentes decrescentes de x. a) 1° b) 3° c) 2'? d} 5° e) 4'?

68
69. (U .F.GOIÁS) - Determine o va lor que deve ser atribuído a k de 71 . Calc ular a soma dos coefic ientes dos termos do desenvolv imento
modo que o term o independente de x, no desenvolvim ento de de (3x + 2y) 5 .
6
~ 72. A so ma dos coef icientes numéricos dos termos do
( x + ) , seja igua l a 160.
desenvo lvi m ento de (T2 3r+ 3; é igual a:

70. (MACKENZIE) - No desenvolvimento ( x 2 + ~ ) k, k E ~. os


a) 1024 b) 1024- 1 c) 512 d) 310 e) 5 12- 1
coeficientes binom iais do quarto e do décimo-terceiro te rmos são 73. A so m a d os coeficientes numéricos dos termos do
iguais. O termo independente de x, fei t o segundo os expoent es desenvo lvi m ento de (x - y) 1º4 é:
decresce ntes de x, é o: a) 1 b) - 1 c) o d) 104 e) 2
a) décimo. b) décimo-primeiro. 74. A som a dos coeficientes nu méricos dos termos do
c) no no. d) décimo-seg undo. desenvolvimen t o de (3x - 2y)n é:
e) oi tavo. a) 1 b) - 1 c) 2 d) 2n e) - 2n

10) e 11) D 121 e 52 ) x 4 - 4x 3 y + 6x2 y 2 - 4xy3 + y 4

13) V= {4} 14) A 15) A 53) 32x 5 + 80x4 + 80x3 + 40x 2 + 10x + 1

54) x6 - 12x5 + 60x 4 - 160x3 + 240x 2 - 192x + 64


16) E 171 D 18) A

55) D 56) a = 1; b = 3
19) A 20) V= {1, 2, 6)

211 E 29) E 30) V= {2, 4) 571 e 581 e 59) - 25200\lro x 5 y5

60) 960. x 14 61) A 62) D


31) V={1} 32l e 33) B

63) 45 64) D 651 A


34) p = 5 35) 16 36) 62
x9
37) 20 38) 35 39) 1024 66) 2300 67) não existe 68) D
y44

40) 502 41) 462 42) 330


69) k = 2 70) B 71) 3125

43) 220 44) E


72) A 131 e 74) A
51) x 3 + 3x 2 y + 3xy2 + y 3

69
Álgebra

DETERMINANTES

1. Conceito 3. Como calcular


Submetendo os elementos de uma matriz qua- A definição apresentada é complexa e de difícil
drada (tabela de números) a operações (mediante uma aplicação. Assim sendo, o cálculo do determinante da
definição), obtém-se como resultado um número que é matriz quadrada A de ordem n será feito:
chamado determinante dessa matriz . a) pela definição apenas para n = 1.
Esquematicamente , b) utilizando regras práticas p ara n = 2 e n = 3.
c) pelo abaixamento da ordem para n > 3.
MATRIZ QUADRADA DETERMINANTE
OPERAÇÕES
(Tabela de Números) (Número)
4. Matriz de ordem 1
O determinante da matriz
Se A = (a 11 ), então, por definição,
ª11 ª1 2 ª1 3 detA = a 11
~l ~2 ~3
A=
5. Matriz de ordem 2
ªn1 ªn2 ª 12 ) , então det A será calculado
é indicado por: ~2
pelo seguinte dispositivo prático:
ªn ª12 ª13
ª21 ª22 ¾3
det ou detA detA =

ªnl ª02 ªn3 ªon


ou simplesmente
ªn ª12 ª13 ª10
ª21 ª22 ª23 ª20
Exemplo

A-e
2. Definição de determinante ~ det A = 2 . 5 - 3 . 1 = 7
Se A = (ai} for uma matriz quadrada de ordem n e
det A o seu determinante , então, por definição: 6. Matriz de ordem 3
n = 1 => det A = a 11
{
n ~ 2 => det A = L (-l)P . ª 1k 1· ~k2 . ~k3 ..... ªnkn
ª13
~ 3
)
, então o det A será

sendo (kl' k 2 , k 3 , ... , k 0 ) uma permutação genérica dos ª33

segundos índices e p o número de inversões em relação calculado por um dispositivo prático chamado Regra de
à fundamental (1 , 2 , 3 , ... , n) . Sarrus, que consiste em:
70
I) Repetir as duas primeiras colunas ao lado da análogo , repetindo as duas primeiras linhas depois da
terceira coluna: terceira linha. Observe o esquema e confirme o resul-
tado .
ª 12 a
ª11 ª 13 Ll ª 12
det A = ª:-t ª 22 ª23 ª :: t ª 22
a _; t ª 32 ª33 ª_;t ª 32

II) Obter os produtos a 11 • ª"". a33 , a 12 . a 23 • a 31 e


ªn · 3 21 · 3 32

ª 11
ª2 1··•...___···a.,..,. ··•... ·· a23 ··········a 21 ª22

ª32 ····... ·aJ, ····•..... ª3 1·········•...ª 32 Pode ser usada, ainda, sem repetir linhas e sem
J ..... _ '
··•.. ,._ .
··•..,._ repetir colunas . Observe o esquema e confirme o
resultado.
III) Obter os produtos a 13 - 3n • 331 , ªn • ª23 • ª 32 e
ª12 • ª21 • 3 33

IV ) Obter o det A fazendo a diferença entre a soma


das parcelas do item (II) e a soma das parcelas do item 2 1 -3
(III) . = 3 2 4 =
det A = ªu . 3n . ª» + ª12 . ª23 . ª 31 + 2 5 -2
+ ªn · 3 21 · 3 32 - ªo · 3'zz · ª.J -
- ªn · 3 23 · 3 32 - 3 12 · 321 · 3 33

Em resumo , pela Regra de Sarrus, temos:

= 2 . 2 (- 2) + 1 . 4 . 2 + (-3) . 3 . 5 - 2 . 2 . (- 3) -
- 5 . 4 . 2 - (- 2) . 3 . 1 =
= - 8 + 8 - 45 + 12 - 40 + 6 = -67

7. Determinante nulo
a) Fila nula
O determinante de uma matriz quadrada se anula
~ det A = ªn · 3 22 · 3 33 + 3 12 · 3 23 · 3 31 + quando a matriz possui uma fila nula .
+ 3 13 · 3 21 · 3 32 - ªn · 3 22 · 3 31 - Exemplo
- 3 11 · 3 23 · 3 32 - ª12 · 3 21 · 3 33 2 O 7
Note que: 3 O 3 = O, pois a segunda coluna é nula .
A Regra de Sarrus pode ser utilizada, de modo 5 O 1

71
De fato: Exemplo
1 1 2
3 1 O = O, pois a terceira linha é combinação
5 3 4
linear das duas primeiras.
Observe que:
3~linha= 2 . (1 ~linha)+ 1 . (2~ linha).
-O - O - O + o + o + o
De fato:
b) Filas paralelas iguais
O determinante de uma matriz quadrada se anula
quando a matriz possui duas filas paralelas iguais.
Exemplo
1 5 2
3 4 4 = O, pois a primeira linha é igual à terceira.
1 5 2 -10 - O - 12 + 4 + O + 18

De fato:
Observação 1

:~:x:::K:/:
1/sX2?f<1~s
=º Se A= ( : ~ D
,então

✓✓✓~~~ a) A primeira linha de A será proporcional à


segunda linha de A, por exemplo, se
- 8 20 - 30 + 8 + 20 + 30
a = k .m
e) Filas paralelas proporcionais { b = k . n , com k E IR*
O determinante de uma matriz quadrada se anula
quando a matriz possui duas filas paralelas propor- c= k . p
cionais.
Exemplo b) A terceira linha de A, por exemplo, será uma
5 2 3 combinação linear das demais linhas de A, se
15 6 9 = O, pois a segunda linha é proporcional x = k1 . a + k2 . m
1 5 2 { y = k . b + k . n , com k 1 E IR * , k 2 E IR*.
1 2
à primeira [2~ linha= 3 . (1 ~linha)].
De fato : z = k1 . c + k2 . p

Observação 2
Se det A= O, então a matriz A tem uma fila nula
ou filas paralelas iguais ou filas paralelas propor-
cionais ou fila combinação linear das demais.

Observação 3
Se o determinante de uma matriz for zero , e esta
matriz não possuir uma fila nula, não possuir filas
paralelas iguais e nem filas paralelas proporcionais,
d) Fila combinação linear certamente uma das filas dessa matriz é combi-
O determinante de uma matriz quadrada se anula nação linear das demais filas paralelas , apesar
q uando a matriz possui uma fila que é combinação dessa combinação linear ser, muitas vezes , de difícil
linear das demais filas paralelas . visuali zação.
72
Observação:
1. Calcular o determin ante da matriz A =

Resolução
( 2

3
5

7
) Para x = 7 , o determinante é zero, pois a terceira linha é com-
bi nação linear das out ras duas.

~ 1=2 . 7 - 5
De fato: 3ª linha = 1 . (2ª lin ha) - 1 . (1 ª lin ha)
det A = 1 : 3 = -1

~ ~
Resposta: det A = -1 b
5. Dada a matriz A = ( c ) , mostrar q ue
8
1 2 1
2. Calcular o determinante da matriz A = (

Resolução
2
1
2
3
o
3
) a) se c = d = O, então det A = O.
b) se a = 6, b = 8 e e= 5, então det A = O.
c) se a = 3, b = 4 e e = 10, então det A = O.
d) se a = b = c = d = 1 e e = 32, então det A = O.

Resolução
a) se c = d = O, então:

~
b
=1 . 2.3+2 . 0.1 +1 .2.3 -1 .2. 1- 3.0 . 1-3 . 2 . 2 = o ) e det A = O,
8
=6+0+6-2-0-12=-2
Resposta: det A =- 2 pois a segunda li nha é nula.

3. Resolver em Ol a equação: b) se a = 6, b = 8 e e = 5, ent ão:


x2 O
2x - 2 1= ;
~
8
l-3 X 2
2
3
3
5 c ) e det A = O,
Resolução 8

2 pois a 3ª linha é igua l à 1~ linha.


a) 1~: - x I = 2x . x - (- 2) . (- 3 ) = 2x 2 - 6

c) se a = 3, b = 4 e e = 10. ent ão :
b)

~
4
c ) e det A = O,
8 10

poi s a 3~ linha é proporcional à 1ª linha (3~ linha = 2 . (1 ª linha)).

d) se a = b = c = d = 1 e e = 32, então :
= 1 Ox + 6x 2 + O - O - 9x - 5x 2 = x 2 + x

c) l 2x
- 3
- 2 1=
X
;
2
x2
2
3
o
3
5
= 2x 2 - 6 = x2 + x = A·(: 8
~
32
) e det A = o.
,:,o, x2 - X - 6 = 0 ,:,o, X = 3 OU X = - 2 poi s
Resposta: V = { - 2; 3}

4. Re solve r, em IR1, a equação:

1~:,
Resolução
ll· 0

= 32 + 6 + O - 30 - 8 - O = O

:/:<: <: :<


::: e'. ~:
3-.... 2 -.... ..•· 2 ·1·· ....·3 .... •2
Note que, neste caso, det A = O e em A não há fila nula, nem fil as
paralelas iguais e nem filas paralelas proporcionais. Certa-
k = m ente, uma das fi las é co mbinação linear das demais filas
e e e ® ® e paralelas.
= 15 + 2x + (- 8) - 2 - (- 3x) - 40 = O = 5x - 35 = O = x = 7 Ve rifique, por exemplo, que:
Resposta : V = {7} (3~ linha) = 6 . (1~ linha) + 2 . (2~ linha} .

73
6. (UEL) - A solução positiva da equação O determinante de A é igual a:

~
a) 1 b) 2 c) 4 d) 5 e) 6
1; ; 1= 1 : 1é um número:

a) ímpar.
d) cubo perfeito.
b) primo.
e) quadrado perfeito.
c) não inteiro. 11 . Se A= ( ! :) eB= ( ; -~ ). ca lcular o número real x tal que

det(A - x . B) = O.
7. (MODELO ENEM) - Nove candidatos a uma vaga de estagiário 2 X 3
foram distribuídos em uma sala de espera como representado a
seguir:
12. (UFSC) - Resolver, em R a equa çã o - 2 - x 4 = 175.
1 -3 X
Alberto Bruno And ré ] 13. (UNESP) - Considere as ma trizes reai s
[ Carlos Den ise Alvaro
Daniele Fernanda Barone
A tabela que representa essa distribuição pode ser chamada de
matriz e se substitu irm os o nome de cada um desses candidatos Se A = B1 (transposta de B ), o determi nante da matriz
pelo número que repre senta a posição ocupada, em nosso
alfabeto, pela letra com a qual se inicia o nome, obteremos uma
nova matriz . O determinante dessa nova matriz é igual a:
(
X
z 1
y
-1)
~ é igual a:
4 5
a) - 2 bl - 1 c) O d) 1 e) 2
a) -1 b) O c) 1 d) 2 e) 3

8. A senten ça 1 ~ : 1+ 1 ~ ; 1= 1 ~ ~ ~ : 1
.
14. (FEi) - Para que o determinante da matriz
[ 1 + a
3
- 1 ] seja
1- a

a) é equivalente a ( ~ : ) + ( ~ ~) = ( :
y + 1) nulo, o va lor de a deve ser:
a) 2 ou - 2 b) 1 ou 3 c) - 3 ou 5
y + 1 d) - 5 ou 3 e) 4 ou - 4
b) só é verdadeira se x = y " O.
c)
d)
só é verdadeira se x = y = O.
nunca é verdadeira .
15. (MACKENZIE) - Se as matrizes A = [
-4
a 1]s=[1
b ,
1]e
-4 -5
e) é equivalente a x = y.
1= [ ~ ~] são tais que A . B = 1, então o determinante da

1~ ;1 matriz A2 é :
9. O conjunto soluçã o de
=1 : 1 l é:
1
a) 1 b) 4 c) 9 d) 16 e) 25

1: ; 1 16. (FATEC} - Seja M a matriz ( ~ - ~) e I a matri z identidade de


a) {x E IR/ x " 1) b) {O , 1) c) {1}
d) {- 1) e) {O} segunda ord em . Os va lores reais de k que anu lam o determinante
da matriz M + k . 1 são
10. (PUC) - A mat riz A = (a ;il é quadrada de ordem 2
a) um positivo e outro negativo. b) inteiros e positivos .
a = 2i - j parai = j c) inte iros e negativos. d) irracionais e positivos.
co m { '1
a;i = 3i - 2j para i " j e) irracionais e negativos

8 . O determinante se altera De fato:


a) Trocando filas paralelas
O determinante de uma matriz quadrada muda de
sinal , quando duas filas paralelas trocam entre si de
posição.
Exemplo
Trocando entre si as duas últimas colunas da matriz -O o O + 6 + 5
4 +

( : ~ ~ ) , por exemplo , obrem-se

2 3 1 2 1 3
5 o 2 =7 e 5 2 o =-7
1 ]l o 1 o 1
~
---
'J' ~ 'J' -6
74
b) Multiplicando uma fila por a De fato:
O determinante de uma matriz quadrada fica mul-
tiplicado por a , quando os elementos de uma fila são
multiplicados por a .
Exemplo
1 2 3
Se 1 1 2 = 4 , então multiplicando os elementos
1 3 O
da primeira linha, por exemplo , por 3 , obtém-se:
3 6 9 1 2 3
1 1 2 = 3. 1 1 2 = 3 . 4 = 12 ~
4~/ 6Q
2 -~2/
1 3 o 1 3 o
D e fato: det (2M) = o 4 6 =
/2// 2~

+ 24 - O - 16 + 24 + O - 64
= 24 - 16 + 24 - 64 = 8 . (3 - 2 + 3 - 8) =
= 8 . (- 4) = - 32

-3 - 6 - O + O + 4 + 9 Observação 1

~
= -3 - 6 + 4 + 9 = 4 e
Lembrando que se A = ( : ; )

a b c
então det A = rn n p , note que
X y Z

kb
- 9 - 18 - O + O + 12 + 27 a) k . ( : : ; ) =( :: kn
= - 9 - 18 + 12 + 27 = 3 . (- 3 - 6 + 4 + 9) = 12 x y z kx ky
a b c ka kb kc
c) Multiplicando a matriz por a b) k - m n p = m n p
O determinante de uma matriz quadrada de ordem n X y z X y z
fieai multliplicado poL" aP , quando a matriz é multipli-
cada por a . a b c a kb c
c) k - m n p = m kn p =
Exemplo
X y z X kY z
1 1 - 1
==:. det M = 2 3 O =- 4. Observação 2

Multiplicando todos os elementos dessa matriz , por


exemplo , por 2 , obtém-se:
1 4 1 Ao "fatorar", lembre-se de que:

a)
e·· k~)
)t .m
)t .x
k .b
k .n
k .y
k .p
k .z
= It . en m
x
b
n
y

2M= [ ~ : -fl = b)

m
X
kb
n
y
i c a
p =k - m
z X
b
n
y
c
p
z
==:. det (2M) = 2 3 . det M = 8 . (- 4) = - 32
75
ka lk2b kc a kbc a b c ka kb kc a b e
e) m kn p =k m kn p = k 2. m n p d) km kn kp = k3 . m n p
X ky z x ky z xyz kx ky kz X y z

2 3 5 2 5 m n p m n p ... .
17. Calcular o va lor de X 6 8 , sabendo-se que 2 X 8 = -17 = -6. X y Z< = + 6 . a b e =
:
4 9 2 3 4 2 a b e• X y z
Resolução

2 3 5 2 1 5 a b e
a) X 6 8 = 3 . X 2 8 = -6 . m n p = - 6k
4 9 2 4 3 2 X y z

2 1 5 1 2 5 2n 6m 2p
b) -
X 2 8 2 X 8 Resposta: y 3x z =- 6k
4 3 2 3 4 2 b 3a e
1- ~ t
Assim sendo:
"' ··-··

bc a a2 a2 a3
2 3 5 2 5
19. Provar que ac b b2 b2 b3 sabendo-se q ue
X 6 8 = -3 . 2 X 8 = (- 3) . (- 17) = 51
ab c c2 c2 c3
4 9 2 3 4 2
{a, b, c} e ~* -
2 3 5
Resposta: X 6 8 = 51 Demonstração
4 9 2
bc a a2 abc a2 a3
2n 6m 2p
18 . Calcu lar o determinante da matriz
( y
b
3x
3a
z
c
) ac
ab
b
c
b2
c2
- a ac
ab
b
c
b2
c2

a b c
abc a2 a3 abc a2 a3
sabendo-se que m n p =k 1 1 1
- abc b2 b3 - ab c b2 b3
X y z a b a b e
Resolução ab c c2 abc c2 c3

2n 6m 2p n m p
1 a2 a3 a2 a3
y Jx z = 2. 3. 1
b 3a c
y X z -
a b -e . (abc) . 1 b2 b3 b2 b3
b a c 1 c2 c3 c2 c3
1-
"'

a)

d)
,,~
~
20. (UEL) - Seja o determinante D = 1 ~

~,=D- 1

~ 1= D
b)

e) 1a2
1~ ~ 1= D
b2 = D2 I
~ 1·
É ve rdade que:

c) 1 ~ ~ 1= D
22. (FGV} - Considere as matrizes

A= [ : ; ~ ] eB= [ ~ ;
Se o determinante da ma t riz A é igua l a 2, então o det erminante
da matriz B é igual a:
~l
2
c2 d2 a) 2 bl I_ c)- V3 d)- 1-_ e)-3
2 3 2
21 . Sendo x e Y, respectivam ente, os dete rminantes não nulos das 23. (MACKEN Z IE} - A é uma matriz quadrada d e ordem 4 e
a
m atrizes [ c
b ]
d e
[ - 2a - 2c ] _ Y
3 b 3 d , entao va le: x det A = - 6. O valor de x t al qu e det (2A) = x - 9 7 é:

a) - 12 b) O c) 1 d) ~ e) 194
a) 36 b) 12 c) -6 d) - 12 e) -15 2

76
24. (CESGRANRIO) - Quando os elementos da 3ª lin ha de uma da nova matriz é:
matriz quadrada são divididos por x (x diferente de zero) e os 2D b) 3D 4D
a) c) d) 5D e) 6D
elementos da 1 ª co luna são mu ltip li cados por y (y diferente de
zero), o determinante da matriz fica dividido por:

a) xy
1
b) XV
X
c)
y
y d)
x3
x e) y3
26. (UESPI) - Se o determinante da matriz ( ~ ~ ~ ) é igual a
2 -2

~1
25. (PUC) - Se soma rm os 4 a t odos elementos da matriz

~ ~ ~)
1O, então o determinante da matriz ( k : 4 k + 3 k ) é
A =( cujo determinante é D, então o determinante igual a: 1 2 -2
1 1 1 a) 7 b) 8 c) 9 d) 1 O e) 11

9 . O determinante não se altera De fato:


a b a+ 2m b + 2n
a) Trocando linhas por colunas = an - mb e
m n m n
O determinante de uma matriz quadrada A não
se altera quando trocamos ordenadamente as linhas = an + 2mn - mb - 2mn = an - mb
pelas colunas . Simbolicamente:
detA = detAt
30 - 7. 4 26 - 7. 3
Exemplo

A= cz ~
1
1
5
3 ) = detA~
-2
1
1
1
5
3 = 35
4 3

Al = cz 1
5
4

1
1
3
1
3
4
1
) => det At =
3
- 2 1
1
5
4

1
3
1
3
4
1
= 35
= =- 14

De fato: Exemplo 3
1 -2 1 1 - 2 1+ 2 .1 + 3(- 2)
2 1 5 2 1 5 + 2. 2 + 3. 1
-3 4 -2 -3 4 - 2 + 2(- 3) + 3 . 4
,.,
1 - 2 -:)

= 2 1 12
-3 4 4

De fato:

b) Somando uma
combinação linear
Se a uma fila de uma matriz quadrada M somarmos
uma combinação linear das demais filas paralelas , ob-
teremos uma nova matriz N tal que det N = det M (Teo-
1 ~ 2 x - 3 ~ 1/ - 2
rema de Jacobi) .
2/IX12 2~ 1 = 11
Exemplo 1
-3 4 4 -3 4
a b a+2m b + 2n ✓ ✓ ✓ ~ ~ ~
m n
= m n - 9 48 + 16 + 4 + 72 - 24

77
Observe a diferença:
a b 2a + 3b a b e + 2a + 3b a b e
a) m n 2m + 3n = O, b) m n p + 2m + 3n m n p '
X y 2x +3y X y z + 2x + 3y X y z

pois a 3l! coluna é uma combinação linear das demais pois à 3~ coluna somamos um a combinação linear das
colunas. demais colunas.

27 . Calcular o determin ante da m atriz Resolução

M = (2ª'394

211
2

2
8

9
) det A=
2
3
6
4
5
8 10
6
7

19 36
8
9
12
5
2
3- 2
6 -2
4
5- 4
8- 4
19
6
7 -6
8
9- 8
10 -6 12 -8
36 5
Resolução 2 4 6 8
281 - 100.2 -10 .8 1 1 1 1
281 2 8 2 8 =0
4 4 4 4
det M = 394 3 9 = 394 - 100.3-10 .9 3 9 19 36 5
211 2
211- 100.2-10.1 2 Resposta : det A= O

30. Somando 2k a todos os elementos da m atriz

2 k a m

4 3
8

9 4
2

3 M
,( k
k
b
c
n
p
0), cojo detecmicaote va le D, obte-

2 k d q
2
mos a matriz N. Calcular o determ inante de N .
= 3 + 18 + 64 - 24 - 18 - 8 = 35
Resolução
Resposta: det M =35
Somando 2k a todos os elementos da matriz M, obtemos:
3k a+ 2k m + 2k
28. Calcu lar o determinante da matriz x + 2k )
3k b+ 2k n + 2k y + 2k
m 3k e+ 2k p + 2k w + 2k
A,( n
p
2m + 4
2n + 4
3m +1
3n + 1
) 3k d+ 2k q + 2k z + 2k
2p + 4 3p + 1 Ass im sendo:

Resolução 3k a+ 2k m + 2k x + 2k
3k b+ 2k n + 2k y + 2k
m 2m + 4 3m +1 det N =
3k e+ 2k p + 2k w + 2k
det A= n 2n + 4 3n + 1 3k d+ 2k q + 2k z + 2k
p 2p + 4 3p + 1
k a+ 2k m + 2k x + 2k
m 2m + 4 -2 . m k y + 2k
3m +l -3 . m b + 2k n + 2k
n 2n + 4 - 2. n =3.
3n + 1 - 3 . n k e+ 2k p + 2k w + 2k
p 2p + 4 - 2 . p 3p + 1 - 3 . p k d+ 2k q + 2k z + 2k

m 4 m k a+ 2k - 2k m + 2k - 2k x + 2k - 2k
n 4 = 4 . n = 4 .0=0 k b + 2k - 2k n + 2k - 2k y + 2k- 2k
p 4 p = 3.
k e+ 2k - 2k p + 2k - 2k w + 2k- 2k
Resposta : det A =O k d+ 2k - 2k q + 2k - 2k z + 2k - 2k

29. Calcular o dete rminante da m atriz k a m X

k b n y
2 4 6 8 = 3. = 3. det M = 3D

A• ( 3
6
5
8
19
7
10
36
12
5
9

) k
k

Resposta: det N = 3D
c
d
p
q
w
z

78
31 . (MODELO ENEM ) - Um professor dividiu os alunos de uma sa la 32. (MACKENZIE) - Se abc ,. O, então o determinante

lr: ~ )
de au la em dois grupos. Ao primeiro grupo, solicitou o va lor do a- b b- c c -a
D= b- c c- a a - b va le:

~
c-a a- b b- c
a) a b) b c) c d) 2a e) O
dete,mioaote da matei, A a (
33 . Prove que se a + b + c + d = O. então :
a b c d
Já ao seg undo grupo, pediu o va lor do determinante da matri z b c d a

c d a b
o o o o

)
2 d a b c
4 3 o 1 2
B~ (
6 1 o 2 1 x x+a x +b
3 4 3 1 5 34. O determinante Y Y+ a Y+ b é nulo
z z+a z + b
8 2 o 3 1
a) para quaisquer va lores de x, y e z.
Após alguns m inutos. os dois grupos apresenta ram os resultados b) somente se x = y = z = O.
c) som ente se x = y = z = a ou x = y = z = b.
obt idos e observa ram que os determi nant es eram iguais. O
d) som ente se a = b = O.
professor então come ntou que o que eles haviam observado era
e) somente se a = b = 1 e x ,. y.
ape nas uma prop riedade m atemática relacionada à teoria de
matrizes e determina ntes. Segundo ela. quando troca mos orde- 35. (VUNESP) - Sejam a, b, e, d, e cinco números inteiros fo rmando,
nada m ente as lin has de uma m atriz quadrada A, pelas co lunas. nessa ordem, uma prog ressão arit mét ica. Então. o determ inante
obtemos uma nova matri z cham ada de t ransposta de A re presen-
tada por At cujo determ inante é igual ao det ermin ante da matriz da mat riz A =( ~ ~ ~ ) va le:
ori ginal. e d e
Sendo A um a m atriz quad rada de ordem n, podemos co nsidera r a) a + b + e + d + e b) ace - c3
que essa propriedade pode ser expressa matematica mente pela c) O d) 1/2
sent ença : e)
1 36. Qualquer que seja m E IR, o va lor de
a) det(A) = - det(A) b) det(A) = - - -
det(A)
m + 1 m + 2 m + 3
1 m + 2 m + 3 m +4 é:
e) det(A) =--- d) det (N) = det (A) m + 3 m +4 m + 5
det(N)
a) (m + 1). (m + 3) . (m + 5) b) (m + 3) 3
e) det (N) =- det (A) e) zero d) 1
e) -1

10. Abaixamento da ordem Simbolicamente,


ª 11 ª 12 ª1n
a) Menor complementar ª1j
½1 ½2 3ij ½n
O menor complementar Dij, do elemento ªu da
matriz quadrada M, é o determinante que se obtém de M SeM = , então:
eliminando-se dela a linha "i" e a coluna "j". ªn 3 i2 aij 3 in

b) Cofator ou
complemento algébrico ªnl ªn2 anj ªnn
O cofator do elemento aij da matriz quadrada M é

A .. = (-l)i+j_ D .. ou
IJ IJ
detM=3i1 ·Áu +3i2 -~+ ... +~ •¾+-+3in .~
em que Dij é o menor complementar de 3ij•
d) Qual a utilidade?
c) Teorema de Laplace
O Teorema de Laplace permite calcular o deter-
O determinante de qualquer matriz quadrada M minante de uma matriz de ordem n utilizando o deter-
de ordem n é igual à soma dos produtos dos elementos minante de matrizes de ordem n - 1.
de uma fila pelos seus respectivos cofatores. Permite , pois , abaixar a ordem .
79
e) Que fila escolher? b) de cada um dos elementos restantes, subtrair o
produto dos elementos correspondentes na linha e na
O determinante, de acordo com o teorema, pode ser
coluna eliminadas .
calculado utilizando qualquer fila. Deve-se escolher,
então, a fila que mais simplifica esse cálculo, a qual é, ®l a b
·-·-···················-·········-·•·••··
e
obviamente , a que tem a maior quantidade possível de X m- a.x n- b.x p- c.x
y
zeros .
z
A fila ideal , se existir, é aquela que tem um só ele-
mento diferente de zero. (!) ! a b e
x ! m-a . x
'
n-b. x
---·--------··· ···
p- C. X
11. Regra de Chió y ! q- a.y r- b.y s - e. y
A Regra de Chió , que é uma consequência do z
Teorema de Laplace, permite , também, abaixar em uma
unidade a ordem de uma matriz quadrada M sem alterar
. . .DJ... .. . .. . ~. b
n- b . x
e
x 1 m-a.x p- C. X
o valor do seu determinante. y 1 q-a.y r - b. y s- c. y
Só pode ser utilizada se a matriz M possuir um ele- z t- a. z u- b. z V - C. Z

mento igual a 1.
c) calcular o determinante da matriz assim obtida e
Consiste em: multiplicar o resultado por (-l)i + j.
a) eliminar de M a linha e a coluna que contém o m-a . x n - b. x p-c . X

elemento aij = 1. q -a . y r- b. y s-c . y . (-1) 1 + 1


t- a .z u - b. z v-c . z
c
Observação
p
Toma-se mais cômodo utilizar o elemento igual a 1
s
que se encontre num dos "cantos" da matriz , isto é, a 11
V
OU ª10 OU ª01 OU ªno .

37 .
:::,::ª~o. r: 'ºTTª)' ocofatm do e[emeoto a,, da Resolução

Na matei, M • ( ~
5
8
2
Resolução
Logo:

:· · · · :. ....J,), temos a23 = 3 e, portanto,


A13 = (-1)1 + 3
'1
41 ~ 1 = 1 . (8 - 8) =o
1 2 - ·1
A 33 = H )3 + 3 -1 : : 1 = 1 . (8 - 20) = - 12

Resposta: A 13 = O; A 33 =- 12

~ ~
5
39. Calcolac o detecmioaote da matei, M • ( 8 ) apli-
: 1 = (- 1) . (- 3) = 3 2 - 1
do o Teorema de Lapl ace e utilizando a 3ª col una .
Resposta: D 23 =- 3; A 2 3 =3 Resolução
De acordo com os exercícios 37 e 38 , temos A 13 = O; A 23 = 3;
38. Calc ula r o cofator dos elementos a 13 e a33 da matriz A 33 = -12 . Assim sendo, pe lo Teorema de Laplace, temos:

M=(:: ~) 2 -1
det M = ª1 3 · A1 3 + ª23 · A23 + a33 · A 33 =
= 2 . O + 3 . 3 + (- 1) . (- 12) = 9 + 12 = 21
Resposta: det M = 21
80
~
5 1

)
2 3
40. Calculac o detecmioaote da matei, M • ( : 8 ) apli- 2 3 5 8
2 -1 42. Calculac o detecmioaote da matei, M • ( 1 3 3 5
cando o Teorema de Laplace e utilizando a 1~ li nha. 3 2 7 9
Resoluçã o
Resolu çã o

5 2 { 2' coluoa - 1' coluoa


det M = 4 8 3 = 1 . A 11 + 5 . A 1 2 + 2 . A 13 = Fazendo 3ª co luna - 2 . (1ª co luna)
2 -1 4ª coluna - 3 . (1 ª coluna)
obtemos uma nova matriz, sem altera r o determinante. O det er-
minante dessa nova matriz pode ser calculado fac ilmente, pois na
primeira linha existe um único elemento diferente de zero.

Assim sendo:

+ 2 . (-1) 1 + 3 · 1 ~ ~ 1 = 1 . 1 . (- 14) + 5 . (-1) . (-7) + 2. 1 . o = 21


2
1 1
3
2
5
3
8
1
2
1- 1 2-2 . 1 3-3 . 1
3- 2 5 - 2 . 2 8-3 . 2
det M =
1 3 3 5 1 3-1 3 - 2. 1 5 - 3 . 1
Resposta : det M = 21
3 2 7 9 3 2- 3 7 - 2 . 3 9-3 . 3
Observações
1r ....:..... ·Ü ·········G ··········O···
(. __
a) Os exe rcíc ios 39 e 40 confirmam que o valor do determinante 2
independe da fi la escolhida .
b) Pela Regra de Sarrus, obteríamos, é claro, o mesmo resultado.
r1 2
2
2
= 1 . (- 1 )2 . 2 2 =1 . 2 = 2
-1 o
~
De fato: -1 o
Respost a: det M = 2
1.. ________ 5> < 2i>-<'1 ...--------5

4/ 8 > <3 .J><.4 ~ 8 = 21 43. Calcular, pela Regra de Chió, o determinante da m atriz

~
4 2 o

)
~ 1 ~2 ~-1-------,.._ 1~ 2~
3 2 -1
-16 -6 +20 -8 +15 +16 M =( -1 2 -3 2
2 3 4
Resolução
41 . Calcular o determinante da matriz O único elemento de M que é igual a 1 é o a43 , que dificulta o
cálculo pela Regra de Chió. Um recurso é tran sform ar a 11 = 3 em
2 4 6 3 8

M•(
o
o
o
o
3
o
1
2
1
o
2
4
3
1
5
2
o
3 ) a, 1 = 1 fazendo,

Assim sendo:

3
3 4
2 2 - 1
pelo Teorema de Jaco bi, (1 ª col una) - (3ª coluna ).

2 o 1
o
4
3
2 o
2 - 1
det M = - 1 2 - 3 2
Resolu ção 2 2 - 3 2
2 3 1 4 1 3 4
(i } ...-4. ·······6-·········3·········-B· .
·r 3 1 4 2 3 1 4 2
C:O! 4 2 o
det M = Q o o 3 o = 2 . (-1 )2 . o o 3 o
O j 3- 4 . 0 2 -2 . 0 -1-0 . 0
1 2 1 3
~ 2 1 3
2 1 5 2 ! 2-4 . 2 -3-2 .2 2- 0 . 2
o 2 5 1 3 -4 . 1 -2 . 1 4 -0 .

3 4 2 3 2 - 1
3 2
· O ·· · O- --{i \ ... g.. - 6 - 7 2 . (- 1)1 + 1 = 1 . (- 33) = - 33
=2 . 1 2 3 =2 . 3 . (- 1)5 . 2 3
- 1 - 1 4
2 5 2

Resposta: det M = - 33
3 1 2
= - 6. 1 2 3 =- 6 . (- 4) = 24 Observação:
2
Outro recurso para transformar a, 1 = 3 em a, 1 = 1 é trocar a 1'.' linha
Resposta: det M = 24 com a 4'.' linha e em seguida a 1'.' coluna com a 3'.' coluna .

81
2 1 1 3 1
44. (PUC) - O cofator do elemento a23 da matriz A = ( 1 2 1 3 3 2
48. (MACKENZIE) - O valor de é:
O 1 2 5 3 3
a) 2 b) 1 c) - 1 d) - 2 e) 3 1
a) -4 b) - 2 c) o d) e) 1131
45 . O conjunto de todos os va lores reais de x que satisfazem a
o 4 o o 49. (MODELO ENEM) - Doze candidatos a uma vaga de estagiário
x2 X 3x X foram distribuídos em uma sala de espera como representado a
equação
X 6 3 4
= o é: seguir:
o 7 o 5
a) {O} b) ~· ·+
c) {7) d) ~ e) {O; 7) [ Alberto
Carlos
Bruno
Denise
André
Márcia
Gecaldo ]
Deise
Daniele Daniel Barone Carla
o o 2 o Alvaro Benedito Estela Antonio
46. (UEMT) - O maior valor real de x tal que X o x2 o = o é: A tabela que representa essa distribuição pode ser chamada de
1 X log x 8
o 8 1 X
matriz e se substituirmos o nome de cada um desses candidatos
pelo número que representa a posição ocupada, em nosso
a) -8 b) O c) d) 8 e) 16 alfabeto, pela letra com a qual se inicia o nome, obteremos uma
nova matriz.
a a o O determinante dessa nova matriz é igual a:
47 . Os valores de a para os quais ª 1 O ª > O são tais que:
a O 1 a a)-192 b) -119 c) O d) 119 e) 192
o a a 1
1 1
a) -1 .< a<1 b) - - < a < - 1 1 1
2 2 2 2 2
50. (FUVEST)
1 1 2 3 3
c) a< - 2 ou a> 2 d) a <--oua > -
2 2 2 3 4
1
e) a > - a) 2 b) c) o d) -1 e) - 2
2

12. Propriedades complementares


a) Teorema de Binet
Se A e B forem matrizes quadradas de mesma ordem, então

det (A. B) = det A. det B

Para calcular o determinante do produto de duas matrizes A e B, quadradas e de mesma ordem, podemos, portanto:
a) obter o produto A. B das duas matrizes e, em seguida, calcular o determinante dessa matriz;
b) calcular, separadamente, os determinantes de A e de B e, em seguida, multiplicar os dois valores obtidos
(Teorema de Binet).
b) Determinante de Vandermonde
1 1 1 1

32 33 ~

A m atriz a 2 a 2 a 2 é chamada matriz de Vandermonde ou matriz das potências


2 3 n

n- 1 n- 1
ª1 a
n
da linha (a 1 , a 2 , a 3 , . .. , an) .
O determinante. dessa matriz é igual ao produto de todas as diferenças possíveis entre um elemento qualquer da
linha (a 1 , ½ • a 3 , . .. , an) e todos os anteriores.
82
Representando o produto com o símbolo Jt, temos:
1 1 1 l
ª1 ª2 a3 ªn
a2 az2 a~2 a/ = Jt (ai - ak) , para 1 s k < i s n
1 .)

n- 1 a n- 1 a n- 1 a n- 1
ª1 2 3 n

Exemplo 1 Exemplo 2
1 1 1 1 1 1 1
a b e = (b-a).(c-a) .(c - b) a b e d
a2 b2 c2 a2 b2 c2 d2 = ~ - aj~ - aj~ - ~~ - aj~ - ~~ - tj
a3 b3 c3 d3

e} Soma de determinantes

ª11 ª12 Xlj ª1n ª11 ª1 2 Y1j ª1n ª11 ª12 xlj + Y1j ª1n
ª21 ¾2 Xzj ¾n az1 az2 Yzj ¾n az1 ¾2 Xzj + Yzj azn
ª31 ª32 X3j a3n + ª31 ª32 Y3j ª3n = ª31 ª32 X3j + Y3j ª3n

ªn1 ªn2 xl\l ªnn ªnl ªn2 Ynj ªnn ªnl ªn2 x llJ. + y.
nJ ªnn

Exemplo
2 1 6 2 1 6 2 1+ 1 6 2 2 6
3 5 2 + 3 -3 2 = 3 5-3 2 = 3 2 2
4 1 1 4 2 1 4 1+2 1 4 3 1

D e fato:
2 1 6 2 1 6 2 2 6
3 5 2 + 3 -3 2 = - 91 + 99 = 8 e 3 2 2 =8
4 l 1 4 2 1 4 3 1

Observe a diferença:
2 a 1 2 X 1 2 a+x 1
a) 3 b 4 + 3 y 4 = 3 b+y 4 , pois é uma soma de determinantes.
5 e 3 5 z 3 5 c+z 3

(2+2 1+1)
(
2

)
a 1 2 1 a+x 4 2

)
X a+x
b) 3
5
b
e
4
3
)+( 3
5
y
z
4
3
= 3+3
5+5
b+y
c+z
4+4
3+3 =( 6
10
b+y
c+z
8
6
pois é uma soma de matrizes.

d) Zeros num dos lados da diagonal principal


Se numa matriz quadrada forem nulos todos os elementos situados de um mesmo lado da diagonal principal , o seu
determinante será igual ao produto dos elementos dessa diagonal.
83
Exemplo 1 Exemplo 2
··k.. o o o ··-i 7
o······....3-..
3 - 4
7 4
X o o
······y .. k d
m n ··· ....P... O = ·y ·p · O O ···· ...4 ...... l = 2 . 3 . 4 . 5 = 120
a b e ·····-d. O O O ···..5

e) Zeros num dos lados da diagonal secundária


Se numa matriz quadrada de ordem n forem nulos todos os elementos situados de um mesmo lado da diagonal
n(n - 1)
secundária, o seu determinante será igual ao produto dos elementos dessa diagonal , multiplicado por (- 1)- -2-
Exemplo 1
1 3 2 ___ .-1-- 4 .3

3
5 7 -----2 -- O
__ 5-- O O
= (-1) _ 2_ • 4 . 5 . 2 . 1 = (-1) 6 . 40 = 40
--4----- o o o
Exemplo 2
o o __3' ___
3 .2
o _z------- 1 = (-1) 2 .1 . 2. 3 = (- 1)3 . 6 = (- 1) . 6 =- 6
1--------- 6 a
---

51 . Calc ular o dete rmi nante de A . B, sendo Resolução

A .B = (
2
3
-~ ) e B= (
5
1
2
3 ) det A=
1
2
1
3 5
1
- 4
1
2
1
3 5 -4
4 9 25 16 22 32 52 (-4) 2
Resolução 23 33 53 (-4)3
8 27 125 -64
Prim eiro Processo = (3 - 2) . (5 - 2) . (5 - 3) . (- 4 - 2 ) . (- 4 - 3 ) . (- 4 - 5 ) =

A B= (
2
3
-1
4 )( 5
1
2
3 ) =
= 1 . 3 . 2 . (- 6) . (- 7) . (- 9) = - 2268
Resposta: det A =- 2268

1 53 . O va lor de
18
1 = 162 - 19 = 143
sen 2a a cos 2a a
S egundo Processo sen 2b b + cos 2b b é

det (AB) = det A . det B = 1 ~ a) 1


sen 2c e
b) sena . senb . sen c
cos 2c e
e) a . b . e
d) 3 e)O
= (8 + 3) . (15 - 2) = 11 . 13 = 143 Resolução

Respost a: det (AB) = 143 1 sen 2a a 1 cos 2a a

1 sen 2b b + 1 cos 2b b
1 sen 2c c 1 cos 2c c
52. Calcular o determ inante da mat ri z

1 sen 2a + cos 2a a 1 1 a

A= ( 4

8
2

27
3
9
5
25
125
-4

16
-64
) 1

Resposta: E
sen 2b + cos 2b

sen2c + cos 2c
b =
c
1

1
1

1
b

c
=0

84
54. (PUC) - Qual das afirmações abai xo é falsa ? Dadas A e B a) ab + cd =O b) a = O e b = O
m atrizes de ordem n:
e) ad - bc = O d) a + e = O e b + d = O
a) det[A + 8) = (det A) + (det 8)
e) a = b = e = d = O
b) det (A) = det (A1)
= (det A) 2
~ ~) ~ ~ ).O
e) (det A) . (det A)
d) det (A . 8) = (det A:i . (det 8)
62. (UESPI) - Sejam as matrizes M =( e P =(
e) (det A) . (det A1) = (det A) 2
determ inante da matriz (M + P ) . (M - P) é igual a:

6 12 ) , o determina nte da matriz A 2 a) 36 b) 48 e) 56 d) 64 e) 72


55. (UEL) - Se A é a matriz (
- 3 - 6
é igua l a: X 2 4
a) O b) 1 e) 4 d) 9 e) 25 63. (MACKENZIE) - Na f unção rea l defin ida por f(x) X 3 9,
X 4 16
f(0 ,00 1) va le:
56. Sejam A =( ~ : ) e B =( ~ ~ ) . Os valores de x , tais que o a) 0,02 bl 1000-1 e) 1 o-2 d) 500- 1 e ) 0,5

det erm inan te de A . 8 é igua l a zero, são:


64. Resolve r a equa ção:
a) O; 4; - 4 b) O; - 1; - 4 e) O; 1; 4
d) O; 1; - 1 e) O; 2; - 2 1 X
x2 )
det ( 1 2 ~ = 0
1 - 3
57 . (FATEC) - Se x é um número real posit ivo tal que A =[ : -1]o '
65. Estando a, b e e em P.A. de razão r, o determin ante da matriz
8 = [ - x 1 ] e det (A.8) = 2, e Igua1a:
- x - x··
entao
1 - 1

a) - 4
1
b) 4 e) 1 d) 2 e)4
a) é sempre positivo.
b) depende de a.
58. (MACKENZIE) - Dadas as matrizes A =( : ~ ) eB = ( ~ -: ) ,
e) depende só de r, qua lquer que seja a.
a soma das raízes do polinômio p(x) = det(A.B) é: d) é a3 - r3.
a) - 1 b) 1 e) 2,5 d) - 2 e) 1,5 e) é 8r 3 .

59. (MACKENZIE) - Se A é uma mat riz quadrada de ordem 2, então: 66. Somando-se
a) sempre det (2 . A) =2 . det A
1 o o o o o o o o o 1

b) sempre det (A 2 ) = (det A) 2 o 2 o o o o o o o 2 o


o o 3 o o +
o o o 3 o o
o o o 4 o o o 4 o o o
e) det A = O =A = ( ~ ~ ) o o o o 5 o 5 o o o o
6 o o o o o
obtém-se:
o
o o)
d) se det A = 1, então A = ( 1
a) 840 b) - 840 e) 600 d) - 600 e) O
e) sem pre A = det A
67 . (MACKENZIE) - Se O s x s 2, o menor valor de x tal que:
- sen x -8 -5
60. (U.F.SANTA CATARINA ) - Considere as matrizes o - sen x cotg x = o é:
o o
~
COS X

A = [ - ; - ;] e B = [ 4 : ] e, • dei (AB( Cal°"le 7" a) O b) rr/6 e) rr/4 d) rr/2 e) rr/3

61 . Sejam as matrizes A = ( ~ ; ) e B = ( : : )
68. Se A= [ ;
1
1
-1
i] e f(x) = - x 2 - x - 1, então t( - de: A )

va le:
Se o determinante de A 8 é igual a zero, então, necessariamente,
1 3 5
devemos ter: a) b) e) d) - 3 e) 3
4 4 4
85
45) D 46) D 47) 8 48) B
6) B 1i e 8) E 9) E
1 49) A 50) B 5 4)A 55) A
10) E 11 ) X : - OU X : - 1 12) V= {19}
2
13) B 14) A 15) A 16)C 56) E 57 ) B 58) E 59) B

20) D 21i e 22) D 23)C 60) 1 61 l e 62l e 63) D

24l e 25) D 26l e 31) D 32)E 64) V = {2; -3) 65) C 66) D

a+b+c+d b e d o b e d 67 ) D 68) B
33) a+b+c+d e d a
=
o e d a
a+b+c+d d a b o d =0
a b
a+b+c+d a b e o a b e

34) A 35 )C 36) C 44) D

.... .

86
: ·: Geometria
~ '
Analítica
'

ESTUDO DA RETA

1. Equação da reta que resulta na equação


Teorema a.x+b.y+c=0
"A toda reta r do plano cartesiano associa-se uma denominada equação geral da reta.
equação do tipo ax + by + c = O, com a e b não simultanea- Observação importante:
mente nulos, que é denominada equação geral da reta."
Lembre sempre que na equação:
Demonstração
ax + by + c = O
y
x e y são as coordenadas de um ponto qualquer da reta. Isto
significa que se um ponto P(¾; Yp) pertence à reta , então
suas coordenadas satisfazem a equação da reta, isto é:
a.xP + b .yP + c = O e reciprocamente. Simbolicamente:
P(xP; Yp) E r ~ a . xP + b . Yp + c = O
X
Casos particulares
da equação da reta
Seja r a reta do plano cartesiano determinada pelos l'!Caso
a = O; b ~ O e e ~ O
pontos A(xA; y A) e B(x8 ; y8 ) , com A e B distintos. Se
P(x; y) é um ponto qualquer der, então os pontos P, A e A partir da equação geral , resulta:
B estão alinhados e, portanto, c
by + c = O ~ y=- - ou y = K = cte
X y 1 b
XA YA 1 = o Estas expressões indicam que todos os pontos da
XB YB l
Desenvolvendo o determinante, teremos:
-
reta têm ordenada constante , logo , trata-se de uma reta
paralela ao eixo Ox .
(y A -yB)x + (xB - xA)y + XAYB - XBY A= O. y
'--y---J '--v----'
a b c
Tomando-se:
YA - YB = a; xB - xA = b e xA . YB - xB . YA = c,
obtemos ax + by + c = O, com a e b não simultaneamente
nulos , que é chamada equação geral da reta.
Podemos também demonstrar o seguinte teorema:
"Toda equação do primeiro grau do tipo ax + by + c = O,
com a e b não simultaneamente nulos , é equação de 2'!Caso
a ~ O; b = O e e ~ O
uma reta."
Determinação da equação geral A partir da equação geral , resulta:
Dados os pontos A(xA; y A) e B(x8 ; y8 ), a equação da
c
reta AB é obtida a partir do determinante: ax +c=O ~ x=- - ou x = K = cte
a
1 Estas expressões indicam que todos os pontos da
1 =O reta têm abscissa constante, logo, trata-se de uma reta
1 paralela ao eixo Ôy.

87
y Exemplos
1?) y = 2: Indica que todos os pontos da reta têm

k X
-
ordenada constante, igual a 2. Logo , trata-se da
reta paralela ao eixo Ox , cujo gráfico é:

y
x=k

3'! Caso
a = O; b ~ O e c=O

A partir da equação geral, resulta: by = O ç;:. Y = O


Esta expressão indica que todos os pontos da reta
têm ordenada nula, logo , trata-se do eixo dos x.
y
2?) x = 3: Indica que todos os pontos da reta têm

(
- - --..------~x
y=O
-
abscissa constante , igual a 3. Logo , trata-se da
reta paralela ao eixo Oy, cujo gráfico é:

4'! Caso
a ~ O; b = O e e = O
A partir da equação geral, resulta: ax = O ç;:. x = O
Esta expressão indica que todos os pontos da reta
têm abscissa nula, logo , trata-se do eixo dos y. 3

3?) 2x + 3y = O: Indica uma reta que passa pela


---
x=O
origem, pois as coordenadas (O; O) satisfazem a
equação dada. O gráfico da reta é:

5'! Caso
a ~ O; b ~ O e c = O

A partir da equação geral, resulta: ax + by = O


Neste caso, a reta passa pela origem, pois as
coordenadas (O; O) satisfazem a equação para quaisquer
valores de a e b.
y

a-x + b-y=O 2 .. Coeficiente angular ou


declividade de uma reta
Inclinação
Chama-se inclinação (0) de uma reta o menor
ângulo entre a reta e o eixo dos x, orientado no sentido
anti-horário , do eixo dos x para a reta (Oº s 0 < 180º).
88
No triângulo ABC , temos:
1 Oº < 0 <90º 1 190°< e<1 ao 0
I CB YB- yA
y m = tg 8 = AC = m = -----
XB - XA

Observações
a) Observe que o coeficiente angular de uma reta,
quando calculado conhecendo-se dois de seus
pontos , é:
Ay - diferença das ordenadas
m=--
Ax - diferença das abscissas
y
1 e=9□º 1
y
1 0=0º 1
b) Não se define coeficiente angular para retas ver-
ri/ili ticais , pois:

í = Ox
r aa Oy

o•
r//Oy
/) r vertical= XB = XA = XB - XA = o
X X
que resulta denominador nulo na fórmula do
coeficiente angular.
e) Na dedução da equação geral da reta ax + by + c = O,
tivemos: y A - yB = a e xB - xA = b
Definição de coeficiente angular Então:
Chama-se coeficiente angular (ou declividade) de
uma reta não-vertical a tangente trigonométrica da sua m=
inclinação, representada por "m".
m=tg8
Dessa maneira, o coeficiente a,igular da reta, tendo
em vista sua equação geral a . x + b . y + c = O, pode ser
Observações importantes:
obtido pela fórmula
1?) 8 = Oº = tg 8 = tg Oº = O = m = O
a
2?) Oº < 8 < 90º= tg 8 > O = m > O m=---
b
3?) 90º < 8 < 180º = tg 8 < O = m < O Exemplos
4?) 8 = 90º = tg 8 = tg 90º = m não está definido. 1. O coeficiente angular (declividade) da reta que passa
Determinação pelos pontos A(-1 ; 3) e B (2; 5) é :

do coeficiente angular 5- 3 2
m= = ---,---,--,...,.---
2 - (- 1) - 3
Seja r uma reta (não-vertical) determinada por
A(xA;yA) e B(x8 ;y8 ), dois de seus pontos (note que xA -:t:- xB). 2. O coeficiente angular (declividade) da reta com
y
equação geral G)x @ y + 1 = O é :
' ª 'b
1
1
a 3 3
1 m=--=---
1 b -7 7
1
1
Ys 1
e ,
-------~ 3. Outras formas
e
de equação da reta
Equação Reduzida
e
Seja a reta r , não vertical (b =,; O) , cuja equação geral é:
ax + by + c = O.

Portanto: by = - ax - c = a
y = - b . x -b
c

89
Sendo m = - ~ , o coeficiente angular e fazendo y = ax + b
b a > O ~ função estritamente
crescente ( 0 é ângulo agudo)
- ~ = h, teremos a chamada equação reduzida da
b
reta r:
y=m.x+h

Observação
Na equação ax + by + c = O, se fizermos x =O, teremos y=ax+b
c
= O = y = - b. Portanto, na equação reduzida,
a < O ~ função estritamente
by + c crescente ( eé ângulo agudo)
y

o coeficiente h é o intercepto da reta com o eixo das


ordenadas, denominado coeficiente linear da reta.

y = mx + h
m = tg e ... coeficiente angular
h ... coeficiente linear

Equação Segmentária
Seja a reta r, de equação geral ax + by + c = O, não
paralela a nenhum dos eixos coordenados e que não

--
passa pela origem , isto é: a =1; O, b =1; O e c =t; O. Dessa
forma , a reta r terá interceptas em Ox e Oy.
Exemplo
y
A equação reduzida da reta , a partir da equação geral
3x + 2y - 6 = O, é obtida isolando-se "y".
Portanto:
3x + 2y- 6 =O = 2y = - 3x + 6 = y = - 3
2 . X + 3.
Note que
.. 3 p
- coe f 1c1ente angular: m =- 2
- coeficiente linear: h =3 Sendo: P = r n - = (p; O)
n -
Ox ~ p
- gráfico: Q=r Oy ~ Q = (O; q)
então:
P(p; O) E r ~ a . p + b . O+ c =O= p = -ac (1)

Q(O; q) E r ~ a .O+ b . q + c =O =q =T (II)

A partir da equação geral, temos :


ax + by + c =O ~ a . x + b .y =- c =
~ ~ +~ =1
-c -c
= _X_
-c
+ _Y_ = 1 (III)
-c
-- - -
Observação ª b
A função polinomial de l ? grau, com equação Substituindo (1) e (II) em (111), resulta a chamada
equação segmentária da reta r:
f(x) = a . x + b ou y = a . x + b, é a própria equação
reduzida y = m . x + h da reta. Assim, a é o coeficiente X y
-+-=1
angular e b é o coeficiente linear. p q

90
Exemplo Equações Paramétricas
A equação segmentária da reta , a partir da equação
Estas equações dão as coordenadas (x; y) de um
geral 3x + 2y - 6 = O, é obtida fazendo-se:
ponto qualquer da reta em função de um parâmetro t :
3x + 2y - 6 = O <=:> 3x + 2y = 6 <=:>
<=:> 3x + 2y = 1 <=:> x + _J_ = l. X= f(t)
{
6 6 2 3 y = g(t)

Pela equação segmentá.ria ; + ~ = 1, identifi- Observação


A partir das equações paramétricas , obtém-se a
camos os interceptas P(2 ; O) e Q(O; 3) da reta, o que per- equação geral da reta, eliminando-se o parâmetro t .

mite facilmente a obtenção do seu gráfico. Exemplo { x =2 . t _ 1


Seja a reta com equações paramétricas y = t + 3

A obtenção da equação geral dessa reta é fe ita


eliminando-se o parâmetro t, assim:

{ x=2 . t-1 <=:>{x=2.t-1 <=:>


y=t+3 y -3=t
<=:> X= 2 . (y - 3) - 1 <=:> X - 2y + 7 = Ü
Obs.: Os pontos dessa reta podem ser obtidos
atribuindo-se valores reais ao parâmetro t .

1. Dados os ponto s A(2; 1) e B(3; 2), determine a equação geral e a 2. Dados os pontos A(- 1; 3) e B(4; - 2), determ inar a equação geral
equação reduzida da reta A B. Em seguida, esboce o seu gráfico e a equação reduzida da reta A B. Esboçar o seu gráfico no si stema
no si stema cartesiano . cartesiano .
Resolução Resolução
Seja P( x; y) um ponto genérico da reta determinada por A e B. A equação geral é obtida faze ndo-se

~~
A equação geral é obtida faze ndo-se

~ ~
_ ; 1 =O = 3x + 4y + 2 - 12 + 2x + y = O=
; 1 = Ü -= X + 3y + 4 - 3 - 2x - 2y =Ü = I
4 -2 1
= x + y - 2 = O (equação geral)
1
3 2 1
=x- y - 1 = O (equação gera l)
Isolando a variável y, teremos a equação reduzida:
Isolando a variável y, te remos:

E).que é a equação red uzida . Y =E;)xEJ


Y = cp x

t L coeficiente li near (h)


t L coef iciente linear (h)

coef iciente angula r (m)


coefici en te an gular (m)
Note que
Note que tg 8 = m = - 1 (coeficie nte angular negativo), então a reta é
tg e = m = 1 (coeficie nte ang ular positivo) indica que a " reta é "estritamente decrescente ".
estritamente cre scente " . h = + 2, então a reta "corta o eixo Oy" no ponto de ordenada+ 2.
h =- 1 indica que a reta " corta o eixo Oy no ponto de ordenada - 1" . Resposta:
Resposta:
y

x - y - 1 = O é a equação geral x+y- 2 = O é a equação geral


V = x - 1 é a equação reduzida y =- x + 2 é a equação reduzida

91
3. Determ ina r a equação ge ral, a pa rtir da equaçã o segmentária da c) 3x - 3y - 1 = O d) x- y - \ 3 = O
ret a q ue passa pe los pontos P(5 ; O) e 0(0 ; - 3) .
e) 3x - 3y + 1 = O
Resolução
Resolução
y

Temo s: \/"3
a) s = 30º = m = tg 6 = tg 30º = - 3-
A partir da equação segme ntá ria T + _!3 = 1, tem os:
b) A reta corta o eixo dos y no ponto de o rdenada - 3. Indica que
_:_
5 + _J_
-3 = 1 = - 3 x + 5y = - 15 = o coeficiente linear da reta é h = - 3 .
e) A equa ção reduzida da reta no plano cartes iano é:
= 3x - 5y - 15 = O, que é a equação geral.
Resposta: 3x - 5y - 15 = O y = mx + h = V3
y = - 3 - x + (- 3) =
4. Determ inar
a) a equação geral,
= 3y = V3x - 9 = V3x - 3y - 9 = O

b) a equação reduzi da, Resposta: A


c) a eq uação segmentá ria e
d) o coef ici e nte an gular da reta que pas sa pelos pontos 7. Obter as equações geral, reduzida e seg m en t ári a da reta, cujas
A(- 2 ; - 3) e 8 (4 ; 2). equações param étricas são :

{:: ~.~:
Resolução
a) Equação geral :

_; - ~
1 4 2
~
1
1 = O = 5x - 6y - 8 = O
Resolução
b) Equação red uzida: Das equações param étri cas, isolam os o parâm et ro t.

5x - 6y - 8 = O = 6y = 5x - 8 = y = 6
5 x - 34 X = ..!..2:._2_ => t = 2x - 1 } 2
c) Equação segmentária :
2 = 2x -1 = ~ =
A partir da equação: 5x - 6y - 8 = o, podemos obter os inter- y = 3t -= t = -y +3- 2
2
3
cept as da reta:

(O; - ~ ) e ( ~ ; O) = 6x - 3 = y + 2 = 6x - y - 5 = O (equaçã o gera l).


Isolando a variável y, t eremos a equação reduzida
A partir de les. escrevemos a equação segmentária: Y =6 . x - 5
-+-- + ---;- = 1 A partir da eq uação gera l: 6x - 1y - 5 = O, t em os:

d) Coeficiente ang ula r:


T -3 6x - l y = 5 = 56x -ly
+ - 5- 5
5
=

rL
2 - (- 3) 5
..., _ x_ + _Y_ = 1 denominada equação segm entá na
4 -(- 2) =6
Obs.: O coef ici ente ang ular pode ser obtido diretamente da
equação reduzida . a cota cocta o '"º d:s V 0 0 pooto - S
Respost as: a) 5x - 6y - 8 = o 5 4 a reta corta o eixo dos x no ponto
bl y= 6 x- 3 6

cl + + -¾--=1 d) .2...
6
T -3
5. M ost re q ue a eq uação x 2 - y2 = o rep resenta, no plano ca rtes iano,
um par de retas.
Resolução
x2 - y 2 = O = (x + y) (x - y) = O =
x + y = O (bissetriz dos quadrantes pares)
= [ ou
x - y = O (bisset riz dos quadrantes ímpares)
Resposta: 6x - y - 5 = O é a equação geral
6. (M ODELO ENEM) - Acha r a equação da reta que co rta o eixo dos
y = 6x - 5 é a equação reduzida
y no p onto de o rde nada - 3 e forma com o eixo dos x um ângu lo
de 30 º.
ai V3 . x - 3 .y - 9 = O bl x - V3 . y - 9 = O
+ 6
+ _v5 = 1 é a equação segment ária

92
8. Um triângulo tem vértices A(0; 0). B(0; 4) e C(- 8; O) . Determinar
A intersecção da reta com eixo Oy é obtida fazendo-se x = O em (D:
a equação geral e a equação reduzida das retas suportes das
medianas do triângulo . - 3y + 7 = o = y = 37 -
Resolução
A mediana é o segmento que vai de um vértice ao ponto médio Logo : 1v( O; ~ )
do lado oposto. Inicialmente, devemos obter os pontos médios
dos lados do D.A BC. A partir dos interceptos da reta , obtem os a equa ção segme ntária :
y _ x_ + _ Y_ = 1
-7 7
2 3
B (O, 4)

M Resposta: _x_ + __
Y_ = 1
-7 7
T T

10. (MODELO ENEM) - Qua l é a equa ção da reta que passa por
Assim : P(3 ; 1). intercepta (r) 3x - y = O em A e (s) x + 5y = O, em B, tal
a) M é o ponto médio de AB . que Pé médio do segmento AB?
XM = XA + XB = ~= 0 a) x - y + 4 = o b) x + y - 4 = O c) x - y - 2 = O
{ 2 2 =M(0; 2) d) x + y - 2 = O e) x + y - 8 = o
YA +Ys 0+4 Resolução
YM = 2 =-2-= 2

b) N é o ponto médio de AC.


XA + Xc 0 + (-8)
= 2 2 =-4
{ XN
= N(-4; O)
YA +Yc = ~ = 2
YN = 2 2
c) P é o ponto médio de BC .
X = XB + Xc = 0 + (-8) = - 4
{ P 2 2 = P(- 4; 2)
Ys + Yc 4 + o
Yp = 2 = --2- = 2

Em seguida, obtemos as equações das retas suportes das medianas:


d) Reta suporte da mediana AP.

1-
;
4 2
6 1~ 1= 0 <ao> X + 2y = 0

e) Reta suporte da mediana BN . s

~
a) Se A E r, então as coordenada s de A verificam a equa ção de r.
; ; I=0= x -y+4=0 Fazendo xA = a, te mos :
1-4 O 1 3xA - y A = O = yA = 3 . XA = YA = 3a
f) Reta suporte da mediana CM . Logo: A(a; 3a) .

6 1~
b) Se B E s, então as coordenadas de B verificam a equ ação de s.
- ;
1 O 2
1 = 0 <ao> X - 4y + 8 =0 Fazend o y 8 = b, t em os:
XB + 5 . Ys = O = XB = - 5 . Ys = XB = - 5b
Respostas : x + 2y = O; x - y + 4 = O; x - 4y + 8 = O Logo: B(- 5b; b) .
c) Na co ndição do problem a, temos P como ponto médio de A B,
9. Determinar a equação segmentária da reta cujas equa ções para-
então:
métricas são:
XA + XB a - 5b
{
X=3 . t-2 CD Xp =
2
=3 = - - - = a - 5b = 6
2
G)
v=2 . t+1 ® YA + Ys 3a + b
yp = = 1= = 3a + b = 2 @
2 2
Resolvendo-se o sistema determinado por G) e @, temos:

a - 5b = 6 G)
{ = a =1 e b = -1
3a + b = 2@

x +2 y- 1 Portanto, os pontos A e B são :


Portanto : - 3- = - 2- = 2x - 3y + 7 = O (1)
A( 1; 3) e B(5; - 1)
A intersecção da reta com o eixo Ox é obtida fazendo-se y = O em (1): d) A equação da reta AB é :
7
2x + 7 = 0 <ao> X = - 2
;
1 5 -1
~ ~ 1= 0 <ao> 4X + 4y - 16 = 0 <ao> X+ y - 4 = 0
Logo : lx ( - ~ ; O)
1
Resposta: A
93
11 . (FUVEST - MODELO ENEM) - Os pontos (a; 1) e (2; b) estão sobre Quando o núm ero de to rcedo res atingiu 45.000, o relógio es-
a reta x + 2y = O. A distância entre eles é: tava marcando 15 horas e:
a) 2'✓
5 b) V6 e) Y70 d) 2 e) 4V5 a) 20 min b) 30 min e) 40 min
d) 50 min e} 60 min
12 . (FEi) - A soma dos va lores p e q , para os quais as retas

y = 2x + p - 2q e y = ~ x + q - 3 são concorrentes no ponto (1; 2), é:


19. (UERJ) - Para calcular ~ - 152 , Paulo subtraiu os numeradores

a) J_ 1 11._
2 b) -2 e)
2
d) 45 e) - 2 e dividiu o resultado por 1O, obtendo :

3 12 3 - 12
13. (F.C.CHAGAS) - As retas r e s são definidas por y = 2x + 1 e ---=---=-0,9
5y + 2x - 2 = O. A reta ve rtical que contém o ponto de intersecção 2 5 10
de r e s é definida por: 3 12
3 1
a) Determine de forma correta o valor da expressão 2 -5 .
a) X = - 8 bl y = J_ C) X = - 4
4
b) Considerando que Paulo tenha calcu lado com base na fórmula
d) X = S3 e) X = -4
~- .Y__ = __!:...::l em que x e y são rea is, identifique o lugar
2 5 10 '
14. (FUVEST) - Se o ponto (x 0 ; y 0 ) pertence ao gráfico da função
y = tg x, então uma condição necessária e suficiente para que o geométrico dos pontos (x; y) do plano que torna essa igualdade
ponto (a; y 0 } também pertença a este gráfico é:
verdadeira . Esboce também o gráfico cartesiano.
a} a = tg x 0 b} que (a - x0 ) seja múltiplo de :n:
e) a = :n:/2 d} a = are tg x0 20. (FGV - MODELO ENEM) - A área da figura hachurada no diagra-
e) (a - x 0 ) = 2 . k. :n:, k E ~ ma abaixo va le:
a) 4 b) 3,5 e) 3 d) 5 e) 4,5
15. (MAUÁ) - Dado o feixe de retas
(211. + 1) . x - (11. + 1} . y + (4 - 211.) = o, À E IR, pede-se determinar
o parãmetro (11.) correspondente à reta que passa pelo ponto y
A(2; 3).

16. 4
(FUVEST) - Se o domínio da função: y = 2x - 1 é o conjunto
{x E ~ 1 - 1 s x s 2), o seu conjunto-ima gem é:
a} {y E ~ I - 1 s y s 3) b) {y E ~ 1 - 3 s y s 1}
3
e) {y E ~ 1 - 3 s y s 3) d) {y E ~ 1 - 1 s y s 1}
e) ~

17 . (MACKENZIE) - A reta y = - 2 é a mediatriz do segmento que 2


une os pontos:
a) A(O; O) e B(O; - 4) b) A(O; O) e B(O; - 2)
e) A(O; - 4) e B(- 4; O) d) A(- 4; O) e B(O; O)
e} A(- 4 ; - 4) e B(O; O)

18. (UFRJ) - Em uma partida, Vas co e Flamengo levaram ao Ma-


racanã 90.000 to rcedo re s. Três portões foram abertos às 12 ho- X
ras e até as 15 ho ra s entro u um número co nstante de pessoas
por minuto . A pa rtir desse horário, abriram-se mais 3 portões e
o flu x o co nstante de pessoas aumentou.Os pontos que (UNA) - Observe o gráfico abai xo, e responda às questões 21 e 22 .
definem o número de pessoas dentro do estádio em fun ção do
horário de e ntrada estão cont id os no gráfico a segu ir:
n° de pessoas
90.000 ------- - - -- - --

30.000

horário

15 17

94
21 . (UNA) - A equação da reta é: 26. (FAC .SAN TA FÉ DO SUL) - Os pont o s M(0; O), N (2; 9 ) e
0(4 ; 3) são os vértices de um t riãn gu lo. A equação da mediana
a) Y = - -3 X+ 3 b) y = - _l__ x- 3 traçada do vértice M é:
5 5 a) y = 2x + 1 b) y = - 2x + 1 C) y = X
d) y = - 2x
C) y = -3 X+ 3 d) y= -
3
x- 3
e) y = 2x
5 5
27 . (UNA}- A reta r pa ssa pel os pontos (2; 5) e (5; 9) . Um outro ponto
e) y = - -3 X+ 1 dessa reta é:
5 a) (500; 669) b) (500; 670) c) (500; 6 7 1)
d) (500; 672) e) (500; 673)
22. (UNA) - A soma das abscissas de 11 e 12 va le:
28. (UESB) -
a) 3 b) 3 c) 5 d) 5 e) -3
5 5 3 3

23. (ESAPP) - A equação gera l da reta r da fi gu ra é:


a) x - 3y + 4 = O b) - 2x + 3y + 6 = O
c) 3x - 4y + 6 = O d) 3x - 2y - 4 = O
e) - X + 4y - 6 = 0

A figura representa os gráficos das funções rea is de f inidas po r


y = f (x), em que ax - 4y - 6 = O, e y = g(x), em que 3x - by - 3 = O,
com a, b E ~*. O valor de a + b é:
a) O b) 1 c) 3 d) 5 e) 6

29. (U .F.F.) - Uma reta r é paralela ao eixo x e con t ém a intersecção


24. (U.GAMA FILHO - MODELO ENEM} - das parábolas y = (x - 1)2 e y = (x - 5) 2 . A equa çã o de r é :
a) x = 3 b) y = 4 c) y = 3x
d) x = 4y e) v = _..'.:. ._
3

30. (UELON ) - Seja f a f unção de ~ em ~ dada por f (x) = (k 2 - 4)x + 3k,


na qual k é uma constante real. Se fé decrescente e seu gráfi co
intercepta o eixo das abscissas no ponto (1; O), então um outro
ponto do gráf ico de f é:
a) (- 3; 6) b) (- 2 ; 9) c ) (- 1; 1)
d) (2; 3) e) (O; 6)

31 . (UN .FED.'f:LUMINENSE) - Det ermine a área da região limitada do


plano que está compreendida entre as retas y = x e y = O e é
exterior ao círcu lo de centro em (1; 1) e raio 1.

No gráfico anterior estão rep resentadas as funções do 1° grau 32. (UN .SOROCABA } - Assinale o sist ema linear cuja solução gráfica
f(x) e g(x). cujas retas se inte rceptam no ponto P, de abscissa é dada pela figura a segu ir:
3 . A exp ressão que define g(x) é:
{ x- y = O { x + y = 4 { X - 2y = 0
X- 1 a) b) c)
a) x - 1 b) 2x - 2 c) x +y=4 x + y = 0 y-2 = 0
2
d) x + 1 e) X+ 2
2 2 { x - 2=0 { y -2=0
d) e)
x +y=4 x- y = 0
25. (FAC. LA SA LLE) - A equação da reta rep resentada no gráfico
y
abai xo é:

a) y =~X b) 3x - 4y =O c) 4x + 3y + 12 = O
3
d) 3x + 4y - 1 2 = O e) y =- X+ 3

95
33. (UCMG) - O gráfico da função definida por 1~ ~ -~I = O
li) - 4x + 3y + 14 = O é a equação -
geral da reta AB.
Ili) B é o ponto médio de AC .

a) intercepta o ei xo x no ponto (- +;O). Das alternativas abaixo. assinale a correta :


a) 1, li e Ili são verdadeiras .
b) Somente a I não é verdade ira.
c) Somente a li é verdadeira .
b) intercepta o ei xo y no ponto ( O; +). d) Somente a Ili é verdadeira.
e) 1, li e Ili não são verdadeiras.
c) determina, com os ei xos coordenados, um triãngulo de área 1.
d} passa pela origem do sistema cartesiano.
37. (UN. SOROCABA) - Seja 5 a reta que passa pela origem e pelo
e) é paralelo ao eixo x.
ponto de intersecção das retas 3x - y = 4 e x + y = 4. Podemos
34. (FEi) - A reta que passa pelos pontos A = (1; 2) e B = (3; 3) tem afirmar que

por equação: 1. a equação da reta 5 é { x =t , em que t é um número real


X X y = t
a) v = -2 +3 b) y - - - +3 c) v= ~ -1

i
- 2 2

d)
X
v = -2 +-
3
e) y
X
= -- + 2
11. a equação da reta 5 é 1; ; 1= O
2 2
Ili. a equação da reta sé x = y
35. (UNIP) - O lugar geométrico dos pontos P(x; y) do plano
Então:
cartes iano, tais que x 2 - 1 = y2 - 1 = O, é:
a) As afirmativas 1, li e Il i são falsas.
b) Somente a afirmativa I é falsa.
a) b)
y y c) Somente a afirmativa li é falsa .
1
·~ 1
1
_____ ,,
1
d) Somente a afirmativa Ili é verdadeira.
- ,------ e) As afirmativas 1, li e Ili são verdadeiras.

38. (UN . EST. DE MARINGÁ) - Considere. no plano cartesiano. as


171 ~
,
retas r e s e a parábola P, sendo que r pas sa pelo ponto (O; - 2)
-1 1 X -1 1 11 X
e é paralela ao eixo x; s passa pelo ponto (3; O) e é paralela ao eixo
1 1
1 1
y; e P tem vértice no eixo x, como dado na figura a seguir:
1 1
1 1
y s
- •----- - -- --~
1

1 -1 1 -1

c) d)
,,.. y y

1 '' /
/

~
,
-1 1 X
p
X

Assim, classifique em verdadeiro (V) ou falso (F).


1) a reta ré o gráfico de uma função f, definida por f(x) = - 2.
-1 2) a equação de 5 é dada por x = 3.

e)
g(x) =- : . (X - +)2.
3) a parábola P é o gráfico de uma função g, definida por

4) o ponto ( f; - 3 2 ) pertence à parábola P.


9

5) se Q é o ponto de intersecção de r e 5, e O é a origem do


sistema cartesiano, a reta determinada por Q e O tem decli-
vidade positiva.

6) o vértice da parábola P é o ponto ( +: O) .


7) a reta s representa o gráfico de uma fun ção .

39. (PUC-RS) - Uma reta r é paralela ao eixo das abscissas e passa


pelo ponto (2; - 3) . Outra reta, 5, passa pela origem e interceptar
36. (U. MARÍLIA) - Dados os pontos A(2; -2 ); 8(5; 2) e C(B; 6),
no ponto de abscissa 3. A área da região limitada pelo eixo das
cons idere as afi rmações a seguir:
ordenadas e pelas retas r e 5, em unidades de área, é:
1) A, B e C são colinea res. a) 1,5 b) 2,5 c) 3,5 d) 4,5 e) 5,5

96
40. (UNI.FED.LAVRAS - MODELO ENEM ) - A parábola abaixo é o 55. (FEi} - A reta determinada por A(3; - 2) e B(m; n) passa pela
gráfico da função quadrática g(x) = x 2 - 3x. Sabendo-se que o origem . Qual é a relação entre m e n?
triãngu lo ABC tem área 3,5, a equação da reta AB é:
56. (MACKENZIE) - A equação da reta paralela ao eixo Ox e que pas-
y sa pela intersecção das retas 3x + 5y - 7 = O e 4x + 6y - 5 = O é:
13 b) X = 13
a) y = - X c) Y= 13
2 2 2

d) v = -13 x+ -
3
e) X=
13
2y +
3
2
2 2

57 . (FGV) - Determinar a equação da retarda figura:


5
a) y = 3x b) y = 18 .x c) y = 3x + 5
a ) 6y- 7x - 14 =O b) 6y + 7x + 14 = O d) v= -3 . x e) y = 4x + 2
C) y+ X - 2 =Ü d) y + x + 2 = O 4
e) 3y - 6x + 12 =O

41 . A equação ax + by + c = Oé equação de uma reta:


a) V a, b, c E IR! .
b) passando pela origem, qua ndo a . b . c ., O.
c) para le la a um dos eixos, quando a . b ., O.
d) cortando os dois eixos, quando a . b ., O.
e) paralela ao ei xo x, quando b = O.

42. Qual é a distância do ponto P(2; 1O) à reta :


a) x = - 3? b) y = 6?
43. Dadas as retas ax - 5y + 7 = O, 2x + ay - 8 = O e 2ax - 7y + 8 = O,
determ inar
a) o valor de a para que as retas sejam concorrentes no mesmo
ponto.
b) o ponto de intersecçã o.

44. Demonstrar que as reta s : 58. Determinar os pontos do plano equidistantes de A(2 ; 6) e de
2x + 3y = O B(--: 2; 5) e a uma distância 2 da reta x = 1.
X - 2y + 5 = Ü 59. Achar a inclinação da reta que passa pelos pontos A{3 ;0) e 8{2; V3).
(2K + 1 )x + (3K - 2)y + 5 = O
60. Determinar o coeficiente angular e a inclinação da reta que passa
são concorrentes no mesmo ponto para V K E IR. Obter o ponto
pelos pontos de coordenadas: (2 ; 2) e (3; 2 + V3 ).
comum às 3 retas.
61 . (F. CARLOS CHAGAS) - O coeficiente angular da reta que passa
45. (FGV - MODELO ENEM) - Dada a reta de equação

; -im ; 1 = O, determinar o valor de m , para que ela seja


pelos pontos A( O; ! ) s(- ! ;
e O). com m ., O, é:
1 a) m b) - m c) 1 d) - 1 e) m 2
1
perpendicu lar a x
1
= 5.
1
62. (F. CARLOS CHAGAS) - Os coeficientes angulares de AB e CD
valem, respectivamente :
-
a) 3 b) O c) - 2 d) e) 1
5 a) 3 e 1 b) - 3 e - 1 c) 2 e 1/2
d) 3 e - 1 e) 2 e - 1
Questões de 46 a 49 .
Dados os pontos A(3; - 1) e 8(- 2; 4). determinar a intersecção da
A' y
reta AB com

46 . o eixo das abscissas


47 . o eixo das ordenadas
B'
48. a bissetriz dos quadrantes ímpares. ' º
''
)
49 . a bi ssetriz dos quadrantes pares.
I

'
50. (F.CARLOS CHAGAS) - Num sistema de ei xos ortogona is, a reta A/
e
que pa ssa pelo ponto P(2; 3) e é paralela ao ei xo y pode ser ~
corretamente representada por: ' ,..
~

a) x = 2 b) y = 3 c) y = 2
d) y =x + 2 e) y - 2 =x - 3 63 . (F. CARLOS CHAGAS) - Uma reta que passa pela pela origem,
de coeficiente angular negativo, tem somente 3 pontos em
Questões de 51 a 54 .
comum com o gráfico da função y = sen x. A menor das 3 corres-
Achar a equação geral das retas determinadas pelos pares de
pondentes abscissas
pontos :
a) é um múltiplo de n. b) está entre - 3rr/2 e - n .
51 . A(3; - 5) e B(- 6; - 2) 52. C(1; - 2) e D(- 3; 4) c) é nula. d) está entre - 2n e - 3rr/2 .
53. E(3; 4) e F(- 4; - 3) 54. G(-1; - 4) e H(5; 5) e) é positiva.

97
64. (F. CARLOS CHAGAS) - Sejam a e b, respectivamente, as 75. (F. CARLOS CHAG AS - MODELO ENEM) - O gráfico que melhor
abscissas dos pontos A e B, representados na figura abaixo. represen ta a relaçã o / y / = x + 1, '<;/x, Y E IR, é:
Pode-s e co ncluir que:
a) 3b - a= 6 b) a+ b = 4 c) b = 2a
y y
d) a+ 3 = 2b e) a= b - 3 a) b)
s

y y
c) d)
65 . (F. CARLOS CHAGAS) - O triângulo ABC tem vértices A(0; 0).

s(- ; :; ) c( ; ;; ). e A equação da reta que passa por A e

pe lo ponto méd io de BC é:
a) X =0 b) Y =0 c) 5 .X
v=
3
d) y =--ª-- .X e) y = - --ª-- .X
5 5

Questões de 66 a 68. e)
Determ inar a equação reduzida das retas que passam pelos
seg uintes pares de pontos.

66. A(0 ; 3) e 8(- 1; O) 67 . C( l; - 2) e D(- 3; 4)


►x
68. E(3; 4) e F(- 4; - 3)

69. Dada a reta de equação 1 ~ y


2
11
- 1 = O, a sua expressão sob a
O 1
forma reduzida é:

a) X - Y- 5 = 0
b) y = t .x-t C) X = 3y + 2
76. As retas: 2x - y + 3 =O
a) sobre o eixo das ordenadas.
e x - 2y + 6 = O inte rceptam-se
b) no ponto (- 6; O).
d) x - y = 1 e) y = 3x + 2 c) sobre o eixo das abscissas. d) na origem dos eixos.
e) no ponto (1; 5).
70. (F. CARLOS CHAGAS) - Considere o triângulo V 1 (0; 0). V 2 (a; a) e
V3(a; - a) . A equação da reta que passa pelo vértice V e pelo 77. (PUC) - Dada a reta de equaçõe s paramétricas
ponto médio do lado é· v1 v2 ·
3
X =5+ t
{ , o seu coefic iente angular é:
a) Y =- ; . x + ~9 b) y = - 3x + 2a v=-2+t.V3

5 5 1
C) y =X- 1 a) -2 b) c) e)
d) y = ; (x - ; ) + ;
V13 \13
e) y = 3x + 2a
78. (FUVEST) - Um móve l descreve uma trajetór ia retilínea e suas
71 . Os vé rti ces de _um triângulo são os pontos A (- 1: 0). B(0; 3) e coo rdenadas, em função do tempo t, são:
C(2; 4). Determinar os coeficie ntes angulares e linea res das três
retas suportes dos lados. X=3. t+11
{
Questões 72 e 73.
y =- ~ .t - 21

Obter as equações segmentárias das retas determinadas pelos Determi nar a equação segme ntária da tra jetória.
pares de pontos:
79. Qua l a equação geral da reta em que
72. A(2; O) e B(O; - 3) 73 .M(l; 1) e N(2; 3)
t + 1
74. (ABC) - A reta abaixo tem por equação: {
2
a) X - 2y - 2 = 0 : : 3t - 2
y
b) x + 2y - 2 = O
80. Qual é a equação reduzida da reta de equações paramétri cas:
c ) y = 2x + 1
X =4+: .t
d) X= 2 y + 1 {
y=1+5 . t
e) 2 x + Y- 2 = O

98
4 . Posição relativa de duas retas As posições relativas das retas r e s são as seguintes:
Introdução a) retas concorrentes
y
Da geometria pl ana, sabemos que duas retas r e s (no
plano) podem assumir as seguintes posições relativas:
a) concorrentes (caso particular importante: per-
pendiculares)
b) paralelas (distintas)
c) coincidentes

concorrentes
concorrentes (perpendiculares)
Com Oº ;s; 8r < 180º e Oº ;s; 8 5 < 180º , teremos:
/ 7 /
d J Y r e s concorrentes = 8r -:t; 8 5 = tg 8r -:t; tg 8 5 =
--✓
..,,,..p--~
-------
paralelas
coincidentes (distintas) Conclusão
Se duas retas são concorrentes, seus coefi-
cientes angulares são diferentes, e vice-versa.

b) retas perpendiculares
No plano cartesiano , sejam as retas r e s de equações (caso particular importante)
a 1x + b 1y + c 1 = O e a2 x + b2y + c 2 = O, respectivamente.
Consideremos o sistema:
s{ª1X + bl y + cl = 0
ª2X + b2Y + C2 = o
determinado pe las equações das retas r e s .
A posi ção rel ati va das retas r e s pode ser deter-
minada , lembrando que cada par (x ; y) de números reais,
que é solução do sistema S, representa no plano cartesiano
um ponto P(x ; y) comum às retas r e s , e vice-versa.
Assim se ndo , di sc utindo o sistema S, teremos: Com Oº ;s; 8r < 180º e Oº ;s; 8 5 < 180º , teremos:
a) Se o sistema fo r possível e determinado , então r e s perpendiculares= 8 5 = 90º + 8r =
existe uma única solução e as retas serão concorrentes.
= tg 8 5 = tg (90º + 8r) = tg 8 5 =- cotg 8r =
b) Se o sistem a for possível e indeterminado,
então ex iste m infinitas soluções e as retas serão = tg 8 5 =
- 1
tg 8r
=
coincidentes.
e) Se o sistema foi impossível , então não existe -1
m =-- ou m s . m r =-1
solução e as retas serão paralelas (distintas) . s mr

Relações entre os coeficientes Conclusão


Sejam as retas r e s (não vertica is), cujas eq uações
reduzidas são, respectivamente: Se duas retas são perpendiculares, o coeficien-
(r) : y = mr . x + hr
te angular de uma é o oposto do inverso do
coeficiente angular da outra, e vice-versa.
(s) : y =m 5 . x + h5

99
c) retas paralelas (distintas) Lembrando que

y -a 1 -c 1
mr=~ e hr=~

resultará:

a) retas concorrentes
r e s concon-entes = mr ~ m5 =

Com Oº :5 Sr< 180º e Oº :5 8 5 < 180º, teremos: b) retas perpendiculares

r e s perpendiculares = m = - _l_ =
r e s paralelas= { Sr = 8 5 = tg Sr = tg 85 = r ms
(distintas) h ;eh
r s

Conclusão
Se duas retas são paralelas distintas, seus coe-
ficientes angulares são iguais e seus coefi- c) retas paralelas (distintas)
cientes lineares são diferentes, e vice-versa.
- ª1 - ª2
m =m = - - = - - ~
r s b b
d) retas coincidentes 1 2

y = -ª1- = -b1-
ª2 bz
r e s paralelas ~
- c1 - cz
=---=-~
bl bz

= bl
--;ie--
C1

bz cz

Portanto

ª1 bl C1
r e s paralelas (distintas) = --=--;ie-
ª2 bz Cz
Com Oº :5 Sr < 180º e Oº :5 8 5 < 180º, teremos:
d) retas coincidentes
8r = 85 = tg 8r =tg 85 = mr=m5
r e s coincidentes = { h = h
mr=ms = - - = - - ~
- ª1 - az
r s
b1 bz
e cusã
ª1 b1
Se duas retas são coincidentes, seus coeficien- = --=-
tes angulares são iguais e seus coeficientes
r e s coincidentes ~
lineares são iguais, e vice-versa. - c1 - Cz
h =h = - - = - ~
A partir das condições acima, podemos estabelecer r s b b
1 2
relações entre os coeficientes da equação geral das retas:
bl
(r) : a 1 . x + b 1 . y + c 1 = O = --=-
C1

(s) : a 2 . x + b 2 . y + c2 =O
100
Portanto Equação cartesiana de um feixe
de retas de centro C(x0 ; y 0)
r e s coincidentes ~ --=--=
y

5. Feixe de retas
concorrentes num ponto
Definição
O feixe de retas concorrentes num ponto é o conjunto
das infinitas retas concorrentes nesse ponto.
Seja C(x0 ; y0 ) o centro de um feixe de retas
concorrentes e P(x; y) um ponto genérico de uma das
-
retas (não perpendicular ao eixo Ox) do feixe . Sendo m
o coeficiente angular da reta tomada, teremos:
Y-Yo
m=---
X-x 0

Se atribuirmos todos os valores (reais) possíveis para


o coeficiente angular m, obteremos as equações de todas
as retas que passam pelo centro C , exceto a reta vertical.
A reta vertical do feixe , passando por C(x 0 ; y 0 ), terá
equação: x = x0 .
Portanto, a equação do feixe de retas de centro
Dizemos que o feixe está definido quando se conhe- C(x0 ; y0) será:

cem as coordenadas C(x 0 ; y 0 ) do centro do feixe. y-y0 = m(x- x0), com m E IR ou x = x0

81 . Détermine a posição re lativa das seguintes retas tomadas duas a


duas:
h) retas t e u:
1
2 ,,. 4-2 e 1 . 2 + (- 2) . 4 ,,. O = t e u são
(r) 2x - y + 3 = O (s) 3x - 6y + 3 = O concorrente s (n ão perpendicu lares)
(t) X - 2y + 3 = Ü (u) 2x + 4y + 3 = O
,,. 2 e 1 . 4 + (- 2)
(v) 4 x - 2y + 6 = O
"1) retas t e v : 4l -
~ (-2) "' Ü => t e V
Resolução
2 -1 concorrentes (não perpendicu lares)
a) retas r e s:

b) retas r e t: - 1-
3
2
,,. --=Ef

,,. ~
-1
= r e s são con correntes
= r e t são con correntes
j) retas u e v : +, . -~ e 2 . 4 + 4 . (- 2) = O = u e v são
perpendiculares
2 -1 82. Determinar a equação da reta que pa ssa pelo ponto P(2; 5) e tem
c) retas r e u : 2 ,,. 4 e 2 . 2 + (- 1) . 4 = O = r e u são coefici ente angu lar m =- 2.
perpendiculares Resolução
2 -1 3 As 1reta s que pa ssam pelo ponto P(2; 5) pertencem ao feixe de
d) reta s r e v : 4 =~ =6 = r e v são coincidentes retas de ce nt ro P, e, portanto, tê m equação do tipo:
y - 5 = m(x - 2)
3 -6 3 Fazendo m = - 2, obtemos a equação da reta procurada:
e) retas s e t : - 1- = ~ ,,. 6 = s e t sã o paralelas (di stinta s) y - 5 = - 2(x - 2) =
2x + y - 9 = O
3 -6 Resposta: 2x + y - 9 = O
f) reta s s e u : 2 ,,. 4 e 3 . 2 + (-6) . 4,,. O= s e u são
83. O que representa no plano cartesia no a equação
co ncorrentes (não perpendi culares) 3x + 2y + k = O, k E IIV
Resolução
3 -6
g) retas s e v : 4 ,,. ~ e 3 . 4 + (-6) . (-2) ,,. O = s e v são A equação 3x + 2y + k = O representa, para cada valor real de k,

co ncorre ntes (n ão perpendiculares) uma reta com coeficiente angular m = - f.


101
Daí, se k as su me todos os possíveis valores reais, a equação A partir da equação do fei xe, temos a reta procurada:
3x + 2y + k = O fornecerá todas as infinitas retas, de um feixe de
-3
retas paralelas, com coeficiente angular m = - f. Y - 3 = - 2- . (x + 2) = 3 x + 2y = O

Resposta: feixe de retas para lelas 1


c) A reta x - 2y + 3 =O tem coefic iente angular m 2 =
2
84. D iscutir a posição relativa das retas (r)3mx - my - 4 = O e
Portanto, a reta paralela terá o mesmo coeficiente angular
(s) l 2x - 4m y + m = O em fun ção de m .
1
Resolução m =m2 = 2
A partir das equações de r e s, e lembrando que m .. O (condição
de existên cia), temos: A partir da equação do feixe, obtemos a reta procurada :
a, b1 c1