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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO – UNINOVE

ANDERSON SANTOS DE JESUS


KATY LILIANE MOREIRA

OFICINA DE PAIS E FILHOS E MEDIAÇÃO FAMILIAR

Relatório Final de Estágio Profissionalizante III Oficina de Pais e Filhos e


Mediação Familiar do Curso de
Psicologia, da Universidade Nove de
Julho – Uninove.

Profª. Msª. Elvira Maria Leme.


São Paulo
2018

RESUMO

Esta pesquisa mostra de que forma o acolhimento das famílias em processo de divórcio
auxilia durante a transição desse processo, através da conscientização quanto aos papeis e forma de
conduzir de cada sujeito envolvido, a Oficina de Pais e Filhos busca desenvolver a resiliência
familiar através da comunicação não violenta, onde cada um aprende a se colocar no lugar do outro e
assumir a sua responsabilidade e autonomia frente aos desafios. Este estudo visa abordar a
identificação da dimensão psicológica no processo de divórcio e as formas saudáveis de
enfrentamento, sendo este estágio conduzido visando auxiliar pais e filhos em relação aos
comportamentos cultuados no núcleo familiar durante esse evento e suas possíveis repercussões.
Educação – Resiliência – Comportamento – Psicologia - Pais
Sumário
Introdução...............................................................................................
Objetivo Geral.........................................................................................
Objetivos Específicos..............................................................................
Justificativa.............................................................................................
Método....................................................................................................
Discussão.................................................................................................
Considerações Finais..............................................................................
Referências............................................................................................
Introdução
Este relatório tem por objetivo apresentar o estudo sobre “Oficina de Pais e
Filhos”, conduzido ao longo do 9º. Semestre de 2018 no Curso de Psicologia da
UNINOVE.
Os temas abordados no referido Estágio Profissionalizante em Organizações e
Clinico III foram: a observação do comportamento e as práticas educativas entre Pais e
filhos que se encontram envolvidas em processos de divórcio foram realizadas quatro
oficinas nas seguintes datas 28/03/2018, 25/04/2018, 23/05/2018 e 27/06/2018.
O estudo da observação do comportamento humano tem sua importância, pois
segundo Danna & Matos (2006) a observação tem sido um instrumento importante e
satisfatório, pois toda informação que é coletada através dela, coloca o cientista sobre as
influências da realidade em que vivemos do que sobre influência de suposições,
preconceito entre outros, possibilitando assim uma maior e melhor compreensão das
nossas ações.
Considera-se a observação como sendo uma técnica que consiste em registrar e
anotar tudo aquilo que for observado, e sua visão é a facilidade e praticidade
proporcionada ao psicólogo em revisar suas anotações. “A observação é um
instrumento de coleta de dados que permite o presente relatório refere-se às atividades
realizadas no Estágio Profissionalizante a socialização e consequentemente a avaliação
do trabalho do cientista” (DANNA; MATOS1999, p.17)

Nosso estudo também realizou uma breve analise das práticas educativas por
parte dos Pais e filhos envolvidos em situações de separação e examinou a relação entre
os fatores que diz respeito a condução jurídica dos processos , e o desenvolvimento do
comportamento que pudesse ser instalado através da conscientização durante as
Oficinas , auxiliando dessa forma na resolução pacifica desse momento na maioria das
vezes conflituoso.
O Estagio profissionalizante na Oficina de Pais e Filhos e Mediação Familiar ,
tem como objetivo planejar, organizar e implementar a Educação Parental, como uma
nova proposta de Politica Publica do Poder Judiciário, de prevenção e resolução de
conflitos familiares e observar e acolher as famílias participantes . Com a proposta de
realizar o acolhimento das famílias durante as Oficinas, observar e analisar os conflitos
característicos de dinâmicas familiares, com uma base humanista e psicodinâmica a
Oficina busca a integração dos saberes da psicologia jurídica, psicologia social,
psicologia clinica, psicologia conjugal e familiar .
As Oficinas são realizadas na Universidade Nove de Julho ( Campus Vergueiro)
e a observação de audiência de Mediação Familiar ou Cível no Centro Judiciário de
Solução de Conflitos ( CEJUSC Barra Funda ) e Unidade Avançada de Atendimento
Judiciário ( UAAJ Vergueiro ). O Planejamento e Execução das Oficinas serão
realizados mensalmente, e a Supervisão do Estagio será realizada durante a Oficina e
semanalmente na Universidade. Com a opção de realizar a atividade complementar não
obrigatória no Fórum João Mendes Junior ,nos setores de conciliação 1º e 2º graus
NUMPEC ( Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do
TJSP).

OBJETIVO GERAL:

● Planejar, organizar e acompanhar no contexto da Universidade UNINOVE, a


implementação da Educação Parental, nova Política Pública do Poder Judiciário, de
prevenção e resolução de conflitos familiares e observar e acolher as famílias
participantes.

OBJETIVOS ESPECIFICOS:

● Realizar o acolhimento das famílias durante as Oficinas.


● Observar e analisar os conflitos característicos de dinâmicas familiares de famílias
que buscam a mediação de conflitos e a Oficina de Pais e Filhos.
● Discutir e aprofundar os temas abordados nas Oficinas: parentalidade, alienação
parental, divórcio, comunicação não-violenta.
● Identificar a dimensão psicológica do processo de divórcio e as formas saudáveis de
enfrentamento.
● Compreender os fundamentos da mediação de conflitos judicial pré-processual e
processual.
● Avaliar as atividades realizadas na Oficina.
● Reconhecer situações que demandam encaminhamento para atendimento
especializado.
JUSTIFICATIVA:

O divorcio, embora comum, é o segundo maior evento que causa impacto emocional na
vida das pessoas, perdendo apenas para a morte. Sobretudo os filhos do divórcio sofrem
com os conflitos intensos, prolongados e administrados, inadequadamente, ou seja, de
forma destrutiva pelos seus pais.
A Oficina de Pais e Filhos, nova Política Pública do Poder Judiciário, surge pois, como
uma metodologia inovadora para a prevenção e resolução de conflitos familiares
contribuindo para a humanização da Justiça da Família e a estabilização e pacificação
das relações familiares. A Oficina de Parentalidade está alinhada à Resolução 125/2010
que dispõe sobre a Política Judiciária Nacional de tratamento adequado dos conflitos de
interesses atribuindo ao Poder Judiciário o papel de pacificador social. São
desenvolvidos e incentivados métodos de solução de conflitos promotores de nova
forma de comunicação pautada na cooperatividade, os chamados Métodos adequados de
solução de conflitos (MASCs), com destaque para a conciliação e mediação.
O Poder Judiciário como um efetivo protagonista da Cultura de Paz, passa a exercer
também função pedagógica e educativa na gestão adequada dos conflitos familiares,
através da Educação Parental, promovendo a conscientização dos pais para o exercício
de uma parentalidade responsável e colaborativa para o saudável desenvolvimento
emocional dos filhos.
Este estágio se propõe a contribuir com a formação do psicólogo, trazendo
conhecimentos de outras disciplinas e apresentando novos métodos e possibilidades de
intervenção no campo da Psicologia Social Clínica e Psicologia Jurídica, permitindo que
compreenda a dimensão multidisciplinar de sua atuação principalmente no diálogo com
o campo do Direito
Pretende proporcionar ao aluno estagiário a experiência na implementação deste
programa educacional inovador no atendimento à famílias, para casais em fase de
ruptura de relacionamento e os respectivos filhos menores, no contexto da Universidade
UNINOVE, em parceria com o Poder Judiciário, colaborando com a efetivação da
Política Pública e com a construção de um diálogo frutífero entre a Psicologia e o
Direito.

MÉTODO
Os Estágios Profissionalizantes Clínicos e Organizacional, ocorreram de forma
integrada. O Estágio Clínico, contemplou o acolhimento e a observação das famílias
durante as Oficinas, análise e observação dos conflitos característicos de dinâmicas
familiares. Enquanto que o Estágio Organizacional englobou o planejamento,
organização e execução e avaliação da Oficina de Pais e Filhos

Para a realização deste estágio no campo houve uma atividade de sensibilização pelos
instrutores das Oficinas na Universidade UNINOVE, campus Vergueiro da
Universidade Nove de Julho no dia ​XX/YY das 19:30 h às 22:00 h, com intuito de
aproximar os estagiários aos objetivos da Oficina
A Execução das Oficinas foi na Universidade UNINOVE, campus Vergueiro e teve
periodicidade mensal. O horário foi das 14h00 às 18h00 nos dias 28/03/2018 (4ª feira);
25/04/2018 (4ª feira); 23/05/2018 (4ª feira) e 27/06/2018 (4ª feira).
Foram realizadas as seguintes atividades específicas:
● Planejamento das Oficinas.
● Monitoria e suporte às Oficinas: Preparação do ambiente de trabalho;
organização do lanche a ser oferecido para os pais filhos e expositores;
organização das salas; organização do material administrativo e didático;
controle de frequência de todos os envolvidos; distribuição de material de
identificação (crachás) e material didático; suporte tecnológico para os
expositores; controle de material didático e fichas; controle logístico dos
materiais e alimentos utilizados nas Oficinas; e organização das salas ao
término das Oficinas.
● Acolhimento das famílias: acolhimento na chegada das famílias; acolhimento
durante a Oficina: intervalo do lanche, acompanhamento ao banheiro; e
acolhimento na finalização da Oficina: distribuição das fichas de avaliação,
informação sobre o atendimento na Clínica da UNINOVE, sobre o
atendimento familiar e na saída.
● Observação das Oficinas em salas separadas em sistema de rodízio:
observação dos Pais durante as Oficinas e seus comportamentos; observação
das Crianças durante as Oficinas e seus comportamentos e Intervenções
lúdicas; observação dos Adolescentes e seus comportamentos.
● Avaliação da execução das Oficinas de Pais, Adolescentes e Crianças.
● Encaminhamento das famílias para atendimento especializados nas clinicas
de saúde da UNINOVE.
Foram também realizadas atividades de estágio na Mediação Familiar com Observação
de Sessões de Conciliação Familiar e/ou Cível no Centro Judiciário de Solução de
Conflitos- CEJUSC Barra Funda e na Unidade Avançada de Atendimento Judiciário –
UNINOVE das 14h00 às 18h00.
As supervisões de estágio foram realizadas em campo durante a Oficina e na
Universidade semanalmente com entrega de relatórios, discussões discussão de
conceitos e sobre as dinâmicas familiares observadas nas Oficinas e Mediações e
planejamento e avaliação das Oficinas.

DISCUSSÃO:

Os efeitos causados pelo divórcio podem ser devastadores nas famílias e passar
por esse processo de forma saudável e amigável é sempre um desafio, segundo o
autor, a conciliação é um processo entre as partes, é preciso a participação em
reuniões com mediadores, com o intuito de reajustar cada indivíduo nesse processo
da forma mais amigável possível, consiste em uma ferramenta de alta eficácia para
resolução de determinados conflitos que possam existir entre casais e choque de
posições antagônicas em um momento de divergências entre pessoas sejam físicas,
sejam jurídicas. O choque de posição citado é fruto da conscientização de que a
situação vivenciada pela pessoa deixa desconfortável e a faz solicitar a outra
possibilidade de mudança (Braga e Sampaio, 2014).

Os casais que conseguem lidar de forma positiva com a separação garantem aos
filhos um ambiente acolhedor e favorecem que eles não apenas sobrevivam, mas
amadureçam positivamente após o divórcio, trazendo uma reflexão para o
momento vivenciado pela família, onde a educação parental pode contribuir com a
harmonização das relações e a prevenção da alienação parental. A cultura da paz
está intimamente ligada à educação, inclui a promoção da compreensão, da
tolerância, da solidariedade e do respeito, pautada nos valores humanos que
precisam ser colocados em prática, a fim de passarem do estado de intenção para o
exercício da ação, transformando-se corretamente em atos, valores éticos, morais e
estéticos, nos encaminham para despertá-lo de expressões de amor e manifestações
de respeito.

As oficinas têm como objetivo apoiar as famílias a entenderem o que ocorrem com
as crianças e adolescentes buscando o menor dano emocional a todos os envolvidos,
ela surge como um instrumento de pacificação das relações, auxiliando os pais a
protegerem os seus filhos dos efeitos danosos dos seus conflitos, reduzindo os
traumas decorrentes das mudanças causadas nas relações familiares. Nessas
oficinas os participantes encontram um lugar para falar sobre os seus sentimentos
e expectativa sem relação ao momento novo em suas vidas e os pais podem refletir
sobre os seus comportamentos e atitude em relação aos filhos, ela busca uma
maneira positiva e saudável para lidar com o término do casamento, com a
finalidade de que amadureçam positivamente e consigam reorganizar as suas
famílias; resgatando a autonomia das pessoas por suas próprias vidas, para
solução de conflitos para que se tornem pessoas

emocionalmente saudáveis e consigam estabelecer uma boa relação parental (


Professor NETO Giglio Salvador, Slides 2018).

É bom lembrar que a mediação, entretanto, não visa pura e simplesmente ao


acordo, mas atingir a satisfação dos interesses e das necessidades dos envolvidos no
conflito. Em outras palavras, a mediação é um método de resolução de conflitos em
que um terceiro independente e imparcial coordena reuniões conjuntas e
separadas com as partes envolvidas em conflito. E um dos seus objetivos é
estimular o diálogo cooperativo entre elas para que alcancem a solução das
controvérsias em que estão envolvidas (Braga e Sampaio, 2014).

O poder judiciário do século XXI ocupa uma posição significativa no que diz
respeito a cultura da paz, tem como dever quebrar paradigmas e velhos padrões
visando dessa forma desenvolver ações criativas para resolução de conflitos
inerentes a sociedade, buscando dessa forma a promoção da pacificação no seio
social. Entre todos os ferramentais disponíveis podemos destacar aqui a relevância
do papel pedagógico enquanto aporte utilizado para transformar os conceitos
sociais e viabilizar que através do dialogo e boa convivência possa existir uma
possível harmonia entre os integrantes do grupo social em questão. Partindo da
premissa que “já que as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos
homens que devem ser erguidas as bases da paz “conforme a constituição da
UNESCO agencia da ONU,é preciso trabalhar para a promoção educacional e suas
praticas visando criar como conseqüência um ambiente de paz, já que a educação
tem atributos transformadores, nada mais inteligente do que utilizá-la para
combater quaisquer raiz que possa incitar o confronto social entre os indivíduos e
seus núcleos.

Dado o poder transformador da educação o poder judiciário viu que de nada


adianta se pautar apenas nas normas técnicas jurídicas e deixar de lado fatores
que tem um papel significativo na vida do sujeito, e a educação assume um
importante papel já que como dizia Paulo Freire, a educação não transforma o
mundo mas sim as pessoas, e estas conseqüentemente mudam o mundo, aqui reside
uma das bases para seu estudo e uso como forte aliado evitando através da
conscientização o conflito entre partes buscando assim alocar cada individuo a
assumir seu papel antes o desenlace familiar ou seja ele qual for.

( Rocha, 2015), destaca a importância de inserir a educação parental como

instrumento no meio jurídico auxiliando nos processos conflitais, sugerindo a


pratica de uma educação que torne os sujeitos sensíveis em relação a ter empatia
para com o outro, trabalhando valores como senso de responsabilidade ,respeito as
diferenças e liberdade ,resgatando dessa forma a humanidade das pessoas que é o
elemento decisivo para implantação de uma cultura pacifica.

Oficinas Assistidas
Na Mediação assistida na primeira Oficina, pude perceber que no inicio havia um
pouco de tensão por parte de nós estagiários frente ao desafio e apreensão dos
participantes em relação ao que ia acontecer.

No decorrer do evento pude perceber menos tensão no ar, as crianças sorriam para
nós com mais freqüência e agiam de forma mais espontânea.

No fim do evento pude perceber que todos participantes estavam mais leves e
alegres, os pais das crianças já conseguiam se dirigir uns aos outros com um olhar
mais acolhedor e menos armados, como no início, também notei que no final do
evento, alguns pais saíram juntos e conversando e as crianças e adolescentes
estavam sorridentes.

Na Mediação assistida da segunda Oficina, notei que no início da Oficina, os


adolescentes estavam bem apreensivos em relação ao que ia acontecer, alguns
tinham insegurança para responder as perguntas e falavam bem baixinho e com
muita timidez.

No decorrer da Oficina pude perceber menos tensão no ar, os adolescentes já


conseguiam falar com menos vergonha e mais segurança, alguns até conseguiram
falar de situações pessoais e expor seus sentimentos.

No fim do evento pude perceber que os adolescentes estavam mais leves, já


conseguiam conversar entre si, trocar experiências uns com os outros, também
notei que no final do evento alguns pais estavam sentados juntos e conversando, e
as crianças e adolescentes estavam sorridentes e brincalhões.

Em ambas oficinas os participantes demonstraram gratidão, alguns agradeceram e


relataram o quanto esse evento havia agregado em suas vidas, pois passaram a
olhar os problemas através de outra perspectiva, com um olhar positivo e que a
partir daquele momento iam ser mais flexíveis e empáticos em relação ao outro, se
comunicar de forma não violenta, tornando as suas relações mais leves.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Tendo em vista tudo o que foi apresentado até aqui, pode dizer que a família tem papel
evidente de grande influencia no desenvolvimento de determinados padrões de
comportamentos na criança e no adolescente durante o processo de divorcio. Há uma
variação na forma que cada família vai reagir durante esse processo. Pais que são mais
agressivos, resistentes e rígidos no que diz respeito a esse evento vão ter mais
dificuldade em suportar e desenvolver capacidade de enfretamento. Há necessidade que
os pais desenvolvam maneiras positivas de lidar com o filhos nesse período delicado em
que sentimentos mal elaborados estão em jogo, e isso não é fácil, a Oficina veio
justamente auxiliar nesse momento de forma que os envolvidos possam desenvolver
competências para lidar melhor e atravessar de forma mais amena essa fase bem como
pacificar a situação de conflito ,a comunicação e a Práticas educativa positiva nesse
momento proporcionam aos filhos a organização de seu repertório comportamental
digerindo melhor as emoções emergentes nessa fase, em contrapartida práticas
negativas geram um repertório pobre em competência social e consequentemente a
comportamentos antissociais como, por exemplo, o uso de drogas, assim dessa forma
diminui a possibilidade desse adolescente seguir por caminhos indevidos.

REFERÊNCIAS

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