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INFORMÁTICA

BÁSICA
Informática
É a ciência que se dedica ao tratamento da informação
mediante o uso de computadores e demais dispositivos de
processamento de dados. O sentido dessa expressão remete à ideia
de processamento da informação. Alguns profissionais da área
atribuem a origem da palavra “informática” à junção de duas
palavras: informação e automática, já que a informática é uma
ciência responsável pelo processamento automático de informação.

Informática é um termo usado para descrever o estudo e o


desenvolvimento das tecnologias de informação em prol das
pessoas, organizações e sociedades. A informática é um campo do
conhecimento que leva em conta as relações existentes entre as
pessoas e a informação por meio da construção de interfaces, novas
tecnologias e sistemas direcionados para a solução ou para a
automatização de problemas.
A informatização de eletrodomésticos e, até mesmo, de residências
está cada vez mais presente em nossa sociedade. Essas mudanças
são cada vez mais cotidianas e, por isso, é necessário que os nossos
conhecimentos de informática sejam constantemente atualizados.
Informática básica é o conjunto de conhecimentos e
habilidades mínimas para que um indivíduo seja parte do processo de
inclusão digital. Entre os conhecimentos da informática básica,
podemos destacar o conhecimento das peças fundamentais dos
computadores (hardware), funcionamento de cabos, fios e conexões
diversos, navegação em páginas da internet, utilização de
softwares de edição de texto, tabelas, gráficos, cálculos, edição
de vídeo e imagem, etc.
História e Evolução dos Computadores
A evolução dos computadores acompanhou a evolução da
sociedade durante os séculos século XX e XXI. Entretanto, a história
do computador não teve início apenas na modernidade.
Lembre-se que os computadores são aparelhos eletrônicos que
recebem, armazenam e produzem informações de maneira
automática.
Eles fazem parte do nosso cotidiano, sendo cada vez maior o
número de computadores usados no mundo.

História do Computador
A palavra “computador” vem do verbo

“computar” que, por sua vez, significa “calcular”. Sendo assim,


podemos pensar que a criação de computadores começa na idade
antiga, já que a relação de contar já intrigava os homens.
Dessa forma, uma das primeiras máquinas de computar foi o
“ábaco”, instrumento mecânico de origem chinesa criado no século V
a.C. É uma espécie de calculadora que realizava operações
algébricas.

No século XVII, o matemático

escocês John Napier foi um dos responsáveis pela invenção da "régua


de cálculo". Trata-se do primeiro instrumento analógico de contagem
capaz de efetuar cálculos logaritmos. Essa invenção foi considerada a
mãe das calculadoras modernas.

Por volta de 1640, o matemático francês Pascal inventa a


primeira máquina de calcular automática. Essa máquina foi sendo
aperfeiçoada nas décadas seguintes até chegar no conceito que
conhecemos hoje.

A primeira calculadora de bolso capaz de efetuar os quatro principais


cálculos matemáticos, foi criada por Gottfried Wilhelm Leibniz.
Esse matemático alemão

desenvolveu o primeiro sistema de numeração binário moderno que


ficou conhecido com "Roda de Leibniz".

A primeira máquina mecânica programável foi introduzida pelo


matemático francês Joseph-Marie Jacquard. Tratava-se de um tipo de
tear capaz de controlar a confecção dos tecidos através de cartões
perfurados.
George Boole (1815-1864) foi um dos fundadores da lógica
matemática. Essa nova área da matemática, se tornou uma poderosa
ferramenta no projeto e estudo de circuitos eletrônicos e arquitetura
de computadores.
Já no século XIX, o matemático inglês Charles Babbage criou
uma máquina analítica que, a grosso modo, é comparada com o
computador atual com memória e programas.
Através dessa invenção, alguns estudiosos o consideram o “Pai
da Informática”.
Assim, as máquinas de computar foram cada vez mais incluindo
a variedade de cálculos matemáticos (adição, subtração, divisão,
multiplicação, raiz quadrada, logaritmos, etc).
Atualmente é possível encontrar máquinas de computar muito
complexas.

Evolução dos Computadores


O computador, tal qual conhecemos hoje, passou por diversas
transformações e foi se aperfeiçoando ao longo do tempo,
acompanhando o avanço das áreas da matemática, engenharia,
eletrônica. É por isso que não existe somente um inventor.
Primeira Geração (1951-1959)

Os computadores de primeira geração funcionavam por meio de


circuitos e válvulas eletrônicas. Possuíam o uso restrito, além de
serem imensos e consumirem muita energia.
Um exemplo é o ENIAC (Eletronic Numerical Integrator and
Computer) que consumia cerca de 200 quilowatts e possuía 19.000
válvulas.

Segunda Geração (1959-1965)

Ainda com dimensões muito grandes, os computadores da


segunda geração funcionavam por meio de transistores, os quais
substituíram as válvulas que eram maiores e mais lentas. Nesse
período já começam a se espalhar o uso comercial.

Terceira Geração (1965-1975)

Os computadores da terceira geração funcionavam por circuitos


integrados. Esses substituíram os transistores e já apresentavam uma
dimensão menor e maior capacidade de processamento.
Foi nesse período que os chips foram criados e a utilização de
computadores pessoais começou.
Quarta Geração (1975-até os dias atuais)

Com o desenvolvimento da tecnologia da informação, os


computadores diminuem de tamanho, aumentam a velocidade e
capacidade de processamento de dados. São incluídos os
microprocessadores com gasto cada vez menor de energia.
Nesse período, mais precisamente a partir da década de 90, há
uma grande expansão dos computadores pessoais.
Além disso, surgem os softwares integrados e a partir da virada
do milênio, começam a surgir os computadores de mão. Ou seja, os
smartphones, iPod, iPad e tablets, que incluem conexão móvel com
navegação na web.

O que são hardware e software ?


Todos os aparelhos ou dispositivos tecnológicos, como
computadores ou smartphones, são constituidos de hardware e
software.
Hardware são as partes físicas do equipamento e software é o
conjunto de programas ou aplicativos, instruções e regras que
permitem ao equipamento funcionar.
Computador: Máquina composta de um conjunto de partes
eletrônicas e eletromecânicas capaz de receber, armazenar, tratar e
produzir informações de forma automática, com grande rapidez e
precisão.
O gabinete: é o compartimento responsável por sustentar e proteger
os dispositivos internos que compõe o seu computador. É aquela
espécie de caixa que abriga a Placa Mãe, Fonte de Alimentação,
Memória Ram, DVD ROM,O HD, CPU, além de ser o local que abriga as
portas de entrada USB.
O teclado é o principal periférico de entrada do computador. Nele se
encontram os principais comandos pelos quais se operam um
computador.

O monitor é um dispositivo de saída do computador, cuja função é


transmitir informação ao utilizador através da imagem.

Mouse: O mouse é um dispositivo muito simples. Na

maioria das vezes, ele é composto por dois botões e uma rodinha
(scroll) na parte superior, controles esse s que, combinados com
movimentos no plano horizontal permitem mover o cursor na tela do
PC e executar uma série de funções no PC, como selecionar
conteúdos, iniciar programas, acessar links na web etc.

Botão Esquerdo: é o mais usado, pois é o que geralmente envia


algum comando imediato ao PC. Clicar sobre ele sempre fará o
sistema operacional realizar alguma ação.

Botão Direito: é utilizado para dar acesso a funções secundárias e,


na maior parte das vezes exige uma interação adicional do usuário
para que realize alguma função. Este botão do mouse funciona como
uma espécie de coringa, assumindo diferentes funcionalidades
dependendo do momento em que é acionado. Ele pode dar acesso a
um submenu com informações de edição (copiar, colar, recortar), ou
então ações diretamente relacionadas ao aplicativo em questão
(como enviar uma mensagem, por exemplo).

Rodinha (Scroll): tem a função de movimentar o cursor


rapidamente na tela, seguindo o movimento que é feito com ela. Girá-
la, por exemplo, na direção do usuário, fará com que o conteúdo da
tela se movimente para cima (seja em um texto ou página da web).

Impressora ou dispositivo de impressão é um

periférico que, quando conectado a um computador ou a uma rede de


computadores, tem a função de dispositivo de saída, imprimindo
textos, gráficos ou qualquer outro resultado de uma aplicação.
CPU é a sigla inglesa de “Central Processing

Unit”, ou “Unidade Central de Processamento”, em português. Ela


recebe este nome porque, de fato, é onde todas as operações do
computador são processadas. Por causa disso, o chip onde ficam
localizados os elementos da CPU é chamado de processador,
popularmente conhecido como o “cérebro do computador”.

Disco rígido ou disco duro, popularmente

chamado também de HD (hard disk ), "memória de massa" ou ainda


de "memória secundária" é a parte do computador onde são
armazenados os dados. O disco rígido é uma memória não-volátil, ou
seja, as informações não são perdidas quando o computador é
desligado, sendo considerado o principal meio de armazenamento de
dados em massa.

Memórias - A diferença entre ROM e RAM

É que a ROM é uma forma de memória não volátil, o que


significa que retém informações mesmo quando o computador é
desligado. A RAM, por outro lado, é considerada memória volátil. Ele
contém dados desde que o computador esteja funcionando.

Periféricos de entrada, saída e entrada e saída


Os dispositivos de entrada são os que inserem informações
em um computador a partir de uma fonte externa. Exemplos incluem:
teclado, mouse, microfone, scanner e telas sensíveis ao toque.
Já os dispositivos de saída são os aparelhos usados por um
computador para comunicar informações. Estas em formato utilizável
ao usuário. Exemplos incluem: monitores de vídeo, alto-falantes,
caixas de som, sensores, óculos de realidade virtual e impressoras.
De entrada e saída (ou mistos): enviam e recebem informação do
computador: monitor tátil, drive gravador de CD e DVD, modem.
Aprendendo a ligar e desligar
Para ligar o computador é simples!
1)Simplesmente pressionamos o botão Power no gabinete.
2) Aguardamos o computador carregar todas às informações
necessárias para iniciar.
3)Digitamos o login, ou seja, o nome de usuário e a senha.
Obs: a senha pode ser letras e números

Desligando o computador:
1)Na Área de Trabalho nós abriremos o Menu Iniciar.
2)No Menu Iniciar localizaremos o botão , clicando uma vez.
3) O computador abrirá uma tela, na qual pedirá que você confirme a
operação desejada.
4) Após clicar em Desligar, o computador desligará
automaticamente.

SOFTWARE

São programas de computador, ou seja, a parte visual para o


usuário. Um software é feito através de uma sequência de instruções,
que chamamos de código - fonte. O hardware interpreta essa
sequência e executa o programa, exibindo para o usuário na tela.
Utilizamos software tanto para tarefas do cotidiano como para o
gerenciamento e controle de equipamentos.
Os softwares são classificados em três tipos: Básico, Utilitários e
Aplicativos .
Veja abaixo quais são as 03 classificações para um software:
Software Básico – é o programa considerado essencial para o
funcionamento de um computador. Sem ele o computador não
funciona.
Exemplo de software básico: Sistema Operacional Windows e Linux.
Software Utilitário – é qualquer programa não obrigatório para o
funcionamento do computador, porém, é considerado extremamente
útil para o seu bom funcionamento.
Exemplo de Utilitário: Anti-vírus.
Software Aplicativo – são programas que tem aplicações práticas
para o usuário. Também não são obrigatórios para o funcionamento
do computador, porém, quando instalados, oferecem praticidade para
os usuários.
Exemplo de Aplicativos: Word, Excel, Power Point, navegadores e
jogos.

Sistemas Operacionais:
É o principal software do computador, responsável pelo
gerenciamento de recursos, periféricos, e a execução de aplicativos,
utilitários e compiladores. O sistema operacional é a interface entre o
usuário e o computador. Existem diversos tipos de sistemas
operacionais, os mais conhecidos são: Windows, Linux, Mac OS,
Solaris entre outros.

História do Linux
Linux é uma cópia do Unix, feito por Linus Torvalds, junto com
um grupo de hackers pela Internet. Seguindo o padrão POSIX (família
de normas definidas para a manutenção de compatibilidade entre
sistemas operacionais), padrão usado pelas estações UNIX e
desenvolvido na linguagem de programação C.
Em 1991, Linus Torvalds, finlandês, criou um clone do sistema
Minix (sistema operacional desenvolvido por Andrew Tannenbaun que
era semelhante ao UNIX), que o chamou de Linux.
LINUS + UNIX = LINUX.

Principais Características do Linux


Software livre: segundo a Free Software Foundation (Fundação
para o Software Livre), é considerado livre qualquer programa que
pode ser copiado, usado, modificado e redistribuído de acordo com as
necessidades de cada usuário. Em outras palavras, o Software é
considerado livre quando atende a esses quatro tipos de liberdades
definidas pela fundação. Nada impede que um desenvolvedor cobre
pelas modificações feitas, pois há custos como em qualquer outra
atividade, porém a diferença está na filosofia do Software Livre, a
qual visa o espírito de liberdade e não o lucro.

Multiusuário: permite que vários usuários acessem o sistema ao


mesmo tem-
po. Geralmente o conceito se aplica a uma rede, em que podemos ter
um servidor e várias pessoas acessando simultaneamente.
Código aberto (Open Source): qualquer pessoa pode ter acesso ao
código-
-fonte (receita) do programa.
Multitarefa: permite que diversos programas rodem ao mesmo
tempo, ou seja, você pode estar digitando um texto no Libre Office
Writer e ao mesmo tempo trabalhar na planilha de vendas do Calc,
por exemplo. Sem contar os inúmeros serviços disponibilizados pelo
Sistema que estão rodando em background (segundo plano) e você
nem percebe.

Licença de uso (GPL): GPL (licença pública geral) permite que os


programas
sejam distribuídos e reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do
autor, de
forma a não permitir que essa informação seja usada de uma maneira
que limite as liberdades originais. A licença não permite, por exemplo,
que o código seja apoderado por outra pessoa, ou que sejam
impostas sobre ele restrições que impeçam que seja distribuído da
mesma maneira que foi adquirido.
A GPL baseia-se em 4 liberdades, são elas:
• Liberdade 0 – Liberdade para executar o programa para quaisquer
propósitos;
• Liberdade 1 – Liberdade para estudar como o programa trabalha e adaptá-lo
às suas necessidades. Ter acesso ao código-fonte é essencial para isso;
• Liberdade 2 – Liberdade de redistribuir cópias de forma que você
possa ajudar outras pessoas;
• Liberdade 3 – Liberdade para melhorar o programa e disponibilizar as
melhorias para o público, de forma que toda a comunidade possa se
beneficiar disso. Ter acesso ao código-fonte é essencial também para
isso.

As Distribuições Linux
Você já percebeu que o Linux possui dezenas de distribuições?
Ficamos às vezes até perdidos com toda essa quantidade de nomes,
que são bem variados.
Algumas empresas e organizações de voluntários decidiram
juntar os programas do Linux em “pacotes” próprios aos quais elas
dão suporte. Esses “pacotes” são chamados distribuições. O Linux se
refere ao Kernel, já o conjunto de aplicativos que são executados no
Kernel chama-se distribuição.

As mais famosas distribuições do Linux são: Red Hat, Ubuntu,


Conectiva, Mandriva, Debian, Slackware, Fedora, Open Suse, Apache
(WebServer), Fenix, Kurumim, Kali, Kalango, Turbo Linux, Chrome –
OS, BackTrack, Arch Linux e o Android (Linux usados em dispositivos
móveis, Smartphones, Tablets, Relógios etc.).

Entendendo as Permissões no Linux


As permissões são um dos aspectos mais importantes do Linux
(na verdade, de
todos os sistemas baseados em Unix). Elas são usadas para vários
fins, mas servem principalmente para proteger o sistema e os
arquivos dos usuários. Manipular as permissões é algo muito
interessante, tanto quanto complexo. Mas tal complexidade não deve
ser interpretada como dificuldade, e sim como grande variedade de
configurações, o que permite criar vários tipos de proteção de
arquivos e diretórios.
Como você deve saber, somente o superusuário (root) tem
ações irrestritas no
sistema, justamente por ser o usuário responsável pela configuração,
administração e manutenção do Linux. Cabe a ele por exemplo,
determinar o que cada usuário pode executar, criar, modificar etc.
Naturalmente, a forma usada para determinar o que o usuário pode
fazer é a determinação de permissões.

Aplicativos
Basicamente, para qualquer programa que você utilizava no
Windows, existe uma alternativa no Linux. A tabela abaixo propõe-se
a oferecer algumas destas alternativas:
O que é o Xubuntu ?

O Xubuntu é um sistema operativo, baseado no Ubuntu, desenvolvido


por uma comunidade.
O Xubuntu é um sistema operativo elegante e fácil de usar. O
Xubuntu vem com o Xfce, que é um ambiente gráfico de trabalho
estável, leve e configurável.
É perfeito para aqueles que querem obter o máximo partido dos seus
desktops, laptops e netbooks. Possui um visual moderno e recursos
suficientes para um uso diário eficiente. Também funciona bem em
hardware antigo.
Conhecer o seu ambiente de trabalho

Quando o computador concluir a inicialização, e depois de


introduzir os seus dados de acesso, irá entrar no desktop Xubuntu. Ele
inclui muitas características para tornar a sua vida mais fácil, vale a
pena o tempo despendido para ficar a conhecê-lo.

Ambiente de trabalho
O ambiente de trabalho do Xubuntu tem um único painel
localizado na parte superior do ecrã.

O painel é usado para iniciar e alternar entre aplicações e

para receber informações sobre o seu sistema. No lado esquerdo do


painel verá o logótipo do Xubuntu, Ao clicar neste ícone abrirá o
Menu, oferecendo-lhe muitas opções de aplicações. Ao longo da parte
inferior da janela do menu estão os ícones para Definições, Bloquear
ecrã e Sair.

A seção central do painel é dedicada aos botões das janelas


para as aplicações abertas. No extremo direito está o relógio,
exibindo a data e a hora. Para a esquerda disso está a Área de
notificação . Aqui irá ver os indicadores que lhe dão informações
sobre o sistema, incluindo conectividade de rede, o nível de volume
de som, estado da bateria (quando apropriado), mensagens
instantâneas. Alguns ícones de notificação só aparecerão na medida
do necessário, por exemplo quando estão disponíveis atualizações de
software.

O ambiente de trabalho padrão tem apenas três ícones:

Pasta pessoal, Sistema de ficheiros e Lixo (ícones de


dispositivos removíveis, como CDs ou unidades flash aparecerão se
qualquer um desses dispositivos estiver presente). Pode personalizar
a sua área de trabalho clicando com o botão direito do rato numa
área vazia e escolher Definições do ambiente de trabalho... A partir
daí pode alterar o papel de parede e modificar o comportamento de
menus e ícones.

Personalizar a aparência
Se desejar personalizar a aparência do seu sistema Xubuntu, as
opções são imensas. Aqui estão alguns bons pontos de partida.

Alterar o seu papel de parede


Pode facilmente mudar o fundo do seu ambiente de trabalho

navegando até → Definições→Ambiente de trabalho, ou


alternativamente, clicando com o botão direito do rato no seu
ambiente de trabalho e selecionando a opção Definições do ambiente
de trabalho... Quando tem múltiplas áreas de trabalho, pode optar por
ter o mesmo fundo em todas as áreas de trabalho, ou usar um fundo
diferente para cada área de trabalho desmarcando Aplicar a todas as
áreas de trabalho.
Uma vez aberta a janela de configuração do Ambiente de
trabalho , a aba Fundo dá-lhe opções para configurar o visual do
fundo do seu ambiente de trabalho. Pode optar por usar uma única
imagem ou várias imagens como papel de parede ou pode utilizar um
esquema de cores.

Suspender e Hibernar

De modo a economizar energia, pode colocar o seu computador


em um dos vários modos de economia de energia quando não estiver
a utilizá-lo:
• Suspender um computador é como colocar o computador a dormir. O
computador continuará ligado e todo o seu trabalho será deixada em
aberto, mas irá usar muito menos energia. Pode ativar o computador
pressionando uma tecla ou clicando o rato.

• Hibernar é desligar o computador completamente enquanto guarda o


estado atual do computador (tal como manter todos os seus
documentos abertos). Quando ligar o computador novamente após a
hibernação, todo o seu trabalho deverá ser restaurado tal como
estava antes da hibernação. Não é consumida energia quando o
computador está em hibernação.

• Retomar é trazer o computador de um modo de economia de energia


de volta ao funcionamento normal. Pode retomar o computador do
estado de suspensão pelo pressionar de um botão do teclado ou
clicando com o rato. Pode retomar do estado de hibernação
pressionando o botão de alimentaçãono computador.

Pode colocar manualmente o seu computador em modo de

economia de energia pressionando → Sair...e então, pressionando


o botão apropriado.

Ratos e Teclados
Ao instalar o Xubuntu, é-lhe dada a opção de selecionar o

tipo de teclado e linguagem. Durante a instalação, os dispositivos


apontadores deverão ser automaticamente detectados e
configurados. Se quiser ou precisar de alterar as configurações de
qualquer um destes dispositivos após a instalação, pode fazê-lo indo
a → Definições→ Rato e Painel de toque ou → Definições→
Teclado.

As opções para ratos e painéis de toque incluem:


• Orientação do botão
• Velocidade do ponteiro e sensibilidade
• Sensibilidade do duplo clique
• Tema do cursor
Algumas das opções para configurar o teclado incluem:
• Estado da tecla Num Lock no arranque
• Velocidade de repeticão de tecla e atraso
• Velocidade de intermitência do cursor
• Atalhos de teclado de aplicações
• Esquema de teclado e linguagem

Personalizar a sua informação pessoal


O Mugshot é um utilitário leve de configuração de utilizador

que permite definir facilmente a imagem do perfil de utilizador e


detalhes do seu perfil de utilizador em todas as aplicações
suportadas.
Para iniciar o Mugshot navegue até → Definições→ Sobre Mim.

Para alterar sua imagem de perfil, clique no botão da imagem à


esquerda da GUI, selecione uma das opções apresentadas e siga as
instruções.
Nota
O Mugshot requer a instalação do pacote gstreamer1.0-tools
para usar o recurso Capturar a partir da câmera…

Personalizar a aparência

Se desejar personalizar a aparência do seu sistema Xubuntu, as


opções são imensas. Aqui estão alguns bons pontos de partida.
Alterar o seu papel de parede
Pode facilmente mudar o fundo do seu ambiente de trabalho

navegando até → Definições→ Ambiente de trabalho , ou


alternativamente, clicando com o botão direito do rato no seu
ambiente de trabalho e selecionando a opção Definições do ambiente
de trabalho…Quando tem múltiplas áreas de trabalho, pode optar por
ter o mesmo fundo em todas as áreas de trabalho, ou usar um fundo
diferente para cada área de trabalho desmarcando Aplicar a todas as
áreas de trabalho.

Uma vez aberta a janela de configuração do Ambiente de


trabalho, a aba Fundo dá-lhe opções para configurar o visual do fundo
do seu ambiente de trabalho. Pode optar por usar uma única imagem
ou várias imagens como papel de parede ou pode utilizar um
esquema de cores.

Armazenamento de dados (código binário) Unidades:

A forma como a arquitetura de um processador foi


elaborada faz assumindo valores 0 (zero) e 1 (um). Isso significa
que para cada ordem que mandamos o processador executar,
ele realiza milhares de operações apenas usando 0 e 1.

Então a menor unidade de informação que um computador


pode armazenar é 0 (zero) ou 1(um). Este tipo de informação
chamamos de BIT (do inglês BinaryDigit), que é uma
Linguagem de Máquina usada pelos computadores.
Para cada informação, o computador utiliza diversos zero e 1
seguidos.
Ex: 00110110

Para quantificar a memória do equipamento utilizamos uma


unidade de medida padrão na informática, ou seja, o Byte
(BynaryTerm, ou Termo Binário), que é o conjunto de 8 Bits. Um
caractere, ou uma letra, associamos um Byte. Na tabela abaixo
veremos como são representados os Bytes:

Tabela de Armazenamento dos Principais Discos

Existem mídias de DVD e Blu-Ray que podem chegar a


capacidades maiores, porém são mais raras no mercado.
O Pen Drive, HD e o SSD estão sempre aumentando as suas
capacidades, podendo ser lançados com valores maiores do que os
mencionados na tabela.

Algumas nomenclaturas:
CD-R/DVD-R/BD-R = Recordable (gravável): os dados só podem ser
gravados
uma única vez, não sendo possível apagá-los ou alterá-los.
CD-RW/DVD-RW/BD-RW = Recordable Rewritable (regravável): os
dados podem ser gravados e regravados novamente, apagando e
acrescentando quando necessário.

SALVANDO UM DOCUMENTO
Após realizar um trabalho, seja ele desenho, texto, planilha ou
que for, podemos salvar o documento para que possamos utilizá-lo
novamente mais tarde. O processo de salvamento consiste em copiar
o trabalho da MEMÓRIA RAM (que é temporária) para o HD
(armazenamento permanente). MEMÓRIA RAM programas e arquivos
em uso HD

Pasta é onde os arquivos e subpastas ficam organizados em um


disco (HDs, pendrives, drives de disquetes, drives de CD / DVD-ROM,
cartões de memória, etc).

Arquivo é um conjunto de informações nomeadas, armazenadas e


organizadas em uma mídia de armazenamento de dados. O arquivo
está disponível para um ou mais programas de computador, sendo
essa relação estabelecida pelo tipo de arquivo, identificado pela
extensão recebida no ato de sua criação ou alteração. De forma muito
objetiva podemos dizer que um arquivo possuí pelo menos três
características que os definem: nome, tipo (extensão)e tamanho.

CRIANDO PASTAS
Para criar uma nova pasta, basta

acessar o local onde quer que ela seja criada (por exemplo dentro da
pasta “Documentos”) e clicar com o botão direito do mouse em um
espaço em branco na tela e, após, clicar na opção “criar pasta ”.
Imediatamente após isso, você já pode escrever o nome desta pasta
e teclar Enter.

Copiando ou movendo arquivos e pastas


Arquivos e pastas podem ser copiados ou movidos para um
novo local arrastando e soltando com o mouse, usando os comandos
copiar e colar, ou usando atalhos de teclado.
Por exemplo, você pode querer copiar uma apresentação para
um pendrive, para poder levá-la ao trabalho com você. Ou você
poderia fazer uma cópia de segurança de um documento antes de
fazer alterações nele (e, assim, usar a cópia antiga se não gostar das
suas mudanças).
Estas instruções se aplicam tanto a arquivos como a pastas.
Você copia e move arquivos e pastas exatamente da mesma forma.

Copiar e colar arquivos


• Selecione o arquivo que queira copiar clicando nele uma vez.
• Clique com botão direito e escolha Copiar ou pressione Ctrl+C.
• Navegue para outra pasta, onde que você queira colocar a
cópia do arquivo.
• Clique no botão de menu e escolha Colar para finalizar a cópia
do arquivo, ou pressione Ctrl+V. Agora haverá uma cópia do
arquivo na pasta original e na outra pasta.

Recortar e colar arquivos para movê-los

• Selecione o arquivo que queira mover, clicando nele uma vez.


• Clique com botão direito e escolha Recortar, ou pressione
Ctrl+X.
• Navegue para outra pasta, para onde você queira mover o
arquivo.
• Clique no botão de menu na barra de ferramentas e escolha
Colar para finalizar a movimentação do arquivo, ou pressione
Ctrl+V. O arquivo será retirado de sua pasta original e movido
para outra pasta.

Arrastar arquivos para copiar ou mover


• Abra o gerenciador de arquivos e vá para a pasta que contenha o
arquivo que queira copiar.
• Clique em Arquivos na barra superior, selecione Nova janela (ou
pressione Ctrl+N) para abrir uma segunda janela. Lá, navegue até a
pasta para a qual você queira mover ou copiar o arquivo.
• Clique e arraste o arquivo de uma janela para outra. Isso irá movê-
lo se o destino estiver no mesmo dispositivo, ou irá copiá-lo se o destino
está em um dispositivo diferente.
Por exemplo, se você arrastar um arquivo de um pendrive USB
para sua pasta pessoal, ele será copiado, porque vocAbra o
gerenciador de arquivos e vá para a pasta que contenha o arquivo
que queira copiar.do de um dispositivo para outro.
Você pode forçar o arquivo a ser copiado se mantiver
pressionada a tecla Ctrl enquanto arrasta o arquivo, ou forçá-lo a ser
movido se mantiver pressionada a tecla Shift enquanto arrasta.
Internet

Para que você possa compreender o que é a Internet, imagine


vários computadores, todos ligados por um fio que percorre o mundo
inteiro, ligando cada um destes computadores e permitindo que eles
possam trocar informações uns com os outros.
A internet é uma grande rede de computadores espalhada por
todo o planeta, interligada por diversas linhas de telefone, satélites, e
muitas outras formas, para a troca de informações e serviços, unindo
pessoas, governos, órgãos culturais, entidades e empresas de todos
os tipos.
A comunicação via Internet pode ser de diversos tipos:
Dados
Voz
Vídeo

História da Internet

A internet surgiu no final da década de 1960, durante a


Guerra Fria. O departamento de defesa dos Estados Unidos criou
uma rede de comunicações, chamada de ARPANET (Advanced
Research Projects Agency Network).

Assim, no dia 29 de outubro de 1969 foi estabelecida a primeira


conexão entre a Universidade da Califórnia e o Instituto de Pesquisa
de Stanford. Foi um momento histórico, uma vez que o primeiro e-
mail foi enviado.
Já na década de 90, o cientista, físico e professor britânico Tim
Berners-Lee desenvolveu um navegador ou browser, a World Wide
Web (www), a Rede Mundial de Computadores – Internet.

Internet no Brasil

A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em


1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação
acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Até hoje a RNP é a rede principal, também conhecida como
“backbone” e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP,
FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc.
Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL (Empresa
privada de telefonia) lançou o serviço experimental a fim de conhecer
melhor a Internet.
E somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do
Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia,
a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da
população brasileira.
A partir de 1997, iniciou-se uma nova fase na Internet brasileira.
O aumento de acessos à rede e a necessidade de uma infra-estrutura
mais veloz e segura levou a investimentos em novas tecnologias.
Entretanto, devido a carência de uma infra-estrutura de fibra
óptica que cobrisse todo o território nacional, primeiramente, optou-
se pela criação de redes locais de alta velocidade, aproveitando a
estrutura de algumas regiões metropolitanas.
Como parte desses investimentos, em 2000, foi implantado o
backbone RNP2 com o objetivo de interligar todo o país em uma rede
de alta tecnologia.
Atualmente, o RNP2 conecta os 27 estados brasileiros e interliga
mais de 300 instituições de ensino superior e de pesquisa no país,
como o INMETRO e suas sedes regionais.
Outro avanço alcançado pela RNP ocorreu em 2002. Nesse ano,
o então presidente da república transformou a RNP em uma
organização social.
Com isso ela passa a ter maior autonomia administrativa para
executar as tarefas e o poder público ganha meios de controle mais
eficazes para avaliar e cobrar os resultados. A história da internet,
assim, gera um novo capítulo na história da humanidade.

Estrutura da Internet

A estrutura praticamente é sempre a mesma, nosso


computador se conecta a rede de um provedor de acesso, e a rede
do provedor de acesso se conecta a um dos backbones de cada
país, que por sua vez, recebe o sinal através de satélites ou cabos
submarinos.

A velocidade da Internet é muito maior nos provedores de acesso e


backbones do que no local onde está localizado o seu computador.
Então, para que os

computadores possam se comunicar entre si, eles precisam de


uma linguagem comum, essa linguagem de comunicação é
formada por dois componentes:

Cada computador recebe um número de identificação,


chamado IP, que é exclusivo, sendo que dois computadores não
podem possuir o mesmo número, ou seja, o mesmo IP.
O TCP cuida para que as informações pedidas por um
computador a outro computador, cheguem sem erros e com
segurança, cito como exemplo: seria como uma estrada que liga
duas cidades, cada cidade seria um IP e a estrada o protocolo TCP
que faria a ligação entre as duas cidades, sem errar o caminho.

Conexão

A conexão dos computadores à internet é feita através dos


Provedores de Acesso (Empresa que tem instalada uma conexão
de alta capacidade, com uma grande rede de computadores, e que
disponibiliza aos usuários o acesso a essa rede, por meio de linhas
telefônicas ou cabos, que cobram ou não pelo serviço).

Internet: tipos, curiosidades e evolução

O mundo vem evoluindo cada dia mais, de forma cada vez


mais virtual. Hoje as pessoas são capazes de fazer várias coisas ao
mesmo tempo apenas com uma única conexão. Não
conseguiríamos imaginar a vida atual sem a instantaneidade e
facilidades da internet.
Assim como o planeta, a internet vem passando por
transformação. É possível ver, facilmente, as mudanças que o
mundo digital sofreu nos últimos anos. No começo, quando surgiu
as primeiras conexões, elas eram lentas, chiavam e limitavam
muito os acessos e o alcance. Atualmente, elas estão cada vez
mais rápidas e móveis, permitindo uma navegação com mais
qualidade e eficiência onde quer que estejamos.
Mas você sabia que existe vários tipos de internet? Abaixo
vamos conhecerum pouco da evolução dessa criação humana
interativa que revolucionou o mundo e as novas gerações.

1) Dial modem:
É a famosa conexão discada. Para quem não lembra, um dos
tipos de internet que deu pontapé na criação de redes no Brasil.
Apesar de antiquada, ela ainda é usada em algumas ocasiões.
Os internautas ficavam bastante insatisfeitos com
a velocidade desse tipo de internet, que só conseguia alcançar
56,6 kbps. Além disso, costumava emitir um barulho chato e
irritante quando se conectava, além de cair a conexão sempre que
alguém tirava o telefone do gancho.
Como se tratava de uma internet feita através da linha telefônica,
o computador precisava ficar perto da tomada ou ao alcance do
fio, limitando a distância.

2) xDSL:
Um avanço da Internet foi a criação do xDSL (Digital
Subscriber Line ou linha de assinante digital). Essa conexão passou
a permitir um acesso até cinco vezes mais rápido e conseguir falar
ao telefone sem que a conexão caísse.
Apesar de ainda utilizar a linha do telefone, ela era conectada a
um modem específico, acabando de vez com a necessidade de
fazer ligações para a operadora. Assim, o internauta precisava
apenas pagar uma mensalidade para a empresa que liberava o
sinal.

3) Internet a Cabo, Convencional ou conhecida como Banda


Larga:
Algumas empresas resolveram pegar a tecnologia da TV a cabo e
implantar à internet. Com isso, o uso da linha telefônica podia ser
dispensado, dando mais liberdade ao usuário.
A velocidade também foi estendida, melhorando o acesso.
Além disso, a internet a cabo facilitou a criação de redes de
computador, permitindo que a conexão fosse dividida em múltiplas
máquinas.
O problema desta conexão, que é usada até hoje, é que ela
necessita de um modem especial para receber o sinal, mas
costuma ser bem eficaz.

4) Wi-Fi:
O Wi-Fi veio para dar uma nova versão à banda larga comum
através de um roteador especial. É considerada uma rede, pois
precisa de uma conexão com fios para criar o ponto de acesso.
O sinal é enviado através de uma frequência que pode
chegar até 54 Mbps no raio de alguns metros.
O Wi-Fi se tornou um dos tipos de internet mais popular, por
isso, acabou sendo adaptado aos celulares e computadores
domésticos que passaram a usar wireless para captar o sinal.
5) Via Fibra Óptica
Esse tipo de internet é todo feito com cabos de fibra óptica
que possibilitam uma maior velocidade no envio de dados sem
perda de sinal e qualidade.
A internet via fibra óptica processa informações na
velocidade da luz e conta com uma tecnologia que converte
energia luminosa em energia elétrica ou sonora. As redes de fibra
óptica permitem que os sistemas de transmissão sejam maiores,
com maior largura de banda. Além disso, geram dados em maior
velocidade de internet e são de fácil instalação.
Esse modelo de cabo está servindo como substituto dos
cabos de cobre, que já apresentam deficiência para estruturação
de grandes redes. Os cabos de cobre acabam perdendo a potência
do sinal transmitido conforme a distância, além de sofrerem mais
deterioração do que as fibras ópticas. Uma das maiores vantagens
em utilizar esse tipo de conexão é sua alta velocidade de internet,
que transmite dados em grande volume e por distâncias maiores.

6) Via Rádio ou 1G:


A internet via rádio tem o sinal transmitido através das
antenas. Essa tecnologia transmite voz e dados, o que permite que
você acesse a internet e fale com qualquer pessoa em qualquer
lugar do mundo. A maior vantagem é que ela dispensa o uso de
cabo, fios e, até mesmo, modem. Dessa forma, o sinal é enviado e
recebido através de uma torre de transmissão fixada em um ponto
estratégico.
Muita gente acha que por ser apenas via rádio a internet cai
o tempo todo, porém, isso acontecia anos atrás quando pessoas
não preparadas trabalhavam com isso. O que não acontece mais.
A tecnologia de rádio para celulares surgiu nos Estados
Unidos durante os anos 80, com o lançamento da rede de celular
AMPS (do inglês: Advanced Mobile Phone Service). Ela usava o
FDMA (Frequency Division Multiplexing Access) para transmitir voz
através do sinal analógico. É considerada a primeira geração móvel
(1G). É o sinal de telefonia analógico.

7) Tecnologia 2G:
A segunda geração (2G) surgiu na década de 90, quando as
operadoras móveis implantaram dois padrões concorrentes de
sinal digital para voz: o GSM (Global System for Mobile
Comunications) e o CDMA (Code Division Multiple Access). É nessa
época que surgiu o celular no Brasil, apesar de que ele só ficaria
popular a partir do ano 2000.
Por aqui, a única grande operadora a adotar o CDMA foi a
Vivo, enquanto Oi, Tim, Claro e Brasil Telecom (comprada pela Oi)
adotaram a GSM. Ambas as tecnologias transmitem voz e dados.
Anos depois, a Vivo abandonou o CDMA frente à popularização do
GSM no Brasil e hoje não utiliza mais a tecnologia. No mundo todo,
apenas os Estados Unidos e alguns países da Ásia ainda utilizam o
CDMA.
O 2G ficou bastante conhecido porque foi a época que houve
a troca do analógico para digital. Foi possível, por exemplo, enviar
e receber os famosos SMS’s (Short Message Service) – serviço de
mensagens curtas. Além disso, os aparelhos celulares reduziram
seu tamanho e passaram a consumir menos bateria.

8) Internet 3G:
O 3G veio para revolucionar o uso da internet nos
dispositivos móveis. Ele funciona com a internet a rádio. O
crescimento do 3G foi tanto que recebeu adaptação
para notebook. Assim, os usuários são capazes de acessar a
internet sem problema.
A tecnologia 3G aprimorou a transmissão de dados e voz,
oferecendo velocidades maiores de conexão, além de outros
recursos, como vídeochamadas, transmissão de sinal de televisão,
entre outros serviços.
Ela pode ser contratada por meio das grandes operadoras de
celular (Vivo, Tim, Claro e OI) e dependendo muito da sua região
ela pode ou não ter um bom sinal, mas a velocidade nunca será
muito grande.

9) Internet 4G ou LTE:
A Internet 4G vem trazendo importantes avanços no que se
refere à velocidade de conexão e ao carregamento de dados.
A sigla 4G define a quarta geração de telefonia móvel e
funciona com a tecnologia LTE (Long Term Evolution) que se baseia
na transmissão de dados pela tecnologia WCDMA e GSM, porém
dando prioridade aos dados de internet, embora não descarte o
seu uso nas ligações por voz. Sua principal concorrente é o WiMax
(uma versão mais poderosa que o Wi-Fi, capaz de cobrir uma
cidade inteira e com uma taxa de transferência de dados
surpreendente).
Não são todas as localidades que possuem essa conexão.
Embora a operadora disponibilize o sinal, não é sempre possível
que ele chegue no seu aparelho. Além do que, aparelhos mais
antigos não são compatíveis a esse sinal. O 4G é uma conexão
mais rápida que a anterior, com taxas de download e upload mais
rápidas também.
As grandes empresas de celulares dispõem no próprio site,
um mapa para você saber se na sua região já está disponível o
sinal para cobertura do 4G.

10) Internet 5G:


O 5G é a futura geração da telefonia celular e já vem sendo
desenvolvida para substituir o 4G. Esta nova geração está prevista
para ser lançada e disseminada por volta de 2020, continuando
com o padrão de evolução das gerações anteriores.
A evolução desta geração prevê uma velocidade maior nos
dispositivos pessoais como tablets e smartphones – dez vezes
maior do que a velocidade da 4G. Mas não apenas isso, a
expectativa é que o 5G traga a estrutura necessária para que a
internet dos objetos seja uma realidade mundial.

Protocolo HTTP - HTTP (HyperText Transfer Protocol), que


em português, quer dizer: Protocolo de transferência de Hipertexto,
é o conjunto de regras que permite a transferência de informações
na Internet.

WWW (World Wide Web) (Do inglês world wide= mundial, ou


seja, de âmbito mundial + web = rede, ou seja, teia).

A WWW - World Wide Web que em português quer dizer Teia de


Alcance Mundial é o nome pelo qual ficou conhecida a internet. É
um serviço da Internet que permite o acesso a uma grande
quantidade de informações e dados.
A WWW revolucionou a Internet por possibilitar a construção de
páginas
gráficas, que podem ter fotos, animações, vídeos, sons e muitos
outros
recursos.

As

informações nas páginas estão organizadas de maneira


hipertextual, ou seja, as páginas estão ligadas entre si, através
de links. O único programa necessário para navegar na Internet é o
navegador ou Browser.

Links ou hiperlinks: são atalhos para acessar outros endereços na


Web ou também “pontes de ligação” entre documentos.
Para saber quando há um link em

uma página multimídia, basta posicionar o cursor do mouse sobre


um elemento gráfico ou uma palavra destacada com uma cor
diferente na página –o cursor do mouse muda para a forma de uma
mãozinha.

Browser ou Navegador: São programas que nos permitem


consultar páginas na Internet e navegar, passando de um ponto para
outro da mesma página ou de páginas diferentes, usando os links de
hipertextos, além de desfrutar e possibilitar a utilização de muitos
outros recursos. Os browsers mais conhecidos são: Opera, Chrome,
Internet Explorer, Firefox e o Safari.. Sem eles, seria quase
impossível ver o conteúdo das páginas que estão na Internet.

Site: Local na Internet identificado por um nome, constituído por


uma ou mais páginas, que podem conter textos, imagens e outros
recursos. Um site na Internet é formado por uma ou diversas
páginas.
Nomes de Domínio: Estes são endereços eletrônicos que
identificam um site na internet. Uma organização pode se registrar
com um nome de domínio que melhor descreva sua especificação.
Esse nome, no entanto, deve ser único.

Após a identificação do domínio há a identificação do referido país,


como: .br(para o Brasil), .fr(para a França), .us(para os Estados
Unidos).

Ex: crescabrasil.com.br
Abaixo segue a lista de alguns domínios:
com - comercial;
gov - governamental;
edu - educacional.
Org - organização;
ind - industrial
net - redes

Home Page - É a página de entrada de um site, ou seja, a página


de abertura.

URL ou Endereço Eletrônico: é o caminho que leva o browser


(navegador) até as páginas da Internet. Esse sistema de endereço
é também chamado de URL – Uniform Resource Locator, que
em português significa Localizador Uniforme de Recursos. As
partes que constituem um endereço eletrônico na Internet são
separadas por pontos:

Exemplo: http://www.melodia.com.br.

O que é E-mail

E-mail, email ou correio eletrônico - é um sistema de


comunicação baseado no envio e recebimento de mensagens
eletrônicas através de computadores pela Internet.
O e-mail, abreviatura de “electronic mail”, traduzido para
“correio eletrônico”, é uma ferramenta tecnológica conhecida por
quebrar barreiras geográficas. Ele permite a troca de mensagens
instantâneas entre pessoas de todo o mundo, desde que possuam
computadores ou outros dispositivos com tal funcionalidade e com
conexão à internet.

Formato do endereço eletrônico


É um endereço, único no planeta, constituído por
* login: ou usuário, ou conta. Designa um único usuário
associado a um provedor.
* @: O símbolo arroba, em inglês, significa "at" (em algum
lugar).
* endereço do provedor: designa o endereço do provedor.
Também é único.

O que é vírus?
Em termos mais técnicos, um vírus de computador é um tipo
de programa ou código malicioso criado para alterar a forma como
um computador funciona e desenvolvido para se propagar de um
computador para outro. Um vírus atua se inserindo ou se anexando
a um programa ou documento legítimo, que tenha suporte para
macros, a fim de executar o seu código. Durante esse processo,
um vírus pode potencialmente causar efeitos inesperados ou
prejudiciais, como danificar o software do sistema, corrompendo ou
destruindo os dados.

Aprenda as diferenças entre vírus, trojans, spywares e


outros
Quem usa um computador — ainda mais com acesso à
internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e,
de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que,
de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o
computador.
Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem
nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos
vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.

Malware
Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e
software, ou seja, programas maliciosos. São programas e
comandos feitos para diferentes propósitos: apenas iontinuar se
dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem
novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias
incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros
menos conhecidos. Vejamos um por um.
Vírus
Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o
assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas
mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.
Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade
de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se
espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um
vírus biológico faz.
Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece
porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado
através de uma ação do usuário.
Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma
carta de amor que se espalhou por email e é considerada
responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em
diversas empresas.
Worms
Um worm (verme, em inglês) de computador é um programa
malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários
computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo
(aí está a diferença entre vírus e worm).
Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e
espalhados em um processo totalmente automático e não precisar
se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam
modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir
banda de uma rede.
Trojan
Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em
português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar
ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um
arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois
da instalação, diversos outros programas ou comandos também
foram executados.
Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois,
em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não
temos conhecimento, forçadamente.
Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você
recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola
em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.
Rootkits
Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já
conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o
controle de um sistema operacional sem o consentimento do
usuário e sem serem detectados.
O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de
quase todos os programas antivírus através de um avançado
código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja
encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o
delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para
invadir um sistema sem ser pego.
Spywares
Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que
os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam
páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os
autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir
os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.
Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para
roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também
para a modificação de configurações do computador (como página
home do seu navegador).
Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas
empresas que desenvolveram programas específicos para acabar
com este tipo de malware.
Adware
O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu
computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são
programas que exibem, executam ou baixam anúncios e
propagandas automaticamente e sem que o usuário possa
interferir.
Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de
trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço
desejado.
Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de
software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e
demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a
intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.

Transferência de dados

A transferência de dados foi outro grande benefício obtido


com a Internet. A melhor e mais fácil maneira de transmitir dados
pela Internet é com o protocolo FTP (Protocolo de transferência de
Arquivos), que permite a transferência de grande volume de dados
em formato de arquivo de maneira fácil e padronizada entre os
computadores, sendo possível disponibilizarmos arquivos para
outros usuários copiarem ou para copiarmos arquivos de outros
usuários.

Praticamente todas as operações que realizamos em uma


rede de computadores dependem da comunicação entre duas
partes ou mais. No caso de páginas que são acessados pelo
navegador, por exemplo, existe o computador que está
disponibilizando as informações para serem acessadas e outro PC
que está requisitando estas informações.
Técnicos chamam a máquina que dispõe as informações de
“Servidor”, enquanto que os computadores que acessam as
páginas são chamados de “Clientes”. Durante visitas a uma página
no browser, informações são trocadas entre estas duas partes o
tempo todo, com o cliente realizando pedidos de imagens, textos,
vídeos e o servidor entregando o conteúdo.
O ato de enviar dados do servidor para o cliente é chamado
de download. Já o caminho inverso, quando a máquina do usuário
envia algum conteúdo para o “server” na internet, é chamado de
upload.
Você deve estar mais familiarizado com o termo Download do
que com o Upload justamente porque você passa muito mais
tempo baixando conteúdo da internet do que enviando para ela,
mas os dois processos são bastante similares.

Upload ou “salvar na nuvem”?


A nova tendência da “Cloud Computing”, ou “Computação
nas nuvens”, tem colocado o termo upload ainda mais em
evidência. Este serviço veio para facilitar a vida de quem tem
vários dados e arquivos que precisam estar acessíveis de qualquer
lugar ou mesmo para ajudar aqueles que têm pouco espaço na
máquina local.
O que é Lixo eletrônico
Lixo eletrônicoé todo e qualquer tipo de material produzido a
partir do descarte de equipamentos eletrônicos, como
eletroeletrônicos (computadores, celulares, tablets e etc) e
eletrodomésticos (geladeiras, fogões, microondas e etc).
O lixo eletrônico, conhecido por e-lixo ou RAEE (sigla de
Resíduos de Aparelhos Eletroeletrônicos), abrange também os
componentes que constituem os eletrônicos, como baterias e
pilhas (acumuladores de energia) e demais produtos
magnetizados.

O que é E-Commerce?
O e-commerce, que em português significa comércio eletrônico,
é uma modalidade de comércio que realiza suas transações
financeiras por meio de dispositivos e plataformas eletrônicas, como
computadores e celulares. Um exemplo deste tipo de comércio é
comprar ou vender produtos em lojas virtuais.
No início, o e-commerce era utilizado basicamente para vender
bens tangíveis com valores modestos, como: livros e CDs. Hoje, ele é
utilizado para comercializar desde produtos que custam milhões,
como: iates, carros de luxo e mansões, até produtos que há pouco
tempo eram inimagináveis pela sua incompatibilidade com este tipo
de comércio, como roupas, perfumes e alimentos.