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AULA 6 - CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: VISÃO GERAL E CICLO DA ÁGUA

Visão geral:

Os ciclos biogeoquímicos representam os processos de transferência de matéria (substâncias


químicas) entre os seres vivos (bio) e o ambiente (geo).

CICLO DA ÁGUA OU HIDROLÓGICO:


 Ciclo biológico ou grande: passagem de água pelos seres vivos;
 Ciclo curto ou pequeno: sem a participação de seres vivos.

O ciclo da água tem seu início com a evaporação das águas dos oceanos, lagos e rios. Essa
evaporação se dá por causa do calor provocado pelo Sol e pela ação dos ventos,
transformando a água do estado líquido para o estado gasoso.

O vapor de água, por ser mais leve que o ar, sobe na atmosfera formando nuvens.

Quando as nuvens são atingidas por temperaturas mais baixas, o vapor de água se condensa e
se transforma em gotículas que se precipitam de volta à superfície em forma de chuva.

Nas regiões muito frias, essas gotículas se transformam em flocos de neve ao se precipitarem.

As águas da chuva ficam retidas no solo nas áreas onde há vegetação. Essa água é usada
pelas plantas. Outra parte da água acaba indo para os rios e lagos.

A água não utilizada pelas plantas passa através de pedras permeáveis e acaba se dirigindo
para grandes reservatórios no subterrâneo, formando os chamados lençóis de água, que fluem
de volta para os oceanos.

A evaporação das águas da superfície terrestre é constante e novos ciclos se formam a todo
instante.

O homem, os animais e as plantas também contribuem para a formação de vapor de água,


por expiração durante o processo de respiração.

AULA 7 – CICLO DO CARBONO

Visão geral do ciclo do carbono


 Forma inorgânica disponível no ambiente para os seres vivos: CO2
Retirada do CO2 do ambiente: fotossíntese e quimiossíntese
 Devolução do CO2 para o ambiente: respiração, decomposição e combustão
 Importância biológica do carbono: esqueleto básico das substâncias orgânicas
 Importância ecológica do CO2: efeito estufa que possibilitou o aumento da diversidade
biológica
 Problema associados ao CO2: aquecimento global devido ao seu excesso na atmosfera.

Aula 8: Visão geral do ciclo do oxigênio:


 Forma inorgânica disponível no ambiente para os
seres vivos: O2
Retirada do O2 do ambiente: respiração, decomposição e combustão
 Devolução do O2 para o ambiente: fotossíntese
 Importância biológica do oxigênio: oxidação da glicose na respiração celular aeróbica
 Importância ecológica do O2: formação da camada de ozônio
 Problema associados ao O2: buraco na camada de ozônio e problemas de pele.

AULA 9 – CICLO DO NITROGÊNIO

Visão geral do ciclo do nitrogênio:

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 Forma inorgânica disponível no ambiente para os seres vivos: N
2 (78% do total da atmosfera)
 Importância biológica do nitrogênio: presente em substâncias orgânicas como proteínas e
ácidos nucléicos.

Detalhes do ciclo do nitrogênio:


 N 2 não é absorvido diretamente pela maioria dos seres vivos.
 Participação de bactérias em praticamente todas as etapas de transformação do nitrogênio.
 Etapas do ciclo: fixação - nitrificação - assimilação - decomposição (amonificação) -
desnitrificação.

O nitrogênio é um dos componentes vitais para a vida. Sua importância se deve aos
aminoácidos, proteínas, DNA e RNA fornecidos. O DNA e o RNA são materiais genéticos que
contêm informações determinantes dos caracteres hereditários transmissíveis à descendência.
Certas bactérias do solo e as algas azuis dos oceanos convertem o nitrogênio do ar em amônia.

Algumas plantas absorvem diretamente essa amônia.

As bactérias transformam a amônia em nitritos e em seguida em nitratos, que as plantas usam


para os compostos como as proteínas, DNA e RNA.

Ao comerem as plantas, os animais herbívoros acabam absorvendo nitrogênio. Os animais


carnívoros, ao comerem os herbívoros, também absorvem nitrogênio, assim como toda a
cadeia alimentar.

Quando os animais e plantas morrem, certas bactérias e fungos, também chamados de


decompositores, convertem seus compostos de nitrogênio em gás nitrogênio, que retorna à
atmosfera, reiniciando o ciclo do nitrogênio.

Aula 10 Visão geral do ciclo do cálcio:

 É um ciclo basicamente terrestre.


 Importância biológica do cálcio: composição de ossos e carapaças
Assimilação: liberados da erosão das rochas calcárias
 Retorno: deposição no solo a partir de seres mortos.

Aula 11 - Visão geral do ciclo do enxofre:

 É um ciclo basicamente terrestre.


 Importância biológica do fósforo: presente em aminoácidos e proteínas.
 Assimlição: originados da decomposição de compostos sulfurados.
 Retorno: decomposição.
 Importância ecológica: reação dos gases SO 2 e
SO 4 com a água na atmosfera - formação das chuvas ácidas - danos à agricultura e
monumentos públicos.

Aula 12 - Visão geral do ciclo do fósforo:

 É um ciclo basicamente terrestre.


 Importância biológica do fósforo : composição do DNA, RNA e ATP
 Assimilação: fosfatos liberados da erosão das rochas
 Retorno: decomposição.

AULA 13 – O SOLO E SUAS PROPRIEDADES Origem do solo:

 Intemperismo: conjunto de processos mecânicos, químicos e biológicos que ocasionam a


desintegração e a decomposição das rochas.

Componentes do solo: Sistema dinâmico que envolve:

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 Nutrientes minerais;
 Detritos;
 Organismos consumidores de detritos

Solo fértil: É aquele que possui quantidades razoáveis de minerais como N, P, K, Mg e S,


porosidade e boa retenção de água.

Problemas relacionados ao solo:


 Lixiviação: é o processo de perda dos minerais do perfil do solo, causado pela "lavagem"
promovida pelas chuvas torrenciais e pela infiltração d e água no solo.

Soluções para correção de problemas do solo:

 Adubação: é a prática agrícola que consiste no fornecimento de adubos ou fertilizantes ao


solo, de modo a recuperar ou conservar a sua fertilidade.
 Irrigação: é uma técnica utilizada na agricultura que tem por objetivo o fornecimento
controlado de água.

 Drenagem: escoamento de águas de terreno excessivamente úmido por meio de tubos,


valas, fossos etc. instalados na superfície ou nas camadas subterrâneas.

Exercícios
1- Defina ciclos biogeoquímicos.
2- Quais os principais tipos de ciclos biogeoquímicos?
3- Os nódulos formados nas raízes das leguminosas resultam da colonização por bactérias fixadoras de
nitrogênio. Devido à presença desses nódulos nas raízes, as sementes de leguminosas – como a soja, por
exemplo – são boas armazenadoras de ___________________________
4 - As afirmativas, a seguir, sobre os ciclos biogeoquímicos apresentam lacunas que devem ser corretamente
preenchidas. O processo de conversão de amônia em nitrato, denominado _____________, é o resultado da
ação de dois grupos de bactérias do solo e é parte do ciclo do nitrogênio.O ciclo do _____________ é o
único a ocorrer apenas através da via: solo–água–organismo–organismo–solo. A via de entrada do carbono
no ciclo do carbono é a _____________
5. (ENEM) Nos últimos 50 anos, as temperaturas de inverno na península antártica subiram quase
6º C. Ao contrário do esperado, o aquecimento tem aumentado a precipitação de neve. Isso
ocorre porque o gelo marinho, que forma um manto impermeável sobre o oceano, está
derretendo devido à elevação de temperatura, o que permite que mais umidade escape para
a atmosfera. Essa umidade cai na forma de neve. Logo depois de chegar a essa região, certa
espécie de pinguins precisa de solos nus para construir seus ninhos de pedregulhos. Se a neve
não derrete a tempo, eles põem seus ovos sobre ela. Quando a neve finalmente derrete, os
ovos se encharcam de água e goram. A partir do texto acima, analise as seguintes afirmativas.
I. O aumento da temperatura global interfere no ciclo da água na península antártica.
II. O aquecimento global pode interferir no ciclo de vida de espécies típicas de região de clima
polar.
III. A existência de água em estado sólido constitui fator crucial para a manutenção da vida em
alguns biomas.
É correto o que se afirma:
a)Apenasem I.
b)Apenas em II.
c)Apenas em I e II.
d)Apenas em II e III.
e)Em I, II e II
6. Como se dá a fixação do carbono na natureza? De que forma e meios o carbono pode
retornar à atmosfera?
7. PUCCAMP - O esquema a seguir representa, de forma simplificada, os ciclos do oxigênio e do
carbono. No quadro adiante, assinale a alternativa que identifica corretamente os processos I e
II e os organismos nos quais eles ocorrem.

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AULA 7 – RELAÇÕES ECOLÓGICAS: INTRAESPECÍFICAS

Relações harmônicas:
a) Colônia:
 Benefício mútuo (+,+);
 Dependência anatômica entre os participantes;
 A separação pode levar à morte dos participantes;
 Pode ser:
O Isomorfa: associados são morfologicamente semelhantes. Ex.: corais
O Heteromorfa: associados são morfologicamente diferentes. Ex.: caravela-portuguesa

b) Sociedade:
 Benefício mútuo (+,+);
 Independência anatômica entre os participantes;
 Organização cooperativa;
 Pode ser:
O Regular - com divisão de trabalho. Ex.: cupins, abelhas e formigas.
O Irregular - sem divisão de trabalho. Ex.: cardume de peixes.

c) Reunião:
 Benefício mútuo (+,+);
Independênci a anatômica entre os participantes;
 É um agrupamento temporário;
 Ex.: crocodilos

Relações desarmônicas:
a) Competição intraespecífica:
 Prejuízo coletivo ( - , - );
 Disputa por alimento, espaço ou acasalamento;
 Ex.: a maioria das espécies

b) Canibalismo:
 Prejuízo coletivo ( -,- );
 Um indivíduo ataca, mata e se alimenta de outro da mesma espécie;
 Ex.: gafanhotos, aranha viúva -negra, ratos

AULA 8 – RELAÇÕES ECOLÓGICAS: INTERESPECÍFICAS HARMÔNICAS

a) Mutualismo ou simbiose:
 Benefício mútuo (+,+);
 Dependência anatômica entre os participantes;
 Coexistência obrigatória;
 Ex: liquens (fungos + algas) / herbívoros e protozoários / homem e microbiota intestinal

b) Protocooperação:
 Benefício mútuo (+,+);
 Independência anatômica entre os participantes;
 Coexistência não
- obrigatória;
 Ex.: jacaré e pássaro – palito / gado e pássaro anu / caranguejo
- eremita e anêmona-do-mar

c) Comensalismo:
 Benefício parcial (+,0);
 Um indivíduo alimenta - se dos restos alimentares deixados por outro sem prejudicá- lo;
 Ex.: tubarão e rêmoras / leões e hienas.

d) Inquilinismo:
 Benefício parcial (+,0);
 Um indivíduo utiliza outro como abrigo ou suporte sem prejudicá-lo;

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 Ex: peixe fierasfer e pepino-do- mar

e) Epifitismo:
 Benefício parcial (+,0);
 Uma planta utiliza outra como abrigo ou suporte sem prejudica - la;
 É muito comum em florestas fechadas onde há disputa por luz;
 Ex: árvores e bromélias

f) Foresia:
 Benefício parcial (+,0);
Um associado utiliza o outro como meio de transporte sem prejudicá-lo;
Ex.: mamíferos e carrapicho.

AULA 9 – RELAÇÕES ECOLÓGICAS: INTERESPECÍFICAS DESARMÔNICAS

a) Competição interespecífica:
 Prejuízo coletivo (-,-);
 Ocorre sobreposição de nichos ecológicos (“Princípio de Gause”)
 Disputa por alimento ou espaço;
Ex.: gafanhoto e gado.

b) Predatismo ou predação:
 Benefício parcial com prejuízo do outro (+,-);
 Um indivíduo ataca, mata e se alimenta de outro de espécie diferente;
 A espécie beneficiada é denominada predadora e a prejudicada, presa;
 Adaptações dopredatismo: mimetismo, camuflagem e aposematismo
 Ex.: leões e zebras/ gaviões e cobras.

c) Herbivorismo ou herbivoria:
 Benefício parcial com prejuízo do outro (+,-);
 Um animal utiliza um vegetal como fonte de alimento;
 Ex.: gafanhotos e plantas / gado e plantas
 Obs:Segundo a classificação a tual, quando um herbívoro alimenta -se do vegetal por
completo é herbivorismo, quando alimenta-se parcialmente denomina - se parasitismo e
quando o alimento é a semente, predatismo.

d) Parasitismo:
 Benefício parcial com prejuízo do outro (+, - );
 Uma espécie ( parasita) vive as custas de outra (hospedeiro) causando-lhe prejuízos;
 Tipos de parasitas:
O Endoparasitas: homem e tênia
O Ectoparasitas: gado e carrapatos
O Hemiparasitismo: parasita parcialmente dependente do hospedeiro.
O Holoparasitismo: parasita completamente e dependente do hospedeiro.

e) Esclavagismo ou sinfilia:
 Benefício parcial com prejuízo do outro (+, - );
 Uma espécie utiliza outra como escravo para sua necessidades.
 Ex.: formigas e pulgões.

f) Amensalismo:
 Benefício parcial com prejuízo do outro (+,-) ou ausência de banefício com prejuízo para o
outro (0,-).
 Uma espécie (amensal) produz e secreta substâncias que são tóxicas a outras espécies.
 Ex: maré-vermelha / fungo Penicillium e bactérias.

AULA 10 – RELAÇÕES ECOLÓGICAS: MIMETISMO, CAMUFLAGEM E MIMECRIA

Camuflagem: Ocorre quando uma espécie se confunde com o meio físico onde vive.

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Tipos:
 Homocromia: semelhança na cor. Exemplo: gafanhoto;
 Homomorfia: semelhança pela forma. Exemplo: bicho-pau.

Mimetismo: Ocorre quando uma espécie se assemelha a outra que vive em seu meio. Exemplo:
borboleta-coruja.
Mimecria: Ocorre quando uma espécie se assemelha a outra pela cor ou cheiro. Exemplo: falsa-
coral.

Tabela de relações ecológicas entre seres vivos

Sociedade – é uma forma cooperativa, onde cada ser tem um papel específico, mas não estão
ligados anatomicamente. Ex: formigas, abelhas, cupins
Isomorfa (homotípica ou homeomorfa) – não há
divisão de trabalho, cada ser faz o mesmo papel.
Ex: coral
Harmônicas – Colônia – os seres estão ligados
ambos os seres anatomicamente, como se fossem
envolvidos são apenas um ser
beneficiados Polimorfa (heterotípica ou heteromorfa) – há
divisão de trabalho. Ex: caravela
Intra-específicas
(homotípicas) –
entre indivíduos da
mesma espécie Parental – entre parentes. Ex: vaca amamentando o bezerro
Canibalismo – um ser se alimenta do outro

Desarmônicas –
apenas um ser é Competição – disputa por algum motivo, como comida, território ou reprodução. De certa
beneficiado, o outro forma contribui com o equilíbrio ecológico, pois evita a superpopulação. Ex: cachorros
fica em prejuízo brigando por comida

Comensalismo – um ser se beneficia dos restos alimentares deixados por outro, sem
prejudicá-lo. Ex: Hiena come os restos de carne deixado pelo leão. Atenção: alguns autores
utilizam o termo comensalismo para qualquer relação interespecífica em que um ser se
beneficia e o outro permanece indiferente, seja com relação à alimentação ou não. Por isso
Relações alguns consideram o inquilismo como um tipo de comensalismo.
ecológicas Inquilismo (epibiose) –apenas um ser é beneficiado, no entanto o outro não leva prejuízo.
entre os seres Um ser (inquilino) obtém abrigo ou suporte no corpo de outro (hospedeiro). Ex: orquídea ou
vivos bromélia e a árvore cujo tronco se instalaram, sem sugar nutrientes, não havendo, portanto,
postura de parasita [as orquídeas e as bromélias são plantas inquilinas epífitas, que significa
“que ficam em cima” (epi = cima)]. Outro exemplo: interação existente entre o peixe-agulha e
as holotúrias (pepinos-do-mar). Esse pequeno peixe, quando perseguido por algum inimigo
natural, procura uma holotúria e penetra em seu ânus, abrigando-se no tubo digestivo sem
causar dano. Atenção: alguns autores consideram o inquilismo como um tipo de
comensalismo, fato explicado acima, no item comensalismo.
Harmônicas – Protocooperação (cooperação ou mutualismo facultativo)– assim como no mutualismo, há
ambos os seres beneficio mútuo, mas uma espécie pode viver sem a outra. Ex: paguro a anêmona, peixe-
Interespecíficas
envolvidos são palhaço e anêmona, peixes-limpador e outros peixes, boi e a ave anu (o anu come os
(heterotípicas) –
beneficiados carrapatos do boi, ganhando alimento, enquanto o boi fica livre de parasitas). Os seres
entre indivíduos de
polinizadores (como as abelhas e insetos que promovem a dispersão do pólen e fecundação
espécies diferentes
das plantas) e os dispersores (como o lobo-guará que come o fruto da lobeira e defeca
sementes que nascem somente com suas fezes) também fazem parte dessa categoria.
Mutualismo (antigamente chamado também de simbiose ou mutualismo obrigatório) –
dois seres estão intimamente e permanentemente associados, vivendo um no corpo do outro,
em uma relação mútua (os dois são beneficiados), realizando troca de alimentos e de produtos
do metabolismo. A vida destes seres não é possível se separados. Ex: liquens (algas
cianofíceas + fungos), cupim e protozoário (protozoário vive no intestino do cupim, ganhando
alimento e fabricando a enzima celulase para o cupim digerir a celulose da madeira),
micorriza (cerca de 95 % das plantas ganham sais minerais e matéria orgânica através das
hifas de fungos anexadas a raiz; os fungos recebem em troca alimento), leguminosas e
bactérias (certas bactérias vivem nas raízes de leguminosas e fornecem-lhe nitrogênio, que é
utilizado na produção de proteínas; as leguminosas são capazes de fabricar hemoglobina, com
a função de absorver o oxigênio livre, que poderia destruir as enzimas que fixam o nitrogênio)
Desarmônicas Competição – disputa por motivos como comida ou espaço. De certa forma contribui com o
(antagôncias) – equilíbrio ecológico, pois evita a superpopulação. Ex: serpentes e gaviões caçam no mesmo
apenas um ser é ambiente rato. Há uma disputa indireta ou direta pela presa

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beneficiado, o outro Amensalismo (antibiose) – indivíduos de uma população se secretam substâncias que inibem
fica em prejuízo ou impedem o desenvolvimento de indivíduos de outra espécie. Ex: o antibiótico penicilina é
fabricado a partir de um tipo de fungo (do gênero Penicillium) que impede a proliferação de
bactérias
Sinfilia (esclavagismo) - alguns autores consideram essa relação como um tipo de
parasitismo – uma espécie captura a outra e faz uso do trabalho, das atividades ou alimentos.
Ex: certas formigas capturam, cuidam e protegem os pulgões. Os pulgões têm um açúcar que
sai do abdome, o qual as formigas se alimentam. Outro exemplo são as formigas-sanguinárias,
que capturam larvas e pupas de espécies de formigas diferentes. Quando nascem as formigas
elas se tornam operárias, escravas.
Predatismo – uma espécie devora outra espécie heterótrofa (ou seja, que não produz o
próprio alimento). Ex: Onça come o peixe pirarucu
Herbivorismo - uma espécie devora outra espécie autótrofa (ou seja, produz o próprio
alimento). Ex. boi come a grama
Endoparasita – parasita vive dentro do corpo do
hospedeiro. Ex: lombriga, tênia, protozoário
causador da malária (Plasmodium)

Parasitismo – um deles (parasita) vive


através do corpo de outro ser
(hospedeiro) alimentando-se dele. Há
dois tipos de parasitas: ectoparasita e Ectoparasita – parasita fica fora do corpo do
endoparasita hospedeiro. Ex: sanguessuga

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