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I Seminário de Inspeção em Transportadores de Correias

(Rolo, Tambores e Cavaletes)


Uma iniciativa Vale - Gerência Vulcanização / Grandes Paradas
Serra Norte (Ary Masiero) e seus fornecedores – Março/2018

Mineração - Siderurgia - Fertilizantes - Portuário – Cimenteiro - Petroquímico -


Sucroalcooleiro - Agronegócio - Papel e Celulose – Linha Automotiva
CERTIFICADO QUALIDADE
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Propriedade de Imepel Brasil – giovane.silva@imepel.com.br

NEGÓCIO
Solução em componentes para transportadores contínuos.

TAMBORES – ROLOS – CAVALETES – SERVIÇOS DE ENGENHARIA


CONTEUDO

 Seção 1: Segurança em transportadores

 Seção 2: Nomeclatura utilizada;

 Seção 3: Componentes para transportadores – Rolos e Cavaletes –


conforme a ABNT NBR 6678;

 Seção 4: Componentes para transportadores – Tambores – conforme


ABNT NBR 6172;

 Seção 5: Problemas e possíveis soluções;

 Seção 6: Manutenção e detecção de falhas em rolos e tambores;

 Seção 7: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores;


INTRODUÇÃO:
SEÇÃO 01:
SEGURANÇA EM TRANSPORTADORES
SEÇÃO 01: Segurança em transportadores

A portaria 197 da Norma Regulamentadora 12 (NR-12) do Ministério do Trabalho


ampliou as exigências de segurança para a utilização de transportadores de correias. Na
prática, a resolução implica em adequações tanto para fabricantes de equipamentos quanto
para usuários, incluindo condições mínimas de segurança, como a utilização de proteções
para evitar o contato do operador com partes rotativas ou em movimento das máquinas.

A normatização define ainda que os movimentos potencialmente perigosos dos


transportadores contínuos de materiais (correias transportadoras) devem ser protegidos,
especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento. Em suma, isso
implica em maior proteção aos acessos dos profissionais de operação e manutenção,
principalmente ao conjunto das correias, roletes e tambores.

Todos os acidentes e ferimentos podem ser evitados. Para assegurar a sua


segurança e a dos outros é necessário estar ciente dos perigos e riscos operacionais.

A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR


INTRODUÇÃO:
SEÇÃO 02:
NOMECLATURA UTILIZADA
SEÇÃO 02: Nomeclatura utilizada

• A proteção da equipe, do equipamento e do meio ambiente são questões importantes e


afetam a operação e produtividade. Lidamos com essas preocupações por meio de vários
produtos e soluções bem desenvolvidas.

• Altas velocidades de correia e capacidade trazem desafios adcionais aos rolos e tambores
dos transportadoes, no que diz respeito à vida útil dos rolamentos, ruído, desgaste e
eficiência.
SEÇÃO 02: Nomeclatura utilizada

MOTRIZ

Mesa Impacto
Raspador primário

Raspador Secundário

Raspador Terciário

TAMBOR ENCOSTO

TAMBOR RETORNO
TAMBOR DESVIO
Raspador V

TAMBOR ESTICAMENTO
SEÇÃO 02: Nomeclatura utilizada
SEÇÃO 02: Nomeclatura utilizada
INTRODUÇÃO:
SEÇÃO 03:
COMPONENTES PARA TRANSPORTADORES
ROLOS E CAVALETES
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos e Cavaletes

Definição:

Rolo Cavalete Rolete

ROLETE: É o conjunto de um ou mais rolos apoiados em seus devidos suportes cuja


finalidade é suportar, direcionar e conformar a correia transportadora. É importante saber,
que para se ter um melhor desempenho dos rolos precisamos entender o quê é um rolo,
como é fabricado, como manusear, armazenar e sua aplicação correta.
Tendo um equilíbrio entre estes fatores sua vida útil será atingida.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos

TUBO
Conjunto formado pelo tubo, eixo,
rolamento e vedantes que tem a
ALOJAMENTO DO
função de suportar e guiar a correia
ROLAMENTO
transportadora, efetuando livre rotação
em torno de seu eixo.
ROLAMENTO

VEDAÇÃO

EIXO
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – DENOMINAÇÃO QUANTO A FUNÇÃO

CARGA
Apoiam o trecho carregado de material, sustentam a
correia transportadora bem como a carga movimentada.

IMPACTO
Instalados na região do carregamento do material,
absorvem o impacto do material despejado sobre a
correia.

RETORNO
Apoiam o trecho sem carga, sustentando apenas a
correia (retorno da correia).

GUIA
Fixados verticalmente aos cavaletes auto-alinhantes,
formam um ângulo de 90° com as bordas da correia
guiando e alinhando a mesma.
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ROLOS
Denominação quanto a função

BALANÇA
.

PROTEÇÃO
Fixados verticalmente às estruturas, formam um ângulo
de 90° com as bordas da correia protegendo a estrutura
em caso de desalinhamento da correia.

TRAÇÃO
Utilizados em mesas transportadoras, na qual a rotação
é promovida através de correntes de rolos engrenadas.
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ROLOS
Revestimentos

 Pintura.
 Mangueira de sucção.
 Anéis de Borracha.
 Borracha Vulcanizada.
 Polímero.
 PU.
 Cromo duro.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos Requisitos Norma ABNT NBR 6678

MATERIAIS
Os roletes abrangidos por esta Norma devem ser fabricados com materiais conforme a
Tabela 13. Casos especiais (por exemplo, transporte de material altamente corrosivo)
devem ser acordados entre o usuário e o fabricante.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos

 TUBO:
Os rolos Imepel (exceto rolos guia e rolos Balança) são fornecidos a partir de tubo
mecânico industrial em aço SAE-1008/1012, com costura removida e controle de
ovalização máximo de 0,3 a 0,5 mm conforme a norma ABNT NBR 6591:1981 e a norma
DIN EN 10305-3:2002.
Rolos especiais ou do tipo guia e balança poderão ser produzidos a partir de barra
redonda SAE-1020, ou tubo mecânico ST-52 ou Tubo Schedule com costura A-53 ou
similar.
Rolos utilizados na região dos extratores de sucata utilizar aço inox AISI-304 .

 EIXO:
Os rolos serão constituídos de eixos em aço SAE 1020 conforme NBR NM 87-2000,
trefilados com tolerância h9 e retificados na região do rolamento com particular tolerância
de precisão milesimal.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos Requisitos Norma ABNT NBR 6678

Espessura minima das paredes dos tubos conforme norma:


SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos Requisitos Norma ABNT NBR 6678

Espessura minima das paredes dos tubos conforme norma:


SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos

 ROLAMENTO:
Rolamento conforme projeto e a Imepel trabalha com os fornecedores SKF, FAG e NSK com
vedação ZZ ou 2RS/DDU com folga C3 ou de acordo com a especificação técnica do cliente
e também temos rolamento da própria Imepel com vedação 2RS.
Os rolamentos IMEPEL são fabricados com padrão de qualidade e nível de precisão ABEC 1
(ABMA/ANSI), gaiolas em aço SAE 1008 e folga interna C3, com vedação em borracha
nitrílica (2RS).

 SEDE DO ROLAMENTO
A sede do rolamento é fornecida com tolerância M7.

.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos
 VEDAÇÃO
Um rolo de qualidade é caracterizado pela eficiência de seu sistema de vedação. A eficiência do
sistema de vedação deverá ser avaliada em comum acordo entre usuário e fabricante, em
conformidade com a norma ABNT NBR16169.
Os rolos serão equipadas com vedação padrão IMEPEL, dificultando a penetração de pó e água
que possam contaminar os rolamentos, adequadas para ambiente de trabalho agressivo.

Lubrificante: Graxa a base de sabão de lítio.

Lubrificante: Graxa a base de sabão de lítio.


SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos - Vedação
1 . Anel Trava: Constitui um sistema de bloqueio, evitando o deslocamento do eixo e
vedações no sentido axial.

2 . Arruela de Ajuste: Arruela em aço SAE 1020, tempor função neutralizar a folga axial
impedindo o contato direto do anel elástico com o fechamento frontal dando maior rigidez
devido a uma maior área de encosto.

3. Fechamento Frontal: Confeccionado em PA6.0,protege o retentor do contato direto com o


ambiente externo e veda o eixo desde o exterior do conjunto até a face da capa interna do
labirinto.

4. Retentor: Confeccionado em borracha nitrílica, veda o rolamento e possui umlábio rígido


que faz a vedação axial com interferência de + 1mm.

5. Encosto do Retentor: Confeccionado em aço SAE 1020, garante um maior contato axial
do lábio do retentor e evita o contato direto do mesmo com o rolamento formando em seu
interior uma câmara de ar que auxilia a dissipação de calor.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos - Vedação

6. Labirinto (Macho e Fêmea): Confeccionado em PEAD, o conjunto (Macho e Fêmea) forma


entre si uma câmara de graxa, lubrificando o retentor ao deslizar e gerando uma segunda
barreira de segurança para o rolamento.

7. Rolamento: É alojado no mancal com interferência no anel externo M7 (anel externo


girante) e acoplado ao eixo com tolerância de precisão milesimal knowhow de engenharia de
produto Imepel. A característica de folga C3 garante o desalinhamento do anel interno em
relação ao anel externo, dentro dos limites estabelecidos, proporcionando excelente
performance e longa vida útil sob esforço.

8. Anel de Retenção Interna: Confeccionado em PA6.6, tem por função garantir a perfeita
acomodação da face e do raio do rolamento com o mancal, além de fazer a vedação de
partículas proveniente da oxidação do tubo ou condensação no interior do rolo, devido a
mudanças bruscas de temperatura entre o dia e a noite.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos - Vedação

ESPELHO FIXO chamamos de espelho defletor

OBSERVAÇÃO: Os rolos com espelhos devem


ser montados com o rasgo para baixo com a
finalidade de facilitar a saída de impurezas.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos

 CONTROLE DE EXCENTRICIDADE / BATIMENTO RADIAL (T.I.R. TOTAL INDICATED


RUN-OUT).
- Os Rolos Metálicos (exceto Balança e Rolos Guias) Imepel são produzidos com controle de
excentricidade máximo de 0,6 mm para rolos com comprimento até 670 mm. Para rolos
metálicos com comprimentos acima de 670 mm, rolos com anéis de borracha (Impacto e
Retorno) e rolos revestidos, a excentricidade máxima será conforme a Tabela 44 da norma
ABNT NBR-6678:2017.
-Os Rolos de Balança serão usinados para obter uma excentricidade máxima de 0,2 mm e
balanceados dinamicamente a 500 r/min.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - CONTROLE DE EXCENTRICIDADE / BATIMENTO RADIAL (T.I.R)
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos Requisitos Norma ABNT NBR 6678
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos

 REVESTIMENTO

Os rolos de IMPACTO e RETORNO COM ANÉIS serão constituídos de revestimento de anéis


de borracha montados com interferência na superfície externa dos tubo de aço ou do tipo
vulcanizada a quente (processo Auto Clave) diretamente no tubo. A Borracha será conforme a
norma ASTM D2000, com índice de abrasão máximo de 70 mm3 conforme a norma DIN ISO
4649 (carga de 10N), sendo ASTM D 2000 M4AA 617 A13 B13 K11 Z1 (dureza 60 ±5 Shore A)
para os Rolos de Impacto e (dureza 70 ±5 Shore A) para os Rolos de Retorno.

Os anéis de borracha para aplicação nos rolos de retorno serão posicionados sobre os tubos
de forma que os anéis das extremidades possam apoiar as bordas da correia, impedindo que
esta, em caso de desalinhamento, caia no primeiro intervalo entre os anéis. A disposição dos
anéis de borracha sobre o tubo será conforme norma ABNT NBR 6678:2017 referente a
largura da correia correspondente.

Os rolos de carga e retorno (quando solicitados) terão revestimento de mangueira de sucção


em PVC flexível na cor azul.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos Requisitos Norma ABNT NBR 6678
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos Interpretação das Características Técnicas da Norma ASTM:D200
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos Interpretação das Características Técnicas da Norma ASTM:D200

 Informações sobre compostos de borracha.

• O composto fornecido é uma mistura de borracha natural na proporção de 25 phr e


borracja SBR / PBR na proporção de 75 phr.
• O ponto de fulgor para compostos de borracha é entre: 250 ⁰C à 300 ⁰C conforme tabela
de flamabilidade CTB (Ciência e Tecnologia de Borracha).
• Sobre o armazenamento, as peças em composto de borracha NÃO deverá receber Luz
Solar, e armazenado entre temperatura de 15 ⁰C à 25 ⁰C, Conforme dados baseados da
Norma DIN 7716 e ISO 2230.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – Forma Construtiva

 FORMA CONSTRUTIVA

Caneca estampada:Os mancais dos rolos são estampados em aço SAE 1006, com
espessura proporcional ao diâmetro do eixo e tipo de rolamento, compatível a capacidade
de carga da aplicação. Os mancais são soldados no tubo e calibrados com tolerância
milesimal M7 na região do alojamento do rolamento.

Rolo com mancal de aço estampado


SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – Forma Construtiva
 FORMA CONSTRUTIVA

Flange UP: Os mancais dos rolos serão de polímero de engenharia, montados no tubo por
interferência e calibrados com tolerância milesimal na região do alojamento do rolamento.

Duplo envelope/ Duplo tubo: Os rolamentos são alojados diretamente no tubo


interno,calibrado com tolerância milesimal M7 na região do alojamento.

Rolo com mancal de polímero de engenharia


Rolo duplo tubo unido por disco de chapa.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – Forma Construtiva

 FORMA CONSTRUTIVA

Direto no tubo: Os rolamentos são alojados diretamente na superfície interna do


tubo,calibrado com tolerância milesimal M7 na região do alojamento.

Caixa de Nylon FP (FireProtect): Os mancais dos rolos são de polímeros anti


propagadores de chamas, montados no tubo por interferência e calibrados com tolerância
de -0,1 , +0 na região do alojamento do rolamento. Em caso de incêndio, assim que a fonte
de combustão for extinta, a queima cessa imediatamente.

Rolo com rolamento direto no tubo.. Rolo com mancal de polímero de engenhariaFireProtect.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos

 IDENTIDICAÇÃO

Todos os rolos serão identificados através de tipagem da IMEPEL, mês e ano de fabricação
na face do eixo, indispensável para o controle de vida útil dos rolos.

Tipagem mês/ano de fabricação


SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – Acabamento e pintura

 ACABAMENTO E PINTURA

Aos rolos revestidos de borracha (impacto e retorno com anéis) apenas as faces são
pintadas e aplica-se a pintura líquida na cor Alaranjado Segurança Munsell 2,5 YR 6/14com
espessura de 30μm.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - ROLAMENTOS

Rolamento é o componente principal do rolo. Normalmente utilizados rolamentos


rígido de esferas com folga C3.
Aconselha-se uso do rolamento com blindagem de contato, isto é, emborrachada, devido
sua melhor eficiência na vedação.

Blindagem de contato. Blindagem sem contato.


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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - ROLAMENTOS

• Folga interna C3.


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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - ROLAMENTOS

• Falta de interferência.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - ROLAMENTOS

• Excesso de interferência.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - ROLAMENTOS

• Aplicações especiais:
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - ROLAMENTOS
• Aplicações especiais:

Os rolamentos autocompensadores de rolos são projetados para acomodar cargas radiais


pesadas, assim como cargas axiais pesadas em ambas as direções.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos - FLANGE

FLANGE UP/ MANCAL UP

Projetados para satisfazerem aplicações nas


indústrias químicas e de fertilizantes, usinas de açúcar
e álcool, grãos, pedreiras e minerações.

• Forma construtiva: Injetados em polímero de


engenharia.
• Montagem de alta precisão no tubo garantindo o
• alinhamento dos rolamentos.
• Resistência a corrosão e a agentes químicos.
• Absorção de vibrações.
Disponibilidade:
• Baixo ruído.
• Baixa densidade, facilitando o manuseio
V15 – Ø76.2 ergonômico.
V20 – Ø101.6 e Ø127.0
V25 – Ø101.6 e Ø127.0
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos - FLANGE

FLANGE CANECA ESTAMPADA

Caneca estampada:Os mancais dos rolos são estampados


em aço SAE 1006, com espessura proporcional ao diâmetro
do eixo e tipo de rolamento, compatível a capacidade de
carga da aplicação. Os mancais são soldados no tubo e
calibrados com tolerância milesimal M7 na região do
alojamento do rolamento

MANCAL FP (Fire Protect)

Possui as mesmas características do mancal UP, porém


é acrescentado em sua composição um aditivo anti-
chama.

Indicado para ambientes onde além da incidência da


oxidação exista o risco de propagação de chamas em
caso de incêndio.
Em caso de incêndio assim que essa fonte de combustão
for extinta a queima cessa.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – TIPOS DE ENCAIXE

Y / SIMPLES J / MEIA LUA

H / CAVO CATENÁRIO

W / SEXTAVADO
Outros:
• Rosca interna.
• Rosca externa.
• Adaptadores Y - H.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – DIMENSIONAMENTO DAS PONTAS DE EIXO
Requisitos Norma ABNT NBR 6678

As dimensões das pontas de eixo dos rolos devem ser conforme Figura 5 e Tabela 14.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – Especificação de Rolos para Correias Transportadoras
ROLO TRANSPORTADOR; TIPO: ; ESPESSURA TUBO PRINCIPAL: mm ; RESIST ABRASAO
REVESTIMENTO: mm³; COMPRIMENTO ENTRE ENCAIXE: mm; COMPRIMENTO TOTAL DO
EIXO: mm; MATERIAL REVESTIMENTO: ; CENTRO A CENTRO ENCAIXE: mm; DIAMETRO
EIXO NO ENCAIXE: mm; DIAMETRO EXTERNO DO TUBO: mm; TIPO DE ENCAIXE: ;
DIAMETRO EIXO ENTRE ROLAMENTOS: mm; DIAMETRO EIXO NO ROLAMENTO: mm;
MATERIAL TUBO PRINCIPAL: ; REFERENCIA ROLAMENTO: ; FORMA CONSTRUTIVA: ;
COMPRIMENTO DO TUBO: mm; LARGURA DO ENCAIXE: mm; LARGURA CORREIA: mm;
DIAMETRO ROLO: mm; MATERIAL EIXO:; EXCENTRICIDADE MAXIMA: ; BALANCEADO
DINAMICAMENTE:; ACABAMENTO:; FABRICANTE:; REFERÊNCIA / PART NUMBER /
DESENHO:

PDI Rolo de Carga


PDI Rolo de Impacto
ROLOS - Processo produtivo
TUBO EIXO MONTAGEM
MONTAGEM MANCAL
CORTE/ FACEAMENTO/
CHANFRO/ RASGO
CORTE/ FACEAMENTO

MONTAGEM COMPONENTES

ENCAIXE

PINTURA

PEÇA ACABADA

RETÍFICA

TIPAGEM
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ROLOS - Processo produtivo


TUBO EIXO MONTAGEM

CORTE/ FACEAMENTO CORTE/ FACEAMENTO/ PINTURA DA FACE


CHANFRO/ RASGO

SOLDAGEM FLANGE MONTAGEM COMPONENTES

ENCAIXE

REVESTIMENTO RETÍFICA PEÇA ACABADA


(TERCEIRO)

TIPAGEM
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - CARGA

•Estão localizados no lado superior do transportador com a funcão de suportar a correia


transportadora e a carga que esta sendo movimentada por ela. Projetados para atender a
todos os tipos de servicos (leves, medios, pesados e extra pesados) sao construidos em
tubos de aço ou ferro fundido, montados num eixo com rolamentos blindados e antifricção.

Podem ter as seguintes configurações:


•Planos, duplos, triplos, em catenária com três ou cinco rolos espiralados.
•Excluindo-se os roletes planos, todos tem maior capacidade de transporte, em função do
acamamento que suas configuracoes proporcionam a correia considerando mesmas larguras
e velocidades.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos – CARGA Requisitos Norma ABNT NBR 6678
Folga mínima entre rolos de carga

A folga (C) entre as extremidades dos rolos (Figura 23) deve ser limitada em 10 mm, entretanto, se
por razões geométricas não for possível, a folga não pode ser superior aos valores indicados na
Tabela 43.
Especial atenção deve ser dada a transportadores utilizando correias de espessura inferior a 10
mm e/ou com perfis compostos de curvas acentuadas. Nestes casos, a folga não deve ser
superior a 10 mm.

Folga mínima e entre os pontos mais baixos dos rolos e o suporte


A folga mínima (B) entre os pontos mais baixos dos rolos e o topo da base do suporte (Figura 23) ou
qualquer outra parte estrutural não deve ser inferior a 15 mm.

Forma construtiva do suporte


A forma construtiva do suporte deve ser determinada pelo fabricante, atendendo, porém aos requisitos
desta Norma. Os suportes devem evitar o acúmulo de material, assim como evitar que pequenas
pedras fiquem presas entre as partes girantes e as partes fixas.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - IMPACTO

• Os roletes de impacto sofrem cargas dinâmicas adicionais resultantes do impacto do


material sobre a correia. Normalmente, um projeto adequado do chute de alimentação e
a utilização de um espaçamento da ordem de 300 mm a 400 mm entre roletes,
permitem a utilização do mesmo rolamento e eixo dos roletes de carga.

• Os rolos de impacto e retorno, quando possuírem revestimento de borracha, deverão ter


resistência máxima a abrasão de 70 mm³, ou conforme solicitação do usuário.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - RETORNO

Responsaveis por sustentar a correia transportadora em seu retorno. São fixados a


estrutura no lado inferior do sistema e, entre eles e a estrutura, deve haver folga que
permita a perfeita visualizacao da correia em seu movimento. Tais roletes podem ser planos,
duplos em V, fixos ou catenaria. Os roletes duplos em V tem inclinação usual de 10° e alem
de suportarem a correia, atuam no seu alinhamento.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – RETORNO EM “V” E PLANO – Distribuição dos anéis

Norma ABNT NBR 6678: 2017


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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – ESPAÇAMENTO DE ROLETES

Recomenda-se uma flecha máxima (h)


de 2% no lado da carga, 1% na região
do carregamento (impacto) e de 3% no
lado do retorno da correia. O projetista
do transportador poderá alterar estes
valores em função das características
do projeto.

Na Tabela 3 estão indicados os


espaçamentos sugeridos para os
roletes de carga e retorno.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – GUIAS e CARRETEL

• Fixos e dispostos verticalmente em relação as bordas da correia, tem a função de


guia-la, principalmente na entrada dos tambores, para evitar contato com a estrutura
do transportador.
• Por provocarem autodestruição das bordas da correia e cizalhamento das lonas da
carcaça, devem ser usados em ultima instancia.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - CATENÁRIO

São rolos fixados por correntes articuladas, possuem um furo no eixo por onde é feita a união
do conjunto de rolos. Permite livre movimentação longitudinal e transversal, facilitando a
centralização da correia transportadora. Podendo ser revestido ou não.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - HELICOIDAL

*Não substituí o uso de raspadores


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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - Material corrosivo / altos índices de umidade

Excelente desempenho em:


Áreas portuárias
Transporte de fertilizantes
Transporte de fosfatos
Transporte de materiais corrosivos
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – ESPECIAIS

ROLETE FLEXÍVEL

Composto por cabo de aço revestido com anéis de borracha.


Auxilia na centralização da correia.
Baixa capacidade de carga.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos - APLICAÇÃO

CARGA PESADA
ROTAÇÃO BAIXA
ROTAÇÃO ANEL EXTERNO
FLAMBAGEN DO EIXO
VIBRAÇÕES
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – PROJETO E SELEÇÃO

DADOS PARA DIMENSIONAMENTO

• Carga do material transportado na capacidade de projeto (não aplicável aos rolos


de retorno).
• Velocidade da correia.
• Material transportado (Granulometria/Peso específico).
• Peso da Correia e das partes móveis dos rolos.
• Espaçamento entre roletes.
• Disposição dos roletes (PLANO/DUPLO/ TRIPLO) e inclinação.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – PROJETO E SELEÇÃO
CRITÉRIOS DE PROJETO
• Vida nominal teórica dos rolamentos (L10h) de 30.000 horas, operando em condições
normais.
• Rotação máxima de trabalho de 500 RPM;
Ângulo de deflexão total do eixo no rolamento (deflexão do eixo + excentricidade entre os
alojamentos dos rolamentos):
 = 9 minutos para rolos de carga (qualquer largura de correia), retorno duplo (largura
de correia menor ou igual a 2200 milímetros) e retorno plano (aplicado em correia com
largura inferior a 1200 milímetros);
 = 7 minutos para rolos de retorno plano (aplicado em correia com largura igual ou
maior a 1200 milímetros);
• Rolamentos de esferas com folga interna C3;
• Tensão admissível à flexão  = 100 MPa;
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – DESEMPENHO

Os rolos não devem apresentar defeitos de fabricação, como trincas, rebarbas,


saliências, poros e inclusões de solda.

Superfície isenta de ranhuras, fissuras, bolhas, descascamento, empolamento, crateras,


pontos de oxidação, escorrimento e ou defeitos.

Os rolos devem girar normalmente com as mãos. O sistema de vedação não deve
impedir a livre rotação dos rolos.

A folga axial máxima (possível deslocamento do eixo em relação à face do rolo) não
pode ser superior a 1,0mm.

Os elementos de vedação devem ser firmemente fixados de modo que não haja
qualquer deslocamento axial ou rotacional.

Os anéis de borracha empregados em rolos de impacto, retorno e especiais devem ser


montados ao tubo com interferência, de modo a não permitir o seu deslocamento axial
ou rotacional.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – MANUSEIO

Os rolos devem ser manuseados com todo cuidado possível, pois o impacto provocado
por quedas bruscas, principalmente no sentido axial, pode danificar os rolamentos e
comprometer o funcionamento e a vida útil dos mesmos.
Da mesma forma, os rolos não devem ser instalados nos suportes com pancadas.

Os rolos, quando instalados sobre os apoios e corretamente posicionados, devem girar


suavemente com um leve toque das mãos, sem arranhar ou fazer ruídos. Se os rolos
travarem ou girarem forçosamente, primeiramente devem-se examinar as causas
externas e se nenhuma for evidente, deve-se remover os rolos do suporte para
substituição.

Os rolos necessitam girar livremente com o mínimo de folga entre a face e o suporte, de
modo a evitar o acúmulo de material nas extremidades de suas faces. A distância mínima
recomendada entre a face do rolo e o suporte é de 4 milímetros, conforme norma ABNT
NBR 6678.
SEÇÃO 03: Componentes para transportadores
Rolos
VIDA ÚTIL DO ROLO CONFORME A NORMA ABNT - NBR 6678

A vida de um rolo depende de muitos fatores tais como, material transportado, espessura
da parede do tubo, eficiência da vedação do rolamento, meio ambiente, etc. Porém, como
todos estes fatores não são quantificáveis, a vida do rolamento é utilizada como
indicativo da vida do rolo. Entende-se como vida do rolamento, o número de horas a uma
determinada rotação que 90% dos rolamentos atingem antes que apareçam os primeiros
sinais de fadiga (descascamento) em seus anéis ou corpos rolantes. A vida real da carcaça
do rolo pode ser, portanto, inferior à vida do rolamento.

É recomendada, normalmente, uma vida de 30.000 horas a 500 rpm, sendo este valor de
referencia.

Para aplicações ESPECIAIS, a vida do rolamento deve ser acordada entre usuário e
fornecedor.

• CEMA B = Rolos Eixo 20 mm - Rolamentos 6204


• CEMA C = Rolos Eixo 25 mm - Rolamentos 6205/6305
• CEMA D = Rolos Eixo 30 mm - Rolamentos 6206/6306
• CEMA E = Rolos Eixo 40/45 mm - Rolamentos 6308/6309
• CEMA F = Rolos Eixo 50/60 mm - Rolamentos 6310/6312
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – BANCADA DE ATRITO (ARRASTE) - IMEPEL
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Rolos – BANCADA TESTE DE VEDAÇÃO - IMEPEL
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Denominação quanto a função no transportador
CARGA

Apoiam os rolos de carga podendo possuir as


configurações: plana, dupla ou tripla. Geralmente os
cavaletes duplos e triplos são utilizados em maior escala
por proporcionarem à correia o devido acamamento para
sustentar a carga e transportar grandes volumes de
materiais.

TRANSIÇÃO

Possuem por finalidade acompanhar gradativamente a


mudança de concavidade da correia ao se aproximar dos
tambores. Em geral são providos de rolos laterais
reguláveis que proporcionam à correia uma mudança de
planos suave e sem desequilíbrio de tensões.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Denominação quanto a função no transportador

IMPACTO

Apoiam os rolos de impacto e possuem a mesma


configuração dos cavaletes de carga.

RETORNO

Apoiam os rolos de retorno e possuem a configuração


plana ou dupla. Diferem na forma construtiva também
pela forma de fixação, podendo ser fixados tanto sobre
como sob as longarinas da estrutura dependendo do
projeto do transportador.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Denominação quanto a função no transportador
AUTO ALINHANTE AUTO ALINHANTE
DE CARGA DE RETORNO
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Denominação quanto a função no transportador
AUTO ALINHANTE
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Denominação quanto a função no transportador

AUTO ALINHANTE

Os roletes autoalinhantes devem ser montados de 12 a 20 mm acima da linha normal dos


demais roletes, para garantir-lhes um bom contato com a correia. A maioria dos autoalinhantes
trabalhara melhor quando a correia estiver seca, pois o coeficiênte de atrito entre uma correia
umida e os rolos diminui bastante. Para ambientes umidos, os cavaletes autoalinhantes devem
possuir rolos laterais.

O ponto mais atuante dos roletes autoalinhantes situa-se de 10 a 15 metros a partir dos
tambores extremos, dependendo da largura da correia. Para transportadores de grande
capacidade e comprimento, deverao ser utilizados espacamentos de 30m. Nao se recomenda a
utilizacao de cavaletes autoalinhantes sob as guias de material.

Nao se devem colocar rolos-guia dos roletes autoalinhantes em transportadores com maquinas
moveis na parte da carga, antes de se fazer um trabalho previo de alinhamento da correia.

Todos os tipos de rolos-guia desgastam a correia quando em contato permanente com a mesma.

Os rolos-guia devem ficar de 25 a 40 mm de distância das bordas laterais da correia, pois uma
distancia maior, ou menor do conjunto influência na eficiência de alinhamento da correia.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Denominação quanto a função no transportador

Todo e qualquer cavalete autoalinhante deve ser montado a uma distância de no


minímo 8 metros de qualquer tambor e não pode ser montado próximo as guias de
material.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Denominação quanto a função no transportador

Conjunto de rolos suspensos através de


ROLETE CATENÁRIO
correntes articuladas, podendo ser usado tanto
como rolete de carga quanto de retorno.
Sua forma construtiva permite a livre
movimentação transversal e longitudinal,
amoldando-se ao formato da correia e
auxiliando sua centralização.

TROCA FÁCIL

Cavalete troca fácil (gaveta) tem a finalidade de


facilitar a troca dos rolos em região de chute de
recebimento de material evitando a
desmontagem do sistema de guias e calhas
laterais. Oferecendo agilidade e praticidade na
substituição dos rolos.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Transição

ROLETES DE TRANSIÇÃO – Roletes dotados de rolos laterais fixos ou ajustáveis,


convenientemente dispostos, a fim de acompanharem a mudança da concavidade da correia,
que normalmente ocorre nas proximidades dos tambores de descarga e retorno.

DISTÂNCIA DE TRANSIÇÃO

Pode-se definir como distancia de transição, a distância necessaria para que a correia passe
de sua forma plana a configuração dos roletes. Esta distância deve ter valores minimos para
se evitar a sobretensão das suas bordas. Nas correias com cabo de aco, a distância de
transição deve ser aproximadamente 2 vezes a distância de correias com lonas. Assim sendo,
ao se mudar de correia de lona para correia com cabo de aco, estes valores devem ser
cuidadosamente verificados. Distâncias de transição insuficientes, dentre outros
inconvenientes, provocam a ruptura prematura de emendas.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Transição

TRANSIÇÃO
Transição nada mais e do que a mudança de planos de correia, isto e, passagem do plano ao
acamado ou vice e versa. Na transição a correia e submetida a um desequilibrio de tensões
entre as bordas e o centro e para evitar uma tensão excessivamente alta das bordas, a
distância da transição deve ser cuidadosamente analisada. Nesses pontos, a transição pode
ser de dois modos:
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Componentes

 Material ASTM A36.


 Perfil laminado: Cantoneiras, Vigas U, Vigas I, Barras
chatas.
 Chapas.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Fabricação de Cavaletes

– São fabricados no processo de


Caldeiraria. Com cortes e dobras de
chapas e procedimentos controlados
de medições e conferencias
dimensionais.

– Encaixes e rasgos realizados por


matrizes no procedimento de
estampagem.

– São devidamente realizadas soldas


continuas para união das partes
metálicas fixas.

– São normalmente fabricados em


aço estrutural ASTM A36. Materiais
especiais podem ser solicitados para
condições especiais.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Componentes - Requisitos Norma ABNT NBR 6678
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Dimensões principais
ABNT NBR 6678
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Dimensões principais
ABNT NBR 6678
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Projeto e seleção

DADOS PARA DIMENSIONAMENTO

• Carga do material transportado na capacidade de projeto (não aplicável aos rolos


de retorno).
• Velocidade da correia.
• Material transportado (Granulometria/Peso específico).
• Peso da Correia e das partes móveis dos rolos.
• Espaçamento entre roletes.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Cavalete de Elefação Lifter em fase de patente - Imepel
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Projeto e seleção

– Para realização de
dimensionamento e orçamento
de Cavaletes, faz-se necessário
conhecimento de dados
conforme tabela ao lado.

– Orçamentos podem ser


realizados conforme projeto e
desenhos detalhados enviados.

– Materiais e Formas
construtivas “especiais” podem
ser solicitadas.
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SEÇÃO 03: Componentes para transportadores


Suporte – Projeto e seleção

CRITÉRIOS DE PROJETO

 Flexão máxima admissível: L/500;


 Tensão admissível a flexão: 100 MPa;
 Tensão admissível ao cisalhamento: 100 MPa;
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INTRODUÇÃO:
SEÇÃO 04:
COMPONENTES PARA TRANSPORTADORES
TAMBOR
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Definição

Qual é a função de um tambor?

• Mudar o sentido da correia – tambores


de desvio, cabeça, esticamento;

• Transferir torque para a correia para


movimenta-la – tambor de
acionamento;

• Permitir a fixação de massa para


contra-peso tambores de esticamento;
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Denominação quanto a posição no transportador
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• Os Tambores são produtos de


engenharia, porque são dimensionados
e fabricados de acordo com as
especificações do projeto. Essas
especificações devem ser respeitadas
porque um problema sério pode ser
criado instalando um elemento de
tamanho incorreto.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Componentes
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Componentes
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Projeto e seleção

DADOS PARA DIMENSIONAMENTO:

 Aplicação: Motriz/Movido.
 Ângulo de abraçamento da correia α.
 Força resultante aplicada: T1 e T2.
 Potência exercida.
 Velocidade da correia.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Projeto e seleção

CÁLCULOS:
 Realizado cálculos analíticos e comparado com
FEA.
 O método FEA é muito utilizado através do
software Ansys.
 A Imepel possui profissionais especializados para
realizar simulações FEA em busca da
confiabilidade de seus produtos.

DADOS PRINCIPAIS DADOS TAMBOR


CÓDIGO TIPO TAMBOR Ângulo Potencia Velocidade da Largura da Comprimento Centro Distância
T1 (max) T2 Diâmetro W
Abraçam. Motor Correia Correia [L] Mancais [B] Discos [Cd]
Kgf Kgf ° HP/ CV m/s mm mm mm mm mm KG

2 144800 144800 180 5410 6,20 1371,6 1830 1670 2490 1470 17000,00

2
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Projeto e seleção

CRITÉRIOS DE PROJETO:

 Deflexão máxima na seção média dos cubos de


0,0015 radianos.
 Flecha máxima entre mancais de L/2000.
 Tensão admissível na casca: 560 kgf/cm².
 Tensão admissível nos discos: 703,1 kgf/cm².
 Tensão admissível nos eixos:
Cisalhamento 560 kgf/cm²
Flexão pura 1120 kgf/cm²
 Coeficiente de fadiga a flexão Kb de 1,5.
 Coeficiente de fadiga a torção Kt de 1,0.
 Anéis de expansão com coeficiente de
segurança admissível de 1,6 sobre o momento
de torção.
 Vida útil dos rolamentos: 60.000 horas.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Forma Construtiva

As forma construtiva das flanges está ligada as tensões na correia


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Componentes

ABNT NBR 6172


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Dimensões principais

ABNT NBR 6172


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Dimensões principais

ABNT NBR 6172


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Processo produtivo
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Processo produtivo
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SOLDAS
Os tambores são submetidas a um tratamento
térmico de alívio de tensão, após todas as soldas
foram feitas e antes do processo do torno, de acordo
com a ASME 8. As polias são soldadas de acordo com
AWSD1.1 / D1.1 M.

INSPEÇÃOES E EVIDÊNCIAS

Testes de ultra-som e líquidos são


realizados nas juntas soldadas,
conforme AWS 1.1 / D1.1M: 2008.
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BALANCEADO
Os tambores são balanceados estaticamente e
dinamicamente.

IDENTIFICAÇÃO
Para a garantia do produto, é identificado
através de uma placa.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Processo produtivo

Tambores – Alivio de Tensões


Os principais parâmetros para se definir um Tratamento Térmico de Alívio de Tensões são a
taxa de aquecimento (TA), o tempo e a temperatura de patamar e a Taxa de Resfriamento
(TR). Esses podem ser definidos com o auxílio de normas internacionais, como a ASME seção
VIII divisão 1, de acordo com as dimensões da peça que sofrerá o tratamento e o tipo de
material.

Importante após a soldagem realizar alivio de tensão no tambor (520 - 580 graus C), as
tensões residuais podem somado com as tensões de trabalho, ultrapassar as tensões de
escoamento do material, e isso irá comprometer a vida útil do tambor.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Denominação quanto ao tipo de revestimento

SEM LISO

DIAMANTE ESPINHA DE PEIXE PASTILHA CERÂMICA


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Denominação quanto ao tipo de revestimento

Revestimento de tambores

• Os tambores são revestidos em função das seguintes razões:

•Elevar o coeficiente de atrito entre a correia e o tambor – acionamento;

•Proteger o tambor de desgaste;

•Impedir a adesão de material ao tambor;

•Permitir o escomaneto de água;

•Proteger a correia de cortes ou danos;

• Normalmente usa-se revestimento cerâmico ou em borracha (vulcanizada ou aplicada a frio).


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – REVESTIMENTO - Requisitos Norma ABNT NBR 6172

O revestimento de borracha deve ser conforme a ASTM D2000 e deve possuir as


característica indicadas na tabela 12.

As dimensões do revestimento são conforme a tabela 13.


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Denominação quanto ao tipo de revestimento

Tambor sem revestimento

Usado em qualquer região da correia


transportadora. Tem um baixo coeficiente de atrito
devido ao contato direto da correia com o manto
de aço, possui apenas um acabamento de tinta.

Tambor com revestimento liso

Indicado para as posições de retorno, desvio ou


tensão da correia. Possui um revestimento de
borracha sem ranhuras, a fim de protegê-lo contra o
desgaste, além de aumentar o coeficiente de atrito
entre a correia e a polia.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Denominação quanto ao tipo de revestimento

Tambor revestido tipo diamante

Usado em cintos reversíveis. Normalmente é


colocado ao lado do sistema do motor da correia
transportadora, possui um revestimento de
borracha com sulcos a 60º em ambas as direções.
Este design aumenta a aderência entre o cinto e a
polia, evitando deslizamentos de terra.

Tambor revestido tipo espinha de peixe

Indicado para cintos não reversíveis. Normalmente, ele


é colocado ao lado do sistema do motor da correia
transportadora. Tem um desenho de sulcos com uma
inclinação de 60 ° em seu revestimento que se
assemelha a uma espinha de peixe.
Este design aumenta a aderência entre o cinto e a
polia, evitando deslizamentos de terra.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Denominação quanto ao tipo de revestimento

Tambor com revestimento de pastilla


cerâmica

Geralmente acoplado ao motor de alta tração. Possui


um revestimento de borracha vulcanizada com placas
cerâmicas com alto teor de alumina, gerando assim
uma maior durabilidade do revestimento, bem como
uma excelente resistência à abrasão e um aumento na
aderência à correia transportadora.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Revestimento removível

TAMBOR COM
REVESTIMENTO REMOVÍVEL

O revestimento é fixado no corpo


do tambor através de parafusos
especiais, fazendo com que a
substituição do revestimento seja
mais rápida e em menor tempo,
essencial para garantir a
produtividade.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Revestimento removível
O revestimento é fixado no corpo do tambor através
de parafusos especiais, fazendo com que a
substituição do revestimento seja mais rápida e em
menor tempo, essencial para garantir a produtividade.

BENEFÍCIOS

Torna possível mudar o revestimento sem retirar a polia


do seu lugar.
Facilita e agiliza as operações de manutenção.
Reduz o tempo de inatividade do equipamento
Permite o uso de todos os modelos de revestimento.
Parafusos cobertos pelo revestimento, evitando danos à
correia.

MODO APLICAÇÃO
1. Alivie a tensão do cinto.
2. Remova os parafusos da polia com tampa removível.
3. Remova as placas com revestimento gasto.
4. Monte as placas com novo revestimento.
5. Aperte os parafusos que fixam as placas à polia.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Revestimento removível

Placas
As placas da tampa removível são
projetadas em duas camadas, sendo
uma camada de borracha e a outra
camada de aço.

Borracha: Espessura de 15 mm
especificada de acordo com a norma
NBR 6172.

Aço: Placa de aço ASTM A36 com


espessura especificada de acordo com
o dimensionamento do Ttambor, para
acomodar a cabeça do parafuso e
suportar a tensão mecânica.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Revestimento removível
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Tambor Especial

Dromo: tambor
enrolador de
cabos virador de
vagões
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Tambor Especial
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Arranjo dos Mancais
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Ferramentas apropriadas para montagem de rolamentos

Bucha hidráulica

Disponível para eixos


> 140mm

Porca hidráulica com medidor de deslocamento axial


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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Montagem dos rolamentos e mancais
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Padrões de Qualidade

Qualidade de Material
Todos os componentes empregados na fabricação dos tambores devem ser novos e
atender aos requisitos estabelecidos na norma ABNT NBR 6172.

Ultrassom
Todas as Chapas e Barras Redondas devem ser ultrassonadas para verificação de
possíveis falhas.

Soldas
Todas as soldas, quando fisicamente possível, devem ser de penetração total.
Todas as soldas envolvidas na fabricação do Tambor devem ser ensaiadas pelos
processos do líquido penetrante e ultrassom, para garantia de qualidade e perfeita
performance do tambor em operação.

Alívio de Tensões
Os tambores deverão ser submetidos a tratamento térmico de alívio de tensões após a
execução de todas as soldas e antes do processo de usinagem.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Padrões de Qualidade

Balanceamento
Os Tambores deverão ser balanceados estaticamente com o eixo montado e após a
aplicação do revestimento.
A massa total dos contrapesos de balanceamento não deverá exceder a 2% do peso do
corpo do tambor, ou seja, a massa do contrapeso de cada lado deverá ser menor ou igual
a 1% do peso do corpo do tambor. A massa do contrapeso deverá ser soldada nas
extremidades do cilindro, posicionada no diâmetro interno, não podendo ter qualquer
interação com os discos laterais.

Tolerância de Concentricidade
Os Tambores devem ser verificados antes e depois de revestidos para garantir um desvio
total (em valor absoluto), após um giro de 360º, medido com relógio comparador , não
superior aos valores indicados na Tabela.
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SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Padrões de Qualidade
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CORES SEGURANÇA

ROLOS E TAMBORES:
Alaranjado Segurança Munsell 2,5 YR 6/14.

ROLOS DE BALANÇA:
Amarelo Segurança Munsell 5Y 8/12.

SUPORTES:
Azul Segurança Munsell 2,5 PB4/10.
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 SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Ruptura por fadiga em tambores sem filete de solda interna.
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 SEÇÃO 04: Componentes para transportadores


Tambor – Trinca por fadiga na solda do cubo.

 Trinca por fadiga na solda do cubo


INTRODUÇÃO:
SEÇÃO 05:
PROBLEMAS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

 Considera-se que a correia deve estar alinhada quando com e sem carga. As bordas da
correia devem estar sempre entre as faces do tambor e dentro dos limites de outros
componentes de rolamento como rolos de carga e retorno.
 A correia irá seguir na direção em que for posicionada, por isso o seu alinhamento é
extremamente importante para o funcionamento do transportador.
 Todas as operações de alinhamento de correia devem ser realizadas com o transportador
isolado.
 Quaisquer mudanças de condições operacionais no transportador (velocidade da correia,
capacidade, contra-peso, etc) deve ser verificada através da revisão dos cálculos de
projeto para se determinar os efeitos na performance do sistema ou de seus
componentes.
 Há uma grande diversidade de problemas que podem ser identificados no campo.
 Esses problemas podem, a grosso mode ser divididos em algumas categorias. No
entanto, é possível que os problemas estejam associadas a mais de um problema.
 É importante alterar apenas uma condição em cada etapa e avaliar o efeito dessa
mudança no funcionamento do equipamento.
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

• A regra básida de alinhamento de correia consiste


em que a correia se desloca para o lado do rolo em
que ela toca primeiro.

• Essa regra pode ser demonstrada com grande


simplicidade colocando-se um lápis desalinhado e
colocar uma revista ou livro sobre ele. Empurrando-
se suavemente o livro sobre o lápis pode-se
confirmar que o livro tende a se deslocar na direção
em que toca primeiramente o lápis.
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

• O que afeta o alinhamento de uma correia?

• A estrutura do transportador deve estar alinhada (em relação à linha de centro) e


nivelada (um lado em relação ao outro);
• Todos os tambores e cavaletes devem estar perpendiculares à estrutura e paralelos
entre si;
• A tensão da correia deve ser suficiente para manter a tração sem deslizamento;
• Todos os rolos e tambores precisam girar livremente;
• Os rolos e tambores devem estar livres de impregnação de material;
• As emendas da correia devem ser feitas mantendo a mesma alinhada;
• O carregamento do transportador deve ser feito no centro da correia;
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

Uma seção da correia se movimenta


deslocada em relação ao centro

• Possiveis causas e soluções:

– Emenda inadequada da correia:


• remover a emenda e refazê-la.
• trocar uma seção da correia
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

A correia fica deslocada ao longo do


transportador

• Carregamento centralizado do
transportador é de extrema importância
para garantir seu bom funcionamento.

• O material deve ser direcionado na


mesma direção de movimento da correia.
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

A correia se desloca para um dos lados da estrutura


• Possiveis causas e soluções:
– Cavaletes instalados desalinhados
• removê-lo e reinstalar com o
alinhamento correto;
– Cavaletes fora de alinhamento com a
correia
• ajustar o alinhamento com os
demais
– Adesão de material em cavaletes
• remover acumulo;
• intensificar manutenção;
• instalar raspadores ou
revisar/modificar os existentes;
• revestir os rolos com borracha
macia;.
– Rolos desgastados ou travados.
• trocar e avaliar os motivos de falha.
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

A correia se desloca desalinhando da


estrutura

• Possiveis causas e soluções:

– tambor desalinhado com a


linha de centro do
transportador.
– tambor com adesão de
material em um dos lados.
– alinhar novamente o tambor e
conferir a fixação;
– corrigir fuga de material;
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia

Correia se desloca para um dos lados da estrutura

Possiveis causas e soluções:

– Cavalete desalinhado
• reajustar posição do cavalete.
– Estrutura do transportador
empenada em algum ponto
• alinhar estrutura.
– Estrutura desnivelada
• nivelar a estrutura na região
afetada ou realizar o
nivelamento através dos
cavaletes.
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SEÇÃO 05: Problemas e possíveis soluções


Alinhamento da Correia
•A correia desalinha e uma das bordas sai do tambor

• Possiveis causas e soluções


– Correia girando fora do centro do tambor de esticamento e
na região de carregamento
• alinhar o tambor para que o mesmo fique perpendicular
à linha de centro do transportador.
• instalar cavaletes auto alinhantes na correia para
corrigir o alinhamento.
– Revestimento do tambor desgastado desigualmente.
• substituir revestimento do tambor.
• verificar a zona de transição da correia.
– Cavaletes ou tambores desalinhados.
• verificar e corrigir alinhamento de cavaletes nas regiões
onde houver o problema.
– Adesão de material no revestimento do tambor.
• melhorar as condições do chute e da transferência;
• verificar os raspadores. Pode ser necessário instalar
um secundário ou terceário.
INTRODUÇÃO:
SEÇÃO 06:
MANUTENÇÃO E DETECÇÃO DE FALHAS
EM ROLOS E TAMBORES
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

Falha prematura em rolos de carga ou retorno

• Possíveis causas e soluções:

– Mudança nas condições operacionais


• Elevação de velocidade do transportador
• Aumento de massa do contra-peso
• Desalinhamento da correia

– Desvio excessivo do carregamento


• Aumentar o comprimento de transição
• Verificar que os desevios dos cavaletes estão de acordo com o projeto.
Podem estar com problemas de fabricação.
• Entrada da correia no tripper – verificar o projeto.
• Curvas convexas – verificar o raio de curvatura e distância entre cavaletes
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

Falha prematura em rolos de impacto

• Possíveis causas e soluções:

– Falha do rolamento devido ao impacto


• Verificar os dados de cálculo do rolo;
• Avaliar a distância entre cavaletes;
• Avaliar a instalação de mesas de impacto;

– Falha na borracha de revestimento


• Mesmos ítens anteriores;
• Guias laterais muito apertadas – suspender um pouco as guias para aliviar a
pressão;
• Rolos com anéis de borracha prensada – substituir por rolos vulcanizados;
• Qualidade da borracha e processo de adesivação;
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

Falha prematura dos rolos de transição

• Possíveis causas e soluções:

– Pequena distância de transição


• Aumentar o comprimento da região de transição para reduzir a tensão nas
bordas da correia. Nomalmente considera-se entre 2 a 3 vezes a largura da
correia.
• Correia estar tocando apenas nos rolos de um cavalete. Ajustar altura dos
cavaletes e o ângulo de transição.
• Utilizar rolos de maior capacidade (eixo e rolamento)

– Contato intermitente dos rolos com a correia


• Verificar o ângulo ajustado nos cavaletes.
• Reposicionar os cavaletes na estrutura se necessário.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

Oxidação do tubo

• Possíveis causas e soluções:

– Armazenamento inadequado dos rolos por períodos


prolongados;
– Defeito na pintura dos rolos;
– Aplicação incorreta (ex. Rolos de aço carbono para
transporte de materiais corrosivos;

– Instalar rolos de aluminio ou aço inoxidável para locais


muito agressivos ou para transporte de materiais
corrosivos;
– Pode-se utilizar rolos de PAD para transportadores de
baixa capacidade;
– Utilizar rolos revestidos com borracha;
– Verificar queda de água nos rolos e implementar
sistemas de contenção;
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

Falha no rolamento ou vedação

• Possíveis causas e soluções:

– Carga acima da capacidade do rolo;


– Deflexão do eixo muito elevada para a carga aplicada;
– Contaminação por água – lavagem de transportador;
– Verificar os dados do transportador para verificar se
está dimensionado corretamente;
– Problemas no manuseio ou armazenamento dos
rolos;
– Armazenamento dos rolos em ambiente agressivo por
períodos prolongados;
– Danos ocorridos à vedação durantre a montagem;
– Baixa qualidade dos rolamentos ou vedações;
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

– Adesão de material na correia e material fugitivo – pode ser a maior causa de falha em
rolos gerando travamento e desgaste da parede dos tubos.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

Deslizamento da correia

• Possíveis causas e soluções:

– Derramamento e adesão de material


• Melhorar as condições de carregamento e transferência
• Instalar raspadores
• Aumentar frequência de manutenção.

– Cavaletes empenados ou com rolos travados


• Liberar ou trocar os cavaletes

– Falta de atrito entre tambor e correia


• Avaliar revestimento do tambor
• Verificar contra-peso e esticamento
• Adicionar material ao sistema de contra-peso ou elevar o esticamento nos
mancais de esticamento conforme os valores de projeto. Caso seja necessário
deve-se verificar os cálculos.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção
Falha no revestimento do tambor
• Possíveis causas e soluções:

– Região de transição muito curta


• Aumentar a região de transição para reduzir as
tensões de borda da correia de acordo com as
recomendações dos fabricantes de correia.
• Adjustar a o ângulo dos cavaletes de transição para
reduzir as tensões de borda trough height to
reduce edge tension
• Instalar um maior número de cavaletes de transição
• Aplicar revestimento cerâmico no tambor

Derramamento de material e adesão


• Melhorar as condições de carregamento e
transferência
• Instalar limpadores de correia ao adcionar
raspadores
• Manutenção e inspeção mais frequentes.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Manutenção

Falha no rolamento, anel de expansão ou na virola

• Possíveis causas e soluções:

– Tensão excesiva na correia


• Falha prematura nos rolamentos em função de exceder a sua capacidade de
carga;
• Tensões excessivas no eixo ou nos discos laterais causando fadiga nos anéis de
expansão;
• Deve-se realizar a verificação dos cálculos e confirnar se o tambor e seus
componentes estão adequados;
– Falha na virola (corpo do tambor)
• Trinca por fadiga na região entre a virola e os discos laterais – verificar se foram
utilizados anéis “ backing” para soldagem , falta de filete de solda interna, falha na
solda;
– Falha nos rolamentos
• Falta de manutanção preventiva – inspecão e lubrificação dos rolamentos;
• Falha na instalação dos rolamentos (calibração de folga);
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores

1- Verificar oscilação dos rolos, rolos excêntricos, estes normalmente


estão com sistema de vedação danificados.
2- Verificar nível de desgaste ou movimentação dos anéis de borracha.
Nos casos dos rolos metálicos, desgaste do tubo somente na percepção.
Caso necessário, no dia da parada do equipamento, inspetor utilizar
martelo para verificar espessura dos tubos.
3- Observar quanto ao cheiro de borracha queimada, e fumaça.
Rolos revestidos geralmente danificam rolamento e aquecimento do tubo gerando a
queima do revestimento.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores

Temperatura do rolo:
Normalmente rolos trabalham na
temperatura ambiente: 32º, a partir do
momento que temperatura aumenta,
necessário acompanhamento. Limite de
troca: 50º em diante.
Alguns casos, após início de funcionamento
rolos aumentam a temperatura. É no
chamado período de amaciamento do
sistema de vedação, onde após um tempo
a temperatura volta ao normal.

Temperatura está ligada diretamente ao tipo e eficiência do lubrificante utilizado.


Lubrificante: Graxa a base de sabão de lítio.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores

4- Evitar deixar rolo cair de ponta ao chão.


5- Não jogar rolos de superfícies altas.
6- Não deixar rolos estocados próximos aos transportadores após a manutenção ou
após o cancelamentos dela.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores

7- Ao efetuar a montagem não dar pancada no tubo do rolo para encaixar no suporte.
8- Evitar dar pancadas nos eixos para fixar no suporte.

Pancadas – tubo e eixo Corte da ponta do encaixe com maçarico .


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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores

• O dimensionamento dos rolos


é quase tão importante como
o rolo em si. Um mal
dimensionamento acarretará
em problemas no transporte
do material.
• Um rolo subdimensionado
não suporta a carga de
trabalho enquanto um rolo
superdimensionado gera
custos indesejáveis pode
causar uma falha prematura
da estrutura do transportador
(excesso de peso).
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Considerações
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Registro fotográficos
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


Registro fotográficos
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


FP Linha Fire Protect
Auxilia na proteção dos componentes aplicados no rolo, inibindo a propagação de chamas
através do mesmo, evitando que o fogo se alastre a outros materiais combustíveis através do
transportador.

Anel de borracha FP

Flange FP

Flange FP é indicado para ambientes onde há risco ou histórico de incêndio, além de ser
reistente a oxidação.
Anel de Borracha FP também com características anti-propagação de chamas, os aneis de
borracha da linha FP podem ser aplicados tanto na regiões de impacto quanto para retorno .
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


DICAS DE INSPEÇÃO

Tambores com revestimento de


espinha de peixe devem ser
instaladas observando a direção
de fluxo da correia, conforme
indicado na figura ao lado.

Ao instalar o redutor / redutor,


um alinhamento perfeito deve ser
assegurado entre o eixo do
tambor de acionamento e o
redutor.

Os tambores devem ser


instaladas a uma distância
mínima de 600 mm acima do
chão para facilitar a limpeza.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


DICAS DE INSPEÇÃO

- Observe o nível de ruído do rolamento.


Em caso de qualquer irregularidade
desmonte e verifique o rolamento.
- Verifique a temperatura do (alojamento
do mancal).
- Se a temperatura observada parece mais
alta que o normal, ou apresenta variações
acentuadas, é uma indicação de que algo
está errado. Neste caso, o rolamento deve
ser desmontado e verificado.
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


DICAS DE INSPEÇÃO
Inspeção preditiva – Análise termográfica nos rolos

Ganhos Viáveis:

• Previsibilidade de troca de rolos;


• Redução de perda de produção por substituição de rolos;
• Redução do custo de manutenção;
• Confiabilidade da inspeção;
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SEÇÃO 06: Manutenção e deteccção de falhas rolos e tambores


DICAS DE INSPEÇÃO
INTRODUÇÃO:
SEÇÃO 07:
MANUSEIO E ARMAZENAMENTO
DE ROLOS E TAMBORES
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

Armazenagem de rolos

• Rolos são embalados separadamente dos cavaletes,


tipicamente em pallets, engradados e/ou caixas de madeira.
• Rolos devem ser armazenados horizontalmente. Os rolos
devem ser empilhados em pallets, preferencialmente na sua
embalagem original até a instalação.
• Os rolos devem ser armazenados em local coberto e
protegido de intempéries, normalmente um galpão.
• Para o caso de estocagem ao ar livre, os rolos devem ser
mantidos afastados do solo. Esta condição é válida somente
por um período menor que 6 meses.
• Rolos não devem nunca ficar submersos em poças d’água ou
lama.
• Todos os rolos emborrachados ou revestidos devem ser
sempre mantidos fora da exposição direta da luz solar para
minizar os danos causados pelos raios ultra-violeta.
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

• Armazenagem de rolos por longo prazo

• Devem ser armazenados em caixas.


• Ser mantidas em sua condição original em um galpão coberto,
arejado e protegido de intempéries. Os engradados/caixas
podem ser empilhados um sobre o outro (máximo 3) ou em
prateleiras.
• Para o caso de fornecimento em pallets, somente a opção de
prateleiras poderá ser utlizada. Em nenhuma hipótese os rolos
devem ser empilhados um sobre o outro.
• No caso de fornecimento em engradados/caixas, um dos lados
deve ser projetado de modo que seja possível girar o eixo.
• A rotação dos eixos deve ser realizada a cada 1-2 meses, e
essa operação deve ser registrada.
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

EMBALAGEM
Os ROLOS são embalados com filme plástico, amarrados com cintas de poliéster
sobre paletes de madeira, dispostos na forma de pirâmide.
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

ARMAZENAGEM - ROLOS
A armazenagem em ambiente externo (ao tempo) não é recomendada.
 A exposição à chuva tende a acelerar a oxidação.
 Exposição direta a luz solar tende a alterar a consistência da graxa nos rolamentos e
vedações, acelerar o envelhecimento da borracha de revestimento e influir nas
variações de temperatura auxiliando na formação de água por condensação.
 Em caso de armazenagem em ambiente externo, os rolos devem ser cobertos
completamente com uma proteção contra poeira, umidade e demais contaminantes,
utilizando-se lonas ou plásticos resistentes.

A armazenagem ideal é em local fechado e coberto:


 As embalagens devem estar em altura de aproximadamente 120 mm do solo,
impedindo contato com umidade.
 O local deve ser protegido contra umidade, vapores e descarga de fumos agressivos.
 Não deve haver severas vibrações contínuas ou intermitentes próxima ao local de
armazenagem.
 O local deve possuir sistema de ventilação com filtro e prevenção contra sujeira e
depósitos de pó.
 O local deve possuir sistema de detecção de incêndio.
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

ARMAZENAGEM - TAMBORES
A armazenagem em ambiente externo (ao tempo) não é recomendada.
 Em caso de armazenagem em ambiente externo, os rolos devem ser cobertos
completamente com uma proteção contra poeira, umidade e demais contaminantes,
utilizando-se lonas ou plásticos resistentes.
 Os tambores devem ser apoiados nas pontas de eixo sobre berços de madeira, de
modo que o revestimento não tenha contado com a superfície do berço, evitando
danos e facilitando sua movimentação.

A armazenagem ideal é em local fechado e coberto:


 As embalagens devem estar em altura de aproximadamente 120 mm do solo,
impedindo contato com umidade.
 O local deve ser protegido contra umidade, vapores e descarga de fumos agressivos.
 Não deve haver severas vibrações contínuas ou intermitentes próxima ao local de
armazenagem.
 O local deve possuir sistema de ventilação com filtro e prevenção contra sujeira e
depósitos de pó.
 O local deve possuir sistema de detecção de incêndio.
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

EMBALAGEM
As BASES PARA ROLOS são acondicionas por agrupamento e amarradas com cintas
de poliéster, intercaladas uma ao lado da outra sobre paletes de madeira. O contato das
quinas é protegido com papelão corrugado ondulado, para evitar atrito e desgaste na
pintura.
Para as BASES AUTO ALINHANTES, além da embalagem tradicional, é adicionado
filme plástico para proteção dos mancais com rolamento.
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

EMBALAGEM

Para proteção dos revestimentos e manuseio


dos TAMBORES, estes são embalados com
filme plástico e fixados sobre berços de
madeira através dos mancais parafusados.

Quando fornecidos sem mancais, os


TAMBORES são fixados nos berços através de
talas parafusadas, sendo o contato com o eixo
protegido com plástico bolha, a fim de evitar
atrito e desgaste.

Para TAMBORES com revestimento de borracha deve-se manter invólucro de papelão


corrugado ondulado ou material similar que promova a adequada proteção ao
revestimento.
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SEÇÃO 07: Manuseio e armazenamento de rolos e tambores

Içamento

• Tambores devem ser içados apenas pelo cilindro. O método recomendado é a utilização de
uma barra de içamento e corrente de içamento com ganchos*, para suportar de forma
segura ambos os lados do cilindro sem danificar as extremidades, o revestimento ou os
sensores de velocidade onde fixados.
• Pode-se utilizar duas cintas de içamento devidamente dimensionadas e com ganchos
adequados. As cintas devem ser colocadas de modo a abraçar o tambor (posicionada sobre
os espelhos).
• Correntes não deverão ser usadas no eixo do tambor sob nenhuma hipótese, uma vez que
isso pode resultar am danos ao eixo do tambor.
• Não se deve realizar o içamento do tambor através do eixo.
REFERÊNCIA NORMATIVA

•ABNT NBR 5426, Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos –


Procedimento.

•ABNT NBR 6171, Transportadores de correias – Folgas das bordas das coreias
transportadoras – Padronização.

•ABNT NBR 6172, Transportadores contínuos – Transportadores de correias – Tambores –


Padronização.

•ABNT NBR 6177, Transportadores contínuos – Transportadores de correia – Terminologia.

•ABNT NBR 6591, Tubos de aço-carbono com costura, de seção circular, quadrada, retangular
e especiais para fins industriais – Especificação.

•ABNT NBR 6678, Transportadores contínuos – Transportadores de correias – Roletes –


Projeto,seleção e padronização.

•ABNT NBR 7195, Cor na segurança do trabalho – Procedimento.

•ABNT NBR 8011, Cálculo da capacidade de transportadores de correia – Procedimento.


REFERÊNCIA NORMATIVA

•ABNT NBR 8205, Transportadores contínuos – Transportadores de correia – Cálculo de força e


potência.

•ABNT NBR 16169, Transportadores contínuos, transportador de correia – Metodologia para


ensaio dinâmico de vedação em rolos de transportadores de correia em tanque de lama.

•NBR ISO 4649, Borracha, vulcanizada ou termoplástica – Determinação da resistência à


abrasão usando um dispositivo de tambor cilíndrico rotativo.

•ABNT NBR NM-87, Aço carbono e ligados para construção mecânica - Designação e
composição química.

•ASTM D2000, Standard Classification System for Rubber Products in Automotive Applications.
CONTATOS
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Alexandra Magnus Tasca Ghisi


Gerente de Qualidade
+55 (48) 3433-4211 | (48) 98801-6546
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