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PLANO DE AÇÃO 5

2007/2008
TITULO

DENSIDADE DE PLANTAS EM FILEIRAS DUPLAS E SIMPLES, EM


CULTIVARES DE ALGODOEIRO, SUBMETIDAS A DOSES DE
REGULADOR DE CRESCIMENTO

EQUIPE
Hélio Ferreira da Cunha – AGENCIARURAL – Responsável pelo plano de
ação
Gil Santos – AGENCIARURAL – Membro
José Carlos Seraphin – UFG – Membro
Adriano Borges de Oliveira - AGENCIARURAL - Membro

1) INTRODUÇÃO
O algodoeiro herbáceo é um dos fitossistemas de maior
complexidade que se encontra na natureza (OOSTERHUIS, 1999). Durante
a maior parte do ciclo da planta, há diversos eventos que ocorrem ao
mesmo tempo, como crescimento vegetativo, aparecimento de gemas
reprodutivas, florescimento, crescimento e maturação dos frutos. Cada um
destes eventos é importante para a produção final, mas é necessário que
ele ocorra de modo balanceado. Durante boa parte do ciclo da planta,
ocorre forte competição interna pelos carboidratos da fotossíntese.
Entender os principais processos fisiológicos que ocorrem durante cada
estágio de crescimento é importante para o manejo adequado da cultura e
obtenção de produções econômicas (ROSOLEM, 2001, citado por ZANON,
2002).
Tradicionalmente, o algodoeiro é cultivado em espaçamentos entre
fileiras que variam de 76 a 120 cm. A partir da década de oitenta vários
estudos foram e continuam sendo realizados nas principais regiões
produtoras do mundo, com objetivo de estudar novos arranjos de plantas,
sempre com a tendência de redução dos espaçamentos.
Segundo LANDIVAR (2004), as plantas de algodão semeadas com 38
cm entre os sulcos produzem folhagem capaz de fechá-los em
aproximadamente 40 dias da semeadura, contra 70 dias no sistema
convencional. Essa rápida cobertura do solo proporcionada pelo cultivo
ultra-estreito favorece o controle de plantas daninhas, devido,
principalmente, ao sombreamento das espécies infestantes. Além disso,
reduz a evaporação da água do solo, o que aumenta a eficiência do seu
uso. Os algodoeiros no sistema de produção ultra-estreito concorrem
intensamente entre si, o que modifica o hábito de crescimento da planta,
aumentando sua precocidade. Nessa situação, as plantas são mais baixas
que aquelas semeadas em sulcos com espaçamento convencional, e
atingem altura de 50 a 70 cm e produzem número menor de nós na haste
principal.
Segundo SEVERINO et al. (2004), verificaram que no oeste baiano, o
espaçamento de 35 cm entre linhas resultou em produtividade 13% maior
que o espaçamento de 75 cm. A densidade de plantas na linha variando
entre 5,4 e 8,8 pl/m não infuenciou a produtividade. O número de
capulhos diminuiu com o aumento da população de plantas, mas este
decréscimo foi compensado pelo maior número de plantas na mesma
área, e que a altura do algodoeiro não foi influenciada pelos tratamentos
aplicados. (REALCE AMARELO. Texto incluído recentemente. Por favor
desmarque)
COOPER (2003) afirma que fileiras ultra-estreitas de algodão têm
espaçamento acima de 20 cm e as populações são geralmente acima de
200 mil plantas/ha, enquanto o plantio convencional é semeado em fileiras
espaçadas de um metro e tem uma população de plantas em torno de 100
mil/ha. COOPER (2003) ainda menciona que alta população de plantas, em
espaçamento ultra-estreito, necessita de menos capulhos por planta para
alcançar o mesmo rendimento do plantio convencional, porque o algodão
ultra-adensado não tem que esperar a maturação final do ponteiro, e o
crescimento da cultura pode terminar mais cedo, o que é uma vantagem
em se tratando do manejo de pragas, doenças e plantas daninhas. Para a
maioria das espécies, o espaçamento ótimo é aquele em que a distância
entre as plantas é igual à distância entre as linhas, o que permite maior
penetração de luz e água (COOPER, 2003).
A população ideal de uma cultura por unidade de área é um dos
componentes da produção que mais contribui no aumento da
produtividade (HOLLIDAY, 1960). A adequação da população de plantas
destaca-se por se tratar de uma técnica de baixo custo e relativamente
simples. Porém, apesar disto, ela é influenciada por vários fatores, dentre
eles o porte da cultivar, a fertilidade do solo e as técnicas de manejo
(BOLONHEZI, 1977).
De acordo com LAMAS & STAUT, (2001), a resposta do algodoeiro
em relação à população de plantas por área é complexa e envolve
aspectos ecofisiológicos, pois, alterações no espaçamento e na densidade
induzem modificações no crescimento e desenvolvimento do algodoeiro.
Informam que a altura de plantas, o diâmetro da haste principal, a altura
de inserção do primeiro ramo frutífero, o número de ramos vegetativos e
reprodutivos são algumas das características morfológicas do algodoeiro
significativamente influenciadas pela população de plantas. Verifica-se,
por conseguinte, que os trabalhos de pesquisa desenvolvidos nas mais
diversas regiões do Brasil como no exterior, não apresentam resultados
consistentes no que diz respeito ao arranjo de plantas, por se tratar de
uma planta com boa plasticidade, quando se avalia apenas o aspecto
quantitativo da produção (Bilbro, 1981).
Vários trabalhos com distribuição espacial de plantas de algodoeiro
por área vêm sendo realizados nos Estados Unidos, onde se procura
alternativas de baixo custo para aumento da produtividade. Uma destas é
o cultivo “ultra-narrow row” (espaçamento entre linhas ultra-adensados,
0,25m) com altas populações de plantas por área. Trabalhos realizados
por MAAS (1997), CAWLEY et al. (1998), JOST et al. (1998), ALLEN et al.
(1998) e GERIK et al. (1998) demonstraram a eficiência deste sistema de
cultivo na precocidade de colheita, redução de perdas com a extensão da
época das colheitas, diminuição dos custos com inseticidas, herbicidas e
reguladores de crescimento e aumento de produtividade em alguns casos.
BELLETTINI (1988), estudando no norte do Paraná, o efeito da
semeadura do algodoeiro (IAC 20) em linhas simples com espaçamentos
de 80, 90 e 100 cm e em linhas duplas d 40x1200; 40x1400 e 50x1500
cm, com variação do número de plantas por metro de 5; 7 e 10, observou
que a cultivar utilizada comportou-se, no que se refere à produção e
qualidade de fibra, igualmente em qualquer dos sistemas de semeadura
utilizado.
JOST & COTHREN (2001), comparando o efeito de espaçamentos
superadensados com o sistema convencional de semeadura na cultivar
“Stoneville BXN-47”, durante três anos de cultivo nos Estados Unidos,
concluíram que nos tratamentos superadensados (19 e 38 cm), em anos
com baixa precipitação, o rendimento de fibra foi superior ao do sistema
convencional (76 e 101 cm), não observando diferenças entre
espaçamentos de 76 e 101 cm, nestas condições. Em condições normais
de precipitação não foram observadas diferenças nas médias de
produtividade.
NUNES et al. (2003) estudaram o comportamento da cultivar BRS
Aroeira frente a variações no espaçamento (75; 90 e 105 cm), populações
de plantas (67; 100 e 133 mil plantas /ha.) e dois níveis de adubação
(normal e duas vezes a normal) (em dois locais no Estado de Goiás).
Verificaram que as maiores populações (100 e 133 mil), combinadas com
maior espaçamento (105 cm), resultaram em maior produtividade,
proporcionando em Santa Helena de Goiás aumento de 11%, resultante do
aumento da população de plantas de 67 para 133 mil plantas por hectare.
Também, a maior população resultou em maior lucro líquido do ponto de
vista agroeconômico.
Quando o algodoeiro é cultivado em condições onde a
disponibilidade de água, de nutrientes e as condições climáticas são
favoráveis ao crescimento, há produção excessiva de vegetação, que pode
interferir negativamente na produção final. Em tal situação o uso de
regulador de crescimento torna-se indispensável (Reddy et al., 1992).
Segundo Hodges et al., 1991, o uso de reguladores de crescimento para
modelar a arquitetura das plantas, é uma das estratégias agronômicas
mais recentes para o incremento da produtividade do algodoeiro.
Limitando-se o crescimento vegetativo do algodoeiro tem-se maior
deslocamento de metabólitos para os drenos úteis do ponto de vista
econômico (Beltrão et al., 1997).

Os principais efeitos dos reguladores de crescimento no algodoeiro


são: redução no tamanho dos internódios, do número de nós da haste
principal, da altura das plantas, do comprimento dos ramos, aumento da
retenção de frutos nas primeiras posições dos ramos frutíferos, dentre
outros. Vários são os fatores que interferem nos resultados obtidos com a
aplicação de reguladores de crescimento, podendo se destacar: população
de plantas, cultivar, época de semeadura, temperatura, doses, forma e
época de aplicação. Cultivares de porte mais alto e ciclo mais longo, são
mais responsivas aos efeitos dos reguladores de crescimento (Lamas &
Stuart, 2001).
A arquitetura da planta do algodoeiro tem sido objeto de
aperfeiçoamento no processo de melhoramento, passando dos tipos
piramidais e cônicos, para plantas mais “cilíndricas”, compactas e com
maturação mais uniforme, adaptada às novas tecnologias. Com as
diferenciações nos sistemas de produção e também nos processos de
fiação, aumentou a demanda por cultivares de forma a atender a essas
mudanças. Todavia, com a entrada de novas cultivares no mercado, há a
necessidade de se rever as formas de manejo destes materiais, que
apresentam características distintas de crescimento, desenvolvimento e
exigências nutricionais, entre inúmeros outros fatores (ZANON, 2002).
Este projeto objetiva estudar quatro densidades de plantas, em
fileiras duplas e simples, em três cultivares de algodão, submetidas à
dose única (1,5 l/há) de regulador de crescimento. Estas ações gerarão
novas tecnologias e conhecimentos que irão contribuir para se alcançar a
sustentabilidade no cultivo do algodoeiro em Goiás.

2) OBJETIVOS
Avaliar o arranjo de plantas de algodão submetidas a diferentes
densidades, com espaçamentos reduzidos e fileiras simples e duplas,
interagindo com cultivares de algodoeiro e doses de regulador de
crescimento, de forma a propiciar maior produtividade de algodão.

3) METAS

Estabelecer as melhores combinações de populações de plantas, em


fileiras duplas e simples, buscando a redução nos custos de produção e o
incremento da produtividade do algodoeiro no estado de Goiás.

4) MATERIAL E MÉTODOS

Serão estudados as cultivares Deltaopal, Fibermax-966 e IPR-120,


submetidas a quatro densidades de plantas, em fileiras simples e duplas,
na presença de dose única de regulador de crescimento. O regulador de
crescimento que será estudado é o cloreto de mepiquat, na dose de 75
g/ha do i.a. As aplicações serão parceladas, sendo a primeira equivalente
a 10% da dose total, iniciando-se aos 35 dias da emergência ou com 40
cm de altura de plantas, a segunda 20%, a terceira 30% e a quarta 40%,
respectivamente aos 35, 45, 55 e 65 DAE. As aplicações de regulador de
crescimento serão feitas utilizando-se pulverizador de precisão com vazão
constante (CO2) (LAMAS, 2001). O critério para a tomada de decisão das
aplicações do regulador será baseado no crescimento das plantas e no
estádio fenológico, de acordo com a metodologia proposta por MARUR &
RUANO (2001).
Os experimentos serão conduzidos em Senador Canedo (EESC), a
770 m de altitude, 16º 43’ LS e 49º 41’WG, em latossolo vermelho-
amartelo cultivado anteriormente com as culturas de soja sorgo e algodão,
apresentando atualmente média fertilidade.
As sementes serão previamente tratadas com inseticidas e
fungicidas. A semeadura será efetuada no decorrer do mês de novembro.
A adubação básica de plantio com N-P-K será definida com base na análise
de solo. Serão realizadas duas adubações de cobertura com 400 kg da
fórmula 20-00-20, parceladas em duas aplicações cada qual com 200 kg,
em torno de 25 e 45 dias da emergência. O controle de plantas daninhas
será realizado por meio de herbicidas em pré e pós-emergência, cujas
doses e produtos serão definidos posteriormente, em função das espécies
infestantes. Os tratos fitossanitários serão realizados conforme os
preceitos do MIP.
Será realizada uma única colheita após a aplicação do maturador,
quando todos os capulhos estiverem totalmente abertos. Após a colheita
serão feitas as medições das alturas das plantas, medindo-se três plantas
e estande final, dentro da área útil de cada parcela.
O delineamento experimental será em blocos casualizados, com
quatro repetições e 12 tratamentos distribuídos em esquema fatorial,
totalizando 72 tratamentos em seis experimentos, que estão detalhados
abaixo. Esses experimentos serão posteriormente analisados
estatisticamente de forma individual e em conjunto, para a obtenção dos
efeitos principais, interações duplas e contrastes ortogonais (arranjos x
populações; arranjos x cultivares).

Identificação dos níveis dos fatores:

C1=DELTAOPAL D1= 100 mil pl/ha D4= 250 mil pl/ha

C2=FM-966 D2= 150 mil pl/ha C=CULTIVAR;


;D=DENSIDADE.
C3= IPR-120 D3= 200 mil pl/ha

EXPERIMENTO 1 ARRANJO 1 Fileira dupla 76 20 e 56


cm

1 C1D1 7 C2D3

2 C1D2 8 C2D4
3 C1D3 9 C3D1

4 C1D4 10 C32D2

5 C2D1 11 C3D3

6 C2D2 12 C3D4

EXPERIMENTO 2 ARRANJO 2 Fileira simples 76 20 e 56 cm

13 C1D1 19 C2D3

14 C1D2 20 C2D4

15 C1D3 21 C3D1

16 C1D4 22 C32D2

17 C2D1 231 C3D3

18 C2D2 24 C3D4

EXPERIMENTO 3 ARRANJO 3 Fileira simples 82 20 e 62 cm

25 C1D1 31 C2D3

26 C1D2 32 C2D4

27 C1D3 33 C3D1

28 C1D4 34 C32D2

29 C2D1 351 C3D3

30 C2D2 36 C3D4

EXPERIMENTO 4 ARRANJO 4 Fileira dupla 82 20 e 62 cm

37 C1D1 43 C2D3

38 C1D2 44 C2D4

39 C1D3 45 C3D1

40 C1D4 46 C32D2

41 C2D1 47 C3D3
42 C2D2 48 C3D4

EXPERIMENTO 5 ARRANJO 5 Fileira dupla 90 20 e 70 cm

49 C1D1 55 C2D3

50 C1D2 56 C2D4

51 C1D3 57 C3D1

52 C1D4 58 C32D2

53 C2D1 59 C3D3

54 C2D2 60 C3D4

EXPERIMENTO 6 ARRANJO 6 Fileira simples 90 20 e 70 cm

61 C1D1 67 C2D3

62 C1D2 68 C2D4

63 C1D3 69 C3D1

64 C1D4 70 C32D2

65 C2D1 71 C3D3

66 C2D2 72 C3D4

Os seis experimentos ocuparão, no campo, as seguintes áreas úteis (m2):

1.1 EXPERIMENTO 1 . (FD 76 cm)......... 936,32 m²

1.2 EXPERIMENTO 2 . (FD 82 cm)......... 1010,24 m²

1.3 EXPERIMENTO 3 . (FD 90 cm) .......... 1108,82m²

1.4 EXPERIMENTO 4 (FS 76 cm) .......... 936,32 m²

1.5 EXPERIMENTO 5 (FS 82 cm) .......... 1010,24 m²

1.6 EXPERIMENTO 6 (FS 90 cm) .......... 1108,82 m²


Total (Área) ............. 43,68 x 154 m 2 = 6726,72 m²

Serão avaliadas as seguintes características:

- Grau de infestação de plantas daninhas (avaliação por meio de


amostragem com um quadrado de 40x40 cm), em duas repetições
por parcela aos 30 DAE e na colheita e por meio de avaliação visual
a atribuição de nota para avaliar a incidência de plantas daninhas );
- Altura de 5 plantas por parcela, aos 35 e 90 dias após a
emergência, e na colheita;
- Número de nós por planta, em 5 plantas por parcela;
- Número de dias necessário para o fechamento completo da
cultura;
- Número de capulhos por planta;
-Verificar se arranjos com plantas eqüidistantes (FD) resultam em
maior eficiência fotossintética comparado com plantas não
eqüidistante (FS), dentro de uma mesma população de plantas,
revelada através da produtividade final.
- Produtividade de fibra;
- Características tecnológicas das fibras;
- Massa de 100 sementes com linter e sem linter;
- Análise econômica para avaliar efeitos na redução de custos e
proteção ambiental, resultante da aplicação dos tratamentos,
baseada em planilha de custo por hectare, conforme Aliança Rural –
Assessoria Técnica e Fomento Rural Ltda. (NUNES et al., 2003).
Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância individual
(Quadro 1) e conjunta, para determinar os efeitos principais e das
interações, e serão ajustadas equações de regressão para os diferentes
fatores: densidade de plantas e arranjos, entre e dentro de cultivares.

Quadro 1. Análises individuais de variância dos seis experimentos.


Fonte de Variação G.L
Repetições 3
Densidade 3
Cultivar 2
Cultivar x Densidade 6
Resíduo 33
Total 47

Quadro 2. Análise conjunta de variância dos experimentos (arranjos):


Fonte de Variação G.L
Repetições (Exp) 18
Tratamentos (71)
Arranjo /Experimento 5
Expto xCultivar 10
Fileiras x Cultivar 2
Expto x Fileira x Cultivar 10
Cultivar 2
Densidade 3
Cultivar x Densidade 6
Resto 33
Resíduo 198
Total 287

5) CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO
Julho-outubro de 2007 – planejamento e preparo dos experimentos;
Novembro - dezembro de 2007– instalação dos experimentos;
Dezembro/2007 - janeiro/2008 – desbaste para ajustamento das
populações, conforme os tratamentos, e adubação de cobertura;
Janeiro - abril de 2008 - avaliações e tomada de dados fenológicos;
Março - julho de 2008 – amostragens e colheita dos ensaios;
Julho - setembro de 2008– processamento e análise estatística dos dados;
Outubro de 2008 – apresentação do relatório final.

Atividades 2007 2008


Set Out No De Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ag Set Out
v z o

Planejame
nto e X
preparo
dos X
experiment
os
Amostra de
X
solo
Plantio de
X X
Algodão
Tratos
X X X X X
culturais
Avaliações X X X X X X X X X X
Colheita de
X X
algodão
Transferên
cia de X X X
tecnologia
Tabulação
de X X X X X X X
resultados
Análise de
X X X X
resultados
Elaboração
de X x X
relatórios

6) RECURSOS HUMANOS
PESQUISADORES Percentagem de dedicação
no Projeto (%)
Hélio Ferreira da Cunha Eng.º Agrº M.Sc Produção 50
Vegetal (Entomologia)
Gil Santos Eng.º Agrº M.Sc Fitotecnia Grandes 50
Culturas
Adriano Borges de Oliveira Eng.º Agrº M.Sc Genética 5
e Melh. de Plantas
José Carlos Seraphin Eng.º Agrº PhD Estatística e Exp. 10
Agronômica

TÉCNICOS E AUXILIARES DE APOIO Percentagem de dedicação


no Projeto (%)
David Antonio Teixeira Tec. Agr. Assistente de 5
Pesquisa
Fábio Junior Alves Lacerda Tec. Agr. Assistente de 50
Pesquisa
Sebastião Gonçalves de Lima Tec. Agric. Assistente 20
de Pesquisa
Total de recursos humanos da AGENCIARURAL disponíveis ao Projeto=R$
72320,00

7) ORÇAMENTO
CONTRAPARTIDA DA AGENCIARURAL
Recursos Humanos – AGENCIARURAL
Descrição Unid. Quant. V. Unit. V. Total
Hélio Ferreira da Cunha Unid. 1 18.000,00 18.000,00
Engº Agrº - MSc – Prod. Vegetal /
Entomologia
Gil Santos Unid. 1 15.000,00 15.000,00
Engº Agrº - MSc – Fitotecnia /
Grandes Culturas
Adriano Borges de Oliveira Unid. 1 5.000,00 5.000,00
Engº Agrº - MSc – Genética e
Melhoramento
Totais Recursos Humanos – 38.000,00
Agenciarural

INVESTIMENTO/RECURSOS
FÍSICOS AGENCIARURAL
Área Experimental 3 ha Unid. 3 5.000,00 15.000,00
Trator/Implementos Agricolas Unid. 1 50.000,00 50.000,00
Laboratório de Analises (parcial) Unid 1 10.000,00 10.000,00
Casa de Vegetação Unid 1 28.000,00 28.000,00
Balanças Unid. 2 450,00 900,00
Pulverizador a gás CO2 Unid 1 300,00 300,00
Veículo usado Unid. 1 8.000,00 8.000,00
Total Investimento/Recursos Físicos 112.200,00
TOTAL CONTRAPARTIDA DA - - 150.200,00
AGENCIARURAL

RECURSOS DO FIALGO

Mão-de-Obra Temporária a Contratar (Fialgo)


Descrição Unid. Quant. V. Unit. V. Total
Auxiliar de campo – contrato de 8 Unid. 8 500,00 4.000,00
meses
Operários rurais D/h 80 25,00 2.000,00
Encargos sociais 2400,00
Total 8.400,00

Recursos para Viagens


(Fialgo)
Descrição Unid. Quant. V. Unit. V. Total
Despesas com alimentação Unid. 13 125,00 1625,00
Viagens técnicas (terrestres),
mar/08-ago/08
S.Canedo-
Sta.Helena (ida)
Sta.Helena- ud. 2x2 x X
S.Canedo-volta)

Dias de campo. Jun/08 S.Canedo ud 1x3 x X


-Sta.Helena
(ida e volta) Jun/08 S.Canedo- ud. 1x3 X X
Mineiros
(ida e volta) Jul/08 S. Canedo- ud 1x3 X x
Cristalina
Total 1625,00

Serviços de terceiros - pessoa


jurídica
Descrição Unid. Quant. V. Unit. V. Total
Análise química de solo (completa) Unid. 12 28,00 336,00
Análise física de solo Unid. 2 14,00 28,00
Análises de fibra - HVI Unid. 288 1,80 518,40
Despesa com transporte - frete Diversos Diversos 300,00
Manutenção e conservação de Diversas Diversos 1.200,00
veículos e microcomputadores
Total 2.382,40

Material de consumo (Fialgo)


Descrição Unid. Quant. V. Unit. V. Total
Combustíveis
Gasolina (usar R$ 2,95) L. 300 2,95 885,00

Óleo diesel (usar R$ 1,95) L 200 1,95 390,00


Insumos agrícolas (área de 0,00
4762 m²)
Fertilizantes Sc/kg 16 60,00 960,00
Formicida (isca granulada) kg 5 20,00 100,00
Herbicidas ( Diuron, premerlim, L ou - - 150,00
MSMA, roundap) Kg
Fungicidas (Derosal 500 SC, l 1 200,00 200,00
Euparen, Monceren).
Inseticidas (Hostation, Paration
metílico, Bulldock, lannate, Fastac,
Curacron, Tiodan, Dimilim, match I /kg 1500,00
Gaucho).
Regulador de Crescimento (cloreto l 1 180,00 180,00
de mepiquat)
Maturador Finish L L 320,00 320,00
Sementes – diversas espécies Kg 9 15,00 135,00
Material de pesquisa
0,00
Sacos de papel e de plástico, sacos
de aniagem, caixa plástica, papel
A4, CD, disquete, cartucho para
impressora a jato de tinta, estacas,
tinta, fita adesiva, barbante,
ferramentas, etiquetas, lona Diversos Diversos 1.000,00
plástica, pastas, recarga de CO2,
armadilha, piso adesivo e
feromônio para monitoramento de
bicudo e lagarta rosada, etiquetas
plástica,Kit EPI............
Total - Material de consumo 5.820,00

RESUMO DOS
CUSTOS
Descrição Fundaçã Embrap AGENCIARU Fialgo Total
o GO a RAL
Recursos humanos 38000,00 38000,00
Investimentos 112200,00 112200,0
0
Mão-de-obra 0,0 8400,0 8400,00
temporária 0
Recursos para 0,0 1625,0 1625,00
viagens 0
Material de 0,0 5820,0 5820,00
consumo 0
Serviços de 0,0 2382, 2.382,40
terceiros 40
Taxa de 0,0 0,0 0,0
administração
TOTAL 150200,00 1822 168.427,
7,4 40

9) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALLEN, C.T.; KENNEDY, C.; ROBERTSON, B.; KHARBOUTLI, M.; BRYANT, K.


CAPPS, C.; EARNEST, L. Potential of ultra narrow row cotton in Southeast
Arkansas. In: PROCEEDING BELTWIDE COTTON CONFERENCE. San Diego,
1998. Proceedings. Menphis: National Cotton Council of America, 1998.
p. 1403.

BANCI, C. A. Espaçamento entre fileiras e doses de regulador de


crescimento cloreto de mepiquat, em três épocas de plantio, na cultura do
algodoeiro herbácio. Viçosa, 1992.81p. Dissertação (M. S) – Universidade
Federal de Viçosa.

BELLETTINI, S. Comportamento do Algodão ICA – 20 [Gossypium hirsutum


L. raça). Latifolium] em diferentes espaçamentos e distribuições espaciais.
Piracicaba, 1988. 101 p. Diss. (M. Sc.) ESALQ/USP.

BELTRÃO, N.E.M.; SOUZA, J.G. de. Fisiologia e ecofisiologia do algodoeiro.


IN: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Algodão:
Tecnologia de Produção. Dourados: Embrapa Agropecuária do Oeste,
2001. p. 54-75

BELTRÃO, N.E.M.; SOUZA, J.G.; GUERRA, J.S.; TAKIZAWA, E. Manejo cultural


na região do cerrado. In: FARIAS, E.J.C.: AGUIAR, P.H.; FRERE, E.C.;
HIROMOTO, D.M. Liderança e competitividade. Rondonópolis: FUNDAÇÃO
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BILBRO, J.D. Spatial response of cotrasting cotton cultivars grow under


semiarid conditions. Agronomy Journal, Madison, v.73, n. 2, p. 271-277,
1981.

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Anexo VI
CADASTRO DO PESQUISADOR

APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA EM TODOS OS PEDIDOS

PESQUISADOR: (Não omita nem abrevie nomes)


NOME: HÉLIO FERREIRA DA CUNHA
R.G.: 135472 SSP-GO

FORMAÇÃO ACADÊMICA (Preencha somente os cursos concluídos ou em


andamento)
GRADUAÇÃO: Agronomia
Curso: Engenharia Agronomia
Unidade/Instituição: Universidade Federal de Goiás - UFG
Duração em semestres: 10
Mês e ano de início: agosto/1972
Mês e ano de conclusão: julho/1977

MESTRADO: Produção Vegetal


Curso: Entomologia
Unidade/Instituição: UNESP JABOTICAL
Departamento: Entomologia
Orientador: Prof. Dr. Santim Gravena
Mês e ano de início: fevereiro/1985
Mês e ano de conclusão: novembro/1987
Título da dissertação: “Predação natural em larvas de Alabama
argillacea (Huebner, 1818) Lepidóptera – Nocturidae em cultura de
algodoeiro”.

DOUTORADO:
Curso:
Unidade/Instituição:
Departamento:
Orientador:
Mês e ano de início:
Mês e ano de conclusão:
Título da tese:

VÍNCULO EMPREGATÍCIO ATUAL MAIS RELEVANTE


Unidade/Instituição: AGENCIARURAL
Departamento: Produção Vegetal
Função Atual: Pesquisador II
Regime de trabalho: CLT 40 horas
Ano de início na Unidade: outubro/1977
Ano de início da Função: outubro/1977
Cargos ou Funções recentes, incluindo chefias e coordenações:
Coordenador do programa de Pesquisa com Algodão da AGENCIARUAL

Declaro que não possuo qualquer vínculo empregatício.

SUB-ÁREAS EM QUE PODE DAR ASSESSORIA


1) Acessória na cultura do algodoeiro e soja
2) Manejo integrado de pragas da cultura do algodoeiro, soja e citros.
3)Controle Biológico
4)

ENDEREÇO PREFERENCIAL PARA CORRESPONDÊNCIA


Rua ou Avenida: Rua C237 Qd.553 Lt.09
Complemento: Setor Jardim América CEP: 74.290-140
Cidade: Goiânia-GO
Telefone: (62)3252-1315 Fax: (62) 3512-6955
e-mail: enghfc@bol.com.br

DADOS ADICIONAIS
Data de nascimento: 02/03/1948 Estado civil: Casado
C.P.F.: 085.690.531-34
Naturalidade: Santa Juliana-MG
Nacionalidade: Brasileira
Nome do Cônjuge: Sônia Maria Ferreira
RG do Cônjuge:

LOCAL, DATA E ASSINATURA DO PESQUISADOR


Goiânia, GO 03/08/2006 Hélio Ferreira da Cunha

Anexo VI
CADASTRO DO PESQUISADOR

APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA EM TODOS OS PEDIDOS

PESQUISADOR: (Não omita nem abrevie nomes)


NOME: GIL SANTOS
R.G.: 500924 SSP/GO CREA 162/D
FORMAÇÃO ACADÊMICA (Preencha somente os cursos concluídos ou em
andamento)
GRADUAÇÃO: Agronomia
Curso: Engenharia Agronômica
Unidade/Instituição: Universidade Federal de Viçosa-MG – UFV ex-
UREMG
Duração em semestres: 8
Mês e ano de início: março/1959
Mês e ano de conclusão: dezembro/1962

MESTRADO: Fitotecnia - Grandes Culturas e Sementes(Prod., Benefic.,


Análise e Tecnol.)
Curso: Fitotecnia
Unidade/Instituição: ESALQ/USP Campus de Piracicaba
Departamento: Agricultura e Horticultura
Orientador: Prof. Dr. Francisco Ferraz de Toledo
Mês e ano de início: março de 1974
Mês e ano de conclusão: maio de 1976
Título da dissertação: “Levantamento da População de Plantas e da
Produtividade da Cultura do Milho (Zea mays L.), Através de
Amostragem Estratificada, no Município de Piracicaba”.

DOUTORADO:
Curso:
Unidade/Instituição:
Departamento:
Orientador:
Mês e ano de início:
Mês e ano de conclusão:
Título da tese:

VÍNCULO EMPREGATÍCIO ATUAL MAIS RELEVANTE

Unidade/Instituição: AGENCIARURAL
Departamento: Diretoria de Pesquisa Agropecuária
Função Atual: Pesquisador e encarregado de Métodos Quantitativos
desde a EMGOPA
Regime de trabalho: Efetivo, Estatutário à disposição 40 horas
Ano de início na Unidade: abril / 1974
Ano de início da Função: abril / 1974
Cargos ou Funções recentes, incluindo chefias e coordenações:

Declaro que não possuo Qualquer vínculo empregatício.

SUB-ÁREAS EM QUE PODE DAR ASSESSORIA


1) Assessoria na cultura do algodoeiro e em métodos quantitativos
2) Estatística experimental aplicada .
3)
4)

bENDEREÇO PREFERENCIAL PARA CORRESPONDÊNCIA


Rua ou Avenida: Rua /Etr 115 nº 357
Complemento: Ch. São Joaquim CEP: 74.470-230
Cidade: Goiânia – GO
Telefone: (62) 3297-2770 cel. Fax: (62) 3512-6955
81584927
e-mail: ggsantos@terra.com.br

DADOS ADICIONAIS
Data de nascimento: 06/02/1941 Estado civil: Viúvo
C.P.F.: 003.689.111-87
Naturalidade: Guiricema - MG
Nacionalidade: brasileira
Nome do Cônjuge: Delma Araújo Santos Falecida
RG do Cônjuge: 184469 DFSP-Brasília-DF 20 nov 1968 Nat.
Goiânia - GO

LOCAL, DATA E ASSINATURA DO PESQUISADOR


Goiânia, 03/08/2006 Gil Santos Ass.