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CAPA

ESTUDOS DE CASO
Treinando as Habilidades Diagnósticas

Psicopedagogos/Neuropsicopedagogos/Psicólogos Educacionais
Apresentação

O estudo de caso é o método que visa compreender fenômenos sociais complexos,


preservando as características holísticas e significativas dos eventos da vida real. É um
método que abrange o processo completo: planejamento + abordagens específicas à coleta +
análise de dados.

Por isso, o estudo de caso não é:

a) uma tática para a coleta de dados;

b) nem uma característica do planejamento da pesquisa.

O estudo de caso é um método qualitativo que consiste, geralmente, em uma forma de


aprofundar uma unidade individual. Ele serve para responder questionamentos que o
pesquisador não tem muito controle sobre o fenômeno estudado.

É uma ferramenta utilizada para entendermos a forma e os motivos que levaram a


determinada decisão. Conforme Yin (2001) o estudo de caso é uma estratégia de pesquisa que
compreende um método que abrange tudo em abordagens especificas de coletas e análise de
dados.

O estudo de caso contribui para compreendermos melhor os fenômenos individuais,


com os seguintes objetivos:

Visa compreender o evento em estudo e ao mesmo tempo desenvolver teorias mais


genéricas a respeito do fenômeno observado.
Vai além de descrever os fatos ou situações, senão que busca proporcionar
conhecimento acerca do fenômeno estudado e comprovar ou contrastar relações
evidenciadas no caso.
O objetivo do estudo de caso é explorar, descrever, explicar, avaliar e/ou transformar.
Pode-se buscar evidências quantitativas e qualitativas.

É uma investigação que se assume e trata sobre uma situação específica, procurando
encontrar as características e o que há de essencial nela. Esses estudos podem ajudar bastante
na busca de novas teorias e questões que serviram como base para futuras investigações.

Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.

Clarice Lispector
ESTUDOS DE CASO PARA ANÁLISE COLETIVA E INDIVUDUAL

CASO 01:
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: João Idade: 4 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA E PARECER DO PSICOPEDAGOGO:

Menino autista severo. Segundo o pai ele tem idade mental de 9 meses, não fala, usa
fraldas, coloca tudo na boca e não se interessa por nada aparentemente. Nas sessões que
realizei tentei fazer estímulos com ele mais não se interessa por nada. Gosta muito de um
colo.
Já tentei até bolinha de sabão e ele nada! Já tentei com estímulos tanto comestíveis em
pequenas quantidades, estímulo do personagem preferido e nada chamou atenção dele.
Usei cantigas também mas ele não reagiu. Ele dá pequenos sorrisos e quer pegar a
minha mão pra abrir a porta e sair. Aí como eu não abro a porta ele pede colo com os braços.

2. SUGESTÕES DE ALGUNS PSICOPEDAGOGOS. PSICÓLOGOS E


NEUROPSICOPEDAGOGOS PARA O CASO APRESENTADO:

 Tentar descobrir um foco de interesse da criança como instrumentos musicais;


 Perguntar ao pai ou na escola se tem algo que ele gosta;
 Uso de cores quentes pode auxiliar nesse processo de musicalização ou chamada de
interesse;
 Utilizar brincadeiras com água (pense num espaço onde você possa fazer com que ele
se molhe, principalmente mãos ... exemplo: uma bacia com água e bolinhas para
separar em baldes associados a cores);
 Use imagens de personagens que ele goste de assistir na TV para criar as brincadeiras
e fazer a comunicação com você.
 Usar massa de modelar entre outros recursos para desenvolver os estímulos.

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VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 02
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Marcos Idade: 7anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Menino que tem sete anos, está no primeiro ano, não reconhece cores, números e nem
letras. Não faz o nome, apenas em cima de pontilhados mas treme o risco. Não entende ordens
dadas. Não fala corretamente e não tem pensamento lógico. Não formula frases complexas. Já
foi utilizado várias coisas entre jogos e atividades mas não evolui.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Estou avaliando uma criança assim. Até o nome conseguiu fazer agora.
Na anamnese identifiquei que a família fazia tudo por ele queria, inclusive pegava na mão
para realizar as atividades. Tratado como um bebê, sem autonomia e com a coordenação
motora ampla comprometida. Estou trabalhando com ele atividades com massinha, pinturas
com dedo, lâminas de cobrir. Atividades de montar, empilhar, vivo morto, andar na linha, etc.
A evolução ainda é discreta, mas ele já despertou o desejo pela aprendizagem e falou essa
semana algumas cores em inglês. Antes não reconhecia nem as cores.

Psicopedagogo 02: Pode ser necessário ir a escola para saber como é o desenvolvimento em
sala de aula. Se a família auxilia com as atividades de casa. Ao mesmo tempo trabalhar a
aprendizagem através do lúdico.

Psicopedagogo 03: Essa criança já passou por especialistas como Oftalmologista, Otorrino
para Audiometria? Pois se não entende ordens dadas seria melhor investigar. Necessário
também uma visita na escola para saber como é o comprometimento da família com a vida
escolar do filho. Também orientaria a família quanto à necessidade de autonomia, rotina,
estímulos para melhorar a comunicação a percepção. Aplicaria o IAR e nas intervenções
iniciaria com atividades psicomotoras para desenvolver essa coordenação que está
comprometida.

Psicopedagogo 04: Acredito ser necessário avaliar se não existe problemas físicos também.

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VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 03
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: André Idade: 8 anos Série: 3º ano

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

A mãe levou para uma avaliação psicopedagógica com a queixa de falta de atenção e
dificuldade para ler e interpretar textos. Apresentou um relatório médico escrito de TDAH
com interrogação. Ele foi bem nos testes, a próxima sessão é a anamnese com os pais. Fala
muito bem, o material escolar é bem organizado. Gosta de lego, montar robôs, e está fazendo
curso de robótica. Mas a leitura é muito lenta e soletrada, é inquieto na cadeira e no meio da
avaliação fala sobre outros assuntos. Na hora da atividade com jogos, demonstrou ansiedade.
Quando chega a vez do outro jogar ele pega rapidamente o dado para jogar sem ser a vez dele.
A escola reclama de comportamentos inadequados em sala de aula, brincadeiras de mal gosto
com os colegas, se distrai facilmente. Esquece constantemente os materiais na escola. Quando
contrariado, chora, fica com raiva e fala palavras ofensivas para si mesmo. Nas situações de
conflitos não consegue argumentar ou explicar suas atitudes de acordo com o fato ocorrido.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Ouvir o relato dos pais para poder orientar. Verificar também se não é um
problema de uma ansiedade. Procurar investigar sobre os hábitos alimentares desse
adolescente. Que não é caso para o Psicopedagogo nem psicólogo. O psicólogo deve fazer
parte desse contexto. Realizar outras avaliações. Na anamnese a mãe relatou que levou o
menino no oftalmologista recentemente e deu tudo normal. A alimentação é adequada, se
alimenta bem. Segundo os pais desde os 7 anos percebem a falta de atenção e a dificuldade
para ler a partir desse ano.

Psicopedagogo 02: Encaminhar para um oftalmologista é uma outra opção, além de


investigar as questões voltadas para o sono.

Psicopedagogo 03: Avaliar consciência fonológica, verificar se ele troca, omite ou transpõe
letras. Verificar se apresenta sinais de Dislexia precoce. Também é importante saber há
quanto tempo a criança apresenta esses sintomas. Para configurar TDAH é preciso que ela
esteja apresentando sintomas de desatenção há pelo menos 6 meses. Observar se está
passando por algum problema específico, pois pode ser ansiedade também.

Psicólogo 04: Verificar se foi o especialista que fez o diagnóstico de TDAH é um


Neuropediatra.

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VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 04

1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: João Idade: 37 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Aprendente nunca frequentou a escola e tem deficiência intelectual. Ele veio do


interior morava com a mãe. Estudou só o maternal e quando descobriu a deficiência foi
isolado do convívio da sociedade. Atualmente mora com a irmã e é a mesma que está
solicitando o acompanhamento.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Fazer atendimento com a família antes do paciente/aprendente. Iniciar


algumas questões da anamnese ajudará no trabalho. Utilizar o IPI ajudará bastante no
levantamento das informações. Utilizar nas primeiras sessões atividades interessantes e
lúdicas. Ele precisará ser direcionado no processo de aprendizagem. A entrevista com a
família é fundamental para observar como eles construíram a aprendizagem.

Psicopedagogo 02: Focar nos interesses dele como: cores, jogos, dinâmicas para que o
mesmo possa conduzir o processo de "alfabetização". É indicado explorar bastante a questão
visual, memória e concentração com adultos e idosos. Encaminhar para acompanhamento
psicológico, linha comportamental, pois ele começará a ter independência e a familiar tentará
isolar ele. Encaminhar para uma APAE e para um neurologista. A APAE será de grande valia
para evitar o isolamento social. Pessoa com deficiência intelectual a família, por vezes, não
acreditam ou não aceitam que as mesmas devam ter sexualidade. Por isso, cogito a APAE.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?

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e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 05
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Carla Idade: 5 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Menina de 5 anos com laudos neurológicos de TDAH, com queixa da escola de


agitação, e de não se relacionar com os colegas. A mãe trabalha todas as noites e o pai fica
com a criança. A mãe leva e busca na escola, e relata que em casa a menina vive no seu
mundo falando com seus brinquedos como se estivesse nos desenhos animados. Quase não
fala com as pessoas inclusive a mãe. Não olha nos olhos quando falam com ela. O pouco que
desenhou usou muito giz preto e sempre com algum brinquedo na mãos como se este
estivesse desenhando também.
Com o brinquedo de formas e cores montou, mas reclamando por que não conseguia
encaixar rápido e certo. Após aplicar a EOCA, sem sucesso algum a mesma não despertou
interesse em verificar o que tinha na caixa. Estuda a pouco tempo na escola atual, mas a mãe
relata que sempre foi assim desde que moravam no interior.
Por causa da dificuldade com exames e médicos mudaram-se para POA, durante a
anamnese a mãe comentou que o neurologista do interior disse que ela também tinha
EPILEPSIA. Quando questionei sobre o caso ela disse que a menina nunca teve crises, mas
que nos exames aparecia.
Ao fazer uma consulta com outro neurologista o mesmo retirou a medicação para
observar, até o momento a mãe havia declarado que a mesma não tinha apresentado crises. A
Anamnese foi realizada apenas com a mãe, pois a própria relatou que apesar de viver com o
pai o mesmo demonstrou por várias vezes não tem tempo nem paciência para o que ela
classifica como sendo "frescuras".
Foi uma anamnese bem difícil, a mãe não lembrava de nada sobre a recém nascida diz
que só amamentou 2 meses. Sobre o desenvolvimento da menina não lembra quando falou,
caminhou, sentou, só que sempre foi um bebê calmo e tranquilo. Essas informações foram
obtidas em apenas uma sessão com a mãe.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Não parece ser só TDAH. Independente do diagnóstico o desafio será a
socialização para desenvolver a aprendizagem, se ela gosta de brinquedos por exemplo. Uma
boa opção é no próximo encontro apresentar para ela brinquedos e personagens, talvez o uso
de fantoches também ajude. Nesse início o importante será estabelecer vínculos.

Psicopedagogo 02: Uma opção a ser considerada e muito relevante é fazer o levantamento de
informações na anamnese além de utilizar o IPI, pois pode ajudar consideravelmente no
levantamento de dados e informações. Visto que ela é muito nova e em fase de
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aprendizagem, o lúdico (jogos, brincadeiras, desenhos, dinâmicas dentre outros) podem ajudar
bastante.

Psicopedagogo 03: Utilizar da Família Terapêutica. Realizar teste de autismo.

Psicopedagogo 04: Promover a socialização. Aplicar a anamnese com os pais para verificar
como é a rotina dela fora do ambiente escolar. Observar se ela repete muitas vezes as falas
dos desenhos animados. Verificar juntamente com os pais a questão da atenção, se é
dispensada para ela em casa e de que forma. Criar um bom vínculo aplicando primeiro
atividades relacionadas a coordenação motora fina.
Utilizar como recurso o que ela apresentou gostar mais como: tinta guache, material
reciclado, massinha de modelar, geleia, família terapêutica assim como caixa de miniaturas
para que a criança sinta-se mais confiante.
Trabalhar algo relacionado a contos de fadas (se ela consegue memorizar as falas dos
desenhos e porque isso tem significado para ela) então seria interessante investigar algum
personagem para tentar suscitar mais o lúdico dela. Depois aplicar os testes projetivos
novamente. Não é possível descartar a possibilidade de ser autismo, apesar de ser um pouco
cedo para ver nessa vertente.

Psicólogo 05: Verificar com a criança qual é a forma que tem de se comunicar/relacionar com
os pares dela, bem como as pessoas ao seu redor. Aparentemente parece ser uma criança
solitária e desassistida, é necessário investigar. Para essa questão é indicado utilizar o IPI que
possui formulários riquíssimos voltados para essa e outras questões socioafetivas.

Psicólogo 06: Não parece ser só TDAH, parece ser algo emocional. Talvez por conta de sentir
falta da mãe.

Psicopedagogo 07: Investigar qual o vinculo pai-filha. A criança pode estar exteriorizando
um comportamento de alteração psicológica devido a falta de atenção. Os brinquedos podem
ter se tornado para ela os únicos que realmente são confiáveis. Verificar se a criança já faz
acompanhamento com outros profissionais como Psicólogo, Terapeutas, enfim. Existe nesse
caso uma infinidade de pistas que a própria criança está dando. É visível o quanto a mesma é
solitária. Independente de diagnóstico tudo índica ser um sofrimento emocional.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?

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e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 06
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Pedro Idade: 10 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Menino de 10 anos Autista e síndrome de Down. Não se comunica, as vezes solta


algumas palavras soltas que parecem palavras de xingamento. Não quer realizar nada e se
forçar destrói tudo. Não interage. Chega na sala e vai deitar em um canto onde pega um
brinquedo e fica olhando e colocando na boca. Os pais disseram que ele estava fazendo
Terapeuta Ocupacional e acompanhamento com Fonoaudiólogo e neurologista. Já
tentaram comunicação alternativa e não deu resultado. Visto a situação a família já está
desgastada desanimada.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Criar vínculos, começar pelas áreas de interesse dele.

Psicopedagogo 02: Música com relaxamento é outra boa opção.

Psicopedagogo 03: Contar histórias, mostrando imagens, músicas para crianças, trabalhar
com massinhas enfim, criar vínculos é o primeiro passo.

Neuropsicopedagogo 04: Fazer contato com especialistas que já fazem atendimento, pegar
algumas dicas e informações de como elas fizeram/fazem para estabelecer relações com as
crianças com essas condições. Nesse caso o trabalho tem que ser multidisciplinar.

Psicopedagogo 05: Estabelecer contato com os demais profissionais/especialistas, bem como a


família, pois nesse caso se faz necessário a interação entre os mesmos.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
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e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 07
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Ana, Maria e Almira Idade: 13, 17 e 18 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

3 adolescentes de 13, 17 e 18 anos em uma instituição sem fins lucrativos. As queixas


estão voltadas para as questões cognitivas como: leitura e escrita. Estudam 4°e 5° ano.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Realizar a Anamnese e o IPI para levantamento de mais informações


sobre o caso apresentado.

Psicopedagogo 02: TCLPP, Prolec e Rosa Neto (Trabalho psicomotor), dão subsídios bem
bacanas pra estruturação de um trabalho quando a queixa é voltada para a leitura.

Psicopedagogo 03: Leitura compartilhada feita pelo professor. Mostrar aos adolescentes o
amor e prazer pela leitura. Pedir para perceberem a importância da pontuação no momento da
leitura e entonação. Escolher livros com textos menores. A partir do livro que mais gostaram é
a hora de produzir parágrafos. Penso que pode ser um ponto de partida.

Psicopedagogo 04: Procurar textos curtos, inicialmente, mas relacionados aos assuntos do
interesse deles. Trabalhar com estratégias de leitura. Uma delas é quando o aluno encontrar
uma palavra que não conhece voltar um pouco no texto, tentar relacionar a palavra ao
contexto.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?

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e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 08
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Marcelo Idade: 9 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Menino com 9 anos (3° ano) lê palavras simples e apresenta dificuldade em


complexas. A mãe sempre foi a escola em busca de ajuda para colocá-lo no reforço escolar. A
escola orientava que era normal e que tinha que esperar o tempo dele. Em maio a mãe foi
novamente e exigiu ajuda para o filho que já fazia reforço com professora particular. Foi
então que a escola começou a ajudar (pois a mãe ameaçou ir na secretaria de educação do
município.) A escola chamou a mãe e entregou uma carta de indicação ao Psicólogo
comprovando a dificuldade. E avisou a mãe que o aluno iria fazer o terceiro ano novamente.
Mãe procurou além da psicóloga também uma Psicopedagoga.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: A escola foi omissa. Exigir um relatório com todas as competências que a
criança tem e quais são indispensáveis para uma aprovação. Procurar um neurologista e
intensificar com acompanhamento nas atividades e um trabalho paralelo com a
psicopedagoga.

Psicóloga 02: Deve se ter cuidado com os relatos, às vezes eles estão mascarados, aqui até
então foi só escutado um lado da história. Ao atender a criança, pois ela mesmo aos poucos
vai dizer como é a família e a escola. Nesse caso utilizar o IPI seria uma ótima indicação para
levantamento das informações necessárias. Depois dos primeiros atendimentos é que poderá
orientar essa mãe da melhor forma. A conversa com a escola também se fará importante nesse
caso. No IPI encontrará formulários que permitiram investigar melhor a instituição, bem
como o relacionamento criança x escola.

Neuropsicopedagogo 03: Este é um caso centrado mais no institucional que no clínico. A


relação família e escola precisa ser trabalhada. Os encaminhamentos sugeridos são
indispensáveis. É fundamental centrar na escola, concordo que o IPI vai ajudar bastante. O
relatório é o ideal e deve acolher a mãe de modo que ela veja a psicopedagogia como aliada
do filho. É urgente a visita institucional para coleta de informações além de ser necessário
revisar as atividades escolares da criança para saber se o relatório primário da escola está em
concordância com o observado.

Psicopedagogo 04: Ir à escola conversar com o(s) professor(es) e equipe é essencial para
entender o nível da turma e da criança.

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VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico
preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 09
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Gabriely Idade: 9 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Aluna tem 9 anos, apresenta-se retraída, calada, tímida. No ambiente familiar se auto
mutila. Professor acha que a criança é Esquizofrénica e ainda não consegui ler e nem escrever.
Não tem iniciativa. Necessita ser estimulada o tempo todo para realizar atividades e
brincadeiras. Verbaliza bem as palavras.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Realizar uma avaliação multidisciplinar, com um neuropsicólogo é


importante.

Psicólogo 02: Investir na saúde física e mental desta criança. Encaminhar para uma
Psiquiátrica infantil, para avaliar este quadro e medicar se for necessário (depressão?
Abuso?). O IPI nesse caso é indicado visto que possui formulários para esse tipo de
investigação. E em parceria com a Psicopedagoga é fundamental encaminhar para terapia com
Psicólogo.

Psicopedagogo 03: É necessário se aproximar da criança e ganhar a sua confiança. Investigar


qual o interesse dela, do que ela gosta, explorar bem as atividades lúdicas para poder iniciar a
avaliação e a partir dai fazer os encaminhamentos necessários.

Psicopedagogo 04: Construa suas hipóteses pela observação q tiver no atendimento lúdico e
no EOCA.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?

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e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 10
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Carlos Idade: 8 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Paciente/aprendente com 8 anos, a queixa da escola é: A criança é muito ansiosa e


agitada, não ler, não conhecer as silabas, está no nível silábico e sem valor sonoro. Em
matemática conhece os números. Passa o maior tempo desenhado super heróis. A professora
fala que ele quer ser sempre o primeiro a terminar a tarefa e não presta atenção na sala. Nunca
se recorda do que foi feito na aula anterior. A mãe falou na anamnese que o mesmo não é
agitado e só apresenta ser ansiedade. A criança está no 2 ano do ensino fundamental I

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Aplicar o teste de hiperatividade, e encaminhar para um neuropediatra.

Psicopedagogo 02: Verificar se a criança faz acompanhamento psicológico, caso não faça
realizar o encaminhamento. Investigar como é o comportamento na escola para isso o IPI é o
mais indicado.

Psicopedagogo 02: Investigar a família visto que aparentemente a mãe não concordou com o
parecer da escola. É necessário identificar o que está acontecendo a fundo. Para isso só a
Anamnese não resolve o IPI se faz necessário.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 11
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Amanda Idade: 10 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Faz quinto ano em escola pública, a mãe apresentou laudo de TDAH, toma Ritalina e a
mãe tem dificuldades para criar as rotinas. Não gosta de livros de literaturas, possui boa
leitura, faz produção escrita, possui habilidades matemáticas, mas é desorganizada, não tem
hábitos de estudo, não realiza as tarefas e é inquieta na sala de aula. No segundo bimestre
tirou notas baixas, sem reprovação. A falta de atenção é nítida. O TDE foi realizado, teste de
leitura escrita e o par educativo dentre outros. Em uma das sessões ao conversar com a mãe
foi possível observar o desespero dela, a sessão com as duas sempre é muito tensa.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Trabalhar o quadro de rotina.

Psicopedagogo 02: Intervenção Mãe e Filha, encaminhar para o Psicólogo. Utilizar o IPI para
levantamento das informações necessárias entre mãe e filha.

Neuropsicopedagogo 03: Estimular a criança para adquirir as habilidades necessárias para


sua fase de desenvolvimento. A criança que já apresenta algum comprometimento em seu
desenvolvimento precisa ainda mais precocemente dessas estimulações, caso não ocorra ela
possivelmente terá prejuízos significativo em seu desenvolvimento.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 12
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Tarciso Idade: 09 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Criança sabe ler (leitura silábica) escrever, mas quando chega no final não lembra
mais o que leu no começo. Filho planejado, aparentemente foi uma gravidez sem ocorrências.
Estuda em escola particular. Na anamnese não revelou nenhum fato que justificasse este
problema. Não toma medicamentos. Foi a escola que solicitou acompanhamento
Psicopedagógico.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Neuropsicopedagogo 01: Investigar dados relativos a memória, curto-longo prazo e de


trabalho. Verificar como é a reprodução da escrita e se é copista. Aplicar a Projetiva Par
Educativo. Investigar figura fundo, memória viso espacial e atenção, teste de trilhas,
cancelamento. Investigando e observando todos os resultados.

Psicopedagogo 02: Verificar se o motivo de não se lembrar do que leu é por causa de ter uma leitura
silabada. Investigar o processo de alfabetização.

Psicopedagogo 03: Concordo que um dos motivos do problema de leitura realmente é por
causa da leitura silabada. Pois ao terminar de fazer a leitura silábica, não consegue identificar
o que leu.

Psicopedagogo 04: Apesar dele ter 9 anos pode ter sido algo no processo de alfabetização
então dá para trabalhar o alfabeto fônico.

Psicopedagogo 05: Fazer o teste das pré-competências. Verificar as possíveis falhas em


alguma parte da alfabetização e se tem a prontidão para aprender. Investigar se a criança não
se lembra apenas do que leu ou de outros fatos também. Levantar os dados na queixa com a
família e com a escola.

Psicólogo 06: É importante realizar uma escuta ativa da situação como: as questões voltadas
para a escola em como da mãe tentando entender de onde vem o comportamento da criança.
Observar se existem problemas atuais ou anteriores que podem estar repercutindo na no
desenvolvimento da aprendizagem da criança.

Psicopedagogo 07: Utilizar jogos para que o mesmo demonstre o nível de atenção dele,
como: jogo da memória, tem o teste 7 figuras 7 palavras, angra (da uma figura para observe e
faca), fazer a figura base. Verificar durante as atividades o nível de atenção. Encaminhar a um
neurologista (neuropediatra), para confirmar ou descartar um possível quadro de
Hiperatividade. Aplicar testes relacionados ao processo de aprendizagem para saber se tem
todos os requisitos apresentados.
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Psicopedagogo 08: Aplicar os testes projetivos pois são importantes para avaliar o vínculo do
aprendente com a aprendizagem.

Psicopedagogo 09: Observe se apresenta sintomas de hipótese para um TDAH (déficit de


atenção leve) ou dislexia. Realizar uma intervenção utilizando o método fônico para trabalhar
as habilidades da fluência leitora e interpretação.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 13
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Davi Idade: 7 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Diagnosticado com TEA moderado. Um pouco agressivo. Sem problemas de visão e


audição. Coordenação motora comprometida. E não está alfabetizado.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Verificar se o aluno é verbal. Se já faz acompanhamento com


fonoaudiólogo, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional. Caso não, realizar o encaminhamento.
Fazer a Anamnese e IPI com a família e escola, além de realizar avaliações e entrevistas com
a criança. Essas análises permitirão considerar os aspectos cognitivos, afetivos, psicomotores
e sociais do paciente. Tais questões vão interferir na aprendizagem e mais especificamente na
alfabetização. Tudo isso irá funcionar como partes de um quebra cabeça e só então será
possível partir para intervenção psicopedagógica. Explorar os recursos visuais, reforço
positivo, letras móveis dentre outros campos de interesse do paciente. Visitar a escola, nesse
caso o IPI tem excelentes formulários que possibilitam uma investigação intensiva sobre
diversos fatores que são de suma importância para desvendar o reais motivos dos problemas
de aprendizagem.

Psicopedagogo 02: Realizar a anamnese com os responsáveis para saber entre outras coisas, o
que a criança gosta (desenhos, jogos, guloseimas, brinquedos...) Para serem usados como
reforçadores, utilizaria o método fônico, porém antes de pensar na alfabetização é preciso
criar vínculo com essa criança e conquistar confiança.

Psicopedagogo 03: Realizar anamnese com pais, trabalhar em parceria com a escola, utilizar
o IPI para uma investigação mais profunda. Se esta criança já possui um laudo, é importante
analisar bem e se possível entrar em contato com o especialista. Encaminhar para
Fonoaudiólogo, psicólogo, neuropediatra. Para amenizar a impulsividade da criança indica-se
utilizar objetos que a deixe mais relaxada e tranquila como: algum jogo, equipamento,
brinquedo, dinâmicas, brincadeiras, etc.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?

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d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 14

1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Tereza Idade: 14 anos Idade Mental: 9 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Aluna com déficit cognitivo, lê, escreve sabe contar, mas não consegue fazer contas de
multiplicação. Contas de Adição e subtração faz, mas precisa que direcionemos os números
nas contas. Tem a fala um pouco comprometida mas faz acompanhamento com o
fonoaudiólogo e com a Psicóloga, além de fazer reforço escolar. O único problema é que a
mãe não enxerga a filha como ela é ou quer dizer enxerga mas não aceita. Sabe mexer no
celular mandar mensagem. Não toma banho sozinha porque não foi estimulada. Muitas coisas
que ela pode fazer sozinha, não faz porque a mãe "acha" que ela não pode!

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Encaminharia para oftalmologista, otorrino e neurologista. Com sugestão


para Wisc e investigação do PAC. A mãe tem que ser bem orientada quanto a estímulos,
rotina, regras e principalmente autonomia. Pontuar e esclarecer para a mãe como será a vida
da filha no futuro, se a mesma não tem autonomia nem para tomar banho como vai trabalhar.
Em terapia psicopedagógica trabalharia material dourado para sanar as dificuldades do
sistema de numeração decimal e a ordem posicional dos números que está sendo uma das
queixas. Realizar jogos de estratégias, planejamento para estimular o raciocínio lógico,
análise e síntese, figura fundo, linguagem receptiva e expressiva, ordenação de cenas mudas,
narrativa de histórias, compreensão leitora, discriminação visual e auditiva. Verificaria
também na escola se essa aluna tem autonomia para as atividades em Sala de aula.

Psicólogo 02: Além de todas esses acompanhamentos citados a cima, é importante ressaltar
que a mãe precisa também de uma ajuda. Indicar acompanhamento com Psicólogo é
fundamental pois caso contrário à criança por mais que faça acompanhamento com diversos
profissionais, sem ajuda familiar, ficará uma lacuna em aberta.

Psicopedagogo 03: Tente dinâmicas de inversão de papéis, pois a mãe sentir-se-á a filha.
Realizar dinâmicas de construção de deficiência, como por exemplo: vendar a mãe e solicitar
que a filha a conduza no espaço, mas crie barreiras, com isso, a mãe poderá perceber como a
criança reage com comandos e aprende. Sugiro pedido de relatório da psicóloga explanado a
relação mãe e filha com foco nas fobias. Seria interessante que a mãe fizesse algumas
consultas na percepção da constelação.

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VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 15
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Clara Idade: 9 anos País: Japão Pp: Brasileira

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Criança estudou em escola japonesa de bebê até os 9 anos. Atualmente está na escola
de brasileiros no Japão, pois teve muitos problemas na japonesa. Não aprendeu a ler e
escrever, fala bem pouco o japonês e sofria bullying. Está sendo alfabetizada mas apresenta
muitas dificuldades. Na escola japonesa não recebia atenção nem dos professores, muito
menos dos colegas. Não tinha rotina e deveres (não fazia nada na escola). Ela consegue ler
algumas frases, mas tem dificuldade na pronúncia do L.
Como os japoneses não pronunciam o L crê que isso colabore, pois tenho uma aluna
de reforço que tem o mesmo problema no português. Ela está na fase silábico - alfabético mas
não está evoluindo. Consegue formar palavras, mas a dificuldade de pronúncia faz com que
erros aconteçam com muito mais frequência do que seria normal, e hipersegmentacao. A sua
voz é como de uma criança bem menor. Os pais são brasileiros e falam o português em casa e
ela convivia somente com brasileiros fora da escola. A língua materna e a língua portuguesa e
ela não aprendeu corretamente o japonês ao mesmo tempo que tinha contato com a língua
materna somente falada e nunca a escrita.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Considerar o ambiente e a naturalidade da criança e dos pais. Visto que
são todos brasileiros que foram morar no Japão.

Psicólogo 02: Considerar o ambiente e as mudanças drásticas que podem ter afetado o
desenvolvimento da criança.

Psicopedagogo 03: O primeiro ponto é encaminhar para avaliação de um fonoaudiólogo que


compreenda esse multiculturalismo para se posicionar sobre uma possível deficiência da fala.
Analisar se a criança já superou a "linguagem tatibitate". Definir qual será a língua materna.
Compreender que existe um caso evidente de multiculturalismo em cena. Se a língua materna
será o japonês, o português como secundário não seria objeto de intervenção. Investigar as
questões socioafetivas utilizando da Anamnese e IPI. Levar em consideração que a cultura
japonesa é muito rígida.

Neuropsicopedagogo 04: É necessário mais elementos para realizar uma avaliação mais
profunda para compreender quais são os reais fatores para as dificuldades apresentadas.

Psicopedagogo 05: Os pais são brasileiros, falam o português em casa. Seria importante que
os mesmos ajudassem com a dificuldade no idioma.

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Psicopedagogo 06: Encaminhar para avaliação fonoaudiológica e concomitantemente,
trabalhar com a criança o método Boquinhas que é fonético visual, visto que o método pode
auxiliar muito a criança a entender de forma concreta os fonemas.

Psicopedagogo 07: Investigar como a criança lida com as duas linguagens. Ela pode estar
precisando de ajuda para organizar o cérebro e levar a entender as diferenças das línguas.
Construir inferências, estabelecer relação entre as linguagens pode ajudar bastante.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 16

1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Marcelo Idade: 9 anos

1.DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Nasceu prematuro com 8 meses e 24 dias, apresentou quadro cianótico e ficou em


como induzido por 12 dias. Fez teste neuropsicológico - tem TDAH/TOD e TRANSTORNO
DE COMPORTAMENTO ALTERADO. A criança não consegue desenvolver a leitura.
Teste de altas habilidade ele respondeu tudo ao contrário sabendo a resposta. (Segundo a mãe
ele fala que não quer ser CDF). Não obedece regras em casa. A Irmã briga muito com ele (19)
e o irmão de (4) fica com a irmã é muito bem cuidado. A Psicóloga/Neuropsicologa aplicou o
teste de AH. A qual a escola encaminhou por hipótese de AH. Foram realizadas pela
psicóloga as seguintes avaliações: Provas projetivas, Provas modulares cognitivas e
multimodais, Escala de Wechsler e Wisc 4. Observou-se o vínculo negativo com a
aprendizagem escolar e a estrutura cognitiva na época oscilando em pré operatório intuitivo
global. A mãe desistiu do tratamento por 4 meses. Depois retomou novamente. Inclusive
havia tirado medicamentos da criança. Ao retornar apresenta ecolalia, ansiedade e sempre que
termina algo fala alto e reforça que terminou e fará outra coisa. Será encaminhado novamente
para terapia com a psicóloga.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Pedir relatório escolar pra avaliar como ele se comporta em sala.
Estabelecer vínculo utilizando a Caixa lúdica. Verificar como é a relação dele com o
aprendizado para isso é indicado utilizar a EOCA. Orientar a mãe com relação as regras e
limites. Encaminhar para Psicóloga, Otorrino e Neuropediatra.

Psicólogo 02: Criar vínculo e descobrir do que gosta para trabalhar os conteúdos com ele.
Sempre motivando com elogios a cada acerto ou atitude correta.

Psicopedagogo 04: É indicado acompanhamento com psicólogo para uma terapia cognitiva-
comportamental onde irá trabalhar a ansiedade e impulsividade.

Neuropsicopedagogo 05: Verificar essa questão da ecolalia se é imediata e após existe a


emissão e resposta a algum comando. Caso a resposta for sim, o indicado é realmente o
encaminhamento ao fonoaudiólogo para avaliação e possível exame de PAC para verificar se
há comprometimento das habilidades auditivas. Muitas ecolalias vem de uma resposta
imediata a um comando que a criança ainda está processando.
Sobre a retenção... verificar se essa escola já informou a família e a equipe sobre quais as
adaptações curriculares que devem ser implementadas com essa criança. Porque não basta
reter se a escola também não se responsabilizar pelo processo de melhora dessa criança. Reter
e continuar com a mesma metodologia só é sinônimo de protelar o problema e levar a criança
mais sofrimento emocional.
34
VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

2. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

f) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
g) Concorda com as sugestões apontadas acima?
h) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
i) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
j) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
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CASO 17
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Brendho Idade: 9 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Estuda no terceiro ano só tem dificuldades em matemática. A mãe diz que somente
agora ele vem apresentando a dificuldade.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Utilizar BACMAT.

Psicopedagogo 02: Avaliar também a linguagem. Analisar a descrição do DSM 5 sobre a


dislexia/discalculia, visto que o mesmo indicará o que se deve investigar em uma avaliação
nesse caso. A série que ele está pode exigir muita abstração.

Neuropsicopedagogo 03: Aparentemente parece ser discalculia. Avaliar os conceitos básicos


de matemática ensinando os conteúdos das séries anteriores, ajudaria muito.

Psicopedagogo 04: Observar se é uma Discalculia adquirida (a discalculia adquirida ocorre,


após sofrer uma lesão cerebral e a evolutiva que ocorre como uma disfunção cognitiva que se
manifesta através de problemas para desenvolver competências matemáticas sem que o aluno
tenha outras deficiências associadas), a mãe declara que só iniciou aos 9 anos. Deve-se
investigar a vida escolar dos anos anteriores. E pode ser uma dificuldade que foi
desenvolvida, acumulada, não necessariamente discalculia.

Psicólogo 05: De acordo com algumas pesquisas sobre o assunto, um diagnóstico de


discalculia só poderá ser feito na faixa dos 10-12 anos. Antes de aplicar os "testes
matemáticos", avaliar o interesse e o comportamento do educando nessa disciplina. Avaliar
sobre o que a criança pensa/acha da disciplina, dos conteúdos e dos professores. É importante
saber também sobre a autoestima, buscando sempre aplicar atividades básicas, como: jogos
que ajudem a ter uma noção básica sobre classificação, seriação, contagem e habilidade
espacial.
Sugestão:
 Poderia aplicar o CAB-DC, mas é mais para
neuropsicologia/neuropsicopedagogia. E pode ser aplicado a partir dos 07
anos.
 Use um jogo de dominó para a criança ordenar as peças de acordo com
numeração das bolinhas...
 Leitura: discaculia: uma abordagem à luz da educação matemática, de Wiliam
Cardoso da Silva. Acredito que artigo seja útil, principalmente a partir da
página 29. (Obs. "Joga no Google" que achará o artigo)

Psicopedagogo 06: Usar a prova de aritmética de Seabra.


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VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 18
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Glauber Idade: 3 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Criança autista, não fala, balbucia, aponta para o quer e quando não pode pegar fica
agressivo, grita e puxa os cabelos. Faz acompanhamento com o neurologista, e já foi
solicitado acompanhamento com o fonoaudiólogo e psicopedagoga. Usa fraldas, na creche
bate nos colegas. Não aceita ser repreendido. Não fica quieto 30 segundos, o tempo todo
querendo mexer e jogar as coisas no chão. Nada que a mãe informou deixa ele quieto. Do
momento que chega na escola até a hora que sai não prende a atenção em nada por mais
lúdico que seja. Passa o tempo todo buscando algo para mexer. Se comporta da mesma
maneira na frente dos pais.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Conversa com a neurologista/neuropediatra para que o mesmo identificar


o grau, que é um pouco provável que seja moderado. Encaminhar também para Terapia
Ocupacional e Psicólogo, principalmente da linha da terapia comportamental. Como
psicopedagogo, minha linha seria na perspectiva da atenção compartilhada principalmente na
"compreensão da intencionalidade comunicativa de comportamentos não verbais".
Posteriormente avançar para o estabelecimento de rotinas funcionais é claro que em parceria
multidisciplinar para pensar o caso.

Psicopedagogo 02: Em primeiro momento é preciso criar vínculos com a criança. Use os
primeiros atendimentos para criar este vínculo. Deixe ele "conduzir" e vai pegando confiança
para depois aplicar as atividades.

Psicopedagogo 03: Utilizar nesse caso o TOMASELLO, que investiga especificamente o set
de "atenção compartilhada". Paralelamente iniciar a estruturação de comunicação alternativa
baseado no foco de interesse da criança para auxiliar na estruturação das rotinas funcionais,
como exemplo "ir ao banheiro" com uma autonomia gradual.

Psicopedagogo 04: Criar um vínculo com a criança para conquistar a confiança, a partir desta
confiança descobrir a porta de entrada através da E.O.C.A para começar a desenvolver o
trabalho.

Psicopedagogo 05: Montar uma avaliação das habilidades motoras, pareamento, cores,
números, letras, figuras geométricas, figura fundo para ter uma ideia da linha de base (o que
ele já sabe) o que ele sabe e precisa melhorar e o que ele ainda não se apropriou. A partir daí
monto a intervenção usando algo que ele gosta (guloseimas, desenhos, jogos...) para fazer os
combinados. Esses comportamentos acontecem por conta da comunicação (ele não consegue
se fazer entender e se desestrutura) portanto, o acompanhamento fonoaudiólogo é
imprescindível. Fazer uma Anamnese para saber os interesses da criança e criar vínculos com
ele usando esses interesses.
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Psicopedagogo 06: Nenhuma intervenção será eficaz se essa criança não for acompanhada
por um neurologista ou psiquiatra para administração de medicamentos. Pelos relatos
percebe-se que a família também precisa de um acompanhamento psicológico.

Psicopedagogo 07: Observar a criança é o primeiro passa, criar um relacionamento de


confiança. É de suma importância encaminhar para acompanhamento psicológico, Terapeuta
ocupacional, Nutrição e psicopedagogia.

Psicopedagogo 08: Terapia ABA

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e (ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 19
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Aurélio Idade: 10 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Criança está no ensino fundamental. Após a criança ter passado mal na escola,
queixando ter sentido sua visão escurecer, a partir desse acontecimento o rendimento caiu
consideravelmente. Avaliado fez o teste torre de Londres e não foi bem. Na montagem quebra
cabeça tem dificuldade. É meio resistente a escrever texto mas fez um e ficou bom.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Neuropsicopedagogo 01: Inicialmente marcar neurologista e oftalmologista para investigar


essa visão escurecida. Identificar com a escola e a família qual seria a queixa.

Psicopedagogo 02: Avaliar as funções executivas. Encaminhar para Endocrinologista. Pode


ser início de diabetes. Não podemos descartar nenhuma possibilidade.

Psicopedagogo 03: Realizar jogos, dinâmicas, brincadeiras, dançar, explorar bastante a


questão da coordenação motora ampla e fina. O jogo Estátua e dança das cadeiras podem
ajudar nessa avaliação também. O teste limita nossa percepção do sujeito. Até uma avaliação
de capacidade pode ser aplicada para compreender o comportamento. Observar a capacidade
funcional.

Psicopedagogo 04: Encaminhar para avaliação com neuropediatra, exames de rotina e


oftalmologista.

Psicopedagogo 05: A avaliação do neuropediatra é importante.

Psicopedagogo 06: Pedir que os pais levem a criança no médico para uma avaliação com
oftalmologista, neurologista caso necessário. Antes de qualquer avaliação, é necessário uma
avaliação com oftalmologista. Existe a possibilidade de haver algo grave nas funções
executivas. Importante exame de imagem.
Investigar as várias possibilidades, como: de falta, de absorção de nutrientes,
vitaminas, minerais, pressão, questões mais graves relacionadas diretamente ao cérebro
mesmo, como um pré AVC. Utilizar o IPI para avaliar as questões relacionadas ao sono e
alimentação. Após descartado todas essas possibilidades, é possível partir para outras
avaliações. Já durante a avaliação psicopedagógica explorar a técnica projetiva. Realizar
testes projetivos para verificar se no desenho existe algo lhe amedrontando ou que reflita algo
que o incomode. O baralho das emoções também é uma boa opção. Investigar o
relacionamento com os pais, o IPI ajudará bastante nessa questão. Pode ser que algum conflito
familiar esteja acontecendo e o psicológico da criança esteja prejudicado.

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Psicólogo 07: Existe uma possibilidade de AVC. Deve ser realizada uma investigação médica
detalhada, provavelmente com diversos profissionais. A princípio quando se fala em visão
pensamos logo no oftalmologista, mas poderá ser outras agravantes também. Então a
avaliação médica, neurológica se torna necessária.

Psicopedagogo 08: Verificar também se não está com algum problema na família, que possa
estar desenvolvendo estresse ou ansiedade!

Psicólogo 09: Independente dos encaminhamentos deveria ser feito um trabalho de


acolhimento, fortalecendo o vínculo entre a profissional e o aluno. Investigar possíveis causas
emocionais e, utilizar a ludicidade para que a vontade de continuar aprendendo fique ativa.
Utilize jogos que estimulem o desenvolvimento cognitivo, contos, música, dentre outros.

Neuropsicopedagogo 10: Avaliar aspectos básicos primeiro como: Pressão, alimentação,


sono, relacionamento familiar entre outras questões afetivas.

Psicopedagogo 11: Encaminhar primeiramente para o oftalmologista.

Psicopedagogo 12: Levar à criança ao pediatra para fazer uma avaliação, seria o primeiro
passo para saber se sua saúde está bem. Depois sim seguir com as avaliações e as
intervenções.

Psicopedagogo 13: Tive um problema oftálmica e durante 17 dias tive queda de pálpebra no
olho direito. Com 17 dias tive um rompimento de um aneurisma cerebral que fez uma lesão
no nervo óptico. O problema no olho era consequência e não a causa. Também concordo que
a investigação médica seja solicitada.

Psicopedagogo 16: Conversar com a família para conscientizar da importância de buscar


atendimento neurológico e posteriormente procurar outros profissionais mediante o
diagnóstico médico. Nessa conversa ter ciência da vida familiar, emocional e social do aluno.
Depois disso pode-se traçar intervenções pontuais.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 20

1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Jovacir Idade: 12 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

A família tem apenas o laudo da psicóloga onde foi aplicado o WISC e o diagnóstico
foi de DI moderado, o pré adolescente não sabe ler e escrever, essa é a maior queixa. Desde
que foi aplicado esse teste a 3 anos, a criança foi transferida para a APAE. Quais testes podem
ser aplicados e quais seriam as intervenções indicadas?

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Fazer a entrevista com o sujeito para saber do que ele gosta na escola.
Visitar a escola para saber o que ele faz lá e a partir daí começaria a preparar as sessões
iniciando com algo que ele goste.

Psicopedagogo 02: Entrevista com a família – Anamnese e IPI

Psicopedagogo 03: Realizar exames de audiometria com a criança. Verificar qual o


comprometimento da linguagem receptiva dele, se há comprometimento da recepção tem que
se avaliar o resultado da avaliação. Investigar qual o comportamento que a criança apresenta
na escola. Exemplo: Agitado, Disperso, Agressivo, Ansioso, Triste dentre outros. Caso não
faça acompanhamento com Neurologista, encaminhar.

Psicopedagogo 04: Ensinar e alfabetizar no método fônico, com o método das boquinhas.

Psicopedagogo 05: Pode ser investigado a consciência fonológica e qual nível de


alfabetização.

Psicopedagogo 06: Testes como CONFIAS, TDE, outros...

Psicólogo 07: Também é bom refazer o WISC, visto que já tem 3 anos eu foi feito.

Psicopedagogo 08: A prioridade seria alfabetizar esse adolescente, o Método das Boquinhas
tem obtido excelentes resultados na alfabetização de crianças e adolescentes com DI.
Trabalhar com muita estimulação, utilizando todas as vias de entrada, visão, audição, tátil.

Psicopedagogo 09: Na intervenção é indicado trabalhar com letras moveis. Iniciando com
palavras de silabas simples e intercalando com as consoantes que transforma em sílabas
complexas.

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Psicopedagogo 11: Neste caso o interessante seria tentar alfabetizar este aluno, com o método
fônico, uso do alfabeto móvel e atividades que relacionem gravuras as letras iniciais, sílabas e
palavras.

Psicopedagogo 12: Usar materiais diversos gibis, panfletos, cartazes, jogos, etc.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 21
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Claudio Idade: 8 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Criança que não aprendi e tem muita dificuldade, quase não fala, agressivo e a mãe
acha isso normal. Não se sabe quem é o pai dele, a mãe é usuária de droga. Ele leva para a
escola uma faca de açougue para apontar o lápis. No começo ele só queria brincar e ficava no
mundo dele. Foi encaminhado para o psicólogo, fonoaudióloga e neurologista. Sabe escrever
o primeiro nome, só isso. Nível de aprendizagem: pré silábico. Tem baixa autoestima. Ao
realizar a entrevista com a mãe, fiquei abismada com tudo que ouvi. Aos poucos conquistei a
confiança dele. E depois de tudo tivemos o laudo de autismo.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Parece que o caso está bem encaminhado. Contudo, percebe-se a
necessidade de ampliar encaminhamentos para outras políticas públicas como, por exemplo:
assistência social. Trabalhar com intervenções em ABA visando a autonomia para que a
criança consiga desempenhar funções do dia a dia. E ver junto a escola a possibilidade de um
"monitor" com a função "acompanhante terapêutico" que deveria ser orientado para a
atividade e funcionaria como elo entre as partes.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 22
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Eliabe Idade: 4 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Criança apresenta atraso na fala, com omissão de fonemas (urra, para burra, eite para
leite) sempre usa o próprio nome para pedir algo. Muito agitado, foi realizada a primeira
sessão com a caixa lúdica, pegou todos os objetos mas não se interessou por nada, reconhece
os brinquedos e sua função e testou os brinquedos. A fonoaudióloga encaminhou para
neurologista, com diagnóstico de TDAH e laudo. (Apraxia de fala moderada sem associação.
CID 10 F80). Próximos passos já que não dá pra usar os testes normalmente aplicado por
conta da idade. A criança foi enviada para avaliação psicopedagógica pelo neurologista com a
intenção de ajuda-lo a decidir se usa medicação ou não, para o TDAH. Chegou com laudo
pronto com CID. O neurologista indicou avaliação psicopedagógica.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Trabalharia início de alfabetização para executar a consciência


fonológica, associação número, quantidade e incluir temas transversais.

Psicopedagogo 02: Tenho uma com 5 anos, trabalhando consciência fonológica utilizando
material concreto e lúdico. Já evoluiu bastante.

Psicopedagogo 03: Apraxia deve ter acompanhamento da fonoaudióloga e fazer um trabalho


paralelo de consciência fonológica.

Psicopedagogo 04: Uma criança de 4 anos já diagnosticada TDAH???

Psicopedagogo 05: Fiquei surpresa !!!!

Psicopedagogo 06: Acho um absurdo.

Psicólogo 07: Mas uma criança de 04 anos está em formação. Será não ser mais viável ir
acompanhando aos poucos antes de fechar um diagnóstico? É pertinente investigações
minuciosas e necessário a intervenção para prevenção. Visitar a escola da criança e entrevistar
o(s) professor(es). Você já foi a escola dele? Para obter informações da professora? Penso que
precisa de um acompanhamento mais detalhado, a criança é agitada, ainda não fala com
qualidade para que todos entendam, geralmente só a mãe entende o que ele fala, muito
dependente da mãe. Ir na escola para verificar e realizar o levantamento de algumas

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informações importantes para o caso. O IPI tem muitos formulários que permite investigar as
questões relacionadas a escola também. Conversar e aplicar a escala de TDAH com a
professora da escola. Na sessão só fica se a mãe ficar e com ela não da para avaliar direito.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico
preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 23
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Andrea Idade: 10 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Crianças está no 4° ano, reprovou no 3°ano, faz acompanhamento com psicóloga e


psicopedagoga, mãe procurou outra psicopedagoga pois disse que a anterior trabalhava
somente com jogos e falou que a menina tem dislexia. No primeiro foi realizado testes para
Dislexia, ela acertou todos. Os testes foram 100%. Mas na leitura ela está pré silábica, leitura
muito lenta, tenta adivinhar as palavras, lê baixinho pra depois falar a palavra, fiz um ditado
com palavras tem muitos erros troca tudo, na verdade escreve como lê por exemplo "mau
por mal", s por x, m por n, a pôr e.
Obs: perdeu o pai faz 1 ano, era muito ligada com o pai, mas já tinha essa dificuldade antes.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Me interessou o fato de a mãe procurá-la pois a outra Pp “usa muitos
jogos “. Eu utilizo o tradicional e o concreto, e acho que o concreto ajuda muito mais porque a
criança vivência o que aprende. Outra coisa que me chamou atenção foi o teste. O fato dela
escrever muito como lê é um processo normal mas que deve ser trabalhado. Interessante é
realizar um novo processo de alfabetização linguística, boquinhas mesmo, estrutura de
sílabas, depois de palavras, entendendo o lugar/valor fonético e gráfico de cada letra. Depois
partir para as parlendas, charadas, piadas, provérbios, entendendo o sistema de leitura e
escrita. Me parece ser fonológico mesmo. Explicar para os responsáveis que não será como
um reforço escolar, mas sim uma reestruturação da linguagem.

Psicólogo 02: Além dos testes, percebe-se ser necessário ter a confiança da criança. E seria
interessante na entrevista com a mãe focar questões comportamentais e relacional para
debater com a psicóloga.

Psicopedagogo 03: Verificar juntamente a escola como a criança está se saindo nas outras
disciplinas. Investigar se essas trocas: mal/mau, m/n, x/s. Não foram lacunas deixadas ao
longo desse período, pois pode ser também um problema de "ensinagem".

Psicopedagogo 04: Trabalhar consciência fonológica ajudará bastante.

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VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 24
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Cibelly Idade: 7 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Criança estuda em escola meio período, particular tradicional. A mãe procurou ajuda
ao ver o péssimo acompanhamento em relação à turma (2ano). A criança tem varias lacunas
da alfabetização (a mãe vê isso). Porém, a mãe não buscou avaliação por “já saber da
dificuldade da filha “quer que sejam feitos “reforços” e realfabetizacao. A criança tem
evoluído demais em 2 meses, mas, ainda troca muitas letras (conflito), vários sons, não
produz J/X/CH, (a mãe não aceita sugestão de um fonoaudiólogo, diz que é “só puxar da
menina). O “reforço na alfabetização” tem fluido bem, mas tenho medo de estar com uma
disléxica e não perceber a tempo hábil para ajudá-la.

Complementações:
Troca muito a/o/e - p/b/d/q/g - v/f (questões gráficas mesmo); troca muito os lugares das
letras, exemplo: sai - sia, aparece - aprecae (algo muito estranho mesmo). As vezes também
“come letras” na escrita e na leitura. É desatenta e esquece algumas coisas. Algumas vezes
parece que vai dormir em cima da mesa, tenho que falar mais alto e com dinâmica pra chamar
a atenção dela.

2.PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: É preciso colocar com jeito para mãe o que é dislexia, desta maneira
mostrar para ela a importância da fonoaudióloga para sanar esta dificuldade e retirar está
dúvida. Faria o teste de audição.

Psicopedagogo 02: Depois de explicar para a mãe o que é Dislexia, é muito importante
encaminhar a criança para a fonoaudióloga, para desenvolver consciência fonológica.
Paralelamente a isso, a Psicopedagoga vai fazendo a intervenção para desenvolver estratégias
meta cognitivas de leitura.

Psicólogo 03: A conversa com a mãe é essencial, mas ela precisa de uma abordagem que
comprove os aspectos científicos. Não será uma tarefa fácil, visto ela pode optar por uma
escola tradicional, deve ser também tradicional em seus processos. Talvez um
encaminhamento para um neuropediatra com essa observação possa ser um caminho pra ela
começar a aceitar os demais processos. Use como referência o DSM5. Você pode ler os
sintomas que ali se apresentam fazendo uma espécie de checklist com a mãe e orientando que
para fechar o diagnóstico precisa que ela tenha uma equipe multiprofissional para estimular
bastante e fechando todas as lacunas. Somente depois disso o diagnóstico seria fechado.
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Lembre-se, que é necessário que um psicólogo faça o teste WISC para ter certeza que não há
deficiência intelectual associada (você pode encaminhar e basear a mãe sobre evidências com
resultado das provinhas operatórias de Piaget, se ela não conservar o que se espera para a
idade, há grande indício de uma DI por isso precisa fechar a certeza sobre o QI).

Neuropsicopedagogo 04: Para dislexia precisa ter acompanhamento de fonoaudiologia.

Psicopedagogo 05: Se a criança tem deficiência intelectual ela não pode ser disléxica.

Psicopedagogo 06: Se a criança foi diagnosticado com DI precisa ser tratada como tal e não
como dislexia A mãe precisa ficar ciente que a criança precisa ser tratada com dislexia. O
encaminhamento para o fonoaudiólogo é muito importante nesse caso.

Psicopedagogo 07: É importante falar para a mãe que para fechar um diagnóstico é preciso
uma avaliação multidisciplinar: Neurologista/Neuropediatra, Fonoaudiólogo, Psicóloga e
Psicopedagoga.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o


mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico
preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?
e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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CASO 25
1. DADOS DO PACIENTE/APRENDENTE
Nome Fictício: Murilo Idade: 9 anos

1. DESCRIÇÃO DA QUEIXA

Murilo adora Matemática e desenvolve muito bem a habilidade de contagem. Inclusive


em multiplicação. Mas, na língua escrita ainda não é alfabetizado. Conhece as letras do
alfabeto mas não consegue associar as sílabas. Não escreve seu nome completo. Esquece de
recados importantes. Não faz nenhum tipo de acompanhamento. Mãe apresentou a queixa. Já
foi realizado anamnese e as projetivas. Em todo momento o aprendente desenha super heróis.

2. PARECER DE OUTROS PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psicopedagogo 01: Primeiramente usaria os super heróis para tentar alfabetizar ele. A letra
que começa, sílabas, historinhas, jogos, etc.

Psicólogo 02: Faria uma avaliação diagnóstica baseada na psicogênese da escrita. Para então
preparar as atividades de acordo com a fase que se encontra, podendo assim avançar na
alfabetização. Trabalharia com consciência fonológica e muita construção lúdica.

Psicopedagogo 03: Deveria ser avaliado por uma Fonoaudiólogo. Para verificar a
possibilidade de solicitar um PAC.

Psicopedagogo 04: Sugerir atividades relacionadas ao início da alfabetização, mas é


necessário saber o porquê desta falha.

Psicopedagogo 05: Visitar a escola e conversar com os profissionais, nesse caso indicaria
utilizar o IPI.

VAMOS TREINAR SUAS HABILIDADES DIAGNÓSTICAS?

1. ANOTAÇÕES SOBRE O CASO:

a) Ao analisar o caso quais as hipóteses que podem ser levantadas sobre o mesmo?
b) Concorda com as sugestões apontadas acima?
c) Quais as ações você considera mais indicadas para chegar a um diagnóstico preciso?
d) Quais as indagações que ainda deverão ser feitas aos pais e (ou)
responsáveis/professores e(ou) outros profissionais?

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e) É necessário solicitar algum tipo de encaminhamento? Se SIM, para quais
profissionais?

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Autora da Seleção: Pp. Daliane Oliveira
Edição: PsiquEasy

Contra distribuição e venda não autorizada,


cada cópia é codificada com o nome do
comprador, isso implica que caso o apostila
apareça na internet (grupos de whatsapp), o
cliente será acionado judicialmente.

LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE


1998/ Crime de Violação aos Direitos
Autorais no Art. 184

PROIBIDO Á VENDA, DISTRIBUIÇAO E


COMPARTILHAMENTO EM REDES
SOCIAIS E GRUPOS DE WHATSAPP

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