ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

SUS

LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA DE SANTA CATARINA

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO

Atualizado em junho/2006

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

ELABORADO NO LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE SANTA CATARINA – LACEN/SC

ELABORAÇÃO Semíramis Maria Duarte Dutra Bioquímica Mara Regina Bithencourt Rubin Bioquímica ORGANIZAÇÃO E EDITORAÇÃO Semíramis Maria Duarte Dutra Bioquímica Bárbara Duarte Dutra Estudante de Design Gráfico

É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.

LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA – LACEN Avenida Rio Branco, nº 152 – Fundos – Centro Fone: PABX: (48) 3251-7800 – FAX: (48) 3251-7900 CEP: 88015-201 – Florianópolis – Santa Catarina

e-mail: lacen@saude.sc.gov.br 2

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

Acontece a todo o momento: as pessoas decidem mudar seu futuro. Richard Bach

3

........................................................4......5 PREPARO DA AMOSTRA .....3 SEÇÃO DE LEPTOSPIROSE ......................... FICHAS DE NOTIFICAÇÃO E FORMULÁRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE ALTO CUSTO (APAC) ......................22 1.....22 1..................1 CUIDADOS PRELIMINARES ..1 Para transporte de curta distância..........1 Preparo dos tubos que vão receber a amostra ......................1 Requisições e Fichas de Notificação........................7 SEÇÃO DE MICOLOGIA.............................................................................................15 1.......................................................................................................26 2....... APAC..MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA............................................19 III..4 Limpeza da Bancada de Trabalho...6 SEÇÃO DE IMUNOLOGIA ...DCA)............................................................................15 1.....................................................3 Lavagem das Mãos ..23 1......15 1....................................... CAPÍTULO II .......................................3...11 1..............................................................................24 1.18 1.2.4....................5 SEÇÃO DE TUBERCULOSE.............................7........................................................................................................9 II................................................................................................................................................................................12 1............... RELAÇÃO DE EXAMES ENCAMINHADOS PELO LACEN PARA LABORATÓRIOS DE REFERÊNCIA ........24 1......10 SETOR DE ANÁLISES NEONATAIS ............3 REQUISIÇÕES.......................21 1. Para transporte de longa distância ................ CONDIÇÕES GERAIS ......................................................8 SEÇÃO DE VIROLOGIA .............................................11 1..........26 4 .........................................................11 1............................3 Coleta (Punção Venosa) .....................................................................................8 CONDIÇÕES DE TRANSPORTE NAS VIATURAS ....................................................................12 1.......................................................................7................22 1.............14 1............ CAPÍTULO I: LABORATÓRIOS DA REDE ............................6 IDENTIFICAÇÃO DA AMOSTRA................1 Coleta de Sangue................................2 Centrifugação / separação do soro ou plasma ..........1 Requisição ...............15 1..................2 SEÇÃO DE HANSENÍASE .................5 Descarte de Materiais Contaminados e Pérfuro-cortantes ....................................1 LABORATÓRIOS DE REFERÊNCIA .......20 1......11 1.....................1 SEÇÃO DE BACTERIOLOGIA .................................................... LEISHMANIOSE E DOENÇA DE CHAGAS AGUDO .............2 PROCEDIMENTOS DE BIOSSEGURANÇA ........................1........................................................................................10 1..............................2.................................................................................................... PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC SUMÁRIO I.......9 SEÇÃO DE BIOLOGIA MOLECULAR .........14 1.......5.....5....................................... RELAÇÃO DE EXAMES REALIZADOS NAS SEÇÕES DO LACEN ....................................................................................18 1................................18 1....2........ APRESENTAÇÃO .................17 1...............16 1......................................................................................1 Equipamentos de Proteção Individual – EPIs.................................................................................................2...............................2 Condições do paciente .................4 SEÇÃO DE DOENÇAS TROPICAIS (MALÁRIA......................4................2 Equipamentos de Proteção Coletiva – EPCs ..................11 1.......................4......4 COLETA DE AMOSTRAS ....13 1.15 1....3................................................................................................................16 1......25 2.2...........................................................................................2..................1..........7 ACONDICIONAMENTO PARA TRANSPORTE ..............1.....................23 1..................20 1........17 1..............16 1...................................................................20 1.......................2..................

...........2....2 Filariose.......1...........42 2..........3 Amostras para pesquisa de Salmonella Typhi (febre tifóide) ...3 Coleta da secreção uretral masculina para diagnóstico de clamídia ........12 Coleta de material de lesão (cancro duro.....38 2...................2...............................42 2................................................1 Urina....10 Coleta da secreção endocervical para diagnóstico de Micoplasma e Ureaplasma urogenitais ....2 Coleta da secreção uretral masculina para diagnóstico de Neisseria gonorrhoeae ..37 2..........2...............................................10..................................2...............................3....3...........................40 2..........42 2.................................2 Fezes para Doenças Transmitidas por Alimentos ...........6 Coleta da secreção vaginal para o exame a fresco ....10 Secreção de Ouvido ..........11.....27 IV...............................3......................................42 2...........2................2....3.........................3....................3..1 Lesão aberta ..MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA................2.......................................2........................................................................2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA A COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS ....................2...................................1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO .28 2..43 2.........................2...................................2..........2................................................................................................4 Coleta da secreção uretral masculina para diagnóstico de Micoplasma e Ureaplasma urogenitais ...................8 Secreção de nasofaringe para Pesquisa de Bordetella pertussis .................. ORIENTAÇÕES DE COLETA E TRANSPORTE......3.......................36 2.........................................................3........2............................................11 Coleta da secreção vaginal para cultura de germes comuns ......41 2............3.............................................13 Coleta de material de lesão (cancro mole/cancróide – Haemophilus ducreyi) ...1 Febre Maculosa...................................................29 2....................36 2.......................2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA ................2..................................................2..10..........2..............2 Amostra de urina de 1º jato...2..................5 Coleta da secreção uretral feminina para diagnóstico da clamídia ................................3.......2....................................5 Sangue (Hemocultura) .........................................3..........52 2........41 2..45 2............2.....................2..............................46 2...............2....7 Secreção de orofaringe e nasofaringe para Pesquisa de Corynebacterium diphtheriae.........................42 2......2...............49 2......2.............8 Coleta de secreção anal para diagnóstico de Neisseria gonorrhoeae ...................2.......1 Coleta da secreção uretral masculina para exame a fresco .........3 Secreções Genitais ..............................3 Parotidite (Caxumba)...40 2....26 2.2.........................................2.............................1 Secreção de Ouvido médio.....................52 2.......2............................36 2.....2................4 Líquor .............2......................................................2...............................2 Secreção de Ouvido externo.........................29 2.........................37 2...........................11.......2.................................................2 Abscesso fechado..51 2........2..52 5 .............................................................................. SEÇÃO DE BACTERIOLOGIA....40 2....................3..2...............9 Ponta de cateter ...................................28 1............ CAPÍTULO III.................2.......40 2......................41 2.................41 2.........................................46 2...........................................2............. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 2...................2................7 Coleta da secreção endocervical para diagnóstico da Neisseria gonorrhoeae ...........6 Escarro ................36 2.....2 Fezes para pesquisa de Víbrio cholerae.............................................27 2.............2...........................3........52 2...............................................1 Amostra de urina de jato médio ..2...........1 Fezes para pesquisa de Enterobactérias Patogênicas ..........................................Treponema pallidum) ........................11 Pele (abscessos e exsudatos) e Biópsias ............................52 2...................26 2.52 2............41 2.......1.37 2.....................9 Coleta de secreção endocervical para diagnóstico da clamídia...2...................................

...11......60 3..............2..2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA ...................................................53 2......................................................3...................................................3....................................... PREPARO DA AMOSTRA E TRANSPORTE DAS LÂMINAS................................................4 Unhas ........................................... PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 2.........3 Ferida de queimadura........................................1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ...........................72 7...........53 2.59 3.............4 Kit para a RENAGONO ..3 Kit para Coprocultura.........................................3.....................MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA..........2...1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ..............2.......72 7..................................................................2....73 6 ...2 Leishmaniose .......62 5.......2.......................2......2 Kit para Difteria.. SEÇÃO DE MICOLOGIA .......................64 5.......................................................................................2................................................................1 Micoses Superficiais...............4 Pústula e vesícula....72 7...................................................................................2..................11..........63 5...5 Biópsia ...............................1 Kit para Coqueluche ........................................................................................1........................................... ........................65 5......70 7..........................1.......................2 Técnica de Preparação de Esfregaço (Distendido)......67 6............66 5......................68 6...............................................2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA .............. SEÇÃO DE HANSENÍASE ....................................................................................................................72 7..1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ................................................................1..................5 Ficha de encaminhamento de Amostras Clínicas .................52 2............3.............1 Pele.......2......3 Cabelos e Pelos..................................53 2........3.............................1 Orientações específicas de coleta e transporte...........2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA...................... SEÇÃO DE TUBERCULOSE..65 5...................................................................3 TRANSPORTE ............................................................................................................................................................................. LEISHMANIOSE E DOENÇA DE CHAGAS AGUDO (DCA).2....... MODELOS DE KITS E FICHAS UTILIZADOS NA SEÇÃO DE BACTERIOLOGIA ....................................................................2 Couro Cabeludo.......................................4 TRANSPORTE DE LÂMINAS PARA SUPERVISÃO INDIRETA ..53 2...............71 7....................... SEÇÃO DE LEPTOSPIROSE .71 7..............................2....2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA ...........2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA E TRANSPORTE ......................................1 Técnica de Coleta e Preparação da Gota Espessa ....59 3.........................................................................................................66 6.....................................72 7............................2..........................................1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO .............................62 4........................................53 2............................................1 Transporte de lâminas para Supervisão Indireta.........................................................................................................................1....53 3..............63 5.........63 5...........................11.....................................................................53 2.........60 4........ SEÇÃO DE DOENÇAS TROPICAIS (MALÁRIA...............................2....1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ..............53 2.....3 Transporte de lâminas para Supervisão Indireta .............67 6..................2......3 ENVIO DE CULTURAS DO MICOBACTERIUM TUBERCULOSIS PARA O LACEN.......1 Malária..63 5..................1........1...................................................................62 4.......................................................... ....................59 3...........3...67 6...1..................3..............................................2..............

.................................................................................3 Procedimentos Laboratoriais para Hepatites Virais ...................2.......83 10.......................................5 Fluidos ...7 Olho ........1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ......2............................................2.............2.................81 9................................ ANÁLISES NEONATAIS (TESTE DO PEZINHO) ........................2 Líquor (LCR – Líquido Céfalo Raquidiano) ..........1.........2............2 HIV Genotipagem ....................86 10...............3 TRANSPORTE ........1..76 7..6 Ouvido .......2....................................................4 Condições para Solicitação de Testes Bio-moleculares para Hepatite C..................7 Sorologias ......... 2 Armazenamento da Amostra ...........................................................1....1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ..84 10................................74 7..................2 Preparo da amostra no Tampão de Lise............................................................3.....2................................2...........................................................................................3 Conservação da Amostra e transporte .......... PROCESSAMENTO E TRANSPORTE .4.2..............................................2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA..2..............................2...............90 7 .2.............................................84 10..79 9..........................2 Abordagem Sindrômica das Hepatites Virais..............83 10...................74 7..... específicas para Hepatite C ...3..........................2...2..........3....3.................85 10..76 7...........79 9...3..................................................................3 Vírus Respiratório....73 7..................................................................2........2................................3............................2......2....84 10..............79 9......................1..83 10........2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE COLETA .........................1 Hepatites Virais ...................................................................................................77 9.2................79 9.........77 8.......83 10........................................................................................2.......................76 8..........3..........83 10......................................................................1 Coleta da amostra.....................................5 Membranas Mucosas................................................................................. SEÇÃO DE VIROLOGIA..............................2.......................2..............75 7......................................................2 Preparo da amostra............................2..........3 Transporte da amostra....................................................... SEÇÃO DE IMUNOLOGIA...................74 7.........6 Biópsias .................................................................81 9.....................................................76 7...........73 7................82 9...........86 11............2...... conservação e transporte ......1.............1 HIV Quantitativo (Carga Viral) ....................1..........3 Sangue (Hemocultura).....................2......1 Requições de APAC.................85 10........................................... PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 7....1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ......76 7.........86 10........................1.......................................................................................................................................2.....77 8...............................................................1 Coleta da amostra.............................85 10........2.........................MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA............2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA SOLICITAÇÃO E COLETA ..........................82 10.3 Micoses Profundas (Sistêmicas) ..................2...2 Micoses Subcutâneas ..............................1.....................2......1 Escarro ................3.......................4 Medula Óssea....................................................................2..1 Coleta e preparo da amostra .............2 HIV .............................3......................3 Testes Qualitativos.... BIOLOGIA MOLECULAR ......................................85 10...........73 7................................................................84 10...2.............2..........2...81 9.......75 7...... Quantitativos (Carga Viral) e Genotipagem do RNA do HCV..............................3....................1 Preenchimento da Ficha de Solicitação de Testes Sorológicos para Hepatites Virais..................................................1..............................................................

.........................90 11..................................................90 12......................................2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA A COLETA ...91 8 ......................................................................1 ORIENTAÇÕES GERAIS DE COLETA DAS AMOSTRAS EM RELAÇÃO AO EXAME SOLICITADO ......MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.......... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...... PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 11..........................................................

temos o prazer de encaminhar o presente Manual. preparo e transporte de material biológico. antecipadamente. ajustar sua instituição aos critérios preconizados por estes. criando uma integração positiva entre as Unidades de Saúde. estimulando-as à procura de melhoria contínua em relação à Qualidade e as Normas de Biossegurança. Tal iniciativa deverá criar procedimentos básicos comuns. para que todos tenham o conhecimento dos procedimentos que utiliza o LACEN. bem como atender ao princípio do SUS de “divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário” (Lei 8080/90. bem identificado e corretamente transportado. é necessário que se receba uma boa amostra. 2 inciso VI). para que os usuários possam ter confiança. em recipiente adequado. Dessa maneira. OUTUBRO/2003 (Atualizado em junho/2006) 9 . para que o laboratório possa oferecer resultados confiáveis. Entende-se como boa amostra aquela obtida em quantidade suficiente. pois. cap. procurando de forma prática sistematizar as orientações para coleta. de que receberão atendimento semelhante independentemente do local em que sejam atendidos. não basta que as técnicas sejam executadas de forma correta. podendo. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC I. APRESENTAÇÃO Este Manual tem por finalidade se adequar às exigências do Programa de Qualidade e às Normas de Biossegurança nos Serviços de Saúde. Se as orientações aqui apresentadas forem bem observadas.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Direção do LACEN/SC FLORIANÓPOLIS. as circunstâncias para as análises serão mais favoráveis. Este Manual propõe a participação das instituições envolvidas.

10 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC AGRADECIMENTO ESPECIAL A todos os servidores do LACEN pela colaboração na ocasião de coleta das informações contidas neste Manual.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.2. d) Máscara de Proteção Respiratória e Facial: usar em situações de risco de formação de aerossóis e salpicos de material potencialmente contaminado. pode ser de procedimento ou cirúrgica. abertura frontal e de tecido preferencialmente de algodão ou tecido não inflamável. bem como o seu experimento ou produto. Figura 1: Equipamentos de Proteção Individual 11 . conferir todos os dados da requisição e preparar a identificação da amostra. comprimento mínimo na altura dos joelhos. acondicionamento de materiais biológicos. estar portando seus Equipamentos de Proteção Individual EPI.2 Procedimentos de Biossegurança 1. do contato com agentes infecciosos. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC II. b) Luvas: para coleta. o técnico deve organizar seu material de acordo com a amostra a ser coletada. salpicos de material contaminado ou quebras de vidraria. calor excessivo e outros perigos. CONDIÇÕES GERAIS 1.1 Equipamentos de Proteção Individual – EPIs São roupas ou equipamentos utilizados para proteger o trabalhador.1 Cuidados Preliminares Ao iniciar os trabalhos. 1. tóxicos. corrosivos. em látex. 32/4-NR-6-MT – 08/06/78. ter seus Equipamentos de Proteção Coletiva . Port. c) Óculos de proteção: usar em situações de risco de formação de aerossóis. com as seguintes características: manga longa com elástico no punho.EPC à disposição. manuseio. a) Jaleco: uso em todos os tipos de procedimentos. CAPÍTULO I: LABORATÓRIOS DA REDE 1.

2 Equipamentos de Proteção Coletiva – EPCs São equipamentos que possibilitam a proteção do trabalhador. escova. ao meio ambiente e à amostra ou procedimento. b) Lavar as mãos sempre antes e após o uso de luvas. 1.para casos de derramamentos e quebras de materiais contaminados.4 Limpeza da Bancada de Trabalho a) Deve ser feita com álcool a 70% no início e no término das atividades ou sempre que houver necessidade. protetores de sapatos) . a) Dispositivos de pipetagem – Nunca usar a boca para pipetar.2.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Utilizar um dos vários tipos de bulbos. etiquetas. c) Kit para limpeza (saco para autoclave. limpar imediatamente com solução de hipoclorito a 2% em preparação diária. 12 . pêra ou pipetadores (Figura 2). b) Quando houver derramamento de material biológico.3 Lavagem das Mãos a) Deve haver uma pia exclusivamente para lavagem das mãos. Figura 2: Modelos de Dispositivos de Pipetagem b) Cabines de Segurança Biológica – CSB – São usadas como barreira primária para evitar fuga de aerossóis. porque além do risco de aspiração. colocada em local estratégico.2. pá. na proporção de 73 ml do álcool para 27 ml de água. torna mais fácil a inalação de aerossóis. 1. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 1. d) Kit de Primeiros Socorros. realizar o preparo a partir do álcool 96º (álcool comercial). Notas: Se não houver álcool 70% pronto. c) Lavar as mãos sempre ao término das atividades.2. dando proteção ao manipulador. balde. do meio ambiente e do produto ou pesquisa desenvolvida.

amostras da tuberculose e outros devem ser autoclavados em sacos próprios para autoclave. devem ser recolhidos em lixeiras com tampa. Notas: Se não houver no município coleta de lixo especial para este tipo de resíduo. antes do descarte (Figura 4). gaze. perde sua função desinfetante. contendo saco para lixo específico para material infectante (cor branca leitosa). observar sempre o prazo de validade e não manter a embalagem aberta ou com furo na tampa. de preferência com pedal. este deverá ser autoclavado antes do descarte em lixo comum.5 Descarte de Materiais Contaminados e Pérfuro-cortantes a) Agulhas. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC No uso de água sanitária a 2%.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Figura 3: Modelo de caixa coletora de material infectante. Para a autoclavação. conforme Figura 3. 1. b) Papéis. 13 .2. Figura 4: Saco de autoclave com material contaminante. o saco deve ser preenchido somente até dois terços da sua capacidade e recomenda-se abri-lo dentro do autoclave para melhor penetração do vapor no seu conteúdo. algodão e outros. luvas. seringas. tubos quebrados. tubos contendo sangue ou soro devem ser desprezados em recipientes de paredes rígidas com tampa (latas de leite em pó ou similares podem ser utilizadas) e sinalizadas como “INFECTANTE” ou em caixas coletoras próprias para material infectante. Todo resíduo gerado por materiais altamente contaminantes como as culturas. porque o hipoclorito evapora e em diluições menores.

Dengue. j) Dados epidemiológicos quando aplicável: • Nas requisições para HIV. estágio clínico e se está em tratamento) e dados sobre o médico solicitante. medula óssea. exames ou envio para locais trocados. c) Nome do paciente completo: a quantidade de exames é muito grande e o número de nomes iguais é comum. fichas de notificação (quando aplicável) e os formulários de APAC estejam preenchidos corretamente. líquor (Líquido Céfalo Raquidiano – LCR). • Da coleta quando necessário (Exs: CD4/CD8.3. • Do início dos sintomas quando aplicável. endereço e cidade da instituição: para que o LACEN possa enviar o resultado para o local de origem é necessário que estes dados estejam na requisição ou na ficha. logo é necessário que seja legível na requisição. g) Exame(s) solicitado(s): a descrição do(s) exame(s) solicitado(s) deve ser bem legível e compatível com a quantidade. PCR. preencher completamente os espaços de informações sobre o paciente. 14 . com as condições e dados a seguir: a) Com letra bem legível: os dados da requisição e/ou ficha de notificação são registrados no computador ou em livros de registros. O nome completo para todos os exames. secreções. • Nas requisições para CD4/CD8.soro. são dados importantes para a Vigilância Epidemiológica. e outras). f) Descrição do material coletado . e) Nome e carimbo do solicitante: o resultado é enviado para quem solicitou o exame. Carga Viral. sem rasuras. o que diminui a margem de erros. Carga Viral. é importante que as requisições. HCV Quantitativo e HCV Genotipagem. h) Datas: • Da requisição. i) Telefone para contato. podem levar a trocas de nomes. facilita na hora de pesquisar o resultado no computador. não deixar de citar a forma de transmissão (sexual. sanguínea. resultados anteriores. idade e sexo: além de serem mais dados relacionados com o paciente.3 Requisições. Fichas de Notificação e Formulários para Autorização de Procedimentos de Alto Custo (APAC) 1.1 Requisições e Fichas de Notificação Para que o LACEN realize os seus exames. HCV Qualitativo. lavado brônquico. Leptospirose). nº de vezes que fez os referidos exames. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 1. urina. sobre os dados laboratoriais e clínicos (motivo pelo qual o exame está sendo solicitado. sangue. b) Com nome. Leptospirose). por isso quanto mais dados mais segurança.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Se não forem perfeitamente legíveis. perinatal. raspado de pele e outros. Este dado é significativamente importante na análise do resultado do exame (Exs: Dengue. d) Data de nascimento. O material deve ser adequado ao exame a que se destina. fezes.

1 Requisição a) Antes de iniciar a coleta. completar com os dados do paciente (nome completo e legível.1. triglicerídeos e outros).4.4. nome do médico. Notas Importantes: Os dados que os laboratórios fornecem para as Vigilâncias Epidemiológicas são de suma importância na tomada de ações de Saúde Pública tanto municipais quanto estaduais e principalmente federais. no Sistema de Informação de Notificação de Agravos – SINAN (Qualquer site de pesquisa localiza o SINAN). Portanto. idade. sexo. HCV Qualitativo.4. não esquecer de enviar as fichas epidemiológicas juntamente com as requisições. 1. se os laudos médicos e formulários de APACs estiverem preenchidos completamente e sem rasuras. tais como Contagem de Linfócitos “T” CD4/CD8. APAC O Estado só é pago pelos exames considerados de alto custo. o exame só pode ser realizado mediante este documento corretamente preenchido. verificar se a requisição está preenchida de forma correta e completa. endereço. legíveis e corretos. c) Se não estiver assinada e carimbada pelo médico. de acordo com as orientações das seções e peculiaridades de cada tipo de exame.).1 Coleta de Sangue 1. Nota: As orientações sobre a requisição descritas acima servem para todos os tipos de coleta.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. 1. procedência.1. colesterol. é suficiente que seja coletado antes das principais refeições e principalmente antes da realização de exercícios físicos (se o 15 . As fichas de notificação necessárias para os exames no LACEN estão disponíveis na INTERNET.3. adiar a coleta até que a requisição esteja correta e completa. Número da notificação (Vigilância Epidemiológica). portanto é necessário que os dados sejam completos. 1. Para os demais exames. data de nascimento. HCV Quantitativo e HCV/HIV Genotipagem. 1. etc.4 Coleta de amostras A coleta de sangue está descrita a seguir e a coleta das demais amostras está descrita no Capítulo III.2 Condições do paciente O jejum é necessário para os exames de dosagens bioquímicas (Exs: glicose. b) Caso não esteja. Testes de Quantificação de Carga Viral. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • • Para os casos suspeitos de dengue e doenças exantemáticas (sarampo e rubéola).2.

colocar o sangue. h) Se a coleta for a vácuo. para cada fração de soro ou plasma.3 Coleta (Punção Venosa) a) Se o paciente estiver em condições de mobilidade normais. Figura 5: Modelo de tubo com tampa para armazenar a fração de soro ou plasma. f) Fazer a assepsia do local com algodão embebido em álcool 70%. k) Se a coleta for a vácuo. porque produz aumentos na concentração de células sanguíneas. 16 . cuidar para não retirar o tubo enquanto tiver vácuo. b) Antes de iniciar a coleta. lavados. lavar as mãos. Caso não esteja.5.5 Preparo da amostra A maioria das amostras (escarros. deixando escorrer suavemente pela parede interna do tubo. identificar os tubos. aspirados. inspecionar a ponta da agulha (não deve estar rombuda ou torta) e mover o êmbulo da seringa.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.4. g) Em seguida. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC paciente veio caminhando ou pedalando de longa distância. proceder da seguinte maneira: 1. puncionar a veia e coletar o sangue. i) A pressão do torniquete não deve ser mantida mais que 60 segundos. 1. sentá-lo confortavelmente em cadeira com descanso para o braço. deixando-o acessível para a coleta. esperar até que ele se sinta descansado para fazer a coleta). colher com o paciente deitado. 1. de acordo com os exames solicitados (Figura 5). j) Se a coleta for com seringa. Para a separação do soro ou plasma. para que a quantidade de sangue produza a quantidade de soro ou plasma necessários. rosquear a agulha no suporte com o auxílio de uma pinça.1 Preparo dos tubos que vão receber a amostra a) Para cada tubo de sangue pegar um tubo (12 mm X 75 mm) com tampa. e) Inspecionar as veias cuidadosamente e verificar a mais adequada para a punção. etc) são coletadas diretamente no frasco que vem para o laboratório e as orientações estão apresentadas no Capítulo III.1. colocar luvas. d) Colocar o torniquete (garrote) para que as veias fiquem mais salientes. colher nos tubos próprios para os exames. cuidadosamente nos tubos próprios. c) Se a coleta for a vácuo. encaixar a agulha na seringa com o auxílio de uma pinça.

d) A tampa de borracha deve ser fixada com fita crepe apenas na junção do tubo com a mesma. c) Colar horizontalmente ou verticalmente a etiqueta no tubo. marcar 3000 a 4000 rpm e ligar por 5 minutos. O soro ou plasma deve estar livre de resíduos de hemácias. por isto. tomando o cuidado de equilibrá-los.6 Identificação da amostra Qualquer amostra deve vir identificada com etiqueta autocolante. c) Fechar a tampa da centrífuga. h) Vedar bem. nova coleta deve ser providenciada. e) Retirar os tubos das caçapas com auxílio de uma pinça e colocar em estante própria. previamente identificado. g) Se o aspecto do soro ou plasma estiverem de acordo. Nível da amostra Figura 6: Modelo pronto do tubo com a amostra para ser transportada e) Se o tempo de permanência da amostra na caixa térmica for superior a 6 ou 8 horas.2 Centrifugação / separação do soro ou plasma a) Colocar luvas. f) Verificar o aspecto da amostra. passar (de preferência com pipetador ou pipeta plástica .5. deve-se esperar alguns minutos para que as partículas sedimentem). 17 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC b) Escrever na etiqueta os dados do paciente de acordo com o item 1.6. 1.também chamada de pipeta Pasteur descartável ou pipeta de transferência – Figura 16 na pág. contendo: • Nome do paciente. em letra legível (Figura 7). b) Abrir a centrífuga e colocar os tubos com o sangue nas “caçapas”. fita adesiva transparente para que não umedeça e desapareça o que está escrito (o uso de lápis evita este transtorno). Se o soro estiver fortemente hemolisado ou lipêmico. colar sobre a etiqueta. com fita crepe (evitar o uso de esparadrapo). 1.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. devido a formação de aerossóis que podem ser infectantes. 63) para o tubo correspondente. mas apenas na borda da tampa. de maneira que apareça o nível da amostra (Figura 6). d) Não abrir a tampa da centrífuga antes de parar totalmente de rodar e nem tentar parar com a mão ou instrumentos (recomenda-se não abrir a centrífuga imediatamente após parar.

h) Vedar bem o saco e fixa-lo na parte interna da tampa da caixa térmica.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. os tubos com amostras (geralmente sangue total. o LACEN sugere o seguinte procedimento: a) Colocar o(s) tubos(s) com as amostra(s). k) Enviar ao laboratório. Se for amostra líquida (sangue total. soro. de curta distância. i) Fechar e vedar bem a caixa. dentro de uma garrafa plástica cortada (pode ser de álcool. de maneira que as amostras e o gelo não se batam.2. soro ou plasma) podem vir em estantes e transportados em caixas térmicas. devidamente preenchidas. dentro de um saco plástico. protegido com papel. 18 . água sanitária.7. Os demais materiais. soro. em um saco plástico e fechar. d) Colocar dentro de uma caixa térmica. remetente. c) Colocar uma fita adesiva por cima para fixar o saco com tubos na embalagem plástica. 1.1 Para transporte de curta distância Para transporte rápido. Para transporte de longa distância Quando as amostras de sangue total. Procedência. etc). PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • • • • Idade. b) Colocar o saco com os tubos em pé. estão apresentadas no Capítulo III. refrigerante. f) Colocar papel amassado por cima. devidamente identificada(s) e etiquetado(s). Figura 7: Modelo de etiqueta Nota: A etiqueta deve ser colocada de maneira que se possa visualizar a amostra. plasma) o nível da amostra não pode ficar coberto (Figura 6). 1. j) Identificar com destinatário. Sexo: Tipo de exame.7. g) Colocar as requisições correspondentes. de acordo com as orientações para cada tipo de amostra.7 Acondicionamento para transporte 1. e) Colocar o gelo reciclável dentro da caixa. plasma e outras similares são procedentes de locais mais distantes.

um pequeno frasco com álcool 70% para limpeza do local e das mãos.guarda-pó e luvas e EPCs uma pá com escova (caso tenha que recolher material espalhado). cujo nome. resistir a desinfecção e portar a identificação de “Infectante” ou “Risco Biológico”. juntamente com o nome. telefone e endereço deve constar na caixa térmica. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Notas: Gelo: o gelo deve ser preferencialmente reciclável. para que mais tarde sejam esterilizados e descartados adequadamente. saco para lixo infectante e fita adesiva. b) As caixas térmicas devem vir bem vedadas e fixadas para não virar durante o transporte e protegidas do sol e de umidade. bem fechado com a fita adesiva. conforme Figura 8. INFECTANTE Figura 8: Modelo de Rótulo para a caixa de transporte de Material Infectante (ou de risco biológico). Deve ser lavável.8 Condições de Transporte nas viaturas a) O material para exame deve vir separado dos pacientes quando transportados na mesma viatura. telefone e endereço da pessoa que deve ser avisada em caso de acidente com a(s) amostra(s). Caixa Térmica: é a caixa para transporte de amostra que deve ser de polietileno ou similares (tipo geladeira portátil). • Ao final todos os materiais recolhidos e utilizados na operação devem ser colocados no saco para lixo infectante. 19 . 1.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. para não haver risco de perda da amostra. c) O motorista deve ser orientado de como proceder em caso de acidente com as amostras: • Deve possuir na viatura um Kit com: EPIs . • Deve avisar para a pessoa responsável pela remessa. pano de limpeza.

EIEC e EHEC) Cultura de fezes ou Coprocultura (para febre Pesquisa de Salmonella typhi tifóide) Cultura de urina – jato médio (Urocultura) Pesquisa de microrganismos de infecções do trato urinário Cultura de esperma Isolamento e identificação de bactérias no líquido seminal 20 . biliar. leveduras. para diagnóstico da sífilis primária (cancro duro) Pesquisa de bacilos com granulações metacromáticas Pesquisa do Treponema pallidum. para diagnóstico da sífilis primária (cancro duro) Diagnóstico de meningites bacterianas Isolamento e identificação de bactérias nos líquidos orgânicos estéreis Diagnóstico de infecções bacterianas sistêmicas Cultura de fezes ou Coprocultura (para cólera) Pesquisa do Vibrio cholerae Cultura de fezes ou Coprocultura para Pesquisa de Salmonella spp. broncoalveolar. pele (abcessos e exsudatos) biópsia e esperma. ascítico. leucócitos e hemácias Complementa o diagnóstico de diarréias infecciosas Pesquisa de estruturas microbianas para auxílio de diagnóstico das meningites Pesquisa de estruturas microbianas para auxílio no diagnóstico Pesquisa de estruturas microbianas para auxílio no diagnóstico Pesquisa de estruturas microbianas para auxílio no diagnóstico Pesquisa de estruturas microbianas para auxílio no diagnóstico das DST Pesquisa de Haemophylus ducreyi para diagnóstico de cancro mole Pesquisa do Treponema pallidum. escovado brônquico e aspirado transtraqueal Bacterioscopia pelo método de Gram de secreção genital (secreção vaginal. ascítico. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC III. de articulações e outros) Bacterioscopia pelo método de Gram de secreção de ouvido.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. biliar. Bacterioscopia pelo método de Gram de escarro. ocular. lavado brônquico. de articulações e outros) Cultura de sangue (Hemocultura) OBJETIVO Pesquisa de protozoários flagelados. CAPÍTULO II 1.1 Seção de Bacteriologia EXAME Exame a fresco de secreção genital e 1º jato urinário Pesquisa de leucócitos e/ou sangue nas fezes in natura Bacterioscopia pelo método de Gram do líquor Bacterioscopia pelo método de Gram de líquidos orgânicos estéreis (líquido pleural. secreção uretral). RELAÇÃO DE EXAMES REALIZADOS NAS SEÇÕES DO LACEN 1. Shigella spp e enterobactérias patogênicas) Escherichia coli patogênicas (EPEC. secreção anal e 1º jato urinário Bacterioscopia pelo método de Gram de lesão genital Bacterioscopia pelo método de Fontana Tribondeau em lesão genital Bacterioscopia pelo método de Neisser em secreção de orofaringe e nasofaringe Microscopia em campo escuro de lesão genital Cultura de líquor (Líquido Céfalo Raquidiano LCR) Cultura de líquidos orgânicos estéreis (líquido pleural. secreção endocervical.

C.IFD em secreção ocular Cultura de secreção ocular Cultura de secreção de ouvido Cultura de secreção de orofaringe p/ pesquisa de Estreptococo beta-hemolítico Cultura de secreção de nasofaringe p/ pesquisa de Bordetella pertussis Cultura de secreção de orofaringe e nasofaringe p/ pesquisa de Corynebacterium diphtheriae Cultura semi-quantitativa de escarro Cultura de pele (abcessos e exsudatos) e biópsias Cultura de ponta de cateter Prova de aglutinação em látex no LCR (para H. S. pneumoniae e N. agalactiae) OBJETIVO Diagnóstico de Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST e outras infecções Diagnóstico de uretrite e cervicite . Y. causador da Hanseníase. secreção anal e 1º jato urinário) Cultura para Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum Imunofluorescência Direta – IFD. C) Prova de aglutinação em látex no soro (para H. S.2 Seção de Hanseníase EXAMES Baciloscopia Supervisão Indireta OBJETIVO Pesquisa do Bacilo Álcool Ácido Resistente – BAAR. Revisão de todas as lâminas positivas e negativas provenientes dos laboratórios da rede para controle de qualidade. S.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. secreção uretral). meningitidis A. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC EXAME Cultura de secreção genital (secreção vaginal. 21 . B. tanto para diagnóstico como para controle. secreção endocervical. meningitidis A. Isolamento e identificação de bactérias na secreção ocular Isolamento e identificação de bactérias no ouvido externo e médio Diagnóstico de faringite Diagnóstico de coqueluche Diagnóstico da difteria Pesquisa de microorganismos de infecções do trato respiratório inferior (pneumonias) Isolamento e identificação de bactérias na pele Diagnóstico de infecção de cateter intravenoso (cultura semiquantitativa) Pesquisa de antígenos polissacarídios diretamente no líquor para auxílio no diagnóstico de meningites bacterianas Pesquisa de antígenos polissacarídios diretamente no líquor para auxílio no diagnóstico de infecções sistêmicas 1. B.DST Pesquisa de Chlamydia trachomatis p/ diagnóstico de DST Pesquisa de Chlamydia trachomatis para diagnóstico do tracoma ocular. influenzae b. pneumoniae e N. W135. influenzae b. em raspado uretral e endocervical Imunofluorescência Direta .

Leishmaniose e Doença de Chagas Agudo .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. 22 .3 Seção de Leptospirose EXAMES Teste de Elisa – IgM (Humano) Teste sorológico de Micro-aglutinação OBJETIVO Diagnóstico da Leptospirose Identificar o sorovar (cepa da leptospira) e titulação da amostra 1. Identificar a resistência do Micobacterium tuberculosis aos antimicrobianos utilizados no tratamento. Diagnóstico da Doença de Chagas Agudo (DCA) Diagnóstico da Leishmaniose Tegumentar 1.DCA) EXAMES Pesquisa de Plasmodium Supervisão indireta das lâminas de Malária Pesquisa do Tripanossoma cruzy Pesquisa das Formas Amastigotas da Leishmania sp OBJETIVO Diagnóstico da Malária Revisão de todas as lâminas positivas e negativas provenientes dos laboratórios da rede para controle de qualidade. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 1. Revisar todas as lâminas positivas e negativas provenientes dos laboratórios da rede para controle de qualidade.5 Seção de Tuberculose EXAMES Baciloscopia Cultura Teste de Resistência Supervisão Indireta OBJETIVO Diagnóstico ou controle da Tuberculose.4 Seção de Doenças Tropicais (Malária. Diagnóstico ou controle da Tuberculose.

líquor.BSA) Diagnóstico da esporotricose Diagnóstico da criptococose Identificar fungos causadores de micoses (superficiais ou sistêmicas) Sorologia para diagnóstico da paracoccidioidomicose Sorologia para diagnóstico da aspergilose Sorologia para diagnóstico da candidíase Diagnóstico da criptococose Diagnóstico da aspergilose invasiva 1. líquido pleural). pelos e cabelo. 23 . Pesquisa de Paracoccidióides brasiliensis no escarro. Pesquisa de Sporothrix Schenckii em biópsias. tinhas. Pesquisa de fungos no escarro. IDD para Aspergilus fumigatus IDD para Candida albicans Prova do Látex para detecção do antígeno polissacarídeo Cryptococcus neoformans no líquor ou soro. líquidos biológicos ou raspado de lesões. Cultura para fungos em diferentes materiais biológicos. Para influenza 1. Teste confirmatório da presença de anticorpos antivírus HIV 1 Teste confirmatório da presença de anticorpos antivírus HIV 1 Diagnóstico de infecções respiratórias. Adenovírus e Vírus Sincicial Respiratório. pitiríase. hemocultura e outros. 2. lavado gástrico. 3. incluindo a gripe. Diagnóstico da paracoccidiodomicose (Blastomicose Sulamericana . exudato e aspirado de lesões Pesquisa de Cryptococcus com Tinta da China no líquor ou secreções. OBJETIVO Marcadores para diagnóstico da Hepatite B Marcador para diagnóstico da Hepatite A Marcador para diagnóstico da Hepatite C Detectar a presença de anticorpos antivírus HIV 1 e 2 por dois métodos diferentes. sangue de medula óssea.7 Seção de Virologia EXAMES Testes de Elisa: HbsAg – Anti Hbs – Anti Hbc – Anti Hbc IgM – Hbe Ag – Anti Hbe Teste de Elisa Anti HAV IgM Teste de Elisa Anti HCV Teste de Elisa 1 e 2 para HIV Imunofluorescência Indireta – IFI para o HIV Western Blot Pesquisa do antígeno dos Vírus Influenza A e B. OBJETIVO Diagnóstico de micoses superficiais: dermatofitoses. Prova do Látex para detecção do antígeno polissacarídeo do Aspergillus fumigatus no soro. Detectar a presença de estruturas de fungos para diagnóstico de micoses sistêmicas. líquidos biológicos (lavado ou aspirado brônquico. pus. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 1. candidíases e outras. Imunodifusão Dupla (IDD) para Paracoccidioides barasiliensis.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.6 Seção de Micologia EXAMES Pesquisa de fungos (exame direto ou exame micológico direto) na pele e/ou unhas.

8 Seção de Biologia Molecular EXAMES Pesquisa qualitativa do RNA do HCV (Vírus da Hepatite C) Teste de Quantificação de Carga Viral para HIV 1 Teste de Quantificação de Carga Viral para HCV Genotipagem para HIV * Genotipagem para HCV * OBJETIVO Diagnóstico da Hepatite C Monitoramento de pacientes HIV positivos Monitoramento de pacientes HCV positivos Resistência às drogas antirretrovirais Indicação para tratamento * Exames agendados no LACEN 1.CD4 / CD8 OBJETIVO Diagnóstico da Sífilis Diagnóstico confirmatório da sífilis Exame confirmatório de diagnostico da Sífilis Diagnostico da febre tifóide e paratifóide Pesquisa de Brucella sp.9 Seção de Imunologia EXAMES Sorologia para Lues ou VDRL Teste de Elisa para sífilis FTA-ABS Reação de Widal Sorologia para Brucelose Teste de Elisa para Toxoplasmose IgM Teste de Elisa para Toxoplasmose IgG Teste de Elisa para Rubeola IgM Teste de Elisa para Rubéola IgG Teste de Elisa para Citomegalovirus IgM Teste de Elisa para Citomegalovirus IgG Teste de Elisa para Sarampo IgM Teste de Elisa para Dengue IgM Teste de Elisa para Parvovírus Teste de Elisa para Chagas IgG Imunofluorescência Indireta (IFI) para Chagas – confirmatório para Doenças Chagas Contagem de Linfócitos “T” . Diagnóstico de Toxoplasmose na fase aguda Pesquisa de imunidade Diagnóstico da Rubéola na fase aguda Pesquisa de imunidade Diagnóstico da Citomegalovirose na fase aguda Pesquisa de imunidade Diagnóstico do Sarampo na fase aguda Diagnóstico da Dengue na fase aguda Diagnóstico da parvovirose Diagnóstico da Doença de Chagas Pesquisa de anticorpos IgM e IgG anti Tripanossoma cruzi Monitoramento de pacientes HIV positivos 24 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 1.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.

10 Setor de Análises Neonatais EXAMES Dosagem da Fenilalanina Dosagem do Hormônio Estimulante da Tireóide – TSH Dosagem do hormônio 17-OH Progesterona Dosagem da Tripsina Imuno Reativa .IRT Identificação de Hemoglobinas OBJETIVO Diagnóstico da Fenilcetonúria Diagnóstico do Hipotireoidismo Congênito Diagnóstico da Hiperplasia Adrenal Congênita Diagnóstico da Fibrose Cística Diagnóstico da Anemia Falciforme. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 1.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Traço Falciforme e outras Hemoglobinopatias 25 .

1 Febre Maculosa • • • São duas amostras.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.2. O soro não pode estar hemolisado. 26 . O sangue deve ser coletado em tubo seco e separado o soro para o transporte. A primeira coleta deve ser realizada logo após os primeiros sintomas.1 Laboratórios de Referência • • • • Instituto Adolfo Lutz (IAL) Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) Instituto Evandro Chagas (IEC) Instituto Pasteur 2. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 2. A segunda coleta.2 Orientações específicas para a coleta e transporte das amostras 2. 14 a 21 dias após a 1ª coleta. RELAÇÃO DE EXAMES ENCAMINHADOS PELO LACEN PARA LABORATÓRIOS DE REFERÊNCIA EXAMES Teste de Elisa e IFI Pesquisa de IgM Cultura de célula Pesquisa de Hantavirus Cultura e Pesquisa Qualitativa do RNA do Vírus Pesquisa de Rotavirus do grupo A MATERIAL BIOLÓGICO OBJETIVO Diagnóstico da Cisticercose Diagnóstico da Febre Amarela Pesquisa do subtipo da Dengue Diagnóstico do Hantavírus Diagnóstico da Paralisia Flácida Aguda Diagnóstico de diarréias por Rotavirus Diagnóstico da Febre Maculosa Diagnóstico da Filariose Diagnóstico da Histoplasmose Pesquisa de anticorpos IgG/IgM anti-Vírus da Varicela zoster Avaliação sorológica à exposição ao Vírus da Raiva Diagnóstico da Parotidite (caxumba) Soro Soro Soro Soro Fezes in natura congelada Fezes in natura congelada Pesquisa de Rickettsia – grupo febre Soro maculosa Pesquisa da microfilária no sangue Sangue total periférico Imunodifusão dupla para Soro Histoplasmose Teste de Elisa Soro IFI para Raiva Soro Teste de Inibição de hemaglutinação Soro para o vírus da caxumba 2.

27 . a primeira amostra colhida na fase aguda da doença e a segunda colhida 15 a 20 dias após a primeira.2 Filariose • • • • • A coleta do sangue deve ser realizada no período noturno. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 2. O transporte deve ser realizado em estantes para que os tubos permaneçam em pé. Coletar o sangue e conservar em formol a 2% (que é a formalina) na proporção 1/10 (9ml de sangue e 1ml de formalina).MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. O resultado somente com a 1ª amostra não tem valor diagnóstico.2. sendo três coletas. 2. dois tubos de cada vez.3 Parotidite (Caxumba) • • O teste sorológico é realizado somente com amostras pareadas. Manter e transportar em temperatura ambiente (sem gelo). isto é. Programar a coleta para que não chegue no IAL nas sextas-feiras.2. por isso o IAL não realiza o teste só com a 1ª amostra. preferencialmente das 23:00 a 1:00h.

onde colher. para não serem novamente manuseadas. as amostras que chegam no LACEN. Rubéola. bem como. fungos e BAAR em líquor ou escarro Enviar uma requisição e uma alíquota da amostra para cada seção envolvida (Seção de Bacteriologia. Por isto. Hepatite e HIV) Enviar uma requisição com um tubo de soro para Toxo-Rub. Exs: Paciente “1” . carros das Regionais e outros. ORIENTAÇÕES DE COLETA E TRANSPORTE Neste capítulo apresentamos os exames com relação ao material biológico que deve ser colhido. que com certeza não sabem o que fazer com as mesmas. 28 . é muito importante que não deixem de orientar os motoristas (Capítulo I. Nota Importante: É do conhecimento de todos que amostras de todos os tipos são transportadas por ambulâncias. geralmente ministeriais. CAPÍTULO III 1. item 1. condições de refrigeração. a quantidade necessária. para que esta pessoa possa fornecer informações sobre o material contido nas caixas. telefone e endereço do responsável pela remessa da amostra na parte externa da caixa térmica. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC IV. devem vir com requisição e alíquotas individualizadas para cada seção a que se destina o exame. Portanto. Isto significa mais segurança no caso de trocas e menor risco de contaminação da amostra. por empresas de ônibus. por ser um laboratório de saúde pública. uma requisição com um tubo com soro para HIV e uma requisição com um tubo com soro para Hepatite. com que colher e a forma correta de enviar ao LACEN observando o tempo. em caso de acidente.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Paciente “2” – Solicitação de Pesquisa e cultura para germes comuns. O LACEN. trabalha dividido em setores ou seções de acordo com os tipos de microorganismos ou programas.6) e colocar o nome.Solicitação de Sorologia (Toxoplasmose.total de três frascos com amostra e três requisições). Seção de Micologia e Seção de Tuberculose .

ver item 2.0 ml de salina estéril.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO Secreção genital (uretral e vaginal) TEMPO CRÍTICO P/ CHEGADA NO LACEN Imediatamente ONDE / COM QUE COLHER / TRANSPORTE com swab estéril.1 e 2.3.2. com tampa de rosca ver item 2. anal) Lesão genital Até 2 horas após a coleta Até 2 horas após a coleta com swab estéril.12 29 . Urina (jato médio) Líquidos orgânicos estéreis Escarro Até 2 horas após a coleta em temperatura ambiente Imediatamente à temperatura ambiente Até 2 horas após a coleta. em frasco estéril de boca larga.2. SEÇÃO DE BACTERIOLOGIA 2. confeccionar esfregaço em 2 lâminas. no LACEN (masculino).2. transportar em tubo com 1. com tampa de rosca em frasco estéril ou confeccionar 1 lâmina no momento da coleta. p/ períodos maiores. transparente. vaginal. confeccionar esfregaço em 2 lâminas no momento da coleta.2. com swab estéril ou alça bacteriológica.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. com swab estéril. confeccionar esfregaço em 2 lâminas. EXAME A FRESCO 1º jato urinário Imediatamente BACTERIOSCOPIA pelo método de Gram Secreção genital (uretral. à temperatura ambiente.3. transparente. no momento da coleta (feminina). no LACEN. refrigerar a amostra imediatamente BACTERIOSCOPIA pelo método de Fontana Tribondeau Lesão genital com swab estéril ou alça bacteriológica. endocervical. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 2.2.6. em frasco estéril de boca larga. ver item 2.1. no momento da coleta.3. em frasco estéril de boca larga.

se em caldo nutritivo em temperatura ambiente com swab de rayon ou dracon. ver item 2.2.3 30 . com contagem de colônias Urina – jato médio até 2 horas após a coleta. no LACEN.2. coleta no LACEN.3. com tampa de rosca. com tampa de rosca. ver item 2. com swab estéril alginatado. transportar em tubo com 1.0 ml de salina estéril.1 em frasco estéril de boca larga. secreção vaginal com swab de rayon ou dracon.1. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO Lesão genital TEMPO CRÍTICO P/ CHEGADA NO LACEN imediatamente ONDE / COM QUE COLHER / TRANSPORTE com swab estéril ou alça bacteriológica. Cultura de URINA Urina – 1º jato imediatamente Cultura de SECREÇÃO URETRAL e ANAL MASCULINA. refrigerada. coleta no LACEN. introduzir o swab no meio de transporte de Amies com carvão MICROSCOPIA EM CAMPO ESCURO Cultura de URINA.1.2. Ver 2. se em meio de transporte de Amies com carvão.2 com swab estéril fino alginatado ou alça bacteriológica. Ver item 2.12.2. se em meio de transporte de Amies à temperatura ambiente Até 5 horas.2. inocular o swab no frasco com caldo nutritivo . inocular o swab no frasco com caldo nutritivo. em temperatura ambiente até 5 horas. uretral. ver item 2. com swab estéril alginatado. transparente. URETRAL e ANAL FEMININA. ENDOCERVICAL. transparente. coleta no LACEN. se em caldo nutritivo em temperatura ambiente secreção uretral p/ pesquisa de Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum Cultura de SECREÇÃO VAGINAL. anal p/ pesquisa de Neisseria gonorrhoeae secreção endocervical e uretral p/ pesquisa de Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum Até 8 horas.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.3 Até 1 hora após a coleta com swab estéril. em frasco estéril de boca larga. introduzir o swab no meio de transporte de Amies com carvão secreção endocervical. secreção uretral e anal p/ pesquisa de Neisseria gonorrhoeae e germes comuns Imediatamente até 8 horas.

PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO raspado uretral e endocervical TEMPO CRÍTICO P/ CHEGADA NO LACEN diariamente ONDE / COM QUE COLHER / TRANSPORTE com swab estéril ultrafino de dracon ou rayon.4 em frasco próprio. com auxílio de um swab.2.2. conservação e transporte com todas as instruções de uso (Figura 9A e 9B) ver item 2. com tampa de rosca. (Espermocultura) líquido espermático. líquido seminal. Ver item 2. Imunofluorescência direta para Chlamydia trachomatis. de boca larga. à temperatura ambiente até 1 hora em temperatura ambiente ou 24 horas em caixa térmica com gelo em frasco opaco de boca larga.5 Cultura de SANGUE. seco. confeccionar esfregaço em 1 lâmina própria p/ pesquisa de clamidia. com meio de TSB (Trypticase Soy Broth) ver item 2. com tampa de rosca. à temperatura ambiente Cultura de ESPERMA. imediatamente ou no máximo dentro de 1 hora. no momento da coleta. em meio de transporte Cary-Blair.2. (HEMOCULTURA) sangue até 30 minutos (não refrigerar) ou incubar 24 horas a 35ºC e encaminhar em seguida ao LACEN em temperatura ambiente. líquido céfaloRaquidiano (LCR.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Pesquisa de leucócitos e hemácias fezes “in natura” diarréicas em frasco limpo.1 31 . líquor) imediatamente (não refrigerar) o LACEN fornece um kit para coleta. Cultura de LÍQUOR. fluído seminal fezes “in natura” ou swab retal ou swab fecal em frasco estéril coleta no LACEN (pelo menos com 48 horas sem relação sexual) Cultura de FEZES ou Coprocultura para pesquisa de Enterobactérias patogênicas até 1 hora após a coleta em temperatura ambiente até 24 horas em meio de transporte de CaryBlair.2.

seco. Cultura de fezes (Coprocultura) para Pesquisa de Víbrio Cholerae (cólera) Pesquisa de leucócitos e hemácias Cultura de sangue (Hemocultura) para Pesquisa de Salmonella typhi (Febre tifóide) fezes ”in natura” diarréicas sangue em frasco limpo. à temperatura ambiente ONDE / COM QUE COLHER / TRANSPORTE em meio de transporte Cary-Blair. com auxílio de um swab. seco. até 1 hora após a coleta em temperatura ambiente até 24 horas em meio de transporte de Cary-Blair. com tampa de rosca Data da coleta e número de amostras. ver em orientações específicas de coleta. de boca larga. meio de TSB (Trypticase Soy Broth). item 2.3.2 32 .seco.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.2. com auxílio de um swab. Ver item 2. de boca larga. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO swab fecal ou swab retal TEMPO CRÍTICO P/ CHEGADA NO LACEN de 24 a 72 horas em meio de transporte Cary-Blair. em frasco limpo. com tampa de rosca. época da coleta: desde os 1°s sintomas até o final da 2ª semana da doença. Cultura de fezes (Coprocultura) para Pesquisa de Salmonella typhi (Febre tifóide) fezes “in natura” diarréicas para Pesquisa de leucócitos e hemácias fezes “in natura” ou swab retal ou swab fecal em frasco limpo. até 24 horas em caixa térmica com gelo.2.2 em meio de transporte de CaryBlair. com tampa de rosca. imediatamente ou até 30 minutos em temperatura ambiente ou incubar 24 horas 36°C e encaminhar em seguida ao laboratório à temperatura ambiente até 1 hora após a coleta em temperatura ambiente ou 24 horas em caixa térmica com gelo. coletar o volume de sangue que corresponde a 10% do volume do meio de cultura. a temperatura ambiente. em frasco próprio p/ hemocultura.2.de boca larga.

(coqueluche) Cultura para Corynebacterium diphtheriae (difteria) secreção de orofaringe e nasofaringe com swab estéril fino alginatado .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. coletar material de 1 narina utilizando 1 swab introduzir o swab em tubo c/ meio de transporte Regan-Lowe com antibiótico (Meio de Agar Carvão com antibiótico). sendo o máximo aceitável de 1-2 horas à temperatura ambiente imediatamente à temperatura ambiente ONDE / COM QUE COLHER / TRANSPORTE com 1 swab estéril ultrafino alginatado.2. introduzir o swab no meio de transporte de Amies com carvão. escovado brônquico própria escova colocar em tubo contendo 1ml de solução fisiológica estéril 33 . à temperatura ambiente. sem meio de cultura Cultura de LAVADO BRONCOALVEOLAR lavado broncoalveolar em frasco estéril seco. à temperatura ambiente. Cultura de ASPIRADO TRANSTRAQUEAL. aspirado transtraqueal em tubo estéril seco.8 Cultura para Bordetella pertussis. secreção de orofaringe com swab estéril. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO secreção de nasofaringe TEMPO CRÍTICO P/ CHEGADA NO LACEN Até 24 horas após a coleta se em meio de transporte de Regan-Lowe com antibiótico. introduzir o swab no meio de transporte de Amies com carvão . à temperatura ambiente até 2 horas após a coleta à temperatura ambiente ou por períodos maiores.2. até 24 horas após a coleta se em meio de transporte de Amies com carvão. Na impossibilidade de encaminhar imediatamente. refrigerar a amostra até 30 minutos. ver item 2. incubar 36°C por um período de 24 horas e encaminhar à temperatura ambiente.7 Cultura para ESTREPTOCOCO BETA-HEMOLÍTICO GRUPO A DE LANCEFIELD. até 4 horas após a coleta se em meio de transporte de Amies com carvão. ver item 2. com alça flexível.

2. biliar. meningitidis A. sem meio de cultura colocar o pedaço de cateter dentro do frasco estéril ver item 2. influenzae b) líquor e soro 34 . transportar refrigerado. com tampa de rosca.9 colocar 1 a 2 ml do LCR ou soro no frasco estéril seco. refrigerar a amostra. à temperatura ambiente até 12 horas se em meio de transporte de Amies.2. pneumoniae e H. de articulação. B. outros secreção de ouvido médio TEMPO CRÍTICO P/ CHEGADA NO LACEN imediatamente. transparente. C. ascítico. no gelo (refrigerado) ou congelado por até 48 horas em frasco estéril de boca larga. até 1 hora após a coleta.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Pesquisa de ANTÍGENOS BACTERIANOS. ver item 2.10 secreção de ouvido externo Cultura de ESCARRO (para germes comuns) escarro imediatamente ou até 2 horas após a coleta. S. à temperatura ambiente (não refrigerar) ONDE / COM QUE COLHER / TRANSPORTE encaminhar o líquido coletado em tubo seco e estéril Cultura de FLUÍDOS ORGÂNICOS ESTÉREIS. Cultura de SECREÇÃO DE OUVIDO até 2 hora após a coleta. o fluído pode ser colhido com swab fino com swab estéril ver item 2. Para períodos maiores.6 Cultura de PONTA DE CATETER ponta de cateter tubo estéril seco. é obtida por aspiração através do tímpano em caso de rompimento da membrana do tímpano. à temperatura ambiente. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO líquidos: pleural. (N. à temperatura ambiente. ou 12 horas se refrigerado imediatamente.2.

1 Cultura de PELE (abcessos e exsudatos) e BIÓPSIAS lesão aberta abscesso fechado ferida de queimadura aspirar o exsudato com agulha e seringa.11. no momento da coleta. até 24 horas. secreção ou raspado da conjuntiva até 12 horas à temperatura ambiente.11. um p/ confeccionar os esfregaços e outro p/ cultura. se em meio de transporte. imediatamente. se em meio de transporte.3 com swab estéril sobre a lesão. Transportar na própria seringa ou inocular nos meios de agar sangue e agar chocolate fornecidos pelo LACEN (1 a 2 gotas em cada meio). utilizar seringa e agulha (ou swab c/ meio de transporte). introduzir o swab no meio de transporte de Amies.5 ml) ou paracentese de câmara anterior (procedimento realizado pelo clínico). raspado de córnea imediatamente (enviar os meios inoculados e os esfregaços) margem da pálpebra até 12 horas à temperatura ambiente. Não devem ser aceitas amostras em formol.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.2. no momento da coleta.2. inocular diretamente nos meios de cultura em forma de “C”. contendo meio de transporte de Amies. Umedecer o swab em solução fisiológica estéril para facilitar a coleta da amostra Aspirado de fluído vítreo (0. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO biópsia TEMPO CRÍTICO P/ CHEGADA NO LACEN em temperatura ambiente. coletar 2 swabs (finos). até 24 horas imediatamente pústula e vesícula Cultura de SECREÇÃO OCULAR. em temperatura ambiente imediatamente ONDE / COM QUE COLHER / TRANSPORTE em frasco estéril. fluido vítreo imediatamente 35 . Se em meio de transporte. confeccionar esfregaço em 2 lâminas. ver item 2. ver item 2. confeccionar esfregaço em 2 lâminas. se em meio de transporte. coletar o material purulento localizado na parte profunda da lesão. ver item 2. coletar 2 swab (fino. raspar a área da lesão da córnea c/ auxílio de uma cureta oftalmológica (procedimento realizado pelo clínico).2.11. até 2 horas após a coleta Swab: Imediatamente.2 fragmento de tecido (ou swab estéril c/ meio de transporte). alginatado ou c/ carvão): um p/ confeccionar os esfregaços e outro p/ cultura.

as amostras de urina devem ser colhidas pela manhã. contida no recipiente fechado.1.2.1 Urina 2. Em seguida. Deve enxaguar bem com água morna e secar com gazes esterilizadas. Deve despir-se em sala adequada.2. Em seguida a amostra colhida.1. Afastar o prepúcio e desprezar no vaso uma pequena quantidade de urina. fechando assim que a urina for colhida. b) Como orientar pacientes do sexo masculino: • • • • O paciente deve lavar bem as mãos. junto à genitália o qual deverá ser trocado a cada trinta minutos para evitar contaminação no momento da coleta.1 Amostra de urina de jato médio Sempre que possível. desprezando a primeira parte do jato urinário. Limpar a genitália externa. Urinar. e não tocar a área limpa com os dedos.2 Amostra de urina de 1º jato • • Colher a primeira urina da manhã ou reter a urina por pelo menos 2 horas antes de realizar o exame. deve ser entregue a pessoa responsável para ser encaminhado ao laboratório. contida no recipiente fechado. 2. deve ser entregue a pessoa responsável para ser encaminhada ao laboratório.2 Orientações específicas de coleta 2.2. Sempre segurando para trás o prepúcio colher cerca de 30ml de urina no frasco estéril. Durante todo este processo a paciente deve manter os lábios vaginais separados. A criança pode sentar-se no colo da mãe ou da atendente que deve encorajar a criança a urinar colhendo todo o material possível. esfregando de frente para trás. c) Crianças: • • • • Dar água para a criança beber. usando chumaços de algodão e gazes estéreis em água morna com sabão. Aplicar o coletor. Colher cerca de 30ml (aproximadamente a metade do frasco) de urina em um recipiente estéril. 36 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 2. afastar os lábios vaginais e lavar bem a vulva e os lábios vaginais. Realizar higiene prévia da região genital. a) Como orientar pacientes do sexo feminino: • • • • • • • A paciente deve lavar bem as mãos com água e sabão neutro e secá-las com toalha de papel limpa e descartável.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. a amostra colhida.

1 Fezes para pesquisa de Enterobactérias Patogênicas A amostra deve ser coletada de preferência no início do quadro diarréico e antes da antibioticoterapia. de boca larga. 2. Enviar ao LACEN em temperatura ambiente. fornecido pelo LACEN.2. Enviar ao LACEN em temperatura ambiente.2. b) Swab fecal em Cary-Blair: Coletar 1 a 2g de fezes em frasco limpo. devidamente preenchida. Mergulhar o swab no frasco contendo as fezes.2. com tampa de rosca. de boca larga e com tampa de rosca.2. Enviar ao LACEN até 1 hora após a coleta à temperatura ambiente . até 24 horas após a coleta. Retirar o swab e introduzir no meio de Cary-Blair. c) Swab retal em Cary-Blair: Introduzir o swab no ânus. fazendo movimentos rotatórios suaves por alguns segundos. 2. no prazo máximo de 1 hora. a) Fezes “in natura” para cultura: Coletar 1a 2 gramas de fezes (equivalente a 1 colher de sobremesa) em frasco limpo. seco.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. seco. de boca larga. Fechar firmemente o frasco.2 Fezes para Doenças Transmitidas por Alimentos 2. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • Coletar os primeiros 10 ml de urina em frasco estéril de boca larga com tampa de rosca. Não sendo possível o cumprimento desta recomendação. de boca larga. até 24 horas após a coleta. Fechar firmemente o frasco. as fezes deverão ser mantidas em refrigerador e transportadas em gelo em até 24 horas após a coleta. dando preferência às partes mucopurulentas e com sangue e a seguir introduzir no meio de Cary-Blair. Enviar ao LACEN em temperatura ambiente.2 Fezes para pesquisa de Víbrio cholerae a) Fezes “in natura” diarréica para pesquisa de leucócitos e hemácias: Coletar 1 a 2 gramas de fezes em frasco limpo. com tampa de rosca. d) Fezes “in natura” diarréica para pesquisa de leucócitos e hemácias: Coletar 1 a 2 gramas de fezes em frasco limpo. Nota: As amostras deverão ser encaminhadas ao LACEN acompanhadas da Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas. seco. seco. 37 .2.

PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Enviar ao LACEN até 24 horas após a coleta. Mergulhar o swab no frasco contendo as fezes.1 Sangue para Hemocultura Apresenta maior positividade nas duas semanas iniciais da doença. b) Swab fecal em Cary-Blair: Coletar 1 a 2g de fezes em frasco limpo. de boca larga.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.3 Amostras para pesquisa de Salmonella Typhi (febre tifóide) 2. Recomenda-se a coleta para 2 a 3 hemoculturas. Exemplo: 5ml de sangue para 45ml de meio de TSB –Trypticase Soy Broth . Nota: As amostras deverão ser encaminhadas ao LACEN acompanhadas da Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas. devidamente preenchida. enxaguar bem. Retirar o swab e introduzir no meio de transporte Cary-blair. em isopor com gelo.2.2. Fechar firmemente o frasco. Passar álcool 70%. fornecido pelo LACEN. 2. não havendo necessidade de intervalos maiores que 30 minutos entre as mesmas. c) Inoculação e Incubação 38 .2. seco. por no mínimo 30 segundos. b) Volume de sangue para cada amostra Deve ser respeitada a quantidade de sangue de 1:10 em relação ao meio de cultura. a) Técnica de Coleta • • • Lavar as mãos com água e sabão.2. enxugar com papel toalha e calçar as luvas.(adulto) e 1ml de sangue para 9ml de TSB ( pediátrico). Enviar ao LACEN em temperatura ambiente entre 24 e 72 horas após a coleta. Deixar secar. c) Swab retal em Cary-Blair: Introduzir o swab no ânus fazendo movimentos rotatórios suaves por alguns segundos. Fazer a anti-sepsia da área com PVPI. Introduzir o swab no meio de transporte Cary-Blair e transportar em temperatura ambiente entre 24 e 72 horas após a coleta.3. devendo o sangue ser colhido de preferência antes que o paciente tenha tomado antibiótico.

2. • Para distâncias maiores. seco. Mergulhar o swab no frasco contendo as fezes. essa série pode ser suspensa e o indivíduo deve ser novamente tratado. No caso de portadores assintomáticos.3. de boca larga e com tampa de rosca. No estado de convalescença. fornecido pelo LACEN.2. d) Transporte Após decorrido o tempo de incubação de 24 horas. Incubar a 35ºC por 24 horas antes de enviar para o LACEN.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Fechar 39 . Misturar bem (sem agitar) para evitar coagulação. Retirar o swab e introduzir no meio de Cary-Blair. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • Romper o lacre central dos frascos e fazer assepsia da tampa de borracha dos meio com TSB com álcool 70%. A pesquisa de Salmonella typhi nas fezes é indicada a partir da segunda semana da doença. em temperatura ambiente.2 Fezes para Coprocultura A amostra deve ser coletada de preferência no início do quadro diarréico e antes da antibióticoterapia. Enviar ao LACEN em temperatura ambiente. até 24 horas após a coleta. realizar 3 (três) coproculturas. encaminhar imediatamente ou até 30 minutos após a coleta. Sete dias após o término do tratamento com antimicrobiano. recomenda-se a coleta de 7 amostras seqüenciadas. Enviar ao LACEN em temperatura ambiente. a) Fezes “in natura” para cultura: Coletar 1 a 2 gramas de fezes (equivalente colher de sobremesa) em frasco limpo. • Inocular 5ml de sangue direto da seringa de coleta no frasco de hemocultura adulto (45ml) ou 1ml de sangue em frasco de hemocultura pediátrico (9ml). • Se a coleta for próxima do LACEN. o TSB deverá ser encaminhado ao LACEN em temperatura ambiente. Fechar firmemente o frasco. assim como estágio de convalescença e na pesquisa de portadores. fazendo movimentos rotatórios suaves por alguns segundos. devidamente preenchida. Caso uma delas seja positiva. juntamente com a Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas. seco.2. c) Swab retal em Cary-Blair: Introduzir o swab no ânus. de boca larga. é indicada a coleta de 2 (duas) amostras do material com intervalo de 24 horas. até 1 hora após a coleta. b) Swab fecal em Cary-Blair: Coletar 1 a 2g de fezes em frasco limpo. com intervalos de 30 dias. dando preferência às partes mucopurulentas e com sangue e a seguir introduzir no meio de Cary-Blair. particularmente aqueles envolvidos na manipulação de alimentos.

Em não sendo possível o cumprimento desta recomendação. com tampa de rosca. Girar o swab delicadamente de 8 a 10 vezes para absorver a secreção. no prazo máximo de 1 hora.2. Nota: As amostras deverão ser encaminhadas ao LACEN acompanhadas da Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas. Introduzir o swab cerca de 2 centímetros no canal uretral. introduzir em um tubo com 1. Introduzir o swab. Retirar o swab. com haste de alumínio. d) Fezes “in natura” diarréica para pesquisa de leucócitos e hemácias: Coletar 1 a 2 gramas de fezes em frasco limpo. Limpar a secreção emergente com gaze estéril. girar o swab delicadamente de 8 a 10 vezes para obter o maior número de células epiteliais possíveis. as fezes deverão ser mantidas em refrigerador e transportadas em gelo em até 24 horas. Proceder a nova coleta para cultura: introduzir o swab alginatado 2 centímetros no canal uretral. 2. após a coleta. Limpar a secreção emergente com gaze estéril.3 Coleta da secreção uretral masculina para diagnóstico de clamídia • • • Solicitar ao paciente para retrair o prepúcio. Limpar a secreção emergente com gaze. devidamente preenchida.1 Coleta da secreção uretral masculina para exame a fresco • • • • • Solicitar ao paciente para retrair o prepúcio.2 Coleta da secreção uretral masculina para diagnóstico de Neisseria gonorrhoeae • • • • • • Solicitar ao paciente para retrair o prepúcio. Enviar ao LACEN em temperatura ambiente.3.3. Enviar ao LACEN em temperatura ambiente.3 Secreções Genitais 2. 2. seco. cerca de 4 centímetros no canal uretral. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC firmemente o frasco.2. fazer um esfregaço fino e homogêneo em uma lâmina identificada com o nome e idade do paciente. até 24 horas após a coleta.2. girar o swab delicadamente de 8 a 10 vezes para absorver a secreção e inocule a amostra em meio de transporte Amies com carvão.2. Encaminhar ao LACEN no máximo até 8 horas. • 2. de boca larga. 40 .3. Gire o swab delicadamente de 8 a 10 vezes para absorver a secreção. Introduzir o swab alginatado 2 centímetros no canal uretral. retirar o swab.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Certificar-se de que a uretra esteja reta.0 ml de salina estéril e encaminhar para o LACEN imediatamente.

Encaminhar diariamente ao LACEN em porta lâminas. Introduzir o swab de rayon ou dracon. Fazer um esfregaço fino e homogêneo em lâmina de clamídia para Imunofluorecência direta . 2.3. Coletar a amostra do saco vaginal com auxílio de um swab. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • • Fazer um esfregaço fino e homogêneo na lâmina própria de clamídia. 2.3. Introduzir o swab alginatado cerca de 1cm no canal endocervical.3.3. Introduzir o swab de dracon ou rayon cerca de 2 cm na uretra.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. 2.6 Coleta da secreção vaginal para o exame a fresco • • • • Introduzir o espéculo. cerca de 4 centímetros no canal uretral. cerca de 2 centímetros. Limpar com gaze a secreção do fundo do saco vaginal e a que recobre o colo do útero. previamente identificado. Encaminhar ao LACEN no máximo até 8 horas em temperatura ambiente. Encaminhar ao LACEN até 5 horas em temperatura ambiente. girando-o delicadamente de 8 a 10 vezes.7 Coleta da secreção endocervical para diagnóstico da Neisseria gonorrhoeae • • • • • Introduzir o espéculo.2.2.8 Coleta de secreção anal para diagnóstico de Neisseria gonorrhoeae • • Introduzir o swab alginatado ou com carvão no reto. para absorver a secreção.3. Inocular a amostra imediatamente no meio de transporte de Amies com carvão. Inocular o swab imediatamente no frasco com caldo nutritivo. girar o swab delicadamente de 8 a 10 vezes para obter o maior número de células epiteliais possíveis. 2.2. Encaminhar ao LACEN diariamente.2. Retirar o swab e introduzir em tubo de ensaio contendo 1. Coletar a secreção girando delicadamente o swab de 8 a 10 vezes. Limpar a secreção emergente com gaze estéril. para absorver a secreção. 2.0 ml de salina estéril. Fazer movimentos circulares junto à parede retal raspando o material das criptas por 30 segundos. Retirar o swab sem tocar as paredes vaginais. Encaminhar ao LACEN imediatamente.4 Coleta da secreção uretral masculina para diagnóstico de Micoplasma e Ureaplasma urogenitais • • • • • Solicitar ao paciente para retrair o prepúcio. 41 .2. Identificando o mesmo.5 Coleta da secreção uretral feminina para diagnóstico da clamídia • • • • • Fazer a expressão das glândulas para uretrais pressionando a parede vaginal com o dedo médio.

10 Coleta da secreção endocervical para diagnóstico de Micoplasma e Ureaplasma urogenitais • • • • • Introduzir o espéculo.2.11 Coleta da secreção vaginal para cultura de germes comuns • • • • Introduzir o espéculo. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • Repetir o procedimento com novo swab. • • • • • Introduzir o espéculo. 2. Friccionar a borda da lesão com uma lâmina de bisturi suavemente até obter uma linfa. Encaminhar ao LACEN até 5 horas em temperatura ambiente. Inocular o swab imediatamente no frasco com caldo nutritivo. das bordas e centros das lesões das regiões genitais.3. para absorver a secreção.2.3. caso o swab toque as fezes. Introduzir o swab em tubo de 1ml de salina estéril. 2. Encaminhar ao LACEN diariamente.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Retirar o swab sem tocar as paredes vaginais.2. previamente identificada. identificando o mesmo. Retirar o swab sem tocar as paredes vaginais. 2.9 Coleta de secreção endocervical para diagnóstico da clamídia. Limpar com gaze a secreção do fundo do saco vaginal e a que recobre o colo do útero. obtendo-se maior quantidade possível de secreções ou pus. Deixar secar a temperatura ambiente. Fazer um esfregaço fino e homogêneo em lâmina de clamídia para Imunofluorecência direta. 2. girando-o delicadamente de 8 a 10 vezes. Coletar a amostra do saco vaginal com um auxílio de um swab. para absorver a secreção.3. Limpar com gaze a secreção do fundo do saco vaginal e a que recobre o colo do útero.2. Com o próprio swab da coleta. Introduzir o swab de rayon ou dracon cerca de 1cm no canal endocervical.3.2. 42 .3. Colocar esta linfa sobre uma lâmina com uma gota de salina e observe imediatamente no microscópio de campo escuro (lâmina e lamínula). Encaminhar ao LACEN diariamente.Treponema pallidum) • • • Limpar a área em volta da lesão com gaze estéril embebida em solução salina estéril. preparar um esfregaço em lâmina identificada.12 Coleta de material de lesão (cancro duro. Introduzir o swab de rayon ou dracon cerca de 1cm no canal endocervical.13 Coleta de material de lesão (cancro mole/cancróide – Haemophilus ducreyi) • • • As amostras são colhidas com swab estéril. 2. girando-o delicadamente de 8 a 10 vezes.

Para diagnostico laboratorial de clamídia. • O LACEN fornece um kit (Figura 9). até 8 horas após a coleta. espere pelo menos três horas após a última micção. em embalagem com todas as instruções (Figura 10 A e 10B). PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • Encaminhar ao LACEN em porta-lâmina. Em hipótese alguma pode vir sob refrigeração. antes do paciente urinar. Em crianças e em mulheres histerectomizadas.2. 2. a secreção do fundo do saco vaginal é utilizada para exame a fresco. Neisseria gonorrhoeae e cultura de germes comuns.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.4 Líquor • Coleta realizada pelo médico. Fig. Para coleta de gonococo e clamídia jamais colete a secreção emergente. Caso isso não seja possível. OBSERVAÇÕES GERAIS: A coleta de amostra de secreção uretral para diagnóstico laboratorial de Neisseria gonorrhoeae e de clamídia deve ser feita de preferência pela manhã.Kit de coleta de amostras para meningite 43 . cultura de gonococo e diagnóstico de clamídia e micoplasma/ureaplasma urogenitais. 9 . assegure-se de que o paciente não esteja sob o efeito de tratamento com antibiótico. • O transporte da amostra semeada no agar chocolate é realizado em temperatura ambiente.

Incubar em estufa a 35ºC por 24 a 48 horas e enviar ao LACEN. os meios de cultura devem estar a 35ºC 2) Romper o lacre central dos frascos e fazer assepsia das tampas de borracha com álcool 70%.SUS KIT DE MENINGITE a) b) c) d) e) f) g) Este Kit é composto de: 01 frasco com meio de agar chocolate (frasco com tarja verde). 01 frasco vazio estéril para líquor recém puncionado (frasco com tarja azul). 01 porta-lâminas com 01 lâmina. ORIENTAÇÃO PARA O USO DE KIT DE MENINGITE 1) No momento do uso. 01 frasco vazio estéril para soro (frasco com tarja laranja). PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA – LACEN SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. utilizar frasco de meio de cultura com 45 ml e adicionar 5 ml de sangue. 1) Semeie o líquor (LCR) imediatamente no frasco com meio de agar chocolate (verde). 4) Adicionar 1 ml de sangue direto no frasco para hemocultura (vermelho). 5) Fazer um esfregaço em lâmina do líquor centrifugado e fixar em temperatura ambiente ou em estufa a 35ºC. 01 embalagem para transporte de LCR e soro. Transportar no porta-lâmina a temperatura ambiente Importante: o LCR e o soro deverão ser colocados no freezer ou congelador até a hora de serem enviados ao LACEN Figura 10 A: Embalagem do Kit de Meningite com as instruções de uso (frente) 44 . Transportar em isopor com gelo. 01 embalagem para transporte de meios de cultura. Não corar. 3) Colocar 1 a 2 ml de soro no frasco estéril (Laranja). Transportar em Isopor com gelo. Observação: para adulto. Incubar em estufa a 35ºC por 24 a 48 horas e enviar ao LACEN. Transportar em temperatura ambiente 2) Colocar 1 a 2 ml de LCR no frasco estéril (azul). Conservação na geladeira – temperatura 4 a 8ºC. 01 frasco para hemocultura – coleta pediátrica (frasco com tarja vermelha). Transportar em temperatura ambiente.

enxugar com papel toalha e calçar as luvas. b) Enviar ao LACEN em temperatura ambiente.br Figura 10 B: Embalagem do Kit de Meningite com as instruções de uso (verso) 2. enxaguar bem. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC TRANSPORTE DE MEIOS DE CULTURA a) Aproveitar esta embalagem para acondicionar a lâmina e os frascos de agar chocolate e de hemocultura após incubação prévia por 24-48 horas a 35ºC.gov. Passar álcool 70%. Não trocar de agulha antes de injetar o sangue no frasco. nº 152 – Fundos – Centro Fone: PABX: (48)251-7800 – FAX: (48)251-7900 CEP: 88015-201 – Florianópolis – Santa Catarina e-mail: lacen@saude.sc. b) Volume de sangue para cada amostra É recomendado de duas a três amostras de cada paciente. Deve ser respeitada a quantidade de sangue de 1:10 em relação ao meio de cultura.5 Sangue (Hemocultura) a) Técnica de Coleta • • • • • Lavar as mãos com água e sabão. Deixar secar.2. LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA – LACEN Avenida Rio Branco. cuidar para que não hajam bolhas de ar na seringa. 45 . Fazer a anti-sepsia da área com PVPI.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. com intervalos de 30 minutos. Coletar assepticamente no mínimo 5ml de sangue de indivíduos adultos e 1ml de crianças. por no mínimo 30 segundos. isto é: 5ml de sangue para 45ml de meio de TSB -Trypticase Soy Broth (hemocultura adulto) e 1ml de sangue para 9ml de TSB (hemocultura pediátrico).

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

d) Inoculação e Incubação • Romper o lacre central dos frascos e fazer assepsia na tampa de borracha dos frascos de meio com TSB (frasco de hemocultura) com álcool 70%; • Inocular 5ml de sangue direto da seringa de coleta no frasco de hemocultura adulto (45ml) ou 1ml de sangue em frasco de hemocultura pediátrico (9ml). Misturar bem (sem agitar) para evitar coagulação; • Se a coleta for próxima do LACEN, encaminhar imediatamente em temperatura ambiente; • Para distâncias maiores, proceder como o descrito abaixo: - Em caso de mais de um frasco, em um deles deverá ser introduzindo na tampa de borracha uma agulha estéril com uma pequena porção de algodão na parte posterior, para aeração; - Incubar a 35ºC por 24 horas antes de enviar para o LACEN. e) Transporte Após decorrido o tempo de incubação de 24 horas, o TSB deverá ser encaminhado ao LACEN em temperatura ambiente, juntamente com a Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas devidamente preenchida.

2.2.6 Escarro Técnica de Coleta • • Colher, de preferência, a primeira amostra da manhã; Orientar o paciente para enxaguar previamente várias vezes a boca com água para remover a flora bacteriana superficial dessa região e colher a amostra obtida após tosse profunda, diretamente em um frasco de boca larga; Explicar ao paciente a diferença de uma amostra obtida após tosse profunda e saliva, para se obter um material de melhor qualidade; Paciente incapaz de expectorar – colher escarro induzido após nebulização com solução fisiológica estéril de 3 a 10%.

• •

2.2.7 Secreção de orofaringe e nasofaringe para Pesquisa de Corynebacterium diphtheriae a) Material necessário para coleta de 1 (um) paciente: • • • • 2 swabs descartáveis (1 para nariz e 1 para garganta) 2 tubos com meio de cultura Amies com carvão (1 para nariz e 1 para garganta) 1 abaixador de língua descartável Etiqueta para identificação dos tubos com meio de cultura 46

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

b) Meio de transporte de AMIES com carvão – armazenamento • O meio de transporte de Amies com carvão deverá ser armazenado em geladeira, observando-se sempre a data de vencimento antes de sua utilização. • O meio tem validade de 6 meses à partir da data de fabricação. • Os meios de cultura em condições de uso devem apresentar as seguintes características: - Cor preta - Consistência semi-sólida - Sem áreas de ressecamento • Os swabs devem ser armazenados em temperatura ambiente, em local seco. c) Condições para a coleta • Antes de iniciar a coleta, observar as características do meio de cultura (meio de transporte de Amies com carvão), quanto ao ressecamento do meio e contaminantes, o que tornaria inviáveis para uso. Caso isso ou outro evento ocorra que inutilize os meios, colocá-los em saco plástico identificado como “inutilizado” e separá-los dos que ainda apresentam condições de uso, para posterior devolução ao LACEN. Nenhum tubo de meio de Amies com carvão deverá ser dispensado no lixo, mas sim devolvido ao LACEN para reaproveitamento de vidraria. Os meios não utilizados no momento da coleta e ainda em bom estado de conservação, deverão voltar à geladeira em saco plástico fechado, para posterior utilização ou devolução ao LACEN em boas condições. Os swabs a serem usados não deverão apresentar sinais de violação de embalagem, umidade do algodão ou qualquer outra anormalidade que possa indicar contaminação. Caso isto ocorra, desprezá-los e proceder à coleta com material adequado. Verificar sempre o prazo de validade na embalagem.

• •

d) Coleta de naso e orofaringe (NARIZ/GARGANTA) • No momento de uso os meios de cultura não podem estar gelados, sendo necessário retirá-los do refrigerador pelo menos 30 minutos antes. No início da coleta os meios de transporte de Amies com carvão deverão estar à temperatura ambiente. Antes de iniciar a coleta, lavar as mãos, explicar ao doente e/ou comunicante o que irá ser feito. Identificar os tubos com N (nariz) e G (garganta) para facilitar o manuseio e evitar trocas. Colocar a máscara, calçar as luvas e iniciar a coleta. Nariz (N) – utilizar o mesmo swab para ambas as narinas. Introduzir o swab ultrafino flexível e estéril na narina do paciente até encontrar resistência na parede posterior da nasofaringe. Realizar movimentos rotatórios. 47

• • • •

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

• • •

• • •

Imediatamente após a coleta, introduzir o swab no meio de transporte de Amies com carvão. Atenção para que os swab fiquem submersos no meio de cultura. Garganta (G) – com auxílio de um abaixador de língua, pressionar a língua para baixo e com swab estéril, fazer a coleta no redor da superfície da garganta, passando o swab pelas amídalas, úvula e toda a parede da garganta. Na coleta em doentes, o swab deve ser passado cuidadosamente apenas ao redor das lesões, para que não haja descolamento da placa. Imediatamente após a coleta, introduzir o swab no meio de transporte de Amies com carvão. Atenção para que os swab fiquem submersos no meio de cultura. Fechar firmemente o tubo.

e) Identificação dos tubos • Após a semeadura, identificar os tubos com os seguintes dados: - Nome do doente e/ou comunicante - Idade - Data e hora da coleta • Anexar a ficha de encaminhamento de Amostras Clínicas, específica do LACEN devidamente preenchida, ou seja: - Preencher os dados pessoais de identificação - Preencher os dados da amostra - Especificar o tipo de amostra, se é doente ou comunicante de difteria - Nas requisições de comunicantes, acrescentar o nome do doente ao qual está vinculado.

f) Acondicionamento das amostras para transporte: • Os meios devidamente semeados e identificados deverão se encaminhados ao LACEN em temperatura ambiente no mesmo dia ou no prazo máximo de 24 horas, acompanhados da Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas. Não retornar os meios semeados à geladeira. Colocar os tubos com as amostras devidamente identificadas e etiquetadas, em um saco plástico e vedar. Colocar dentro de um isopor, fixando na parte interna com fita adesiva. Colocar as requisições correspondentes devidamente preenchidas, dentro de um saco plástico. Vedar bem o saco e fixá-lo na parte interna da tampa do isopor. Fechar e vedar bem o isopor. Identificar com destinatário e remetente. Enviar ao laboratório.

• • • • • • • •

48

principalmente sua data de validade. observar as condições do meio de transporte.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. vedado com fita crepe. Os swabs devem ser armazenados em temperatura ambiente em local seco. • Caso o meio esteja vencido ou outro evento ocorra que inutilize os meios.2. c) Condições para coleta • Antes de iniciar a coleta. 2. colocá-los em sacos plásticos identificados como “inutilizados” e separálos dos que ainda apresentam condições de uso. Nenhum tubo de meio de Regan-Lowe deverá ser 49 .Cor preta . para posterior devolução ao LACEN. o uso de máscara e luvas é essencial para a proteção do profissional que realiza a coleta e devem ser utilizadas tanto para caso suspeito como para os comunicantes sadios.Sem áreas de ressecamento Notas: Como o meio de cultura contém sangue e antibiótico. Não deverá ser feita qualquer improvisação do material.8 Secreção de nasofaringe para Pesquisa de Bordetella pertussis a) Material necessário para coleta de 1 (um) paciente: • 1 swab descartável (swab ultrafino com haste flexível. • O meio tem validade de 2 meses à partir da data de fabricação. observando-se sempre a data de vencimento antes de sua utilização. estéril e alginatado) • 1 tubo contendo meio de transporte para coqueluche – Meio de ReganLowe com antibiótico (Agar carvão com antibiótico) • Máscara descartável • Luvas descartáveis • Etiquetas para identificação dos tubos b) Armazenamento • O meio de transporte para coqueluche (Meio de Regan-Lowe – RL) deverá ser armazenado em geladeira.Consistência semi-sólida . o prazo de validade deverá ser seguido rigorosamente. identificado como “contaminado”. • Os meios de cultura em condições de uso devem apresentar as seguintes características: . recolhido no lixo hospitalar. Todo material descartável utilizado na coleta deverá ser acondicionado em saco plástico. É imprescindível que o meio de cultura e o swab estejam obedecendo rigorosamente ás condições de uso no momento da coleta. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC g) Recomendações adicionais: Por ser doença de transmissão respiratória.

Especificar se é doente ou contato de coqueluche . específica do LACEN. Os meios não utilizados no momento da coleta e ainda em bom estado de conservação deverão voltar à geladeira em sacos plásticos. o swab deverá ser introduzido no tubo contendo o meio de transporte para coqueluche com antibiótico.Data e hora da coleta Anexar a ficha de encaminhamento de Amostras clínicas.idade . identificar o tubo com os seguintes dados: . Fechar firmemente o tubo. Após a coleta. A coleta do material de pacientes suspeitos de coqueluche deverá ser realizada preferencialmente no início dos sintomas característicos da doença (período catarral). Os swabs a serem usados não deverão apresentar sinais de violação de embalagem. Antes de iniciar a coleta.Nome do paciente . utilizando 1 (um) swab. desprezá-los e proceder à coleta com material adequado. Atenção para que o swab fique submerso no meio de cultura. devidamente preenchida.Preencher os dados pessoais de identificação . sendo necessário retirá-los do refrigerador pelo menos 30 minutos antes.Nas requisições de contatos. • 50 . acrescentar o nome do doente ao qual está vinculado. ou seja: . calçar as luvas e iniciar a coleta. • • • • • • e) Identificação dos tubos • Após a semeadura. No início da coleta os meios de transporte de Regan-Lowe deverão estar à temperatura ambiente. d) Coleta de nasofaringe • No momento de uso os meios de cultura não podem estar gelados.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. umidade do algodão ou qualquer outra anormalidade que possa indicar contaminação.Preencher os dados da amostra . para posterior utilização ou devolução ao LACEN em boas condições. A coleta deverá ser realizada antes do tratamento ou no máximo com 3 dias de antibiótico terapia. A secreção nasofaringea deverá ser coletada introduzindo o swab ultrafino na narina do paciente até encontrar resistência na parede posterior da nasofaringe e realizando movimentos rotatórios. Verificar sempre o prazo de validade na embalagem. mas sim devolvido ao LACEN para reaproveitamento de vidraria. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • • • • dispensado no lixo. Coletar material de uma narina. Caso isso ocorra.

Vedar bem o saco e fixá-lo na parte interna da tampa do isopor. g) Recomendações adicionais • • • Por ser doença de transmissão respiratória. Fechar e vedar bem o isopor. • Fazer anti-sepsia da pele que circunda o local da inserção do cateter. Não retornar os meios semeados à geladeira. Colocar o tubo com a amostra devidamente identificada e etiquetada. • Remover assepticamente o cateter. Colocar dentro de um isopor. Enviar ao LACEN. Identificar com destinatário e remetente. com o propósito de evitar a contaminação com a microbiota da pele. identificado como “contaminado”. em um saco plástico e vedar. devidamente semeado em meio de Regan-Lowe (RL) e identificado deve ser encaminhado ao LACEN em TEMPERATURA AMBIENTE e imediatamente após a coleta. o material deve ser incubado em estufa a 36°C por um período máximo de 24 horas e encaminhado a seguir em temperatura ambiente. vedado com fita crepe. dentro de um saco plástico. É imprescindível que o meio de cultura e o swab estejam obedecendo rigorosamente a condição de uso no momento da coleta. O material deverá ser encaminhado ao LACEN acompanhado da Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas devidamente preenchida. • Cortar 5 cm da ponta distal (a que estava inserida na veia do paciente) e colocar diretamente em tubo ou frasco estéril seco. Não deve ser feita qualquer improvisação do material. fixando na parte interna com fita adesiva. recolhido no lixo hospitalar. o uso de máscara e luvas é essencial para a proteção do profissional que realiza a coleta e devem ser utilizadas tanto para caso suspeito como para os comunicantes sadios. • Enviar ao laboratório à temperatura ambiente dentro de 1 hora após a coleta ou até 12 horas se refrigerado.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Colocar a requisição correspondente devidamente preenchida. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC f) Acondicionamento da amostras para transporte • • • • • • • • • • • O material coletado. 51 .9 Ponta de cateter Procedimento de retirada do cateter – os mesmos cuidados de anti-sepsia da pele utilizados no momento da inserção do cateter devem ser adotados. Na impossibilidade de um encaminhamento imediato após a coleta. Todo material descartável utilizado na coleta deverá ser acondicionado em saco plástico.2. 2.

• Descontaminar as margens e a superfície da lesão com solução fisiológica.2. Se não for possível a coleta por punção.2. Não usar swab Fazer anti-sepsia com produto adequado.2.10. 2. coletar com swab estéril com meio de transporte. dependendo do tipo de lesão. 2.11. aguardar alguns minutos e colher com “swab”.11.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Antes do procedimento de coleta. Aspirar o exsudato com agulha e seringa.11.1 Secreção de Ouvido médio Em caso de rompimento da membrana do tímpano. de preferência.10 Secreção de Ouvido 2. Nota: Amostras colhidas por aspiração não devem ser enviadas ao laboratório como secreção de ouvido e sim como secreção obtida por timpanocentese. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Nota: Para melhor correlação clínica – infecção relacionada ao cateter – recomenda-se a coleta de hemocultura associada à cultura do cateter. 52 . álcool a 70%.11 Pele (abscessos e exsudatos) e Biópsias 2.2.2.2 Abscesso fechado • • • • Um abscesso fechado é o local ideal para a coleta.1 Lesão aberta • Não é recomendado cultura de lesões secas ou crostas.3 Ferida de queimadura • A coleta deve ser realizada após desbridamento e descontaminação da lesão. 2.2. Caso não seja possível.2% solução aquosa. 2. solução de povidona-iodo ou clorexidina a 0. pressionando bem. 2. o fluído pode ser colhido com swab fino.2. seringa e agulha. A coleta de fragmento de tecido (biópsia) é a técnica mais indicada para a cultura. limpar o ouvido externo com anti-séptico seguido de lavagem com solução fisiológica estéril. • Proceder nova limpeza com solução fisiológica estéril.2 Secreção de Ouvido externo Limpar o canal do ouvido com anti-séptico seguido de lavagem com solução fisiológica estéril. utilizar swab com meio de transporte. • Coletar o material purulento localizado na parte mais profunda da lesão utilizando.10.

5 Ficha de encaminhamento de Amostras Clínicas (Modelo na página 56) 53 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC • Amostra da superfície da lesão normalmente representa colonização.1 Kit para Coqueluche (Modelo na página 52) 2.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.3.3 Kit para Coprocultura (Modelo na página 54) 2. 2. Fazer anti-sepsia com produto adequado e puncionar. Se a lesão for seca.5 Biópsia • • Enviar em frasco estéril. 2. 2.3.3.4 Kit para a RENAGONO (Modelo na página 55) 2.11. sem vesícula ou pústula evidente. remover o material superficial após anti-sepsia e passar firmemente o swab estéril sobre a lesão.3. Modelos de kits e fichas utilizados na Seção de Bacteriologia 2. com crosta.2.4 Pústula e vesícula • Selecionar uma pústula intacta.11.2. Não devem ser aceitas amostras em formol.3.3.2 Kit para Difteria (Modelo na página 53) 2.

• Orientações sobre a coleta de secreção nasofaringe para cultura no diagnóstico laboratorial da coqueluche. • 1 swab ultrafino com haste flexível.: Transporte e armazenamento do meio de cultura em geladeira. OBS. Validade do meio de transporte para coqueluche: 2 meses. estéril e alginatado. O swab deve ser armazenado em temperatura ambiente e em local seco.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. • Ficha de encaminhamento de Amostras Clínicas. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC COQUELUCHE KIT PARA COLETA DE SECREÇÃO NASOFARINGE PARA CULTURA NO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DA COQUELUCHE Kit para 1 (um) paciente • Um tubo com meio de transporte para coqueluche (Meio de Regan Lowe) com antibiótico. Revisado e modificado em 04/03/2004 54 .

• Ficha de encaminhamento de Amostras Clínicas. O swab deve ser armazenado em temperatura ambiente e em local seco. • Orientações sobre a coleta de secreção naso e orofaringe para cultura no diagnóstico laboratorial da difteria.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. estéril e alginatado (1 para o nariz e 1 para a garganta). PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC DIFTERIA KIT PARA COLETA DE SECREÇÃO NASO E OROFARINGE PARA CULTURA NO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DA DIFTERIA Kit para 1 (um) paciente • 2 tubos com meio de Arnies (1 para o nariz e 1 para a garganta).: Transporte e armazenamento do meio de cultura (antes da semeadura) em geladeira. 55 . • 2 swabs descartáveis ultrafinos com haste flexível. OBS.

PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC COPROCULTURA (DOENÇAS DIARREICAS: CÓLERA E DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS) KIT PARA COLETA DE FEZES PARA CULTURA NO DIAGNÓSTICO DE INFECÇÕES INTESTINAIS Kit para 1 (um) paciente • • • • Um tubo com meio de transporte de Cary-Blair 1 pote plástico para coleta de fezes “in natura” 1 swab 1 Ficha de encaminhamento de Amostras Clínicas.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. 56 .: Transporte e armazenamento do meio de cultura (antes da semeadura) em geladeira. O swab deve ser armazenado em temperatura ambiente e em local seco. OBS.

01 tubo de meio de cultura de Amies com carvão (meio de transporte). 57 .: Armazenar o Meio de Amies na geladeira (validade de 2 meses). 01 lâmina nova no porta lâmina. 01 swab ultrafino tratado (alginatado/Dracon) para coleta uretral. O tempo entre a coleta e o processamento no LACEN não pode ultrapassar 08 horas. 01 swab comum (para a bacterioscopia). • Etiquetas auto-colantese (1 para lâmina e outra para o tubo) • Ficha de encaminhamento de Amostras Clínicas. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC RENAGONO KIT PARA COLETA DE SECREÇÕES URETRAL E ENDOCERVICAL PARA PESQUISA DE Neisseria gonorrhoeae Kit para 1 (um) paciente 01 swab alginatado (para coleta endocervical).MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Transportar a amostra no meio de Amies em temperatura ambiente. • • • • • OBS.

em Cary-Blair ( )swab” retal em Cary-Blair Nº de amostras: ( )1ª ( ) 2ª ( ) 3ª ( ) 4ª ( ) 5ª ( )6ª ( ) 7ª Data e hora da Coleta:____________ Após tratamento: ( ) 30 dias ( ) 60 dias ( ) 90 dias MENINGITE: Amostra: ( ) Líquor puro ( ) líquor em Ágar chocolate ( )lâmina Data e hora da Coleta: ______________________________________ Dados dos exames de líquor já realizados: leucócitos: ____________ neutrófilos: _____ linfócitos: ________ glicose: _________ proteína: _______ Gram: ______________Cultura: _______________________________ Fez uso de antibiótico? Sim ( ) Não ( ) Data: ___/___/___ MENINGOCOCCEMIA Amostra: ______________ Nº da amostra: _________. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDELABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA SETOR DE BACTERIOLOGIA ATENÇÃO FICHA NOVA FICHA DE ENCAMINHAMENTO DE AMOSTRAS CLÍNICAS DADOS PESSOAIS Nome: ____________________________________________________________Idade _______ Sexo: _______ Município de Residência:___________________________________________Nº da notificação:_____________ Procedência: __________________________________________________(Hospital. 2ª ou 3ª (1º dia) Data e hora da Coleta: _____________________________ Fez uso de antibiótico? Sim ( ) Não ( ) Data: ___/___/___ _________1ª.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. evento) Município de Atendimento: ______________________________________ Regional: _________________ DADOS DA AMOSTRA DIFTERIA Amostra: ( ) orofaringe ( )nasofaringe ( ) lesão cutânea) Data e hora da Coleta:___________________________ Fez uso de antibiótico? Sim ( ) Não ( ) Data: ___/___/___ ( ) Doente ( ) Contato CÓLERA Amostra: ( ) fezes ‘in natura” ( ) swab fecal em Cary-Blair ( ) swab retal em Cary-Blair) Período de incubação (horas): _________________ Data e hora da Coleta: _____________________ Fez uso de antibiótico? Sim ( ) Não ( ) Data: ___/___/___ DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA) Amostra: ( ) fezes “ in natura” ( ) swab fecal em Cary-Blair ( ) swab retal em Cary-Blair Nº da amostra: ( )1ª ( ) 2ª 3ª( ) ( ) Manipulador ( ) Doente Período de incubação (horas): _________________ Data e hora da Coleta: ___________________ Fez uso de antibiótico? Sim ( ) Não ( ) Data: ___/___/___ FEBRE TIFÓIDE Hemocultura: entre a 1ª e 2ª semana da doença Nº da amostra: ( ) 1ª ( ) 2ª ( ) 3ª Data da Coleta: __________________ Hora da Coleta: 1ª amostra: ___________ 2ª amostra: ___________ 3º amostra:___________ Amostra: ( ) fezes “in natura” ( ) swab fecal. restaurante. creche. 2ª ou 3ª (2º dia) COQUELUCHE Amostra: ( ) Secreção de Nasofaringe Data e hora de coleta: _________________________ ( ) Doente Fez uso de antibiótico? Sim ( ) Não ( ) Data: ___/___/___ ( ) Contato (Nome do doente:__________________________) OUTRAS AMOSTRAS/ CEPA BACTERIANA Amostra: ______________________________ Origem : _________________________________________ Fez uso de antibiótico? Sim ( ) Não ( ) Data: ___/___/___ Exame Solicitado___________________________________________________________________________ Data e hora da remessa do material: _______________________________ Responsável: _________________________________________ Fone p/ contato:______________________ PARA USO DO LACEN Recebimento do material (data e hora): _________________________________________________________ Tipo de material: __________________________________________________________________________ Forma de acondicionamento da amostra: ( ) adequada ( ) inadequada: Se inadequada especificar: ________________________________________________ Nº do Registro no Setor de Bacteriologia: ___________________________________ 58 .1ª.

Os 4 esfregaços serão colocados um ao lado do outro com a distância de 1 cm na seqüência da coleta do material.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAME HANSEN.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.bem limpa e nova previamente identificada com lápis de vídea ou com ponta de diamante. Espalhar o material com a parte plana da lâmina do bisturi em movimentos circulares a fim de obter um esfregaço uniforme abrangendo uma nova área de cerca de 5 a 7 mm de diâmetro. sempre do mesmo lado que serão colocados os esfregaços.2 Orientações específicas de coleta • • • • • Dar ao paciente uma breve explicação sobre o exame a ser realizado. Fazer anti-sepsia do local a ser coletado com álcool 70 %. Pesquisa de bacilo de MATERIAL BIOLÓGICO Linfa cutânea COM QUE COLHER Lâmina de bisturi n. SEÇÃO DE HANSENÍASE 3. cortar a pele em mais ou menos 5 mm de comprimento por 2 mm de profundidade. raspar o bordo interno do corte 2 a 3 vezes até obter boa quantidade de linfa. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 3. Com o lado não cortante da lâmina. Com o auxílio de um bisturi. Com auxílio de uma pinça de Kelli curva fazer uma boa isquemia para impedi o fluxo de sangue. Figura 10: Isquemia e Incisão • • • Transferi-la para uma lâmina de vidro com borda fosca. Cada lâmina deverá ter no máximo 4 59 .º 15 3.

d) É importante colocar no formulário o nome do laboratório e o município de procedência. As lâminas coradas para supervisão deverão ser encaminhadas em portalâminas. Deixar os esfregaços secarem à temperatura ambiente e a seguir passar na chama de lamparina a álcool.2) 3. acondicionadas em portas-lâmina. cotovelo direito (CD) e cotovelo esquerdo (CE) ou á critério médico. e) Colocar os formulários junto à caixa ou frasco. conforme a figura 11: lóbulo de orelha direta (LOD). pois esse poderá interferir no exame microscópio. I D E N T I F I C A Ç Ã O LO CE Figura 11: Distribuição padrão dos esfregaços na lâmina • • • • • Os esfregaços não devem conter sangue.1 Transporte de lâminas para Supervisão Indireta a) Todas as lâminas positivas e todas as negativas devem ser encaminhadas à Seção de Hanseníase do LACEN para supervisão indireta. devidamente identificados com o endereço do remetente e destinatário. Obedecer à seqüência da coleta. por 3 vezes rapidamente. Observar que a face onde se encontra o esfregaço fique para cima. 60 . b) Devem ser transportadas em caixas ou frascos (Figura 15) com paredes rígidas e com ranhuras próprias para a fixação das lâminas.3. Para o mesmo paciente usa-se a mesma lâmina de bisturi após limpá-la com álcool 70% e flambá-la em chama. corretos. embrulhar e enviar ao LACEN. quando necessário. 3. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC esfregaços. mensalmente.3 Transporte As lâminas ainda não coradas deverão ser encaminhadas ao laboratório o mais breve possível. Usar sempre lâmina de bisturi e de vidro novos para cada paciente. acompanhadas do Formulário para supervisão indireta de baciloscopia para hanseníase (ver item 3.3. joelho direito e esquerdo e lesão. A incisão feita no paciente deve ser coberta com um curativo estéril. c) Os formulários que acompanham as lâminas para a supervisão indireta não devem ser colocados junto com as lâminas para evitar possíveis contaminações.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. lóbulo da orelha esquerda (LOE).

2. Lâminas NEGATIVAS (enviar todas as lâminas): 3. No.1. LOD LOD LOD LOD LOD LOE LOE LOE LOE LOE CD CD CD CD CD CE CE CE CE CE LOD LOE CD CE LOD LOE CD CE LOD LOE CD CE LOD LOE CD CE LOD LOE CD CE LESÃO Idade: LESÃO Idade: LESÃO Idade: LESÃO Idade: LESÃO Idade: LESÃO Idade: LESÃO LESÃO LESÃO LESÃO LESÃO LESÃO 3. LOD LOE CD CE Nome: No. Nome: No. Nome: No. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC FORMULÁRIO PARA SUPERVISÃO INDIRETA DE BACILOSCOPIA PARA HANSENÍASE. Para DIAGNÓSTICO 3. No. No. Nome: No. LABORATÓRIO DA UNIDADE SANITÁRIA DE: _____________________________________________ MÊS: __________________ ANO: ___________________ 1. LOD LOE CD CE No. Para CONTROLE DE TRATAMENTO 4. Nome: No. No. Observações Data: ____/____/____ Assinatura Bioquímico: 61 . Total de baciloscopias do mês DIAGNÓSTICO Positivo : ________________________ Negativo: ________________________ CONTROLE Positivo: _________________________ Negativo: ________________________ TOTAL: ______________________________________ 5.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Nome: 2. Lâminas POSITIVAS para controle de tratamento (enviar todas as lâminas): Número Índice baciloscópico por esfregaço No. Lâminas POSITIVAS para diagnóstico (enviar todas as positivas): Número Índice baciloscópico por esfregaço No.

d) Em caso de Elisa Não-Reagente. 62 . IgM por ELISA LEPTOSPIROSE. a partir do 15° dia dos primeiros sintomas. microcoagulante/titulação Sangue (soro) Sangue (soro) 4.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. c) Em caso de Elisa Reagente.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO ONDE COLHER E QUANDO Tubo seco (5 ml) Tubo seco (5 ml). mas com quadro clínico suspeito. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 4. deve ser solicitada uma segunda amostra a partir do 15º dia dos primeiros sintomas da doença para realização de Microaglutinação que tem por objetivo determinar a espécie da Leptospira. nova amostra deverá ser encaminhada para confirmação laboratorial após o 15º dia do início dos sintomas. LEPTOSPIROSE. SEÇÃO DE LEPTOSPIROSE 4.2 Orientações específicas de coleta a) As normas recomendam que a primeira coleta para diagnóstico por Elisa seja realizada a partir do 7º dia após o início dos sintomas. b) A cultura da Leptospira é somente para fins epidemiológicos.

PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 5. LEISHMANIOSE E DOENÇA DE CHAGAS AGUDO (DCA) 5. c) Após secagem das lâminas. com paredes rígidas e com ranhuras próprias para fixação das lâminas. transportar em caixas ou frascos (Figura 15).MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. 5. b) Não utilizar sangue com anticoagulante para preparação da lâmina.2. preparo da amostra e transporte das lâminas. 63 .4.2 Orientações específicas de coleta. SEÇÃO DE DOENÇAS TROPICAIS (MALÁRIA.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES Malária (Pesquisa de Plasmodium) Pesquisa de Plasmodium MATERIAL BIOLÓGICO Sangue ONDE COLHER Em lâmina como gota espessa e esfregaço Em tubo com EDTA (ver item 1. d) A solicitação do exame deve acompanhar os frascos de transporte.1 Malária a) Coletar sempre uma lâmina com duas gotas espessas e uma lâmina com esfregaço.1 sobre Coleta de sangue) Em lâmina como gota espessa e esfregaço Em lâmina nova Sangue Pesquisa de Trypanosoma cruzy para DCA Leishmaniose (Parasitológico) Sangue • Raspado de Lesão • “In print” • Aspirado 5.

PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 5. Se a quantidade de sangue for insuficiente. Mantendo firmemente o dedo a ser puncionado entre o polegar e o indicador da mão esquerda. colocar ao lado da primeira e espalhar da mesma maneira. O sangue com anticoagulante fixa menos na lâmina de vidro. segurando-o com a mão direita. i) Colocar a lâmina com a face para cima na superfície de trabalho. n) A melhor preparação para o diagnóstico de malária é obtida com amostra de sangue colhida diretamente por punção digital ou venosa sem anticoagulante. Não tocar o ponto de saída do sangue. puncionar o local de maneira firme e leve. se necessário pressionar. b) Preencher completamente os dados do paciente. As gotas espessas devem ser localizadas na parte central da lâmina.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. estufa. g) Comprimir o dedo suavemente (como uma “ordenha”) para obter outra gota de sangue esférica sobre a pele seca. k) Limpar o local puncionado com gaze ou algodão secos. colocar uma lâmina sobre a superfície plana ou sobre o “padrão”. De preferência. ar morno.2. e) Retirar o estilete do envoltório estéril. m) Não é recomendável o registro do número da lâmina na própria amostra de sangue. f) Remover a primeira gota de sangue com gaze ou algodão seco. caixa com lâmpada. a lâmina deve estar com etiqueta auto-adesiva para o registro da identificação ou usar lâmina com extremidade esmerilhada.1 Técnica de Coleta e Preparação da Gota Espessa Etiqueta a) Trabalhar sobre superfície plana horizontal.1. Com o canto e os primeiros 5mm da borda longa da segunda lâmina. l) Secar abanando com um pedaço de cartão. c) Usar duas lâminas. Tomar outra amostra. d) Limpar vigorosamente a pele do local de punção (parte lateral do segundo ou terceiro dedo esquerdo. j) Em lugar da segunda gota espessa pode-se colocar uma gota de sangue e fazer um esfregaço (distendido ou extensão). h) Segurando a lâmina firmemente pelas bordas numa das extremidades contra o indicador (que está comprimindo o dedo do paciente) baixa-se lentamente a lâmina até tocar o alto da gota de sangue (sem entrar em contato com a pele do paciente). espalhar o sangue formando um retângulo de tamanho e espessura adequados. lóbulo da orelha ou em lactentes o dedo grande do pé ou o calcanhar) com gaze ou algodão embebido em álcool e enxugar com gaze ou algodão. podendo ocorrer o desprendimento do sangue no ato da coloração pelo 64 . sendo o manuseio pelas extremidades sem tocar as superfícies. pode-se colocar outra gota ao lado. ou sobre o próprio quebra-luz com suporte para secagem de lâminas recém-colhidas ou coradas.

A secagem natural após a coleta. De modo que a melhor preparação é aquela obtida com sangue fresco. atinja as bordas laterais da lâmina espalhadora formando um ângulo de 50º. b) Devem ser transportadas em caixas ou frascos (Figura 15) com paredes rígidas e com ranhuras próprias para a fixação das lâminas. espalhar o sangue com um movimento rápido. faz-se o deslocamento rápido para formar a camada fina de sangue sem atingir a extremidade da lâmina. espalhada imediatamente. com anticoagulante. no máximo até o 3º dia após a coleta. por capilaridade.1. e) Deixar secar na mesma posição horizontal. f) Usar etiqueta adesiva para identificação. formando um ângulo de 50º. conservada por vários dias em geladeira. A amostra de sangue positiva. A amostra de sangue com anticoagulante deve ser submetida à secagem pelo calor brando antes da coloração. o) A maneira prática para verificação da secagem adequada da gota espessa. secagem rápida e coloração. d) Com a borda estreita da lâmina em contato com a gota de sangue.2 Técnica de Preparação de Esfregaço (Distendido) a) Trabalhar sobre superfície plana e horizontal. c) Colocar a Lâmina com a face para cima sobre a superfície plana.3 Transporte de lâminas para Supervisão Indireta a) Todas as lâminas positivas e todas as negativas devem ser encaminhadas à Seção de Malária do LACEN para supervisão indireta. consiste em colocar a lâmina sob a fonte de calor até o desaparecimento do brilho da amostra úmida. sem anticoagulante.2. • Colocar a extremidade que contém o sangue em contato com a parte central da lâmina em posição horizontal e antes que o sangue.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. 5. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC método de Walker/Giemsa e no ato da lavagem.5 cm da extremidade fosca ou da etiqueta. para formar uma camada delgada de sangue sem atingir a extremidade da lâmina.2. 65 . não apresenta boas condições para observação das características morfológicas dos plasmódios. não confere uma boa fixação da amostra para a imediata coloração pelo método de Walker sem o risco de desprendimento do sangue. g) O sangue pode ser espalhado também da seguinte maneira: • Retirar com a extremidade da própria lâmina espalhadora a gota de sangue. b) Colocar uma pequena gota de sangue na parte central da lâmina de vidro a 1.1. 5.

66 . g) Após secagem das lâminas. e) Colocar os formulários junto à caixa ou frasco. e) As coletas serão realizadas nas unidades de saúde de referência para coleta de parasitológico para Leishmaniose e Hospital Nereu Ramos. transportar em caixas ou frascos (Figura 15). devidamente identificados com o endereço do remetente e destinatário. 5. com paredes rígidas e com ranhuras próprias para fixação das lâminas. h) A solicitação do exame deve acompanhar os frascos de transporte.2.2 Leishmaniose 5.2. embrulhar e enviar ao LACEN. d) É importante colocar no formulário o nome do laboratório e o município de procedência. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC c) Os formulários que acompanham as lâminas para a supervisão indireta não devem ser colocados junto com as lâminas para evitar possíveis contaminações. f) Coletar se possível sempre duas lâminas. corretos.1 Orientações específicas de coleta e transporte.2.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.

através de punção Com swab imerso em água destilada ou salina Em tubo com anticoagulante (SPS ou EDTA) em volume de até 5 ml. O volume de 5 a 10 ml é o ideal. de boca larga. de boca larga. peritoneal Lavado gástrico.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES MATERIAL BIOLÓGICO Escarro ONDE COLHER Em pote estéril. aspirado brônquico.5 ml) Líquidos assépticos (líquor. Não utilizar formol. urina Pesquisa de BAAR Cultura para BAAR Teste de Resistência Pus (cavidade aberta) Pus (cavidade fechada) Em pote estéril. com água destilada ou salina estéril. líquidos pleural. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 6. ascítico. Em frasco estéril Em frasco estéril. SEÇÃO DE TUBERCULOSE 6. evitando que se escorra pela parede externa do pote. deter por um instante o ar nos pulmões e lançá-lo fora pelo esforço da tosse. com tampa de rosca e descartável (Figura 12) Em frasco estéril. com tampa de rosca e descartável Em seringa. Deve repetir a operação até obter três eliminações de escarro. obtida após esforço de tosse. sinovial.2 Orientações específicas de coleta e transporte a) Uma boa amostra de escarro é a que provém da árvore brônquica. 67 . e não a que se obtém da faringe ou por aspiração de secreções nasais nem tampouco.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Sangue Medula óssea biópsia 6. pericárdico. inspirar profundamente. b) Ao despertar pela manhã. a que contém somente saliva. o paciente deve lavar bem a boca. (mínimo de 1.

após higiene íntima com água. proteger da luz solar. j) Não são mais utilizadas as fezes para diagnóstico da tuberculose intestinal. este deve ser umedecido em salina ou água estéril antes da coleta. Após a coleta. h) Todas as vezes que a coleta for com swab. este tubo deve ser envolvido com papel absorvente.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. f) Para os líquidos assépticos recomenda-se que o material seja enviado imediatamente ao laboratório para que a semeadura seja feita para se obter maior positividade. i) Para o transporte das amostras devem-se considerar três condições importantes: manter sob refrigeração. Após a coleta. deve permanecer em um frasco estéril com salina suficiente para mantê-lo úmido até o procedimento do exame. 6. a prova de vazamentos e inquebrável (pode ser uma lata de leite em 68 . e) Para o exame na urina. pois essas deglutem o escarro. em quantidade suficiente para absorver o material e protege-lo em caso de acidente. a prova de vazamento. Pelo menos duas amostras em dias consecutivos. de preferência ao ar livre ou em sala bem ventilada. b) Para o transporte. antes de se levantar e comer. colhe-se toda a urina da primeira micção da manhã em frasco limpo. retirar a agulha com uma pinça e passar o material para um frasco estéril. Deve-se colher assim que o paciente acorda. Neste caso é indicada a biópsia. tuberculosis deve ser com tampa de rosca. d) O lavado gástrico é indicado para crianças. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Figura 12: Modelo do pote para coleta de escarro c) As amostras devem ser colhidas em local aberto. c) O tubo embalado deve ser colocado dentro de um recipiente de paredes rígidas. e acondicionar de forma adequada para que não haja risco de derramamento. g) O pus é coletado assepticamente de abscessos não drenados com uma agulha estéril em seringa. Utiliza-se um número mínimo de três e no máximo de seis amostras colhidas em dias consecutivos.3 Envio de culturas do Micobacterium tuberculosis para o LACEN a) O tubo com a cultura do M.

telefone e endereço da pessoa que deve ser avisada em caso de acidente com a(s) cultura(s). INFORME IMEDIATAMENTE A UNIDADE REMETENTE Figura 14: Rótulo indicando substancia infecciosa d) Este recipiente deve ser colocado dentro de outra embalagem. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC pó com tampa) contendo etiqueta com as características da amostra (Figuras 13 e 14). para evitar o movimento do recipiente contendo a cultura. podendo ser uma caixa de papelão. 69 . Figura 13: Modelo do frasco com parede rígida SUBSTÃNCIA INFECCIOSA EM CASO DE DANO OU VAZAMENTO. e) Completar o espaço da caixa com papel amassado ou polibolha.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. madeira. que deve conter o rótulo de material infectante ou de risco biológico (Figura 8) juntamente com o nome. isopor ou polietileno.

devidamente preenchidas. remetente. g) Vedar bem o saco e fixá-lo na parte interna da tampa da caixa. As orientações acima servem para qualquer tipo de cultura que deva ser encaminhada ao LACEN. 6. j) Enviar ao laboratório. Figura 15: Modelo de frasco para transporte de lâminas 70 . Notas: Este transporte é realizado em temperatura ambiente.4 Transporte de lâminas para Supervisão Indireta a) Todas as lâminas positivas e todas as negativas devem ser encaminhadas a Seção de Tuberculose do LACEN para supervisão indireta. dentro de um saco plástico. embrulhar e enviar ao LACEN. devidamente identificados com o endereço do remetente e destinatário. i) Identificar com destinatário. c) Os formulários que acompanham as lâminas para a supervisão indireta não devem ser colocados junto com as lâminas para evitar possíveis contaminações. h) Fechar e vedar bem a caixa. d) É importante colocar no formulário o nome do laboratório e o município de procedência. corretos. e) Colocar os formulários junto à caixa ou frasco.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC f) Colocar as requisições correspondentes. b) Devem ser transportadas em caixas ou frascos (Figura 15) com paredes rígidas e com ranhuras próprias para a fixação das lâminas.

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

7. SEÇÃO DE MICOLOGIA 7.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado

EXAMES

MATERIAL BIOLÓGICO
Pele, couro cabeludo, unha, cabelo secreções

ONDE COLHER
em placa de Petri estéril ou em envelope de papel impermeável estéril; em seringas, ou swab; em pote ou frasco com boca larga estéril; em frasco estéril; em frasco estéril; em frasco hemocultura; próprio de

Pesquisa de fungos (ou Exame Direto ou Exame Micológico Direto) FUNGOS, cultura para

escarro líquido pleural aspirado ou lavado brônquico, sangue medula óssea

em frasco contendo 0,5 ml de heparina diluída 1:1000 em placa de Petri estéril; em pote descartável próprio; em frasco estéril. em tubo seco - 5 ml

Pesquisa ou cultura para BLASTOMICOSE ou Paracoccidioides brasiliensis,

raspado das lesões escarro lavado ou aspirado brônquico

Imunodifusão dupla (IDD) para BLASTOMICOSE ou Paracoccidioides brasiliensis, Imunodifusão dupla (IDD)Aspergilus fumigatus, Pesquisa direta ou cultura para Candida albicans, Imunodifusão dupla para Candida albicans ou CANDIDÍASE -

sangue (soro)

sangue (soro)

em tubo seco - 5 ml

qualquer material biológico

próprio para cada tipo

sangue (soro)

em tubo seco - 5 ml

71

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

EXAMES
Pesquisa de Criptococcus neoformans pelo método direto

MATERIAL BIOLÓGICO
LCR (líquor) ou qualquer outro material biológico LCR (líquor)

ONDE COLHER
em frasco estéril

Pesquisa de Criptococcus neoformans, pelo método da tinta da china Cultura para Criptococcus neoformans,

em frasco estéril

LCR (líquor) ou qualquer outro material biológico a critério médico LCR (líquor) sangue (soro)

em frasco estéril

Prova do Látex para Criptococcus neoformans,

em frasco estéril em tubo seco.

7.2 Orientações específicas de coleta 7.2.1 Micoses Superficiais 7.2.1.1 Pele a) As amostras de lesões de pele como escamas, crostas, ou cascas, devem ser colhidas preferencialmente com uma lâmina de bisturi descartável ou com a borda da lâmina de vidro de microscopia, muito limpa; b) Deve-se colher, raspando em vários pontos da lesão, procurando as bordas das lesões mais recentes; c) Nos casos em que não há escamas aparentes, procura-se raspar bem o local e retirar o material que for possível. 7.2.1.2 Couro Cabeludo a) As amostras de lesões no couro cabeludo devem ser obtidas através da raspagem do local; b) A amostra deve conter tocos de cabelo, o conteúdo dos folículos tapados e as escamas de pele; c) Os cabelos da área também podem ser puxados com pinça (os cabelos infectados são facilmente removíveis). 7.2.1.3 Cabelos e Pelos a) Se a lesão for ao longo do cabelo ou pelo, como nódulos, por exemplo, esses devem ser cortados com tesoura. 72

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA, PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC

7.2.1.4 Unhas a) Os fragmentos de unhas alteradas podem ser colhidos, raspando-os com o bisturi ou com o auxílio de uma tesoura limpa; b) Material que se deposita embaixo da unha pode ser retirado cuidadosamente com o bisturi, com um palito (tipo de manicure), previamente esterilizado, ou outro objeto pontiagudo estéril; c) Em casos de paroníquia (lesões na região da cutícula), colhem-se as escamas e, se possível, o pus, com um swab; d) Se a lesão é uma mancha esbranquiçada em baixo da unha, raspar por cima da unha com o bisturi até chegar na parte com a lesão; desprezar este material e raspar todo o conteúdo da mancha. Nota: Quando o material da lesão é seco, reduz a contaminação bacteriana e a amostra pode ser estocada, em placas de petri estéreis ou em envelopes, por meses, sem perder a viabilidade do fungo dermatófito. O transporte é sem refrigeração. 7.2.1.5 Membranas Mucosas a) Para as infecções de boca ou vagina, o raspado com lâmina de bisturi ou espátula, nas partes afetadas (áreas com eritema e/ou placas brancas), é melhor do que o swab, se o material for processado imediatamente; b) No caso de coleta vulvar/vaginal, o swab (sempre embebido em salina ou água estéril) é o mais adequado. Não esquecer que o swab tem que ser mantido úmido até ser processado o exame. 7.2.1.6 Ouvido • As infecções fúngicas de ouvido são geralmente secas, exceto quanto associadas a infecções bacterianas; • A raspagem do material é sempre melhor para o diagnóstico laboratorial, embora o swab também possa ser usado. 7.2.1.7 Olho a) Deve ser solicitado meio de cultura ao laboratório e o material retirado das áreas de ulcerações e supurações pelo oftalmologista deve ser inoculado imediatamente no meio; b) Lágrima e fluídos podem se coletados com pipeta plástica estéril - chamada de pipeta Pasteur descartável ou pipeta de transferência (Figura 16). O swab não é adequado para este tipo de material.

73

já que é uma amostra muito contaminada.2. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Figura 16: Modelos de pipeta plástica. deve permanecer em um frasco estéril com salina suficiente para mantê-lo úmido até o procedimento do exame.2 Micoses Subcutâneas a) Pode ser raspado as escamas ou crostas da parte superficial da lesão. d) Nas lesões ulceradas. na maioria das vezes não é satisfatório. Notas Importantes: Para todas as coletas descritas acima. Após a coleta. porque não é confiável. são mais apropriados para o exame.2.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. colher todo o material disponível na lesão. b) Aspirado do pus e/ou biopsia. este deve ser umedecido em salina ou água estéril antes da coleta. c) O pus é coletado assepticamente de abscessos não drenados com uma agulha estéril em seringa. Todas as vezes que a coleta for com swab.3. tanto o direto como a cultura. para diminuir a contaminação pelos saprófitas da cavidade bucal e da faringe. As estéreis vem embaladas individualmente ou em mais unidades. e) Se algum grão for visível no pus. evitando encostar na periferia e na pele adjacente.2. não esquecendo da higiene da boca antes da coleta. deve ser retirado da parte mais profunda da lesão. Após a coleta. retirar a agulha com uma pinça e passar o material para um frasco estéril. c) O exame de escarro. quando houver a possibilidade do exame sorológico. 74 .1 Escarro a) Preferencialmente deve ser colhido por broncoscopia: lavado ou aspirado brônquico. o escarro deve ser colhido da mesma maneira como é colhido para o exame de tuberculose. caso o material tenha que ser colhido com swab (o que não é recomendado). Quanto mais material mais viabilidade na visualização e no crescimento em cultura. deve-se optar pelo último. 7. b) Quando não for possível. Portanto. 7.3 Micoses Profundas (Sistêmicas) 7. este deve ser incluído na amostra.

por no mínimo 30 segundos. • Coletar assepticamente no mínimo 5ml de sangue de indivíduos adultos e 1ml de crianças. Para distâncias maiores. porque pode haver contaminação.2.3.2 Líquor (LCR – Líquido Céfalo Raquidiano) a) É colhido pelo médico.Incubar a 35ºC por 24 horas antes de enviar para o LACEN. • Não trocar de agulha antes de injetar o sangue no frasco.3. b) Volume de sangue para cada amostra É recomendado de duas a três amostras de cada paciente.3 Sangue (Hemocultura) a) Técnica de Coleta • Lavar as mãos com água e sabão. Deve ser respeitada a quantidade de sangue de 1:10 em relação ao meio de cultura. Deixar secar. para aeração. micológicos ou de tuberculose. . • Fazer a anti-sepsia da área com PVPI.2. com intervalos de 30 minutos. c) Para um bom exame direto com cultura e Prova do Látex. d) Transporte 75 . Misturar bem (sem agitar) para evitar coagulação. cuidar para que não hajam bolhas de ar na seringa. enxugar com papel toalha e calçar as luvas. • Passar álcool 70%. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 7. Não é recomendável que a mesma amostra seja utilizada para os exames bacteriológicos. isto é: 5ml de sangue para 45ml de meio de TSB -Trypticase Soy Broth (hemocultura adulto) e 1ml de sangue para 9ml de TSB (hemocultura pediátrico).MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. proceder como o descrito abaixo: . Se a coleta for próxima do LACEN. encaminhar imediatamente em temperatura ambiente. b) O ideal é uma alíquota da amostra para cada setor. enxaguar bem. Inocular 5ml de sangue direto da seringa de coleta no frasco de hemocultura adulto (45ml) ou 1ml de sangue em frasco de hemocultura pediátrico (9ml). em um deles deverá ser introduzindo na tampa de borracha uma agulha estéril com uma pequena porção de algodão na parte posterior. 7. c) Inoculação e Incubação • • • • Romper o lacre central dos frascos e fazer assepsia na tampa de borracha dos frascos de meio com TSB (frasco de hemocultura) com álcool 70%. é necessário 2 a 3ml de líquor.Em caso de mais de um frasco.

2. juntamente com a Ficha de Encaminhamento de Amostras Clínicas devidamente preenchida. proteger da luz solar e acondicionar de forma adequada para que não haja risco de derramamento. o TSB deverá ser encaminhado ao LACEN em temperatura ambiente. 5 a 10 ml são suficientes.2. 7. ABDOMINAL e SINOVIAL: aspirados ou drenados.5 Fluidos a) PLEURAL. são coletados assepticamente em frasco estéril contendo heparina estéril 1:1000. b) Portanto.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. 7.2..3.7 Sorologias a) Para as sorologias. b) A quantidade de heparina usada varia de acordo com o volume da amostra (aproximadamente 1 ml por 10 ml de fluído). 7.6 Biópsias a) Devem ser enviadas ao laboratório em salina estéril e não em formalina. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Após decorrido o tempo de incubação de 24 horas.2. para maiores chances de viabilidade do fungo.3. é necessário constar na requisição a suspeita clínica para que o laboratório possa fazer uso dos meios e condições de cultivo mais adequados. 76 . as amostras de sangue são coletadas em tubo seco. é necessário observar o horário da coleta para que chegue no laboratório em horário conveniente para semeadura imediata (preferencialmente pela manhã). ressalvando as emergências.4 Medula Óssea a) Coletar de 3 a 5 ml de sangue e colocar em um frasco estéril contendo 0.3. 7. Nota Importante: Para todos os exames. colher sem heparina ou em frasco de hemocultura.3 Transporte a) Para os líquidos assépticos recomenda-se que o material seja enviado imediatamente ao laboratório para que a semeadura seja feita o mais rápido possível.5 ml de heparina diluída 1:1000. c) No transporte das amostras deve-se considerar três condições importantes: manter sob refrigeração. c) Em casos de fluído abdominal de pacientes de diálise peritoneal.3. 7.

reação de DENGUE anticorpos IgM (ELISA) para Contagem de linfócitos T – CD4 / CD8 MATERIAL BIOLÓGICO sangue (soro) ONDE COLHER em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) em tubo seco (5 ml) sangue (soro) sangue (soro) Sangue em tubo seco (5 ml) em tubo seco (5 ml) colhido em tubo com EDTA (5 ml) 8. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 8. SEÇÃO DE IMUNOLOGIA 8. anticorpos IgM e IgG (EIE) para FTA-ABS.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. imunofluorescência indireta para CITOMEGALOVÍRUS. anticorpos IgM e IgG (ELISA) para SARAMPO. anticorpos IgM (ELISA) para TOXOPLASMOSE. reação de aglutinação (Látex) para CHAGAS. Ig Total . 77 . IgM e IgG por ELISA TOXOPLASMOSE .para sífilis (Imunofluorescência) RUBÉOLA.2 Orientações específicas de coleta a) Não é necessário jejum para os exames imunológicos.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES BRUCELOSE.IgM imunofluorescência indireta para confirmação VDRL/RPR (inclusive quantitativo) SOROLOGIA PARA LUES WIDAL.

antes de 18 horas da coleta. Nota: Para a realização dos exames listados para a Seção de Imunologia que utilizam o mesmo material biológico pode ser enviado somente 1 tubo com soro. independentemente do início dos sintomas. c) Para Sarampo e Rubéola.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. d) Para os exames de CD4 e CD8 são necessárias duas amostras colhidas na mesma hora. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC b) A coleta de sangue para diagnóstico da Dengue deve ser realizada a partir do 5º dia do início dos sintomas (febre). acondicionada sem gelo (temperatura entre 18 a 20o C). Se for colhido antes do 5º dia. 78 . Uma delas é para a realização do hemograma. será necessária uma segunda amostra. colher sempre que o paciente for procurar o serviço de saúde. e) A amostra para o exame de CD4 e CD8 deve chegar no laboratório. O soro resultante de 5 ml de sangue é suficiente para os exames da Seção de Imunologia.

em adultos.2 Orientações específicas para solicitação e coleta 9. swab nasofaringe (um de cada narina) e orofaringe.1 Hepatites Virais Para a realização do diagnóstico laboratorial das hepatites virais solicita-se o preenchimento completo da ficha abaixo: 79 . fornecidos pelo LACEN (As três amostras são colocadas em um único tubo de meio de transporte).IFI Western Blot VÍRUS RESPIRATÓRIO.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES HEPATITES VIRAIS. B e C Marcadores sorológicos: HBs Ag (Antígeno austrália) Anti-Hbs Anti-Hbc IgM Hbe Ag Anti-Hbe Anti-Hav IgM Anti-HCV Anti Hbc Total Anti HIV. SEÇÃO DE VIROLOGIA 9. tipos A. 3. Para influenza 1. com swab para coleta de aspirado nasofaringeano e transportado em meio de transporte viral. 9.2. Total de 2 amostras). 2. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 9. MATERIAL BIOLÓGICO sangue (soro) ONDE COLHER tubo seco (5 ml) sangue (soro) tubo seco (5 ml) aspirado de secreção nasofaringe (uma amostra de cada narina) em crianças. em sistema próprio de coleta fornecido pelo LACEN (as duas amostras coletadas são colocadas em um único tubo de meio de transporte viral). detecção de anticorpos Métodos: Elisa Imunofluorescência Indireta . Adenovírus e Vírus Sincicial Respiratório. Total de 3 amostras. Pesquisa do antígeno dos Vírus Influenza A e B.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.

AMOSTRA SANGUE CONSERVAÇÃO: DATA COLETA: Homossexual Transmissão vertical UDI 4 – CONDIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA Bissexual Transfusão sanguínea Outros (especificar): 5 – CONDIÇÃO CLÍNICA Aminotransferase alterada valores ALT = AST= Icterícia Acidente Perfuro Cortante Colúria Contato domiciliar (Hepatite B) Gestante Contato sexual (Hepatite C) Doador de Órgãos Filho de Mãe portadora de Hepatite B Doador de sangue Contato sexual (Hepatite B) Receptor de Sangue Ambulatório DST Obs: 7 – SOLICITANTE: NOME: Assinatura: DATA: 80 .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.INSTITUIÇÃO NOME: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: RESPONSÁVEL: TELEFONE: ESTADO: FAX: IDADE: ESTADO: SORO GELADEIRA PLASMA FREEZER – 20 DATA ENVIO: Heterossexual SEXO: 2 .PACIENTE NOME: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: 3 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE .SUS ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA FICHA PARA SOLICITAÇÃO DOS TESTES SOROLÓGICOS PARA HEPATITES VIRAIS 1 .

Icterícia aguda e colúria.1.HCV. 9. História de contato sexual ou domiciliar com indivíduo sabidamente HbsAg reator e/ou anti HBc reator. Anti-HBs.HBV ou Vírus da Hepatite C .2 Abordagem Sindrômica das Hepatites Virais As Seguintes situações clínicas devem ser consideradas como suspeita de Hepatite Viral: • • • • • • Aminotransferase (transaminases) ≥ 3 vezes o limite superior da normalidade. Icterícia aguda. Exames sorológicos de triagem reatores para hepatites (doadores de sangue e/ou órgãos.1.3 Procedimentos Laboratoriais para Hepatites Virais CASO Diagnóstico (Triagem sorológica (icterícia.1 Preenchimento da Ficha de Solicitação de Testes Sorológicos para Hepatites Virais a) Reproduzir a ficha original da página anterior.2. usuário de hemodiálise e ambulatórios de DST). Anti-HAV IgM. Nota: As requisições das amostras com as condições clinicas em desacordo com as preconizadas serão devolvidas e o soro armazenado por 15 dias.2. História de exposição percutânea ou de mucosa a sangue e/ou secreções de pessoas portadoras ou com suspeita de infecção pelo Vírus da Hepatite B . Anti-HBc IgM.2. 9. Após este período as amostras serão desprezadas. c) Assinalar os dados referentes às condições da amostra epidemiológica e clínica do paciente.1.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. colúria e aminostransferase ≥ 3 vezes o limite superior da normalidade) Monitoramento do HBV (definir cura ou infecção crônica) Confirmatório do HCV (confirmar positividade sorológica) Contato Sexual e/ou Domiciliar de Hepatite B Paciente Anti-HBc Reator (Banco de Sangue) Gestante MARCADORES Hbs Ag. b) Preencher com letra legível os dados referentes à instituição e paciente. Hbe-Ag Anti-HCV Anti-HBc Total Anti-Hbs Hbs-Ag 81 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 9. Anti-HCV HBs-Ag. Anti-Hbe. colúria e aminotransferase ≥ 3 vezes o limite superior da normalidade. d) Identificar o solicitante.

exige clinica compatível. Anti-HCV Hbs-Ag. Anti. Anti-HCV Anti-HCV Anti-HBc Total. maior a chance de detectar o vírus. 9.3 Vírus Respiratório a) A coleta deve ser realizada na fase aguda. Anti-HBs. nos Centros de Saúde. Anti-HBc Total. Anti-HCV Hbs-Ag.2. para atendimento de adultos. 82 .HCV Notas: Os testes para verificar eficácia da vacina (anti HBs). Quanto mais cedo. para HIV.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. no atendimento de crianças e no Centro de Saúde Saco Grande II Florianópolis. Hospital Regional Homero de Miranda Gomes – Hospital Regional. hemodiálise Doador de Orgãos Pacientes de DST/Aids/HIV Contato Sexual com Portador de Hepatite C Receptor de Sangue Hbs-Ag e Anti-Hbs aos 9 meses e 15 meses de idade Hbs-Ag. 9. em indivíduos já vacinados não são realizados.2 HIV Somente serão realizados exames de HIV de pacientes que tiverem consultado com médicos credenciados junto ao programa DST/Aids. Os contatos de Hepatite A devem seguir os mesmos procedimentos para diagnóstico. e possuírem requisição própria de sorologia do SUS. c) Atualmente esta coleta é realizada no Hospital Infantil Joana de Gusmão. pois não existe forma crônica. Hospital Nereu Ramos. ou seja. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Filhos de Mãe Hbs-Ag Reator Acidente percutâneo. até 3 dias do início dos sintomas clínicos.2. Hospital Infantil Joana de Gusmão. b) O Material coletado tem que ser processado até seis horas após a coleta e transportado em temperatura de 2 a 8º C.

e) Volume de plasma necessário para o teste: 1 ml (exatamente). após ingestão de alimentos gordurosos nas últimas 3 horas. Entretanto. durante este período a amostra deve ser centrifugada o mais rápido possível para evitar que o plasma fique em contato com as células sanguíneas. processamento e transporte 10. deve-se evitar a coleta.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. d) Para a obtenção do plasma. 83 . Não use plasma não centrifugado (separado após repouso espontâneo) ou hemolizado.2. f) O tempo de viabilidade da amostra é aproximadamente de 2 horas após a coleta do sangue total.1 Coleta da amostra a) Para os exames de Carga Viral não é necessário jejum ou qualquer preparo especial do paciente. não use plasma com vestígios de sangue. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 10.1. c) Coletar o 5 ml de sangue total em tubos vacuteiner com EDTA.2 Orientações específicas de coleta. centrifugar o sangue total a 3000 rpm durante 5 minutos. b) A amostra clínica é o plasma. BIOLOGIA MOLECULAR 10.1 HIV Quantitativo (Carga Viral) 10.2.1 Orientações gerais de coleta e transporte das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES Pesquisa qualitativa do vírus da Hepatite C (PCR) Teste de Quantificação de Carga Viral do HIV Teste de Quantificação de Carga Viral do HCV Genotipagem do HIV MATERIAL BIOLÓGICO sangue (plasma) ONDE COLHER em tubo de coleta a vácuo com EDTA (5 ml) em tubo de coleta a vácuo com EDTA (5 ml) em tubo de coleta a vácuo com EDTA (5 ml) em 2 tubos de coleta a vácuo com EDTA (2 x 5 ml) em 2 tubos de coleta a vácuo com EDTA (2 x 5 ml) sangue (plasma) sangue (plasma) sangue (plasma) Genotipagem do HCV sangue (plasma) 10.

após ingestão de alimentos gordurosos nas últimas 3 horas. b) A amostra clínica utilizada é o plasma. g) Centrifugar os Tampões por um minuto a 2500 rpm para a retirada do excesso de líquido na tampa. Não use os tampões com cristais devido a perda funcional. a amostra deve ser processada e colocada no Tampão de Lise no prazo de viabilidade da mesma.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Entretanto. deve ser mantido em freezer –80ºC por tempo indeterminado.2 Preparo da amostra no Tampão de Lise a) O Tampão de Lise (Lysis Buffer) faz parte do conjunto de reagentes utilizados no processamento da amostra no teste de Carga Viral e é fornecido pelo LACEN. descartáveis. 84 . d) Retirar o Tampão de Lise da geladeira.2.3 Conservação da Amostra e transporte a) A amostra em Tampão de Lise deve ser conservada em geladeira (2 a 8ºC) até o momento do processamento. 10. b) Após o procedimento de coleta. c) Coletar o sangue total em tubos a vácuo com EDTA – 2 amostras de 5ml de sangue total (total 10ml). centrifugar o sangue total a 1500 rpm durante 10 minutos.2 HIV Genotipagem 10. e) Agitar e colocar em Banho-Maria a 37ºC por 30 minutos para dissolução completa dos cristais. Não usar plasma não centrifugado (separado após repouso espontâneo) ou hemolizado.1.2. c) Utilizando luvas novas e limpas. data e hora da coleta. c) O transporte deve ser realizado sob refrigeração. 10. h) Pipetar 1 ml de plasma para o tubo de Tampão de Lise utilizando micropipetas automáticas com ponteiras com barreira.2. não usar plasma com vestígios de sangue.1. d) NUNCA manter a amostra em Tampão de Lise em freezer com temperatura de -20ºC. no prazo máximo de 5 dias. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 10. Agitar por inversão várias vezes e verificar contra a luz até o desaparecimento dos cristais. acima citado.2. i) Homogeneizar os tubos por inversão ou em agitador. f) Identificar os tubos com nome. d) Para a obtenção do plasma.1 Coleta da amostra a) Para os exames de Genotipagem não é necessário jejum ou qualquer preparo especial do paciente. por um período de até 5 dias. b) Após este período. deve-se evitar a coleta.2. livres de RNAse e DNAse.

mantidos a -20ºC no prazo máximo de 2 dias.2.3. b) Identificar os tubos com o nome do paciente. a amostra se não processada pode ser mantida no freezer –80ºC até o momento da reação por tempo indeterminado. não usar plasma com vestígios de sangue. Nota: É importante que a amostra seja específica para os testes quantitativo.2. livres de RNAse e DNAse. Centrifugar e encaminhar diretamente ao laboratório.2.2 Preparo da amostra. estéreis. qualitativo e genotipagem do HCV para que não haja manuseio e conseqüentemente contaminação da amostra e o resultado seja confiável. em tubo a vácuo com EDTA e gel separador. c) Utilizar luvas novas e limpas para manipular os tubos e a amostra. livres de RNAse e DNAse.3. g) Acondicionar individualmente os tubos em sacos plásticos transparentes e com boa vedação. Entretanto. 85 . 2 Armazenamento da Amostra a) A amostras de plasma podem ser armazenadas em geladeira (2 a 8ºC) durante até 72 horas. próprios para o congelamento. data e hora da coleta. tipo do exame. origem e data da coleta. de preferência com tampa de rosca. ou congelada a –70ºC. e) Distribuir o total de plasma obtido em alíquotas de aproximadamente 1 ml por microtubo. centrifugar o sangue total a 1500 rpm por 20 minutos.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. descartáveis.1 Coleta e preparo da amostra a) Não é necessário jejum ou qualquer preparo especial do paciente. e) Identificar o tubo com nome. 10.3 Testes Qualitativos. específico para os exames de biologia molecular. colher em tubo a vácuo. Não usar plasma não centrifugado (separado após repouso espontâneo) ou hemolizado. i) Após período de 2 dias a -20ºC. com EDTA (não usar HEPARINA como anticoagulante). conservação e transporte a) Utilizar microtubos. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 10. Quantitativos (Carga Viral) e Genotipagem do RNA do HCV 10. após ingestão de alimentos gordurosos nas últimas 3 horas. c) Nos casos onde não for possível usar tubos com gel separador. f) Manter os microtubos armazenados a 4ºC até o momento de envio ao laboratório. h) Encaminhar as amostras para o LACEN/SC em caixa de isopor. b) Coletar 5 ml de sangue total. deve-se evitar a coleta.2. contendo 4 unidades de gelo reciclável congelados.2. 10. d) Para a obtenção do plasma. d) Transferir o plasma para os microtubos utilizando micropipetas automáticas com ponteiras com barreira.

91 86 .1) Resultado do Teste PCR-Qualitativo Resultado da Biópsia ou Avaliação Médica Requisição: laudo médico para emissão de APAC (Ver item 10. o sangue não pode ser congelado a –20ºC.3. 90 Requisição de APAC para Teste Qualitativo do HCV – pág. As amostras de plasma só podem ser submetidas a dois ciclos de congelamento e descongelamento.1) Requisição de laudo médico para emissão de APAC (Ver item 10.4.4 Condições para Solicitação de Testes Bio-moleculares para Hepatite C CASO Diagnóstico (PCR-HCV Qualitativo) CONDIÇÕES Número da notificação Resultado de Anti-HCV Requisição: laudo médico para emissão de APAC (Ver item 10. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC Notas Importantes: Se não existir freezer –70ºC.1) Resultado da biópsia Requisição do laudo médico para emissão de APAC (Ver item 10.4. b) O plasma deve ser transportado entre 2 e 8ºC.2.3 Transporte da amostra a) O sangue total deve ser transportado ao laboratório entre 2 e 25ºC.1) Genotipagem PCR-Quantitativo (Indicação de tratamento) se Genótipo 1 PCR-Quantitativo para monitorar tratamento PCR-Qualitativo para monitorar tratamento 10.4.2.4. se houver tempo para ser processado até 6 horas após a coleta.4.4.1) Requisição de laudo médico para emissão de APAC (Ver item 10.2. 10. 10.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.2. Nunca utilizar microtubos e ponteiras reciclados.2. sem perda do RNA-HCV. Notas: Nunca utilizar tubos de coleta reciclados. devendo ser enviado ao LACEN.1 Requições de APAC.2.2. dentro do período das 6 horas após a coleta. específicas para Hepatite C Requisição de APAC para Genotipagem do HCV – pág. As amostras de plasma que chegarem ao LACEN/SC com pacotes de gelo reciclável à temperatura ambiente serão descartadas como inadequadas. 89 Requisição de APAC para Teste Quantitativo do HCV – pág. o mais rápido possível.2.

10 UF CEP / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / Data de Nascimento: Sexo: / / / / 11065168 Indicação de Tratamento CPF Médico DATA: / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / Nome do Médico Assinatura e Carimbo Médico DATA COLETA / / 87 .BIOLOGIA MOLECULAR JUSTIFICATIVA DO PROCEDIMENTO Hipótese diagnóstica Motivo pelo qual o exame está sendo solicitado CID . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC LAUDO MÉDICO PARA EMISSÃO DE APAC Genotipagem HCV – Biologia Molecular Unidade Solicitante Código SIA/SUS: Nº do cartão nacional/SUS: DADOS DO PACIENTE Nome: CPF: / / / / / / / / / / / / / / / / Nome da Mãe ou Responsável Endereço Município: Nº de Notificação DVE Código do Procedimento DADOS DA SOLICITAÇÃO Procedimento GENOTIPAGEM DO HCV .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.

10 Motivo pelo qual o exame está sendo solicitado Indicação de Tratamento Monitorar Tratamento CPF Médico DATA: / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / Nome do Médico Assinatura e Carimbo Médico DATA COLETA / / 88 . PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC LAUDO MÉDICO PARA EMISSÃO DE APAC RNA-HCV –Quantitativo Unidade Solicitante Código SIA/SUS: Nº do cartão nacional/SUS: DADOS DO PACIENTE Nome: CPF: / / / / / / / / / / / / / / / / Nome da Mãe ou Responsável Endereço Município: Nº de Notificação DVE DADOS DA SOLICITAÇÃO Código do Procedimento Procedimento UF CEP / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / Data de Nascimento: Sexo: / / / / 11065176 Hipótese diagnóstica HCV Detecção por Tecnologia Biomolecular de Ácido Ribonucléico Quantitativo JUSTIFICATIVA DO PROCEDIMENTO CID .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.

PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC LAUDO MÉDICO PARA EMISSÃO DE APAC RNA – HCV .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA.Qualitativo Unidade Solicitante Código SIA/SUS: Nº do cartão nacional/SUS: DADOS DO PACIENTE Nome: CPF: / / / / / / / / / / / / / / / / Nome da Mãe ou Responsável Endereço Município: Nº de Notificação DVE DADOS DA SOLICITAÇÃO Código do Procedimento Procedimento UF CEP / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / Data de Nascimento: Sexo: / / / / 11065150 Hipótese diagnóstica HCV Detecção por Tecnologia Biomolecular de Ácido Ribonucléico Qualitativo JUSTIFICATIVA DO PROCEDIMENTO CID .10 Motivo pelo qual o exame está sendo solicitado Definir Infecção (diagnóstico) Monitorar Tratamento CPF Médico DATA: / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / Nome do Médico Assinatura e Carimbo Médico DATA COLETA / / 89 .

fornecido pelo LACEN Dosagem do Hormônio Estimulante da Tireóide – TSH Dosagem do hormônio 17-OH Progesterona Dosagem da Tripsina Imuno Reativa .MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. a criança perde dias preciosos de tratamento. no cartão próprio. fornecido pelo LACEN no cartão próprio. ANÁLISES NEONATAIS (TESTE DO PEZINHO) 11. 90 . fornecido pelo LACEN no cartão próprio. a coleta não será perdida e os exames serão realizados da mesma maneira. c) Caso ultrapasse este período.1 Orientações gerais de coleta das amostras em relação ao exame solicitado EXAMES Dosagem da Fenilalanina MATERIAL BIOLÓGICO sangue do recém-nascido (coletado do calcanhar) sangue do recém-nascido ONDE COLHER no cartão próprio. mas se der positivo.2 Orientações específicas para a coleta a) A coleta é realizada por técnico capacitado pelo LACEN.IRT Identificação de Hemoglobina sangue do recém-nascido sangue do recém-nascido sangue do recém-nascido 11. b) O período ideal de coleta é de 3 a 5 dias do nascimento. fornecido pelo LACEN. fornecido pelo LACEN no cartão próprio. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 11.

Secretaria de Vigilância em Saúde. DF. Ministério da Saúde. Técnica para coleta de secreções. Brasília. Carga Viral. _____. Brasília. DF. Normas técnicas para o diagnóstico das meningites bacterianas. DF. Coordenação Nacional de DST e Aids. Divisão Nacional de Laboratórios de SaúdePública. Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública. Departamento de Atenção Básica. Fundação Oswaldo Cruz. métodos e técnicas para isolamento e diagnóstico das enterobactérias. Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Secretaria de Políticas de à Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. métodos e técnicas para o diagnóstico laboratorial de febre tifóide. Programa Nacional de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids. 2. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids. Secretaria de Políticas de à Saúde. Brasília. Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde. cap. Divisão Nacional de Laboratórios de SaúdePública. _____. _____. Brasília. 1998. Assessoria de Ciência e Tecnologia. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão de Políticas Estratégicas. Normas. Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública. _____. 1998. 1986. Brasília. DF. Manual de procedimentos básicos em microbiologia clínica para o controle da infecção hospitalar. capítulo 2. DF. Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Brasília. _____. DF. 1993. Brasília. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC 12. Ministério da Saúde. 1993. Normas. Coordenação Nacional de DST e Aids. Divisão Nacional de Laboratórios de SaúdePública. _____. 1986. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. 2. 2001. Brasília. DF. 2003. Centro de Documentação do Ministério da Saúde. DF. 1985. Ministério da Saúde. Manual para controle das doenças sexualmente transmissíveis. Assessoria de Ciência e Tecnologia. Brasília. Secretaria de Políticas de à Saúde. _____. Ministério da Saúde. DF. Ministério da Saúde. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Brasília. Guia de baciloscopia de hanseníase. Ministério da Saúde. _____. Secretaria de Políticas de à Saúde. Ministério da Saúde. _____. DF. Brasília. 91 . Coordenação Geral do Programa Nacional de Controle da Malária. 1999. Ministério da Saúde. DF. Manual de treinamento em diagnóstico laboratorial de malária. 1997. ed. _____. Departamento de Gestão de Políticas Estratégicas.

Secretaria de Estado da Saúde. Coordenação dos Institutos de Pesquisa. Curitiba. Alexandre Vranjac. Manual de procedimentos laboratoriais em microbiologia. J. Fundação Nacional de Saúde. Laboratório Central de Saúde Pública. PILONETTO. DF. Secretaria de Estado da Saúde. DF.V. Microscience. DF. 92 . D. 2004. Coordenação de Controle de Zoonoses e Animais Peçonhentos. EVANS. São Paulo: Sarvier. Manual de coleta de amostras biológicas. PREPARO E TRANSPORTE DE MATERIAL BIOLÓGICO – LACEN/SC _____. Fundação Nacional de Saúde. Brasília. Brasília. _____. 2002. Treinamento para coleta de secreção nasofaringe para cultura no diagnóstico laboratorial da coqueluche. Ministério da Saúde. 1991. Fundação Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Prevenção do Cólera. da Silva. Guia de Vigilância Epidemiológica. M. C. 2. 1984. [2000]. il. São Paulo. Oxford: Press. 42p. 1989. M. vol I e II. M. P. 1996. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Ministério da Saúde.MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA COLETA. Rio de Janeiro. E ampl. Manual de Leptospirose. Ministério da Saúde. Micologia Médica. LACAZ. COSTA. Centro de Referência Professor Hélio Fraga. Brasília. Coordenação dos Institutos de Pesquisa. 1998. E. [2000]. ed. PARANÁ. Pinhais. Instituto Adolfo Lutz. OPLUSTIL. 1995. Secretaria de Estado da Saúde. 1998. Manual integrado de prevenção e controle do cólera.. Medical Mycology: A Practical Aproach. Alexandre Vranjac. 5. E. SÃO PAULO (ESTADO). Instituto Adolfo Lutz. São Paulo: Sarvier. Treinamento de difteria.E. PORTO. PILONETTO. _____. RICHARDSON.D. Manual de baciloscopia da tuberculose. ed.. Fundação Nacional de Saúde. _____. SÃO PAULO (ESTADO).C. Ministério da Saúde. São Paulo. Ver. et al. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. C. Procedimentos básicos em Microbiologia Clínica.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful