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‘ Relator : Sar. Ministro : < Relotor: Snr. Minisi j ; q) A eae do Conselhs Spe. WA Th, in- io CFM} ‘CONT INUL) Superior Tribunol Militar fer © presente cutvecdo. Polo Sar. Diretor Geral. r,t ‘oe APSLADA » CONTINUAGRO = Lei n® 1802/53 © 134 o/c 0 665 § 2 do CPM; GUMIDA TOMOSHE, ANTONZO PINTO DG FRGTIAS, MANIA OMT= NIA BRANDNO TAVARES DB ALMSIOA @ BEANARDO BOATS VRGAPTG, incur S08 no art. 2%, itom IIT da Loi 1802/53 @ 134 § ico c/c o 66, § 28 @ 33 do CHeg JULIO ADS IR, tncurso no arte 15) co CH; JOSE FRANCISCO UE ALMEIOAy incurso no art. 28 item ITI, do Let 2802/53 @ att. 134 do CMe; JORO FERREIRA DA CILVA, incurs no atte 20, items EIT da bei 1002/53 ¢ arte 134 do Chey JOST avy TO DE SOUZA, fncurso no atte 2%, item ITZ da Let 1802/53 0 13) / c/a o 664 § 2 dp CHileg AAU LUTZ AVICH @ HOACIR CoRitA, ine curses no art. 20, item ZIT dy Let 1802/95 © 134 do CPM. EGE TILES CARVALHO DE AAAWO, OTOERR PINTO, ANTONIO. KULL JB, incur- 808 no art. 2, itom IIE da Led 1802/93 @ 134 c/o 0 66 § 20 do / CPMeg JACINTO CINILG 5A. OILVAy Angurso no art. 22, item III ta Let 1802/53 @ 154 do CHieg JAIME Of SOUZA LEA TRIMSINA, tacurso nO arte 20, item III da Lei 1002/53, TUALVO Sor ane “rt i : Fae ar “fered mr or cect See es NiCad Gee “ tee Pita Mee ie see ty ss tet “pear pti en-vereah neat) eer: iF ya dee RA | + ee SO ~ ile el ee ett ad eas yd sage ‘ethane 4 pastes site an a intranguilidade e focos de agitacfo." Os grupos esquerdistas, infiltrados nas corren- tes polfticas e no préprio govérno, preparavam o plano de comund, zag&o do Pais. Dentro do esquema, os comuno-nacionalistas pro- moviam intensa campanha de publicidade de seus j4 surrados " ebgans"; reformas de base, elegibilidade de sargentos, auto-de terminag&éo dos povos, voto do analfabeto e formagdo de um govéz no sensivel 4s aspiragées das "classes populares". Como instrumento de formagdo e agitagio dessa - campanha formargn nessa época a Frente de Mobilizag%o Popular. Contra ésse statu quo, que culminou com a decla~| rag&o enf&tica do lider Luiz Carlos Prestes: " J& temos o Po- | der, basta-nos apenas tomar o Govérno", foi que em boa hora , Mercé de Deus, surgiu o movimento revoluciondério de 31 de Mar- go, cujo Ato Institucional, editado pelo Comando Supremo da Ret volug&o atribuia ao Presidente da Repiblica poderes, a par de ser mantida a Constituigéo do Pais, " a misso de restaurar no | Bbasil a ordem econémica e financeira e tomar as urgentes medi | das destinadas a drenar o bolsdo comunista, cuja puruléncia j& se havia infiltrado nfo sé na cipula do govérno como nas suas dependéncias administrativas". Para a eriagdo do statu quo, anterior a revolu- gdo de 31 de Margo, cujo esedpo era a bolchevisagdo do Pais,as “esquerdas" se uniram , "esqueceram as suas querelas doutrind- rias, superaram as suas arestas e se identificaram na luta pelq causa comum. Aliaram-se (ute Bsquerda Gatélica, Partido Socia+ lista Brasileiro, Partido Cpmunista do Brasil, Partido Comunis ta Brasileiro, Ag&o Popular, Partido Operdrio Revolucion4rio - Trotekista - Quarta Internacional e Ligas Camponesas". A propésito, o Partido Socialista Brasileiro , em seu "Boletim Socialista" de janeiro de 1.963, publica: rH