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Ministério da Saúde 

Secretaria Executiva 

Índice de Desempenho do Sistema 
Único de Saúde (IDSUS) 
Fichas Técnicas dos Indicadores 

DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO E A AVALIAÇÃO DO SUS 

Brasília, agosto de 2013 

 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Sumário 
INDICADORES DE ACESSO POTENCIAL E OBTIDO DA ATENÇÃO BÁSICA.. 25 
Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde ........................................ 25 
Conceituação ....................................................................................................................... 25 
Interpretação ....................................................................................................................... 25 
Usos ..................................................................................................................................... 25 
Limitações ............................................................................................................................ 25 
Fonte .................................................................................................................................... 26 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 26 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 27 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 27 
Parâmetro do indicador: ..................................................................................................... 28 
Pontuação do indicador: ..................................................................................................... 28 
Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal .............................. 29 
Conceituação ....................................................................................................................... 29 
Interpretação ....................................................................................................................... 29 
Usos ..................................................................................................................................... 29 
Limitações ............................................................................................................................ 29 
Fonte .................................................................................................................................... 30 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 30 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 31 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 31 
Parâmetro do indicador: ..................................................................................................... 32 
Pontuação do indicador: ..................................................................................................... 32 
Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré‐natal ........................ 32 
Conceituação ....................................................................................................................... 32 
Interpretação ....................................................................................................................... 32 
Usos ..................................................................................................................................... 32 
Limitações ............................................................................................................................ 33 
Fonte .................................................................................................................................... 33 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 33 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 34 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 34 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Parâmetro do indicador: ..................................................................................................... 35 
Pontuação do indicador: ..................................................................................................... 35 
INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR
DE MÉDIA COMPLEXIDADE ..................................................................................... 36 
Razão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 e a população da mesma faixa etária
 ................................................................................................................................................. 36 
Conceituação ....................................................................................................................... 36 
Interpretação ....................................................................................................................... 36 
Usos ..................................................................................................................................... 37 
Limitações ............................................................................................................................ 37 
Fonte .................................................................................................................................... 38 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 38 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 38 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 38 
Parâmetro ............................................................................................................................ 39 
Pontuação ............................................................................................................................ 39 
Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e a população da 
mesma faixa etária .................................................................................................................. 40 
Conceituação ....................................................................................................................... 40 
Interpretação ....................................................................................................................... 40 
Usos ..................................................................................................................................... 40 
Limitações ............................................................................................................................ 41 
Fonte .................................................................................................................................... 41 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 41 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 42 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 42 
Parâmetro do indicador ....................................................................................................... 43 
Pontuação do indicador....................................................................................................... 43 
Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade e população residente  44 
Conceituação ....................................................................................................................... 44 
Interpretação ....................................................................................................................... 44 
Usos ..................................................................................................................................... 44 
Limitações ............................................................................................................................ 45 
Fonte .................................................................................................................................... 45 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 45 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 47 
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 47 
Parâmetro ............................................................................................................................ 47 
Pontuação ............................................................................................................................ 48 
Critérios de seleção dos dados ............................................................................................ 48 
Razão de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade e população residente ...... 48 
Conceituação ....................................................................................................................... 48 
Interpretação ....................................................................................................................... 48 
Usos ..................................................................................................................................... 49 
Limitações ............................................................................................................................ 49 
Fonte .................................................................................................................................... 50 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 50 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 52 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 52 
Parâmetro ............................................................................................................................ 52 
Pontuação ............................................................................................................................ 52 
Critérios de seleção dos dados ............................................................................................ 52 
INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR
DE ALTA COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE E
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA ..................................................................................... 56 
Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados e população residente  56 
Conceituação ....................................................................................................................... 56 
Interpretação ....................................................................................................................... 56 
Usos ..................................................................................................................................... 57 
Limitações ............................................................................................................................ 57 
Fonte .................................................................................................................................... 57 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 58 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 60 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 60 
Parâmetro ............................................................................................................................ 60 
Pontuação ............................................................................................................................ 60 
Critérios de seleção dos dados ............................................................................................ 60 
Razão de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade e população residente .......... 62 
Conceituação ....................................................................................................................... 62 
Interpretação ....................................................................................................................... 62 
Usos ..................................................................................................................................... 62 
Limitações ............................................................................................................................ 63 
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Fonte .................................................................................................................................... 63 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 63 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 65 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 65 
Parâmetro do indicador ....................................................................................................... 65 
Pontuação do indicador....................................................................................................... 65 
Critérios de seleção dos dados ............................................................................................ 66 
Proporção de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para não residentes .. 69 
Conceituação ....................................................................................................................... 69 
Interpretação ....................................................................................................................... 69 
Usos ..................................................................................................................................... 69 
Limitações ............................................................................................................................ 70 
Fonte .................................................................................................................................... 70 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 70 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 70 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 70 
Parâmetro ............................................................................................................................ 70 
Pontuação ............................................................................................................................ 71 
Critérios de seleção dos dados ............................................................................................ 72 
Proporção de internações de média complexidade para não residentes ............................... 75 
Conceituação ....................................................................................................................... 75 
Interpretação ....................................................................................................................... 75 
Usos ..................................................................................................................................... 75 
Limitações ............................................................................................................................ 76 
Fonte .................................................................................................................................... 76 
Método de Cálculo .............................................................................................................. 76 
Categorias Sugeridas para Análise ....................................................................................... 76 
Dados Estatísticos e Comentários ....................................................................................... 76 
Parâmetro ............................................................................................................................ 76 
Pontuação ............................................................................................................................ 76 
Critérios de seleção dos dados ............................................................................................ 78 
Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para não residentes  101 
Conceituação ..................................................................................................................... 101 
Interpretação ..................................................................................................................... 101 
Usos ................................................................................................................................... 101 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Limitações .......................................................................................................................... 102 
Fonte .................................................................................................................................. 102 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 102 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 102 
Dados Estatísticos e Comentários ..................................................................................... 102 
Parâmetro do Indicador .................................................................................................... 102 
Pontuação IDSUS ............................................................................................................... 103 
Critérios de seleção dos dados .......................................................................................... 104 
Proporção de internações de alta complexidade para não residentes ................................. 111 
Conceituação ..................................................................................................................... 111 
Interpretação ..................................................................................................................... 111 
Usos ................................................................................................................................... 111 
Limitações .......................................................................................................................... 112 
Fonte .................................................................................................................................. 112 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 112 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 112 
Dados Estatísticos e Comentários ..................................................................................... 112 
Parâmetro do Indicador .................................................................................................... 113 
Pontuação IDSUS ............................................................................................................... 113 
Critérios de seleção dos dados .......................................................................................... 114 
Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente ..................................................... 131 
Conceituação ..................................................................................................................... 131 
Interpretação ..................................................................................................................... 131 
Usos ................................................................................................................................... 132 
Limitações .......................................................................................................................... 132 
Fonte .................................................................................................................................. 132 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 132 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 133 
Dados Estatísticos e Comentários ..................................................................................... 133 
Parâmetro .......................................................................................................................... 133 
Pontuação .......................................................................................................................... 133 
INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA ............................... 134 
Cobertura com a vacina tetravalente .................................................................................... 134 
Conceituação ..................................................................................................................... 134 
Interpretação ..................................................................................................................... 134 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Usos ................................................................................................................................... 134 
Limitações .......................................................................................................................... 135 
Fonte .................................................................................................................................. 135 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 135 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 136 
Dados Estatísticos e Comentários ..................................................................................... 136 
Parâmetro do indicador ..................................................................................................... 136 
Pontuação do indicador..................................................................................................... 136 
Taxa de Incidência de Sífilis Congênita .................................................................................. 138 
Conceituação ..................................................................................................................... 138 
Interpretação ..................................................................................................................... 138 
Usos ................................................................................................................................... 138 
Limitações .......................................................................................................................... 138 
Fonte .................................................................................................................................. 139 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 139 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 140 
Dados estatísticos .............................................................................................................. 140 
Parâmetro .......................................................................................................................... 140 
Pontuação .......................................................................................................................... 140 
Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera .............................. 141 
Conceituação ..................................................................................................................... 141 
Interpretação ..................................................................................................................... 141 
Limitações .......................................................................................................................... 141 
Usos ................................................................................................................................... 142 
Fonte .................................................................................................................................. 142 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 142 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 142 
Dados Estatísticos e Comentários ..................................................................................... 142 
Parâmetro .......................................................................................................................... 143 
Pontuação .......................................................................................................................... 143 
Instrutivo para obtenção dos dados .................................................................................. 144 
Proporção de cura dos casos novos de hanseníase .............................................................. 152 
Conceituação ..................................................................................................................... 152 
Interpretação ..................................................................................................................... 152 
Usos ................................................................................................................................... 152 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Limitações .......................................................................................................................... 152 
Fonte .................................................................................................................................. 152 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 153 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 153 
Dados Estatísticos .............................................................................................................. 153 
Parâmetro .......................................................................................................................... 153 
Pontuação .......................................................................................................................... 153 
Critérios para obtenção dos dados ‐ Período 2007 a 2009 ............................................... 154 
Proporção de internações sensíveis à atenção básica – ISAB ............................................... 159 
Conceituação ..................................................................................................................... 159 
Interpretação ..................................................................................................................... 159 
Usos ................................................................................................................................... 159 
Limitações .......................................................................................................................... 160 
Fonte .................................................................................................................................. 160 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 160 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 162 
Dados Estatísticos .............................................................................................................. 162 
Parâmetro .......................................................................................................................... 162 
Pontuação do indicador..................................................................................................... 162 
Critérios de seleção dos dados da AIH / SIH ...................................................................... 163 
Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada ............................................... 166 
Conceituação ..................................................................................................................... 166 
Interpretação ..................................................................................................................... 166 
Usos ................................................................................................................................... 166 
Limitações .......................................................................................................................... 166 
Fonte .................................................................................................................................. 167 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 167 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 167 
Dados Estatísticos .............................................................................................................. 167 
Parâmetro do indicador ..................................................................................................... 167 
Pontuação do indicador..................................................................................................... 167 
Critérios de seleção dos dados .......................................................................................... 168 
Proporção de exodontia em relação aos procedimentos ..................................................... 169 
Conceituação ..................................................................................................................... 169 
Interpretação ..................................................................................................................... 169 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Usos ................................................................................................................................... 169 
Limitações .......................................................................................................................... 169 
Fonte .................................................................................................................................. 170 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 170 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 170 
Parâmetro .......................................................................................................................... 170 
Pontuação .......................................................................................................................... 170 
Critérios de seleção dos dados .......................................................................................... 170 
INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR DE
ALTA COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE E
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA ................................................................................... 172 
Proporção de parto normal ................................................................................................... 172 
Conceituação ..................................................................................................................... 172 
Interpretação ..................................................................................................................... 172 
Usos ................................................................................................................................... 172 
Limitações .......................................................................................................................... 173 
Fonte .................................................................................................................................. 173 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 173 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 175 
Dados Estatísticos e Comentários ..................................................................................... 175 
Parâmetro .......................................................................................................................... 177 
Pontuação .......................................................................................................................... 177 
Proporção de óbitos em menores de 15 anos que usaram Unidades de Terapia Intensiva ‐ UTIs  178 
Conceituação ..................................................................................................................... 178 
Interpretação ..................................................................................................................... 178 
Usos ................................................................................................................................... 178 
Limitações .......................................................................................................................... 178 
Fonte .................................................................................................................................. 179 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 179 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 181 
Dados Estatísticos e Comentários ..................................................................................... 181 
Parâmetro .......................................................................................................................... 181 
Pontuação .......................................................................................................................... 181 
Critérios de seleção dos dados da AIH / SIH ...................................................................... 181 
Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio ‐ IAM ...................... 185 
Conceituação ..................................................................................................................... 185 
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Interpretação ..................................................................................................................... 185 
Usos ................................................................................................................................... 185 
Limitações .......................................................................................................................... 185 
Fonte .................................................................................................................................. 186 
Método de Cálculo ............................................................................................................ 186 
Categorias Sugeridas para Análise ..................................................................................... 188 
Dados Estatísticos .............................................................................................................. 188 
Parâmetro .......................................................................................................................... 188 
Pontuação .......................................................................................................................... 188 
Critérios de seleção dos dados da AIH / SIH ...................................................................... 189 
Lista dos municípios de referência, IDSUS 2010 = Municípios de Referência para os Parâmetros de
Acesso à Atenção Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade ............ 193 
 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 


Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

INDICADORES DE ACESSO POTENCIAL DA ATENÇÃO BÁSICA 

1. Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde 
2. Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal 
3. Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré‐natal 
 
INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR DE MÉDIA 
COMPLEXIDADE 
4. Razão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 e a população da 
mesma faixa etária 
5. Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e a 
população da mesma faixa etária 
6. Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade e população 
residente 
7. Razão de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade e população residente 
 
INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR DE ALTA 
COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 
8. Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados e população 
residente 
9. Razão de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade e população residente 
10. Proporção de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para não residentes 
11. Proporção de internações de média complexidade para não residentes 
12. Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para não 
residentes 
13. Proporção de internações de alta complexidade para não residentes 
14. Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente  
 
INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA 
15. Cobertura com a vacina tetravalente 
16. Taxa de Incidência de Sífilis Congênita 
17. Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera 
18. Proporção de cura dos casos novos de hanseníase 
19. Proporção de internações sensíveis à atenção básica – ISAB 
20. Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada 
21. Proporção de exodontia em relação aos procedimentos 
 
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR DE ALTA 
COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 
22. Proporção de parto normal 
23. Proporção de óbitos em menores de 15 anos que usaram Unidades de Terapia Intensiva ‐ 
UTIs 
24. Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio – IAM 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Fichas simplificadas dos Indicadores do IDSUS

Indicador nº 1  Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde. 

Definição  Nº de equipes de saúde da família (ESF) + nº de equipes da atenção básica, formada por 60h semanais de clínica médica, 
ginecologia e pediatria, para cada 3 mil pessoas residentes no município, no ano. 

Interpretação  Mede a cobertura das equipes básicas de saúde (ESF ou clínica médica, ginecologia e pediatria). 
Maior cobertura indicaria maior oferta de serviços das clínicas básicas e facilidade de acesso. 
Método de Cálculo  (Nº médio anual de equipes da saúde da família + nº médio anual de cargas horárias de 60h semanais da clínica médica, 
ginecologia e pediatria) x por 3 mil ÷ pela população residente no município. 

Parâmetro  100% cobertura considerando uma equipe para 3 mil habitantes. 

Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  CNES e IBGE. 

Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Básica. 
Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Geral. 

Origem  Pacto. 

Ano analisado (IDSUS   2010. 
2007‐2010) 

 
Indicador nº 2  Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal. 

Definição  Nº de equipes de saúde bucal da saúde da família + o nº de equipes de atenção básica formadas por cirurgiões dentistas 
com 60h semanais para cada 3 mil pessoas residentes no município, no ano. 
Interpretação  Mede a cobertura das equipes de saúde bucal. 
Maior cobertura indicaria maior oferta de serviços de odontologia básica e facilidade de acesso. 
Método de Cálculo  (Nº médio anual de equipes de saúde bucal da saúde da família + o nº médio anual de cargas horárias de 60h semanais 
de dentistas) multiplicado x por 3 mil ÷ pela população residente no município. 
Parâmetro  50% de cobertura considerando uma equipe para 3 mil habitantes. 
Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota decrescente proporcional ao % do parâmetro. 
Fonte  CNES e IBGE. 
Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Básica. 

Modalidade  Ambulatorial. 
Atenção  Saúde Bucal. 

Origem  Pacto. 

Ano analisado (IDSUS  2010. 
2007‐2010) 

Indicador nº 3  Proporção nascidos vivos de mães com no mínimo sete consultas de pré‐natal. 

Definição  Distribuição percentual de mulheres com filhos nascidos vivos, com sete ou mais consultas de pré‐natal, em determinado 
município e ano. 
Interpretação  Cobertura do atendimento pré‐natal, identificando situações de desigualdades e tendências que demandam ações e 
estudos específicos. 
Contribui na análise das condições de acesso e qualidade da assistência pré‐natal em associação com outros indicadores, 
tais como a mortalidade materna e infantil e nº de casos de sífilis congênita. 

Método de Cálculo  (Nº de nascidos vivos de mães com sete ou mais consultas de pré‐natal em determinado município e período ÷ pelo nº de 
nascidos vivos, no mesmo município e período) x por 100. 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Parâmetro  90% das mães com sete consultas de pré‐natal ou mais. 

Pontuação  Pontuação “Principal”: 
SE resultado = parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 
Pontuação de “acréscimo”. Para o % de mães com menos de sete consultas de pré‐natal, o município receberá uma 
pontuação que será somada à pontuação principal da seguinte forma: 
SE resultado = 100% das mães com quatro a seis consultas nota = 6. 
SE resultado < 100% das mães com quatro a seis consultas, nota = decrescente proporcional ao % de mães com quatro a 
seis consultas. 
SE resultado = 100% das mães com uma a três consultas nota = 1. 
SE resultado < 100% das mães com uma a três consultas, nota = decrescente proporcional ao % de mães com uma a três 
consultas. 
Fonte  Sinasc. 

Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Básica. 

Modalidade  Ambulatorial. 
Atenção  Materno Infantil. 

Origem  Pacto. 

Ano analisado (IDSUS  2010. 
2007_2010) 
 

Indicador nº 4  Razão exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e população da mesma faixa etária. 
Definição  Nº de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos, residentes, em relação à população 
feminina residente na faixa etária de 25 a 59 anos, em três anos, em determinado município e ano. 

Interpretação  Expressa a produção de exames citopatológicos do colo do útero (Papanicolau) na população alvo do rastreamento do 
câncer do colo do útero (população feminina de 25 a 59 anos). 
Método de Cálculo  Nº de exames citopatológicos do colo do útero, em mulheres na faixa etária de 25 a 59 anos, em determinado município e 
ano ÷ pela população feminina, na faixa etária de 25 a 59 anos, em determinado município e ano. 
Parâmetro  90% das mulheres de 25 a 59 anos com um exame a cada três anos. 
Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao percentual do parâmetro. 
Fonte  SISCOLO. 
Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Média. 

Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Saúde da Mulher. 
Origem  Pacto. 

Anos analisados  2008 a 2010. 
(IDSUS 2007_2010) 

Indicador nº 5  Razão de exames de mamografia de rastreamento realizados em mulheres de 50 a 69 e população da mesma faixa 
etária. 
Definição  Nº de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 anos residentes e a população feminina nesta faixa 
etária, em determinado município e ano. 
Interpretação  Permite conhecer o nº de mamografias realizadas em mulheres de 50 a 69 anos, permitindo inferir as desigualdades no 
acesso à mamografia e no rastreamento do câncer de mama nas mulheres de 50 a 69 anos. 

Método de Cálculo  Nº de mamografias realizadas em mulheres residentes na faixa etária de 50 a 69 anos, em determinado município e ano ÷ 
pela população feminina nesta faixa etária, em determinado município e ano. 

Parâmetro  70% das mulheres de 50 a 69 anos com um exame a cada dois anos 

Pontuação  SE resultado > parâmetro nota = 10. 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  SIA/SUS e IBGE. 

Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Média. 

Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Saúde da Mulher. 
Origem  Pacto. 

Anos analisados  2010. 
(IDSUS 2007_2010) 
 

Indicador nº 6  Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade e população residente. 

Definição  Nº de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, por 100 residentes, em determinado 
município, no período considerado. 

Interpretação  Mede a relação entre a produção de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, com 
financiamento pelo SUS e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura 
realizada para tais procedimentos. 

Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para residentes no 
município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). 
Parâmetro  2,6 procedimentos por 100 habitantes. 

Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  SIA/SUS e IBGE. 

Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Média. 
Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Geral. 
Origem  MS. 
Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 
  • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para residentes 
(1)  do município) ÷ (nº de procedimentos ambulatoriais de média complexidade esperados para todos os residentes do 
município caso ele tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, desse indicador, 
calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas exclusivamente SUS, nos Municípios de 
Referência, no período considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em 
que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE 
do município (número de procedimentos ambulatoriais de média complexidade esperados para residentes no 
município). 
 
(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 
Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para 
residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população exclusivamente SUS nos Municípios de Referência) 

Indicador nº 7  Razão de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade e população residente. 

Definição  Nº de internações hospitalares clínico‐cirúrgicas de média complexidade, não psiquiátricas e não obstétricas, por 100 
residentes, em determinado município, no período considerado. 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Interpretação  Mede a relação entre a produção de internações hospitalares de média complexidade, não obstétricas e não 
psiquiátricas, e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para 
tais procedimentos. 

Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade para residentes no 
município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). 
Parâmetro  6,3 internações por 100 habitantes. 

Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  SIH/SUS e IBGE. 

Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Média. 
Modalidade  Hospitalar. 

Atenção  Geral. 

Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 

  • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade para residentes do 
(1)  município) ÷ (nº de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade esperadas para todos os residentes do 
município caso ele tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, desse indicador, 
calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas exclusivamente SUS, nos Municípios de 
Referência, no período considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em 
que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE 
do município (número de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade esperadas para residentes no 
município). 
 
(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 
Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade para 
residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população exclusivamente SUS nos Municípios de Referência) 

Indicador nº 8  Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados e população residente. 
Definição  Nº de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, por 100 residentes, em determinado 
município, no ano considerado. 
Interpretação  Mede a relação entre a produção de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, com 
financiamento pelo SUS e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura 
realizada para tais procedimentos. 

Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade para residentes no 
município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). 

Parâmetro  7,8 procedimentos por 100 habitantes. 

Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  SIA/SUS e IBGE. 

Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Alta. 

Modalidade  Ambulatorial. 
Atenção  Geral. 

Origem  MS. 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

15 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 

  • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade para residentes do 
(1)  município) ÷ (nº de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade esperados para todos os residentes do 
município caso ele tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, desse indicador, 
calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas exclusivamente SUS, nos Municípios de 
Referência, no período considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em 
que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE 
do município (número de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade esperados para residentes no município). 
 

(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 
Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade para 
residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população exclusivamente SUS nos Municípios de Referência) 
 

Indicador nº 9  Razão de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade, por habitante. 

Definição  Nº de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade, não psiquiátricas e não obstétricas, por residente em 
determinado município, no período considerado. 
Interpretação  Mede a relação entre a produção de internações hospitalares de alta complexidade, não obstétricas e não psiquiátricas, 
e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais 
procedimentos. 
Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade para residentes no 
município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). 
Parâmetro  6,3 por mil habitantes. 
Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 
Fonte  SIH/SUS e IBGE. 
Linha Avaliativa  Acesso. 
Complexidade  Alta. 

Modalidade  Hospitalar. 

Atenção  Geral. 
Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 

  • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade para residentes do 
(1)  município) ÷ (nº de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade esperadas para todos os residentes do município 
caso ele tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, desse indicador, calculado 
diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas exclusivamente SUS, nos Municípios de 
Referência, no período considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em 
que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE 
do município (número de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade esperadas para residentes no município). 
 

(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

16 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade para 
residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população exclusivamente SUS nos Municípios de Referência) 

Indicador nº 10  Proporção de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados para não residentes. 
Definição  Quantidade de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados para não residentes, descontado os 
procedimentos realizados aos seus residentes  em outros municípios em relação ao Total Brasil de procedimentos 
realizados para não residentes. 

Interpretação  Mede a capacidade do município de realizar procedimentos ambulatoriais de média complexidade para não residentes 
em relação à produção total do Brasil, permitindo a comparação entre todos os municípios independentemente do 
porte. 
Método de Cálculo  (Nº total de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados pelo município menos número de 
procedimentos de média complexidade destinados aos seus residentes realizados no próprio município e em outros 
municípios) dividido pelo Total Brasil de procedimentos ambulatoriais de média complexidade destinada aos não 
residentes. 
Obs.: Se < 0 resultado = 0. 

Parâmetro  0,90% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. 

Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro, valor = 1. 
SE resultado < parâmetro, valor = decrescente proporcional à diminuição do resultado. 

Fonte  SIA/SUS. 

Linha Avaliativa  Acesso/Referência. 

Complexidade  Média. 

Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Geral. 

Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2010. 
2007_2010) 
 
Indicador nº 11  Proporção de internações de média complexidade realizadas para não residentes. 

Definição  Quantidade de internações de média complexidade realizadas para não residentes, descontado as internações 
realizadas aos seus residentes em outros municípios em relação ao Total Brasil de internações realizados para não 
residentes. 
Interpretação  Mede a capacidade do município em realizar internações de média complexidade não residentes em relação à produção 
total do Brasil permitindo a comparação entre todos os municípios independente do porte. 

Método de Cálculo  (Número total de Internações de média complexidade realizados pelo município menos número de internações 
hospitalares de media complexidade destinadas aos seus residentes realizadas no próprio município e em outros 
municípios) dividido pelo Total Brasil de internações hospitalares de média complexidade destinadas aos não residentes. 
Obs.: Se < 0, resultado = 0. 
Parâmetro  0,72% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. 

Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente ao % do parâmetro. 

Fonte  SIH/SUS. 
Linha Avaliativa  Acesso/Referência. 

Complexidade  Média. 
Modalidade  Hospitalar. 
Atenção  Geral. 

Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2010. 
2007_2010) 

Indicador nº 12  Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para não residentes. 

Definição  Quantidade de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para não residentes, descontado os 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

17 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

procedimentos realizados aos seus residentes em outros municípios em relação ao Total Brasil de procedimentos 
realizados para não residentes. 

Interpretação  Mede a capacidade do município de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade para não residentes, 
em relação à produção total do Brasil, permitindo a comparação entre todos os municípios, independentemente do 
porte. 

Método de Cálculo  (Número total de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados pelo município menos número de 
procedimentos de alta complexidade destinadas aos seus residentes realizados no próprio município e em outros 
municípios) dividido pelo Total Brasil de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade destinada aos não 
residentes. 
Obs.: Se < 0, resultado = 0. 
Parâmetro  1,17% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. 

Pontuação  SE resultado = parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  SIA/SUS. 

Linha Avaliativa  Acesso/Referência. 

Complexidade  Alta. 
Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Geral. 

Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2010. 
2007_2010) 

 
Indicador nº 13  Proporção de internações de alta complexidade realizadas para não residentes. 

Definição  Quantidade de internações de alta complexidade realizadas para não residentes, descontado as internações realizadas aos 
seus residentes em outros municípios em relação ao Total Brasil de internações realizados para não residentes. 
Interpretação  Mede a capacidade do município em realizar internações de alta complexidade para não residentes em relação à 
produção total do Brasil permitindo a comparação entre todos os municípios, independentemente do porte. 
Método de Cálculo  (Número de Internações de alta complexidade realizados pelo município menos número de internações de alta 
complexidade destinadas aos seus residentes no próprio município ou nos municípios de referências) dividido pelo Total 
Brasil de internações hospitalares de alta complexidade destinada aos não residentes. 
Obs.: Se < 0, resultado = 0. 
Parâmetro  1,14% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. 

Pontuação  SE resultado≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional a % do parâmetro. 

Fonte  SIH/SUS. 

Linha Avaliativa  Acesso/Referência. 
Complexidade  Alta. 

Modalidade  Hospitalar. 

Atenção  Geral. 

Origem  MS. 
Anos analisados  2010. 
(IDSUS 2007_2010) 
 

Indicador nº 14  Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente. 

Definição  Percentual de acesso aos hospitais dos óbitos de determinado município, no período considerado. 

Interpretação  Mede a proporção do acesso ao hospital dos óbitos por acidentes. 
 ( )
Método de Cálculo  Proporção bruta x pelo ajuste específico do município e pelo Bayes empírico * . 

Parâmetro  70% de acesso hospitalar. 

Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10. 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

18 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

SE resultado > parâmetro nota decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  SIM. 

Linha Avaliativa  Acesso. 

Complexidade  Média e Alta. 

Modalidade  Hospitalar. 

Atenção  Urgência Emergência. 
Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2007 a 2009. 
2007_2010) 
 

Indicador nº 15  Cobertura com a vacina tetravalente em menores de 1 ano. 

Definição  Cobertura vacinal da vacina tetravalente (contra difteria, coqueluche, tétano e haemophilus influenzae tipo b), em 
menores de um ano de idade, em determinado município e ano. 

Interpretação  Mede efetividade do programa de vacinação. 

Método de Cálculo  (Nº de crianças menores de um ano vacinadas com a 3ª dose da tetravalente ÷ pela população de menores de um ano) x 
por 100. 

Parâmetro  95%. 
Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro  e >= 60%, nota decrescente proporcional ao parâmetro. 
SE resultado < 60%, nota = 0. 

Fonte  SI‐PNI e Sinasc. 

Linha Avaliativa  Efetividade. 
Complexidade  Básica. 

Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Saúde da Criança. 
Origem  Pacto. 
Ano analisado (IDSUS  2010. 
2007‐2010) 
 
Indicador nº 16  Taxa de Incidência de Sífilis Congênita. 

Definição  Nº de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano em determinado município e período. 
Interpretação  Expressa a qualidade do pré‐natal, uma vez que a sífilis pode ser diagnosticada e tratada em duas oportunidades durante 
a gestação e também durante o parto. 
 ( )
Método de Cálculo  Proporção bruta x pelo ajuste específico do município e pelo Bayes empírico * . 

Parâmetro  Um caso por mil nascidos vivos no ano. 

Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10. 
SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. 

Fonte  Sinan e Sinasc. 
Linha Avaliativa  Efetividade. 

Complexidade  Básica. 

Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Materno Infantil. 
Origem  Pacto. 

Anos analisados  2007 a 2009. 
(IDSUS 2007_2010) 

Indicador nº 17  Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera. 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

19 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Definição  Percentual de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera curados por residentes em determinando município no 
período avaliado. 

Interpretação  Representa o êxito no tratamento de tuberculose, a consequente diminuição da transmissão da doença, além de 
verificar indiretamente a qualidade da assistência aos pacientes. 

Método de Cálculo  Nº de indivíduos com tuberculose pulmonar bacilífera curados da coorte do período ÷ pelo nº total de indivíduos da 
coorte com tuberculose pulmonar bacilífera. 

Parâmetro  85% de cura. 

Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  Sinan. 

Linha Avaliativa  Efetividade. 
Complexidade  Básica. 

Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Geral. 

Origem  Pacto. 

Anos analisados (IDSUS  2007 a 2009. 
2007_2010) 
 

Indicador nº 18  Proporção de cura dos casos novos de hanseníase. 

Definição  Percentual de casos novos de hanseníase curados por residentes em determinando município no período avaliado. 

Interpretação  Representa o êxito no tratamento de hanseníase, a consequente diminuição da transmissão da doença, além de verificar 
indiretamente a qualidade da assistência aos pacientes. 

Método de Cálculo  Casos novos residentes em determinado município, diagnosticados nos anos das coortes e curados até 31 de dezembro do 
ano de avaliação ÷ pelo Total de casos novos residentes no mesmo município e diagnosticados nos anos das coortes x por 
100. 

Parâmetro  90% de cura. 
Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 

Fonte  Sinan. 

Linha Avaliativa  Efetividade. 

Complexidade  Básica. 
Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Geral. 

Origem  MS. 

Anos analisados  2007 a 2009. 
(IDSUS 2007_2010) 

 
Indicador nº 19  Proporção de internações sensíveis à atenção básica (ISAB). 

Definição  Percentual das internações sensíveis à atenção básica (ISAB) de residentes dividido pelo total de internações clínico‐
cirúrgicas por residentes em um determinado município por período considerado. 

Interpretação  Resultado elevado significa que as internações sensíveis representam a maioria internações de média complexidade e 
indiretamente mede a baixa resolutividade da atenção básica. 

Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE das internações sensíveis à atenção básica (ISAB) de residentes  município com 
ajuste pelo Bayes empírico (1) x Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). 

Parâmetro  28,6% de internações sensíveis à atenção básica (ISAB) em relação a todas as internações clínicas. 

Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10. 
SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. 

Fonte  SIH/SUS. 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

20 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Linha Avaliativa  Efetividade. 

Complexidade  Básica. 

Modalidade  Hospitalar. 

Atenção  Geral. 

Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 

  • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de internações sensíveis à atenção básica (ISAB)  de residentes do 
(1)  município) ÷ (nº internações sensíveis à atenção básica (ISAB) esperadas para residentes do município caso ele tivesse, 
para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios desse indicador, calculado diretamente para 
as respectivas faixas etárias femininas e masculinas, dos Municípios de Referência, no período considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em 
que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da  
RIE do município (número de internações sensíveis à atenção básica (ISAB) esperadas para residentes do município). 
 

(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 
Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de internações sensíveis à atenção básica (ISAB) nos Municípios de 
Referência, dividido pelo número total de internações clínicas nos Municípios de Referência) 
 
Indicador nº 20  Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada. 

Definição  Razão entre o número médio mensal de residentes que participaram de ação coletiva de escovação dental 
supervisionada no ano e a população de determinado município 
Interpretação  Estima a proporção de pessoas que tiveram acesso à escovação dental com orientação/supervisão de um profissional de 
saúde bucal. 
Quanto maior o indicador, maior o acesso à orientação para prevenção de doenças bucais, mais especificamente cárie 
dentária e doença periodontal. 
Método de Cálculo  (Nº de pessoas participantes na ação coletiva de escovação dental supervisionada realizada em determinado local em 12 
meses ÷ por 12 ÷ pela população no mesmo local e período) x 100. 

Parâmetro  8 residentes por 100 habitantes. 
Pontuação  SE resultado = parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 
Fonte  SIA/SUS e IBGE. 

Linha Avaliativa  Efetividade. 
Complexidade  Básica. 

Modalidade  Ambulatorial. 
Atenção  Saúde Bucal. 
Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2010. 
2007_2010) 

Indicador nº 21  Proporção de exodontia em relação aos procedimentos. 

Definição  Percentual das extrações dentárias de residentes em determinado município e ano. 

Interpretação  Quanto menor o percentual, maior a qualidade do tratamento ofertado pela odontologia do município, demonstrando 
que o leque de ações abrange maior Nº de procedimentos preventivos e curativos, em detrimento da extração dentária. 

Método de Cálculo  Nº total de extrações dentárias em determinado município e período ÷ pelo nº total de procedimentos clínicos 
individuais preventivos e curativos selecionados no mesmo local e período. 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

21 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Parâmetro  8% de exodondia. 

Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10. 
SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. 
Fonte  SIA/SUS e IBGE. 

Linha Avaliativa  Efetividade. 
Complexidade  Básica. 

Modalidade  Ambulatorial. 

Atenção  Saúde Bucal. 

Origem  MS. 
Anos analisados (IDSUS  2010. 
2007_2010) 

 
Indicador nº 22  Proporção de parto normal. 

Definição  Percentual de partos normais de determinado município, no período considerado. 

Interpretação  O parto normal está relacionado a menores taxas de complicações do parto e do recém‐nascido. 

Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE de partos normais  de residentes  município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x 
Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2).. 

Parâmetro  70% de parto normal 
Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10. 
SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. 
Fonte  Sinasc. 
Linha Avaliativa  Efetividade. 

Complexidade  Média. 

Modalidade  Hospitalar. 

Atenção  Materno Infantil. 
Origem  Pacto. 

Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 
  • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de partos normais  de residentes do município) ÷ (nº de partos normais  
(1)  esperados para  residentes do município caso ele tivesse, para cada faixa etária feminina em idade fértil, os mesmos 
resultados médios desse indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas em idade fértil, 
dos Municípios de Referência, no período considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em 
que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da  
RIE do município (número partos normais esperados para residentes do município). 
 

(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 
Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de  partos normais, nos Municípios de Referência, dividido pelo 
número total de partos nos Municípios de Referência) 
 

Indicador nº 23  Proporção de óbitos em menores de 15 anos  que usaram Unidades de Terapia Intensiva UTI. 

Definição  Percentual de óbitos ocorridos nas internações de menores de 15 anos  com uso de UTI, por residente de determinado 
município, no período considerado. 

Interpretação  Mede o risco de morrer nas internações de menores de 15 anos  com uso de UTI. 

Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE de óbitos ocorridos nas internações de menores de 15 anos  de residentes  

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

22 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2).. 

Parâmetro  10% de óbitos em menores de 15 anos. 

Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10. 
SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. 
Fonte  SIH/SUS. 

Linha Avaliativa  Efetividade. 

Complexidade  Alta. 

Modalidade  Hospitalar. 

Atenção  Geral. 
Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 
  • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de óbitos ocorridos nas internações de menores de 15 anos  de residentes 
(1)  do município) ÷ (nº de óbitos esperados nas internações  de menores de 15 anos  de residentes do município caso ele 
tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios desse indicador, calculado 
diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas, dos Municípios de Referência, no período 
considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média de todos os  municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – Fator 
de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município 
(número de óbitos esperados nas internações  de menores de 15 anos  de residentes do município). 
 
(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 
Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de óbitos nas internações de menores de 15 anos, nos Municípios 
de Referência, dividido pelo número total de internações de menores de 15 anos nos Municípios de Referência) 
 

Indicador nº 24  Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM). 
Definição  Percentual de óbitos ocorridos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM), por residente acima de 20 anos 
de determinado município, no período considerado. 
Interpretação  Mede o risco de morrer por infarto agudo do miocárdio (IAM), após a internação por tal causa e indiretamente o atraso 
do atendimento pré‐hospitalar e no diagnóstico. 

Método de Cálculo  Razão de informados esperados – RIE de óbitos ocorridos nas internações por IAM  de residentes  município com ajuste 
pelo Bayes empírico (1) x Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2)... 

Parâmetro  10% de óbitos por IAM 
Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10. 
SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. 
Fonte  SIH/SUS. 

Linha Avaliativa  Efetividade. 
Complexidade  Média e Alta. 

Modalidade  Hospitalar. 
Atenção  Urgência Emergência. 

Origem  MS. 

Anos analisados (IDSUS  2008 a 2010. 
2007_2010) 

   • RIE ‐ Razão de informados esperados = (nº de óbitos ocorridos nas internações por IAM de residentes do município) ÷ 
(1)  (nº de óbitos esperados nas internações  por IAM de residentes do município caso ele tivesse, para cada faixa etária 
feminina e masculina, os mesmos resultados médios desse indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

23 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

etárias femininas e masculinas, dos Municípios de Referência, no período considerado. 
• RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do 
município) + (RIE média de todos os  municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – Fator 
de ajuste Bayes específico do município). 
 
• Fator de ajuste Bayes específico do município: Fator calculado especificamente para cada município, que depende da 
dispersão dos valores dos resultados da RIE entre os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o 
município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município 
(número de óbitos esperados nas internações  por IAM de residentes do município). 
 

(2)  Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial e 
Hospitalar de Média a Alta Complexidade = Número de óbitos nas internações por IAM, nos Municípios de Referência, 
dividido pelo número total de internações por IAM nos Municípios de Referência) 
 

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24 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

INDICADORES DE ACESSO POTENCIAL E OBTIDO DA ATENÇÃO BÁSICA 

Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde 

Conceituação 

Número médio anual de equipes básicas de saúde, para cada 3000 pessoas, em relação à população
total residente no município no ano avaliado.
São consideradas equipes básicas de saúde as Equipes de Saúde da Família (ESF) com carga horária
de trabalho de 40 horas semanais e as equivalentes a essas, formadas por cada 60 horas semanais
somadas das epecialidades: clínica médica, ginecologia e pediatria.

Interpretação 

O indicador mede a cobertura das equipes básicas de saúde para a população residente de um
determinado município.
Uma maior cobertura das equipes básicas de saúde indica maior potencial de oferta de serviços das
clínicas básicas para a população e também maior facilidade de acesso aos serviços básicos de
saúde.
Considera-se adequado que exista pelo menos uma equipe básica de saúde para cada grupo de 3000
pessoas residentes.
Este é um indicador que mensura a disponibilidade de recursos humanos da atenção básica para a
população residente em um determinado território.

Usos 

Analisar a disponibilidade de profissionais de saúde da atenção básica em um determinado


território, identificando áreas em que há maior e menor cobertura por esses profissionais.
Analisar variações geográficas e temporais da distribuição de profissionais de saúde da atenção
básica, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos
específicos.
Subsidiar processos de planejamento e gestão do Sistema Único de Saúde para a tomada de decisão
em relação à alocação de recursos humanos da atençào básica em todo o país, em especial para os
locais que apresentam cobertura abaixo do padrão desejável.

Limitações 

O indicador mensura a existência de equipes e não o trabalho efetivamente realizado por elas. Desta
forma, é uma aproximação da potencial oferta de a’~oes e sevicos e de cobertura das equipes
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

25 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

existentes. A análise do resultado do indicador pode ser complementada com informações sobre os
atendimentos realizados ou sobre procedimentos produzidos.
Como o indicador faz uso de valores médios, o resultado encontrado pode não ser representativo da
situação mais comumente encontrada no município ao longo do ano ou no mês mais recente. O
valor médio pode ser facilmente afetado por resultados de alguns meses do ano apenas, não
permitindo a visualização de situações muito abaixo ou muito acima do esperado em alguns
períodos.

Fonte 

Dados do DAB/SAS/MS (http://dab.saude.gov.br/historico_cobertura_sf.php )


Ministério da Saúde: Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES)
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Dados sobre a população residente

Método de Cálculo 

[(Número médio anual de Equipes da Saúde da Família) + (Número médio anual de equipes
equivalentes formadas por cada 60 horas semanais da clínica médica, ginecologia e pediatria)];
multiplicado por 3000
______________________________________________________________________
População residente no município no ano

Numerador: Total do número de Equipes da Saúde da Família aprovadas pelo Ministério da Saúde e
que recebem o incentivo mensal repassado por esse, a cada mês do ano (Nº de ESF implantadas +
Nº de ESF modalidade I implantadas + Nº de ESF modalidade II implantadas), divididas por 12;
somadas ao total anual das horas semanais da clínica médica e, ou de ginecologia e, ou de pediatria;
dividido por 12 e dividido por 60.
São consideradas para o cálculo das equipes equivalentes formadas por cada 60 horas semanais da
clínica médica, ginecologia e pediatria, apenas as equipes lotadas nos centros de saúde, unidades
básicas de saúde, posto de saúde, unidades móveis terrestres e pluviais.
Esfera Administrativa de vínculo dos médicos: Federal, Estadual e Municipal
Especialidade dos Médicos segundo código CNES
223115 - médico clinico, clinico geral, médico clinico geral
223132 - médico ginecologista e obstetra, cirurgião ginecológico, ginecologista
223149 - médico pediatra, hebeatra, médico de criança, neonatologista
Ano avaliado = Último ano do período de três anos dos dados de produção SIA e SIH, usados pelo
IDSUS
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

26 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Denominador: Total da população residente no munícípio no ano avaliado, segundo Censo IBGE ou
estimativa intercensitária.

Categorias Sugeridas para Análise 

Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 

Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde, segundo regiões, Brasil, e
municípios de referência, 2010

Ano
Região
2010 (em %)

Brasil 69,8
Norte 58,4
Nordeste 80,0
Sudeste 64,0
Sul 74,6
Centro-Oeste 67,8

Região Ano
Municípios de
2010 (em %)
Referência (*)
Sim 59,4
Não 72,4

(*) Municípios de Referência = Grupo de Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção de Média a Alta
Complexidade
Grupos selecionados de municípios brasileiros que dispõem de uma estrutura mais completa de serviços de saúde de média e alta
complexidade, ambulatorial e hospitalar, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores devido à deficiência de oferta
desses serviços.

A cobertura média do Brasil em 2010 foi de 69,8%, sendo a menor na região Norte (58,4%) e a
maior na região Nordeste (80,0%).

Os grupos de municípios de referência apresentam menor percentual que os municípios que não
foram selecionados como referência. Isto pode ser devido ao fato de que esses municípios de
referência são municípios com grande população, em geral mais desenvolvidos, que contam com
estrutura mais completa de serviços de saúde de média e alta complexidade, ambulatorial e
hospitalar; no entanto, não contam com muitas equipes de atenção básica.
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

27 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Parâmetro do indicador:  
100% de cobertura considerando uma equipe para cada grupo de 3.000 habitantes no ano
Para cálculo do percentual de cobertura, o quociente do indicador é multiplicado por 100

Pontuação do indicador:  
Se o resultado for maior ou igual ao parâmetro será atribuída nota 10 e se o resultado for menor que
o parâmetro será atribuída nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em relação ao
parâmetro.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

28 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal 

Conceituação 

Número médio anual de equipes básicas de saúde bucal, para cada 3000 pessoas, em relação à
população residente total no município no ano avaliado.
São consideradas equipes básicas de saúde as Equipes de Saúde Bucal (ESB) das ESF I e II com
carga horária de trabalho de 40 horas semanais e o equivalente a essas, formadas por cada 60 horas
semanais de cirurgiões dentistas não integrantes das ESB.

Interpretação 

O indicador mede a cobertura das equipes básicas de saúde bucal para a população residente de um
determinado município.
Uma maior cobertura das equipes básicas de saúde bucal indica maior potencial de oferta de
serviços de odontologia básica para a população e também maior facilidade de acesso aos serviços
odontológicos.
Considera-se adequado que exista pelo menos uma equipe básica de saúde bucal para cada grupo de
3000 pessoas residentes.
Este é um indicador que mensura a disponibilidade de recursos humanos da área de saúde bucal
básica para a população residente em um determinado território.

Usos 

Analisar a disponibilidade de profissionais de saúde bucal básica em um determinado território,


identificando áreas em que há maior e menor cobertura por esses profissionais.
Subsidiar processos de planejamento e gestão do Sistema Único de Saúde para a tomada de decisão
em relação à alocação de recursos humanos em todo o país, avaliando que locais possuem cobertura
abaixo do padrão desejável.

Limitações 

O indicador mensura a existência de equipes e não o trabalho efetivamente realizado por elas. Desta
forma, é uma aproximação da potencial cobertura das equipes existentes. A análise do resultado do

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

29 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

indicador pode ser complementada com informações sobre os atendimentos realizados ou sobre
procedimentos produzidos.
Como o indicador faz uso de valores médios, o resultado encontrado pode não ser representativo da
situação mais comumente encontrada no município ao longo do ano ou no mês mais recente. O
valor médio pode ser facilmente afetado por resultados de alguns meses do ano apenas, não
permitindo a visualização de situações muito abaixo ou muito acima do esperado em alguns
períodos.

Fonte 

Dados do DAB/SAS/MS (http://dab.saude.gov.br/historico_cobertura_sf.php )


Ministério da Saúde: Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES)
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Dados sobre a população residente

Método de Cálculo 

[(Número médio anual de Equipes da Bucal da Saúde da Família) + (Número médio anual de
equivalentes formados por cada 60 horas semanais de cirurgiões dentistas não integrantes de ESB)];
multiplicado por 3000
______________________________________________________________________
População residente no município no ano

Numerador: Total do número de Equipes de Saúde Bucal da Saúde da Família aprovadas pelo
Ministério da Saúde e que recebem o incentivo mensal repassado por esse, a cada mês do ano (Nº
de ESB modalidade I implantadas + Nº de ESB modalidade II implantadas), divididas por 12;
somadas ao total anual das horas semanais de cirurgiões dentistas não integrantes de ESB; dividido
por 12 e dividido por 60.
São consideradas para o cálculo das equipes equivalentes formadas por cada 60 horas semanais de
cirurgiões dentistas, apenas as equipes lotadas nos centros de saúde, unidades básicas de saúde,
posto de saúde, unidades móveis terrestres e pluviais.
Esfera Administrativa de vínculo dos dentistas: Federal, Estadual e Municipal
Especialidade dos dentistas Médicos segundo código CNES
223208 - cirurgião dentista, clínico geral dentista, odontologista
Ano avaliado = Último ano do período de três anos dos dados de produção SIA e SIH, usados pelo
IDSUS

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 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

30 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Denominador: Total da população residente no município no ano avaliado, segundo Censo IBGE ou
estimativa intercensitária.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios

Dados Estatísticos e Comentários 
Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal, segundo regiões, Brasil, e
municípios de referência, 2010

Ano
Região
2010 (em %)

Brasil 45,94
Norte 37,90
Nordeste 62,78
Sudeste 35,19
Sul 48,26
Centro-Oeste 48,48

Região Ano
Municípios de
2010 (em %)
Referência (*)
Sim 28,96
Não 50,26

(*) Municípios de Referência = Grupo de Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção de Média a Alta
Complexidade
Grupos selecionados de municípios brasileiros que dispõem de uma estrutura mais completa de serviços de saúde de média e alta
complexidade, ambulatorial e hospitalar, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores devido à deficiência de oferta
desses serviços.

A cobertura média do Brasil em 2010 foi de 45,94% sendo a menor na região Sudeste (35,19%) e a
maior na região Nordeste (62,78%).

Os grupos de municípios de referência apresentam menor percentual que os municípios que não
foram selecionados como referência. Isto pode ser devido ao fato de que esses municípios de
referência são municípios com grande população, em geral mais desenvolvidos, que contam com

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

31 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

estrutura mais completa de serviços de saúde de média e alta complexidade, ambulatorial e


hospitalar; no entanto, não contam com muitas equipes de atenção básica.

Parâmetro do indicador: 
50% de cobertura considerando uma equipe de saúde bucal para cada grupo de 3.000 habitantes no
ano
Para cálculo do percentual de cobertura, o quociente do indicador é multiplicado por 100

Pontuação do indicador: 
Se o resultado for maior ou igual ao parâmetro será atribuída nota 10 e se o resultado for menor que
o parâmetro será atribuída nota diretamente proporcional ao descrescimo do resultado em relação ao
parâmetro.

 
 

Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré­natal 

Conceituação 

Distribuição percentual de nascidos vivos de mães que fizeram sete ou mais consultas de pré-natal
em relação ao total de nascidos vivos de mães residentes em determinado município e ano.

Interpretação 

Este indicador mede a cobertura do atendimento pré-natal, identificando situações de desigualdades


e tendências que demandam ações e estudos específicos.
Contribui para a análise das condições de acesso da assistência pré-natal e qualidade em associação
com outros indicadores, tais como a mortalidade materna e infantil e o número de casos de sífilis
congênita.

Usos 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

32 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Analisar variações geográficas e temporais das condições de acesso à assistência pré-natal


identificando tendências e situações de desigualdade que demandem ações e estudos específicos.
Contribuir na avaliação dos níveis de saúde e de desenvolvimento socioeconômico.
Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de saúde direcionadas
à atenção pré-natal, ao parto e ao puerpério.

Limitações 

Há possibilidade de equívoco da gestante ao informar o número de consultas realizadas e no caso de


partos de gêmeos pode ocorrer contagem cumulativa de mulheres.
A representatividade populacional do indicador é consequência da implantação do sistema de
informação sobre nascidos vivos na região e do efetivo registro.
Há possibilidade de nascidos vivos que morrem logo após o nascimento serem declarados como
natimortos, subenumerando o total de nascidos vivos.
Diferenças entre grupos populacionais dentro de uma mesma localidade não podem ser percebidas a
partir da análise isolada do indicador.

Fonte 

Ministério da Saúde - Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC)

Método de Cálculo 
(Número de nascidos vivos de mães residentes em determinado município com sete ou mais
consultas de pré-natal ) x 100
______________________________________________________________________
Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e período

(Número de nascidos vivos de mães residentes em determinado município com quatro a seis
consultas de pré-natal ) x 100
______________________________________________________________________
Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e período

(Número de nascidos vivos de mães residentes em determinado município com uma a três consultas
de pré-natal ) x 100
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

33 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

______________________________________________________________________
Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e período

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípios

Dados Estatísticos e Comentários 
Proporção de nascidos vivos conforme número de consultas de pré-natal da mãe segundo regiões,
Brasil, 2007 a 2009

Ano 2007 2008 2009


Número de 7 ou 7 ou 7 ou
Zero 1a3 4a6 Zero 1a3 4a6 Zero 1a3 4a6
consultas mais mais mais

Norte 4,88 16,07 47,48 31,57 4,43 16,14 48 31,42 4,21 15,73 46,37 33,69
Nordeste 2,35 11,18 45,89 40,58 2,09 10,71 45,25 41,96 2,27 10,53 44,36 42,84
Sudeste 1,23 4,9 23,97 69,9 1,23 4,62 23,18 70,96 1,32 4,7 22,8 71,18
Sul 1,09 4,71 21,99 72,2 1,08 4,52 20,81 73,6 1,26 4,59 20,42 73,73
Centro-
Oeste 1,32 6,36 29,84 62,48 1,28 5,85 28,83 64,04 1,33 5,47 28,17 65,02
Brasil 1,95 8,09 33,34 56,62 1,82 7,81 32,7 57,68 1,91 7,68 31,91 58,5

2007 - 2009
Região Nenhuma De 1 a 3 De 4 a 6 7 ou mais
consulta consultas consultas consultas

Norte 4,51 15,98 47,29 32,22


Nordeste 2,24 10,81 45,17 41,79
Sudeste 1,26 4,74 23,32 70,68
Sul 1,14 4,61 21,07 73,18
Centro-Oeste 1,31 5,89 28,94 63,86
Brasil 1,9 7,86 32,65 57,6

Fonte: Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)

As tabelas mostram o percentual de nascidos vivos em relação ao total de nascidos vivos em um


determinado período e ano, distribuídos conforme a quantidade de consultas de pré-natal realizadas
pela mãe. A região que apresentou os melhores resultados de 2007 a 2009 foi a Sudeste, em que nos
três anos 70,68% das mães dos nascidos vivos realizaram sete ou mais consultas de pré-natal.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

34 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

As regiões Norte e Nordeste apresentam os piores índices. Entretanto, houve melhora do percentual
de mães que realizaram sete ou mais consultas de pré-natal, comparando-se os resultados de 2007 e
2009. Houve diminuição também da proporção de mães que não realizou nenhuma consulta durante
a gravidez.

Considerando o valor encontrado em todas as regiões e no país, é possível verificar que o parâmetro
de 90% de mães com sete ou mais consultas de pré-natal representa uma primeira meta a ser
superada.

Parâmetro do indicador:  

90% das mães com sete ou mais consultas de pré-natal.

Pontuação do indicador:  

Se o resultado for igual ou superior ao valor do parâmetro, a nota é 10


SE resultado for menor que o parâmetro a nota será diretamente proporcional ao decréscimo do
resultado em relação ao parâmetro.

Pontuação principal = Percentual de mães com sete ou mais consultas de pré-natal multiplicado por
dez (10) dividido por 90%. Se resultado maior que 10, nota é igual a 10

Para as mães com menos de sete consultas de pré-natal, o município receberá uma pontuação que
será somada à pontuação principal da seguinte forma:

Pontuação de Acréscimo 1 = Percentual de mães com menos de sete consultas de pré-natal


mutiplicado pelo percentual das mães com quatro a seis consultas multiplicado por seis (6)
Pontuação de Acréscimo 2 = Percentual de mães com menos de sete consultas de pré-natal
mutiplicado pelo percentual das mães com uma a três consultas
A nota final será calculada conforme a seguinte fórmula:

Nota final = Pontuação principal + Pontuação de Acréscimo 1 + Pontuação de Acréscimo 2. Se


resultado maior que 10, nota é igual a 10

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35 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E 
HOSPITALAR DE MÉDIA COMPLEXIDADE 

Razão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 e a 
população da mesma faixa etária 

Conceituação 

Relação entre o número de exames de mamografia realizados nas mulheres de 50 a 69 anos


residentes realizadas em dois anos e a população feminina residente nesta faixa etária, em
determinado município no último ano do período de 2 anos.

Interpretação 
 

Permite conhecer o número de mamografias realizadas em mulheres de 50 a 69 anos, possibilitando


inferir as desigualdades no acesso à mamografia e ao rastreamento do câncer de mama nesta faixa
etária, considerando ser este o subgrupo alvo de mulheres para o rastreamento mamográfico do
câncer de mama.

O indicador permite avaliar indiretamente o alcance da mobilização da população usuária em


relação ao rastreamento da doença num determinado período de tempo.

Taxas reduzidas podem refletir dificuldade de sensibilização e captação da população usuária para o
rastreamento de câncer de mama ou dificuldades de acesso ao serviço.

Considera-se neste indicador os exames de mamografia bilateral.

A sensibilidade da mamografia para detecção do câncer de mama varia entre 46% e 88% e é
dependente dos seguintes fatores: tamanho e localização da lesão, densidade do tecido mamário,
idade da paciente, qualidade do exame e habilidade de interpretação do radiologista (MS, 2002)

Mulheres de alto risco para câncer de mama são aquelas que:

• têm um ou mais parentes de 1º grau (mãe, irmã ou filha) com câncer de mama antes de 50
anos;
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36 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

• têm um ou mais parentes de 1º grau (mãe, irmã, ou filha) com câncer de mama bilateral ou
câncer de ovário;
• apresentam história familiar de câncer de mama masculina;
• apresentam lesão mamária proliferativa com atipia comprovada em biópsia.

Mulheres com risco elevado de câncer de mama devem ser submetidas à mamografia, anualmente, a
partir dos 35 anos de idade (MS, 2004).

Recomenda-se realizar uma mamografia, pelo menos a cada 2 anos, em mulheres de 50 a 69 anos
de idade (MS, 2004).

Ensaios clínicos sugerem redução de 15% na mortalidade por câncer de mama em mulheres de 50 a
69 anos, rastreada pela mamografia combinada com exame clínico (MS, 2002).

A faixa etária de 50 a 69 anos é definida como prioritária para programas organizados de


rastreamento populacional, para esse exame. A definição de faixa etária de risco não impede a
realização de mamografia fora da faixa etária estabelecida pelo indicador.

Usos 

Contribuir para avaliar a adequação do acesso a mamografias da população feminina na faixa etária
de 50 a 69 anos.

Analisar variações geográficas e temporais no acesso a mamografias da população feminina na


faixa etária de 50 a 69 anos, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem
ações e estudos específicos.

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas voltadas para a saúde da


mulher.

Limitações 

O indicador avalia a oferta de exames de mamografia com base no número de exames feitos e não
no número de mulheres examinadas, podendo não retratar a real cobertura da população alvo do
rastreamento.

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37 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Fonte 

Ministério da Saúde - Sistema de Informações Ambulatorias (SIA)

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais e Censo 2010


(Datasus)

Método de Cálculo 

Número de mamografias realizadas em mulheres residentes na faixa etária de 50 a 69 anos, em


determinado município, no período de 2 anos x 100

______________________________________________________________________
População feminina nesta faixa etária, em determinado município, no último ano do período de 2
anos avaliados

Numerador: Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH, procedimento 0204030188


mamografia bilateral para rastreamento, em mulheres residentes na faixa etária de 50 a 69 anos, em
determinado município e ano de realização do exame

Denominador: População feminina na faixa etária de 50 a 69 anos, em determinado município e ano


analisado.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípios

Dados Estatísticos e Comentários 

Percentual de mulheres de 50 a 69 anos que fizeram mamografia, Razão de exames de mamografia realizados em 
mulheres de 50 a 69 e a população da mesma faixa etária, segundo regiões, Brasil, 2008  e 2010‐11 

Tempo decorrido desde o último exame - PNAD Saúde


2008 SIA
a) Até 2 b) Mais de 2 c) Nunca Inadequado Razão
anos anos fez (b+c) 2010_11
Região
Norte 35.26 14.57 50.17 64.74 9.29
Nordeste 39.78 15.06 45.15 60.21 16.75

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38 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Centro-
52.38 16.44 31.19 47.63 12.81
Oeste
Sudeste 63.77 18.13 18.09 36.22 25.27
Sul 55.09 16.73 28.17 44.9 32.54
Brasil 54.23 16.86 28.91 45.77 22.77
Fonte:  IBGE  ‐  Pesquisa  Nacional  por  Amostra  de  Domicílios  ‐  PNAD  ‐  Suplemento  Saúde  2008;  Ministério  da  Saúde  ‐  Sistema  de 
Informações Ambulatoriais (SIA) 

Os dados da PNAD - Suplemento Saúde mostram que, no Brasil, em 2008, 54,23% das mulheres de
59 a 69 anos fizeram um exame de mamografia nos últimos 2 anos.
A região Sudeste é a que apresentou maior proporção, igual a 63,77%, a região Sul – foi de 55,
09%. O Norte apresentou o resultado mais baixo, 35,26%.
No pareamento dos dados da PNAD - Suplemento Saúde de 2008 e os dados do SIA de 2010 e
2011 (cobertura em 2 anos), para o indicador Razão de exames de mamografia realizados em
mulheres de 50 a 69 e a população da mesma faixa etária, pode verificar que em torno de 23% dos
exames são realizados no SUS, podendo-se inferir que em torno de 30% dos exames são realizados
através dos planos privados de saúde ou de forma particular (desembolso direto).
Preocupante o fato da média, no Brasil, de não realização do exame e de realização em períodos
maiores que 2 anos, ter sido em torno de 46%, com destaque para região Norte (64%) e Nordeste
(60%), percentuais muito elevados para a não realização de forma adequada desse exame básico de
rastreamento do cancer de mama.
Todos esses resultados estão abaixo do parâmetro definido para este indicador, que foi de 70%.

Parâmetro 

70% das mulheres na faixa etária considerada com um exame a cada dois anos, ou seja, metade de
70% das mulheres com um exame por ano.

Pontuação 

Se o resultado é maior ou igual ao parâmetro, a nota é 10


Se o resultado é menor que o parâmetro, a nota será um valor diretamente proporcional ao
descréscimo do resultado em relação ao parâmetro.

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39 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 
anos e a população da mesma faixa etária 

Conceituação 

Relação entre o número de exames citopatológicos do colo do útero realizados em mulheres de 25 a


59 anos residentes, no período de três anos e a população feminina residente na faixa etária de 25 a
59 anos, em determinado município, no último ano do período de três anos.

Interpretação 

Expressa a produção de exames citopatológicos do colo do útero (Papanicolau) na população alvo


do rastreamento do câncer do colo do útero (população feminina de 25 a 59 anos)
O Instituto Nacional do Câncer recomenda que toda mulher que tem ou já teve vida sexual deve
submeter-se ao exame preventivo periódico, especialmente as que têm entre 25 e 59 anos.
Inicialmente, o exame deve ser feito anualmente. Após dois exames seguidos (com um intervalo de
um ano) apresentarem resultado normal, o preventivo pode passar a ser feito a cada três anos1

Usos 

Contribuir para avaliar a adequação do acesso a exames preventivos para câncer do colo do útero da
população feminina na faixa etária de 25 a 59 anos.
Analisar variações geográficas e temporais no acesso a exames preventivos para câncer do colo do
útero da população feminina na faixa etária de 25 a 59 anos, identificando situações de desigualdade
e tendências que demandem ações e estudos específicos.
Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas voltadas para a saúde da
mulher.

                                                            
1
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação de Prevenção e Vigilância.
Parâmetros técnicos para programação de ações de detecção precoce do câncer da mama: recomendações para gestores estaduais e
municipais / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Instituto Nacional de Câncer, Coordenação de Prevenção e
Vigilância. Rio de Janeiro: INCA, 2006.

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40 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Limitações 

O indicador avalia a oferta de exame citopatológico com base no número de exames feitos e não no
número de mulheres examinadas, podendo não retratar a real cobertura da população alvo do
rastreamento.
Alguns cuidados devem ser observados na análise, pois uma razão elevada de exames
citopatológicos na população alvo não significa necessariamente boa cobertura, mas a capacidade
da rede de ofertar o exame. Para análise do resultado do indicador, seria interessante obter
informações sobre a periodicidade de realização do exame e/ou a cobertura da saúde suplementar.
Assim, será possível avaliar se parte significativa das mulheres repete o exame fora da
periodicidade normal e se parcela representativa dos exames em uma determinada localidade são
feitos pelo sistema privado de saúde. Estas informações complementares auxiliam a compreender o
significado do resultado obtido.

Fonte 

Ministério da Saúde - Sistema de Informações Ambulatorias (SIA)

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais e Censo 2010


(Datasus)

Método de Cálculo 

Número de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres na faixa etária de 25 a 59 anos,


em determinado município, no período de 3 anos x 100
______________________________________________________________________
População feminina na faixa etária de 25 a 59 anos, em determinado município no último ano do
período de 3 anos

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41 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Numerador: Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH, procedimento 0203010019 - exame


citopatológico cérvico-vaginal/microflora em mulheres na faixa etária de 25 a 59 anos, em
determinado município e período analisado (3 anos em que exame foi realizado)

Denomindador: População feminina na faixa etária de 25 a 59 anos, em determinado município, no


último ano do período analisado.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 

Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e a população da


mesma faixa etária segundo regiões, Brasil, 2008 a 2010
Tempo decorrido desde o último exame, PNAD Saúde 2008 SIA

a) Até 3  b) Mais de 3  c) Nunca fez  Total inadequado  Razão 2008 ‐ 


Região  anos  anos  exame  (b+c)  2010 
Norte  77,61  8,02  14,37  22,39  45,33 
Nordeste  74,09  7,58  18,33  25,91  60,40 
Sudeste  82,14  7,45  10,41  17,86  51,61 
Sul  80,92  8,32  10,76  19,08  59,95 
Centro‐
Oeste  79,11  7,33  13,56  20,89  53,89 
Brasil  79,32  7,64  13,04  20,68  54,87 
Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD - Suplemento Saúde
Ministério da Saúde - Sistema de Informações Ambulatorias (SIA)

Os dados da PNAD - Suplemento Saúde mostram que, no Brasil, em 2008, 79,32% das mulheres de
25 a 59 anos fizeram um exame citopatológico de colo do útero nos últimos 3 anos.
A região Sudeste é a que apresentou maior proporção, igual a 82,14%, resultado muito próximo ao
da região Sul – 80,92%. O Nordeste apresentou o resultado mais baixo, equivalente a 74,09%.
No pareamento dos dados da PNAD - Suplemento Saúde de 2008 e os dados do SIA de 2008 a
2010, para o indicador Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59
anos e a população da mesma faixa etária, pode verificar que em torno de 55% dos exames são
realizados no SUS, podendo-se inferir que em torno de 24% dos exames são realizados através dos
planos privados de saúde ou de forma particular (desembolso direto).

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42 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Relevante destacar que a média, no Brasil, de não realização do exame e de realização em períodos
maiores que 3 anos foi em torno de 21%, um percentual ainda muito elevado para a não realização
de forma adequada desse exame básico de rastreamento do cancer de colo do útero.
Todos esses resultados estão abaixo do parâmetro definido para este indicador, que foi de 90%.

Parâmetro do indicador

90% das mulheres na faixa etária considerada com um exame a cada três anos.

Pontuação do indicador

Se o resultado é maior ou igual ao parâmetro, a nota é 10


Se o resultado é menor que o parâmetro, a nota será um valor diretamente proporcional ao
decréscimo do resultado em relação ao parâmetro.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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43 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade 
e população residente 

Conceituação 

Relação entre o número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, por


100 residentes, em determinado município, no período considerado.

Interpretação 

Mede a relação entre a produção de procedimentos ambulatoriais selecionados de média


complexidade destinados a residentes, em um território, com financiamento pelo SUS e a população
residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais
procedimentos.
Avalia “o SUS que atende os residentes de cada município brasileiro", quanto à atenção
especializada ambulatorial de média complexidade, realizada tanto no próprio município, quanto a
que é encaminhada para outros municípios, polos de uma região, de um estado ou nacional.
Os procedimentos selecionados não representam apenas o quantitativo produzido em si, mas toda
linha de cuidado até a obtenção de tais procedimentos. A razão desses procedimentos habitante/ano,
ao representarem a oferta realizada, indicam as facilidades ou problemas de acesso à atenção de
média complexidade, em geral.
Não leva em consideração a cobertura da população com planos privados de saúde para tais
procedimentos, pois busca medir o quanto a produção do SUS é suficiente para atender toda a
população residente no município. Cotejar o resultado do indicador com o indicador correlato de
tais procedimentos para população com planos privados de saúde permite inferir o acesso da
população coberta exclusivamente pelo SUS.

Usos 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

44 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Analisar variações geográficas e temporais da produção de procedimentos selecionados de média


complexidade, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos
específicos.
Contribuir para avaliar a adequação do acesso à atenção ambulatorial de média complexidade
segundo as necessidades da população atendida.
Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a
assistência ambulatorial de média complexidade de responsabilidade do SUS.

Limitações 

O pressuposto de usar apenas procedimentos de média complexidade que continham os dados de


residência do usuário restringiu a seleção de procedimentos que são registrados no Boletim de
Produção Ambulatorial Individualizada, forçando a seleção de poucos procedimentos que podem
não representar toda gama de procedimentos de média complexidade e, portanto, não representem,
de forma mais completa, a adequação da oferta à necessidade e o grau de acesso a tais
procedimentos.

Fonte 

Ministério da Saúde. Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS), - Boletim de


Produção Ambulatorial Individualizada.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais e Censo 2010
(Datasus)

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao mesmo tempo:
a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui a influência das diferenças de faixas
etárias e sexo existente nas populações dos municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a
brusca variação do resultado de indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração
de poucas unidades no numerador), cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte
equação:

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

45 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo Bayes
Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).

Para se chegar a essa equação é necessário:

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de


procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade produzidos para residentes do
município e pagos pelo SUS, no período avaliado) / (Soma do número de procedimentos
ambulatoriais selecionados, de média complexidade, esperados para os residentes no município, no
período avaliado, caso esse município tivesse os mesmos resultados encontrados da razão média de
procedimentos em cada faixa etária e sexo da população exclusivamente SUS dos municípios de
referência).

Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: Menor 1 ano, 1 a 4 anos,
5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a
44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, 60 a 64 anos, 65 a 69 anos, 70 a 74 anos, 75 a 79
anos, 80 anos e mais.

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized Incidence


Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X
Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE médio de todos os municípios do mesmo
grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de ajuste Bayes
específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para cada
município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem ajuste, entre
todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município e
aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE
(Número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, esperados para os
residentes no município).

RIE média de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o
município = (Soma do número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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46 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

complexidade, produzidos para residentes de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e


região brasileira a que pertence o município, no período avaliado) / (Soma do número de
procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade esperados, no período avaliado,
para os residentes de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que
pertence o município)

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do número de


procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, pagos pelo SUS e produzidos
para residentes dos municípios de referência, no período avaliado) / (Soma da população
exclusivamente SUS de todos os municípios de referência, do último ano do período avaliado,
multiplicada pelo número de anos do período avaliado).

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção de Média a


Alta Complexidade, isto é, grupo formado por municípios que dispõem de uma estrutura de sistema de saúde
mais completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores de acesso a Atenção de Média
a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de serviços.

População exclusivamente SUS = população do município da qual foi subtraída parcela da população coberta
por planos privados de saúde de cobertura ambulatorial e hospitalar. Essa parcela da população coberta por
planos privados de saúde foi calculada segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS,
referente ao último ano do período avaliado.

Categorias Sugeridas para Análise 

Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal, regiões metropolitanas e
municípios das capitais.

Dados Estatísticos e Comentários 
Em construção

Parâmetro 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

47 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

2,6 procedimentos por 100 habitantes = Média dos municípios de referência para os parâmetros de
acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade.

Pontuação 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em
relação ao parâmetro.

Procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade: procedimentos da Tabela de


Procedimentos Unificada do SIA e SIH, tabulados segundo município de residência do paciente, por sexo e
faixa etária, em três (03) anos de atendimento:

Critérios de seleção dos dados 
Ano de atendimento (seleção dos 03 anos do período avaliado)
Faixas etárias = <1a, 1-4a, 5-9a, 10-14a, 15-19a, 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a,
50-54a, 55-59a, 60-64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Códigos dos procedimentos = 0201010151, 0201010160, 0201010585, 0201010607, 0201010666, 0202030059, 
0202030237,  0202031080,  0203010043,  0203020014,  0205010032,  0405030045,  0405050097,  0405050100, 
0405050119, 0405050151, 0405050372, 0409040240, 0409050083, 0506010023, 0506010031, 0506010040 
 

Razão de internações clínico­cirúrgicas de média complexidade e população 
residente 

Conceituação 

Número de internações hospitalares clínico-cirúrgicas de média complexidade, não psiquiátricas e


não obstétricas, por 100 residentes, em determinado município, no período considerado.

Interpretação 

Mede a relação entre o número de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade destinados


a residentes, em um território, com financiamento pelo SUS e a população residente na mesma área
geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos hospitalares.
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Avalia “o SUS que atende os residentes de cada município brasileiro", quanto à atenção hospitalar
de média complexidade, realizada tanto no próprio município, quanto a que é encaminhada para
outros municípios, polos de uma região, de um estado ou nacional.
Os procedimentos selecionados representam em média, as internações clínico-cirúrgicas de média
complexidade necessárias às linhas de cuidado. A razão desses procedimentos habitante / ano, ao
representarem a oferta realizada, indicam as facilidades ou problemas de acesso à atenção hospitalar
de média complexidade, em geral.
O cálculo do indicador não leva em consideração a cobertura da população com planos privados de
saúde para tais procedimentos, pois busca medir o quanto a produção do SUS é suficiente para
atender toda a população residente ,no município. Cotejar o resultado do indicador com o indicador
correlato de tais procedimentos para população com planos privados de saúde permite inferir o
acesso da população coberta exclusivamente pelo SUS.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais da produção de internações clínico-cirúrgicas de média


complexidade, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos
específicos.
Contribuir para avaliar a adequação do acesso à atenção hospitalar clínico-cirúrgica de média
complexidade, segundo as necessidades da população atendida.
Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a
assistência hospitalar de média complexidade de responsabilidade do SUS.

Limitações 

O excesso de produção em determinadas regiões de saúde, portanto, de oferta de alguns


procedimentos hospitalares não regulados segundo as necessidades daquela região, podem não
representar a quantidade de internações hospitalares clínico-cirúrgicas de média complexidade
necessárias e, portanto, não representem, de forma mais completa, a adequação da oferta à
necessidade e o grau de acesso a tais procedimentos.

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Fonte 

Ministério da Saúde. Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS).


Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais e Censo 2010
(Datasus)

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao mesmo tempo:
a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui a influência das diferenças de faixas
etárias e sexo existente nas populações dos municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a
brusca variação do resultado de indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração
de poucas unidades no numerador); cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte
equação:

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo Bayes
Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).
Para se chegar a essa equação é necessário:

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de internações


clínico-cirúrgicas de média complexidade efetuadas para residentes do município e pagas pelo SUS,
no período avaliado) / (Soma do número de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade,
esperadas para os residentes no município, no período avaliado, caso esse município tivesse os
mesmos resultados encontrados da razão média de internações em cada faixa etária e sexo da
população exclusivamente SUS dos municípios de referência)

Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: Menor 1 ano, 1 a 4 anos,
5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a
44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, 60 a 64 anos, 65 a 69 anos, 70 a 74 anos, 75 a 79
anos, 80 anos e mais.

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized Incidence


Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.
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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X
Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE média de todos os municípios do mesmo
grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de ajuste Bayes
específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para cada
município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem ajuste, entre
todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município e
aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE
(Número de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade, esperadas para os residentes no
município).

RIE média de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o
município = (Soma do número de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade pagas pelo
SUS, efetuadas para os residentes de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região
brasileira a que pertence o município, no período avaliado) / (Soma do número de internações
clínico-cirúrgicas de média complexidade esperadas, no período avaliado, para os residentes de
todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município)

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do número de


internações clínico-cirúrgicas de média complexidade, pagas pelo SUS e efetuadas aos residentes
dos municípios de referência, no período avaliado) / (Soma da população exclusivamente SUS de
todos os municípios de referência, do último ano do período avaliado, multiplicada pelo número de
anos do período avaliado).

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção


Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade, isto é, grupo formado por municípios que
dispõem de uma estrutura de sistema de saúde mais completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultados
dos indicadores de acesso a Atenção de Média a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de
serviços.

População exclusivamente SUS = população do município da qual foi subtraída parcela da população coberta
por planos privados de saúde de cobertura ambulatorial e hospitalar. Essa parcela da população coberta por

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planos privados de saúde foi calculada segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS,
referente ao último ano do período avaliado.

Categorias Sugeridas para Análise 

Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal, regiões metropolitanas e
municípios das capitais.

Dados Estatísticos e Comentários 
(Em construção)

Parâmetro 

6,3 procedimentos por 100 habitantes = Média dos municípios de referência para os parâmetros de
acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade.

Pontuação 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em
relação ao parâmetro.

Internações clínico-cirúrgicas de média complexidade: procedimentos da Tabela de Procedimentos Unificada


do SIA e SIH, tabulados segundo município de residência do paciente, por sexo e faixa etária, em três (03)
anos de internação.

Critérios de seleção dos dados 
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado); Tipo de AIH = Normal;
Complexidade do procedimento = Média complexidade; Motivo Saída/Permanência = Alta curado,
Alta melhorado, Alta a pedido, Alta com previsão de retorno p/acomp do paciente, Alta por evasão,
Alta por outros motivos, Transferência para internação domiciliar, Óbito com DO fornecida pelo
médico assistente, Óbito com DO fornecida pelo IML, Óbito com DO fornecida pelo SVO, Alta da
mãe/puérpera e do recém-nascido, Alta da mãe/puérpera e permanência recém-nascido, Alta da
mãe/puérpera e óbito do recém-nascido, Alta da mãe/puérpera com óbito fetal, Óbito da gestante e

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do concepto, Óbito da mãe/puérpera e alta do recém-nascido, Óbito da mãe/puérpera e permanência


recém-nascido.
Faixas etárias = <1a, 1-4a, 5-9a, 10-14a, 15-19a, 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a,
50-54a, 55-59a, 60-64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Códigos dos procedimentos = 0201010038, 0201010097, 0201010119, 0201010160, 0201010186, 0201010208, 
0201010240,  0201010267,  0201010275,  0201010305,  0201010313,  0201010321,  0201010330,  0201010402, 
0201010550,  0209040033,  0303010010,  0303010029,  0303010037,  0303010045,  0303010053,  0303010061, 
0303010070,  0303010088,  0303010096,  0303010100,  0303010118,  0303010126,  0303010134,  0303010142, 
0303010150,  0303010169,  0303010177,  0303010185,  0303010193,  0303010207,  0303010215,  0303020032, 
0303020040,  0303020059,  0303020067,  0303020075,  0303020083,  0303030011,  0303030020,  0303030038, 
0303030046,  0303030054,  0303030062,  0303040017,  0303040025,  0303040033,  0303040041,  0303040050, 
0303040076,  0303040084,  0303040092,  0303040130,  0303040149,  0303040157,  0303040165,  0303040173, 
0303040181,  0303040190,  0303040203,  0303040211,  0303040220,  0303040238,  0303040246,  0303040254, 
0303040262,  0303040270,  0303040289,  0303040297,  0303050136,  0303050144,  0303060018,  0303060026, 
0303060034,  0303060042,  0303060050,  0303060069,  0303060077,  0303060085,  0303060093,  0303060107, 
0303060115,  0303060123,  0303060131,  0303060140,  0303060158,  0303060166,  0303060174,  0303060182, 
0303060190,  0303060204,  0303060212,  0303060220,  0303060239,  0303060247,  0303060255,  0303060263, 
0303060271,  0303060280,  0303060298,  0303060301,  0303070064,  0303070072,  0303070080,  0303070099, 
0303070102,  0303070110,  0303070129,  0303080043,  0303080051,  0303080060,  0303080078,  0303080086, 
0303080094,  0303090138,  0303090197,  0303090200,  0303090235,  0303090243,  0303090286,  0303090294, 
0303090316,  0303100010,  0303100028,  0303100036,  0303100044,  0303100052,  0303110015,  0303110023, 
0303110031,  0303110040,  0303110058,  0303110066,  0303110074,  0303110082,  0303110090,  0303110104, 
0303110112,  0303130016,  0303130024,  0303130032,  0303130040,  0303130059,  0303130067,  0303130075, 
0303130083,  0303140020,  0303140038,  0303140046,  0303140054,  0303140062,  0303140070,  0303140089, 
0303140097,  0303140100,  0303140119,  0303140127,  0303140135,  0303140143,  0303140151,  0303150017, 
0303150025,  0303150033,  0303150041,  0303150050,  0303150068,  0303160012,  0303160020,  0303160039, 
0303160047,  0303160055,  0303160063,  0303160071,  0303190019,  0304010111,  0304100013,  0304100021, 
0305010174,  0305020013,  0305020021,  0305020030,  0305020048,  0305020056,  0308010019,  0308010027, 
0308010035,  0308010043,  0308020022,  0308020030,  0308030010,  0308030028,  0308030036,  0308040015, 
0308040023,  0401020010,  0401020029,  0401020037,  0401020045,  0401020053,  0401020061,  0401020070, 
0401020088,  0401020096,  0401020100,  0401020118,  0401020126,  0401020134,  0401020142,  0401020150, 
0401020169,  0402010019,  0402010027,  0402010035,  0402010043,  0402010051,  0402020014,  0402020022, 
0403010012,  0403010020,  0403010039,  0403010063,  0403010080,  0403010098,  0403010101,  0403010152, 
0403010160,  0403010179,  0403010187,  0403010195,  0403010209,  0403010268,  0403010276,  0403010284, 
0403010306,  0403010314,  0403010322,  0403010349,  0403010365,  0403020077,  0403020085,  0403020107, 
0403020123,  0403050111,  0403050120,  0403050138,  0403050146,  0404010016,  0404010024,  0404010032, 
0404010040,  0404010059,  0404010067,  0404010083,  0404010105,  0404010113,  0404010121,  0404010130, 
0404010164,  0404010172,  0404010180,  0404010199,  0404010202,  0404010210,  0404010229,  0404010237, 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0404010288,  0404010318,  0404010326,  0404010334,  0404010350,  0404010377,  0404010385,  0404010407, 


0404010415,  0404010466,  0404010482,  0404010512,  0404010520,  0404010547,  0404020011,  0404020038, 
0404020046,  0404020062,  0404020070,  0404020089,  0404020119,  0404020135,  0404020143,  0404020160, 
0404020178,  0404020186,  0404020194,  0404020208,  0404020224,  0404020232,  0404020240,  0404020275, 
0404020283,  0404020291,  0404020305,  0404020313,  0404020321,  0404020330,  0404020348,  0404020356, 
0404020364,  0404020380,  0404020399,  0404020402,  0404020410,  0404020429,  0404020470,  0404020496, 
0404020500,  0404020518,  0404020526,  0404020534,  0404020542,  0404020550,  0404020577,  0404020607, 
0404020658,  0404020666,  0404020704,  0404020771,  0404030017,  0404030033,  0404030050,  0404030068, 
0404030076,  0404030084,  0404030130,  0404030165,  0404030173,  0404030181,  0404030190,  0404030319, 
0405010010,  0405010028,  0405010036,  0405010079,  0405010087,  0405010117,  0405010125,  0405010150, 
0405010176,  0405020015,  0405020023,  0405030010,  0405030029,  0405030037,  0405030070,  0405030096, 
0405030100,  0405030118,  0405030134,  0405030142,  0405030185,  0405030193,  0405030207,  0405040016, 
0405040067,  0405040075,  0405040083,  0405040105,  0405040121,  0405040156,  0405040180,  0405040199, 
0405040202,  0405040210,  0405050011,  0405050046,  0405050054,  0405050097,  0405050100,  0405050119, 
0405050135,  0405050143,  0405050151,  0405050178,  0405050186,  0405050216,  0405050224,  0405050313, 
0405050321,  0405050356,  0405050399,  0406010102,  0406010110,  0406010412,  0406010510,  0406010684, 
0406010773,  0406010960,  0406010978,  0406020019,  0406020035,  0406020078,  0406020108,  0406020116, 
0406020124,  0406020159,  0406020167,  0406020191,  0406020213,  0406020221,  0406020230,  0406020248, 
0406020256,  0406020264,  0406020272,  0406020280,  0406020493,  0406020507,  0406020515,  0406020523, 
0406020531,  0406020540,  0406020566,  0406020574,  0406020590,  0406020620,  0407010033,  0407010041, 
0407010050,  0407010068,  0407010076,  0407010084,  0407010092,  0407010106,  0407010114,  0407010130, 
0407010149,  0407010157,  0407010165,  0407010190,  0407010203,  0407010211,  0407010220,  0407010238, 
0407010270,  0407010289,  0407010297,  0407010300,  0407010335,  0407010343,  0407010351,  0407020012, 
0407020020,  0407020039,  0407020047,  0407020063,  0407020071,  0407020098,  0407020101,  0407020110, 
0407020136,  0407020144,  0407020152,  0407020179,  0407020187,  0407020195,  0407020209,  0407020217, 
0407020225,  0407020233,  0407020241,  0407020250,  0407020268,  0407020276,  0407020284,  0407020292, 
0407020306,  0407020322,  0407020349,  0407020357,  0407020365,  0407020381,  0407020403,  0407020420, 
0407020438,  0407020446,  0407020454,  0407020462,  0407020470,  0407030018,  0407030026,  0407030034, 
0407030042,  0407030050,  0407030069,  0407030077,  0407030123,  0407030131,  0407030140,  0407030158, 
0407030166,  0407030174,  0407030182,  0407030190,  0407030204,  0407030212,  0407030220,  0407030247, 
0407040013,  0407040021,  0407040030,  0407040048,  0407040056,  0407040064,  0407040072,  0407040080, 
0407040099,  0407040102,  0407040110,  0407040129,  0407040137,  0407040145,  0407040153,  0407040161, 
0407040170,  0407040188,  0407040200,  0407040226,  0407040234,  0407040242,  0407040250,  0407040269, 
0408010045,  0408010070,  0408010100,  0408010118,  0408010134,  0408010142,  0408010150,  0408010169, 
0408010177,  0408010185,  0408010193,  0408010207,  0408010215,  0408010223,  0408010231,  0408020016, 
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0408020148,  0408020156,  0408020164,  0408020172,  0408020180,  0408020199,  0408020202,  0408020210, 
0408020229,  0408020237,  0408020245,  0408020296,  0408020300,  0408020326,  0408020334,  0408020342, 
0408020350,  0408020369,  0408020377,  0408020385,  0408020393,  0408020407,  0408020415,  0408020423, 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

54 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408020431,  0408020440,  0408020458,  0408020466,  0408020482,  0408020490,  0408020504,  0408020512, 


0408020520,  0408020539,  0408020547,  0408020555,  0408020563,  0408020571,  0408020580,  0408020598, 
0408020601,  0408020610,  0408020628,  0408020636,  0408030348,  0408030399,  0408030402,  0408030437, 
0408030445,  0408030470,  0408030526,  0408030534,  0408030542,  0408030607,  0408030755,  0408040025, 
0408040050,  0408040084,  0408040106,  0408040122,  0408040130,  0408040149,  0408040173,  0408040181, 
0408040190,  0408040203,  0408040238,  0408040246,  0408040262,  0408040270,  0408040335,  0408040343, 
0408050012,  0408050020,  0408050039,  0408050080,  0408050101,  0408050110,  0408050128,  0408050136, 
0408050144,  0408050152,  0408050160,  0408050179,  0408050195,  0408050209,  0408050217,  0408050225, 
0408050233,  0408050241,  0408050250,  0408050268,  0408050276,  0408050284,  0408050292,  0408050322, 
0408050330,  0408050349,  0408050357,  0408050365,  0408050373,  0408050381,  0408050390,  0408050420, 
0408050438,  0408050446,  0408050454,  0408050462,  0408050470,  0408050489,  0408050497,  0408050500, 
0408050519,  0408050527,  0408050535,  0408050543,  0408050551,  0408050560,  0408050578,  0408050586, 
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0408050683,  0408050691,  0408050705,  0408050713,  0408050721,  0408050730,  0408050748,  0408050764, 
0408050772,  0408050780,  0408050799,  0408050802,  0408050810,  0408050829,  0408050837,  0408050845, 
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0408060042,  0408060050,  0408060069,  0408060077,  0408060085,  0408060093,  0408060107,  0408060115, 
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0408060204,  0408060212,  0408060301,  0408060310,  0408060328,  0408060336,  0408060344,  0408060352, 
0408060360,  0408060379,  0408060387,  0408060395,  0408060409,  0408060417,  0408060425,  0408060433, 
0408060441,  0408060450,  0408060468,  0408060484,  0408060530,  0408060549,  0408060557,  0408060565, 
0408060573,  0408060581,  0408060590,  0408060603,  0408060611,  0408060620,  0408060638,  0408060670, 
0408060700,  0409010014,  0409010022,  0409010030,  0409010049,  0409010057,  0409010065,  0409010073, 
0409010081,  0409010090,  0409010120,  0409010138,  0409010146,  0409010170,  0409010189,  0409010197, 
0409010200,  0409010219,  0409010227,  0409010235,  0409010243,  0409010251,  0409010260,  0409010286, 
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0409010480,  0409010499,  0409010502,  0409010510,  0409010529,  0409010537,  0409010545,  0409010553, 
0409010561,  0409010570,  0409010588,  0409020010,  0409020028,  0409020044,  0409020052,  0409020079, 
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0409040231,  0409040240,  0409050016,  0409050024,  0409050032,  0409050040,  0409050075,  0409050083, 
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0409060070,  0409060100,  0409060119,  0409060127,  0409060135,  0409060143,  0409060151,  0409060160, 
0409060178,  0409060186,  0409060194,  0409060208,  0409060216,  0409060224,  0409060232,  0409060240, 
0409060259,  0409060267,  0409060275,  0409060283,  0409070017,  0409070025,  0409070033,  0409070041, 
0409070050,  0409070068,  0409070076,  0409070084,  0409070092,  0409070106,  0409070114,  0409070130, 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

55 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0409070149,  0409070157,  0409070190,  0409070203,  0409070211,  0409070220,  0409070238,  0409070246, 


0409070254,  0409070262,  0409070270,  0409070289,  0409070297,  0409070300,  0410010014,  0410010057, 
0410010065,  0410010073,  0410010081,  0410010090,  0410010111,  0410010120,  0411020013,  0411020021, 
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0412010089,  0412010097,  0412010100,  0412010119,  0412010135,  0412010143,  0412020017,  0412020025, 
0412020033,  0412020050,  0412020068,  0412020076,  0412020084,  0412030012,  0412030047,  0412030080, 
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0412040085,  0412040107,  0412040115,  0412040123,  0412040131,  0412040158,  0412040166,  0412040174, 
0412040182,  0412040190,  0412040204,  0412040212,  0412040220,  0412050013,  0412050030,  0412050048, 
0412050064,  0412050072,  0412050080,  0412050102,  0412050110,  0412050137,  0412050145,  0412050153, 
0413010015,  0413010066,  0413010082,  0413010090,  0413040020,  0413040046,  0413040097,  0413040100, 
0413040119,  0413040127,  0413040135,  0413040143,  0413040151,  0413040160,  0413040178,  0413040186, 
0413040194,  0413040208,  0413040216,  0413040224,  0413040232,  0413040240,  0414010230,  0414010256, 
0414010272,  0414010329,  0414020413,  0415010012,  0415020034,  0415030013,  0415040027,  0415040035, 
0416030017, 0416030025, 0416120016, 0416120059 

INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E 
HOSPITALAR DE ALTA COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E ALTA 
COMPLEXIDADE E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 

Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados e 
população residente 

Conceituação 

Relação entre o número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, por


100 residentes, em determinado município, no período considerado.

Interpretação 

Mede a relação entre a produção de procedimentos ambulatoriais selecionados de alta complexidade


destinados a residentes, em um território, com financiamento pelo SUS e a população residente na
mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

56 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Avalia “o SUS que atende os residentes de cada município brasileiro", quanto à atenção
especializada ambulatorial de alta complexidade, realizada tanto no próprio município, quanto a que
é encaminhada para outros municípios, polos de uma região, de um estado ou nacional.
Os procedimentos selecionados representam, em média, o rol de procedimentos de diagnose e
terapia de alta complexidade necessários às linhas de cuidado. A razão desses procedimentos
habitante / ano, ao representarem a oferta realizada, indicam as facilidades ou problemas de acesso
à atenção ambulatorial de alta complexidade, em geral.
O cálculo do indicador não leva em consideração a cobertura da população com planos privados de
saúde para tais procedimentos, pois busca medir o quanto a produção do SUS é suficiente para
atender toda a população residente no município. Cotejar o resultado do indicador com o indicador
correlato de tais procedimentos para população com planos privados de saúde permite inferir o
acesso da população coberta exclusivamente pelo SUS.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais da produção de procedimentos ambulatoriais


selecionados de alta complexidade, identificando situações de desigualdade e tendências que
demandem ações e estudos específicos.
Contribuir para avaliar a adequação do acesso à atenção de alta complexidade segundo as
necessidades da população atendida.
Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a
assistência ambulatorial de alta complexidade de responsabilidade do SUS.

Limitações 

O excesso de produção em determinadas regiões de saúde, portanto, de oferta de alguns


procedimentos não regulados segundo as necessidades daquela região, podem não representar a
quantidade de procedimentos de alta complexidade necessários e, portanto, não representem, de
forma mais completa, a adequação da oferta às necessidades e o grau de acesso a tais
procedimentos.

Fonte 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

57 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Ministério da Saúde. Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS), - Autorização de


Procedimentos de Alta Complexidade - APAC.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais e Censo 2010
(DATASUS)

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao mesmo tempo:
a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui a influência das diferenças de faixas
etárias e sexo existente nas populações dos municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a
brusca variação do resultado de indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração
de poucas unidades no numerador); cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte
equação:

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo Bayes
Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).

Para se chegar a essa equação é necessário:

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de


procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade produzidos para residentes do
município e pagos pelo SUS, no período avaliado) / (Soma do número de procedimentos
ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, esperados para os residentes no município, no
período avaliado, caso esse município tivesse os mesmos resultados encontrados da razão média de
procedimentos em cada faixa etária e sexo da população exclusivamente SUS dos municípios de
referência)

Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: Menor 1 ano, 1 a 4 anos,
5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a
44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, 60 a 64 anos, 65 a 69 anos, 70 a 74 anos, 75 a 79
anos, 80 anos e mais.

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized Incidence


Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

58 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X
Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE médio de todos os municípios do mesmo
grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de ajuste Bayes
específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para cada
município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem ajuste, entre
todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município e
aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE
(Número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, esperados para os
residentes no município).

RIE média de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o
município = (Soma do número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade,
produzidos para residentes de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a
que pertence o município, no período avaliado) / (Soma do número de procedimentos ambulatoriais
selecionados, de alta complexidade esperados, no período avaliado, para os residentes de todos os
municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município)

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do número de


procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, pagos pelo SUS e produzidos
paras residentes dos municípios de referência, no período avaliado) / (Soma da população
exclusivamente SUS de todos os municípios de referência, do último ano do período avaliado,
multiplicada pelo número de anos do período avaliado).

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção de Média a


Alta Complexidade, isto é, grupo formado por municípios que dispõem de uma estrutura de sistema de saúde
mais completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores de acesso a Atenção de Média
a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de serviços.

População exclusivamente SUS = população do município da qual foi subtraída parcela da população coberta
por planos privados de saúde de cobertura ambulatorial e hospitalar. Essa parcela da população coberta por
planos privados de saúde foi calculada segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS,
referente ao último ano do período avaliado.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

59 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Categorias Sugeridas para Análise 

Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal, regiões metropolitanas e
municípios das capitais.

Dados Estatísticos e Comentários 

Parâmetro 

7,8 procedimentos por 100 habitantes = 90% da média dos municípios de referência para os
parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade

Pontuação 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em
relação ao parâmetro.

Procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade: procedimentos da Tabela de


Procedimentos Unificada do SIA e SIH, tabulados segundo município de residência do paciente, por sexo e
faixa etária, em três (03) anos de atendimento.

Critérios de seleção dos dados 
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado)
Faixas etárias = <1a, 1-4a, 5-9a, 10-14a, 15-19a, 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a,
50-54a, 55-59a, 60-64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Códigos dos procedimentos = 0201010542, 0202030024, 0202031071, 0204060028, 0205010016, 0206010028, 
0206010036,  0206010079,  0206020031,  0206030010,  0206030029,  0206030037,  0207010013,  0207010030, 
0207010048,  0207010056,  0207010064,  0207020019,  0207020035,  0207030014,  0207030022,  0208010025, 
0208010033,  0208020110,  0208030026,  0208030042,  0208040056,  0208040102,  0208050035,  0208070036, 
0208070044,  0208080040,  0208090010,  0210010045,  0210010053,  0210010061,  0210010070,  0210010096, 
0210010100,  0210010118,  0210010126,  0210010134,  0210010150,  0210010177,  0210010185,  0211020010, 
0211020028,  0301110018,  0301120048,  0301130019,  0303120061,  0303120070,  0304010120,  0304020010, 
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

60 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0304020028,  0304020036,  0304020044,  0304020052,  0304020060,  0304020079,  0304020087,  0304020095, 


0304020109,  0304020117,  0304020125,  0304020133,  0304020141,  0304020150,  0304020168,  0304020176, 
0304020184,  0304020192,  0304020206,  0304020214,  0304020222,  0304020230,  0304020249,  0304020257, 
0304020265,  0304020273,  0304020281,  0304020290,  0304020303,  0304020311,  0304020320,  0304020338, 
0304020346,  0304020354,  0304020362,  0304020370,  0304020389,  0304020397,  0304020400,  0304030015, 
0304030023,  0304030031,  0304030040,  0304030058,  0304030066,  0304030074,  0304030082,  0304030090, 
0304030104,  0304030112,  0304030120,  0304030139,  0304030147,  0304030155,  0304030163,  0304030171, 
0304030180,  0304030198,  0304030201,  0304030210,  0304030228,  0304040010,  0304040029,  0304040037, 
0304040045,  0304040053,  0304040061,  0304040070,  0304040088,  0304040096,  0304040100,  0304040118, 
0304040126,  0304040134,  0304040142,  0304040150,  0304040169,  0304040177,  0304050016,  0304050024, 
0304050032,  0304050040,  0304050059,  0304050067,  0304050075,  0304050083,  0304050091,  0304050105, 
0304050113,  0304050121,  0304050130,  0304050148,  0304050156,  0304050164,  0304050172,  0304050180, 
0304050199,  0304050202,  0304050210,  0304050229,  0304050237,  0304050245,  0304050253,  0304060011, 
0304060020,  0304060038,  0304060046,  0304060054,  0304060062,  0304060070,  0304060089,  0304060097, 
0304060100,  0304060119,  0304060127,  0304060135,  0304060143,  0304060151,  0304060160,  0304060178, 
0304060186,  0304060194,  0304060208,  0304060216,  0304060224,  0304070017,  0304070025,  0304070033, 
0304070041,  0304070050,  0309030102,  0309030110,  0309030129,  0309030137,  0413030040,  0418010013, 
0418010021, 0418010030 
 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

61 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Razão de internações clínico­cirúrgicas de alta complexidade e população 
residente 

Conceituação 

Número de internações hospitalares clínico-cirúrgicas de alta complexidade, por 100 residentes, em


determinado município, no período considerado.

Interpretação 

Mede a relação entre o número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade destinadas a


residentes, em um território, com financiamento pelo SUS e a população residente na mesma área
geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos hospitalares.
Avalia “o SUS que atende os residentes de cada município brasileiro", quanto à atenção hospitalar
de alta complexidade, realizada tanto no próprio município, quanto a que é encaminhada para outros
municípios, polos de uma região, de um estado ou nacional.
Os procedimentos selecionados representam em média, as internações clínico-cirúrgicas de alta
complexidade necessárias às linhas de cuidado. A razão desses procedimentos habitante/ano, ao
representarem a oferta realizada, indicando as facilidades ou problemas de acesso à atenção
hospitalar de alta complexidade, em geral.
O cálculo do indicador não leva em consideração a cobertura da população com planos privados de
saúde para tais procedimentos, pois busca medir o quanto a produção do SUS é suficiente para
atender toda a população residente no município. Cotejar o resultado do indicador com o indicador
correlato de tais procedimentos para população com planos privados de saúde permite inferir o
acesso da população coberta exclusivamente pelo SUS.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais da produção de internações clínico-cirúrgicas de alta


complexidade, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos
específicos.
Contribuir para avaliar a adequação do acesso à atenção hospitalar clínico-cirúrgica de alta
complexidade, segundo as necessidades da população atendida.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

62 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a


assistência hospitalar de alta complexidade de responsabilidade do SUS.

Limitações 

O excesso de produção em determinadas regiões de saúde, portanto, de oferta de alguns


procedimentos hospitalares não regulados segundo as necessidades daquela região, podem não
representar a média de internações hospitalares clínico-cirúrgicas de alta complexidade necessárias
e, portanto, não representem, de forma mais completa, a adequação da oferta à necessidade e o grau
de acesso a tais procedimentos.

Fonte 

Ministério da Saúde. Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS).


Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais e Censo 2010
(Datasus)

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao mesmo tempo:
a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui a influência das diferenças de faixas
etárias e sexo existente nas populações dos municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a
brusca variação do resultado de indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração
de poucas unidades no numerador); cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte
equação:

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo Bayes
Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).
Para se chegar a essa equação é necessário:

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de internações


clínico-cirúrgicas de alta complexidade efetuadas para residentes do município e pagas pelo SUS,
no período avaliado) / (Soma do número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade,
esperadas para os residentes no município, no período avaliado, caso esse município tivesse os
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

63 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

mesmos resultados encontrados da razão média de internações em cada faixa etária e sexo da
população exclusivamente SUS dos municípios de referência)

Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: Menor 1 ano, 1 a 4 anos,
5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a
44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, 60 a 64 anos, 65 a 69 anos, 70 a 74 anos, 75 a 79
anos, 80 anos e mais.

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized Incidence


Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município sem ajuste X
Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE média de todos os municípios do mesmo
grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de ajuste Bayes
específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para cada
município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem ajuste, entre
todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município e
aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE
(Número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade, esperadas para os residentes no
município).

RIE média de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o
município = (Soma do número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade pagas pelo
SUS, efetuadas para residentes de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região
brasileira a que pertence o município, no período avaliado) / (Soma do número de internações
clínico-cirúrgicas de alta complexidade esperadas, no período avaliado, para os residentes de todos
os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município).

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do número de


internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade, pagas pelo SUS e efetuadas para residentes dos
municípios de referência, no período avaliado) / (Soma da população exclusivamente SUS de todos
os municípios de referência, do último ano do período avaliado, multiplicada pelo número de anos
do período avaliado).
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

64 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção


Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade, isto é, grupo formado por municípios que
dispõem de uma estrutura de sistema de saúde mais completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultados
dos indicadores de acesso a Atenção de Média a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de
serviços.

População exclusivamente SUS = população do município da qual foi subtraída parcela da população coberta
por planos privados de saúde de cobertura ambulatorial e hospitalar. Essa parcela da população coberta por
planos privados de saúde foi calculada segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS,
referente ao último ano do período avaliado.

Categorias Sugeridas para Análise 

Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal, regiões metropolitanas e
municípios das capitais.

Dados Estatísticos e Comentários 

Parâmetro do indicador 

6,3 procedimentos por 1.000 habitantes. = Média dos municípios de referência para os parâmetros
de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade

Pontuação do indicador 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10.


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em
relação ao parâmetro.

Internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade: procedimentos da Tabela de Procedimentos Unificada


do SIA e SIH, tabulados segundo município de residência do paciente, por sexo e faixa etária, em três (03)
anos de internação.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Critérios de seleção dos dados 
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado); Tipo de AIH = Normal;
Complexidade do procedimento = Alta complexidade; Motivo Saída/Permanência = Alta curado,
Alta melhorado, Alta a pedido, Alta com previsão de retorno p/acomp do paciente, Alta por evasão,
Alta por outros motivos, Transferência para internação domiciliar, Óbito com DO fornecida pelo
médico assistente, Óbito com DO fornecida pelo IML, Óbito com DO fornecida pelo SVO, Alta da
mãe/puérpera e do recém-nascido, Alta da mãe/puérpera e permanência recém-nascido, Alta da
mãe/puérpera e óbito do recém-nascido, Alta da mãe/puérpera com óbito fetal, Óbito da gestante e
do concepto, Óbito da mãe/puérpera e alta do recém-nascido, Óbito da mãe/puérpera e permanência
recém-nascido.
Faixas etárias = <1a, 1-4a, 5-9a, 10-14a, 15-19a, 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a,
50-54a, 55-59a, 60-64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Códigos dos procedimentos = 0201010127, 0201010135, 0201010143, 0201010259, 0201010534, 0201010577, 
0209040050,  0211050091,  0211050105,  0303040068,  0303040106,  0303040114,  0303040122,  0303120010, 
0303180013,  0303180030,  0303180048,  0303180056,  0303180064,  0303180072,  0304010049,  0304010057, 
0304010065,  0304010162,  0304080020,  0304080039,  0304080047,  0304080063,  0304090018,  0304090026, 
0304090034,  0304090042,  0305020048,  0403010047,  0403010055,  0403010071,  0403010110,  0403010128, 
0403010136,  0403010144,  0403010195,  0403010217,  0403010225,  0403010233,  0403010241,  0403010250, 
0403010292,  0403010330,  0403010357,  0403020018,  0403020026,  0403020034,  0403020042,  0403020050, 
0403020069,  0403020093,  0403020115,  0403020131,  0403030013,  0403030021,  0403030030,  0403030048, 
0403030056,  0403030064,  0403030080,  0403030099,  0403030102,  0403030110,  0403030129,  0403030137, 
0403030145,  0403030153,  0403030161,  0403030170,  0403040019,  0403040027,  0403040051,  0403040060, 
0403040078,  0403040086,  0403040094,  0403040108,  0403040116,  0403040124,  0403050030,  0403050049, 
0403050057,  0403050065,  0403050073,  0403050090,  0403050103,  0403050111,  0403050120,  0403050138, 
0403050146,  0403050154,  0403050162,  0403060010,  0403060028,  0403060036,  0403060044,  0403060052, 
0403060060,  0403060079,  0403060087,  0403060095,  0403070015,  0403070040,  0403070058,  0403070082, 
0403070090,  0403070104,  0403070112,  0403070120,  0403070139,  0403070147,  0403070155,  0403070163, 
0403080010,  0403080029,  0403080037,  0403080045,  0403080053,  0403080061,  0403080070,  0403080088, 
0403080096,  0403080100,  0404010148,  0404010423,  0404010431,  0404020224,  0404020240,  0404020321, 
0404020453,  0404020461,  0404020640,  0404020690,  0404020720,  0404020739,  0404020780,  0404030017, 
0404030041,  0404030050,  0404030106,  0404030122,  0404030130,  0404030157,  0404030220,  0404030246, 
0404030254,  0404030262,  0404030289,  0404030297,  0404030327,  0405010133,  0405030169,  0405030177, 
0405040024,  0405040040,  0405040059,  0405040083,  0405040091,  0405040148,  0405040156,  0405040164, 
0405050186,  0405050232,  0405050313,  0405050372,  0405050380,  0406010013,  0406010021,  0406010030, 
0406010048,  0406010056,  0406010064,  0406010072,  0406010080,  0406010099,  0406010137,  0406010153, 
0406010161,  0406010170,  0406010188,  0406010196,  0406010200,  0406010218,  0406010226,  0406010234, 
0406010242,  0406010250,  0406010269,  0406010277,  0406010285,  0406010293,  0406010307,  0406010315, 
0406010323,  0406010331,  0406010340,  0406010358,  0406010366,  0406010374,  0406010382,  0406010390, 
Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0406010404,  0406010420,  0406010439,  0406010447,  0406010455,  0406010463,  0406010471,  0406010480, 


0406010498,  0406010501,  0406010528,  0406010536,  0406010544,  0406010552,  0406010560,  0406010579, 
0406010587,  0406010595,  0406010609,  0406010617,  0406010625,  0406010633,  0406010641,  0406010650, 
0406010668,  0406010676,  0406010684,  0406010692,  0406010706,  0406010714,  0406010730,  0406010749, 
0406010757,  0406010765,  0406010781,  0406010790,  0406010803,  0406010811,  0406010820,  0406010838, 
0406010846,  0406010854,  0406010862,  0406010870,  0406010889,  0406010897,  0406010900,  0406010919, 
0406010927,  0406010935,  0406010943,  0406010951,  0406010986,  0406010994,  0406011001,  0406011010, 
0406011028,  0406011036,  0406011044,  0406011052,  0406011079,  0406011087,  0406011095,  0406011109, 
0406011117,  0406011125,  0406011133,  0406011141,  0406011150,  0406011168,  0406011176,  0406011184, 
0406011192,  0406011206,  0406011214,  0406011222,  0406011230,  0406011249,  0406020019,  0406020027, 
0406020035,  0406020043,  0406020051,  0406020078,  0406020302,  0406020310,  0406020329,  0406020337, 
0406020345,  0406020353,  0406020361,  0406020370,  0406020388,  0406020396,  0406020400,  0406020418, 
0406020426,  0406020434,  0406020442,  0406020450,  0406020469,  0406020477,  0406020485,  0406020558, 
0406020582,  0406020604,  0406030014,  0406030022,  0406030030,  0406030049,  0406030057,  0406030065, 
0406030073,  0406030081,  0406030090,  0406030103,  0406030111,  0406030120,  0406030138,  0406030146, 
0406040010,  0406040028,  0406040044,  0406040052,  0406040060,  0406040079,  0406040087,  0406040095, 
0406040109,  0406040117,  0406040125,  0406040133,  0406040141,  0406040150,  0406040168,  0406040176, 
0406040184,  0406040192,  0406040206,  0406040214,  0406040222,  0406040230,  0406040249,  0406040257, 
0406040265,  0406040273,  0406040281,  0406040290,  0406040303,  0406040311,  0406040320,  0406040338, 
0406050015,  0406050023,  0406050031,  0406050040,  0406050058,  0406050066,  0406050074,  0406050082, 
0406050090,  0406050104,  0406050112,  0406050120,  0406050139,  0407010017,  0407010122,  0407010173, 
0407010181,  0407020080,  0407020101,  0407020330,  0407020411,  0408010010,  0408010029,  0408010037, 
0408010053,  0408010061,  0408010088,  0408010096,  0408010100,  0408020075,  0408020083,  0408020121, 
0408020253,  0408020261,  0408020270,  0408020288,  0408020318,  0408020474,  0408020644,  0408030011, 
0408030020,  0408030038,  0408030046,  0408030054,  0408030062,  0408030070,  0408030089,  0408030097, 
0408030100,  0408030119,  0408030127,  0408030135,  0408030143,  0408030151,  0408030160,  0408030178, 
0408030186,  0408030194,  0408030208,  0408030216,  0408030224,  0408030232,  0408030240,  0408030259, 
0408030267,  0408030275,  0408030283,  0408030291,  0408030305,  0408030313,  0408030321,  0408030330, 
0408030356,  0408030364,  0408030372,  0408030380,  0408030410,  0408030429,  0408030453,  0408030461, 
0408030500,  0408030518,  0408030550,  0408030569,  0408030577,  0408030585,  0408030593,  0408030615, 
0408030623,  0408030631,  0408030640,  0408030658,  0408030666,  0408030674,  0408030682,  0408030690, 
0408030704,  0408030712,  0408030720,  0408030739,  0408030747,  0408030763,  0408030771,  0408030780, 
0408030798,  0408030801,  0408030810,  0408030828,  0408030836,  0408030844,  0408030852,  0408030860, 
0408030879,  0408030887,  0408030895,  0408030909,  0408030917,  0408040017,  0408040033,  0408040041, 
0408040068,  0408040076,  0408040092,  0408040114,  0408040157,  0408040165,  0408040220,  0408040254, 
0408040289,  0408040297,  0408040300,  0408040319,  0408040327,  0408050047,  0408050055,  0408050063, 
0408050071,  0408050187,  0408050306,  0408050314,  0408050403,  0408050411,  0408050640,  0408050756, 
0408050853,  0408060026,  0408060034,  0408060239,  0408060247,  0408060255,  0408060263,  0408060271, 
0408060280,  0408060298,  0408060476,  0408060492,  0408060506,  0408060514,  0408060522,  0408060646, 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408060662,  0408060697,  0409050121,  0412010011,  0412010038,  0412010046,  0412010070,  0412010089, 


0412010097,  0412010100,  0412010135,  0412010143,  0412020017,  0412020025,  0412020033,  0412020050, 
0412020076,  0412020084,  0412040026,  0412040034,  0412040042,  0412040050,  0412040107,  0412040115, 
0412040123,  0412040131,  0412040158,  0412040174,  0412040182,  0412050048,  0412050064,  0412050072, 
0412050137,  0412050145,  0412050153,  0413010066,  0413030016,  0413030024,  0413030032,  0413030059, 
0413030067,  0413030083,  0413040038,  0413040046,  0413040054,  0413040062,  0413040070,  0413040089, 
0414010027,  0414010035,  0415010012,  0415020018,  0415020026,  0415020034,  0415020042,  0415030013, 
0416010016,  0416010024,  0416010032,  0416010040,  0416010059,  0416010067,  0416010075,  0416010083, 
0416010091,  0416010105,  0416010113,  0416010121,  0416010130,  0416010148,  0416010156,  0416010164, 
0416010172,  0416010180,  0416010199,  0416020011,  0416020020,  0416020038,  0416020046,  0416020054, 
0416020062,  0416020070,  0416020089,  0416020097,  0416020100,  0416020119,  0416020127,  0416020135, 
0416020143,  0416030017,  0416030033,  0416030041,  0416030050,  0416030068,  0416030076,  0416030084, 
0416030092,  0416030106,  0416030114,  0416030122,  0416030130,  0416040012,  0416040020,  0416040039, 
0416040047,  0416040055,  0416040063,  0416040071,  0416040080,  0416040098,  0416040101,  0416040110, 
0416040128,  0416040136,  0416040144,  0416040152,  0416040160,  0416040179,  0416040187,  0416040195, 
0416050018,  0416050026,  0416050034,  0416050042,  0416050050,  0416050069,  0416050077,  0416050085, 
0416060013,  0416060021,  0416060030,  0416060048,  0416060056,  0416060064,  0416060072,  0416060080, 
0416060099,  0416060102,  0416070027,  0416070035,  0416080014,  0416080022,  0416080030,  0416080049, 
0416080057,  0416080065,  0416080073,  0416080081,  0416080090,  0416080103,  0416090010,  0416090028, 
0416090036,  0416090044,  0416090052,  0416090060,  0416090079,  0416090087,  0416090095,  0416090109, 
0416110010,  0416110029,  0416110037,  0416110045,  0416110053,  0416120024,  0416120032,  0416120040, 
0416130011,  0416130020,  0416130038,  0416130046,  0416130054,  0416130062,  0505010011,  0505010020, 
0505010038,  0505010046,  0505010054,  0505010062,  0505010070,  0505010089,  0505010097,  0505010100, 
0505010119,  0505020041,  0505020050,  0505020068,  0505020076,  0505020084,  0505020092,  0505020106, 
0505020114, 0505020122, 0506020010, 0506020029, 0506020037, 0506020045 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

68 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para 
não residentes 

Conceituação 
Percentual da capacidade líquida de realizar procedimentos ambulatoriais de média complexidade
selecionados, para não residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação
ao total realizado, para não residentes, pela rede SUS de todos os municípios brasileiros, no ano
considerado.
Capacidade líquida consiste na real capacidade, que tem a rede SUS localizada em determinado
município, de realizar procedimentos ambulatoriais de média complexidade selecionados para não
residentes, depois que realizasse todo o atendimento para os mesmos procedimentos destinados aos
seus residentes, isto é, depois de descontados da produção total de procedimentos ambulatoriais de
média complexidade selecionados, todos os procedimentos destinados aos seus residentes,
realizados tanto no próprio município, quanto em outros municípios.

Interpretação 

Mede a capacidade líquida nacional do município em realizar procedimentos ambulatoriais de


média complexidade selecionados para não residentes permitindo a comparação dessa capacidade
entre todos os municípios brasileiros, independente do porte.

Busca valorizar a capacidade do município em ser polo de referência, regional, estadual e nacional,
para a atenção ambulatorial de média complexidade aos demais municípios, que não têm ou têm
capacidade insuficiente para atender seus munícipes, nesse nível da atenção.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais da capacidade de produção de procedimentos


ambulatoriais de média complexidade selecionados, de determinados municípios, para usuários do
SUS residentes em outros municípios, identificando situações de insuficiências e tendências que
demandem ações e estudos específicos.

Contribuir para avaliar a adequação do volume de procedimentos ambulatoriais de média


complexidade às necessidades da atenção regionalizada de uma população.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

69 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a


atenção regionalizada de média complexidade ambulatorial de responsabilidade das três esferas de
gestão do SUS.

Limitações 
Este indicador só avalia municípios que possuem capacidade para realizar procedimentos
ambulatoriais de média complexidade selecionados para não residentes.
Por ter como denominador a produção para não residentes de todos os municípios brasileiros, o
indicador não mede a capacidade relativa de um município em ser polo de referência em sua região
de saúde.

Fonte 
Ministério da Saúde - Sistema de Informação Ambulatorial - SIA

Método de Cálculo 
Total de procedimentos ambulatoriais de média complexidade
selecionados realizados pela rede SUS no município, subtraído a soma
de procedimentos de média complexidade selecionados destinados aos
seus residentes, realizados tanto no próprio município, quanto em
outros municípios, no ano de atendimento considerado.
x 100
Total de procedimentos ambulatoriais de média complexidade
selecionados, destinados aos não residentes, realizados por todos os
municípios brasileiros, no ano de atendimento considerado.

Observação: Se numerador menor que zero (0), o resultado é feito


igual a zero (0).

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 
Em construção

Parâmetro 
0,9% = média dos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à Atenção Ambulatorial
e Hospitalar de Média a Alta complexidade

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

70 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Pontuação 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em
relação ao parâmetro.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

71 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Anexo 1 – Lista de procedimentos ambulatoriais de média complexidade selecionados usados no


numerador e denominador

Os critérios de seleção desses procedimentos:


• Restringem-se aos procedimentos registrados no Boletim de Produção individualizada –
BPAI do SIA.
• Excluídos os procedimentos cuja unidade é menor do que um exame ou terapia por paciente.
Exemplo procedimentos que contam campos, imagens, unidades de medicamentos, próteses,
sessões de terapias, etc.; excluindo todos os procedimentos de fisioterapia, atenção à Saúde
Mental, e todo o Grupo 6 - Medicamentos e Grupo 7 - Órteses, próteses e materiais
especiais, da Tabela de Procedimentos Unificada
• Excluídos os procedimentos relacionados à gestão ou administrativos:  Grupo  08 - Ações
complementares da atenção à saúde, da Tabela de Procedimentos Unificada.

Critérios de seleção dos dados 
• Ano de atendimento (seleção do último ano do período avaliado de três anos usados no
indicador Razão de procedimentos de média complexidade selecionados e população
residente); Complexidade do procedimento = Média complexidade;

0201010097 BIOPSIA DE CONJUNTIVA 
0201010119 BIOPSIA DE CORNEA 
0201010151 BIOPSIA DE ENDOMETRIO 
0201010160 BIOPSIA DE ENDOMETRIO POR ASPIRACAO MANUAL INTRA‐UTERINA 
0201010186 BIOPSIA DE ESCLERA 
0201010240 BIOPSIA DE IRIS, CORPO CILIAR, RETINA, COROIDE E VITREO 
0201010569 BIOPSIA/EXERESE DE NODULO DE MAMA 
0201010585 PUNCAO ASPIRATIVA DE MAMA POR AGULHA FINA 
0201010607 PUNCAO DE MAMA POR AGULHA GROSSA 
0201010666 BIOPSIA DO COLO UTERINO 
0202030059 DETECCAO DE RNA DO VIRUS DA HEPATITE C (QUALITATIVO) 
0202030237 IMUNOFENOTIPAGEM DE HEMOPATIAS MALIGNAS (POR MARCADOR) 
0202030679 PESQUISA DE ANTICORPOS CONTRA O VIRUS DA HEPATITE C (ANTI‐HCV) 
0202031080 QUANTIFICACAO DE RNA DO VIRUS DA HEPATITE C 
0202110028 DETECCAO MOLECULAR DE MUTACAO EM HEMOGLOBINOPATIAS (CONFIRMATORIO) 
0202110036 DETECCAO MOLECULAR EM FIBROSE CISTICA (CONFIRMATORIO) 
0203010019 EXAME CITOPATOLOGICO CERVICO‐VAGINAL/MICROFLORA 
0203010043 EXAME CITOPATOLOGICO DE MAMA 
0203020014 DETERMINACAO DE RECEPTORES TUMORAIS HORMONAIS 
0203020065 EXAME ANATOMOPATOLOGICO DE MAMA ‐ BIOPSIA 
0203020073 EXAME ANATOMOPATOLOGICO DE MAMA ‐ PECA CIRURGICA 
0203020081 EXAME ANATOMO‐PATOLOGICO DO COLO UTERINO ‐ BIOPSIA 
0204030030 MAMOGRAFIA UNILATERAL 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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72 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0204030048 MARCACAO PRE‐CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE MAMA ASSOCIADA A MAMOGRAFIA 
0204030161 RADIOGRAFIA DE TORAX (PA PADRAO OIT) 
0204030188 MAMOGRAFIA BILATERAL PARA RASTREAMENTO 
0205010032 ECOCARDIOGRAFIA TRANSTORACICA 
0205020097 ULTRA‐SONOGRAFIA MAMARIA BILATERAL 
0205020194 MARCACAO DE LESAO PRE‐CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE MAMA ASSOCIADA A ULTRA‐SONOGRAFIA 
0211030015 AVALIACAO CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 
0211030023 AVALIACAO CINETICA, CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 
0211030031 AVALIACAO DE EQUILIBRIO ESTATICO EM PLACA DE FORCA 
0211030040 AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA 
0211030058 AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA C/ TRANSDUTORES MICROPROCESSADOS 
0211030066 AVALIACAO DE MOVIMENTO (POR IMAGEM) 
0211030074 AVALIACAO FUNCIONAL MUSCULAR 
0211030082 ELETRODIAGNOSTICO CINETICO FUNCIONAL 
0211030090 ELETROMIOGRAFIA DINAMICA, AVALIACAO CINETICA, CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 
0211070092 AVALIACAO P/ DIAGNOSTICO DE DEFICIENCIA AUDITIVA 
0211070297 REAVALIACAO DIAGNOSTICA DE DEFICIENCIA AUDITIVA EM PACIENTE MAIOR DE 3 ANOS 
0211070319 SELECAO E VERIFICACAO DE BENEFICIO DO AASI 
0301010102 CONSULTA PARA DIAGNOSTICO DE GLAUCOMA (TONOMETRIA, FUNDOSCOPIA E CAMPIMETRIA) 
0301020019 ACOMPANHAMENTO DE PACIENTE PORTADOR DE AGRAVOS RELACIONADOS AO TRABALHO 
0301020027 ACOMPANHAMENTO DE PACIENTE PORTADOR DE SEQUELAS RELACIONADAS AO TRABALHO 
0301070156 AVALIA€ÇO MULTIPROFISSIONAL EM DEFICIÒNCIA VISUAL 
0303050012 ACOMPANHAMENTO E AVALIACAO DE GLAUCOMA POR FUNDOSCOPIA E TONOMETRIA 
0303050128 CONSULTA OFTALMOLàGICA ‐ PROJETO OLHAR BRASIL 
0303080108 FOTOTERAPIA (POR SESSAO) 
0303080116 FOTOTERAPIA COM FOTOSSENSIBILIZA€ÇO (POR SESSAO) 
0304010103 IMPLANTA€ÇO DE HALO PARA RADIOCIRURGIA 
0401020088 EXERESE DE CISTO SACRO‐COCCIGEO 
0403050014 ALCOOLIZACAO DE NERVO CRANIANO 
0403050081 NEUROTOMIA PERCUTANEA DE NERVOS PERIFERICOS POR AGENTES QUIMICOS 
0404010016 ADENOIDECTOMIA 
0404010032 AMIGDALECTOMIA C/ ADENOIDECTOMIA 
0404010415 TURBINECTOMIA 
0405010036 DACRIOCISTORRINOSTOMIA 
0405010117 RECONSTITUICAO DE CANAL LACRIMAL 
0405010125 RECONSTITUICAO PARCIAL DE PALPEBRA COM TARSORRAFIA 
0405020015 CORRECAO CIRURGICA DE ESTRABISMO (ACIMA DE 2 MUSCULOS) 
0405020023 CORRECAO CIRURGICA DO ESTRABISMO (ATE 2 MUSCULOS) 
0405030029 BIOPSIA DE TUMOR INTRA OCULAR 
0405030045 FOTOCOAGULACAO A LASER 
0405030193 PAN‐FOTOCOAGULA€ÇO DE RETINA A LASER 
0405030215 RETINOPEXIA PNEUMATICA 
0405030223 REMO€ÇO DE OLEO DE SILICONE 
0405030231 REMO€ÇO DE IMPLANTE EPISCLERAL 
0405040067 ENUCLEACAO DE GLOBO OCULAR 
0405040075 EVISCERACAO DE GLOBO OCULAR 
0405040202 TRATAMENTO DE PTOSE PALPEBRAL 
0405040210 REPOSICIONAMENTO DE LENTE INTRAOCULAR 
0405050011 CAPSULECTOMIA POSTERIOR CIRURGICA 

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73 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0405050097 FACECTOMIA C/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR 
0405050100 FACECTOMIA S/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR 
0405050119 FACOEMULSIFICACAO C/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR RIGIDA 
0405050151 IMPLANTE SECUNDARIO DE LENTE INTRA‐OCULAR ‐ LIO 
0405050224 RECONSTITUICAO DE FORNIX CONJUNTIVAL 
0405050399 TRATAMENTO CIRéRGICO DE DEISCÒNCIA DE SUTURA DE CàRNEA 
0406020620 RETIRADA DE CATETER DE LONGA PERMANENCIA SEMI OU TOTALMENTE  IMPLANTµVEL 
0407020225 EXCISAO DE LESAO / TUMOR ANU‐RETAL 
0409010170 INSTALACAO ENDOSCOPICA DE CATETER DUPLO J 
0409010294 NEFROSTOMIA PERCUTANEA 
0409040142 ORQUIECTOMIA SUBCAPSULAR BILATERAL 
0409040215 TRATAMENTO CIRURGICO DE HIDROCELE 
0409040240 VASECTOMIA 
0409050083 POSTECTOMIA 
0409060046 CURETAGEM SEMIOTICA C/ OU S/ DILATACAO DO COLO DO UTERO 
0409060089 EXERESE DA ZONA DE TRANSFORMACAO DO COLO UTERINO 
0409060178 HISTEROSCOPIA CIRURGICA C/ RESSECTOSCOPIO 
0409070157 EXERESE DE GLANDULA DE BARTHOLIN / SKENE 
0411010018 DESCOLAMENTO MANUAL DE PLACENTA 
0413040232 TRATAMENTO CIRURGICO NAO ESTETICO DA ORELHA 
0505010127 TRANSPLANTE DE ESCLERA 

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74 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de internações de média complexidade para não residentes 

Conceituação 
Percentual da capacidade líquida de realizar internações de média complexidade, para não
residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação ao total realizado para
não residentes, pela rede SUS de todos os municípios brasileiros, no ano considerado.
Capacidade líquida consiste na real capacidade, que tem a rede SUS localizada em determinado
município, de realizar internações de média complexidade para não residentes, depois que realizasse
todo o atendimento para os mesmos procedimentos destinados aos seus residentes, isto é, depois de
descontados da produção total de internações de média complexidade, todos os procedimentos
destinados aos seus residentes, realizados tanto no próprio município, quanto em outros municípios.

Interpretação 

Mede a capacidade líquida nacional do município em realizar internações de média complexidade,


para não residentes, permitindo a comparação dessa capacidade entre todos os municípios
brasileiros, independente do porte.

Busca valorizar a capacidade do município em ser polo de referência, regional, estadual e nacional,
para a atenção hospitalar de média complexidade, aos demais municípios, que não têm ou têm
capacidade insuficiente para atender seus munícipes, nesse nível da atenção.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais da capacidade de produção de internações de média


complexidade, de determinados municípios, para usuários do SUS residentes em outros municípios,
identificando situações de insuficiências e tendências que demandem ações e estudos específicos.

Contribuir para avaliar a adequação do volume das internações de média complexidade às


necessidades da atenção regionalizada de uma população.

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a


atenção regionalizada de média complexidade hospitalar de responsabilidade das três esferas de
gestão do SUS.

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 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

75 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Limitações 
Este indicador só avalia municípios que possuem capacidade para realizar internações de média
complexidade para não residentes.
Por ter como denominador a produção para não residentes de todos os municípios brasileiros, o
indicador não mede a capacidade relativa de um município em ser polo de referência em sua região
de saúde.

Fonte 
Ministério da Saúde - Sistema de Informação Ambulatorial - SIA

Método de Cálculo 
Total de internações de média complexidade realizadas pela rede SUS
no município, subtraído a soma das internações de média
complexidade destinadas aos seus residentes, realizadas tanto no
próprio município, quanto em outros municípios, no ano de internação
considerado.
x 100
Total de internações de média complexidade, destinadas aos não
residentes, realizados por todos os municípios brasileiros, no ano de
internação considerado.

Observação: Se numerador menor que zero (0), o resultado é feito


igual a zero (0).

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 
Em construção

Parâmetro 
0,72% = média dos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à Atenção Ambulatorial
e Hospitalar de Média a Alta Complexidade

Pontuação 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10

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76 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em


relação ao parâmetro.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Anexo 1 – Lista de procedimentos das internações de média complexidade selecionados usados no


numerador e denominador

Os critérios de seleção desses procedimentos:


• Consiste no rol de procedimentos clínicos, cirúrgicos e obstétricos classificados como de
média complexidade na Tabela de Procedimentos Unificada.
• Excluídos os procedimentos relativos às internações psiquiátricas, isto os contidos na Forma
de Organização 030317 - Tratamento dos transtornos mentais e comportamentais, na Tabela
de Procedimentos Unificada.
• Excluídos os procedimentos relativos a atendimentos que não caracterizam internações do
Subgrupo 0301 como: Internação domiciliar, Diagnósticos e/ou atendimentos de Urgência,
Atendimento em geriatria, da Tabela de Procedimentos Unificada.
• Excluídos os procedimentos prévios aos transplantes dos Subgrupos: 0501 - Coleta e exames
para fins de doação de órgãos, tecidos e células e de transplante; 0502 - Avaliação de morte
encefálica; 0503 - Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante e 0504 -
Processamento de tecidos para transplante, da Tabela de Procedimentos Unificada.
• Excluídos os procedimentos do Grupo 6 - Medicamentos e Grupo 7 -Órteses, próteses e
materiais especiais, da Tabela de Procedimentos Unificada
• Excluídos os procedimentos relacionados à gestão ou administrativos:  Grupo  08 - Ações
complementares da atenção à saúde, da Tabela de Procedimentos Unificada.

Critérios de seleção dos dados 
• Ano de internação (seleção do último ano do período avaliado de três anos usados no
indicador Razão de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade e população
residente); Tipo de AIH = Normal; Complexidade do procedimento = Média complexidade;

0303010010  TRATAMENTO DE DENGUE CLÁSSICA 
0303010029  TRATAMENTO DE DENGUE HEMORRÁGICA 
0303010037  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENÇAS BACTERIANAS 
0303010045  TRATAMENTO DE DOENÇAS BACTERIANAS ZOONÓTICAS 
0303010053  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENÇAS DEVIDAS A PROTOZOÁRIOS (B55 a B64) 
0303010061  TRATAMENTO DE DOENÇAS INFECCIOSAS E INTESTINAIS 
0303010070  TRATAMENTO DE FEBRES POR ARBOVÍRUS E FEBRES HEMORRÁGICAS VIRAIS 
0303010088  TRATAMENTO DE HANSENÍASE 
0303010096  TRATAMENTO DE HANTAVIROSE 
0303010100  TRATAMENTO DE HELMINTÍASES (B65 a B83) 
0303010118  TRATAMENTO DE HEPATITES VIRAIS 
0303010126  TRATAMENTO DE INFECÇÕES DE TRANSMISSÃO PREDOMINANTEMENTE SEXUAL (A50 A A64) 
0303010134  TRATAMENTO DE INFECÇÕES VIRAIS CARACTERIZADAS POR LESÕES DE PELE E MUCOSAS (B00 A B09) 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0303010142  TRATAMENTO DE INFECÇÕES VIRAIS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL 
0303010150  TRATAMENTO DE MALÁRIA 
0303010169  TRATAMENTO DE MICOSES (B35 A B49) 
0303010177  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENÇAS CAUSADAS POR CLAMÍDIAS(A70 A A74) 
0303010185  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENÇAS CAUSADAS POR ESPIROQUETAS (A65 A A69) 
0303010193  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS (B25 A B34) 
0303010207  TRATAMENTO DE POLIOMIELITE PARALÍTICA AGUDA 
0303010215  TRATAMENTO DE TUBERCULOSE (A15 a A19) 
0303020032  TRATAMENTO DE ANEMIA APLASTICA E OUTRAS ANEMIAS 
0303020040  TRATAMENTO DE ANEMIA HEMOLITICA 
0303020059  TRATAMENTO DE ANEMIAS NUTRICIONAIS 
0303020067  TRATAMENTO DE DEFEITOS DA COAGULACAO PURPURA E OUTRAS AFECCOES HEMORRAGICAS 
0303020075  TRATAMENTO DE HEMOFILIAS 
0303020083  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO SANGUE E DOS ORGAOS HEMATOPOETICOS 
0303030011  TRATAMENTO DA FIBROSE CISTICA 
0303030020  TRATAMENTO DE DESNUTRICAO 
0303030038  TRATAMENTO DE DIABETES MELLITUS 
0303030046  TRATAMENTO DE DISTURBIOS METABOLICOS 
0303030054  TRATAMENTO DE TRANSTORNOS DA GLANDULA TIREOIDE 
0303030062  TRATAMENTO DE TRANSTORNOS DE OUTRAS GLANDULAS ENDOCRINAS 
0303040025  INTERNACAO P/ O TRATAMENTO MEDICAMENTOSO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA 
0303040033  TRATAMENTO  DA MIGRANEA COMPLICADA 
0303040041  TRATAMENTO  CLINICO DE ABCESSO CEREBRAL 
0303040050  TRATAMENTO  CLINICO DE COREIA AGUDA 
0303040076  TRATAMENTO CONSERVADOR DA HEMORRAGIA CEREBRAL 
0303040084  TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO (GRAU LEVE) 
0303040092  TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO (GRAU MEDIO) 
0303040130  TRATAMENTO CLINICO DAS MIELITES / MIELOPATIAS 
0303040149  TRATAMENTO DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ‐ AVC (ISQUEMICO  OU HEMORRAGICO AGUDO) 
0303040157  TRATAMENTO DE COMPLICACOES DA HIDROCEFALIA 
0303040165  TRATAMENTO DE CRISES EPILETICAS NAO CONTROLADAS 
0303040173  TRATAMENTO DE DISTROFIAS MUSCULARES 
0303040181  TRATAMENTO DE DOENCA DE PARKINSON 
0303040190  TRATAMENTO DE DOENCA DOS NEURONIOS MOTORES CENTRAIS C/ OU S/ AMIOTROFIAS 
0303040203  TRATAMENTO DE DOENCAS NEURO‐DEGENERATIVAS 
0303040211  TRATAMENTO DE ENCEFALOPATIA HIPERTENSIVA 
0303040220  TRATAMENTO DE ESCLEROSE GENERALIZADA PROGRESSIVA 
0303040238  TRATAMENTO DE FRATURA DA COLUNA VERTEBRAL C/ LESAO DA MEDULA ESPINHAL 
0303040246  TRATAMENTO DE INTERCORRENCIAS DE DOENCAS NEUROMUSCULARES 
0303040254  TRATAMENTO DE MIASTENIA GRAVE 
0303040262  TRATAMENTO DE POLINEUROPATIAS 
0303040270  TRATAMENTO DE POLIRRADICULONEURITE DESMIELINIZANTE AGUDA 
0303040289  TRATAMENTO DE SURTO DE ESCLEROSE MULTIPLA 
0303040297  TRATAMENTO DE PROCESSO TOXI‐INFECCIOSO DO CEREBRO OU DA MEDULA ESPINHAL 
0303050136  TRATAMENTO CLÍNICO DE INTERCORRÊNCIAS OFTALMOLÓGICAS 
0303050144  TRATAMENTO CLÍNICO DE INTERCORRÊNCIAS OFTALMOLÓGICAS DE ORIGEM INFECCIOSA 
0303060018  TRATAMENTO DE ANEURISMA DA AORTA 
0303060026  TRATAMENTO DE ARRITMIAS 
0303060034  TRATAMENTO DE CARDIOPATIA HIPERTROFICA 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0303060042  TRATAMENTO DE CARDIOPATIA ISQUEMICA CRONICA 
0303060050  TRATAMENTO DE CHOQUE ANAFILATICO 
0303060069  TRATAMENTO DE CHOQUE CARDIOGENICO 
0303060077  TRATAMENTO DE CHOQUE HIPOVOLEMICO 
0303060085  TRATAMENTO DE COMPLICACOES CARDIACAS POS‐CIRURGIA 
0303060093  TRATAMENTO DE COMPLICACOES DE DISPOSITIVOS PROTETICOS IMPLANTES E ENXERTOS CARDIACOS E VALVULARES 
0303060107  TRATAMENTO DE CRISE HIPERTENSIVA 
0303060115  TRATAMENTO DE DOENCA REUMATICA C/ COMPROMETIMENTO CARDIACO 
0303060123  TRATAMENTO DE DOENCA REUMATICA S/ CARDITE 
0303060131  TRATAMENTO DE EDEMA AGUDO DE PULMAO 
0303060140  TRATAMENTO DE EMBOLIA PULMONAR 
0303060158  TRATAMENTO DE ENDOCARDITE INFECCIOSA EM PROTESE VALVAR 
0303060166  TRATAMENTO DE ENDOCARDITE INFECCIOSA EM VALVULA NATIVA 
0303060174  TRATAMENTO DE HIPERTENSAO PULMONAR 
0303060182  TRATAMENTO DE HIPERTENSAO SECUNDARIA 
0303060190  TRATAMENTO DE INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO 
0303060204  TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA ARTERIAL C/ ISQUEMIA CRITICA 
0303060212  TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA 
0303060220  TRATAMENTO DE LINFADENITES INESPECIFICAS 
0303060239  TRATAMENTO DE MIOCARDIOPATIAS 
0303060247  TRATAMENTO DE OUTRAS VASCULOPATIAS 
0303060255  TRATAMENTO DE PARADA CARDIACA C/ RESSUSCITACAO 
0303060263  TRATAMENTO DE PE DIABETICO COMPLICADO 
0303060271  TRATAMENTO DE PERICARDITE 
0303060280  TRATAMENTO DE SINDROME CORONARIANA AGUDA 
0303060298  TRATAMENTO DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA 
0303060301  TRATAMENTO DE VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES C/ ULCERA 
0303070021  HEMOPERFUSAO 
0303070064  TRATAMENTO DE DOENCAS DO ESOFAGO ESTOMAGO E  DUODENO 
0303070072  TRATAMENTO DE DOENCAS DO FIGADO 
0303070080  TRATAMENTO DE DOENCAS DO PERITONIO 
0303070099  TRATAMENTO DE ENTERITES E COLITES NAO INFECCIOSAS 
0303070102  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO APARELHO DIGESTIVO 
0303070110  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO INTESTINO 
0303070129  TRATAMENTO DE TRANSTORNOS DAS VIAS BILIARES E  PANCREAS 
0303080043  TRATAMENTO DE AFECCOES BOLHOSAS 
0303080051  TRATAMENTO DE DERMATITES E ECZEMAS 
0303080060  TRATAMENTO DE ESTAFILOCOCCIAS 
0303080078  TRATAMENTO DE ESTREPTOCOCCIAS 
0303080086  TRATAMENTO DE FARMACODERMIAS 
0303080094  TRATAMENTO DE OUTRAS AFECCOES DA PELE E DO TECIDO SUBCUTANEO 
0303090014  ARTROCENTESE DE GRANDES ARTICULACOES 
0303090022  ARTROCENTESE DE PEQUENAS ARTICULACOES 
0303090049  INSTALACAO DE TRACAO CUTANEA 
0303090120  TRATAMENTO CONSERVADOR  DE FRATURA  NA CINTURA ESCAPULAR  (C/ IMOBILIZACAO) 
0303090138  TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURA / LESAO LIGAMENTAR / ARRANCAMENTO OSSEO AO NIVEL DA PELVE 
0303090146  TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURA DE COSTELAS 
0303090170  TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURA DE OSSOS DA FACE 
0303090189  TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURA DO ESTERNO 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0303090197  TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURA DOS ANEIS PELVICOS 
0303090200  TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURA EM MEMBRO INFERIOR C/ IMOBILIZACAO 
0303090227  TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURA EM MEMBRO SUPERIOR C/ IMOBILIZACAO 
0303090235  TRATAMENTO CONSERVADOR DE LESAO DA COLUNA TORACO‐LOMBO‐SACRA C/ ORTESE 
0303090243  TRATAMENTO CONSERVADOR DE LESAO DA COLUNA TORACO‐LOMBO‐SACRA S/ IMOBILIZACAO 
0303090294  TRATAMENTO CONSERVADOR DE LUMBAGO OU DORSALGIA REFRATARIOS 
0303090316  TRATAMENTO DAS POLIARTROPATIAS INFLAMATORIAS 
0303100010  TRAT COMPLICACOES REL PREDOM PUERPERIO 
0303100028  TRAT ECLAMPSIA 
0303100036  TRAT EDEMA,PROT,TRANS HIP GRAV PART PUER 
0303100044  TRAT INTERCORRENCIAS CLINICAS GRAVIDEZ 
0303100052  TRAT MOLA HIDATIFORME 
0303110015  TRATAMENTO DAS MALFORMACOES E DEFORMIDADES CONGENITAS DO SISTEMA OSTEOMUSCULAR 
0303110023  TRATAMENTO DE ANOMALIAS CROMOSSOMICAS NAO CLASSIFICADAS EM OUTRA PARTE 
0303110031  TRATAMENTO DE ESPINHA BIFIDA 
0303110040  TRATAMENTO DE MALFORMACOES CONGENITAS DO APARELHO CIRCULATORIO 
0303110058  TRATAMENTO DE FENDA LABIAL E/OU FENDA PALATINA 
0303110066  TRATAMENTO DE MALFORMACOES CONGENITAS DO APARELHO URINARIO 
0303110074  TRATAMENTO DE MALFORMACOES CONGENITAS DOS ORGAOS GENITAIS 
0303110082  TRATAMENTO DE NEUROFIBROMATOSE 
0303110090  TRATAMENTO DE OUTRAS ANOMALIAS CONGENITAS DO SISTEMA NERVOSO 
0303110104  TRATAMENTO DE OUTRAS MALFORMACOES CONGENITAS 
0303110112  TRATAMENTO DE OUTRAS MALFORMACOES CONGENITAS DO APARELHO DIGESTIVO 
0303120037  TRATAMENTO DE  HIPERTIROIDISMO 
0303120045  TRATAMENTO DE CARDIOTOXICOSE POR HIPERTIROIDISMO (ATE 50 MCI) 
0303130016  ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS DEVIDO A CAUSAS EXTERNAS 
0303130024  ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES CARDIOVASCULARES 
0303130032  ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES PNEUMOLOGICAS 
0303130040  TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES DECORRENTES DA AIDS 
0303130059  TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES NEUROLOGICAS 
0303130067  TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES ONCOLOGICAS 
0303130075  TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES OSTEOMUSCULARES E DO TECIDO CONJUNTIVO 
0303130083  TRATAMENTO DE PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS EM HANSENIASE 
0303140020  TRATAMENTO DA FIBROSE CISTICA COM MANIFESTACOES PULMONARES 
0303140038  TRATAMENTO DAS AFECCOES NECROTICAS E SUPURATIVAS DAS VIAS AEREAS INFERIORES 
0303140046  TRATAMENTO DAS DOENCAS CRONICAS DAS VIAS AEREAS INFERIORES 
0303140054  TRATAMENTO DAS DOENCAS PULMONARES DEVIDO A AGENTES EXTERNOS 
0303140062  TRATAMENTO DE CARDIOPATIA PULMONAR NAO ESPECIFICADA (COR PULMONALE) 
0303140070  TRATAMENTO DE DOENCA DO OUVIDO EXTERNO MEDIO E DA MASTOIDE 
0303140089  TRATAMENTO DE DOENCAS RESPIRATORIAS QUE AFETAM PRINCIPALMENTE O INTERSTICIO 
0303140097  TRATAMENTO DE HEMORRAGIAS DAS VIAS RESPIRATORIAS 
0303140100  TRATAMENTO DE INFECCOES AGUDAS DAS VIAS AEREAS SUPERIORES 
0303140119  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DA PLEURA 
0303140127  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DAS VIAS AEREAS SUPERIORES 
0303140135  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO APARELHO RESPIRATORIO 
0303140143  TRATAMENTO DE OUTRAS INFECCOES AGUDAS DAS VIAS AEREAS INFERIORES 
0303140151  TRATAMENTO DE PNEUMONIAS OU INFLUENZA (GRIPE) 
0303150017  TRATAMENTO DE DOENCAS DOS ORGAOS GENITAIS MASCULINOS 
0303150025  TRATAMENTO DE DOENCAS GLOMERULARES 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

81 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0303150033  TRATAMENTO DE DOENCAS INFLAMATORIAS DOS ORGAOS PELVICOS FEMININOS 
0303150041  TRATAMENTO DE DOENCAS RENAIS TUBULO‐INTERSTICIAIS 
0303150050  TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO APARELHO URINARIO 
0303150068  TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS DO RIM E DO URETER 
0303160012  TRATAMENTO DE ENTERITE NECROSANTE DO FETO E DO RECEM‐NASCIDO 
0303160020  TRATAMENTO DE INFECCOES ESPECIFICAS DO PERIODO PERINATAL 
0303160039  TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS ORIGINADOS NO PERIODO PERINATAL 
0303160047  TRATAMENTO DE TRANSTORNOS HEMORRAGICOS E HEMATOLOGICOS DO FETO E DO RECEM‐NASCIDO 
0303160055  TRATAMENTO DE TRANSTORNOS RELACIONADOS C/ A DURACAO DA GESTACAO E C/ O CRESCIMENTO FETAL 
0303160063  TRATAMENTO DE TRANSTORNOS RESPIRATORIOS E CARDIOVASCULARES ESPECIFICOS DO PERIODO NEONATAL 
0303160071  TRATAMENTO DE TRAUMATISMO DE PARTO NO NEONATO 
0303190019  TRATAMENTO EM REABILITACAO 
0304010111  INTERNACAO P/ RADIOTERAPIA EXTERNA (COBALTOTERAPIA / ACELERADOR LINEAR) 
0304100013  TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS DE PACIENTE ONCOLÓGICO 
0304100021  TRATAMENTO CLÍNICO DE PACIENTE ONCOLÓGICO 
0305020013  TRATAMENTO DA PIELONEFRITE 
0305020021  TRATAMENTO DE CALCULOSE RENAL 
0305020030  TRATAMENTO DE HIPERTENSAO NEFROGENA E RENOVASCULAR 
0305020048  TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA RENAL AGUDA 
0305020056  TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA RENAL CRONICA 
0306020025  APLICACAO DE FATOR IX DE COAGULACAO 
0306020033  APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO 
0306020041  SANGRIA TERAPEUTICA 
0306020068  TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS 
0306020076  TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS 
0306020084  TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 
0306020114  TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO 
0306020122  TRANSFUSAO DE SANGUE / COMPONENTES IRRADIADOS 
0306020149  TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL 
0308010019  TRATAMENTO  DE TRAUMATISMOS DE LOCALIZACAO ESPECIFICADA / NAO ESPECIFICADA 
0308010027  TRATAMENTO DE EFEITOS DE ASFIXIA / OUTROS RISCOS A RESPIRACAO 
0308010035  TRATAMENTO DE TRAUMATISMOS C/ LESAO DE ORGAO INTRA‐TORACICO E INTRA‐ABDOMINAL 
0308010043  TRATAMENTO DE TRAUMATISMOS ENVOLVENDO MULTIPLAS REGIOES DO CORPO 
0308020022  TRATAMENTO DE EFEITOS DO CONTATO C/ ANIMAIS E PLANTAS VENENOSOS 
0308020030  TRATAMENTO DE INTOXICACAO OU ENVENENAMENTO POR EXPOSICAO A MEDICAMENTO E SUBSTANCIAS DE USO NAO MEDICINAL 
0308030010  TRATAMENTO DE EFEITOS DA PENETRACAO DE CORPO ESTRANHO EM ORIFICIO NATURAL 
0308030028  TRATAMENTO DE EFEITOS DE OUTRAS CAUSAS EXTERNAS 
0308030036  TRATAMENTO DE QUEIMADURAS CORROSOES E GELADURAS 
0308040015  TRATAMENTO DE COMPLICACOES DE PROCEDIMENTOS CIRURGICOS OU CLINICOS 
0308040023  TRATAMENTO DE EVENTOS ADVERSOS POS‐VACINAIS 
0309030056  DILATACAO DE URETRA (POR SESSAO) 
0309030099  INSTILACAO DE URETRA E BEXIGA 
0309030145  MASSAGEM DE PROSTATA (POR SESSAO) 
0309040019  AVALIACAO DE MARCAPASSO 
0309040027  CARDIOVERSAO ELETRICA 
0309060010  INSTALAÇÃO DE CATETER DUPLO LUMEN POR PUNÇÃO 
0309060036  INSTALACAO DE CATETER MONO LUMEN POR PUNCAO 
0310010020  ATEND AO RECEM‐NASCIDO EM SALA DE PARTO 
0310010039  PARTO NORMAL 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

82 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0310010047  PARTO NORMAL EM GESTACAO DE ALTO RISCO 
0401010015  CURATIVO  GRAU II  C/ OU S/ DEBRIDAMENTO (POR PACIENTE) 
0401010040  ELETROCOAGULACAO DE LESAO CUTANEA 
0401010058  EXCISAO DE LESAO E/OU SUTURA DE FERIMENTO DA PELE ANEXOS E MUCOSA 
0401010104  INCISAO E DRENAGEM DE ABSCESSO 
0401020010  ENXERTO COMPOSTO 
0401020029  ENXERTO DERMO‐EPIDERMICO 
0401020037  ENXERTO LIVRE DE PELE TOTAL 
0401020045  EXCISAO E ENXERTO DE PELE (HEMANGIOMA, NEVUS OU TUMOR ) 
0401020053  EXCISAO E SUTURA DE LESAO NA PELE C/ PLASTICA EM Z OU ROTACAO DE RETALHO 
0401020061  EXERESE DE CISTO BRANQUIAL 
0401020070  EXERESE DE CISTO DERMOIDE 
0401020088  EXERESE DE CISTO SACRO‐COCCIGEO 
0401020096  EXERESE DE CISTO TIREOGLOSSO 
0401020100  EXTIRPACAO E SUPRESSAO DE LESAO DE PELE E DE TECIDO CELULAR SUBCUTANEO 
0401020118  HOMOENXERTIA (ATO CIRURGICO PRE E POS‐OPERATORIO) 
0401020126  TRATAMENTO CIRURGICO DE ESCALPO PARCIAL 
0401020134  TRATAMENTO CIRURGICO DE ESCALPO TOTAL 
0401020142  TRATAMENTO CIRURGICO DE HIPERCERATOSE PLANTAR (C/ CORRECAO PLASTICA) 
0401020150  TRATAMENTO CIRURGICO DO SINUS PRE‐AURICULAR 
0401020169  TRATAMENTO EM ESTAGIOS SUBSEQUENTES DE ENXERTIA 
0402010019  EXTIRPACAO DE BOCIO INTRATORACICO POR VIA TRANSESTERNAL 
0402010027  PARATIREOIDECTOMIA 
0402010035  TIREOIDECTOMIA PARCIAL 
0402010043  TIREOIDECTOMIA TOTAL 
0402010051  TIREOIDECTOMIA TOTAL C/ ESVAZIAMENTO GANGLIONAR 
0402020014  SUPRARRENALECTOMIA BILATERAL 
0402020022  SUPRARRENALECTOMIA UNILATERAL 
0403010012  CRANIOPLASTIA 
0403010020  CRANIOTOMIA DESCOMPRESSIVA 
0403010039  CRANIOTOMIA DESCOMPRESSIVA DA FOSSA POSTERIOR 
0403010063  CRANIOTOMIA PARA  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO INTRACRANIANO 
0403010080  DERIVACAO RAQUE‐PERITONEAL 
0403010098  DERIVACAO VENTRICULAR EXTERNAR‐SUBGALEAL EXTERNA 
0403010101  DERIVACAO VENTRICULAR PARA PERITONEO / ATRIO / PLEURA / RAQUE 
0403010152  RESSECÇÃO DE MUCOCELE FRONTAL 
0403010160  RETIRADA DE DERIVACAO VENTRICULAR PARA PERITONEO / ATRIO / PLEURA / RAQUE 
0403010179  RETIRADA DE PLACA DE CRANIOPLASTIA 
0403010187  REVISAO DE DERIVACAO VENTRICULAR PARA PERITONEO / ATRIO / PLEURA / RAQUE 
0403010195  TRATAMENTO CIRURGICO DE ABSCESSO INTRACRANIANO 
0403010209  TRATAMENTO CIRURGICO DE CRANIOSSINOSTOSE COM SUTURA UNICA 
0403010268  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO CRANIO COM AFUNDAMENTO 
0403010276  TRATAMENTO CIRURGICO DE HEMATOMA EXTRADURAL 
0403010284  TRATAMENTO CIRURGICO DE HEMATOMA INTRACEREBRAL 
0403010306  TRATAMENTO CIRURGICO DE HEMATOMA SUBDURAL AGUDO 
0403010314  TRATAMENTO CIRURGICO DE HEMATOMA SUBDURAL CRONICO 
0403010322  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE OSTEOMIELITE DO CRÂNIO 
0403010349  TREPANACAO CRANIANA PARA PROPEDEUTICA NEUROCIRURGICA / IMPLANTE PARA MONITORIZACAO PIC 
0403010365  TREPANACAO CRANIANA PARA PROPEDEUTICA OU TERAPEUTICA NEUROCIRURGICA 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

83 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0403010390  DRENAGEM LIQUÓRICA LOMBAR EXTERNA 
0403020077  NEUROLISE NAO FUNCIONAL DE NERVOS PERIFERICOS 
0403020085  NEURORRAFIA 
0403020107  TRANSPOSICAO DO NERVO CUBITAL 
0403020123  TRATAMENTO CIRURGICO DE SINDROME COMPRESSIVA EM TUNEL OSTEO‐FIBROSO AO NIVEL DO CARPO 
0403050111  SIMPATECTOMIA LOMBAR A CEU ABERTO 
0403050120  SIMPATECTOMIA LOMBAR VIDEOCIRURGICA 
0403050138  SIMPATECTOMIA TORACICA A CEU ABERTO 
0403050146  SIMPATECTOMIA TORACICA VIDEOCIRURGICA 
0404010016  ADENOIDECTOMIA 
0404010024  AMIGDALECTOMIA 
0404010032  AMIGDALECTOMIA C/ ADENOIDECTOMIA 
0404010040  ANTROTOMIA DA MASTOIDE (DRENAGEM DE OTITE NO LACTENTE) 
0404010059  DRENAGEM DE ABSCESSO FARINGEO 
0404010067  DRENAGEM DE ABSCESSO PERIAMIGDALIANO 
0404010083  DRENAGEM DO SACO ENDO‐LINFATICO ‐ SHUNT (C/ AUDICAO POR VIA TRANSMASTOIDEA) 
0404010105  ESTAPEDECTOMIA 
0404010113  EXERESE DE PAPILOMA EM LARINGE 
0404010121  EXERESE DE TUMOR DE VIAS AEREAS SUPERIORES, FACE E PESCOCO 
0404010130  EXTIRPACAO DE TUMOR DO CAVUM E FARINGE 
0404010164  LABIRINTECTOMIA MEMBRANOSA / OSSEA COM OU S/ AUDICAO 
0404010172  LARINGECTOMIA PARCIAL 
0404010180  LARINGECTOMIA TOTAL 
0404010199  LARINGECTOMIA TOTAL C/ ESVAZIAMENTO CERVICAL 
0404010202  LARINGORRAFIA 
0404010210  MASTOIDECTOMIA RADICAL 
0404010229  MASTOIDECTOMIA SUBTOTAL 
0404010237  MICROCIRURGIA OTOLOGICA 
0404010253  PARACENTESE DO TIMPANO 
0404010288  RESSECCAO DE GLOMO TIMPANICO 
0404010318  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DE OUVIDO / FARINGE / LARINGE / NARIZ 
0404010326  SINUSOTOMIA BILATERAL 
0404010334  SINUSOTOMIA ESFENOIDAL 
0404010342  TAMPONAMENTO NASAL ANTERIOR E/OU POSTERIOR 
0404010350  TIMPANOPLASTIA (UNI / BILATERAL) 
0404010377  TRAQUEOSTOMIA 
0404010385  TRATAMENTO CIRURGICO DE ESTENOSE DO CONDUTO AUDITIVO 
0404010407  TRATAMENTO CIRURGICO DE RINITE CRONICA (OZENA) 
0404010415  TURBINECTOMIA 
0404010458  LARINGOFISSURA PARA COLOCACAO DE MOLDE NOS TRAUMATISMOS DE LARINGE 
0404010466  PAROTIDECTOMIA PARCIAL OU SUBTOTAL 
0404010474  PLÁSTICA DO CANAL DE STENON 
0404010482  SEPTOPLASTIA  PARA CORREÇÃO DE DESVIO 
0404010490  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE IMPERFURAÇÃO COANAL (UNI / BILATERAL) 
0404010504  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE PERFURAÇÃO DO SEPTO NASAL 
0404010512  SINUSOTOMIA TRANSMAXILAR 
0404010520  SEPTOPLASTIA REPARADORA NÂO ESTÉTICA 
0404010539  RESSECÇÃO DE TUMOR DO ACÚSTICO (PELA FOSSA MEDIA) 
0404010547  RESSECÇÃO DO GLOMO JUGULAR 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

84 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0404010555  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE RINOFIMA 
0404020011  ALONGAMENTO DE COLUMELA 
0404020038  CORRECAO CIRURGICA DE FISTULA ORO‐NASAL / ORO‐SINUSAL 
0404020046  CORREÇÃO CIRÚRGICA DE FÍSTULA SALIVAR COM RETALHO 
0404020054  DRENAGEM DE ABSCESSO DA BOCA E ANEXOS 
0404020062  ENXERTO TOTAL / PARCIAL INTRATEMPORAL DE NERVO FACIAL 
0404020070  RESSECÇÃO DE GLÂNDULA SALIVAR 
0404020089  EXCISÃO DE RÂNULA OU FENÔMENO DE RETENÇÃO SALIVAR 
0404020097  EXCISÃO E SUTURA DE LESÃO NA BOCA 
0404020100  EXCISÃO EM CUNHA DE LÁBIO 
0404020119  EXCISÃO PARCIAL DE LÁBIO COM ENXERTO LIVRE / ROTAÇÃO DE RETALHO 
0404020135  EXPLORAÇÃO/ DESCOMPRESSÃO TOTAL / PARCIAL DO NERVO FACIAL 
0404020143  GLOSSECTOMIA PARCIAL 
0404020160  LARINGOFISSURA P/ COLOCACAO DE MOLDE NOS TRAUMATISMOS DE LARINGE 
0404020178  MAXILECTOMIA PARCIAL 
0404020186  PAROTIDECTOMIA 
0404020194  PLASTICA DO CANAL DE STENON 
0404020208  LABIOPLASTIA PARA HIPERTROFIA DO LÁBIO 
0404020232  RECONSTRUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DE LÁBIO 
0404020275  RESSECÇÃO DE LESÃO MALIGNA E BENIGNA DA REGIÃO CRANIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404020283  RESSECÇÃO DE TUMOR DO ACÚSTICO (PELA FOSSA MÉDIA) 
0404020291  RESSECÇÃO DO CÔNDILO MANDIBULAR COM OU SEM RECONSTRUÇÃO 
0404020305  RESSECCAO DO GLOMO JUGULAR 
0404020313  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DOS OSSOS DA FACE 
0404020321  RINOPLASTIA PARA DEFEITOS PÓS‐TRAUMÁTICOS 
0404020330  SEPTOPLASTIA  P/ CORRECAO DE DESVIO 
0404020348  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE ATRESIA NARINÁRIA 
0404020356  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FÍSTULA E CISTOS ORO‐MAXILARES 
0404020364  TRATAMENTO CIRURGICO DE IMPERFURACAO COANAL (UNI / BILATERAL) 
0404020380  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE OSTEOMIELITE DE OSSOS DA FACE 
0404020399  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE PARALISIA FACIAL (SUSPENSÃO DE HEMIFACE) 
0404020402  TRATAMENTO CIRURGICO DE PERFURACAO DO SEPTO NASAL 
0404020410  TRATAMENTO CIRURGICO DE RINOFIMA 
0404020429  TRATAMENTO CIRÚRGICO DO SOALHO DA ÓRBITA 
0404020445  CONTENÇÃO DE DENTES POR SPLINTAGEM 
0404020470  RECONSTRUÇÃO DO SULCO GENGIVO‐LABIAL 
0404020488  OSTEOTOMIA DAS FRATURAS ALVEOLO‐DENTÁRIAS 
0404020496  OSTEOSSÍNTESE DE FRATURA UNILATERAL DO CÔNDILO MANDIBULAR 
0404020500  OSTEOSSÍNTESE DA FRATURA COMPLEXA DA MANDÍBULA 
0404020518  OSTEOSSÍNTESE DE FRATURA COMPLEXA DA MAXILA 
0404020526  OSTEOSSINTESE DE FRATURA DO COMPLEXO ÓRBITO‐ZIGOMÁTICO‐MAXILAR 
0404020534  OSTEOSSÍNTESE DE FRATURA DO COMPLEXO NASO‐ÓRBITO‐ETMOIDAL 
0404020542  REDUÇÃO CIRÚRGICA DE FRATURA DOS OSSOS PRÓPRIOS DO NARIZ 
0404020550  OSTEOSSÍNTESE DE FRATURA SIMPLES DE MANDÍBULA 
0404020569  ARTROPLASTIA DA ARTICULAÇÃO TÊMPORO‐MANDIBULAR (RECIDIVANTE OU NÃO) 
0404020577  REDUÇÃO DE FRATURA ALVEOLO‐DENTÁRIA SEM OSTEOSSÍNTESE 
0404020585  REDUÇÃO DE FRATURA DA MAXILA ‐ LE FORT I SEM OSTEOSSÍNTESE. 
0404020593  REDUÇÃO DE FRATURA DA MAXILA  ‐ LE FORT II, SEM OSTEOSSÍNTESE 
0404020607  REDUÇÃO DE FRATURA DA MANDÍBULA SEM OSTEOSSINTESE. 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

85 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0404020615  REDUÇÃO DE LUXAÇÃO TÊMPORO‐MANDIBULAR 
0404020623  RETIRADA DE MATERIAL DE SÍNTESE ÓSSEA / DENTÁRIA 
0404020658  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE OSTEOMA, ODONTOMA /OUTRAS LESÕES ESPECIFICADAS 
0404020666  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA DO OSSO ZIGOMATICO SEM OSTEOSSÍNTESE 
0404020674  RECONSTRUÇÃO PARCIAL DO LÁBIO TRAUMATIZADO 
0404020704  OSTEOSSÍNTESE DA FRATURA DO OSSO ZIGOMÁTICO 
0404020771  RESSECÇÃO DE LESÃO DA BOCA 
0404030033  OSTEOTOMIA DE MAXILA EM PACIENTES COM ANOMALIA CRANIO  E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030068  OSTEOPLASTIA DO MENTO COM OU SEM IMPLANTE ALOPLÁSTICO 
0404030076  LABIOPLASTIA UNILATERAL EM DOIS TEMPOS 
0404030084  ALVEOLOPLASTIA COM ENXERTO ÓSSEO EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIOFACIAL 
0404030165  RINOPLASTIA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030173  SEPTOPLASTIA EM PACIENTE  COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030181  SINUSOTOMIA TRANSMAXILAR 
0404030190  TIMPANOPLASTIA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL (UNI / BILATERAL) 
0404030319  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE MACROSTOMIA /MICROSTOMIA POR ANOMALIA CRANIOFACIAL 
0405010010  CORRECAO CIRURGICA DE ENTROPIO E ECTROPIO 
0405010028  CORRECAO CIRURGICA DE EPICANTO E TELECANTO 
0405010036  DACRIOCISTORRINOSTOMIA 
0405010079  EXERESE DE CALAZIO E OUTRAS PEQUENAS LESOES DA PALPEBRA E SUPERCILIOS 
0405010087  EXTIRPACAO DE GLANDULA LACRIMAL 
0405010117  RECONSTITUICAO DE CANAL LACRIMAL 
0405010125  RECONSTITUICAO PARCIAL DE PALPEBRA COM TARSORRAFIA 
0405010150  SONDAGEM DE CANAL LACRIMAL SOB ANESTESIA GERAL 
0405010176  SUTURA DE PALPEBRAS 
0405020015  CORRECAO CIRURGICA DE ESTRABISMO (ACIMA DE 2 MUSCULOS) 
0405020023  CORRECAO CIRURGICA DO ESTRABISMO (ATE 2 MUSCULOS) 
0405030010  APLICACAO DE PLACA RADIOATIVA EPISCLERAL 
0405030029  BIOPSIA DE TUMOR INTRA OCULAR 
0405030070  RETINOPEXIA C/ INTROFLEXAO ESCLERAL 
0405030096  SUTURA DE ESCLERA 
0405030118  TRATAMENTO CIRURGICO DE MIIASE PALPEBRAL 
0405030134  VITRECTOMIA ANTERIOR 
0405030142  VITRECTOMIA POSTERIOR 
0405030185  TERMOTERAPIA TRANSPUPILAR 
0405030193  PAN‐FOTOCOAGULAÇÃO DE RETINA A LASER 
0405030207  DRENAGEM DE HEMORRAGIA DE COROIDE 
0405040016  CORRECAO CIRURGICA DE LAGOFTALMO 
0405040067  ENUCLEACAO DE GLOBO OCULAR 
0405040075  EVISCERACAO DE GLOBO OCULAR 
0405040105  EXPLANTE DE LENTE INTRA OCULAR 
0405040121  IMPLANTE SECUNDARIO DE LENTE INTRA‐OCULAR 
0405040180  TRANSPLANTE DE PERIOSTEO EM ESCLEROMALACIA 
0405040202  TRATAMENTO DE PTOSE PALPEBRAL 
0405040210  REPOSICIONAMENTO DE LENTE INTRAOCULAR 
0405050011  CAPSULECTOMIA POSTERIOR CIRURGICA 
0405050046  CICLOCRIOCOAGULACAO / DIATERMIA 
0405050054  CICLODIALISE 
0405050097  FACECTOMIA C/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

86 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0405050100  FACECTOMIA S/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR 
0405050119  FACOEMULSIFICACAO C/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR RIGIDA 
0405050135  IMPLANTE DE PROTESE ANTI‐GLAUCOMATOSA 
0405050143  IMPLANTE INTRA‐ESTROMAL 
0405050151  IMPLANTE SECUNDARIO DE LENTE INTRA‐OCULAR ‐ LIO 
0405050216  RECOBRIMENTO CONJUNTIVAL 
0405050224  RECONSTITUICAO DE FORNIX CONJUNTIVAL 
0405050321  TRABECULECTOMIA 
0405050356  TRATAMENTO CIRURGICO DE GLAUCOMA CONGENITO 
0405050399  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE DEISCÊNCIA DE SUTURA DE CÓRNEA 
0406010102  CARDIORRAFIA 
0406010110  CARDIOTOMIA P/ RETIRADA DE CORPO ESTRANHO 
0406010129  COLOCACAO DE BALAO INTRA‐AORTICO 
0406010412  CORRECAO DE PERSISTENCIA DO CANAL ARTERIAL NO RECEM‐NASCIDO 
0406010510  DRENAGEM C/ BIOPSIA DE PERICARDIO 
0406010684  IMPLANTE DE MARCAPASSO TEMPORARIO TRANSVENOSO 
0406010722  INSTALACAO DE CATETER DE TERMODILUICAO 
0406010773  PERICARDIOCENTESE 
0406010960  TRATAMENTO DE CONTUSAO MIOCARDICA 
0406010978  TRATAMENTO DE FERIMENTO CARDIACO PERFURO‐CORTANTE 
0406011257  CORREÇÃO DE CORONARIA ANOMALA (04 A 110) 
0406020019  ANASTOMOSE ESPLENO‐RENAL / OUTRA DERIVACAO CENTRAL 
0406020035  ANASTOMOSE PORTO‐CAVA 
0406020086  CONFECCAO DE FISTULA ARTERIOVENOSA P/ ACESSO 
0406020094  DISSECCAO DE VEIA / ARTERIA 
0406020108  DISSECCAO RADICAL DO PESCOCO 
0406020116  DRENAGEM DE GANGLIO LINFATICO 
0406020124  EMBOLECTOMIA ARTERIAL 
0406020159  EXERESE DE GANGLIO LINFATICO 
0406020167  FASCIOTOMIA P/ DESCOMPRESSAO 
0406020183  LINFADENECTOMIA MEDIASTINAL 
0406020191  LINFADENECTOMIA PELVICA 
0406020213  LINFADENECTOMIA RADICAL AXILAR BILATERAL 
0406020221  LINFADENECTOMIA RADICAL AXILAR UNILATERAL 
0406020230  LINFADENECTOMIA RADICAL CERVICAL BILATERAL 
0406020248  LINFADENECTOMIA RADICAL CERVICAL UNILATERAL 
0406020256  LINFADENECTOMIA RADICAL INGUINAL BILATERAL 
0406020264  LINFADENECTOMIA RADICAL INGUINAL UNILATERAL 
0406020272  LINFADENECTOMIA RADICAL VULVAR 
0406020280  LINFADENECTOMIA RETROPERITONIAL 
0406020493  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESOES VASCULARES TRAUMATICAS DA REGIAO CERVICAL 
0406020507  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESOES VASCULARES TRAUMATICAS DE MEMBRO INFERIOR BILATERAL 
0406020515  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESOES VASCULARES TRAUMATICAS DE MEMBRO INFERIOR UNILATERAL 
0406020523  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESOES VASCULARES TRAUMATICAS DE MEMBRO SUPERIOR BILATERAL 
0406020531  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESOES VASCULARES TRAUMATICAS DE MEMBRO SUPERIOR UNILATERAL 
0406020540  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESOES VASCULARES TRAUMATICAS DO ABDOMEN 
0406020566  TRATAMENTO CIRURGICO DE VARIZES (BILATERAL) 
0406020574  TRATAMENTO CIRURGICO DE VARIZES (UNILATERAL) 
0406020590  TROMBECTOMIA DO SISTEMA VENOSO 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

87 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0406020620  RETIRADA DE CATETER DE LONGA PERMANENCIA SEMI OU TOTALMENTE  IMPLANTÁVEL 
0407010025  DILATACAO ESOFAGICA / PILORICA 
0407010033  ESOFAGECTOMIA DISTAL C/ TORACOTOMIA 
0407010041  ESOFAGECTOMIA DISTAL S/ TORACOTOMIA 
0407010050  ESOFAGECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407010068  ESOFAGO‐COLONPLASTIA 
0407010076  ESOFAGOGASTRECTOMIA 
0407010084  ESOFAGOPLASTIA / GASTROPLASTIA 
0407010092  ESOFAGORRAFIA CERVICAL 
0407010106  ESOFAGORRAFIA TORACICA 
0407010114  ESOFAGOSTOMIA 
0407010130  GASTRECTOMIA PARCIAL C/ OU S/ VAGOTOMIA 
0407010149  GASTRECTOMIA TOTAL 
0407010157  GASTRECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407010165  GASTROENTEROANASTOMOSE 
0407010190  GASTRORRAFIA 
0407010203  GASTRORRAFIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407010211  GASTROSTOMIA 
0407010220  GASTROSTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407010238  PILOROPLASTIA 
0407010246  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DO TUBO DIGESTIVO POR ENDOSCOPIA 
0407010254  RETIRADA DE POLIPO DO TUBO DIGESTIVO POR ENDOSCOPIA 
0407010262  TAMPONAMENTO DE LESOES HEMORRAGICAS DO APARELHO DIGESTIVO 
0407010270  TRATAMENTO CIRURGICO DE ACALASIA (CARDIOMIOPLASTIA) 
0407010289  TRATAMENTO CIRURGICO DE DIVERTICULO DO TUBO DIGESTIVO 
0407010297  TRATAMENTO CIRURGICO DE REFLUXO GASTROESOFAGICO 
0407010300  TRATAMENTO CIRURGICO DE VARIZES ESOFAGICAS 
0407010335  TRATAMETO CIRURGICO DE MEGAESOFAGO SEM RESSECCAO / CONSERVADOR 
0407010343  VAGOTOMIA C/ OPERACAO DE DRENAGEM 
0407010351  VAGOTOMIA SUPERSELETIVA / GASTRICA PROXIMAL 
0407020012  AMPUTACAO COMPLETA ABDOMINO‐PERINEAL DO RETO 
0407020020  AMPUTACAO POR PROCIDENCIA DE RETO 
0407020039  APENDICECTOMIA 
0407020047  APENDICECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407020063  COLECTOMIA PARCIAL (HEMICOLECTOMIA) 
0407020071  COLECTOMIA TOTAL 
0407020098  COLORRAFIA POR VIA ABDOMINAL 
0407020101  COLOSTOMIA 
0407020110  CRIPTECTOMIA UNICA / MULTIPLA 
0407020128  DILATACAO DIGITAL / INSTRUMENTAL DO ANUS E/OU RETO 
0407020136  DRENAGEM DE ABSCESSO ANU‐RETAL 
0407020144  DRENAGEM DE ABSCESSO ISQUIORRETAL 
0407020152  DRENAGEM DE HEMATOMA / ABSCESSO RETRO‐RETAL 
0407020179  ENTERECTOMIA 
0407020187  ENTEROANASTOMOSE (QUALQUER SEGMENTO) 
0407020195  ENTEROPEXIA (QUALQUER SEGMENTO) 
0407020209  ENTEROTOMIA E/OU ENTERORRAFIA C/ SUTURA / RESSECCAO (QUALQUER SEGMENTO) 
0407020217  ESFINCTEROTOMIA INTERNA E TRATAMENTO DE FISSURA ANAL 
0407020225  EXCISAO DE LESAO / TUMOR ANU‐RETAL 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

88 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0407020233  EXCISAO DE LESAO INTESTINAL / MESENTERICA LOCALIZADA 
0407020241  FECHAMENTO DE ENTEROSTOMIA (QUALQUER SEGMENTO) 
0407020250  FECHAMENTO DE FISTULA DE COLON 
0407020268  FECHAMENTO DE FISTULA DE RETO 
0407020276  FISTULECTOMIA / FISTULOTOMIA ANAL 
0407020284  HEMORROIDECTOMIA 
0407020292  HERNIORRAFIA C/ RESSECCAO INTESTINAL (HERNIA ESTRANGULADA) 
0407020306  JEJUNOSTOMIA / ILEOSTOMIA 
0407020322  PLASTICA ANAL EXTERNA / ESFINCTEROPLASTIA ANAL 
0407020349  PROCTOPEXIA ABDOMINAL POR PROCIDENCIA DO RETO 
0407020357  PROCTOPLASTIA E PROCTORRAFIA POR VIA PERINEAL 
0407020365  REDUCAO CIRURGICA DE VOLVO POR LAPAROTOMIA 
0407020381  REMOCAO CIRURGICA DE FECALOMA 
0407020403  RETOSSIGMOIDECTOMIA ABDOMINAL 
0407020420  TRATAMENTO CIRURGICO DE ANOMALIAS CONGENITAS DO ANUS E RETO 
0407020438  TRATAMENTO CIRURGICO DE AUSENCIA DO RETO (ABDOMINO‐PERINEAL) 
0407020446  TRATAMENTO CIRURGICO DE ILEO MECONIAL 
0407020454  TRATAMENTO CIRURGICO DE IMPERFURACAO MEMBRANOSA DO ANUS 
0407020462  TRATAMENTO CIRURGICO DE MA ROTACAO INTESTINAL 
0407020470  TRATAMENTO CIRURGICO DE PROLAPSO ANAL 
0407030018  ANASTOMOSE BILEO‐DIGESTIVA 
0407030026  COLECISTECTOMIA 
0407030034  COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407030042  COLECISTOSTOMIA 
0407030050  COLEDOCOPLASTIA 
0407030069  COLEDOCOTOMIA C/ OU S/ COLECISTECTOMIA 
0407030077  COLEDOCOTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407030123  ESPLENECTOMIA 
0407030131  HEPATECTOMIA PARCIAL 
0407030140  HEPATORRAFIA 
0407030158  HEPATORRAFIA COMPLEXA C/ LESAO DE ESTRUTURAS VASCULARES BILIARES 
0407030166  HEPATOTOMIA E DRENAGEM DE ABSCESSO / CISTO 
0407030174  MARSUPIALIZACAO DE ABSCESSO / CISTO 
0407030182  PANCREATECTOMIA PARCIAL 
0407030190  PANCREATECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407030204  PANCREATO‐DUODENECTOMIA 
0407030212  PANCREATO‐ENTEROSTOMIA 
0407030220  PANCREATOTOMIA P/ DRENAGEM 
0407030247  TRATAMENTO CIRURGICO DE CISTOS PANCREATICOS 
0407040013  DRENAGEM DE ABSCESSO PELVICO 
0407040021  DRENAGEM DE ABSCESSO SUBFRENICO 
0407040030  DRENAGEM DE HEMATOMA / ABSCESSO PRE‐PERITONEAL 
0407040048  HERNIOPLASTIA DIAFRAGMATICA (VIA ABDOMINAL) 
0407040056  HERNIOPLASTIA DIAFRAGMATICA (VIA TORACICA) 
0407040064  HERNIOPLASTIA EPIGASTRICA 
0407040072  HERNIOPLASTIA EPIGASTRICA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407040080  HERNIOPLASTIA INCISIONAL 
0407040099  HERNIOPLASTIA INGUINAL (BILATERAL) 
0407040102  HERNIOPLASTIA INGUINAL / CRURAL (UNILATERAL) 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

89 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0407040110  HERNIOPLASTIA RECIDIVANTE 
0407040129  HERNIOPLASTIA UMBILICAL 
0407040137  HERNIORRAFIA INGUINAL VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407040145  HERNIORRAFIA S/ RESSECCAO INTESTINAL (HERNIA ESTRANGULADA ) 
0407040153  HERNIORRAFIA UMBILICAL VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407040161  LAPAROTOMIA EXPLORADORA 
0407040170  LAPAROTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA PARA DRENAGEM E/OU BIOPSIA 
0407040188  LIBERACAO DE ADERENCIAS INTESTINAIS 
0407040196  PARACENTESE ABDOMINAL 
0407040200  PERITONIOSTOMIA C/ TELA INORGANICA 
0407040218  PNEUMOPERITONIO (POR SESSAO) 
0407040226  REPARACAO DE OUTRAS HERNIAS 
0407040234  RESSECCAO DO EPIPLOM 
0407040242  RESSUTURA DE PAREDE ABDOMINAL (POR DEISCENCIA TOTAL / EVISCERACAO) 
0407040250  TRATAMENTO CIRURGICO DE PERITONITE 
0407040269  VAGOTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0408010045  ARTROPLASTIA ESCAPULO‐UMERAL PARCIAL 
0408010070  DESARTICULACAO DA ARTICULACAO ESCAPULO‐UMERAL 
0408010118  OSTEOTOMIA DA CLAVICULA OU DA ESCAPULA 
0408010126  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA E FRATURA‐LUXACAO AO NIVEL DA CINTURA ESCAPULAR 
0408010134  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO OU FRATURA / LUXACAO ESCAPULO‐UMERAL 
0408010142  REPARO DE ROTURA DO MANGUITO ROTADOR (INCLUI PROCEDIMENTOS DESCOMPRESSIVOS) 
0408010150  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA CLAVICULA 
0408010169  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO COLO E CAVIDADE GLENOIDE DE ESCAPULA 
0408010177  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO CORPO DE ESCAPULA 
0408010185  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO ACROMIO‐CLAVICULAR 
0408010193  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO ESCAPULO‐UMERAL AGUDA 
0408010207  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO ESTERNO‐CLAVICULAR 
0408010215  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO RECIDIVANTE / HABITUAL DE ARTICULACAO ESCAPULO‐UMERAL 
0408010223  TRATAMENTO CIRURGICO DE RETARDO DE CONSOLIDACAO DA PSEUDARTROSE DE CLAVICULA / ESCAPULA 
0408010231  TRATAMENTO CIRURGICO DESCOMPRESSIVO SUB‐ACROMIAL 
0408020016  AMPUTACAO / DESARTICULACAO DE MAO E PUNHO 
0408020024  AMPUTACAO / DESARTICULACAO DE MEMBROS SUPERIORES 
0408020032  ARTRODESE DE MEDIAS / GRANDES ARTICULACOES DE MEMBRO SUPERIOR 
0408020040  ARTROPLASTIA DE ARTICULACAO DA MAO 
0408020059  ARTROPLASTIA DE CABECA DO RADIO 
0408020067  ARTROPLASTIA DE PUNHO 
0408020091  CUPULECTOMIA RADIAL / RESSECCAO DO OLECRANO 
0408020105  FASCIOTOMIA DE MEMBROS SUPERIORES 
0408020113  INSTALACAO DE TRACAO ESQUELETICA DO MEMBRO SUPERIOR 
0408020130  RECONSTRUCAO CAPSULO‐LIGAMENTAR DE COTOVELO PUNHO 
0408020148  RECONSTRUCAO DE POLIA TENDINOSA DE MAO 
0408020156  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA / LESAO FISARIA DE COTOVELO 
0408020164  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA / LESAO FISARIA DO EXTREMO PROXIMAL DO UMERO 
0408020172  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA / LESAO FISARIA NO PUNHO 
0408020180  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA / LUXACAO DE MONTEGGIA OU DE GALEAZZI 
0408020199  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA DA DIAFISE DO UMERO 
0408020202  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA DIAFISARIA DOS OSSOS DO ANTEBRACO 
0408020210  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA DOS METACARPIANOS 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

90 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408020229  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO DO COTOVELO 
0408020237    REDUCAO  INCRUENTA  DE  LUXACAO  /  FRATURA‐LUXACAO  E  METACARPO‐FALANGIANA  /  METATARSO‐FALANGIANA  /  INTER‐
FALANGIANA 
0408020245  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO OU FRATURA / LUXACAO NO PUNHO 
0408020296  REVISAO CIRURGICA DE COTO DE AMPUTACAO DO MEMBRO SUPERIOR (EXCETO MAO) 
0408020300  TENOSINOVECTOMIA EM MEMBRO SUPERIOR 
0408020326  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEDO EM GATILHO 
0408020334  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DA EXTREMIDADE PROXIMAL DO UMERO 
0408020342  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DAS FALANGES DA MAO (COM FIXACAO) 
0408020350  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DE EPICONDILO / EPITROCLEA DO UMERO 
0408020369  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DO CONDILO / TROCANTER DO UMERO / APOFISE CORONARIA DO ULNA / 
CABECA DO RADIO 
0408020377  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DOS METACARPIANOS 
0408020385  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA SUPRA‐CONDILIANA DO UMERO 
0408020393  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA DIAFISE DO UMERO 
0408020407  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA EXTREMIDADE / METAFISE DISTAL DOS OSSOS DO ANTEBRACO 
0408020415  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DE EXTREMIDADES / METAFISE PROXIMAL DOS OSSOS DO ANTEBRACO 
0408020423  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DIAFISARIA DE AMBOS OS OSSOS DO ANTEBRACO (C/ SINTESE) 
0408020431  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DIAFISARIA UNICA DO RADIO / DA ULNA 
0408020440  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA LESAO FISARIA DOS OSSOS DO ANTEBRACO 
0408020458  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA‐LUXACAO DE GALEAZZI / MONTEGGIA / ESSEX‐LOPRESTI 
0408020466  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURAS DOS OSSOS DO CARPO 
0408020482  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO AGUDA CAPSULO‐LIGAMENTAR DO MEMBRO SUPERIOR: COTOVELO / PUNHO 
0408020490  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO DA MUSCULATURA INTRINSECA DA MAO PARA SUA LIBERACAO 
0408020504  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO EVOLUTIVA FISARIA NO MEMBRO SUPERIOR 
0408020512  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO CARPO‐METACARPIANA 
0408020520  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO DOS OSSOS DO CARPO 
0408020539  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO METACARPO‐FALANGIANA 
0408020547  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO OU FRATURA‐LUXACAO DO COTOVELO 
0408020555  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DA MAO 
0408020563  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DO ANTEBRACO 
0408020571  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DO UMERO 
0408020580  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE AO NIVEL DO COTOVELO 
0408020598  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE NA REGIAO METAFISO‐EPIFISARIA DISTAL DO RADIO E ULNA 
0408020601  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDO‐RETARDO / CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA AO NIVEL DO CARPO 
0408020610  TRATAMENTO CIRURGICO DE ROTURA / DESINSERCAO / ARRANCAMENTO CAPSULO‐TENO‐LIGAMENTAR NA MAO 
0408020628  TRATAMENTO CIRURGICO DE SINDACTILIA DA MAO (POR ESPACO INTERDIGITAL) 
0408020636  TRATAMENTO CIRURGICO DE SINOSTOSE RADIO ULNAR 
0408030348  COSTOPLASTIA (3 OU MAIS COSTELAS) 
0408030399  DISCECTOMIA CERVICAL / LOMBAR / LOMBO‐SACRA POR VIA POSTERIOR (UM NIVEL) 
0408030402  DISCECTOMIA CERVICAL / LOMBAR / LOMBO‐SACRA POR VIA POSTERIOR (DOIS NIVEIS) 
0408030437  DISCECTOMIA CERVICAL POR VIA ANTERIOR (1 NIVEL) 
0408030445  DISCECTOMIA CERVICAL POR VIA ANTERIOR (2 OU MAIS NIVEIS) 
0408030470  DRENAGEM CIRURGICA DO PSOAS 
0408030488  INSTALACAO DE TRACAO CRANIANA 
0408030526  RESSECCAO DE COCCIX 
0408030534  RESSECCAO DE ELEMENTO VERTEBRAL POSTERIOR / POSTERO‐LATERAL / DISTAL A C2 (MAIS DE 2 SEGMENTOS) 
0408030542  RESSECCAO DE ELEMENTO VERTEBRAL POSTERIOR / POSTERO‐LATERAL DISTAIL A C2 (ATE 2 SEGMENTOS) 
0408030607  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA COLUNA TORACO‐LOMBO‐SACRA POR VIA POSTERIOR 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

91 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408030755  TRATAMENTO CIRURGICO DE TORCICOLO CONGENITO 
0408040025  ARTRODESE DE GRANDES ARTICULACOES DA SINFISE PUBICA 
0408040050  ARTROPLASTIA DE QUADRIL PARCIAL 
0408040084  ARTROPLASTIA TOTAL PRIMARIA DO QUADRIL CIMENTADA 
0408040106  DESARTICULACAO DA COXO‐FEMORAL 
0408040122  EPIFISIODESE DO TROCANTER MAIOR DO FEMUR 
0408040130  EPIFISIODESE FEMORAL PROXIMAL IN SITU 
0408040149  OSTECTOMIA DA PELVE 
0408040173  REDUCAO INCRUENTA C/ MANIPULACAO DE LUXACAO ESPONTANEA / PROGRESSIVA DO QUADRIL P/ APLICAO DE DISPOSITIVOS DE 
CONTENCAO 
0408040181  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO CONGENITA COXO FEMORAL 
0408040190  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO COXO‐FEMORAL TRAUMATICA / POS‐ARTROPLASTIA 
0408040203  REDUCAO INCRUENTA DISJUNCAO / LUXACAO / FRATURA / FRATURA‐LUXACAO AO NIVEL DO ANEL PELVICO 
0408040211  RETIRADA DE ENXERTO AUTOGENO DE ILIACO 
0408040238  TRANSPOSICAO / TRANSFORMACAO MIOTENDINOSA DO PSOAS EM NEUROMUSCULAR 
0408040246  TRATAMENTO CIRURGICO COM AVULSAO DE TUBEROSIDADES / ESPINHAS E CRISTA ILIACA S/ LESAO DO ANEL PELVICO 
0408040262  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO / DISJUNCAO DO ANEL PELVICO ANTERO/POSTERIOR 
0408040270  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO DO COCCIX 
0408040335  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO COXO‐FEMORAL TRAUMATICA / POS‐ARTROPLASTIA 
0408040343  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO ESPONTANEA / PROGRESSIVA / PARALITICA DO QUADRIL 
0408050012  AMPUTACAO / DESARTICULACAO DE MEMBROS INFERIORES 
0408050020  AMPUTACAO / DESARTICULACAO DE PE E TARSO 
0408050039  ARTRODESE DE MEDIAS / GRANDES ARTICULACOES DE MEMBRO INFERIOR 
0408050080  FASCIOTOMIA DE MEMBROS INFERIORES 
0408050098  INSTALACAO DE TRACAO ESQUELETICA DO MEMBRO INFERIOR 
0408050101  PATELECTOMIA TOTAL OU PARCIAL 
0408050110  QUADRICEPSPLASTIA 
0408050128  REALINHAMENTO DO MECANISMO EXTENSOR DO JOELHO 
0408050136  RECONSTRUCAO DE TENDAO PATELAR / TENDAO QUADRICIPITAL 
0408050144  RECONSTRUCAO LIGAMENTAR DO TORNOZELO 
0408050152  RECONSTRUCAO LIGAMENTAR EXTRA‐ARTICULAR DO JOELHO 
0408050160  RECONSTRUCAO LIGAMENTAR INTRA‐ARTICULAR DO JOELHO (CRUZADO ANTERIOR) 
0408050179  RECONSTRUCAO LIGAMENTAR INTRA‐ARTICULAR DO JOELHO (CRUZADO POSTERIOR C/ OU S/ ANTERIOR) 
0408050195  REDUCAO INCRUENTA DA LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO METATARSO‐FALANGIANA / INTERFALANGIANA DO PE 
0408050209  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA / LESAO FISARIA DOS METATARSIANOS 
0408050217  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA / LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO DO TORNOZELO 
0408050225  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA DIAFISARIA / LESAO FISARIA DISTAL DA TIBIA C/ OU S/ FRATURA DA FIBULA 
0408050233  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA DIAFISARIA / LESAO FISARIA PROXIMAL DO FEMUR 
0408050241  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA DOS OSSOS DO TARSO 
0408050250  REDUCAO INCRUENTA DE FRATURA OU LESAO FISARIA DO JOELHO 
0408050268  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO DO JOELHO 
0408050276  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO FEMURO‐PATELAR 
0408050284  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO OU FRATURA / LUXACAO SUBTALAR E INTRATARSICA 
0408050292  REDUCAO INCRUENTA DE LUXACAO OU FRATURA / LUXACAO TARSO‐METATARSICA 
0408050322  REPARO DE BAINHA TENDINOSA AO NIVEL DO TORNOZELO 
0408050330  REVISAO CIRURGICA DE COTO DE AMPUTACAO EM MEMBRO INFERIOR (EXCETO DEDOS DO PE) 
0408050349  REVISAO CIRURGICA DO PE TORTO CONGENITO 
0408050357  SINDACTILIA CIRURGICA DOS DEDOS DO PE (PROCEDIMENTO TIPO KELIKIAN) 
0408050365  TALECTOMIA 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

92 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408050373  TENOSINOVECTOMIA EM MEMBRO INFERIOR 
0408050381  TRANSFERENCIA DO GRANDE TROCANTER (PROCEDIMENTO ISOLADO) 
0408050390  TRANSFERENCIA MUSCULAR / TENDINOSA NO MEMBRO INFERIOR 
0408050420  TRATAMENTO CIRURGICO DAS DESINSERCOES DAS ESPINHAS INTERCONDILARES / EPICONDILARES 
0408050438  TRATAMENTO CIRURGICO DE AVULSAO DO GRANDE E DO PEQUENO TROCANTER 
0408050446  TRATAMENTO CIRURGICO DE COALIZAO TARSAL 
0408050454  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DE OSSOS DO MEDIO‐PE 
0408050462  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DOS METATARSIANOS 
0408050470  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA DOS PODODACTILOS 
0408050489  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LESAO FISARIA PROXIMAL (COLO) DO FEMUR (SINTESE) 
0408050497  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA BIMALEOLAR / TRIMALEOLAR / DA FRATURA‐LUXACAO DO TORNOZELO 
0408050500  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA DIAFISE DA TIBIA 
0408050519  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA DIAFISE DO FEMUR 
0408050527  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA PATELA POR FIXACAO INTERNA (PATELECTOMIA) 
0408050535  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO CALCANEO 
0408050543  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO PILAO TIBIAL 
0408050551  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO PLANALTO TIBIAL 
0408050560  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO TALUS 
0408050578  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO TORNOZELO UNIMALEOLAR 
0408050586  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA INTERCONDILEANA / DOS CONDILOS DO FEMUR 
0408050594  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA LESAO FISARIA AO NIVEL DO JOELHO 
0408050608  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA LESAO FISARIA DISTAL DE TIBIA 
0408050616  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA SUBTROCANTERIANA 
0408050624  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA SUPRACONDILEANA DO FEMUR (METAFISE DISTAL) 
0408050632  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA TRANSTROCANTERIANA 
0408050659  TRATAMENTO CIRURGICO DE HALUX VALGUS C/ OSTEOTOMIA DO PRIMEIRO OSSO METATARSIANO 
0408050667  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO AGUDA CAPSULO‐LIGAMENTAR MEMBRO INFERIOR (JOELHO / TORNOZELO) 
0408050675  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO EVOLUTIVA FISARIA NO MEMBRO INFERIOR 
0408050683  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO AO NIVEL DO JOELHO 
0408050691  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO METATARSO‐FALANGIANA / INTER‐FALANGIANA 
0408050705  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO SUBTALAR E INTRA‐TARSICA 
0408050713  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO TARSO‐METATARSICA 
0408050721  TRATAMENTO CIRURGICO DE METATARSO PRIMO VARO 
0408050730  TRATAMENTO CIRURGICO DE PE CAVO 
0408050748  TRATAMENTO CIRURGICO DE PE PLANO VALGO 
0408050764  TRATAMENTO CIRURGICO DE PE TORTO CONGENITO 
0408050772  TRATAMENTO CIRURGICO DE PE TORTO CONGENITO (INVETERADO) 
0408050780  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA AO NIVEL DO TARSO 
0408050799  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DA DIAFISE DO FEMUR 
0408050802  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DA REGIAO TROCANTERIANA (COLO DO 
FEMUR) 
0408050810  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DO COLO DO FEMUR 
0408050829  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DO PE 
0408050837  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA METAFISE DISTAL DO FEMUR 
0408050845  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO AO NIVEL DO JOELHO 
0408050861  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO / PERDA OSSEA DA DIAFISE TIBIAL 
0408050870  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE / RETARDO DE CONSOLIDACAO/ PERDA OSSEA DA METAFISE TIBIAL 
0408050888  TRATAMENTO CIRURGICO DE ROTURA DE MENISCO COM SUTURA MENISCAL UNI / BICOMPATIMENTAL 
0408050896  TRATAMENTO CIRURGICO DE ROTURA DO MENISCO COM MENISCECTOMIA PARCIAL / TOTAL 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

93 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408050900  TRATAMENTO CIRURGICO DO HALUX RIGIDUS 
0408050918  TRATAMENTO CIRURGICO DO HALUX VALGUS S/ OSTEOTOMIA DO PRIMEIRO OSSO METATARSIANO 
0408050926  TRATAMENTO DAS LESOES OSTEO‐CONDRAIS POR FIXACAO OU MOSAICOPLASTIA JOELHO/TORNOZELO 
0408060018  ALONGAMENTO / ENCURTAMENTO MIOTENDINOSO 
0408060042  AMPUTACAO / DESARTICULACAO DE DEDO 
0408060050  ARTRODESE DE PEQUENAS ARTICULACOES 
0408060069  ARTROPLASTIA DE RESSECCAO DE MEDIA / GRANDE ARTICULACAO 
0408060077  ARTROPLASTIA DE RESSECCAO DE PEQUENAS ARTICULACOES 
0408060085  BURSECTOMIA 
0408060093  DESCOMPRESSAO COM ESVAZIAMENTO MEDULAR POR BROCAGEM / VIA CORTICOTOMIA 
0408060107  DIAFISECTOMIA DE OSSOS LONGOS 
0408060115  ENCURTAMENTO DE OSSOS LONGOS EXCETO DA MAO E DO PE 
0408060123  EXPLORACAO ARTICULAR C/ OU S/ SINOVECTOMIA DE MEDIAS / GRANDES ARTICULACOES 
0408060131  EXPLORACAO ARTICULAR C/ OU S/ SINOVECTOMIA DE PEQUENAS ARTICULACOES 
0408060140  FASCIECTOMIA 
0408060158  MANIPULACAO ARTICULAR 
0408060166  OSTECTOMIA DE OSSOS LONGOS E CURTOS DA MAO E DO PE 
0408060174  OSTECTOMIA DE OSSOS LONGOS EXCETO DA MAO E DO PE 
0408060182  OSTEOTOMIA DE OSSOS LONGOS E CURTOS DA MAO E DO PE 
0408060190  OSTEOTOMIA DE OSSOS LONGOS EXCETO DA MAO E DO PE 
0408060204  REINSERCAO MUSCULAR 
0408060212  RESSECCAO DE CISTO SINOVIAL 
0408060301  RESSECCAO MUSCULAR 
0408060310  RESSECCAO SIMPLES DE TUMOR OSSEO / DE PARTES MOLES 
0408060328  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO INTRA‐ARTICULAR 
0408060336  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO INTRA‐OSSEO 
0408060344  RETIRADA DE ESPACADORES / OUTROS MATERIAIS 
0408060352  RETIRADA DE FIO OU PINO INTRA‐OSSEO 
0408060360  RETIRADA DE FIXADOR EXTERNO 
0408060379  RETIRADA DE PLACA E/OU PARAFUSOS 
0408060387  RETIRADA DE PROTESE DE SUBSTITUICAO DE GRANDES ARTICULACOES (OMBRO / COTOVELO / QUADRIL / JOELHO) 
0408060395  RETIRADA DE PROTESE DE SUBSTITUICAO EM PEQUENAS E MEDIAS ARTICULACOES 
0408060409  RETIRADA DE TRACAO TRANS‐ESQUELETICA 
0408060417  RETRACAO CICATRICIAL DOS DEDOS C/ COMPROMETIMENTO TENDINOSO (POR DEDO) 
0408060425  REVISAO CIRURGICA DE COTO DE AMPUTACAO DOS DEDOS 
0408060433  TENODESE 
0408060441  TENOLISE 
0408060450  TENOMIORRAFIA 
0408060468  TENOMIOTOMIA / DESINSERCAO 
0408060484  TENORRAFIA UNICA EM TUNEL OSTEO‐FIBROSO 
0408060530  TRANSPOSICAO / TRANSFERENCIA MIOTENDINOSA MULTIPLA 
0408060549  TRANSPOSICAO / TRANSFERENCIA MIOTENDINOSA UNICA 
0408060557  TRATAMENTO CIRURGICO DE ARTRITE INFECCIOSA (GRANDES E MEDIAS ARTICULACOES) 
0408060565  TRATAMENTO CIRURGICO DE ARTRITE INFECCIOSA DAS PEQUENAS ARTICULACOES 
0408060573  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEDO EM MARTELO / EM GARRA (MAO E PE) 
0408060581  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE ARTICULAR POR RETRACAO TENO‐CAPSULO‐LIGAMENTAR 
0408060590  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA VICIOSAMENTE CONSOLIDADA DOS OSSOS LONGOS EXCETO DA MAO E DO PE 
0408060603  TRATAMENTO CIRURGICO DE HERNIA MUSCULAR 
0408060611  TRATAMENTO CIRURGICO DE INFECCAO EM ARTROPLASTIA DAS MEDIAS / PEQUENAS ARTICULACOES 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

94 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408060620  TRATAMENTO CIRURGICO DE INFECCAO POS‐ARTROPLASTIA (GRANDES ARTICULACOES) 
0408060638  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO / FRATURA‐LUXACAO METATARSO INTER‐FALANGEANA 
0408060670  TRATAMENTO CIRURGICO DE RETRACAO MUSCULAR 
0408060700  TRATAMENTO CIRURGICO DE SINDACTILIA SIMPLES (DOIS DEDOS) 
0408060719  VIDEOARTROSCOPIA 
0409010014  CAPSULECTOMIA RENAL 
0409010022  CISTECTOMIA PARCIAL 
0409010030  CISTECTOMIA TOTAL 
0409010049  CISTECTOMIA TOTAL E DERIVACAO EM 1 SO TEMPO 
0409010057  CISTOENTEROPLASTIA 
0409010065  CISTOLITOTOMIA E/OU RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA BEXIGA 
0409010073  CISTOPLASTIA (CORRECAO DE EXTROFIA VESICAL) 
0409010081  CISTORRAFIA 
0409010090  CISTOSTOMIA 
0409010120  DIVERTICULECTOMIA VESICAL 
0409010138  DRENAGEM DE ABSCESSO RENAL / PERI‐RENAL 
0409010146  EXTRACAO ENDOSCOPICA DE CALCULO EM PELVE RENAL 
0409010170  INSTALACAO ENDOSCOPICA DE CATETER DUPLO J 
0409010189  LITOTRIPSIA 
0409010197  LOMBOTOMIA 
0409010200  NEFRECTOMIA PARCIAL 
0409010219  NEFRECTOMIA TOTAL 
0409010227  NEFROLITOTOMIA 
0409010235  NEFROLITOTOMIA PERCUTANEA 
0409010243  NEFROPEXIA 
0409010251  NEFROPIELOSTOMIA 
0409010260  NEFRORRAFIA 
0409010286  NEFROSTOMIA C/ OU S/ DRENAGEM 
0409010294  NEFROSTOMIA PERCUTANEA 
0409010308  NEFROURETERECTOMIA TOTAL 
0409010316  PIELOLITOTOMIA 
0409010324  PIELOPLASTIA 
0409010332  PIELOSTOMIA 
0409010340  PIELOTOMIA 
0409010359  PUNCAO / ASPIRACAO DA BEXIGA 
0409010367  RESSECCAO DO COLO VESICAL / TUMOR VESICAL A CEU ABERTO 
0409010375  RESSECCAO ENDOSCOPICA DA EXTREMIDADE DISTAL DO URETER 
0409010383  RESSECCAO ENDOSCOPICA DE LESAO VESICAL 
0409010391  RETIRADA PERCUTANEA DE CALCULO URETERAL C/ CATETER 
0409010405  SINFISIOTOMIA DO RIM EM FERRADURA (NEFROPLASTIA) 
0409010413  TRATAMENTO CIRURGICO DE BEXIGA NEUROGENICA 
0409010430  TRATAMENTO CIRURGICO DE CISTOCELE 
0409010456  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA VESICO‐ENTERICA 
0409010464  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA VESICO‐RETAL 
0409010472  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULAS URETERAIS 
0409010480  TRATAMENTO CIRURGICO DE HEMORRAGIA VESICAL (FORMOLIZACAO DA BEXIGA) 
0409010499  TRATAMENTO CIRURGICO DE INCONTINENCIA URINARIA VIA ABDOMINAL 
0409010502  TRATAMENTO CIRURGICO DE REFLUXO VESICO‐URETERAL 
0409010510  TRATAMENTO CIRURGICO DE URETEROCELE 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

95 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0409010529  URETERECTOMIA 
0409010537  URETEROCISTONEOSTOMIA 
0409010545  URETEROENTEROPLASTIA 
0409010553  URETEROENTEROSTOMIA 
0409010561  URETEROLITOTOMIA 
0409010570  URETEROPLASTIA 
0409010588  URETEROSTOMIA CUTANEA 
0409020010  DRENAGEM DE COLECAO PERI‐URETRAL 
0409020028  DRENAGEM DE FLEIMAO URINOSO 
0409020036  EXTRACAO ENDOSCOPICA DE CORPO ESTRANHO / CALCULO NA URETRA C/ CISTOSCOPIA 
0409020044  INJECAO DE GORDURA / TEFLON PERI‐URETRAL 
0409020052  LIGADURA / SECCAO DE VASOS ABERRANTES 
0409020079  MEATOTOMIA SIMPLES 
0409020087  RESSECCAO DE CARUNCULA URETRAL 
0409020095  RESSECCAO DE PROLAPSO DA MUCOSA DA URETRA 
0409020109  RESSECCAO E FECHAMENTO DE FISTULA URETRAL 
0409020125  URETROPLASTIA (RESSECCAO DE CORDA) 
0409020133  URETROPLASTIA AUTOGENA 
0409020141  URETROPLASTIA HETEROGENEA 
0409020150  URETRORRAFIA 
0409020168  URETROSTOMIA PERINEAL / CUTANEA / EXTERNA 
0409020176  URETROTOMIA INTERNA 
0409030015  DRENAGEM DE ABSCESSO PROSTATICO 
0409030023  PROSTATECTOMIA SUPRAPUBICA 
0409030031  PROSTATOVESICULECTOMIA RADICAL 
0409030040  RESSECCAO ENDOSCOPICA DE PROSTATA 
0409040010  DRENAGEM DE ABSCESSO DA BOLSA ESCROTAL 
0409040029  DRENAGEM DE ABSCESSO DO EPIDIDIMO E/OU CANAL DEFERENTE 
0409040037  EPIDIDIMECTOMIA 
0409040045  EPIDIDIMECTOMIA C/ ESVAZIAMENTO GANGLIONAR 
0409040053  ESPERMATOCELECTOMIA 
0409040061  EXERESE DE CISTO DE BOLSA ESCROTAL 
0409040070  EXERESE DE CISTO DE EPIDIDIMO 
0409040088  EXERESE DE LESAO DO CORDAO ESPERMATICO 
0409040096  EXPLORACAO CIRURGICA DA BOLSA ESCROTAL 
0409040118  NEOSTOMIA DE EPIDIDIMO / CANAL DEFERENTE 
0409040126  ORQUIDOPEXIA BILATERAL 
0409040134  ORQUIDOPEXIA UNILATERAL 
0409040142  ORQUIECTOMIA SUBCAPSULAR BILATERAL 
0409040150  ORQUIECTOMIA UNI OU BILATERAL C/ ESVAZIAMENTO GANGLIONAR 
0409040169  ORQUIECTOMIA UNILATERAL 
0409040177  PLASTICA DA BOLSA ESCROTAL 
0409040185  REPARACAO E OPERACAO PLASTICA DO TESTICULO 
0409040193  RESSECCAO PARCIAL DA BOLSA ESCROTAL 
0409040207  TRATAMENTO CIRURGICO DE ELEFANTIASE DA BOLSA ESCROTAL 
0409040215  TRATAMENTO CIRURGICO DE HIDROCELE 
0409040223  TRATAMENTO CIRURGICO DE TORCAO DO TESTICULO / DO CORDAO ESPERMATICO 
0409040231  TRATAMENTO CIRURGICO DE VARICOCELE 
0409040240  VASECTOMIA 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

96 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0409050016  AMPUTACAO DE PENIS 
0409050024  CORRECAO DE EPISPADIA 
0409050032  CORRECAO DE HIPOSPADIA (1o TEMPO) 
0409050040  CORRECAO DE HIPOSPADIA (2o TEMPO) 
0409050075  PLASTICA TOTAL DO PENIS 
0409050083  POSTECTOMIA 
0409050091  REIMPLANTE DE PENIS 
0409050105  TRATAMENTO CIRURGICO DE ELEFANTIASE DO PENIS 
0409050113  TRATAMENTO CIRURGICO DE PRIAPRISMO 
0409060011  CERCLAGEM DE COLO DO UTERO 
0409060020  COLPOPERINEOPLASTIA ANTERIOR E POSTERIOR C/ AMPUTACAO DE COLO 
0409060038  CONIZACAO 
0409060046  CURETAGEM SEMIOTICA C/ OU S/ DILATACAO DO COLO DO UTERO 
0409060054  CURETAGEM UTERINA EM MOLA HIDATIFORME 
0409060070  ESVAZIAMENTO DE UTERO POS‐ABORTO POR ASPIRACAO MANUAL INTRA‐UTERINA (AMIU) 
0409060100  HISTERECTOMIA (POR VIA VAGINAL) 
0409060119  HISTERECTOMIA C/ ANEXECTOMIA (UNI / BILATERAL) 
0409060127  HISTERECTOMIA SUBTOTAL 
0409060135  HISTERECTOMIA TOTAL 
0409060143  HISTERECTOMIA TOTAL AMPLIADA (WERTHEIN‐MEIGS) 
0409060151  HISTERECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0409060160  HISTERORRAFIA 
0409060178  HISTEROSCOPIA CIRURGICA C/ RESSECTOSCOPIO 
0409060186  LAQUEADURA TUBARIA 
0409060194  MIOMECTOMIA 
0409060208  MIOMECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0409060216  OOFORECTOMIA / OOFOROPLASTIA 
0409060224  RESSECCAO DE VARIZES PELVICAS 
0409060232  SALPINGECTOMIA UNI / BILATERAL 
0409060240  SALPINGECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0409060259  SALPINGOPLASTIA 
0409060267  SALPINGOPLASTIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0409060275  TRAQUELOPLASTIA 
0409060283  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA VESICO‐UTERINA 
0409070017  ALARGAMENTO DA ENTRADA VAGINAL 
0409070025  COLPECTOMIA 
0409070033  COLPOCLEISE (CIRURGIA DE LE FORT) 
0409070041  COLPOPERINEOCLEISE 
0409070050  COLPOPERINEOPLASTIA ANTERIOR E POSTERIOR 
0409070068  COLPOPERINEOPLASTIA POSTERIOR 
0409070076  COLPOPERINEORRAFIA NAO OBSTETRICA 
0409070084  COLPOPLASTIA ANTERIOR 
0409070092  COLPORRAFIA NAO OBSTETRICA 
0409070106  COLPOTOMIA 
0409070114  CONSTRUCAO DE VAGINA 
0409070122  DRENAGEM DE GLANDULA DE BARTHOLIN / SKENE 
0409070130  EPISIOPERINEORRAFIA NAO OBSTETRICA 
0409070149  EXERESE DE CISTO VAGINAL 
0409070157  EXERESE DE GLANDULA DE BARTHOLIN / SKENE 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

97 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0409070165  EXTIRPACAO DE LESAO DE VULVA / PERINEO (POR ELETROCOAGULACAO OU FULGURACAO) 
0409070181  HIMENOTOMIA 
0409070190  MARSUPIALIZACAO DE GLANDULA DE BARTOLIN 
0409070203  OPERACAO DE BURCH 
0409070211  RECONSTRUCAO DA VAGINA 
0409070220  TRATAMENTO CIRURGICO DE COAPTACAO DE NINFAS 
0409070238  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA RETO‐VAGINAL 
0409070246  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA URETRO‐VAGINAL 
0409070254  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA VESICO‐VAGINAL 
0409070262  TRATAMENTO CIRURGICO DE HIPERTROFIA DOS PEQUENOS LABIOS 
0409070270  TRATAMENTO CIRURGICO DE INCONTINENCIA URINARIA POR VIA VAGINAL 
0409070289  TRATAMENTO CIRURGICO DE VAGINA SEPTADA / ATRESICA 
0409070297  VULVECTOMIA AMPLIADA C/ LINFADENECTOMIA 
0409070300  VULVECTOMIA SIMPLES 
0410010014  DRENAGEM DE ABSCESSO DE MAMA 
0410010049  EXERESE DE MAMILO 
0410010057  MASTECTOMIA RADICAL C/ LINFADENECTOMIA 
0410010065  MASTECTOMIA SIMPLES 
0410010073  PLASTICA MAMARIA FEMININA NAO ESTETICA 
0410010081  PLASTICA MAMARIA MASCULINA 
0410010090  PLASTICA MAMARIA RECONSTRUTIVA ‐ POS MASTECTOMIA C/ IMPLANTE DE PROTESE 
0410010111  SETORECTOMIA / QUADRANTECTOMIA 
0410010120  SETORECTOMIA / QUADRANTECTOMIA C/ ESVAZIAMENTO GANGLIONAR 
0411010018  DESCOLAMENTO MANUAL DE PLACENTA 
0411010026  PARTO CESARIANO EM GESTACAO ALTO RISCO 
0411010034  PARTO CESARIANO 
0411010042  PARTO CESARIANO C/ LAQUEADURA TUBARIA 
0411010050  REDUC MANUAL INVERSAO UTER AG POSPARTO 
0411010069  RESSUTURA DE EPISIORRAFIA POS‐PARTO 
0411010077  SUTURA LACERAC TRAJETO PELVICO‐ANT ADMIS 
0411010085  TRAT CIR INVERSAO UTERINA AGUDA POSPARTO 
0411020013  CURETAGEM POS‐ABORTAMENTO / PUERPERAL 
0411020021  EMBRIOTOMIA 
0411020030  HISTERECTOMIA PUERPERAL 
0411020048  TRATAMENTO CIRURGICO GRAVIDEZ ECTOPICA 
0411020056  TRAT OUTROS TRANST MAT RELAC PRED A GRAV 
0412010062  PUNCAO DE TRAQUEIA C/ ASPIRACAO 
0412010119  TRAQUEORRAFIA E/OU FECHAMENTO DE FISTULA TRAQUEO‐CUTANEA 
0412020068  TIMECTOMIA 
0412030012  DESCORTICAÇÃO PULMONAR 
0412030047  FECHAMENTO DE PLEUROSTOMIA 
0412030063  PLEUROTOMIA 
0412030071  REPLEÇÃO DE CAVIDADE PLEURAL COM SOLUÇÃO PARA TRATAMENTO DE EMPIEMA CRONICO 
0412030080  TRATAMENTO DE COAGULO RETIDO INTRATORACICO (QUALQUER VIA) 
0412030098  PLEUROSTOMIA 
0412030101  DRENAGEM TUBULAR PLEURAL ABERTA (PLEUROSTOMIA) 
0412030110  PLEURODESE 
0412030128  RETIRADA DE DRENO TUBULAR TORACICO 
0412040018  COSTECTOMIA 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

98 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0412040069  PLUMBAGEM EXTRAFASCIAL 
0412040085  REDUÇÃO CIRÚRGICA DE FRATURA DE COSTELA 
0412040166  TORACOSTOMIA COM DRENAGEM PLEURAL FECHADA 
0412040190  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA, NECROSE OU INFECÇÃO DO ESTERNO 
0412040204  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURAS DO GRADIL COSTAL 
0412040212  TRATAMENTO CIRURGICO DE PAREDE TORACICA 
0412040220  VAGOTOMIA TRONCULAR TERAPEUTICA POR TORACOTOMIA 
0412050013  BULECTOMIA UNI OU BILATERAL 
0412050030  LIGADURA DE ARTÉRIAS BRONQUICAS POR TORACOTOMIA PARA CONTROLE DE HEMOPTISE 
0412050080  PNEUMORRAFIA 
0412050102  RESSECÇÃO EM CUNHA, TUMORECTOMIA / BIOPSIA DE PULMAO A CEU ABERTO 
0412050110  RESSECÇÃO PULMONAR ASSOCIADA A BRONCOPLASTIA/ ARTERIOPLASTIA 
0412050170  TORACOCENTESE/DRENAGEM DE PLEURA 
0413010015  ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO E GRANDE QUEIMADO 
0413010074  TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA EM PACIENTE MEDIO E GRANDE QUEIMADO 
0413010082  TRATAMENTO DE MEDIO QUEIMADO 
0413010090  TRATAMENTO DE PEQUENO QUEIMADO 
0413040020  CORRECAO DE RETRACAO CICATRICIAL EXTENSA (VARIOS ESTAGIOS) 
0413040046  DERMOLIPECTOMIA ABDOMINAL NAO ESTETICA (PLASTICA ABDOMINAL) 
0413040097  PREPARO DE RETALHO 
0413040100  PREPARO DE TUBO PEDICULADO 
0413040119  RECONSTRUCAO DE LOBULO DA ORELHA 
0413040127  RECONSTRUCAO DE POLO SUPERIOR DA ORELHA 
0413040135  RECONSTRUCAO DO HELIX DA ORELHA 
0413040143  RECONSTRUCAO TOTAL DE ORELHA (MULTIPLOS ESTAGIOS) 
0413040151  TRANSFERENCIA INTERMEDIARIA DE RETALHO 
0413040160  TRATAMENTO CIRURGICO DE ELEFANTIASE AO NIVEL DO PE 
0413040178  TRATAMENTO CIRURGICO DE LESOES EXTENSAS C/ PERDA DE SUBSTANCIA CUTANEA 
0413040186  TRATAMENTO CIRURGICO DE RETRACAO CICATRICIAL DA AXILA 
0413040194  TRATAMENTO CIRURGICO DE RETRACAO CICATRICIAL DO COTOVELO 
0413040208  TRATAMENTO CIRURGICO DE RETRACAO CICATRICIAL DOS DEDOS DA MAO/PE  S/ COMPROMETIMENTO TENDINOSO 
0413040216  TRATAMENTO CIRURGICO DE RETRACAO CICATRICIAL EM UM ESTAGIO 
0413040224  TRATAMENTO CIRURGICO DE RETRACAO CICATRICIAL NA REGIAO POPLITEA 
0413040232  TRATAMENTO CIRURGICO NAO ESTETICO DA ORELHA 
0413040240  TRATAMENTO CIRURGICO P/ REPARACOES DE PERDA DE SUBSTANCIA DA MAO 
0414010230  SEPTOPLASTIA REPARADORA NAO ESTETICA 
0414010256  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FÍSTULA ORO‐SINUSAL / ORO‐NASAL 
0414010272  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FÍSTULA CUTÂNEA DE ORIGEM DENTÁRIA 
0414010329  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE CISTO DO COMPLEXO MAXILO‐MANDIBULAR 
0414010345  EXCISÃO DE CÁLCULO DE GLÂNDULA SALIVAR 
0414010361  EXERESE DE CISTO ODONTOGÊNICO E NÃO‐ODONTOGÊNICO 
0414010388  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FÍSTULA INTRA / EXTRAORAL 
0414020022  APICECTOMIA COM OU SEM OBTURAÇÃO RETRÓGRADA 
0414020030  APROFUNDAMENTO DE VESTIBULO ORAL (POR SEXTANTE) 
0414020049  CORREÇÃO DE BRIDAS MUSCULARES 
0414020057  CORREÇÃO DE IRREGULARIDADES DE REBORDO ALVEOLAR 
0414020065  CORREÇÃO DE TUBEROSIDADE DO MAXILAR 
0414020073  CURETAGEM PERIAPICAL 
0414020081  ENXERTO GENGIVAL 

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

99 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0414020090  ENXERTO ÓSSEO DE ÁREA DOADORA INTRABUCAL 
0414020146  EXODONTIA MÚLTIPLA COM ALVEOLOPLASTIA POR SEXTANTE 
0414020154  GENGIVECTOMIA (POR SEXTANTE) 
0414020162  GENGIVOPLASTIA (POR SEXTANTE) 
0414020200  MARSUPIALIZAÇÃO DE CISTOS E PSEUDOCISTOS 
0414020219  ODONTOSECCAO / RADILECTOMIA / TUNELIZACAO 
0414020243  REIMPLANTE E TRANSPLANTE DENTAL (POR ELEMENTO) 
0414020278  REMOÇÃO DE DENTE RETIDO (INCLUSO / IMPACTADO) 
0414020294  REMOÇÃO DE TORUS E EXOSTOSES 
0414020367  TRATAMENTO CIRÚRGICO PARA TRACIONAMENTO DENTAL 
0414020375  TRATAMENTO CIRÚRGICO PERIODONTAL (POR SEXTANTE) 
0414020413  TRATAMENTO ODONTOLOGICO PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS 
0415040027  DEBRIDAMENTO DE FASCEITE NECROTIZANTE 
0415040035  DEBRIDAMENTO DE ULCERA / DE TECIDOS DESVITALIZADOS 
0416030025  EXCISAO DE TUMOR DE GLANDULA SALIVAR EM ONCOLOGIA 
0416120016  EXTIRPACAO DE MAMILO EM ONCOLOGIA 
0416120059  SEGMENTECTOMIA DE MAMA EM ONCOLOGIA 
0505010127  TRANSPLANTE DE ESCLERA

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

100 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados 
para não residentes 

Conceituação 
Percentual da capacidade líquida de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade
selecionados, para não residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação
ao total realizado para não residentes, pela rede SUS de todos os municípios brasileiros, no ano
considerado.
Capacidade líquida consiste na real capacidade, que tem a rede SUS localizada em determinado
município, de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados para não
residentes, depois que realizasse todo o atendimento para os mesmos procedimentos destinados aos
seus residentes, isto é, depois de descontados da produção total de procedimentos ambulatoriais de
alta complexidade selecionados, todos os procedimentos destinados aos seus residentes, realizados
tanto no próprio município, quanto em outros municípios.

Interpretação 

Mede a capacidade líquida nacional do município em realizar procedimentos ambulatoriais de alta


complexidade selecionados, para não residentes, permitindo a comparação dessa capacidade entre
todos os municípios brasileiros, independente do porte.

Busca valorizar a capacidade do município em ser polo de referência, regional, estadual e nacional,
para a atenção ambulatorial de alta complexidade, aos demais municípios, que não têm ou têm
capacidade insuficiente para atender seus munícipes, nesse nível da atenção.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais da capacidade de produção de procedimentos


ambulatoriais de alta complexidade selecionados, de determinados municípios, para usuários do
SUS residentes em outros municípios, identificando situações de insuficiências e tendências que
demandem ações e estudos específicos.

Contribuir para avaliar a adequação do volume de procedimentos ambulatoriais de alta


complexidade às necessidades da atenção regionalizada de uma população.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

101 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a


atenção regionalizada de alta complexidade ambulatorial de responsabilidade das três esferas de
gestão do SUS.

Limitações 
Este indicador só avalia municípios que possuem capacidade para realizar procedimentos
ambulatoriais de alta complexidade selecionados para não residentes.
Por ter como denominador a produção para não residentes de todos os municípios brasileiros, o
indicador não mede a capacidade relativa de um município em ser polo de referência em sua região
de saúde.

Fonte 
Ministério da Saúde - Sistema de Informação Ambulatorial - SIA

Método de Cálculo 
Total de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade
selecionados realizados pela rede SUS no município, subtraído a soma
de procedimentos de alta complexidade selecionados destinados aos
seus residentes, realizados tanto no próprio município, quanto em
outros municípios, no ano de atendimento considerado.
x 100
Total de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade
selecionados, destinados aos não residentes, realizados por todos os
municípios brasileiros, no ano de atendimento considerado.

Observação: Se numerador menor que zero (0), o resultado é feito


igual a zero (0).

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 
Em construção

Parâmetro do Indicador 
1,17% = média dos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à Atenção Ambulatorial
e Hospitalar de Média a Alta Complexidade

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

102 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Pontuação IDSUS 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do resultado em
relação ao parâmetro.

Coordenação‐Geral de Monitoramento e Avaliação / Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS / 
 Secretaria Executiva / Ministério da Saúde 

103 
Anexo 1 – Lista de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados usados no 
numerador e denominador 

Os critérios de seleção desses procedimentos:


• Não serem procedimentos cuja unidade é menor do que um exame ou terapia por
paciente. Exemplo procedimentos que contam campos, imagens, unidades de
medicamentos, próteses, sessões de terapias, etc.; excluindo todo o Grupo 6 -
Medicamentos e Grupo 7 - Órteses, próteses e materiais especiais, da Tabela de
Procedimentos Unificada
• Excluídos os procedimentos relacionados à gestão ou administrativos: Grupo 08 -
Ações complementares da atenção à saúde, da Tabela de Procedimentos
Unificada.
• Excluídos os procedimentos prévios aos transplantes dos Subgrupos: 0502 -
Avaliação de morte encefálica. 0503 - Ações relacionadas à doação de órgãos e
tecidos para transplante e 0504 - Processamento de tecidos para transplante, da
Tabela de Procedimentos Unificada. Exceção foi Subgrupo: 0501 - Coleta e
exames para fins de doação de órgãos, tecidos e células e de transplante.
• Procedimentos de hemodiálise ficaram restritos aos de confecção da fístula
artério-venosa e implante de cateter, como representativos de acesso. A inclusão
de todos os procedimentos de hemodiálise, em especial os de sessões, pelo
grande volume, praticamente determinariam os resultados da razão de
procedimentos habitante ano.

Critérios de seleção dos dados 
• Ano de atendimento (seleção do último ano do período avaliado de três anos
usados no indicador Razão de procedimentos de alta complexidade selecionados
e população residente); Complexidade do procedimento = Alta complexidade;

0201010143 BIOPSIA DE ENDOCARDIO / MIOCARDIO 
0201010542 BIOPSIA PERCUTANEA  ORIENTADA POR  TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA / ULTRASSONOGRAFIA / RESSONANCIA 
MAGNETI 
0202030024 CONTAGEM DE LINFOCITOS CD4/CD8 
0202030210 GENOTIPAGEM DE VIRUS DA HEPATITE C 
0202031071 QUANTIFICACAO DE RNA DO HIV‐1 
0202070182 DOSAGEM DE CICLOSPORINA 
0204020018 MIELOGRAFIA 
0204060028 DENSITOMETRIA OSSEA DUO‐ENERGETICA DE COLUNA (VERTEBRAS LOMBARES) 
0205010016 ECOCARDIOGRAFIA DE ESTRESSE 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0205010024 ECOCARDIOGRAFIA TRANSESOFAGICA 
0206010010 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA CERVICAL C/ OU S/ CONTRASTE 
0206010028 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA LOMBO‐SACRA C/ OU S/ CONTRASTE 
0206010036 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA TORACICA C/ OU S/ CONTRASTE 
0206010044 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FACE / SEIOS DA FACE / ARTICULACOES TEMPORO‐MANDIBULARES 
0206010052 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PESCOCO 
0206010060 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE SELA TURCICA 
0206010079 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRANIO 
0206010087 TOMOMIELOGRAFIA COMPUTADORIZADA 
0206020015 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ARTICULACOES DE MEMBRO SUPERIOR 
0206020023 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE SEGMENTOS APENDICULARES 
0206020031 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TORAX 
0206030010 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOMEN SUPERIOR 
0206030029 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ARTICULACOES DE MEMBRO INFERIOR 
0206030037 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PELVE / BACIA 
0207010013 ANGIORESSONANCIA CEREBRAL 
0207010021 RESSONANCIA MAGNETICA DE ARTICULACAO TEMPORO‐MANDIBULAR (BILATERAL) 
0207010030 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA CERVICAL 
0207010048 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA LOMBO‐SACRA 
0207010056 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA TORACICA 
0207010064 RESSONANCIA MAGNETICA DE CRANIO 
0207010072 RESSONANCIA MAGNETICA DE SELA TURCICA 
0207020019 RESSONANCIA MAGNETICA DE CORACAO / AORTA C/ CINE 
0207020027 RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO SUPERIOR (UNILATERAL) 
0207020035 RESSONANCIA MAGNETICA DE TORAX 
0207030014 RESSONANCIA MAGNETICA DE ABDOMEN SUPERIOR 
0207030022 RESSONANCIA MAGNETICA DE BACIA / PELVE 
0207030030 RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO INFERIOR (UNILATERAL) 
0207030049 RESSONANCIA MAGNETICA DE VIAS BILIARES 
0208010017 CINTILOGRAFIA DE CORACAO C/ GALIO 67 
0208010025 CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE ESTRESSE (MINIMO 3 PROJECOES) 
0208010033 CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE REPOUSO (MINIMO 3 PROJECOES) 
0208010041 CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ LOCALIZACAO DE NECROSE (MINIMO 3 PROJECOES ) 
0208010050 CINTILOGRAFIA P/ AVALIACAO DE FLUXO SANGUINEO DE EXTREMIDADES 
0208010068 CINTILOGRAFIA P/ QUANTIFICACAO DE SHUNT EXTRACARDIACO 
0208010076 CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE ESFORCO 
0208010084 CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE REPOUSO (VENTRICULOGRAFIA) 
0208010092 DETERMINACAO DE FLUXO SANGUINEO REGIONAL 
0208020012 CINTILOGRAFIA DE FIGADO E BACO (MINIMO 5 IMAGENS) 
0208020020 CINTILOGRAFIA DE FIGADO E VIAS BILIARES 
0208020039 CINTILOGRAFIA DE GLANDULAS SALIVARES C/ OU S/ ESTIMULO 
0208020055 CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (LIQUIDO) 
0208020063 CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (SEMI‐SOLIDO) 
0208020071 CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO GASTRICO 
0208020080 CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE DIVERTICULOSE DE MECKEL 
0208020098 CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ATIVA 
0208020101 CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA NAO ATIVA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

105 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0208020110 CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE REFLUXO GASTRO‐ESOFAGICO 
0208020128 IMUNO‐CINTILOGRAFIA (ANTICORPO MONOCLONAL) 
0208030018 CINTILOGRAFIA DE PARATIREOIDES 
0208030026 CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ OU S/ CAPTACAO 
0208030034 CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ TESTE DE SUPRESSAO / ESTIMULO 
0208030042 CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DO CORPO INTEIRO 
0208030050 TESTE DO PERCLORATO C/ RADIOISOTOPO 
0208040021 CINTILOGRAFIA DE RIM C/ GALIO 67 
0208040030 CINTILOGRAFIA DE TESTICULO E BOLSA ESCROTAL 
0208040056 CINTILOGRAFIA RENAL/RENOGRAMA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA) 
0208040064 CISTOCINTILOGRAFIA DIRETA 
0208040072 CISTOCINTILOGRAFIA INDIRETA 
0208040080 DETERMINACAO DE FILTRACAO GLOMERULAR 
0208040099 DETERMINACAO DE FLUXO PLASMATICO RENAL 
0208040102 ESTUDO RENAL DINAMICO C/ OU S/ DIURETICO 
0208050019 CINTILOGRAFIA DE ARTICULACOES E/OU EXTREMIDADES E/OU OSSO 
0208050035 CINTILOGRAFIA DE OSSOS C/ OU S/ FLUXO SANGUINEO (CORPO INTEIRO) 
0208050043 CINTILOGRAFIA DE SEGMENTO OSSEO C/ GALIO 67 
0208060014 CINTILOGRAFIA DE PERFUSAO CEREBRAL C/ TALIO (SPCTO) 
0208060022 CISTERNOCINTILOGRAFIA (INCLUINDO PESQUISA E/OU AVALIACAO DO TRANSITO LIQUORICO) 
0208060030 ESTUDO DE FLUXO SANGUINEO CEREBRAL 
0208070010 CINTILOGRAFIA DE PULMAO C/ GALIO 67 
0208070028 CINTILOGRAFIA DE PULMAO P/ PESQUISA DE ASPIRACAO 
0208070036 CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR INALACAO (MINIMO 2 PROJECOES) 
0208070044 CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR PERFUSAO (MINIMO 4 PROJECOES) 
0208080015 CINTILOGRAFIA DE SISTEMA RETICULO‐ENDOTELIAL (MEDULA OSSEA) 
0208080031 DETERMINACAO DE SOBREVIDA DE HEMACIAS (C/ RADIOSOTOPOS) 
0208080040 LINFOCINTILOGRAFIA 
0208090010 CINTILOGRAFIA DE CORPO INTEIRO C/ GALIO 67 P/ PESQUISA DE NEOPLASIAS 
0208090029 CINTILOGRAFIA DE GLANDULA LACRIMAL (DACRIOCINTILOGRAFIA) 
0208090037 CINTILOGRAFIA DE MAMA (BILATERAL) 
0210010029 ANGIOGRAFIA DE ARCO AORTICO 
0210010045 AORTOGRAFIA ABDOMINAL 
0210010053 AORTOGRAFIA TORACICA 
0210010061 ARTERIOGRAFIA CERVICO‐TORACICA 
0210010070 ARTERIOGRAFIA DE MEMBRO 
0210010088 ARTERIOGRAFIA DIGITAL (POR VIA VENOSA) 
0210010096 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE DOENCA ARTERIOSCLEROTICA AORTO‐ILIACA E DISTAL 
0210010100 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE HEMORRAGIA CEREBRAL 
0210010118 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE ISQUEMIA CEREBRAL 
0210010126 ARTERIOGRAFIA PELVICA 
0210010134 ARTERIOGRAFIA SELETIVA DE CAROTIDA 
0210010142 ARTERIOGRAFIA SELETIVA POR CATETER (POR VASO) 
0210010150 ARTERIOGRAFIA SELETIVA VERTEBRAL 
0210010169 ESPLENOPORTOGRAFIA 
0210010177 FLEBOGRAFIA DE MEMBRO 
0210010185 FLEBOGRAFIA POR CATETERISMO 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

106 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0210010207 PORTOGRAFIA TRANS‐HEPATICA 
0210020016 COLANGIOGRAFIA TRANSCUTANEA 
0211020010 CATETERISMO CARDIACO 
0211020028 CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA 
0211070106 AVALIACAO P/ DIAGNOSTICO DIFERENCIAL DE DEFICIENCIA AUDITIVA 
0211070300 REAVALIACAO DIAGNOSTICA DE DEFICIENCIA AUDITIVA EM PACIENTE MENOR DE 3 ANOS 
0301120013 ACOMPANHAMENTO DE PACIENTE C/  FENILCETONURIA 
0301120021 ACOMPANHAMENTO DE PACIENTE C/ FIBROSE CISTICA 
0301120030 ACOMPANHAMENTO DE PACIENTE C/ HEMONOGLOBINOPATIAS 
0301120048 ACOMPANHAMENTO DE PACIENTE C/ HIPOTIREOIDISMO CONGENITO 
0303120061 TRATAMENTO DE HIPERTIREOIDISMO (PLUMMER ‐ ATE 30 MCI) 
0303120070 TRATAMENTO DE HIPERTIREOIDISMO GRAVES 
0304010120 IRRADIACAO DE CORPO INTEIRO PR ‐TRANSPLANTE DE MEDULA àSSEA 
0304010138 IRRADIA€ÇO DE MEIO CORPO 
0304010146 IRRADIA€ÇO DE PELE TOTAL 
0304010219 RADIOCIRURGIA ‐ UM ISOCENTRO 
0304010243 RADIOTERAPIA ESTEREOTµXICA FRACIONADA 
0304020010 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE COLON AVAN€ADO ‐1¦ LINHA 
0304020028 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE COLON AVAN€ADO ‐ 2¦ LINHA 
0304020036 HORMONIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE ENDOM TRIO AVAN€ADO 
0304020044 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE ESTâMAGO AVAN€ADO 
0304020052 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE P¶NCREAS AVAN€ADO 
0304020060 HORMONIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE PRàSTATA AVAN€ADO ‐ 2¦ LINHA 
0304020079 HORMONIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE PRàSTATA AVAN€ADO ‐ 1¦ LINHA 
0304020087 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE PRàSTATA RESISTENTE A HORMONIOTERAPIA 
0304020095 QUIMIOTERAPIA  DO ADENOCARCINOMA DE RETO AVAN€ADO ‐1¦ LINHA 
0304020109 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE RETO AVAN€ADO ‐ 2¦ LINHA 
0304020117 QUIMIOTERAPIA DO APUDOMA/TUMOR NEUROENDàCRINO AVAN€ADO 
0304020125 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE ADRENAL AVAN€ADO 
0304020133 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA AVAN€ADO ‐1¦ LINHA 
0304020141 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA AVAN€ADO ‐ 2¦  LINHA 
0304020150 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE NASOFARINGE AVAN€ADO 
0304020168 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE RIM AVAN€ADO 
0304020176 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMàIDE / ADENOCARCINOMA DE ESâFAGO AVAN€ADO 
0304020184 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMàIDE / ADENOCARCINOMA DO COLO OU DO CORPO UTERINO AVAN€ADO 
0304020192 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMàIDE DE RETO/ CANAL ANAL/ MARGEM ANAL AVAN€ADO 
0304020206 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMàIDE DE CABE€A E PESCO€O AVAN€ADO 
0304020214 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA PULMONAR DE C LULAS NÇO PEQUENAS AVAN€ADO 
0304020222 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA PULMONAR INDIFERENCIADO DE C LULAS PEQUENAS AVAN€ADO 
0304020230 QUIMIOTERAPIA DO MELANOMA MALIGNO AVAN€ADO 
0304020249 QUIMIOTERAPIA  DE  METµSTASE DE ADENOCARCINOMA DE ORIGEM DESCONHECIDA 
0304020257  QUIMIOTERAPIA  DE  METµSTASE  DE  CARCINOMA  EPIDERMàIDE/CARCINOMA  NEUROENDOCRINO  DE  ORIGEM 
DESCONHECIDA 
0304020265 QUIMIOTERAPIA DE METµSTASE DE NEOPLASIA MALIGNA INDIFERENCIADA DE ORIGEM DESCONHECIDA 
0304020273 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA MALIGNA EPITELIAL  DE  OVµRIO  OU DE TUBA UTERINA  AVAN€ADA ‐1¦ LINHA. 
0304020281 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA MALIGNA EPITELIAL  DE OVµRIO OU DE TUBA UTERINA  AVAN€ADA ‐ 2¦ LINHA) 
0304020290 QUIMIOTERAPIA DE SARCOMA DE PARTES MOLES AVAN€ADO 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

107 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0304020303 QUIMIOTERAPIA DE SARCOMA àSSEO AVAN€ADO 
0304020311 QUIMIOTERAPIA DO TUMOR DO ESTROMA GASTROINTESTINAL AVAN€ADO 
0304020320 QUIMIOTERAPIA  DE TUMOR DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL AVAN€ADO 
0304020338 HORMONIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA AVAN€ADO ‐ 2¦ LINHA 
0304020346 HORMONIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA AVAN€ADO‐ 1¦ LINHA 
0304020362 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE TIREOIDE AVAN€ADO 
0304020370 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE PÒNIS AVAN€ADO 
0304020389 QUIMIOTERAPIA DE CARCINOMA DO FÖGADO OU DO TRATO BILIAR AVAN€ADO 
0304020397 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA MALIGNA DO TIMO AVAN€ADA 
0304020400 QUIMIOTERAPIA DE CARCINOMA UROTELIAL AVAN€ADO 
0304030015 QUIMIOTERAPIA DE DOEN€A LINFOPROLIFERATIVA RARA ‐1¦ LINHA. 
0304030023 QUIMIOTERAPIA DE DOEN€A LINFOPROLIFERATIVA RARA ‐ 2¦ LINHA 
0304030031 QUIMIOTERAPIA DE DOEN€A MIELOPROLIFERATIVA RARA ‐ 1¦ LINHA 
0304030040 QUIMIOTERAPIA DE DOEN€A MIELOPROLIFERATIVA RARA ‐ 2¦ LINHA. 
0304030058 QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIA LINFOCITICA CRONICA ‐ 1¦ LINHA. 
0304030066 QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIA LINFOCITICA CRONICA ‐ 2¦ LINHA. 
0304030074 QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIA MIELOIDE CRONICA QUALQUER FASE ‐ CONTROLE SANGšINEO 
0304030082 QUIMIOTERAPIA DA LEUCEMIA MIELàIDE CRâNICA EM FASE  BLµSTICA  ‐ MARCADOR POSITIVO ‐  2¦ LINHA. 
0304030090 QUIMIOTERAPIA DA LEUCEMIA MIELàIDE CRâNICA EM FASE  BLASTICA ‐ MARCADOR POSITIVO ‐  SEM FASE CRâNICA 
0304030104 QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIA MIELàIDE CRâNICA EM FASE BLµSTICA ‐  MARCADOR POSITIVO‐3¦ LINHA 
0304030112 QUIMIOTERAPIA DA LEUCEMIA MIELàIDE CRâNICA EM FASE CRâNICA ‐  MARCADOR POSITIVO ‐  1¦ LINHA. 
0304030120 QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIA MIELàIDE CRâNICA EM FASE CRâNICA ‐ MARCADOR POSITIVO ‐ 3¦ LINHA 
0304030139 QUMIOTERAPIA DE LEUCEMIA MIELàIDE CRâNICA EM FASE DE TRANSFORMA€ÇO ‐  MARCADOR POSITIVO ‐ 3¦ LINHA 
0304030147  QUIMIOTERAPIA    DA  LEUCEMIA  MIELàIDE  CRâNICA  EM  FASE  DE  TRANSFORMA€ÇO  ‐    MARCADOR  POSITIVO  ‐  
2¦LINHA 
0304030155  QUIMIOTERAPIA  DE  LEUCEMIA  MIELàIDE  CRâNICA  EM  FASE  DE  TRANSFORMA€ÇO  ‐    MARCADOR  POSITIVO  ‐  SEM 
FASE 
0304030163 QUIMIOTERAPIA DE LINFOMA NÇO HODGKIN DE BAIXO GRAU DE MALIGNIDADE (1¦ LINHA) 
0304030171 QUIMIOTERAPIA DE LINFOMA NÇO HODGKIN DE BAIXO GRAU DE MALIGNIDADE ‐ 2¦LINHA 
0304030180 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA DE C LULAS PLASMµTICAS ‐ 1¦ LINHA. 
0304030198 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA DE C LULAS PLASMµTICAS ‐ 2¦ LINHA. 
0304030201 QUIMIOTERAPIA DA TRICOLEUCEMIA ‐ 2¦ LINHA 
0304030210 QUIMIOTERAPIA DE TRICOLEUCEMIA  ‐ 1¦LINHA. 
0304030228 QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIA MIELàIDE CRâNICA EM FASE CRâNICA ‐ MARCADOR POSITIVO ‐ 2¦ LINHA 
0304040010 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE RETO (PR VIA) 
0304040029 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA (PR VIA) 
0304040045 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMàIDE / ADENOCARCINOMA DO COLO  UTERINO 
0304040053 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMàIDE DE RETO/ CANAL ANAL/ MARGEM ANAL 
0304040061  QUIMIOTERAPIA  DO  CARCINOMA  EPIDERMàIDE  DE  SEIO  PARA‐NASAL/  LARINGE  /  HIPOFARINGE/  OROFARINGE 
/CAVIDA 
0304040070 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE BEXIGA 
0304040088 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE NASOFARINGE 
0304040096 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA PULMONAR DE C LULAS NÇO PEQUENAS (PR VIA) 
0304040100 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA PULMONAR INDIFERENCIADO DE C LULAS PEQUENAS (PR VIA) 
0304040118 QUIMIOTERAPIA  DE CARCINOMA EPIDERMàIDE / ADENOCARCINOMA DE ESâFAGO 
0304040126 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMOIDE DE VULVA 
0304040134 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA MALIGNA EPITELIAL DE OVµRIO OU DA TUBA UTERINA  ‐  2¦ LINHA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

108 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0304040142 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA MALIGNA EPITELIAL DE OVµRIO OU DA TUBA UTERINA  ‐ 1¦ LINHA 
0304040150 QUIMIOTERAPIA DE OSTEOSSARCOMA  ‐ 2¦ LINHA. 
0304040169 QUIMIOTERAPIA  DE SARCOMA àSSEO / OSTEOSSARCOMA ‐ 1¦ LINHA 
0304040177 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE ESTâMAGO (PR ‐OPERATàRIA) 
0304050016 QUIMIOTERAPIA INTRA‐VESICAL 
0304050024 QUIMIOTERAPIA DE ADENOCARCINOMA DE CàLON 
0304050032 QUIMIOTERAPIA  DO ADENOCARCINOMA DE RETO (ADJUVANTE) 
0304050040 HORMONIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA  EM ESTµDIO I 
0304050067 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA EM ESTµDIO III 
0304050075 QUIMIOTERAPIA  DO CARCINOMA DE MAMA EM ESTµDIO II 
0304050113 HORMONIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA EM ESTµDIO III 
0304050121 HORMONIOTERAPIA  DO CARCINOMA DE MAMA EM ESTµDIO II 
0304050130 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA DE MAMA  EM ESTµDIO I 
0304050156 TRATAMENTO DE CARCINOMA DE NASOFARINGE S/ METASTASE A DISTANCIA (ESTADIOS III E IV ) 
0304050164 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA EPIDERMOIDE DE CABE€A E PESCO€O 
0304050172 QUIMIOTERAPIA DO CARCINOMA PULMONAR DE C LULAS NÇO PEQUENAS (ADJUVANTE) 
0304050180 QUIMIOTERAPIA DE CARCINOMA PULMONAR INDIFERENCIADO DE C LULAS PEQUENAS (ADJUVANTE) 
0304050199 TRATAMENTO DE NEOPLASIA DE CELULAS GERMINATIVAS DE OVARIO 
0304050202 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA MALIGNA EPITELIAL DE OVµRIO OU DA TUBA UTERINA 
0304050210 QUIMIOTERAPIA DO OSTEOSSARCOMA 
0304050229 QUIMIOTERAPIA  DE SARCOMA DE PARTES MOLES DE EXTREMIDADE 
0304050253 QUIMIOTERAPIA DO ADENOCARCINOMA DE ESTâMAGO (PàS OPERATàRIA) 
0304060011 QUIMIOTERAPIA DA DOEN€A DE HODGKIN ‐ 1¦ LINHA 
0304060038 QUIMIOTERAPIA DA DOEN€A DE HODGKIN  ‐ 2¦ LINHA 
0304060046 QUIMIOTERAPIA DA DOEN€A DE HODGKIN ‐ 3¦ LINHA 
0304060070 QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIA AGUDA/ MIELODISPLASIA /LINFOMA LINFOBLµSTICO/ LINFOMA DE BURKITT ‐ 1¦ LINH 
0304060089  QUIMIOTERAPIA  DE  LEUCEMIA  AGUDA/  MIELODISPLASIA/LINFOMA  LINFOBLµSTICO/  LINFOMA  DE  BURKITT  ‐  2¦ 
LINHA 
0304060097  QUIMIOTERAPIA  DE  LEUCEMIA  AGUDA/  MIELODISPLASIA/  LINFOMA    LINFOBLµSTICO/  LINFOMA  DE  BURKITT  3¦ 
LINHA 
0304060100  QUIMIOTERAPIA  DE  LEUCEMIA  AGUDA/MIELODISPLASIA/  LINFOMA  LINFOBLµSTICO/  LINFOMA  DE  BURKITT  ‐  4¦ 
LINHA 
0304060119 QUIMIOTERAPIA DE LINFOMA NÇO HODGKIN GRAU INTERMEDIµRIO  OU ALTO ‐ 2¦ LINHA 
0304060127 QUIMIOTERAPIA DE LINFOMA NÇO HODGKIN GRAU INTERMEDIµRIO OU ALTO ‐ 3¦ LINHA 
0304060135 QUIMIOTERAPIA DE LINFOMA NÇO HODGKIN DE GRAU DE MALIGNIDADE INTERMEDIµRIO OU ALTO ‐  1¦ LINHA 
0304060151 QUIMIOTERAPIA DE TUMOR  GERMINATIVO EXTRA‐GONADAL 
0304060160 QUIMIOTERAPIA DE TUMOR GERMINATIVO DE OVµRIO 
0304060178 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA TROFOBLµSTICA GESTACIONAL ‐ BAIXO RISCO 
0304060186 QUIMIOTERAPIA DE NEOPLASIA TROFOBLµSTICA GESTACIONAL ‐ CORIOCARCINOMA DE BAIXO RISCO  PERSISTENTE / 
0304060208 QUIMIOTERAPIA DE TUMOR GERMINATIVO DE TESTÖCULO ‐ 1¦ LINHA 
0304060216 QUIMIOTERAPIA DE TUMOR GERMINATIVO DE TESTÖCULO ‐ 2¦ LINHA 
0304060224 QUIMIOTERAPIA DE LINFOMA DIFUSO DE GRANDES C LULAS B ‐ 1¦ LINHA 
0304070017 QUIMIOTERAPIA DE CANCER NA INF¶NCIA E ADOLESCÒNCIA ‐ 1¦ LINHA 
0304070025 QUIMIOTERAPIA DE CANCER NA INF¶NCIA E ADOLESCÒNCIA ‐ 2¦ LINHA 
0304070033 QUIMIOTERAPIA DE CANCER NA INF¶NCIA E ADOLESCÒNCIA ‐ 4¦ LINHA 
0304070041 QUIMIOTERAPIA DE CANCER NA INF¶NCIA E ADOLESCÒNCIA ‐ 3¦ LINHA 
0304070050 QUIMIOTERAPIA DE ALTA DOSE DE OSTEOSSARCOMA NA INF¶NCIA E ADOLESCÒNCIA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

109 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0304080055 QUIMIOTERAPIA INTRA‐TECAL 
0304080071 INIBIDOR DA OSTEàLISE 
0309030102 LITOTRIPSIA EXTRACORPOREA (ONDA DE CHOQUE ‐ TRATATAMENTO SUBSEQUENTE EM 1 REGIAO RENAL) 
0309030110 LITOTRIPSIA EXTRACORPOREA (ONDA DE CHOQUE ‐ TRATATAMENTO SUBSEQUENTE EM 2 REGIOES RENAIS) 
0309030129 LITOTRIPSIA EXTRACORPOREA (ONDA DE CHOQUE PARCIAL / COMPLETA EM 1 REGIAO  RENAL) 
0309030137 LITOTRIPSIA EXTRACORPOREA (ONDA DE CHOQUE PARCIAL / COMPLETA EM 2 REGIOES RENAIS) 
0405050372 FACOEMULSIFICACAO C/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR DOBRAVEL 
0407030085 COLOCACAO DE PROTESE BILIAR 
0407030093 DILATACAO PERCUTANEA DE ESTENOSES E ANASTOMOSES BILIARES 
0407030107 DRENAGEM BILIAR PERCUTANEA EXTERNA 
0407030115 DRENAGEM BILIAR PERCUTANEA INTERNA 
0407030239 RETIRADA PERCUTANEA DE CALCULOS BILIARES 
0409010103 COLOCACAO PERCUTANEA DE CATETER PIELO‐URETERO‐VESICAL UNILATERAL 
0409010421 TRATAMENTO CIRURGICO DE CISTO DE RIM POR PUNCAO 
0413030040  PREENCHIMENTO  FACIAL  COM    POLIMETILMETACRILATO  EM  PACIENTE  C/  LIPOATROFIA  FACIAL  CAUSADOS  PELA 
REDU€ 
0501020012 IDENTIFICACAO DE RECEPTOR DE CELULAS‐TRONCO HEMATOPOETICAS 1A FASE 
0501040013 AUTO‐PROVA CRUZADA EM RECEPTOR  DE RIM (AUTO CROSS‐MATCH) 
0501040021 IDENTIFICACAO DE DOADOR FALECIDO DE RIM /  PANCREAS E RIM‐PANCREAS 
0501040030 IDENTIFICACAO DE DOADOR VIVO DE RIM 1A FASE (POR DOADOR TIPADO) 
0501040056 PROVA CRUZADA EM DOADOR VIVO CONTRA LINFOCITOS T OU B C/ ABSORCAO DE PLAQUETAS (CROSS MATCH) 
0501040072 PROVAS CRUZADAS EM DOADOR VIVO DE RIM (CROSS MATCH) 
0501050019 AVALIACAO DE REATIVIDADE DO RECEPTOR CONTRA PAINEL DE CLASSE I OU CLASSE II (MINIMO 30 INFãCITOS) 
0501050027 IDENTIFICACAO DE RECEPTOR DE RIM /  PANCREAS E RIM‐PANCREAS 
0505010097 TRANSPLANTE DE CORNEA 
0505010100 TRANSPLANTE DE CORNEA (EM CIRURGIAS COMBINADAS) 
0505010119 TRANSPLANTE DE CORNEA (EM REOPERACOES) 

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Ministério da Saúde 

110 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de internações de alta complexidade para não 
residentes 

Conceituação 
Percentual da capacidade líquida de realizar internações de alta complexidade, para não
residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação ao total
realizado para não residentes, pela rede SUS de todos os municípios brasileiros, no ano
de internação considerado.
Capacidade líquida consiste na real capacidade, que tem a rede SUS localizada em
determinado município, de realizar internações de alta complexidade para não
residentes, depois que realizasse todo o atendimento para os mesmos procedimentos
destinados aos seus residentes, isto é, depois de descontados da produção total de
internações de alta complexidade, todos os procedimentos destinados aos seus
residentes, realizados tanto no próprio município, quanto em outros municípios.

Interpretação 

Mede a capacidade líquida nacional do município em realizar internações de alta


complexidade, para não residentes, permitindo a comparação dessa capacidade entre
todos os municípios brasileiros, independente do porte.

Busca valorizar a capacidade do município em ser polo de referência, regional, estadual


e nacional, para a atenção hospitalar de média complexidade, aos demais municípios,
que não têm ou têm capacidade insuficiente para atender seus munícipes, nesse nível da
atenção.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais da capacidade de produção de internações de


alta complexidade, de determinados municípios, para usuários do SUS residentes em
outros municípios, identificando situações de insuficiências e tendências que demandem
ações e estudos específicos.

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

111 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Contribuir para avaliar a adequação do volume das internações de alta complexidade às


necessidades da atenção regionalizada de uma população.

Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas


para a atenção regionalizada de média complexidade hospitalar de responsabilidade das
três esferas de gestão do SUS.

Limitações 
Este indicador só avalia municípios que possuem capacidade para realizar internações
de alta complexidade para não residentes.
Por ter como denominador a produção para não residentes de todos os municípios
brasileiros, o indicador não mede a capacidade relativa de um município em ser polo de
referência em sua região de saúde.

Fonte 
Ministério da Saúde - Sistema de Informação Ambulatorial - SIA

Método de Cálculo 
Total de internações de alta complexidade realizadas pela rede SUS no
município, subtraído a soma das internações de alta complexidade
destinadas aos seus residentes, realizadas tanto no próprio município,
quanto em outros municípios, no ano de internação considerado.

Total de internações de alta complexidade, destinadas aos não x 100


residentes, realizados por todos os municípios brasileiros, no ano de
internação considerado.

Observação: Se numerador menor que zero (0), o resultado é feito


igual a zero (0).

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 
Em construção

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Ministério da Saúde 

112 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Parâmetro do Indicador 
1,14% = média dos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à Atenção
Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade

Pontuação IDSUS 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do
resultado em relação ao parâmetro.

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Ministério da Saúde 

113 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Anexo 1 – Lista de procedimentos das internações de alta complexidade selecionados


usados no numerador e denominador

Os critérios de seleção desses procedimentos:


• Consiste no rol de procedimentos clínicos, cirúrgicos e obstétricos classificados
como de alta complexidade na Tabela de Procedimentos Unificada.
• Excluídos os procedimentos relativos às internações psiquiátricas, isto os
contidos na Forma de Organização 030317 - Tratamento dos transtornos mentais
e comportamentais.
• Excluídos os procedimentos do Grupo 6 - Medicamentos e Grupo 7 -Órteses,
próteses e materiais especiais, da Tabela de Procedimentos Unificada
• Excluídos os procedimentos relacionados à gestão ou administrativos: Grupo 08 -
Ações complementares da atenção à saúde, da Tabela de Procedimentos
Unificada.

Critérios de seleção dos dados 
• Ano de internação (seleção do último ano do período avaliado de três anos
usados no indicador Razão de internações clínico-cirúrgicas de alta
complexidade e população residente); Tipo de AIH = Normal; Complexidade do
procedimento = Alta complexidade;

0303040068  TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL OU NEOPLASICA 
0303040106  TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAVE 
0303040114  TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR 
0303040122  TRATAMENTO CONSERVADOR DE TUMOR  DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL 
0303120010  IODOTERAPIA DE CARCIOMA DIFERENCIADO DA TIREOIDE (250 MCI) 
0303120061  TRATAMENTO DE HIPERTIREOIDISMO (PLUMMER ‐ ATE 30 MCI) 
0303120070  TRATAMENTO DE HIPERTIREOIDISMO GRAVES 
0303180013  TRATAMENTO DE AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS 
0303180030  TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO APARELHO DIGESTIVO EM HIV/AIDS 
0303180048  TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA NERVOSO EM HIV/AIDS 
0303180056  TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO EM HIV/AIDS 
0303180064  TRATAMENTO DE DOENÇAS DISSEMINADAS EM AIDS 
0303180072  TRATAMENTO DE HIV / AIDS 
0304010049  BRAQUITERAPIA 
0304010057  BRAQUITERAPIA COM FIOS DE IRIDIUM 
0304010065  BRAQUITERAPIA COM IODO 125 / OURO 198 
0304010162  MOLDAGEM EM COLO E/OU CORPO DO UTERO 
0304010324  MOLDAGEM/IMPLANTE EM MUCOSA (POR TRATAMENTO COMPLETO) 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

114 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0304010332  MOLDAGEM/IMPLANTE EM PELE/MUCOSA (POR TRATAMENTO COMPLETO) 
0304080020  INTERNAÇÃO P/ QUIMIOTERAPIA DE ADMINISTRAÇÃO CONTÍNUA 
0304080039  INTERNAÇÃO P/ QUIMIOTERAPIA DE LEUCEMIAS AGUDAS / CRÔNICAS AGUDIZADAS 
0304080047  QUIMIOTERAPIA INTRA‐ARTERIAL 
0304080063  QUIMIOTERAPIA INTRACAVITARIA 
0304090018  IODOTERAPIA DE CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREÓIDE  (150 MCI) 
0304090026  IODOTERAPIA DE CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREÓIDE (100 MCI) 
0304090034  IODOTERAPIA DE CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREÓIDE (200 MCI) 
0304090042  IODOTERAPIA DE CARCINOMA DIFERENCIADO DA TIREÓIDE (250 MCI) 
0306020017  AFERESE TERAPEUTICA 
0306020050  TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS 
0306020092  TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE 
0306020106  TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO 
0306020130  TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO / TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO) 
0306020157  TRANSFUSAO FETAL INTRA‐UTERINA 
0308020014  HEMODIAFILTRACAO CONTINUA 
0309010039  GASTROSTOMIA ENDOSCOPICA PERCUTANEA (INCLUI MATERIAL E SEDACAO ANESTESICA) 
0309010047  NUTRICAO ENTERAL EM ADULTO 
0309010055  NUTRICAO ENTERAL EM NEONATOLOGIA 
0309010063  NUTRICAO ENTERAL EM PEDIATRIA 
0309010071  NUTRICAO PARENTERAL EM ADULTO 
0309010080  NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA 
0309010098  NUTRICAO PARENTERAL EM PEDIATRIA 
0309010101  PASSAGEM DE SONDA NASO ENTERICA (INCLUI MATERIAL) 
0403010047  CRANIOTOMIA PARA RETIRADA DE CISTO / ABSCESSO / GRANULOMA ENCEFALICO 
0403010055  CRANIOTOMIA PARA RETIRADA DE CISTO / ABSCESSO / GRANULOMA ENCEFALICO (C/ TECNICA COMPLEMENTAR) 
0403010071  CRANIOTOMIA PARA RETIRADA DE CORPO ESTRANHO INTRACRANIANO (COM TECNICA COMPLEMENTAR) 
0403010110  DESCOMPRESSAO DE ORBITA POR DOENÇA OU TRAUMA 
0403010128  MICROCIRURGIA CEREBRAL ENDOSCOPICA 
0403010136  MICROCIRURGIA DA SIRINGOMIELIA 
0403010144  RECONSTRUCAO CRANIANA / CRANIO‐FACIAL 
0403010217  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE CRANIOSSINOSTOSE COMPLEXA 
0403010225  TRATAMENTO CIRURGICO DE DISRAFISMO ABERTO 
0403010233  TRATAMENTO CIRURGICO DE DISRAFISMO OCULTO 
0403010241  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA LIQUORICA CRANIANA 
0403010250  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA LIQUORICA RAQUIDIANA 
0403010292  TRATAMENTO CIRURGICO DE HEMATOMA INTRACEREBRAL (COM TECNICA COMPLEMENTAR) 
0403010330  TRATAMENTO CIRURGICO DE PLATIBASIA E MALFORMACAO DE ARNOLD CHIARI 
0403010357    TREPANACAO  CRANIANA    PARA  PROPEDEUTICA  OU  TERAPEUTICA  NEUROCIRURGICA  (COM  TECNICA 
COMPLEMENTAR) 
0403020018  ENXERTO MICROCIRURGICO DE NERVO PERIFERICO (2 OU MAIS NERVOS) 
0403020026  ENXERTO MICROCIRURGICO DE NERVO PERIFERICO (ÚNICO NERVO) 
0403020034  MICROCIRURGIA DE PLEXO BRAQUIAL COM EXPLORAÇÃO E NEUROLISE 
0403020042  MICROCIRURGIA DE PLEXO BRAQUIAL COM MICROENXERTIA 
0403020050  MICRONEUROLISE DE NERVO PERIFERICO 
0403020069  MICRONEURORRAFIA 
0403020093  NEUROTOMIA SELETIVA DE TRIGEMEO E OUTROS NERVOS CRANIANOS 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

115 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0403020115  TRATAMENTO CIRURGICO DE NEUROPATIA COMPRESSIVA COM OU SEM MICROCIRURGIA 
0403020131  TRATAMENTO MICROCIRURGICO DE TUMOR DE NERVO PERIFERICO / NEUROMA 
0403030013  CRANIOTOMIA PARA BIOPSIA ENCEFALICA 
0403030021  CRANIOTOMIA PARA  BIOPSIA ENCEFALICA (COM TÉCNICA COMPLEMENTAR) 
0403030030  CRANIOTOMIA PARA RETIRADA DE TUMOR CEREBRAL INCLUSIVO DA FOSSA POSTERIOR 
0403030048  CRANIOTOMIA PARA RETIRADA DE TUMOR INTRACRANIANO 
0403030056  CRANIECTOMIA POR TUMOR OSSEO 
0403030064  HIPOFISECTOMIA TRANSESFENOIDAL POR TECNICA COMPLEMENTAR 
0403030080  MICROCIRURGIA DE TUMOR INTRADURAL E EXTRAMEDULAR 
0403030099  MICROCIRURGIA DE TUMOR MEDULAR COM TECNICA COMPLEMENTAR 
0403030102  MICROCIRURGIA DE TUMOR MEDULAR 
0403030110  MICROCIRURGIA PARA BIOPSIA DE MEDULA ESPINHAL OU RAIZES 
0403030129  MICROCIRURGIA PARA TUMOR DA BASE DO CRANIO 
0403030137  MICROCIRURGIA PARA TUMOR DE ORBITA 
0403030145  MICROCIRURGIA PARA TUMOR INTRACRANIANO 
0403030153  MICROCIRURGIA PARA TUMOR INTRACRANIANO (COM TECNICA COMPLEMENTAR) 
0403030161  RESSECÇÃO DE TUMOR RAQUIMEDULAR EXTRADURAL 
0403030170  TRATAMENTO CONSERVADOR DE TUMOR DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL 
0403040019  ANASTOMOSE VASCULAR EXTRA / INTRACRANIANA 
0403040027  DESCOMPRESSAO NEUROVASCULAR DE NERVOS CRANIANOS 
0403040051  MICROCIRURGIA PARA MALFORMACAO ARTERIO‐VENOSA CEREBRAL 
0403040060  MICROCIRURGIA PARA  MALFORMAÇÃO ARTERIO‐VENOSA CEREBRAL PROFUNDA 
0403040078  MICROCIRURGIA VASCULAR INTRACRANIANA (COM TÉCNICA COMPLEMENTAR) 
0403040086  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA CAROTIDEO‐CAVERNOSA 
0403040094  MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM 
0403040108  MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR (MAIOR QUE 1,5 CM) 
0403040116  MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM 
0403040124  MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM 
0403050030  BLOQUEIOS PROLONGADOS DE SISTEMA NERVOSO PERIFERICO / CENTRAL COM BOMBA DE INFUSAO 
0403050049  CORDOTOMIA / MIELOTOMIA POR RADIOFREQUENCIA 
0403050057  IMPLANTE INTRATECAL DE BOMBA DE INFUSAO DE FARMACOS 
0403050065  MICROCIRURGIA COM CORDOTOMIA / MIELOTOMIA  A CEU ABERTO 
0403050073  MICROCIRURGIA COM RIZOTOMIA  A CEU ABERTO 
0403050090  RIZOTOMIA PERCUTANEA COM BALÃO 
0403050103  RIZOTOMIA PERCUTANEA POR RADIOFREQUENCIA 
0403050154  TRATAMENTO DE LESAO DO SISTEMA NEUROVEGETATIVO POR AGENTES QUIMICOS 
0403050162    TRATAMENTO  POR  ESTERETAXIA  DE  LESÃO  DE  ESTRUTURA  PROFUNDA  DE  SNC    PARA  TRATATAMENTO  DE 
MOVIMENTOS ANORMAIS OU CONTROLE DA DOR 
0403060010  EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA CIRURGICA PARA IMPLANTAÇÃO BILATERAL DE ELETRODOS INVASIVOS (INCLUI VIDEO‐
ELETROENCEFALOGRAMA) 
0403060028    EXPLORAÇÃO  DIAGNÓSTICA  CIRURGICA  PARA  IMPLANTAÇÃO  UNILATERAL  DE  ELETRODOS  INVASIVOS  (INCLUI 
VIDEO‐ELETROENCEFALOGRAMA) 
0403060036  MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA COM MONITORAMENTO INTRAOPERATORIO 
0403060044  MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA SEM MONITORAMENTO INTRA‐OPERATORIO 
0403060052  MICROCIRURGIA PARA LOBECTOMIA TEMPORAL / AMIGDALO‐HIPOCAMPECTOMIA SELETIVA 
0403060060  MICROCIRURGIA PARA RESSECCAO MULTILOBAR / HEMISFERECTOMIA / CALOSOTOMIA 
0403060079  MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRATEMPORAL COM MONITORAMENTO INTRAOPERATORIO 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

116 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0403060087  MICROCIRURGIA PARA RESSECCAO UNILOBAR EXTRATEMPORAL SEM MONITORAMENTO INTRA‐OPERATORIO 
0403060095  TRANSECÇÕES SUB‐PIAIS MULTIPLAS EM AREAS ELOQUENTES 
0403070015  ANGIOPLASTIA INTRACRANIANA EM VASO‐ESPASMO 
0403070040  EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO 
0403070058  EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO 
0403070082  EMBOLIZAÇÃO DE FISTULA ARTERIO‐VENOSA DA CABEÇA E PESCOÇO 
0403070090  EMBOLIZAÇÃO DE FISTULA CAROTIDO‐CAVERNOSA COM BALÕES DESTACÁVEIS 
0403070104  EMBOLIZAÇÃO DE MALFORMAÇÃO ARTERIO‐VENOSA DURAL COMPLEXA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL 
0403070112  EMBOLIZAÇÃO DE MALFORMAÇÃO ARTERIO‐VENOSA DURAL SIMPLES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL 
0403070120  EMBOLIZAÇÃO DE MALFORMAÇÃO ARTERIO‐VENOSA INTRAPARENQUIMATOSA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL 
0403070139  EMBOLIZAÇÃO DE TUMOR INTRA‐CRANIANO OU DA CABEÇA E PESCOÇO 
0403070147  TRATAMENTO DE ANEURISMA GIGANTE POR OCLUSÃO DO VASO PORTADOR 
0403070155  EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO 
0403070163  EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO 
0403080010  IMPLANTE DE ELETRODO PARA ESTIMULAÇÃO CEREBRAL 
0403080029  IMPLANTE DE GERADOR DE PULSOS P/ARA ESTIMULAÇÃO CEREBRAL (INCLUI CONECTOR) 
0403080037  IMPLANTE INTRAVENTRICULAR DE BOMBA DE INFUSÃO DE FARMACOS 
0403080045  MIECTOMIA SUPERSELETIVA 
0403080053  NEUROTOMIA SUPERSELETIVA PARA MOVIMENTOS ANORMAIS 
0403080061  NUCLEOTRACTOMIA TRIGEMINAL E/OU ESPINAL 
0403080070  TRATAMENTO DE DOR POR ESTEREOTAXIA 
0403080088  TRATAMENTO DE MOVIMENTO ANORMAL POR ESTEREOTAXIA 
0403080096  TRATAMENTO DE MOVIMENTO ANORMAL POR ESTEREOTAXIA COM MICRO‐REGISTRO 
0403080100  TROCA DE GERADOR DE PULSOS PARA ESTIMULAÇÃO CEREBRAL 
0404010148  IMPLANTE COCLEAR 
0404010423  REDESIGNAÇÃO SEXUAL ‐ 2º TEMPO 
0404010431  ARITENOIDECTOMIA COM LARINGOFISSURA 
0404020224  RECONSTRUÇÃO TOTAL DE CAVIDADE ORBITÁRIA 
0404020240  RECONSTRUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DE NARIZ 
0404020453  OSTEOTOMIA DA MAXILA 
0404020461  OSTEOTOMIA DA MANDIBULA 
0404020640  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE ANQUILOSE DA ARTICULAÇÃO TÊMPORO‐MANDIBULAR 
0404020690  OSTEOTOMIA CRÂNIO‐FACIAL 
0404020712  ELEVAÇÃO DO ASSOALHO DO SEIO MAXILAR 
0404020720  OSTEOSSÍNTESE DE FRATURA BILATERAL DO CÔNDILO MANDIBULAR 
0404020739  RECONSTRUÇÃO PARCIAL DE MANDÍBULA / MAXILA 
0404020780  RECONSTRUÇÃO TOTAL DE MANDÍBULA/MAXILA 
0404030017  ALONGAMENTO DE COLUMELA EM PACIENTE COM ANOMALIAS CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030041  MICROCIRURGIA OTOLÓGICA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030050  OSTEOTOMIA DA MANDÍBULA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030106  PALATOPLASTIA PRIMÁRIA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030122  LABIOPLASTIA SECUNDÁRIA EM PACIENTE COM  ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030130  RINOSEPTOPLASTIA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030157  RECONSTRUÇÃO TOTAL DE LÁBIO EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030220  IMPLANTE OSTEOINTEGRADO EXTRA‐ORAL BUCO‐MAXILO‐FACIAL 
0404030246  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FÍSTULA ORO‐SINUSAL EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030254  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FÍSTULAS ORONASAIS EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO  E BUCOMAXILOFACIAL 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

117 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0404030262  PALATOPLASTIA SECUNDÁRIA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030270    TRATAMENTO  CIRÚRGICO  DA  INSUFICIÊNCIA  VELOFARÍNGEA  EM  PACIENTE  COM  ANOMALIA  CRÂNIO  E 
BUCOMAXILOFACIAL 
0404030289    TRATAMENTO  CIRÚRGICO  REPARADOR  DA  FISSURA  FACIAL  RARA  EM  PACIENTES  COM  ANOMALIA  CRÂNIO  E 
BUCOMAXILOFACIAL 
0404030297  OSTEOTOMIA CRANIOFACIAL COMPLEXA EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030300  REMODELAÇÃO CRANIOFACIAL EM PACIENTE COM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0404030327  OSTEOPLASTIA  FRONTO ‐ ORBITAL 
0405010133  RECONSTITUICAO TOTAL DE PALPEBRA 
0405030169  VITRECTOMIA POSTERIOR COM INFUSÃO DE PERFLUOCARBONO E ENDOLASER 
0405030177  VITRECTOMIA POSTERIOR COM INFUSÃO DE PERFLUOCARBONO/ÓLEO DE SILICONE/ENDOLASER 
0405040024  CRIOTERAPIA DE TUMORES INTRA‐OCULARES 
0405040040  DESCOMPRESSAO DE NERVO OPTICO 
0405040059  DESCOMPRESSAO DE ORBITA 
0405040083  EXENTERACAO DE ORBITA 
0405040091  EXERESE DE TUMOR MALIGNO INTRA‐OCULAR 
0405040148  ORBITOTOMIA 
0405040156  RECONSTITUICAO DE CAVIDADE ORBITÁRIA 
0405040164  RECONSTITUICAO DE PAREDE DA ORBITA 
0405050186  IRIDOCICLECTOMIA 
0405050232  RECONSTRUCAO DE CAMARA ANTERIOR DO OLHO 
0405050313  TOPOPLASTIA DO TRANSPLANTE 
0405050372  FACOEMULSIFICACAO C/ IMPLANTE DE LENTE INTRA‐OCULAR DOBRAVEL 
0405050380  CIRURGIA DE CATARATA CONGÊNITA 
0406010013  ABERTURA DE COMUNICACAO INTER‐ATRIAL 
0406010021  ABERTURA DE ESTENOSE AORTICA VALVAR 
0406010030  ABERTURA DE ESTENOSE PULMONAR VALVAR 
0406010048  AMPLIACAO DE VIA DE SAIDA DO VENTRICULO DIREITO E/OU RAMOS PULMONARES 
0406010056  AMPLIACAO DE VIA DE SAIDA DO VENTRICULO ESQUERDO 
0406010064  ANASTOMOSE CAVO‐PULMONAR BIDIRECIONAL 
0406010072  ANASTOMOSE CAVO‐PULMONAR TOTAL 
0406010080  ANASTOMOSE SISTEMICO‐PULMONAR 
0406010099  BANDAGEM DA ARTERIA PULMONAR 
0406010137  CORRECAO DE ANEURISMA / DISSECCAO DA AORTA TORACO‐ABDOMINAL 
0406010153  CORRECAO DE ATRESIA PULMONAR E COMUNICACAO INTERVENTRICULAR 
0406010161  CORRECAO DE ATRIO UNICO 
0406010170  CORRECAO DE BANDA ANOMALA DO VENTRICULO DIREITO 
0406010188  CORRECAO DE COARCTACAO DA AORTA 
0406010196  CORRECAO DE COMUNICACAO INTER‐VENTRICULAR 
0406010200  CORRECAO DE COMUNICACAO INTER‐VENTRICULAR E INSUFICIENCIA AORTICA 
0406010218  CORRECAO DE COR TRIATRIATUM 
0406010226  CORRECAO DE CORONARIA ANOMALA (0 A 3 ANOS) 
0406010234  CORRECAO DE DRENAGEM ANOMALA DO RETORNO SISTEMICO 
0406010242  CORRECAO DE DRENAGEM ANOMALA PARCIAL DE VEIAS PULMONARES 
0406010250  CORRECAO DE DRENAGEM ANOMALA TOTAL DE VEIAS PULMONARES 
0406010269  CORRECAO DE DUPLA VIA DE SAIDA DO VENTRICULO DIREITO 
0406010277  CORRECAO DE DUPLA VIA DE SAIDA DO VENTRICULO ESQUERDO 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

118 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0406010285  CORRECAO DE ESTENOSE AORTICA (0 A 3 ANOS) 
0406010293  CORRECAO DE ESTENOSE MITRAL CONGENITA 
0406010307  CORRECAO DE ESTENOSE SUPRA‐AORTICA 
0406010315  CORRECAO DE FISTULA AORTO‐CAVITARIAS 
0406010323  CORRECAO DE HIPERTROFIA SEPTAL ASSIMETRICA 
0406010331  CORRECAO DE HIPOPLASIA DE VENTRICULO ESQUERDO 
0406010340  CORRECAO DE INSUFICIENCIA DA VALVULA TRICUSPIDE 
0406010358  CORRECAO DE INSUFICIENCIA MITRAL CONGENITA 
0406010366  CORRECAO DE INTERRUPCAO DO ARCO AORTICO 
0406010374  CORRECAO DE JANELA AORTO‐PULMONAR 
0406010382  CORRECAO DE JANELA AORTO‐PULMONAR (4 a 110 anos) 
0406010390  CORRECAO DE LESOES NA TRANSPOSICAO CORRIGIDA DOS VASOS DA BASE 
0406010404  CORRECAO DE PERSISTENCIA DO CANAL ARTERIAL 
0406010420  CORRECAO DE TETRALOGIA DE FALLOT E VARIANTES (0 a 3 ANOS) 
0406010439  CORRECAO DE TETRALOGIA DE FALLOT E VARIANTES (04 A 110 ANOS) 
0406010447  CORRECAO DE TRANSPOSICAO DOS GRANDES VASOS DA BASE (0 A 03 ANOS) 
0406010455  CORRECAO DE TRANSPOSICAO DE GRANDES VASOS DA BASE (04 a 110 ANOS) 
0406010463  CORRECAO DE TRONCO ARTERIOSO PERSISTENTE 
0406010471  CORRECAO DE VENTRICULO UNICO 
0406010480  CORRECAO DO CANAL ATRIO‐VENTRICULAR (PARCIAL / INTERMEDIARIO) 
0406010498  CORRECAO DO CANAL ATRIO‐VENTRICULAR (TOTAL) 
0406010501  CORRECOES DE ANOMALIAS DO ARCO AORTICO 
0406010528  EXERESE DE CISTO PERICARDICO 
0406010536  FECHAMENTO DE COMUNICACAO INTERATRIAL 
0406010544  FECHAMENTO DE COMUNICACAO INTERVENTRICULAR 
0406010552  IMPLANTE C/ TROCA DE POSICAO DE VALVAS (CIRURGIA DE ROSS) 
0406010560  IMPLANTE DE CARDIOVERSOR DESFIBRILADOR DE CAMARA UNICA TRANSVENOSO 
0406010579    IMPLANTE  DE  CARDIOVERSOR  DESFIBRILADOR  (CDI)    MULTI‐SITIO  TRANSVENOSO  EPIMIOCARDICO  POR 
TORACOTOMIA P/ IMPLANTE DE ELETRODO 
0406010587  IMPLANTE DE CARDIOVERSOR DESFIBRILADOR DE CAMARA DUPLA TRANSVENOSO 
0406010595    IMPLANTE  DE  CARDIOVERSOR  DESFIBRILADOR  MULTI‐SITIO  ENDOCAVITARIO  C/  REVERSAO  PARA  EPIMIOCARDICO 
POR TORACOTOMIA 
0406010609  IMPLANTE DE CARDIOVERSOR DESFIBRILADOR (CDI) MULTI‐SITIO TRANSVENOSO 
0406010617    IMPLANTE  DE  MARCAPASSO  CARDIACO  MULTI‐SITIO  ENDOCAVITARIO  C/  REVERSAO  P/  EPIMIOCARDICO  (POR 
TORACOTOMIA) 
0406010625    IMPLANTE  DE  MARCAPASSO  CARDIACO  MULTI‐SITIO  EPIMIOCARDICO  POR  TORACOTOMIA  P/IMPLANTE  DE 
ELETRODO 
0406010633  IMPLANTE DE MARCAPASSO CARDIACO MULTI‐SITIO TRANSVENOSO 
0406010641  IMPLANTE DE MARCAPASSO DE CAMARA DUPLA EPIMIOCARDICO 
0406010650  IMPLANTE DE MARCAPASSO DE CAMARA DUPLA TRANSVENOSO 
0406010668  IMPLANTE DE MARCAPASSO DE CAMARA UNICA EPIMIOCARDICO 
0406010676  IMPLANTE DE MARCAPASSO DE CAMARA UNICA TRANSVENOSO 
0406010692  IMPLANTE DE PROTESE VALVAR 
0406010706  INFARTECTOMIA / ANEURISMECTOMIA ASSOCIADA OU NAO A REVASCULARIZACAO MIOCARDICA 
0406010714  INSTALACAO DE ASSISTENCIA CIRCULATORIA 
0406010730  LIGADURA DE FISTULA SISTEMICO‐PULMONAR 
0406010749  MANUTENCAO DE ASSISTENCIA CIRCULATORIA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

119 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0406010757  PERICARDIECTOMIA 
0406010765  PERICARDIECTOMIA PARCIAL 
0406010781  PLASTICA / TROCA DE VALVULA TRICUSPIDE (ANOMALIA DE EBSTEIN) 
0406010790  PLASTICA DE LOJA DE GERADOR DE SISTEMA DE ESTIMULACAO CARDIACA ARTIFICIAL 
0406010803  PLASTICA VALVAR 
0406010811  PLASTICA VALVAR C/ REVASCULARIZACAO MIOCARDICA 
0406010820  PLASTICA VALVAR E/OU TROCA VALVAR MULTIPLA 
0406010838  RECONSTRUCAO DA RAIZ DA AORTA 
0406010846  RECONSTRUCAO DA RAIZ DA AORTA C/ TUBO VALVADO 
0406010854  REPOSICIONAMENTO DE ELETRODOS DE CARDIOVERSOR DESFIBRILADOR 
0406010862  REPOSICIONAMENTO DE ELETRODOS DE MARCAPASSO 
0406010870  REPOSICIONAMENTO DE ELETRODOS DE MARCAPASSO MULTI‐SITIO 
0406010889  RESSECCAO DE ENDOMIOCARDIOFIBROSE 
0406010897  RESSECCAO DE MEMBRANA SUB‐AORTICA 
0406010900  RESSECCAO DE TUMOR INTRACARDIACO 
0406010919  RETIRADA DE SISTEMA DE ESTIMULACAO CARDIACA ARTIFICIAL 
0406010927  REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA 
0406010935  REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA (C/ 2 OU MAIS ENXERTOS) 
0406010943  REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA 
0406010951  REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA (C/ 2 OU MAIS ENXERTOS) 
0406010986  TROCA DE AORTA ASCENDENTE 
0406010994  TROCA DE ARCO AORTICO 
0406011001  TROCA DE CONJUNTO DO SEIO CORONARIO NO MARCAPASSO MULTI‐SITIO 
0406011010  TROCA DE ELETRODOS DE DESFIBRILADOR DE CARDIO‐DESFIBRILADOR TRANSVENOSO 
0406011028  TROCA DE ELETRODOS DE DESFIBRILADOR NO CARDIO‐DESFIBRILADOR MULTI‐SITIO 
0406011036  TROCA DE ELETRODOS DE MARCAPASSO DE CAMARA DUPLA 
0406011044  TROCA DE ELETRODOS DE MARCAPASSO DE CAMARA UNICA 
0406011052  TROCA DE ELETRODOS DE MARCAPASSO EM CARDIO‐DESFIBRILADOR DE CAMARA DUPLA TRANSVENOSO 
0406011079  TROCA DE ELETRODOS DE MARCAPASSO NO CARDIO‐DESFIBRILADOR MULTI‐SITIO 
0406011087  TROCA DE ELETRODOS DE MARCAPASSO NO MARCAPASSO MULTI‐SITIO 
0406011095  TROCA DE ELETRODOS DE SEIO CORONARIO NO CARDIOVERSOR DESFIBRILADOR MULTI‐SITIO 
0406011109  TROCA DE GERADOR DE CARDIO‐DESFIBRILADOR DE CAMARA UNICA / DUPLA 
0406011117  TROCA DE GERADOR DE CARDIO‐DESFIBRILADOR MULTI‐SITIO 
0406011125  TROCA DE GERADOR DE MARCAPASSO DE CAMARA DUPLA 
0406011133  TROCA DE GERADOR DE MARCAPASSO DE CAMARA UNICA 
0406011141  TROCA DE GERADOR DE MARCAPASSO MULTI‐SITIO 
0406011150  TROCA DE GERADOR E DE ELETRODO DE MARCAPASSO DE CAMARA UNICA 
0406011168  TROCA DE GERADOR E DE ELETRODOS DE CARDIO‐DESFIBRILADOR 
0406011176  TROCA DE GERADOR E DE ELETRODOS DE CARDIO‐DESFIBRILADOR MULTISITIO 
0406011184  TROCA DE GERADOR E DE ELETRODOS DE MARCAPASSO DE CAMARA DUPLA 
0406011192  TROCA DE GERADOR E DE ELETRODOS NO MARCAPASSO MULTI‐SITIO 
0406011206  TROCA VALVAR C/ REVASCULARIZACAO MIOCARDICA 
0406011214  UNIFOCALIZACAO DE RAMOS DA ARTERIA PULMONAR C/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA 
0406011222  UNIFOCALIZACAO DE RAMOS DA ARTERIA PULMONAR S/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA 
0406011230  ANASTOMOSE SISTEMICO PULMONAR COM CEC 
0406011249  CORRECAO DE COARCTACAO DA AORTA COM CEC 
0406020027  ANASTOMOSE LINFOVENOSA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

120 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0406020043  ANEURISMECTOMIA DE AORTA ABDOMINAL INFRA‐RENAL 
0406020051  ANEURISMECTOMIA TORACO‐ABDOMINAL 
0406020078    IMPLANTAÇÃO  DE  CATETER  DE  LONGA  PERMANÊNCIA  SEMI  OU  TOTALMENTE  IMPLANTAVEL  (PROCEDIMENTO 
PRINCIPAL) 
0406020302  PLASTIA ARTERIAL C/ REMENDO (QUALQUER TECNICA) 
0406020310  PONTE AXILO‐BIFEMURAL 
0406020329  PONTE AXILO‐FEMURAL 
0406020337  PONTE DE RAMOS DOS TRONCOS SUPRA‐AORTICOS 
0406020345  PONTE FEMORO‐FEMURAL CRUZADA 
0406020353  PONTE‐TROMBOENDARTERECTOMIA AORTO‐FEMURAL 
0406020361  PONTE‐TROMBOENDARTERECTOMIA AORTO‐ILIACA 
0406020370  PONTE‐TROMBOENDARTERECTOMIA DE CAROTIDA 
0406020388  PONTE‐TROMBOENDARTERECTOMIA ILIACO‐FEMURAL 
0406020396  RETIRADA DE PROTESE INFECTADA EM POSICAO AORTO‐ ABDOMINAL C/ PONTE AXILO FEMURAL/AXILO BIFEMURAL 
CRUZADO 
0406020400  RETIRADA DE PROTESE INFECTADA EM POSICAO NAO AORTICA 
0406020418  REVASCULARIZACAO DE ARTERIAS VISCERAIS 
0406020426  REVASCULARIZACAO DO MEMBRO SUPERIOR 
0406020434  REVASCULARIZACAO POR PONTE / TROMBOENDARTERECTOMIA DE OUTRAS ARTERIAS DISTAIS 
0406020442  REVASCULARIZACAO POR PONTE / TROMBOENDARTERECTOMIA FEMURO‐POPLITEA DISTAL 
0406020450  REVASCULARIZACAO POR PONTE / TROMBOENDARTERECTOMIA FEMURO‐POPLITEA PROXIMAL 
0406020469  TRANSPLANTE DE SEGMENTO VENOSO VALVULADO 
0406020477  TRANSPOSICAO DE VEIAS DO SISTEMA VENOSO PROFUNDO 
0406020485  TRATAMENTO CIRURGICO DE ANEURISMAS DAS ARTERIAS VISCERAIS 
0406020558  TRATAMENTO CIRURGICO DE LINFEDEMA 
0406020582  TROCA DE AORTA DESCENDENTE (INCLUI ABDOMINAL) 
0406020604  VALVULOPLASTIAS DO SISTEMA VENOSO PROFUNDO 
0406020612    IMPLANTACAO  DE  CATETER  DE  LONGA  PERMANENCIA  SEMI  OU  TOTALMENTE  IMPLANTAVEL  (PROCEDIMENTO 
ESPECIAL) 
0406030014  ANGIOPLASTIA CORONARIANA 
0406030022  ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/ IMPLANTE DE DOIS STENTS 
0406030030  ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/ IMPLANTE DE STENT 
0406030049  ANGIOPLASTIA CORONARIANA PRIMARIA (INCLUI CATETERISMO) 
0406030057  ANGIOPLASTIA COM IMPLANTE DE DUPLO STENT EM AORTA/ARTERIA PULMONAR E RAMOS 
0406030065  ANGIOPLASTIA EM ENXERTO CORONARIANO 
0406030073  ANGIOPLASTIA EM ENXERTO CORONARIANO (C/ IMPLANTE DE stent) 
0406030081  ATRIOSEPTOSTOMIA C/ CATETER BALAO 
0406030090  FECHAMENTO PERCUTANEO DO CANAL ARTERIAL / FISTULAS ARTERIOVENOSAS C/ LIBERACAO DE COILS 
0406030103  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DE SISTEMA CARDIOVASCULAR POR TECNICAS HEMODINAMICAS 
0406030111  VALVULOPLASTIA AORTICA PERCUTANEA 
0406030120  VALVULOPLASTIA MITRAL PERCUTANEA 
0406030138  VALVULOPLASTIA PULMONAR PERCUTANEA 
0406030146  VALVULOPLASTIA TRICUSPIDE PERCUTANEA 
0406040010  ALCOOLIZACAO PERCUTANEA DE HEMANGIOMA E MALFORMACAO VENOSAS (INCLUI ESTUDO ANGIOGRAFICO) 
0406040028  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE AORTA, VEIA CAVA / VASOS ILIACOS (C/ STENT) 
0406040044  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE AORTA, VEIA CAVA / VASOS ILIACOS (S/ STENT) 
0406040052  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS DAS EXTREMIDADES (SEM STENT) 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

121 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0406040060  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS DAS EXTREMIDADES (C/ STENT NAO RECOBERTO) 
0406040079  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS DAS EXTREMIDADES (C/ STENT RECOBERTO) 
0406040087  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS DO PESCOCO / TRONCOS SUPRA‐AORTICOS (SEM STENT) 
0406040095  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS DO PESCOCO OU TRONCOS SUPRA‐AORTICOS (C/ STENT NAO RECOBERTO) 
0406040109  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS VISCERAIS C/ STENT NAO RECOBERTO 
0406040117  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS VISCERAIS C/ STENT RECOBERTO 
0406040125  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DE VASOS VISCERAIS / RENAIS 
0406040133  ANGIOPLASTIA INTRALUMINAL DOS VASOS DO PESCOCO / TRONCOS SUPRA‐AORTICOS (C/ STENT RECOBERTO) 
0406040141  COLOCACAO PERCUTANEA DE FILTRO DE VEIA CAVA (NA TROMBOSE VENOSA PERIFERICA E EMBOLIA PULMONAR) 
0406040150  CORRECAO ENDOVASCULAR DE ANEURISMA / DISSECCAO DA AORTA ABDOMINAL C/ ENDOPROTESE RETA / CONICA 
0406040168    CORRECAO  ENDOVASCULAR  DE  ANEURISMA  /  DISSECCAO  DA  AORTA  ABDOMINAL  E  ILIACAS  C/  ENDOPROTESE 
BIFURCADA 
0406040176  CORRECAO ENDOVASCULAR DE ANEURISMA / DISSECCAO DA AORTA TORACICA C/ ENDOPROTESE RETA OU CONICA 
0406040184  CORRECAO ENDOVASCULAR DE ANEURISMA / DISSECCAO DAS ILIACAS C/ ENDOPROTESE TUBULAR 
0406040192    EMBOLIZACAO  ARTERIAL  DE  HEMORRAGIA  DIGESTIVA    (INCLUI  PROCEDIMENTO  ENDOSCOPICO  E/OU  ESTUDO 
ANGIOGRAFICO) 
0406040206  EMBOLIZACAO DE MALFORMACAO VASCULAR ARTERIO‐VENOSA (INCLUI ESTUDO ANGIOGRAFICO) 
0406040214  EMBOLIZACAO DE MALFORMACAO VASCULAR POR PUNCAO DIRETA (INCLUI DROGAS EMBOLIZANTES) 
0406040222  FECHAMENTO PERCUTANEO DE FISTULAS ARTERIOVENOSAS C/ LIBERACAO DE COILS 
0406040230  FIBRINOLISE INTRAVASCULAR POR CATETER 
0406040249  FIBRINOLISE P/ EMBOLIA PULMONAR MACICA INTRAVASCULAR POR CATETER (INCLUI FIBRINOLITICO) 
0406040257  FIBRINOLISE VISCERAL INTRAVASCULAR POR CATETER (INCLUI FIBRINOLITICO) 
0406040265  IMPLANTACAO DE SHUNT INTRA‐HEPATICO PORTO‐SISTEMICO (TIPS) C/ STENT NAO RECOBERTO 
0406040273  OCLUSAO PERCUTANEA ENDOVASCULAR DE ARTERIA / VEIA 
0406040281  RECONSTRUCAO DA BIFURCACAO AORTO‐ILIACA C/ ANGIOPLASTIA E STENTS 
0406040290  TRATAMENTO DE EPISTAXE POR EMBOLIZACAO (INCLUI ESTUDO ANGIOGRAFICO E/OU ENDOSCOPICO) 
0406040303    TRATAMENTO  DE  HEMATURIA  OU  SANGRAMENTO  GENITAL  POR  EMBOLIZACAO  (INCLUI  ESTUDO  ANGIOGRAFICO 
E/OU ENDOSCOPICO) 
0406040311  TRATAMENTO DE HEMOPTISE POR EMBOLIZACAO PERCUTANEA (INCLUI ESTUDO ANGIOGRAFICO) 
0406040320  TRATAMENTO ENDOVASCULAR DE FISTULAS ARTERIOVENOSAS 
0406040338  TRATAMENTO ENDOVASCULAR DO PSEUDOANEURISMA 
0406050015  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO DIAGNOSTICO 
0406050023  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO I (ABLACAO DE FLUTTER ATRIAL) 
0406050031  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO I (ABLACAO DE TAQUICARDIA ATRIAL DIREITA) 
0406050040  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO I 
0406050058  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO I (ABLACAO DO NODULO ARCHOV‐TAWARA) 
0406050066  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO II (ABLACAO DAS VIAS ANOMALAS MULTIPLAS) 
0406050074  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO II (ABLACAO DE FIBRILACAO ATRIAL) 
0406050082  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO II (ABLACAO DE TAQUICARDIA ATRIAL CICATRICIAL) 
0406050090  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO II (ABLACAO DE TAQUICARDIA ATRIAL CICATRICIAL) 
0406050104  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO II (ABLACAO DE TAQUICARDIA ATRIAL ESQUERDA) 
0406050112    ESTUDO  ELETROFISIOLOGICO  TERAPEUTICO  II  (ABLACAO  DE  TAQUICARDIA  VENTRICULAR  IDIOPATICA  DO  SEIO  DE 
VALSALVA ESQUERDO) 
0406050120    ESTUDO  ELETROFISIOLOGICO  TERAPEUTICO  II  (ABLACAO  DE  TAQUICARDIA  VENTRICULAR  SUSTENTADA  C/ 
CARDIOPATIA ESTRUTURAL) 
0406050139  ESTUDO ELETROFISIOLOGICO TERAPEUTICO II (ABLACAO DE VIAS ANOMALAS ESQUERDAS) 
0407010017  DEGASTROGASTRECTOMIA C/ OU S/ VAGOTOMIA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

122 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0407010122  GASTRECTOMIA C/ OU S/ DESVIO DUODENAL 
0407010173  GASTROPLASTIA C/ DERIVACAO INTESTINAL 
0407010181  GASTROPLASTIA VERTICAL C/ BANDA 
0407020080  COLECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA 
0407020330  PROCTOCOLECTOMIA TOTAL C/ RESERVATORIO ILEAL 
0407020411  RETOSSIGMOIDECTOMIA ABDOMINO‐PERINEAL 
0408010010  ARTRODESE DE GRANDES ARTICULACOES ESCAPULO‐TORACICAS 
0408010029  ARTRODESE DE GRANDES ARTICULACOES ESCAPULO‐UMERAIS 
0408010037  ARTROPLASTIA ESCAPULO‐UMERAL (NAO CONVENCIONAL) 
0408010053  ARTROPLASTIA ESCAPULO‐UMERAL TOTAL 
0408010061  ARTROPLASTIA ESCAPULO‐UMERAL TOTAL ‐ REVISAO / RECONSTRUCAO 
0408010088  DESARTICULACAO INTERESCAPULO‐TORACICA 
0408010096  ESCAPULOPEXIA C/ OU S/ OSTEOTOMIA DA ESCAPULA / RESSECCAO BARRA OMO‐CERVICAL 
0408010100  OSTECTOMIA DA CLAVICULA OU DA ESCAPULA 
0408020075  ARTROPLASTIA TOTAL DE COTOVELO 
0408020083  ARTROPLASTIA TOTAL DE COTOVELO (REVISAO / RECONSTRUCAO) 
0408020121  REALINHAMENTO DE MECANISMO EXTENSOR DOS DEDOS DA MAO 
0408020253  REIMPLANTE DO OMBRO ATE O TERCO MEDIO DO ANTEBRACO 
0408020261  REIMPLANTE DO TERCO DISTAL DO ANTEBRACO ATE OS METACARPIANOS 
0408020270  REIMPLANTE OU REVASCULARIZACAO AO NIVEL DA MAO E OUTROS DEDOS (EXCETO POLEGAR) 
0408020288  REIMPLANTE OU REVASCULARIZACAO DO POLEGAR 
0408020318  TRANSPOSICAO DA ULNA PARA O RADIO 
0408020474  TRATAMENTO CIRURGICO DE GIGANTISMO DA MAO 
0408020644  TRATAMENTO CIRURGICO P/ CENTRALIZACAO DO PUNHO 
0408030011  ARTRODESE CERVICAL / CERVICO TORACICA POSTERIOR CINCO NIVEIS ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030020  ARTRODESE CERVICAL / CERVICO‐TORACICA POSTERIOR UM NIVEL ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030038  ARTRODESE CERVICAL / CERVICO‐TORACICA POSTERIOR DOIS NIVEIS ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030046  ARTRODESE CERVICAL / CERVICO‐TORACICA POSTERIOR SEIS  NIVEIS ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030054  ARTRODESE CERVICAL / CERVICO‐TORACICA POSTERIOR TRES NIVEIS ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030062  ARTRODESE CERVICAL ANTERIOR TRES NIVEIS 
0408030070  ARTRODESE CERVICAL ANTERIOR DOIS NIVEIS 
0408030089  ARTRODESE CERVICAL ANTERIOR C1‐C2 VIA TRANS‐ORAL / EXTRA‐ORAL 
0408030097  ARTRODESE CERVICAL ANTERIOR CINCO NIVEIS 
0408030100  ARTRODESE CERVICAL ANTERIOR QUATRO NIVEIS 
0408030119  ARTRODESE CERVICAL ANTERIOR UM NIVEL 
0408030127  ARTRODESE CERVICAL POSTERIOR C1‐C2 
0408030135  ARTRODESE INTERSOMATICA VIA POSTERIOR / POSTERO‐LATERAL UM NIVEL 
0408030143  ARTRODESE INTERSOMATICA VIA POSTERIOR / POSTERO‐LATERAL DOIS NIVEIS 
0408030151  ARTRODESE INTERSOMATICA VIA POSTERIOR / POSTERO‐LATERAL QUATRO NIVEIS 
0408030160  ARTRODESE INTERSOMATICA VIA POSTERIOR / POSTERO‐LATERAL TRES NIVEIS 
0408030178  ARTRODESE OCCIPTO‐CERVICAL (C2) POSTERIOR 
0408030186  ARTRODESE OCCIPTO‐CERVICAL (C3)POSTERIOR 
0408030194  ARTRODESE OCCIPTO‐CERVICAL (C4)POSTERIOR 
0408030208  ARTRODESE OCCIPTO‐CERVICAL (C5) POSTERIOR 
0408030216  ARTRODESE OCCIPTO‐CERVICAL (C6)POSTERIOR 
0408030224  ARTRODESE OCCIPTO‐CERVICAL (C7) POSTERIOR 
0408030232  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA ANTERIOR UM NIVEL ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

123 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408030240  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA ANTERIOR (DOIS NIVEIS ‐ INCLUI INSTRUMENTCAO) 
0408030259  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA ANTERIOR, TRES NIVEIS, INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030267  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA POSTERIOR (UM NIVEL ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO) 
0408030275  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA POSTERIOR (TRES NIVEIS ‐ INCLUI INSTRUMENTACAO) 
0408030283  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA POSTERIOR CINCO NIVEIS, INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030291  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA POSTERIOR, DOIS NIVEIS, INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030305  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA POSTERIOR, QUATRO NIVEIS, INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030313  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA POSTERIOR, SEIS NIVEIS, INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030321  ARTRODESE TORACO‐LOMBO‐SACRA POSTERIOR, SETE NIVEIS, INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408030330  COSTO‐TRANSVERSECTOMIA 
0408030356  DESCOMPRESSAO DA JUNCAO CRANIO‐CERVICAL VIA TRANSORAL / RETROFARINGEA 
0408030364  DESCOMPRESSAO OSSEA NA JUNCAO CRANIO‐CERVICAL VIA POSTERIOR 
0408030372  DESCOMPRESSAO OSSEA NA JUNCAO CRANIO‐CERVICAL VIA POSTERIOR C/ AMPLIACAO DURAL 
0408030380  DISCECTOMIA CERVICAL / LOMBAR / LOMBO‐SACRA POR VIA POSTERIOR (1 NIVEL C/ MICROSCOPIO) 
0408030410  DISCECTOMIA CERVICAL / LOMBAR / LOMBO‐SACRA POR VIA POSTERIOR (DOIS OU MAIS NIVEIS C/ MICROSCOPIO) 
0408030429  DISCECTOMIA CERVICAL ANTERIOR (ATE 2 NIVEIS C/ MICROSCOPIO) 
0408030453  DISCECTOMIA TORACO‐LOMBO‐SACRA POR VIA ANTERIOR  (C/ 2 OU MAIS NIVEIS) 
0408030461  DISCECTOMIA TORACO‐LOMBO‐SACRA POR VIA ANTERIOR (1 NIVEL) 
0408030500  RESSECCAO DE 2 OU MAIS CORPOS VERTEBRAIS CERVICAIS (INCLUI RECONSTRUCAO) 
0408030518  RESSECCAO DE 2 OU MAIS CORPOS VERTEBRAIS TORACO‐LOMBO‐SACROS (INCLUI RECONSTRUCAO) 
0408030550  RESSECCAO DE UM CORPO VERTEBRAL CERVICAL 
0408030569  RESSECCAO DE UM CORPO VERTEBRAL TORACO‐LOMBO‐SACRO (INCLUI RECONSTRUCAO) 
0408030577  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA COLUNA CERVICAL POR VIA ANTERIOR 
0408030585  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA COLUNA CERVICAL POR VIA POSTERIOR 
0408030593  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA COLUNA TORACO‐LOMBO‐SACRA POR VIA ANTERIOR 
0408030615    REVISAO  DE  ARTRODESE  /  TRATAMENTO  CIRURGICO  DE  PSEUDARTOSE  DA  COLUNA  TORACO‐LOMBO‐SACRA 
ANTERIOR 
0408030623  REVISAO DE ARTRODESE / TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE DA COLUNA CERVICAL POSTERIOR 
0408030631    REVISAO  DE  ARTRODESE  /  TRATAMENTO  CIRURGICO  DE  PSEUDARTROSE  DA  COLUNA  TORACO‐LOMBO‐SACRA 
POSTERIOR 
0408030640  REVISAO DE ARTRODESE TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDOARTORSE DA COLUNA CERVICAL ANTERIOR 
0408030658  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERO‐POSTERIOR NOVE OU MAIS NIVEIS 
0408030666  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR OITO NIVEIS 
0408030674  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR QUATRO NIVEIS 
0408030682  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR CINCO NIVEIS 
0408030690  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR POSTERIR NOVE NIVEIS 
0408030704  VERTEBROPLASTIA POR DISPOSITIVO GUIADO EM UM NIVEL 
0408030712  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR SEIS NIVEIS 
0408030720  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR SETE NIVEIS 
0408030739  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR OITO NIVEIS 
0408030747  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA NIVEL C1 ‐ C2 POR VIA ANTERIOR (OSTEOSSINTESE) 
0408030763  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR NOVE NIVEIS 
0408030771  TRATAMENTO CIRURGICO DESCOMPRESSIVO AO NIVEL DO DESFILADEIRO TORACICO 
0408030780  VERTEBROPLASTIA POR DISPOSITIVO GUIADO DOIS NIVEIS 
0408030798  VERTEBROPLASTIA POR DISPOSITIVO GUIADO TRES NIVEIS 
0408030801  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR DOZE NIVEIS OU MAIS 
0408030810  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR DEZ NIVEIS 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

124 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408030828  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR ONZE NIVEIS 
0408030836  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR DOIS NIVEIS 
0408030844  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA ANTERIOR TRES NIVEIS 
0408030852  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR CINCO NIVEIS 
0408030860  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR SEIS NIVEIS 
0408030879  TRTAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR TRES NIVEIS 
0408030887  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR QUATRO NIVEIS 
0408030895  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR DOIS NIVEIS 
0408030909  TRATAMENTO CIRURGICO DE DEFORMIDADE DA COLUNA VIA POSTERIOR SETE NIVEIS 
0408030917  ARTRODESE CERVICAL / CERVICO TORACICA POSTERIOR QUATRO NIVEIS INCLUI INSTRUMENTACAO 
0408040017  ARTRODESE DE GRANDES ARTICULACOES COXO‐FEMURAIS 
0408040033  ARTRODESE DE GRANDES ARTICULACOES SACRO‐ILIACAS 
0408040041  ARTROPLASTIA DE QUADRIL (NAO CONVENCIONAL) 
0408040068  ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL (CONVERSAO) 
0408040076  ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL (REVISAO / RECONSTRUCAO) 
0408040092  ARTROPLASTIA TOTAL PRIMARIA DO QUADRIL NAO CIMENTADA / HIBRIDA 
0408040114  DESARTICULACAO INTERILIO‐ABDOMINAL 
0408040157  OSTEOTOMIA DA PELVE 
0408040165  RECONSTRUCAO OSTEOPLASTICA DO QUADRIL 
0408040220  REVISAO CIRURGICA DE LUXACAO COXO FEMORAL CONGENITA 
0408040254    TRATAMENTO  CIRURGICO  DE  ASSOCIACAO  FRATURA  /  LUXACAO  /  FRATURA‐LUXACAO  /  DISJUNCAO  DO  ANEL 
PELVICO 
0408040289  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA / LUXACAO COXO‐FEMORAL C/ FRATURA DA EPIFISE FEMORAL 
0408040297  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO ACETABULO 
0408040300  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DO SACRO 
0408040319  TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA‐LUXACAO DA ARTICULACAO COXO‐FEMORAL (DUPLO ACESSO) 
0408040327  TRATAMENTO CIRURGICO DE LUXACAO COXO‐FEMORAL CONGENITA 
0408050047  ARTROPLASTIA DE JOELHO (NAO CONVENCIONAL) 
0408050055  ARTROPLASTIA TOTAL DE JOELHO ‐ REVISAO / RECONSTRUCAO 
0408050063  ARTROPLASTIA TOTAL PRIMARIA DO JOELHO 
0408050071  ARTROPLASTIA UNICOMPARTIMENTAL PRIMARIA DO JOELHO 
0408050187  RECONSTRUCAO OSTEOPLASTICA DO JOELHO 
0408050306  REIMPLANTE AO NIVEL DA COXA ATE O TERCO PROXIMAL DA PERNA 
0408050314  REIMPLANTE DO TERCO MEDIO DA PERNA ATE O PE 
0408050403  TRANSPLANTE DE MENISCO 
0408050411  TRANSPOSICAO DA FIBULA PARA A TIBIA 
0408050640  TRATAMENTO CIRURGICO DE GIGANTISMO DO PE 
0408050756  TRATAMENTO CIRURGICO DE PE TALO VERTICAL 
0408050853  TRATAMENTO CIRURGICO DE PSEUDARTROSE CONGENITA DA TIBIA 
0408060026  ALONGAMENTO E/OU TRANSPORTE DE OSSEO DOS OSSOS CURTOS OU LONGOS DA MAO E DO PE 
0408060034  ALONGAMENTO E/OU TRANSPORTE OSSEO DE OSSOS LONGOS (EXCETO DA MAO E DO PE) 
0408060239  RESSECCAO DE TUMOR E RECONSTRUCAO C/ RETALHO MICROCIRURGICO 
0408060247  RESSECCAO DE TUMOR E RECONSTRUCAO C/ RETALHO NAO MICROCIRURGICO (EXCETO MAO E PE) 
0408060255  RESSECCAO DE TUMOR E RECONSTRUCAO C/ TRANSPORTE OSSEO 
0408060263  RESSECCAO DE TUMOR OSSEO C/ SUBSTITUICAO (ENDOPROTESE) 
0408060271  RESSECCAO DE TUMOR OSSEO E RECONSTRUCAO C/ ENXERTO 
0408060280  RESSECCAO DE TUMOR OSSEO E RECONSTRUCAO C/ RETALHO NAO MICROCIRURGICO (APENAS MAO E PE) 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

125 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0408060298  RESSECCAO DE TUMOR OSSEO E RECONSTRUCAO POR DESLIZAMENTO 
0408060476  TENOPLASTIA OU ENXERTO DE TENDAO UNICO 
0408060492  TRANSPLANTE DO HALUX P/ O POLEGAR 
0408060506  TRANSPLANTE DO SEGUNDO PODODACTILIO P/ POLEGAR / QUALQUER OUTRO DEDO DA MAO 
0408060514  TRANSPLANTE MUSCULO‐CUTANEO C/ MICRO‐ANASTOMOSE NO TRONCO / EXTREMIDADE 
0408060522  TRANSPLANTE OSTEO‐MUSCULO‐CUTANEO C/ MICRO‐ANASTOMOSE NO TRONCO OU EXTREMIDADES 
0408060646  TRATAMENTO CIRURGICO DE MAO OU PE EM FENDA / DEDO BIFIDO / MACRODACTILIA 
0408060662  TRATAMENTO CIRURGICO DE POLIDECTILIA ARTICULADA 
0408060697  TRATAMENTO CIRURGICO DE SINDACTILIA COMPLEXA (C/ FUSAO OSSEA) 
0409050121  REDESIGNAÇÃO SEXUAL ‐ 1º TEMPO 
0412010011  BRONCOTOMIA E/OU BRONCORRAFIA 
0412010020  COLOCAÇÃO DE MOLDE BRONQUICO POR TORACOTOMIA 
0412010038    COLOCAÇÃO  DE  PROTESE  LARINGO‐TRAQUEAL,  TRAQUEAL,  TRAQUEO‐BRONQUICA,  BRONQUICA  POR  VIA 
ENDOSCOPICA (INCLUI PROTESE) 
0412010046  COLOCACAO DE PROTESE LARINGO TRAQUEAL/ TRAQUEO‐BRONQUICA (INCLUI PRÓTESE) 
0412010070  RESSECÇÃO DE TRAQUÉIA MEDIASTINAL, CARINAL OU CARINOPLASTIA 
0412010089  RESSECÇÃO DE TUMOR DE TRAQUEIA COM ANASTOMOSE 
0412010097  TRAQUEOPLASTIA POR ACESSO TORÁCICO 
0412010100  TRAQUEOPLASTIA E/OU LARINGOTRAQUEOPLASTIA 
0412010127  TRAQUEOSTOMIA COM COLOCAÇÃO DE ORTESE TRAQUEAL OU TRAQUEOBRONQUICA 
0412010135  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA BRONCOPLEURAL COM AMPUTAÇÃO DE COTO BRONQUICO 
0412010143  TRATAMENTO CIRURGICO DE FISTULA TRAQUEOESOFAGICA ADQUIRIDA 
0412020017  MEDIASTINOTOMIA EXPLORADORA PARA‐ESTERNAL / POR VIA ANTERIOR 
0412020025  MEDIASTINOTOMIA EXTRAPLEURAL POR VIA POSTERIOR 
0412020033  MEDIASTINOTOMIA P/ DRENAGEM 
0412020050  RESSECÇÃO DE TUMOR DO MEDIASTINO 
0412020076  TRAQUEOSTOMIA MEDIASTINAL 
0412020084  TRATAMENTO DE MEDIASTINITE (QUALQUER VIA) 
0412030055  PLEURECTOMIA 
0412040026  ESTERNECTOMIA COM OU SEM PRÓTESE 
0412040034  ESTERNECTOMIA SUBTOTAL 
0412040042  LIGADURA DO DUCTO TORACICO (QUALQUER METODO) 
0412040050  MOBILIZACAO DE RETALHOS MUSCULARES / DO OMENTO 
0412040107  RESSECÇÃO DE TUMOR DO DIAFRAGMA E RECONSTRUÇÃO (QUALQUER TECNICA) 
0412040115  RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA PAREDE TORÁCICA 
0412040123  TORACECTOMIA COM RECONSTRUÇÃO PARIETAL (POR PROTESE) 
0412040131  TORACECTOMIA SEM RECONSTRUÇÃO PARIETAL 
0412040158  TORACOPLASTIA (QUALQUER TECNICA) 
0412040174  TORACOTOMIA EXPLORADORA 
0412040182  TRATAMENTO CIRÚRGICO DE DEFEITOS CONGÊNITOS DO TORAX 
0412050048  LOBECTOMIA PULMONAR 
0412050064  PNEUMOMECTOMIA 
0412050072  PNEUMONECTOMIA DE TOTALIZACAO 
0412050137  CIRURGIA REDUTORA DO VOLUME PULMONAR (QUALQUER METODO) 
0412050145  METASTASECTOMIA PULMONAR UNI OU BILATERAL (QUALQUER METODO) 
0412050153  TROMBOENDARTERECTOMIA PULMONAR 
0412050161  PNEUMOTOMIA COM RESSECÇÃO COSTAL PARA DRENAGEM CAVITARIA/RETIRADA DE CORPO ESTRANHO 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

126 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0413010066  TRATAMENTO DE GRANDE QUEIMADO 
0413030016  LIPOASPIRACAO DE GIBA OU REGIÃO SUBMANDIBULAR EM  PACIENTES COM  LIPODISTROFIA DECORRENTE DO USO 
DE ANTI‐RETROVIRAl 
0413030024  LIPOASPIRACAO DE PAREDE ABDOMINAL OU DORSO EM  PACIENTES COM LIPODISTROFIA DECORRENTE DO USO DE 
ANTI‐RETROVIRAl 
0413030032  LIPOENXERTIA DE GLUTEO EM PACIENTE COM LIPODISTROFIA GLUTEA DECORRENTE DO USO DE ANTI‐RETROVIRAL 
0413030059  PREENCHIMENTO FACIAL C/ TECIDO GORDUROSO EM PACIENTE C/ LIPOATROFIA DE FACE DECORRENTE DO USO DE 
ANTI‐RETROVIRAIS 
0413030067  RECONSTRUCAO GLUTEA  E/OU PERIANAL EM PACIENTE C/ LIPODISTROFIA GLUTEA DECORRENTE DO USO DE ANTI‐
RETROVIRAL, COM LIPOENXERTIA OU PMMA 
0413030075  REDUCAO MAMARIA EM PACIENTE C/ LIPODISTROFIA DECORRENTE DO USO DE ANTI‐RETROVIRAIS 
0413030083    TRATAMENTO  DE  GINECOMASTIA  OU  PSEUDOGINECOMASTIA  EM  PACIENTE  C/  LIPODISTROFIA  DECORRENTE  DO 
USO DE ANTI‐RETROVIRAIS 
0413040038  DERMOLIPECTOMIA (1 OU 2 MEMBROS INFERIORES) 
0413040054  DERMOLIPECTOMIA ABDOMINAL POS‐GASTROPLASTIA 
0413040062  DERMOLIPECTOMIA BRAQUIAL POS‐GASTROPLASTIA 
0413040070  DERMOLIPECTOMIA CRURAL POS‐GASTROPLASTIA 
0413040089  MAMOPLASTIA POS‐GASTROPLASTIA 
0414010027  MOLDAGEM / IMPLANTE EM MUCOSA (POR TRATAMENTO COMPLETO) 
0414010035  MOLDAGEM / IMPLANTE EM PELE / MUCOSA (POR TRATAMENTO COMPLETO) 
0415020018  PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS DE CIRURGIA PLÁSTICA REPARADORA PÓS GASTROPLASTIA 
0415020026  PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA 
0415020042  PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL 
0416010016  AMPUTACAO DE PENIS EM ONCOLOGIA 
0416010024  CISTECTOMIA TOTAL E DERIVACAO EM 1 SO TEMPO EM ONCOLOGIA 
0416010032  CISTECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416010040  CISTOENTEROPLASTIA EM ONCOLOGIA 
0416010059  EPIDIDIMECTOMIA C/ ESVAZIAMENTO GANGLIONAR EM ONCOLOGIA 
0416010067  EPIDIDIMECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416010075  NEFRECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416010083  NEFROPIELOSTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416010091  NEFROURETERECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416010105  ORQUIECTOMIA UNI OU BILATERAL C/ ESVAZIAMENTO GANGLIONAR EM ONCOLOGIA 
0416010113  ORQUIECTOMIA UNILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416010121  PROSTATECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416010130  PROSTATOVESICULECTOMIA RADICAL EM ONCOLOGIA 
0416010148  RESSECCAO DE COLO VESICAL A CEU ABERTO EM ONCOLOGIA 
0416010156  RESSECCAO DE TUMOR VESICAL A CEU ABERTO EM ONCOLOGIA 
0416010164  RESSECCAO DE TUMORES MULTIPLOS E SIMULTANEOS DO TRATO URINARIO EM ONCOLOGIA 
0416010172  RESSECCAO ENDOSCOPICA DE TUMOR VESICAL EM ONCOLOGIA 
0416010180  URETEROCISTONEOSTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416010199  URETEROENTEROSTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416020011  ESTADIAMENTO CIRURGICO DA DOENCA DE HODGKIN 
0416020020  LINFADENECTOMIA BILATERAL PELVICA EM ONCOLOGIA 
0416020038  LINFADENECTOMIA DE TRONCO CELIACO EM ONCOLOGIA 
0416020046  LINFADENECTOMIA ILEO‐LOMBAR EM ONCOLOGIA 
0416020054  LINFADENECTOMIA RADICAL AXILAR BILATERAL EM ONCOLOGIA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

127 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0416020062  LINFADENECTOMIA RADICAL AXILAR UNILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416020070  LINFADENECTOMIA RADICAL CERVICAL BILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416020089  LINFADENECTOMIA RADICAL CERVICAL UNILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416020097  LINFADENECTOMIA RADICAL INGUINAL BILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416020100  LINFADENECTOMIA RADICAL INGUINAL UNILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416020119  LINFADENECTOMIA RADICAL VULVAR EM ONCOLOGIA 
0416020127  LINFADENECTOMIA RETROPERITONIAL EM ONCOLOGIA 
0416020135  LINFADENECTOMIA SUPRACLAVICULAR BILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416020143  LINFADENECTOMIA SUPRACLAVICULAR UNILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416030017  EXCISAO DE TUMOR DE GLANDULA PAROTIDA EM ONCOLOGIA 
0416030033  EXCISAO DE TUMOR DE GLANDULA SUBLINGUAL EM ONCOLOGIA 
0416030041  EXCISAO DE TUMOR DE GLANDULA SUBMAXILAR EM ONCOLOGIA 
0416030050  EXTIRPACAO DE BOCIO INTRATORACICO POR VIA TRANSESTERNAL EM ONCOLOGIA 
0416030068  GLOSSECTOMIA PARCIAL EM ONCOLOGIA 
0416030076  GLOSSECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416030084  PARATIREOIDECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416030092  PAROTIDECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416030106  RESSECCAO DE LESAO MALIGNA EM ONCOLOGIA 
0416030114  RESSECCAO DE LESAO MALIGNA C/ ESVAZIAMENTO GANGLIONAR EM ONCOLOGIA 
0416030122  TIREOIDECTOMIA TOTAL C/ ESVAZIAMENTO CERVICAL EM ONCOLOGIA 
0416030130  TIREOIDECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416040012  ANASTOMOSE BILEO‐DIGESTIVA EM ONCOLOGIA 
0416040020  COLEDOCOTOMIA C/ OU S/ COLECISTECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416040039  ESOFAGECTOMIA C/ TORACOTOMIA E ESVAZIAMENTO GANGLIONAR RADICAL EM ONCOLOGIA 
0416040047  ESOFAGOCOLOPLASTIA EM ONCOLOGIA 
0416040055  ESOFAGOGASTRECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416040063  ESPLENECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416040071  GASTRECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416040080  GASTROENTEROANASTOMOSE EM ONCOLOGIA 
0416040098  GASTROSTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416040101  HEPATECTOMIA PARCIAL  LOBECTOMIA DIREITA / ESQUERDA EM ONCOLOGIA 
0416040110  PANCREATECTOMIA PARCIAL EM ONCOLOGIA 
0416040128  PANCREATO‐DUODENOTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416040136  PANCREATO‐ENTEROSTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416040144  RESSECCAO DE TUMOR RETROPERITONIAL C/ RESSECCAO DE ORGAOS CONTIGUOS EM ONCOLOGIA 
0416040152    RESSECCAO  MULTIPLA  DE  SEGMENTOS  DO  TUBO  DIGESTIVO  (ESOFAGO,  ESTOMAGO  E  INTESTINO  DELGADO)  EM 
ONCOLOGIA 
0416040160  SUPRARRENALECTOMIA  EM ONCOLOGIA 
0416040179  ALCOOLIZAÇÃO PERCUTÂNEA DE CARCINOMA HEPÁTICO 
0416040187  TRATAMENTO DE CARCINOMA HEPÁTICO POR RADIOFREQUÊNCIA 
0416040195  QUIMIOEMBOLIZAÇÃO DE CARCINOMA HEPÁTICO 
0416050018  AMPUTACAO ABDOMINO‐PERINEAL DE RETO EM ONCOLOGIA 
0416050026  COLECTOMIA PARCIAL (HEMICOLECTOMIA) EM ONCOLOGIA 
0416050034  COLECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416050042  COLOSTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416050050  EXCISAO DE TUMOR RETAL PELO ANUS EM ONCOLOGIA 
0416050069  PROCTOCOLECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

128 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0416050077  RETOSSIGMOIDECTOMIA ABDOMINAL EM ONCOLOGIA 
0416050085  RETOSSIGMOIDECTOMIA ABDOMINO‐PERINEAL EM ONCOLOGIA 
0416060013  AMPUTACAO CONICA DE COLO DE UTERO C/ COLPECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416060021  ANEXECTOMIA UNI / BILATERAL EM ONCOLOGIA 
0416060030  COLPECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416060048  HISTERECTOMIA C/ ANEXECTOMIA (UNI / BILATERAL) EM ONCOLOGIA 
0416060056  HISTERECTOMIA C/ RESSECCAO DE ORGAOS CONTIGUOS EM ONCOLOGIA 
0416060064  HISTERECTOMIA TOTAL AMPLIADA EM ONCOLOGIA 
0416060072  HISTERECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 
0416060080  TRAQUELECTOMIA RADICAL EM ONCOLOGIA 
0416060099  VULVECTOMIA AMPLIADA C/ LINFADENECTOMIA EM ONCOLOGIA 
0416060102  VULVECTOMIA SIMPLES POR TUMOR 
0416070027  RESSECCAO DE ESCLERA EM ONCOLOGIA 
0416070035  TRATAMENTO DE NEOPLASIA DA ORBITA POR TUMOR 
0416080014  EXCISAO E ENXERTO DE PELE (HEMANGIOMA NEVUS / TUMOR) EM ONCOLOGIA 
0416080022  EXCISAO E RECONSTRUCAO TOTAL DE LABIO EM ONCOLOGIA 
0416080030  EXCISAO E SUTURA COM PLASTICA EM Z NA PELE EM ONCOLOGIA 
0416080049  EXCISAO EM CUNHA DE LABIO E SUTURA EM ONCOLOGIA 
0416080057  EXCISAO PARCIAL DE LABIO C/ ENXERTO LIVRE EM ONCOLOGIA 
0416080065  EXTIRPACAO E SUPRESSAO MULTIPLA DE LESAO DA PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTANEO EM ONCOLOGIA 
0416080073  MAXILECTOMIA C/ OU S/ ESVAZIAMENTO ORBITARIO EM ONCOLOGIA 
0416080081  RECONSTRUCAO C/ RETALHO MIOCUTANEO (QUALQUER PARTE) EMONCOLOGIA 
0416080090  RECONSTRUCAO POR MICROCIRURGIA (QUALQUER PARTE) EM ONCOLOGIA 
0416080103  RESSECCAO AMPLIADA DE TUMORES DE PARTES MOLES EM ONCOLOGIA 
0416090010  AMPUTACAO / DESARTICULACAO DE MEMBROS INFERIORES EM ONCOLOGIA 
0416090028  AMPUTACAO / DESARTICULACAO DE MEMBROS SUPERIORES EM ONCOLOGIA 
0416090036  DESARTICULACAO INTER‐ILIO‐ABDOMINAL (HEMIPELVECTOMIA) EM ONCOLOGIA 
0416090044  DESARTICULACAO INTERESCAPULO‐MAMO‐TORACICA EM ONCOLOGIA 
0416090052  DESARTICULACAO INTERESCAPULO‐TORACICA EM ONCOLOGIA 
0416090060  RESSECCAO DE PARTES MOLES DAS EXTREMIDADES C/ RECONSTRUCAO EM ONCOLOGIA 
0416090079  RESSECCAO DE TUMOR DA PELVIS (POR ENDOPELVECTOMIA) EM ONCOLOGIA 
0416090087  RESSECCAO DE TUMOR E RECONSTRUCAO C/ ENXERTO EM ONCOLOGIA 
0416090095  RESSECCAO DE TUMOR MALIGNO DO OSSO TEMPORAL EM ONCOLOGIA 
0416090109  RESSECCAO DE TUMOR OSSEO C/ SUBSTITUICAO (ENDOPROTESE) EM ONCOLOGIA 
0416110010  LOBECTOMIA PULMONAR RADICAL EM ONCOLOGIA 
0416110029  PNEUMOMECTOMIA RADICAL EM ONCOLOGIA 
0416110037  TORACECTOMIA C/ RESSECCAO DE ESTRUTURAS INTRA‐TORACICAS  EM ONCOLOGIA 
0416110045  TORACECTOMIA E RECONSTRUCAO PARIETAL C/ PROTESE EM ONCOLOGIA 
0416110053  TORACOTOMIA EXPLORADORA EM ONCOLOGIA 
0416120024  MASTECTOMIA RADICAL C/ LINFADENECTOMIA AXILAR EM ONCOLOGIA 
0416120032  MASTECTOMIA SIMPLES EM ONCOLOGIA 
0416120040  RESSECCAO DE LESAO NAO PALPAVEL DE MAMA COM MARCACAO EM ONCOLOGIA 
0416130011  EXTIRPACAO DE TUMOR DA FARINGE EM ONCOLOGIA 
0416130020  EXTIRPACAO DE TUMOR DO CAVUM EM ONCOLOGIA 
0416130038  LARINGECTOMIA PARCIAL EM ONCOLOGIA 
0416130046  LARINGECTOMIA TOTAL C/ ESVAZIAMENTO CERVICAL EM ONCOLOGIA 
0416130054  LARINGECTOMIA TOTAL EM ONCOLOGIA 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

129 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0416130062  MANDIBULECTOMIA PELVI‐GLOSO EM ONCOLOGIA 
0505010011  TRANSPLANTE ALOGENICO DE CELULAS‐TRONCO HEMATOPOETICAS DE MEDULA OSSEA ‐ APARENTADO 
0505010020  TRANSPLANTE ALOGENICO DE CELULAS‐TRONCO HEMATOPOETICAS DE MEDULA OSSEA ‐ NAO APARENTADO 
0505010038    TRANSPLANTE  ALOGENICO  DE  CELULAS‐TRONCO  HEMATOPOETICAS  DE  SANGUE  DE  CORDAO  UMBILICAL  DE 
APARENTADO 
0505010046    TRANSPLANTE  ALOGENICO  DE  CELULAS‐TRONCO  HEMATOPOETICAS  DE  SANGUE  DE  CORDAO  UMBILICAL  DE  NAO 
APARENTADO 
0505010054  TRANSPLANTE ALOGENICO DE CELULAS‐TRONCO HEMATOPOETICAS DE SANGUE PERIFERICO ‐  APARENTADO 
0505010062  TRANSPLANTE ALOGENICO DE CELULAS‐TRONCO HEMATOPOETICAS DE SANGUE PERIFERICO ‐ NAO APARENTADO 
0505010070  TRANSPLANTE AUTOGENICO DE CELULAS‐TRONCO HEMATOPOETICAS DE MEDULA OSSEA ‐ 
0505010089  TRANSPLANTE AUTOGENICO DE CELULAS‐TRONCO HEMATOPOETICAS DE SANGUE PERIFERICO ‐ 
0505010097  TRANSPLANTE DE CORNEA 
0505010100  TRANSPLANTE DE CORNEA (EM CIRURGIAS COMBINADAS) 
0505010119  TRANSPLANTE DE CORNEA (EM REOPERACOES) 
0505020041  TRANSPLANTE DE CORACAO 
0505020050  TRANSPLANTE DE FIGADO (ORGAO DE DOADOR FALECIDO) 
0505020068  TRANSPLANTE DE FIGADO (ORGAO DE DOADOR VIVO) 
0505020076  TRANSPLANTE DE PANCREAS 
0505020084  TRANSPLANTE DE PULMAO UNILATERAL 
0505020092  TRANSPLANTE DE RIM (ORGAO DE DOADOR FALECIDO) 
0505020106  TRANSPLANTE DE RIM (ORGAO DE DOADOR VIVO) 
0505020114  TRANSPLANTE SIMULTANEO DE PANCREAS E RIM 
0505020122  TRANSPLANTE  DE PULMÃO BILATERAL 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

130 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente  

Conceituação 

Percentual de óbitos por acidente de residentes de determinado município que tiveram


atendimento hospitalar, em relação ao total de óbitos por acidentes de residentes do
mesmo município, no período considerado.

Interpretação 

Mede o percentual de óbitos de pessoas cuja causa tenha sido acidentes, definidos pelos
CID 10 V01 a X59,  cujo local de ocorrência do óbito, marcado na declaração de óbito,
tenha sido o hospital em relação ao total de óbitos por acidente, independente do local
de ocorrência.
Mede, assim, o percentual de óbitos de acidentados graves que obtiveram acesso à
atenção hospitalar, permitindo medir aproximadamente a facilidade ou dificuldade que
as demais pessoas acidentadas, graves ou não e que não foram a óbito, tiveram para o
acesso à atenção hospitalar de urgência e emergência.
Mede o percentual de óbitos de pessoas cuja causa tenha sido acidentes, definidos pelos
CID 10 V01 a X59, cujo local de ocorrência do óbito, marcado na declaração de óbito,
tenha sido o hospital em relação ao total de óbitos por acidente, independente do local
de ocorrência (rua, domicílio, outra unidade de saúde)

Mede, assim, o percentual de óbitos de acidentados graves que obtiveram acesso à


atenção hospitalar, permitindo medir aproximadamente a facilidade ou dificuldade que
essas pessoas acidentadas, que foram a óbito, tiveram para o acesso à atenção hospitalar
de urgência e emergência. Mede, também, indiretamente, dificuldade de acesso ao
hospital das demais pessoas acidentadas, graves ou não e que não foram a óbito.
Assim, esse indicador, mede de forma geral e conjunta, a suficiência e eficiência da
atenção pré-hospitalar (SAMU) e hospitalar, mas não separa o quanto é o peso de cada
componente.

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

131 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Usos 

Mede a suficiência e eficiência da atenção pré-hospitalar e hospitalar, auxiliando na


avaliação, planejamento e adequada estruturação da rede de atenção à urgência e
emergência.

Limitações 

Não permite discriminar a qualidade da atenção hospitalar de urgência e emergência,


uma vez que nos altos percentuais de óbitos de acidentados, atendidos no hospital, pode
conter casos de óbitos evitáveis.

Fonte 

Ministério da Saúde. Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM)

Método de Cálculo 

O resultado direto obtido desse indicador, ou seja, o quociente da divisão numerador


pelo denominador será ajustado pela metodologia estatística do Bayes Empírico, cuja
fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte equação:

Resultado ajustado do indicador = (Resultado direto X Fator de ajuste Bayes específico


do município) + (resultado médio do indicador de todos os municípios da mesma região
brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do
município).

Resultado direto = Número de óbitos de residentes de determinado município cuja causa


tenha sido por algum CID 10, de V01 a X59, cujo local de ocorrência do óbito marcado
na declaração de óbito tenha sido o hospital, dividido pelo total de óbitos pelas mesmas
causas e de residentes do mesmo município, independentes do local de ocorrência do
óbito, no período considerado.

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

132 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para


cada município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados do indicador
entre os municípios da mesma região brasileira a que pertence o município e aumenta
progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador do indicador
(total de óbitos por acidentes de residentes do município, no período considerado).

Categorias Sugeridas para Análise 

Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípios

Dados Estatísticos e Comentários 

Em construção

Parâmetro 

70% de óbitos ocorridos no hospital.

Pontuação 

Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10


Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do
resultado em relação ao parâmetro.

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Ministério da Saúde 

133 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA 

Cobertura com a vacina tetravalente 

Conceituação 

Número de doses da vacina tetravalente aplicadas em crianças com menos de um ano


(contra difteria, coqueluche, tétano e Haemophilus influenzae tipo b) em relação ao total
de crianças menores de um ano de idade em determinado município e ano.

Interpretação 

Estima o nível de proteção da população de menores de 1 ano contra doenças evitáveis


pela vacina tetravalente, mediante o cumprimento do esquema básico de vacinação.
Considera-se que a cobertura vacinal da tetravalente reflete bem a capacidade dos
municípios em efetuar a vacinação, uma vez que caso completem a vacinação da
tetravalente (vacina injetável e de 3 doses) serão capazes também de aplicar as demais
vacinas.

Usos 

Analisar variações geográficas e temporais no percentual de crianças menores de um


ano de idade vacinadas com os imunizantes da vacina.
Identificar situações de insuficiência que possam indicar a necessidade de estudos
especiais e medidas de intervenção.
Contribuir para a avaliação operacional e de impacto dos programas de imunização,
bem como para o delineamento de estratégias de vacinação.
Mensurar a adesão da população às campanhas de vacinação direcionadas para as
crianças menores de um ano.
Avaliar a homogeneidade de coberturas vacinais, calculando o percentual de municípios
que alcança as metas epidemiológicas, estabelecidas para a vacina.
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Ministério da Saúde 

134 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Subsidiar processos de planejamento, execução, monitoramento e avaliação de políticas


públicas relativas à atenção a saúde da criança e ao controle de doenças evitáveis por
imunização.

Limitações 

Valores médios elevados podem encobrir bolsões de baixa cobertura em determinados


grupos populacionais, comprometendo o controle das doenças.
Imprecisões do registro de doses de vacina aplicadas, principalmente durante a
realização de campanhas de vacinação. Assim, pode haver inconsistência do numerador
em períodos de campanha.
As doses retiradas do estoque das unidades de saúde por outras razões além da
vacinação são consideradas no cálculo do indicador, como por exemplo recipientes que
foram quebrados.
A demanda da população não residente aos postos de vacinação, principalmente em
campanhas, dificulta a avaliação da cobertura vacinal.
Podem ocorrer imprecisões da base de dados demográficos utilizada para estimar o
número de crianças com menos de um ano de idade, especialmente em anos
intercensitários.

Fonte 

Ministério da Saúde/Secretaria de Vigilância Sanitária: Sistema de Informações do


Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) – dados sobre as doses da vacina
tetravalente
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Sistema de Informações sobre
Nascidos Vivos (Sinasc) do Ministério da Saúde – base demográfica

Método de Cálculo 

Número de 3ªs doses da vacina tetravalente aplicadas em crianças menores de um ano x


100
_________________________________________________________________
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Ministério da Saúde 

135 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Número de nascidos vivos de um ano de mães residentes no município

Numerador: Totais da vacinas Tetra/penta/hexa

Denominador: Número de nascidos vivos no ano de mães residentes no município

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípios
São aplicadas 3 doses da vacina tetravalente em menores de um ano. No indicador, é
considerada apenas a 3ª dose da vacina aplicada no ano.

Dados Estatísticos e Comentários 
Cobertura vacinal com a vacina tetravalente segundo regiões, Brasil, 2007 a 2009
Região  2007  2008  2009  2007 ‐ 2009 
Norte  105,21 100,2 98,41 101,24 
Nordeste  106,4 101,79 102,65 103,61 
Sudeste  99,32 95,55 97,61 97,49 
Sul  101,84 94,46 96,83 97,68 
Centro‐Oeste  107,87 100,97 102,51 103,74 
Brasil  103,06 98,21 99,5 100,25 

Fonte: Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI)

A cobertura média do Brasil, de 2007 a 2009, foi de 100,25% sendo a menor na região
Sudeste (97,49%) e a maior na região Centro-Oeste (103,74%). Este indicador
apresentou resultados satisfatórios em todas as regiões e em todos os períodos
analisados. Destacam-se as proporções menores nas regiões Sudeste e Sul se
comparadas àquelas encontradas nas demais regiões.

Parâmetro do indicador 
95% de cobertura

Pontuação do indicador 
Se o resultado é maior ou igual ao parâmetro, a nota é 10
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Ministério da Saúde 

136 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Se o resultado é menor que o parâmetro, a nota é diretamente proporcional ao


decréscimo do resultado em relação ao parâmetro até o valor correspondente a 60% do
parâmetro.
Se o resultado é menor que 60% do parâmetro, a nota é 0

A nota deste indicador, caso o valor seja igual ou superior ao parâmetro, não altera a
nota final do IDSUS. Entretanto, caso o resultado do indicador seja inferior ao
parâmetro, cada 1 ponto perdido pelo município na nota do indicador faz com que seja
subtraída de 0,1 ponto da nota do indicador Proporção de Internações Sensíveis à
Atenção Básica, que junto com outras subtrações devidas a perda de pontos de outro
indicadores (Taxa de incidência de Sífilis Congênita, Proporção de cura de casos novos
de tuberculose pulmonar bacilífera e Proporção de cura dos casos novos de hanseníase)
conformam o Índice de Efetividade da Atenção Básica.

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

137 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Taxa de Incidência de Sífilis Congênita 

Conceituação 
Número de casos novos de sífilis congênita por nascidos vivos, em determinado
município no período considerado.

Interpretação 
Expressa a qualidade do pré-natal, uma vez que a sífilis pode ser diagnosticada e tratada
ao longo do período de gestação.

Usos 

• Contribuir para a avaliação e orientação das ações de controle da sífilis


congênita;
• Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de
saúde direcionadas à assistência, diagnóstico e tratamento dos casos de sífilis
congênita
• Analisar variações populacionais, geográficas e temporais na distribuição dos
casos de sífilis congênita, como parte do conjunto de ações de vigilância
epidemiológica da doença;

Limitações 
• Depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância
epidemiológica, em cada área geográfica, para detectar, notificar, investigar e
realizar testes laboratoriais específicos para a confirmação diagnóstica da sífilis
em gestantes e recém-nascidos;
• Demanda cautela na análise de séries temporais, pois deve considerar o processo
de implantação do sistema de notificação na rede de serviços, a evolução dos
recursos de diagnóstico (sensibilidade e a especificidade das técnicas
laboratoriais utilizadas) e o rigor na aplicação dos critérios de definição de caso
de sífilis congênita.

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
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138 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Fonte 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema Nacional de Agravos
de Notificação (Sinan) e Sistema Nacional de Nascidos Vivos (Sinasc).

Método de Cálculo 
• Para cálculo desse indicador é aplicado o fator de ajuste pelo Bayes empírico; um
método estatístico que reduz a brusca variação do resultado de indicadores em pequenas
populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidades no numerador;
• O Bayes empírico consiste em ajustar o indicador de cada município, pelo
resultado da média dos municípios semelhantes (características socio-
econômicas, de condições de saúde, estrutura do sistema de saúde e número de
habitantes);
• Quanto menor for o número de habitantes de um município maior é o ajuste,
ficando o resultado do indicador, próximo do resultado médio dos municípios
semelhantes.
• Quanto maior for o número de habitantes, menor será o ajuste, ficando o
município com seu próprio resultado.
• O fator de ajuste pelo método estatístico do Bayes Empírico pode ser
representado pela seguinte equação:

• Resultado ajustado do indicador = (Resultado direto X Fator de ajuste Bayes) +


(resultado médio do indicador de todos os municípios do mesmo grupo
homogêneo e região brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de ajuste
Bayes).

Onde:

• Resultado direto =

Número de casos de sífilis congênita notificados, em menores de um ano, em


determinado município e período.

Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e período.

• Fator de ajuste Bayes = fator calculado especificamente para cada município.


Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados do indicador entre os

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

139 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

municípios e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme


aumenta o denominador do indicador (número de residentes no município
expostos ao evento ou ao procedimento).

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados estatísticos 
Em construção

Parâmetro 
1 caso por mil nascidos vivos no ano

Pontuação 
Se o resultado for menor ou igual ao parâmetro, a nota será igual a 10.
Se o resultado for maior que o parâmetro, a nota será decrescente, proporcional ao
aumento do resultado.

A nota deste indicador, caso o valor seja igual ou superior ao parâmetro, não altera a
nota final do IDSUS. Entretanto, caso o resultado do indicador seja inferior ao
parâmetro, cada 1 ponto perdido pelo município na nota do indicador faz com que seja
subtraída de 0,15 ponto da nota do indicador Proporção de Internações Sensíveis à
Atenção Básica, que junto com outras subtrações devidas a perda de pontos de outro
indicadores (Cobertura com a vacina tetravalente, Proporção de cura de casos novos de
tuberculose pulmonar bacilífera e Proporção de cura dos casos novos de hanseníase)
conformam o Índice de Efetividade da Atenção Básica.

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

140 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar 
bacilífera 

Conceituação 

Percentual de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera curados no período


avaliado, ou seja, o número de casos curados de tuberculose pulmonar bacilífera (TB)
no total de casos diagnosticados no período da análise, em determinada unidade
geográfica.

Interpretação 

Representa o êxito no tratamento de tuberculose, a consequente diminuição da


transmissão da doença, além de verificar indiretamente a qualidade da assistência aos
pacientes.
Proporções baixas de cura de casos de TB podem indicar dificuldade de acesso dos
indivíduos aos serviços de saúde
O tratamento diretamente observado (TDO) contribui para o aumento dos percentuais
de cura dos casos de TB
As orientações acerca do tratamento de um caso de tuberculose estão preconizadas no
Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil1
1 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.
Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância
em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Ministério da Saúde, 2011

Limitações 

Mede a evolução dos casos diagnosticados, não avaliando qualquer insuficiência na


detecção de caso novos (subnotificação)
Atraso na alimentação do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan)

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

141 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

A falta de oportunidade de registro de dados do Sinan e de suas rotinas (análise de


duplicidades e vinculação) compromete a qualidade dos indicadores da vigilância da
tuberculose

Usos 
Analisar variações geográficas e temporais no percentual de cura de tuberculose
pulmonar bacilífera.

Contribuir para a orientação e avaliação das ações de controle da TB

Subsidiar processos de planejamento, execução, monitoramento e avaliação das ações e


serviços públicos relativos à atenção e ao controle da tuberculose.

Fonte 
Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN)

Método de Cálculo 
Número de indivíduos residentes, com tuberculose pulmonar bacilífera curados por ano
de diagnóstico, em determinada unidade geográfica e período dividido pelo número
total de indivíduos residentes, com tuberculose pulmonar bacilífera, em determinada
unidade geográfica e período avaliado.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 
O percentual de cura de casos de TB bacilífera vem aumentando ao longo dos anos, no
entanto, observa-se um pequeno declínio no ano de 2010.

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Figura 1 - Percentual de cura e abandono dos casos de tuberculose bacilífera. Brasil, 2001
a 2010

100
90
80 72,4 73,0 74,7 74,6 74,6 74,5 74,2 73,2
70,4 70,4
70
60
50
40
30
20
10,8 9,8 9,5 9,3 9,3 9,2 10,3 10,4 11,2 10,6
10
0
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

cura abandono

Fonte:Sinan/Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde

Parâmetro 

85% de cura.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que o país alcance 85% de taxa de cura
para que comece a reverter a situação epidemiológica da doença na sua localidade.

Pontuação 
Se o resultado é maior ou igual ao parâmetro, a nota é 10
Se o resultado é menor que o parâmetro, a nota é diretamente proporcional ao
decréscimo do resultado em relação ao parâmetro.

A nota deste indicador, caso o valor seja igual ou superior ao parâmetro, não altera a
nota final do IDSUS. Entretanto, caso o resultado do indicador seja inferior ao
parâmetro, cada 1 ponto perdido pelo município na nota do indicador faz com que seja
subtraída de 0,15 ponto da nota do indicador Proporção de Internações Sensíveis à
Atenção Básica, que junto com outras subtrações devidas a perda de pontos de outro
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143 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

indicadores (Cobertura com a vacina tetravalente, Taxa de incidência de Sífilis


Congênita e Proporção de cura dos casos novos de hanseníase) conformam o Índice de
Efetividade da Atenção Básica.

Instrutivo para obtenção dos dados 

Os dados referentes a esse indicador foram disponibilizados pela área técnica. Para realizar os 
passos descritos, é necessário solicitar o banco de dados ao setor competente, ou ter acesso 
ao banco do SINAN disponível na intranet do Ministério, ou da Secretária de Saúde do Estado a 
ser analisado. 

Utilizando o TABWIN foram extraídas dos bancos as informações conforme descrição por 
etapa e passos de execução. 

1ª ETAPA 

Compor o banco primeiro com as informações relacionadas ao encerramento dos casos por 
ano. 

1º passo Selecionar o arquivo de definição a ser utilizado “TuberculNET.DEF” . Em seguida 
clique no Abre DEF. E uma janela de diálogo será aberta para selecionar as variáveis de 
interesse. 

2º passo – Selecionar: 

No campo Linha a variável – Município de Residência


No campo Colunas Situação de encerramento
No campo Incremento Frequência
Selecionar a opção Suprime-colunas Zeradas

3º passo - No campo Arquivos Clicar no ícone para inserir o banco de


dados com as informações correspondentes ao período de análise. Neste caso, foi

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144 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

salvo no diretório C:\SINANNET\BASEDBF\ TUBEN*.DBF o qual deve ser


selecionado e marcar todos os arquivos com extensão. DBF

4º passo Utilizou cinco filtros de informações do campo: Seleções disponíveis:


1º filtro – Ano de Diagnóstico- incluir e depois marcar os anos do período
de análise.
2º filtro – Tipo de entrada - clicar em incluir e depois marcar caso novo, não
sabe.
3º filtro – Situação de encerramento - clicar em incluir e depois marcar todos,
exceto mudança de diagnóstico
Cura,
Abandono,
Óbito por tuberculose,
óbito por outras causas,
transferência e
TB Multirresistente.

4º filtro – Forma - clicar em incluir e depois marcar Pulmonar, pulmonar +


extrapulmonar.
5º filtro – 1ª baciloscopia de escarro - clicar em incluir e depois marcar
Positivo

5º passo clicar em Executar (vide figura 2) 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Figura 2. Ilustração da tela do TABWIN com a especificação das linhas, coluna, incremento, 

seleções disponíveis para o filtro, e os arquivos selecionados para retirada dos dados referente 
a  situação de encerramento dos casos diagnosticados de tuberculose no período de análise. 

2ª ETAPA 

Após a obtenção da tabela com os dados por coluna do tipo de encerramento (figura 3) 

 
 
 
 
 
 
 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Figura 3. Ilustração da tela do TABWIN com os resultados por coluna do tipo de encerramento 

dos casos de tuberculoses diagnosticados no período de análise. (... continua para os 5.563 
municípios)  
 

É preciso renomear a coluna CURA (segunda coluna da figura 6) para “1ª BARR” _ e renomear 
a coluna “TOTAL” para “1ª BARR_TOT” depois Salvar tabela. 

3ª ETAPA 

1º passo Selecionar novamente o arquivo de definição a ser utilizado “TuberculNET.DEF” . Em 
seguida clique no Abre DEF. E uma janela de diálogo será aberta para selecionar as variáveis de 
interesse. 

2º passo – Selecionar: 

No campo Linha a variável – Município de Residência


No campo Colunas Situação de encerramento
No campo Incremento Frequência
Selecionar a opção Suprime-colunas Zeradas

3º passo - No campo Arquivos Clicar no ícone para inserir o banco de


dados com as informações correspondentes do período de análise. Salvo no

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

diretório C:\SINANNET\BASEDBF\ TUBEN*.DBF, devendo selecionar e marcar


todos os arquivos com extensão. DBF

4º passo Utilizou seis filtros de informações do campo: Seleções disponíveis:


1º filtro – Ano de Diagnóstico- incluir e depois marcar os anos do período
de análise.
2º filtro – Tipo de entrada - clicar em incluir e depois marcar caso novo, não
sabe.
3º filtro – Situação de encerramento - clicar em incluir e depois marcar cura,
abandono, óbito por tuberculose, óbito por outras causas,
transferência e TB Multirresistente.
4º filtro – Forma - clicar em incluir e depois marcar Pulmonar, pulmonar +
extrapulmonar.
5º filtro – 1ª baciloscopia de escarro - clicar em incluir e depois marcar Ign,
Branco, Negativo, Não realizada.
6º filtro – 2ª baciloscopia de escarro - clicar em incluir e depois marcar
Positivo
 

5º passo Depois de realizado todas as seleções (fig.4) Clicar em Executar


 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Figura 1. Ilustração da tela do TABWIN com a especificação das linhas, coluna, incremento, 

seleções disponíveis para o filtro, e os arquivos selecionados para retirada dos dados referente 
A situação de encerramento dos casos diagnosticados de tuberculose no período de análise 
com a inclusão da 2ª baciloscopia de escarro. 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

4ª ETAPA 

Após a obtenção da tabela com os dados por coluna do tipo de encerramento (figura 6). 

Figura 2. Ilustração da tela do TABWIN com os resultados por coluna do tipo de encerramento 

dos casos de tuberculoses diagnosticados no período de análise da 2ª baciloscopia de escarro. 
(..continua para os 5.563 municípios) 

  

Depois renomear a coluna CURA (segunda coluna da figura xx) para “2ª BARR_ e  

Renomear a coluna “TOTAL” para “2ª BARR_TOT” depois Salvar tabela. 

5ª ETAPA 

Incluir na tabela originada da 1ª ETAPA os dados da 2ª baciloscopia de escarro. 

6ª ETAPA 

Realizar a Soma das colunas “1ª BARR_CURA” e “2ª BARR_CURA” e criar uma nova coluna 
SOMA_CURA.  

Somar também as colunas “1ª BARR_TOT” e “2ª BARR_TOT” e criar uma nova coluna 
SOMA_TOTAL.  Conforme a ilustração abaixo: 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Figura 3. Modelo da tabela após a realização das somas da cura e total de cura dos casos de 

tuberculoses (1ª baciloscopia e 2ª baciloscopia positiva) por município. (..continua para os 5.563 
municípios) 

7ª ETAPA 

O cálculo da nota desse indicador por município foi ajustada da seguinte forma: 

Variável‐ Proporção de cura TB pulmonar bacilífera  = 

Casos Curados de TB no período de análise x 100 
Total de Casos de TB no período de análise 

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de cura dos casos novos de hanseníase 

Conceituação 
Percentual de casos novos de hanseníase curados, de residentes no município, no
período avaliado.

Interpretação 
Representa o êxito no tratamento de hanseníase e a conseqüente diminuição da
transmissão da doença, além de verificar indiretamente a qualidade da assistência aos
pacientes.

Usos 
• Avaliar a efetividade dos esquemas de tratamento de hanseníase
• Analisar a qualidade de assistência aos pacientes com hanseníase
• Analisar variações geográficas e temporais no percentual de cura da hanseníase.
• Identificar situações de insuficiência que possam indicar a necessidade de
estudos especiais e medidas de intervenção.
• Contribuir para a avaliação operacional e de impacto do programa de prevenção
e cura da hanseníase, bem como para o delineamento de estratégias de
melhorias.
• Subsidiar processos de planejamento, execução, monitoramento e avaliação das
ações e serviços públicos relativos à atenção e ao controle da hanseníase.

Limitações 
• Depende do grau de adesão do paciente ao tratamento
• Depende da efetividade da política de controle de qualidade dos medicamentos

Fonte 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema Nacional de Agravos
de Notificação (SINAN).

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Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Método de Cálculo 
Casos novos de hanseníase em residentes em determinado município,
diagnosticados nos anos das coortes e curados até 31 de dezembro do ano de
avaliação.

Total de casos novos de hanseníase em residentes no mesmo município e


diagnosticados nos anos das coortes.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos  
Em construção

Parâmetro 
90% de cura

Pontuação 
Se o resultado é maior ou igual ao parâmetro, a nota é 10
Se o resultado é menor que o parâmetro, a nota é diretamente proporcional ao
decréscimo do resultado em relação ao parâmetro.

A nota deste indicador, caso o valor seja igual ou superior ao parâmetro, não altera a
nota final do IDSUS. Entretanto, caso o resultado do indicador seja inferior ao
parâmetro, cada 1 ponto perdido pelo município na nota do indicador faz com que seja
subtraída de 0,1 ponto da nota do indicador Proporção de Internações Sensíveis à
Atenção Básica, que junto com outras subtrações devidas a perda de pontos de outro
indicadores (Cobertura com a vacina tetravalente, Taxa de incidência de Sífilis
Congênita e Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera)
conformam o Índice de Efetividade da Atenção Básica.

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
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153 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Critérios para obtenção dos dados ­ Período 2007 a 2009 

Os dados necessários foram disponibilizados pela área técnica. No entanto para a construção 
do indicador é possível de duas formas: uma solicitando o banco de dados com as informações 
do agravo ao setor competente, ou ainda, pelo acesso SINAN net referente ao banco de dados 
disponíveis na intranet do Ministério da Saúde, ou da Secretária de Saúde do Estado. 

1ª ETAPA 

Os dados do numerador e do denominador do indicador devem ser calculados separadamente 
para os casos: 

Bacilo Paucibacilar – considera casos novos curados da coorte de Hanseníase residentes com 
data de diagnóstico no ano anterior de interesse, pois o tratamento é feito em até 6 doses, e o 
prazo de notificação da cura até nove meses no sistema. Ou seja, se o ano de interesse for 
verificar os casos novos curados da coorte de 2008 devem‐se selecionar o ano de 2007 (ano de 
diagnóstico). 

Bacilo Multibacilar – Casos novos curados da coorte de Hanseníase residentes com data de 
diagnóstico, dois anos antes a avaliação, uma vez que são ministradas 12 doses e o prazo de 
notificação da cura em até 18 meses. Exemplo, se o ano de interesse for verificar os casos 
novos curados da coorte de 2007 devem‐se selecionar os anos de 2006 e 2005 (anos de 
diagnósticos). 

Utilizando então o TABWIN, o 1º passo‐ consiste em selecionar o arquivo de definição a ser 
utilizado “HansNET.DEF” . Em seguida clique no Abre DEF. E uma janela de diálogo será aberta 
para selecionar as variáveis de interesse. 

2º passo – Selecionar: 

No campo Linha a variável – Município de Residência atual


No campo Colunas Tipo de saída
No campo Incremento Frequência

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154 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Não Selecionar a opção Suprime-colunas Zeradas e Suprime- linhas


Zeradas

3º passo - No campo Arquivos Clicar no ícone para inserir o banco de


dados com as informações correspondentes disponíveis. Neste caso, foi salvo no
diretório C:\SINANNET\BASEDBF\ TUBEN*.DBF, o qual deve ser selecionado e
marcar todos os arquivos com extensão. DBF

4º passo Utilizou quatro filtros de informações do campo: Seleções disponíveis:


1º filtro – Ano de Diagnóstico- incluir e depois marcar 2007
2º filtro – Classe oper. Atual clicar em incluir e marcar Paucibacilar
3º filtro- Modo de entrada - clicar em incluir e depois caso novo
4º filtro – Tipo de saída - clicar em incluir e depois marcar Não preenchido,
Cura, Transferido para o mesmo município, Transferido para outro
município, Transferido para o outro estado, Transferido para outro
País, Óbito, Abandono, Trans. não especificada, não marcar apenas a
opção erro de diagnóstico.

5º passo Clicar em Executar (visualização dos passos na figura 9) 

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155 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Figura 4. Ilustração da tela do TABWIN com a especificação das linhas, coluna, incremento, 

seleções disponíveis para o filtro, e os arquivos selecionados para retirada dos dados referente 
aos dados dos casos novos da coorte de interesse de Hanseníase (paucibacilar).   
 

Após a exibição da tabela com os dados solicitados, renomear a coluna CURA para 
“CURA_paucib” _ e renomear a coluna “TOTAL” para “TOTAL_paucib” depois Salvar tabela. 

2ª ETAPA 

Consiste em retirar os dados corresponde do mesmo período com a seleção das mesmas 
variáveis anteriores, agora para o tipo de bacilos multibacilar, tendo alteração somente na 
segunda etapa e no segundo filtro. 

1º passo, 2º passo, 3º passo – seleção idêntica a Hanseníase ‐ bacilo paucibacilar.  

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156 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

4º passo Usar três filtros de informações do campo: Seleções disponíveis:


1º filtro – igual A seleção realizada para Paucibacilar
2º filtro – Classe oper. Atual - clicar em incluir e marcar Multibacilar
3º filtro- 4º filtro – manter a mesma feita quando na retirada dos dados do
Paucibacilar

5º passo Clicar em Executar (visualização dos passos na figura 10) 

Figura 5. Ilustração da tela do TABWIN com a especificação das linhas, coluna, incremento, 

seleções disponíveis para o filtro, e os arquivos selecionados para retirada dos dados referente 
aos dados dos casos novos da coorte de interesse de Hanseníase (Multibacilar).   
 

Após a exibição da tabela com os dados solicitados, renomear a coluna CURA para 
“CURA_multib” _ e renomear a coluna “TOTAL” para “TOTAL_multib” depois Salvar tabela 

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157 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

3ª ETAPA 

Incluir na tabela originada da 1ª ETAPA os dados da Hanseníase do tipo paucibacilar. 

4ª ETAPA 

Realizar a Soma das colunas “CURA_paub” e “Cura_multib” e criar uma nova coluna 
SOMA_CURA.  

Somar também as colunas “TOTAL_paub” e “TOTAL_multib” e criar uma nova coluna 
SOMA_TOTAL.   

As demais colunas deverão ser excluídas permanecendo as correspondentes: município, 
“CURA_paub” , “Cura_multib, “TOTAL_paub” e “TOTAL_multib”“. 

5ª ETAPA 

Calcula‐se o indicador da seguinte forma: 

Variável‐ Proporção de cura dos casos novos do ano da coorte= 

  

As etapas executadas foram descritas para a proporção de casos novos curados da coorte de 
2007. A proporção de casos novos curados das coortes de 2008 e 2009 deverá ser realizada da 
mesma forma, lembrando que aqui é importante fazer ano a ano. E não a inclusão dos três 
anos juntos. 

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Proporção de internações sensíveis à atenção básica – ISAB 

Conceituação 
Percentual de internações clínicas sensíveis à atenção básica, de residentes em um
determinado município no período considerado.

Interpretação 

Mede a proporção das internações mais sensíveis à atenção básica em relação ao total
das internações clínicas realizadas para residentes de um município
Esse indicador pressupõe que são necessárias internações para o tratamento clínico de
uma gama de afecções e que entre essas enfermidades existe um subconjunto de causas
mais sensível à efetividade da atenção básica e que, portanto, proporções dessas
internações poderiam ser evitadas por ações mais qualificadas de cuidado desenvolvidas
nesse nível da atenção à saúde.
O rol de causas das internações sensíveis à atenção básica desse indicador embora
baseado, não é idêntico a Lista Brasileira de Internações por Condições Sensíveis à
Atenção Primária, publicada pela Portaria MS/SAS nº 221, de 17 de abril de 2008.
Para esse indicador foram selecionadas as causas em que as ações de promoção
prevenção e mesmo de cura e reabilitação, em nível primário da atenção, conseguem,
em curto e médio espaço de tempo, diminuir o número de internações clínicas para o
tratamento dessas doenças. Os exemplos mais típicos são as doenças evitáveis pela
imunização, as doenças infecciosas intestinais, pneumonias, asmas, diabetes e
hipertensão entre outras (lista CID 10 abaixo).

Usos 

• Analisar a efetividade do cuidado na atenção básica, assim como o


desenvovimemto de ações de regulação do acesso às internações hospitalares;
• Analisar variações populacionais, geográficas e temporais na distribuição
proporcional das internações hospitalares sensíveis a atenção básica,
identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e
estudos específicos;
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159 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

• Contribuir na realização de análises comparativas do adequado uso de recursos


médico-hospitalares;
• Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas
voltadas para a atenção básica.

Limitações 

• Por ser uma proporção de todas as internações clínicas realizadas, não mede a
adequação da quantidade dessas internações em relação às necessidades
epidemiológicas. Assim, podem-se ter proporções adequadas ou não em
quantidades de internações clínicas muito inferiores ou superiores às
quantidades, dessas internações, que seriam mais adequadas às necessidades de
uma população. Parte dessa limitação é contrabalançada pelos resultados do
indicador Razão de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade e
população residente.

Fonte 
Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Sistema de Internações
Hospitalares do SUS (SIH/SUS).

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao


mesmo tempo: a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui a
influência das diferenças de faixas etárias e sexos existentes nas populações dos
municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a brusca variação do resultado de
indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidades
no numerador); cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte equação:

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo


Bayes Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).

Para se chegar a essa equação é necessário:

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

160 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de


internações sensíveis à atenção básica - Lista Cida 10 - efetuadas para residentes do
município e pagas pelo SUS, no período avaliado) / (Soma do número de internações
sensíveis à atenção básica, esperadas para os residentes no município, no período
avaliado, caso esse município tivesse os mesmos resultados encontrados da proporção
média de internações sensíveis à atenção básica, em cada faixa etária e sexo, em relação
ao total de internações clínicas efetuadas para residentes dos municípios de referência)

Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: Menor 1
ano, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a
34 anos, 35 a 39 anos, 40 a 44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, 60 a 64
anos, 65 a 69 anos, 70 a 74 anos, 75 a 79 anos, 80 anos e mais.

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized


Incidence Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município
sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE média de todos os
municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município)
X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para


cada município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem
ajuste, entre todos os municípios do mesmo grupo homogêneo  e região brasileira a que
pertence o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme
aumenta o denominador da RIE (Soma do número de internações sensíveis à atenção
básica, esperadas para os residentes no município, no período avaliado).

RIE média de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que
pertence o município = (Soma do número de internações sensíveis à atenção básica,
efetuadas e pagas pelo SUS para residentes de todos os municípios do mesmo grupo
homogêneo e região brasileira a que pertence o município, no período avaliado) / (Soma
do número de internações sensíveis à atenção básica, esperadas para os residentes de

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Ministério da Saúde 

161 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o


município, no período avaliado).

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do


número de internações sensíveis à atenção básica, pagas pelo SUS e efetuadas para
residentes dos municípios de referência, no período avaliado) / (Soma do número de
internações clínicas, pagas pelo SUS e efetuadas para residentes dos municípios de
referência, no período avaliado).

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à


Atenção Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade, isto é, grupo
formado por municípios que dispõem de uma estrutura de sistema de saúde mais
completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores de acesso a
Atenção de Média a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de serviços.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos  
(Em construção)

Parâmetro 

28,6% = proporção média de internações sensíveis à atenção básica para residentes dos
municípios de referência

Pontuação do indicador 
Se o resultado for menor ou igual ao parâmetro, a nota será 10.
Se o resultado for maior que o parâmetro, a nota será decrescente, proporcional ao
aumento do resultado.

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Ministério da Saúde 

162 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Critérios de seleção dos dados da AIH / SIH 

Tabulação dos dados por município de residência do usuário, segundo sexo feminino e
masculino.
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Complexidade do procedimento = Média complexidade;
Grupo de Procedimento da Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH = 03
Procedimentos Clínicos
Motivo Saída/Permanência = Alta curado, Alta melhorado, Alta a pedido, Alta com
previsão de retorno p/acomp do paciente, Alta por evasão, Alta por outros motivos,
Transferência para internação domiciliar, Óbito com DO fornecida pelo médico
assistente, Óbito com DO fornecida pelo IML, Óbito com DO fornecida pelo SVO, Alta
da mãe/puérpera e do recém-nascido, Alta da mãe/puérpera e permanência recém-
nascido, Alta da mãe/puérpera e óbito do recém-nascido, Alta da mãe/puérpera com
óbito fetal, Óbito da gestante e do concepto, Óbito da mãe/puérpera e alta do recém-
nascido, Óbito da mãe/puérpera e permanência recém-nascido.
Faixas etárias = <1a, 1-4a, 5-9a, 10-14a, 15-19a, 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-
44a, 45-49a, 50-54a, 55-59a, 60-64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a

Lista CID 10 das Condições sensíveis á Atenção Básica


Numerador do RIE do município = Soma do número de internações, sensíveis à atenção
básica, efetuadas para residentes do município e pagas pelo SUS, no período avaliado.
Essas condições são usadas para calcular tanto o número de internações sensíveis à
Atenção Básica de todos os municípios como dos municípios de referência.

Condições Sensíveis  Lista CID 10 
A15 ‐A199,A33‐A379; A50 ‐A539, A95 ‐A959, B05 ‐
1. Doenças preveníveis por imunização  B069, B16 ‐B169, B26 ‐B269, B50 ‐B549, B77 ‐
e outras DIP  B779, G000, I00 ‐I029, 
2. Gastroenterites Infecciosas e 
complicações  A00 ‐A099; E86 ‐E869 
3. Anemia  D50 ‐D509 
4. Deficiências nutricionais  E40 ‐E469,E50 ‐E649 
5. Infecções de ouvido, nariz e garganta H66 ‐H669,J00 ‐J009,J01 ‐J019,J02 ‐J029,J03 ‐

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163 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

J039,J06 ‐J069,J31 ‐J319 
6. Pneumonias bacterianas  J13 ‐J139,J14 ‐J149,J153‐J154,J158‐J159,J181 
7. Asma  J45 ‐j459 
8. Bronquites  J20 ‐J229,J40 ‐J429 
9. Hipertensão  I10 ‐I109,I11 ‐I119 
10. Angina  I20 ‐I209 
11. Insuficiência cardíaca  I50 ‐I509 
12. Diabetes melitus  E10 ‐E149 
13. Epilepsias  G40 ‐G409 
14. Infecção no rim e trato urinário  N30 ‐N309,N34 ‐N349,N390 
15. Infecção da pele e tecido  A46 ‐A469,L01 ‐L019,L02 ‐L029,L03 ‐L039,L04 ‐
subcutâneo  L049,L08 ‐L089 
16. Doença Inflamatória órgãos  N70 ‐N709,N71 ‐N719,N72 ‐N729,N73 ‐N739,N75 ‐
pélvicos femininos  N759,N76 ‐N769 

Códigos dos procedimentos da Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH das


internações clínicas
1- Códigos de procedimentos usados para selecionar as internações clínicas usadas
como denominador da proporção média de internações sensíveis à atenção básica, em
cada faixa etária e sexo, de residentes dos municípios de referência, isto é, para cálculo
do resultado médio do indicador, em cada faixa etária e sexo, nos municípios de
referência.
2- Códigos de procedimentos usados para selecionar as internações clínicas de
residentes de todos os municípios, por faixa etária e sexo. Os quantitativos dessas
internações clínicas de cada município, por faixa etária e sexo, são multiplicados pelas
proporções médias de cada faixa etária e sexo dos municípios de referência. A soma
desses produtos, em cada faixa etária e sexo, dá o total de internações sensíveis
esperadas para cada município (denominador do RIE do município).
Procedimentos obstétricos clínicos: 0303100010, 0303100028, 0303100036, 0303100044, 0303100052 
Tratamentos clínicos: 0303010010, 0303010029, 0303010037, 0303010045, 0303010053, 0303010061, 0303010070, 
0303010088,  0303010096,  0303010100,  0303010118,  0303010126,  0303010134,  0303010142,  0303010150,  0303010169, 
0303010177,  0303010185,  0303010193,  0303010207,  0303010215,  0303020032,  0303020040,  0303020059,  0303020067, 
0303020075,  0303020083,  0303030011,  0303030020,  0303030038,  0303030046,  0303030054,  0303030062,  0303040017, 
0303040025,  0303040033,  0303040041,  0303040050,  0303040068,  0303040076,  0303040084,  0303040092,  0303040106, 
0303040114,  0303040122,  0303040130,  0303040149,  0303040157,  0303040165,  0303040173,  0303040181,  0303040190, 
0303040203,  0303040211,  0303040220,  0303040238,  0303040246,  0303040254,  0303040262,  0303040270,  0303040289, 
0303040297,  0303050136,  0303050144,  0303060018,  0303060026,  0303060034,  0303060042,  0303060050,  0303060069, 
0303060077,  0303060085,  0303060093,  0303060107,  0303060115,  0303060123,  0303060131,  0303060140,  0303060158, 
0303060166,  0303060174,  0303060182,  0303060190,  0303060204,  0303060212,  0303060220,  0303060239,  0303060247, 
0303060255,  0303060263,  0303060271,  0303060280,  0303060298,  0303060301,  0303070064,  0303070072,  0303070080, 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

164 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

0303070099,  0303070102,  0303070110,  0303070129,  0303080043,  0303080051,  0303080060,  0303080078,  0303080086, 


0303080094,  0303090138,  0303090197,  0303090200,  0303090235,  0303090243,  0303090286,  0303090294,  0303090316, 
0303110015,  0303110023,  0303110031,  0303110040,  0303110058,  0303110066,  0303110074,  0303110082,  0303110090, 
0303110104,  0303110112,  0303120010,  0303130016,  0303130024,  0303130032,  0303130040,  0303130059,  0303130067, 
0303130075,  0303130083,  0303140020,  0303140038,  0303140046,  0303140054,  0303140062,  0303140070,  0303140089, 
0303140097,  0303140100,  0303140119,  0303140127,  0303140135,  0303140143,  0303140151,  0303150017,  0303150025, 
0303150033,  0303150041,  0303150050,  0303150068,  0303160012,  0303160020,  0303160039,  0303160047,  0303160055, 
0303160063,  0303160071,  0303180013,  0303180030,  0303180048,  0303180056,  0303180064,  0303180072,  0303190019, 
0304010049,  0304010057,  0304010065,  0304010111,  0304010162,  0304080020,  0304080039,  0304080047,  0304080063, 
0304090018,  0304090026,  0304090034,  0304090042,  0304100013,  0304100021,  0305010174,  0305020013,  0305020021, 
0305020030,  0305020048,  0305020056,  0308010019,  0308010027,  0308010035,  0308010043,  0308020022,  0308020030, 
0308030010, 0308030028, 0308030036, 0308040015, 0308040023 

Diagnosticos e/ou Atendimentos de Urgência: 0301060010, 0301060070, 0301060088 

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Ministério da Saúde 

165 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada 

Conceituação 
Razão entre o número médio mensal de residentes que participaram de ação coletiva de
escovação dental supervisionada no ano e a população de determinado município.

Interpretação 
• Estima a proporção de pessoas que tiveram acesso à escovação dental com
orientação/supervisão de um profissional de saúde bucal, visando à prevenção de
doenças bucais, mais especificamente cárie dentária e doença periodontal.
• Considerando que, na maioria dos locais, a escovação dental supervisionada será
realizada com dentifrício fluoretado, este indicador também permite estimar a
proporção de pessoas que tiveram acesso ao flúor tópico, o meio mais eficaz de
prevenção de doenças bucais, além da oportunidade de consolidar o hábito de
escovação;
• O foco desse indicador está na cobertura da ação e não na freqüência com que
ela é realizada. Por isso, situações em que a ação é desenvolvida de forma
trimestral, igualam-se àquelas em que a freqüência é menor;

Usos 
• Analisar variações populacionais, geográficas e temporais da ação de escovação
dental supervisionada, identificando situações que demandem ações e estudos
específicos para implantação de ações presntivas de saúde bucal;
• Contribuir para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações de
prevenção, promoção e autocuidado, realizadas pelas equipes de saúde bucal.

Limitações 
• O indicador limita-se a um tipo de ação coletiva. Baixas coberturas não
implicam ausência de acesso a ações preventivas de doenças bucais e de
promoção da saúde;

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Ministério da Saúde 

166 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Fonte 
Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência a Saúde. Sistema de Informações
Ambulatoriais (SIA/SUS)

Método de Cálculo 
Número de pessoas participantes na ação coletiva de escovação dental
supervisionada, em doze meses, no munícipio / doze (12) X 100

População do município no período avaliado

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos 
País/Região 2008 2009 2010
Brasil 2,41 2,56 2,64
Norte 0,9 1,59 1,6
Nordeste 1,66 2,49 2,67
Sudeste 2,97 2,91 2,76
Sul 2,87 2,44 2,51
Centro-oeste 1,86 1,76 2,55

Parâmetro do indicador 
Oito participantes por 100 habitantes – média dos municípios que tem cobertura de ESB
ou Equipes de THD/ACD maior que 60%

Pontuação do indicador 
Se o resultado for igual ou superior ao parâmetro, a nota será 10.
Se o resultado for menor que o parâmetro, a nota será decrescente, proporcional ao
resultado.

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167 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Critérios de seleção dos dados 
Procedimentos odontológicos da Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH,
tabulados segundo município do estabelecimento e último ano de atendimento do
período de 03 anos dos dados do SIA usados (Ex: 2010 para o período de 2008 a 2010).

Numerador –
Procedimento 01.01.02.003-1 - Ação Coletiva de Escovação Dental Supervisionada

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168 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de exodontia em relação aos procedimentos 

Conceituação 
Percentual das extrações dentárias em relação à soma de procedimentos selecionados,
incluindo as extrações, produzidos para residentes em determinado município e ano.

Interpretação 
• Quanto menor o percentual, maior a qualidade do tratamento ofertado pela
odontologia do município, demonstrando que o leque de ações abrange maior
número de procedimentos preventivos e curativos, em detrimento da extração
dentária.

Usos 
• Analisar variações populacionais, geográficas e temporais de extrações dentárias
em segmentos populacionais, identificando situações de desigualdade e
tendências que demandem ações e estudos específicos.
• Apontar a necessidade de estudos específicos da qualidade da atenção à saúde
bucal.
• Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas de
promoção, proteção e recuperação da saúde bucal.

Limitações 
• Pessoas que necessitam de extração dentária podem não ter acesso aos serviços
odontológicos, interferindo no resultado do indicador.
• A proporção entre quantitativos de procedimentos pode mascarar se esses
quantitativos são os recomendáveis para melhor saúde bucal da população.
• Subregistros de procedimentos alteram os resultados
• Acréscimos ou subtrações no denominador para pequenas quantidades no
denominador causam grande variação nos resultados

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169 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Fonte 
Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Sistema de Informações
Ambulatoriais (SIA/SUS)

Método de Cálculo 
Número de extrações dentárias
X 100
Total de procedimentos clínicos individuais preventivos e curativos
selecionados por município e ano avaliado

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Parâmetro 
8% (92,6% da média do Brasil)

Pontuação 
Se o resultado for menor ou igual ao parâmetro, a nota será 10.
Se o resultado for maior que o parâmetro, a nota será decrescente, proporcional ao
percentual do resultado.
Se número de procedimentos odontológicos clínico-cirúrgicos for igual a zero, nota zero
Se número de exodontias for igual a zero, nota zero

Critérios de seleção dos dados 
Procedimentos odontológicos da Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH,
tabulados segundo município do estabelecimento e último ano de atendimento do
período de 03 anos dos dados do SIA usados (Ex: 2010 para o período de 2008 a 2010).

Numerador - procedimentos de exodontia


‐ 0414020138 EXODONTIA DE DENTE PERMANENTE 
‐ 0414020146 EXODONTIA MÚLTIPLA COM ALVEOLOPLASTIA POR SEXTANTE 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

170 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Denominador - procedimentos clínico-cirúrgicos selecionados:


0101020058  APLICACAO DE CARIOSTATICO (POR DENTE) 
0101020066  APLICACAO DE SELANTE (POR DENTE) 
0101020074  APLICACAO TOPICA DE FLUOR (INDIVIDUAL POR SESSAO) 
0101020090  SELAMENTO PROVISORIO DE CAVIDADE DENTARIA 
0307010015  CAPEAMENTO PULPAR 
0307010031  RESTAURACAO DE DENTE PERMANENTE ANTERIOR 
0307010040  RESTAURACAO DE DENTE PERMANENTE POSTERIOR 
0307020010  ACESSO A POLPA DENTARIA E MEDICACAO (POR DENTE) 
0307020029  CURATIVO DE DEMORA C/ OU S/ PREPARO BIOMECANICO 
0307020037  OBTURACAO DE DENTE DECIDUO 
0307020045  OBTURACAO EM DENTE PERMANENTE BIRRADICULAR 
0307020053  OBTURACAO EM DENTE PERMANENTE C/ TRES OU MAIS RAIZES 
0307020061  OBTURACAO EM DENTE PERMANENTE UNIRRADICULAR 
0307020070  PULPOTOMIA DENTARIA 
0307020088  RETRATAMENTO ENDODONTICO EM DENTE PERMANENTE  BI‐RADICULAR 
0307020096  RETRATAMENTO ENDODONTICO EM DENTE PERMANENTE C/ 3 OU MAIS RAIZES 
0307020100  RETRATAMENTO ENDODONTICO EM DENTE PERMANENTE UNI‐RADICULAR 
0307020118  SELAMENTO DE PERFURACAO RADICULAR 
0307030016  RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE) 
0307030024  RASPAGEM ALISAMENTO SUBGENGIVAIS (POR SEXTANTE) 
0307030032  RASPAGEM CORONO‐RADICULAR (POR SEXTANTE) 
0414020022  APICECTOMIA COM OU SEM OBTURA€ÇO RETRàGRADA 
0414020073  CURETAGEM PERIAPICAL 
0414020138  EXODONTIA DE DENTE PERMANENTE 
0414020146  EXODONTIA MÚLTIPLA COM ALVEOLOPLASTIA POR SEXTANTE 
0414020154  GENGIVECTOMIA (POR SEXTANTE) 
0414020162  GENGIVOPLASTIA (POR SEXTANTE) 
0414020219  ODONTOSECCAO / RADILECTOMIA / TUNELIZACAO 
0414020243  REIMPLANTE E TRANSPLANTE DENTAL (POR ELEMENTO) 
0414020367  TRATAMENTO CIRÚRGICO PARA TRACIONAMENTO DENTAL 
0414020375  TRATAMENTO CIRÚRGICO PERIODONTAL (POR SEXTANTE) 

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

171 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO AMBULATORIAL E 
HOSPITALAR DE ALTA COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E 
ALTA COMPLEXIDADE E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 

Proporção de parto normal 

Conceituação 
Percentual de partos normais de determinado município, no período considerado.

Interpretação 

• Mede a ocorrência de partos cesáreos em relação ao total de partos realizados em


um determinado município no período considerado. São dados do SINASC,
portanto estão somados tanto os partos pagos pelo SUS como os pagos pelos
planos privados de saúde ou pelo desembolso direto.
• Parto normal está relacionado a menores taxas de complicações do parto e do
recém-nascido.
• Permite avaliar a qualidade da assistência prestada, uma vez que o aumento
excessivo de partos cesáreos, acima do padrão de 15% definido pela
Organização Mundial de Saúde - OMS, pode refletir um acompanhamento pré-
natal inadequado e/ou indicações equivocadas do parto cirúrgico em detrimento
do parto normal. Em geral, entre 70 e 80% de todas as gestantes podem ser
consideradas de baixo risco no início do trabalho de parto (OMS, 1996).

Usos 

• Avaliar o acesso e a qualidade da assistência pré-natal e ao parto, supondo que


uma boa assistência aumente o valor do indicador.
• Analisar variações geográficas e temporais da proporção de partos normais,
identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e
estudos específicos.

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Ministério da Saúde 

172 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

• Contribuir na análise da qualidade da assistência ao parto e das condições de


acesso aos serviços de saúde, no contexto do modelo assistencial adotado.
• Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de
saúde voltadas para a atenção à saúde da mulher e da criança.
• Pôe a necessidade de articulação de estratégias para redução do parto cesáreo
entre os gestores do SUS e gestores dos planos privados de saúde, mediada pela
regulação da Agencia Nacional de Saúde Suplementar.

 Limitações 

• Desconsidera, por restrição da fonte de dados, os partos que deram origem a


natimortos e abortos.
• A representatividade populacional do indicador pode estar comprometida nas
áreas que apresentam insuficiente cobertura do sistema de informação sobre
nascidos vivos.
• Há possibilidade de nascidos vivos que morrem logo após o nascimento serem
declarados como natimortos, subenumerando o total de nascidos vivos.
• A ocorrência de partos gemelares resulta em contagem cumulativa de nascidos
vivos.

Fonte 
Ministério da Saúde - SINASC e IBGE: Estimativas populacionais e Censo 2010.

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao


mesmo tempo: a Padronização Indireta por Faixa Etária (que diminui a influência das
diferenças de faixas etárias existente nas populações femininas, em idade fértil, dos
municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a brusca variação do resultado de
indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidades
no numerador); cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte equação:

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Ministério da Saúde 

173 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo


Bayes Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).

Para se chegar a essa equação é necessário:

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de


nascidos vivos de partos normais ocorridos, de mães residentes no município, no
período avaliado) / (Soma do número de nascidos vivos de partos normais esperados, de
mães residentes no município, no período avaliado, caso esse município tivesse os
mesmos resultados encontrados da proporção média de parto normais, em cada faixa
etária da população feminina em idade fértil dos municípios de referência)

Faixas etárias usadas para a padronização da população feminina em idade fértil: 10 a


14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a 44
anos, 45 a 49 anos.

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized


Incidence Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município
sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE média de todos os
municípios do mesmo grupo homogêneo e da região brasileira a que pertence o
município) X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para


cada município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem
ajuste, entre todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e da região brasileira a
que pertence o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme
aumenta o denominador da RIE (Soma do úmero de nascidos vivos de partos normais
esperados, de mães residentes no município, no período avaliado).

RIE média de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e da região brasileira a


que pertence o município = (Soma do número de nascidos vivos de partos normais

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Ministério da Saúde 

174 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

ocorridos, de mães residentes em todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e da


região brasileira a que pertence o município, no período avaliado) / (Soma do número
de nascidos vivos de partos normais esperados, de mães residentes em todos os
municípios do mesmo grupo homogêneo e da região brasileira a que pertence o
município, no período avaliado).

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do


número de nascidos vivos de partos normais ocorridos, de mães residentes nos
municípios de referência, no período avaliado) / (Soma do número de nascidos vivos de
todos os partos ocorridos, de mães residentes nos municípios de referência, no período
avaliado).

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à


Atenção Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade, isto é, grupo
formado por municípios que dispõem de uma estrutura de sistema de saúde mais
completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores de acesso a
Atenção de Média a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de serviços.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 

Proporção (%) de nascidos vivos de partos normais, 
por ano, segundo regiões. 
Ano  2008  2009  2010 
Região Norte 62,4% 60,4% 58,1%
Região Nordeste 60,9% 58,7% 55,6%
Região Sudeste 44,3% 43,2% 41,8%
Região Sul 45,4% 44,0% 41,9%
Região Centro-Oeste 45,8% 44,2% 42,5%
Brasil 51,6% 49,9% 47,7%

Observações
(1) Nascimento por residência da mãe
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175 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

(2) O denominador desconsidera os partos de tipo ignorado


(3) Os dados de 2010 são preliminares - Situação da base nacional em 24/11/2011.
(4) Fonte: Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC
(5) Dados obtidos no sítio http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205.
Acesso em 08/02/2012 – 10h

Os maiores percentuais de partos normais estão nas regiões Norte e Nordeste. Observa-
se ao longo do período a diminuição dos percentuais de partos normais em todas as
regiões brasileiras.
A OMS preconiza que o total de partos cesáreos em relação ao número total de partos
realizados em um serviço de saúde seja de até 15%.
Entre os potenciais riscos associados à cesariana, particularmente a cirurgia eletiva, está
o nascimento prematuro. A prematuridade é reconhecida como um dos principais
determinantes da morbimortalidade infantil, mesmo entre aqueles recém-natos quase a
termo.
Embora os nascimentos pré-termo espontâneos, sem complicações maternas, respondam
por 60% dos casos de prematuridade, a indução do trabalho de parto e a cesárea eletiva
vêm respondendo por parcelas crescentes dos casos de partos prematuros, apresentando
um crescimento importante nos últimos 20 anos.
Além da prematuridade limítrofe, alguns autores têm apontado para o maior risco de
morbidade respiratória em crianças nascidas a termo por cesárea eletiva. Fetos com 37 a
38 semanas de gestação, quando comparados a fetos de 39 a 40 semanas, possuem 120
vezes mais chances de necessitarem suporte ventilatório. Assim, o nascimento antes de
39 semanas deve ser realizado somente por fortes razões médicas.
Comparado com os números mundiais da proporção de partos normais, observa-se que
os valores brasileiros estão mais baixos. Nos países que compõem a OECD
(Organization for Economic Cooperation and Development), a variação nas proporções
de parto normal foi de 82-86% na Holanda, República Tcheca, Eslováquia, Noruega e
Suécia. Até as consideradas muito baixas como as encontradas na Coréia, Itália e
México as proporções foram de 61 a 67%. As proporções brasileiras também foram
mais baixas que a média nos Estados Unidos, Portugal e Austrália (variando de 74 a
70%).

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176 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Parâmetro 
70% de partos normais, admitindo-se até 30% de partos cesáreos. Segundo os
parâmetros internacionais a necessidade de cesarianas é de 15 a 25% dos partos.

Pontuação  
Se o resultado for maior ou igual ao parâmetro, a nota será 10.
Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo do
resultado em relação ao parâmetro.

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177 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Proporção de óbitos em menores de 15 anos que usaram Unidades 
de Terapia Intensiva ­ UTIs 

Conceituação 

Percentual de óbitos das internações pagas pelo SUS, de menores de 15 anos de idade,
com uso de UTI, de determinado município, no período considerado.

Interpretação 

• Elevadas proporções de óbitos e menores de 15 anos que usaram UTI indicam


baixa efetividade das UTIs.
• Indica o risco de morrer das internações de menores de 15 anos de idade, com
uso de UTI;
• Expressa também as condições da assistência médico-hosptalar dispensada, de
urgência e alta complexidade.

Usos 

• Analisar variações geográficas e temporais da mortalidade das internações de


menores de 15 anos de idade, com uso de UTI, identificando situações de
desigualdade e tendências que demandem ações e estudos específicos.
• Apontar a necessidade de estudos específicos da qualidade da atenção hospitalar
nas Unidades de Terapia Intensiva, neonatal e infantil.
• Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação da atenção hospitalar
com uso das Unidades de Terapia Intensiva, neonatal e infantil.

Limitações 

Parte do risco de morrer de menores de 15 anos de idade, internados e com uso de UTI é
dada pelas doenças e pela gravidade dessas. O indicador não contempla a causas de
óbito podendo misturar riscos diferentes. No entanto, ao se usar a padronização por
faixa etária específica dentro das idades de 0 a 15 anos, em cada sexo e considerando

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178 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

que as causas de óbitos em cada faixa etária usada são muito parecidas, tal viés é
mitigado.

Fonte 

Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Sistema de Internações


Hospitalares do SUS (SIH/SUS).

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao


mesmo tempo: a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui a
influência das diferenças de faixas etárias e sexo existente nas populações dos
municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a brusca variação do resultado de
indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidades
no numerador); cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte equação:

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo


Bayes Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).
Para se chegar a essa equação é necessário:

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de


óbitos ocorridos nas internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, de residentes de 0 a
14 anos no município, no período avaliado) / (Soma do número de óbitos esperados nas
internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, de residentes, de 0 a 14 anos, no
município, no período avaliado, caso esse município tivesse, em cada faixa etária e
sexo, de 0 a 14 anos, os mesmos resultados encontrados da proporção média de óbitos
nas internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, da respectiva faixa etária e sexo, de 0
a 14 anos, de residentes nos municípios de referência.

Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: Menor 6
dias, 7 a 27 dias, 28 a 364 dias, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos

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179 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized


Incidence Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município
sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE média de todos os
municípios da mesma região brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de
ajuste Bayes específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para


cada município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem
ajuste, entre todos os municípios da mesma região brasileira a que pertence o município
e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da
RIE (Número de óbitos esperados nas internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, de
residentes de 0 a 14 anos no município).

RIE média de todos os municípios da mesma região brasileira a que pertence o


município = (Soma do número de óbitos ocorridos nas internações pagas pelo SUS, com
uso de UTI, de residentes de 0 a 14 anos de todos os municípios da mesma região
brasileira a que pertence o município, no período avaliado / (Soma do número de óbitos
esperados nas internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, de residentes de 0 a 14
anos de todos os municípios da mesma região brasileira a que pertence o município, no
período avaliado)

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do


número de internações pagas pelo SUS, com uso de UTI e com óbito, de residentes de 0
a 14 anos de todos os municípios de referência, no período avaliado) / (Soma do número
de internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, de residentes de 0 a 14 anos de todos
os municípios de referência, no período avaliado).

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à


Atenção Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade, isto é, grupo
formado por municípios que dispõem de uma estrutura de sistema de saúde mais

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

180 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores de acesso a
Atenção de Média a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de serviços.

Categorias Sugeridas para Análise 
Unidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.

Dados Estatísticos e Comentários 
(Em construção)

Parâmetro 
10,0% de óbitos nas internações pagas pelo SUS de menores ou iguais a 15 anos com
uso de UTI

Pontuação  
Se o resultado for menor ou igual ao parâmetro, a nota será 10.
Se o resultado for maior que o parâmetro, a nota será decrescente, proporcional ao
aumento do resultado.

Critérios de seleção dos dados da AIH / SIH 

Numerador do RIE do município = Soma do número de internações pagas pelo SUS,


com uso de UTI, de residentes de 0 a 14 anos do município, no período avaliado cujos
motivos de saída foram o óbito.

Tabulação dos dados por município de residência do usuário.


Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias: Menor 6 dias, 7 a 27 dias, 28 a 364 dias, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14
anos ou idade menor que 15 anos

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181 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Tipo de UTI: UTI Infantil I; UTI Infantil II; UTI Infantil III; UTI Neonatal I; UTI
Neonatal II; UTI Neonatal III

Campo SIH Óbito = Com óbito ou


Motivo de Saída- campo de dados do SIH selecionados
Óbito com DO fornecida pelo médico assistente, Óbito com DO fornecida pelo IML,
Óbito com DO fornecida pelo SVO, Alta da mãe/puérpera e óbito do recém-nascido,
Óbito da gestante e do concepto.

Denominador do RIE do município: Soma do (a) número de internações pagas pelo


SUS, com uso de UTI, por faixa etária e sexo de 0 a 14 anos, de residentes no
município; multiplicadas pela (b) proporção média de internações com óbito, pagas pelo
SUS, com uso de UTI da respectiva cada faixa etária e sexo de 0 a 14 anos, de
residentes dos municípios de referência. A soma desses produtos ∑(a x b), em cada
faixa etária e sexo, dá o total de internações esperadas com uso de UTI e com óbito,
para cada município.

a) Número de internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, em cada faixa etária
de 0 a 14 anos e sexo, de residentes de cada município.

Tabulação dos dados por município de residência do usuário, por sexo feminino e
masculino.
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias: Menor 6 dias, 7 a 27 dias, 28 a 364 dias, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14
anos ou idade menor que 15 anos
Tipo de UTI: UTI Infantil I; UTI Infantil II; UTI Infantil III; UTI Neonatal I; UTI
Neonatal II; UTI Neonatal III

b) Proporção média de internações pagas pelo SUS, com uso de UTI e com óbito,
em cada faixa etária e sexo, de 0 a 14 anos, de residentes dos municípios de
referência, isto é, resultado médio do indicador, em cada faixa etária e sexo, nos
municípios de referência.

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182 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Numerador de (b) = número de internações pagas pelo SUS, com uso de UTI e com
óbito, em cada faixa etária e sexo, de 0 a 14 anos, de todos os municípios de referência,
no período avaliado cujos motivos de saída foram o óbito.

Tabulação dos dados por município de residência do usuário, segundo sexo feminino e
masculino, selecionando apenas os municípios de referência
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias: Menor 6 dias, 7 a 27 dias, 28 a 364 dias, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14
anos ou idade menor que 15 anos

Tipo de UTI: UTI Infantil I; UTI Infantil II; UTI Infantil III; UTI Neonatal I; UTI
Neonatal II; UTI Neonatal III

Campo SIH Óbito = Com óbito ou


Motivo de Saída- campo de dados do SIH selecionados
Óbito com DO fornecida pelo médico assistente, Óbito com DO fornecida pelo IML,
Óbito com DO fornecida pelo SVO, Alta da mãe/puérpera e óbito do recém-nascido,
Óbito da gestante e do concepto.

Denominador de (b) = número de internações pagas pelo SUS, com uso de UTI, em
cada faixa etária de 0 a 14 anos e sexo de todos os municípios de referência, no período
avaliado.
Tabulação dos dados por município de residência do usuário segundo sexo feminino e
masculino, selecionando apenas os municípios de referência.
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias: Menor 6 dias, 7 a 27 dias, 28 a 364 dias, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14
anos ou idade menor que 15 anos
Tipo de UTI: UTI Infantil I; UTI Infantil II; UTI Infantil III; UTI Neonatal I; UTI
Neonatal II; UTI Neonatal III

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183 
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Proporção média de internações pagas pelo SUS, com uso de UTI e com óbito, de 0
a 14 anos de residentes dos municípios de referência, isto é, o resultado médio do
indicador, nos municípios de referência é dado pelas soma das internações com óbito de
cada faixa e sexo do numerador de (b), dividido pela soma de todas as internações de
cada faixa e sexo do denominador de (b).

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184 
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Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do 
miocárdio ­ IAM 

Conceituação 
Proporção de óbitos ocorridos nas internações por infarto agudo do miocárdio - IAM, de
residentes de 20 anos e mais, de determinado município, no período considerado.

Interpretação 
• Mede o risco de morrer por infarto agudo do miocárdio - IAM, após a internação
por tal causa;
• Expressa também as condições de diagnóstico e da assistência médica
dispensada.
• Como o bom prognóstico da atenção ao IAM está diretamente relacionado o
tempo decorrido entre o íncio do evento e a asssitência, esse indicador mede
também, indiretamente, a qualidade e presteza da atenção pré-hospitalar.

Usos 

• Analisar variações populacionais, geográficas e temporais da mortalidade das


internações por infarto agudo do miocárdio em segmentos populacionais,
identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e
estudos específicos.
• Apontar a necessidade de estudos específicos da qualidade da atenção pré-
hospitalar.
• Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas de
promoção, proteção e recuperação da saúde, concernentes às doenças do
aparelho circulatório.

Limitações 

• O não acesso a assistência médica e, portanto, a falta de diagnóstico dessa


doença pode resultar na nula ou pouca ocorrência de internações por IAM,
acarretando subregistros dessas internações e variações bruscas (baixas ou
altas) proporções de óbitos nas internações.
Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

185 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

• A inexistência de internações por IAM de residentes de municipios pouco


populosos, mesmo com a soma de eventos de 3 anos, faz com que o método
do Bayes Empírico traga como resultado a média desse indicador para região
onde está localizado o município e isso pode não representar bem a realidade
local.

Fonte 
Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Sistema de Internações
Hospitalares do SUS (SIH/SUS).

Método de Cálculo 

O resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, ao


mesmo tempo: a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui a
influência das diferenças de faixas etárias e sexo existente nas populações dos
municípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a brusca variação do resultado de
indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidades
no numerador); cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte equação:

Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste pelo


Bayes Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).
Para se chegar a essa equação é necessário:

1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número de


óbitos ocorridos nas internações por Infarto Agudo do Miocárdio pagas pelo SUS, de
residentes de 20 anos e mais do município, no período avaliado) / (Soma do número de
óbitos esperados nas internações por Infarto Agudo do Miocárdio pagas pelo SUS, de
residentes de 20 anos e mais no município, no período avaliado, caso esse município
tivesse os mesmos resultados encontrados da proporção média de óbitos nas internações
por Infarto Agudo do Miocárdio, em cada faixa etária e sexo, das internações de 20 anos
e mais, pagas pelo SUS, de residentes nos municípios de referência.

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186 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: 20 a 24


anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a 44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos,
55 a 59 anos, 60 a 64 anos, 65 a 69 anos, 70 a 74 anos, 75 a 79 anos, 80 anos e mais;

Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês Standardized


Incidence Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.

2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do município
sem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE média de todos os
municípios da mesma região brasileira a que pertence o município) X (1 – Fator de
ajuste Bayes específico do município).

Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente para


cada município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE sem
ajuste, entre todos os municípios da mesma região brasileira a que pertence o município
e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da
RIE (Número de óbitos esperados nas internações por IAM, de residentes de 20 anos e
mais no município).

RIE média de todos os municípios da mesma região brasileira a que pertence o


município = (Soma do número de óbitos ocorridos nas internações por Infarto Agudo do
Miocárdio, pagas pelo SUS, de residentes de 20 anos e mais de todos os municípios da
mesma região brasileira a que pertence o município, no período avaliado / (Soma do
número de óbitos esperados nas internações por Infarto Agudo do Miocárdio, pagas
pelo SUS, de residentes de 20 anos e mais de todos os municípios da mesma região
brasileira a que pertence o município, no período avaliado)

3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma do


número de óbitos nas internações por IAM, pagas pelo SUS, de residentes de 20 anos e
mais de todos os municípios de referência, no período avaliado) / (Soma do número de
internações por IAM, pagas pelo SUS de residentes de 20 anos e mais de todos os
municípios de referência, no período avaliado).

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187 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à


Atenção Ambulatorial e Hospitalar de Média a Alta Complexidade, isto é, grupo formado por
municípios que dispõem de uma estrutura de sistema de saúde mais completa, de forma a evitar
o viés dos baixos resultados dos indicadores de acesso a Atenção de Média a Alta
Complexidade devido à deficiência de oferta de serviços.

Categorias Sugeridas para Análise 

Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal, regiões e saúde e
municípios.

Dados Estatísticos 
Em construção

Parâmetro 
10% - em torno de 80% do resultado médio do indicador nos municípios de referência.
As proporções de óbitos por IAM dos melhores serviços, de referências internacionais,
estão em torno de 5 a 7 %.

Pontuação 
Se o resultado for menor ou igual ao parâmetro, a nota será 10.
Se o resultado for maior que o parâmetro, a nota será decrescente, proporcional ao
aumento do resultado.

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188 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Critérios de seleção dos dados da AIH / SIH 

Numerador do RIE do município = Soma do número de internações por IAM pagas


pelo SUS, efetuadas para residentes maiores de 20 anos do município, no período
avaliado cujos motivos de saída foram o óbito.

Tabulação dos dados por município de residência do usuário.


Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias = 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a, 50-54a, 55-59a, 60-
64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Diagnóstico CID10 (categorias):
I21 Infarto agudo do miocárdio
I22 Infarto do miocárdio recorrente
I23 Algumas complicações atuais subsequentes infarto agudo miocárdio

Motivo de Saída- campo de dados do SIH - selecionados das internações por IAM com
óbito
• Óbito com DO fornecida pelo médico assistente
• Óbito com DO fornecida pelo IML|
• Óbito com DO fornecida pelo SVO

Denominador do RIE do município: (a) número de internações por infarto agudo do


miocárdio - IAM pagas pelo SUS, em cada faixa etária e sexo, de residentes maiores de
20 anos, do município, multiplicadas pela (b) proporção média de óbitos nas internações
por IAM, da respectiva faixa etária e sexo de residentes dos municípios de referência. A
soma desses produtos ∑(a x b), em cada faixa etária e sexo, dá o total de internações por
IAM com óbito, esperadas para cada município.

o Número de internações por infarto agudo do miocárdio - IAM, em cada


faixa etária e sexo, de residentes maiores de 20 anos, de todos os
municípios.
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Ministério da Saúde 

189 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Tabulação dos dados por município de residência do usuário, por sexo feminino e
masculino.
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias = 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a, 50-54a, 55-59a, 60-
64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Diagnóstico CID10 (categorias):
I21 Infarto agudo do miocárdio
I22 Infarto do miocárdio recorrente
I23 Algumas complicações atuais subsequentes infarto agudo miocárdio

Motivo de Saída- campo de dados do SIH - selecionados das internações por IAM
• Alta curado
• Alta melhorado
• Alta com previsão de retorno para acompanhamento do paciente
• Óbito com DO fornecida pelo médico assistente
• Óbito com DO fornecida pelo IML|
• Óbito com DO fornecida pelo SVO

o Proporção média de internações por infarto agudo do miocárdio - IAM,


com óbito, em cada faixa etária e sexo, de residentes dos municípios de
referência, isto é, resultado médio do indicador, em cada faixa etária e
sexo, nos municípios de referência.

Numerador da Proporção média de internações por IAM, com óbito, em cada faixa
etária e sexo, de residentes dos municípios de referência = número de internações por
IAM efetuadas para residentes maiores de 20 anos pagas pelo SUS, por faixa etária e
sexo, de todos os municípios de referência, no período avaliado cujos motivos de saída
foram o óbito.

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Ministério da Saúde 

190 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Tabulação dos dados por município de residência do usuário, segundo sexo feminino e
masculino, selecionando os municípios de referência.
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias = 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a, 50-54a, 55-59a, 60-
64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Diagnóstico CID10 (categorias):
I21 Infarto agudo do miocárdio
I22 Infarto do miocárdio recorrente
I23 Algumas complicações atuais subsequentes infarto agudo miocárdio

Motivo de Saída- campo de dados do SIH - selecionados das internações por IAM com
óbito
• Óbito com DO fornecida pelo médico assistente
• Óbito com DO fornecida pelo IML|
• Óbito com DO fornecida pelo SVO

Denominador da Proporção média de internações por IAM, com óbito, em cada faixa
etária e sexo, de residentes dos municípios de referência = número de internações por
infarto agudo do miocárdio – IAM pagas pelo SUS, por faixa etária e sexo, de
residentes maiores de 20 anos, de todos os municípios de referência.

Tabulação dos dados por município de residência do usuário segundo sexo feminino e
masculino selecionando os municípios de referência.
Ano de internação (seleção dos 03 anos do período avaliado – Ex: IDSUS 2010 = 2008,
2009 e 2010);
Tipo de AIH = Normal;
Faixas etárias = 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a, 50-54a, 55-59a, 60-
64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+a
Diagnóstico CID10 (categorias):
I21 Infarto agudo do miocárdio
I22 Infarto do miocárdio recorrente

Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

191 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

I23 Algumas complicações atuais subsequentes infarto agudo miocárdio

Motivo de Saída- campo de dados do SIH - selecionados das internações por IAM
• Alta curado
• Alta melhorado
• Alta com previsão de retorno para acompanhamento do paciente
• Óbito com DO fornecida pelo médico assistente
• Óbito com DO fornecida pelo IML
• Óbito com DO fornecida pelo SVO

A Proporção média de internações por IAM, com óbito, de residentes maiores de 20


anos de todos os municípios de referência, isto é, o resultado médio do indicador, nos
municípios de referência é dado pelas soma das internações com óbito de cada faixa e
sexo do numerador de (b), dividido pela soma de todas as internações de cada faixa e
sexo do denominador de (b).

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Ministério da Saúde 

192 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

Lista dos municípios de referência, IDSUS 2010 = Municípios de 
Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção Ambulatorial 
e Hospitalar de Média a Alta Complexidade 
Grupo de municípios que dispõem de uma estrutura de sistema de saúde mais completa,
de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadores de acesso a Atenção de
Média a Alta Complexidade devido à deficiência de oferta de serviços.

Codmun  Descmun  UF_Sigla UF  Reg  Pop_2010 


140010  Boa Vista  RR  Roraima  N  284.258
150140  Belém  PA  Pará  N  1.392.031
172100  Palmas  TO  Tocantins  CO  228.297
230440  Fortaleza  CE  Ceará  NE  2.447.409
231290  Sobral  CE  Ceará  NE  188.271
240810  Natal  RN  Rio Grande do Norte  NE  803.811
250750  João Pessoa  PB  Paraíba  NE  723.514
261160  Recife  PE  Pernambuco  NE  1.536.934
280030  Aracaju  SE  Sergipe  NE  570.937
310160  Alfenas  MG  Minas Gerais  SE  73.722
310620  Belo Horizonte  MG  Minas Gerais  SE  2.375.444
312230  Divinópolis  MG  Minas Gerais  SE  213.076
312770  Governador Valadares  MG  Minas Gerais  SE  263.594
313130  Ipatinga  MG  Minas Gerais  SE  239.177
313670  Juiz de Fora  MG  Minas Gerais  SE  517.872
314330  Montes Claros  MG  Minas Gerais  SE  361.971
314390  Muriaé  MG  Minas Gerais  SE  100.861
314790  Passos  MG  Minas Gerais  SE  106.313
315210  Ponte Nova  MG  Minas Gerais  SE  57.361
315250  Pouso Alegre  MG  Minas Gerais  SE  130.586
317010  Uberaba  MG  Minas Gerais  SE  296.000
320120  Cachoeiro de Itapemirim  ES  Espírito Santo  SE  189.878
320530  Vitória  ES  Espírito Santo  SE  325.453
330630  Volta Redonda  RJ  Rio de Janeiro  SE  257.996
350280  Araçatuba  SP  São Paulo  SE  181.618
350550  Barretos  SP  São Paulo  SE  112.102
350760  Bragança Paulista  SP  São Paulo  SE  146.663
350950  Campinas  SP  São Paulo  SE  1.080.999
351110  Catanduva  SP  São Paulo  SE  112.843
352530  Jaú  SP  São Paulo  SE  131.068
352590  Jundiaí  SP  São Paulo  SE  370.251
352900  Marília  SP  São Paulo  SE  216.684
354140  Presidente Prudente  SP  São Paulo  SE  207.625
354340  Ribeirão Preto  SP  São Paulo  SE  605.114
354850  Santos  SP  São Paulo  SE  419.757
Coordenação e Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS – Secretaria Executiva 
Ministério da Saúde 

193 
Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde  ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 

354980  São José do Rio Preto  SP  São Paulo  SE  408.435


355030  São Paulo  SP  São Paulo  SE  11.244.369
355220  Sorocaba  SP  São Paulo  SE  586.311
355500  Tupã  SP  São Paulo  SE  63.492
410430  Campo Mourão  PR  Paraná  S  87.287
410690  Curitiba  PR  Paraná  S  1.746.896
420240  Blumenau  SC  Santa Catarina  S  309.214
420420  Chapecó  SC  Santa Catarina  S  183.561
420460  Criciúma  SC  Santa Catarina  S  192.236
420540  Florianópolis  SC  Santa Catarina  S  421.203
420820  Itajaí  SC  Santa Catarina  S  183.388
420910  Joinville  SC  Santa Catarina  S  515.250
420930  Lages  SC  Santa Catarina  S  156.737
421870  Tubarão  SC  Santa Catarina  S  97.281
430210  Bento Gonçalves  RS  Rio Grande do Sul  S  107.341
430510  Caxias do Sul  RS  Rio Grande do Sul  S  435.482
430700  Erechim  RS  Rio Grande do Sul  S  96.105
431020  Ijuí  RS  Rio Grande do Sul  S  78.920
431140  Lajeado  RS  Rio Grande do Sul  S  71.481
431410  Passo Fundo  RS  Rio Grande do Sul  S  184.869
431490  Porto Alegre  RS  Rio Grande do Sul  S  1.409.939
431680  Santa Cruz do Sul  RS  Rio Grande do Sul  S  118.287
500270  Campo Grande  MS  Mato Grosso do Sul  CO  787.204
510340  Cuiabá  MT  Mato Grosso  CO  551.350
520870  Goiânia  GO  Goiás  CO  1.301.892

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