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Manual

Tecnologias da Informação
e Comunicação

Professora
Anabela silva
TIC 3A

Operar, em segurança, equipamento tecnológico, designadamente o


computador

Critérios de evidência a avaliar:


1. Opera equipamento tecnológico diversificado: câmara de vídeo,
videogravador, televisão…
2. Reconhece os factores de risco e as precauções a tomar quando se
trabalha com equipamento tecnológico…
3. Distingue diferentes tipos de computadores (PC, portátil) ao nível
do preço, tipo de utilização…
4. Abre, redimensiona e fecha uma janela do ambiente de trabalho.
5. Configura no computador hora, data, propriedades do monitor,
fundo e protecção do ecrã, ...
6. Cria um atalho para um ficheiro e muda o nome;
7. Usa acessórios do sistema operativo: calculadora; jogos; Paint;
8. Reconhece as formas de propagação dos vírus informáticos e seus
perigos;
9. Activa um programa anti-vírus e suas opções de segurança.
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A
INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO

Informática
A palavra Informática provém da junção das palavras Informação e
Automática e significa Tratamento ou processamento da
informação utilizando meios automáticos, nomeadamente o
computador.
O computador é um conjunto de dispositivos electrónicos capazes de
aceitar dados e instruções, executar essas instruções para processar
os dados e apresentar os resultados.

Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC)


 Processos de tratamento, controlo e comunicação da
informação, através de meios electrónicos, nomeadamente,
computadores ou sistemas informáticos.

Informação
 Dados: conjunto de “informação em bruto”, factos, valores
numéricos. Por si só têm pouca utilidade.
 Processamento (ou tratamento): conjunto de operações
lógicas e aritméticas que são aplicadas, de forma automática,
sobre os dados, com o auxílio de equipamentos informáticos.
 Informação: conjunto de resultados que são obtidos após um
processamento.

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A

Informação Digital
 Toda a informação a que podemos aceder através do
computador chama-se Informação Digital.
 O computador não entende os símbolos por nós utilizados,
assim, tem que os traduzir e codificar para uma linguagem
própria, composta por dois símbolos: 0 e 1
 A esta linguagem damos o nome de código binário e com base
nela o computador transforma e codifica toda a informação.

Unidades de Informação
 Bit – A unidade mínima de informação, com a qual funcionam
os sistemas informáticos. A sua designação resulta da
contracção dos termos ingleses “binary” e “digit” (digito
binário).
 Byte – conjunto de 8 bits, sendo a unidade utilizada como base
de quantificação da informação.
Múltiplos
1 Byte = 8 bits
1 KB (Kilobyte) = 210 B = 1024 bytes
1 MB (Megabyte) = 210 KB = 1024 KB
1 GB (Gigabyte) = 210 MB = 1024 MB
1 TB (Terabyte) = 210 GB = 1024 GB
Estrutura e funcionamento de um sistema informático

Hardware - Todos os dispositivos físicos que constituem um sistema


informático. Representa a parte física do sistema.
Software - Programas – conjunto de instruções – que fazem a gestão
e controlam o hardware, para que o computador possa funcionar
correctamente. Representa a parte lógica de um Sistema
Informático.

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Unidade de
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Competência: 3A
Estrutura Básica do Sistema Informático (Esquema de Von
Neumann)

Dispositivos CPU – Unidade Dispositivos


de Central de de
Entrada (input) Processamento Saída (output)

Memórias

Dispositivos de
Armazenamento
Secundário

1. Os dados são introduzidos no sistema através dos dispositivos


de entrada
2. Em seguida são enviados para a unidade central de
processamento
3. A informação (dados processados) é enviada para os
periféricos de saída

 Um computador recolhe, processa, armazena e disponibiliza


dados/informação.
 O hardware é responsável por:
o Entrada de dados (input) - Recepção dos dados a serem
processados
o Processamento - Manipulação dos dados de forma a obter
informação
o Armazenamento - Armazenamento de informação para
posterior reutilização e transporte
o Saída de informação (output) - Visualização e obtenção da
informação produzida

Entrada (Input)

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 Os dispositivos de entrada (input) permitem ao utilizador
comunicar com o computador e podem ser usados para
recolher informação e emitir comandos. Ex: O teclado, o rato e
o scanner são exemplos de dispositivos de input.

Processamento
 A Unidade Central de Processamento (CPU) é o processador
(chip) principal de um computador, o seu «cérebro».
 É a unidade fundamental de todo o sistema e é considerada a
componente mais complexa, determinando o funcionamento do
computador e com responsabilidade no seu desempenho.
 Processa instruções, efectua cálculos e gere o fluxo da
informação, recorrendo aos seguintes componentes, que
compõe a estrutura da CPU:
o Unidade de Controlo (UC) – determina e controla as
operações a efectuar. É responsável pela correcta indicação
das instruções a executar, pela leitura/escrita da memória e
pelo controlo dos diversos dispositivos do computador.
o Unidade Aritmética e Lógica (UAL) – responsável pela
execução das operações aritméticas (adição, subtracção) e
lógicas (e / ou).
o Registos – componentes que armazenam (memória) dados
com que a UAL efectua operações.
 O CPU comunica com os dispositivos de entrada,
disponibilização e armazenamento de modo a desempenhar as
tarefas requeridas, permitindo a circulação dos dados a
processar.

Memória Principal
A memória principal engloba a memória RAM e a memória ROM.
 RAM (Random Access Memory):

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o Memória de acesso aleatório, onde se podem realizar
tanto operações de escrita como de leitura de dados.
o Memória volátil, isto é, o seu conteúdo é apagado sempre
que se desliga o computador.
 O computador executa os programas e armazena a informação,
através desta memória. Os programas e os dados são
introduzidos e guardados nesta memória, temporariamente.
Quando falamos em capacidade de memória de um
computador, referimo-nos ao total de memória RAM.

 ROM (Read Only Memory):


o Memória só de leitura. São memórias cujo conteúdo
estático não pode ser alterado pelo computador, servindo
unicamente para leitura. É uma memória não volátil, ou
seja, o seu conteúdo é mantido, independentemente do
computador estar ou não ligado.
o É considerada um livro de instruções. O sistema básico
de entrada/saída (BIOS) é guardado em ROM para que
possa ser executado quando o computador é ligado.

Memória Secundária (Armazenamento)


 Quando se cria um ficheiro, o computador armazena-o na
memória temporária. Se pretendemos guardar esse documento
para utilização futura, devemos guardá-lo no disco rígido, CD
ou numa pen (memórias secundárias).
 Se não o guardar, o documento perder-se-á se houver uma
falha de corrente ou quando desligar o computador. Um
dispositivo de armazenamento lê e guarda informação. O
computador usa a informação para executar tarefas.

Saída (Output)

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chave: TIC
Unidade de
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 Os dispositivos de saída (output) permitem que o computador
comunique com o utilizador e que os dados processados
(informação) sejam transmitidos para o exterior
 Os dispositivos mostram a informação no ecrã, criam cópias
impressas ou geram som. Ex: O monitor, a impressora e as
colunas

Dispositivos mistos ou de entrada e saída (input/output)


 Dispositivos que permitem entrada e saída de informação do computador. Tanto
permitem efectuar a entrada como a saída de dados. Ex: Modem, Placa de Rede
Classificação dos periféricos segundo as suas funções de
I/O
Input Output Input/Output
 Teclado  Monitor  Placas de
 Rato  Projectores de rede
 Scanners ou vídeo e de  Modems
(digitalizadores imagens de
de imagens) computadores
 Dispositivos de  Impressoras
leitura óptica  Plotters
(caneta óptica,
leitor de códigos
de barras)

Sistema Operativo em Ambiente Gráfico

Software
Software de Sistema - São todos os programas responsáveis pelo
funcionamento do computador e pela gestão de todo o seu hardware
(Sistema Operativo)

Software de Aplicação - É representado pelo conjunto de programas


que permitem ao computador executar tarefas práticas e úteis para o

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chave: TIC
Unidade de
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dia-a-dia do utilizador. Estes programas são normalmente designados
por aplicações.

Software de Sistema
 Sistema Operativo (SO) - conjunto de programas fundamentais
que permitem que o computador funcione e comunique com o
exterior.
 Funções:
 Gerir as trocas de dados e informações entre o processador, os
vários componentes e os periféricos;
 Permite optimizar a instalação e configuração de periféricos;
 Faz a gestão da memória
 Faz a gestão dos periféricos
Sistema Operativo
 Tipos de interface com o utilizador:
 Linha de Comandos (Unix, MS-DOS)
 Interface Gráfica ou Ambiente Gráfico (Windows, Linux,
MacOS)

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Unidade de
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Ambiente de Trabalho (Desktop)

Área de Trabalho
Local onde se
Ícones encontram os ícones
Símbolos de
programas
atalhos,
ficheiros, Barra de Tarefas
pastas e Contém alguns
programas ícones de atalhos e
de identificação de
programas activos

Barra de Tarefas

Programas Abertos
Botão Iniciar
Nomes de todos os
Acesso à janela
programas que estão a ser
de programas usados e cujas janelas estão
minimizadas

Ícones de acesso rápido Área de Aviso


Acesso automático ao Ícones que representam
programa que os programas que estão
representam na memória

Configurar a Barra de tarefas


Colocar o cursor sobre a Barra de tarefas, clicar no botão direito do
rato e seleccionar a opção Propriedades. Nesta opção seleccionar o
separador Barra de tarefas e Activar (ü)as opções pretendidas.

Pastas, Ficheiros e Atalhos


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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A
 Ficheiro (file):
 É o elemento base da organização da informação num
computador.
 Toda a informação armazenada num computador, ou mais
especificamente nos seus dispositivos de armazenamento, é
organizada em ficheiros.
 Cada ficheiro tem um identificador, ou seja o nome pelo qual é
conhecido.
 Directoria/Pasta (folder):
 Como um “dossier”, onde se podem guardar diversos ficheiros.
 Cada pasta pode conter outras pastas.
 Atalho (shortcut):
 Forma mais rápida de chegar a programas, ficheiros, pastas,
periféricos…

Janelas

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A
Sobreposição e movimentação de janelas

 Para alterar a janela activa, basta clicar com o rato sobre a


nova janela;
 Para mudar uma janela de local, basta clicar com o rato na
barra de título e arrastá-la para o local de destino;
 Para mudar o tamanho de uma janela coloque o rato nos lados
ou topo ou fundo e quando se alterar a forma do ponteiro,
arraste.

Menus

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A
Clique no Menu Iniciar ( ) para aceder ao painel de

opções constituído por um conjunto de programas e atalhos. Pode


visualizar, do lado direito, as opções de Ajuda e suporte e as
Caixas de diálogo, na opção Executar.
Na primeira opção surge o Centro de ajuda e suporte onde
pode obter ajuda sobre determinado procedimento que
desconheça ou sobre o qual tenha alguma dúvida e consultar os
tópicos que surgem ou pode escrever o tópico sobre o qual
pretende algum esclarecimento e procurar, obtendo assim as
informações necessárias para efectuar a tarefa desejada.

Se recorrer à caixa de diálogo Executar pode indicar o nome do


programa ou ficheiro que deseja abrir e clicar no OK.

Pode recorrer à Caixa de Diálogo Executar para abrir diversos


programas. Na tabela seguinte são indicados os programas e o
respectivo nome a inserir na linha:
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A

Íco Programa Executar Menu Função


ne
Iniciar –> Todos Permite escrever
os Programas –> notas e pequenos
Bloco de
NOTEPAD Acessórios textos com
Notas
formatações muito
simples
Iniciar –> Todos Permite efectuar
os Programas –> cálculos
Calculadora CALC
Acessórios aritméticos e
científicos
Iniciar –> Todos Elaborar textos
os Programas –> com formatações
Wordpad WORDPAD
Acessórios simples e inserir
imagens
Iniciar –> Todos Permite
os Programas –> efectuar/editar
Acessórios desenhos que
Paint MSPAINT
depois podem ser
usados noutros
programas
Iniciar –> Todos Desfragmenta os
Desfragment os Programas –> volumes para que o
ador de DFRG.MSC Acessórios -> computador
disco Ferramentas do trabalhe com maior
Sistema rapidez e eficácia.
Iniciar –> Todos
os Programas –> Arquiva dados para
Cópia de
NTBACKUP Acessórios -> os proteger de
segurança
Ferramentas do perdas acidentais.
Sistema
Iniciar –> Todos
os Programas –> Limpa ficheiros
Limpeza de CLEANMG
Acessórios -> desnecessários em
disco R
Ferramentas do disco.
Sistema
Iniciar –> Todos Gestor de arquivos
Explorador
EXPLORER os Programas –> e pastas do sistema
do Windows
Acessórios Windows.

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
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Barra de
Ferramen Pasta
tas
Estrutura
hierárquica
de pastas e
subpastas

Sinal (+)
indica que a Ficheiro
pasta contém
subpastas

As vistas permitem visualizar ficheiros e pastas de


formas diferentes

Comandos sobre pastas e ficheiros

Funções do Botão Direito do rato:


 Mudar o nome;
 Eliminar;

 Cortar / Copiar / Colar


 Criar Atalho
 Compactar

 Analisar com Antivírus


 Criar pastas/atalhos/ficheiros

Quer através do botão esquerdo quer através do botão direito do rato


podemos mover pastas e ficheiros, arrastando-os. Com o botão
esquerdo mudamos os objectos de local, com o botão direito surgem-
nos 3 opções: Copiar, Mover ou Criar Atalho.

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A
 Criar pastas:
 Explorador do Windows
o Clicar no local onde queremos a pasta
o Menu Ficheiro - Novo – Pasta
o Digitar o nome da pasta e premir Enter
 Ambiente de Trabalho
o Clicar numa zona livre
o Opção Novo – Pasta
o Digitar o nome da pasta e premir Enter

 Abrir pastas e/ou ficheiros:


 Explorador do Windows
 Posicionar o cursor/rato sobre o objecto
 Faz duplo clique no botão esquerdo do rato ou botão direito
e opções Abrir / Explorar

Pasta Conteúdo da
aberta pasta aberta

 Mover pastas e ficheiros:


 Seleccionar o objecto (pasta, ficheiro ou atalho)
 Arrastar com o botão esquerdo sempre a carregar e largar
no local desejado

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A

Recuperar pastas e ficheiros:


Abrir a Reciclagem
Seleccionar o objecto a recuperar
Premir o botão direito do rato e seleccionar a opção Restaurar ou
escolher a opção no Painel de tarefas, do lado esquerdo.

Localizar pastas e ficheiros:


No Menu Iniciar escolher a opção Procurar e indicar as diversas
opções de procura, como sejam o tipo de ficheiros, o local, a data de
criação, o tamanho e depois de definidas as opções, clicar em
Procurar.

Painel de controlo
O Painel de Controlo é constituído por ferramentas especializadas
que são utilizadas para alterar o aspecto e o comportamento do
Windows, nomeadamente personalizar o aspecto e funcionalidade do
computador, adicionar ou remover programas e configurar ligações
de rede e contas de utilizadores. Aceder através do Menu Iniciar,
clicar em Painel de Controlo e escolher a categoria pretendida. Se
abrir o Painel de Controlo e não vir o item que pretende, clique em
Mudar para a vista clássica, no painel do lado esquerdo.

Acessórios

Bloco de notas
Editor de texto simples. Permite-nos
criar documentos de texto (.txt) e
formatar o tipo e tamanho da letra.
Apenas apresenta barra de menus.

Paint

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Anabela Silva
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A
Software utilizado para a criação de
desenhos simples e também para a
edição de imagens.
Socorra-se da barra de ferramentas para
desenhar, apagar, colorir um desenho ou
inserir texto. Utilize os menus para:
- Guardar (Ficheiro);
- Seleccionar, copiar, colar, cortar
(Editar);
- Empregar algumas tarefas como sejam
inverter, rodar, esticar ou escolher área
de desenho (Imagem)

Wordpad
Utiliza-se para edição de
textos, com a possibilidade
de atribuir alguma
formatação. Recorrendo à
barra de ferramentas pode
escolher o tipo e tamanho da
letra, assim como a cor ou o
estilo e o alinhamento do
texto.
Pode também inserir a
data/hora.
Utilize os menus para
complementar algumas
tarefas:
- Guardar (Ficheiro);
- Copiar, colar , seleccionar
(Editar)
- Formatar

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Anabela Silva
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A

Calculadora
É possível utilizar a Calculadora
em vista Padrão para efectuar
cálculos simples ou em vista
Científica para efectuar cálculos
científicos e estatísticos
avançados.

Utilitários

Desfragmentador
A fragmentação ocorre quando
ficheiros do disco rígido são
constantemente modificados,
fazendo com que eles sejam
armazenados “em pedaços”
(fragmentos), o que leva a que
a leitura e gravação dos
mesmos seja muito mais lenta
do que se ele estivesse
armazenado num único
“pedaço”.

Limpeza do Disco

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A
Pode utilizar a Limpeza do
Disco para libertar espaço no
disco rígido removendo
ficheiros temporários da
Internet, removendo
componentes e programas
instalados que já não são
utilizados e esvaziando a
Reciclagem.

Cópia de Segurança

O utilitário de Backup (cópia de segurança) no Windows é útil para


proteger os dados contra a perda acidental. Pode usar o Backup para
copiar os dados do seu disco rígido e arquivá-los noutro disco, pen, na
rede ou noutro sistema. Se o seu disco rígido for apagado ou danificado,
poderá recuperar os dados facilmente, da cópia arquivada.

Firewall

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3A

Barreira que ajuda a manter o


computador mais seguro. Uma firewall
restringe as informações que chegam
ao computador provenientes de outros
computadores, dando-lhe maior
controlo sobre os dados existentes no
seu computador e criando uma linha
de defesa contra pessoas ou
programas que tentem aceder ao
computador sem serem solicitados.

Compactador

Programa que permite reduzir o tamanho de um ficheiro/pasta. As


pastas comprimidas utilizam menos espaço na unidade e podem ser
transferidas mais rapidamente para outros computadores.

- Winrar

- Winzip

Antivírus

Programa utilizado para proteger o sistema. Os programas antivírus


pesquisam a existência de vírus nas mensagens de correio
electrónico e outros ficheiros existentes no computador. Se detectar
um vírus, o programa antivírus coloca-o em quarentena ou elimina-o
antes que danifique o computador e os ficheiros.

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TIC 3B

Utilizar uma aplicação de folhas de cálculo

Critérios de evidência a avaliar:


1. Cria uma nova folha de cálculo;
2. Insere números e texto em células e formata-os;
3. Adiciona limites, cores e padrões;
4. Utiliza fórmulas lógicas e aritméticas numa célula;
5. Utiliza diferentes formas de notação;
6. Apresenta os números de uma célula em percentagem;
7. Importa para a folha uma imagem, ou texto;
8. Cria diferentes estilos de gráfico para analisar informação e
modifica-os;
9. Exporta uma folha de cálculo ou gráfico;
10. Utiliza uma lista como uma base de dados;
11. Usa as funções de base de dados para gerir e analisar os
dados de uma lista;
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
FOLHA DE CÁLCULO

Botões que pertencem às barra de comandos, só utilizadas na


ferramenta Excel:

Somar automaticamente Unir e centrar o texto nas


células células

Inserir função (fórmula) Casas decimais

Barra de
Ordenar as células
fórmulas

Estrutura da Folha de Cálculo

 Folha de cálculo:

Formador:
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Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
 Colunas – representadas por letras
 Linhas – representadas por n.º
 Células – intersecção linhas/colunas

 Célula:
 Representada por um endereço ou referência (B3 – linha 3 /
coluna B)
 Intervalo de células – A3:A9 ou C2:F4 (definido pelos :)

Trabalhar com folhas

 Seleccionar células adjacentes:


 Pressione o botão esquerdo e arrastar o rato
 Carregar em SHIFT e clicar na primeira e na última célula

 Seleccionar células não-adjacentes:


 Pressione o botão esquerdo do rato e seleccione as células enquanto
carrega no CTRL

 Seleccionar linhas e colunas:


 Com o rato clicar no cabeçalho da linha ou coluna que deseja
seleccionar

 Seleccionar folhas adjacentes:


 Clicar na primeira folha
 Pressione SHIFT e clique na última folha

 Seleccionar folhas não-adjacentes:


 Clicar na primeira folha

Formador:
25
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
 Pressione CTRL e clique nas folhas

 Inserir folhas:
 Seleccione a folha onde pretende inserir a nova folha
 Menu Inserir, opção Folha de cálculo ou
 Botão direito do rato
 Apagar folhas:
 Seleccione a folha
 Menu Editar, opção Eliminar folha ou
 Botão direito do rato (escolher a opção pretendida)

 Atribuir nome às folhas:


 Seleccione a folha
 Menu Formatar, opção Folha, Mudar o nome ou
 Botão direito do rato (escolher a opção pretendida)

 Operadores – sinais utilizados nas fórmulas que indicam a


operação a realizar:
 Operadores aritméticos – indicam as operações aritméticas
mais usuais
 Operadores comparativos ou relacionais – permitem efectuar
comparações entre valores
 O sinal igual (=) é o sinal indicativo de fórmula e insere-se na
célula onde desejamos colocar o resultado

Fórmulas

Operadores aritméticos:

Formador:
26
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B

Operadores comparativos ou relacionais:

Tipos de endereços ou referências:

 Relativas – readaptam-se às novas posições para onde são


copiados
 Absolutas – mantém fixa a posição da célula
 Mistas – apenas se fixa ou a coluna ou a linha, deixando a
outra relativa

 Endereços ou referências relativas:


 Na célula D3 está a fórmula =B2*2
 Se copiar a fórmula para a célula D5, ela muda para B4*2

Formador:
27
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B

 Endereços ou referências absolutas:


 Digita-se um cifrão ($) antes das coordenadas da linha e da
coluna
 Para a fórmula se manter igual apesar de copiada para outra
célula =$B$2*2

 Endereços ou referências mistas:


 Utilizamos o cifrão ($) ou só na linha ou só na coluna

 A forma mais fácil de introduzir referências é pressionar a tecla


F4

Utilizar funções

 Argumentos – valores que se atribuem a uma função e com os


quais ela executa as operações
 Resultados – valores gerados pela função
 Sintaxe – todos os caracteres utilizados na função
 Sinal igual (=) – coloca-se antes da função na célula onde
queremos os resultados
 Parêntesis () – indicam onde começam e acabam os argumentos

 Inserir funções (3 formas):


 Digitar a função pelo teclado

 Utilizar o botão Inserir função

 Menu Inserir, opção Função

Formador:
28
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
 Seleccionar Categoria da função
 Seleccionar nome da função
 Seguinte
 Colocar os argumentos
 Terminar

Algumas funções do Excel

- Soma – Calcula o total de uma série de células


=SOMA(CÉLULAS)

- Produto – Multiplica todos os números fornecidos como


argumentos e devolve o produto
=PRODUTO(CÉLULAS)

- Média – Devolve a média (média aritmética) dos argumentos.


=MÉDIA(CÉLULAS)

- Arredondar – Arredonda um número (Núm) até uma quantidade


específica de dígitos (Núm_dígitos).
=ARRED(núm;núm_dígitos)
Exemplo: =ARRED(2,15; 1) - arredonda 2,15 para uma casa
decimal (2,2)
- Máximo – Devolve o valor máximo de um conjunto de valores (até
30 valores).
=MÁXIMO(CÉLULAS)

- Mínimo – Devolve o menor número num conjunto de valores (até


30 valores).
=MÍNIMO(CÉLULAS)

Formador:
29
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B

- Contar – Calcula o número de células que contêm números e


calcula os números de uma lista de argumentos.
=CONTAR(CÉLULAS)

- Contar.se – Calcula o número de células num intervalo que


corresponde aos critérios determinados.
=CONTAR.SE(células;critérios)
Exemplo: =CONTAR.SE(A4:A12;”<40”)

- Se – Devolve um valor se uma condição especificada for avaliada


como VERDADEIRO e outro valor se for avaliada como
FALSO. Utiliza-se para efectuar testes condicionais sobre
valores e fórmulas.
=SE(teste_lógico; valor_se_verdadeiro; valor_se_falso)
Exemplo: =SE(A4>=10;”Aprovado”;”Reprovado”)

- Potência – Devolve o resultado de um número elevado a uma


potência.
=POTÊNCIA(núm;potência)
Exemplo: =POTÊNCIA(5;2) - 5 ao quadrado.

- Agora – Devolve o número de série da data e hora actuais.


=AGORA( )

- Int – Arredonda um número por defeito até ao número inteiro mais


próximo.
= INT(núm)
Exemplo: =INT(8,9) - arredonda 8,9 por defeito (8)

Formador:
30
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
Formatar dados:

 Seleccionar a célula
 Menu Formatar
 Opção Células ou
 Botão direito do rato (escolher a opção pretendida)

Linhas e colunas

 Largura das colunas:


 Seleccionar as colunas
 Menu Formatar
 Opção Coluna
 Comando Largura

 Ou utilizar o rato:
 O ponteiro entre cabeçalhos até aparecer uma cruz com uma
seta para a direita e outra para a esquerda e arrastar

Formador:
31
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
 Para as linhas procede-se da mesma forma apenas altera o
Comando para Linha

Formatos automáticos

 Formatação automática – o Excel possui formatos pré-definidos


incorporados:
 Seleccionar as células
 Menu Formatar
 Comando Formatação automática

Nomes de intervalos

 Criar nomes para intervalos de células:


 Seleccione o intervalo de células
 Menu Inserir
 Comando Nome
 Definir nome

Referência externa

 Criar fórmulas que vinculem folhas ou livros:


 Torna-se necessário inserir o nome da folha ou livro,
seguido de ponto de exclamação:
ex: =SOMA(FOLHA2!C3:C9)
=SOMA([Práticas.XLS]FOLHA1!C5:C8)

Formador:
32
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
Gráficos

Os gráficos são visualmente atraentes facilitando as comparações, os


padrões e as tendências dos dados. Por exemplo, em vez de analisar
diferentes colunas de números de uma folha de cálculo, poderá
visualizar rapidamente os aumentos ou diminuições das vendas por
trimestre ou comparar as vendas reais com as vendas estimadas.

É possível criar um gráfico na própria folha ou como um objecto


incorporado numa folha de cálculo. É também possível publicar um
gráfico numa página Web. Para criar um gráfico, é preciso introduzir
na folha de cálculo os dados necessários ao gráfico. Depois,
seleccione esses dados e utilize o Assistente de gráficos para
executar os passos do processo de escolha do tipo de gráfico e das
várias opções de gráfico, ou utilize a barra de ferramentas Gráfico
para criar um gráfico básico, que pode ser formatado
posteriormente.
1. Seleccione as células com os dados que deseja utilizar no gráfico.

2. Clique em Assistente de Gráficos


3. Siga as instruções do Assistente de Gráficos.

Criar um gráfico básico que possa personalizar


posteriormente.
1. Active a barra de ferramentas Gráfico. Para ver a barra
de ferramentas Gráfico, aponte para Barras de

Formador:
33
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3B
ferramentas no menu Ver e, em seguida, clique em
Gráfico.
2. Seleccione as células com os dados que deseja utilizar no
gráfico.

3. Clique em Tipo de gráfico

Formador:
34
Bruno Cerqueira
TIC 3C

Utilizar um programa de processamento de texto e de apresentação


de informação

Critérios de evidência a avaliar:


1. Cria um documento, insere texto, imagens e tabelas e formata-os;
2. Insere números de página, cabeçalho e notas de rodapé, num
documento;
3. Insere texto automático num documento;
4. Formata o documento em colunas;
5. Abre um programa de apresentação;
6. Cria uma nova apresentação;
7. Adiciona texto e imagem à apresentação;
8. Utiliza as ferramentas de cortar, copiar e colar texto ou imagem;
9. Insere um duplicado do diapositivo e altera o seu conteúdo;
10. Adiciona efeitos de animação e transição aos diapositivos;
11. Realiza uma apresentação.
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
PROCESSADOR DE TEXTO

Edição de Texto

O processamento de texto engloba, para além da inserção de texto,


todas as acções que vão permitir obter o documento final com o
aspecto pretendido. Entre estas operações encontram-se a
movimentação no documento, a selecção e correcção de texto e a
movimentação e cópia de texto.
O rato permite a realização da maioria das acções que podem ser
efectuadas no Word. O aspecto do ponteiro do rato varia com o
tipo de situações encontradas. Na Figura 1 encontram-se os
diferentes aspectos que o ponteiro pode tomar.

Figura 1 - Aspectos do ponteiro do rato

Inserção de texto

A inserção de texto é realizada através do teclado no ponto de


inserção. À medida que o texto é inserido, o Word adiciona
linhas automaticamente de acordo com as necessidades. Assim,
apenas se deve pressionar a tecla ENTER para iniciar um novo
parágrafo, ou para criar uma linha em branco.
O alinhamento do texto na página deve ser efectuado com o comando

Formador:
36
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
de formatação, sem recorrer à inserção de espaços em branco.

Movimentação no documento

A “navegação” num documento pode ser feita com recurso às setas


existentes no teclado, através do movimento do rato ou utilizando
combinações de teclas.
A utilização das setas apenas permite a movimentação caracter a
caracter (na horizontal) ou linha a linha (na vertical).
As teclas HOME e END permitem a movimentação do ponto de
inserção na linha em que este se encontra. Ao premir a tecla HOME,
o ponto de inserção desloca-se para o início da linha. No caso de ser
premida a tecla END, o ponto de inserção desloca-se para o fim da
linha.
Nas situações em que sejam necessários movimentos de maior
amplitude, pode utilizar-se o rato nas barras de deslizamento ou as
teclas PAGE UP e PAGE DOWN. Para ver as partes do documento que
não estão visíveis no ecrã actual devem movimentar-se as barras de
deslizamento no sentido pretendido. As teclas PAGE UP e PAGE
DOWN permitem o deslocamento ao longo do documento nos
sentidos ascendente e descendente, respectivamente. Estas teclas
movimentam um ecrã de cada vez.
Em qualquer ponto do documento é possível ir directamente para o
início ou para o fim. Ao premir as teclas CTRL+HOME
simultaneamente leva-se o ponto de inserção para o início do
documento, e premindo as teclas CTRL+END, desloca-se o ponto de
inserção para o fim do documento.

Selecção de texto

A realização de uma ou mais operações sobre uma determinada área

Formador:
37
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
de texto requer a selecção prévia dessa área. A área seleccionada vai
aparecer em negativo, ou seja, com letras brancas em fundo preto.

Seleccionar uma área de texto

Utilizando o rato:
1. Colocar o ponteiro do rato no início da área a seleccionar.
2. Pressionar o botão esquerdo do rato.
3. Arrastar o ponteiro do rato até ao final da área a seleccionar.

Utilizando o teclado:
1. Colocar o cursor no início da área a seleccionar.
2. Mantendo a tecla SHIFT carregada, mover o cursor até ao final
da área a seleccionar recorrendo às setas existentes no teclado.

Seleccionar uma palavra

1. Colocar o ponteiro do rato sobre a palavra.


2. Premir duas vezes o botão esquerdo do rato.

Seleccionar uma linha

1. Colocar o ponteiro do rato na parte esquerda da área de inserção.


2. Quando o ponteiro tiver o formato de uma seta, apontar para
parágrafo pretendido.
3. Premir uma vez o botão esquerdo do rato.

Seleccionar um parágrafo

1. Colocar o ponteiro do rato na parte esquerda da área de inserção.


2. Quando o ponteiro tiver o formato de uma seta, apontar para
parágrafo pretendido.
3. Premir duas vezes o botão esquerdo do rato.
Formador:
38
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Seleccionar o documento

1. Colocar o ponteiro do rato na parte esquerda da área de inserção.


2. Quando o ponteiro tiver o formato de uma seta, premir três vezes
o botão esquerdo do rato.

Para cancelar uma selecção, pressionar qualquer uma das setas do


teclado, ou pressionar o botão esquerdo do rato em qualquer parte
do documento.

Correcção de texto

Para corrigir os erros que ocorrem durante a inserção de texto


podem ser utilizadas as técnicas seguintes:
 Se o erro ocorreu nos últimos caracteres introduzidos, pode
utilizar-se a tecla BACKSPACE.
 Se for necessário apagar um bloco de texto, deve começar por
seleccionar o texto a eliminar. Depois, pode utilizar um dos
métodos seguintes.
o Pressionar a tecla BACKSPACE ou DELETE.
o Seleccionar a opção Limpar do menu Editar.
 Se pretender substituir texto, seleccione o texto a substituir e
digite o novo texto. A tecla BACKSPACE apaga o carácter que
se encontra imediatamente antes do ponto de inserção. A tecla
DELETE apaga o carácter que se encontra imediatamente
depois do ponto de inserção.

Copiar e mover texto

Existem múltiplas circunstâncias em que é necessário copiar ou


mover texto. As operações de cópia e movimentação de texto

Formador:
39
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
funcionam de modos muito semelhantes, devendo seguir os passos
descritos de seguida. A única diferença entre estes comandos é o
facto da operação de movimentação apagar o texto seleccionado da
posição inicial, enquanto que a operação cópia não altera o texto
original.
1. Seleccionar o texto a copiar/mover.
2. Escolher a opção Copiar/Cortar do menu Editar.
3. Colocar o ponteiro do rato na nova posição onde se pretende
colocar o texto.
4. Escolher a opção Colar do menu Editar.

Como resultado das operações de cópia ou de corte o Word armazena


na área de transferência o texto seleccionado. Quando o comando
para colar é executado, o Word vai ler a última informação que foi
colocada na área de transferência e escreve-a na posição em que se
encontra o ponto de inserção.
Em alternativa à utilização do menu Editar, podem realizar-se os
mesmos comandos recorrendo à barra de ferramentas.
1. Seleccionar o texto a copiar/mover.

1.1. Para copiar, “clicar” no ícone

1.2. Para mover, “clicar” no ícone

2. Colocar o ponteiro do rato na nova posição onde se pretende

colocar o texto e “clicar” no ícone


O rato também permite fazer operações de cópia e de movimentação
através de arrastamento. Para utilizar a técnica de arrastamento
deve:
1. Seleccionar o texto a copiar/mover.

Formador:
40
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
2. Colocar o cursor no lado direito do bloco seleccionado, de
modo a que tenha o aspecto de uma seta orientada para a
esquerda.
2.1. Para copiar o bloco de texto, premir a tecla CTRL ao
mesmo tempo que se mantém botão esquerdo do rato
pressionado e arrastar o bloco de texto até ao destino.
2.2. Para mover o bloco de texto, manter o botão esquerdo do
rato pressionado e arrastar o bloco de texto até ao destino.

Procurar e substituir blocos de texto

À medida que a dimensão dos documentos aumenta, torna-se mais


difícil efectuar alterações. Para auxiliar na revisão de documentos,
existem duas opções no menu Editar que permitem encontrar todas
as ocorrências de um determinado bloco de texto e proceder à sua
substituição por um novo bloco de texto.
O comando Localizar permite encontrar todas as ocorrências do
texto indicado pelo utilizador. Para procurar as ocorrências de um
bloco de texto deve seguir-se o procedimento seguinte:
1. Escolher a opção Localizar do menu Editar.
2. Na janela de diálogo equivalente à da Figura 2:
2.1. Inserir bloco de texto a procurar no campo Localizar.
2.2. Seleccionar as opções pretendidas:
 Maiúsculas-minúsculas - Para procurar apenas as palavras
escritas com o mesmo padrão de letras maiúsculas ou
minúsculas.
 Apenas palavras inteiras - Para procurar apenas palavras
completas, e não a sequência de caracteres pertencentes a
outras palavras.
 Usar caracteres universais - Para procurar palavras
recorrendo à utilização de caracteres universais.

Formador:
41
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
3. Pressione o botão Localizar seguinte com o botão esquerdo do
rato para iniciar a pesquisa.

Figura 2 - Janela Localizar

Se já executou o comando Localizar numa sessão de trabalho, o


texto que procurou por último aparece na caixa Localizar. Se
expandir esta caixa pode visualizar os blocos de texto procurados
anteriormente nessa sessão.
O comando Localizar permite estreitar a pesquisa, na medida em
que possibilita a procura de texto com um determinado formato.
Assim, expandindo a caixa Formato pode pesquisar-se texto que
satisfaça os tipos de formatação seguintes:
 Tipo de letra.
 Características de parágrafo e tabulação.
 Idioma.
 Moldura.
 Estilo.
 Iluminação.

O comando Localizar também possibilita a pesquisa de marcas


especiais, como exemplo, marcas de parágrafo, espaços em branco
ou quebras de secção. Para activar esta opção deve seleccionar a
caixa Especial, escolhendo depois o tipo de pesquisa especial

Formador:
42
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
pretendido
Quando o Word termina a pesquisa, informa o utilizador através de
uma janela. Para sair desta janela deve premir o botão OK com o
botão esquerdo do rato, ou carregar na tecla ENTER.
O comando Substituir permite substituir todas as ocorrências de um
determinado bloco de texto por outro bloco indicado pelo utilizador.
A janela de diálogo deste comando é semelhante à do comando
Localizar, contendo no entanto o texto que deverá substituir o
anterior.

Figura 3 - Janela Substituir

1. Escolher a opção Substituir do menu Editar.


2. Na janela de diálogo:
2.1. Inserir bloco de texto a substituir no campo Localizar.
2.2. Seleccionar as opções de pesquisa pretendidas
2.3. Inserir bloco de texto novo no campo Substituir por.
3. Na caixa Procurar escolha Tudo se pretender que a pesquisa
seja efectuada em todo o documento, Para baixo se desejar que
seja realizada a partir da posição do cursor no sentido
descendente, ou Para cima para uma pesquisa em sentido
Formador:
43
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
ascendente.
4. Se pretender efectuar as substituições uma a uma, pressione o
botão Localizar seguinte para pesquisar a próxima ocorrência
do texto e depois o botão Substituir para realizar a substituição.
Se não desejar realizar uma dada substituição pressione apenas o
botão Localizar seguinte.
5. Se pretender fazer todas as substituições de uma só vez pressione
o botão Substituir tudo.
O comando Substituir permite a substituição dos formatos
utilizados num dado bloco de texto. Para isso, deve indicar o texto
original na caixa Localizar e a formatação desejada na caixa
Substituir por. O acesso às formatações é através da caixa
Formato.

Formador:
44
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Formatação de Texto

Formatação de caracteres

Através do menu Formatar e da opção Tipo de letra é possível


formatar os caracteres de um documento). As características que
podem ser seleccionadas são o tipo, o estilo, o tamanho e a cor dos
caracteres. Para além destes, é possível definir caracteres em
posição superior ou inferior à linha, com sombra e destaques. A
opção Tipo de letra também permite ajustar o espaço entre
caracteres e a posição que os caracteres ocupam na linha.

Figura 4 - Janela de formatação do Tipo de letra

As operações de formatação de caracteres também podem ser


realizadas através da barra de ferramentas de formatação (figura 5).

Formador:
45
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Figura 5 - Barra de ferramentas de formatação

Formatação de parágrafos

O avanço de parágrafos pode ser realizado de acordo com as


convenções seguidas pelo utilizador e segundo as necessidades de
formatação de cada documento. Para fazer o avanço de parágrafo
pode recorrer-se à régua existente na parte superior do documento
ou então à opção Parágrafo do menu Formatar. Um parágrafo pode
ter apenas a primeira linha com avanço à esquerda, todas as linhas
com excepção da primeira, ou então todas as linhas deslocadas para
a direita. Estas formatações podem ser realizadas deslocando para a
direita os símbolos localizados do lado esquerdo da régua. O
triângulo invertido que está na parte superior da régua permite a
indentação da primeira linha do parágrafo; o triângulo que se
encontra na parte inferior da régua possibilita a indentação de todas
as linhas excepto a primeira e o rectângulo situado no fundo da
régua desloca todo o parágrafo para a direita (Figura 6).

Figura 6 - Formatar parágrafos

Um parágrafo também pode ter um avanço do lado direito. Para tal,


deve ser utilizado o triângulo que se encontra do lado direito da
régua.

Formador:
46
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
Os passos a seguir para efectuar o avanço de um parágrafo através
da régua são:
1. Seleccionar o parágrafo a avançar.
2. Arrastar a marca apropriada da régua para a direita, se
pretender fazer indentação à esquerda, ou arrastar a marca de
avanço à direita para a esquerda, no caso de desejar fazer
indentação à direita.
3. Largar a marca na distância pretendida.

Para fazer estes avanços de parágrafo através do menu Formatar


(figura 7):
1. Seleccionar o parágrafo a avançar.
2. Escolher a opção Parágrafo do menu Formatar.
3. Indicar a dimensão do avanço à esquerda e/ou à direita.
4. Na caixa Especial pode escolher o tipo de avanço para o
parágrafo, tendo em atenção que o avanço por defeito, avança de
igual modo todas as linhas do parágrafo:
4.1.Avanço apenas da primeira linha.
4.2.Avanço de todas as linhas excepto a primeira.
5. Para terminar, pressionar a tecla OK.

Formador:
47
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Figura 7 - Janela do menu Formatar parágrafo

A formatação de parágrafos também permite definir o espaço que


existe antes e depois de cada parágrafo, a distância entre as linhas
do parágrafo e o alinhamento. Para realizar estas formatações deve:
1. Seleccionar o parágrafo a formatar.
2. Escolher a opção Parágrafo do menu Formatar.
3. Para definir os espaços verticais antes e depois de cada
parágrafo:
Na caixa Antes indicar o número de pontos a deixar antes do
parágrafo.
Na caixa Depois indicar o número de pontos a deixar depois do
parágrafo.
4. Para definir o espaçamento entre linhas, escolher o tipo
pretendido na caixa Esp. entre linhas ou
recorrendo ao ícone
4.1.Espaçamento simples.
4.2.Espaçamento de 1,5.

Formador:
48
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
4.3.Espaçamento duplo.
4.4.Espaçamento exacto.
5. Na caixa Alinhamento seleccionar o alinhamento à esquerda, ao
centro, à direita ou justificado (alinhado de ambos os lados).
6. Para terminar, pressionar a tecla OK.

O alinhamento do parágrafo também pode ser efectuado recorrendo


aos ícones da barra de formatação:

Listas Automáticas
O Word realiza a construção automática de listas. Estas listas podem
ser numeradas ou com marcas. O modo mais simples de construir
uma lista é “clicar” num dos ícones correspondentes e
escrever o texto de cada parágrafo. Ao passar para o parágrafo
seguinte (carregando na tecla ENTER), o Word coloca
automaticamente o número ou marca predefinido.

Figura 8 - Janelas do menu Marcas e numeração

Se a numeração ou marca utilizadas não corresponderem à


necessidade do utilizador, podem ser alteradas. Para tal, devem
seguir-se as fases:

Formador:
49
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
1. Iniciar uma lista carregando no ícone correspondente.
2. Seleccionar a opção Marcas e numeração do menu Formatar.
3. Escolher um formato com base nos exemplos apresentados.
4. Se não for encontrado um formato adequado, pressionar o botão
Personalizar e proceder à escolha da marca ou numeração
apropriados.
5. Premir o botão OK.

O Word também permite a construção automática de listas de vários


níveis. Para aceder a esta formatação deve seleccionar-se a opção
Numeração destacada na janela de formatação de listas. Para
navegar entre os diferentes níveis de uma lista pode
utilizar a tecla TAB ou os ícones

Texto em colunas

O Word possibilita a apresentação de texto em colunas. Para


transformar um bloco de texto em colunas deve proceder da maneira
seguinte:
1. Seleccionar o bloco de texto.
2. Escolher a opção Colunas do menu Formatar (Figura 9).
3. Do conjunto de predefinições, “clicar” no formato desejado.
Alternativamente, pode indicar-se o Número de colunas na caixa
correspondente.
4. Se necessário, dimensionar a Largura de cada coluna.
5. Activando a caixa correspondente à Linha entre colunas, será
desenhada uma linha vertical entre as colunas.
6. Premir o botão OK.

Formador:
50
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Figura 9 - Janela do menu Colunas


Em alternativa à utilização do menu Formatar, pode recorrer à
barra de ferramentas padrão, “clicar” no ícone e arrastar o rato até
estar seleccionado o número necessário de colunas.

Criação de Tabelas

A apresentação final de um documento depende do modo como a


informação está organizada. A utilização de tabelas é uma forma de
atingir uma apresentação cuidada e sistematizada.
Uma tabela é constituída por linhas e colunas. O espaço de
intercepção entre uma linha e uma coluna é designado por célula.

Figura 10 - Estrutura de uma tabela

Formador:
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Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
Inserir uma tabela

Para inserir uma tabela deve seguir as fases:

1. Escolher a opção Inserir Tabela do menu Tabela (Figura 11)


2. Indicar o número de colunas e de linhas desejado.
3. Para aplicar um formato de tabela predefinido pressionar o botão
Formatação Automática e escolher o tipo de formato
pretendido. Ter em atenção que se pode optar por não aplicar
algumas formatações (por exemplo, tipo de letra) do modelo
utilizado.
4. Pressionar a tecla OK

Figura 11 - Janela do menu Inserir tabela

Também é possível inserir uma tabela através do ícone de inserção


de tabela existente na barra de formatação padrão. Para tal, deve
pressionar o ícone de inserção de tabela e arrastar o rato até estar
seleccionado o número de linhas e de colunas necessário.

Formador:
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Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Seleccionar elementos de uma tabela

Para realizar operações sobre uma tabela, é necessário seleccionar


alguns dos seus elementos.

Seleccionar uma célula

1. Colocar o cursor do lado esquerdo da célula a seleccionar.


2. “Clicar” com o rato quando o ícone tiver o aspecto de uma seta
orientada para a direita.

Seleccionar uma linha

1. Colocar o cursor na linha a seleccionar.


2. Escolher a opção Seleccionar linha do menu Tabela.
Ou
1. Posicionar o cursor no lado esquerdo da tabela, ao nível da linha a
seleccionar.
2. “Clicar” com o rato quando o ícone tiver o aspecto de uma seta
orientada para a direita.

Seleccionar uma coluna

1. Colocar o cursor na coluna a seleccionar.


2. Escolher a opção Seleccionar coluna do menu Tabela.

Formador:
53
Bruno Cerqueira
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
Ou
1. Posicionar o cursor na parte superior à tabela, sobre a coluna a
seleccionar.
2. “Clicar” com o rato quando o ícone tiver o aspecto de uma seta
orientada para baixo.

Seleccionar uma tabela

1. Colocar o cursor em qualquer célula da tabela.


2. Escolher a opção Seleccionar tabela do menu Tabela.

Para seleccionar toda a tabela com o cursor pode seleccionar a


primeira linha e arrastar o rato até todas as linhas estarem
seleccionadas. Pode seguir um processo análogo, mas seleccionando
a primeira coluna. Também é possível seleccionar toda a tabela,
clicando no símbolo que aparece sobre o canto superior esquerdo da
tabela.

Dimensionar uma tabela

Inicialmente, a tabela é criada com colunas de largura automática e


linhas cuja altura se ajusta ao texto. Existem dois modos de alterar
as dimensões das linhas e das colunas: recorrendo ao menu Tabela e
recorrendo ao rato sobre os limites das linhas e colunas.

Formador:
54
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Unidade de
Competência: 3C
PROGRAMA DE APRESENTAÇÕES

Introdução

Microsoft PowerPoint é uma aplicação que permite criar e visualizar


de forma muito simples e rápida apresentações multimédia. O
programa tem por principal finalidade a apresentação de diapositivos
utilizando para isso o monitor do computador ou outro equipamento
que possibilite a projecção dos mesmos.
As apresentações podem ser construídas, através de uma sequência
de diapositivos com transições variadas, recorrendo a imagens, som,
movimento, vídeo e texto.

Características

As principais características deste programa são:


 Criar apresentações e guardá-las num suporte de
armazenamento (disco, pen, etc.)
 Modificar, em qualquer altura, a apresentação
 Formatar uma apresentação com diferentes textos, imagens,
sons, etc.
 Enriquecer uma apresentação através da introdução de efeitos
de animação de texto e objectos, etc.
 Incluir, na apresentação, efeitos de transição entre os vários
diapositivos
 Difundir uma apresentação na Internet
 Criar páginas Web

Formador:
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Bruno Cerqueira
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Unidade de
Competência: 3C
Estrutura

Para iniciar o PowerPoint, clique sobre o botão . Aceda a Todos

os programas e depois a Microsoft Office. Abra a aplicação


PowerPoint. Pode igualmente escrever POWERPNT na caixa de
diálogo Executar…

Imagem 1 – Estrutura da aplicação MS PowerPoint

Formador:
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Bruno Cerqueira
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Unidade de
Competência: 3C

Figura 12 – Estrutura da aplicação

Legenda:
- Diapositivo activo / Área de
1- Barra de título 6
trabalho
- Botões Minimizar, Maximizar e - Números do diapositivo activo
2 7
Fechar e total
3- Barra de menus 8 - Painel de Tarefas
4- Barra de ferramentas Padrão 9 - Área de notas
1
5- Miniaturas dos diapositivos - Acesso rápido às várias vistas
0

Vistas

Vistas são diferentes modos de visualização para trabalhar na


apresentação (Figura 1 / ponto 10). Existem diferentes vistas, que
podemos mudar, fazendo clique sobre os botões na parte inferior
esquerda da janela do PowerPoint:
Formador:
57
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Área de Competência-
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Unidade de
Competência: 3C
 Normal (diapositivos /destaques);
 Organização de diapositivos;
 Apresentação a partir do diapositivo actual.

Vista Normal: o Painel de Destaques (Figura 1 / ponto 5) – O painel


de destaques mostra o texto da apresentação sem gráficos.
Vista Normal: o Painel de Diapositivos (Figura 1 / ponto 5) – Este
painel mostra o aspecto dos diapositivos, em pequena escala. Ajuda a
navegar na apresentação, enquanto se está a criar/alterar
diapositivos.
Normal (Figura 1 / ponto 6) – Adicionar imagens, texto, gráficos e
outros objectos ao diapositivo na área de trabalho. Utiliza-se a barra
de deslocamento para passar de um diapositivo para outro.
Organização de Diapositivos – Esta vista mostra miniaturas de todos
os diapositivos da apresentação. Seleccione um ou mais diapositivos
e reorganize-os, arrastando e largando-os na posição desejada.
Apresentação de Diapositivos - Utilize a vista de apresentação de
diapositivos para pré-visualizar e ensaiar a apresentação e para a
executar electronicamente perante uma audiência. A apresentação
será executada em modo de ecrã inteiro com todas as suas
animações e transições. Avance para o próximo diapositivo fazendo
clique com o rato, ou utilize as teclas do cursor para avançar ou
recuar.

Formador:
58
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
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Unidade de
Competência: 3C

Criar Apresentação

Criar uma apresentação no Microsoft PowerPoint implica começar


com uma estrutura básica; adicionar novos diapositivos e conteúdo;
escolher esquemas (Figura 2); modificar a estrutura de diapositivo,
se desejar, alterando o esquema de cores (Figura 3) ou aplicando
modelos de apresentações (Figura 4) diferentes e criar efeitos como,
por exemplo, transições animadas entre diapositivos. As informações
abaixo centram-se nas opções disponíveis quando é iniciado o
processo.
O painel de tarefas Nova apresentação do PowerPoint permite
iniciar de várias maneiras a criação de uma apresentação. Estas
incluem:
 Em branco – Comece com diapositivos que têm a estrutura
mais simples e nenhuma cor aplicada.
 Apresentação existente – Baseie a nova apresentação numa
que tenha elaborado anteriormente. Este comando cria uma
cópia de uma apresentação existente para que possa fazer
alterações de estrutura ou de conteúdo para a nova
apresentação.
 Modelo de apresentação – Baseie a apresentação num
modelo do PowerPoint que já tenha um conceito de estrutura,
tipos de letra e esquema de cores. Além dos modelos que são
incluídos com o PowerPoint, pode utilizar um que tenha criado.
 Modelos com conteúdo sugerido – Utilize o Assistente de
conteúdo automático para aplicar um modelo de
apresentação que inclua sugestões para o texto nos
diapositivos. Em seguida, escreva o texto que deseja.
 Um modelo num Web site – Crie uma apresentação
utilizando um modelo localizado num Web site.

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
 Um modelo na Microsoft.com – Escolha entre os modelos
adicionais do PowerPoint na galeria de modelos do Microsoft
Office. Estes estão organizados de acordo com o tipo de
apresentação.

Sempre que se inicia uma apresentação, o esquema de diapositivos


surge no painel de tarefas (Figura 3).

Figura 13 – Esquema de diapositivos

Figura 14 – Esquema de cores

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Bruno Cerqueira
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Unidade de
Competência: 3C

Figura 15 – Modelo de apresentação

Menu Inserir

O menu Inserir é um dos mais utilizados para criar apresentações,


juntamente com os menus Formatar e Apresentações.

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Unidade de
Competência: 3C

Figura 16 – Opções do Menu Inserir

Inserir Diapositivo / Duplicado do diapositivo

Para inserir um novo diapositivo, execute qualquer um dos seguintes


passos:
1. No menu Inserir escolha a opção desejada (Novo diapositivo
/duplicado…)

2. Na barra de ferramentas Formatação, clique em .


3. Com o ponto de inserção no separador Destaques ou
Diapositivos, prima Enter.

Inserir Número / Data e hora

Podemos utilizar o Menu Inserir para adicionar estes marcadores a


cada um dos diapositivos ou a toda uma apresentação.

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
Para adicionar a data e a hora ou o número do diapositivo em
qualquer lugar do diapositivo, basta posicionar o ponto de inserção
no marcador de posição ou na caixa de texto a que se deseja
adicionar a data e hora ou o número do diapositivo.
Para adicionar um número de diapositivo ou a data e hora a cada
diapositivo, no menu Ver, clique em Cabeçalho e rodapé e, em
seguida, seleccione as opções apropriadas (Figura 6). O número do
diapositivo, a data e a hora ocupam marcadores de posição
predefinidos no diapositivo. Pode alterar a posição dos marcadores
no modelo global de diapositivos.

Figura 17 – Opções do Cabeçalho e rodapé

Inserir Imagem

A opção de inserir Imagem abre um conjunto de opções:

Insere uma imagem do ClipArt.

Insere uma imagem de um ficheiro localizado no


nosso computador.

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Permite a digitalização e/ou captura de


imagens, seguida de inserção das mesmas no PowerPoint.

Permite a criação automática de álbuns de


fotografias, após selecção ou captura das mesmas

Permite a inserção de formas automáticas da


Barra de Ferramentas de desenho (Figura 6)

Permite a criação de títulos utilizando o WordArt

Permite a criação e formatação de organigramas

Figura 18 – Formas Automáticas

Inserir Filmes e sons


Permite a inserção de filmes e sons. Apresenta diversas opções de
acordo com a origem do elemento multimédia que se pretende
inserir:

Nestes casos, tal como na opção Imagem, deve


indicar-se o caminho para o ficheiro que se pretende inserir. Após ter

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
seleccionado o ficheiro e ter clicado no OK, o utilizador deve optar de
acordo com o comportamento que espera do elemento multimédia:

Figura 19 – Comportamento do elemento multimédia

É aconselhável ver a apresentação no sentido de verificar se o


elemento multimédia ficou inserido de forma correcta, ou clicar
sobre o mesmo na Vista normal. No caso de filmes com resoluções
elevadas, ou determinados formatos, a aplicação poderá reproduzir
estes elementos de forma incorrecta. Como alternativa o utilizador
poderá criar hiperligações para estes ficheiros (menu Inserir –
Hiperligação). Nestas situações a reprodução não é automática,
devendo o utilizador “clicar” sobre o elemento, no decorrer da
apresentação, para desencadear a sua reprodução.
A área de visualização dos vídeos pode ser dimensionada e colocada
na posição mais adequada. Estes procedimentos são realizados tal
como se tratassem de elementos de desenho ou imagem.

Nestas duas opções a aplicação abre o ClipArt


onde podem ser encontrados e inseridos diversos elementos áudio e
vídeo.

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Permite associar à apresentação, a


reprodução automática de uma faixa de música de um CD de áudio
que tem de estar introduzido no leitor de CD/DVD.

Figura 20 – Opções para reproduzir faixa de áudio

Esta opção implica a gravação de uma narração que é


incorporada na apresentação.

Figura 21 – Opção para gravar som

Inserir outras opções

Hiperligação: Possibilita concretizar hiperligações a outros


ficheiros, a páginas web e a endereços de correio electrónico. Para

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
fazer uma hiperligação a palavra ou imagem em que queremos a
hiperligação, tem que estar seleccionada (Figura 12).

Figura 22 – Opções de hiperligações

Diagramas: Permite a criação e formatação de diagramas.


Tabelas: Permite a criação e formatação de tabelas.
Objecto: Permite ligar ou integrar objectos/ficheiros no PowerPoint

Figura 23 – Opções de inserir objecto

Formatar diapositivo

Para formatar um diapositivo ou toda uma apresentação, pode


recorrer às barras de ferramentas ou ao menu Formatar e às suas
diversas opções. Nesses termos, o Microsoft PowerPoint inclui
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
modelos de apresentação (Figura 4) que podem ser aplicados de
forma a enriquecer uma apresentação, em termos de cores, tipo de
letra, marcas e numeração ou fundos. Existem também esquemas
de cores (Figura 3). Um esquema de cores consiste em oito cores
utilizadas na estrutura do diapositivo – cores para o fundo, texto e
linhas, sombreados, texto do título, preenchimentos, acentos e
hiperligações. O esquema de cores da apresentação é determinado
pelo modelo de apresentação que é aplicado.

Figura 24 – Opções do menu Formatar

Esquemas

Esquema refere-se à forma como os objectos são dispostos no


diapositivo. Um esquema contém marcadores de posição, que por
sua vez mantêm texto como, por exemplo, títulos e listas com marcas
e conteúdo de diapositivo como, por exemplo, tabelas, gráficos,
imagens, formas e ClipArt. Cada vez que adiciona um novo
diapositivo, pode escolher um esquema no painel de tarefas
Esquema do diapositivo (Figura 3). Os esquemas possuem uma
gama completa de configurações (também pode escolher um
esquema em branco).

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
Modelos de apresentação / esquemas de cores

O Microsoft PowerPoint inclui modelos de apresentação que podem


ser aplicados de forma a dar à apresentação um aspecto profissional.
Pode pré-visualizar e aplicar um modelo de apresentação através do
painel de tarefas Estrutura de diapositivos. O modelo pode ser
aplicado em todos os diapositivos ou em diapositivos que estejam
seleccionados e pode aplicar vários tipos de modelos de
apresentação numa única apresentação.
Quando aplica um modelo de apresentação, é adicionado um modelo
global de diapositivos a esse modelo na apresentação. Se aplicar um
modelo diferente a todos os diapositivos, o modelo global de
diapositivos antigo é substituído pelo modelo global do novo modelo.

Pode guardar uma apresentação que tenha criado como um novo


modelo de apresentação e que está disponível no painel de tarefas
Estrutura de diapositivos.

Um esquema de cores consiste em oito cores utilizadas na estrutura


do diapositivo - cores para o fundo, texto e linhas, sombreados, texto
do título, preenchimentos, acentos e hiperligações. O esquema de
cores da apresentação é determinado pelo modelo de apresentação
que é aplicado. Pode visualizar o esquema de cores de um diapositivo
seleccionando o diapositivo e, em seguida, apresentando o painel de
tarefas Estrutura de diapositivos – Esquema de cores. O
esquema de cores do diapositivo seleccionado aparece seleccionado
no painel de tarefas.

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Bruno Cerqueira
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

1 - Cores para o texto do título e corpo do


texto
2 - Cores para o fundo, preenchimentos e
sombras
3 - Cores para as hiperligações,
preenchimentos e marcas

O modelo de apresentação inclui um esquema de cores predefinido e


esquemas de cores adicionais de onde pode escolher, todos
concebidos para esse modelo. A predefinição ou apresentação em "
branco" no Microsoft PowerPoint também contém esquemas de
cores.

Barra de Desenho

Podemos inserir diferentes objectos numa apresentação, recorrendo


a esta barra de ferramentas

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Figura 25 - Barra de desenho

Modelo global de diapositivos

O modelo global de diapositivos é um elemento do modelo de


apresentação que armazena as informações sobre o modelo,
incluindo os estilos de tipos de letra, tamanhos e posições do
marcador de posição, estrutura do fundo e esquemas de cores.
O objectivo do modelo global de diapositivos é permitir que efectue
uma alteração global - como, por exemplo, mudar o estilo do tipo de
letra - e permitir que essa alteração se reflicta em todos os
diapositivos da apresentação.
Normalmente utiliza-se o modelo global de diapositivos para efectuar
o seguinte:
 Alterar o tipo de letra ou marcas
 Inserir arte – como, por exemplo, um logótipo - que deseja que
apareça em vários diapositivos
 Alterar posições, tamanho e formatação do marcador de
posição
Para visualizar o modelo global de diapositivos, mostra a vista de
modelo global. Pode efectuar as alterações ao modelo global de
diapositivos da mesma maneira que altera um diapositivo qualquer,
exceptuando que apenas se pode alterar o estilo do texto do modelo
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C
global; o texto actual dos diapositivos, como, por exemplo, títulos e
listas, deve ser escrito no diapositivo em vista normal. Quando altera
o modelo global de diapositivos, as alterações efectuadas a cada
diapositivo são mantidas.
No menu Ver, escolha Modelos globais e faça clique sobre Modelo
global de diapositivos.

Apresentações

Para enriquecer uma apresentação podemos recorrer a este menu e


às suas diversas opções.

Figura 26 – Opções do menu Apresentações

Este menu disponibiliza diversas ferramentas, das quais se


destacam:

Animações pré-definidas que são aplicadas ao(s)


diapositivo(s).

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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Figura 27 – Esquemas de animação

Permite fazer uma animação


personalizada dos objectos. Seleccionamos o objecto e indicamos
qual o efeito a adicionar (Figura 18). Podemos depois definir as
opções para o efeito escolhido, seleccionando no painel de tarefas
(Figura 19).

Figura 28 – Animação personalizada

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Figura 29 – Opções do efeito

Introduz o movimento de entrada e o de


saída dos diapositivos.
Recorra novamente às opções que surgem no painel de tarefas
(Figura 20) e aplique a transição aos diapositivos desejados.

Os botões de acção são


elementos do que permitem definir diferentes acções para os
diapositivos na apresentação. Desde a simples movimentação entre
diapositivos até à abertura de programas, criando um efeito de
beleza e de sincronização.

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Bruno Cerqueira
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Figura 30 - Transição entre diapositivos

Formador:
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Guardar Apresentação

Aceda ao menu Ficheiro e guarde a sua apresentação como Página


Web (HTML) e publique-a na Web para aqueles que não puderam
estar presentes na apresentação. Os seus colegas podem ver a
apresentação na Web, utilizando um Browser (ex.: Internet Explorer).
Abra os ficheiros HTML no PowerPoint para os actualizar ou alterar
sempre que necessitar.
Pode guardar a sua apresentação como

ppt – permite que sejam feitas alterações posteriormente à


sua gravação (modo criação)

pps – não permite que sejam feitas alterações


posteriormente à sua gravação (modo visualização)

Imprimir Apresentação

Para imprimir uma apresentação pode escolher as opções:


Diapositivos, folhetos, páginas de notas ou vista de destaques. A
opção Folhetos permite-lhe escolher o número de diapositivos que
pode imprimir por página.
Imprima as suas notas para depois se referir a elas enquanto fala ou
para fornecer mais informações sobre o conteúdo do diapositivo. Pré-
visualize a impressão das páginas de notas, a partir da opção do
menu Ver.

Figura 31 – Impressão

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3C

Regras de Criação de Diapositivos

Pontos a Observar

Texto:
 Seis palavras por linha
 3 a 5 pontos-chave
 10 linhas no máximo
 Título
 Tamanho de letra 24, no mínimo

Tipos de Letra:
 Times New Roman é conservador
 Comic Sans MS para mensagens mais informais
 Serif Fonts (Times New Roman e Georgia) em grandes
quantidades de texto
 Sans Serif Fonts (Arial e Verdana) em títulos
 Verdana Georgia e Tahoma para projecções
 Negrito e Itálico dão ênfase
 Não utilizar mais de 3 tipos de letra

Atenção:
 As palavras-chave são indispensáveis
 Conter ideias estruturadas
 Sintetizar a informação
 Deve motivar/despertar interesse
 Qualidade da apresentação (som, texto, imagem e movimento)

Formador:
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TIC 3D

Usar a Internet para obter, transmitir e publicar informação

Critérios de evidência a avaliar:


1. Identifica os elementos necessários para ligar um computador à
internet;
2. Compara as ofertas dos diferentes fornecedores de serviços;
3. Identifica e interpreta vocabulário específico usado na Internet ;
4. Inicia um programa de navegação (browser) na Web e abre um
endereço da Net;
5. Reconhece as funções das barras de navegação: barras de
ferramentas, barra de estado, ...;
6. Pesquisa em diferentes motores de busca, utilizando ou não
palavra-chave;
7. Cria uma caixa de correio pessoal e organiza um livro de
endereços;
8. Lê, apaga e envia mensagens, com ou sem ficheiro anexo;
9. Identifica os cuidados a ter, relativamente a vírus informáticos,
no recebimento de ficheiros anexos
10. Utiliza informação recebida via Internet, noutros suportes;
11. Identifica as regras de utilização das salas de conversação;
12. Escolhe uma alcunha (nickname) e entra numa sala de
conversação;
13. Identifica as vantagens e desvantagens deste tipo de
serviço;
14. Cria um site com uma aplicação de apresentações
(MSPublisher ou (MSFrontPage);
15. Modifica o design e esquema de cores (no caso do
Publisher);
16. Insere links, texto, imagens próprias… e pré-visualiza-as
num programa de navegação;
17. Usa uma aplicação FTP para fazer uploads para um
servidor público.
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D

INTERNET

Esta frase demonstra de uma forma simples a complexidade da Internet.


Tal como a selva, a Internet tem regras, tem características próprias onde
existem os “Predadores” e as “Presas” e sobretudo é muito vasta. Ao
longo da sua “caminhada” é possível encontrar algumas armadilhas ou
situações mais perigosas, embora se possa sempre ir pela via mais fácil.

A Internet é um Mundo,
o Mundo de Hoje e do
Amanhã...

O que é a Internet?

Em poucas palavras, a Internet, é


uma Rede Informática à escala
mundial composta por muitos
milhares de computadores ligados
entre si. Através da rede telefónica
cada um controla os seus
computadores e a informação que
pretendem divulgar.

Origens

A Internet começou como experiência do Departamento de Defesa dos


Estados Unidos, nos anos 60, para ajudar cientistas e pesquisadores de
locais bem dispersos a trabalharem juntos compartilhando escassos e

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Unidade de
Competência: 3D
caros computadores e seus arquivos. Essa meta exigia a criação de um
grupo de redes interligadas que actuariam como um todo coordenado.

A Guerra Fria gerou interesse numa rede “à prova de bomba”. Se parte


da rede fosse destruída, os dados ainda assim trafegariam até ao seu
destino com a ajuda das partes remanescentes. Na resultante Internet
(ou, inter - rede), a responsabilidade de traçar a rota das mensagens foi
distribuída entre toda a rede, em vez de ficar centralizada numa só
localização. Em grande parte, a Internet, já com mais de 2 décadas de
existência, tem aumentado a sua popularidade devido ao uso de
browsers.

Evolução

A partir de quatro computadores em 1969 o governo dos Estados Unidos,


através do Advanced Research Projects Agency “ARPA”, lançou uma rede
de longa distância conhecida por “Arpanet” tendo como objectivo a
interligação de computadores utilizados em centros de investigação com
fins militares, continuando a crescer lentamente nos anos 70, por razões
de segurança ainda era controlada pelos militares e inacessível aos
outros sectores.
Em meados dos anos 80, com o aparecimento dos novos protocolos da
comunicação a “Arpanet” deixou de ser estritamente militar dividindo-se
em “Milnet” (Rede Militar) e redes académicas, actualmente conhecida
por Internet.
No final da década de 80 a Internet já ultrapassava os cem mil
utilizadores.
É nos anos 90 que a Internet inicia a sua verdadeira expansão contando
com 39 milhões de utilizadores de correio electrónico e 26 milhões de

Formador:
82
Bruno Cerqueira
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D
utilizadores do conjunto de serviços da Internet ligados a 9 milhões e
meio de computadores.

Redes - O que são?

Uma rede é um sistema de comunicação que permite ligar vários


computadores entre si. Numa rede, existe sempre um Servidor que
controla e coordena toda a rede, podendo conter a informação necessária
para o bom funcionamento da mesma, e existem os Clientes que são todos
os computadores ligados ao Servidor.

Tipos de Rede
Os principais tipos de rede
são:

Lan (Local Area Network)


É uma ligação entre
computadores. Estes
encontram-se no mesmo
edifício ou em edifícios
adjacentes. Estamos neste
caso perante uma rede local.

Man (Metropolitan Area


Network)
Rede de área metropolitana
composta por um sistema que
interliga várias redes locais,
normalmente dentro dos
limites de uma mesma cidade.

Wan (Wide Area Network)


Um sistema mais vasto que
estabelece a ligação entre
redes locais e redes de área
metropolitana, dentro de um
mesmo país, entre países e
mesmo entre continentes,

Formador:
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D
vindo daí a sua designação de
“Imensa área de trabalho”.

Internet/ Intranet

A Internet é uma rede de milhares de computadores ligados entre si.


Para definirmos Intranet, podemos basear-nos nessa definição, embora
tenha algumas diferenças... A Intranet pertence a uma organização,
empresa, ou universidade, a qual cria a sua rede privada interna ou entre
as suas várias filiais. Esta funciona única e exclusivamente para
funcionários da organização com a respectiva autorização da mesma, que
fornece um nome de utilizador e uma palavra-passe (password).
O conteúdo de uma Intranet varia consoante o tipo de organização
podendo existir Intranets comerciais, informativas, de lazer, etc..

Equipamento necessário

Para acedermos à Internet necessitamos fundamentalmente de três peças


de equipamento:

 Um Computador
 Um Modem
 Placa de Rede

Trata-se de um periférico que converte o sinal digital fornecido


por um computador, para analógico, é também o Modem, que
realiza a operação inversa, convertendo os sinais analógicos
recebidos por telefone em sinais digitais.

Formador:
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Bruno Cerqueira
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D
Quanto mais rápido for o Modem maior é a velocidade de
transferência de dados para a rede ou desta para o seu
computador, isto significa que serão menores as suas contas
telefónicas.

 Uma ligação à rede telefónica


Necessitará apenas de uma tomada apropriada junto ao
computador à qual se irá ligar o Modem.

Aceder à Internet

Existem várias formas de aceder à Internet: Clicando no ícone que se


encontra no ambiente de trabalho, ou através do botão Iniciar, optando-se
pelos Programas e em seguida pelo ícone do Programa Internet
Explorer.
Ao longo do tempo foram sendo utilizadas várias formas de acesso à
Internet. Algumas delas (como o acesso por Correio Electrónico), hoje,
apenas se justificam em circunstâncias muito especiais.

Formas que permitem o acesso ao conjunto de serviços da Internet

Correio Electrónico

Tudo o que é necessário, para trocar mensagens com uma “Máquina da


Internet”, é dispor de software de correio electrónico e o hardware
necessário. O que é muito limitado, visto que só permite a troca de
mensagens.

Acesso por Login ou dial-up

Formador:
85
Bruno Cerqueira
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D
O computador funciona com um simples terminal de um computador
remoto. A ligação é feita sobre linha telefónica. Limitado às aplicações
existentes no computador remoto, não permite utilizar aplicações com
recursos gráficos.

ACESSO PROXY: SLIP E PPP

É do tipo de acesso por Login, mas permite a utilização de todos os


serviços e aplicações, tal como numa ligação directa.

ACESSO DIRECTO

O “verdadeiro” acesso à Internet, geralmente feito através de linhas


dedicadas (ou no mínimo RDIS), utilizado sobretudo pelas organizações.
A escolha da forma de acesso e do fornecedor de serviço deve Ter em
conta, para além dos custos, os seguintes aspectos:
Tipo de acesso – Individual
- Organizacional
Frequência de utilização
- Ocasional
- Frequente
- Constante
Volume de tráfego: Quantidade de informação que irá circular
Resumidamente, a forma de acesso para os utilizadores será do tipo
SLIP/PPP e para as organizações será, preferencialmente, e se os custos
forem suportáveis, um acesso directo.

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Unidade de
Competência: 3D

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Unidade de
Competência: 3D

Protocolos da Internet

Sistema de Protocolos da Internet

Tal como os humanos usam a linguagem para comunicarem entre si,


também os computadores necessitam de uma linguagem. A esta
linguagem dá-se o nome de Protocolo.
Por vezes a transferência de informação é deturpada, e torna-se
necessário algo para que isso não aconteça. A Internet usa dois
protocolos fundamentais: O TCP (Transmission Control Protocol) e o
IP (Internet Protocol) que funcionam sempre em conjunto. O TCP/IP
tem como função controlar a Internet, verificando o modo como os
dados são transferidos entre os computadores. A informação que é
transmitida através da Internet é dividida em pacotes e cada pacote
transporta, para além da informação propriamente dita, o endereço
do computador de origem e do computador de destino. O Protocolo
IP é responsável pelo encaminhamento do tráfego ao longo das
redes até atingir o destino. Isto é semelhante ao Sistema Postal:
colocamos uma carta na caixa do correio e esperamos que chegue ao
destino. Cada computador ligado à Internet, tem que possuir, por
este facto, um endereço IP (quando um utilizador doméstico se liga à
Internet, recebe automaticamente um endereço IP que lhe é
atribuído pelo INTERNET SERVICE PROVIDER).
Ao longo da rede, os pacotes de informação são encaminhados, por
meio de routers. O caminho seguido por cada pacote é independente
do seguido por outros pacotes. Pode assim acontecer que, devido a
acidentes de percurso, um pacote chegue ao seu destino depois de
outros que tinham sido expedidos posteriormente. O Protocolo IP não

Formador:
88
Bruno Cerqueira
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Unidade de
Competência: 3D
pode garantir a boa ordem de chegada dos vários pacotes de
informação.
É a este nível que se mostra necessária a
intervenção de uma outra
camada de Software: a
camada que contém o
protocolo TCP. A este
compete reagrupar os pacotes de
informação, reorganizando-os, se necessário, de acordo com a sua
ordem original e tentando manter a comunicação livre de erros que
eventualmente possam aparecer, certificando-se que toda a
informação seja mantida tal qual foi enviada. No entanto, as tarefas
necessárias a uma boa comunicação não acabam a este nível. Por
exemplo, na World Wide Web, a transferência de “páginas” de
informação é feita em obediência ao protocolo designado pela sigla
HTTP (Hiper Text Transport Protocol). Outro dos protocolos
utilizados na transferência de ficheiros é o FTP. Este tem como
objectivo auxiliar o bom funcionamento dessa mesma transferência.
Este protocolo permite transferir ficheiros ASCII e binários de
computadores remotos para o seu computador e vice-versa,
tornando-se numa poderosa ferramenta de trabalho. O utilizador só
se apercebe da existência destes diversos protocolos, se
eventualmente observar estas siglas nos endereços afixados na caixa
de endereços do I E.

Navegação

WWW

O World Wide Web é uma grande teia de informação multimédia em


hipertexto. O hipertexto significa que se pode escolher uma palavra
destacada numa determinada página e obter assim uma outra página
de informação relativa. As páginas podem conter texto, imagem,
Formador:
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Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D
som, animação, etc.. O WWW é uma gigantesca base de dados,
acessível de uma forma muito atraente e intuitiva.

URL (Uniforms Resourse Locator): Cada recurso existente na WWW


é referenciado por um URL que constitui o seu endereço na Internet.
O URL é composto por várias partes:

Comunicação: O protocolo utilizado para a transferência de


informação na Web é o Hiper Text Transfer Protocol designado pela
sigla HTTP. O endereço de um ficheiro na Web deverá começar pois
pela sigla HTTP.

A localização do Domínio: A segunda parte de um URL define a


localização que identifica um servidor. A atribuição de nomes baseia-
se num sistema hierárquico designado por Domain Name System. No
topo, existem dois tipos de domínios: Genéricos e Países.

Os Países são identificados por letras que sugerem o nome do país.

Caminho ou Path: Se o ficheiro está localizado numa estrutura de


directórios, o caminho é utilizado para indicar a pasta onde o ficheiro
está localizado.

Considera-se o seguinte exemplo:

O ficheiro XYZ.html reside em companhiax.com mas está localizado na pasta ghi. A


indicação do domínio e do caminho para o ficheiro será feita do seguinte modo:
Companhiax.com/ghi/xyz.html

Browser

Os Browsers são programas cliente, isto é, programas através dos


quais um computador cliente pode explorar recursos na Internet.
Formador:
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chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D
Inicialmente os Browsers foram criados tendo como objectivo
fundamental explorar os recursos de servidores da WWW. Todavia,
hoje eles são programas praticamente universais, permitindo aceder
à generalidade dos recursos existentes na rede.
Para muitas tarefas, as funcionalidades básicas do Browser são
complementadas com programas adicionais designados por plug-ins
e helper applications.

Hipertexto

As páginas da WWW encontram-se armazenadas em computadores


que funcionam como Web Servers. Essas páginas incluem um
conjunto de códigos que determinam a sua formatação.
Esses códigos fazem parte da linguagem HTML (Hiper Text Markup
Language).
Os Browsers possuem a capacidade para interpretar esses códigos,
transformando-os em páginas com texto formatado, incluindo toda
uma série de grafismos.
Para além do aspecto gráfico que os códigos HTML permitem incluir
nas páginas da WWW, a característica que transforma essas páginas
em documentos de hipertexto é a possibilidade de incluir Links
ligando uma parcela de texto ou um gráfico, a um outro recurso na
Web. O sistema funciona do modo que adiante se descreve: o criador
de uma página HTML decide que uma determinada palavra, frase ou
gráfico deve permitir o acesso a um outro recurso, por exemplo, uma
outra página, situada no mesmo servidor ou num outro servidor, em
qualquer ponto da Web. Nalguns casos, em páginas muito longas,
alguns links remetem para determinados marcadores (bookmarks)
dentro dessa página. Estes, utilizando um código apropriado
associam a um elemento (palavra, frase ou gráfico) o endereço URL
do recurso pretendido.

Formador:
91
Bruno Cerqueira
Curso: Geriatria - Código
76203
Área de Competência-
chave: TIC
Unidade de
Competência: 3D
Quando a página é lida por um Browser, o seu aspecto mostra ao
utilizador que se trata de um link. Se pretender seguir esse link o
utilizador tem apenas que executar um clique sobre essa palavra ou
objecto gráfico.
O Browser encarrega-se automaticamente de localizar e carregar
para o computador - cliente o recurso pretendido. A nova página
pode ter outros links, que conduzem a outras páginas e a novos links.
A possibilidade de “pular” de página para página, através destas
hiperligações é na gíria designada por “surfar” ou “navegar” na
Internet.

Formador:
92
Bruno Cerqueira

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