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História da Arte II

Impressionismo

• Impressão – efeito da cena sobre o olhar de um observador-artista;


• Características da Arte Moderna: mostra como a arte foi feita, não apaga as pegadas;
• Sistema de pintura que consiste em exprimir pura e simplesmente a impressão tal qual
foi experimentada materialmente;
• Pintura não intelectualizada;
• Artista sai do ateliê  pintura ao ar livre;
• Pinta a atmosfera  luz é tudo;
• Realidade como processo, não como um estado;
• Natureza como crescimento e decomposição;
• Caráter incompleto e fragmentado;
• Verticalidade espacial;
• Visão que sempre se renova é função da luz e todas as suas variações;
• Chama a atenção do impressionista: o que é fluído e o que reflete;
• Técnica:
o Sem contorno;
o Espaço e volume delimitados pela degradação das tintas e dos tons;
o Perspectiva na primeira linha do horizonte;
o Sombras coloridas;
o Preto não é uma cor impressionista (mas Manet usa);
o Cores não são misturadas na paleta  justapostas na tela e o olho do
espectador recompõe;
• Experiencia da obra chama para o tátil;
• Não esquece que é pictórico (não parece uma foto);
• Só uma coisa focada: naturalidade do olhar;
• Manet enfrentou a academia até ser aceito, sem mudar o seu estilo;
• O Impressionismo atende às necessidades dos artistas e não às regras da pintura;
• Colagem como conceito, primeiro com Manet, na obra “almoço no jardim”, em que o
primeiro plano é realista e o resto impressionista  rompe com os “gêneros” da arte,
misturando paisagem, retrato e natureza morta na mesma obra;
• Degas faz experimentações com a câmera fotográfica  olhar de vayer;
• Críticas:
o Negativas: o papel de parede em seu estado embrionário é muito mais acabado
do que essa marinha;
o Positiva: (crítico Baudelaire) os impressionistas não pintam uma sensação
retilínea, pintam uma sensação vívida;
• Na diversidade, os pontos em comum dos impressionistas:
o A aversão pela arte acadêmica dos salons oficiais;
o Orientação realista;
o Total desinteresse pelo objeto – a preferência pela paisagem e natureza-morta;
o A recusa dos hábitos de ateliê de dispor e iluminar os modelos, de começar
desenhando o contorno e depois passar ao chiaroscuro e à cor;
o O trabalho plein-air, os estudos das sombras coloridas e das relações entre
cores complementares;
• 1874: 1ª exposição impressionista (Sociedade Anônima dos Artistas Pintores, escultores
e Gravadores);
• 1886: última exposição impressionista.
Neo Impressionismo (Dividismo e/ou Pontilhismo)

• Não é uma recusa do Impressionismo, mas a vontade de transformar o que era apenas
método empírico num sistema racional e científico que deve atingir uma beleza ideal e
universal;
o Substituição do método empírico do impressionismo pelo método científico;
• Conciliação do eterno com o fugaz, da arquitetura com a luz, da figura com a paisagem
e da vibração impressionista com a estabilidade clássica;
• Não pontilha: divide:
o Divisão: mistura ótica dos tons e das cores;
o Dividir é assegurar-se de todos os benefícios da luminosidade e das cores;
o Mistura ótica dos tons e das cores;
o Paul Signac, teórico do grupo, invoca Delacroix como o grande precursor da
pintura moderna;
o Teoria de Signac: dividir é assegurar-se de todos os benefícios da luminosidade
da coloração e da harmonia, por:
▪ A mistura ótica dos pigmentos unicamente puros;
▪ A separação dos diversos elementos (cor local, cor de iluminação, as
suas relações);
▪ O equilíbrio desses elementos e sua proporção (seguindo as leis de
contraste, da degradação e da irradiação);
▪ A escolha de um touche (pincelada) proporcional à dimensão do
quadro;
• Seurat é o pintor que traduz o drama entre luz e sombra;
o Ele traduziu o branco, o preto e o cinzento por seus equivalentes no espectro
solar;
• Estética: a arte é a harmonia, que é a analogia dos contrários;
o Para um tom mais luminoso (claro) um mais sombrio;
▪ Dominante sombria  tristeza
▪ Igualdade de claro e escuro  calma
▪ Dominante luminosa  alegria
o Para as cores: as complementares;
▪ Cores quentes  alegram
▪ Cores frias  tristeza
o Para a linha, as que fazem um ângulo reto;
▪ Diagonal  drama
▪ Horizontal  calma
▪ Vertical  elevam
• Técnica: sendo admitido os fenômenos da duração da impressão luminosa sobre a
retina:
o Síntese;
o Mistura óptica dos tons;
o Segue as leis do contraste, da degradação, da irradiação;
• Um neoimpressionista não começa sua tela sem antes ter definido o seu arranjo,
harmonizará a composição segundo sua concepção;
• Três dos principais artistas do final do século passado sofreram a influência de Seurat, e
praticaram o divisionismo por algum tempo, sendo eles: Van Gogh, Lautrec, Gauguin.
Pós-Impressionismo
• Não é um grupo coeso e articulado, o termo se dirige ao trabalho de pintores que entre
18980 e 1890 exploraram as possibilidades do impressionismo;
• Van Gogh e Gauguin:
o Apoiaram-se na certeza interior;
o Não tinham um grupo ativo;
o Solidão;
• “Delacroix teve a intenção de restituir a fé na sinfonia das cores. Diria que foi em vão
quando se observa que quase todo mundo considera que uma coisa está bem enquanto
cor quando se observa a exatidão em relação à cor local: uma mesquinha precisão” –
Van Gogh;
• Jorge Coli sobre Van Gogh:
o “A pintura de Van Gogh dá sempre essa impressão de uma matéria colorida
modelada pelas mãos, não somente por sua superfície rugosa tão característica,
mas igualmente nos volumes representados, e mesmo nas coisas impalpáveis –
o céu, a água, o mar que são “táteis” e como que conservam, cristalizados, os
traços dos dedos modeladores. Tudo é matéria em Van Gogh: em sua pintura,
o pincel rima fortemente com o cinzel. ”
o “Na pintura de Van Gogh, a luz, o efêmero, possui uma realidade tão corpórea
quanto os objetos mais físicos e estáveis – ao contrário dos impressionistas, a
luz não banha as coisas, mas ela está presente enquanto cor”;
• École de Pont-Aven – Bretanha – agrupamento informal de alunos e pintores liderado
por Gaugin que revoluciona com as ideias impressionistas – Sintetismo;
o Arte é uma abstração;
o Concentrar-se mais no processo criativos do que no resultado;
• “Ir embora” encontrar uma cultura primitiva  o mito do camponês rural  o
homem não corrompido pelo mundo moderno;
• Gauguin trabalha a partir de imagens da memória e de significados simbólicos e não
somente a partir da observação da natureza externa;
• Van Gogh trabalha a partir de motivos simples, autossuficientes, tirados da natureza,
visto pelo viés da literatura e da arte precedente e imbuídos de sentimentos subjetivos;
• Gauguin retorna a Pont-Aven e vira mentor da Nabis
o Nabis – profeta em hebraico;
▪ Simplificação do desenho e da cor;
▪ Linearidade acentuada – cloassonista, caricatual ou arabesca;
▪ Poucas cores, não mais que três ou quatro;
▪ Nova atitude diante da natureza e do tema, menos subserviente, mais
livre;
▪ Core mais vivas do que a dos impressionistas;
▪ Formas dos objetos ou figuras retorcidas para aumentar o interesse
decorativo da pintura sem vestígio do realismo ilusionista;
▪ Oposição ao neoimpressionismo;
▪ A arte simbolista era aquela na qual o artista transmitia ideias e
emoções, em vez de observações por meio do uso de linhas cores e
formas;
o O bretonismo de Gauguin está associado ao “feminino”, ao outro da cultura
“masculina” civilivada  natureza “feminina” contracultura “masculina”;
▪ Arte simples  natureza simples  ver apenas selvagens;
▪ “Em uma visão tão limpa e sem correções, desapareceu a pressa e
surgiu a vida” – Gauguin;
• Cezzane:
o Nunca se reclinou às representações realistas e às impressões fugazes
exploradas pelos impressionistas;
o Sua impressão recaiu sempre sobre a analise estrutural da natureza, por meio
de uma pintura que apela preferencialmente à mente e à consciência e não à
visão;
o Conhecimento da realidade como pesquisa científica  sensações visuais
filtradas pela consciência;
o Composição densa, volume recortado, luz que produz um efeito material na
tela, sem brilhos e nem transparências;
o Objeto como se iluminado surdamente do interior, emana a luz e disso resulta
uma impressão de solidez e materialidade;
o Perspectiva por meio da cor;
o “A medida que se pinta, desenha-se”  gerar o contorno e forma pelo arranjo
de cores;
o Desenho resulta da cor  desenho e cor não são mais distintos, pintando,
desenha-se  mais a cor se harmoniza, mais o desenho se precisa  realizada
a cor em sua riqueza, atinge a forma em sua plenitude;

Expressionismo Alemão:
• Acentos dramáticos e figuras distorcidas;
• Dor e angústia como tema das obras;
• “Harmonia da essência e da aparência”;
• Munch – “O Grito”;
o “Queremos mais do que uma mera fotografia da natureza. Não queremos pintar
quadros bonitos para serem pendurados nas paredes das salas de visitas.
Queremos criar uma arte que dê algo à humanidade, ou pelo menos assentar
suas fundações. Uma arte que atraia a atenção e absorva. Uma arte criada no
âmago do coração”
o “A arte é o oposto da natureza. Uma obra de arte só pode porvir do interior do
homem. A arte é uma forma da imagem formada dos nervos, do coração, do
cérebro e do olho do homem. A arte é a compulsão do homem para a
cristalização. A natureza é único grande reino do qual a arte se alimenta. A
natureza não é apenas o que o olho pode ver. Ela mostra também as imagens
interiores da alma, - as imagens que ficam do lado de trás dos olhos” – no
Manifesto 1889

• Die Brucke (A Ponte):


o Programa da Die Brucke: “Acreditando na evolução continua, em uma nova
geração de criadores e apreciadores, convocamos toda a juventude. E como a
juventude traz o futuro, desejamos obter liberdade de movimento e de vida, em
oposição aos velhos e bem estabelecidos poderes. Quem quer que extravase
direta e autenticamente aquilo que os faz criar é um dos nossos”;
o Utilizavam-se da xilogravura e da pintura;
• Jungendstil (Estilo Jovem):
o Movimento das artes aplicadas;
o Retorno dos trabalhos manuais;
o Incorporação do orgânico nas artes visuais e decorativas;
o Compromisso com a natureza, que não representava um “retorno à natureza”,
negando a passagem de tempo  natureza impregnada por associações
contemporâneas;
o Buscar inspiração na vida e se subordinar a sua experiência direta;
o Movimento livre e natural;
o Estudo do nu;
• Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul):
o Fraz Marc: tentar entender como o animal via o mundo e pintar de sua
perspectiva;
• Der Sturm (A Tempestade):
o Periódica sobre a teoria da arte, crítica e poesia com reproduções de trabalhos
gráficos e desenhos contemporâneos;
o Vinculados a uma Editora à Galeria Sturm.

Fauvismo (Expressionismo Francês):

• Fauves: Feras
• Liderança de Henri Matisse;
o “A expressão, para mim, não está nas paixões que reluzem do rosto humano ou
são manifestadas pelo movimento violento. Toda a organização do meu quadro
é expressiva; o lugar o ocupado pelas figuras, o espaço vazio em torno delas, as
proporções, tudo em sua função. A composição é a arte de dispor de maneira
decorativa os diversos elementos comandados pelo pintor para expressar seus
sentimentos. Num quadro cada parte será visível e cumprirá uma função
determinada seja primária ou secundária;
• Primeira aparição dos fauvistas no Salão de Outono (1905);
• Não é uma escola com teorias, manifestos ou programa definido;
• Para a maior parte dos artistas que adere o estilo expressionista, o fauvismo representa
sobretudo uma fase de suas obras;
• Cenários decorativos e expressão da alegria como tema das obras;
• Crítica: “nada que ver com pintura ... o passatempo ingênuo e bárbaro de uma criança
que brinca com o estojo de tinta que acabou de ganhar de presente de natal”;
• Eixo comum: exploração das amplas possibilidades colocadas pela utilização da cor;
o Cores fortes e intensas;
o Tons puros, nunca mesclados;
o Manipulando os tons arbitrariamente, sem preocupação com verossimilhança;
o Tudo isso, dá origem às superfícies planas, sem claros-escuros iluministas;
o As pinceladas constroem espaços que são zonas lisas, iluminadas pelos
vermelhos, azuis e alaranjados;
• Adré Derain: “As cores se tornam cargas de dinamite. Elas deveriam explodir em luzes.
Tudo poderia ser elevado a cima do real”;
• Fauvismo teve grande impacto no Expressionismo Alemão;
• Aproximação com o Expressionismo Alemão:
o Entusiasmo com a arte primitiva;
o Retomada de Van Gogh e Gaugin;
o Defesa da arte como expressão de estados psíquicos, de impulsos e de paixões
individuais (contra o registro impressionista da natureza por meio de sensações
visuais imediatas);
• O fauvismo está na origem dos movimentos expressionistas europeus, e irá repercurtir
no movimento expressionista abstrato;
• Impacto em tendências expressionistas no Brasil: Anitta Malfatti na pintura;
• Cubismo marca a crise do fauvismo:
o Cubismo e fauvismo partilham a ideia de que o quadro é uma estrutura
autônoma – não representa a realidade, mas é uma realidade própria;
o O interesse pela arte primitiva acaba sendo mais uma divergência:
▪ Fauvistas vêm na arte primitiva a expressão de uma certa condição
natural do homem;
▪ Picasso recupera as máscaras africanas como formas libertas de
qualquer contexto;

Cubismo:
• Construção do espaço por meio de volumes, da decomposição de planos e colagens;
• O cubismo está na raiz da arte abstrata e dos construtivismos de forma geral;
• Recusa a ideia da arte como representação da natureza;
• Afasta-se de noções de perspectiva, modelagem e de qualquer tipo de efeito ilusório;
• “Não se imita aquilo que se quer criar” – Braque;
• Braque despreza as formas, reduz tudo, sítios, figuras e casas, a esquemas geométricos,
a cubos  Realidade plástica de Braque  critico fala em realidade construída por
cubos (batiza a nova corrente);
• Cubos, volumes e planos geométricos entrecortados reconstroem formas que se
apresentam, simultaneamente em vários ângulos nas telas;
• Elementos dispostos uns empilhados nos outros, alcançando geralmente o topo da tela,
sem deixar espaço para os olhos se espraiarem no espaço ilimitado do fundo;
• O espaço vazio da perspectiva do Renascimento – “Vácuo renascentista” – torna-se tão
importante quanto os objetos  criar um espaço pictórico;
• O espaço do quadro – plano sobre o qual a realidade é recriada – rejeita distinções entre
forma e fundo ou qualquer noção de profundidade. Nele, corpos, paisagens e objetos
têm sua estrutura cuidadosamente investigadas;
• Objetos em primeiro e segundo plano recebem o mesmo tratamento;
• Não existe uma única fonte luminosa;
• Há intervalos, o contorno das formas é interrompido, de modo que o espaço ao redor e
entre elas parece fluir de maneira ascendente na direção do espectador;
• Apesar de terem um projeto plástico muito afinado, tornando difícil distinguir as obras
de Picasso e de Braque:
o Há uma ênfase de Braque nos elementos cromáticos;
o E há uma ênfase de Picasso em aspectos plásticos;
• A ruptura empreendida pelo cubismo encontra suas fontes primeiras na obra de Paul
Cézanne – e em sua forma de construção de espaços por meio de volumes e da
decomposição de planos – e também na arte africana, além de terem um débito em
relação a Henri Rousseau, um dos primeiros a subverter as técnicas tradicionais de
representação: perspectiva, relevo e relações tonais;
• Cubismo analítico:
o Preocupação predominante com as pesquisas estruturais, por meio da
decomposição de objetos e do estilhaçamento dos planos;
o Forte tendência ao monocromatismo  cores neutras;
o Desintegração da figura – Objeto progressivamente irreconhecível;
o Profundidade por efeito dos planos e dos tons;
o Ruptura ocasional dos contornos do objeto;
o Fusão do espaço circundante com o objeto;
o Da figuração para a abstração;
o Pintura deixa de ser um meio de representar os objetos para se tornar uma
realidade gráfica visual;
o Juan-Gris: cada objeto é dividido em duas partes ao longo de seus eixos vertical
e horizontal, e cada um dos segmentos resultantes é examinado de um
diferente ângulo de visão  Analisa e reduz de acordo com a “visão
simultânea”;
• Cubismo sintético:
o Cores se acentuam;
o Ênfase dos experimentos é colocada sobre a recomposição dos objetos;
o Elementos heterogêneos – recortes de jornais, pedaços de madeira, cartas de
baralho, caracteres tipográficos, entre outros – são agregados à superfície das
telas  Colagem  Papier collé – Pistas, dicas para reconstruir o objeto 
objetos deslocados conservam sua estranheza  fazer as pessoas pensarem
sobre essa estranheza, pois o mundo estava ficando muito estranho e não
exatamente tranquilizador;
o Obs.: antes de colarem a pintura já tinha cara de colagem;
o Planificação das formas;
o Letras de stencil;
o Da abstração para a figura;
o Rompimento da ideia mimética  colocar a própria coisa e não uma imitação
da coisa;
o “O cubismo mostra que o espaço renascentista estava morto e que a
representação do mundo exterior se esgotara. Mostra também – e aí está a sua
importância – que era possível criar uma linguagem pictórica expressiva, sem
representar o real exterior” – Ferreira Gullar;
o Braque: “fazendo do plano, da linha, das intersecções de planos, os elementos
básicos de sua pintura, a imagem dos objetos que ali aparece é puro arabesco,
é pura forma visual, que ajuda a compor o quadro como expressão” – Ferreira
Gullar;
▪ Emoção como semente, trabalho como flor;
▪ “Gosto da regra que corrige a emoção” – Braque;
o Picasso  mostrar como é feito;
o Juan-Gris:
▪ Desenhos matemáticos (executados com régua e esquadro)  desejo
de sistematizar o procedimento cubista;
▪ Usa o papel-colado como parte fundamental de seu método;
▪ Tema corresponde a sua pintura;
▪ Formas abstratas assumem formas de objetos;
o Léger:
▪ Elementos de uma nova natureza – a das máquinas;
▪ Simplificação e estilização implacévis;
▪ Repele os meios tons;
▪ Pintura de contrastes (cores opostas, linhas retas x linhas curvas,
planos x volumes);
▪ Humaniza a mecânica e a geometria;
• Picasso:
o Fase Azul: influência de Toulouse Lautrec  Tema: drama humano e social;
o Fase Rosa: liberação da linha como elemento expressivo  Tema: circo;
o Fase Negra: influência da máscara africana  linguagem não imitativa;
• Abstração ligada a ideia de uma música que vira linha e cor;
• Cubismo pode ser considerado uma das principais fontes da arte abstrata;
• No Brasil, a sua influência pode ser vista em parte dos artistas reunidos no modernismo
de 1922, sobretudo na obra de Tarsila do Amaral;
o O aprendizado, principalmente, com Léger reverbera nas tendências
construtivistas da obra de Tarsila, em especial na sua fase pau-brasil;
o Ela encontra Léger, especialmente em suas “paisagens animadas”, motivos
ligados ao espaço da vida moderna e o aprendizado de formas curvilíneas;
• Candido Portinari teve inspiração picassiana em um segmento de suas obras.