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Metolologia de

Ensino: Língua
Inglesa e
Espanhola

Profa. Me. Erika Carlos


Profa. Me. Anna Patrícia China

Instituto de Ensino Superior COC 20/08/2010


Faculdade Interativa COC
1
Módulo 4.1

Unidade 1

Instituto de Ensino Superior COC


Faculdade Interativa COC
2
Objetivos da Disciplina
Refletir sobre as seguintes perguntas relacionadas
ao processo de ensino-aprendizagem de uma língua
estrangeira:
1. O que é ensinar um novo idioma?

www.planetaeducacao.com.br
2. Como o aluno aprende?
3. Qual é o papel do professor?
4. Existe um método ideal?
5. Quais outros elementos estão
envolvidos neste processo?
3
Objetivos da Disciplina

Explicar cada uma das quatro habilidades


linguísticas: a compreensão auditiva, a
expressão oral, a compreensão leitora e a
expressão escrita e seu desenvolvimento
integrado;

Analisar os principais aspectos da proposta


dos PCNs de língua estrangeira e dos
PCNEM (Ensino Médio).
4
Objetivos da Disciplina

Discutir os processos que todo professor


deve ter em conta no momento de planejar
um curso de língua estrangeira, tais como:

• análise das necessidades;


• definição dos objetivos;

www.aecom.yu.edu
• seleção e graduação dos conteúdos e das
atividades;
• os materiais de aprendizagem;
• a escolha dos procedimentos de avaliação.
5
Objetivos da Disciplina

Apresentar termos usuais nos estudos de


Metodologia de Ensino de Línguas
Estrangeiras.

Introduzir os estudos sobre as três


grandes abordagens da história do ensino
de idiomas e os respectivos métodos.

6
Anísio Teixeira (2008)

“[...] o erro capital da pedagogia tradicional


está no isolamento em que a escola e o
programa se colocaram diante da vida.
Aprender é uma função normal da criança e
do homem. Mas, por isso mesmo, não se
pode exercer senão na matriz da própria
vida e dentro de certas condições
essenciais. Essas condições devem ser
atendidas, e não removidas.
7
Primária entre todas elas, está a intenção de
quem vai aprender. A vontade da criança ou do
adulto é imprescindível para que o aprendizado
seja real e integrado à própria vida. Seja um cálculo
de aritmética ou seja uma habilidade manual, a
determinação de aprender é que faz com que as
mesmas sejam aprendidas.” (TEIXEIRA, 2008)

8
As primeiras Metodologias de
Ensino de Língua Estrangeira
Novo e rapidíssimo método que conduz às ciências
divinas, às artes, às línguas e aos discursos
improvisados (1629)de Jean-Cécile Frey.

Didactica Magna (1638) de Comenius dedica um


capitulo para tratar dos princípios de didática das
línguas e apresenta um novo método.

images.google.com.br
Capítulo XXII – Método para ensinar
as línguas que dispõe dos métodos e
abordagens para o ensino eficiente
tanto da língua materna como das
demais línguas.

9
Parecer no 492/2001

Diretrizes Curriculares Nacionais de


diversos cursos, dentre eles o de Letras,
dispõe que o conhecimento das diversas
metodologias de ensino de língua inglesa
no decorrer da formação habilita o futuro
professor a possibilidade de desenvolver
habilidades necessárias para se atingir a
competência desejada no desempenho
profissional.

10
Metodologias de Ensino de Línguas
Estrangeiras na Prática
Relevância da revisão histórica dos métodos:

visão geral de tudo que já foi pesquisado e


aplicado;
analisar e compreender melhor as metodologias
(abordagens e métodos);
não ficar preso somente a uma metodologia;
utilizar as concepções de cada metodologia na
contexto adequado;
potencializa a prática docente.
11
Metodologias de Ensino
de Línguas Estrangeiras na Prática

Conhecimento das metodologias de


ensino de língua inglesa é imprescindível
para a formação integral do professor
de língua estrangeira.
Reconhecer cada metodologia de ensino
de língua estrangeira implícita em cada
uma das atividades propostas e assim ter
condições de discernir como, quando e em
que contexto escolar aplicar e desenvolver
as atividades propostas.
12
Metodologia
Methodology / Metodología

O estudo das práticas pedagógicas.


“Como ensinar”.
Finalidade: captar e analisar as
características dos vários métodos
disponíveis. Avaliar suas capacidades,
potencialidades, limitações ou distorções
e criticar os pressupostos ou as
implicações de sua utilização.
13
Abordagem X Método X Técnica

14
Samantha G. M. Ramos (2000)

Abordagem é o mais amplo dos três e se


refere aos pressupostos teóricos.
Método se refere a um conjunto de
procedimentos, a um sistema que
esquematizaria como se ensinar uma
língua.
Técnica é o mais restrito dos três e se
refere a um procedimento específico
adotado a partir da escolha de um
determinado método.
15
Richards & Rodgers (1986)

A abordagem tem a ver com os


pressupostos teóricos sobre a natureza da
linguagem e da aprendizagem, que servem
de ponto de partida para estabelecer
práticas e princípios.

16
Rodgers (2001)

Abordagem - representa as filosofias de


ensino que podem ser interpretadas e
aplicadas de várias maneiras na sala de
aula.
Métodos – são sistemas de ensino com
técnicas e práticas prescritas.

17
Anthony (1963)

Método é considerado o estágio


intermediário entre a abordagem de
ensino e as técnicas adotadas pelo
professor.

18
Posição hierárquica do conceito de método
proposto por Anthony (1963)

Abordagem

Método

Técnica

19
Leffa (1988)
Abordagem - mais abrangente a englobar os
pressupostos teóricos acerca da língua e da
aprendizagem.
Método - abrangência mais restrita e pode
estar contido dentro de uma abordagem. Não
trata dos pressupostos teóricos da
aprendizagem de línguas, mas de normas de
aplicação desses pressupostos.

20
Larsen-Freeman (2000)
Abordagem – Refere-se ao aspecto global; os
conceitos e crenças sobre a linguagem e
aprendizagem da língua.
Método – Meio para colocar em prática a teoria
relacionada a uma determinada abordagem,
portanto são os procedimentos, isto é, o quê,
como e quando ensinar.
Técnica – Refere-se às atividades específicas
aplicadas e desenvolvidas no processo de
ensino em sincronia com o método e
abordagem definidos.
21
Interatividade

Após o estudo das definições de diversos


pesquisadores e estudiosos, percebe-se
que há muitas semelhanças.
Em grupos discutam as definições
apresentadas de abordagem e dê a sua
definição de abordagem.

22
Alguns Conceitos

Aprendizagem
Processo consciente.
Contexto formal.
Presença de um professor.

23
Alguns Conceitos

Adquisição:
 processo inconsciente;
 desenvolvido mediante a exposição
natural ao sistema linguístico e cultural da
língua - dentro da comunidade linguística
da língua objeto;

Língua:
objeto sem atenção expressiva à forma.

24
Alguns Conceitos de Metodologia de
Ensino de Línguas Estrangeiras

Enfoque
Conjunto de princípios estáveis sobre a
naturaleza de uma língua estrangeira,
sobre como aprendê-la e como ensiná-la.

Método
Conjunto de procedimentos, ou seja,
especificidades e de princípios teórico-
práticos baseados em um enfoque.
25
Alguns Conceitos de Metodologia de
Ensino de Línguas Estrangeiras

Procedimentos:
 Leitura
 Cópia
 Escrita
 Realização de exercícios gramaticais
 Conversação
 Audição

26
Activity / actividad

How did you learn English?


¿Cómo has aprendido/estudias Español?

27
A historia do ensino
de idiomas
A. Sánchez Péres (1992: 1-5), em Historia
de la enseñanza del español como lengua
extranjera, destaca alguns aspectos
interessantes para o profissional da área
de ensino de idiomas:

• “A preocupação com a melhora do ensino


de línguas constitui um denominador
comum na história do homem, ao menos
no que nos é mais conhecida na Europa.”
28
A historia do ensino
de idiomas

“A história do ensino da nossa língua é,


globalmente considerada, similar à história
de qualquer outra língua européia de
importância equiparável (…) Desde o século
XIV, a aprendizagem de um idioma
estrangeiro tem constituído
fundamentalmente um problema (…)”

29
Natureza da Linguagem

estrutural
funcional
interacional

30
Estrutural

Baseada no estruturalismo de Saussure


com os conceitos de langue e parole.
Concebe a língua como um sistema de
elementos relacionados para decodificar
sentido.
Objetivo seria dominar estes elementos do
sistema linguístico.

31
Funcional

Linguista britânico Halliday muito contribuiu


para esta noção de contexto linguístico
considerando a língua como um sistema de
escolhas contextualizado.
A linguagem serve para expressar sentido.
Conteúdo dos programas de ensino tem
como base funções e noções da linguagem
e a noção de contexto é extremamente
importante.

32
Interacional

A pragmática e a análise conversacional


forneceram os pressupostos teóricos para
tal visão.
Considera a língua como veículo para a
realização das relações pessoais e
sociais.
Conteúdo do programa de ensino são os
padrões interacionais.

33
Mediante o que foi apresentado em relação
aos vários métodos de ensino de língua
estrangeira, é possível entender que não
existe um único método perfeito, mas sim
que os métodos estão interligados, pois os
conteúdos que são desenvolvidos dentro
de cada método são os mesmos, porém
apresentados e abordados de maneiras às
vezes diferentes às vezes cíclicas.

34
As metodologias de ensino de língua
estrangeria estão ligadas ao contexto
histórico e a necessidade social, político e
econômico do uso da língua estrangeira.

35
Os PCNs (BRASIL, 1998) admitem que a
língua inglesa é essencial: “ A importância
do inglês no mundo contemporâneo, pelos
motivos de natureza político-econômica,
não deixa dúvida sobre a necessidade de
aprendê-lo” (p. 50).

36
O desenvolvimento de habilidades
comunicativas, em mais de uma língua, é
fundamental para o acesso à sociedade da
informação.
Para que as pessoas tenham acesso mais
igualitário ao mundo acadêmico, ao mundo
dos negócios e ao mundo da tecnologia
etc., é indispensável que o ensino de
Língua Estrangeira seja entendido e
concretizado como o ensino que oferece
instrumentos indispensáveis de trabalho.
(PCNEM, 1999 p.38)

37
Metodologias de Ensino de Língua
Estrangeira na Prática - PCNs

Destacam que o conhecimento das diversas


metodologias de ensino de língua inglesa no
decorrer da formação habilita o futuro
professor a possibilidade de desenvolver
habilidades necessárias para se atingir a
competência desejada no desempenho
profissional.

38
PCN - 1998

Este documento procura ser uma fonte de


referência para discussões e tomada de
posição sobre ensinar e aprender Língua
Estrangeira nas escolas brasileiras.
Portanto, não tem um caráter dogmático,
pois isso impossibilitaria as adaptações
exigidas por condições diversas e
inviabilizaria o desenvolvimento de uma
prática reflexiva.

39
PCN - 1998

PCNs (BRASIL, 1998): “ A importância do


inglês no mundo contemporâneo, pelos
motivos de natureza político-econômica,
não deixa dúvida sobre a necessidade de
aprendê-lo” (p. 50).

40
PCNEM - 1999

Os PCNEMs (BRASIL, 1999) são um


documento que define os objetivos do
Ensino Médio: principal objetivo é formar
o aluno para a prática da cidadania e
inserção no mercado de trabalho. Um dos
fatores significativos para a inserção no
mercado de trabalho é o conhecimento da
língua inglesa.

41
PCNEM - 1999

Afinal, para poder comunicar-se numa língua


qualquer não basta, unicamente, ser capaz de
compreender e de produzir enunciados
gramaticalmente corretos. É preciso, também,
conhecer e empregar as formas de combinar
esses enunciados num contexto específico de
maneira a que se produza a comunicação. Em
outras palavras, é necessário, além de adquirir
a capacidade de compor frases corretas, ter o
conhecimento de como essas frases são
adequadas a um determinado contexto
(p.151).
42
Orientações Curriculares Nacionais
para o Ensino Médio (BRASIL, 2006)
Objetivo: conscientizar sobre o papel
educacional do ensino de línguas
estrangeiras; forte preocupação em
apresentar e informar sobre a
necessidade do uso das tecnologias e dos
vários tipos de letramento presentes
atualmente no processo de ensino-
aprendizagem na escola regular.

43
Orientações Curriculares Nacionais
para o Ensino Médio (BRASIL, 2006)
Diferem dos demais documentos oficiais
mencionados acima no sentido de
apresentarem conceitos inovadores para
o professor de língua estrangeira. Os
demais documentos analisados parecem
fazer uma revisão de teorias e técnicas
que deveriam ser adquiridos na formação
universitária.

44
Prefeitura Municipal de Florianópolis
Processo Seletivo – Edital Nº 002/2005
PORTUGUÊS / INGLÊS:
Variação linguística;
Oralidade e ensino;
Práticas sociais de leitura;
Articulação entre escrita e as diversas áreas do conhecimento;
As formas de ensinar e aprender;
Metodologias e abordagens do ensino da Língua Inglesa
no Brasil;
O ensino das quatro habilidades: ler, falar, ouvir e escrever;
A importância do ensino da língua inglesa nos dias de hoje;
A língua como forma de interação;
A intencionalidade da avaliação no processo de apropriação e
produção do conhecimento.
45
SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA - SESI
ESTADO DE SÃO PAULO
EDITAL N.º 1 - SESI/SP,
DE 13 DE FEVEREIRO DE 2008

VIII - Língua Espanhola

www.pciconcursos.com.br
1. Licenciatura específica na língua
estrangeira - Espanhol
2. Licenciatura em Letras, com o mínimo
de 160 horas de estudos de língua
estrangeira - Espanhol

46
18.2.4.8 ESPANHOL
Referências Bibliográficas:
BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e
discursos.Tradução: Anna Rachel Machado, Péricles Cunha.
São Paulo: Educ, 1999.
CELANI, Maria Antonieta Alba (org.). Professores e
formadores em mudança. São Paulo: Mercado de Letras, 2003.
DAHER, Maria Del Carmen F. G., SANT'ANNA, Vera Lúcia A.
Reflexiones acerca de la noción de competencia lectora:
aportes enunciativos e interculturales. In: APEERJ. (org.) 20
años de APEERJ - El español: un idioma universal - 1981 -2001,
Rio de Janeiro: APEERJ, 2002, p.54-67.
KOCH, Ingedore G. Villaça. Desvendando os segredos do
texto. São Paulo: Cortez, 2002.
LOPES, Luis P. M. Oficina de linguística aplicada. Campinas:
Mercado de Letras, 1996.
MORENO Fernández, Francisco. Aportes de la
sociolinguística a la ensenanza de lenguas. REALE, 1, 1994,
pp. 107-135.
47
NTICs – Novas Tecnologias da
Informação e da Comunicação

A modalidade EAD é
muito mais dependente

ensinodistancia.files.wordpress.com
da mediatização pelas
tecnologias que estão
cada vez mais
avançadas, pois a
interação deve ser
viabilizada por suportes
técnicos de comunicação.
(WAGNER CUNHA, p. 6) 48
Tecnologias de áudio, vídeo e
as computacionais

http://www.educacional.com.br/home.asp
TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS
Portais Educacionais
 Promover o aprendizado de internautas;
 O ambiente escola está disponível na
rede com todos os seus serviços;

http://educacao.uol.com.br/
 Os alunos podem pesquisar, estudar,
conversar e até se divertindo de forma
construtiva e orientada;
49
Pais - possibilidade do acompanhamento
das notas, deveres de casa e trabalhos
dos seus filhos;
Professores - oferecem um importante
espaço para trocas de experiências,
acompanhamento extra sala de aula dos
seus alunos, cursos e novidades na área
de educação;
Escolas - criar, produzir e hospedar uma
homepage, oferecer a participação em
projetos educacionais, disponibilizar
boletins e diário de classe, dar assessoria
financeira e de marketing.
50
Tecnologias de áudio, vídeo e
as computacionais

TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS
Realidade Virtual e Ambientes Virtuais Podem
ser listadas diversas razões para se usar
os ambientes virtuais na educação
(PANTELIDIS, 1998):
 Produzem motivação;
 permitem a observação de uma
grande distância;
 permitem que deficientes físicos
possam participar em experimentos;
51
 oportunidade para introspecção;
 liberdade ao aprendiz para proceder a uma
experiência durante um tempo livre não fixado
por um horário regular de aula;
produzem experiências com tecnologias
modernas de uso atual;
requerem interação, encorajando a
participação ativa ao invés da passividade.

52
PELA necessidade do desenvolvimento
de competências

POR agentes ativos, enquanto professores


e alunos

PELA capacidade de mudança


PELA assimilação das informações a vida

POR atitudes diferenciadas e inovadoras

POR saber utilizar e atender de forma


diferenciada o atual paradigma educacional,
A EDUCAÇÃO PARA A VIDA
53
Laboratório de Metodologia de Ensino
de Línguas Espanhola e Inglesa

images.google.com.br
54
Laboratório de Línguas Estrangeiras
Ferramenta Pedagógica
1. QUE ENSINAR – definir conteúdos e
objetivos;
2. QUANDO ENSINAR – organizar, ordenar e
sequenciar os conteúdos e objetivos;
3. COMO ENSINAR – estruturar as atividades
e estratégias pedagógicas para atingir os
objetivos
4. O QUÊ, QUANDO E COMO AVALIAR -
verificar se os objetivos foram atingidos e
introduzir, quando necessário, correções ao
processo (COLL, 1987). 55
Para que um currículo em Educação a
Distância seja considerado BOM é necessário
que o professor durante o processo de
aprendizagem consiga orientar e desafiar o
aluno a construção do conhecimento onde as
avaliações sejam parte da aprendizagem, a
otimização do aprender.

Os alunos não são mais dependentes do docente


para o aprender, para a aquisição do
conhecimento.

As ferramentas apresentam as informações de


uma maneira dinâmica, mas a aprendizagem
deverá ser em conjunto onde docente x discente
e professor x aluno aprendam juntos. 56
Características essenciais e
vantagens da EaD
Atender a diferenças individuais;
Favorecer um enfoque construtivo;
Superar distâncias e das barreiras geográficas;
Superar dificuldades de deslocamento e acesso;
Uso das Tecnologias de Comunicação e
Informação (TICs): rádio, televisão e telefonia,
internet;
Ao mesmo tempo que o ambiente educacional
convencional no Brasil vem encontrando
dificuldades para responder adequadamente a
demanda a EaD toma ponto de referência.
57
Qualidades e requisitos do usuário,
Ferretti (1993):

conhecimento dos novos equipamentos;


capacidade de ler e interpretar dados formalizados
como diagramas e gráficos;
domínio de símbolos e linguagem matemática;
compreensão da lógica das operações;
compromisso e responsabilidade;
disciplina e interesse;
iniciativa e autonomia;
confiança e cooperação;
participação e comunicação;
criatividade e capacidade de abstração, raciocínio; etc.
58
As novas TICs determinam uma nova
escola com uma nova concepção, onde
novos valores estão sendo construídos, e
os professores necessitam adotar esse
novo modelo de educação tecnológica,
concebendo, portanto, novas
perspectivas no avanço da formação do
professor.

59
Leffa (2003)
Devido ao ensino de língua estrangeira já
ter percorrido uma longa trajetória, com
diversos ciclos, acredita-se que
atualmente o ensino de língua estrangeira
seja uma combinação dos ciclos utilizados
anteriormente com o ciclo atual. O que
basicamente se vislumbra para o futuro é
um processo generalizado de
convergência, fundindo tecnologias,
métodos e teorias.
60
As Habilidades Linguísticas

O processo comunicativo implica um intercâmbio


de informações entre um emissor e um receptor:
interlocutores.
Os interlocutores devem ser comunicativamente
competentes na língua utilizada no processo, ou
seja, devem ser capazes de ler, falar, ouvir e
escrever.
Elaboração de situações de comunicação
autêntica durante a aula: desenvolvimento das
quatro habilidades linguísticas - a compreensão
auditiva, a expressão oral, a compreensão de
leitura e a expressão escrita. 61
As habilidades devem ser trabalhadas,
sempre que possível, de maneira
integrada, pois, muitas vezes, a prática
de uma implica a prática da outra e, em
situações reais de comunicação, estas
costumam aparecer integradas.

62
Expressão escrita

De acordo com Cassany i Comas, “a


expressão escrita é a habilidade linguística
supostamente mais complexa, a que
porcentual e comparativamente aprendem
menos pessoas no mundo, a que se utiliza
menos ao longo do dia e da vida e a que,
aparentemente, tem menos presença no
ensino (...).”

63
63
Expressão escrita
No entanto, “escrever constitui uma potente
ferramenta de mediação na apropriação de
qualquer conteúdo e habilidade, muito além
de uma destreza/habilidade comunicativa
que é objeto de aprendizagem. Se não é
possível sobreviver dignamente no mundo
atual sem saber escrever, cabe
perguntar-se se pode
aprender uma L2/LE
sem escrever.”
(Goody, 1985)

64
Próximo encontro
27/08/2010

Aula presencial
Metodologia de Ensino Língua
Inglesa

Laboratório Metodologia de Ensino


Língua Espanhola

65
Enjoy your studies!

66
ANTHONY, E. M. Approach, Method and Technique. ELT Journal,
17(2), 1963.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média
e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais, códigos e suas
tecnologias. Língua estrangeira moderna. Brasília: MEC, 1999.
______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: língua estrangeira. Brasília. MEC/SEF, 1998.
LOPES, E. P. O conceito de teologia e pedagogia da Didática
Magna de Comenius. São Paulo: Mackenzie, 2003. Disponível em:
<www.mackenzie.br> Acesso em: 6 jul. 2007.
LARSEN-FREEMAN, D. Techniques and Principles in Language
Teaching. New York, USA. Oxford American English, 2000.
LEFFA, V. J. O ensino do inglês no futuro: da dicotomia para a
convergência. In: STEVENS, Cristina M. T.; CUNHA, M. J. C.
Caminhos e colheita: ensino e pesquisa na área de inglês no
BRASIL. Brasília: Editora UnB, 2003. p. 225-250.
Disponível em: <http://www.leffa.pro.br/> Acesso em: 8 nov. 2007.
67
RAMOS, S. G. M. Métodos de ensino de segunda língua e
língua estrangeira na perspectiva da formação do professor.
Unopar Científica: Ciências Humanas e Educação. Londrina,
v. 1, n. 1, p. 145-149, mar. 2000.
RODGERS, T. Language Teaching Methodology. CAL Digest
Series. University of Hawaii, 2001. p. 1-4. Disponível em: <
www.cal.org> Acesso em: 31 out. 2008.
TEIXEIRA, Anísio. Pequena introdução à filosofia da educação:
a escola progressiva ou a transformação da escola. 5. ed. São
Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968, cap. III. Disponível em:
www.bvanisioteixeira.ufba.br. Acesso em: 09/12/2008.
WAGNER CUNHA, Djenane Sichieri. Ensino-aprendizagem e as
novas TIC. Pós-Graduação Lato Sensu em Educação a
Distância, Faculdade Interativa COC, 2009.

68
Visite o site e avalie a aula.

http://www.inepad.org.br/interativacoc/

Utilize seu código e senha de aluno.

69