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EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA

_____ VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA DE IBOTIRAMA ESTADO DA


BAHIA

AÇÃO LITIGIOSA DE RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE


UNIÃO ESTÁVEL C/C ALIMENTOS E PARTILHA DE BENS

ADRIENE DOURADO DE SANTANA, brasileira, autônoma, identidade


RG 11.742.459-56 SSP/BA, inscrita no CPF 025.575.915-05, residente e
domiciliada à Rua Djalma Teixeira do Amaral, nº 85, bairro Morada Real, cidade
de Ibotirama/BA, CEP 47.520-000, neste ato representada por seus advogados
infra-assinados, com instrumento de mandato em anexo, com escritório
profissional situado no endereço na Rua Juracy Magalhães, nº324, centro,
Ibotirama/BA, onde recebe intimações e notificações, vem mui respeitosamente
à presença de Vossa Excelência, com fulcro no artigo 226, § 3º da Constituição
da República, e demais dispositivos legais aplicáveis, propor

AÇÃO LITIGIOSA DE RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE UNIÃO


ESTÁVEL C/C ALIMENTOS E PARTILHA DE BENS

em face de JOSÉ DA SILVA SANTOS FILHO, brasileiro, autônomo,


inscrito no CPF nº. 003.766.351-85 e RG nº 2440155 SSP/BA, residente e
domiciliado no endereço na Rua Pedro Carneiro, nº 589, Ibotirama/BA , pelos
fatos e motivos que passa a expor:

1. PRELIMINARMENTE:

DA JUSTIÇA GRATUITA
A requerente não goza de confortável situação financeira, não podendo
arcar com gastos atípicos ao seu já comprometido orçamento financeiro
mensal. Destarte, requer a peticionante os benefícios da justiça gratuita, nos
termos do art. 5º, LXXIV da CF/88, da Lei 1.060/50, por ser pobre na forma da
lei e não possuir condições financeiras e econômicas de arcar com as custas e
demais despesas processuais sem prejuízo do sustento próprio e de sua
família.

Rua Juracy Magalhães, nº 324, Centro, Ibotirama/BA CEP: 47.520-000


DOS FATOS
A requerente sustenta que conviveu com o requerido durante 14
(quatorze) anos contínuos, no período de abril de 2001, quando descobriu que
estava grávida do requerido, até agosto de 2015, após o casal entrar em crise
pelo fato do requerido está com um relacionamento extraconjugal, e desta
união, pública e duradoura, nasceu 01 (uma) filha em comum, conforme faz
prova a certidão de nascimento da filha (doc-04), anexada ao caderno
processual:

 LUIZA HELLEN DE SANTANA SANTOS, nascida em 14 de novembro


de 2001.

No ano de 2015, após descobrir o relacionamento extraconjugal do


companheiro, a requerente desenvolveu alguns problemas psicológicos,
apresentando começo de depressão, nesse período o companheiro requisitou
ao conselho tutelar a guarda provisória da menor, mas foi residir em um Hotel
na cidade e deixou a filha na casa de parentes por um mês e após esse período
a criança retornou para casa de sua mãe, a requerente, onde reside até a
presente data.

A requerente quando passou a conviver maritalmente com o requerido


nem tinha completado 18 anos, ainda estava com 17 anos de idade, tampouco
havia concluído o ensino médio. No início, como o casal era bastante jovem, e
não ter um trabalho fixo, foram morar na residência da mãe da requerente e
permaneceram ali até o ano de 2011. (fotos da convivência em anexo – doc
05)

Nesse período, foram economizando dinheiro e conseguiram comprar um


terreno e construíram a residência do casal na Rua Djalma Teixeira do Amaral.

A peticionante sempre foi uma companheira dedicada ao seu convivente,


à filha e ao lar. Sempre zelosa e amorosa, foi responsável pela criação e
educação da filha, além, é claro, de ser apoio constante para seu companheiro
nos momentos de alegria e de tristeza.

Também é de extrema importância destacar que, a requerente, alguns


meses após o nascimento de sua filha, passou a trabalhar como ambulante,
com ajuda do requerido, vendendo espetinhos de carnes, refrigerantes e
cerveja, nas principais ruas da cidade, o que ainda faz nos dias de hoje.

Com dedicação ao trabalho, conseguiam economizar nas despesas


mensais e a requerente repassava o dinheiro que juntava ao requerido para
que ele negociasse com terceiros para compra de terrenos. E a partir do ano
de 2007, começou a construção da atual residência onde a requerente vive com
a filha e mais a frente, aproximadamente no ano de 2010, após compra do

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terreno na Rua Otavio Mangabeira, nº245, bairro São Francisco, que faz fundos
com a casa da requerente, os companheiros passaram a construir uma casa
que hoje se encontra alugada para uma terceira pessoa, ficando o requerido de
receber o aluguel mensal do imóvel, só que a partir da separação fática, o
requerido recebe o valor total desse aluguel e não repassa para a companheira
a metade a que tem direito (comprovantes de compra de material de
construção pela requerente e comprovante de energia da residência em
nome do requerido, em anexo)

Ao longo da convivência construíram um patrimônio considerável, fruto


do trabalho e esforço comum, amealhando bens móveis e imóveis. Contudo, o
companheiro, ao longo da trajetória de vida comum, vendia os bens e nunca se
dignou a partilhar os valores auferidos com a alienação dos bens com sua
companheira. Dessa forma, apossou-se integralmente de tudo, sem, contudo,
observar a meação da companheira.

No transcorrer da convivência marital, construíram uma casa localizada


no endereço Rua Djalma Teixeira Amaral, onde inclusive é a atual residência
da requerente e de sua filha. O imóvel não possui registro no cartório de
imóveis.

O requerido era o responsável por investir todo o dinheiro que era


economizado pelo casal, sempre fazia as negociações e não informa detalhes
de forma aprofundada para requerente, só apenas informava onde era o local
onde estava comprando, levando-a algumas vezes para avaliar e também
informava o valor da compra.

É inadmissível que depois de 14 anos de vida em comum, a genitora de


sua filha, sua ex-companheira viva trabalhando noites a fio como vendedora de
lanches para sustento próprio e da sua filha, enquanto seu companheiro não
repasse a parte a que tem direito dos bens que adquiram durante a relação
conjugal.

Ademais, se faz necessário informar que o requerido, por diversas vezes


já adentrou na residência do casal, onde a requerente mora com a filha
atualmente e passou a agredir fisicamente e moralmente a sua companheira,
sendo demonstrado tais fatos pelos boletins de ocorrência policial anexada a
esta petição, onde inclusive a requerente solicitou MEDIDA PROTETIVA contra
o requerido (docs 06)

Depois de inúmeras tentativas de fazer o reconhecimento e dissolução


da CONVIVÊNCIA de forma amigável, e não logrando êxito em nenhuma delas,
não restou outra alternativa a requerente, senão buscar o Poder Judiciário para
que seja declarada o reconhecimento e a dissolução da UNIÃO ESTÁVEL e

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que seja conferido à peticionante todos os direitos relativos à convivência, tais
como alimentos e partilha de bens.

3. DO DIREITO

3.1 DA UNIÃO ESTÁVEL

A Constituição Federal confere status de entidade familiar à união


estável, gozando, portanto, de tutela estatal, é o que estabelece em seu art.
226, §3º:

Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial


proteção do Estado.

§ 3º Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida


a união estável entre o homem e a mulher como entidade
familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento

Por seu turno, afirma o Estatuto Civil brasileiro:

Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a


união estável entre o homem e a mulher, configurada na
convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida
com o objetivo de constituição de família.

Art. 1.725. Na união estável, salvo contrato escrito


entre os companheiros, aplica-se às relações patrimoniais,
no que couber, o regime da comunhão parcial de bens

No caso em estudo, está caracterizada a UNIÃO ESTÁVEL, pois estão


presentes todos os elementos intrínsecos ao instituto. A união preteritamente
descrita foi uma relação estável, pública, contínua, duradoura e com o
ânimo de constituir família.

Diante dos fatos narrados alhures, o relacionamento durou 14 anos


ininterruptos, e do enlace nasceu 01 filha em comum. As fotos anexadas aos
fólios evidenciam momentos do cotidiano em família, como festas de
aniversário e formatura, e outros momentos da vida comum.

No caso em tela, restou demonstrado, de forma inequívoca, que a


relação dos conviventes possuía o elemento mais importante para a
caracterização definitiva da UNIÃO ESTÁVEL: o intuito familiae ou também
chamado de affectio maritalis.

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É inegável que o nascimento de uma prole composta de 01 filha é o
resultado mais evidente do objetivo da constituição de família. Somado a isso,
não se pode esquecer que foram 14 longos anos de vida comum, por si só,
essa quase que quinzena de anos reforça a tese de que os conviventes
desejavam estar unidos como se casados fossem.

3.2 DA PARTILHA DE BENS

Como restou esclarecido alhures, os conviventes ao longo da vida em


comum amealharam diversos bens móveis e imóveis, todavia, o convivente
varão negociava os referidos bens, mas nunca partilhou os frutos dessas
alienações com a companheira, o que certamente lhe prejudicou a constituição
de um patrimônio mínimo que lhe possa conferir dignidade e segurança para o
resto da vida. Além disso, os bens adquiridos na constância da união à título
oneroso, presumem-se em comunhão de esforços. Estabelece a Lei 9.278/96,
em seu art. 5º:

Art. 5° Os bens móveis e imóveis adquiridos por um


ou por ambos os conviventes, na constância da união estável
e a título oneroso, são considerados fruto do trabalho e da
colaboração comum, passando a pertencer a ambos, em
condomínio e em partes iguais, salvo estipulação contrária
em contrato escrito.

O Código Civil no seu art. 1.725 afirma que se aplicam às uniões


estáveis o mesmo regime da comunhão parcial de bens:

Art. 1.725. Na união estável, salvo contrato escrito entre os


companheiros, aplica-se às relações patrimoniais, no que
couber, o regime da comunhão parcial de bens.

A) Uma casa residencial - Construíram, por esforço comum e


durante a convivência marital, uma casa localizada à Rua Djalma
Teixeira do Amaral, nº 85, atualmente sem registro no cartório de
imóveis, de valor estimado em R$100.000,00 (cem mil reais).
Hodiernamente, a requerente reside no imóvel na companhia da
filha em comum, conforme comprovantes de compra de
materiais de construção na loja EMAC Construções pela
requerente nos anos de 2007 à 2016, pois mesmo após o
término do relacionamento no ano de 2015, a requerente ainda
continuou gastando na construção de sua casa – Doc- 07, 08,
09 e 10)

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B) Móveis que compõem a residência do casal, situada nesta cidade,
à Rua Djalma Teixeira do Amaral, nº 85, e que estão na posse e
uso da requerente;

C) Uma casa residencial localizada na Rua Otavio Mangabeira,


nº245, bairro São Francisco, onde, o terreno foi comprado pelos
companheiros pelo valor de R$ 15.000 (quinze mil reais), e
construíram a casa com o trabalho e esforço comum, conforme
comprovantes de compra de materiais de construção na loja
EMAC Construções pela requerente nos anos de 2010 à 2016),
e desde que concluída a construção da mesma, a casa foi alugada
para uma terceira pessoa, contudo o requerido sempre foi o
responsável pelo recebimento do aluguel, estando, inclusive os
comprovantes de água e energia cadastrados no seu nome
(comprovante anexo – Docs- 07, 08, 09 e 10))

D) Um terreno localizado na Rua D, bairro Alto do Cruzeiro, próximo


a residência de Claudio.

E) Um terreno localizado na Rua D, bairro São Francisco, em frente


ao bar de Lêda, com divisão do lado direito Odair e do lado
esquerdo o filho de Dona Helena.

F) Um terreno na Rua Djalma Teixeira do Amaral, vizinho a


residência da requerente, comprado aproximadamente no ano de
2001 ao irmão do requerido chamado Odair.

G) Um terreno localizado no KM 09, zona rural de Ibotirama/BA.

H) Um carro Strada Preto, placa JHI6687 Renavam: 00934442509


em nome do proprietário.

I) Uma televisão de 50 polegadas, e 02 botijões de gás de 13kg


que foram retirados sem autorização da requerente da sua
residência pelo requerido no dia 09/09/2016 (conforme boletim de
ocorrência em anexo)

J) O valor de 6.039,00 (seis mil e trinta e nove reais), que a


requerente repassava para a conta da filha, para realizar o
aniversário de 15 anos, e que o requerido pegou o cartão da filha
e sacou todo o valor, ficando de realizar o pagamento e até o
presente momento não realizou.

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É desejo da requerente que lhe seja deferida a meação em relação ao
bens em questão, por ser fato da mais lídima justiça. Será necessária a vistoria
por perito avaliador judicial para que seja determinado o valor real do imóvel.
Enquanto o imóvel não for vendido ou até que lhe seja pago valor equivalente
a meação do imóvel, deseja ser mantida na posse do imóvel, sem nenhum
ônus, pois não possui imóvel próprio, tampouco familiares que possam lhe
abrigar.

Da guarda da filha

A menor LUIZA HELLEN DE SANTANA SANTOS, ficará sob a guarda


da requerente, tendo o requerido o direito/dever de permanecer com a filha
em dias e horários que mais convenientes sejam ao interesse da adolescente.

Os dias e os horários de visitas devem ser flexibilizados, desde que


sejam previamente estabelecidos e acordados, e que tal ato não imponha
prejuízo ao rendimento escolar da filha.

Dos alimentos
A menor como um ser em desenvolvimento merece total apoio do
Estado, comunidade e da família. Diante disso os menores necessitam de
apoio moral, afetivo e sem sombra de dúvidas, apoio financeiro para
concretizar o mínimo possível da sua subsistência.

Por ser assim é indispensável que o Requerido alimentante pensione


alimentos ao seu descendente, em que deve ser fixado um valor levando em
consideração a necessidade do (a) alimentado (a) e a renda financeira do
alimentante (Art. 1694 do C. C).

Pelo exposto, requer o pagamento de 400,00 (quatrocentos reais) de


pensão alimentícia para a menor, filha em comum do casal.

Dos alimentos provisórios

A responsabilidade em ter um filho é para vida toda, seja


responsabilidade material ou afetiva. Atualmente a criança possui gasto
mensal de aproximadamente 750,00 (setecentos reais).
Existem provas verossímil presente aos autos que sustenta a necessidade
dos alimentos do (a) alimentando (a), bem como o direito que lhe assiste
(FUMUS BONI IURIS).

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Devido a grande importância dos alimentos para manutenção da vida
dos filhos, é indispensável que esse juízo fixe alimentos provisórios, no valor
de 400,00 (quatrocentos reais), para que sua filha possam viver de forma
digna.

É mister ressaltar sua importância (alimentos), pois se trata da


manutenção da vida e esta é um bem irreparável e por isso deve ser sempre
protegida.

A demora em fixar os alimentos podem causar grande perigo a


sobrevivência da criança, haja vista que os processos judiciais são demorados
e podem comprometer a sobrevivência ou desenvolvimento da mesma de
forma irreparável (PERICULUM IN MORA).

Presentes o FUMUS BONI IURIS e o PERICULUM IN MORA, se faz


aceitável a concessão da presente liminar, fixando provisoriamente os
alimentos no valor de 400,00 (quatrocentos reais)

Portanto, diante dos argumentos acima aduzidos, e à luz da ordem


jurídica pátria, resta evidenciado que a requerente merece total, pleno e
irrestrito acolhimento.

1. DOS PEDIDOS
Ante o exposto, a peticionante requer:

1. LIMINARMENTE, A FIXAÇÃO DE ALIMENTOS PROVISÓRIOS no


valor não inferior a 400,00 (quatrocentos reais), nos termos do art. 4º
da Lei 5.478/68;

1. A CITAÇÃO do requerido nos termos do art. 222, a) e 224 do CPC para


comparecer a audiência de conciliação, em dia e hora designado por V.
Exa. (art.319, VII, do CPC) e para contestar a presente ação, querendo,
no prazo de 15 dias, sob pena de confesso e revelia, presumindo-se
como verdadeiros os fatos alegados e não impugnados (art. 335 CPC).

1. Ao final seja JULGADA TOTALMENTE PROCEDENTE a ação, e


declarada, reconhecida e dissolvida por sentença a UNIÃO
ESTÁVEL entre os conviventes, bem como a partilha de bens no
percentual de 50%(cinquenta por cento) para cada companheiro; e
a confirmação de alimentos em favor da requerente no valor não inferior
a 400,00 (quatrocentos reais);

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1. A INTIMAÇÃO do ilustre representante do Ministério Público, nos termos
do art. 82, III CPC;

1. Os BENEFÍCIOS DA JUSTIÇA GRATUITA, nos termos do art. 5º, LXXIV


da CF/88, da Lei 1.060/50, por serem pobres na forma da lei e não
possuírem condições financeiras e econômicas de arcar com as custas
e demais despesas processuais sem prejuízo do sustento próprio e de
sua família;

1. A CONDENAÇÃO do requerido em custas e honorários advocatícios de


20%;

Protesta provar o alegado por todos os meios de prova admitidos em


direito, especialmente pela produção de prova documental, testemunhal, e
através depoimentos das partes e perícias.

Dá-se a causa o valor de R$250.000,00 (duzentos e cinquenta mil


reais)

Termos em que

Pede deferimento,

Ibotirama/BA, 15 de outubro de 2016.

Mayane Kilza Barros de Carvalho

OAB/PE nº 39.090

Filipe Lima Batista dos Santos

OAB/PE nº 39.575

Rol de testemunhas:

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1) Nelson Mendes dos Santos, residente e domiciliado na Travessa
02 de julho, nº241, Ibotirama/BA, telefone (77)99964-4854.

2) Tomazia Raimunda de Oliveira, residente e domiciliado na Rua


Doutor Manoel Novais, nº 138, Ibotirama/BA, telefone (77)99102-
9532.

3) Jadeane Maria de Jesus Ferreira, residente e domiciliado na Rua


Presidente Costa e Silva, nº 125, Ibotirama/BA, telefone
(77)99845-7270.

4) Pedro do Nascimento, residente e domiciliado na Rua Juracy


Magalhães, nº 105, centro, Ibotirama/BA, telefone (77)99914-
6343.

5) Claudia de Araújo Barreto de Lima, residente e domiciliada na


Avenida JK, nº 1025, Ibotirama/BA, telefone (77)99812-3557.

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