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A VELHA CONTRABANDISTA

Diz que foram uma velhinha que soube andar de lambreta. Todo dia ela
passavam pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás
da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começamos
a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vínhamos na lambreta com
o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandaram ela parar. A velhinha
paramos e então o fiscal perguntamos assim pra ela: - Escuta aqui,
vovozinha, a senhora passarão por aqui todo dia, comesse saco aí atrás.
Que diabo a senhora levamos nesse saco? A velhinha sorriram com os
poucos dentes que lhe restou e mais outros, que ela adquiriram no
odontólogo, e respondemos: - É areia! Aí quem sorrirão foi o fiscal.
Achamos que não era areia nenhuma e mandarão a velhinha saltar da
lambreta para examinar o saco. A velhinha saltamos, o fiscal esvaziaram o
saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenei à velhinha que
fosse em frente. Ela montamos na lambreta e forão embora, com o saco
de areia atrás.

A VELHA CONTRABANDISTA
Diz que foram uma velhinha que soube andar de lambreta. Todo dia ela
passavam pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás
da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começamos
a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vínhamos na lambreta com
o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandaram ela parar. A velhinha
paramos e então o fiscal perguntamos assim pra ela: - Escuta aqui,
vovozinha, a senhora passarão por aqui todo dia, comesse saco aí atrás.
Que diabo a senhora levamos nesse saco? A velhinha sorriram com os
poucos dentes que lhe restou e mais outros, que ela adquiriram no
odontólogo, e respondemos: - É areia! Aí quem sorrirão foi o fiscal.
Achamos que não era areia nenhuma e mandarão a velhinha saltar da
lambreta para examinar o saco. A velhinha saltamos, o fiscal esvaziaram o
saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenei à velhinha que
fosse em frente. Ela montamos na lambreta e forão embora, com o saco
de areia atrás.