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Plano de Aula: A arte africana e suas influencias

TEMA:
A arte africana e suas in uências

JUSTIFICATIVA:

A arte africana e suas in uencias. A cultura africana oferece elementos relacionados a todas as
áreas do conhecimento onde será trabalhado em todas as séries do ensino fundamental e Médio.

O Ensino da História sempre privilegiou as civilizações que vieram em torno do Mar Mediterrâneo.
O Egito estava entre elas, mas raramente, relacionadas a África, tanto que, junto com os outros
países do Norte do Continente, pertence a chamada África Branca, termo usado que despreza os
povos negros que ali viveram antes das invasões dos persas, gregos e romanos.

O Continente Africano era dividido em Reinos antes da chegada dos Europeus.

O Reino do Congo era dividido em aldeias familiares, distritos e províncias, e todos os


governadores eram conselheiros do rei. Esses são comparados com o modo de vida do negro em
nosso país, na época da escravidão, nos quilombos e nos dias de hoje.

Historicamente, o Brasil teve uma postura ativa e permissiva diante da discriminação que atinge a
população afro-descendente brasileira.
Na geogra a abordou-se o processo de colonização e descolonização do continente africano, os
Plantations (fronteiras arti ciais), Apartheid, deserto do Saara entre outras paisagens naturais.

A África é um imenso continente, com grande diversidade étnica, cultural e política, onde a maioria
da população vive em situação de extrema pobreza.

Na Arte abordaremos os elementos da cultura dos povos Africanos, conceituando a arte abstrata e
o geometrismo, as danças, mitos, adereços , máscaras, teatro, e a pintura, relacionando essas
produções as manistações artísticas do Continente Europeu e América Latina.
“Como a cultura dos povos Africanos é pouco conhecida para nós, ca fácil se deslumbrar com o
diferente e esquecer de dar valor às culturas Africanas em sua essência”.

OBJETIVO GERAL:

Introduzir o aluno dentro de um processo teórico/prático/os fundamentos teóricos dos elementos


constitutivos da cultura Africana, com a interferência da mídia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

-Conhecer e reconhecer o surgimento da arte Africana dentro de um contexto


artístico/cultural/pedagógico com a Interferência da Mídia.
-Proporcionar a compreensão e a aquisição das linguagens artísticas como: O teatro, a música, a
dança, o desenho, a escultura, da escutura e a pintura.

-Contextualizar a representação da gura humana na história , como também conhecer o folclore e


suas manifestações artísticas.
-possibilitar que o aluno se expresse através do desenho, música, do teatro, da escultura,da
arquitetura, da dança e da pintura.

Valorizar a cultura dos povos africanos na sua essência;

Localizar em mapas o caminho geográ co, feito da África para o Brasil;

Destacar as contribuições dos povos afro para a economia brasileira;

/
Identi car no mapa da África como se deu a colonização européia e como o território africano cou
dividido por essas grandes potências, que delimitaram fronteiras arbitrárias e não respeitaram as
diferenças étnicas e culturais entre os povos nativos;

Perceber que foi a partir de 1960 que a maioria dos países africanos tornaram-se independentes.
Como era a economia desses povos antes e depois da colonização;

Identi car que a África produz alimentos para exportação e que um dos grandes problemas que os
seus povos enfrentam atualmente é o de falta de alimentação, com exceção de alguns países;

Identi car alguns con itos étnicos, políticos e religiosos de alguns países africanos, comparando-
os e mostrar a fragilidade da ONU para resolver esse tipo de problema;

REFERENCIAL TEÓRICO:-ARTE AFRICANA:

Ela representa os usos e costumes das tribos africanas.O objeto de arte é funcional, desenvolvido
para ser utilizado, ligado ao culto dos antepassados, profundamente voltado ao espirito religioso,
característica marcante dos povos africano.è uma arte extremamente representativa, chama
atenção pela sua forma e estética e os simples objetos de uso diário, como ornamentos e tecidos,
expressam muita sensibilidade.Nas pinturas, assim como nas esculturas, a presença da gura
humana identi ca a preocupação com os valores étnicos, morais e religiosos.A escultura foi uma
forma de arte muito utilizada pelos artistas africanos usando-se o ouro, bronze e mar m como
matéria prima.Representando um disfarce para a incorporação dos espíritos e a possibilidade de
adquirir forças mágicas, as máscaras tem um signi cado místico e importante na arte africana
sendo usadas nos rituais e funerais.As máscaras são confeccionadas em barro, mar m, metais,
mas o material mais utilizado é a madeira.Para estabelecer a puri cação e a ligação com a
entidade sagrada, são modeladas em segredo na selva.Visitando os museus da Europa Ocidental
é possível conhecer o maior acervo da arte antiga africana no mundo.

AS FORMAS DA ARTE AFRICANA:

A pintura é empregada na decoração das paredes dos palácios reais, celeiros, das choupas
sagradas.Seus motivos, muito variados, vão desde formas essencialmente geométricas até a
reprodução de cenas de caça e guerra. Serve também para o acabamento das máscaras e para os
adornos corporais. A mais importante manifestação da arte africana é, porém, a escultura. a
madeira é um dos materiais preferidos. Ao trabalha-la, o escultor associa outras técnicas( cestaria,
pintura, colagem de tecido).

MÁSCARAS:

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As “máscaras” são as formas mais conhecidas da plástica africana.Constituen síntese de


elementos simbólicos mais variados se convertendo em expressões de vontade criadora do
africano, foram objetos que mais impressionaram os povos europeus desde as primeiras
expoxições em museus do Velho Mundo, através de milhares de peças saqueadas do patrimônio
cultural da África, embora sem reconhecimento de seu signi cado simbólico.

A máscara trasforma o corpo do bailarino que conserva sua individualidade e, servindo-se dele
como se fosse um suporte vivo e animado, encarna a outro ser gênio, animal mítico que é
representando assim momentaneamente.Uma máscara é um ser que protege quem a carrega.Está
/
destinada a captar a força vital que escapa de um ser humano ou de um animal, no momento da
morte.A energia captada na máscara é controlada e posteriormente redistribuída em benifício da
coletividade.

DANÇA:

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influencias

Na dança africana, cada parte do corpo movimenta-se com um ritmo diferente.O s pés seguem a
base musical, acompanhados pelos braços que equilibram o balanço dos pés.O corpo pode ser
comparado a uma orquestra que, tocando vários instrumentos, harmoniza-os numa única sinfonia.
Outra caracterítica fundamental é o policentrismo que indica a existência no corpo e na música de
vários centros energéticos, assim como acontece no cosmo.A dança africana é um texto formado
por várias camadas de sentidos.Esta dimencionalidade é entendida como a possibilidade de
exprimir através e para todos os sentidos.No momento que a sacerdotisa dança para Oxum, ela
está criando a água doce não só através do movimento, mas através de todo o aparelho sensorial.
A memória é o aspecto ontológico da estética africana.É a memória da tradição, da ancestralidade
e do antigo equelibrio da natureza, da época na qual não existiam diferenças, nem separação
entre o mundo dos seres humanos e os dos deuses.

PINTURA:

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A pintura parece ser atividade bastante apreciada por essas tribos, realizadas em superfícies
como pedras.

O melhor exemplo desse tipo de prática pode ser dado pelas pedras decoradas do Sahara,
pintadas durante interrompidos períodos de tempo.
Essas pinturas eram realizadas por nômades pastores que por ali passavam e, muito
provavelmente, faziam parte de seus ritos de iniciação para a vida adulta, tema freqüente da arte
primitiva.

ESCULTURA E ARQUITETURA:

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Entretanto, têm sido de povos agricultores os mais conhecidos exemplos da arte africana, como
esculturas, a princípio colecionadas por arqueólogos e etnogra stas do Século 19.
A arquitetura também pôde desenvolver-se nessas áreas. Entre os povos migratórios, a escultura
só pode ser realizada em pequena escala.
Os Ife, cuja cultura oresceu entre o ano 1000 e 1500 da Era Cristã, na região da Nigéria, eram
conhecidos pelo seu estilo de esculturas em bronze mais naturalistas (principalmente nas
representações da cabeça, uma vez que o restante do corpo não possuía aproximação com as
proporções reais).
É bastante variado os tipos de trabalhos encontrados desse povo, sobretudo pela enorme
quantidade de artistas que os realizavam.

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MÚSICA:
A música popular da África, como a música tradicional africana, é vasta e variada. A maioria dos
gêneros contemporâneos de música popular africana baseada na polinização cruzada com a
música popular ocidental. Muitos gêneros da musica popular como blues, jazz, salsa e rumba
derivam em diversos graus das musicais tradicionais da África, levadas para as Américas por
escravos africanos.

Embora não haja distintamente música pan-africana, não são comuns formas de expressões
musicais, especialmente no interior das regiões.

No dia 28 de outubro de 1846, o Presidenrte da República Joaquim Suáres, aboliu a escravidão no


Uruguai num processo que começou em 1825.Com a abolição da escravatura, os rituais de dança
e africanas foram descritas em alguns documentos em Montevideo e no campo, que caram
conhecidos como Tangós.

O tango se desenvolveu simultaneamente em Montevideo e em Buenos Aires.Tradicionalmente


considera-se uma criação de imigrantes italianos e espanhóis, os conhecedores opinam que a
dança e a música africana in uenciaram profundamente a música e os movimentos da dança que
se associam com o tango.

Chegada ao Brasil: A arte africana chegou ao Brasil através dos escravos, que foram trazidos para
cá pelos portugueses durante os períodos colonial e imperial. Em muitos casos, os elementos
artísticos africanos fundiram-se com os indígenas e portugueses, para gerar novos componentes
artísticos de uma magnifíca arte afro-brasileira.

METODOLOGIA:
Esse trabalho consiste na elaboração e execução da qual demostra como pretendo desenvolver as
atividades referente o curso:Introdução à Educação Digital.
Escolhemos no curso em conjunto o tema, que se refere sobre “A In uência das Mídias na
Educação”.
O referncial teórico menciona sobre a arte na cultura africana e suas in uências.
Foi elaborado os planos de aula que serão realizados no ano de 2011, na continuação da 2° etapa
do curso com as turmas, do Ensino Fundamental e ensino Médio.

O trabalho será desenvolvido em sala de aula, com atividades diversas:

A contextualização e interpretação histórica, política e cultural de textos contendo dados sobre o


processo de colonização européia na África em decorrência da expansão marítimo-comercial e
suas conseqüências. E o processo de descolonização desse continente a partir do m da Segunda
Guerra com o enfraquecimento das potências européias;
/
Trabalhos em mapas (cópias) das divisões por conjuntos regionais com base na localização dos
países e com base nos fatores étnicos e culturais atuais;

A partir de vídeos, foram trabalhadas algumas questões da dependência econômica subordinada


ao mercado capitalista;
Confecção de cartazes e mapas representando características socioeconômicas e ambientais do
continente africano;

Orientação para pesquisa em livros e internet;

Desenvolvimento de debates em sala de aula;

Veri cação do caminho geográ co feito da África para o Brasil, por meio do mapa-mundi;

Apresentações de peças de teatro, valorizando a cultura afro num todo: música, instrumentos
musicais e culinária;

Confecção de um dicionário com palavras de origem Africana;

Construção de máscaras africanas com saco de pão.

CRONOGRAMA:

Um(1) Bimestre

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Internet, Livros,vídeos e Apostilas.

· Livro didático – 7ª série – Geogra a crítica – José William Visentini e Vânia Vlach.
· Vídeos – Os Gideões.
· Brasil – Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnicas Raciais e para o
Ensino da História.
· Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial – Brasília: Mec. 2005. 35p.
· Revista Nova Escola – Vários autores – São Paulo – edição de novembro de 2004 e 2005.

Fonte: Blog da Diana (https://looscarvalho.blogspot.com/2010/11/arte-africana-e-suas-


in uencias.html)

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