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AMBULATÓRIO

DE
NUTRIÇÃO
UFSC

JORNAL ELETRÔNICO
1 a EDIÇÃO
Novembro, 2010
- N ESTA EDIÇÃO -

Emagrecer: está além da sua força de vontade?

Por Maiara Cristina de Lima

Mulher, isso muito lhe interessa:


Uma abordagem sobre ovário policístico

Por Jowanka Amorim

Anabolizantes: os verdadeiros riscos

Por Mateus Santaella Vivaz Oliveira

Receitas práticas e saudáveis para você!

Por Joy Bergmann Soares

Depoimento de pacientes atendidos no ambulatório


E MAGRECER: ESTÁ ALÉM DA SUA FORÇA DE
V O N TA D E ?

A alimentação é uma necessidade humana onde a comida e o ato


de se alimentar representam elementos de interação familiar e social. O
comportamento alimentar por ser complexo, vai além do ato de comer, por isso
a ingestão de alimentos está muito ligada a estímulos internos e externos,
fatores fisiológicos, psicológicos e sociais1.
Por isso quando queremos seguir uma
dieta, apenas a força de vontade não basta. Para
compreender melhor sobre como nosso corpo é mais
forte e inteligente do que nossa força de vontade para
emagrecer, no livro "O corpo inteligente" os autores
Michael Roizen e Mehmet Oz2 explicam como funciona
fisiologicamente a nossa vontade de comer e a nossa saciedade.
Quando fazemos dietas restritivas a secreção de um hormônio
chamado grelina aumenta drasticamente e envia constantemente sinais para o
cérebro dizendo que você precisa comer, afinal o estômago está há um bom
tempo sem receber alimentos. Esses impulsos tornam-se ainda mais fortes, o
que supera a força de vontade de não querer comer, restando nada menos do
sentar a mesa e fazer um bom prato. Portanto quem pensa em resistir a biologia
do próprio corpo, se prepare para perder essa batalha sempre, e ficar com os
quilinhos a mais2!
Enquanto a grelina é o hormônio da FOME, a leptina é o
hormônio da SACIEDADE. Duas substâncias agem no nosso cérebro: NPY e CART.
O primeiro é o vilão do emagrecimento, pois estimula a grelina, que por sua vez
nos faz ter fome. O segundo é o nosso parceiro para alcançarmos o corpo ideal,
pois estimula a leptina que promove a saciedade no cérebro. Apesar de parecer
que não temos controle sobre essas pequenas substancias, temos um grande
poder: a escolha dos alimentos que ingerimos!
Cada alimento promove mensagens diferentes dentro do nosso
corpo. Se escolher alimentos que enviam sinais errados (como açucares simples:
pães brancos, biscoitos, bolos, balas, etc) causarei confusão hormonal pois são
alimentos que não trazem saciedade e apenas estimulam a comer mais. Porém
se escolho os alimentos certos (alimentos integrais, frutas, vegetais e
oleaginosas – como as castanhas e nozes) os hormônios atuarão de forma com
que tragam satisfação, evitando o consumo excessivo. Embora o organismo que
dê as ordens finais, cada um estabelece qual será o comando final por meio dos
alimentos que ingerir 2.
O padrão de beleza vigente, que apresenta como silhueta
ideal uma forma muito mais esbelta que a mediana, faz com
que a maioria das mulheres sinta-se gorda e deseje
emagrecer. A dieta, vendida como solução, reforça a idéia de
que com ela será possível emagrecer e, caso não ocorra,
quem é o culpado? A pessoa que não teve determinação.
Porém é o próprio organismo ao querer sobreviver que
rechaça essa alimentação fora das nossas necessidades, e
não consegue chegar ao padrão ideal 1.
O equilíbrio e o bom senso tanto na escolha dos alimentos como
em suas quantidades é o garante uma dieta equilibrada, que não levará nem ao
ganho e nem a perda excessiva de peso. Todo alimento consumido na sua forma
natural traz melhores benefícios. Para isso reforçamos que as frutas, as verduras, os
legumes, as castanhas, nozes, alimentos integrais, o bom arroz e feijão do
brasileiro, carnes magras, óleos bons (como o azeite de oliva) contribuem para o
bom funcionamento do organismo, promovendo a saúde e possibilitando a perda
ou manutenção do peso.

Dicas Importantes:

1) Não coma menos do que precisa. Quando nossos ancestrais não conseguiam
encontrar alimentos e passavam longos períodos sem comida, o organismo agia
como salva-vidas, armazenando gordura em antecipação dos inevitáveis períodos
de fome. Quando tentamos fazer regime passando longos períodos sem come ou
ingerindo pouquíssimas calorias, essa situação faz o cérebro enviar um comando
para o organismo informando que gordura deve ser armazenada, pois o período de
fome está chegando! Para emagrecer é preciso fazer o organismos acreditar que ele
não irá passar fome. A única maneira: comendo várias vezes ao dia e fazendo
refeições saudáveis.

2) Planeje suas refeições! Comece o dia sabendo quando e o que vai comer. Assim
você evita mudanças de 180 graus entre passar fome e se encher de comida, que
acontece quando pulamos uma refeição!

Referências:

1. SOUTO, SILVANA AND F E R R O -B U CH ER. P RÁTICAS INDISCRIMINADAS DE


DIETAS DE EMAGRECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES.
R EV. N UTR. [ ONLINE] . 2 0 0 6 , VOL. 19, N. 6, PP. 693-704.

2. OZ, M.C. O CORPO INTELIGENTE: CONHEÇA SEU CORPO E REJUVENESÇA,


CONTROLE E REDUZA SEU PESO, FIQUE COM A CINTURA PERFEITA. T RADUÇÃO DE
A NA B EATRIZ R ODRIGUES. E D. C AMPUS, R IO DE J ANEIRO, 2 0 0 7 .
M ULHER , ISSO MUITO LHE INTERESSA

Parou para se observar recentemente e


percebeu que há aumento de pelos no corpo, sua
pele está mais oleosa e com acne, ganhou uns quilos
e principalmente sua menstruação está desregulada?
De fato, a associação desses sinais pode estar
relacionada a uma disfunção ovárica chamada de
síndrome do ovário policístico (SOP). Tal disfunção
está relacionada a uma desregulação nos hormônios
estrogênio e testosterona e é responsável por 10 a
20% dos problemas de peso em mulheres jovens.
Alguns pesquisadores sugerem que o aumento de peso em
mulheres com ovário policístico é devido ao aumento de testosterona (T)
livre na circulação sanguínea dessas mulheres.
Mas espera aí! Mulher também produz hormônio masculino?
A resposta é sim. Todas nós mulheres produzimos esses hormônios
chamados andrógenos, pois eles são os precursores dos hormônios
femininos, os estrógenos, no nosso organismo.
A cada ciclo menstrual, a mulher prepara um folículo dos
vários encontrados no ovário e o expulsa para as trompas uterinas quando
este se torna maduro. Mulheres portadoras do ovário policístico preparam
o folículo mensalmente, só que não o expulsa quando maduro. Como este
ciclo é mediado por hormônios produzidos pelo próprio folículo, a
produção de estrogênio continua ocorrendo enquanto deveria estar
diminuído, se o folículo maduro fosse expulso. Assim, parte do excesso de
hormônio circulante se transforma em andrógenos o que causará o
crescimento de pelos e aumento do apetite, justificando os quilinhos a
mais no abdômen, coxa e braços.
Mulheres obesas geralmente apresentam um quadro de resistência à
insulina associado. Já se observou que o aumento da concentração de
insulina no sangue, a hiperinsulinemia, aumenta também a produção de
andrógenos nos ovários, contribuindo para o desenvolvimento ou
manutenção desta síndrome. Um outro aspecto relacionado é o fato de
que a resistência à insulina inibe a síntese hepática da proteína responsável
por se ligar à testosterona fazendo com que
haja maior quantidade desse hormônio
livre no sangue, produzindo desordens no
ciclo menstrual da mulher. Por essa relação
é que se observa uma maior prevalência de
mulheres obesas com SOP, ou simplesmente
mulheres que apresentam resistência à
insulina.
Atualmente o tratamento de SOP tem um de seus enfoques
na alimentação, associado a outros tipos de tratamentos. A dieta prescrita
é semelhante à dieta para diabéticos tipo II, quando relacionada à
resistência a insulina. Portanto, aumento de fibras e grãos integrais. Além
disso, deve-se aumentar o consumo de vegetais escuros (fontes de
vitamina E) e óleos vegetais, como o azeite de oliva. E claro, a dieta sempre
deve vir acompanhada à prática de exercícios físicos.
Procure orientação médica ou nutricional para tratar do
ovário policístico, afinal é da sua saúde que estamos tratando e isso muito
lhe interessa.

Referências:

1.AUBUCHON, M. et al. Supervised short-term nutrition and exercise promotes weight


loss in overweight and obese patients with polycystic ovary syndrome. Fertility and
Sterility Vol. 91, No. 4, Supplement. Ohio and Kentucky. April 2009.

2.LIEPA, G.U. et al. Polycystic Ovary Syndrome (PCOS) and Other Androgen Excess –
Related Conditions: Can Changes in Dietary Intake Make a Difference? Nutr Clin
Pract vol 23, 2008.

3. OZ, M.C. O corpo inteligente: conheça seu corpo e rejuvenesça, controle e reduza
seu peso, fique com a cintura perfeita. Tradução de Ana Beatriz Rodrigues. Ed. Campus,
Rio de Janeiro, 2007.
A NABOLIZAN T E S : O S VERDAD E I R O S
RISC OS

Os valores da sociedade contemporânea têm levado as pessoas a


situações muito delicadas. O culto ao corpo ideal, imposto não só pela mídia, mas
pela sociedade em geral, tem feito de escravos aqueles psicologicamente mais
vulneráveis, tornando freqüentes manobras radicais na tentativa de mudar a imagem
corporal. Por todo lado observam-se dietas drásticas, cirurgias plásticas
desnecessárias e drogas sendo usadas de maneira completamente irresponsável. Em
todos esses casos existem situações que chegam a colocar a vida do indivíduo em
risco, porém recentes casos de mortes por uso abusivo de esteróides anabólicos
androgênicos (EAAs), hormônios conhecidos popularmente como “bombas”, tornam
a abordagem do assunto e o conhecimento por parte de todos muito importante.
Basicamente, os andrógenos naturais são atuantes durante toda a
vida nos homens, da diferenciação sexual até o desenvolvimento sexual secundário
durante a puberdade e na função sexual adulta. Geralmente utilizados na medicina,
os EEAs tem função no tratamento de inúmeras doenças, como câncer de mama,
osteoporose ou deficiências de crescimento. Somente há cerca de três décadas, mais
ou menos quando começou o culto aos “corpos de revista”, esses medicamentos
derivados dos hormônios têm sido usados indiscriminadamente por atletas,
praticantes de atividade física e até mesmo por adolescentes que praticam atividade
por recreação1. Sendo muitas vezes de procedência incerta e de produção não
fiscalizada, sobretudo quando utilizados para fins estéticos e por pessoas de menor
poder aquisitivo, são comercializados livremente mesmo sem prescrição médica2.
Tais substâncias foram descritas pela primeira
vez por um fisiologista francês em 1889 como
maximizadoras da força e da energia mental,
após administrarem extrato de testículo de
cachorros e porcos em indivíduos3. Mais
tarde, foram atribuídos à testosterona efeitos
nitrogenado positivo, aumentando a síntese
protéica em diversos denominados
androgênicos e anabólicos. Os primeiros são
responsáveis por desenvolver o trato
reprodutivo masculino e as características
sexuais secundárias, além de manter a função
reprodutiva. Já os efeitos anabólicos se
referem ao estímulo da fixação do nitrogênio,
Enzo Perondini, fisiculturista vítima de câncer causando um balanço nitrogenado positivo,
causado pelo uso de anabolizantes aumentando a síntese protéica em diversos
tecidos. Como os últimos que são desejados no contexto atual, procura-se isolar um
efeito do outro na produção desses medicamentos.
Embora a dissociação completa dos efeitos androgênicos e anabólicos
não tenha sido conseguida, alguns esteróides mostraram significativo aumento da
atividade anabólica, com redução da androgenicidade. Devido a isso, alguns autores
denominam esteróides anabolizantes os derivados sintéticos da testosterona que
possuem atividade anabólica superior à atividade androgênica1,4. Além da atividade
anabólica, essas drogas também exercem efeitos anti-catabólicos, principalmente
através da diminuição da degradação protéica e inibição da reabsorção óssea5. Com
tantos efeitos “positivos”, é natural que seja tão desejada.
Até mesmo quando utilizadas de maneira controlada e
supervisionada por um médico, profissional da saúde, existem muitos efeitos
adversos que podem aparecer em longo prazo. Além de causar dependência e
aqueles indesejados efeitos andrógenos, ou masculinizantes, em alguns casos são
observados danos no sistema renal, circulatório e endócrino, dentre outros menos
relatados. Além disso, distúrbios psicológicos são geralmente observados, com
alterações graves no humor, caracterizando uma síndrome frequentemente
descrita1.
Até aí, tudo certo! Efeitos a longo prazo? Quem pensa nisso no
momento de obter resultados imediatos? Cada um faz sua opção... Contudo, o
problema surge quando pessoas menos instruídas encontram-se imersas nesse
contexto, juntamente com a falta de recursos financeiros, que também agrava a
situação. Observa-se então o uso de substâncias veterinárias, escolhidas devido ao
baixo custo, e um fator agrava o outro. Como podem ser administradas de diversas
maneiras, muitos jovens são expostos a doenças, como AIDS ou hepatite, devido ao
compartilhamento de seringas.
Logo, existe hoje uma preocupação por parte do governo envolvendo
o abuso de substâncias derivadas de hormônios anabolizantes, sendo que políticas
de combate ao abuso, dentro e fora do esporte, já foram criadas. A comunidade
científica também vem pouco a pouco avisando a sociedade sobre a utilização
indiscriminada, com vários levantamentos epidemiológicos que fornecem dados
concretos sobre o tema1.

Referências:

1 . D A S ILVA P R P , D ANIELSKI R , C ZEPIELEWSKI MA. E STERÓIDES ANABOLIZANTES NO ESPORTE .


R EV B RAS M ED E SPORTE 2 0 0 2 ; 8 : 2 3 5 - 4 3 .

2. I RIART J A B , A NDRADE T M . M USCULAÇÃO, USO DE ESTERÓIDES ANABOLIZANTES E PERCEPÇÃO DE


RISCO ENTRE JOVENS FISICULTURISTAS DE UM BAIRRO POPULAR DE S ALVADOR, B AHIA, B RASIL. C AD
S AÚDE P ÚBLICA 2 0 0 2 ; 1 8 : 1 3 7 9 - 8 7 .

3. W U FCW. E NDOCRINE ASPECTS OF ANABOLIC STEROIDS . C LIN C HEM 1997; 43:1289-92.

4. C ELOTTI F , C ESI P N . A NABOLIC STEROIDS: A REVIEW OF THEIR EFFECTS ON THE MUSCLES, OF


THEIR POSSIBLE MECHANISMS OF ACTION AND OF THEIR USE IN ATHLETICS. J S TEROID B IOCHEM
M OLEC B IOL 1992 ;4 3 :4 6 9 -7 7 .

5. SHAHIDI N T . A REVIEW OF CHEMISTRY, BIOLOGICAL ACTION, AND CLINICAL APPLICATIONS OF


ANABOLIC- ANDROGENIC STEROIDS. C LIN T HER 2 0 0 1 ; 2 3 : 1 3 5 5 - 9 0 .
R ECEITAS PRÁTICAS E SAUDÁVEIS
PARA VOCÊ !

BOLO DE HORTELÃ

Ingredientes:

- 1 xícara de chá de hortelã bem forte;


- 2 xícara de açúcar;
- ½ xícara de óleo;
- 3 maçãs;
-3 ovos;
- 3 xícaras de farinha de trigo;
- 2 colheres de sopa de hortelã picada;
- 1 colher de sopa de fermento em pó;

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador o chá (junto com as folhas que foram utilizadas para a infusão), o
açúcar, o óleo, as maças descascadas, e os ovos. Despeje essa mistura em uma tigela e junta
a farinha de trigo, as cascas de maçã picadas, a hortelã picada e a o fermento. Misture bem
e leve em uma forma untada e enfarinhada a forno médio pré aquecido até que esteja
assado.

BRIGADEIRO DE MANDIOCA

Ingredientes:

-1 ½ xícara de chá de mandioca bem cozida e amassada (sem os fios);


- 2 colheres de sopa de margarina;
- 10 colheres de sopa de açúcar;
- 1 xícara de leite em pó;
- 3 colheres de chocolate em pó;

Modo de Preparo:

Derreta a margarina e misture a mandioca já amassada, misturando bem. Acrescente os


demais ingredientes e cozinhe até desprender do fundo da panela. Deixe esfriar e modele
os brigadeiros, envolvendo-os em chocolate granulado.
Torta de Liquidificador Vegetariana
Ingredientes:

- 2 xícaras de farinha de trigo;


- ½ xícara de amido de milho;
- ½ xícara de fibra de trigo;
- 2 xícaras de leite integral;
- 2 ovos;
- ½ xícara de óleo de soja;
- 1 pitada de sal;
-1 colher de sopa cheia de fermento químico em pó;

Para o recheio:

- 2 xícaras de proteína texturizada de soja;


- 1 cenoura grande
- 2 ovos
- ½ xícara de ervilhas frescas;
- 1 cebola pequena;
- ½ talo de alho poró;
- 1 colher de sopa de azeite de oliva;
- Sal e pimenta à gosto.

Modo de Preparo:

Inicialmente, coloque a proteína de soja em um recipiente com água morna, hidratando-a


durante 15 minutos e escorrendo a água depois. Enquanto isso, cozinhe 2 ovos. Em uma
panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho poró por 2 minutos. Acrescente à
panela a proteína de soja, a cenoura já picada e as ervilhas, deixando cozinhar por 10
minutos e acrescentando os ovos cozidos picados, o sal e a pimenta. Reserve.
No liquidificador, bata todos os ingredientes da massa exceto o fermento, acrescentando-o
depois. Em uma forma untada, coloque metade da massa, depois o recheio e cubra com a
outra metade. Asse em forno médio pré-aquecido durante 25 minutos ou até a torta ficar
dourada.
D EPOIMENTO DE PACIENTES
ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO

Iniciei o meu acompanhamento nutricional há dois meses e estou muito


satisfeita com os resultados. Através do trabalho realizado pelo grupo de nutricionistas
da UFSC estou conseguindo modificar meus hábitos alimentares. Confesso que não é
fácil e cada dia é uma batalha contra as tentações! Mas a recompensa vale o esforço.
Ainda tenho muitas dificuldades para superar e por isso pretendo dar continuidade ao
tratamento. O mais legal é que conforme o tempo vai passando e você vai se adaptando
à nova rotina, novas dúvidas e questionamentos sobre uma alimentação correta surgem
e com o atendimento contínuo e personalizado dos estagiários cada dia aprendo mais. É
muito bom o contato que mantemos durante o tratamento e no retorno estou sempre
ansiosa para ver o resultado. Mal posso esperar pela próxima consulta!

Vanessa Villanova Kuhnen

A minha família passou por vários problemas de saúde, obesidade, asma, rinite,
depressão, bipolaridade, hepatite c, perda total da audição, diversas internações. Com
tratamento médico tivemos o controle, com o esporte melhoramos muito, mas foi no
controle alimentar que completamos o nosso tratamento, com a atenção, até sobre os
demais setores. Fui sempre muito bem recebida, não só tenho um excelente
tratamento nutricional, como ganhei amigos.

Elenita Saideles Martins

"Fiquei fascinada com a qualidade do atendimento no ambulatório de Nutrição


da UFSC. Além de toda a atenção recebida pelos bolsistas do projeto, que se mostraram
sempre extremamente comprometidos e dedicados, recebi orientações fundamentais
para que eu tivesse uma melhora evidente nos meus hábitos alimentares. Fui
orientada de acordo com meus horários, meu estilo de vida e minhas preferências
alimentares. Aprendi a me alimentar de forma muito mais saudável e prática, apesar de
minha rotina ser bem corrida. Posso garantir que o atendimento no ambulatório
melhorou muito minha qualidade de vida."

Cintia de la Rocha Freitas


“Só tenho coisas boas para falar desta equipe. O atendimento é muito
bom, eles são sempre muito atenciosos e dedicados. Sem contar a simpatia com
a qual sempre nos atendem. Eu estou muito satisfeita com o atedimento. Essa
equipe vai longe! Parabéns pelo trabalho que vocês estão desenvolvendo.

Camila Paula Camilloti

Não iria conseguir entrar em harmonia com meu organismo sem ajuda
profissional. Um belo dia recebi um e-mail do HU perguntando se eu gostaria de
fazer parte do serviço de nutrição. Esta notícia veio a cair do céu. Era tudo que
eu precisava. Marquei consulta, passei por uma avaliação rigorosa e inumeras
recomendações. A partir daí estou sendo atendida pela profissional Maiara que
além de muito competente, puxa minhas orelhas quando estou fazendo algo
incorreto. Claro, que reeduquei minha alimentação, caminhadas 5 vezes por
semana e me alimentando com qualidade.

Sonia Maurina Quentino


M EMBROS DO PROJETO

Ana Paula Pires - Graduanda 8ª fase

Bruna Camila Silva- Graduanda 8ª fase

Joy Bergmann Soares - Graduanda 6ª fase

Jowanka Amorim - Graduanda 6ª fase

Maiara Cristina - Graduanda 6ª fase

Mateus Santaella Vivaz Oliveira - Graduando 8ª fase

Lucia A. Z. R. Zeni – Professora orientadora

Email: nutriatendimentos@gmail.com