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Pio IV

PROFISSÃO DE FÉ DO CONCÍLIO DE TRENTO


Eu..N.............creio firmemente e confesso tudo o que contém o Simbolo da fé usado pela Santa Igreja Romana, a
saber: Creio em um só Deus, Pai Onipotente, [etc. como no post do dia 17/10/12: é o Símbolo de Niceia-
Constantinopla, que se reza ou canta nas Missas que têm Credo].

Aceito e abraço firmemente as tradições apostólicas e eclesiásticas, bem como as demais observâncias e
constituições da mesma Igreja. Admito também a Sagrada Escritura naquele sentido em que é interpretada pela
Santa Madre Igreja, a quem pertence julgar sobre o verdadeiro sentido e interpretação das Sagradas Escrituras. E
jamais aceitá-la-ei e interpretá-la-ei senão conforme o consenso unânime dos Padres.

Confesso também que são sete os verdadeiros e próprios sacramentos da Nova Lei, instituídos por Nosso Senhor
Jesus Cristo, embora nem todos para cada um necessários, porém para a salvação do gênero humano. São eles:
Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimônio, os quais conferem a graça; mas
não sem sacrilégio se fará a reiteração do Batismo, da Confirmação e da Ordem. Da mesma forma aceito e admito os
ritos da Igreja Católica recebidos e aprovados para a administração solene de todos os supraditos sacramentos.
Abraço e recebo tudo o que foi definido e declarado no Concílio Tridentino sobre o pecado original e a justificação.

Confesso outrossim que na Missa se oferece a Deus um sacrifício verdadeiro, próprio e propiciatório pelos vivos e
defuntos, e que no santo sacramento da Eucaristia estão verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue
com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, operando-se a conversão de toda a substância do pão no
corpo, e de toda a substância do vinho no sangue; conversão esta chamada pela Igreja de transubstanciação.
Confesso também que sob uma só espécie se recebe o Cristo todo inteiro e como verdadeiro sacramento.

Sustento sempre que há um purgatório e que as almas aí retidas podem ser socorridas pelos sufrágios dos fiéis; que
os Santos, que reinam com Cristo, também devem se invocados; que eles oferecem suas orações por nós, e que suas
relíquias devem ser veneradas. Firmemente declaro que se devem ter e conservar as imagens de Cristo, da sempre
Virgem Mãe de Deus, como também as dos outros Santos, e a eles se deve honra e veneração. Sustento que o poder
de conceder indulgências foi deixado por Cristo à Igreja, e que o seu uso é muito salutar para os fiéis cristãos.

Reconheço a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana, como Mestra e Mãe de todas as Igrejas. Prometo e juro
prestar verdadeira obediência ao Romano Pontífice, Sucessor de São Pedro, príncipe dos Apóstolos e Vigário de
Jesus Cristo.

Da mesma forma aceito e confesso indubitavelmente tudo o mais que foi determinado, definido e declarado pelos
sagrados cânones, pelos Concílios Ecumênicos, especialmente pelo santo Concílio Tridentino ( e pelo Concílio
Ecumênico do Vaticano I, principalmente no que se refere ao Primado do Romano Pontífice e ao Magistério
infalível).Condeno ao mesmo tempo, rejeito e anatematizo as doutrinas contrárias e todas as heresias condenadas,
rejeitadas e anatematizadas pela Igreja. Eu mesmo, N......., prometo e juro com o auxílio de Deus conservar e
professar íntegra e imaculada até ao fim de minha vida esta verdadeira fé católica, fora da qual não pode haver
salvação, e que agora livremente professo. E quanto em mim estiver, cuidarei que seja mantida, ensinada e pregada
a meus súditos ou àqueles, cujo cuidado por ofício me foi confiado. Que para isto me ajudem Deus e estes Santos
Evangelhos!

(Da Bula de Pio IV "Iniunctum nobis" de 13 de novembro de 1564).

http://zelozelatussum.blogspot.com.br/2012/10/profissao-de-fe-do-concilio-de-trento.html

Profissão de fé
Sacrossanto Concílio de Trento (Da Bula de Pio IV "Iniunctum nobis" de 13 de Novembro de 1564)

994. Eu N. creio firmemente e confesso tudo o que contém o Símbolo da fé usado pela Santa Igreja Romana, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Onipotente, [etc. como no n° 782].

995. Aceito e abraço firmemente as tradições apostólicas e eclesiásticas, bem como as demais observâncias e
constituições da mesma Igreja. Admito também a Sagrada Escritura naquele sentido em que é interpretada pela
Santa Madre Igreja, a quem pertence julgar sobre o verdadeiro sentido e interpretação das Sagradas Escrituras. E
jamais aceitá-la-ei e interpretá-la-ei senão conforme o consenso unânime dos Padres.

996. Confesso também que são sete os verdadeiros e próprios sacramentos da Nova Lei, instituídos por Nosso
Senhor Jesus Cristo, embora nem todos para cada um necessários, porém para a salvação do gênero humano. São
eles: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimonio, os quais conferem a graça;
mas não sem sacrilégio se fará a reiteração do Batismo, da Confirmação e da Ordem. Da mesma forma aceito e
admito os ritos da Igreja Católica recebidos e aprovados para a administração solene de todos os supracitados
sacramentos. Abraço e recebo tudo o que foi definido e declarado no Concílio Tridentino sobre o pecado original e a
justificação.

997. Confesso outrossim que na Missa se oferece a Deus um sacrifício verdadeiro, próprio e propiciatório pelos vivos
e defuntos, e que no santo sacramento da Eucaristia estão verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue
com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, operando-se a conversão de toda a substância do pão no
corpo, e de toda a substância do vinho no sangue; conversão esta chamada pela Igreja de transubstanciação.
Confesso também que sob uma só espécie se recebe o Cristo todo inteiro e como verdadeiro sacramento.

998. Sustento sempre que há um purgatório, e que as almas aí retidas podem ser socorridas pelos sufrágios dos fiéis;
que os Santos, que reinam com Cristo, também devem ser invocados; que eles oferecem suas orações por nós, e que
suas relíquias devem ser veneradas. Firmemente declaro que se devem ter e conservar as imagens de Cristo, da
sempre Virgem Mãe de Deus, como também as dos outros Santos, e a eles se deve honra e veneração. Sustento que
o poder de conceder indulgências foi deixado por Cristo à Igreja, e que o seu uso é muito salutar para os fiéis
cristãos.

999. Reconheço a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana, como Mestra e Mãe de todas as Igrejas. Prometo e Juro
prestar verdadeira obediência ao Romano Pontífice, Sucessor de S. Pedro, príncipe dos Apóstolos e Vigário de Jesus
Cristo.

1000. Da mesma forma aceito e confesso indubitavelmente tudo o mais que foi determinado, definido e declarado
pelos sagrados cânones, pelos Concílios Ecumênicos, especialmente pelo santo Concílio Tridentino (e pelo Concílio
Ecumênico do Vaticano, principalmente no que se refere ao Primado do Romano Pontífice e ao Magistério infalível).
Condeno ao mesmo tempo, rejeito e anatematizo as doutrinas contrárias e todas as heresias condenadas, rejeitadas
e anatematizadas pela Igreja. Eu mesmo, N., prometo e juro com o auxílio de Deus conservar e professar íntegra e
imaculada até ao fim de minha vida esta verdadeira fé católica, fora da qual não pode haver salvação, e que agora
livremente professo. E quanto em mim estiver, cuidarei que seja mantida, ensinada e pregada a meus súditos ou
àqueles, cujo cuidado por ofício me foi confiado. Que para isto me ajudem Deus e estes santos Evangelhos!

http://sanctidominici.blogspot.com.br/2011/07/profissao-de-fe.html

Profissão de Fé Tridentina
Professio fidei Tridentina ou Credo de Pio IV

Biografia de Papa Pio IV

Giovanni Angelo Medici, o Papa Pio IV (1559-1565), tem o seu nome ligado a uma importante declaração de Fé
Católica, a Profissão de Fé Tridentina, que deve ser afirmada por todos os fiéis da Igreja de Roma.
Esta profissão de fé, também conhecida por Credo do Papa Pio IV, é um dos quatro Credos da Igreja Católica. Foi
publicada no dia 13 de Novembro de 1565 por aquele pontífice na sua bula Iniunctum nobis, sob os auspícios do
conhecido Concílio de Trento (1545-1563), que Pio IV reabriu e terminou. O maior objetivo do Credo foi definir
claramente a Fé Católica contra o protestantismo. Aliás, este Concílio afastou de vez qualquer possibilidade de
conciliação com os protestantes. Desde então, o Catolicismo fiel à Tradição (tradicionalista) passou a ser designado
como "tridentino" (de Trento). Durante mais de 300 anos, até ao I Concílio do Vaticano (1869-1870), nenhum outro
grande concílio foi convocado. A Profissão de Fé Tridentina foi modificada após o Vaticano I, de forma a adequá-la às
definições do Concílio. No passado foi utilizada por teólogos como juramento de lealdade à Igreja, mas nos dias de
hoje é usada apenas pelos católicos fieis à Tradição da Igreja.
Fonte

Português

Eu N. creio firmemente e confesso tudo o que contém o Símbolo da fé usado pela Santa Igreja Romana, a saber:

Creio em um só Deus, Pai Onipotente, Criador do céu e da terra e de todas as coisas, visíveis e invisíveis. E em um só
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos; é Deus de Deus, Luz da Luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; é gerado, não feito; consubstancial ao Pai, por quem foram feitas todas as
coisas. O qual, por amor de nós homens e pela nossa salvação, desceu dos céus. E se encarnou por obra do Espírito
Santo no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Foi também crucificado por nossa causa; padeceu sob o poder de
Pôncio Pilatos e foi sepultado. E ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E subiu ao céus, está sentado à
mão direita de Deus Pai. E pela segunda vez há de vir com majestade a julgar os vivos e os mortos. E seu reino não
terá fim. E no Espírito Santo, Senhor Vivificador, o qual procede do Pai e do Filho. O qual, com o Pai e o Filho é
juntamente adorado e glorificado, e foi quem falou pelos profetas. E na Igreja, que é una, santa, católica. Confesso
um só Batismo para remissão dos pecados. E aguardo a ressurreição dos mortos e a vida da eternidade. Assim seja.

Aceito e abraço firmemente as tradições apostólicas e eclesiásticas, bem como as demais observâncias e
constituições da mesma Igreja. Admito também a Sagrada Escritura naquele sentido em que é interpretada pela
Santa Madre Igreja, a quem pertence julgar sobre o verdadeiro sentido e interpretação das Sagradas Escrituras. E
jamais aceitá-la-ei e interpretá-la-ei senão conforme o consenso unânime dos Padres. Confesso também que são
sete os verdadeiros e próprios sacramentos da Nova Lei, instituídos por Nosso Senhor Jesus Cristo, embora nem
todos para cada um necessários, porém para a salvação do gênero humano. São eles: Batismo, Confirmação,
Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimonio, os quais conferem a graça; mas não sem sacrilégio se
fará a reiteração do Batismo, da Confirmação e da Ordem. Da mesma forma aceito e admito os ritos da Igreja
Católica recebidos e aprovados para a administração solene de todos os supracitados sacramentos. Abraço e recebo
tudo o que foi definido e declarado no Concílio Tridentino sobre o pecado original e a justificação. Confesso
outrossim que na Missa se oferece a Deus um sacrifício verdadeiro, próprio e propiciatório pelos vivos e defuntos, e
que no santo sacramento da Eucaristia estão verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue com a alma e a
divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, operando-se a conversão de toda a substância do pão no corpo, e de toda a
substância do vinho no sangue; conversão esta chamada pela Igreja de transubstanciação. Confesso também que
sob uma só espécie se recebe o Cristo todo inteiro e como verdadeiro sacramento. Sustento sempre que há um
purgatório, e que as almas aí retidas podem ser socorridas pelos sufrágios dos fiéis; que os Santos, que reinam com
Cristo, também devem ser invocados; que eles oferecem suas orações por nós, e que suas relíquias devem ser
veneradas. Firmemente declaro que se devem ter e conservar as imagens de Cristo, da sempre Virgem Mãe de Deus,
como também as dos outros Santos, e a eles se deve honra e veneração. Sustento que o poder de conceder
indulgências foi deixado por Cristo à Igreja, e que o seu uso é muito salutar para os fiéis cristãos. Reconheço a Santa
Igreja Católica, Apostólica, Romana, como Mestra e Mãe de todas as Igrejas. Prometo e Juro prestar verdadeira
obediência ao Romano Pontífice, Sucessor de S. Pedro, príncipe dos Apóstolos e Vigário de Jesus Cristo. Da mesma
forma aceito e confesso indubitavelmente tudo o mais que foi determinado, definido e declarado pelos sagrados
cânones, pelos Concílios Ecumênicos, especialmente pelo santo Concílio Tridentino. Condeno ao mesmo tempo,
rejeito e anatematizo as doutrinas contrárias e todas as heresias condenadas, rejeitadas e anatematizadas pela
Igreja. Eu mesmo, N., prometo e juro com o auxílio de Deus conservar e professar íntegra e imaculada até ao fim de
minha vida esta verdadeira fé católica, fora da qual não pode haver salvação, e que agora livremente professo. E
quanto em mim estiver, cuidarei que seja mantida, ensinada e pregada a meus súditos ou àqueles, cujo cuidado por
ofício me foi confiado. Que para isto me ajudem Deus e estes santos Evangelhos! Amém.

Sem as palavras inseridas na profissão da Fé Tridentina por ordem do Papa Pio IX, num decreto promulgado pelo
Santo Oficio, de 20 de Janeiro de 1877 (Acta Sanctae Sedis, X [1877] , 71 ff.).
Tradução

Citações dimondianas
Papa Pio IV, Concílio de Trento, Sess. 25, Da Invocação, e Relíquias dos Santos, e das Sagradas Imagens, ex-cathedra:
«… os Santos, que reinam com Cristo, oferecem a Deus pelos homens as suas orações; e que é bom e útil invocá-los
humildemente e recorrer às suas orações, poder e auxílio, para alcançar benefícios de Deus por seu Filho JESUS
CRISTO, NOSSO SENHOR, QUE É O NOSSO ÚNICO REDENTOR e Salvador… Quanto às Imagens de Cristo, da Mãe de
Deus, e de outros Santos, se devem ter e conservar, e se lhes deve tributar a devida honra e veneração…»1 (DENZ.
984)

1 O Sacrossanto e Ecuménico Concílio de Trento, Oficina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1751, Tomo II, pág. 351.

https://www.igrejacatolica.org/maria-nao-e-co-redentora-co-redemptrix/#.XUi0Y_JKjcc

Papa Pio IV, Concílio de Trento, Iniunctum nobis, 13 de Novembro de 1565, ex cathedra: «Esta verdadeira fé
católica, fora da qual ninguém pode ser salvo, que agora voluntariamente professo, e verdadeiramente
mantenho...»7

7Denzinger 1000.

Papa Pio IV, Concílio de Trento, Sessão 25, 3 a 4 de Dezembro de 1563, ex cathedra: “Como a Igreja Católica instruída
pelo Espírito Santo das sagradas Letras [Escrituras], e antiga tradição dos Padres nos sagrados Concílios, e
ultimamente neste ecuménico Concílio, ensinou haver Purgatório, e que as almas ali detidas são ajudadas com os
sufrágios dos fiéis, e principalmente com o gratíssimo sacrifício do Altar...”8

8 Decrees of the Ecumenical Councils, vol. 2, pág. 774; O Sacrossanto e Ecuménico Concílio de Trento, Oficina
Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1751, Tomo II, pág. 345.

Papa Pio IV, Concílio de Trento, Sessão 22, Decreto sobre o que se deve observar e evitar na celebração da
Missa: “Apartem também das Igrejas aquelas músicas, ondeassim no órgão, como no canto se mistura alguma
cousa impura, e lasciva [sensual]; e do mesmo modo todas as acções seculares, conversações vãs, e profanas,
passeios, estrépitos, clamores; para que a Casa de Deus pareça, e se possa chamar com verdade Casa de
oração.”26

26 Decrees of the Ecumenical Councils, vol. 2, pág. 737; O Sacrossanto e Ecuménico Concílio de Trento, Oficina
Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1751, Tomo II, Pág 113.

Papa Pio IV, Concílio de Trento, Sessão 22, sobre o Santo Sacrifício da Missa — “Declara mais o santo Concílio, haver
preceito da Igreja para os sacerdotes lançarem água no cálice, quando oferecem: tanto por se crer, que assim o fez
Cristo Senhor nosso, como também porque do seu lado saiu juntamente sangue, e água; de cujo mistério se faz
comemoração com esta mistura; e como no Apocalipse (17:15) de São João os Povos se comparam às águas, se
representa a união do mesmo Povo fiel com a sua cabeça Cristo.”2

2 Denzinger, The Sources of Catholic Dogma, B. Herder Book. Co., Thirtieth Edition, 1957, nº. 945.