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ESCOLA MUNICIPAL ANTONIO CUSTÓDIO DATA: ____/____2020

PROFESSORA: Fabiane Ano: 8º Turma: ________


ESTUDANTE: ______________________________________________________________

CORONAVÍRUS
Coronavírus são uma família de vírus, conhecida há muito tempo, responsável por desencadear desde
resfriados comuns a síndromes respiratórias graves, como é o caso da Síndrome Respiratória Aguda
Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers). A transmissão desses vírus pode ocorrer
de uma pessoa para outra por meio do contato próximo com o doente. Recentemente, um novo tipo de
coronavírus foi descoberto, o 2019-nCoV, o qual tem causado mortes e também bastante preocupação.
Vale salientar que os coronavírus são vírus zoonóticos, ou seja, podem ser transmitidos entre o ser
humano e outros animais. Porém, isso não ocorre com todos os coronavírus, sendo conhecidos alguns tipos que
circulam apenas entre os animais.→ Sintomas de doenças causadas pelos coronavírus
 Tosse;
 Dificuldade respiratória;
 Falta de ar;
 Febre.
m casos de síndromes respiratórias mais graves, podem ocorrer insuficiência renal e até mesmo
morte.
→ Prevenção do coronavírus
Para se prevenir de doenças causadas por coronavírus, as principais medidas são:
 Evitar contato próximo com pessoas que apresentam infecções respiratórias;
 Lavar bem as mãos;
 Evitar tocar os olhos, nariz e boca sem ter higienizado as mãos;
 Evitar compartilhamento de objetos de uso pessoal, tais como copos e talheres;
 Evitar contato com animais doentes;
 Cozinhar bem ovos e carne.
→ Síndromes respiratórias agudas graves causadas por coronavírus
A Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers)
são duas ocorrências graves causadas pelo coronavírus.
A Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) foi identificada pela primeira vez na China, em 2002.
Essa doença espalhou-se rapidamente e causou a morte de mais de 800 pessoas. A epidemia global da
doença foi controlada em 2003. Os sintomas da Sars são febre, tosse e dificuldade respiratória, evoluindo
rapidamente para insuficiência respiratória. Não há casos da doença desde 2004. Hoje se sabe que a transmissão
da doença apresentava relação com gatos selvagens que continham o vírus.
A Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers) foi identificada pela primeira vez na Arábia
Saudita, no ano de 2012. Os sintomas são semelhantes aos de outras doenças causadas por coronavírus, ou seja,
febre, tosse e falta de ar. Alguns pacientes também relataram sintomas gastrointestinais. Hoje se sabe que o
vírus ligado à Mers tinha nos dromedários um importante reservatório. Esses animais eram, portanto, os
transmissores da doença.
→ Coronavírus (2019-nCoV)
O 2019-nCoV, identificado na China, é um novo tipo de coronavírus.
O 2019-nCoV é o coronavírus mais recentemente descoberto. Ele foi isolado no dia 7 de janeiro de
2020 e detectado primeiramente na cidade chinesa de Wuhan. Antes dessa identificação, a China já havia
informado a Organização Mundial de Saúde, no dia 31 de dezembro de 2019, da ocorrência de uma pneumonia
de causa desconhecida. A primeira morte ocorrida em decorrência desse novo vírus aconteceu no dia 11 de
janeiro de 2020 e, até o dia 24 de janeiro, já haviam sido contabilizadas 26 mortes e mais de 900 casos
confirmados em todo o mundo.
Pesquisadores da Johns Hopkins University criaram um mapa que reúne informações de várias fontes
para rastrear a propagação do vírus ao redor do mundo. O mapa conta com atualizações em tempo real e pode
ser visto
Inicialmente, acreditou-se que a doença era transmitida apenas de animais para humanos. Entretanto,
após o aumento do número de casos, descobriu-se que a transmissão poderia ocorrer também de uma pessoa
para outra. Os sintomas da infecção causada pelo novo coronavírus são: febre, dificuldade respiratória, tosse e
falta de ar. Os casos mais graves podem evoluir para insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave.
ESCOLA MUNICIPAL ANTONIO CUSTÓDIO DATA: ____/____2020
PROFESSORA: Fabiane Ano: 6º Turma: ________
ESTUDANTE: ______________________________________________________________
O problema das enchentes

O problema das enchentes passou a ser algo comum na vida das populações de algumas cidades.
Infelizmente, todo o ano é a mesma coisa: entre os meses de dezembro e fevereiro, os noticiários são tomados
por problemas relacionados com a elevação dos cursos d´água e a inundação de casas e ruas, desencadeando
uma série de tragédias que, quase sempre, poderia ser evitada.
Mas por que as enchentes ocorrem? É possível combatê-las?
Para fins didáticos, dividimos a ocorrência das enchentes em dois tipos de causas principais: as naturais e as
antrópicas, pois trata-se de um fenômeno comum na natureza, mas que é intensificado pela ação humana.

Causas naturais das enchentes


Em geral, os rios perenes – isto é, aqueles que nunca secam durante o ano – costumam ter dois tipos de leito:
um menor e principal, por onde a água corre durante a maior parte do tempo, e um maior e complementar, que é
inundado apenas em períodos de cheias. Essa manifestação é mais comum em áreas planas, também chamadas
de planícies de inundação. Observe o esquema a seguir:

Na representação acima, temos um corte transversal do curso de um rio em que estão representados os
seus leitos maior e menor. Eventualmente, dependendo do curso d'água e das condições meteorológicas e
locais, o leito maior é inundado, provocando as cheias em sua área. O período em que isso ocorre varia de rio
para rio e, quando não é muito comum, o leito do rio pode até ser ocupado por algumas casas, vilas e até
cidades, que são surpreendidas pelas cheias naturais eventuais. Em alguns casos, cidades inteiras ficam
embaixo d´água.

Causas antrópicas das enchentes


A interferência humana sobre os cursos d'água, provocando enchentes e inundações, ocorre das mais
diversas formas. Em casos extremos, porém menos comuns, tais situações podem estar relacionadas com
rompimentos de diques e barragens, o que pode causar sérios danos à sociedade. Mas, quase sempre, essa
questão está ligada ao mau uso do espaço urbano.
Um problema que parece não ter uma solução rápida é o elevado índice de poluição, causado tanto pela
ausência de consciência por parte da população quanto por sistemas ineficientes de coleta de lixo ou de
distribuição de lixeiras pela cidade. Além do mais, há problemas causados pela poluição gerada por empresas e
outros órgãos. Com isso, ocorre o entupimento dos bueiros que seriam responsáveis por conter parte da água
que eleva o nível dos rios. Além disso, o lixo gerado é levado pelas enxurradas e contribui ainda mais para
elevar o volume das águas.
A ocorrência de enchentes nas cidades também pode estar relacionada com problemas nos sistemas de
drenagem. Às vezes, não há bueiros ou outras construções que seriam responsáveis pela contenção ou desvio da
água que corre para os rios, provocando a cheia deles. Além disso, somente a construção de bueiros e sistemas
de drenagem pode não ser suficiente, isso porque as demais ações antrópicas podem elevar gradualmente a
vazão das enxurradas ao longo dos anos, fazendo com que as drenagens existentes não consigam atender toda a
demanda.
Outra questão é a ocupação irregular ou desordenada do espaço geográfico. Como explicamos, algumas
áreas correspondem ao leito maior de um rio que, esporadicamente, inunda. Com a ocupação irregular dessas
áreas – muitas vezes causada pela ausência de planejamento adequado –, as pessoas estão sujeitas à ocorrência
de inundações. Além disso, a remoção da vegetação que compõe o entorno do rio pode intensificar o processo,
pois ela teria a função de reter parte dos sedimentos que vão para o leito e aumentam o nível das águas.
Apesar de todos os problemas acima mencionados, a causa considerada principal para as enchentes é,
sem dúvida, a impermeabilização do solo. Com a pavimentação das ruas e a cimentação de quintais e calçadas,
a maior parte da água, que deveria infiltrar no solo, escorre na superfície, provocando o aumento das enxurradas
e a elevação dos rios. Além disso, a impermeabilização contribui para a elevação da velocidade desse
escoamento, provocando erosões e causando outros tipos de desastres ambientais urbanos.

Como combater as enchentes?


Existem inúmeras medidas de combate às enchentes. A cidade de Belo Horizonte, por exemplo,
contratou em outubro de 2013 alguns “olheiros”, que são funcionários encarregados de detectar o início de
inundações em áreas de risco. Eles teriam a função de minimizar os efeitos da “inundação relâmpago”, aquela
que ocorre em um curtíssimo período de tempo. Outras ações envolvem a construção de barragens e o
desassoreamento do leito dos rios, em que todos os sedimentos existentes no fundo dos cursos d'água são
removidos, aumentando a sua profundidade.
Mas todas essas medidas são paliativas, ou seja, são apenas para minimizar ou combater uma situação já
existente. A melhor forma de lidar com esse problema, na verdade, é realizar uma devida prevenção, através da
construção de sistemas eficientes de drenagem, a desocupação de áreas de risco, criação de reservas florestais
nas margens dos rios, diminuição dos índices de poluição e geração de lixo, além de um planejamento urbano
mais consistente.
O problema das enchentes é crônico em muitas cidades brasileiras, com destaque para o Rio de Janeiro.
A capital carioca costuma sempre aparecer nos noticiários com ocorrências desse tipo em períodos de chuva,
além de outras cidades que também padecem da mesma situação. As inundações, além de danos materiais,
podem provocar doenças, como a leptospirose. Portanto, trata-se também de uma questão de saúde pública.

Atividade
1º As enchentes nas cidades são ocasionadas por diversos fatores, que podem ser naturais ou provocados pela
ação humana. As barreiras ao escoamento das águas das chuvas são uma das importantes causas das enchentes
e dos alagamentos. Sobre esse assunto, avalie as proposições a seguir.
I) A ausência de lixeiras nos espaços públicos é um dos causadores do acúmulo de lixo nos bueiros.
II) A coleta de lixo, quando realizada de maneira adequada, minimiza ou evita o entupimento das vias de
escoamento pluvial.
III) O depósito de resíduos nas margens e leitos dos cursos d'água contribui para o assoreamento dos rios e
intensifica a ocorrência de enchentes.
IV) Aumentar as dimensões dos bueiros e construir mais vias para escoamento das águas pluviais
solucionariam o problema das enchentes nas grandes cidades.
Estão corretas as alternativas:
a) II e IV. b) I, II e III. c) I, II e IV d) Todas as alternativas. e) Apenas a alternativa II.

2º A respeito das causas das enchentes, avalie as proposições a seguir:


1. A retirada da mata ciliar e a erosão do solo agravam o processo de assoreamento dos cursos d'água. Quando o
leito dos rios fica cheio de detritos, a água pode transbordar e provocar enchentes.
2. Entre as mais importantes causas das enchentes, estão a construção de áreas verdes e parques com lagos
artificiais. Estes, na ocorrência de chuva, transbordam e provocam alagamentos.
3. O escoamento e drenagem das águas são prejudicados pela impermeabilização do solo nas cidades. A água
que não penetra no solo acaba acumulando-se e invadindo outras áreas.
Estão corretas as afirmativas:
a) 1 e 2. b) 1 e 3 c) 1, 2 e 3 d) Todas as alternativas. e) Apenas a alternativa

3º Quais os dois tipos de ocorrência das enchentes? _______________________________________________

4º Diferencie causas naturais de tropicais.


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5º Dê exemplo de medidas que podem ser tomadas para prevenir as enchentes.


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ESCOLA MUNICIPAL ANTONIO CUSTÓDIO DATA: ____/____2020
PROFESSORA: Fabiane Ano: 9º Turma: ________
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CORONAVÍRUS

Os coronavírus (CoV) são uma grande família viral, conhecidos desde meados dos anos 1960, que
causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam
doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum. A maioria das pessoas se infecta
com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os
coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43,
HKU1.
Alguns coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda
grave que ficou conhecida pela sigla SARS da síndrome em inglês “Severe Acute Respiratory Syndrome”.
SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em
2002. O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do
Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia
global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tem sido relatado mundialmente.
Em 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década
passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação,
inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África.
Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com
viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.
Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente
Médio, cuja sigla é MERS, do inglês “Middle East Respiratory Syndrome” e o novo vírus nomeado coronavírus
associado à MERS (MERS-CoV).

Manifestações Clínicas

Os coronavírus humanos comuns causam infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração.
Os sintomas podem envolver coriza, tosse, dor de garganta e febre. Esses vírus algumas vezes podem causar
infecção das vias respiratórias inferiores, como pneumonia. Esse quadro é mais comum em pessoas com
doenças cardiopulmonares, com sistema imunológico comprometido ou em idosos.
O MERS-CoV, assim como o SARS-CoV, causam infecções graves.

Período de incubação: De 2 a 14 dias

Período de Transmissibilidade
De uma forma geral, a transmissão viral ocorre apenas enquanto persistirem os sintomas É possível a
transmissão viral após a resolução dos sintomas, mas a duração do período de transmissibilidade é
desconhecido para o SARS-CoV e o MERS-CoV. Durante o período de incubação e casos assintomáticos não
são contagiosos.

Transmissão inter-humana
Todos os coronavírus são transmitidos de pessoa a pessoa, incluindo os SARS-CoV, porém sem
transmissão sustentada. Com relação ao MERS-CoV, existem a OMS considera que há atualmente evidência
bem documentada de transmissão de pessoa a pessoa, porém sem evidencias de que ocorra transmissão
sustentada.

Modo de Transmissão
De uma forma geral, a principal forma de transmissão dos coronavírus se dá por contato próximo* de
pessoa a pessoa.

* Definição de contato próximo: Qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou
membro da família; que tenha tido contato físico com o paciente; tenha permanecido no mesmo local que o
paciente doente (ex.: morado junto ou visitado).
Fonte de infecção
A maioria dos coronavírus geralmente infectam apenas uma espécie animal ou, pelo menos um pequeno
número de espécies proximamente relacionadas. Porém, alguns coronavírus, como o SARS-CoV podem
infectar pessoas e animais. O reservatório animal para o SARS-CoV é incerto, mas parece estar relacionado
com morcegos. Também existe a probabilidade de haver um reservatório animal para o MERS-CoV que foi
isolado de camelos e de morcegos.

→ Coronavírus (2019-nCoV)
O 2019-nCoV, identificado na China, é um novo tipo de coronavírus.
O 2019-nCoV é o coronavírus mais recentemente descoberto. Ele foi isolado no dia 7 de janeiro de
2020 e detectado primeiramente na cidade chinesa de Wuhan. Antes dessa identificação, a China já havia
informado a Organização Mundial de Saúde, no dia 31 de dezembro de 2019, da ocorrência de uma pneumonia
de causa desconhecida. A primeira morte ocorrida em decorrência desse novo vírus aconteceu no dia 11 de
janeiro de 2020 e, até o dia 24 de janeiro, já haviam sido contabilizadas 26 mortes e mais de 900 casos
confirmados em todo o mundo.
Pesquisadores da Johns Hopkins University criaram um mapa que reúne informações de várias fontes
para rastrear a propagação do vírus ao redor do mundo. O mapa conta com atualizações em tempo real e pode
ser visto
Inicialmente, acreditou-se que a doença era transmitida apenas de animais para humanos. Entretanto,
após o aumento do número de casos, descobriu-se que a transmissão poderia ocorrer também de uma pessoa
para outra. Os sintomas da infecção causada pelo novo coronavírus são: febre, dificuldade respiratória, tosse e
falta de ar. Os casos mais graves podem evoluir para insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave.
ESCOLA MUNICIPAL ANTONIO CUSTÓDIO DATA: ____/____2020
PROFESSORA: Fabiane Ano: 6º Turma: ________
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