Você está na página 1de 1

Menu Newsletter ISSN 1749-8457

Crítica
14 de Março de 2019 Filosofia

Mestria na arte de argumentar


António R. Gomes

A Cigarra Filosófica: A Vida é um Jogo?


de Bernard Suits
Tradução de Vítor Guerreiro
Lisboa: Gradiva, 2017, 312 pp.

Este é o título do original The Grasshoper: Games, Life, and Utopia — um livro curioso e
interessantíssimo, por várias razões. Telegraficamente, pelos problemas que aborda e pelo modo como o
faz. É (mais uma) prova de que, como na introdução salienta Thomas Hurka, se pode fazer filosofia séria
sem o ar grandiloquente e por vezes pouco claro de renomeados filósofos. Pelo seu tema principal, os
jogos, é ainda a aturada tentativa de demonstração prática de que é falsa a ideia [expressamente, de
Wittgenstein e dos “wittgensteinianos terminais” e, secundariamente, dos marxistas, “por
temperamento hostis a qualquer tipo de investigação definicional” (p. 197)] de que a categoria dos jogos,
dada a diversidade de atividades abrangidas por este rótulo, não é formalmente definível; de um modo
mais abrangente, de que as definições não são possíveis: a tese de Suits é que não só são possíveis como
bem importantes para qualquer discussão.
O título evoca o alegre inseto da famosa fábula de Esopo. A escolha é duplamente feliz: contribui
significativamente para o ar jocoso que percorre as quase 300 páginas escritas por Suits; e, como se
verá, é uma bem-conseguida personificação do ideal de existência.
Além da referida introdução (em que Hurka sublinha as linhas gerais da teoria de Suits, com
referências a outros filósofos), de um breve prefácio, dos habituais agradecimentos e da apresentação
dos jogadores do jogo que se seguirá, o livro estrutura-se em quinze capítulos e três apêndices.
Considerando os problemas debatidos, o conjunto é logicamente agrupável em duas partes. A mais
extensa inclui os treze capítulos iniciais (ainda que o primeiro seja um “aquecimento” para o jogo:
apresenta o cenário e… mata a cigarra) e os três apêndices; esmiúça a definição de jogo e segue as
implicações dessa definição, formulando as muitas e mais subentendidas objeções e respondendo-lhes,
analisando outras definições e explicitando os problemas que levantam (com referências a clássicos
como Homo Ludens de Johan Huizinga ou Man, Play and Games de Roger Caillois). Os apêndices
discutem, em ensaios “diretos” de Suits, reações à definição de jogos, incluindo o problema das
definições em geral e o conceito de lúdico).
A segunda, simbolicamente introduzida pela ressurreição da cigarra, abarca os capítulos 14 e 15 e
aplica, filosoficamente, essa definição à vida humana.
Somadas, ambas as partes são o relato de um jogo (num sentido do termo muito do senso comum e
impreciso; se quiséssemos ser rigorosos, depois de terminar a leitura, e concordando com o autor, em
lugar de jogo deveríamos falar em fantasia teatral. No entanto, apoia-me que o autor, antes do jogo,
apresente a lista dos convocados, expressamente ditos jogadores). De um grande jogo filosófico, onde os
intervenientes (cujos nomes fantasiosos, até eles, são criteriosamente escolhidos) disputam ideias. Joga-
se sempre de acordo com a boa prática clássica da discussão filosófica, ao bom modo dos diálogos
platónicos, incluindo este pormenor: como nos ditos diálogos, também aqui há um jogador cuja
supremacia é inegável, por vencer invariavelmente todas as disputas. A cigarra, já se vê — a qual, como
Sócrates na sentença da sacerdotisa de Delfos, é “a mais sábia das criaturas vivas”. Também ela, como
Sócrates, viria a morrer depois de lhe ter sido oferecida uma fuga à morte, que tanto um como a outra
recusaram; morre logo no final do primeiro capítulo, ficando os seus discípulos Scepticus e Prudência
com a tarefa de examinar o legado da mestra e desse modo nos fazerem partícipes dele.
Esta supremacia, por outro lado, é simbólica: simboliza a glorificação da cantoria da cigarra, que
“sacrificaria o que quer que fosse para […] jogar jogos”; do domínio vitorioso do jogo sobre o trabalho e
todas as atividades instrumentais que nele se condensam; da expansão universal de uma atitude que é
residual no mundo presente mas se tornará (ou poderá tornar) permanente no futuro: a atitude
lusória, uma das condições necessárias dos jogos.
Na teoria geral dos jogos de Suits (o prefácio adverte contra a pretensão de que a substância do livro
seja “uma contribuição direta para a área de estudos oficialmente conhecida como Teoria dos Jogos”,
tendo, quando muito, um interesse marginal), o terceiro capítulo do livro é central, na medida em que
nele constrói uma definição de jogo. Partindo de uma definição “bastante plausível” (p. 72), seguem-se
várias tentativas de a “desacreditar”, rejeitadas as quais se conclui que

Jogar um jogo é procurar alcançar um estado de coisas específico [objetivo prelusório], usando apenas
meios permitidos pelas regras [meios lusórios], sendo que as regras proíbem o uso de meios mais
eficientes em favor de meios menos eficientes [regras constitutivas], e aceitando-se as regras somente
porque estas tornam possível essa atividade [atitude lusória]. (pp. 81–82)

Já à venda
Portugal Brasil

Estão apontados os elementos comuns a todos os jogos, sendo que a atitude lusória tem uma função
destacada, na medida em que unifica os outros numa única fórmula (p. 73). É ela que explica a aparente
irracionalidade de (dispondo de meios mais eficientes para realizar uma atividade, como dar um tiro na
cabeça ao adversário numa luta de boxe) se optar por meios menos eficientes. Usando-a como critério,
diferenciam-se atividades aparentemente semelhantes, como é uma corrida de atletas e uma fuga de
ladrões à polícia, em cenários e atividades exteriormente iguais; percebe-se também a diferença entre
jogadores amadores e profissionais (pp. 200–201 e todo o capítulo 13). Por efeito dela, atividades que no
mundo de escassez presente são instrumentais (como a construção de casas) transformam-se em jogos,
mesmo aparentemente permanecendo iguais, num mundo utopiano de plenitude (ver adiante), em que
todas as atividades deixem de ser necessárias para serem possíveis, objeto de opção — como a
moralidade retomada sob a forma de “desportivismo” (p. 246). Da atitude lusória nasce o prazer de
jogar.
O percurso para a definição e as respostas às objeções que a ela se levantam (designadamente, as que
a entendem como demasiado restrita ou, ao invés, demasiado lata) são acompanhados a todo o
momento por exemplificação. Esta análise (no sentido mais forte que a palavra tem) parte de um núcleo
duro de jogos que toda a gente reconhece como tal (xadrez, golfe, basebol…). Havendo consenso em
relação a este grupo, haverá pacificamente intervalo no jogo das discussões; a controvérsia tem lugar
quando Suits considera que atividades comummente (por “toda a gente”) reconhecidas como jogos,
realmente não o são. Ou quando considera que são realmente jogos atividades não reconhecidas
socialmente como tal. Ou quando distingue joguetar/brincar (como “jogar” aos índios e cowboys) de
jogar jogos.
A dificuldade é formulada pelo próprio Suits: “não se deve ignorar o uso das palavras ao investigar
definições, […] nem mesmo o uso que lhes dão as crianças. Mas esse uso não pode ser a última palavra,
ou será que pode?” (p. 136). O problema ganha variantes, sempre que se trata de definir um grupo
constituído por objetos (atividades, no caso) cujos elementos são agrupados em função dessa definição
(por intuição?): incluiremos uma corrida de atletismo no grupo dos jogos, por ela corresponder à
definição de jogo, ou a definição de jogo é posterior a essa inclusão, tendo em conta todos os exemplos
reconhecidos (intuitivamente)? Saindo do ambiente do jogo para exemplos paralelos: Plutão é o nono
planeta do Sistema Solar (como foi considerado, de início) ou um planeta-anão (como foi declarado em
posterior desclassificação)? Ou (escolhendo um tema na berra), a união de pessoas do mesmo género
não constitui uma família, porque não se enquadra na definição tradicional de família, ou esta definição
deverá ser alterada para incluir aquele “novo” tipo de união? No caso do jogo, este problema tem uma
força maior, dado que um jogo é, antes de mais, a ideia do jogo (Henriot). Repetindo: a opção é entre
excluir do grupo dos jogos casos como as danças de roda, por não corresponderem a uma definição de
jogo, ou ampliar a definição de modo a incluir casos como as danças de roda.
Outra dificuldade do trabalho de definição empreendido n’A Cigarra Filosófica resulta de estar em
jogo a definição de algo em constante mutação: ora, num terreno em constante mutação, será possível
uma definição universal rígida (ou teremos aqui mais um golo a favor de Wittgenstein)? Será a
delimitação (operada pela definição) restritiva ao ponto de dificultar ou mesmo impossibilitar a criação
de novos jogos, que não caibam no espaço da delimitação prévia?
Seja o caso dos jogos digitais, compreensivelmente não analisados nas páginas do livro. Neles, além
das vivas imagens apresentadas em ecrã e onde se desenrola a ação visível do jogo, há um outro nível,
em boa parte se não totalmente inacessível ao(s) jogador(es): o do aparelho eletrónico e particularmente
o do programa informático, que controlam a ação visível. Tratando-se de jogos, diz Suits (p. 290),
algumas perguntas terão de ser passíveis de resposta; destaco duas: quais são as regras? O que conta
como fazer batota? Aqui, as respostas são difíceis, se não impossíveis; o “substrato matemático”
possibilita jogos com regras que os jogadores desconhecem — no limite, a programação até possibilita a
batota, sem que os jogadores se apercebam. E há outros pormenores com possível impacto na definição
do que é jogar um jogo, v.g., nos jogos de vídeo, acentua-se uma certa duplicidade, já em gérmen nos
jogos tradicionais, até em jogos populares/simples como o dos matraquilhos: o jogador age sobre e por
meio de um ícone gráfico (digamos, um avatar), por ele colocado em cena e em jogo; além disso, o
jogador sabe que está a jogar, mas tem que se entranhar no jogo a ponto de (quase) haver uma
identificação com o avatar.
Poder-se-ia ainda levantar a questão da (não) existência de objetivo prelusório (ou mesmo lusório:
Suits faz a distinção na p. 75) em jogos como aqueles de níveis sucessivos (de “vidas” sucessivas), onde
parece não haver “um estado de coisas específico alcançável”. Mas o capítulo 12 avança respostas para
essa dificuldade, designadamente, a distinção entre jogos abertos e fechados. Haverá também no livro
respostas para as demais dificuldades anteriormente formuladas?
Seja tão duro quanto for, o empenho de Suits de clarificação, de polemizar ambiguidades e limites do
senso comum, é tão necessário quanto inevitável. Independentemente de jogarmos contra ou na equipa
do autor, quem ganha o jogo é o rigor da análise, o prazer lúdico do exercício filosófico sério, contra
algum reinante facilitismo e nebuloso desleixo intelectual, feito de generalidades ou vacuidades, por
vezes vestido com pompa e circunstância. Foi assim que entendi este exercício de desambiguação: como
um convite implícito a que o mesmo seja feito noutras ocasiões (sempre). Veio parar-me às mãos, em
tempos, um ensaio que se queria uma abordagem filosófica do jogo; eram aí analisados exemplos como
o “jogo do Dasein” — esse mesmo, o de Heidegger. Não espere o leitor encontrar aqui “jogos” tão
profundos — chamemos-lhes assim, em itálico.
No entanto, esse rigor não dificulta, nem impede, que as quase 300 páginas escritas por Suits sejam
puro divertimento. Pelo contrário: com o assumido objetivo cartesiano de partir do simples para o
complexo e a condizer com o assunto do livro, são constantes os exemplos engraçados que ilustram o
aparentemente sinuoso percurso para a pretendida definição de jogo (digamos que os exemplos são uma
espécie de histórias exemplares, exemplares para o que se tem em vista concluir, “para a minha história
chegar a bom porto”, em palavras do autor). Volta e meia, a cigarra muda até de campo (para o campo
adversário), a fim de imaginar jogos apropriadamente divertidos (um bom treino para os desafios da
contra-argumentação), como o seguinte.
No capítulo 3, como já se disse, ficamos a saber que a definição de jogo (de qualquer jogo, portanto)
inclui, como condição necessária, as regras: a função das regras é definir os meios permitidos para
atingir o fim do jogo; privilegiando meios menos eficientes do que seria possível (proibindo, por
exemplo, que se derrubem os jogadores adversários para mais facilmente marcar golos); criando
dificuldade suficientemente razoável para ser um bom jogo, embora não tão difícil que torne o jogo
impossível por ser impossível levá-lo a cabo. No capítulo VI, Ivan e Abdul, dois generais reformados e
elevado, cada qual, ao cargo de embaixador na provinciana capital de Rien-à-faire, tentam inventar e
jogar um jogo sem regras (imagine-se agora a fantasia de dois militares a trabalhar neste exercício!);
após insistentes tentativas, conclui-se que afinal esse jogo tem pelo menos uma regra escondida — de
um modo mais geral, conclui-se pela impossibilidade de um jogo sem regras. Lia o referido capítulo e
espontaneamente associei-o a “A Guerra de 1908”, célebre peça humorística de Raúl Solnado que, tal
como “É do inimigo?”, ridiculariza implacavelmente a guerra. A guerra de Solnado faz-se com regras
combinadas entre as trincheiras inimigas (seja esta: um lado só disparava às segundas, quartas e sextas;
o outro, às terças, quintas e sábados). Sendo pacífico que, tal como é narrada por Solnado, esta guerra
não é uma guerra, terá os elementos necessários e suficientes para ser um jogo? ou será antes uma
brincadeira?
Como já referido, a definição formal dos jogos ocupa uma parte substancial (porventura excessiva?)
d’A Cigarra Filosófica. O restante, menos formal, responde (ou tenta responder) à pergunta que iniciou
este texto: a vida é um jogo? Em outra formulação, que não me parece inadequada à teoria defendida
pela cigarra, a vida tem sentido? e, se tem, qual é?
Na resposta, o jogo ganha uma importância única (chega-se a colocar a possibilidade de a vida ser um
jogo da Providência connosco; ou a Providência escrever, no livro imenso da vida, um tratado sobre
filosofia dos jogos). Ganha o jogo e ganha a cigarra, por razões óbvias: esta apresenta-se como modelo,
como “prefiguração do ideal de existência” (p. 247): “a vida da cigarra é a única vida digna de ser vivida”.
Como ideal, essa vida (esse sentido) projeta-se no futuro — em “um estado de coisas em que as pessoas
se dedicam apenas àquelas atividades que valorizam intrinsecamente” (p. 230). Um estado utópico, ou
melhor, utopiano — o reino da Utopia: um mundo que dispensa toda a atividade instrumental, por ser
um mundo de total abundância de bens, sem qualquer competição, sem governo, sem moralidade, sem
arte, sem cientistas, sem investigação, onde não se pode trabalhar… Em síntese, a “única candidata ao
título de ocupação utopiana” é a atividade de jogar jogos — “o único constituinte possível de que
dispomos para o ideal de existência” (p. 238).
A Cigarra Filosófica poderia ser o gérmen de uma novela (sê-lo-á já?), ou até de um romance. De uma
obra de ficção filosófica, com um final feliz — ao jeito da cigarra, que gosta “de histórias com finais
felizes” (p. 183). Uma espécie de retorno à existência perfeita do Paraíso perdido, agora com o sugestivo
nome de Utopia. Admitindo que o final fosse feliz (e recordando que uma ilha imperfeita, mas real, é
preferível a uma perfeitíssima, mas não existente), apetece perguntar se será um final possível. E, sendo
possível, se será duradouro. Temos indícios de que nem a cigarra acredita na possibilidade de aí
chegarmos; ou, chegando, estaríamos condenados a uma nova expulsão do Paraíso. Auto-expulsão, por
tentação da serpente e pecado nosso, como de certo modo foi a expulsão bíblica; a malfadada serpente,
agora, assume novas figuras: os Diligentes e os Sabujos, saudosos das extintas atividades instrumentais
condensadas no trabalho, tratariam de as fazer renascer.
Diligentes e Sabujos somos todos, pelo menos a maioria: “a maioria das pessoas não quererá passar as
suas vidas a jogar jogos” (p. 250). Triste condição, a humana !, deveríamos, pois, resignadamente
exclamar? Somos, os humanos, de uma natureza intrinsecamente parva (em lugar de originalmente
boa)? Triste existência esta que, tendo ao alcance o Paraíso, o rejeita a favor do trabalho e de atividades
negociantes e destruidoras do ideal de existência! Do sentido da vida. Parvo fado, o da Humanidade!
Por isso, a cigarra (tendo ressuscitado uma vez para em pessoa apresentar a Utopia) morre de novo.
História, afinal, com final infeliz? Diria antes que, ainda que duvidosamente, uma história com final
aberto: a cigarra morre, despedindo-se com um Adeus, que o seu discípulo Scepticus corrige para Au
revoir — um até à vista para um reencontro na morte? Ou, antes, um reencontro em Utopia? Às tantas,
Suits convoca Thomas More e a sua Utopia para um jogo; não deveriam ser igualmente e expressamente
convocados jogadores que ficaram no banco, como Marx e a sua comunista sociedade sem classes? E
Cristo, com a prometida vida eterna, sem qualquer atividade que não seja a bem-aventurada
contemplação do Padre Eterno? Convocado está, esse sim, o leitor: para o jogo (filosófico) da discussão
do sentido da vida…
Entretanto, o que nos resta, para além das tarefas de formigas? Afastados da esperança na perfeição
utopiana, resta, em palavras de Scepticus, que “As pessoas não são nem querem ser, inteiramente
cigarras ou inteiramente formigas, mas uma combinação de ambas”, “figarras ou cormigas” (p. 41).
Resta, amaldiçoadamente, continuar a “comer o pão ganho com o suor do rosto” — e a jogar… uns
joguitos, para compensar a vida danada a que estamos condenados. Ser cigarras tanto quanto
possamos. Convocando outro jogador da mitologia, ser uma espécie de Sísifos felizes: transformar em
jogo o, de outro modo penoso, trabalho de empurrar a pedra até ao cimo da montanha.
Repito-me, em jeito de conclusão: independentemente de concordarmos (ou não) com Suits,
independentemente do interesse que o tema d’A Cigarra Filosófica possa despertar (em não-jogadores
ou em jogadores muito ocasionais, como eu) — estamos perante uma obra que vale (e vale muito) como
exemplo da mestria na arte de argumentar, de o fazer jocosamente sem nunca deixar de o fazer
rigorosamente. E de retomar, mesmo eventualmente entendendo que sem o desenvolvimento desejável
numa obra que expressamente tem um caráter filosófico (toda a teoria do jogo é filosofia?), o problema
do sentido da vida.

António R. Gomes

Topo Início Seguinte

O que procura? Procurar

Epistemologia Estética Ética Filosofia Filosofia da ciência Filosofia da linguagem


Filosofia da mente Filosofia da religião Filosofia política História da filosofia Lógica Metafísica

Dicionário escolar de filosofia Guia das falácias

Newsletter Facebook Blog


Sobre a Crítica Termos de utilização

Copyright © 2019 criticanarede.com


ISSN 1749-8457