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Cartografia dos
territórios culturais de
Campinas
EMEF Pe. Francisco Silva, 2019
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Intenções

n  Incorporar conceitos, metodologias, linguagens e


ferramentas de trabalho do campo da cultura para
potencializar as ações e práticas de PRODUÇÃO DO BEM-
VIVER nos territórios de atuação

n  Processo de aprendizagem coletiva e colaborativa,


enraizado em práticas de reconhecimento dos territórios
culturais que se valem de metodologias de pesquisa
críticas, participativas, situadas e afetivas

n  Produzir conhecimento local, traduzido em produtos


culturais que expressam a voz das comunidades e
favoreçam o convívio, fruição, mediação e reflexão cultural

n  Fortalecer redes de colaboração e potencializar ações


criativas pelo trabalho com a memória, linguagens e
comunicação
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O quê?

n  Incorporar, na prática, metodologias para o


reconhecimento dos territórios culturais de Campinas,
implementando cartografias participativas, críticas e
afetivas que possam ser comunicadas como produtos/
ações culturais-educativas.
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Por quê?

n  Não existe uma cultura em Campinas, mas em cada


região geográfica/administrativa há diversos territórios
culturais vividos concretamente pelos sujeitos. A
efetividade do diálogo entre as políticas públicas e as
populações depende do reconhecimento desses
territórios e paisagens bioculturais, por meio do qual
podemos compreender e colaborar com as
comunidades, incorporando seu protagonismo.

n  Reconhecer esses territórios permite, ainda, visibilizar


os conhecimentos experienciais e a escuta das vozes
presentes na comunidade, sobre a própria realidade.
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Como?

n  Encontros semanais

n  Ponto de partida: conhecimentos e situações concretas

n  Explorar conceitos, metodologias e ferramentas para


cartografar e comunicar os territórios culturais,
segundo seus objetivos de trabalho.

n  Experimentar as metodologias em campo, mapeando


um ou mais territórios culturais em que atue

n  Comunicar em forma de ação ou produto cultural

n  Avaliar o processo de aprendizagem


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Quem, onde, quando?

n  Todos os trabalhadores da EMEF interessados na


proposta são bem-vindos

n  Encontros na EMEF, podendo haver visitas e trabalhos


de campo

n  Segundas-feiras, das 15h30 às 18h – 60 horas/aula

n  Trabalhos aplicados – horas não presenciais para


desenvolver projetos – 30 horas/aula
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Temáticas
n  Apresentação n  Vídeo

n  Cultura 360o, territórios culturais, n  Entrevista e oralidade


proximidade e escuta
n  Teatro comunitário/ do oprimido
n  Mapa prévio (inserção dos
territórios culturais na escola) n  Cultura popular
n  Cartografia social n  Matriz africana em Campinas
n  Cartografia audiovisual (fotografia) n  Hip Hop
n  História oral em audiovisual n  Diversidade
n  Estação memória e rodas de
conversa n  Indígenas em contexto urbano

n  Preservação cultural na
n  Inventários participativos comunicação: circuitos de difusão
cultural
n  Pedagogia Griô
n  Partilha de projetos e avaliação final
n  Fotografia