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FACULDADE DE EDUACAÇÃO SÃO LUÍS

CAROLINA FERREIRA LEITÃO

O POTENCIAL DA MÚSICA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

SINOP – MT
2017
FACULDADE DE EDUACAÇÃO SÃO LUÍS
CAROLINA FERREIRA LEITÃO

O POTENCIAL DA MÚSICA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Artigo Científico Apresentado à Faculdade de Educação


São Luís, como requisito parcial para a obtenção do
título de Especialista em Metodologia do Ensino de
Arte.

SINOP – MT
2017
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O POTENCIAL DA MÚSICA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Carolina Ferreira Leitão1

RESUMO

Este estudo tem por base a preocupação de refletir sobre o potencial da música no desenvolvimento
infantil nas séries iniciais do Ensino Fundamental I, pois a música é, sem dúvida, uma fonte
inesgotável de estímulo, e sua prática estabelece no indivíduo uma sensação de felicidade e estimula
a memória e a inteligência por conceber um universo que conjuga expressão de sentimentos, ideias,
valores culturais, e facilita a comunicação do indivíduo consigo mesmo e com o meio em que ele vive.
Também a música permite ainda uma forma de linguagem acessível a todos, contribuindo para o
desenvolvimento de um nível de escuta mais crítico e prazeroso. Para produção deste artigo fez-se
uso de autores como BECHARA (2009), FRANCHI (2001), SILVA (2002), SOARES (1988), LUFT
(1997), BAGNO (2000), PINHO (2005), TRAVAGLIA (1997), ANTUNES (2007), entre outros.

Palavras-chave: Música. Desenvolvimento. Ensino.

Introdução

O presente trabalho tem como tema o potencial da música no


desenvolvimento infantil. Nesta perspectiva, se construiu questões que nortearam
este trabalho:
 A gramática deve ou não ser ensinada?
 Diante de uma nova metodologia, como seria a reação de
professores e alunos?
Quando se fala no ensino de gramática, primeiramente devemos nos ater ao
que é gramática?
O ensino da gramática é ministrado desde as séries iniciais até o fim do
processo escolar. Franchi (2001) define que “gramática é o conjunto sistemático de
normas para bem falar e escrever, estabelecidas pelos especialistas, com base no
uso da língua consagrado pelos bons escritores”. Portanto o estudo da gramática é
ensinar aos alunos a leitura e a escrita. Segundo Silva, (2002) gramática é “a arte de
ler e escrever”, sendo assim pela lógica seriam esses os objetivos desse ensino, a
escrita e a leitura.
Estudar a gramática é colocar em prática o uso correto da língua que levará
aquele que a estuda a falar e escrever bem (Travaglia, 2001). O professor que
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GRADUADA LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA – UNIVERSIDADE DO NORTE DO PARANÁ
(UNOPAR) POLO SINOP/MT
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domina os diversos tipos de gramática e também as estuda, juntamente com outros


estudos linguísticos na teoria e na prática, sabe da importância em fazer com que os
alunos conheçam a gramática.
É importante ressaltar que o ensino de gramática, deve auxiliar o usuário e
falante no conhecimento de sua própria língua materna, possibilitando-lhe as
características essenciais que pertencem à sua cultura. Deve ser também, um
ensino harmonioso, respeitando a realidade de cada aluno, contextualizando-se,
sem descartar as nomenclaturas, terminologias e regras, as quais são fundamentais
para o desenvolvimento social e cultural dos alunos.
Neste contexto, o objetivo primordial deste estudo é apontar como o ensino
de gramática faz-se necessário ao desenvolvimento da leitura e da escrita do aluno.
Para alcançar os objetivos aqui propostos, fez-se uso de recurso metodológico, a
pesquisa bibliográfica, realizada a partir da análise pormenorizada, de materiais já
publicados na literatura, trabalhos acadêmicos e artigos científicos divulgados no
meio eletrônico.
O texto final fora fundamentado nas ideias e concepções de autores como:
BECHARA (2009), FRANCHI (2001), SILVA (2002), SOARES (1988), LUFT (1997),
BAGNO (2000), PINHO (2005), TRAVAGLIA (1997) e ANTUNES (2007).

Desenvolvimento

Para que possamos analisar e compreender o ensino da gramática, é


necessário realizarmos um estudo sobre a mesma, suas origens, objetivos e suas
contribuições para o aprendizado significativo da linguagem.
A gramática tem sua origem antes da era cristã na escola de Alexandria,
sendo os gregos os pioneiros no estudo gramatical e nas estruturas gramaticais com
objetivo de preservar a pureza da língua grega que estava sendo contaminada por
barbarismos. (LIMA, 2006, p.36). Tal preocupação em proteger a língua, fora
constatado com a presença de diferentes dialetos usados pela população em
relação à língua clássica. Aterrorizados com tais diferenças, os gregos criaram uma
gramática da mesma, com objetivo de garantir sua preservação. Como mostra
Bagno (1999, p.56).
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Quando o estudo da gramática surgiu, no entanto, na antiguidade clássica,


seu objetivo declarado era investigar as regras da língua escrita para poder
preservar as formas consideradas mais “corretas” e “elegantes” da língua
literária. Alias a palavra gramática, em grego, significa exatamente “a arte de
escrever”.

Essa gramática baseou-se nas obras de escritores clássicos que seguiam a


risca a linguagem grega sendo tomadas como padrões a serem seguidos. A criação
da gramática tinha por objetivo a regularização, o estabelecimento de um padrão na
língua escrita. Assim, numa sociedade que passa por diversas transformações, sua
língua materna torna-se o seu maior e mais valioso bem. A prática da gramática
passa a ser um eficiente instrumento para cada indivíduo fazer uso da mesma
podendo construir de forma crítica e responsável o seu conhecimento. Embora
atualmente, a gramática seja vista apenas como uma ditadura de regras e normas
sobre como escrever. Ela não é só regras, normas e nomenclaturas.
O ensino da gramática possibilita e contribui para o desenvolvimento
intelectual os indivíduos de uma determinada sociedade ou grupo social. Um dos
seus maiores dilemas, hoje, é sobre seu ensino nas aulas de língua portuguesa,
porém ao pensarmos em gramática devemos nos ater a alguns questionamentos: O
que é gramática? O que é a gramática normativa? Afinal a gramática deve ou não
ser ensinada nas salas de aula? O ensino nas escolas deve ser pautado na
gramática normativa? As escolas seguem um modelo de ensino de língua
portuguesa arcaico? O ensino da gramática deve ser desconsiderado? A gramática
pela gramática é capaz de ensinar?
Temos que a gramática como afirma Neves (2002, p.49).

“Trata-se de um estudo, que pelas condições de seu surgimento, se limita à


língua escrita, especialmente a do passado, mais especificamente à língua
literária e, mais especificamente ainda, à grega”.

Contudo, ao constatar que a gramática não era capaz de dar conta do uso
real da língua por seus falantes, surgiram novas concepções de gramática. Travaglia
(2009), por exemplo, cita três tipos de gramática: normativa, descritiva e
internalizada.
A gramática normativa lida com os fatos da língua padrão, da norma culta.
Neste modelo, segundo Travaglia (2009, p. 24) “é concebida como um manual com
regras de bom uso da língua a serem seguidas por aqueles que querem se
expressar adequadamente”. A gramática normativa ou tradicional dita às normas
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para o uso da língua e considera erro o uso de quaisquer outras formas da língua.
Segundo Travaglia (2009, p. 25):

As normas de bom uso da língua são baseadas no uso consagrado pelos


bons escritores e, portanto, ignoram as características próprias de língua
oral. Além disso, ignorando e depreciando outras variedades da língua com
base em fatores não estritamente linguísticos, cria preconceitos de toda
espécie, por basear-se em parâmetros, muitas vezes, equivocados, tais
como: purismo e vernaculidade, classe social de prestígio (de natureza
econômica, política, cultural), autoridade (gramáticos, bons escritores),
lógica e história (tradição).

Outro grande escritor discorre sobre a gramática normativa. Segundo Bechara


(2004, p. 31- 32), nesse conceito popular “se baseia o que ordinariamente se chama
de gramática normativa”. Ainda chama atenção para ao que envolve o conceito de
normativo: “Não é um conceito científico, mas pedagógico, pois define gramática
como um conjunto de conhecimentos ou habilidades aprendidos na escola”
(BECHARA, 2004, p. 31-32). Bechara ainda expõe o que o senso comum cita sobre
o conceito de gramática:

A gramática refere-se às regras que uma pessoa deve conhecer para falar e
escrever corretamente uma língua. (BECHARA, 2004, p. 31)

Gramática é um conjunto de informações geralmente aprendidas na escola,


contidas em um livro específico também chamado “gramática”, que nos
ensina, entre outras coisas, a classificar os sons que pronunciamos, as
palavras e suas partes, as orações e seus termos, e a enunciar os
processos usuais na combinação dessas unidades. (BECHARA, 2004, p.
32)

Por sua vez, a gramática descritiva é um conjunto de regras baseado no uso


da língua. Segundo Possenti (1996, p. 65) “é a que orienta o trabalho dos linguistas,
cuja preocupação é descrever e/ou explicar as línguas tais como elas são faladas”.
Esse modelo gramatical é usado para observar as regularidades que caracterizam
as mais diversas variedades linguísticas. Desse modo é visto como erro apenas as
formas ou estruturas que fogem ao funcionamento das variedades da língua.
Para Bechara (2004, p. 33), a gramática descritiva menciona o caráter
científico “que registra e descreve (daí o ser descritivo, por isso não lhe cabe definir)
um sistema linguístico em todos os seus aspectos (fonéticos, fonológicos,
morfossintático e léxico)”. Explora novamente alguns conceitos comuns ao que diz
respeito ao uso da gramática entre estudantes da língua:

A gramática é o que, numa língua, constitui o sistema de unidades ou


conteúdos entre os quais se estabelecem distinções obrigatórias e em
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número limitado. Ela difere do léxico, que é o conjunto das palavras da


língua, listadas em ordem alfabética nos dicionários. (BECHARA, 2004,
p.33)

O sistema gramatical compreende as unidades portadoras de significado e


os recursos formais que regem a combinação dessas unidades nos
diferentes níveis da língua. Neste sentido, a gramática difere da fonologia –
cujas unidades são desprovidas de significado – e do léxico, que é o
conjunto das palavras listadas no dicionário. (BECHARA, 2004, p. 33)

Assim, é possível chegar à conclusão de que, de fato, a gramática pode ser


considerada como uma ampla sistematização da língua.
Por último, a língua é composta por um sistema de normas e é esse sistema
que regulariza o uso de cada uma de suas unidades e estruturas linguísticas. A
língua, portanto é o próprio sistema com inúmeras possibilidades linguísticas que
estão à disposição dos falantes. Saussure, em 1913, se referia à língua como “um
sistema de meios de expressão” (Apud Câmara Jr., 1985: 130).
Esse sistema com inúmeras possibilidades linguísticas é a própria língua e
também se denomina gramática dessa dada língua. Ele está estabelecido na
memória de seus usuários de forma espontânea, pois desde cedo são apresentadas
construções e usos da língua. Logo, todos os falantes de uma dada língua têm
níveis variados de domínio da gramática. A esse domínio dá-se o nome de gramática
internalizada (também chamada de natural, interior, implícita ou intuitiva), são os
conhecimentos prévios que o falante já possui para produzir frases compreensíveis
e reconhecidas. Essa gramática internalizada é aprendida com o simples contato
entre dois ou mais membros de uma comunidade de forma natural através das suas
comunicações e expressões do pensamento.
A aprendizagem dessa gramática internalizada e seu desenvolvimento não
exigem esforço diferenciado do usuário. Ela acontece na prática e no cotidiano, uma
vez que é por meio dela que reconhecemos as estruturas convenientes da língua de
que fazemos uso. É ela quem nos permite ser capaz de dizer que uma estrutura
(ex.: “*Vejo menina uma linda!”) não apresenta coerência, embora possa ser
entendida e outra (ex.: “Me dá um cigarro aí!”) ser considerada correta, uma vez que
para essa forma de gramática o único critério considerado é o de “estar de acordo
com as regras da língua”.
A gramática deve sim ser ensinada nas aulas de língua portuguesa, porém ela
jamais deva ser ensinada em si, pois a gramática pela gramática não ensina
ninguém a falar, ler e escrever com precisão (Antunes, 2007 p. 53). O estudo da
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gramática é importante e deve ocorrer, já que, o aluno que aprende sobre as


estruturas da língua ira utilizá-la de maneira mais consciente (LIMA, 2006). Como
cita Bagno (1999, p. 52) “É claro que é preciso ensinar a escrever de acordo com a
ortografia oficialmente (...)”. Portanto, o dever da escola é ensinar gramática de
forma que o aluno possa fazer uso dela conforme suas experiências vivenciadas no
dia-a-dia. Em seu livro “Língua e Liberdade”, Celso Pedro, afirma que “a língua tem
que viver em perpétua evolução”, assim pode-se entender que o ensino deve
analisar tais evoluções da língua para que haja desenvolvimento da competência
comunicativa de seus falantes.
O ensino de gramática deve-se começar nos anos iniciais de escolaridade,
pois é onde a criança vai desenvolver seu pensamento a partir das novas
descobertas que vão surgindo pelos conteúdos ministrados em sala de aula.
Conteúdos esses que contribuem para o desenvolvimento da fala e escrita. Segundo
Soares (1988):

[...] se faz sim necessário o ensino de gramática, justo para munir os alunos
de um instrumento de luta para inserir-se de modo mais efetivo e eficaz na
sociedade: o uso da linguagem adequado às mais diversas situações
comunicativas em que eles estiverem inseridos, que vão além das situações
escolares e se estendem para quaisquer situações de sua vivência no meio
social.

Como aponta o autor, ensinar gramática não é ater somente a regras e frases
dispersas sem um contexto, mas sim um ensino que visa uma prática mais
prazerosa e gostosa, na qual a criança desenvolve o gosto pelo estudo gramatical e
não somente decore uma lista de regras. Segundo Vygotsky (1999, p. 125) "O
estudo da gramática é de grande importância para o desenvolvimento mental da
criança". A criança, embora domine a gramática de sua língua muito antes de entrar
na escola, uma vez que, sabe organiza sua fala de acordo com a situação em que
se encontra. Deve aprender a gramática em sala, porque permite à mesma estar
consciente do que está fazendo, além de permitir o uso da fala com maior eficácia.
A gramática tem sua importância no ambiente escolar escola através da
escrita e da fala, mesmo porque nos encontramos vivemos num sociedade
contemporânea, que preza por uma boa aprendizagem para se ingressar no
mercado de trabalho. O indivíduo ao fazer uma entrevista para uma função
pretendida no setor privado ou concurso no setor público necessita demonstrar
domínio sobre a língua portuguesa, já que, é exigido dos concorrentes um
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conhecimento contextualizado de gramática, dependendo dessa forma, das regras


da gramática normativa.
Logo temos que a gramática quando trabalhada em sala de aula, desde as
séries iniciais, é capaz de enriquecer o vocabulário do aluno, preparando-o e o
capacitando para uma nova cultura que só pode ser adquirida por intermédio do
conhecimento, o qual engloba a gramática, como norteadora do desenvolvimento
linguístico do cidadão.

Conclusão

O presente trabalho possibilitou melhor compreensão sobre a devida


importância de ensinar gramática, e como é de suma necessidade o seu papel em
sala de aula. Também possibilitou adquirir maior conhecimento sobre a gramática da
Língua Portuguesa, bem como suas estruturas tanto no aspecto coeso, como no
linguístico para o desenvolvimento profissional na área da educação. Pois o maior
de desejo existente entre os autores é que cada educador coloque em prática o
ensino de gramática para que essa seja vista “em uso e para o uso, constatando-se
uma funcionalidade procurando inseri-lo em situações reais ou que se aproximem o
máximo possível da realidade” (Prestes, 1996), logo “o que queremos é salientar
que atualmente faz-se necessário o ensino de gramática, justo para munir os alunos
de um instrumento de luta para inserir-se de modo mais efetivo e eficaz na
sociedade: o uso de linguagem adequada às mais diversas situações comunicativas
em que eles estiverem inseridos, que vão além das instituições escolares e se
estendam em quaisquer situações de sua convivência no meio social”. (Soares)
Assim ensinar língua portuguesa é aprender a mais sublime arte do ser
humano, a capacidade de comunicar-se através de palavras e da escrita, de mostrar
e expressar os seus sentimentos, as suas emoções e os seus pensamentos.
Quando em conjunto com o texto visa atribuir sentido através da entonação, da
pausa, da ênfase que na modalidade escrita é representada e/ou codificada através
dos sinais.
O ensino da gramática consiste também em compreender ainda o sentido das
palavras utilizadas quer seja na língua falada ou escrita. Sendo que, a gramática é
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tão importante para a vida do indivíduo, pois é parte integrante da formação e


crescimento científico do mesmo, já que é ela que embasará os fatos linguísticos
que necessitam de explicação, justificação, exemplos e arguição. Assim, seja na
forma acadêmica ou na condição de alunos e/ou professores, aprender e ensinar
gramática possibilita condições de ampliação do funcionamento de regras que
oficializam e regem a Língua Materna do indivíduo.
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