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Os radicais livres são formados constantemente no metabolismo celular normal e em vários

eventos patológicos. Quando em excesso, eles podem causar a oxidação de moléculas


biológicas. Como mecanismo de defesa, o organismo possui um complexo sistema de proteção
antioxidante. O desequilíbrio entre o desafio oxidativo e a capacidade de defesa antioxidante
denomina-se estresse oxidativo. Os eritrócitos desempenham funções vitais ao organismo que
podem ser comprometidas devido ao estresse oxidativo. Por sua constituição, os eritrócitos
tornamse vulneráveis à lesão oxidativa. Os lipídios insaturados da membrana são altamente
susceptíveis à oxidação e a presença do oxigênio e do ferro, propiciando a formação de
radicais livres. Além disso, são células incapazes de sintetizar novos lipídios e proteínas para
substituir os que foram oxidados. Desta forma, a manutenção dos mecanismos antioxidantes
como as vitaminas E e C, enzimas superóxido dismutase e catalase, sistema glutationa e
metahemoglobina redutase é importante para evitar e reparar as lesões.