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Era uma manhã de sábado. Era um dia típico. Quente, parado, sem vento e de tanto
ociosidade também parecia ser ansioso. E talvez por anseio a manhã houvesse passado bem
rápido. Era quase meio dia quando tudo começou. Chega o táxi e eles foram levados até o
aeroporto. Estava indo viajar, e isso era empolgante para eles. De momento tudo aqui parecia
que iria ser incrível. Algo inesquecível. Mas sempre esperavam o que iria acontecer.

A viagem foi tranqüila e divertida. E realmente tudo conspirava a favor do ótimo


acontecimento. Mas na verdade tudo passava de uma pequena ilusão fingida para aquelas
duas pessoas. Kaio e Zúlia assim se chamavam. Kaio era o tipo de pessoa que às vezes quer ser
certo demais, mas isso acabava o deixando pouco interativo e o tédio rapidamente tomava de
conta. Zúlia também não gostava de puxar conversa, mas adorava conversar e divertia as
pessoas quando conversava, porém havia algo de estranho em tudo aquilo. Zúlia era a garota
mais popular e bonita que se poderia conhecer, apesar do aparelho dentário o sorriso era
encantador e o seu olhar completamente indescritível. Era um charme poder ver suas caras e
bocas e percebia-se uma certeza confiança nisso. Mas é aí aonde vem. Kaio estava
complemente apaixonado por Zúlia. Parecia estranho, mas nos tempos modernos isso era
questão de tempo para tudo se acertar. Apesar dos princípios de Kaio e da fama de Zúlia
NUNCA tudo isso passaria de um desejo vão.

Os dois sempre juntos era tentador. Kaio sempre observa detalhadamente e minuciosamente
cada expressão de Zúlia. Bastante cuidadoso no olhar, observava a beleza dela nos momentos
mais oportunos possíveis. E Zúlia não demonstrava e nunca havia demonstrado qualquer tipo
de atração por Kaio. A tarde foi passando e foram fazer amigos, mas os dois que até então
apenas aparentava se dar bem, não manifestavam qualquer ânimo em relação a viagem.
Então Zúlia percebendo o péssimo ânimo e humor de Kaio começou a tentar animá-lo. Era
uma tentativa de poderem ter mais contato. Ora, se a viagem era para aproximá-los porque
não tentar. Talvez fosse isso que Zúlia pensava. Mesmo assim, com as poucos e frágeis
tentativas de Zúlia, Kaio estava apenas querendo um pouco mais da atenção dela e isso o
matava por dentro. Sim, ele estava muito apaixonado por Ela. Zúlia sempre cuidado muito do
seu cabelo perguntava sempre “Está bom?” e mostrava o cabelo a qualquer um que fosse
sincero em suas críticas. Seu corpo mesmo magrinho mostrava uma sensualidade que poucos
percebiam, mas que pra Zúlia era vergonhoso e isso já encantava Kaio pois via que ela não era
uma garota qualquer e que apesar de suas paranóias, tinham características bastante
peculiares até mesmo se achar magra demais coisa bastante estranha para as meninas dos
dias atuais. Foi chegando a noite e por mais que tudo fosse motivo de atenção os dois não
conseguiam interagir do modo de Kaio pensava que fosse ser. Ele tinha um tic-nervoso no
dedo isso perturbava muito Zúlia. Ele não conseguia de jeito alguma para de mexer os dedos e
isso era intrigante. Percebia-se um ar de aflição de Zúlia quando via Kaio cultucando o celular
abrindo o fechando o menu do aparelho para poder conter seu tic. Kaio, observador nato, fazia
suas próprias conclusões, sobre as coisas, no momento em que via e às vezes por parecerem
conclusões bizarras Kaio sorria consigo mesmo e a curiosidade Zúlia corrosiva. Curiosidade
essa que a fazia pensar muitas e muitas coisas menos que o Kaio ria consigo mesmo
percebendo a agonia de dela por causa do seu tic.
Havia chegado a hora de dormir e Kaio esperava muito essa hora. Ele sabia que seria uma dos
poucos momentos as sós com o Zúlia e ele tentaria aproveitar cada segundo possível perto
dela, afinal, Kaio já sabia tudo que queria dizer, todas as perguntas e para todas as respostas
seus comentários específicos.

Entraram no quarto sem malícia alguma. Ajeitaram-se para dormir e começaram a comentar
sobre a noite:

- Quantos amigos você em por aqui.

- É tenho facilidades com amih ... – Zúlia abriu a boca com sono interrompendo a sua fala. –
amizades.

CJ chamou JC por 3 vezes. E tirou a conclusão, realmente ele estava só naquela noite.

Era uma noite fria, gélida, pavorosa e silenciosa. O som do vento era nítido e a névoa era
densa. Por estar a noite tão monótona, o quarto com o silencio pertubador, podia se escutar o
coração dos dois batendo. Um mais devagar, calmo, tranqüilo, despreocupado e terno. O
outro era acelerado, compulsivo, agonizante e deprimido. Cj pensou tanto nos momentos
entre os dois juntos que não resistiu a todas as decepções e frustrações de seus planos que
sentiu por seu rosto, um pouco inchado já, correu uma lagrima quente no físico mas fria do
sentimento que não era recíproco. Chorou boa parte da noite, seus olhos quase secam e sua
voz já não havia mais. O ar era pesado para seus pulmões e suas emoções arrepiava os
cabelos da nuca. Realmente era decepcionante a tudo o que tava acontecendo com CJ. Amar
alguém que nunca havia demonstrado nada por ele e mesmo assim continuar tentar buscar
atenção de JC sendo certo seu desprezo.

O dia já era claro e todos já havia acordado. Cj tinha motivos para ainda está dormindo. A noite
havia sido pior que tortura russa, ou apedrejamento público. Acordou calado e foi direto ao
banheiro. Demorou a se situar e se olhou por longos e demorados minutos no espelho. Não
queria aparentar e muito menos demonstrar que havia chorado a noite toda. Não era digno
para ele algo desse tipo. E quando escuta aquela doce voz, cheia de charme e sentimento soar
uma palavra apenas: “ - Café?”. CJ já não havia mais se lembrado da noite triste e
desesperadora que teve. Seu coração bateu mais forte e percebeu que JC realmente no fundo
no fundo, se importava realmente com ele. Aceitou e por mais que JC já tivesse tomado o seu
café, CJ teve a honra de ter a pessoa amada como companhia para seu café.

....................... AMANHÃ EU TERMINO, VAMO VER NO QUE ISSO VAI DAR! .........................

ILUVYAYC!