Você está na página 1de 36

UNIDADE REMOTA FLEX

MANUAL DO USUÁRIO

http://www.tsda.com.br tsda@tsda.com.br Skype: suporte.tsda

R5 Setembro/2015
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

SUMÁRIO
SUMÁRIO ......................................................................................................................................................................... 2
LISTA DE FIGURA .............................................................................................................................................................. 4
LISTA DE TABELAS ............................................................................................................................................................ 4
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................................ 5
1.1 SOBRE A TSDA ................................................................................................................................................ 5
1.2 SOBRE A UR FLEX ............................................................................................................................................ 5
2. APRESENTAÇÃO DO PRODUTO ............................................................................................................................. 6
2.1 LISTA DE ACESSÓRIOS DO PRODUTO ............................................................................................................. 6
2.2 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ............................................................................................................................ 6
2.3 SEGURANÇA ................................................................................................................................................... 7
2.4 Painel Frontal ................................................................................................................................................. 7
2.5 Painel Traseiro ................................................................................................................................................ 8
2.6 Ligando sua UR FLEX FX .................................................................................................................................. 9
3. INTERFACE WEB .................................................................................................................................................. 10
3.1 Configurando o Acesso a Interface Web ...................................................................................................... 10
3.1.1 Conexão Ethernet RJ-45 ...................................................................................................................... 10
3.1.2 Conexão Frontal do dispositivo USB .................................................................................................... 10
3.1.3 Conexão REMOTA utilizando VPN e gsm/umts/hspa+ ........................................................................ 11
3.2 Informações do Sistema ............................................................................................................................... 14
3.3 Configuração da Entrada Analógica ............................................................................................................. 14
3.4 Configuração da Entrada Digital ................................................................................................................... 17
3.5 Configuração do Telecomando..................................................................................................................... 18
3.6 Configuração SNMP ...................................................................................................................................... 19
3.7 Configuração DE ENVIO DE Traps ................................................................................................................. 20
3.8 Configuração de APN GSM/UMTS/HSPA+ .................................................................................................... 20
3.9 Configuração dE BANDA GSM/UMTS/HSPA+ ............................................................................................... 21
3.10 Configuração da Interface DE REDE ............................................................................................................. 21
3.11 Configuração USB ......................................................................................................................................... 22
3.12 Configuração WAN ....................................................................................................................................... 22
3.13 Configuração NAT ......................................................................................................................................... 23
3.14 Tabela de Processos do Sistema ................................................................................................................... 23
3.15 Downloads .................................................................................................................................................... 24
3.16 Configuração de Senha de Acesso ................................................................................................................ 24
3.17 Parâmetros de Configuração do Sistema ..................................................................................................... 25
3.18 Configuração das Entradas Virtuais .............................................................................................................. 25

2
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.19 Tabela de PINGS e Verificação de Conectividade ......................................................................................... 26


3.20 Configuração do Sistema de Automação Script Easy ................................................................................... 26
3.21 Página de resumo de medidas - SUMMARY ................................................................................................. 28
ANEXO 1 - COMANDO PING ........................................................................................................................................... 29
ANEXO 2 – COMO FIXAR ENDEREÇO IP ......................................................................................................................... 30
NOTA DE APLICAÇÃO SNMP .......................................................................................................................................... 32

3
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

LISTA DE FIGURA
FIGURA 1 - UR FLEX .......................................................................................................................................................... 5
FIGURA 2 - PAINEL FRONTAL UR FLEX ............................................................................................................................. 8
FIGURA 3 - PAINEL TRASEIRO UR FLEX ............................................................................................................................. 8
FIGURA 4 - INSTALADOR OPENVPN ............................................................................................................................... 11
FIGURA 5 - LOCALIZAR "C:\\PROGRAM FILES" ............................................................................................................... 12
FIGURA 6 - SUBSTITUIÇÃO DAS LINHAS DA CHAVE ....................................................................................................... 13
FIGURA 7 – OPENVPN .................................................................................................................................................... 13
FIGURA 8 - INFORMAÇÃO DO SISTEMA ......................................................................................................................... 14
FIGURA 9 - CONFIGURAÇÃO METERING ........................................................................................................................ 16
FIGURA 10 - INTERFACE ANALÓGICA PCM 4010R1 ....................................................................................................... 16
FIGURA 11 - CONFIGURAÇÃO STATUS ........................................................................................................................... 17
FIGURA 12 - INTERFACE DIGITAL PCM 4009R1 .............................................................................................................. 18
FIGURA 13 - CONFIGURAÇÃO COMMANDS ................................................................................................................... 19
FIGURA 14 - CONFIGURAÇÃO SNMP.............................................................................................................................. 19
FIGURA 15 - LISTA TRAPS ............................................................................................................................................... 20
FIGURA 16 – CONFIGURAÇÃO APN ................................................................................................................................ 20
FIGURA 17 - CONFIGURAÇÃO SIM CARD 1/2 ................................................................................................................. 21
FIGURA 18 - INTERFACE ETHERNET ............................................................................................................................... 21
FIGURA 19 - USB ETHERNET ........................................................................................................................................... 22
FIGURA 20 - CONFIGURAÇÃO WAN ............................................................................................................................... 22
FIGURA 21 - CONFIGURAÇÃO NAT................................................................................................................................. 23
FIGURA 22 - TABELA DE PROCESSOS DO SISTEMA ........................................................................................................ 23
FIGURA 23 - PÁGINA DE DOWNLOADS .......................................................................................................................... 24
FIGURA 24 - CONTROLE DE ACESSO............................................................................................................................... 24
FIGURA 25 - CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA ................................................................................................................... 25
FIGURA 26 - ENTRADAS VIRTUAIS .................................................................................................................................. 25
FIGURA 27 - TABELA SYSTEM IP VERIFICATION ............................................................................................................. 26
FIGURA 28 - CONFIGURAÇÃO SCRIPT EASY ................................................................................................................... 26
FIGURA 29 – PÁGINA DE SUMMARY .............................................................................................................................. 28
FIGURA 31 – PING .......................................................................................................................................................... 29
FIGURA 32 - LINUX USB ETHERNET ................................................................................................................................ 30
FIGURA 33 – INSTALAÇÃO DO ARQUIVO FLEX_USB_DRIVER ........................................................................................ 30
FIGURA 34 - CONEXÃO LINUX USB ETHERNET/RNDIS ................................................................................................... 31
FIGURA 35 - FIXANDO ENDEREÇO IP.............................................................................................................................. 31

LISTA DE TABELAS
TABELA 1 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ............................................................................................................................ 6
TABELA 2 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA ENTRADA ANALÓGICA ........................................................................... 16
TABELA 3 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO .......................................................................... 18

4
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

1. INTRODUÇÃO
1.1 SOBRE A TSDA

A TSDA fornece a solução ideal para monitoramento e controle a distância dos parâmetros de diversos
equipamentos de radiodifusão, sistemas de telecomunicações, energia elétrica entre outras aplicações diversas.

A capacidade do software e equipamentos desenvolvidos pela TSDA oferece a possibilidade de monitorar


parâmetros tais como: potência direta e refletida, tensões e correntes da rede elétrica, temperatura, acionamentos,
comutações, alarmes entre diversos outros, de acordo com a necessidade do cliente.

Fundada em 2001 na cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí, conhecida nacionalmente como o Vale da Eletrônica
Nacional, a empresa possui em seu DNA a vocação para desenvolvimento de tecnologias que somadas à qualidade
dos profissionais oriundos das instituições de ensino técnico e superior local fazem da TSDA uma referencia nacional
e sul-americana no fornecimento de completas soluções de telemetria e controle remoto.

Desde 2007 a TSDA foi contemplada com o certificado de norma internacional ISO 9001-2008, assegurando aos seus
clientes e parceiros, alto nível de qualidade para seus produtos e soluções.

1.2 SOBRE A UR FLEX

A Unidade Remota FLEX (UR FLEX), foi desenvolvida para monitorar e controlar remotamente equipamentos e
infraestrutura, por meio de protocolos avançados de comunicação de uma forma intuitiva e eficaz.

O protocolo de gerenciamento SNMP permite a integração das unidades FLEX em qualquer rede baseada em SNMP
utilizando a conhecida pilha TCP/IP.

Possui incorporado um modem 5-BAND GSM/UMTS/HSPA+ com interface para 02 chips (simcard), ampliando a
disponibilidade de operação do equipamento até mesmo em áreas onde não existe conexão com a internet.

Com um design avançado e prático, a linha FLEX possui indicação visual para facilitar a operação local, como: nível
de sinal celular, condição atual de alarmes, conexão Ethernet e atividade de comunicação SNMP.

Aliada a um poderoso software de monitoramento é possível visualizar todos os parâmetros da UR FLEX em tempo
real e de forma remota. O software também permite com que o usuário receba notificações de alarme através de e-
mail e SMS. Níveis de tensão (0-20[Vdc]), sensores de corrente (0-20[mA] ou 4-20[mA]) contatos secos ou
monitoramento remoto SNMP podem ser integrados
em parâmetros monitorados e ajustados para uma
melhor análise.

A leitura e compreensão deste manual são


recomendadas para você desfrutar de todos os
recursos do produto.

FIGURA 1 - UR FLEX

5
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

2. APRESENTAÇÃO DO PRODUTO
2.1 LISTA DE ACESSÓRIOS DO PRODUTO
 Cabo de rede Ethernet
 Cabo de alimentação
 Cabo de aterramento
 Antena GE 1007E

2.2 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
Dimensões Externas 4,45 cm x 48,26 cm x 16 cm (A x L x P)
Peso 2,20 Kg
Tensão de Entrada 90 – 240 Vac e/ou 12 Vdc
Tensão de saída 12 Vdc
Temperatura de operação 0 a 60 ºC
Umidade máxima 80% não condensado
CONECTORES EXTERNOS
Comunicação com o PC 1 USB Device
RS - 232 1
Ethernet 10/100Mbps 1
ENTRADAS E SAÍDAS DO SISTEMA
Entradas Analógicas (Metering) 8
Entradas Digitais (Status) 8
Saídas Digitais - NA (Commands) 8

TABELA 1 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

A unidade remota FLEX possui várias interfaces de conexão. Para o acesso remoto, o equipamento possui um
modem GSM/UMTS/HSPA+ embarcado com suporte a até dois chips (simcard). A interface ethernet provê acesso
local ou remoto, seja por ADSL ou conexão similar.

Para acesso local exclusivo, a interface frontal USB do equipamento fornece a tecnologia Ethernet-over-USB
(Ethernet Gadget) de fácil configuração e pronto para o uso.

Com um servidor web interno, todas as configurações do sistema podem ser feitas sem um software especifico: você
pode utilizar o seu navegador nativo para configurar os parâmetros de monitoração, verificar o nível de sinal de
celular entre outras funções.

Com as entradas analógicas (0-5[Vdc], 0-20[Vdc], 0-20[mA] ou 4-20[mA]) é possível monitorar qualquer parâmetro
de equipamentos ou condição de ambiente. As amostras de cada entrada são feitas por um conversor A/D com
resolução de 12 bits a cada segundo.

As entradas digitais fornecidas possuem diversas configurações (pull-up, pull-down, maior sensibilidade) e as

6
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

condições de alarme, controle de acesso ou qualquer outra informação pode ser traduzida para estado de ON/OFF.

As saídas para telecomandos são poderosos relés que podem gerenciar cargas diretamente de até 60[W RMS], os
quais podem realizar ações como: reset remoto, aumentar/diminuir potência de um transmissor e até mesmo
acionar a abertura de uma fechadura magnética de uma porta de acesso de forma remota.

O sistema básico possui 8 entradas analógicas, 8 entradas digitais, 8 saídas para telecomandos e 64 entradas virtuais
para monitoração de equipamentos via SNMP. Porém, caso seja necessário aumentar o número de portas, é possível
utilizar um módulo de expansão, assim a unidade remota FLEX passará a possuir 16 entradas analógicas, 16 entradas
digitais e 16 telecomandos.

No caso de falta de energia, a unidade FLEX possui uma entrada 12 [Vdc], a qual pode ser utilizada para a conexão
de uma bateria externa com um sistema de carregador. A unidade FLEX não fornece carga para baterias externas.
Um sistema UPS pode também ser usado para esta finalidade.

Todas essas características fazem da unidade FLEX um poderoso e indispensável equipamento para a monitoração e
controle de equipamentos de forma remota.

2.3 SEGURANÇA

Para melhorar a confiabilidade do sistema, integridade, robustez e segurança das informações transportadas sobre
redes TCP/IP públicas, como GSM/UMTS/HSPA+ e redes ADSL, a unidade FLEX possui embarcado um Cliente VPN
®
(rede virtual privada). A solução OpenVPN foi escolhida para dar suporte a este recurso, uma vez que é uma
plataforma aberta sob a licença Open GL e usa criptografia de 128 bits para fornecer segurança. Também trabalha
com um sistema de compressão para transmitir melhor as informações em redes mais lentas (como redes celulares).
®
O cliente pode facilmente configurar um servidor OpenVPN e configurar suas UR FLEX para utilizá-lo. A TSDA
fornece também esse serviço de servidor de VPN, o que possibilita que o cliente escolha se quer utilizar o nosso
servidor ou um servidor próprio. A VPN também é essencial para estabelecer uma direção de IP FIXA para acessar a
unidade remota, mesmo em redes onde a distribuição de IP´s públicos é dinâmica.

Por padrão, os caminhos de IP da VPN são distribuídos de acordo com o número de série da UR FLEX, exclusivo de
cada equipamento e disponibilizado no mesmo em uma etiqueta branca.

A interface web utilizada para configurar a unidade FLEX possui um controle de acesso com base em autenticação
via usuário e senha. Desta forma o usuário terá acesso e controle sobre os parâmetros do sistema.

2.4 PAINEL FRONTAL

O painel frontal da unidade FLEX fornece informações úteis, como:

 Status: Led de status de operação do sistema. Deve estar sempre piscando. Possui 03 (três) condições:
 50% aceso, 50% apagado, piscando RÁPIDO: indica equipamento BUSCANDO CONEXÃO DE REDE (seja
ethernet, durante o período que o equipamento busca o servidor VPN ou na rede celular, buscando
conexão com a operadora);
 50% aceso, 50% apagado, piscando LENTO - condição exclusiva para redes celulares: conectado à rede
da operadora celular, buscando servidor de VPN para acesso. Nível de sinal exibido no painel frontal;
 PULSANDO LENTO: Indica que o equipamento está conectado servidor de VPN. Pronto para acesso.

7
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

 Telemetry Alarm: Mostra que existem condições de alarme configuradas no sistema, mas não
necessariamente alarmes que existem alarmes ocorrendo.
 Status Alarm: Indica que há alarme ocorrendo em uma ou mais portas digitais (incluindo portas virtuais
digitais SNMP).
 Metering Alarm: Indica que há alarme ocorrendo em uma ou mais portas analógicas (incluindo portas
virtuais analógicas SNMP).
 Serial: Mostra a atividade (TX/RX) na interface serial da aplicação.
 SNMP: Pisca a cada 10 requisições SNMP (requisições get ou set) indicando atividade de comunicação.
 GPRS: Led não mais utilizado pelo equipamento. Deve permanecer apagado constantemente.
 Ethernet: Pisca sempre que os dados são transmitidos via porta Ethernet.
 Signal: Mostra o nível de força do sinal quando o equipamento se registra a rede GSM/GPRS e um chip
(simcard) estão selecionados como uma porta WAN.
 Fail: Quando está em vermelho indica que houve falha no equipamento, podendo ser no processo principal
de inicialização do sistema ou alguma configuração feita de forma errada.

FIGURA 2 - PAINEL FRONTAL UR FLEX

Observação: todas as informações fornecidas no Painel Frontal são apenas para um diagnóstico rápido. Para mais
informações específicas é necessário acessar a interface Web do equipamento, detalhada no capítulo 3.

2.5 PAINEL TRASEIRO

Os sensores são conectados no painel traseiro. Diferentes tipos de portas estão listados a seguir:

 AC Power Cord: Tensão alternada de entrada: 90 - 240 [Vac] – 50/60Hz.


 12 [Vdc] Input: Entrada de tensão DC de 12Vdc. Esta porta não fornece carga para baterias.
 Commands: Saída para telecomandos (NA/CM). Capaz de controlar cargas de até 60W RMS.
 Status: Entrada digital programável. Maiores informações no datasheet da interface digital.
 Metering: Entrada analógica programável. Maiores informações no datasheet da interface analógica.
 Flex Bus: Porta de conexão da unidade de expansão.
 Ethernet: Porta ethernet RJ45 10/100 Mbps.
 USB Hosts: Usado por dispositivos USB, como interfaces de memória.
 RS232 Serial Port: Interface da aplicação para integração de protocolos.
 GPRS: Conector SMA para antena GSM/UMTS/HSPA+ 5-Band.

FIGURA 3 - PAINEL TRASEIRO UR FLEX

8
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

2.6 LIGANDO SUA UR FLEX FX

Antes de ligar o cabo de energia em sua unidade FLEX, fique atento aos seguintes detalhes:

 Caso utilize o modem GSM/UMTS/HSPA+ embarcado, verifique se o chip (simcard) e a antena estão
corretamente inseridos.
 Verifique a conexão dos sensores e cabo de rede.
 Não existe um botão de ON/OFF no equipamento, portanto, uma vez que o cabo de energia seja conectado
ao equipamento, o mesmo irá inicializar o sistema automaticamente.

Durante a inicialização do sistema, pode ser observado que os leds do painel acenderão em sequência e depois se
apagarão. A partir desse momento o sistema estará pronto para acessar e monitorar as entradas e saídas
programadas.

A inicialização do sistema leva de 10 a 15 segundos, dependendo dos parâmetros configurados no sistema. Se algum
erro ocorrer durante a inicialização, o led FAIL ficará vermelho, sendo necessário o acesso à Interface WEB para
checar os detalhes sobre problema ocorrido.

9
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3. INTERFACE WEB

Todos os parâmetros do sistema são configurados com a Interface Web. Esta interface utiliza a porta frontal USB ou
a porta Ethernet, ou acesso remoto utilizando a internet (Ethernet ou GSM/UMTS/HSPA+).

A interface web foi desenvolvida para um acesso rápido e fácil, visando atender conexões através de redes de baixa
velocidade, como as redes celulares.

3.1 CONFIGURANDO O ACESSO A INTERFACE WEB

3.1.1 CONEXÃO ETHERNET RJ-45

 Por padrão de fábrica, a unidade FLEX já está configurada com dois endereços fixos de IP na
mesma porta ethernet, são eles: 192.168.1.94 e 192.168.1.97 (A máscara de rede é:
255.255.255.0).
 A funcionalidade de cliente DHCP da unidade FLEX não vem habilitada de fábrica. Portanto a
primeira coisa que deve ser feita é fixar o endereço IP do seu computador na mesma faixa de
rede que a remota (Exemplo: 192.168.1.100).
 Conecte um cabo diretamente entre o computador e a unidade FLEX.
 Verifique no painel frontal se o led indicador ‘Ethernet’ está aceso ou se está piscando. Caso
isto não esteja ocorrendo, troque seu cabo ethernet e verifique sua conexão.
 Abra o navegador e digite o IP da unidade FLEX na barra de endereços (Exemplo: 192.168.1.94
ou 192.168.1.97).
 Os campos de usuário e senha são obrigatórios para o acesso da interface web. Por padrão de
fábrica, os valores são:

Usuário: tsda
Senha: 123456

 Caso ocorra alguma falha que impeça o acesso à Interface WEB, siga os passos abaixo:
 Verifique a conexão dos cabos entre o computador e a unidade FLEX.
 Envie um comando de ping para a remota para checar a conectividade (Exemplo: ping
192.168.1.94 ou ping 192.168.1.97). Para saber mais detalhes sobre o comando ping,
veja anexo 1.
 Verifique se o led indicador ‘Ethernet’ está aceso ou piscando.
 Se mesmo assim o problema persistir e não houver resposta de ping, entre em
contato com o suporte técnico de sua empresa para checar a configuração de rede.

3.1.2 CONEXÃO FRONTAL DO DISPOSITIVO USB


 Ao conectar o cabo USB entre o computador e a porta frontal da unidade FLEX, o sistema
operacional apresentará um erro acusando falha na instalação do driver. Para resolver este
problema basta acessar a área do “Gerenciador de Dispositivos” do sistema operacional
Windows e encontrar o nome do driver que não foi instalado corretamente (o driver
apresentará um ponto de exclamação indicando que está com problemas). Ao encontrar,
clique duas vezes sobre o nome e selecione ‘Atualizar Driver’. O driver se chama ‘RNDIS
Gadget’ e se encontra dentro do CD de instalação que é fornecido com a unidade FLEX.

10
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

 Por padrão de fábrica, esta conexão possui o endereço de IP 10.0.0.1 (Máscara:


255.255.255.0).
 Ao finalizar a instalação do driver é necessário configurar a interface de rede do computador
para que ele esteja na mesma rede que a unidade remota. Para fazer isto, vá até “Painel de
Controle” do sistema operacional Windows, “Conexões de Rede”, encontre a nova interface de
rede que foi criada (chamada de Linux Ethernet Gadget) e fixe o endereço IP para 10.0.0.10.
Para mais informações de como fixar endereço IP, veja Anexo 2.
 Abra seu navegador e insira o endereço IP da unidade FLEX (10.0.0.1).
 É obrigatório preencher os campos de usuário e senha para acessar a interface web. Como
padrão de fábrica, os valores que devem ser inseridos são:

Usuário: tsda
Senha: 123456

 Se não for possível acessar a interface web, seguir novamente os procedimentos listados
acima, pois, algum procedimento pode ter falhado.

3.1.3 CONEXÃO REMOTA UTILIZANDO VPN E GSM/UMTS/HSPA+

Para acessar a unidade FLEX usando a rede GSM/UMTS/HSPA+ e conexão VPN, seguir o passo a passo a seguir.
1. Efetuar o download do arquivo que se encontra neste link: "http://www.tsda.com.br/downloads/openvpn-
2.2.2-install.exe".
2. Executar o instalador.

FIGURA 4 - INSTALADOR OPENVPN

 Clique em Executar;
 Abrirá uma tela com a seguinte descrição: “Welcome to the Open VPN 2.2.2 Setup Wizard”,
clique em Next;
 Abrirá uma tela com a seguinte descrição: “License Agreement”, clique em I Agree;
 Abrirá uma tela com a seguinte descrição: “Choose Components”, clique em Next;

11
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

 Abrirá uma tela com a seguinte descrição: “Choose Install Location”, clique em Install. Aguarde
a Instalação. Neste passo observe atentamente em qual pasta destino será instalado o
programa OpenVPN;
 Quando a instalação estiver completa aparecerá uma tela com a seguinte descrição:
“Installation Complete”, clique em Next;
 Aparecerá uma tela com a seguinte descrição: “Completing the Open VPN 2.2.2 Setup Wizard”,
Desmarque a opção “Show Readme” e selecione Finish.
3. Após finalizar a instalação, solicite ao suporte TSDA as chaves de acesso à VPN.
4. Com as chaves, vá até a pasta onde o programa OpenVPN foi instalado e entre na pasta Config.
5. Copie e cole as chaves disponibilizadas pela TSDA nesta pasta.
6. Clique com o botão direito sobre o arquivo NOME_DA_SUA_CHAVE.ovpn e abra o arquivo com o programa
bloco de notas.
7. Devem ser realizadas alterações nas linhas 90, 91 e 92. Para facilitar a busca, procure pela seguinte frase:
"C:\\Program Files”.

FIGURA 5 - LOCALIZAR "C:\\PROGRAM FILES"

8. Ao encontrar, substitua as linhas pelo seguinte texto:

ca "C:\\PASTA_DE_INSTALACAO\\OpenVPN\\config\\ca.crt"
cert "C:\\PASTA_DE_INSTALACAO\\OpenVPN\\config\\NOME_DA_SUA_CHAVE.crt"
key "C:\\PASTA_DE_INSTALACAO\\OpenVPN\\config\\NOME_DA_SUA_CHAVE.key"

Lembrando que: "PASTA_DE_INSTALACAO" se refere ao local escolhido para instalar o software OpenVPN, e
que "NOME_DA_SUA_CHAVE" é o nome da chave criada pela TSDA.

12
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

FIGURA 6 - SUBSTITUIÇÃO DAS LINHAS DA CHAVE

9. Ao efetuar as alterações, salve e feche o arquivo.


10. Clique com o botão direito em cima do arquivo NOME_DA_SUA_CHAVE.ovpn e selecione Abrir com ->
Escolher programa padrão.
11. Uma lista irá surgir, clique em Procurar, vá até a pasta de instalação do OpenVPN -> bin -> openvpn, clique
em Open e logo em seguida selecione Ok. Abrirá uma tela parecida com a figura abaixo.

FIGURA 7 – OPENVPN

Observações:
 Ao abrir este arquivo, o mesmo deve permanecer aberto durante todo o tempo em que o cliente
desejar monitorar o equipamento.
 Ao reiniciar o computador, o programa do OpenVPN não inicializará automaticamente.

13
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.2 INFORMAÇÕES DO SISTEMA

A qualquer momento é possível alterar a descrição IDENTIFICATION e o nome escolhido aparecerá no topo da tela. É
uma maneira mais fácil de identificar o equipamento.

Date & Time Settings são ajustados automaticamente baseados no parâmetro NTP Client – Servidor de Data e Hora.

WAN Network Status mostra três opções para conexão WAN. Se uma ou mais opções estão desabilitadas (veja
Configuração WAN) elas irão aparecer na cor cinza. Se a unidade FLEX está conectada utilizando uma opção
habilitada, ela irá aparecer com uma cor verde de fundo.

Ethernet Network mostra os endereços IP Ethernet1 e Ethernet2 e o IP real GSM, se a interface GSM/GPRS estiver
em uso.

Outros parâmetros são mostrados, como temperatura interna, tensão de alimentação e versão do sistema (firmware
e banco de dados).

FIGURA 8 - INFORMAÇÃO DO SISTEMA

3.3 CONFIGURAÇÃO DA ENTRADA ANALÓGICA

Para iniciar a configuração da Entrada Analógica, clique em Configuration -> Metering, selecione Enable Selected
Port, depois de selecionado, siga as instruções abaixo.

 Description: Descrição do uso da porta. Esta entrada será referenciada por esta descrição no
sistema de monitoramento e relatórios de alarme.
 Value: Medida instantânea para a entrada analógica. O valor apresentado é o resultado da
conversão do A/D de 12 bits para o sinal de entrada, ajustada pela curva e pela escala de

14
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

medição. Para atualizar o valor, basta clicar no botão “Refresh”.


 Port Condition: Localizado ao lado direito do campo Value, mostra a condição de alarme para
a entrada basta clicar no botão “Refresh” para atualizar. Os possíveis valores são:
 FAIL: Indica falha durante a leitura para esta entrada Analógica. Se essa entrada for
da unidade de expansão e não possuir uma, a condição apresentará o valor FAIL. Se a
entrada estiver fora do range de operação, por exemplo, trabalhando com um sensor
4-20[mA], e o valor estiver abaixo de 4[mA] ou acima de 20[mA], apresentará o valor
FAIL também.
 NO ALARM: Semalarm/warning ativado para esta entrada analógica.
 OK: Alarm/warning ativado para essa entrada analógica. Representa alarme atual.
 WARNING LO/HI: O valor do alarme chegou próximo da distância mínima ou máxima
para a condição de alerta.
 ALARM LO/HI: O valor atual chegou ao valor mínimo ou máximo da condição de
alarme.
 Metering Input Range:
 Minimum: A faixa mínima de valores. Representa o valor 0[Vdc] (entradas analógicas
0-20[Vdc]) ou 4[mA] (entradas analógicas 4-20[mA]).
 Maximum: A faixa máxima de valores. Representa o valor 20[Vdc] (entradas
analógicas 0-20[Vdc]) ou 20[mA] (entradas analógicas 4-20[mA]).
 Unit: Utilizada para representar a unidade de medida para a entrada (exemplo:
Watts, Volts, Degress, etc.).
 Curve: Equação para ser aplicada no valor do A/D, para a linearização. Exemplo de
sintaxe: “(8.53*10^-6)*x^3-0.004674*x^2+1.6235*x+0.23)”. Valor padrão: “x”.
 Enable Datalogger: Habilita a unidade FLEX a registrar os valores das entradas analógicas
periodicamente. A frequência é especificada em segundos (taxa de amostra).
 Activate Metering Alarm:
 Minimum/Maximum: Permite o monitoramento de alarme para a esta entrada. Se o
valor pertencer ao intervalo especificado, a unidade FLEX envia TRAP’s ou INFORM’s
para reportar a condição.
 Hysteresis: Valor aceitável de variação da medida para reportar o alarme.
 Delay: Tempo (em segundos) para confirmar a condição do alarme.
 Category: Seleciona a lista de endereços de IP para reportar a condição de alarme.
 Activate Warning Alarm:
 Minimum/Maximum: Permite o monitoramento de alerta para esta entrada
analógica. Se o valor for do intervalo especificado, a unidade FLEX envia TRAP’s ou
INFORM’s para reportar a condição.
 Category: Selecione a lista de endereço IP para reportar este tipo de alerta.
 Save and Go: Este botão salva todas as configurações da Entrada Analógica selecionada e vai
para a próxima a ser configurada.

15
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

FIGURA 9 - CONFIGURAÇÃO METERING

A interface analógica PCM 4010R1 é responsável pela adequação dos sinais analógicos que serão utilizados nas
Unidades Remotas Série Flex. A adequação dos sinais analógicos tem como finalidade a tensão da entrada analógica
na placa Metering. Esta Tensão varia de 0 a 5Vdc, que é a tensão na qual o software faz a leitura e reconhece os
comandos.

Sua configuração de entrada é customizável e independente, o que possibilita o interfaceamento direto com os mais
variados níveis de tensão. Através do potenciômetro é possível ajustar os níveis de tensão. Para saber mais
informações sobre condições de operação, ver TABELA 2.

Potenciômetros

FIGURA 10 - INTERFACE ANALÓGICA PCM 4010R1

Mínimo Típico Máximo


Impedância de Entrada 47 KΩ >300KΩ
Tensão de Entrada (atenuação) 2,16 Vdc 26 Vdc
Tensão de Entrada (s/ atenuação) 0,24 Vdc 3,3 Vdc
Corrente de entrada (9 Vdc) < 40 µA 190,3 µA
Tensão de Saída 3,3 Vdc

TABELA 2 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA ENTRADA ANALÓGICA

16
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.4 CONFIGURAÇÃO DA ENTRADA DIGITAL

Para iniciar a configuração da Entrada Digital, clique em Configuration -> Status, selecione Enable Selected Port,
depois de selecionado, siga as instruções abaixo.

 Description: Descrição do uso da porta. Esta entrada será referenciada por esta descrição no
sistema de monitoramento e relatórios de alarme.
 Description ON/OFF: Descrições adicionais para ajudar a gerenciar as informações adicionais.
 Value: Valor imediato para esta entrada de estado (0 – OFF ou 1 – ON). Para atualização do valor,
basta clicar no botão atualizar.
 Port Condition: Localizado ao lado direito do campo Value, mostra a condição de entrada para
essa entrada digital, basta clicar no botão “Refresh” para atualizar. Os possíveis valores são:
 FAIL: Indica falha durante a leitura para esta entrada Digital. Se essa entrada for da
unidade de expansão e não possuir uma, a condição apresentará o valor FAIL.
 NO ALARM: Sem alarmes ativados para esta entrada Digital.
 OK: Há uma condição de alarme ativada para esta entrada Digital, mas o valor real
não é a condição de alarme especificada.
 ALARM: O valor real para esta entrada Digital é a condição especificada para alarme.
 Enable Datalogger: Habilita a unidade FLEX para registrar o valor para esta entrada digital
periodicamente. A frequência é especificada em segundos (taxa de amostragem).
 Activate Status Alarm:
 Alarm State: Habilita a monitoração para esta entrada Digital e define a condição de
alarme (0 – OFF ou 1 – ON). Se o valor real corresponde a essa entrada Digital, esta
condição de alarme será reportada.
 Delay: Tempo (em segundos) para confirmar a condição de alarme.
 Trap Category: Seleciona a lista de endereços de IP para reportar a condição de
alarme.
 Save and Go: Este botão salva todas as configurações da entrada Digital selecionada e vai para
a próxima a ser configurada.

FIGURA 11 - CONFIGURAÇÃO STATUS

A interface digital PCM 4009R1, FIGURA 12, é responsável pela adequação dos sinais digitais que serão utilizados nas
Unidades Remotas Série Flex. A adequação dos sinais digitais tem como finalidade ajustar a tensão na entrada da
placa Status. Esta Tensão varia de 0 a 5Vdc, que é a tensão na qual o software faz a leitura e reconhece os
comandos. Quando o software faz a leitura e reconhece como nível lógico alto (Exemplo: 3,8 Vdc) ele faz a

17
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

conversão para valores em 12 bits.

Suas configurações de entrada são customizáveis e independentes que possibilitam o interfaceamento direto com os
mais variados níveis de tensão, permitindo a ativação de resistores de Pull up e Pull down.

Os resistores de Pull up estão referenciados com a tensão Vcc e quando ativados a tensão está conectada em uma
das portas Status. Os resistores Pull down estão referenciados e conectados com o GND (terra).

Quando habilitado um resistor Pull up é importante que o resistor Pull down esteja desabilitado e vice-versa. Para
saber mais informações sobre condições de operação, ver TABELA 3.

Pull up

Pull down

FIGURA 12 - INTERFACE DIGITAL PCM 4009R1

Mínimo Típico Máximo


Impedância de Entrada 15 KΩ >100KΩ
Tensão de Entrada (atenuação) 7,91 Vdc 15,9 Vdc
Tensão de Entrada (s/ atenuação) 2,55 Vdc 5 Vdc
Corrente de entrada (9 Vdc) 155,7 µA 173 µA 190,3 µA
Resistor de Pull up 15 KΩ
Resistor de Pull down 15 KΩ
Tensão de Saída 4,85 Vdc

TABELA 3 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO

3.5 CONFIGURAÇÃO DO TELECOMANDO

Para configurar o Telecomando, clique em Configuration -> Commands, selecione Enable Selected Port, depois de
selecionado, siga as instruções abaixo.

 Description: Descrição do uso da porta. Esta entrada será referenciada por esta descrição no
sistema de monitoramento e relatórios de alarme.
 Description ON/OFF: Descrições adicionais para ajudar a gerenciar as informações adicionais.
 Value: Valor imediato para esta entrada de estado (0 – OFF ou 1 – ON). Para atualização do valor,
basta clicar no botão atualizar.

18
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

 Enable Datalogger: Habilita a unidade FLEX para registrar o valor para estetelecomando
periodicamente. A frequência é especificada em segundos (taxa de amostragem).
 Pulse Command: Se marcado, o Telecomando será alterado somente durante o período
especificado (em milissegundos). Depois disso, a saída retorna ao estado original.
 Trap Category: Seleciona a lista de endereços IP usada para relatar esta condição de alarme.
 Save and Go: Este botão salva todas as configurações do Telecomando selecionado e vai para o
próximo a ser configurado.

FIGURA 13 - CONFIGURAÇÃO COMMANDS

3.6 CONFIGURAÇÃO SNMP

Para configuração do SNMP, clique em Configuration -> SNMP -> Config. A UR FLEX permite a configuração somente
das comunidades de leitura, escrita e traps. A versão do agente SNMP (V2c) é apenas informativa e não pode ser
alterada.

FIGURA 14 - CONFIGURAÇÃO SNMP

19
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.7 CONFIGURAÇÃO DE ENVIO DE TRAPS

Para configurar a Lista de Traps clique em Configuration -> SNMP -> Traps. É possível configurar até 10 listas para
envio de Traps, cada uma com até cinco endereços de IP de destino. Estas listas podem ser renomeadas para um
nome que facilite a identificação. A lista “Trap 01 – System Events” é sempre utilizada para traps referentes a novos
arquivos criados no datalogger. Caso deseje não utilizar estes relatórios, basta deixar os destinatários da “Trap 01 –
System Events” em branco. Se o campo ‘Confirm’ estiver selecionado, a UR FLEX continuará enviando a TRAP até
receber uma confirmação de recebimento por parte do destinatário, mesmo se o equipamento for reiniciado.

FIGURA 15 - LISTA TRAPS

3.8 CONFIGURAÇÃO DE APN GSM/UMTS/HSPA+

Para a configuração da APN clique em Configuration -> Network -> APN. As configurações de APN dependem de
cada operadora. Contate sua operadora ou o suporte técnico da TSDA para verificar os parâmetros corretos para sua
localidade. Estes parâmetros já saem pré-configurados para as principais operadoras do Brasil.

FIGURA 16 – CONFIGURAÇÃO APN

20
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.9 CONFIGURAÇÃO DE BANDA GSM/UMTS/HSPA+


Depois de configurar os parâmetros de APN para a sua operadora, é necessário selecionar a Operadora do simcard
em uso e a frequência de operação para sua localidade. Para estas configurações, clique em Configuration ->
Network -> GPRS1/2. É possível verificar o nível de sinal celular na tela, se a unidade FLEX estiver utilizando uma
conexão celular.

FIGURA 17 - CONFIGURAÇÃO SIM CARD 1/2

3.10 CONFIGURAÇÃO DA INTERFACE DE REDE

É possível atribuir dois endereços IP distintos para a mesma porta Ethernet. Isto é recomendado quando a unidade
FLEX estiver agindo como um roteador. A interface Ethernet1 deve sempre ser configurada para a conexão com a
internet (se disponível). É obrigatório configurar o IP do Gateway e DNS. A interface Ethernet2 pode ser configurada
para acessar uma rede diferente, com a finalidade de prover o acesso ao equipamento local. Desta forma é possível
criar duas redes isoladas, sendo uma com acesso a internet e outra protegida. Neste caso é possível criar regras NAT
na configuração NAT. Para configuração da Ethernet1/2, clique em Configuration -> Network -> Ethernet1/2.

FIGURA 18 - INTERFACE ETHERNET


Observação: É importante nunca configurar mais de uma interface de rede na mesma rede lógica (IP e Máscara),
com exceção da Ethernet1 e da Ethernet2, porque eles compartilham a mesma camada física. Mas USB e VPN devem
ser configurados em redes diferentes.

21
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.11 CONFIGURAÇÃO USB

Para configuração USB clique em Configuration -> Network -> USB. Caso haja necessidade é possível mudar o
endereço IP padrão para a conexão USB.

FIGURA 19 - USB ETHERNET

Observação: É importante nunca configurar mais de uma interface de rede na mesma rede lógica (IP e Máscara),
com exceção da Ethernet1 e da Ethernet2, porque eles compartilham a mesma camada física. Mas USB e VPN devem
ser configurados em redes distintas.

3.12 CONFIGURAÇÃO WAN

A unidade FLEX suporta até três rotas para se conectar a internet: Interface Ethernet1, GSM/GPRS SIM card 1 e
GSM/GPRS SIM card 2. É importante configurar com opções realmente disponíveis e na sequência de prioridade. Se
uma rota ou mais não são utilizadas pela unidade FLEX, é necessário desabilitá-la. A qualquer momento, se a
conexão falhar mais vezes do que o valor aceitável (veja System IP Verification, tópico 3.19), a rota de conexão é
alterada. O valor do TTR (tempo de retorno) se refere ao tempo em minutos que uma rota secundária será utilizada
antes do retorno para a rota principal, desde que não haja falha de conexão nesta rota. O valor 999 no parâmetro
TTR, significa que o retorno só acontecerá se a conexão falhar (sem limite de tempo).

FIGURA 20 - CONFIGURAÇÃO WAN

22
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.13 CONFIGURAÇÃO NAT

A unidade FLEX pode agir como um roteador de rede, enviando pacotes vindos de uma determinada interface para
outra. Escolha o protocolo desejado (TCP ou UDP) em PROTOCOL, defina a fonte de entrada dos pacotes em
SOURCE IP, e a porta pela qual entrarão os pacotes em SRC PORT, defina para qual destino serão enviados os
pacotes em DESTINATION IP e finalmente a porta de entrada no destino em DEST PORT. Em seguida, clique em
“ADD” e “Save” para aplicar as novas rotas de encaminhamento.
Para remover uma regra criada, selecione-a na lista e clique no botão “Remove” e em seguida no botão “Save”.

FIGURA 21 - CONFIGURAÇÃO NAT

3.14 TABELA DE PROCESSOS DO SISTEMA

Esta tabela mostra os processos em execução na unidade FLEX, semelhante ao Gerenciador de Tarefas em
plataformas Windows. É possível verificar a versão do processo e outros parâmetros. Não é recomendado fazer
quaisquer alterações na configuração desta tabela, pois, a funcionalidade do sistema será comprometida.

FIGURA 22 - TABELA DE PROCESSOS DO SISTEMA

23
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.15 DOWNLOADS

É possível baixar uma cópia de segurança da configuração do banco de dados da unidade FLEX. Os outros arquivos
que aparecem na tela são arquivos de datalogger e podem ser baixados automaticamente usando o software de
gerenciamento da TSDA: SYNAPSE SYSTEM. Estas informações estão salvas em arquivos de texto compactados em
formato “.gz” e registram as informações das leituras de acordo com as configurações de amostragem do datalogger
definidas para cada porta.

FIGURA 23 - PÁGINA DE DOWNLOADS

3.16 CONFIGURAÇÃO DE SENHA DE ACESSO

Nesta tabela é possível alterar, incluir e até mesmo remover configurações de usuário e senha para acesso à página
web da Flex.

FIGURA 24 - CONTROLE DE ACESSO

24
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.17 PARÂMETROS DE CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA

System Configuration Parameters é utilizado para configurar o sistema NTP Client, Metering Input Type e
velocidades de varredura do sistema. NÃO ALTERE NENHUM PARÂMETRO, a menos que tenha certeza do que está
fazendo.

FIGURA 25 - CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA

3.18 CONFIGURAÇÃO DAS ENTRADAS VIRTUAIS

Leitura e processamento de parâmetros SNMP de equipamentos compatíveis com este protocolo. É necessário
conhecer os endereços IP dos equipamentos que se deseja monitorar e o OID (Object Identfier) da medida. É
importante que uma das interfaces de rede da unidade FLEX esteja na mesma rede do equipamento monitorado.
Para mais informações sobre parâmetros SNMP, veja Nota de Aplicação SNMP.

FIGURA 26 - ENTRADAS VIRTUAIS

25
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.19 TABELA DE PINGS E VERIFICAÇÃO DE CONECTIVIDADE

Há duas diferentes funções para a tabela System IP Verification: a primeira (obrigatória) é para conferir a conexão
WAN, enviando ping para um endereço IP. Se o ping falhar mais vezes q o MAX LOST, a unidade FLEX decidirá
automaticamente por trocar a rota WAN (se houver mais do que uma rota configurada).

A segunda função para System IP Verification é enviar o ping para os equipamentos locais e gerar TRAP, caso o ping
não responda. Desta forma a unidade FLEX pode monitorar um equipamento na rede local mesmo que ele não
possua SNMP, usando somente o protocolo ICMP (ping).

FIGURA 27 - TABELA SYSTEM IP VERIFICATION

3.20 CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA DE AUTOMAÇÃO SCRIPT EASY


Esta tabela é utilizada para automatização de comandos. Com o Script Easy pode-se realizar o acionamento de
telecomandos definidos a partir da análise das CONDIÇÕES DE ALARME das portas Metering, Status, Virtuais. Um ou
mais comandos do equipamento podem ser automaticamente acionados em condições pré-determinadas.

FIGURA 28 - CONFIGURAÇÃO SCRIPT EASY

26
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

Para iniciar a configuração do Script Easy, selecione Enable Selected Script, depois de selecionado, siga os passos
abaixo.

 Description: Descrição do Script selecionado. O Script será referenciado por esta descrição no
sistema de monitoramento e relatórios de alarme.
 Logic: Lógica interna usada para comparação entre as medidas em análise. Podemos escolher
entre lógica “OR”, onde quando pelo menos uma das condições selecionadas for atendida, os
comandos programados serão executados; ou lógica “AND”, onde todas as condições
selecionadas precisam ser atendidas para que os comandos programados sejam executados;
ou lógica “SCHEDULE”, onde se pode escolher a hora inicial e final para as condições
selecionadas.
 Status: Mostra a condição de atendimento da lógica estabelecida, basta clicar no botão
“Refresh” para atualizar. Os possíveis valores são:
 Disabled: Indica que o Script selecionado está desabilitado.
 FAIL: Indica falha durante a leitura de medida inserida no campo de análise.
Verifique na página relativa às medidas analisadas qual delas está em condição
de FAIL.
 Answered: Condição de Análise foi ATENDIDA. Os comandos inseridos no campo
Commands Executed foram acionados pela função de Script.
 Not Answered: Condição de Análise NÃO foi ATENDIDA. Comandos inseridos no
campo Commands Executed não foram acionados pela função de Script.
 Measures in Analisys / Condition: Neste campo são selecionadas as medidas que serão
analisadas pela função de Script e suas condições de alarme desejadas para o
acionamento da função Script.
 Comands Executed: Neste campo são selecionados os comandos que serão acionados
automaticamente pela função Script quando o mesmo for atendido.
 Alarm Trap Category: Seleciona a lista de endereços IP utilizada para relatar as condições
de atendimento deste Script.
 Save and Go: Este botão salva todas as configurações do Script selecionado e vai para o
próximo a ser configurado.

27
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

3.21 PÁGINA DE RESUMO DE MEDIDAS - SUMMARY

Nesta página se tem um rápido acesso à todas as portas configuradas no equipamento, bem como a leitura
constante de seus valores e condições de alarmes. Pode ser utilizada para quando se faz a calibração das portas
analógicas (ajuste de ganho) e/ou para testes com os sensores instalados. As informações nesta página são
atualizadas automaticamente a cada 1 segundo, sem necessidade de pressionar nenhum botão ou tela.

FIGURA 299 – PÁGINA DE SUMMARY

28
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

ANEXO 1 - COMANDO PING


Para enviar um comando de Ping para verificar a conectividade da remota, siga os passos abaixo.
1. Clique em iniciar -> executar;
2. Conforme figura abaixo digite cmd e clique em ok;

FIGURA 30 – EXECUTAR

3. Aparecerá uma janela conforme figura abaixo. Digite ping e o endereço de IP da remota de acordo com o
item 3.1.1 e aperte enter.

FIGURA 301 – PING

29
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

ANEXO 2 – COMO FIXAR ENDEREÇO IP


Para fixar endereço IP, siga os passos abaixo. Primeiro é necessário instalar o arquivo FLEX_USB_Driver.
1. Acessar o link http://www.tsda.com.br/downloads e baixe o arquivo FLEX_USB_Driver.zip;
 Conecte a UR FLEX FX ao seu computador através do cabo USB Ethernet;
 Ao conectar, aparecerá a seguinte tela:

FIGURA 312 - LINUX USB ETHERNET

Selecione a opção Não, não agora e clique em Avançar.


 Aparecerá uma tela com a seguinte descrição: “Este assistente o ajudará a instalar o software para:
Linux USB Ethernet/RNDIS Gadget”, Selecione a opção Instalar de uma lista ou local específico
(avançado) e clique em Avançar para continuar.
 Aparecerá a tela com a seguinte descrição: “Escolha as opções de pesquisa e instalação”, selecione
a opção Incluir este local na pesquisa:, clique em Procurar e selecione a pasta na qual o arquivo
FLEX_USB_Driver.zip foi salvo e depois clique em Avançar.

FIGURA 323 – INSTALAÇÃO DO ARQUIVO FLEX_USB_DRIVER

30
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

 Aguarde a instalação do software.


 Após a instalação concluída, aparecerá uma tela com a seguinte descrição: “Concluindo Assistente
para adicionar novo hardware”. Clique em Concluir.
 Em Painel de controle -> Conexões de rede, observe se foi instalado uma conexão local com nome
de dispositivo Linux USB Ethernet/RNDIS Gadget. Conforme figura a seguir.

FIGURA 334 - CONEXÃO LINUX USB ETHERNET/RNDIS

2. Clique com o botão direito sobre a conexão na qual aparece o Linux USB Ethernet/RNDIS Gadget e
selecione Propriedades. Selecione a opção Protocolo TCP/IP e clique em Propriedades.
3. Abrirá a seguinte tela, configure conforme está na figura abaixo e clique em OK.

FIGURA 345 - FIXANDO ENDEREÇO IP

31
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

NOTA DE APLICAÇÃO SNMP


O Protocolo SNMP (Simple Network Management Protocol – Protocolo Simples de Gerência de Rede) trata-se de um
protocolo que facilita o intercâmbio de informações entre os dispositivos da rede. Permite também ao
administrador da rede gerenciar o desempenho dos equipamentos da rede, diagnosticar e resolver os eventuais
problemas e fornecer informações para o planejamento de uma possível expansão. Através do Protocolo SNMP é
possível fazer o monitoramento de alarme de rede de forma mais confiável. A arquitetura da gestão da rede do
protocolo SNMP é dividida em três elementos:

 Os dispositivos geridos (managed devices) são elementos da rede (pontes, hubs, roteadores ou
servidores), contendo “objetos geridos” (managed objects) que podem ser informações sobre o
equipamento monitorado, elementos de configuração ou informações estatísticas;
 Os agentes, isto é, uma aplicação de gerência de rede instalada em um periférico e encarregue de
transmitir os dados locais de gestão do periférico em formato SNMP;
 Os Sistemas de Gerenciamento de rede (Network Management Systems - NMS), ou gerentes, são
responsáveis pelas aplicações que monitoram e controlam os Dispositivos Geridos. Normalmente é
instalado em um (ou mais que um) servidor de rede dedicado a estas operações de gestão, que recebe
informações (pacotes SNMP) de todos os dispositivos geridos daquela rede.

VANTAGENS DO PROTOCOLO SNMP

 Baseado em LAN (Local Area Network) para transporte de dados, reduzindo os custos de instalação e de
operação e transporta de dados de alarme mais confiável;
 Protocolo SNMP é padrão aberto;
 É simples e flexível, podendo facilmente ser estendido. Nos equipamentos que utilizam SNMP pode incluir
ao MIB (Management Information Base) qualquer tipo de equipamento.
 Ele fornece uma plataforma de gerenciamento comum para muitos dispositivos diferentes. Se ele é
fornecido com o arquivo MIB, um gerente SNMP pode interpretar corretamente os dados de alarme a partir
de qualquer dispositivo que suporte SNMP, criando uma maior interoperabilidade entre as diferentes
partes de sua rede.

COMO O SNMP CONTROLA AS MENSAGENS DE ALARME

Para o controle das mensagens de alarme, o SNMP usa cinco mensagens básicas para a comunicação entre o
gerente e o agente. São elas: Get, GetNext, GetResponse, Set e Trap. As mensagens Get e GetNext permitem que o
gerente peçam informações para uma variável específica. O agente, ao receber uma mensagem Get ou GetNext,
emitirá uma mensagem GetResponse com o gerente ou com a informação solicitada ou uma indicação de erro
quanto à razão pela qual o pedido não pode ser processado.
A mensagem Set permite ao gestor solicitar uma mudança a ser feita com o valor de uma variável específica, no caso
de um alarme remoto que irá operar um relê. O agente, então, responder com uma mensagem GetResponse
indicando que a mudança foi feita ou uma indicação de erro a respeito de porque a mudança não pode ser feita.
A mensagem de Trap permite que o agente informe espontaneamente ao gerente um evento “importante”.
Como você pode ver, a maioria das mensagens (Get, GetNext e Set) só são emitidas pelo gerente SNMP. A
mensagem Trap é a única mensagem capaz de ser iniciada por um agente E é a mensagem utilizada pela unidade
remota de telemetria (UR Flex) para relatar os alarmes. A Trap notifica o gerente SNMP assim ocorre uma condição
de alarme, ao invés de esperar o gerente SNMP perguntar.

32
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

O QUE É A TRAP

Uma Trap é uma das características do SNMP a qual permite com que o equipamento gerenciado envie informações
ao servidor de forma assíncrona, ou seja, em situações previamente programadas de alarmes. O equipamento é
capaz de notificar o servidor sobre o que está acontecendo. Esta característica aumenta o desempenho da rede,
visto que não é necessário que o servidor fique “perguntando” aos equipamentos monitorados se há alguma
mudança de estado ou se há alguma nova notificação, diminuindo muito o tráfego de rede.

O QUE É MIB

A lista MIB é o único identificador de objeto (OID) de cada elemento gerenciado em uma rede SNMP. Seu gerente
SNMP não pode monitorar seus dispositivos, a menos que compile seus arquivos MIB. O MIB é também um guia
para as capacidades de seus dispositivos SNMP. Por exemplo, se o MIB do dispositivo relaciona OIDs para Traps, mas
não para mensagens GetResponse, você sabe que vai relatar os alarmes, mas não vai responder a enquetes de
alarme. Aprender a ler MIBs é difícil, mas vale a pena.
1
VERSÕES DO PROTOCOLO SNMP

A partir da versão principal do protocolo SNMP, também conhecida como versão 1, foi possível atualizar e
aperfeiçoar, criando as versões SNMPv2 e SNMPv3.

 SNMPv2:
Lançado em abril de 1993, está versão apresentava novas funcionalidades introduzindo complexidade
acabando por não ser totalmente compatível com a versão anterior.

 Alterações no protocolo:
 Authentication: foram acrescentadas funcionalidades de autenticação de mensagens. O
procedimento de autenticação recomendado é o Digest Authentication Protocol, que
adiciona a cada mensagem um código obtido através de uma operação matemática
complexa realizada com a informação da mensagem e que garante a autenticidade da
fonte e dos dados recebidos.
 New Operations: acrescentou dois novos comandos no protocolo: Inform Request, para
permitir a troca de informações entre 2 managers, e Get-bulk Request, para permitir a
transferência de grandes quantidades de informação.

 Principais alterações relacionadas à MIB:


 Data Types: alguns tipos de dados foram expandidos para contemplar valores de 32 bits, e
endereços de rede do padrão OSI / ISO. Foi definido também o BIT STRING, tipo de dado
que permite o acesso bit a bit, para a definição de flags, entre outros usos.
 Setting Values: foram adicionadas funcionalidades de proteção para a alteração de
valores nas MIBs, com forma de evitar erros.
 Table Rows Management: foram adicionadas funcionalidades para o gerenciamento de
linhas em tabelas da MIB (inclusão, alteração e exclusão).
 Module Enhancements: foram adicionadas novas funcionalidades nos Macro templates
que permitem manter o histórico de atualização do Módulo, criar novos objetos e tabelas
e marcar objetos como inutilizados.
 SNMPv3:
Publicado em janeiro de 1998 a nova versão tomou como base as duas versões anteriores, fazendo
melhorias e trazendo novas funcionalidades de administração e segurança.
As principais alterações apresentadas foram:
 Authentication and Privacy: novos procedimentos de autenticação foram implantados para
garantir a identidade proveniente da origem das mensagens, e de privacidade, para garantir a
segurança do conteúdo da mensagem através de criptografia.

1
Fonte: Extraído de http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialsnmp/ Acessado em Agosto/2013
33
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

 Authorization and Access Control: novos procedimentos de autorização e controle de acesso, para
definir quais dados podem ser acessados e quais operações podem ser realizadas, foram definidos.
 Administrative Framework: novos procedimentos de administração e acesso remoto foram
introduzidos com o objetivo de identificar usuários, provedores de serviços e promover o acesso
remoto a informações via SNMP.
Esta versão procura também promover a introdução das novas funcionalidades considerando ambas as
versões anteriores (1 e 2) como forma de aumentar a compatibilidades entre todas as versões.

A IMPORTÂNCIA DO PROTOCOLO SNMP NA GESTÃO DE EQUIPAMENTOS DE RADIODIFUSÃO

O protocolo SNMP por ser padrão aberto possui grande aceitação na indústria e é altamente flexível, podendo
monitorar qualquer tipo de equipamento.

Devido a estas vantagens, o protocolo SNMP pode monitorar equipamentos de telemetria de maneira eficiente,
aumentando a confiabilidade na transmissão nos equipamentos de radiodifusão.

Através do protocolo SNMP pode-se obter dados específicos dos transmissores, tais como: temperatura, potências,
nível de ruído, nível de intensidade do sinal transmitido entre outros parâmetros.

34
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

SUPORTE TÉCNICO
De acordo com o nosso sistema de qualidade, uma vez que muitos equipamentos são recebidos por nós, sem
identificação e sem razão, começamos a trabalhar com prévia autorização de manutenção.
Em caso de manutenção, por favor, contate:

TSDA – Tecnologia e Soluções Digitais Aplicadas Ltda.


Telefone: (+ 55 35) 3473-7100 / tsda@tsda.com.br / Skype: suporte.tsda

E informar: nome do cliente, Modelo do equipamento, Número de série e Motivo para o suporte. Com estas
informações, vamos apresentar o número de Autorização de Retorno de Material, que devem estar na fatura
comercial.

GARANTIA
Até o período máximo de um ano, a partir da expedição da mesma, o equipamento terá garantia do vendedor
contra montagem ou defeitos de fabricação. Esta garantia é válida para os equipamentos colocados no laboratório
do vendedor ou em local indicado. A visita da equipe técnica para um lugar diferente dependerá de expressa
solicitação do comprador, que vai arcar com todas as despesas a ela relacionadas. A garantia não cobre os defeitos
que podem aparecer em peças e componentes fabricados por terceiros, tais como transistores, diodos e os circuitos
integrados, que terá a garantia de seus próprios fabricantes, e também por defeitos acarretados por uso
inapropriado do equipamento, incluindo a instalação inadequada, variação de tensão, fenômenos acidentais e
atmosféricos.
No caso de modificações no equipamento e seus acessórios feitos por pessoas ou empresas não autorizadas, a
garantia é anulada.
Esta garantia é válida quando o vendedor recebe do comprador, dentro do tempo previamente estipulado, a
Garantia e Certificado de Aceitação, devidamente preenchidos e assinados.
O prazo de garantia começa a partir do embarque do equipamento. A garantia só será válida se a TSDA receber a
parte inferior desta certificação, devidamente preenchido e assinado, até 30 dias após a emissão da fatura
comercial.
Este certificado deve ser preenchido e assinado pelo cliente final, na data do recebimento do equipamento,
confirmando a Garantia. O cliente pode fazer a Aceitação pela TSDA ou quando o equipamento for instalado.

35
www.tsda.com.br
Manual do Usuário – UR FLEX – R5 Setembro/2015

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

36
www.tsda.com.br