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Práticas e modelos de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares Formação RBE/DGIDC - Outubro/Dezembro 2010 Turma

Práticas e modelos de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares Formação RBE/DGIDC - Outubro/Dezembro 2010 Turma DRELVT 02 Formadoras: Isabel Antunes e Maria José Vitorino Síntese da Sessão 2 Módulo 1. Biblioteca Escolar. Desafios e oportunidades no contexto da mudança

Foram objectivos desta sessão:

Definir e entender o conceito de biblioteca escolar no contexto da mudança.

Perspectivar práticas adequadas a estes novos contextos.

Entender o valor e o papel da avaliação na gestão da mudança.

A actividade solicitada implicava a leitura dos textos obrigatórios e a selecção, em alternativa, de um dos fóruns disponíveis na plataforma:

Fórum 1

Partindo da leitura dos textos fornecidos e do conhecimento da biblioteca escolar que dirige, identifique as áreas/ domínios que são afectados pela mudança, perspectivando as oportunidades, constrangimentos e desafios principais que o professor bibliotecário e a BE enfrentam no contexto da mudança. Para a realização deste trabalho deve usar a tabela matriz disponibilizada.

Fórum 2

Depois da leitura dos textos, identifique as problemáticas associadas ao trabalho da sua biblioteca escolar implicadas na mudança. Construa um plano de acção direccionado à escola (direcção, departamentos/ professores) em que comunique a necessidade de mudar práticas e as acções que é preciso implementar. O plano deve descrever: A situação actual da BE; As problemáticas identificadas; O planeamento das acções que é necessário implementar.

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Estas tarefas foram cumpridas por todos(as), havendo apenas a registar um pequeno atraso por parte de duas formandas.

De 20 formandos(as) que apresentaram trabalho, 16 realizaram a tarefa 1 e

cinco formandos a tarefa 2. Refere-se que o formando Luís António Campos optou por realizar as duas propostas de trabalho, tendo colocado contribuições nos dois fóruns. O formando Artur Dagge optou ainda por iniciar a sua participação no fórum 2, antes da postagem do seu plano de acção, pela publicação de uma reflexão com o sugestivo nome “Pensar antes de

agir”.

Verificou-se, ainda, pouca interactividade entre formandos(as),

provavelmente por estarmos ainda no início desta formação e não ter existido,

de forma formal, um espaço para comentários. As actividades para este

módulo limitaram-se à apresentação, nos fóruns correspondentes, dos trabalhos, não exigindo a realização de comentários e consequentemente a interacção entre formandos. Os fóruns que podem motivar para a construção de alguns diálogos (fórum café, fórum para colocação de questões e dúvidas) não têm sido procurados. Esperemos que, com uma maior participação e incentivo por parte das formadoras, o convívio se instale…

Fórum 1

As tabelas elaboradas revelam reflexão individual sobre o modelo de auto-

avaliação e, sobretudo, sobre os contextos reais de cada biblioteca escolar e de cada professor(a) bibliotecário(a). As tabelas apresentadas revelam a disparidade de experiências e de realidades das bibliotecas escolares dos(as) diferentes formandos(as). No entanto, muitas das dificuldades/fragilidades e

dos

pontos favoráveis assinalados coincidem.

O

cumprimento das actividades propostas revela elevado empenho e

motivação da turma, relativamente aos quais manifestamos, desde já, a nossa

grande satisfação. São frequentes as boas referências ao “que a minha biblioteca já faz” e às “acções a implementar”, numa postura proactiva e de assinalável envolvimento.

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Registámos algumas fragilidades, que a seguir referimos, numa perspectiva formativa. Em relação à coluna “factores favoráveis/obstáculos à mudança”, os(as) formandos(as), na sua globalidade, centraram-se particularmente nos obstáculos internos à mudança, ignorando ou não valorizando os obstáculos externos a essa mudança. Alertamos para a importância de alguma reflexão sobre este assunto, quando possível, uma vez que os factores externos são relevantes na compreensão das condições para a mudança, e para toda a acção da e na biblioteca escolar. São de referir também algumas situações em que alguns formandos (Mª do Rosário Geirinhas e Mª Correia) apresentaram tabelas muito generalistas, faltando especificações que permitiriam um retrato da escola mais nítido.

Fórum 2

Em relação à 2ª tarefa a colocar no fórum 2 propunha-se a apresentação de um plano de acção tendo como referência a situação actual, as problemáticas identificadas e o planeamento das acções que é necessário implementar. Apenas 25% dos(as) formandos(5) optou por esta tarefa. No entanto, as prestações foram deveras interessantes, bem inseridas na literatura proposta, bem estruturadas, reproduzindo bons quadros da situação actual das suas escolas e das suas problemáticas, e, ainda, apresentando propostas de acções a implementar ajustadas às realidades.

Posto isto, desejamos a continuação de um bom trabalho, e procuraremos melhorar a nossa intervenção e acompanhar todos e todas no desenvolvimento das actividades dos próximos módulos

6 de Novembro 2010 As formadoras Isabel Antunes Maria José Vitorino

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