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HI-VAC Plus

MANUAL DO USUÁRIO
REVISÃO AGOSTO 2002

Esterilizador a Vapor

! B-126
! B-256
! B-366
! B-526
! B-706
! B-876

MODELO:
NUM. SÉRIE:
DATA FABRICAÇÃO:
Nº DE REGISTRO NO M.S.: 10345500012
SOFTWARE VERSÃO:

Responsável Técnico
SERGIO YUKIO KOSEKI
Engenheiro mecânico
CREA-SP: 0601577094
Carteira: 157709/D
Inicio de Resp. Técnica: 31/01/1994

®
Divisão de Esterilização e Controle de Infecção

FABRICANTE E DISTRIBUIDOR: BAUMER S.A.


Av. Pref. Antonio Tavares Leite nº 181, CEP 13803-330 Mogi-Mirim, SP - Brasil, Cx. Postal 1081
Tel./Fax: 19 3805.7699 E-mail:baumer@baumer.com.br.
BAUMER S.A. - CNPJ: 61.374.161/0001-30
B-1-3_Plus_MU0208P
De acordo com a política de contínuo desenvolvimento de seus produtos, a Baumer S.A. reserva-se o direito de
efetuar, sem notificação prévia, modificações no equipamento que este documento descreve, bem como nas informa-
ções aqui contidas.

A Baumer S.A. não aceita responsabilidade por eventuais perdas ou prejuízos decorrentes de erros ou omissões
deste documento. As especificações apresentadas neste documento não podem ser entendidas como um contrato.

Este manual é dirigido para uso de operadores e técnicos; eles deverão lê-lo atentamente antes da instalação, uso
ou serviço de manutenção na máquina.
Este manual deve ser antido junto com a máquina e consultado antes da operação; em caso de perda ou dano, por
favor solicite uma nova cópia a empresa.
A Baumer S.A. não se responsabiliza pelas consequências ou negligências não reportadas neste manual.
O fabricante reserva o direito de modificar o conteúdo deste manual ou das características de suas máquinas.
As figuras deste manual podem representar detalhes ou particularidades diferentes em relação aos coponentes
instalados nas máquinas.
Desenhos e dados técnicos estão sujeitos a variações sem notificações prévias ao cliente.
Você irá encontrar o diagrama elétrico de conexão da máquina anexado ao final deste manual.

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, armazenada em sistema de
recuperação de informações, nem transmitida sob nenhuma forma ou por nenhum meio, seja eletrônico, mecânico,
por fotocópia, gravação ou de outro modo, sem a autorização prévia expressa da Baumer S.A.. As informação
contidas neste destinam-se somente para o uso com este produto. A Baumer não assume nenhuma responsabilida-
de pelo uso destas informações se aplicadas a outras autoclaves.
Indice A
Seção Tópico Pag
B Introdução 4
C Garantia 4
D Apresentação 5
E Preparo e Carga 9
F Ciclo de Esterilização 13
G Operação 16
Tecidos 19
Material termolábil 21
Esterilização "Flash" 22
Instrumental 24
Líquidos 25
Bowie & Dick 29
"Leack Test" 30
Usuário "A" 32
Usuário "B" 33
H Comando 36
I Impressora 45
J Manutenção Preventiva 48
K Solucionando Problemas 51
L Peças e Reposição 55
M Instalação 57
N Transporte / Armazenamento 68
O Precauções e Advertências 68
A1 Planta Instalação 69
A2 Módulo de Manutenção 72
A3 Esquema Elétrico 75
A4 Esquema Hidráulico 85
P Procedimentos de Estocagem 86
Q Suporte Técnico Autorizado 86

3
B Introdução

Introdução Você acaba de receber seu esterilizador à vapor HI-VAC PLUS fabricado pela Baumer
e projetado para atender todas as suas necessidades.
Neste manual voce encontrara todas as recomendações necessárias para instalar,
operar e executar a manutenção preventiva de seu esterilizador. Recomendamos a
leitura atenta destas instruções.
No caso de sua empresa não possuir pessoal especializado para desembalar e instalar
este equipamento, a BAUMER, através de sua rede de Agentes e filiais, ou de sua
Divisão de Serviços poderá oferecer a assistência técnica necessária, com suporte
técnico suficiente para orientar ou executar estas tarefas. Todas as filiais e Agentes
BAUMER possuem vários planos para Acordos de Manutenção Preventiva (CMP), com
os quais Você terá, além da vida útil de sua autoclave prolongada, maior tranquilidade
e a certeza de um perfeito funcionamento à baixo custo.
A BAUMER se coloca à disposição de seus clientes para maiores esclarecimentos e
espera que Voce possa desfrutar do uso de sua autoclave por muitos anos.

CONSULTE-NOS

C Garantia

A Baumer certifica que esta autoclave deixou a fábrica livre de defeitos de materiais e
Garantia mão de obra, e garante seus componentes e montagem contra falhas ou vícios pelo
período de 12 (doze) meses após a data de entrega. Nossa responsabilidade está
limitada a:

" Inspeção inicial a ser realizada por nos- regulagem, calibração, substituição de
sa Divisão de Serviços ou Agente partes ou peças, etc. Utilize sempre a
Credenciado, para verificação da instala- nossa Divisão de Serviço ou nosso Agen-
ção, teste e demonstração de funciona- te autorizado.
mento (Despesas de viagem e estadia " Esta garantia não se aplica a materiais
correm por conta do cliente). de desgaste normal, como também
" Reparo ou substituição de partes ou pe- àqueles que tenham sido submetidos à
ças, que após inspeção em nossas ins- mau uso, negligência, acidentes de qual-
talações, se apresentem defeituosas quer natureza, instalação ou uso inade-
dentro do período acima (material posto quado.
em nossa fábrica). " A extinção da garantia também se dará
" Esta garantia está automaticamente ex- quando o equipamento for instalado por
tinta ao final do prazo estipulado, ou a pessoal não habilitado, ou se os supri-
qualquer momento que se constate a mentos não estiverem rigorosamentede
intervençào de pessoal não autorizado na acordo com o especificado pelo fabrican-
realização de qualquer serviço de reparo, te .
Atenção No período de garantia, a mão de obra para os serviços acima, bem como o
reparo ou substituição de partes ou peças é gratuita, porém serão debitadas ao
cliente despesas de viagem e estadia do técnico, bem como fretes, embala-
gens e seguros. Consulte o certificado que acompanha o produto.
4
Apresentação D
Autoclave para esterilização de material poroso empacotado, instrumentos e utensílios
Especificação
empacotados ou não, vidros, luvas, seringas, borrachas e líquidos em frascos de vidro
com fechamento ventilado. Remoção de ar por alto vácuo pulsante, destinada à hospi-
tais e laboratórios médicos e industriais. Ciclos especiais para laboratório de qualidade
e áreas de produção industriais podem ser fornecidos opcionalmente
O desenho, os materiais e a construção
dos equipamentos obedecem, nos itens
que constam desta folha de conformida-
de, às especificações das seguintes enti-
dades:
AISI para aço inoxidável soldado.
ABNT- EB 2115
ASME - para vasos de pressão, seção 8,
divisão 1
A pedido do cliente e às suas expensas,
uma organização credenciada poderá for-
necer atestado de conformidade e/ou vali-
dação.

Câmara construída em dupla parede. Toda Construção


tubulação existente sob a proteção do revestimento é em aço inoxidável. A tubulação
crítica fora do revestimento da câmara é em aço inoxidável ou cobre.
Câmara interna em aço inóxidavel AISI 316L, com polimento sanitário e câmara exter-
na em aço inoxidável AISI 316. A câmara é testada com pressão hidrostática igual a
1,5 vezes a pressão de projeto.
Externamente uma camada de lã de rocha, revestida com chapa de aço galvanizada,
diminui a condensação de vapor e irradiação de calor.
O conjunto da câmara é montado em uma estrutura com proteção anti-corrosiva com
pés reguláveis que permitem o nivelamento
do sistema. Frente, fundo e laterais em
chapa de aço inoxidável (opcionais).
O equipamento pode ser fornecido com Portas
uma ou duas portas para instalação em
barreira sanitária. Cada porta é construída
internamente em aço inoxidável AISI-316
e externamente em aço inoxidável AISI-
304, e possue isolamento interno por man-
ta de lã de rocha. O sistema de fecha-
mento é de elevação vertical, de
acionamento automático através de pis-
tão pneumático. As entradas de ar com-
primidos no pistão estão estranguladas e
reguladas de forma a não permitir a queda
repentina das portas.
A face interna é retificada e paralela à canaleta perimetral da câmara, onde uma guar-
nição de silicone especial promove a vedação por pressão.

5
D Apresentação

Ciclos de A autoclave HI-VAC Plus permite a definição de até nove ciclos de esterilização distin-
tos.
esterilização
Dois destes ciclos são fixos e programados pelo fabricante: o ciclo para teste Bowie &
Dick, com temperatura de 134º C e 3,5 m de exposição; e o "leak test" para verificação
da estanqueidade da câmara.
Cinco ciclos, são pré-definidos na fabricação: ciclo para pacotes e tecidos, com tem-
peratura de 134º C e exposição de 15min; ciclo para material termolábil à 121º C e
exposição de 30 m; ciclo flash para material de superfície, à 134º C e 3 m de exposi-
ção; ciclo para instrumental à 134º C e exposição de 5 m; e ciclo para líquidos em
frascos abertos, à 121º C, exposição de 30m e exaustão lenta. Dois ciclos comple-
mentares são reservados para programação pelo usuário.O pedido do cliente, a Baumer
poderá fornecer o equipamento projetado com características e ciclos especiais con-
sulte seu Agente Baumer para maiores informações.
Todos estes ciclos permitem a programação externa através de senha.
As possibilidades de parametrização variam conforme as caracteristicas de cada um
dos ciclos, mas no geral contemplam: definição de temperatura de esterilização entre
105º e 134º C (normalmente entre 121º e 134º C); tempo de exposição entre 1 e 999
min; número de pulsos e nível de vácuo e pressão na fase de acondicionamento da
Comando carga; nível de vácuo e tempo para a fase de secagem, ou temperatura final a ser
alcançada no caso de programa com exaustão lenta.

Temperatura

Visor Abrir e Fechar


Porta

Teclado
Pressão

Painel Lado Limpo (descarga)

Comando microprocessado programável atra-


vés de CLP, que permite o acompanhamento
Liga - de todas as fases do ciclo, dos parâmetros
definidos para cada uma destas fases bem
como das indicações de falhas através de lei-
tura direta no visor. A
indicação de pressão e temperatura é feita
Impressora
através de mostrador digital, tanto no lado de
carga como no de descarga.
Possibilita a programação, protegida por se-
nha, dos ciclos de esterilização, por teclado
com 22 teclas. As informações necessárias
para parametrização dos ciclos de esteriliza-
ção são dispostas na tela de cristal líquido.
Permite operação manual, através de senha,
que possibilita habilitar o sistema de vácuo,
a entrada de vapor e a entrada de ar filtrado
Painel Principal (carga) na câmara interna e o sistema de exaustão
6
Apresentação D
rápida da câmara interna. Componentes
Printer para registro dos parâmetros de
tempo, pressão e temperatura em cada Acionador pneumático
fase, com impressão automática durante
o ciclo. O tempo entre impressões pode
ser configurado pelo operador.
Acionadores pneumáticos controlados
solenóide
por válvulas solénóides fazem o suprimento
de vapor, exaustão e a entrada de ar da
câmara interna da autoclave. Controle de pressão
Sistema de controle de pressão e vá- Transdutor de
pressão
cuo nas câmaras interna e externa atra-
vés de transdutores de pressão eletrônico
com saída de 4-20 mA, com medição em centésimos de Kgf/cm². Este sistema foi
projetado de acordo com normas ANSI/AAMI ST-45-1992 e regulamentação GMP-212.73
item C.
Indicação da pressão da câmara interna nos painéis do
lado de carga e descarga da autoclave por mostrador Sensor de controle
digital com indicação da pressão em centésimos de Kgf/
cm². A pressão da câmara externa pode ser mostrada
no visor do painel com acionamento de tecla específica
do comando. O equipamento possui ainda dois
manômetros para indicação de pressão na linha de su-
primento de vapor e na câmara externa e
Sensor de teste
manovacuômetro para indicação de pressão e vácuo na Temperatura
câmara interna.
Sistema eletrônico de controle da temperatura na câmara interna através de 2
termoresistores (PT-100). O controle da temperatura é efetuado por um sensor PT-100
localizado junto ao dreno de descarga de vapor da câmara interna. O equipamento
prevê um sistema continuo de verificação e certificação da temperatura do ciclo, com a
colocação junto ao sensor de controle, de outro sensor PT-100, cuja medição será
também registrada na impressora.
Opcionalmente, um terceiro sensor PT-100, poderá ser localizado dentro da carga a
ser processada. Neste caso o comando permitirá a definição deste sensor, ou do colo-
cado junto ao dreno como o responsável
pelo controle do ciclo (somente ciclo 5 e
9).
A temperatura da câmara interna, medida
pelo sensor de controle é também indicada
nos painéis do lado de carga e descarga,
através de mostrador digital. Bomba de Vácuo
Este sistema de medição e controle de
temperatura atende ao disposto nas nor-
mas ANSI/AAMI ST-45-1992 e regulamen-
tação GMP-212.73
Bomba de Vácuo para obtenção da pul-
sação inicial, necessária ao condiciona- Bomba de Vácuo

7
D Apresentação

Vapor mento da carga a ser esterilizada, do


vácuo final de secagem, tipo
monobloco, com anel de água.
Dimensionada para atender o disposto
em norma ABNT EB-2115. Gerador de
Vapor
Gerador de vapor limpo com abaste-
cimento automático através de bomba
centrífuga de água. Em locais com
pressão da linha de suprimento de água
acima de 4 kgf/cm² esta bomba é des-
necessária. O gerador é construído em
aço inoxidável AISI-316, e possui re- Bomba de água

sistências blindadas em aço inoxidá-


vel. O nível de água é controlado por
um sistema de bóia para liberação ou
fechamento da entrada de água e controle das resistências de aquecida do nível de
segurança para indicação de falta de água. Construído conforme normas ASME- vol
VIII, divisão I, e ABNT EB-2115
Segurança
A autoclave apresenta os seguintes sistemas de segurança:
O inicio do ciclo ou a entrada de vapor na câmara interna só são liberados com as
portas fechadas.
O comando não permite a alteração de comandos com o ciclo iniciado. Da mesma
forma, é impossível programar parâmetros incompatíveis com a estrutura da autoclave.
O equipamento faz uma checagem preliminar dos suprimentos necessários. No caso
de falha de fornecimento, não permite o inicio o ciclo. A mensagem de falha é indicada
no visor e impressa.
A demora excessiva no alcance de um determinado parâmetro é indicada no visor do
comando. Se a falha persisti,r o ciclo é abortado e a mensagem de erro é impressa. O
ciclo só inicia nova fase após atingido os parâmetros da fase anterior.
A ocorrência de uma falha de processo pode iniciar uma rotina de emergência que
restitui a condição de pressão atmosférica da câmara. A causa da falha é indicada no
visor e impressa.
No modelo de duas portas, um dispositivo impede a abertura simultânea das mesmas
para evitar o risco de contaminação ambiental.
Possui válvula de segurança previamente calibrada em 3 bar e selada, dotada de ala-
vanca para verificação de funcionamento e limpeza. A válvula só pode ser reparada e
calibrada pelo próprio fabricante. Sob pedido pode ser fornecido o certificado de aferi-
ção do mesmo.

8
Preparo e Carga E
Todo ciclo de esterilização em autoclaves é dimensionado para conseguir a redução da
população de microorganismos à um nível de segurança tal, que a probabilidade de
permanência de um microorganismo capaz de se reproduzir, seja de 1 em 1.000.000,
conforme moderno conceito de esterilização.
A destruição de microrganismos pela ação do calor obede- Morte Térmica
ce à um modelo logarítmico: mantida uma temperatura de
exposição, em intervalos iguais de tempo, sobrevivem 10% Modelo
da população inicial (eliminação de 90% dos microrganis-
mos). O tempo em que ocorre esta redução varia com o tipo
de microrganismo e com a temperatura principalmente,
embora outros fatores como PH do meio, pôr exemplo, tam-
bém tenham alguma influência.
Em processos de produção industrial, estudos de laborató-
rio são efetuados para identificação dos microrganismos que
se mantém presentes no produto em sua fase final de pro-
dução e em que concentração eles se apresentam. Isto per-
mite um maior ajuste nos parâmetros de esterilização, evi-
tando um tempo de exposição, ou uma temperatura maior
que o necessário.
Em processos onde esta determinação inicial não é possí- "Bioburden"
vel considera-se para definição do ciclo de esterilização a
existência de um “bioburdem” igual a 1.000.000, para um
microorganismo com valor “D” igual à 1 à 121° C, e valor “Z”
igual à 10° C., e os ciclos devem ser dimensionados para
conseguir a redução de 106 à 10-6, desta população inicial,
na temperatura escolhida.
O primeiro passo para um eficiente processo de esteriliza-
ção é portanto uma correta limpeza e desinfecção dos ma-
teriais no caso de reprocessamento, ou a utilização de pra-
ticas adequadas para produção. Quanto mais reduzido for o
nível de contaminação dos materiais a serem esterilizados
mais seguro será o processo.
É muito importante que o material utilizado seja o mais rapi-
damente possível submetido à um processo de limpeza e
desinfecção com a utilização de técnicas, produtos e equipamentos adequados.
A exposição teórica suficiente para conseguir a esterilização de um determinado mate-
rial, considera uma situação de exposição direta destes materiais (e dos
microorganismos) ao vapor, e condição absolutamente homogênea de temperatura.
Na prática o que se tem são materiais protegidos por embalagens, até para permitir o Embalagens
seu manuseio e transporte após a esterilização. As características destas embala-
gens, como: material utilizado, permeabilidade ao vapor, peso, dimensões, podem criar
Pacotes
maior ou menor facilidade à penetração do vapor e vão sempre agregar tempo àquela
exposição teórica.
Atualmente o uso de materiais desenvolvidos especificamente para uso em embala-
gens para esterilização estão cada vez mais difundidos. Estes materiais têm a porosidade
controlada e permitem tanto a correta penetração do vapor sob pressão (quando sub-
metidos à altas temperaturas e umidade), como se constituem em eficiente barreira
9
E Preparo e Carga

Embalagens microbiológica em condições normais de temperatura e pressão.


As embalagens para esterilização em rolos e em cartuchos STERIBAG, compostas
Steribag por filme termoplástico bilaminado de polyester e polipropileno, com verso em papel
grau cirúrgico podem ser adquiridas junto ao seu representante BAUMER. Estas em-
balagens garantem aos materiais nelas em-
balados, quando submetidos a um adequado
processo de esterilização, e se corretamente
armazenados e manipulados, a manutenção
das condições de esterilidade até o momen-
to do uso. Possui, gravado em sua superfí-
cie, indicadores de processo, que mudam de
cor quando a embalagem é submetida a um
ciclo de esterilização a vapor ou a óxido de
etileno Steribag
Pacotes com Em caso de utilização de tecido de algodão
para confecção de pacotes é importante a escolha da trama correta (normalmente
tecido campo duplo 100% algodão, 56 fios por cm² e 250 g por m²). Os pacotes devem ter
dimensões máximas de 50 x 30 x 20 cm com peso máximo de 5 kg.
Instrumentos metálicos (aço inoxidável)
devem ser corretamente limpos e secos
antes de embalados. As pinças e tesou-
ras devem estar abertas e destravadas para
permitir o contato do vapor com toda a sua
superfície. Estes instrumentos devem ser
esterilizados em caixas de aço inoxidável
20 com superfície perfurada para facilitar a
penetração do vapor e a saída de
condensado ( ideal 50% da superfície com
furos e furos de pequenas dimensões ).
30 50
Os instrumentos devem estar protegidos
por tecido leve e corretamente distribuídos.
A caixa fechada (tampo também perfurado) deve ser embalada em campos apropriados
ou nos sacos para embalagem “Steribag”.
Na carga das autoclaves os pacotes não devem ser colocados uns sobre os outros,
pois isto iria criar dificuldades à penetração do vapor e à retirada da umidade no final do
ciclo. Da mesma forma os pacotes não devem encostar nas laterais e no fundo da
câmara para evitar o contato direto com o condensado, e o aumento desnecessário da
sua umidade, com posterior dificuldade de secagem. Cargas que podem reter o
condensado, como bacias e tampos metálicos, devem ser colocados na posição verti-
cal, e na impossibilidade disto com a abertura voltada para baixo.
Nunca sobrecarregue o esterilizador, pois isto influi negativamente na remoção do ar e
implicara na necessidade de um maior tempo de exposição.
A Baumer desenvolveu um sistema modular para movimentação e carga das autoclaves.
Este sistema baseia-se no conceito “Unidade de Esterilização”, definido por norma
ISO, como um volume em forma de paralelepípedo, com dimensões de 20 x 40 x 60
cm, igual à 48 litros. Esta norma recomenda que as dimensões internas da câmara de
uma autoclave, sejam múltiplos das dimensões definidas para “Unidade de Esteriliza-
ção” (“UE”).
10
Preparo e Carga E
Todos os tamanhos de câmara das Cestos e Suportes
autoclaves BAUMER atendem a este
conceito.
Um cesto BAUMER auto empilhável
possui dimensões e volumes próximos
ao definido para “UE”. Na realidade
estas dimensões são um pouco me-
nores que a definida na norma, e a
forma de colocação dos cestos na
câmara prevê que apenas um cesto
Cestos Baumer

ocupe o volume reservado a cada “UE”.


Este artifício permite a correta ocupação
da câmara garantindo entre os cestos e
os pacotes neles contidos, o espaço ne-
cessário para a circulação do vapor.
Os cestos possuem apoios que permitem
a sua sobreposição. Os racks fornecem
assento para a camada inferior dos ces-
tos e ordenam o empilhamento dos mes-
mos. Este sistema modular permite o
planejamento e preparação da carga fora
da autoclave, agilizando o trabalho de
carregamento das câmaras e diminuindo
o tempo de espera entre os ciclos.
Este sistema se completa com os supor-
tes de solo e parede que fazem a aco-
modação dos cestos carregados com pa-
cotes antes e depois da esterilização, di-
minuindo a manipulação do material. O Suporte de cestos
uso destes suportes em áreas com venti-
lação e umidade controlada ajuda, a aumentar o tempo de validade das embalagens.
A utilização de pacotes menores, do material de embalagem adequado, de cargas
homogêneas e bem distribuídas com a ocupação
correta e não excessiva da câmara, vão permitir um
melhor ajuste e segurança do ciclo de esterilização
trazendo maior velocidade e uma grande economia
no processo.
Evite sempre que possível a utilização de cargas Carga
mistas. Materiais diferentes, embalados e acomo-
dados na câmara de esterilização de formas diver-
Rack
sas, vão necessitar de exposições diferenciadas.
Quando isto não for possível, coloque as embala-
gens com utensílios e instrumentais na parte inferior
da câmara, reservando as prateleiras ou cestos su-
periores para os pacotes com material têxtil.
Os valores padrão da exposição, definidos pelos
11
E Preparo e Carga

fabricantes dos esterilizadores partem do pressuposto que tanto os pacotes como a


carga das autoclaves estão de acordo com o preconizado pelas boas técnicas de
esterilização. Os equipamentos são validados em condições padrão de uso. No dia a
dia estas condições dependem das instalações, suprimentos e das técnicas emprega-
das pelo usuário no preparo dos pacotes da carga das autoclaves, e os ciclos precisam
ser reavaliados pelo usuário.
A definição do processo de esterilização como um todo, desde os procedimentos de
lavagem e desinfecção, passando pelo ajuste dos parâmetros do ciclo de esterilização,
até a definição da validade das embalagens, é competência do responsável técnico
pelo serviço. A monitoração e a validação do processo é a forma de garantir a qualidade
deste serviço. Consulte a BAUMER para um suporte à estes serviços.

12
Ciclo de esterilização F
Em um ciclo típico de esterilização, podemos destinguir 03 fases principais no processo:
acondicionamento da carga; exposição e fase de secagem e resfriamento.

Pré-vácuo / Acondicionamento
O contato direto do vapor saturado e o produto a ser esterilizado, com temperatura Pré-Vácuo /
mais baixa que a do vapor, provoca a condensação e a transferência do calor latente do
vapor para estes materiais . É a grande quantidade de energia liberada neste processo Acondicionamento

de condensação de vapor que vai ser aproveitada para agilizar a destruição ou inativação
dos microorganismos.
A existência de ar na câmara e nos pacotes vai interferir neste processo criando bolhas
que dificultam o contato direto do vapor com os materiais. Além disso a mistura ar e
vapor não é homogênea e sempre possui uma temperatura menor que a do vapor
saturado para a mesma pressão.
A principal função desta primeira fase do ciclo de esterilização é a eliminação , a mais
completa possível, do ar presente na câmara. Isto é conseguido através de pulsos
subsequentes de vácuo e injeção de vapor. Neste processo alem da eliminação do
ar se consegue uma pré umidificação e o aquecimento dos pacotes, o que vai
facilitar o alcance dos parâmetros definidos para a fase de esterilização.
No ciclo para líquido em frascos abertos a pulsação é substituída por um breve vácuo
inicial e por uma fase de varredura de vapor onde tanto a entrada de vapor como a
válvula de saída permanecem abertas simultaneamente. Isto permite a retirada do ar
e impede a fervura do liquido nesta fase do processo.

Exposição / Esterilização
Na Autoclave HI-VAC PLUS, é possível a completa parametrização desta fase indican- Exposição
do: o n.º de pulsos desejado, o nível de vácuo e pressão de vapor a ser atingido por
cada pulso ; e o tempo de varredura no caso de líquido.
É durante esta fase que ocorre a destruição ou inativação dos microorganismos. Para
que isto ocorra os materiais devem ser mantidos em contato com o vapor pelo tempo
13
F Ciclo de esterilização

e na temperatura definidos para o processo .


O tempo de exposição deve ser igual ao tempo teórico requerido para a temperatura de
ciclo escolhida, acrescido do tempo necessário para penetração do vapor e

homogeneização da temperatura no interior dos pacotes, e de um tempo de seguran-


ça.
Esterilização A Autoclave HI-VAC Plus foi projetada para permitir um rígido controle desta fase .
Em primeiro lugar só é iniciada a contagem do tempo de esterilização quando for
atingida a temperatura programada e a pressão de vapor correspondente. Para o con-
trole destes parâmetros são utilizados um sensor eletrônico de temperatura “PT-100”
e um transdutor de pressão .
Para manutenção da temperatura de esterilização, o comando checa continuamen-
te as medições de temperatura e pressão, com precisão na primeira casa decimal, e
controla a abertura e o fechamento da válvula de admissão de vapor. O software de
controle possibilita uma variação menor que 0,5º C na temperatura do ciclo. Esta
oscilação normalmente ocorre na faixa superior à da temperatura programada.
Se esta variação ocorrer em uma faixa inferior à da temperatura programada o controle
interrompe a contagem do tempo de exposição, até que a temperatura volte a faixa
desejada.Se por alguma falha mecânica ou de fornecimento a temperatura superar em
10ºC o valor programado ou se a pressão de vapor superar em 0,3 Kgf/m² o valor
correspondente à temperatura selecionada o ciclo é interrompido.
Um terceiro sensor “PT 1OO” opcional , pode ser incorporado ao equipamento. Este
sensor no interior da câmara pode ser definido como sensor de controle e colocado em
um frasco ou pacote de teste. Isto permitira que os parâmetros de exposição sejam
controlados à partir das medições de temperatura obtidas no interior deste frasco ou

Secagem e Aeração
pacote de referência (somente nos ciclos 5 e 9).
Na fase de secagem e resfriamento a temperatura e a umidade dos materiais expos-

14
Ciclo de esterilização F
tos no processo devem ser reduzido a valores que permitam a sua retirada da câmara
e manipulação posterior sem riscos de recontaminação ou de danos ao operador.
Isto se consegue com a manutenção por um período de tempo programado a um
determinado nível de vácuo.
Nos ciclos para esterilização de liquido em frascos abertos a fase de vácuo deve ser
eliminada para evitar a fervura dos frascos. Neste caso a obtenção de uma temperatu-
ra segura para restabelecimento da pressão atmosférica e abertura da porta sem risco

de fervura é obtida pela exaustão lenta do vapor através de uma válvula agulha, previ-
amente regulada.
A Autoclave HI-VAC PLUS permite para os ciclos de exaustão rápida a programação
do tempo de secagem. Nos ciclos para líquidos é possível programar a temperatura em
que esta fase deve terminar ( valores programáveis entre 90 e 99ºc ).
Em ciclos onde são esterilizados tampões de borracha e outros materiais que facili-
tem o acumulo de umidade, pode ser previsto durante a secagem, fases em que por
um determinado período de tempo são mantidos valores fixos de vácuo para facilitar a
revaporação do condensado. O numero dessas pulsações podem ser programados
pelo usuário.
No final da fase de secagem e resfriamento é aberta a válvula de admissão de ar na
câmara. O ar é admitido através de um filtro com capacidade de retenção de partículas
maiores que 0,22 micras.

15
G Operação

O comando da autoclave HI-VAC PLUS é composto por um teclado de vinte e duas


teclas. Quatro delas alinhadas, verticalmente a esquerda acionam funções específicas
na operação da Autoclave.
A tecla “A” fecha ou abre a porta do lado do operador. O comando reconhece a
posição atual da porta e executa a ação adequada. A operação de fechamento incorpo-
ra as ações de elevação da porta para a posição fechada e o fornecimento de pressão
para a canaleta da guarnição, tornando hermético o travamento da mesma.
Da mesma forma a opção de abertura da porta provoca um vácuo sobre a guarnição,
destravando a porta e executa o rebaixamento da porta para a posição “aberta”.
A tecla “B” permite a indicação no visor de cristal líquido dos parâmetros programa-
dos para o ciclo
Teclas com selecionado. As informa-
Teclado funções variáveis ções sobre cada parâmetro
Teclas reservadas permanecem no visor.
para manutenção Aperte novamente a tecla
exclusivo para pessoal
especializado
para retornar a tela anteri-
or.
Abertura e Fechamento A tecla “C” inicia o pro-
de Porta
cesso de seleção de ciclo.
Visualização Quando pressionada, pede
Seleção de Ciclos a indicação do ciclo dese-
Partida
jado. O número do ciclo
deve ser informado através
Teclas para do teclado numérico.
rolagem de tela A tecla “D” inicia a exe-
Botão Liga/Desliga cução do ciclo.
Impressora As teclas seletoras "S1" e
"S2" permitem a confir-
mação ou negação de
ações indicadas pelo co-
mando as teclas ! (tecla
para cima) e #(tecla para
baixo) permitem a passa-
gem de uma tela para ou-
tra na visualização de parâ-
metros.
As teclas "MANUT." e
"HEX." são reservadas
para manutenção.
Botão "LIGA" "DESLIGA"
permite cortar a alimen-tação do comando e das contactoras dos motores e resintências.
Das teclas restantes dez estão numeradas de “1” a “0” , duas outras possuem a função
de entrada de dados - tecla “ENTER” - e seleção de dados para edição - tecla “EDIT".
As teclas numeradas de “1” a “9” possuem funções diferentes conforme o contexto em
que são acionadas. Neste capítulo estão descritas as funções relativas ao contexto
“OPERAÇÃO“. Veja todas as funções do teclado no capítulo referente a “COMANDO“.
Funções do teclado numérico no modo “OPERAÇÃO”
16
Operação G
Tecla 1 Esterilização de tecidos ou pacotes Teclas com
Tecla 2 Esterilização de material termolábil (luvas, borrachas etc.)
funções variáveis
Tecla 3 Esterilização “flash”. A estrutura deste ciclo permite a programação para de
tampões de borrachas
Tecla 4 Ciclo para instrumental e material metálico.
Tecla 5 Ciclo para líquidos em frascos ventilados.
Tecla 6 Teste Bowie & Dick
Tecla 7 “Leak Test” Teste de estanqueidade
Tecla 8 Usuário A. Ciclo com programação reservada ao usuário.
Tecla 9 Usuário B. Ciclo com programação reservada ao usuário.
Tecla 0 Utilizada para abortar ou cancelar um ciclo que está sendo executado.
ENTER Permite confirmar a edição de dados
EDIT Permite selecionar dados à serem editados
Um visor de cristal líquido apresenta ao operador informações sobre a temperatura
Número do Programa Hora
Visor de
Cristal Líquido
PROG:1 09:40
Telas de mensagem e indi-
cação de operação

TCI PCI
Temperatura Pressão

medida pelo sensor de controle de processo em décimos de ºC, os valores de pressão


ou vácuo existentes na câmara interna em centésimos de Kgf/cm2 e as fases do
processo de esterilização estas informações variam conforme as operações que estão
sendo realizadas e podem indicar, além das fases do ciclo, os parâmetros a serem
alcançados, a ocorrência de falhas e a causa das mesmas, final de ciclo, bem como
os parâmetros definidos pelo operador na fase de programação.
Este visor indica, quando pressionada a tecla adequada, a pressão da câmara externa.
Um indicador sonoro indica o final do ciclo ou a entrada do equipamento em emergên-
cia.
Completa o comando do lado de carga uma impressora matricial que permite o registro
integral do ciclo. Veja capítulo específico sobre “Impressora“.
O painel do lado de descarga, para os Painel Lado Limpo
equipamentos com dupla porta, pos-
sui botão para fechamento e abertura
da porta do lado limpo e mostrador
Temperatura
digital de temperatura e pressão da
Abrir e
câmara interna, idênticos aos existen-
Fechar tes no lado da carga. Ao ser acionado
Porta o botão ON-OFF, o comando reliza
uma verificação geral e automatica dos
Pressão
componentes e suprimentos. Verifica
Porta Lado Limpo se os microswitches da porta estão
acionados (porta fechada) e inicia a
17
G Operação
pressurização da mesma.
No caso de equipamento de barreira o comando verifica e pressuriza as duas portas.
Um alarme irá soar indicando porta do lado limpo aberta se ocorrer falha no equipamen-
to da mesma, o alarme continuará acionando até ocorrer o fechamento da mesma,
com o acionamento do botão de fechamento de porta do lado limpo.

Antes de iniciar a operação


ATENÇÃO: No primeiro ciclo, após instalação dos equipamentos que possuam gera-
dor de vapor, deve-se realizar o seguinte procedimento para eliminar o líquido protetivo
da bomba d'agua:
1) Abrir a válvula de drenagem;
2) Ligar o equipamento para que a bomba d'agua entre em operação;
3) Manter a bomba em funcionamento por aproximadamente dois minutos;
4) Desligar o equipamento;
5) Aguardar aproximadamente um minuto antes de fechar a válvula de drenagem.

Suprimentos Verificar se estão ligados e em condições de operação todos os suprimentos exigidos


pela autoclave (eletricidade, ar comprimido, vapor de linha e água corrente).
No momento que é ligado, o comando realiza uma verificação geral e automática dos
componentes e suprimentos, e aciona o fechamento das portas.
Se houver falha no fornecimento de alguns dos suprimentos o ciclo não poderá ser
iniciado, até a causa ter sido reparada. O visor informará a ocorrência da falha. (Veja o
sistema de detecção de falhas no capítulo sobre comando).
INDICAÇÃO DO VISOR: Se o comando detecta que a porta do lado limpo
Fechando a Porta não esta fechada, dispara o alarme de forma in-
termitente e no visor de cristal líquido fica piscan-
PORTA LADO do a informação porta lado limpo aberta. O alar-
LIMPO ABERTA me continua até que se pressione a tecla para
fechamento de porta no painel existente no lado
limpo.
Ao se realizar esta operação o equipamento estará em condições de funcionamento
automático, comando solicita a confirmação de habilitação da impressora. Aperte a
tecla 4 uma vez para habilitar a impressora e duas vezes seguidas para desabilitá-la.

Início de operação

Codificando a Ao ligar o equipamento, após a habilitação da impressora o comando solicita a indica-


ção do código de carga, para carregar este código pressione o botão "EDIT" (Tecla
Carga para edição de parâmetros), entre com o valor desejado até 6 digitos, e confirme
pressionando a tecla "ENTER" (Tecla para confirmação de dados). Não desejando
codificar a carga pressione simplesmente a tecla “0” após a solicitação do visor.
O comando pede para selecionar o programa desejado.
Selecione o ciclo desejado pressionando a tecla correspondente ao número do progra-
18
Operação G
ma desejado. O visor irá recomendar o carregamento da câmara e a partida do equipa-
mento.
INDICAÇÃO DO VISOR:

CODIGO CARGA
NR *****

TCI PCI

Faça o carregamento da câmara com o material adequadamente preparado de acordo


com as boas práticas de produção. Veja anotações do capítulo preparo e carga.
Pressione o botão “A” - “PORTA”.
O comando vai despressurizar o pis-
tão pneumático que mantém a porta
do lado de carga aberta, fazendo o
fechamento da mesma. Em seguida
é pressurizada a canaleta da porta o
que vai manter a guarnição pressio-
nada contra a superfície da porta,
tornando o fechamento hermético.
No caso de porta dupla, se a porta do
lado oposto não estiver fechada o comando não continua o processo.
Pressione a tecla "D" - “PARTIDA” para dar inicio ao ciclo. Partida
Se a pressão da câmara externa não corresponder ao valor equivalente a temperatura
escolhida para o ciclo, o comando vai aguardar que esta condição se estabeleça, e irá
indicar no visor esta condição, o valor desejado para pressão e o valor efetivo.
Quando a câmara externa alcançar a pressão correta, automaticamente se inicia o
ciclo.
Durante a execução do ciclo no visor do comando estarão indicados: o ciclo
selecionando, a hora; a operação que esta sendo realizada e o parâmetro a ser alcan-
çado. A última linha estará indicando a temperatura e a pressão da camara externa.

Esterilização Tecidos - Pacotes

1
Para selecionar ciclo de esterilização PACOTE
para tecidos pressione a tecla "C"-"CI-
CLOS".
Selecionando
Ciclo tecidos

19
G Operação

INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

O visor solicita a informação do nú-


mero do ciclo desejado. Pressione a
tecla 1.

INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:1 HORA No visor será mostrado o número "1" relativo ao


CARREGAR EQUIP. ciclo de tecidos e a hora atual, a informação para
carregar a câmara ou dar a partida e os valores
OU DAR PARTIDA
TCI PCI atuais de temperatura e pressão.

Pressione a tecla "D"-"PARTIDA"


para iniciar o ciclo.

Pré-Vácuo O ciclo se inicia com a realização de pulsos de vácuo alternados com injeções de vapor
na câmara, acondicionamento da carga e eliminação de ar. O visor do comando informa
que está em execução a 1ª fase do ciclo, indica o nível de vácuo ou pressão a ser
alcançado e o número de pulsos que faltam para completar a fase.
Exposição INDICAÇÃO DO VISOR: Na fase seguinte vapor é injetado na câmara até
PROG:1 HORA se alcançar a temperatura de esterilização com
valor padrão de 134ºC. Esta temperatura é
OP.2 13 MIN mantida por 15 min. O visor indica que está em
execução a fase 2 do ciclo e o tempo remanes-
TCI PCI cente.
Secagem
PROG:1 HORA Completada a fase de exposição, inicia-se a se-
cagem, com o acionamento da bomba de vácuo.
OP.2 5 MIN Atingindo nível de vácuo programado o comando
dá início a contagem do tempo de secagem com
TCI PCI valor padrão de 6 min.
Terminada a secagem é aberta a válvula de entrada de ar filtrado na câmara até o
restabelecimento da pressão atmosférica.
Atenção
Atenção: Os parâmetros de tempo de esterilização e secagem, bem como os níveis e
pulsos de pré-vácuo configurados de fábrica devem ser entendidos como um parâmetro

20
Operação G
inicial de trabalho. Dependendo da necessidade do cliente, das condições climáticas e
da qualidade dos suprimentos, esses valores poderão variar.

Todos os parâmetros
do ciclo podem ser
Ciclo Tecidos
reprogramados pelo
técnico responsável.
Consulte o capítulo
intitulado COMANDO,
para como proceder a
programação e se in-
formar sobre a faixa de
valores para cada
parâmetro.

Esterilização Material Termolábil

Para selecionar ciclo de esterilização


2
para material termolábil pressione a LATEX
tecla "C" - "CICLOS". O visor solicita Selecionando
a informação do número do ciclo de-
sejado. Pressione a tecla 2. Ciclo Termlábil

INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI
No visor solicita a informação do nú-
mero do ciclo desejado. Pressione a
tecla 2.

INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:2 HORA No visor será mostrado o número "2" relativo ao


CARREGAR EQUIP. ciclo de material termolábil, a hora atual e a infor-
OU DAR PARTIDA mação para carregar a câmara ou dar a partida e
TCI PCI os valores atuais de temperatura e pressão.

21
G Operação

Pressione a tecla "D" - "PARTIDA"


para iniciar o ciclo.

Pré-Vácuo O ciclo se inicia com a realização de pulsos de vácuo alternados com injeções de vapor
na câmara, acondicionamento da carga e eliminação de ar. O visor do comando informa
que está em execução a 1ª fase do ciclo, indica o nível de vácuo ou pressão a ser
alcançado e o número de pulsos que faltam para completar a fase.

INDICAÇÃO DO VISOR: Na fase seguinte vapor é injetado na câmara até


Exposição PROG:2 HORA se alcançar a temperatura de esterilização com
OP.2 23 MIN valor padrão de 121º C. Esta temperatura é
mantida por 30 min. O visor indica que está em
TCI PCI execução a fase 2 do ciclo e o tempo remanes-
cente.
INDICAÇÃO DO VISOR:
Completada a fase de exposição, inicia-se a se- PROG:2 HORA
Secagem cagem, com o acionamento da bomba de vácuo.
Atingindo nível de vácuo programado o comando
OP.2 5 MIN
dá início a contagem do tempo de secagem com
valor padrão de 6 min. TCI PCI
Terminada a secagem é aberta a válvula de entrada de ar filtrado na câmara até o
restabelecimento da pressão atmosférica.
Atenção Atenção: Os parâmetros de tempo de esterilização e secagem, bem como os níveis e
pulsos de pré-vácuo configurados de fábrica, devem ser entendidos como um parâmetro
inicial de trabalho. Dependendo da necessidade do cliente, das condições climáticas e
da qualidade dos suprimentos, esses valores poderão variar.

Todos os parâmetros
Ciclo Termolábeis do ciclo podem ser
reprogramados pelo
técnico responsável.
Consulte o capítulo
intitulado COMANDO,
para como proceder a
programação e se in-
formar sobre a faixa de
valores para cada
parâmetro.

22
Operação G
Esterilização Flash
3
FLASH
Para selecionar ciclo de esterilização
para tecidos tecidos pressione a te- Selecionando
cla “C” - “CICLOS”.
Ciclo Flash

INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

O visor solicita a informação do nú-


mero do ciclo desejado.Pressione a
tecla 3.

INDICAÇÃO DO VISOR:
No visor será mostrado o número "3" relativo ao
PROG:3 HORA ciclo de esterilização "Flash" e a hora atual e a
CARREGAR EQUIP. informação para carregar a câmara ou dar a par-
OU DAR PARTIDA tida e os valores atuais de temperatura e pres-
TCI PCI são.

Pressione a tecla "D"-"PARTIDA" Pré-Vácuo


para iniciar o ciclo.
O ciclo se inicia com a realização
de pulsos de vácuo alternados com
injeções de vapor na câmara, acon-
dicionamento da carga e eliminação
de ar. O visor do comando informa
que está em execução a 1ª. fase do
ciclo, indica o nível de vácuo ou pressão a ser alcançado e o número de pulsos que
faltam para completar a fase.
INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:3 HORA Na fase seguinte vapor é injetado na câmara até


se alcançar a temperatura de esterilização com
Exposição
OP.2 3 MIN valor padrão de 134ºC. Esta temperatura é mantida
por 3 min. O visor indica que está em execução
TCI PCI a fase 2 do ciclo e o tempo remanescente.
23
G Operação

PROG:3 HORA Completada a fase de exposição, inicia-se a se-


Secagem cagem, com o acionamento da bomba de vácuo.
OP.3 1 MIN Atingido nível de vácuo programado o comando
inicio a contagem do tempo de secagem com va-
TCI PCI lor padrão de 1 min.
Terminada a secagem é aberta a válvula de entrada de ar, que vai permitir a admissão
de ar filtrado na câmara até o restabelecimento da pressão atmosférica.

Atenção - Ciclo para material de superfície (sem embalagem).


Os parâmetros de tempo de esterilização e secagem, bem como os níveis e pulsos de
pré-vácuo configurados de fábrica devem ser entendidos como um parâmetro inicial de
trabalho. Dependendo da necessidade do cliente, das condições climáticas e da qua-
lidade dos suprimentos, esses valores poderão variar.

Ciclo Flash Todos os parâmetros


do ciclo podem ser
reprogramados pelo
técnico responsável.
Consulte o capítulo
intitulado "Comando"
para saber como pro-
ceder a programação
e se informar sobre a
faixa de valores per-
mitidos para cada
parâmetro.

Esterilização Instrumental (Embalado)


4
INSTR.
Para selecionar ciclo de esterilização
Selecionando para instrumental ou material pressio-
ne a tecla "C" - "CICLOS".
Ciclo Instrumental
INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

O visor solicita a informação do nú-


mero do ciclo desejado. Pressione a
tecla 4.

24
Operação G
INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:4 HORA No visor será mostrado o número "4" relativo ao


CARREGAR EQUIP. ciclo de instrumental e a hora atual e a informa-
ção para carregar a câmara ou dar a partida e os
OU DAR PARTIDA valores atuais de temperatura e pressão.
TCI PCI

Pressione a tecla "D" - "PARTIDA" para


iniciar o ciclo.

O ciclo se inicia com a realização de pulsos de vácuo alternados com injeções de vapor Pré-Vácuo
na câmara, acondicionamento da carga e eliminação de ar. O visor do comando informa
que está em execução a 1ª fase do ciclo, indica o nível de vácuo ou pressão a ser
alcançado e o número de pulsos que faltam para completar a fase.

INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:4 HORA
Na fase seguinte vapor é injetado na câmara até Exposição
ser alcançada a temperatura de esterilização com
OP.2 5 MIN valor padrão de 134ºC. Esta temperatura é mantida
por 5 min. O visor indica que está em execução
TCI PCI a fase 2 do ciclo e o tempo remanescente.

INDICAÇÃO DO VISOR:
Completada a fase de exposição, inicia-se a se-
cagem, com o acionamento da bomba de vácuo. PROG:4 HORA
Atingido nível de vácuo programado, o comando OP.3 1 MIN
inicia a contagem do tempo de secagem com va-
lor padrão de 6 min. TCI PCI
Terminada a secagem é aberta a válvula de entra-
da de ar, que vai permitir a admissão de ar filtrado na câmara até o restabelecimento da
pressão atmosférica.

Atenção: Os parâmetros
de tempo de esteriliza- Ciclo Instrumental
ção e secagem, bem
como os níveis e pulsos
de pré-vácuo configura-
dos de fábrica devem ser
entendidos como um
parâmetro inicial de tra-
balho. Dependendo da
necessidade do cliente,
das condições climáticas
e da qualidade dos su-
25
G Operação

primentos, esses valores poderão variar.


Todos os parâmetros do ciclo podem ser reprogramados pelo técnico responsável.
Consulte o capítulo intitulado "Comando" para como proceder a programação e se
informar sobre a faixa de valores permitidos para cada parâmetro.

Esterilização Líquidos (Frascos não herméticos)

5 Para selecionar ciclo de esterilização de


LIQU.
líquidos pressione a tecla “C” - “CICLOS”.
Selecionando
Ciclo de Líquidos
INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

O visor solicita a informação do número


do ciclo desejado.Pressione a tecla 5.

INDICAÇÃO DO VISOR:
No visor será mostrado o número "5" relativo ao
PROG:5 HORA ciclo de Líquidos (frascos não herméticos) e a
CARREGAR EQUIP. hora atual, a informação para carregar a câmara
OU DAR PARTIDA ou dar a partida e os valores atuais de temperatu-
TCI PCI ra e pressão.

Pressione a tecla "D"-"PARTIDA" para


iniciar o ciclo.

INDICAÇÃO DO VISOR:
O comando solicita ao usuário a seleção da for-
TRABALHAR FØ ma de controle do ciclo - utilizando ou não a equa-
S1-SIM (S2-NAO) ção do Fo- e do sensor de controle, com opção
TRABALHAR TTT para escolha do sensor de testemunho (no inte-
S1-SIM (S2-NAO) rior da câmara).

26
Operação G
INDICAÇÃO DO VISOR: A opção anterior para estes parâmetros é a
TRABALHAR FØ indicada sem os parênteses "( )".
S1-SIM (S2-NAO) O comando aguarda alguns segundos pela de-
cisão do operador, passando em seguida para a
TRABALHAR TTT tela habilita o inicio do ciclo.
S1-SIM (S2-NAO)

Para passar imediatamente por esta tela sem


aguardar estes segundos acione a tela "0".

Para modificar a seleção pressione a tecla


EDIT (habilitar edição).

Para a primeira questão ao pressionar a tecla


S2 (NÃO) o tempo de esterilização Controlando
selecionado não será corrigido pela equação
do Fo. por "Fo"
INDICAÇÃO DO VISOR:

TRABALHAR FØ
S1-SIM (S2-NAO)
TRABALHAR TTT
S1-SIM (S2-NAO)

A opção atual para forma de controle estará piscando no display. Para trabalhar com
Fo pressione a tecla S1 (SIM).

INDICAÇÃO DO VISOR:

Realizada a primeira opção e desejando alterar TRABALHAR FØ Sensor de


o sensor de controle, pressione novamente a S1-SIM (S2-NAO)
Testemunho
tecla para habilitar edição. TRABALHAR TTT
S1-SIM (S2-NAO)

27
G Operação

A opção atual para o sensor de controle


estará piscando no display.

Para trabalhar com o sensor de teste-


munho pressione a tecla S1 (SIM). Ao
pressionar a tecla S2 (NÃO) o comando
irá selecionar o sensor TCI, localizado
junto ao dreno, para controle do ciclo.

Após a seleção deste parâmetros o co-


mando apresenta a tela que habilita o iní-
cio do ciclo.

Pressione a tecla "D" - "PARTIDA" para


iniciar o ciclo.
INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG: 5 HORA O ciclo se inicia com a realização de um pulso de


vácuo, em seguida é injetado vapor na câmara.
OP:2 10 MIN
Inicia-se a fase de varredura de vapor, onde por
um tempo padrão de 10 min. são mantidas aber-
Pulso de Vácuo TCI PCI
tas tanto a válvula de entrada de vapor como a de
Varredura de Vapor INDICAÇÃO DO VISOR: exaustão da câmara.
PROG:4 HORA O pulso da vácuo inicial e a varredura de vapor tem
objetivo de retirar o ar da câmara e promover o pré-
OP:2 4 MIN
aquecimento da carga.
TCI PCI
Na fase seguinte vapor é injetado na câmara até se
Exposição alcançar a temperatura de esterilização com valor padrão de 121ºC. Esta temperatura é mantida
por 30 min. O visor indica que está em execução a fase 2 do ciclo e o tempo remanescente.
Completada a fase de exposição, inicia-se a secagem, com o acionamento da bomba
de vácuo. Atingindo nível de vácuo programado, o comando inicio a contagemdo tempo
de secagem com valor padrão de 6 min.
Exaustão Lenta Terminada a secagem é aberta a válvula de entrada de ar filtrado na câmara até o
restabelecimento da pressão atmosférica.

Atenção: Os parâmetros de
tempo de esterilização e se-
cagem, bem como os níveis
Ciclo Líquido e pulsos de pré-vácuo confi-
gurados de fábrica devem ser
entendidos como um
parâmetro inicial de trabalho.
Dependendo da necessida-
de do cliente, das condições
28
Operação G
climáticas e da qualidade dos suprimentos, esses valores poderão variar.
Todos os parâmetros do ciclo podem ser reprogramados pelo técnico responsável.
Consulte o capítulo intitulado "Comando" para como proceder a programação e se
informar sobre a faixa de valores para cada parâmetro.

Ciclo Bowie & Dick


O ciclo de Bowie & Dick tem por finalidade a verificação da eficácia da fase de pré-
vácuo (acondicionamento de carga) no que diz respeito à eliminação de ar na câmara.
Existem basicamente dois padrões de teste nomercado: O padrão ISO e o padrão
Europeu. Por "defaut", os equipamentos Baumer saem de fábrica configurados para
atender à norma ISO11140. Contudo, se o cliente optar pelo padrão Europeu os equipa-
mentos poderão ser expedidos de fábrica com esse perfil. Cabe salientar, contudo, que
os ciclos de trabalho da autoclave com o padrão Europeu com o padrão Europeu
tendem a ser mais longos que o sistema ISO. O teste deve ser executado no início do
período de trabalho após o pré-aquecimento da câmara, para eliminação do condensado
acumulado com a autoclave inativa.
O pacote de teste deve ser elaborado com tecido atoalhado e ter as dimensões de
30x25x28 cm. A folha teste deve ser colocada no meio do pacote, que deve ser prote-
gido por um campo cirúrgico. O pacote deve ser colocado no ponto mais frio da câma-
ra, normalmente na parte inferior da mesma, próximo à porta de carga e do dreno.

Para selecionar o ciclo de teste


Bowie & Dick, pressione a tecla "C" 6
- "CICLOS". B&D

INDICAÇÃO DO VISOR: Selecionando


Bowie & Dick
SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

O visor solicita a informação do ci-


clo desejado. Pressione a tecla "6".

INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG: g HORA No visor será mostrado o número "6" relativo ao


CARREGAR EQUIP. ciclo Bowie & Dick e a hora atual, a informação Pré-Vácuo
OU DAR PARTIDA para carregar a câmara ou dar a partida e os va-
TCI PCI lores atuais de temperatura e pressão.

29
G Operação

Pressione a tecla "D"-"PARTIDA"


para iniciar o ciclo.

O ciclo se inicia com a realização de pulsos de vácuo alternados com injeções de vapor
na câmara, acondicionamento da carga e eliminação de ar. O visor do comando informa
que está em execução a primeira fase do ciclo, indica o nível de vácuo ou pressão a ser
alcançado e o número de pulsos que faltam para completar a fase.
Em seguida o vapor é injetado na câmara até alcançar a temperatura de esterilização
com valor fixo de 134ºC.
Esta temperatura é mantida por apenas 210 segundos. O que se pretende é verificar a
rápida penetração do vapor na carga e a rápida elevação da temperatura da mesma, o
que é mais facilmente obtido quanto mais eficiente for a remoção de ar na câmara.

Exposição INDICAÇÃO DO VISOR:


Passado o tempo de exposição inicia-se a fase de
PROG: g HORA exaustão rápida da câmara e secagem, com o
OP:3 3 MIN acionamento da bomba de vácuo. Atingido o nível de
vácuo programado o comando inicia a contagem do
TCI PCI tempo de secagem com valor fixo de 3 min.

Completada a secagem é aberta a válvula de entrada de ar, que vai permitir a admissão
de ar filtrado na câmara até o restabelecimento da pressão atmosférica.
O pacote retirado da câmara deve ser analisado pelo técnico responsável. A ocorrência
de falha deve ser comunicada à manutenção.

Ciclo Bowie & Todos os parâmetros


Dick do Ciclo são fixoss e
definidos em fábrica.

Leack Test
O ciclo “Leak test” é um ciclo com o objetivo de testar a hermeticidade da câmara da
autoclave. Este teste deve ser feito preferencialmente pela manhã, com o equipamento
frio, para que as variáveis do processo não sejam alteradas pela temperatura ou umida-
30
Operação G
de. Com o uso contínuo, válvulas de retenção, válvulas de alimentação e descarga,
purgadores e guarnições podem apresentar defeitos e permitir falsas entradas de ar
com a câmara sob vácuo.
Este teste vai interromper o funcionamen-
to da bomba de vácuo e fechar todas as
válvulas de alimentação e descarga da
câmara e acompanhar a oscilação de
7
pressão na câmara. LEAK
Selecionando Ciclo
Para selecionar o ciclo “Leak Test”, pres-
sione a tecla “C”-“CICLOS”. de Estanqueidade
INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

O visor solicita a informação do ciclo


desejado. Pressione a tecla “7”

INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:7 HORA No visor será mostrado o número“7” relativo ao


CARREGAR EQUIP. ciclo “Leak Test” e a hora atual, a informação para
OU DAR PARTIDA carregar a câmara ou dar a partida e os valores
TCI PCI atuais de temperatura e pressão.

Pressione a tecla "D" - "PARTIDA"


para iniciar o ciclo.

INDICAÇÃO DO VISOR: O ciclo se inicia com a realização de um pulso Testando a


PROG:7 HORA de vácuo até -0,7 kgf/m². O comando interrompe Hermeticidade
OP:2 5 MIN o funcionamento da bomba de vácuo, fecha to-
das as válvulas de alimentação e descarga, e
TCI PCI aguarda por um tempo de 5 min. a estabilização
do vácuo na câmara.

31
G Operação

Por mais 10 min. após a estabilização é feito o acompanhamento do nível de vácuo.


Nesta fase, uma variação maior que 0,04 kgf/m² será detectado como falha, que deve-
rá ser comunicada à manutenção.
Em seguida é aberta a válvula de entrada de ar, que vai permitir a admissão de ar filtrado
na câmara até o restabelecimento da pressão atmosférica.

Ciclo Leak Test

Todos os parâmetros
do ciclo são fixos e de-
finidos em fábrica.

8 Usuário A (Material de superfície ou densidade)


A-ESP
Selecionando Ciclo Para selecionar o ciclo de esteriliza-
Usuário A ção para usuário A pressione a tecla
"C" - "CICLOS". O visor solicita a
informação do número do ciclo dese-
jado.

INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

Pressione a tecla "8".

INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:8 HORA No visor será mostrado o número "8" relativo ao


CARREGAR EQUIP. material termolábil e a hora atual, e a informação
OU DAR PARTIDA para carregar a câmara ou dar a partida e os valo-
TCI PCI res atuais de temperatura e pressão.

32
Operação G

Pressione a tecla "D" - "PARTIDA"


para iniciar o ciclo.

O ciclo se inicia com a mesma estrutura do ciclo "2" - Material Termolábil cujo
programa padrão prevê pulsos de vácuo e vapor, fase de exposição à 121ºC por 30
min., exaustão rápida e secagem de 6 min., e aeração.
O objetivo do ciclo é permitir ao usuário a criação de um programa para material de
superfície ou densidade ajustado às suas necessidades específicas.
Veja os parâmetros possíveis para programação no capitulo "Comando".

Usuário B (Líquidos)
Para selecionar ciclo de esterilização
para usuário B pressione a tecla "C"
9
B-ESP
- "CICLOS". O visor solicita a infor-
mação do número do ciclo desejado. Selecionando Ciclo
Usuário B
INDICAÇÃO DO VISOR:

SELECIONE PROGRAMAS
DE 1 A 9
TCI PCI

Pressione a tecla "9".

INDICAÇÃO DO VISOR:

PROG:9 HORA No visor será mostrado o número "9" relativo ao


CARREGAR EQUIP. material líquido e a hora atual, e a informação
OU DAR PARTIDA para carregar a câmara ou dar a partida e os valo-
TCI PCI res atuais de temperatura e pressão.

Pressione a tecla "D" - "PARTIDA"


para iniciar o ciclo.

33
G Operação
O ciclo se desenvolve com a mesma estrutura do ciclo "5" - esterilização de Líquidos
cujo programa padrão preve 1 pulso de vácuo, varredura de vapor por 10 min., fase
de exposição à 121º C por 30 min., exaustão lenta até 95º C, e aeração. O objetivo
do ciclo é permitir ao usuário a criação de um programa para líquidos ajustado às suas
necessidades específicas. Veja os parâmetros possíveis para programação no capítulo
"Comando".

Final de operação
INDICAÇÃO DO VISOR:
Uma vez cumprido corretamente o ciclo de este-
PROG: X HORA
rilização o comando desativa todas as válvulas
FIM DE CICLO do processo, e indica através de um alarme acús-
BOTÃO ABIR PORTA tico continuo o fim do ciclo. O visor indicará o
TCI PCI final de ciclo.

Abrindo Porta O visor irá indicar a execução desta ação. A porta deve ser aberta pulsando a tecla "A"
- "PORTA". (Na autoclave de duas portas esta tecla está na área limpa).
Atenção: Utilizar Retire a carga do interior da câmara utilizando o
INDICAÇÃO DO VISOR:
luvas para
PROG: X HORA carro para transporte de racks e encaminhe o
manusear o material para a área de estocagem.
PORTA LADO
Enquanto a porta do lado limpo for mantida aberta,
material LIMPO ABERTA nenhuma operação poderá ser realizada e o visor
esterilizado, TCI PCI indicará a necessidade de fechamento da mesma.
pois o mesmo
Quando a porta do lado limpo for fechada, no caso de equipamentos com 2 portas, será
estará quente. possível a abertura da porta do lado de carga com acionamento da tecla "A" - "POR-
TA", possibilitando o carregamento da câmara para um novo ciclo. O equipamento
ficara em condições de esperar seleção do novo ciclo a executar.

Enquanto está se realizando a abertura ou fechamento de qualquer das portas, o visor


indicará estas ações:

INDICAÇÃO DO VISOR: INDICAÇÃO DO VISOR:

FECHANDO ABRINDO
PORTA PORTA

34
Operação G
Estes avisos se apagam automaticamente quando se completaram as ações de aber-
tura ou fechamento.
Para a ação de abertura o comando pressuriza o pistão da porta, abre a válvula de
vácuo e esta permanece aberta até que o comando não torne a detectar que a porta se
encontre em condições de ser pressurizada, após fechamento.
Para a ação de fechamento o comando despressuriza o pistão pneumático fazendo
com que a porta alcance a posição desejada.
Quando verifica que isto ocorre fecha a válvula de vácuo aciona a válvula que possibilita
a pressurização da guarnição na canaleta.

No Final do Dia

• Desligue a chave de alimentação elétrica no quadro de força.


• Feche as válvulas de suprimento de vapor no cavalete de vapor.
• Feche as válvulas de suprimento de água no cavalete de água.
• Feche as válvulas de suprimento de ar comprimido no cavalete de ar comprimido.
• Libere a pressão de gerador de vapor, abrindo a válvula de dreno.
• Aguarde a câmara esfriar e faça a limpeza da mesma.

35
H Comando

Outras funções do teclado

As 4 teclas à esquerda do teclado,


identificadas com as letras “A”, “B”, “C”, e “D”,
possuem funções fixas já descritas no capí-
tulo “OPERAÇÃO”.

O teclado de 12 teclas à direita, composto das teclas de “0” a “9”, mais as teclas “EDIT”
e “ENTER”, assume para as teclas numéricas outras funções, de acordo com o estado
em que se encontra o equipamento.
As teclas “S1” e “S2”, são utilizadas para confirmar ou negar algumas ações propostas
pelo comando, e as teclas ! (tecla para cima) e #(tecla para baixo) permitem a
navegação pelas telas de programação de parâmetros.

As teclas “Manut” e “Hex”, são reservadas para manutenção e permitem checar o


funcionamento do comando.

Tecla “0” :
Com um ciclo em execução, ao ser acionada, esta tecla permite abortar o ciclo. O
comando solicita através do visor a confirmação ou não da ação

INDICAÇÃO DO VISOR:

BOTÃO PARADA
DE CICLO APERTADO
ABORTA TECLA 1
SEGUE TECLA 2

Pressione a tecla “1” para confirmar e tecla “2” para cancelar o comando. Se nenhuma
tecla for acionada em um intervalo de 3 minutos, o ciclo é abortado automaticamente.
Ao ligar o equipamento ou ao selecionar o ciclo, o comando solicita a indicação do
código da carga. Na seleção dos ciclos para líquidos que podem ser controlados atra-
vés do F0 e podem utilizar o sensor de testemunho no interior da câmara, o comando
solicita a escolha entre as alternativas disponíveis.
A tecla “0” permite ao operador passar rapidamente por estas telas, sem modificação
do estado anterior.

As teclas de 1 a 9 possuem, além das propriedades descritas no capitulo “OPERA-


ÇÃO” as funções abaixo:

Tecla 1- PROGRAMAÇÃO:
Com um ciclo carregado ao ser acionada permite a alteração dos parâmetros do pro-
grama. Veja adiante como reprogramar os ciclos
36
Comando H
Tecla 2 - AJUDA:
Fora do contexto “selecionar ciclos” e com o ciclo de esterilização não disparadopermite
a impressão do menu de ajuda.

Tecla 3 - ZERAR CONTADOR DE CICLOS


Fora do contexto “selecionar ciclos” e sem estar o ciclo em execução permite zerar o
contador de ciclos.
Pressione a tecla “3” e o comando pede para informar a senha. Pressione a tecla
“EDIT” (tecla para edição de parâmetros)

INDICAÇÃO DO VISOR:

DIGITE SENHA

INDICAÇÃO DO VISOR:

DIGITE SENHA

****

e entre com a senha através do tecla-


do numérico.
Pressione a tecla “ENTER” (tecla para confirmar entrada de dados), e o contador
de ciclos estará zerado.

Tecla 4 - HABILITAR IMPRESSORA:


Permite habilitar e desabilitar a impressora. Veja no capítulo “IMPRESSORA” como
proceder.

Tecla 5 - DATA E HORA


Permite alteração de data e hora.Pressione a tecla 5 fora do contexto “selecionar ci-
clos” e com ciclo não iniciado.O comando irá solicitar a informação da ação desejada.
INDICAÇÃO DO VISOR:

14:28:49 235845
S1 ACERT <S2 NÃO>
05/01/98 19980304
S1 ACERT <S2 NÃO>
Pressione a tecla “EDIT” (tecla para
edição de parâmetros). Estará pis-
cando no display o campo de edição da hora. Entre através do teclado numérico a
informação da hora correta com 6 dígitos contínuos. Os dois primeiros estarão indican-
do a hora, minuto e segundo. Utilize o digito zero sempre que necessário.
37
H Comando

INDICAÇÃO DO VISOR: Pressione a tecla “ENTER” (tecla para con-


14:28:49 235845 firmar entrada de dados) para terminar, ou
novamente tecla “EDIT” (tecla para edição
S1-SIM (S2-NAO) de parâmetros), para habilitar a função de
05/01/98 19980304 modificação de hora. Estará piscando no
S1-SIM (S2-NAO) display os parênteses em torno da opção
"S2". Pressione a tecla "S1" e em seguida
“ENTER” (tecla para confirmar entrada de dados) para acertar a hora.
Para edição da data o procedimento é analogo ao procedimento para acertar hora.
Pressione a tecla “EDIT” (tecla para edição de parâmetros), tantas vezes neces-
sário até a linha da data começar a piscar.
INDICAÇÃO DO VISOR:
Entre através do teclado numérico a informa-
14:28:49 235845
ção da data correta com 8 dígitos contínuos.
S1-SIM (S2-NAO) Os quatro primeiros estarão indicando ano,
05/01/98 AAAAMMDD os próximos dois o mês, e os dois últimos o
S1-SIM (S2-NAO) dia. Utilize o digito zero sempre que neces-
sário.

Pressione novamente a tecla “EDIT” (tecla para edição de parâmetros). Estará


piscando no display os parênteses em torno da opção "S2". Pressione a tecla "S1" e
em seguida “ENTER” (tecla para confirmar entrada de dados) para acertar a data.
Pressione novamente a tecla "5" para sair e retornar ao modo normal do comando.
Tecla 6 - MODIFICAR SENHA:

INDICAÇÃO DO VISOR:

DIGITE SENHA

* ***

Fora do contexto “selecionar ciclo” e sem estar o ciclo em execução, permite modificar
as senhas.

Tecla 7 - CICLO AUTOMÁTICO OU MANUAL:

Permite passar o equipamento do funcionamento automático para manual. Veja adiante,


no capitulo “FUNCIONAMENTO MANUAL” como proceder

38
Comando H
Tecla 8 - CANCELAR ALARME:
Ao final do ciclo ou na ocorrência de uma falha,
o comando dispara um alarme sonoro. A tecla
8 é utilizada para cancelar este alarme.

Tecla 9 – ROLAR TELA


Durante a execução do ciclo, esta tecla é utilizada para colocar no display as indicações
de temperatura dos sensores de checagem e de teste, e da pressão da câmara externa.

2. FUNCIONAMENTO MANUAL

O equipamento foi projetado para operar de forma totalmente automática. Para permitir
a evacuação rápida da câmara após a ocorrência de uma falha, ou possibilitar provas
especiais, o equipamento pode ser operado manualmente.
Para operação manual, pressione a tecla 7. O comando ira solicitar a entrada de uma
senha. Pressione a tecla “EDIT” (tecla para edição de parâmetros) e informe a
senha padrão de fabrica (2441) através do teclado numérico. Pressione a tecla “ENTER”
(tecla para confirmar entrada de dados) para terminar. O execução do ciclo será
alternada para funcionamento manual e o comando indicara no display esta condição.

INDICAÇÃO DO VISOR:

DIGITE SENHA

****

INDICAÇÃO DO VISOR:

OPERAÇÃO MANUAL

TCI PCI

O comando só estará disponível se ocorrerem as condições seguintes:


· As portas estiverem fechadas e pressurizadas.
· comando estiver fora do contexto “selecionar ciclos”.
· ciclo não estiver em execução.

39
H Comando
A partir deste momento as teclas de 1 a 4, assumem as seguintes funções:
INDICAÇÃO DO VISOR:

OPERAÇÃO MANUAL Tecla 1: Habilita o sistema de vácuo (VC)

VC (VP) (AR) (DC)

INDICAÇÃO DO VISOR:

OPERAÇÃO MANUAL
Tecla 2 Habilita a entrada de vapor na câmara
(VC) VP (AR) (DC) interna (VP)

INDICAÇÃO DO VISOR:

OPERAÇÃO MANUAL
Tecla 3 Habilita a entrada de ar na câmara interna
(VC) (VP) AR (DC) pelo sistema de filtragem (AR)

INDICAÇÃO DO VISOR:

OPERAÇÃO MANUAL
Tecla 4 Habilita o sistema de descarga rápida de
vapor (DC)
(VC) (VP) (AR) DC

O acionamento dos sistemas pode ser feito individualmente ou de maneira simultânea.


Obs: Por medidas de segurança, o sistema não permite o acionamento das entradas
de ar limpo e vapor simultaneamento.
Terminada a execução manual da ação desejada, pressione novamente a tecla 7 para
voltar a execução automática do ciclo.

PROGRAMAÇÃO DE PARÂMETROS

Com o ciclo carregado e antes da partida do equipamento, Pressione a tecla “1”.


O comando solicita a entrada da senha de programação

Pressione a tecla ”EDIT” (tecla para edição de parâmetros), entre com a senha de
programação (3785) e confirme coma tecla “ENTER” (tecla para confirmar entrada de
dados).
O comando estará indicando o número do programa e o valor atual dos parâmetros. Os
parâmetros à serem programados, necessitam de duas telas para serem visualizados.
Utilize as teclas “!“ (tecla para cima) e “#“(tecla para baixo), para movimentar-se
entre as telas.

40
Comando H
Programação dos Ciclos 1, 2, 4 e 8.

Se houver uma tentativa de programação fora da faixa aceitável, o controlador informará


ao programador que o valor digitado está fora do limite, e o limite máximo ou mínimo
aceitável será mostrado.
Os limites de programação desse(s) ciclo(s) são o seguinte:
Pré-vácuo: -0,10 a -0,80 Kgf/cm2
Pré-vapor: 0,10 a 1,00 kgf/cm2
Temperatura de esterilização: 105 a 134ºC
Tempo de esterilização: 0 a 999 minutos
Tempo de secagem: 0 a 999 minutos

Após a aceitação da senha o comando irá mostrar uma tela com os seguintes
parâmetros.
INDICAÇÃO DO VISOR:
Pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de
DIGITE PARM. (N) parâmetros) para modificar o parâmetro deseja-
PRE VACUO -X.XX Kg f
Kgf do (o parâmetro a ser modificado estará piscan-
PRE VAPOR YYY Kgf do), entre com o valor desejado.
PULSOS zzzz P Pressione a tecla "ENTER" (tecla para
confiração de dados) para confirmar o novo va-
lor.
Para acessar os demais parâmetros desse programa pressione a tecla "!" (seta para
cima"), irá surgir a seguinte tela.
INDICAÇÃO DO VISOR:

TEMPER. ESTER. XXX C Pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de


TEMPO ESTER. YYYY min parâmetros) para modificar o parâmetro deseja-
TEMPO SECAG. zzzz min do (o parâmetro a ser modificado estará piscan-
do), entre com o valor desejado.
Pressione a tecla "ENTER" (tecla para
confiração de dados) para confirmar o novo valor.
Para encerrar a programação de parâmetros pressione novamente a tecla "1".

Programação do Ciclo 3.

Se houver uma tentativa de programação fora da faixa aceitável, o controlador informará


ao programador que o valor digitado está fora do limite, e o limite máximo ou mínimo
aceitável será mostrado.
Os limites de programação desse(s) ciclo(s) são o seguinte:
Pré-vácuo: -0,10 a -0,80 Kgf/cm2
Pré-vapor: 0,10 a 1,00 kgf/cm2
Temperatura de esterilização: 105 a 134ºC
Tempo de esterilização: 0 a 999 minutos
Pulsos de secagem: 0 a 9

Após a aceitação da senha o comando irá mostrar uma tela com os seguintes
parâmetros.

41
H Comando
INDICAÇÃO DO VISOR: Pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de
DIGITE PARM. (N) parâmetros) para modificar o parâmetro deseja-
PRE VACUO -X.XX Kg f
Kgf do (o parâmetro a ser modificado estará piscan-
PRE VAPOR YYY Kgf do), entre com o valor desejado.
PULSOS zzzz P Pressione a tecla "ENTER" (tecla para confir-
mação de dados) para confirmar o novo valor.
Para acessar os demais parâmetros desse pro-
grama pressione a tecla "!" (seta para cima"), irá surgir a seguinte tela.
INDICAÇÃO DO VISOR:
Pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de
TEMPER. ESTER. XXX C parâmetros) para modificar o parâmetro deseja-
TEMPO ESTER. YYYY min do (o parâmetro a ser modificado estará piscan-
Nº PUL. SEC. zzz min do), entre com o valor desejado.
TEMPO SECAG. WWW min Pressione a tecla "ENTER" (tecla para confir-
mação de dados) para confirmar o novo valor.
Para encerrar a programação de parâmetros pressione novamente a tecla "1"

Programação dos Ciclos 5 e 9.

Se houver uma tentativa de programação fora da faixa aceitável, o controlador informará


ao programador que o valor digitado está fora do limite, e o limite máximo ou mínimo
aceitável será mostrado.
Os limites de programação desse(s) ciclo(s) são o seguinte:
Pré-vácuo: -0,10 a -0,80 Kgf/cm2
Pré-vapor: 0,10 a 1,00 kgf/cm2
Temperatura de esterilização: 105 a 134ºC
Tempo de esterilização: 0 a 999 minutos
Temperatura final: 90 a 98ºC

Após a aceitação da senha o comando irá mostrar uma tela com os seguintes
parâmetros.
INDICAÇÃO DO VISOR:
Pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de
DIGITE PARM. (N) parâmetros) para modificar o parâmetro deseja-
PRE VACUO -X.XX Kg f do (o parâmetro a ser modificado estará piscan-
Kgf
PRE VAPOR YYY Kgf do), entre com o valor desejado.
Pressione a tecla "ENTER" (tecla para confir-
mação de dados) para confirmar o novo valor.
Para acessar os demais parâmetros desse programa pressione a tecla "!" (seta para
cima"), irá surgir a seguinte tela.
INDICAÇÃO DO VISOR:

TEMPER ESTER. XXX C Pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de


parâmetros) para modificar o parâmetro deseja-
TEMPO ESTER. YYY min do (o parâmetro a ser modificado estará piscan-
TEMPO VARRE. zzzz min do), entre com o valor desejado.
TEMPO F. CICLO www C Pressione a tecla "ENTER" (tecla para confir-
mação de dados) para confirmar o novo valor.
Para encerrar a programação de parâmetros pressione novamente a tecla "1"

42
Comando H
Programa 6

Esse programa permite somente a edição dos valores de pré vácuo, pré vapor e pulsos
de vácuo.
Após a aceitação da senha o comando irá mostrar uma tela com os seguintes
parâmetros.
INDICAÇÃO DO VISOR:
Pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de
PROGRAMA B&D parâmetros) para modificar o parâmetro deseja-
VACUO: -X.XX Kgf/cm do (o parâmetro a ser modificado estará piscan-
VAPOR: Y.YY Kgf/cm do), entre com o valor desejado.
PULSOS zzzz PULSOS Pressione a tecla "ENTER" (tecla para confir-
mação de dados) para confirmar o novo valor.
Para encerrar a programação de parâmetros pressione novamente a tecla "1"

Programa 7

Esse programa não é configuravel pelo usuário. Uma tentativa de programação desse
ciclo resultará na apresentação da seguinte tela.
INDICAÇÃO DO VISOR:

PARÂMETROS Se for digitado um valor fora da faixa de valores


DO PROGRAMA 7 permitidos, o visor indicara uma mensagem de
NÃO PODEM SER erro.
EDITADOS ATENÇÃO:
Para indicar o valor de pressão ou vácuo, não é
necessário indicar o sinal de positivo ou negativo.
O comando automaticamente reconhece se o valor é positivo ou negativo de acordo
com o tipo de parâmetro (pressão ou vácuo).
Entre com os valores de vácuo ou pressão, indicando o valor em centésimos de kgf/
cm². Por exemplo:
· Para indicar 0,90 kgf/cm² teclar o valor 90
· Para indicar 1,20 kgf/cm² teclar o valor 120

4. INDICAÇÕES DE FALHAS

O equipamento HI-VAC Plus possui uma lógica de controle estremamente funcional de


modo a não permitir que ações ou parâmetros estejam fora das faixas ou condições
necessárias o que torna esse equipamento extremamente confiavel durante o ciclo de
esterilização.
Os alarmes do equipamento podem ocorrer em diferentes circuntâncias ou fases do
processo.
Os alarmes se distinguem dos demais parâmetros por serem apresentados na tela
piscando de forma intermitente.

43
H Comando
Ex: Antes da partida do equipamento a maquina apresenta a seguinte mensagem:
INDICAÇÃO DO VISOR:

FALHA DE
SUPRIMENTOS
ÁGUA, AR
OU VAPOR

Isso significa a falta de água, ar, ou vapor suficiente para o inicio do ciclo.
Alarmes também podem ocorrer durante o processo.

Veja abaixo os principais alarmes e suas causas e soluções.


ALARME CAUSA PROCEDIMENTO
Senha Incorreta Tentativa de edição ou mudança da Repetir a inclusão da senha.
senha incorreta
Porta Lado Limpo aberta Porta do lado estéril aberta ou Acionar o botão de fechamento
destravada da Porta do Lado Limpo.
Falha de Suprimentos, Água, Ar Falta de água, ar comprimido, Verificar se os suprimentos de Vapor
pressão de vapor antes da água, ar ou vapor estão corretos
inicialização do ciclo ou relê de sobre e dentro dos valores de fornecimento
carga da bomba de vácuo desarmado. adequado ou se o relê de sobre-carga
da bomba de vácuo está desarmado

Aguardando a liberação do Gerador Em autoclaves com Gerador Aguardar enquanto o Gerador


de Vapor embutido ocorre quando a de Vapor atinge a pressão.
pressão de trabalho está abaixo
de 3 Kgf/cm2 na inicialização
Fechar Porta Lado Sujo antes de Tentativa de disparo do ciclo com a Fechar a porta antes de disparar o
iniciar porta aberta ciclo.
Falta de vapor na linha Falha de suprimento de vapor Verifique o suprimento de vapor,
durante o ciclo caso esteja normal pressione a
tecla "2", caso contrario pressione a
tecla "1".
Falta de Ar Comprimido Falha de suprimento de ar comprimi- Verifique o suprimento de ar compri-
do durante o ciclo mido, caso esteja normal pressione a
tecla "2", caso contrario pressione a
tecla "1".
Falta de Água ou sobrecarga na Falha de suprimento de água Verifique o suprimento de água ou
bomba de vácuo durante o ciclo ou sobrecarga na rearme o relê da bomba de vácuo.
bomba de vácuo Caso esteja normal pressione a
tecla "2", caso contrario pressione a
tecla "1".
Botão de Parada de Ciclo Apertado Botão "0" pressionado durante o Pressione a tecla "1" para abortar.
ciclo E contatar a manutenção.
Falha de subtemperatura Temperatura da câmara interna caiu Verificar suprimento de vapor.
mais de 5º da temperatura ajustada Pressione tecla "1" para abortar ou
durante o ciclo de esterilização tecla "2" para seguir.
Falha de pressão na câmara interna Pressão da câmara interna caiu Verificar suprimento de vapor. Pres-
0,5 Kgf/cm2 durante esterilização sione tecla "1" para abortar ou tecla
"2" para seguir.
Aguardando pressão na câmara Ciclo disparado com a câmara Aguardar subida de pressão na câma-
externa externa com baixa pressão ra externa. Após atingir esta pressão
o ciclo dispara automaticamente
Falha no alcance de parâmetros Um determinado parâmetro do ciclo Verificarsuprimentos e contatar manu-
(vácuo, temperatura ou vapor) não tenção.
foi alcançado durante o ciclo.
Alarme de sobre temperatura Temperatura de esterilização exce- Abortar o ciclo, aguardar o resfriamen-
deu no limite de segurança o da máquina e reiniciar o ciclo. Se o
problema persistir contatar manuten-
ção.
Falha de sobre pressão Excesso de vapor na câmara, falha Contatar manutenção.
na regulação do vapor
Câmara Interna Pressurizada Tentativa de abertura das portas Aguardar a despressurização da
com a câmara pressurizada câmara antes de abrir a porta.

44
Impressora I
Uma impressora matricial colocada no pa-
inel frontal da autoclave permite a docu-
mentação de todo o desenvolvimento do
ciclo de esterilização. A impressora é cons-
tituída de um corpo em plástico, tampa que
recobre a bobina de papel e a cabeça de
impressão. É dotada de um mecanismo
de impressão de impacto rápido de 8 agu-
lhas e utiliza bobina de papel de 57,5 mm
de largura, para impressão em 40 colunas.
A tecla "FEED" serve para deslocar o fita
de papel. A tecla "PRINT" so é utilizada
para configuração da impressora na fabri-
ca.
Ao ser ligado o equipamento, o sistema
de impressão de dados estará desabilitado

INDICAÇÃO DO VISOR:

PRINTER
HABILITADO

Para tornar a impressora funcional, basta acionar a tecla 4 e o visor indicará que a
impressora está habilitada, mantendo a informação por 2 segundos. Em seguida, en-
quanto o comando fica aguardando a definição pelo operador do tempo entre as impres-
sões, o visor estará indicando o estado de espera.
O tempo padrão entre impressões é de 30 segundos. Caso queira aceita-lo pressione
a tecla "0".
Desejando alterar este tempo pressione a tecla "EDIT" (tecla para edição de
parâmetros). O valor estará piscando do visor.

INDICAÇÃO DO VISOR:

TEMPO
IMPRESSÃO
30 SEG

Entre com o tempo desejado atravéz das teclas numéricas e confirme pressionando a
tecla "ENTER" (tecla para confirmar entrada de dados).
Para desabilitar a impressora pressione a tecla "4" no painel.

45
I Impressora
Esta função ocorre não importando a fase em que o ciclo esteja.
INDICAÇÃO DO VISOR:

PRINTER
DESABILITADO

A fita impressa indicará na parte superior a data e a hora do início do ciclo, e logo em
baixo o número sequencial do ciclo e o código da carga.
Separado do bloco superior por uma linha continua, serão impressos o número e nome
do programa escolhido e logo abaixo os parâmetros que devem ser alcançados e a
informação de controle de ciclo pelo cálculo do “Fo” quando esta opção tiver sido
selecionada.

------------------------
= B A U M E R =
------------------------
DATA: 00/00/00 HORA 00:00:00
CICLO Nr: 0000
COD. CARGA 000000
------------------------
PROGRAMA Nr: 07 - LEAK TEST
TEMPO DO TESTE 0015min
------------------------
HORA PCI TCI TPR TTS
Kg ºC ºC ºC
------------------------
OPERACAO: 1 - PULSOS VACUO 00:00:00

XX:XX:XX -X,XX XXX,X XXX,X XXX,X


XX:XX:XX -X,XX XXX,X XXX,X XXX,X
XX:XX:XX -X,XX XXX,X XXX,X XXX,X
XX:XX:XX -X,XX XXX,X XXX,X XXX,X

Todas as fases do ciclo serão então impressas separadas cada uma delas por uma
linha horizontal e contínua. No intervalo de tempo selecionado serão impressos 4 infor-
mações em sequência: hora; temperatura do sensor de controle; temperatura do sensor
de testemunho localizado na câmara interna do equipamento, quando ele existir; e
temperatura do sensor de verificação, colocado junto ao sensor de controle.
Completado o ciclo de esterilização é impressa a informação de “Final de Ciclo”, a
duração total do ciclo, e os espaços para assinatura do operador e do supervisor.
Quando o ciclo permitir o controle pelo cálculo do “Fo” é impresso também o valor “F”
correspondente.
A ocorrência de falha que interrompa o ciclo será sempre impressa.

46
Impressora I
Manutenção

Para trocar a bobina de papel proceda como abaixo:


1) Abra a tampa da impressora e coloque a bobina na posição indicada.
2) Coloque a ponta do papel na fenda do mecanismo de impressão.
3) Pressione a tecla "FEED" até o papel ultrapassar alguns centimetros o mecanismo
de impressão.
4) Posicione a bobina no lugar e passe a ponta do papel pela fenda da tampa, fechan-
do-a em seguida.

Para trocar o cartucho de impressão proceda como abaixo:


1) Abra a tampa da impressora e remova o cartucho da fita velho, pressionando-o para
baixo.
2) Insira o novo cartucho posicionando-o corretamente.
3) Empurre cuidadosamente o novo cartucho, girando o botão existente para o perfeito
encaixe na fenda do mecanismo de impressão.

Bobina -88216 Cartucho-87917

Não imprima quando a impressora estiver sem a bobina de papel e/ou o cartu-
cho da fita pois isto provoca a rápida deterioração das agulhas de impressão.
Não coloque objetos dentro da impressora, e não tracione manualmente a bo-
bina de impressão com a impressora ligada. Evite choque e pancadas.

47
J Manutenção Preventiva

Diariamente
• Ao final do dia realizar a drenagem da água do gerador de vapor, caso este exista. Atenção:
Certifique-se no dia seguinte de que esta válvula esteja realmente fechada antes de
Para efetuar
iniciar os trabalhos.
manutenção,
Semanalmente aguarde o
• Realizar a limpeza das superfícies internas da câmara de esterilização, estando fria resfriamento do
e não utilizando-se de ferramentas cortantes ou palha de aço. Se a câmara apre- equipamento para
sentar material inclustado, proceda a limpeza com ACTS® (Código Baumer ER- evitar queimaduras
501).
• Remover a grelha do dreno limpando fiapos ou qualquer outro tipo de material que
possa causar obstrução ou entupimento.
• Lubrificar a guarnição de silicone de vedação das portas, conforme instruções.
• Examinar as indicações dos instrumentos do painel do esterilizador.
• Examinar o elemento do filtro de água e limpar se necessário.
Quinzenalmente
• Limpar o assento das válvulas de retenção, válvulas pneumáticas e válvulas solenóides
para evitar danos por sujeira.

Mensalmente
• Nos dois primeiros meses reapertar os contatos dos contatores da bomba de vácuo
e das resistências do gerador.
• Examinar a válvula de segurança quanto à eventuais vazamentos. Acionar uma ou
duas vezes a haste promovendo escape de vapor sob pressão para verificar o não
colamento da guarnição em sua sede.
• Examinar toda a tubulação de água e vapor observando a presença de eventuais
vazamentos
• A partir do terceiro mês, realizar o reaperto dos contatos dos contatores mensal-
mente.
• Realizar a limpeza das resistências do gerador de vapor, utilizando uma escova de
aço. Através das verificações semanais pode ser detectada a necessidade desta
limpeza a intervalos de tempos menores.
• Quando o suprimento de água tiver alto teor de cálcario (água dura), e esta não for
tratada, deve-se lavar a bomba mensalmente.
• Reapertar todas as conexões elétricas do painel de controle e conexões das válvu-
las.
• Verificar as condições das guarnições da porta.

Trimestralmente
• Limpar a câmara do gerador de vapor com produto desincrustante. Após pelo me-
nos 3 enxágües com água limpa a câmara estará pronta para uso novamente.
• Substituir o filtro de entrada de ar, localizado na lateral esquerda do equipamento,
posição inferior à direita. Para esta operação não é necessário o uso de qualquer
ferramenta. Soltar e apertar com a mão (Trimestralmente ou a cada 300 ciclos).
48
Manutenção Preventiva J
• Verificar o ajuste das portas.
• Efetuar limpeza da impressora e trocar a fita.
• Trocar o assento das válvulas pneumáticas.
• Substutuir o elemento do filtro de água. Atráves das verificações semanais pode ser
detectada a necessidade desta substituação à intervalos de tempo menores.

Anualmente
• Refazer a calibração dos sensores de temperatura e pressão.
• Efetuar revisão geral em todo o sistema elétrico e mecânico.
• Efetuar a verificação da calibragem da válvula de segurança.
• Efetuar o processo de qualificação térmica do equipamento.
• Verificar condições do sistema de aterramento.

Outras Recomendações
• Trocar a válvula de segurança por uma nova a cada dois anos.
• Trocar o assento das válvulas pneumáticas anualmente.
• Efetuar o ensaio hidrostático da câmara a cada cinco anos.

Lubrificação da Guarnição de Vedação da Porta


• A vida útil de uma guarnição é diretamente proporcional à intensidade de uso do
esterilizador (número de horas em funcionamento, número de ciclos por dia e cui-
dados de lubrificação):
• Nunca utilize vaselina líquida como lubrificante. A eficiência de lubrificação é baixa
pois tal lubrificante é removido facilmente pelo calor e compromete a estabilidade da
guarnição.
• Recomendamos a utilizacão de graxa de silicone especialmente desenvolvida para
a Baumer comercializada em potes de 500 ml cód. 86429, utilizando um pequeno
pincel ou as próprias mãos.
• Lubrificar semanalmente
• Lubrificar as bordas da canaleta em toda a sua extensão e não o fundo.
• Ao remover a guarnição para limpeza, nunca utilize ferramentas cortantes ou ponti-
agudas, como chave de fenda, faca, garfo ou outro qualquer. Utilize espátula espe-
cial de ponta curva código 86428
• Nunca remova uma guarnição quente, ela poderá romper na emenda
• Ao colocar uma guarnição nova no esterilizador, coloque a emenda na parte superior
central, encaixando primeiramente as porções retas verticais e horizontais e poste-
riormente os cantos.

Limpeza da Câmara do Gerador


Utilize um produto desincrustante
• Desligue a alimentação das resistências
• Retire a flange da bóia
49
J Manutenção Preventiva
• Derrame a solução na camara
• Monte novamente a flange
• Deixe a solução pelo tempo estipulado pelo fabricante
• Realize a drenagem do gerador
• Ligue o gerador para entrada de água limpa
• Realize nova drenagem
• Repita os dois útlimos passos por 3 vezes.

Limpeza da Superfície da Câmara


• Se a câmara apresentar material incrustado borrife a superfície da mesma com o
desincrustante ACTS® ER-501. A temperatura da câmara deve ser baixa o suficiente
para permitir o contato das mãos do operador.
• Aguarde 15 a 20 minutos e esfregue a câmara com escova não metálica (ideal
escova com cerdas de nylon). Remova o produto por enxague e/ou pano úmido.
Cuidado para não deixar felpas sobre a superficie.
• O uso freqüente do ACTS® é recomendado para superfícies com excesso de mate-
rial incrustado.

Obs: Os parâmetros de manutenção podem ter a sua periodicidade alterada


em função qualidade dos suprimentos e frequência de utilização do equipa-
mento.

50
Solucionando Problemas K
Problema Causas Medidas Corretivas
• Display do comando se apaga • Disjuntor do comando desarmado • Rearmar disjuntor
• Conector entre interface e coman- • Reapertar conecto
do solto.

Problema Causas Medidas Corretivas


• Movimento de abertura e fecha- • Falta lubrificação na guarnição • Lubrificar a guarnição de vedação
mento de portas realizado com de vedação
dificuldade
• Regulador de fluxo obstruído • Reajustar regulador

Problema Causas Medidas Corretivas


• Pacotes saem molhados • Ineficiência da Bomba de Vácuo • Checar a bomba de vácuo

• Entrada de ar na câmara interna • Checar a vedação das portas e


também válvulas de retenção

• Vapor úmido • Checar a instalação de abasteci-


mento de vapor direto ou gerador
observando o correto funciona-
mento dos purgadores e
separador de umidade.

• Preparação de pacotes ou carga • Respeitar o procedimento de pa-


inadequada cotes e cargas mencionado no
capítulo específico

• Perfil do ciclo inadequado • Checar parâmetro do ciclo

Problema Causas Medidas Corretivas


• Pacotes, instrumentos ou utensí- • Qualidade do vapor / água • Checar se a qualidade da água
lios manchados atende as especificações deste
manual. Checar o elemento do
filtro de água, substituindo-o se
necessário. Checar a câmara de
geração de vapor, caso exista,
quanto a quantidade de minerais
e partículas em suspensão depo-
sitados em suas paredes, fundo
e resistências, limpado-os caso
necessário.

• Verificar qualidade do vapor de


linha. Instalar filtro se necessá-
rio.
51
K Solucionando Problemas

Problema Causas Medidas Corretivas


• Não imprime os dados na printer • Impressora desabilitada • Habilitar printer

• Papel enroscado • Desenroscar o papel

• Cabo de conexão solto


• Reapertar o cabo

Problema Causas Medidas Corretivas


• Porta não abre • Falha na bomba de vácuo • Verificar relé térmico, disjuntores
e tensão de alimentação

• Guarnição enroscando • Lubrificar guarnição

• Falha nas válvulas de controle • Contatar assistência técnica

Problema Causas Medidas Corretivas


• Telas do display não alternam • Falha na operação • Pressionar tecla "0" e em segui-
da tecla "2"

• Chave "RUN"/"PROG" do • Mudar a chave para posição


controlador na posição "PROG" "RUN"

Problema Causas Medidas Corretivas


• Positivando teste • Vapor úmido • Verificar suprimento de vapor

• Tempo de exposição incorreto • Programar tempo adequado

• Remoção de ar ineficiente • Verificar programação dos


parâmetros de vácuo

• Falha na penetração de vapor • Verificar a preparação do pacote

Problema Causas Medidas Corretivas


• Câmara interna não atinge a tem- • Falta pressão de alimentação • Checar a pressão de entrada no
peratura selecionada cavalete de vapor
• Checar o funcionamento dos
componentes do cavalete de va-
por
• Checar o funcionamento do gera-
dor de vapor

52
Solucionando Problemas K
Problema Causas Medidas Corretivas
• Câmara interna não atinge a tem- • Válvula Agulha Bloqueada • Limpar ou substituir o componen-
peratura selecionada te

• Filtro “Y” do sistema de purga • Limpar o componente


obstruído

• Vazamento de Vapor da câma- • Localizar e corrigir


ra interna

• Vazamento de ar da canaleta
para a câmara

• Temperatura câmara externa, • Verificar filtro e purgador


falha purgação na câmara ex-
terna

Problema Causa Medida Corretiva


• Acumulo de água no fundo ou • Desnivelamento • Nivelar
porta do esterilizador

• Válvula Agulha bloqueada • Limpar ou substituir o componen-


te

• Filtro “Y” do sistema de purga • Limpar o componente


obstruído

• Dreno obstruído • Limpar o dreno

• Selecionado ciclo de líquidos • Situação normal neste ciclo

Problema Causas Medidas Corretivas


• No final do ciclo o retorno a pres- • Filtro de ar saturado • Substituir o componente
são atmosférica demora além do
normal
Problema Causas Medidas Corretivas
• Equipamento não realiza vácuo • Relê térmico de proteção da • Rearmar. Caso o desarme seja
bomba desligado constante, chamar a Assistência
Técnica

• Falta água de alimentação da • Checar a abertura do registro no


bomba cavalete de água

• Câmara Pressurizada acima • Situação normal do equipamento


de 0,10 kgf/cm² durante abertura da porta
53
K Solucionando Problemas

Problema Causas Medidas Corretivas


• Disjuntor de proteção desligado • Rearmar, caso o de desarme seja
constante chamar a assistência
técnica

Problema Causas Medidas Corretivas


• Subida de pressão na câmara • Vazamento de ar comprimido da • Limpar ou trocar guarnição
interna sem disparo do ciclo canaleta para a câmara interna

• Falha na válvula de vapor da câ- • Acionar manutenção


mara interna

Problema Causas Medidas Corretivas


• Oscilação na leitura de pressão • Falha no aterramento • Verificar aterramento
• Contatar manutenção

• Sensores de temperatura em • Contatar manutenção


curto

Problema Causas Medidas Corretivas


• Oscilação na temperatura • Acúmulo de água no dreno • Desobstruir o dreno

• Sensor de temperatura solto • Reapertar o sensor

54
Peças e Reposições L
COMPONENTES DE REPOSIÇÃO CÓDIGO BAUMER ITEM
Alarme 24 Vcc 88027 1
Bobina p/ Impressora 88216 2
Bomba de Vácuo 1,5 CV 46361 3
Bomba de Vácuo 3,0 CV 81069 4
Bomba de Vácuo 4,0 CV 87214 5
Bomba de Vácuo 5,0 CV 87048 6
Comando Microprocessado ATOS 87953 7
Contator 24 Vcc 55008 8
Elemento Filtrante 3/4" 88067 9
Elemento Filtrante 1" 88077 10
Elemento Filtrante 1 1/2" 88079 11
Filtro "Y" 1/2" 45062 12
Refil Filtro de Ar 1/2" 88466 13
Fita p/ Impressora 87917 14
Fonte de Alimentação p/ Transdutor 87523 15
Fusível 0,5 A 87756 16
Guarnição B-125/B-255 86345 17
Guarnição B-365 80142 18
Guarnição B-525/B-705/B-875 80289 19
Guarnição do Contrapeso 107040 20
Lâmpada do Botão 24 Vcc 88359 21
Manômetro 87609 22
Manovacuômetro 87700 23
MicroSwitch do Contra Peso 96313 24
Pressostato 1/4" NA p/ Ar Comprimido ou Água 88441 25
Pressostato 1/4" NA p/ Vapor 88442 26
Purgador 1/2" 45078 27
Reparo Válvula Pneumática 1/2" 88485 28
Reparo Válvula Pneumática 1" 88484 29
Sensor PT-100 Duplo 88053 30
Sensor PT-100 Testemunho 87834 31
Transdutor de Pressão 87191 32
Válvula Agulha 1/2" 891071 33
Válvula de Retenção 1/2" 86154 34
Válvula de Segurança 1/2" 85201 35
Válvula Pneumática 1/2" 87217 36
Válvula Pneumática 1" 88254 37
Válvula Solenóide 1/2" Água 46979 38
Válvula Solenóide 1/4" p/ Ar 55010 39
Válvula Solenóide 1/8" p/ Ar NA 88255 40
Válvula Solenóide 1/8" p/ Ar NF 55009 41
Vedação Bomba de Vácuo 1,5/3,0 CV 84363 42
Vedação Bomba de Vácuo 4 CV 88028 43
Vedação Bomba de Vácuo 5 CV 88298 44
Reparo Válvula de Retenção 1/2" 85891 45
Reparo Válvula de Retenção 1" 86487 46
Mangueira borracha interna 19mm (1m) 101097 47
55
L Peças e Reposições

56
Instalação M
Este capitulo pretende fornecer aos clientes BAUMER, as informações básicas para a
correta instalação de suas autoclaves HI-VAC Plus e HI-VAC Cad.
Cada um dos sistemas de suprimento aqui descritos é fundamental para o correto
funcionamento da autoclave e para a eficiência do ciclo de esterilização.
Suprimentos de má qualidade, ou incorretamente dimensionados quanto a vazão, pres-
são ou outras características de fornecimento, podem provocar danos aos equipamen-
tos que não estarão cobertos pela garantia.
A BAUMER, através de sua rede de agentes pode oferecer toda a mão de obra e
materiais necessários à correta instalação das autoclaves.
Este serviço de instalação, não faz parte do contrato normal de fornecimento dos
equipamentos, mas pode, e deve, ser contratado diretamente com o agente responsá-
vel pela venda.
Todos os agentes Baumer estão capacitados à realizar estes serviços de instalação, e
contam com o treinamento, apoio e supervisão direta da fábrica.
Duas modalidades de contratação destes serviços, estão à disposição do usuário das
autoclaves BAUMER:

Instalação à Ponto
Cada uma das linhas de suprimento devem estar construídas de acordo com as
instruções dos manuais.
Tanto os ramais externos ao ambiente onde funcionarão a autoclave, como as linhas de
distribuição interna à este ambiente, e as estações para tratamento necessárias, como
estações redutoras de vapor e ar comprimido, estações de tratamento de água, qua-
dros elétricos, linhas de exaustão e etc., são de responsabilidade do comprador.
O serviço de instalação à ponto, consiste da ligação entre a linha de suprimento, e o
ponto de alimentação do equipamento. A distância entre o ponto de alimentação no
equipamento e a conexão na linha de suprimento não pode ser superior à 2,00 metros
lineares.
Faz parte deste serviço, o teste de todas as entradas e a colocação do equipamento
em funcionamento.
O serviço só será iniciado após a avaliação e aprovação pelo agente das linhas de
suprimentos, executadas pelo cliente

Instalação Completa
Neste caso, cabe ao cliente apenas a extensão das linhas de suprimento até o ambi-
ente onde serão instalados o equipamento. Estes pontos devem ser entregues com
válvulas de fechamento, e devem permitir a vazão, pressão e as características neces-
sárias ao correto funcionamento das autoclaves.
Todo o serviço de construção das linhas de distribuição interna, e de instalação de
estações para acondicionamento destas utilidades, como estações redutoras de vapor
e ar comprimido, quadros elétricos e etc., além da ligação à ponto das autoclaves,
serão executadas pelo agente BAUMER contratado.
Podem ser necessárias, a realização de exames das características físico-químicas
destes suprimentos, para o dimensionamento do tratamento adequado, o que deve ser
contratado pelo cliente, junto à firmas especializadas, conforme solicitação prévia da
empresa responsável pela instalação.
57
M Instalação - Área Física
Para um melhor rendimento e um correto fluxo de material nas áreas do Centro de
Material, Produção ou Laboratório de Qualidade, conforme o caso, a instalação das
autoclaves deve ser orientada por projeto específico. A BAUMER e seus agentes forne-
cerão toda as informações necessárias para elaboração deste projeto.
As autoclaves HI-VAC possuem quatro rodízios(opcional para a HI-VAC CAD e normal
Movimentação de linha para a PLUS) que podem ser utilizados na movimentação do equipamento no
ambiente onde deve ser instalada. Após esta movimentação, os apoios retrateis do
equipamento devem ser ajustados para permitir a fixação do mesmo no local de uso.
Se for prevista a colocação da autoclave sobre uma base de concreto (altura entre 4 e
6 cm.), devem ser providos os meios para a elevação e colocação do equipamento
neste local.
Os pisos e paredes, com a abertura para embutir a autoclave, devem estar prontas e

Apoio retrátil

Rodízio

Preparação para acabadas nas dimensões indicadas nas plantas de instalação constantes deste manu-
Embutir al. O acabamento entre a abertura na parede e a autoclave é possível com a utilização
de uma guarnição de borracha.
A água utilizada pela bomba de vácuo, bem como o condensado liberado durante o
Dreno ciclo de esterilização são liberados diretamente para o ralo do ambiente. Deve ser
prevista caixa sifonada com dimensão mínima de 4”. Esta caixa pode ter acabamento
elevado em relação ao piso (2 a 4 cm.), e deve estar localizado, sob a lateral da autoclave
onde se concentram os pontos de ligação das linhas de suprimento, ou em área exter-
na ao ambiente onde o equipamento for instalado.
A conexão do ponto de drenagem do equipamento
com esta caixa sifonada pode ser feita com tubu-
1"
lação rígida ou flexível de 1” de diâmetro, resisten-
te à altas temperaturas, e em ambos os casos,
sem fixação com o ralo (a conexão não deve per-
mitir a pressurização da linha). No caso de se pre-
ferir a colocação do ralo em área externa, a tubula-
2"
ção de drenagem deve ser estendida até o local
escolhido.

58
Instalação - Área Física M
Para a divisão de ambientes podem também ser utilizados painéis de aço inoxidável. Divisão de
Uma opção, para a instalação de autoclaves de duas portas, é a colocação do equipa-
mento entre duas divisórias, ou entre uma parede e uma divisória. Neste caso deve ser Ambientes
prevista a existência de acesso para a área enclausurada, para possibilitar os traba-
lhos de manutenção. Este acesso deve ser realizado pelo lado de carga do equipamen-
to.
A instalação do equipamento enclausurado deve ser precedida do planejamento das
linhas de suprimento para o equipamento, para evitar o desenvolvimento destas, atra-
vés das áreas de carga e descarga da autoclave. Uma solução bem planejada, facilita
o dimensionamento de um sistema de ventilação / exaustão, já que isola a área ocupa-
da pelo equipamento e pelas linhas de suprimento, ou geração de vapor, responsáveis
pela maior liberação de calor para o ambiente.
Obs: Deve-se manter um espaçamento lateral mínimo de 600 mm da autoclave para
que seja possível o acesso à manutenção.
É recomendável que a temperatura ambiente do lado do comando esteja em torno de

Detalhe

Consulte a BAUMER, ou sua rede de Agentes, sobre a possível utilização de


divisórias
25 ºC, para evitar superaquecimento do sistema eletrônico. Um sistema de exaustão
ou condicionamento de ar deve ser previsto no projeto cívil de instalação, recomenda-
mos também qu nas instalações com barreira, o gradiente de temperatura entre dois Temperatura
ambientes seja o menor possível para evitar o aumento de condensação do material
processado. Ambiente
59
M Instalação - Vapor

Qualidade do A autoclave HI-VAC Pode ser abastecida com vapor gerado em uma central ou à partir
de gerador de vapor, incorporado ou não à estrutura do equipamento.
Vapor
A qualidade do vapor é fundamental para a eficácia do ciclo de esterilização.
Norma ISO 11.134, sobre validação de ciclos de esterilização em industrias recomenda
os sejam níveis máximos de impurezas contidas no vapor ou na água utilizada para sua
geração, os indicados na tabela existente no capitulo sobre suprimento de água.
As boas práticas em esterilização recomendam que o vapor seja fornecido à partir de
gerador de vapor puro, construído em aço inoxidável, com utilização de água tratada, e
com linhas de distribuição dotadas de componentes e tubulação do mesmo material.
Sempre que possível deve ser prevista a aquisição das autoclaves com gerador de
vapor próprio, que no caso das autoclaves HI-VAC são inteiramente construídos em
aço inoxidável AISI 316, e com resistências também em aço inoxidável. A Baumer
oferece uma grande variedade de opções em sistemas de geração de vapor puro Con-
sulte seu Agente Baumer para maiores informações.
Nos casos onde a única alternativa for a utilização de vapor gerado em caldeiras tradi-
cionais, e distribuído em tubulação de aço carbono, cuidados especiais devem ser
previstos próximo aos pontos de utilização para melhoria da qualidade deste suprimen-
to.
O vapor deve ser fornecido para as autoclave em estado saturado, com título mínimo de
0,95 (95% de vapor e 5% de condensado), e livre de impurezas, e com pressão entre
Título Vapor 2,6 e 2,8 kgf/cm²
O vapor com excesso de umidade (acima de 5% de condensado), vai causar uma
menos eficiente troca térmica e a dificuldade de secagem do material esterilizado.
Além disto são nas gotículas de condensado que se concentram o material particulado
e outros contaminantes, que podem causar manchas no material a ser esterilizado e
iniciar um processo de sedimentação e corrosão da câmara e do instrumental.
Estação Redutora Válvula de segu-
Válvula reduto-
ra

Manômetro
Válvula Bloqueio

Instalação
Filtro "Y"

Manômetro
BS-02-03
Separador

Filtro "Y"
Purgador * Não faz parte da Estação

O Vapor de uma central deve sempre ser condicionado próximo do equipamento, atra-
vés de uma estação redutora de vapor. Para instalações com vazão de pico de 180 kg/
hora ou menos utilize a Estação Redutora de Vapor BS-02-03.

60
Instalação - Vapor M
Os principais componentes deste acessório são em ferro fundido, sendo aconselhável
a instalação de um dos conjuntos para filtração de vapor descritos abaixo. Se o seu
vapor for gerado em uma central de vapor puro consulte a BAUMER para fornecimento
da estação redutora em aço inoxidável.
Deve ser previsto uma válvula de bloqueio, antes deste acessório, para corte da alimen-
tação de vapor. Esta válvula não faz parte da estação redutora. Veja no desenho os
componentes deste acessório.
Quando o vapor for gerado em
Manômetro caldeiras construídas de aço
BS-02-04 (3/4")
carbono, e com distribuição em
BS-02-05 ( 1" ) linhas de suprimentos do mes-
BS-02-06 (1 1/2") mo material, deve ser previsto
um conjunto com filtro sanitá-
rio após a estação redutora. A
Conjunto para
solução mais barata consiste Filtragem de Vapor
Filtro Sanitário em instalar um conjunto para
filtragem na rede de alimenta-
ção de vapor das autoclaves. A
Filtro "Y" BAUMER coloca à sua dispo-
200 Mesh Filtro "Y" sição três conjuntos distintos
dimensionados para vazões de
Purgador TD 60 kg/h; 120 kg/h ou 180 kg/h.
Consulte-nos para vazões aci-
ma das indicadas. Em instalações já existentes existe a possibilidade de adaptar um
conjunto diretamente na entrada de vapor da autoclave.
Veja no desenho os com-
ponentes deste conjunto, e
Detalhe
na tabela da página seguin- Alimentação
te a forma correta de utili-
zação. Toda tubulação e
componentes de linha após Válvula de
o filtro devem ser sempre Bloqueio
em material inoxidável.
Numa instalação bem
planejada a alimentação de Válvula de
vapor de cada auto-clave Segurança
deve ser derivada pela par-
te superior da linha princi-
pal. Isto evita que o
condensado formado após a estação redutora ou de filtragem seja carregado para den-
tro da câmara.
Melhora a qualidade do vapor e o rendimento das autoclaves, a construção de um final
de linha, constituído de filtro e purgador TD, para eliminação de condensado, após o
ponto de tomada de vapor para a autoclave. Quando o mesmo cavalete estiver abaste-
cendo a mais de um equipamento, este final de linha torna-se imprescindível. Neste
caso, a linha de alimentação de cada autoclave, deve ser equipada com válvula de
bloqueio, para permitir a manutenção individualizada dos equipamentos.

61
M Instalação - Vapor

Finais de Linha Dois conjuntos estão disponíveis: o de código BS-02-09 para linhas com reaproveitamento
de condensado e o de código BS-02-07 que permite a eliminação do condensado
diretamente para uma linha de drenagem. Junto a este final de linha também pode ser
instalado um eliminador de ar
que vai aumentar a eficiência
Válvula esfera
dos equipamentos, com o
fornecimento de um vapor de
Purgador
melhor qualidade, código BS-
02-08
Filtro "Y" Outro aspecto a ser observa-
do é a velocidade do vapor na
tubulação de alimentação
Filtro "Y" das autoclaves. Velocidades
muito altas podem acelerar a
Purgador
erosão de componentes
(como válvulas) e provocar a
vibração das linhas de supri-
BS-02-07 mento, causando ruídos e a
BS-02-09
fadiga dos pontos de solda da
tubulação com a câmara.
A linha de suprimento de vapor deve ser totalmente isolada, para diminuir a formação de
condensado, nas linhas de abastecimento das autoclaves. A tubulação de vapor deve
Isolamento ser apoiada em estrutura adequada, que
permita a sua movimentação, provocada
pela dilatação que ocorre com a variação
da temperatura.
Veja na tabela abaixo a forma correta de
utilização dos componentes para linhas Eliminador de Ar
de suprimento de vapor fornecidos pela
BAUMER.

BS-02-02

Tabela: Componentes para linha de suprimento de vapor

Tabela de Va zã o
A u to c la ve s
E s ta çã o
F iltro
Ø Tu b u la ç ão Ø Tu b u la ç ão
(K g /h ) R ed u to ra P rin c ip al A u to c la ve
Componentes
6 0 K g /h 1 B -52 5 B S -0 2-0 3 B S -0 2-0 4 (3/4 ") 3 /4" 3 /4"
6 0 K g /h 1 B -36 5 e 1 B -2 55 B S -0 2-0 3 B S -0 2-0 4 (3/4 ") 3 /4" 3 /4"
6 0 K g /h 3 B -2 55 B S -0 2-0 3 B S -0 2-0 4 (3/4 ") 3 /4" 3 /4"

1 20 K g /h 1 B -87 5 B S -0 2-0 3 B S -0 2-0 5 (1") 1" 3 /4"


1 20 K g /h 2 B -52 5 B S -0 2-0 3 B S -0 2-0 5 (1") 1" 3 /4"
1 20 K g /h 3 B -36 5 B S -0 2-0 3 B S -0 2-0 5 (1") 1" 3 /4"

1 80 K g /h 3 B -52 5 B S -0 2-0 3 BBS-02-06


S -0 2-0 5 (1
(1 11/2")
/2 ") 1 1 /2" 3 /4"
1 80 K g /h 2 B -70 5 B S -0 2-0 3 BBS-02-06
S -0 2-0 5 (1
(1 11/2")
/2 ") 1 1 /2" 3 /4"
1 80 K g /h 1 B -87 5 e 1 B -5 25 B S -0 2-0 3 BBS-02-06
S -0 2-0 5 (1
(1 11/2")
/2 ") 1 1 /2" 3 /4"

62
Instalação - Exaustão M
Quando a autoclave for utilizada para passagem de materiais entre áreas controladas,
cuidados especiais devem ser previstos quanto a ventilação e exaustão destas áreas,
garantindo-se a existência de uma pressão positiva na área de descarga do equipa-
mento, em relação ao ambiente onde é feito o seu carregamento.
Não deve ser esquecido , que para o seu funcionamento estes equipamentos geram ou Exaustão da
utilizam vapor, liberando calor para o ambi-
ente, o que deve ser levado em conta no Tubulação Câmara
dimensionamento do sistema de ventilação da Exaustão

e exaustão destas áreas.


No final do ciclo de esterilização, a libera-
ção do vapor, até ser atingida pressão pró-
xima à atmosférica, é feita diretamente por
um tubo de 1 ½”, que deve ser ligado
diretamente com a linha de exaustão do
edifício, ou com o ambiente externo, e exe-
cutada com caimento de 1º, para permitir o
escoamneto do condensado formado duran-
te a exaustão.
Esta linha de exaustão não pode ser blo-
queada, o que causaria perda de rendimen-
to da autoclave.
Pode ser prevista a colocação de uma coifa na parte superior da autoclave que faz a
coleta do vapor e do calor liberado pelo equipamento e a sua exaustão forçada. Quan-
do for definida a utilização da coifa de exaustão, uma veneziana para o lado de descar-
ga do equipamento, permite a exaustão do calor liberado na abertura da porta do lado
de descarga.

Coifa
Coifa

Veneziana

Vista lado de carga Vista lado de descarga

Consulte seu Agente BAUMER para maiores detalhes.


63
M Instalação - Água

A água é utilizada tanto na geração de vapor, nas autoclaves com gerador próprio,
Sistema Baumer de como pela bomba de vácuo. A maior quantidade de água é utilizada pela bomba de
Osmose Reversa vácuo, mas as maiores exigências quanto às características da mesma, decorrem da
qualidade esperada do vapor a ser utilizado para a esterilização.
O vapor utilizado para esterilização, deve encontrar-se no estado saturado, com o título
mais próximo possível de 1 que representaria a situação ideal de 100% de vapor e 0%
de condensado. Na pratica é aceitável a utilização de vapor com título acima de 0,95.
Para que o vapor seja puro, é necessário que a água utilizada na sua produção também
o seja. Os sais minerais dissolvidos na água potável, que normalmente são benéficos
para o consumo humano, são considerados impurezas quando a água é utilizada para
a geração de vapor para esterilização. Materiais dissolvidos e em suspensão na água
são carregados pelo vapor para dentro da câmara de esterilização podendo causar
danos na autoclave e nos materiais esterilizados. Quanto maior a quantidade de
impurezas na água, menor é a vida útil do equipamento e dos materiais esterilizados.
Estas impurezas são reconhecidamente fonte de incrustação, corrosão - inclusive em
superfícies de aço inoxidável - e de entupimento em tubulações.
Os valores toleráveis dessas impurezas na água destinada à produção de vapor são
muito baixos, e raramente a água proveniente de poços artesianos ou de sistemas
públicos de abastecimento pode ser utilizada na produção de vapor sem o devido
tratamento.
As exigências da NBR/ISO 11.134, quanto à qualidade da água a ser utilizada na
geração de vapor para esterilização, está descrita no quadro abaixo.
QUALIDADE DA ÁGUA OU VAPOR:
CONTAMINANTE VALOR LIMITE CONTAMINANTE VALOR LIMITE
Sedimentos ≤ 15 mg/l Cloreto ≤ 3 mg/l
Silício ≤ 2 mg/l Fosfatos ≤ 0.5 mg/l
Ferro ≤ 0,2 mg/l Condutividade ≤ 50 µ s/cm
Cadimio ≤ 0.005 mg/l pH 6,5 a 8,0
Chumbo ≤ 0.05 mg/l Aparência Limpida
Metais Pesados ≤ 0.1 mg/l Dureza ≤ 0.1 mmol/l

Não basta que a água seja potável, porque a norma que regulamenta a água para
esterilização é muito mais rigorosa que a norma que regulamenta a água para consumo
humano (portaria 36 do ministério da Saúde), no que diz respeito à presença de alguns
minerais.
Para avaliarmos se a água disponível precisa ser tratada e que tipo de tratamento
devera ser feito, é necessário uma analise criteriosa dos minerais existentes na água.
Esta análise é significativamente diferente de uma simples análise de potabilidade
normalmente executada quando a água é destinada ao consumo humano. Aspectos
relativos à contaminação biológica fundamental na análise de potabilidade, não são
importantes no caso da água utilizada em esterilização (embora possam influir na
escolha do sistema de tratamento). Por outro lado, existem concentrações de
determinados minerais que não tornam a água imprópria para consumo humano, mas
que inviabilizam a sua utilização na geração de vapor para esterilização sem um prévio
tratamento.
Se a análise laboratorial se preocupar apenas com os contaminantes indicados no
corpo da norma NBR/ISO 11.134, a interpretação dos resultados vai permitir tão somente
avaliar se a água é adequada ou não para a utilização desejada.
64
Instalação - Água M
Ocorre que para se dimensionar o sistema de tratamento, outros minerais e
características da água devem ser levantadas para que o tratamento proposto não
cause outros problemas na água como modificação do pH, liberação de gases corrosivos
e etc. Existem ainda contaminantes da água que podem não ser importantes para o
uso pretendido, mas que podem inviabilizar a utilização de determinado sistema de
tratamento
Assim o laboratório encarregado de executar a análise, precisa ser advertido de que se
trata de uma análise específica para dimensionar um sistema de purificação de água
Abaixo estão relacionados os parâmetros cuja análise deve ser requisitada ao laboratório.
Parâmetros Precisão Parâmetros Precisão
Cor, 1UH PH 1
Sódio 1 mg/l Magnésio 1 mg/l
Ferro O,1 mg/l Amônia 1 mg/l
Cloretos 1 mg/l Sulfatos 1 mg/l
Nitratos 1 mg/l Estrôncio O,1 mg/l
Condutividade 1 µS/cm Dióxido de carbono 1 mg/l
Turbidez 1 UT Cálcio 1 mg/l
Potássio 1 mg/l Bário 0,01 mg/l
Manganês 0,1 mg/l Bicarbonato 1 mg/l
Fluoretos 0,1 mg/l Fosfatos 1 mg/l
Sílica O,01 mg/l Sólidos totais 1 mg/l
Sólidos totais dissolvidos 1 mg/l Contagem microbiológica. 10 unid.

ATENÇÃO: A Coluna “PRECISÃO” indica, como o nome diz, a precisão que


deve ser observada na análise da amostra e não os limites dos parâmetros em
questão.

Um equipamento de Osmose Reversa ou de Deionização,


Sistema Baumer
normalmente constituem a melhor solução para adequação
da água aos parâmetros da norma. CONSULTE NOSSO de Osmose
SISTEMA DE OSMOSE REVERSA. Reversa
Minimamente, a linha de suprimento de água deve ser
equipada com um cavalete, composto de válvula de fecho
rápido, manômetro, filtro com elemento de 5 micras, e válvula
de retenção. Este cavalete pode ser adquirido junto a rede
de Agentes BAUMER, com o código BS-01-01.
É importante garantir a pressão de fornecimento, e
principalmente a vazão indicada na tabela com os dados
técnicos do equipamento.

BS0101
A correta manutenção da linha de
suprimento é fundamental para garantir Manômetro

a qualidade deste suprimento. A baixa


Filtro 5 micras Válvula
vazão, decorrente de linha mal Retenção
dimensionada, ou de elementos filtrantes
sujos, podem causar danos à bomba de
vácuo.

Válvula Esfera
65
M Instalação - Água
A dureza excessiva da água irá causar a incrustação de materiais nas resistências do
gerador, provocando o superaquecimento e queima das resistências.

Atenção Queima ou quebra de componentes, causados por mau uso ou por suprimentos
fora de especificação, não serão cobertos pela garantia.

M Instalação - Ar Comprimido

Todas as válvulas para suprimento de vapor ou ar nas câmaras interna e externa do


equipamento, suprimento de água para bomba de vácuo e exaustão da câmara interna,
são de acionamento pneumático e controladas por solenóides. Esta forma de
instrumentação torna mais rápido e segura as operações de carga e descarga de supri-
mentos na câmara, e possui menor desgaste de componentes.
O ar comprimido fornecido para a operação destes dispositivos pode ser proveniente de
uma central ou de um compressor de ar,
Qualidade do ar Regulador de Vazão instalado junto a autoclave.
Nos dois casos deve ser prevista uma li-
Comprimido
nha de alimentação exclusiva para cada
equipamento de forma a permitir uma
Manômetro manutenção individualizada. Esta linha
deve conter um cavalete de ar comprimi-
do dotado de filtro com separador de umi-
Filtro e Eliminador dade, redutor de pressão, manômetro e
de Umidade lubrificador de linha.
O ar comprimido deve ser fornecido para o
Lubrificador BS-04
Pressão de equipamento com pressão entre 4 e 6 kgf/
cm². Pressões maiores de 6 kgf/cm², po-
Fornecimento dem causar o travamento das válvulas, e pressões menores que 4 kgf/cm² não são
suficientes para o seu acionamento.
Consulte o seu Agente BAUMER, sobre o fornecimento do compressor de ar código
BS-04-01 e dos cavaletes de ar comprimido, código BA-04.

RELAÇÃO DE ESPECIFICAÇÕES DE ÓLEOS LUBRIFICANTES PARA LINHA DE AR


COMPRIMIDO:
• Shell Tellus 15 • Esso Coray 45 • Mobil Oil Almo N1
• Mobil Oil DTE Light • Valvoline R60 • Castrol Hyspin AWS 32

66
Instalação - Rede Elétrica M
Um bom funcionamento de energia elétrica é essencial para o perfeito funcionamento do
sistema de controle de modo que sejam garantidos todos os parâmetros de regulação e
funcionamento da máquina.
O fornecimento de energia elétrica segue os seguintes parâmetros:
1 – Comando elétrico – 220 VCA ± 5% -1~
2 – Bomba de vácuo – 220/380 VCA + 10%, -5% - 3~
3 – Gerador de vapor – 220-380 VCA + 10%, -5% -3~
Para o circuito de comando recomenda-se a utilização de estabilizador de tensão de 500
VA, instalado preferencialmente, junto à máquina.
Os circuitos de alimentação do comando, da bomba de vácuo e do gerador de vapor
(quando houver) devem ser independentes e com dispositivos de segurança próprios
(disjuntores ou fusíveis).
A instalação deve estar de acordo com a NB-3, NBR-5410.
Consulte o agente Baumer sobre fornecimento.
Obs: Devido ao transporte do equipamento alguns contatos podem estar soltos; portanto
é necessário verificar todos os contatos elétricos reapertando se necessário.
ATERRAMENTO
Na entrada de alimentação da autoclave existe um conector verde/amarelo para conexão
de um condutor “terra”. A instalação desse condutor é de vital importância para o equipa-
mento e para a segurança do operador.
O equipamento deve possuir um circuito de aterramento independente, livre de corrente
elétrica. A impedância máxima admissível do circuito de aterramento é de 10 Ω e a sua
implementação deve seguir os preceitos da NBR-5419/97. A bitola mínima recomendada
de condutores terra é de 2,5 mm2.
A falha ou ausência de aterramento na autoclave, assim como falhas no fornecimento da
energia elétrica podem comprometer a segurança do operador, além de causar danos ao
sistema de controle, de modo que o mesmo não estará, nesse caso, coberto pela garantia.
RECOMENDAÇÃO
Se ocorrer interrupção de energia elétrica
durante funcionamento, o equipamento
sofrerá grande prejuízo em Alimentação Bomba Alimentação do Comando

operacionalidade, pois com a interrupção a de Vácuo Cuidado


válvula responsável pela drenagem automá-
tica é aberta, causando a perda de pressão.
Para evitar este prejuízo, é recomendado a
Conexão
instalação de "no break" (1,0KVA) em do Fio
substituição ao estabilizador do comando. Terra
Proteção contra Interferências
elétricas e eletromagnéticas
O equipamento está preparado e prote-
gido contra níveis normais de interferên-
cia elétrica (vindo da rede elétrica) ou
eletromagnéticas (rádio-interferência).
Contudo, se a instalação do cliente apre-
sentar níveis de interferência acima do
aceitável pelo equipamento, os custos da
proteção ou blindagem adicional não es-
tarão cobertos pela garantia da fábrica.
67
N Transporte / armazenamento

Cuidados especiais na armazenagem e transporte

• Verificar possíveis obstáculos no trajeto até o local de instalação.

• Em seu transporte até o local de instalação, evitar choques e contatos bruscos


que possam danificá-lo externamente em sua armazenagem (quando aplicável).

• Manter o equipamento embalado (caixa de madeira) em local arejado, limpo e pro-


tegido do tempo (sol e chuva).

• Desembale o equipamento e, notando alguma avaria, chame seu agente de segu-


ros ou a transportadora.

O Precauções e Advertências

• A esterilizadora não deve ser abastecida com cargas inflamáveis e explosivos,


bem como outros que não constam nesse manual.

• Para ciclo de líquidos, quando for o caso, os recipientes não devem ser herméti-
cos.

• Tanto no abastecimento como na retirada de carga da autoclave, utilizar luvas


apropriadas para evitar queimaduras.

• A falha ou ausência de aterramento na autoclave assim como mau


dimensionamento da rede elétrica podem comprometer a segurança do operador.

• Para efetuar manutenção, desligar o abastecimento de energia elétrica e o abaste-


cimento de vapor quando for o caso, e aguardar o resfriamento do equipamento e
só após efetuar manutenção.

68
Anexo - Planta de Instalação A1
Atenção:
Os pontos devem ser dei-
xados na instalação do
cliente, preferencialmente
junto à parede que
embute a autoclave, numa
min. 600 mm altura aproximada de
2,20m e no alinhamento
dos pontos conforme as
plantas ane-xas.
Nota: Se for previsto a
colocação da auto-clave
sobre uma base de
concreto, esta deverá
50

Espaçamento lateral mínimo de 600 mm


conter uma altura máxima
VER DETALHE DRENO de 50mm.

VER DETALHE RODÍZIO

Porta Lado
de Descarga DETALHE GUARNIÇÃO

Porta Lado
de Carga

A (mm) B (mm) C (mm)


Largura Profun. Altura
B-126 1050 1400 1890
B-256 1050 1400 1890
B-366 1050 1400 1890
B-526 1250 1400 1890
B-706 1250 1800 1890
POSIÇÃO DA PAREDE
PARA AUTOCLAVE COM 1 PORTA B-876 1250 2200 1890

B-126 B-256 B-366 B-526 B-706 B-876


f . Água
Conexão 1/2" 1/2" 1/2" 1/2" 1/2" 1/2"
Cons. (médio/pico l/h) 20/200 20/200 30/300 40/400 40/400 50/500
Pressão (kgf/cm2) 0,5 a 2,0 0,5 a 2,0 0,5 a 2,0 0,5 a 2,0 0,5 a 2,0 0,5 a 2,0
l. Dreno
Conexão 1" 1" 1" 1" 1" 1"
Caixa sifonada 4" 4" 4" 4" 4" 4"
h. Vapor
Conexão (BSP) 3/4" 3/4" 3/4" 3/4" 3/4" 3/4"
Pressão 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5
Cons. (médio/pico kg/h) 3/20 6/20 8,5/40 12/60 12/60 24/120

69
A1 Planta de Instalação - Anexo
B-126 B-256 B-366 B-526 B-706 B-876
j. Ar Comprimido
Conexão (BSP) 1/4" 1/4" 1/4" 1/4" 1/4" 1/4"
Cons. (ll/h) 200 200 200 200 200 200
Pressão 4à6 4à6 4à6 4à6 4à6 4à6
k. Exaustão
Conexão 1 1/2" 1 1/2" 1 1/2" 1 1/2" 1 1/2" 1 1/2"

c1. Energia Elétrica


Tensão (V) 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380
Comando
Corrente (A) 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1
Condutores (2F+T-mm2)* 2,5/2,5 2,5/2,5 2,5/2,5 2,5/2,5 2,5/2,5 2,5/2,5
Disjuntores (A)*! 4/2 4/2 4/2 4/2 4/2 4/2
Bomba de Vácuo (HP) 3 3 4 4 5 5
Corrente (A) 9,5/5,5 9,5/5,5 12/7 12/7 15/8,5 15/8,5
Fios (3F-mm 2)* 2,5/2,5 2,5/2,5 2,5/2,5 2,5/2,5 4/4 4/4
Disjuntores (A)*! 20/10 20/10 20/10 20/10 20/15 20/15
Código Quadro Elétrico BS-0301/BS-0302 BS-0301/BS-0302 BS-0301/BS-0302 BS-0301/BS-0302 BS-0316/BS-0316 BS-0316/BS-0316
c2. Ener. Elét. Gerador Emb.
Potência (kW) (total) 24 36 44 52 72 72
Tensão (V) 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380 220/380
Resistências 2x12 2x18 1x18 2x26 4x18 4x18
(nº res.x kW) 1x26
Corrente (A) 2x(32/19) 2x(48/28) 1x(48/28) 2x(68/40) 4x(48/28) 4x(48/28)
1x(68/40)
Fios (nºx3Fx-mm2-220V)* 2x3x10 2x3x16 2x3x25 2x3x25 4x3x16 4x3x16
(nº x3Fx-mm 2-380V)* 2x3x6 2x3x10 2x3x16 2x3x16 4x3x10 4x3x10
Disjuntores (A - 220 V)*! 40 63 63/80 80 63 63
Disjuntores (A - 380 V)*! 32 40 40/63 63 40 40
Bomba d'água (HP) 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5
Corrente 220V (A) 5 5 5 5 5 5
Fios (2F-mm 2V) 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5
Disjuntor ! 10A 10A 10A 10A 10A 10A

(*) - Valores sugeridos


(!) - Verifique Quadro Elétrico Baumer
A instalação deve estar de acordo com a norma NB-3 - NBR5410.

Quadro Caixa Disjuntor Disjuntor Estabilizador Autoclave


Elétrico Elétrica Tripolar Monopolar Voltagem
BS-03-01 ----- 86406 86393 (20A) 88455 (2A) 86407 B-125 a B-525 220 V
BS-03-02 ----- 86406 86391 (10A) 86398 (1A) 86407 B-125 a B-525 380 V
BS-03-15 ----- 86406 86393 (20A) 88455 (2A) 86407 B-705/B-875 220 V
BS-03-16 86742 (380V) 86406 86392 (15A) 86398 (1A) 86407 B-705/B-875 380 V
BS-03-04 86808 (220V) 86925 88458 (40A) 88459 (10A) ----- BG-24 220 V
BS-03-09 86809 (380V) 86925 86396 (32A) 88459 (10A) ----- BG-24 380 V
BS-03-05 86810 (220V) 86925 88456 (63A) 88459 (10A) ----- BG-36 220 V
BS-03-10 86811 (380V) 86925 88458 (40A) 88459 (10A) ----- BG-36 380 V
BS-03-07 86815 (220V) 88460 88456 (63A) 88459 (10A) ----- BG-72 220 V
BS-03-12 86814 (380V) 88460 88458 (40A) 88459 (10A) ----- BG-72 380 V
BS-03-22 ----- 86925 88457 (80A) 88459 (10A) ----- BG-52 220 V
BS-03-23 ----- 86925 88456 (63A) 88459 (10A) ----- BG-52 380 V
BS-03-24 ----- 86925 88457 (80A) 88459 (10A) ----- BG-44 220 V
88456 (63A)
BS-03-25 ----- 86925 88456 (63A) 88459 (10A) ----- BG-44 380 V
88459 (40A)

70
Anexo - Planta de Instalação A1
Abertura na Parede

B-126 L = 1070
B-256 L = 1070
L B-366 L = 1070
B-526 L = 1270
B-706 L = 1270
B-876 L = 1270

1"

2"

71
A2 Módulo de Manutenção
O equipamento HI-VAC Plus possui duas teclas do seu frontal destinadas aos procedi-
mentos de manutenção “ON LINE” pela equipe de manutenção.
Essas teclas estão assinaladas com os nomes “MANUT” e “HEX”.

MANUT. HEX

Ao ser pressionada a tecla “MANUT”, com o ciclo disparado ou não, surge no equipa-
mento a seguinte tela.

INDICAÇÃO DO VISOR:

AUXILIO A MANUTENÇÃO
A partir desta tela é possivel ao agente de manu-
REGISTRO XXX OFF tenção verificar o status de entradas e saídas
analógicas.

A tecla “HEX” destina-se a converter os caracteres numéricos de “1 a 6” nas letras “A


a F” respectivamente.
Quando a tecla “HEX” está na condição numérica, o led corresponde (anexado à tela)
está apagado.
Quando a tecla “HEX” está na condição alfabética (letras) o led correspondente estará
aceso. Neste caso as teclas 1 a 6 correspondem as letras A a F, respectivamente.
Logo com a combinação das teclas “MANUT” e “HEX” é possível ao mantenedor
verificar todas as saídas e entradas digitais do equipamento.

Exemplos:

Suponhamos que se deseje saber se a valvula de entrada de vapor na câmara externa


está ligada ou desligada.

Para isso, pressione a tecla “MANUT”.

72
Módulo de Manutenção A2
INDICAÇÃO DO VISOR:

AUXILIO A MANUTENÇÃO
Surgirá no visor a tela de auxilio a manutenção. REGISTRO XXX OFF

Entre então com o código correspondente a saí-


da de vapor na câmara externa.
Esse código está descrito no esquema elétrico, conforme tabela abaixo:

AUTOCLAVE DE VAPOR - PLC ATOS MPC 4004 Como podemos observar na tabela o código
DESCRIÇÃO DAS ENTRADAS
correspondente à saída de vapor na câmara
100 - Micro da Porta Lado Limpo
101 - Micro da Porta Lado Sujo
interna é o “183”, digite esse valor no registro.
102 - Pressostato de Vapor
103 - Pressostato de Ar
104 - Pressostato de Água
105 - Rele Térmico Bomba de Vácuo
106 - Botão Abrir Porta Lado Limpo
DESCRIÇÃO DAS SAÍDAS
180 - Descarga Rápida
181 - Bomba de Vácuo
182 - Ar Câmara Interna
183 - Vapor Câmara Interna
184 - Abrir Porta Lado Limpo
Se a saída estiver ligada a tela mostrará após
185 - Vapor Câmara Externa
186 - Abrir Porta Lado Sujo o registro o valor “ON”.
187 - Vácuo na Câmara Interna
INDICAÇÃO DO VISOR:
188 - Ar Canaleta Lado Limpo
189 - Vácuo Canaleta Lado Limpo AUXILIO A MANUTENÇÃO
18A - Ar Canaleta Lado Sujo]
18B - Vácuo Canaleta Lado Sujo
REGISTRO 183 ON
18C - Buzzer (Alarme)
18D - Lâmpada Abrir Porta Lado Limpo

INDICAÇÃO DO VISOR:

Se a saída estiver desligada a indicação


AUXILIO A MANUTENÇÃO
após o registro será “OFF”. REGISTRO 183 OFF

Suponhamos agora que se deseje verificar se a valvula de ar na canaleta do lado sujo


está energizada ou não.
Para isso pressione a tecla “MANUT” e
entre com o código da saída correspon-
dente (saída 18A).

73
A2 Módulo de Manutenção
Para entrar com esse valor no registro será necessário agora alternar entre caracteres
numéricos e alfabéticos.
A sequência para entrada dos dados é a seguinte:
Tecla “1” – Tecla “8” – Tecla “HEX” – Tecla “1”.

1 8 HEX 1
PACOTE A-ESP PACOTE

INDICAÇÃO DO VISOR:

AUXILIO A MANUTENÇÃO
Surgirá então na tela a seguinte situação, se
REGISTRO 18A ON
a saída correspondente estiver ligada.

INDICAÇÃO DO VISOR:

Se a saída correspondente estiver desligada AUXILIO A MANUTENÇÃO


o status mostrará a seguinte tela. REGISTRO 18A OFF

Para desativar a tecla “HEX” no modo alfabético. Pressione-a novamente de modo


que o led correspondente apague.
Para sair do modo de manutenção pressione a tecla “MANUT”.

74
Anexo - Esquema Elétrico A3
AUTOCLAVE DE VAPOR - Tabela de
DESCRIÇÃO DAS ENTRADAS Manutenção E/S
100 - Micro da Porta Lado Limpo
101 - Micro da Porta Lado Sujo
102 - Pressostato de Vapor
103 - Pressostato de Ar
104 - Pressostato de Água
105 - Rele Térmico Bomba de Vácuo
106 - Botão Abrir Porta Lado Limpo

DESCRIÇÃO DAS SAÍDAS


180 - Descarga Rápida
181 - Bomba de Vácuo
182 - Ar Câmara Interna
183 - Vapor Câmara Interna
184 - Abrir Porta Lado Limpo
185 - Vapor Câmara Externa
186 - Abrir Porta Lado Sujo
187 - Vácuo na Câmara Interna
188 - Ar Canaleta Lado Limpo
189 - Vácuo Canaleta Lado Limpo
18A - Ar Canaleta Lado Sujo]
18B - Vácuo Canaleta Lado Sujo
18C - Buzzer (Alarme)
18D - Lâmpada Abrir Porta Lado Limpo

75
A3 Esquema Elétrico - Anexo

Alimentação
Principal

76
Anexo - Esquema Elétrico A3

Saídas Digitais I

77
A3 Anexo - Esquema Elétrico

Saídas Digitais II

78
Anexo - Esquema Elétrico A3

Entradas Digitais I

79
A3 Esquema Elétrico - Anexo

Entrada Digitais II

80
Anexo - Esquema Elétrico A3

Entradas Análogas

81
A3 Anexo - Esquema Elétrico

Conexão CLP
Printer

Conexão CLP
Painel Lado Limpo

82
Esquema Elétrico - Anexo A3

Gerador de Vapor
Opcional

83
A3 Esquema Elétrico - Anexo

Lay-out Painel

84
Anexo - Esquema Hidráulico A4

85
P Procedimentos de Estocagem
Estocagem (inatividade) por longos períodos:
Geral:
• Manter o equipamento embalado e protegido de intempéries; cuidado com
goteiras;
• Evitar umidade e poeira;
• Manter embalagem plástica.

Bomba de vácuo (só para NS - para evitar trava de rotor devido a oxidação):
• Forçar o eixo a girar (na direção da seta) com grifo ou alicate de pressão (retirar
tampa do motor);
• Lavar o cabeçote com óleo solúvel;
• Efetuar teste de funcionamento.

Portas:
• Manter fechada(s) e travada(s) sem guarnição;
• A guarnição deve ser guardada fora da máquina, lubrificada e embrulhada em
plástico;
• Á época do start-up do equipamento, efetuar limpeza e lubrificação da(s)
canaleta(s) da(s) porta(s) e reinstalar a guarnição também limpa e lubrificada.

Válvulas-solenóide:
• Bobinas: desligar e embrulhar / acondicionar para armazenagem;
• Conjunto da séde (êmbolo/ eixo): vedar para evitar entrada e acúmulo de poeira e
sujeira.

Comando Eletrônico:
• Na impossibilidade de desconectar, retirar, acondicionar e armazenar fóra da
máquina, desconectar, embrulhar com plástico todos os conectores (para
proteger de pó) e o próprio corpo do Comando antes da re-ligação, verificar se
não houve descarregamento (desinstalação) das funções do equipamento no
software original instalado.

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