Tribunal Regional Federal -1ª Região Secretaria Judiciária Coordenadoria de Jurisprudência e Documentação

Revista do Tribunal Regional Federal - 1ª Região
Desembargador Federal Olindo Menezes – Diretor COORDENAÇÃO
Desembargador Federal Olindo Menezes

EDITORAÇÃO ELETRÔNICA
Ana Camila Miranda Elleres - estagiária Ana Gláucia de Queiroz Fábia Cristina de Barros Luciana Fernandes Menezes

SUPERVISÃO
Ana Clara de Barros Balsalobre

EDIÇÃO/REVISÃO
Ana Clara de Barros Balsalobre Harlem Francisca dos Santos Gomes Maria Benáurea Santos

CAPA E PROJETO GRÁFICO
Luciana Fernandes Menezes

DISTRIBUIÇÃO
Luiz Henrique Lavarini – Prestador de Serviços Zilda Maria Regina Dutra

PESQUISA DE JURISPRUDÊNCIA
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REPRODUÇÃO
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© Tribunal Regional Federal - 1ª Região

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Praça dos Tribunais Superiores, Bloco “A”, Ed. Sede, Sala 13 – Térreo CEP 70095-900 – Brasília/DF Tel.: (61) 314-5377 e 314-5451 – Fax: (61) 226-6538

Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência. – Brasília : TRF-1ª Região, 2004. 342 p. 1. Código Tributário, Brasil. 2. Código Tributário, jurisprudência, Brasil. CDD 341.39
Ficha catalográfica elaborada pela Divisão de Biblioteca do TRF - 1ª Região

Composição do TRF-1ª Região
Presidente: Desembargador Federal Catão Alves Vice-Presidente: Desembargador Federal Carlos Fernando Mathias Corregedor-Geral: Desembargador Federal Aloísio Palmeira Lima
Desembargador Federal Plauto Ribeiro Desembargador Federal Tourinho Neto Desembargadora Federal Assusete Magalhães Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian Desembargador Federal Olindo Menezes Desembargador Federal Mário César Ribeiro Desembargador Federal Luciano Tolentino Amaral Desembargador Federal Cândido Ribeiro Desembargador Federal Hilton Queiroz Desembargador Federal Carlos Moreira Alves Desembargador Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes Desembargador Federal Carlos Olavo Desembargador Federal Amilcar Machado Desembargador Federal Antônio Ezequiel da Silva Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro Desembargador Federal Luiz Gonzaga Barbosa Moreira Desembargador Federal João Batista Moreira Desembargador Federal Souza Prudente Desembargadora Federal Selene de Almeida Desembargador Federal Fagundes de Deus Desembargador Federal Antônio Sávio de Oliveira Chaves Desembargadora Federal Maria Isabel Gallotti Rodrigues Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso

Diretoria da Revista do Tribunal Regional Federal – 1ª Região tem a satisfação de apresentar a obra Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência, fruto do trabalho de pesquisa da Divisão de Divulgação Institucional da Corte, com a finalidade de propiciar ao público uma amostragem da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais sobre a instigante matéria tributária, em torno da qual gravita grande parte, senão a maioria, dos recursos que aportam aos Tribunais. Se a causa em exame versar (também) matéria de fato, o juiz é soberano na sua apreciação, a partir da prova produzida, pouca serventia tendo, em princípio, os precedentes pretorianos, que naturalmente devem ser vistos sempre em função da respectiva moldura fática. Afinal, o direito objetivo (a norma) somente se converte em direito subjetivo quando incide sobre os fatos da vida social (fatos jurídicos). Entretanto, de uma forma ou de outra, e tendo em conta especialmente os casos em que se discute matéria exclusivamente de direito, não há negar-se a utilidade da jurisprudência, compreendida como os julgados dos Tribunais sobre a matéria. O Brasil não adota o sistema do precedente obrigatório – o mecanismo da súmula vinculante ainda está em discussão –, mas é fora de dúvida que o juiz, de qualquer instância, ao decidir uma causa, mesmo não inédita, sempre pesquisa para saber se algum caso da mesma similitude já não foi decidido, especialmente pelos Tribunais, o que deixa evidente a utilidade do conhecimento da jurisprudência, sem falar que, em certas situações, queiram ou não os magistrados mais libertários, os precedentes do Supremo Tribunal Federal têm força vinculante para os demais órgãos do Poder Judiciário. (Cf. art. 102, § 2º - CF e art. 28, parágrafo único – Lei 9.868/99.) Outro aspecto a ser lembrado é que, mesmo podendo o juiz interpretar livremente o Direito, desde que fundamente – de forma persuasiva e racional – a sua decisão, não deve ele esquecer que é um agente do Estado recrutado para resolver problemas, de preferência e maneira rápida, objetiva e, sobretudo, eficaz. Se um tema já está definido pelos Tribunais, em reiterados precedentes, especialmente em matéria de direito, não é recomendável que o juiz, preso ao seu convencimento pessoal, decida de forma diversa, causando transtornos e prejuízos à parte. Pode o hermeneuta, que não é axiologicamente neutro, não concordar com essa ou aquela interpretação contida num precedente, mas não pode deixar de saber que

A

Apresentação

por ali alguém já transitou com êxito e segurança, donde ser importante conhecer a jurisprudência, menos como um fator ossificador do Direito, e mais como um sinalizador nos pedregosos caminhos da interpretação. É esse o leitmotiv (motivo condutor) da presente publicação, naturalmente imperfeita – o interessado seguramente sempre sentirá falta de algum precedente dentro do objetivo específico da sua pesquisa –, mas que tem, pelo menos, a virtude de sair do marasmo e da acomodação. Como já se disse, são mais fecundos os erros daqueles que, cônscios da sua fraqueza, ousam inovar e enfrentar o desconhecido, do que os acertos daqueles que, acomodados, limitam-se a repetir as eternas verdades. A matéria tributária, de importância capital no sistema político – pois o Estado, que, em princípio, não produz riqueza mas sem ela não sobrevive, procura buscá-la junto aos particulares, pelo sistema de tributos –, está sempre em mutações, considerando-se os dois grandes campos da sua dinâmica: de um lado, o contribuinte, que naturalmente busca pagar menos tributos; e, de outro, o Estado, sempre procurando arrecadar mais, quer pelo aumento da carga tributária, quer reduzindo as hipóteses de elisão fiscal. Constantes, por conseguinte, são as mudanças no sistema tributário, em sede constitucional e infraconstitucional, o que faz com que as publicações sobre a matéria, até mesmo as puramente jurisprudenciais, percam atualidade e envelheçam rapidamente; mas, como os juízes têm de decidir a cada dia e a cada momento, até mesmo na constância de mutações já em discussão no Parlamento – as chamadas reformas que, em verdade, não passam de alterações pontuais, na mira de um maior incremente na arrecadação, sem nenhum sentido de sistema –, não deixa de ser útil uma publicação como a presente. Entrega o Tribunal Regional Federal – 1ª Região, portanto, esta obra aos operadores do Direito, e tendo em mira, predominantemente, os magistrados federais sob a sua jurisdição, na esperança de poder contribuir, de alguma forma, para a celeridade nas soluções das questões tributárias.

Brasília, março, 12, 2004 Juiz OLINDO MENEZES

Índice Sistemático do Código Tributário Nacional
(Lei 5.172, de 25/10/66)
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR – art. 1º

LIVRO PRIMEIRO
SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL

TÍTULO I
Disposições Gerais
Arts. 2º a 5º

TÍTULO II
Competência Tributária
CAPÍTULO I – Disposições Gerais – arts. 6º a 8º CAPÍTULO II – Limitações da competência tributária – arts. 9º a 15 Seção I – Disposições gerais – arts. 9º a 11 Seção II – Disposições especiais – arts. 12 a 15

TÍTULO III
Impostos
CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 16 a 18 CAPÍTULO II – Impostos sobre o Comércio Exterior – arts. 19 a 28 Seção I – Imposto sobre a Importação – arts. 19 a 22 Seção II – Imposto sobre a Exportação – arts. 23 a 28 CAPÍTULO III – Impostos sobre o Patrimônio e a Renda – arts. 29 a 45 Seção I – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – arts. 29 a 31 Seção II – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – arts. 32 a 34 Seção III – Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos – arts. 35 a 42 Seção IV – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza – arts. 43 a 45 CAPÍTULO IV – Impostos sobre a Produção e a Circulação – arts. 46 a 73 Seção I – Imposto sobre Produtos Industrializados – arts. 46 a 51

Seção II – Imposto Estadual sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias – arts. 52 a 58 Seção III – Imposto Municipal sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias – arts. 59 a 62 Seção IV – Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários – arts. 63 a 67 Seção V – Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações – arts. 68 a 70 Seção VI – Imposto sobre Serviços de qualquer natureza – arts. 71 a 73 CAPÍTULO V – Impostos especiais – arts. 74 a 76 Seção I – Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis, Lubrificantes, Energia Elétrica e Minerais do País – arts. 74 e 75 Seção II – Impostos extraordinários – art. 76

TÍTULO IV
Taxas
Art. 77 a 80

TÍTULO V
Contribuição de Melhoria
Arts. 81 e 82

TÍTULO VI
Distribuições de Receitas Tributárias
CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 83 e 84 CAPÍTULO II – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural e sobre a Renda e proventos

de qualquer natureza – art. 85
CAPÍTULO III – Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios – arts. 86 a 94 Seção I – Constituição dos Fundos – arts. 86 e 87 Seção II – Critério de distribuição do Fundo de Participação dos Estados – arts. 88 a 90 Seção III – Critério de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios – art. 91 Seção IV – Cálculo e pagamento das quotas estaduais e municipais – arts. 92 e 93 Seção V – Comprovação da aplicação das quotas estaduais e municipais – art. 94 CAPÍTULO IV – Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis, Lubrificantes, Energia

Elétrica e Minerais do País – art. 95

127 CAPÍTULO V – Responsabilidade tributária – arts. 121 a 127 Seção I – Disposições gerais – arts. 136 a 138 TÍTULO III Crédito Tributário CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 96 a 100 Seção I – Disposição preliminar – art. 107 a 112 TÍTULO II Obrigação Tributária CAPÍTULO I – Disposição gerais – art.LIVRO SEGUNDO NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO TÍTULO I Legislação Tributária CAPÍTULO I – Disposições gerais – arts. 114 a 118 CAPÍTULO III – Sujeito ativo – arts. 100 CAPÍTULO II – Vigência da legislação tributária – arts. 124 e 125 Seção III – Capacidade tributária – art. 126 Seção IV – Domicílio tributário – art. 142 a 150 . 97 a 99 Seção III – Normas complementares – art. 139 a 141 CAPÍTULO II – Constituição do crédito tributário – arts. 113 CAPÍTULO II – Fato gerador – arts. 101 a 104 CAPÍTULO III – Aplicação da legislação tributária – arts. 128 Seção II – Responsabilidade dos sucessores – arts. 105 e 106 CAPÍTULO IV – Interpretação e integração da legislação tributária – arts. tratados e convenções internacionais e decretos – arts. 128 a 138 Seção I – Disposição geral – art. 129 a 133 Seção III – Responsabilidade de terceiros – arts. 134 e 135 Seção IV – Responsabilidade por infrações – arts. 119 e 120 CAPÍTULO IV – Sujeito passivo – arts. 121 a 123 Seção II – Solidariedade – arts. 96 Seção II – Leis.

183 a 185 Seção II – Preferências – arts. 194 a 200 CAPÍTULO II – Dívida ativa – arts. 147 a 150 CAPÍTULO III – Suspensão do crédito tributário – arts. 180 a 182 CAPÍTULO IV – Garantias e privilégios do crédito tributário – arts. 175 a 182 Seção I – Disposições gerais – art. 156 a 174 Seção I – Modalidades de extinção – art. 205 a 208 DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS – arts. 186 a 193 TÍTULO IV Administração Tributária CAPÍTULO I – Fiscalização – arts. 209 a 218 . 151 Seção II – Moratória – arts.Seção I – Lançamento – arts. 165 a 169 Seção IV – Demais modalidades de extinção – arts. 183 a 193 Seção I – Disposições gerais – arts. 157 a 164 Seção III – Pagamento indevido – arts. 201 a 204 CAPÍTULO III – Certidões negativas – arts. 142 a 146 Seção II – Modalidades de lançamento – arts. 170 a 174 CAPÍTULO V – Exclusão do crédito tributário – arts. 156 Seção II – Pagamento – arts. 152 a 155-A CAPÍTULO IV – Extinção do crédito tributário – arts. 176 a 179 Seção III – Anistia – arts. 175 Seção II – Isenção – arts. 151 a 155-A Seção I – Disposições gerais – art.

AGRESp 385733/BA.Código Tributário Nacional LEI 5.830/ 80. 1º Esta lei regula. que possui status de lei complementar. Estados e Municípios. de 13/03/67.. de 1º de dezembro de 1965. Rel. assim. aos Estados. 40 da Lei 6. Octávio Gallotti.. da Constituição Federal.. sem prejuízo da respectiva legislação complementar. 16. DJ de 12/09/86. com fundamento no art. DJ de 02/06/03. o sistema tributário nacional e estabelece. inciso XV. ao art. é a única susceptível de torná-lo compatível com a norma do art. 174. as normas gerais de Direito Tributário aplicáveis à União. supletiva ou regulamentar.. p. Decisão: 06/08/02.) “Ementa: . O Presidente da República.) . “Ementa: . Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Art. a cujas disposições gerais é reconhecida a hierarquia de lei complementar.” (STJ. Decisão: 08/08/86.. parágrafo único. recusando a suspensão da prescrição por tempo indefinido. pelo acórdão recorrido. DE 25 DE OUTUBRO DE 1966. p. 2ª Turma. I. alínea b. 5º. não havendo. A prescrição e a decadência tributária encontram-se previstas no Código Tributário Nacional...172. A interpretação dada. 7º do Ato Complementar 36.425. RE 106217/SP. com fundamento na Emenda Constitucional 18. 259.: Min. . Laurita Vaz. que se falar em inexistência de regramento legal competente para regular a matéria. 1ª Turma. do Código Tributário Nacional.: Min. Denominado Código Tributário Nacional pelo art. Rel.. Dispõe sobre o sistema tributário nacional e institui normas gerais de Direito Tributário aplicáveis à União..” (STF. ao Distrito Federal e aos Municípios.

Interpretação da expressão .” (STJ.733) “Ementa: . 549. Rel.: Min. Rel.. DJ de 02/06/03. O Código Tributário Nacional. p. contudo. estabelecem os princípios. 1ª Turma.888.” (TRF-2ª Região. . ao não distinguir os casos de aplicabilidade da lei mais benéfica ao contribuinte.) “Ementa: . de análise caso a caso do dispositivo.” (STJ. Garcia Vieira. A competência da União para legislar normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados e se não existir lei federal dispondo sobre estas normas. salvo alteração por lei de igual hierarquia... 35 da Lei 8.: Min. os critérios básicos.. IV.003320-5/RJ.. ‘normas gerais’ aquelas que. 3ª Turma. São.. 146 da Constituição Federal.. Decisão: 03/09/90. portanto. p. as reclamações e os recursos ‘nos termos das leis reguladoras do processo administrativo’ (art... Necessidade.. 146.. Decisão: 15/05/03. 4ª Turma..1ª Região “Ementa: . as diretrizes. 151. enquanto lei complementar. Encerra princípios e normas gerais desse setor dogmático. REsp 4310/PR. O CTN.” (STJ.. 23. O restante da legislação respectiva.: Des. Vicente Cernicchiaro.. Federal Frederico Gueiros. conformadores das leis que completarão a regência da matéria e que possam ser aplicadas uniformemente em todo o País.. sua competência será plena. 193. afasta a interpretação literal do art. enumerando. II. O Código Tributário Nacional constitui o Direito Tributário fundamental. simultaneamente. III. criou dentre as hipóteses de suspensão dos créditos tributários. 171. Rel.. p. AC 2002.... Rel. .02. que determina a redução do percentual alusivo à multa incidente pelo não-recolhimento do tributo.. de 60% para 40%. no caso. por ter status de lei complementar. indiferentemente de regiões ou localidades. a ele se adapta.) “Ementa: . I. algumas delas no art. Decisão: 03/08/94. inciso III). Luiz Fux. sendo certo que nem todas as normas contidas no Código Tributário Nacional podem ser tidas como tais. DJ de 09/10/90. ainda que inscritas no Livro II deste. os fundamentos.01. p. Decisão: 1º/04/03. 2ª Turma.. 10.” (TRF-2ª Região. Os Estados também legislam sobre Direito Tributário.: Des. REsp 49274/PE.) “Ementa: .) “Ementa: ..212/91. Decisão: 31/03/03..012773-6/ES.. 1ª Turma. Federal Benedito Gonçalves. Rel. . DJ de 12/09/94. A Constituição não fixou o conceito de ‘normas gerais de Direito Tributário’.01.. DJ de 29/05/03.: Min.. p. AGTAG 2003. O CTN tem status de lei complementar.10 Tribunal Regional Federal .02. DJ de 08/05/03.. REsp 464372/PR... exemplificativamente. atendendo ao disposto no art. ..

no que dispor sobre conflitos de competência em matéria tributária entre a União. diferentemente daqueles. em resoluções do Senado Federal e. Rel.020236-8/RS. 2º O sistema tributário nacional é regido pelo disposto na Emenda Constitucional 18.04. • Vide Súmula 545 do STF: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. que não constitua sanção de ato ilícito.01.. Financeiro..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 11 constante em diversos artigos constitucionais e abrangendo vários campos do Direito (Administrativo. em leis federais. p.. assim tendo existência. a sua posição hierárquica é de lei ordinária.” “Ementa: . de 1º de dezembro de 1965.06153-2/PE. . .. DJ de 23/01/02. Decisão: 28/11/01.. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. De acordo com o art. porque estas. II. 178.) “Ementa: . o Distrito Federal e os Municípios e regule as limitações constitucionais ao poder de tributar. emendada em 1989.” (TRF-5ª Região.. 2ª Turma. Federal José Delgado.. Decisão: 12/09/89. em relação à lei que as instituiu. Consoante conceito esposado no Código Tributário Nacional.: Des.. e em leis municipais. AC 89. Art.. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. DOE de 21/11/89. da Constituição Federal de 1967. o CTN só é elevado à categoria de lei complementar no que cuida de normas gerais de Direito Tributário. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.) LIVRO PRIMEIRO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL TÍTULO I Disposições Gerais Art. INAC 1998. Tributário. § 1º.05. validade e eficácia.. Urbanístico etc. Ambiental. I. tri- . são compulsórias e tem sua cobrança condicionada à prévia autorização orçamentária. Rel..” (TRF-4ª Região.). em leis complementares. 18. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória.. nos limites das respectivas competências. Corte Especial. nas Constituições e em leis estaduais. os Estados. No mais.: Des.

38. 36. na medida em que essa lei. O art. IV. . p. Federal Plauto Ribeiro..81. CC 2000. as contribuições previdenciárias deixaram de ter caráter de tributo. Federal Hilton Queiroz.. art. Decisão: 30/10/ 01.) “Ementa: . Rel. tão-somente. a cujas demais regras. 3º do CTN-66. 36.. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada’ (CTN.. é toda prestação pecuniária compulsória.013410-2/MG.12 Tribunal Regional Federal . a idéia de sanção de ato ilícito. destarte. in casu. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. portanto.: Min..830/ 80. 3º do Código Tributário Nacional. Rel. sim penalidade administrativa baseada no exercício do poder de polícia. Corte Especial. RSE 2001.) “Ementa: . a inscrição em dívida ativa de crédito de infração consistente em malversação de dinheiro público. de modo a afastar.” (STJ. Decisão: 19/11/02.61. 118 do mesmo estatuto legal.: Des. as prescrições do CTN. não se inclui no conceito de tributo. ..000122-0/SP. I. que não constitua sanção de ato ilícito. no sentido de que... p.. II. que não constitua sanção de ato ilícito. ao estabelecer a inadmissibilidade da cobrança de tributo.: Des. . ‘é toda a prestação pecuniária compulsória.00. . DJ de 28/05/02. no que pertinentes. em moeda ou cujo valor nela possa exprimir. nenhuma antinomia entre referido dispositivo legal e o disposto no art. Decisão: 05/09/02.” (TRF-3ª Região. O argumento do apelante. é inacolhível. quer. 3º). a teor do art. não havendo..” (TRF-1ª Região. AC 96. a partir da Lei 6. p.. não é tributário.. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada... AC 1999.1ª Região buto ‘é toda prestação pecuniária compulsória.04. decorrente de apuração em inquérito administrativo.. REsp 410395/SC. Com efeito.04538- . que constitua sanção de ato ilícito.. Luiz Fux. Conseqüentemente.) “Ementa: .. como prestação pecuniária compulsória. 1ª Turma. tributo ‘. Rel.”(TRF-1ª Região.’ ..011267-0/MG. 4ª Turma.. encontram-se adstritas..01. p. notadamente as atinentes à prescrição/decadência de um crédito que. II... que considera irrelevante a licitude ou não da atividade. 384.. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. Decisão: 25/10/01. A multa administrativa não é tributo.....00. daí que as contribuições continuam subsumidas à definição de tributo contida no art.’ (Art. 3º do CTN. Federal Suzana Camargo. devendo ser afastada.) “Ementa: . 162. DJ de 06/02/03.” (TRF-4ª Região. que não constitua sanção de ato ilícito. não definiu contribuições ou tributo. DJ de 18/11/02.. Rel.: Des. prescrever ser inviável a utilização do tributo com a finalidade extrafiscal de se penalizar a ilicitude. que não é complementar. DJ de 10/01/02.. 3º). em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. 5ª Turma. tributo.. portanto.

. Rel..: Des. . 5ª Turma..” (TRF-2ª Região. AC 93. 3ª Turma. sendo irrelevante a identificação de quem seja o órgão arrecadador. II.. consoante o disposto no art.) Art. AMS 91. DJ de 03/03/99. DJ de 10/08/00. DJ de 11/06/99. Decisão: 21/05/99.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. .. 97. a destinação legal do produto da sua arrecadação.. Tribunal Pleno.” (TRF-1ª Região.01.: Juiz Alexandre Vidigal de Oliveira (convocado). p. Rel... DJ de 17/ 12/96. 4º do CTN.. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt. Maurício Corrêa.01.. Decisão: 03/12/98.. Federal Paulo Afonso Brum Vaz..060299/RJ. 4º do CTN). Decisão: 02/10/96.: Des... p..” (TRF-2ª Região. RE 178144/AL. 1ª Turma.02..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 13 5/RS. 4º A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação.) “Ementa: . ou a destinação legal do produto de sua arrecadação (inciso III). Rel. A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação.. Rel.” (STF.) “Ementa: .. I. a natureza específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação.32892-5/PA. a denominação e demais características formais adotadas pela lei..017231-9/RJ.488. p. . II.) . 496.. Decisão: 27/11/96. p/ acórdão: Min. . 524.02. O que define a natureza jurídica do tributo é a sua destinação. DJ de 28/09/01.. Federal Maria Helena Cisne. A natureza jurídica do tributo decorre do seu fato gerador e não do nome que lhe é atribuído (art. da Alal ou Aladi.: Des. AC 2000. sendo irrelevantes para qualificá-la a denominação e demais características formais adotadas pela lei (inciso I). • Vide Súmula 80 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM. Rel. Federal Chalu Barbosa.. 4ª Turma. Decisão: 23/05/00... 48.” “Ementa: . p.) “Ementa: . sendo irrelevantes para qualificá-la: I.

Irrelevante o nomen iuris que se dê.. em cláusula expressa.. 82. VI. Distinção sedimentada via da Súmula 545 do STF... que. segundo o art. a própria Constituição da República (art. Federal Fernando Marques. enquanto espécie de imunidade tributária genérica. 3ª Turma.. DJ de 15/09/94. p.28302-9/RJ. que se aplica. 150.. a espécie. Celso de Mello.. I.. Maurício Corrêa. 2ª Turma. A contribuição pertinente ao Pasep – por qualificar-se como contribuição social – não se expõe. sendo irrelevante a sua denominação. AgRRE 278636/SP. II. AMS 1999..06369-0/ES. do CTN. Rel.. Decisão: 30/04/02. para se estabelecer a natureza tributária.. Decisão: 27/03/01. insubmissa.02. no caso ‘taxa’. AgRPet 2662/PR.. taxas e contribuições de melhoria.) Art. é modalidade de tributo que não se enquadra na de imposto. .: Des..) .03.. 4º do CTN. na presente ordem constitucional.007335-4/SP.99. Decisão: 10/04/02.1ª Região “Ementa: . REO 98. Rel.313. III. 4º. da Carta Federal.: Min. 4ª Turma.. aos princípios constitucionais informativos da tributação. consoante prescreve. 51.” (TRF-3ª Região. DJ de 16/08/02. VI.. III. Nos termos do art.” (STF. unicamente.) “Ementa: .. 765. É contribuição para a seguridade social. Caracteriza-se como preço público a cobrança impugnada. Federal Arnaldo Lima. p.. 4º do CTN. à luz dos expressos termos do art. a natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo seu fato gerador. AMS 93. 150. DJ de 21/06/02. porque revestidos de diversa natureza jurídica. II. I... . Inconfundíveis. 2ª Turma. 6ª Turma. p. d..) “Ementa: .: Min... é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação. E. por efeito de sua própria natureza jurídica. não estando abrangido pela imunidade prevista no art. às limitações fundadas na garantia constitucional da imunidade tributária recíproca. a). DJ de 13/04/00... Decisão: 16/11/98. ..02.14 Tribunal Regional Federal . .. O Finsocial.. Federal Salette Nascimento. portanto. Rel.. Des. “Ementa: . mutatis mutandis. Rel. Contribuições de mesma espécie são aquelas que possuem mesma natureza jurídica.. 90. 5º Os tributos são impostos. p.” (TRF-2ª Região. DJ de 1º/06/01.” (TRF-2ª Região. aos impostos . a taxa e o preço público.) “Ementa: . Decisão: 15/06/94.” (STF.: Des.

RE 170403/RS. X.00. sendo tributos que não se enquadram na modalidade de imposto. O Supremo Tribunal Federal.” (STJ. Com isso. 174.372.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).: Min. . uma vez que diz respeito apenas aos impostos. recusou-lhe natureza tributária .” (STF. DJ de 23/11/00. da Carta Magna não se aplica às contribuições sociais previstas no art.” (TRF-1ª Região. 4ª Turma.383/91.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 15 “Ementa: . está assentada na divisão de tributos prevista na Constituição Federal em impostos. taxas. A Contribuição Social para Financiamento da Seguridade Social – Cofins... p.00.. especialmente ante a taxatividade de que se revestia o rol inscrito no art.: Des. em relação às contribuições sociais.: Min. na vigência do ordenamento fundamental anterior. Rel.. os quais têm natureza jurídica diversa daquelas.053428-7/DF. . interventivas e corporativas. empréstimos compulsórios e contribuições parafiscais. I. p. Decisão: 19/08/03. DJ de 13/09/01. 150. inciso VI. Aquelas são devidas aos escrivães e oficiais de justiça pelos atos do processo e estes representam contraprestação pela prática de atos extrajudiciais dos notários e registradores..) “Ementa: .) “Ementa: . DJ de 13/12/99. 87. bem como porque. Rel. 195. Tributos são as exações do art.. No conceito de tributo não se incluem custas ou emolumentos. A imunidadee prevista no art..00.. Decisão: 16/11/99. DJ de 11/09/03. 179. bem como na subdivisão em empréstimos compulsórios emergenciais e sociais e contribuições sociais. . 195... O art. 55 da Carta Federal de 1969.) . p. Federal Mário César Ribeiro. a Constituição Federal somente admite a imunidade prevista no § 7° do referido art. 4º do CTN não tem os tributos finalísticos como destinatários...01. ao qualificar o PIS como contribuição social.) “Ementa: . 2ª Turma Suplementar.. RHC 8842/SC. AC 1998. contida no art..” (TRF-1ª Região.000400-9/MG.01. DJ de 08/09/95. Decisão: 11/04/95... p. instituída pela Lei Complementar 70/91.01. p..... A expressão tributos e contribuições da mesma espécie. Decisão: 07/08/01. excluiu a possibilidade jurídico-constitucional de essa exação – que também não se subsumia a noção de finanças públicas – ser veiculada mediante decreto-lei. . AC 1998. 70.) “Ementa: . 1ª Turma. não se encontram compreendidas na limitação constitucional inserida no § 3º do art. 28.. 4ª Turma. 6ª Turma. Fernando Gonçalves... Rel.: Juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz (convocado). 155 da Constituição Federal.” (TRF-1ª Região. AC 2001. I.. Rel. II.. Rel. contribuições de melhoria. 66 da Lei 8. 5º do Código Tributário Nacional. a contribuição para o Plano de Integração Social – PIS e para o Finsocial. XI....035106-2/MG. Celso de Mello... Decisão: 28/09/00.

091330-3/DF. No § 3º do art. 5ª Turma.. .01.. Rel.” (TRF-1ª Região. 604. AMS 1999. Federal Carreira Alvim.” (TRF-3ª Região. em razão disso. que.) “Ementa: . decorre a sua inexigibilidade. por isso.. A natureza jurídica das contribuições parafiscais é reconhecida a partir de dois elementos essenciais: o caráter finalístico dessas contribuições e a delegação da capacidade tributária ativa e. I. salvante as exceções que a própria Constituição abre – conforme se vê do art.: Des. que pela inflexibilidade constitucional estas só podem ser impostos.) “Ementa: I. Rel. AC 97.. do ADCT. § 8º. AC 97.01. 150. taxas e contribuições de melhoria. 155 da Constituição Federal. 3ª Turma Suplementar.. Sendo as contribuições para o Finsocial modalidade de tributo que não se enquadra na categoria de imposto. No que concerne aos impostos é que a Lei Máxima obriga lei de votação qualificada (art.: Des. segundo o art. p. 34. DJ de 22/01/02.03. d. p/ acórdão: Des. p. tais imposições não podem ser diferenciadas a partir de seus fatos geradores. 200. . desvirtuada a natureza jurídica da Contribuição Social sobre o Lucro. p. I.007345-1/MG.... Rel. .16 Tribunal Regional Federal . 69 da CF). AC 96.1ª Região “Ementa: . Tributo é o gênero a que pertencem às espécies. contribuições de melhoria... AMS 1998. que se constitui em cláusula pétrea como direito individual do contribuinte. I. Decisão: 29/04/03. VI. 149 da CF/88). a partir de suas finalidades.. DJ de 31/07/03. empréstimos compulsórios e contribuições sociais. não estão elas abrangidas pela imunidade prevista no art..) “Ementa: ...: Juiz Moacir Ferreira Ramos (convocado).” (TRF-2ª Região. 149 da Constituição Federal... p. mas sim. Decisão: 14/08/96. para tratar . 6ª Turma.) “Ementa: . Rel.... A Constituição Federal distinguiu o sistema tributário nacional e o sistema de seguridade social.) “Ementa: . podem ser sociais. interventivas ou corporativas. DJ de 20/01/99. abrangendo os impostos. taxas.. 2ª Turma Suplementar.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). imposto ou taxa. segundo o sistema tributário da atual Constituição.014995-2/SP. Decisão: 10/10/02.03.. I. Decisão: 16/10/01.02.. DJ de 04/03/97.” (TRF-1ª Região.00.00. quando muito. da Constituição. Portanto. DJ de 12/08/03. Federal Santos Neves..08146-5/RJ. atribuindo às contribuições sociais natureza e finalidades específicas.083741-7/SP... . A contribuição social devida aos conselhos regionais de fiscalização profissional tem natureza tributária (art. Decisão: 28/09/98. ou contribuição de melhoria. 4ª Turma. 21.. I. não sendo. Rel. mas espécie diferenciada de imposição de caráter próprio e fim social.” (TRF-3ª Região.. 93. Federal Ramza Tartuce. a palavra ‘tributo’ deve ser entendida em sentido estrito.

4ª Turma. Os tributos cuja receita seja distribuída.. p. salvo atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos.. DJ de 12/04/93.01. nas Constituições dos Estados e nas Leis Orgânicas do Distrito Federal e dos Municípios. e observado o disposto nesta lei. I. a outras pessoas jurídicas de direito público pertencem à competência legislativa daquela a que tenham sido atribuídos. 1ª Turma.) TÍTULO II Competência Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais Art.) “Ementa: . atos ou decisões administrativas em matéria tributária.041852-0/SP. ressalvadas as limitações contidas na Constituição Federal. con- .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 17 ‘dos respectivos fatos geradores.) Art. Milton Luiz Pereira.03.” (TRF-1ª Região. Decisão: 19/11/ 99. Federal Baptista Pereira. Decisão: 12/12/ 01. p.. no todo ou em parte.: Des.30812-0/MG. parágrafo único e 97. CTN). I e IV. REO 97.” (STJ.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Rel.. DJ de 28/05/03.” “Ementa: .. 6º. 6º A atribuição constitucional de competência tributária compreende a competência legislativa plena. p. . 150. 170. .: Min.. Sem lei é vedado exigir tributo (arts. III. 3ª Turma. 6.. Parágrafo único. Decisão: 10/03/93. Rel.. . bases de cálculo e contribuintes’..055. DJ de 17/03/00. serviços...” (TRF-3ª Região. 7º A competência tributária é indelegável... A competência tributária define-se pela faculdade de instituir tributos e não se confunde com a instituição destes.. AMS 95. ou de executar leis.. • Vide Súmula 69 do STF: “A Constituição Estadual não pode estabelecer limite para o aumento de tributos municipais. Rel. REsp 23147/SP.

reservado ao Estado pela Constituição Federal (art.. de instituir impostos.. Francisco Peçanha Martins. “Ementa: . 2ª Turma. sem lei.. REPDJ de 12/08/03. 2ª Turma. por ato unilateral da pessoa jurídica de direito público que a tenha conferido.: Min. do encargo ou da função de arrecadar tributos. Indelegável é o poder de tributar. AgRAI 133645/PR. 2ª Turma. DL 1.. A utilização da Taxa Selic como remuneração de títulos é perfeitamente legal. REsp 7828/DF. p. Decisão: 28/03/96. além desses princípios. sem mais esta ou aquela.: Min. I..) “Ementa: .. 19. A competência tributária.. Fixada a Taxa Selic por ato unilateral da Administração. O entendimento sobre a legitimidade da delegação de poderes às autarquias e empresas estatais para o exercício de funções descentralizadas consolidouse na jurisprudência do extinto TFR e do STJ.. Capacidade tributária ativa: possibilidade de delegação.. taxas. fica também vergastado o princípio da indelegabilidade de competência tributária. Rel. Nesse ponto. da anterioridade e da segurança jurídica.: Min. é que é indelegável. § 2º A atribuição pode ser revogada. a qualquer tempo. que se distingue da capacidade tributária.. isto é. II. Rel... 145) . 15.” (STJ..899/81. REsp 215881/PR. Hipótese em que se configura exercício do poder de polícia a justificar a instituição da taxa. .. a aplicação da Taxa Selic em tributos. Determinando a lei. DJ de 14/ 12/90. Carlos Velloso.112. para o terreno tributário. a pessoas de direito privado. nada há de ilegal ou inconstitucional. . DJ de 03/06/96.. sem precisa determinação de sua exteriorização quântica.” (STJ. I. nos termos do § 3º do art.. . pois toca ao Bacen e ao Tesouro Nacional ditar as regras sobre os títulos públicos e sua remuneração. contribuições e empréstimos compulsórios. p.” (STF. escusado obtemperar que mortalmente feridos de frente se quedam os princípios tributários da legalidade. Taxa.. § 1º A atribuição compreende as garantias e os privilégios processuais que competem à pessoa jurídica de direito público que a conferir. Rel.. Franciulli Netto.230. Classificação de produtos vegetais..) “Ementa: .18 Tribunal Regional Federal . Decisão: 13/11/90. A balda exsurge quando se transplantou a Taxa Selic. p.1ª Região ferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra. 18 da Constituição. Decisão: 24/09/02. § 3º Não constitui delegação de competência o cometimento. 206).

AMS 91. fixar alíquota.. desde que esta multa. .) “Ementa: ... o poder de subordinar a liberação de mercadorias.. Rel. DJ de 17/12/90. importando na transmissão dos poderes para arrecadar.. porém. 4ª Turma.. II.01. . AC 90. 7º. na parafiscalidade. Federal Alberto Nogueira. dentre as quais não se contém. titular da capacidade tributária ativa da exigência. 2ª Turma. . 3ª Turma.. por intermédio dos seus fiscais... Decisão: 26/11/90.) “Ementa: . Indelegável é a competência para decretar tributo.. para a sua redução. 30.. resultante da falta de lançamento.) “Ementa: . § 3º).: Des. regularmente despachadas..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). por violar o art. O sistema tributário traz limites explícitos para a instituição ou aumento de tributos. p.797. . o que permite à autoridade administrativa reduzir o valor a ser cobrado então definido pelo legislador. Rel. serviços. 7º do CTN.... 7º do CTN. atos ou decisão em matéria tributária.. de forma alguma...) “Ementa: . Legitimidade que se declara da União Federal.004785-8/DF. Nenhuma responsabilidade ressarcitória pode ser imposta ao Banco do Brasil S/A em face de exercer a função de caixa da exigência..02.. Tem a pessoa jurídica delegada para executar as normas legais. instituir penas. Não..00. de instituir pena. .13273-7/RJ. Decisão: 30/06/00.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 19 “Ementa: .. Decisão: 11/03/92. I. Ag 1997. ilegal a INSRF 54/81..” (TRF-1ª Região. A capacidade tributária. sendo. no qual se diz que a competência tributária é indelegável. 44. a exigência repelida pela Súmula 577 do STF é da competência dos Estados e Distrito Federal. é delegada nos termos do caput do art.. . à comprovação de obrigações tributárias estaduais. Federal Tourinho Neto. DJ de 23/11/00. 274. Rel.. DJ de 09/04/92. por força do disposto no art... p.. estabelecer base de cálculo.. fiscalizar e executar leis. A Portaria 644/93 estabeleceu isenção parcial da Taxa de Fiscalização e Classi- . no caso. 7º do CTN.17166-4/MT.. Decisão: 28/09/00. 4ª Turma..001302-0/MG. Legitimidade passiva ad causam da União Federal.01.” (TRF-2ª Região. ainda.. II.” (TRF-1ª Região.. com ressalva de funções de mera arrecadação ou fiscalização. Taxa de licenciamento de importação. DJ de 22/09/00. AC 1998.00. Rel. de vez que o cometimento de arrecadação não se confunde com a arrecadação da taxa e com o destino do produto decorrente da sua arrecadação (CTN. art. I. Não se trata. já esteja determinada legalmente.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).: Des. no particular..” (TRF-1ª Região. p..01. competência para aplicar multas. . designar os sujeitos passivos..

de Imposto sobre Telecomunicações.05. REsp 183208/AL. DJ de 03/12/99. Federal Alberto Nogueira. . Decisão: 17/11/98. reduzindo seus valores na conformidade do art. Decisão: 14/10/99.. que não se confunde com a indelegável competência tributária (precedentes do extinto TFR).” (TRF-5ª Região. 1. DJ de 19/04/94.: Min.. Rel. de privativa competência federal. 8º (do Código Tributário Nacional). 21. Rel. 8º do decreto-lei citado.08359-6/SE. quanto à majoração. Rel. 8º do CTN). Ilegítima a cobrança..) Art..02. aos Estados. “Ementa: .112. Garcia Vieira.) “Ementa: . DJ de 18/10/99... ressalvado. ao Distrito Federal e aos Municípios: I.” (STJ. . Decisão: 29/09/93. das alíquotas da contribuição e adicional é matéria constitucional. . AMS 99..20 Tribunal Regional Federal .. II. Possibilidade de haver delegação da capacidade tributária ativa.. 9º É vedado à União.05382-9/RJ. 26 e 65. Inocorreu delegação de competência.. pelo Conselho Monetário Nacional.. 2ª Turma. 1ª Turma. o disposto nos arts. p. 1ª Turma. Não instituiu taxa de qualquer natureza.: Des. Federal Castro Meira.. mas transferência de atribuições. instituir ou majorar tributos sem que a lei o estabeleça. REO 91. Em matéria de competência o não-exercício por seu titular não confere a outra entidade tributante qualidade para utilizá-la (art. p..) CAPÍTULO II Limitações da Competência Tributária SEÇÃO I Disposições Gerais Art. 8º O não-exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído. Não houve violação ao art..: Des. . 210. por Município.1ª Região ficação de Produtos Vegetais. A fixação.” (TRF-2ª Região. cobrar imposto sobre o patrimônio e a renda com base em lei posterior à data inicial do exercício financeiro a que corresponda..

• Vide Súmula 657 do STF: “A imunidade prevista no art. inclusive suas fundações. § 2º O disposto na alínea a do inciso IV aplica-se. exclusivamente. Decisão: 17/09/96..) . integra o patrimônio da entidade abrangida pela imunidade. Carlos Velloso. RE 203755/ES. por lei. b) templos de qualquer culto.. “Ementa: . previstos em lei.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 21 • Vide Súmula 669 do STF: “Norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. a renda ou os serviços uns dos outros. a renda ou serviços dos partidos políticos..: Min. p. Não há invocar..” § 1º O disposto no inciso IV não exclui a atribuição. das entidades sindicais dos trabalhadores.” III. IV. VI. dado que este se constitui do conjunto daqueles. (Redação dada pela LCp 104. no território nacional. no mercado interno ou externo. .. de 10/01/01) d) papel destinado exclusivamente à impressão de jornais. para o fim de ser restringida a aplicação da imunidade.. I. Rel. c) o patrimônio. da CF abrange os filmes e papéis fotográficos necessários à publicação de jornais e periódicos. mesmo porque não é adequado distinguir entre bens e patrimônio. O que cumpre perquirir. 2ª Turma. 43. por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. das instituições de educação e de assistência social. de pessoas ou mercadorias. às entidades nele referidas. periódicos e livros. e inerentes aos seus objetivos. portanto. d. critérios de classificação dos impostos adotados por normas infraconstitucionais. DJ de 08/11/96. cobrar imposto sobre: a) o patrimônio. sem fins lucrativos.221. aos serviços próprios das pessoas jurídicas de direito público a que se refere este artigo. estabelecer limitações ao tráfego.” (STF. observados os requisitos fixados na Seção II deste Capítulo. 150. assecuratórios do cumprimento de obrigações tributárias por terceiros. da condição de responsáveis pelos tributos que lhes caiba reter na fonte. é se o bem adquirido. e não as dispensa da prática de atos.

DJ de 30/11/92.. I. II. em menor extensão. Rel.. 9º.”(STJ. Inexiste afronta ao princípio da legalidade tributária se a lei fixa os elementos essenciais do tributo. 4ª Turma... . ...01. Federal Osmar Tognolo... 14 do CTN)..... As entidades fechadas de previdência privada são imunes aos impostos sobre seu patrimônio. do Código Tributário Nacional exigirse tributo com apoio em medida provisória não convertida em lei..22 Tribunal Regional Federal . Decisão: 13/05/98. Decisão: 28/04/99. Decisão: 24/02/00. convertida na Lei 8. . que perdeu eficácia por falta de apreciação pelo Congresso Nacional. 9º. em uma das alíquotas do tributo. Humberto Gomes de Barros. Rel. Rel. DJ de 18/06/98... 150/CF. Decisão: 14/10/92. 1ª Turma. 264. do Código Tributário Nacional. Por força do contido no art.010071-9/PA. AMS 1998.1ª Região “Ementa: . 150 da Constituição.981/95. .00.009304-9/MG. renda ou serviços. AGA 256245/SP.. 9º..01. não violou o princípio da anterioridade (art... 9º.: Min..) “Ementa: .415/96.00. c. REsp 5611/RS. ... p.. É maciça jurisprudência no sentido de que a MP 812/94. a jurisprudência deste Sodalício encontra-se firmada no sentido de que não cabe recurso especial quando o dispositivo de lei federal acusado de violado repete preceito constitucional. .) “Ementa: .” (STJ. IV.. 84.) “Ementa: . I. 9º do Código Tributário Nacional.VI. II. Eliana Calmon.) “Ementa: . do CTN envolve somente os bens direta e exclusivamente afetados aos objetivos institucionais das entidades de previdência social (art. para fins de enquadramento.” (TRF-1ª Região. p.555. Federal Mário César Ribeiro. 3ª Turma. REsp 374694/SC. AC 1999.. por repetir. o teor do já citado art. p. como se verifica com a contribuição incidente sobre os proventos do servidor público federal aposentado.. é vedado às entidades cobrar tributos sem lei instituidora. nos termos do art. através de decreto. José Delgado.. DJ de 12/05/03..” (TRF-1ª Região.. 22. deve-se ter por prequestionado o art. tão-somente a definição no concernente à atividade preponderante da empresa. 56. Rel. 1ª Turma... p. .. Ofende o disposto no art.: Min. 2ª Turma.. A imunidade prevista no art. DJ de 10/09/99. conforme o grau de risco de acidente de trabalho. 150. DJ de 20/03/00. 262.” (STJ.: Des. II. do CTN).) “Ementa: . inciso II. Ademais disso. da Constituição Federal. III. letra c.. Decisão: 03/04/03.. É descabida a afirmativa de que sendo admitido recurso extraordinário sob alegativa de afronta ao art. inciso II. p. Rel. deixando para a regulamentação..: Des. instituído pela Medida Provisória 1.: Min. inciso VI.

em razão do local de produção do bem industrial objeto das operações atingidas pelo gravame..: Des.777.” (TRF-2ª Região. 151. I. pela lei. 9º e 14 do Códido Tributário Nacional.. ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens de qualquer natureza... ou que importe distinção ou preferência em favor de determinado Estado ou Município.18310-7/MG.. da Constituição Federal.. Entidade de previdência assistencial. Decisão: 11/12/01. da Constituição Federal e ao art. Decisão: 18/03/93. ou da igualdade (art. I. em razão da sua procedência ou do seu destino.. 151. 153. . p. . IPMF.: Des... selecionando atividades ou categorias profissionais. Federal Julieta Lídia Lunz. 9º e 14 do Código Tributário Nacional... IV. AMS 93. 3ª Turma. p/ acórdão: Des. § 3º.110492-7/SP. Decreto 420/92. Norteia-se a isenção pela política de conveniência pública. 151. DJ de 07/03/96. como autêntica limitação ao poder de tributar. DJ de 13/12/95. ou restringindo-se a determinada área geográfica. I.01. 11. 9º. Federal Diva Malerbi. se a tanto já não obstasse o art. Lei 8. É vedado aos Estados. “Ementa: . Federal Frederico Gueiros. Rel. 19... .. II. inobservado... Inexiste violação ao art.03. da CF)..) “Ementa: .. Plenário.) Art. Decisão: 09/08/95.: Des. DJ de 24/05/ 93. .. II.01. argüição de inconstitucionalidade. .. . Federal Eliana Calmon..” (TRF-2ª Região. haja vista a eficácia dos arts. INAMS 90.” ( TRF-1ª Região. do Código Tributário se a regularização por decreto não extravasa os limites traçados pela lei. AMS 95. I..11715-8/RJ.. impede que as discriminações no IPI sejam decididas pela lei. 368.. Rel. Art.02. Lei 8. . da CF). Rel. DJ de 24/04/02. É vedado à União instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional. os requisitos constitucionais excepcionadores da regra da uniformidade tributária.) Art. sem ferir os princípios da uniformidade dos tributos (art. Infringência ao art.. IPI nas operações de industrialização do açúcar.) “Ementa: . ... Decisão: 06/12/95. I. a jurisprudência inclinou-se em sentido oposto e através de reiteradas manifestações quanto ao aspecto de estarem imunes as entidades de assistência e previdência privada. 86.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 23 II. AMS 2000. 150... .486.02. 1ª Turma.033/90. p. p. da Constituição Federal que... 3ª Turma.” (TRF-3ª Região. Rel.065276-7/RJ.393/91... 10.

: Min.1ª Região • Vide Súmula 591 do STF: “A imunidade ou a isenção tributária do comprador não se estende ao produtor. na dicção da ilustrada maioria. entendimento em relação ao qual guardo reservas.) SEÇÃO II Disposições Especiais Art.. segundo a qual é vedada aos Estados. observado o disposto nos seus §§ 1º e 2º. 182. 2ª Turma.. Incidência e pagamento. à renda ou aos serviços vinculados às suas finalidades essenciais. Isenção que deve ser interpretada estritivamente e aplicada com autorização legal.817/RJ.. Mercadorias importadas... Inteligência do art. pelos Estados.: Des. óculos e aparelho de surdez e similares. Federal Lázaro Guimarães. ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços. a – é extensiva às autarquias no que se refere ao patrimônio.: Min. da Lei 9. Ilmar Galvão.) “Ementa: . contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados. relatado pelo Min. é extensivo às autarquias criadas pela União. O art.” (STJ. 11 do CTN c/c art. O disposto na alínea a do inciso IV do art. Franciulli Netto... Dedução equivale à isenção. 20. a.) “Ementa: . 150. a afastar a regra do art.” “Ementa: . p. .250/95. Conclui-se de sua leitura que é defeso às entidades da Federação dar tratamento tributário díspar a bens em virtude de sua proveniência ser estrangeira.. Rel. em razão de sua procedência ou destino. 2ª Turma.. Marco Aurélio. AG 99. Rel. de qualquer natureza. 591. Decisão: 26/03/02.” (STF. o Plenário... 2ª Turma. 155 da Constituição Federal como especial. 11 do Código Tributário Nacional.24 Tribunal Regional Federal . tem como preceito semelhante o disposto no art. tão-somente no que se refere ao patrimônio. AgRRE 205853/RS. Decisão: 22/02/99. ICMS. III.... tomando a norma da alínea a do inciso IX do § 2º do art. ou delas decorrentes. DJ de 15/03/00. 20.” (TRF-5ª Região. “Ementa: . 152 da Constituição Federal. ROMS 9866/RJ. . II. assentou a junção da incidência do tributo e do pagamento. Dedução do IRPF das despesas relativas à aquisição de lentes..05. DJ de 05/11/99. A imunidade tributária recíproca dos entes políticos – art.. 9º.. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. Decisão: 09/11/99. p. VI. repetindo a Constituição anterior (art. 12. 8º. DJ de 12/08/02. Rel. à renda e aos serviços vincu- . p.25565-6/CE. 152.. Ao julgar o Recurso Extraordinário 193. CF/67).

.: Juíza Ivani Silva da Luz (convocada). DJ de 03/05/01... Rel... Decisão: 24/11/99. AC 1999.” (TRF-1ª Região. AMS 96. Rel. 150..) “ Ementa: . . Rel.” (STF. O preceito imunizante.” (TRF-2ª Região.. § 2º.) “Ementa: .. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 25 lados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. 2ª Turma Suplementar.” (TRF-1ª Região. da CF concede às autarquias imunidade sobre impostos sobre o patrimônio. § 3º. Estados e Municípios.. DJ de 17/03/00. Rel.01.01. à renda e aos serviços relacionados com a exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. A imunidade tributária recíproca preceituada no art. 2ª Turma.. rendas e serviços vinculados às suas finalidades essenciais. Na Constituição de 1988. VI. art.. Decisão: 20/02/01. Decisão: 18/12/01.: Des. sendo extensiva às suas autarquias e também fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público (Constituição..30331-6/MG. art.0938267/DF.: Min. CF. DJ de 29/05/03..) “Ementa: .01. p.. ou seja. União. . § 2º.. 150. desde que esteja vinculado às finalidades essenciais da autarquia ou dela decorrentes.) “Ementa: .” (TRF-2ª .. não se estende ao patrimônio.150... 150. da CF)..) “Ementa: . 2ª Turma Suplementar. 71. Decisão: 17/12/96. A imunidade recíproca protege o patrimônio. e não as taxas. DJ de 02/05/97.. 5ª Turma.. Porém. .. 16. p. da CF. essa imunidade que impede a incidência dos tributos sobre o patrimônio dessas pessoas de direito público restringe-se àqueles bens vinculados às suas atividades essenciais ou dela decorrentes (art..: Des. DJ de 08/02/02. da CF/88 alcança apenas os impostos incidentes sobre o patrimônio das autarquias. a.” (TRF-1ª Região. . O art... inciso VI. ). Federal Chalu Barbosa. à renda e aos serviços vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes (art. 150. § 2º.02.. 167/233. § 2º.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). alínea a). I. Decisão: 13/11/ 01.04869-3/MG.. Rel. p.. 150. contudo. 179.574. Federal Hilton Queiroz. AC 97. 180. Carlos Velloso. A imunidade prevista no art. as autarquias estão sujeitas à tributação municipal à exceção dos impostos que incidam sobre o seu patrimônio. da CF). . 150. 4ª Turma. que são tributos vinculados... II. 150. I. p... a renda e os serviços dos entes públicos. nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel (art. da CF é expressamente estendida em favor das entidades autárquicas (autarquias e fundações) instituídas e mantidas pelo Poder Público no que se refere ao patrimônio.. § 2º. AC 96. RE 203839/SP.38178-9/RJ.00. p.

c. Federal Sérgio Schwaitzer.26 Tribunal Regional Federal . cujo tratamento tributário é estabelecido pelo poder concedente. (Redação dada pela LCp 104.1ª Região Região.” . O disposto na alínea c do inciso IV do art. 248. p. de 10/ 01/01) II. O disposto na alínea a do inciso IV do art. a qualquer título. previstos nos respectivos estatutos ou atos constitutivos. Mediante lei especial e tendo em vista o interesse comum. 9º. aplicarem integralmente. as instituições de previdência privada gozam da imunidade de impostos prevista no art.01. 150. ainda que cobrem pelos benefícios e serviços prestados. 6ª Turma. AC 2002. DJ de 07/05/03.02. não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas. 19. § 2º Os serviços a que se refere a alínea c do inciso IV do art. 9º não se aplica aos serviços públicos concedidos. • Vide Súmula 5 do TRF-2ª Região: “Preenchidos os requisitos do art. c. § 1º Na falta de cumprimento do disposto neste artigo. exclusivamente. Rel. 14. os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais.: Des. 9º. Art. Decisão: 05/02/03. a União pode instituir isenção de tributos federais. a autoridade competente pode suspender a aplicação do benefício. Parágrafo único. estaduais e municipais para os serviços públicos que conceder. os diretamente relacionados com os objetivos institucionais das entidades de que trata este artigo. da Carta Magna de 1988 (art. manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão.018928-6/RJ. observado o disposto no § 1º do art. 14 do CTN e desde que não distribuam lucros.) Art. no que se refere aos tributos de sua competência. 9º é subordinado à observância dos seguintes requisitos pelas entidades nele referidas: I. ressalvado o que dispõe o parágrafo único. no País. da Constituição Federal de 1967). 9º são. III. 13. VI. ou no § 1º do art. III.

MI 420/RJ. p. que elenca os requisitos necessários para que as instituições previstas no art. objeto de dívida inscrita e embargada na execução fiscal promovida contra a entidade assistencial. Decisão: 30/09/97.) “Ementa: .. 14 do Código Tributário Nacional. A norma inserta na alínea c do inciso VI do art. REsp 87643/RJ. Aldir Passarinho. p. 2ª Turma. DJ de 08/03/99. 2ª Turma. 185..... Rel. CTN. Rel... Atividades sociais. Se resulta do estatuto da entidade educacional que o lucro obtido. Art. 19. 12..01. por via de conseqüência. 16.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 27 “Ementa: .) .: Min Milton Luiz Pereira. Rel. 3ª Turma. Decisão: 25/10/88.” (STF RE 108737/SP . AC 1997.” (STJ. não pode ser exigido o tributo. com as benesses do reconhecimento de utilidade pública por atos dos governos federal.. . 14.: Min. ao invés de ser aplicado em benefício da própria instituição e para atendimento de suas finalidades. 14 do CTN. vem proclamando que as entidades de previdência privada não são beneficiadas pela imunidade tributária prevista no art. CTN. Decisão: 24/11/98. Hipótese em que ela não se configura. Decisão: 31/08/94.. p. 14.00.. DJ de 23/09/94. Decisão: 05/04/95. está imune ao pagamento de impostos. no caso.: Min. ou parte dele..” (STJ.” (STF.039307-2/DF.. Francisco Peçanha Martins. 9º façam jus ao benefício. ambos do art. p. p. DJ de 08/05/95. foi recepcionado o preceito do art.) “Ementa: . Imunidade tributária de entidade privada de educação. estadual e municipal e contemplados os requisitos do art. 25. REsp 39181/SP. que cumpre o disposto no art. Rel. Não é exigido que a instituição seja mantida substancialmente com recursos dos beneficiários.307.. Exigência do art.) “Ementa: .. O STF. no que cogita dos requisitos a serem atendidos para o exercício do direito à imunidade. no inciso II. Comprovados a personalidade jurídica e o cumprimento das atividades assistenciais definidas estatutariamente. Federal Tourinho Neto. Imunidade. Marco Aurélio. de alguma forma.: Min.392.. 150 da Carta de 1988 repete o que previa a pretérita alínea c do inciso III do art. DJ de 27/10/89.. do CTN não atendida. sem fins lucrativos. desde o regime constitucional anterior. Rel. Fundação. .) “Ementa: ... . I. 1ª Turma. A instituição fechada de previdência privada.”(TRF-1ª Região. Assim..: Des. DJ de 24/10/97. I. é. 14 do Código Tributário Nacional.271. 89.. 14 do CTN. Tribunal Pleno. não há como ter-se como satisfeita a exigência contida no inciso I e.. 14. distribuído aos sócios..325..

. 14 do Código Tributário Nacional equiparam-se às instituições de assistência social para os efeitos da imunidade tributária prevista no art.1ª Região “Ementa: . 14 do Código Tributário Nacional.) “Ementa: .: Des.” (TRF-1ª Região. tem a parte o legítimo interesse na demonstração dos requisitos do art.32. VI. 3ª Turma.. 14 do CTN a entidade de previdência privada requer prova pericial.00. para fins de acesso ao benefício. . suas movimentações financeiras estão imunes à tributação do Imposto Provisório sobre Movimentações Financeiras (IPMF)...” (TRF-1ª Região... AMS 95. DJ de 25/06/02. p. I. Rel. As condições que definem instituição filantrópica estão previstas no art.) “Ementa: . I. inciso VI.756/RJ) sinaliza que a imunidade tributária desse tipo de previdência só seria possível quando a contribuição é exclusiva do empregador patrocinador (sem participação do empregado: Informativo STF/252).. 16. alínea c. Federal Hilton Queiroz..) “Ementa: . pela produção de prova pericial. p. Precedentes jurisprudenciais.. I. Se para a demonstração do implemento dos requisitos do art. II. Decisão: 09/12/99.” (TRF-1ª Região. ainda mais quando a jurisprudência do STF (RE 259.. Rel. Rel. Decisão: 23/04/02.: Des. IV.. às quais não se equiparam as entidades de ‘previdência complementar’. Decisão: 15/09/99.0105475/DF. que concedem benefícios apenas em prol . A imunidade tributária constitucional (art. Rel... As entidades fechadas de previdência privada sem fins lucrativos que atendam aos requisitos do art.. Federal Luciano Tolentino Amaral.28 Tribunal Regional Federal . 3ª Turma. da Carta Magna.. 195. ela não pode ser indeferida.042236-0/DF. DJ de 1º/03/00. 150-VI. . p. 71. .. da CF/88 c/c art... 14 do CTN..: Des.” (TRF-1ª Região. não produzindo efeitos o Ato Declaratório Normativo CST 12/94. . Não estando ainda definida a jurisprudência a respeito da imunidade tributária em relação às entidades de previdência privada. que concedem benefícios a toda coletividade (universalidade e generalidade) e independentemente de contraprestação pecuniária.01... e a interpretação harmônica dos arts. Ag 1999.00. 146-II. AMS 2000.00. p. DJ de 25/02/00. 14 do CTN) é instituto aplicável apenas às entidades efetivamente de ‘assistência social’. 50.. 150. Federal Olindo Menezes. Decisão: 06/03/02.. Assim. DJ de 12/04/02. permite concluir que os requisitos para constituição e funcionamento das entidades imunes é efetivamente matéria de lei ordinária. 84. 3ª Turma. Ag 2000...01. § 7º.) “Ementa: . visto que a viola..003966-2/AM.01.27023-8/GO.: Juíza Sônia Diniz Viana (Convocada). c. III. 150.. 4ª Turma.

Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 29 dos seus participantes.02. Federal Luciano Tolentino Amaral. II. estabelecendo requisitos que desvirtuam o próprio conceito constitucional de entidade de assistência social. § 7º. DJ de 10/12/02..028. . AMS 2001. A aplicação do art. II.01. Federal Ricardo Regueira. e a Lei 8. 14.049557-8/RJ.212/91 e acrescentou-lhe os §§ 3º. para suspender o art. 1º da Lei 9.. Decisão: 1º/04/02. .. Rel. o Supremo Tribunal Federal entendeu que o art. requisitos subjetivos.: Des. dos quais exigem regular contribuição na forma do seu estatuto social. a Lei 9.: Des. 4.802/DF).” (TRF-2ª Região.01. e sim no fato de a instituição utilizar os rendimentos obtidos em favor do fomento da própria atividade que desenvolve. 4º e 5º. REO 1999. O conceito de assistência social deve ser o mais amplo possível.. Federal Julieta Lídia Lunz.212/91. III.. DJ de 28/06/02. desde o regime constitucional anterior. da Lei 8.732/98 alterou a redação do art. Rel.030207-4/RJ. Federal Cruz Netto. . p. DJ de 22/04/02. Com base neste entendimento.732/98. vem sendo proclamado pelo Supremo Tribunal Federal..: Des. I. 14 (ADIn 1. DJ de 11/07/02. abrange os rendimentos decorrentes de aplicações financeiras.) “Ementa: . 55. na ADIn 2.. A imunidade tributária das entidades de assistência social.. Decisão: 09/05/02. AC 2001.” (TRF-2ª Região. do art. 12. a vigência do § 1º e alínea f do § 2º. da Lei 8. 4º e 5º. limitando a própria extensão da imunidade. 2ª Seção.02.. 1ª Turma. 154.212/91 e acrescentou-lhe os §§ 3º. 13 e do caput do art. 195..” (TRF-2ª Região. do Código Tributário Nacional traria em si requisitos objetivos para a nãoincidência constitucionalmente qualificada no art.01.) “Ementa: . tendo em vista o cunho nitidamente social da Constituição Federal. Rel. inciso III. ao exigir destas a gratuidade na prestação de seus serviços. uma vez que se destinam à manutenção dos objetivos da entidade. Rel. Decisão: 10/06/02. Diante da ausência de manifestação do legislador infraconstitucional em relação à edição da lei complementar.02. 14 do CTN e na Lei 9. na parte em que alterou a redação do art. sem fins lucrativos. AR 1999.. Decisão: 02/10/02..” (TRF-1ª Região. 14 do Código Tributário Nacional supõe instituição beneficiada por imunidade tributária.) “Ementa: . A ausência de fins lucrativos não implica na prestação gratuita de serviços.. Contudo.013017-0/DF..: Des.033626-6/RJ. pelo STF.. p. sendo que esta última teve suspensa.. que não é o caso das entidades de previdência privada.01. do art. 2ª Turma. 1ª Turma.. o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar.) .. tal como. 55.532/97.00. Os requisitos básicos para fazer jus à imunidade estão definidos no art.

A imunidade tributária tem por objetivo o fomento à educação. No julgamento da ADIn 2. não está sujeito ao princípio da anterioridade. da CF/88. como estatuído no art.064011-3/SP. 2ª Turma. p.. Federal Vilson Darós.. inciso VI. Não-escrituração e distribuição a terceiros de recursos advindos de subvenção federal. 479.” (TRF-4ª Região. prevista no art. 15. II. e não criar meio hábil de evasão fiscal..: Des. da Carta Política. AC 2001. nos termos do art. DJ de 22/04/02. incisos I a III. p. pode instituir empréstimos compulsórios: • Vide Súmula 236 do TFR: “O empréstimo compulsório instituído pelo Decreto-Lei 2. a instituição educacional que não escritura e realiza o repasse de recusos advindos de subvenções federais está obrigada ao pagamento de tributos em razão da suspensão de imunidade tributária. ..028-5. III.... caracterizando-se como limitação constitucional ao poder de tributar. do CTN.. AMS 2000. art. o Supremo Tribunal Federal reconheceu que a ‘isenção’ de contribuição para a seguridade social às entidades beneficentes de assistência social. Assim. Crime contra a ordem tributária. são aqueles previstos no art. ou sua iminência.. Incidência do art. pelo que a disciplina da questão somente pode ser feita mediante lei complementar.14. se preenchidos os requisitos do art. 885. Decisão: 25/03/03.1ª Região “Ementa: . 2ª Turma. guerra externa. .00.” (TRF-4ª Região. Irrelevância penal de manutenção do regime de imunidade. . 2ª Turma. 195.: Des. Ainda que detentora de imunidade tributária. Decisão: 09/04/02. 14.) “Ementa: ... p. 55 da Lei 8. os requisitos estabelecidos para a fruição da imunidade do art.70.. 195. Rel. DJ de 09/04/03.. § 7º. em verdade. Verbas subvencionadas não-escrituradas e não aplicadas nos objetivos institucionais devem sofrer tributação. Federal Sylvia Steiner. 14 e incisos do CTN.004492-6/RS.047.” (TRF-3ª Região. Instituição educacional. e § 4º) abrange também os Impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados. alínea c.” I. II. 14 e incisos do CTN.) Art. é. de 1983. Imunidade tributária mantida pela Administração.212/91.. . Somente a União. nos seguintes casos excepcionais. .) “Ementa: . imunidade tributária. Decisão: 19/02/02.: Des. § 7º.... 150. Federal João Surreaux Chagas. ACR 2000.137/90. Lei 8.. 146. DJ de 08/05/02.71. A imunidade tributária das instituições de assistência social (CF de 1988.03.99.. 14 do Código Tributário Nacional e não os exigidos no art.031481-1/PR. Rel... 360.30 Tribunal Regional Federal . Rel.

288/86.” • Vide Súmula 12 do TRF-5ª Região: “É inconstitucional o empréstimo compulsório instituído pelo DecretoLei 2. 10 do Decreto-Lei 2. na aquisição de veículos de passeio e utilitários. 10 do Decreto-Lei 2. a sistemática de cálculo para sua devolução (art. observando. sobre o consumo médio por veículo. no que for aplicável.288.156/62. o disposto nesta lei.” • Vide Súmula 11 do TRF-2ª Região: “É desnecessária a apresentação dos comprovantes de aquisição de combustíveis – gasolina ou álcool carburante – na ação de restituição do empréstimo compulsório instituído pelo Decreto-Lei 2. Parágrafo único. de 1986. sendo desnecessária a comprovação da quantia paga a esse título. instituído pela Lei 4.” • Vide Súmula 13 do TRF 4ª Região: “É inconstitucional o empréstimo compulsório incidente sobre a compra de gasolina e álcool. 92/87. 16).” • Vide Súmula 13 do TRF-5ª Região: “O empréstimo compulsório em favor da Eletrobrás foi recepcionado pela Constituição de 1988. da SRF.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 31 II. A lei fixará obrigatoriamente o prazo do empréstimo e as condições de seu resgate. 10 do Decreto-Lei 2.288. desde logo. é suficiente a prova de propriedade do veículo. Legitimidade passiva da União para a causa.” • Vide Súmula 23 do TRF 4ª Região: “É legítima a cobrança do empréstimo compulsório incidente sobre o consumo de energia elétrica. que estabeleceu. de 23 de julho de 1986. 183/87 e 201/88.” • Vide Súmula 33 do TRF-4ª Região: “A devolução do empréstimo compulsório sobre combustíveis (art. inclusive na vigência da Constituição Federal de 1988.” • Vide Súmula 1 do TRF-4ª Região: “É inconstitucional a exigência do empréstimo compulsório instituído pelo art.288. conjuntura que exija a absorção temporária de poder aquisitivo. uma vez que o valor do resgate é de ser calculado com base nas Instruções Normativas 147/86.” . instituído pelo art. cobrado indevidamente dos contribuintes. de 1986. calamidade pública que exija auxílio federal impossível de atender com os recursos orçamentários disponíveis. III.288/86) independe da apresentação das notas fiscais. • Vide Súmula 25 do TRF-1ª Região: “Nas ações que visem à devolução do empréstimo compulsório de combustível.

. Rel.” (TRF-3ª Região. 27. 15..: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado).. para os cofres públicos. II.. art. deve sua exigência observar o princípio da anterioridade. 34 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. mas não exige o diploma constitucional ou infraconstitucional seja o resgate feito em dinheiro. 1. pois.27126-7/DF.) . Decisão: 17/10/94. Decisão: 21/09/99. 148).288/86.: Des. p. O empréstimo compulsório tem natureza tributária e. .. .01.” (TRF-1ª Região. Rel.. Federal Eliana Calmon.. DJ de 08/09/92.01.. o bloqueio de cruzados novos instituído pela Medida Provisória 168/90.. Por se tratar de tributo.156/62..024/90. Rel.32 Tribunal Regional Federal . Rel.: Des. AC 1998. 1..013. sendo lícita a entrega em títulos. DOE de 23/09/91. parte do patrimônio do particular. constitui iniludível empréstimo compulsório.. DJ de 27/10/94.. 21. DJ de 17/03/00.03. III. com previsão de sua restituição.) “Ementa: . dos cruzados novos bloqueados. AC 94.. art. transformada na Lei 8. e alterações posteriores. § 2º. AC 94.. Decisão: 12/08/92.02.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada). é compatível com o sistema tributário da Constituição de 88. Rel. . Federal Clélio Erthal.” (TRF-2ª Região.. O ato pelo qual a lei transfere. com previsão de sua devolução com ou sem remuneração.. por força do contido no § 12 do art. A transferência da titularidade. I. .) “Ementa: . AMS 91. denomina-se empréstimo compulsório (CTN... Federal Oliveira Lima. 401.018251-7/SP. Este Tribunal tem entendido que o empréstimo compulsório criado em favor da Eletrobrás pela Lei 4.. portanto.256).404.059987-4/DF. todavia.” (TRF-1ª Região. A devolução do compulsório é obrigatória. IV.. 15 do CTN.. 3ª Turma. tem amparo no art.775.) “Ementa: .) “Ementa: .. a prazo certo e com remuneração. p. 4ª Turma. 1ª Turma... não se aplicando ao exercício de 1986 e tão-somente ao de 1987.. III. 4ª Turma. art.. Emenda 1/69 e no art.00. IV. p.” (TRF-1ª Região.1ª Região “Ementa: .. do particular para a autarquia Banco Central do Brasil.01.09406-3/ES. Decisão: 14/10/99. e CC. item II da Constituição Federal de 1967. V. 61. AC 92. Para a instituição de empréstimo compulsório é necessária lei complementar . incidente sobre a aquisição de veículos automotores. p.. Decisão: 21/08/91. 4ª Turma.20000-9/MG. tem que observar o princípio da anualidade.. Inconstitucional.: Des. . O empréstimo compulsório instituído pelo Decreto-Lei 2. não podendo ser substituída por medida provisória ou por lei ordinária (CF. DJ de 17/12/99.

no que se refere à destinação das verbas públicas. 198. que são tributos vinculados.. Decisão: 09/09/99. têm como nota característica sua desvinculação a qualquer atividade estatal específica em benefício do contribuinte. Consectariamente. 237. p. A imunidade recíproca. DJ de 04/08/03.01.) “Ementa: . quer em função da autonomia municipal. .” (REO 96. alcança exclusivamente os impostos.. . 17.. DJ de 18/02/00.” (TRF-4ª Região... e não as taxas.. diversamente das taxas.) “Ementa: .. Decisão: 24/06/03.. estabelecida no art.” (STJ. Os impostos componentes do sistema tributário nacional são exclusivamente os que constam deste Título.007880-7/RS. quer em virtude da natureza desta espécie tributária. item VI. relativa ao contribuinte (art. Rel. com as competências e limitações nele previstas. “Ementa: . como contraprestação ao pagamento de impostos..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 33 TÍTULO III Impostos CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. constitucionalmente outorgada. Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica. pois o seu fato gerador é uma situação independente de qualquer atividade estatal específica. Os impostos. REsp 478958/ PR. II.. 18. p. 16 do CTN). relativa ao contribuinte. Compete: . 494.: Min. Luiz Fux. p. Rel. DJ de 11/04/01.34584-1/MG. o Estado não pode ser coagido à realização de serviços públicos..) Art.00. Rel.. 16.. I. 150. 1ª Turma.. que são tributos não vinculados à atividade estatal específica. . da Constituição da República. AMS 2000. I...: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado).: Des.. Art. A Taxa de Fiscalização Ambiental tem características de imposto. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar..71. 2ª Turma. Decisão: 08/02/01. 3ª Turma.

art. sob regime aduaneiro de draw back. O que a Constituição exige. de 18/11/66..34 Tribunal Regional Federal . No caso.. os impostos atribuídos aos Estados e aos Municípios.626. não exclui a mercadoria da alíquota minorada de 1% (um por cento). para a Taxa de Melhoramento dos Portos. III. de 1º de junho de 1978.” • Vide Súmula 4 do TFR: “É compatível com o art. 19 do CTN. CAPÍTULO II Impostos sobre o Comércio Exterior SEÇÃO I Imposto sobre a Importação Art. cumulativamente. realizada antes da vigência do Decreto-Lei 1.. ao Distrito Federal e aos Estados não divididos em Municípios instituir. a.” “Ementa: . • Vide Súmula 661 do STF: “Na entrada de mercadoria importada do exterior. de competência da União.. . é que a lei que institua ou que majore tributos seja anterior ao fato gerador. 23 do DL 37/66 com o art. cumulativamente. Compatibilidade do art. 19. à União instituir. 19 do Código Tributário Nacional a disposição do art. se aqueles não forem divididos em Municípios. Imposto de Importação: fato gerador. prevista na Lista Nacional Brasileira. . Fato gerador do Imposto de Importação: a entrada do produto estrangeiro no território nacional (CTN.. o decreto que alterou as alíquo- .” • Vide Súmula 165 do TFR: “A isenção do Imposto de Importação. os impostos atribuídos aos Estados e. III. nos Territórios Federais.1ª Região I.. 23 do Decreto-Lei 37. Súmula 4 do antigo TFR. sobre a Importação de produtos estrangeiros tem como fato gerador a entrada destes no território nacional. os atribuídos a estes. O Imposto. II. concedida por resolução do CPA. 150.. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. no art.. IV. 19).” • Vide Súmula 27 do TFR: “É legítima a exigência do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) em importação..

.. Isenção. Decisão: 02/03/00. ‘É irrelevante o fato de ter sido expedida a guia de importação antes da chegada da mercadoria em nosso território.. e 153.. CTN.... art. Alíquota aplicável. CF. .. Fato gerador.: Min.”(STJ.. 19 do CTN.: Min. arts. 19 do CTN. 19.. 150.: Min.. Se .. e o art. Quem promove a importação de mercadoria sem ter a guia de importação sujeitase ao regime legal vigente na data em que a obtém. Rel.. Imposto de Importação. representa a entrada no território nacional da mercadoria. O contribuinte não tem direito ao regime fiscal vigente na data da emissão da guia referenciada. Nancy Andrighi. Imposto de Importação. para efeitos fiscais. DJ de 11/06/99.... REsp 182673/AL. a.. ... 143. .. Rel.. Alíquota aplicável. Rel. DJ de 05/03/01..) “Ementa: . 1ª Turma. Moreira Alves.” . Desinfluente a data da expedição da guia de importação para concretização do fato gerador. . A alíquota do Imposto de Importação é a vigente no dia do registro alfandegário para o desembaraço e entrada da mercadoria no território nacional.. Ari Pargendler. Decisão: 03/05/01.: Min. 19 do Código Tributário Nacional. § 1º... REsp 174444/SP. art. CTN. . . Fato gerador.. Decisão: 08/09/98. Súmula 4 do Tribunal Federal de Recursos. p. 22.. p. 2ª Turma... . de 1966. I. art. Fato gerador.. O fato gerador do Imposto de Importação é a entrada da mercadoria em território nacional e não a data de aperfeiçoamento do contrato.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 35 tas é anterior ao fato gerador do Imposto de Importação. 136. Art.) “Ementa: .. 19 e DL 37/66. DJ de 13/08/01. 23 do DL 37/66.. p. DJ de 11/03/02. art. 19). p. 23. Não há qualquer incompatibilidade entre o art.” (STF. ... Milton Luiz Pereira. RE 222330/CE. conseqüentemente.. 87. Momento do fato gerador.) “Ementa: .. p.” (STJ.” (STJ. nos termos do art.. Compatibilidade entre o art. Franciulli Netto.”(STJ..: Min. porque o fato gerador do Imposto de Importação de produtos estrangeiros é a entrada destes no território nacional (CTN.. Imposto de Importação.. DJ de 03/04/00. nos termos do entendimento firmado pelo Pretório Excelso. I. Veículo. 23 do DL 37/66 e o art...) “Ementa: . Rel. 172.. 23 do Decreto-Lei 37. 2ª Turma. Decisão: 02/08/01. Guia para importação. Imposto de Importação. Rel.) “Ementa: . III. O desembaraço aduaneiro completa a importação e. 2ª Turma... REsp 78277/ MG. . 1ª Turma. REsp 159972/CE. Decisão: 20/04/99.

..” (TRF-1ª Região. Rel.019636-6/MG. REsp 249742/PE... o aumento atinge esta operação. cabe à lei a definição do momento de consumação do fato gerador dos tributos. na repartição aduaneira. II. da declaração a que se refere o art. 19 do CTN.. Rel. Na sistemática do CTN. 19 do CTN e os arts.. A alíquota do Imposto de Importação...1ª Região sobrevém aumento da alíquota da referida exação após a expedição da guia.: Des. De acordo com o art.00. IV. 19 do CTN. Federal Hilton Queiroz.” (STJ. Decisão: 19/08/99. p..040811-1/MG.01..00. de produtos estrangeiros. 48. 1ª Turma. DJ de 1º/08/00. Decisão: 10/06/03.) “Ementa: . o fato gerador do II é a entrada... tal consumação efetiva-se na data do registro. 44 do Decreto-Lei 37/66.) “Ementa: .00.. 4ª Turma. A lei de regência dos elementos estruturais do tributo é a que estiver em vigor na data da ocorrência do seu fato gerador.’ .38. Mostra-se ilegal a exigência da prova da data da licença de importação para que a parte faça jus à redução de alíquota reduzida do II quando. III. AC 2001.. 23 do Decreto-Lei 37/66.36 Tribunal Regional Federal .. AMS 2000. Federal Hilton Queiroz. Consoante entendimento do Supremo Tribunal Federal.. DJ de 27/09/99.: Min. Decisão: 25/09/01.” (TRF-1ª Região. p..) . 207. na repartição alfandegária. Decisão: 06/06/00. p.. p.: Min. Inexiste incompatibilidade entre o art. DJ de 1º/08/03...” (STJ. o fato gerador do imposto em questão é a entrada do produto no território nacional. em território nacional... neste caso. inexiste incompatibilidade do art. Rel. de regra.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).049700-6/BA. 50.01..) “Ementa: . Rel. mas antes da chegada da mercadoria no território nacional. Em se tratando do II. Imposto de Importação. 191. ... 2ª Turma Suplementar. Humberto Gomes de Barros.. p. DJ de 06/03/02. DJ de 1º/04/02.” (TRF-1ª Região. Decisão: 26/02/02. REsp 191426/CE. 23 do DL 37/66. . nos termos do art.) “Ementa: . 23 e 24 do Decreto-Lei 37/66. Rel. O Imposto de Importação é devido à base da alíquota vigente no momento do registro da declaração de importação.. Fato gerador. 79.. 19 do CTN com o art. . considera-se ocorrido o fato gerador na data do registro. 4ª Turma. 1ª Turma.: Des.. por força do que determina o art. é a prevista na legislação em vigor à época do desembaraço aduaneiro. Garcia Vieira. . I. AC 1997. Tratando-se de mercadoria despachada para consumo.. da declaração de importação de mercadoria despachada para consumo..

Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. II.. Sendo o fato gerador do Imposto de Importação a entrada da mercadoria no território nacional (art. Rel.: Des..) “Ementa: . 1ª Turma. sem que se possa alegar direito adquirido à alíquota anterior. Tratando-se de mercadoria despachada para consumo . apenas se opera com a entrada da mercadoria no território nacional (CTN.” (TRF-4ª Região. art..03... 23 do DL 37/66.027023-7/SP.) “Ementa: . o desembaraço aduaneiro deve ser praticado. I. 4ª Turma.) “Ementa: .” (TRF-3ª Região.. p. 2ª Turma.. à conta da assertiva de que já emitida a guia de importação. sendo certo que.28411-4/RJ. 526.. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. Rel. Federal Julieta Lídia Lunz..) “Ementa: .. p.02. DJ de 13/10/00..040032-0/MG... III. I.) “Ementa: . II. considera-se ocorrido o fato gerador do Imposto de Importação na data do registro.: Des. nasce com a ocorrência do fato gerador. em toda a sua dimensão. p.: Des.. 48/49. ..: Des. O fato gerador do Imposto de Importação ocorre por ocasião do registro da declaração de importação.. tratando- ..”(TRF-1ª Região. 19 .. Federal Mairan Maia.. da declaração feita para fins de desembaraço aduaneiro. AMS 96. O fato gerador do Imposto de Importação consiste na entrada do produto importado em território nacional. pelo câmbio vigente naquela data.38. DJ de 06/03/02.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 37 “Ementa: . DJ de 13/01/99. . O Imposto de Importação tem como fato gerador a entrada de produtos estrangeiros no território nacional (CTN. art.: Des. AC 97.” (TRF-2ª Região. 46.. 23). na repartição aduaneira. 23 do Decreto-Lei 37/66. DJ de 11/02/03. Decisão: 07/05/03. pp. 3ª Turma. Rel. Rel. Decisão: 04/12/01. que. AMS 98. 19 e DL 37/66. segundo a pacífica jurisprudência dos Tribunais Superiores. É que o tributo..” (TRF-1ª Região. Federal Olindo Menezes.04. AMS 1999.00.. em termos de cobrança do tributo. consoante o art. II. momento que se dá o desembaraço aduaneiro da mercadoria. 159. complementado pelo art. art. Rel...11789-2/SC. segundo o que dispõe o art.. ao fixar precisamente o momento da ocorrência como a data do registro da declaração de importação na repartição aduaneira. Decisão: 15/10/98... Ag 1999.070669-4/MG. 19 do CTN. .. Decisão: 20/06/00.00. na espécie. ....CTN). 19).01.. II. .. plenamente compatível com o art. O aumento da alíquota do Imposto de Importação aplica-se aos fatos geradores a partir daí ocorrentes.. 6ª Turma. Inexiste incompatibilidade entre o Decreto-Lei 37/66 e o Código Tributário Nacional. Decisão: 25/11/02. Súmula 4 do extinto Tribunal Federal de Recursos. p. DJ de 23/05/03.. 36.. 19 do CTN/66.

. REsp 82390/ES.. sendo irrelevante.. p. 1.38 Tribunal Regional Federal . Decisão: 04/03/96.” (STF.) . cuja cobrança é exigida pelo art. Decisão: 23/11/94. DJ de 10/02/95. .. quando se trate de produto apreendido ou abandonado.888.04. Rel. Rel..) “Ementa: .690/89. “Ementa: . o valor do produto ou mercadoria importada. Taxa de licenciamento de importação. não há falar em efeito confiscatório quando o aumento da alíquota do Imposto de Importação obedeceu os parâmetros legais.. ou seja. 20. o instante em que embarcadas as mercadorias adquiridas no estrangeiro. A base de cálculo do imposto é: I.. ao tempo da importação.. considera-se ocorrido o fato gerador na data do registro. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt. 9. quando a alíquota seja ad valorem. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País.. para efeito de processamento do despacho aduaneiro da mercadoria importada. o valor da mercadoria importada. p.1ª Região se de mercadoria despachada para consumo.. isto é. da declaração apresentada.” (TRF-4ª Região. ainda. levado a leilão. para esse específico efeito. 208..” (STJ. na repartição aduaneira competente.) Art.. .. assim. I.” III. devem conter motivação expressa. Decisão: 20/05/99.. 1º da Lei 7. . ou seu similar. a data da celebração. A taxa de emissão de guia de importação. pelo importador. quando a alíquota seja específica.: Min. o preço normal que o produto. Rel.. em uma venda em condições de livre concorrência.. José Delgado.. ou.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. p/ acórdão: Des. destinadas à fixação de pauta de valor mínimo. DJ de 28/07/99. . Tributo cuja base de cálculo coincide com a que corresponde ao Imposto de Importação.. Ilmar Galvão.890.. do contrato de compra e venda relativo ao produto importado. o preço da arrematação. AMS 96. RE 167992/PR. no Brasil ou no exterior. então. tem a mesma base de cálculo de Imposto de Importação. alcançaria.05511-9/PR. p. DJ de 1º/04/96.. da Alal ou Aladi. Tribunal Pleno. o momento do ingresso físico desses bens em território nacional.: Min. a unidade de medida adotada pela lei tributária. 1ª Turma. ou. • Vide Súmula 97 do TFR: “As resoluções do Conselho de Política Aduaneira. 2ª Turma. . II. Federal Vilson Darós..

. p. não viola aquela regra. Para este.01. quando a alíquota seja ad valorem. ao tempo da importação.46414-2/PR. ..690... 4ª Turma. 40. A base de cálculo dessa exação não coincide com a do Imposto de Importação. nem conflita com as disposições do Gatt. compreendendo na determinação do valor os valores FOB mais CIF... 185...02941-3/MG. p. Decisão: 24/06/03. Decisão: 20/06/01. Federal Olindo Menezes.. pois tendo a mesma base de cálculo do Imposto de Importação – o valor normal da mercadoria importada – contraria o Código Tributário Nacional (art. Rel.. ou lugar de entrada do produto no País (CTN. . a base é sempre o valor constante dos documentos de importação. Base de cálculo... É ilegítima a taxa de expediente prevista no art.. Base de cálculo.. 20. do CTN estabelece como base de cálculo o preço normal do produto. . a base de cálculo é variável de acordo com as alíquotas de cada mercadoria. A base de cálculo do Imposto de Importação.” (TRF-4ª Região. inciso II.) “Ementa: .328. em uma venda em condições de livre concorrência para entrega no porto. Natureza jurídica.. 10 da Lei 2... Federal Sérgio Renato Tejada Garcia.) “Ementa: .. AMS 93. Rel.” (TRF-1ª Região. dos valores constantes em publicações especializadas. alcançaria. a base de cálculo do Imposto de Importação será o preço normal que o produto ou seu similar alcançaria ao tempo da importação.. 6ª Turma. II).. de 29/12/53.19195-8/AM. DJ de 30/09/96. No caso de importação de produto com desconto concedido ao importador pelo exportador.) “Ementa: . . O art. DJ de 1º/08/94. Federal Nelson Gomes da Silva. não prevalecendo. art. AMS 89. Federal Wilson Zauhy. 261.. I. praticado no comércio em condições de livre concorrência. de 15/12/88. necessariamente. 73..II. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País. para entrega no porto ou em lugar de entrada do produto no País. AC 97.145. . 3ª Turma. Rel. 77). p.... Taxa de expediente.. 1º da Lei 7. .” (TRF-1ª Região.: Des. Imposto de Importação. II. 2ª Turma. Decisão: 18/04/94. o valor constante da fatura não se identifica com a base de cálculo do Imposto de Importação. I. ou seu similar. 20.. A adoção como parâmetro. na importação de veículos... é o preço normal que o produto.04. DJ de 19/07/01... em seu art. p.: Des.. .) “Ementa: .. II. .: Des. Decisão: 06/05/96..002915-1/SP.....03.. prevê que. o valor da compra e venda... para aquela. Imposto de Importação..: Des. em uma venda sob condições de livre concorrência.01.. que tem o nível de lei complementar. AC 95.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 39 “Ementa: . O CTN. 20.537. quando a alíquota for ad valorem. Alíquota ad valorem.” (TRF-3ª Região. . Rel. que deu nova redação ao art. DJ de 09/07/03. Base de cálculo. inciso II.

20 do CTN. Faculdade do art.) “Ementa: .) .01. . nos limites consignados na legislação pertinente. nas condições e nos limites estabelecidos em lei.. ..30250-9/PR. p.) “Ementa: . 6. 1ª Seção.. 1ª Turma. alterar alíquotas referentes ao Imposto de Importação de produtos estrangeiros.. 1ª Turma.. Imposto de Importação. o valor da mercadoria importada com o desconto não corresponde ao preço normal que o produto alcançaria nos termos do disposto no art.554. como exigido pelo referido dispositivo constitucional. pelo art. Motivos econômicos de ordem global presos às relações do mercado internacional reclamam do Estado. Rel.244/57.: Min. Inteiro descabimento da exigência de motivação do ato pelo qual o Poder Executivo exerce a faculdade em apreço. Ilmar Galvão.) Art. que estabeleça ser a faculdade do dispositivo constitucional sob enfoque de exercício privativo do presidente da República.. da Constituição Federal. É lícito. .. DJ de 06/04/98. Decisão: 21/03/00.” (STJ. Segue-se que a alteração de alíquota estabelecida por motivação econômica de ordem global.. MS 4126/DF. 167.. 3º da Lei 3. 153.: Des. DJ de 28/04/00.. 229. § 1º.. p. Demócrito Reinaldo.. DJ de 30/05/01..” (TRF-1ª Região. DJ de 11/03/96. O Poder Executivo pode. como agente normativo. ao Executivo. Federal Márcio Antônio Rocha. REsp 278501/PR.. “Ementa: . p. 21. Rel.. 96.” (TRF-4ª Região.. I.. Rel. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política cambial e do comércio exterior. por óbvio o objetivo de ajustar as alíquotas do imposto aos objetivos da política cambial e do comércio exterior (art. Limites e condições da alteração das alíquotas do Imposto de Importação estabelecidas por meio de lei ordinária. diretrizes e bases da política de importação e exportação. Alíquotas majoradas pela Portaria Ministerial 201/95. Decisão: 03/02/98. por si. Rel.) “Ementa: . p.” (STF. ou legal. 4ª Turma.” (STJ. p... Decisão: 06/08/02. RE 225655/PB. Rel.: Des.. Inexistência de norma constitucional. O Poder Executivo pode alterar as alíquotas referentes ao Imposto de Importação nas condições previstas em lei. 262.17884-2/BA. AMS 97. no caso. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto.04. 21 do CTN).. Decisão: 30/11/00. Milton Luiz Pereira. Inexistência. Decisão: 05/12/95.: Min.: Min.40 Tribunal Regional Federal .1ª Região ou seja. Federal Eustáquio Silveira... de direito líquido e certo.. 2ª Turma. II. AMS 93. DJ de 30/09/02. in casu. independe de prévia audiência dos interessados.

no § 1º do art. A faculdade de alteração das alíquotas do Imposto de Importação foi concedida ao Poder Executivo e não apenas ao presidente da República.” (TRF-3ª Região. art. tendo excepcionado a Lei Maior. Federal Mairan Maia. p. . Decisão: 29/05/02.027621-9/SP. alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I. porque a esta não tem direito o importador enquanto não concretizado o fato gerador. permitindo-se ao Poder Executivo alterar a alíquota do imposto para ajustá-la aos objetivos da política cambial e do comércio exterior.) “Ementa: . .044870-2/SP..) “Ementa: . a chegada da mercadoria ao País e o momento de seu desembaraço aduaneiro. Federal Andrade Martins. sendo válida. 4) “Ementa: . Rel. Federal Salette Nascimento. e não apenas ao presidente da República. 153. Se a política de comércio exterior impõe que se aumente ou reduza o valor da alíquota entre a importação.” (TRF-3ª Região. § 1º). O produto importado estará sujeito ao pagamento do imposto respectivo pela alíquota vigente no momento da ocorrência do fato gerador.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 41 “Ementa: .. são importantes instrumentos de política extrafiscal do governo. 525.. os quais são excepcionados da regra da anterioridade (CF. 591.. DJ de 24/07/02. Rel.. II. CF/ 88. 4ª Turma. alterar as alíquotas desses impostos. Decisão: 19/06/01. tanto que a Constituição Federal.... atendendo aos requisitos legais e independentemente da observância do magno princípio da anterioridade. DJ de 22/01/02. p/ acórdão: Des.. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei. § 1º. p.. c/c o art. 153. parágrafo único..03. Da leitura do art. 6ª Turma. AMS 96.” (TRF-3ª Região.) “Ementa: . I. Os impostos sobre o comércio exterior... p. Decisão: 06/08/01. AMS 95.: Des. DJ de 23/10/01..03.01. no caso.03. 153. III.” (TRF-1ª Região. facultando ao Poder Executivo. depreende-se ter o Imposto de Importação cunho extrafiscal. faculta ao Poder Executivo.: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado). 6ª Turma. AMS 95.: Des. Não se deve estender a exigência de lei complementar a hipóteses não previstas na Constituição. II.. .... p. Rel. a portaria ministerial correspondente (art....092134-1/SP. não se pode invocar o princípio da segurança jurídica como respaldo a invocado direito ao pagamento de alíquota menor.01456-8/BA. 150. 497. portanto. . 2ª Turma Suplementar..).. da Constituição Federal.. DJ de 16/08/02. Rel. IV e V. . AMS 96. III. 21 do CTN.. É inquestionável o caráter nitidamente extrafiscal do Imposto de Importação.. II.. A faculdade de alteração das alíquotas do Imposto de Importação constitui exceção ao princípio da legalidade e foi conferida ao Poder Executivo. de importação. Decisão: 12/12/01.

p. DJ de 25/04/97. AC 96.05.01. DJ de 05/02/03.. Rel. Rel. INAMS 93. Rel. Decisão: 18/12/96.: Des.” (TRF-3ª Região. O agente marítimo não é considerado contribuinte do Imposto de Importação devido ao se verificar a falta de mercadorias importadas.085. ainda quando apurada a falta ou a diminuição do peso da mercadoria.” II. de 23/10/90. . o importador ou quem a lei a ele equiparar. sobre a Exportação. p.019853-2/ES.1ª Região Além do respaldo da Lei 8.03.40979-2/CE.738.. a portaria também se fundamenta na Lei 8.) Art. “Ementa: . exerce este as suas funções próprias.. . Decisão: 15/08/01. Federal Baptista Pereira. • Vide Súmula 660 do STF: “Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto.174.: Des. 2ª Turma.008408-5/SP. Decisão: 17/04/02. DJ de 10/10/01. Federal Guilherme Couto. 27. 3ª Turma. . nos termos do inciso II do art. para o estrangeiro. Federal Castro Meira..) SEÇÃO II Imposto sobre a Exportação Art. Contribuinte do imposto é: I..42 Tribunal Regional Federal .. O Imposto.. quando. 693.” (TRF-5ª Região... que definiu princípios de política agrícola e considerou ‘concorrência desleal ou predatória’ a outorga de subsídios diretos ou indiretos no país de origem. Fazenda e Planejamento para poder alterar as alíquotas do tributo em questão. 23. na conferência aduaneira. na importação de mercadoria. pois considerado ocorrente o fato gerador. p.. 22..” (TRF-2ª Região.: Des. de produtos nacionais ou nacionalizados tem como fato gerador a saída destes do território nacional. em função da qual se procedeu a outorga de competência ao então Ministro da Economia. o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados. de 30/01/91. . Mas não se pode atribuir a responsabilidade pelo pagamento ao agente marítimo. 32 do Decreto-Lei 37..02.. de competência da União.. AC 2001. O Imposto de Importação é devido pelo seu total.) “Ementa: . 84.. I. a não ser quando caracterizada a sua qualificação de depositário.

.: Des.: Min.. p. Rel. AMS 97..03....05. DJ de 25/03/02.. .... Federal Manuel Maia. 1ª Turma...04. Nos termos do art. DJ de 14/12/01. ocorreu o fato gerador do Imposto de Exportação. Uma vez obtido.” (STF.. Ocorrência do fato gerador.. I. 939. destinados à exportação.. o legislador considera ocorrido o fato gerador do Imposto de Exportação no momento da expedição da guia de exportação ou do documento equivalente. AMS 99. p... 85.. p..” (TRF-4ª Região. DJ de 25/11/97.: Des. REsp 384401/SC.725. RE 223796/PE.. pelo exportador. Ocorrido o fato gerador. I.. Rel. em geral.) . o registro de vendas junto ao Siscomex.72432-2/RS. Decisão: 18/04/02. Rel.. que estabeleceu a alíquota de 40% do tributo. DJ de 15/05/02. 210.42147-5/PE. p. consoante o § 1º do art....” (TRF-5ª Região.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 43 • Vide Súmula 536 do STF: “São objetivamente imunes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias os ‘produtos industrializados’.) “Ementa: .. AMS 96. Garcia Vieira.” “Ementa: .. Decisão: 26/02/02. Rel. 6º do Decreto 660/92. Imposto de Exportação. . Ellen Gracie. 101... Decisão: 08/10/97. 1ª Turma. . cuja isenção a lei determinar. com a mesma destinação. O fato gerador do Imposto de Exportação é o registro informatizado das operações de exportação no Siscomex.163/95.. Por ficção. p. Fato gerador: registro no Sistema Integrado de Comércio Exterior – Siscomex.... .... 567.) “Ementa: . 1ª Turma.: Des.. não importando que o embarque se dê somente após a alteração da alíquota. 4ª Turma. Decisão 16/10/01. em data anterior à publicação da Resolução Bacen 2. surge para o exportador o direito de ver seu produto tributado nas bases da legislação então vigente. 23 do CTN-66. Rel. Decisão: 09/02/99. qualquer produto nacional ou nacionalizado está sujeito ao Imposto de Exportação. Ocorrido o fato gerador do Imposto de Exportação com o registro de vendas no Siscomex. Federal Fernando Quadros da Silva. . . . Federal Newton de Lucca. porquanto tal registro equivale à guia de exportação. 3ª Turma. salvo isenção legalmente prevista. . além de outros. não é cabível a aplicação de tal percentual no caso e consoante o disposto na legislação de regência.. II. o que não ocorre no caso do polietileno.) “Ementa: .” (TRF-3ª Região.....091157-7/SP..” (STJ.. Imposto de Exportação..: Min.) “Ementa: . DJ de 24/03/99.

Rel. Para os efeitos do inciso II. Federal Castro Meira. “Ementa: . 1ª Seção. Por ficção jurídica.” (TRF-5ª Região. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto. A lei pode adotar como base de cálculo a parcela do valor ou do preço..1ª Região “Ementa: . DJ de 27/03/03.: Des. ao tempo da exportação.: Des. 24. A Constituição Federal remete ao Poder Executivo.: Min.00.003628-8/PE. II. Rel. sendo o Bacen mero executor. Art.) “Ementa: .. considera-se a entrega como efetuada no porto ou lugar da saída do produto.0051717/PE. 25.. o preço normal que o produto. DJ de 06/04/98. O Poder Executivo pode. Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto na data do registro de exportação junto ao Siscomex. Decisão: 12/11/97. a fim de ajustá-los aos objetivos da política cambial e do comércio exterior. de alterar a alíquota do Imposto de Exportação.) Art. o custo do financiamento. MS 4772/DF. por motivos conjunturais. II. reduzir ou aumentar a alíquota... nas vendas efetuadas a prazo superior aos correntes no mercado internacional. excedente de valor básico.. passou a lei a admitir como sendo esse momento o da expedição da guia de exportação ou documento equivalente. que age por meio do CMN. . nas condições e nos limites estabelecidos em lei.. II. Adhemar Maciel. 1ª Turma...” (STJ. fixado de acordo com os critérios e dentro dos limites por ela estabelecidos.. Decisão: 29/03/01. .. p.. deduzidos os tributos diretamente incidentes sobre a operação de exportação e. Federal Nereu Santos. ou seu similar. Não se nega ao Executivo o direito. quando a alíquota seja ad valorem.44 Tribunal Regional Federal . AMS 2002.. em uma venda em condições de livre concorrência. a unidade de medida adotada pela lei tributária. p. quando a alíquota seja específica. A base de cálculo do imposto é: I.. 4... p... Art. II. alcançaria.05. 447.. O fato gerador do Imposto de Exportação é a saída dos produtos nacionais ou nacionalizados do território nacional para o exterior.) “Ementa: . referidos no artigo anterior. DJ de 1º/06/01.” (TRF-5ª Região. Decisão: 12/11/02. 311. REO 2000. 26..05. Rel.00.. Parágrafo único. e até o dever.

Possibilidade de o Poder Executivo. Rel. IV. com reserva das condições e limites estabelecidos pela lei para a realização de tais alterações. disciplinado pelo Decreto-Lei 1. AMS 96. as alíquotas tanto do Imposto de Importação quanto do Imposto de Exportação. DJ de 09/12/98... Federal Luiz Carlos de Castro Lugon.. p..” (TRF-3ª Região. 153. 416.027017-2/SP. DJ de 08/11/95. Decisão: 19/01/99.: Des. 3ª Turma.) “Ementa: . A alteração de alíquotas do Imposto de Exportação por ato do Poder Executivo constitui faculdade outorgada pela própria Constituição Federal (art.) Art.000017-0/PR. Federal Vilson Darós. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei. AMS 95.) “Ementa: . É o caso do Imposto de Exportação.” (TRF-4ª Região. 388. 2ª Turma.. . p. 76. Decisão: 22/09/95. DJ de 11/06/03. Federal Baptista Pereira. 25 do ADCT. 2ª Turma. Rel. 121.: Des. .. Rel.) “Ementa: .04.” (TRF-4ª Região.: Des. AMS 2001..04.: Des. 153. p. I a VII..43082-1/SC. Rel.04. 153 da CF).Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 45 III. 153. Decisão: 18/06/03.: Des. sendo inaplicável o art.720.. p.... § 1º) e não se trata de delegação ao Congresso Nacional. § 1º). 150. AMS 95.32679-0/RS..” (TRF-4ª Região. Rel. AGMS 95. Federal Vânia Hack de Almeida. A Constituição Federal atribuiu ao Poder Executivo competência para alterar a alíquota do Imposto de Exportação (art.” (TRF-4ª Região. DJ de 17/02/99. 5ª Turma. em seu art. . DJ de 06/08/03.. alterar as alíquotas do Imposto de Exportação (§ 1º do art. 1ª Turma. Decisão: 10/12/98.. Rel... p. .08.. para efeito de sua imediata exigibilidade. Em tema de impostos sobre comércio exterior.) “Ementa: . é facultado ao Poder Executivo. restringindo à modificação da alíquota – e não mais da base de cálculo – a atuação do Poder Executivo... 160..42114-8/RS.04. 27.) “Ementa: ..” (TRF-4ª Região..578/77. previstos no art.14714-5/RS..03. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei – e independentemente de observância do postulado constitucional da anterioridade – alterar. Decisão: 17/11/98. AMS 96. DJ de 03/03/99. Decisão: 14/11/01. 669. Federal Maria Lúcia Luz Leiria.70.: Des. 1ª Turma. . A Constituição Federal. Contribuinte do imposto é o exportador ou quem a lei a ele equiparar.... § 1º atribui ao Poder Executivo a alteração das alíquotas de determinados impostos. A CF/88 não recepcionou toda a legislação anterior sobre Imposto de Exportação. . III. Federal Fábio Rosa. p....

) “Ementa: . ..” (TRF-1ª Região. 29).847. não é.37936-9/ RJ. 17... 29..” (TRF-2ª Região. I.: Des. o titular do domínio útil ou o possuidor a qualquer título. de desistência da posse. Rel. A simples declaração de bens.” (TRF-1ª Região..487. “Ementa: .. Decisão: 29/06/ 92. 28. sendo seu contribuinte o proprietário do imóvel. o domínio útil ou a posse de imóvel rural. como definido na lei civil. Rel. O fato gerador do ITR é a propriedade.1ª Região Art.03574-4/RO. Decisão: 14/04/93. II.. isoladamente. Federal Poul Erik Dyrlund.: Des..46 Tribunal Regional Federal ..01. Rel. Rel. de competência da União. o domínio útil ou a posse de bem localizado fora da zona urbana do Município (art.. Federal Adhemar Maciel. 29 e 31 do CTN... o domínio útil ou a posse de imóvel por natureza. Decisão: 13/11/02.) “Ementa: . Em ordem de preferência. p. 29). p.12437-6/GO.02. p. Decisão: 17/12/02. 152. CAPÍTULO III Impostos sobre o Patrimônio e a Renda SEÇÃO I Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural Art. DJ de 10/03/03..: Des.) “Ementa: . DJ de 03/12/02.. 6ª Turma. . DJ de 13/05/93. REO 97. .. na forma da lei. 3ª Turma. 3ª Turma.. p..” (STJ. desnecessário o registro da escritura comprovando a alienação do imóvel como condição para executar-se o novo proprietário. O Imposto Territorial Rural tem como fato gerador: a propriedade. DJ de 13/08/92.. suficiente para ilidir o pagamento do Imposto Territorial Rural (CTN.) . a incidência do ITR recai primeiro sobre a propriedade rural. 23. AC 92. em Imposto de Renda. O imposto... II. .. Federal Vicente Leal. REsp 354176/SP..: Min. sobre a propriedade territorial rural tem como fato gerador a propriedade. localizado fora da zona urbana do Município. AC 90.01.. 469. art. Se o contribuinte é o proprietário. A receita líquida do imposto destina-se à formação de reservas monetárias. 2ª Turma. Exegese dos arts. A posse é um dos fatos geradores do ITR.. Eliana Calmon.

30)...” (STJ.. Rel.002761-4/MG. II. Se o contribuinte é o proprietário. Taxa de conservação de estradas. Ilmar Galvão. 3.. 30. p. Contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel. 31 do CTN).38. I..) “Ementa: . Rel.. . Rel. o titular de seu domínio útil. O ITR tem como sujeito passivo o proprietário..074308-9/MG. I. p. 4ª Turma.01... o responsável pelo tributo é o novo proprietário (art. I. a norma que estabelece a base de cálculo do ITR (CTN. 96 e 100. I).. não há possibilidade de coincidência com a base de cálculo do ITR. 103..217.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). ..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 47 Art. Decisão: 17/12/02. 2ª Turma Suplementar. REsp 7421/SP..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). DJ de 25/03/91.. p.) “Ementa: . . resultante da divisão do custo total pelo número de propriedades rurais beneficiadas. . “Ementa: . p. I. Incoincidência de sua base de cálculo com a base de cálculo do ITR... que é o valor fundiário do referido bem. p. no exercício anterior... com expressa autorização legal (Lei 8.. . o titular do domínio útil ou o possuidor a qualquer título. ITR.. o possuidor ou titular do domínio útil (art. “Ementa: . Rel.. A base de cálculo do ITR é o valor fundiário do imóvel. se o imóvel é alienado. do CTN). Decisão: 18/06/02. 2ª Turma. Decisão: 16/10/98. AC 1999. AMS 1998..” (STJ.: Min. uma vez que apenas complementa (CTN.. A base do cálculo do imposto é o valor fundiário.. 2ª Turma.. DJ de 12/02/99..379475/MG. . 152.. .” (TRF-1ª Região. .” (TRF . desnecessário o registro da escritura comprovando a alienação do imóvel como condição para executar-se o novo proprietário.847/94).1ª Região. 74..” (TRF-1ª Região.. Tendo o tributo em questão por base de cálculo parcela de custo do referido serviço.) Art. arts..01..) .. Não é ilegal a Instrução Normativa 42/96 da Secretaria da Receita Federal (SRF)..: Min. .. Base de cálculo (CTN.... 131.) “Ementa: Imposto Territorial Rural (ITR). REsp 354176/SP. art. Rel. DJ de 08/08/02.00..03. Decisão: 29/10/02. Decisão: 06/03/91. 183. 30). Eliana Calmon. 31. . 3ª Turma. ou o seu possuidor a qualquer título..: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado)... DJ de 17/12/02. DJ de 10/03/03. REO 94.. art.

37. salvo se destinada a assegurar o cumprimento da função social da propriedade urbana. Decisão: 12/06/02.. Contribuinte do Imposto Territorial Rural é o proprietário do imóvel.) “Ementa: . AC 97..” • Vide Súmula 668 do STF: “É inconstitucional a lei municipal que tenha estabelecido.. p. .04.) SEÇÃO II Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana Art. Rel.. 31 do CTN estabelece a incidência do ITR inclusive tendo por sujeito passivo o ‘possuidor a qualquer título’. de competência dos Municípios.. entende-se como zona urbana a definida em lei municipal. 31 do CTN-66.. Art. 486. Rel.) “Ementa: .. 39. 31 do CTN). como definido na lei civil.) “Ementa: .05. Decisão: 26/01/99. O alienante não é responsável pelos fatos geradores ocorridos após a alienação.” (TRF-4ª Região.: Des.04. REO 96. 1ª Turma. Rel.48 Tribunal Regional Federal .: Des. .” § 1º Para os efeitos deste imposto... Federal Fábio Rosa. DJ de 13/07/94.. Federal Fábio Rosa.. 31. AC 93.. localizado na zona urbana do Município.: Des. II.163749/RS. art.” (TRF-1ª Região.. • Vide Súmulas 583 do STF: “Promitente comprador de imóvel residencial transcrito em nome de autarquia é contribuinte do Imposto Predial Territorial Urbano..17892-9/MG. I. Decisão: 17/05/94.. Federal Ridalvo Costa. DJ de 18/03/94.716. o titular de seu domíno útil. DJ de 17/03/99. . Rel. Federal Carlos Olavo. O art. ou o seu possuidor a qualquer título – CTN. observado o requisito mínimo da exis- . O Imposto... (Art. O contribuinte do ITR é o proprietário.” (TRF-4ª Região. 4ª Turma.1ª Região “Ementa: . p..: Des.. 32.04573-5/PR. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por acessão física. p. antes da Emenda Constitucional 29/2000. 3ª Turma. titular do domínio útil ou possuidor de imóvel territorial rural.. II.01.. AC 93. .. Decisão: 04/11/93. DJ de 07/08/02... alíquotas progressivas para o IPTU. sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana tem como fato gerador a propriedade.26610-0/PE.” (TRF-5ª Região. 1ª Turma.

incumbe ao exeqüente..: Des. abastecimento de água.. Decisão: 19/02/03. .03. do CTN).” (TRF-4ª Região.: Des. Federal Wellington M.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 49 tência de melhoramentos indicados em pelo menos dois dos incisos seguintes. 3ª Turma. .) “Ementa: . Rel. p.. de Almeida. como definido na lei civil..01. § 2º A lei municipal pode considerar urbanas as áreas urbanizáveis. localizado na zona urbana do Município (art. I.037.. mesmo que localizados fora das zonas definidas nos termos do parágrafo anterior.04. . Rel. DJ de 15/01/97. O IPTU tem como fato gerador a propriedade..083550-3/SP.. Tendo o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) por fato gerador a propriedade de bem imóvel (CTN. O IPTU é devido em razão de posse.” (TRF-3ª Região.. Federal Nery Junior. art. 1. domínio útil ou propriedade do imóvel urbano. sistema de esgotos sanitários. ou de expansão urbana. 114.13616-6/RS. 2ª Turma.) . 32 do CTN-66.. arts.” (TRF -1ª Região.. conforme inteligência do art. meio-fio ou calçamento. DJ de 13/03/03. construídos ou mantidos pelo Poder Público: I. Decisão: 21/11/96. constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes. III.) “Ementa: . o ônus quanto à prova dela (CPC.: Des.005489-3/MG. I.. V.71. 333. 215.... 32. O fato gerador da obrigação tributária é a propriedade. o domínio útil ou a posse de bem imóvel.005376-1/RS. 32 e 34).) “Ementa: . I. 655. 2ª Turma. Rel. p.. I). escola primária ou posto de saúde a uma distância máxima de 3 (três) quilômetros do imóvel considerado. e não ao executado.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado)... II. AC 2001. AC 1998... rede de iluminação pública.. 2ª Turma Suplementar. p.. com ou sem posteamento para distribuição domiciliar.00. DJ de 28/08/02. à indústria ou ao comércio. “Ementa: . destinados à habitação. Federal Vilson Darós. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou acessão física. Rel.. AC 94. Decisão: 18/02/03. p. caput. Decisão: 06/08/02. IV. .. com canalização de águas pluviais. DJ de 23/04/03. AC 97.00.” (TRF -4ª Região..

II. Milton Luiz Pereira. Carlos Velloso.. ao Município. § 2º. da Constituição da República. III. RE 232393/SP. Base de cálculo. aformoseamento ou comodidade. Rel. 36. p. CTN.” (TRF-1ª Região. art. Decisão: 26/06/01.. Somente a lei pode determinar se pode modificar a base de cálculo. cf. AC 96.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado).” • Vide Súmula 160 do STJ: “É defeso. Valor Venal.. art. 33). incidindo sobre a área do imóvel. pois.011262-4/MG. exploração. Decisão: 04/12/98. .. 33... Na determinação da base de cálculo. AC 1998.: Min. 227. .) “Ementa: . DJ de 1º/07/02. que incide sobre o valor venal do bem.” (STF.. I.01. p. não sendo. § 2º.. CTN). A base de cálculo da TFLF é a área do imóvel. DJ de 05/04/02. 33.: Min.01. em percentual superior ao índice oficial de correção monetária. p..... Decisão: 12/08/99. REsp 324723/SP.00. alterando a base de cálculo. do Código Tributário Nacional.1ª Região Art. inconstitucional.. “Ementa: .. . DJ de 06/08/99. a mesma base de cálculo do IPTU. • Vide Súmula 589 do STF: É inconstitucional a fixação de adicional progressivo do Imposto Predial e Territorial Urbano em função do número de imóveis do contribuinte.. Decisão: 26/08/99. daí não violar o disposto no art.. . A Taxa Sanitária criada pelo Município de Belo Horizonte.. 145. DJ de 05/11/99.. Rel. em caráter permanente ou temporário.50 Tribunal Regional Federal ..) . 55. . 33. Tribunal Pleno. I. atualizar o IPTU...” (STJ. 33 e 97. Rel. caput.: Juiz Antônio Ezequiel da Silva (convocado). não quer dizer que teria essa taxa base de cálculo igual à do IPTU: o custo do serviço constitui a base imponível da taxa.38613-0/MG. IPTU. a esse fundamento..) “Ementa: . para efeito de sua utilização. Art.” (TRF-1ª Região.. não se considera o valor dos bens móveis mantidos. ser tomado em linha de conta na determinação da alíquota da taxa de coleta de lixo. 1ª Turma.. a reavaliação por genérico decreto executivo... que é calculado sobre o valor venal do imóvel. não tem a mesma base de cálculo do IPTU. no imóvel.) “Ementa: . 3ª Turma. p. mediante decreto. O fato de um dos elementos utilizados na fixação da base de cálculo do IPTU – a metragem da área construída do imóvel – que é o valor do imóvel (CTN. 369.” Parágrafo único. Não é possível. pois. não tendo.. que apenas pode fixar critérios de atualização monetária do valor venal concreto do exercício fiscal anterior (arts. 3ª Turma. A base do cálculo do imposto é o valor venal do imóvel. Rel.

I. p. 4ª Turma..” • Vide Súmula 583 do STF: “Promitente-comprador de imóvel residencial transcrito em nome de autarquia é contribuinte do Imposto Predial Territorial Urbano.. Rel. DJ de 13/06/03...) Art. Taxa Municipal de Serviços Públicos.) “Ementa: . ou o seu possuidor a qualquer título. O contribuinte do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana é o proprietário do imóvel. . O IPTU é imposto que tem como contribuinte o proprietário ou o possuidor por direito real que exerce a posse com animus definitivo – art. p. Decisão: 08/10/99.” (STJ.: Des. Decisão: 19/11/02.. Federal Hilton Queiroz.. IPTU.008230-0/BA. REsp 325489/SP. Rel.) “Ementa: . Possuidor. Rel. O contribuinte do IPTU é o proprietário do imóvel tributado e não quem o alienou.. Eliana Calmon. I. 2ª Turma..” (STJ... AC 95. AC 2000.. Decisão: 02/10/01. 34 do CTN. o titular do seu domínio útil. Não sendo contribuinte o possuidor e confundindo-se. Contribuinte do IPTU é o proprietário do imóvel urbano..” (TRF-1ª Região. DJ de 17/03/00. não é contribuinte do IPTU do imóvel que ocupa. Contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel. as posições de proprietário do imóvel e de sujeito ativo para a cobrança do IPTU.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 51 “Ementa: . ressai induvidosa a insubsistência do título executivo. Decisão: 27/05/03.. II. 217. 2ª Turma.... 4ª Turma.33. Art.. III. 297.00. .. resulta indevido o tributo. qual seja.. I.: Min. 81..36005-9/BA.) “Ementa: .. o valor venal do imóvel. DJ de 18/02/02. . p.. 34 do CTN. p. REsp 247164/SP... Contribuinte. no Município. I. como tal.. . .. o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor . Idêntica a base de cálculo da taxa municipal em comento àquela do IPTU.: Min. 174. DJ de 24/02/03.. Base de cálculo idêntica à do IPTU.01.” “Ementa: .: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)..” (TRF-1ª Região. • Vide Súmula 539 do STF: “É constitucional a lei de município que reduz o Imposto Predial Urbano sobre imóvel ocupado pela residência do proprietário que não possua outro. Rel.. 34. O comodatário é possuidor por relação de direito pessoal e. Francisco Peçanha Martins..

Rel. .” (TRF-5ª Região. 35. de competência dos Estados. sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos tem como fato gerador: I. a transmissão.” • Vide Súmula 329 do STF: “O Imposto de Transmissão Inter Vivos não incide sobre a transferência de ações de sociedade imobiliária.52 Tribunal Regional Federal . O Imposto. Parágrafo único. • Vide Súmula 112 do STF: “O Imposto de Transmissão Causa Mortis é devido pela alíquota vigente do tempo da abertura da sucessão. de direitos reais sobre imóveis.. p. REO 96. Nas transmissões causa mortis. por natureza ou por acessão física. da propriedade ou do domínio útil de bens imóveis. a transmissão.” • Vide Súmula 115 do STF: “Sobre os honorários do advogado contratado pelo inventariante. a cessão de direitos relativos às transmissões referidas nos incisos I e II.” • Vide Súmula 114 do STF: “O Imposto de Transmissão Causa Mortis não é exigível antes da homologação do cálculo.1ª Região a qualquer título.” . ocorrem tantos fatos geradores distintos quantos sejam os herdeiros ou legatários. com a homologação do juiz. Federal Araken Mariz. 20. III.05. exceto os direitos reais de garantia. como definidos na lei civil.) SEÇÃO III Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos Art. DJ de 04/04/97.. 2ª Turma.: Des. • Vide Súmula 326 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre a transferência do domínio útil. não incide o Imposto de Transmissão Causa Mortis.” • Vide Súmula 328 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre a doação de imóvel.515. a qualquer título.. a qualquer título.” II. Decisão: 04/03/97.12521-8/PB.

.. inconstitucional a norma que os erige em fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos. Garcia Vieira. REsp 5118/MG. 11. do CTN e art. Rel. DJ de 20/02/95.” (STF. O fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – ITBI é a transmissão do domínio do bem imóvel. Rel... ainda que irretratável ou irrevogável. Rel. Somente após o registro. REsp 57641/PE. 309. não constituem meios idôneos à transmissão. Decisão: 21/11/02..291. DJ de 22/05/00. DJ de 28/03/94. I. Decisão: 04/04/00.. Decisão: 14/12/94. Otávio Gallotti... . REsp 1066/RJ. AGA 448245/DF. da CF/88..” “Ementa: . Milton Luiz Pereira. p..112. 35..” (STJ. Luiz Fux. desde logo. 91. 3. no momento da abertura da sucessão do promitente vendedor. 1ª Turma... nos termos do art. DJ de 09/12/02.. incide a exação..” (STJ. II. define-se o fato gerador do Imposto de Transmissão dos Bens Imóveis – ITBI.) “Ementa: .” (STJ. ... 1ª Turma... Decisão: 30/04/87. I. pelo registro. O compromisso de compra e venda e a promessa de cessão de direitos aquisitivos. II. ocorrendo a transmissão do domínio e posse dos bens do de cujus aos herdeiros legítimos ou testamentários... I. 1ª Turma.: Min. O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis e de direitos a eles relativos tem como fato gerador a transmissão da propriedade ou do domínio útil de bens imóveis e não simples celebração de contrato de promessa de compra e venda.150. com o óbito e no dia deste.. sendo. Rel.) “Ementa: . DJ de 05/06/87. portanto.) “Ementa: . Pela abertura da sucessão. p. 2ª Turma. 1ª Turma.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 53 • Vide Súmula 331 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Causa Mortis no inventário por morte presumida..: Min. Rp 1211/RJ..: Min. dada a sua natureza de contratos preliminares no Direito Privado brasileiro... p. Decisão: 02/03/94.) . do domínio sobre o imóvel..: Min. Rel.: Min. A jurisprudência do STJ assentou o entendimento de que o fato gerador do ITBI é o registro imobiliário da transmissão da propriedade do bem imóvel..) “Ementa: ... Eliana Calmon. 156. p. . 6. . p.” • Vide Súmula 590 do STF: “Calcula-se o Imposto de Transmissão Causa Mortis sobre o saldo credor da promessa de compra e venda de imóvel.” (STJ.

art. “Ementa: . . 530). a pretensão de cobrar o ITBI antes do registro imobiliário contraria o ordenamento jurídico.. . O imposto não incide sobre a transmissão aos mesmos alienantes. quando efetuada para sua incorporação ao patrimônio de pessoa jurídica em pagamento de capital nela subscrito. p... REsp 264064/DF. O registro imobiliário é o fato gerador do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. o imposto não incide sobre a transmissão dos bens ou direitos referidos no artigo anterior: I. 2ª Turma.” (TRF-4ª Região. Art. REsp.. 1ª Turma. da Conceição Jr. O fato gerador do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ocorre com a transferência efetiva da propriedade ou do domínio útil. Humberto Gomes de Barros. com o registro no cartório imobiliário.: Min. II. 180). Promessa de compra e venda de imóvel.. em decorrência da sua desincorporação do patrimônio da pessoa jurídica a que foram conferidos. DJ de 04/09/00.. REO 94. II. p. 37.. O ITBI tem como fato gerador a transmissão de bens imóveis.” (STJ.) Art.: Des. DJ de 11/12/00. Ressalvado o disposto no artigo seguinte. 2ª Turma. 253364/DF. 104...04.) “Ementa: . Assim.54 Tribunal Regional Federal ......: Min. . na conformidade da Lei Civil.478652/PR. p. DJ de 1º/09/99. 36. Federal Hermes S.: Min. Francisco Peçanha Martins. e a arrematação importa transmissão ao arrematante dos direitos do executado na coisa penhorada. 497. Rel. quando decorrente da incorporação ou da fusão de uma pessoa jurídica por outra ou com outra.. Decisão: 16/06/00. Rel. equiparando-se à compra e venda. sem registro.. Rel... DJ de 16/04/01. p.. dos bens e direitos adquiridos na forma do inciso I deste artigo. 135. I.) “Ementa: .” (STJ. Decisão: 13/02/01. O disposto no artigo anterior não se aplica quando a pessoa jurídica adquirente tenha como atividade preponderante a venda ou locação de propriedade imobiliária ou a cessão de direitos relativos à sua aquisição. A propriedade imobiliária apenas se transfere com o registro do respectivo título (Código Civil.. Decisão: 24/06/99.. Garcia Vieira.1ª Região “Ementa: . Rel.” (STJ. Decisão: 14/11/00. .. Parágrafo único. ROMS 10650/DF. ... 1ª Turma. não transfere a propriedade e não constitui fato gerador do ITBI..

38. mas sobre o que tiver sido construído ao tempo de alienação do terreno. realizada pelo adquirente. na conformidade da legislação local.” • Vide Súmula 110 do STF: “O Imposto de Transmissão Inter Vivos não incide sobre a construção. que é encargo do comprador. ao antigo proprietário. decorrer de transações mencionadas neste artigo. ou parte dela.” • Vide Súmula 111 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre a restituição.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 55 § 1º Considera-se caracterizada a atividade preponderante referida neste artigo quando mais de 50% (cinqüenta por cento) da receita operacional da pessoa jurídica adquirente. realizada.” • Vide Súmula 108 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre o valor do imóvel ao tempo da alienação. e não da promessa. § 3º Verificada a preponderância referida neste artigo. ou menos de 2 (dois) anos antes dela. mas sobre o valor do que tiver sido construído antes da promessa de venda. ou parte dela. • Vide Súmula 113 do STF: . nos 2 (dois) anos anteriores e nos 2 (dois) anos subseqüentes à aquisição.” Art. apurar-se-á a preponderância referida no parágrafo anterior levando em conta os 3 (três) primeiros anos seguintes à data da aquisição. § 2º Se a pessoa jurídica adquirente iniciar suas atividades após a aquisição. inequivocamente. pelo promitente-comprador. § 4º O disposto neste artigo não se aplica à transmissão de bens ou direitos. quando realizada em conjunto com a da totalidade do patrimônio da pessoa jurídica alienante.” • Vide Súmula 470 do STF: “O Imposto de Transmissão Inter Vivos não incide sobre a construção. A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. de imóvel que deixou de servir à finalidade da sua desapropriação. • Vide Súmula 75 do STF: “Sendo vendedora uma autarquia. tornarse-á devido o imposto. a sua imunidade fiscal não compreende o Imposto de Transmissão Inter Vivos. nos termos da lei vigente à data da aquisição. sobre o valor do bem ou direito nessa data.

4ª Turma. caso a importância declarada pelo contribuinte se mostre nitidamente inferior ao valor de mercado. Uma vez que o valor da avaliação do imóvel foi o que serviu para a praça judicial. as transmissões que atendam à política nacional de habitação. • Vide Súmula 656 do STF: “É inconstitucional a lei que estabelece alíquotas progressivas para o Imposto de Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis – ITBI com base no valor venal do imóvel. 17. Ao Senado Federal compete a fixação da alíquota máxima para a cobrança do Imposto de Transmissão Causa Mortis. observada a resolução expedida por essa Casa Legislativa. Lippmann Junior. relativamente à transferência. 148 do CTN.. DJ de 04/02/00. José Delgado.. 1ª Turma.. 34 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.: Des.. cabendo aos Estados a definição da alíquota interna exigível. Rel.. Decisão: 14/09/93. .) “Ementa: . Federal Edgard A.. . p. pode o Fisco arbitrar a base de cálculo do referido imposto.” (STF...) . Base de cálculo... Rel. Diante da existência de resolução reguladora da matéria. AG 2002. Constituindo o valor do bem transmitido a base de cálculo do ITBI.. 39. Rel. A alíquota do imposto não excederá os limites fixados em resolução do Senado Federal.56 Tribunal Regional Federal . 513... desde que atendida a determinação do art.... Decisão: 12/09/00. Decisão: 07/11/02. Ilmar Galvão. que distinguirá. compatível com o novo Texto. p... DJ de 1º/10/93. Maurício Corrêa.1ª Região “O Imposto de Transmissão Causa Mortis é calculado sobre o valor dos bens na data da avaliação.01.: Min. DJ de 04/12/02.” “Ementa: . . .. Rel. 1ª Turma. 20. REsp 261166/SP. 192. p...: Min. Decisão: 24/08/99.016671-0/RS.. para efeito de aplicação de alíquota mais baixa. I. não restou espaço para o legislador estadual dispor acerca da alíquota do tributo. mediante lei específica. ...: Min..) “Ementa: . AgRRE 224786/PE. AgRAI 147490/RS.217.” (TRF-4ª Região..04. DJ de 06/11/00. p.” “Ementa: . A nova Carta Constitucional manteve a antiga regra de que cabe ao Senado Federal estabelecer as alíquotas máximas do Imposto de Transmissão Causa Mortis.” (STJ. 2ª Turma. ITBI.) Art. sob invocação do § 3º do art.” (STF. é esse o valor que servirá como base de cálculo para a expedição da guia de pagamento do ITBI..

• Vide Súmula 108 do STF: “É legítima a incidência do Imposto de Transmissão Inter Vivos sobre o valor do imóvel ao tempo da alienação. 23 – a atual reserva ao Senado Federal a fixação das alíquotas referentes ao Imposto Causa Mortis – inciso IV do art. AMS 89. “Ementa: . 2ª Turma.02672-8/RJ.” SEÇÃO IV Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza .470/58. nas transmissões de bens imóveis e direitos a eles relativos. 16. lacuna. 41. 34. ”. 43. sendo aplicáveis os arts. 40 do Código Tributário Nacional (Lei 5. O imposto compete ao Estado da situação do imóvel transmitido. AgRAI 150617/RS. §§ 3º e 4º. mesmo que a mutação patrimonial decorra de sucessão aberta no estrangeiro. na conformidade da legislação local. Art.. sobre o provento decorrente da mesma transmissão.” (STF.322.. DJ de 20/08/93. pela regra inserta no § 5º desse artigo.. 42. O montante do imposto é dedutível do devido à União. Rel. Decisão: 22/06/93.: Des. é devido o Imposto sobre Lucro Imobiliário.. 34 referido. para ensejar a atividade dos Estados. (TRF-2ª Região. 35 e 42 do Código Tributário Nacional.. 40. como dispuser a lei. 2ª Turma. Já o art. 155..: Min. ressalva que o total devido é dedutível daquele devido à União.02. DJ de 19/10/89. Federal Julieta Lídia Lunz. o afastamento da legislação anterior. valendo notar que. p. pressupõe incompatibilidade. Não há como falar em transgressão ao art. Desde que vigente a Lei 3. Marco Aurélio.172/66). do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias quando o provimento judicial repousa nessas premissas. ou sobre que versarem os direitos cedidos.) Art. como previsto no art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 57 “Ementa: . 43. e não da promessa. ou seja. Rel.) Art. Impossível é perquirir da lacuna indispensável a que se tenha como legítima a atuação da unidade federativa prevista no § 3º do art. Contribuinte do imposto é qualquer das partes na operação tributada. Decisão: 13/09/89. a título do imposto de que trata o art. Tal como previsto na Carta pretérita – § 2º do art.

em pagamento de serviços técnicos.58 Tribunal Regional Federal . assim entendido o produto do capital.” • Vide Súmula 130 do TFR: “No cálculo do Imposto de Renda. administrativa e semelhantes. ali prestados por empresa estrangeira. de competência da União. 43.418.” • Vide Súmula 174 do TFR: “A partir da vigência do Decreto-Lei 1. o Imposto de Renda incide na fonte sobre a remessa de divisas para o exterior. de assistência técnica. • Vide Súmula 39 do TFR: “Não está sujeita ao Imposto de Renda a indenização recebida por pessoa jurídica. do trabalho ou da combinação de ambos.” • Vide Súmula 125 do STJ: “O pagamento de férias não gozadas por necessidade do serviço não está sujeito à incidência do Imposto de Renda. sem prejuízo das isenções previstas no Decreto-Lei 1. de renda. está isento do Imposto de Renda. relativo a rendimentos decorrentes da exploração de película cinematográfica estrangeira. de 1975. assim entendidos os acréscimos patrimoniais não compreendidos no inciso anterior. de 1976. sobre a Renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica: I.” • Vide Súmula 176 do TFR: “O Imposto de Renda na fonte. em decorrência de desapropriação amigável ou judicial.1ª Região Art. não a justificando simples atraso na escrita.” • Vide Súmula 76 do TFR: “Em tema de Imposto de Renda. incide sobre a participação líquida devida ao distribuidor estrangeiro. de proventos de qualquer natureza. não se inclui o ágio cambial pago na aquisição da moeda estrangeira a ser remetida para o exterior a título de juros devidos.446. adquirido e exportado pelo Instituto do Açúcar e do Álcool. O Imposto.” • Vide Súmula 215 do STJ: .” • Vide Súmula 136 do STJ: “O pagamento de licença-prêmio não gozada por necessidade do serviço não está sujeito ao Imposto de Renda. a desclassificação da escrita somente se legitima na ausência de elementos concretos que permitam a apuração do lucro real da empresa. II.” • Vide Súmula 100 do TFR: “O lucro obtido com a exportação de açúcar demerara.

470. de 28/11/58.470. quando a promessa de venda houver sido celebrada antes da vigência da lei que a tiver elevado.” • Vide Súmula 23 do TRF-2ª Região: “Não incide Imposto de Renda sobre a indenização recebida pela adesão ao programa de desligamento voluntário. (Parágrafo incluído pela LCp 104.” • Vide Súmula 54 do TRF-4ª Região: “Os valores recebidos a título de incentivo à demissão voluntária não se sujeitam à incidência do Imposto de Renda. da origem e da forma de percepção. ainda que adquirido por herança.” • Vide Súmula 12 do TRF-3ª Região: “Não incide o Imposto de Renda sobre a verba indenizatória recebida a título da denominada demissão incentivada ou voluntária. da localização.” • Vide Súmula 97 do STF: ”É devida a alíquota anterior do Imposto de Lucro Imobiliário. tiver sido anterior à vigência da Lei 3.” • Vide Súmula 98 do STF: “Sendo o imóvel alienado na vigência da Lei 3. usucapião ou a título gratuito. de 28/11/58. é devido o Imposto de Lucro Imobiliário. ainda que aberta a sucessão antes da vigência da Lei 3.470.” • Vide Súmula 96 do STF: “O Imposto de Lucro Imobiliário incide sobre a venda de imóvel da meação do cônjuge sobrevivente.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 59 “A indenização recebida pela adesão a programa de incentivo à demissão voluntária não está sujeita à incidência do Imposto de Renda. de 28/11/58.” . de 10/01/01) • Vide Súmula 93 do STF: “Não está isenta do Imposto de Renda a atividade profissional do arquiteto. adquirido por usucapião.” • Vide Súmula 101 do TFR: “As multas fiscais não são dedutíveis como despesas operacionais.” • Vide Súmula 182 do TFR: “É ilegítimo o lançamento do Imposto de Renda arbitrado com base apenas em extratos ou depósitos bancários.” • Vide Súmula 100 do STF: “Não é devido o Imposto de Lucro Imobiliário quando a alienação de imóvel. condição jurídica ou nacionalidade da fonte.” § 1º A incidência do imposto independe da denominação da receita ou do rendimento. para fins do Imposto de Renda.

a lei estabelecerá as condições e o momento em que se dará sua disponibilidade. 43 do CTN. ADREsp 410544/RS.60 Tribunal Regional Federal ..” (STJ. I. Rel.. p.. 39. REsp 477147/DF. Decisão: 15/10/02.. 222.: Min.: Min. O fato gerador do Imposto de Renda é a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art... Maurício Corrêa. 43 do CTN). de tributação. DJ de 03/02/03. . Decisão: 07/08/03.” (STJ REsp 412615/SC.. É legal a incidência do Imposto de Renda a partir do advento da Lei 9...) “Ementa: . 273. 43 do Código Tributário Nacional. pois esta não mais passou a exigir o recolhimento do imposto sobre as parcelas de contribuição aos fundos privados de complementação de aposentadoria. 236. O Imposto sobre a Renda tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica da renda (produto do capital.) “Ementa: . DJ de 04/08/03.: Min.250/95. Rel. seja pela aplicação subsidiária da lei das sociedades anônimas.. sobre o qual caberá decidir o órgão societário.” (STJ.. Luiz Fux. não tiver a destinação do lucro líquido.” (STF. Francisco Falcão. seja por norma expressa no contrato social.. conforme dicção do art.) “Ementa: . 1ª Turma.... se o sócio quotista..) “Ementa: .. conseqüentemente.. fato gerador da incidência do Imposto de Renda na fonte.” (STJ. I..) .873. . p. as verbas auferidas a título de rateio do patrimônio líquido constituem acréscimo patrimonial. Luiz Fux. Rel.. .1ª Região § 2º Na hipótese de receita ou de rendimento oriundos do exterior. p. Eliana Calmon. 43 do CTN). DJ de 08/09/03. porque a determinação do momento da entrada do rendimento no patrimônio dos sócios não dependerá do assentimento de cada um desses. 1ª Turma. porquanto refogem à incidência do art. Os valores recebidos a título de aposentadoria incentivada não se encontram sob o foco da tributação pelo Imposto de Renda. p. . (Parágrafo incluído pela LCp 104. . Rel.. passíveis.. 1ª Turma.: Min. p.. do trabalho ou da combinação de ambos) e de proventos de qualquer natureza (art. REsp 503921/MT. I. de 10/01/01) “Ementa: .. 2ª Turma.. Rel.: Min. Decisão: 17/06/03. 2ª Turma... não é possível considerar existente a imediata disponibilidade jurídica ou econômica do lucro líquido apurado. portanto.. I.. para fins de incidência do imposto referido neste artigo. DJ de 1º/09/03. Decisão: 05/06/03. Decisão: 20/08/96. ante o caráter indenizatório de que se revestem.. RE 202404/RS. DJ de 18/10/96. 275.

AMS 1999. Federal Julieta Lídia Lunz.: Des. porque não consubstancia aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art. inciso II.. do CTN... O fato gerador do Imposto de Renda é a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art. 1ª Turma. sendo custeada pelas contribuições da entidade e pelos investimentos feitos pelo fundo de previdência. . p. 43.. O valor recebido a título de indenização por danos morais não está sujeito ao Imposto de Renda.) “Ementa: .38.51. Os valores relativos aos frutos obtidos com as contribuições pagas a entidade privada extinta constituem acréscimo patrimonial. nos termos do art. DJ de 24/02/03. I.. A complementação da aposentadoria possui natureza jurídica distinta das contribuições vertidas pelos participantes. DJ de 08/08/03. . I.02. Decisão: 10/06/02.. A complementação de aposentadoria recebida das entidades de previdência privada representa acréscimo patrimonial – proventos de qualquer natureza (art.. Momento de sua ocorrência....: Des. Decisão: 07/04/03. assim. Decisão: 1º/ 04/03. . Rel. IV. A teor do art... Imposto de Renda. Federal Luciano Tolentino Amaral. 66. 220..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 61 “Ementa: . 1ª Turma.: Des. Federal Cândido Ribeiro. Federal Carreira Alvim. adquire disponibilidade econômica que constitui .. devendo. 3ª Turma. ser tributados..01.... Rel. Fato gerador. a partir da distribuição. posto que a disponibilidade ou aquisição econômica se faz presente. dá-se o fato gerador.. Quando o participante passa a perceber o benefício...) “Ementa: . DJ de 02/05/03. p.009380-9/MT. II. quando da apuração do lucro líquido e com o seu repasse aos sócios acionistas ou titulares da empresa..) “Ementa: .. AC 1999. Rel. 108.: Des... tal exação surge quando da aquisição da disponibilidade econômica ..CF e art. 43 . DJ de 15/05/03.00. 43 do CTN.” (TRF-2ª Região. I..00... II. AMS 2000.” (TRF-1ª Região. p..011153-5/DF. do CTN. Rel. . DJ de 30/05/03.. I e II.. portanto.CTN) – e. p.01. 46.040643-0/MG.: Des.00. constitui renda tributável pelo IRPF.” (TRF-2ª Região. Decisão: 29/04/03. 3ª Turma. ..030788-6/RJ..) “Ementa: . 43 do CTN). Art. III .. Rel. AMS 2001. Federal Olindo Menezes.” (TRF-1ª Região..36. apenas recompondo o patrimônio do indenizado (físico ou moral). p.011568-9/RJ. 3ª Turma.) “Ementa: . 158. 43. 43 do CTN). Decisão: 24/06/03.34.” (TRF-1ª Região. A própria denominação da exação está a lhe indicar que... AC 2001.. 153. . I.

.. .. Rel. O art. o art.. da renda ou dos proventos tributáveis’.00. 44. AMS 1997. José Delgado. Constituindo o lucro real.053704-6/DF. AGREsp 476057/ES. de Almeida. .. configurando-se o fato gerador do Imposto de Renda.. enquanto que a CSL incide sobre o lucro obtido em determinada atividade.. DJ de 11/06/99. IV..01.. . da renda ou dos proventos tributáveis. real. 573. o ganho auferido após dedução de todos os custos e prejuízos verificados....) Art.) “Ementa: .095654-9/SC. AC 93.. . 4ª Turma..04. 154 do RIR/80. na forma do art.. Rel. real. Imposto de Renda.. 538. “Ementa: ..71. . a base de cálculo do Imposto de Renda é o ‘montante. real.” (TRF-1ª Região. arbitrado ou presumido. computadas as adições. DJ de 12/ 05/03.) “Ementa: .: Des.. do CTN. 44 do CTN (a base de cálculo do imposto é o montante..” (TRF-4ª Região.. incisos I e II.. Decisão: 05/03/99..353. A base de cálculo do imposto é o montante. isto é. DJ de 19/02/03. 497. Nos moldes do art.. 224. II.62 Tribunal Regional Federal . p. arbitrado ou presumido auferido em determinado período-base.01. I. 1. Federal Alcides Vettorazzi. 44 do Código Tributário Nacional. DJ de 25/06/03. p/ acórdão: Des. De acordo com o art. Decisão: 17/12/02.01. Federal Osmar Tognolo.. arbitrado ou presumido de renda ou dos proventos tributáveis).” (TRF-1ª Região.” (TRF-4ª Região. Rel. 44 do CTN). Decisão: 1º/04/03. p.) “Ementa: . CTN.. Rel.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)... ao prescrever que o lucro real é obtido a partir do lucro líquido..: Min. 1ª Turma... p. é contundente ao dispor que o Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica.: Des. 3ª Turma.00. insustentável o entendimento fiscal segundo o qual incidiria o aludido tributo sobre a renda auferida nas aplicações financeiras efetuadas pela socie- . p. p.” (STJ. . arbitrado ou presumido.1ª Região acréscimo patrimonial.. AMS 1999. Lucro real. Rel. exclusões e compensações prescritas ou autorizadas na legislação. AC 2000. Decisão: 11/06/03. 1ª Turma. art. 43. . DJ de 18/12/98. I. a base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física é o montante da renda ou os proventos tributáveis. Federal Wellington M. a base de cálculo do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (art. 43 do CTN.. Apuração.37535-4/MG... não se afastou da base de cálculo prevista no art. 44.004091-9/RS. 44 do CTN.. Decisão: 22/09/98. 2ª Turma.) “Ementa: ..

45. do CTN. no art. AMS 95. Art.” (TRF-4ª Região..51664-5/RS.” (TRF-4ª Região.: Des. Decisão: 08/09/99. plenamente justificada pela natureza das rendas obtidas em aplicações financeiras. I.: Des. . real.04205-1/PR.” (TRF-3ª Região.. . sem prejuízo de atribuir a lei essa condição ao possuidor. por faltar o próprio pressuposto para a mesma. 44 do CTN-66 prevê que a base de cálculo do Imposto de Renda e proventos de qualquer natureza seja o montante. “Ementa: .. parágrafo único.” (TRF-4ª Região. DJ de 07/02/01. DJ de 31/07/96. Federal Regina Costa.: Des. .. .. da renda ou dos proventos tributáveis. 2ª Turma. Rel. 53.) “Ementa: .04.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 63 dade cooperativa. . p. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. Federal Márcio Antônio Rocha. REO 90. Rel.. Rel.. a qualquer título. Contribuinte do imposto é o titular da disponibilidade a que se refere o art.: Des. inclusive.03.. separação... . 43. arbitrado ou presumido. AC 94. I.. 44.) Art. 44 do CTN). Substituição tributária.140. Decisão: 09/06/99.. Turma de Férias. Decisão: 30/ 11/00. dos bens produtores de renda ou dos proventos tributáveis.. 6ª Turma.. 466. 43 do mesmo diploma legal restringe a incidência do tributo à aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica.04.. Rel..) “Ementa: . AMS 97. p.. a ocorrência de lucro. Responsabilidade pelo pagamento.” Parágrafo único..015355-8/SP. A base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica pode ser o lucro real presumido ou arbitrado (art. Decisão: 11/07/96. A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam. DJ de 08/09/99. O art.. 45.. Federal Fernando Quadros da Silva. não obriga que a base de cálculo seja única para todas as incidências do imposto....30336-4/PR. 559. qual seja.. o CTN..04.. p. porém o art. DJ de 09/02/00. • Vide Súmula 264 do TFR: “As cooperativas não estão sujeitas à tributação do Imposto de Renda por excesso de retirada de seus dirigentes... 1ª Turma. 116. p.) “Ementa: .. Imposto de Renda..

do Código Tributário Nacional.) “Ementa: . Rel. AC 2000. 121. DJ de 21/10/02. 4ª Turma..23806-3/BA.00. Art. AC 89.. isto é. 1ª Turma. Humberto Gomes de Barros. Decisão: 07/08/01. .) “Ementa: .) “Ementa: . uma vez que tem capacidade processual (Lei 6.830/80. Decisão: 17/09/02.... DJ de 25/03/91.” (STJ. do Código Tributário Nacional. 4º. 284.. Responsável tributário é aquele que. I. não leva em conta a personalidade do titular. conjunta ou individualmente com sócios-quotistas.641. perante a Fazenda Pública..” (TRF-1ª Região.” (STJ. pelo recolhimento. José Delgado. Fonte pagadora da renda é a responsável por disposição expressa de lei.1ª Região .. p. Neste caso. c/c 45. Rel. art.. daí resultando sua legitimidade para discuti-lo em juízo. Federal Mário César Ribeiro.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada)...: Des. DJ de 06/03/02. o contribuinte é efetivamente aquele que aufere a renda ou os proventos. . Rel. p. não tendo personalidade jurídica.” (TRF-1ª Região.. 3ª Turma. art. caso não tenha feito a retenção na fonte e o recolhimento devido.) “Ementa: . I. 54. REsp 281732/SC. Rel. sem ter relação direta com o fato gerador. destinatários da exação. I.: Min...64 Tribunal Regional Federal ..01.. na fonte. p. A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam (CTN.. . parágrafo único... 166. .. p. 1ª Turma. a recorrente (embargante) pode ser diretamente sujeito passivo de execução.. O substituto tributário do Imposto de Renda de Pessoa Física responde pelo pagamento do tributo. I... REsp 411428/SC. Rel.. Responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto.01. .) “Ementa: . parágrafo único. deve efetuar o pagamento do tributo por atribuição legal nos termos do art. Imposto de Renda. DJ de 1º/10/01. II. uma vez que a lei lhe impõe a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento a ela incumbem.01.. Irrelevável a circunstância de a fonte pagadora não ter procedido à retenção do imposto.: Des. 462. AMS 1998..: Min.092923-3/DF. DJ de 15/12/00. 4ª Turma. Mesmo em se tratando de ‘massa’. p.. 5. 45. IV). Federal Adhemar Maciel. Decisão: 26/11/90. Decisão: 30/10/01.. II. 45 do CTN.. Decisão: 14/04/00.. ao definir o sujeito passivo da obrigação tributária do IR.0635703/MG.” (TRF-1ª Região. . do Imposto de Renda sobre o Lucro Líquido distribuído.. A pessoa jurídica é responsável. parágrafo único.. O art.00. 45)..

pois. Federal Vilson Darós. Decisão: 06/12/00. O Imposto. 162. Rel...” (TRF-5ª Região... . Federal Petrúcio Ferreira.) “Ementa: . O contribuinte do Imposto de Renda. . ” (TRF-4ª Região.05191-8/ PE..05. de competência da União.05223-4/ES.257. A lei pode atribuir à fonte pagadora de renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam – art. p. o contribuinte do Imposto de Renda é quem adquiriu a disponibilidade econômica. não podendo essa responsabilidade ser modificada pelas partes por meio de convenções particulares. o contribuinte e passou a ser o responsável.: Des.. Decisão: 20/04/93.” (TRF-2ª Região. Rel.: Des. A obrigação é principal. III.. . AMS 92. Rel. na hipótese de não ter havido a competente e oportuna retenção. 56.” (TRF-4ª Região.04. p. o seu desembaraço aduaneiro. p.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 65 . 2ª Turma.35698-2/RS. Federal Vladimir Freitas.. a esse cabendo o pagamento do tributo.) CAPÍTULO IV Impostos sobre a Produção e a Circulação SEÇÃO I Imposto sobre Produtos Industrializados Art. O substituto tributário do Imposto de Renda de Pessoa Física responde pelo pagamento de tributo. A atribuição da condição de responsável à fonte pagadora da renda ou dos proventos não corresponde à obrigação acessória..: Des. III.) “Ementa: . sobre Produtos Industrializados tem como fato gerador: I. caso não tenha feito a retenção na fonte e o recolhimento devido. 1ª Seção. DJ de 10/07/02.. por ocasião da declaração de ajuste anual. Embora a responsabilidade pelo recolhimento do tributo seja da fonte pagadora. 1ª Turma. Decisão: 24/06/97..: Des..) “Ementa: . 46. AMS 95. parágrafo único. Decisão: 05/12/01. DJ de 26/08/94. EIAC 97. 3ª Turma. do CTN. Federal Wanderley de Andrade Monteiro.04. AC 95.54437-5/SC.. 45. O sujeito passivo da obrigação deixou de ser. 46. titular da disponibilidade econômica ou jurídica de renda. é sujeito passivo da obrigação tributária..02... DJ de 23/07/97. DJ de 07/02/01.. Rel.536. quando de procedência estrangeira..

I. . DJ de 25/10/99. 1ª Turma.: Min. DJ de 05/03/01. trabalhadas.” (STJ. quando apreendido ou abandonado e levado a leilão. Rel. o desembaraço aduaneiro é um dos fatos geradores do IPI sobre os produtos industrializados de procedência estrangeira. Francisco Peçanha Martins.. 61. III. O IPI incide sobre produtos industrializados..: Min. A hipótese de incidência do IPI não é a industrialização e sim o desembaraço aduaneiro ou a saída do produto industrializado. do CTN . a sua arrematação. Decisão: 16/11/00.. .. aperfeiçoando-os para o consumo. . têm sua destinação alterada.... I. I .66 Tribunal Regional Federal .. considera-se industrializado o produto que tenha sido submetido a qualquer operação que lhe modifique a natureza ou a finalidade. • Vide Súmula 81 do TFR: “Mármores e granitos afeiçoados ao emprego final. I. 51 e.. é o IPI imposto prioritário para incidir em todas as matérias-primas que..” “Ementa: ..) “Ementa.: Min..) “Ementa: . Rel.” (STJ. Estes.. Constitucionalmente... Para os efeitos deste imposto. A teor do art.... REsp 273205/RS. Decisão: 16/09/99. 1ª Turma. a sua saída dos estabelecimentos a que se refere o parágrafo único do art. Parágrafo único. 2ª Turma.. quando for o produto industrializado de procedência estrangeira. p.. 157. estão sujeitos ao Imposto sobre Produtos Industrializados. A fabricação de móveis de madeira não se confunde com as artes gráficas de impressos personalizados. DJ de 19/02/01. pela lei. são os que sejam submetidos a qualquer tipo de operação que lhes modifique a natureza ou a finalidade. mediante processo de industrialização. 46 . . Decisão: 12/12/00.. .. em que prepondera sobre o material a prestação de serviço. Garcia Vieira. II.. . .1ª Região II. REsp 204987/SP. José Delgado. p.. Rel.O fato gerador do IPI ocorre também na saída de produto dos estabelecimentos a que se refere o parágrafo único do art. 51. REsp 216218/SP. III.. p. quando apreendido ou abandonado e levado a leilão.. 129.” (STJ. O desembaraço aduaneiro de mercadoria importada é fato gerador de IPI.) “Ementa: .. ou o aperfeiçoe para o consumo. na sua arrematação.

” (STJ.” (TRF-1ª Região. Federal Baptista Pereira. . Ocorrida a hipótese de incidência é devido o tributo. A exigibilidade do IPI quando da internação de produtos estrangeiros tem a função de proteger o produto nacional... p..026626-7/BA. . AMS 1997. Decisão: 21/10/98. IPI. 212. De acordo com o CTN-66 (art. 2ª Turma.. 316..” (TRF-2ª Região. p.. Inexiste distinção legal quanto à destinação da mercadoria importada ou da qualidade do importador para fins de incidência do IPI.. 19 e 46. II.. II... DJ de 12/06/98... DJ de 17/03/03.: Min. Decisão: 12/11/02.) “Ementa: ..) “Ementa: .” (TRF-4ª Região. A Constituição Federal não define o IPI como imposto incidente sobre a fabricação. hipótese em que o fato gerador se dá com o seu desembaraço aduaneiro no território nacional (art.03.. I. DJ de 02/05/03...01.014145-7/RJ..) “Ementa: . Rel...01.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 67 III. Decisão: 11/02/99. do CTN. assim considerados aqueles que hajam sido submetidos a qualquer operação que lhes modifique a natureza ou a finalidade... I. Decisão: 17/03/03.. 3ª Turma. mas sobre produtos industrializados. . II. DJ de 05/05/99.. o IPI é um imposto de competência federal. Federal Olindo Menezes. A incidência do IPI é tão rigorosa. III. 79. Rel. AMS 94.04. AMS 2001. p.) “Ementa: . Hipótese de incidência.. 2ª Turma. Federal Ney Fonseca. 1ª Turma..: Des. p.. .” (TRF-3ª Região. que até mesmo as madeiras polidas e serradas são geradoras de IPI .CTN).00. Decisão: 18/03/98. 213.. que incide sobre produtos industrializados. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. 70.. I.32575-9/ RS. 3ª Turma. Eliana Calmon.011357-0/SP. 46. .. 51).. O fato gerador do Imposto de Importação é a entrada dos bens em território nacional e do Imposto sobre Produtos Industrializados o desembaraço aduaneiro. Não há inconstitucionalidade na cobrança do imposto.. I .. DJ de 19/07/00. IV. Rel... Rel.: Des. ..51. O fato gerador do IPI sobre mercadorias importadas é o desembaraço aduaneiro de produtos industrializados de origem estrangeira. p. REsp 395633/RS. O IPI incide sobre produtos industrializados no exterior.: Des.: Des.) . ou os aperfeiçoe o consumo. . 46 e art. Rel.. nos termos dos arts. AMS 94.

Ratio essendi dos precedentes quer quanto ao IPI. no caso do inciso III do artigo anterior. que define como base de cálculo o valor da operação de que decorre a saída da mercadoria.) “Ementa: . pelo art. é o quantum final ajustado consensualmente entre comprador e vendedor. 1ª Turma.. 47 do Código Tributário Nacional. 258.) .502/64. 47 do CTN. I. p. II. no qual se estabelece o preço fixado pelas partes.798/89 para fazer incluir..” (STJ.. c) dos encargos cambiais efetivamente pagos pelo importador ou dele exigíveis. devendo-se entender como ‘valor da operação’ o contrato de compra e venda.68 Tribunal Regional Federal . na base de cálculo do IPI. no caso do inciso I do artigo anterior. Rel. Rel. Revela contraditio in terminis ostentar a lei complementar que a base de cálculo do imposto é o valor da operação da qual decorre a saída da mercadoria e a um só tempo fazer integrar ao preço os descontos incondicionais. b) das taxas exigidas para entrada do produto no País. não pode subsistir tendo em vista os ditames do art. REsp 477525/GO.. II. 20. DJ de 23/06/03... 211. Luiz Fux. b) na falta do valor a que se refere a alínea anterior. REsp 383208/PR. “Ementa: . ou sua similar... Decisão: 18/04/02. este. como definido no inciso II do art. A alteração do art. III. o preço corrente da mercadoria. p. 1ª Turma. 47. José Delgado. 14 da Lei 4. A base de cálculo do imposto é: I. O Direito Tributário vale-se dos conceitos privatísticos sem contudo afastá-los. por isso que o valor da operação é o preço e. o valor do frete realizado por empresa coligada. I.1ª Região Art.. DJ de 17/06/02. no mercado atacadista da praça do remetente. . Decisão: 05/06/03.. no caso do inciso II do artigo anterior: a) o valor da operação de que decorrer a saída da mercadoria. Consoante explicita o art. o preço normal. que pode ser o resultado da tabela com seus descontos incondicionais. quer quanto ao ICMS. o preço da arrematação. 15 da Lei 7.: Min. acrescido do montante: a) do Imposto sobre a Importação.. III.” (STJ. .: Min. a base de cálculo do IPI é o valor da operação consubstanciado no preço final da operação de saída da mercadoria do estabelecimento..

. Nas saídas de produtos de estabelecimentos de contribuintes do IPI... p.. O imposto é seletivo em função da essencialidade dos produtos. Rel...867.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 69 “Ementa: . Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. . 35. 4ª Turma.012526-8/GO.798/89. em consonância com o disposto no art. “Ementa:.) “Ementa: .” (TRF -1ª Região. É programático o dispositivo constitucional que estabelece a natureza seletiva da alíquota do IPI.. DJ de 06/03/02. DJ de 09/10/01. afronta o disposto no art. mesmo que concedidos incondicionalmente.. na redação determinada pela Lei 7.... A alíquota do IPI pode ser alterada pelo Poder Executivo. Seletividade do produto.: Des.” (TRF-1ª Região. p. Federal Hilton Queiroz. . IPI. II.. Federal Carreira Alvim.) “Ementa: . assim entendido o que reflita o preço.00. AMS 1999. portanto. I. 2ª Turma. DJ de 22/10/01...01. O § 2º do inciso II do art. 14 da Lei 4.. DJ de 15/02/96.199/71. Decisão: 30/09/97. I.. AMS 2000.” (TRF-2ª Região.. . com base no art. I.” (TRF -1ª Região. AMS 94...001007-3/MG...0168333/MG....) Art. Rel. ... 4ª Turma. 68.) . 4ª Turma. a base de cálculo desse imposto.01. a. Ag 1997.03. 4º do Decreto-Lei 1.) “Ementa: .: Des. Decisão: 25/09/01. antes da incidência dos descontos incondicionados.. expressar o real conteúdo econômico do seu objeto. A base de cálculo tem por finalidade dimensionar quantitativamente a hipótese de incidência dos tributos. é o valor da operação.. tendo em vista a seletividade em função da essencialidade do produto.01. .: Des.38. p.. efetivamente. 47.. II.. 172. 48.00.051470-0/MG. I.. p. Decisão: 26/06/01.” (TRF-1ª Região. 47 do CTN.10344-9/RJ.: Des. p..502/64. II... 4ª Turma. ao determinar a incidência do IPI sobre descontos.. 7. 1999.: Des. Federal Eliana Calmon. Rel. motivo pelo qual não incide sobre descontos incondicionais. Rel. Federal Hilton Queiroz. do CTN. dentro dos interesses sociais e políticos. DJ de 24/11/97. Rel. Recomendação dirigida ao legislador ordinário que age discricionariamente.00.100. A base de cálculo do IPI é o valor da mercadoria por ocasião da sua saída do estabelecimento do contribuinte. Deve.02. observando-se a política econômica governamental.. Decisão: 26/09/95. II.. REO. Decisão: 02/10/01. praticado no negócio jurídico e não o constante de tabelas do vendedor.

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“Ementa: .... II. A fixação de alíquota diferenciada sobre a saída de açúcar (Lei 8.393/91, art. 20), para cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, não resulta em violação dos princípios constitucionais da seletividade em razão da essencialidade do produto (CF, art. 153, § 3º); da uniformidade ou da discriminação das mercadorias em razão da origem ou do destino (CF, art. 15, I). ....” (TRF-1ª Região. REO 96.01.17177-0/GO. Rel.: Des. Federal Mário César Ribeiro. 4ª Turma. Decisão: 14/12/99. DJ de 09/06/00, p. 262.)

Art. 49. O imposto é não-cumulativo, dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior, em determinado período, entre o imposto referente aos produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele entrados. Parágrafo único. O saldo verificado, em determinado período, em favor do contribuinte transfere-se para o período ou períodos seguintes.

“Ementa: .... Imposto sobre produtos industrializados. Hipóteses de não-tributação e de alíquota zero. .... ....o Plenário do Supremo Tribunal Federal, em sessão de 18/12/02, ao julgar o RE 350.446, Relator Ministro Nelson Jobim, firmou entendimento no sentido de que o precedente referido na decisão agravada, sobre creditamento do IPI, na operação isenta, aplica-se, também, às hipóteses de não-tributação e de alíquota zero. ....” (STF. AgRRE 327004/PR. Rel.: Min. Sydney Sanches. Tribunal Pleno. Decisão: 19/12/02. DJ de 07/03/03, p. 34.) “Ementa: .... IPI. Creditamento. Insumos isentos, sujeitos à alíquota zero. Se o contribuinte do IPI pode creditar o valor dos insumos adquiridos sob o regime de isenção, inexiste razão para deixar de reconhecer-lhe o mesmo direito na aquisição de insumos favorecidos pela alíquota zero, pois nada extrema, na prática, as referidas figuras desonerativas, notadamente quando se trata de aplicar o princípio da não-cumulatividade. A isenção e a alíquota zero em um dos elos da cadeia produtiva desapareceriam quando da operação subseqüente, se não admitido o crédito. ....” (STF. RE 358493/SC. Rel. p/ acórdão: Min. Nelson Jobim. Tribunal Pleno. Decisão: 10/12/02. DJ de 13/06/03.) “Ementa: .... I. O egrégio STF, considerando o princípio constitucional da nãocumulatividade, assegurou ao contribuinte do IPI o direito ao creditamento do imposto

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na hipótese de aquisição de insumos e matérias-primas isentos ou tributados à alíquota zero. ....” (STJ. ADREsp 449548/RS. Rel. p/ acórdão: Min. Luiz Fux. 1ª Turma. Decisão: 15/05/03. DJ de 02/06/03, p. 190.) “Ementa: .... O IPI será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores (CF, art. 153, § 3º, inciso II), dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior, em determinado período, entre o imposto referente aos produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele entrados, transferindo-se o saldo verificado para o período ou períodos seguintes (CTN, art. 49), contudo, não faz previsão para que os saldos sejam corrigidos monetariamente. ....” (STJ. REsp 431243/RS. Rel.: Min. Garcia Vieira. 1ª Turma. Decisão: 15/08/02. DJ de 30/09/02, p. 206.) “Ementa: .... I. O disposto no art. 53, inciso I, da Lei 8.383/91 (na redação original e na redação dada pela Lei 8.850/94) – que determina a incidência da Ufir na correção do valor do IPI devido, depois da ocorrência do fato gerador – não ofende o princípio da não-cumulatividade previsto no art. 153, § 3º, inciso II, da Constituição e no art. 49 do CTN, uma vez que não impede o contribuinte de abater do valor do IPI a quantia exigida na operação anterior. ....” (TRF-1ª Região. AC 1997.01.00.008144-2/MA. Rel.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). 2ª Turma Suplementar. Decisão: 13/08/02. DJ de 29/08/02, p. 112.) “Ementa: .... I. O princípio da não-cumulatividade do IPI, que tem por escopo evitar a superposição tributária, consiste na incidência da exação, em cada etapa da cadeia produtiva, apenas sobre o valor agregado ao produto. II. A ausência de correção monetária na escrituração de créditos fiscais não ofende os princípios da não-cumulatividade e da isonomia. ....” (TRF-1ª Região. AC 2000.01.00.062617-3/DF. Rel.: Des. Federal Mário César Ribeiro. 4ª Turma. Decisão: 12/06/02. DJ de 03/07/02, p. 16.) “Ementa: .... IPI. .... Não-cumulatividade..... .... II. O princípio da não-cumulatividade do IPI estabelece a compensação do que for devido em cada operação como o montante cobrado nas anteriores. Inciso II do § 3º do art. 153 da CF/88. ....” (TRF-1ª Região. AMS 1999.38.03.003427-0/MG. Rel.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado). 4ª Turma. Decisão: 10/06/03. DJ de 1º/08/03, p. 43.) “Ementa: .... III. A Constituição Federal traz em seu art. 153, § 3º, II, que o Imposto sobre os Produtos Industrializados ‘será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores’. ....” (TRF-1ª

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Região. AMS 2000.38.00.023582-2/MG. Rel.: Des. Federal Cândido Ribeiro. 3ª Turma. Decisão: 11/06/02. DJ de 26/07/02, p. 26.)

Art. 50. Os produtos sujeitos ao imposto, quando remetidos de um para outro Estado, ou do ou para o Distrito Federal, serão acompanhados de nota fiscal de modelo especial, emitida em séries próprias e contendo, além dos elementos necessários ao controle fiscal, os dados indispensáveis à elaboração da estatística do comércio por cabotagem e demais vias internas. Art. 51. Contribuinte do imposto é: I. o importador ou quem a lei a ele equiparar; II. o industrial ou quem a lei a ele equiparar; III. o comerciante de produtos sujeitos ao imposto, que os forneça aos contribuintes definidos no inciso anterior; IV. o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados, levados a leilão. Parágrafo único. Para os efeitos deste imposto, considera-se contribuinte autônomo qualquer estabelecimento de importador, industrial, comerciante ou arrematante.
• Vide Súmula 106 do TFR: “A seguradora não tem direito à restituição do Imposto sobre Produtos Industrializados, no caso de sinistro ocorrido com mercadorias, após a sua saída do estabelecimento produtor.”

“Ementa: .... ICMS. Inclusão do IPI na sua base de cálculo: operação realizada entre contribuintes e relativa a produtos destinados à industrialização ou à comercialização a configurar fato gerador do ICMS e do IPI, CF, art. 155, § 2º, XI. I. Não-inclusão, na base de cálculo do ICMS, do IPI, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produtos destinados à industrialização ou à comercialização, configure fato gerador dos dois impostos. CF, art. 155, § 2º, XI. II. O dispositivo constitucional não distingue entre estabelecimentos industriais e equiparados. O que importa verificar é a ocorrência da situação fática inscrita no inciso XI do § 2º do art. 155 da CF, certo que os contribuintes do IPI estão definidos no CTN, art 51. ....” (STF. RE 185318/SP. Rel.: Min. Carlos Velloso. 2ª Turma. Decisão: 24/09/ 96. DJ de 29/11/96, p. 47.181.)

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“Ementa: .... I. Inexiste qualquer ofensa ao princípio da legalidade estrita, o fato de o Decreto 87.981/82, em seu art. 9º, IV, ter equiparado a industrial o fabricante que encomenda produtos industrializados de terceiros e lhe fornece modelos e materiais intermediários, comercializando os produtos acabados, pois o CTN, em seu art. 46, II, estabelece como fato gerador a saída de produto industrializado de estabelecimento comerciante e o art. 51, III, atribui ao comerciante a responsabilidade de contribuinte, quando fornece ao industrial produtos sujeitos ao IPI. ....” (TRF-1ª Região. AC 95.01.28059-4/MG. Rel.: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado). 3ª Turma. Decisão: 09/12/99. DJ de 31/03/00, p. 1.378.) “Ementa: .... O simples fato da saída da mercadoria do estabelecimento do comerciante atacadista não autoriza, a princípio, sua tributação, sobretudo porque não pode ser equiparado aos contribuintes autônomos, tal como se encontra disposto no parágrafo único, art. 51 do Código Tributário Nacional, já que estes, de alguma forma, contribuem para a modificação industrial dos bens que comercializam, ao contrário daquele. ....” (TRF-2ª Região. AG 2000.02.01.067523-8/RJ. Rel.: Des. Federal Ricardo Regueira. 1ª Turma. Decisão: 14/05/01. DJ de 21/06/01.) “Ementa: .... Para fins de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, os estabelecimentos são considerados autônomos, ainda que pertencentes a uma mesma pessoa física ou jurídica, conforme estabelece o parágrafo único do art. 51 do Código Tributário Nacional e inciso IV do art. 487 do Regulamento do IPI/Ripi. ....” (TRF-2ª Região. AG 2001.02.01.045549-8/RJ. Rel.: Des. Federal Vera Lúcia Lima. 5ª Turma. Decisão: 20/08/02. DJ de 22/10/02, p. 215.) “Ementa: .... I. Os produtos importados com finalidade de comercialização no mercado interno sofrem a incidência do IPI, segundo autoriza o art. 46, I, do CTN e art. 2º da Lei 4.502/64, sendo que o sujeito passivo da obrigação tributária decorrente desse fato é o importador ou quem a lei a ele equiparar (art 51, I, CTN e art. 35, I, Lei 4.502/ 64). ....” (TRF-3ª Região. AMS 93.03.058363-9/SP. Rel.: Des. Federal Regina Costa. 6ª Turma. Decisão: 29/06/99. DJ de 29/09/99, p. 500.) “Ementa: .... I. Farão jus ao crédito de IPI importadores, industriais, comerciantes ou arrematantes, desde que inseridos nas condições atribuídas pela legislação de regência. ....” (TRF-3ª Região. AC 96.03.037417-2/SP. Rel.: Des. Federal Baptista Pereira. 3ª Turma. Decisão: 22/08/01. DJ de 17/10/01, p. 466.)

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SEÇÃO II
Imposto Estadual sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias
• Vide Súmula 663 do STF: “Os §§ 1º e 3º do art. 9º do DL 406/68 foram recebidos pela Constituição.”

Art. 52. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: O Imposto, de competência dos Estados, sobre Operações relativas a Circulação de Mercadorias tem como fato gerador: (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) I. a saída de mercadorias de estabelecimento comercial, industrial ou produtor; (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) II. Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67 e revogado pelo Ato Complementar 36, de 13/03/67: Texto original: a entrada de mercadoria estrangeira em estabelecimento da empresa que houver realizado a importação, observado o disposto nos §§ 6º e 7º, do art. 58; III. o fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, nos restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 1º Equipara-se à saída a transmissão da propriedade de mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do transmitente. § 2º Quando a mercadoria seja transferida para armazém-geral, no mesmo Estado, a saída considera-se ocorrida no lugar do estabelecimento remetente: I. no momento da retirada da mercadoria do armazém, salvo se para retornar ao estabelecimento da origem; II. no momento da transmissão da propriedade da mercadoria. § 3º O imposto não incide: I. sobre a saída decorrente da venda a varejo, diretamente a consumidor, de gêneros de primeira necessidade, definidos como tais por ato do Poder Executivo estadual;

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II. sobre a alienação fiduciária, em garantia; III. sobre a saída de vasilhame utilizado no transporte da mercadoria, desde que tenha de retornar a estabelecimento do remetente. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 31, de 28/12/66) IV. sobre o fornecimento de materiais pelos empreiteiros de obras hidráulicas ou de construção civil, quando adquiridos de terceiros. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67 e alterado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67) § 4º Vetado. Art. 53. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: A base de cálculo do imposto é: I. o valor da operação de que decorrer a saída da mercadoria; II. na falta do valor a que se refere o inciso anterior, o preço corrente da mercadoria, ou sua similar, no mercado atacadista da praça do remetente. § 1º O montante do imposto de que trata o art. 46 não integra a base de cálculo definida neste artigo: I. quando a operação constitua fato gerador de ambos os tributos, como definido nos arts. 46 e 52; II. em relação a produtos sujeitos ao imposto de que trata o art. 46, com base de cálculo relacionada com o preço máximo de venda no varejo marcado pelo fabricante; § 2º Na saída para outro Estado, a base de cálculo definida neste artigo: I. não inclui as despesas de frete e seguro; II. não pode exceder, nas transferências para estabelecimento do próprio remetente ou seu representante, o preço de venda do estabelecimento destinatário, no momento da remessa, diminuído de 20% (vinte por cento) e ainda das despesas de frete e seguro. (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 3º Na saída decorrente de fornecimento de mercadorias nas operações mistas de que trata o § 2º do art. 71, a base de cálculo é o preço de aquisição das mercadorias, acrescido da percentagem de 30% (trinta por cento) e, incluído, no preço, se incidente na operação,

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o Imposto sobre Produtos Industrializados. (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 4º O montante do Imposto sobre Circulação de Mercadorias integra o valor ou preço a que se referem os incisos I e II deste artigo constituindo o respectivo destaque nos documentos fiscais, quando exigido pela legislação tributária, mera indicação para os fins do disposto no art. 54. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 27, de 08/12/66) § 5º Nas operações de venda de mercadorias aos agentes encarregados da execução da política de garantia de preços mínimos, a base de cálculo é o valor líquido da operação, assim entendido o preço mínimo fixado pela autoridade federal, deduzido das despesas de transporte, seguro e comissões. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) Art. 54. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: O imposto é não-cumulativo, dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior, em determinado período, entre o imposto referente às mercadorias saídas do estabelecimento e o pago relativamente às mercadorias nele entradas. § 1º O saldo verificado, em determinado período, em favor do contribuinte transfere-se para o período ou períodos seguintes. § 2º A lei poderá facultar aos produtores a opção pelo abatimento de uma percentagem fixa, a título do montante do imposto pago relativamente às mercadorias entradas no respectivo estabelecimento. Art. 55. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: Em substituição ao sistema de que trata o artigo anterior, poderá a lei dispor que o imposto devido resulte da diferença a maior entre o montante do imposto relativo à operação a tributar e o pago na incidência anterior sobre a mesma mercadoria. Art. 56. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: Para os efeitos do disposto nos arts. 54 e 55, nas remessas de mercadorias para fora do Estado, o montante do impos-

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to relativo à operação de que decorram figurará destacadamente em nota fiscal, obedecendo, com as adaptações previstas na legislação estadual, ao modelo de que trata o art. 50. Art. 57. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: A alíquota do imposto é uniforme para todas as mercadorias, não excedendo, nas saídas decorrentes de operações que as destinem a contribuinte localizado em outro Estado, o limite fixado em Resolução do Senado Federal. (Redação dada pelo Ato Complementar 27, de 08/12/66) Parágrafo único. O limite a que se refere este artigo substituirá a alíquota fixada na lei do Estado, quando esta lhe for superior. Art. 58. Revogado pelo Decreto-Lei 406, de 31/12/68: Texto original: Contribuinte do imposto é o comerciante, industrial ou produtor que promova a saída da mercadoria. § 1º Equipara-se a comerciante, industrial ou produtor qualquer pessoa, natural ou jurídica, que pratique, com habitualidade, operações relativas à circulação de mercadorias. § 2º A lei pode atribuir a condição de responsável: I. ao comerciante ou industrial, quanto ao imposto devido por produtor pela saída de mercadoria a eles destinada; II. ao industrial ou comerciante atacadista, quanto ao imposto devido por comerciante varejista, mediante acréscimo: (Redação dada pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) a) da margem de lucro atribuída ao revendedor, no caso de mercadoria com preço máximo de venda no varejo marcado pelo fabricante ou fixado pela autoridade competente; b) de percentagem de 30% (trinta por cento) calculada sobre o preço total cobrado pelo vendedor, neste incluído, se incidente na operação, o imposto a que se refere o art. 46, nos demais casos. III. à cooperativa de produtores, quanto ao imposto relativo às mercadorias a ela entregues por seus associados. § 3º A lei pode considerar como contribuinte autônomo cada estabelecimento, permanente ou temporário, do comerciante, industrial

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ou produtor, inclusive quaisquer veículos utilizados por aqueles no comércio ambulante. § 4º Os órgãos da Administração Pública centralizada e as autarquias e empresas públicas, federais, estaduais ou municipais, que explorem ou mantenham serviços de compra e revenda de mercadorias, ou de venda ao público de mercadoria de sua produção, ainda que exclusivamente ao seu pessoal, ficam sujeitos ao recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 5º O encarregado de estabelecimento dos órgãos ou entidades previstos no parágrafo anterior que autorizar a saída ou alienação de mercadoria sem cumprimento das obrigações, principais ou acessórias, relativas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias, nos termos da legislação estadual aplicável, ficará solidariamente responsável por essas obrigações. (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/01/67) § 6º Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/ 01/67 e revogado pelo Ato Complementar 36, de 13/03/67: Texto original: No caso do inciso II do art. 52, contribuinte é qualquer pessoa jurídica de direito privado, ou empresa individual a ela equiparada, excluídas as concessionárias de serviços públicos e as sociedades de economia mista que exerçam atividades em regime de monopólio instituído por lei. § 7º Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 34, de 30/ 01/67 e revogado pelo Ato Complementar 36, de 13/03/67: Texto original: Para os efeitos do parágrafo anterior, equipara-se a industrial as empresas de prestação de serviços.

SEÇÃO III
Imposto Municipal sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias Art. 59. Revogado pelo Ato Complementar 31, de 28/12/66: Texto original: O Município poderá cobrar o imposto a que se refere o art. 52, relativamente aos fatos geradores ocorridos em seu território.

Parágrafo único. de 28/12/66: Texto original: Ressalvado o disposto no § 3º do art. SEÇÃO IV Imposto sobre Operações de Crédito.” • Vide Súmula 3 do TRF-2ª Região: “A isenção do IOF. 1º da Lei 8. Art. 61. prevista no art. 6 do Decreto-Lei 2. 52. é uniforme para todas as mercadorias. As infrações à legislação deste imposto poderão ser punidas pela autoridade municipal com multas não superiores a 30% (trinta por cento) do montante que resultaria da aplicação da legislação estadual a infração idêntica. Revogado pelo Ato Complementar 31. 52. 62. somente se aplica às importações realizadas no amparo de guias emitidas a partir de 1º de julho de 1988.033/90. salvo nos casos em que a cobrança do imposto lhe é assegurada pelo artigo seguinte. Art. não excedente de 30% (trinta por cento). 60.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 79 Art. é assegurada ao Município a cobrança do imposto nos casos em que da lei estadual resultar suspensão ou exclusão de créditos. e sua alíquota. de 28/12/66: Texto original: A base de cálculo do imposto é o montante devido ao Estado a título do imposto de que trata o art. Nas hipóteses previstas neste artigo. mas não poderá impor aos contribuintes ou responsáveis obrigações acessórias.” . Câmbio e Seguro. Câmbio e Seguros – IOF sobre saques efetuados em caderneta de poupança. 52. o Município cobrará o imposto como se a operação fosse tributada pelo Estado. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários • Vide Súmula 664 do STF: “É inconstitucional o inciso V do art. que instituiu a incidência do Imposto nas Operações de Crédito. Parágrafo único. assim como a antecipação ou o diferimento de incidências relativamente ao imposto de que trata aquele artigo. Revogado pelo Ato Complementar 31. tendo a respectiva fiscalização acesso aos livros e demais documentos fiscais nela previstos. Revogado pelo Ato Complementar 31.434/88. de 28/12/66: Texto original: O Município observará a legislação estadual relativa ao imposto de que trata o art.

Rel. no momento do fechamento do câmbio. ou documento que a represente. a sua efetivação pela entrega total ou parcial do montante ou do valor que constitua o objeto da obrigação. Parágrafo único. III. Imposto sobre Operações de Câmbio. Operações de câmbio. ou melhor dizendo.. • Vide Súmula 588 do STF: “O Imposto sobre Serviços não incide sobre os depósitos. transmissão. .. • Vide Súmula 4 do TRF-4ª Região: “É constitucional a isenção prevista no art.80 Tribunal Regional Federal . DJ de 09/ 03/92.783/80. A incidência definida no inciso I exclui a definida no inciso IV. REsp 15200/SP... quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários. ao pagamento ou resgate do título representativo de uma mesma operação de crédito. 6º do Decreto-Lei 2... ou sua colocação à disposição do interessado. e reciprocamente. . e sobre Operações relativas a Títulos e Valores Mobiliários tem como fato gerador: I..” (STJ..434. O afastamento da regra de tributação pode se dar através de ataque a um dos aspectos do fato gerador. quanto às operações de seguro. isto é.. ... cobrados pelos estabelecimentos bancários. na forma da lei aplicável.. a emissão.” III. Por . quanto às operações de câmbio. a sua efetivação pela entrega de moeda nacional ou estrangeira. II.. IV. 63. ... mas pode resultar de circunstância que lhe é estranha. pagamento ou resgate destes. quanto às operações de crédito. Câmbio e Seguro... de competência da União.. o IOF incide no momento da liquidação do contrato ou câmbio. de 19/05/88. p. Decisão: 11/12/91.. sobre Operações de Crédito. 1ª Turma. 2. as comissões e taxas de desconto. . na forma da lei aplicável. Nos termos do art.. Fato gerador. ou sua colocação à disposição do interessado em montante equivalente à moeda estrangeira ou nacional entregue ou posta à disposição por este..) “Ementa: ..1ª Região Art.” “Ementa: . . 63 do CTN e do Decreto-Lei 1.. O Imposto. quanto à emissão. Pedro Acioli.. p/ acórdão: Min. ou de documento que a represente. ou sua colocação à disposição do interessado.551. a entrega de moeda nacional ou estrangeira. ou recebimento do prêmio. a sua efetivação pela emissão da apólice ou do documento equivalente.

Rel.. Decisão: 04/12/00.434/88..02. Rel. p.. A Lei 8. AC 95. A Lei 8. III. .. .) “Ementa: . a.20120-1/DF. .. Câmbio e Seguro e sobre Operações relativas a Títulos e Valores Mobiliários.) “Ementa: . Fato gerador.. Decisão: 29/09/98. p.. AMS 90. 2ª Turma.” (TRF-1ª Região. O art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 81 isso.075765/RJ.: Des.” (TRF-1ª Região. decreto-lei que venha a modificar critério de isenção. quando estabelece que o IOF incidirá sobre o saque de caderneta de poupança.. DJ de 06/10/97. p.. DJ de 26/08/93. passível da incidência do IOC..01. em seu art. Imposto sobre Operações de Câmbio – IOC. mesmo em razão de negócio relativo a exportação de mercadorias.. Federal Vicente Leal.. embora efetivadas após essa data.: Des.057.) “Ementa: .. 5ª Turma. 4ª Turma. mas posterior à expedição de guia. isentando o negócio acessório de aquisição de moeda estrangeira do Imposto sobre Operações de Câmbio.. Rel....: Des. 6º. A remessa de moeda para o exterior.) “Ementa: . 22. p.. tenham por cobertura guias emitidas até 30/06/88. 63 do CTN). Ari Pargendler. III.. 3ª Turma. 63 do CTN..033/90 criou hipótese de incidência do imposto que extrapola a lei complementar de normas gerais (art. II. Rel. Câmbio e Seguro e sobre Operações relativas a Títulos e Valores Mobiliários tenha como fato gerador a efetiva operação de câmbio. anterior ao fato gerador. Se a expedição de guia de exportação não se constitui em fato gerador do IOF (art.. Decisão: 16/09/97. Cabe apenas a esta lei.” (TRF-1ª Região.: Min.926. Decisão: 10/09/90.. 63.” (STJ..: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada)..... definir os fatos geradores dos impostos . do CTN. 63 e seus incisos do Código Tributário Nacional estabelecem o fato gerador do Imposto sobre Operações de Crédito. Embora o Imposto sobre Operações de Crédito. 146. DJ de 16/02/01.064.. 4ª Turma. de acordo com o disposto no art.. DJ de 08/12/98. do Código Tributário Nacional.. Federal Tanyra Vargas. 63 do CTN). fere o art. REsp 35942/ PR. 63. Decisão: 26/05/93. . . não afronta o art. CF/88... 34.. . . Rel. Federal Eliana Calmon. a regra que torna menos onerosa a operação econômica de importação. somente alcança as importações acobertadas por guia de importação emitida a partir de 1º de julho de 1988 e não as que. I. AC 90. ... consubstancia operação de câmbio. não infringe o CTN.01.. a isenção concedida pelo Decreto-Lei 2. 49.17728-0/ BA. nos termos do art. I. por determinar a incidência do tributo sem que tenha sido configurado o seu fato gerador. II..033/90...01.. I. I. 2.) “Ementa: . DJ de 24/09/90. .. que possui eficácia passiva de lei complementar...” (TRF-2ª Região.11793-7/AM. AC 95.

25168-0/RJ.. 3ª Turma. O aspecto temporal do fato gerador encontra-se perfeitamente definido no art.: Des. Federal Guilherme Diefenthaeler... Ele não é complexivo e sucessivo. quanto às operações de seguro. 3ª Turma. II. 1ª Turma. do CTN/66. DJ de 23/12/98. convertida na Lei 8. ... o montante da obrigação.) “Ementa: .. Federal Vânia Hack de Almeida. Ocorre no momento da entrega da moeda. AC 97. c) no pagamento ou resgate.... DJ de 28/09/94. p.” (TRF-4ª Região.. AMS 90.. quanto às operações de câmbio. . A base de cálculo do imposto é: I.. . Antes da liquidação do contrato de câmbio (troca da moeda) não existe o fato gerador. o fato gerador constitui a efetivação do empréstimo pela entrega da moeda nacional ou estrangeira. Decisão: 25/05/94. Rel.) “Ementa: ... III. p. b) na transmissão. 63 do CTN/66. DJ de 04/04/02. compreendendo o principal e os juros. I. Decisão: 21/11/01. O Imposto sobre Operações de Crédito. III. IV. ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários. decorrente da Medida Provisória 200/90 (reeditada pelas Medidas Provisórias 212 e 237. Incidência... Imposto sobre Operações Financeiras..005. quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários: a) na emissão.088/90).. o montante do prêmio. Rel. Câmbio e Seguro. 525. 63.” (TRF-3ª Região. Decisão: 17/11/98. entregue ou posto à disposição. ou o valor da cotação em Bolsa. “Ementa: . 55. . IV.”(TRF-2ª Região. não se .82 Tribunal Regional Federal .. ou de documento equivalente. o preço ou o valor nominal.03. o respectivo montante em moeda nacional.: Des. o preço. AMS 95..04.. II. II.43376-6/RS. 64. 63.000506-0/SP. como determinar a lei. o valor nominal mais o ágio. ou sua colocação à disposição do interessado.. se houver. A hipótese de incidência do imposto discutido encontra-se claramente definida no art.02.) Art.. . Rel. inciso II.1ª Região discriminados na Constituição. I. nos limites vazados pela Norma Suprema. O art.. recebido. quanto às operações de crédito. do CTN disciplina que nas operações de câmbio. Federal Ana Scartezzini.: Des.

. Rel.. “Ementa:. nessa operação. 62. Rel. O Poder Executivo podia.03.626.. Federal Homar Cais. Federal Oliveira Lima.. A base de cálculo da exação é o respectivo montante em moeda nacional. III.. As alíquotas é que sofreram alterações ao longo do tempo. nas condições e limites fixados em lei. Decisão 22/08/90. 64 do CTN. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. ou documento que a represente. O Poder Executivo pode... nenhuma inconstitucionalidade se vislumbra em tal tributo. seja pela efetiva entrega ou colocação à disposição do interessado. 63/64). Contribuinte do imposto é qualquer das partes na operação tributada. 4ª Turma.. Rel. AMS 95.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 83 confunde com o Imposto de Renda. . incide IOF. como dispuser a lei. nos termos do art. I. mas com respaldo no § 1º do art. AMS 91. DJ de 21/02/01.. II. § 2º). pela nova ordem jurídica. 2ª Turma. restando não recepcionada. p.: Des.. V. Limitada a base de cálculo ao valor dos encargos ou do rendimento da operação. p. que tentaram incursionar em matéria que lhes era vedada. Resulta daí serem inválidas tanto a Resolução 816/83 do Conselho Monetário Nacional.03. CF/67. pois a hipótese de incidência é a disponibilidade de moeda nacional ou estrangeira. art.) Art. AMS 89.) Art. o art. e não sobre a totalidade desta. achando-se a hipótese de incidência plenamente adequada às regras do Código Tributário Nacional (arts.. 10 da Lei 5. . onde o tomador do empréstimo vende a moeda estrangeira no mercado financeiro ou diretamente ao Banco Central e. 65. Decisão: 16/11/00. DOE de 22/10/90. DJ de 19/09/95. recebido quando da liquidação da operação cambial.. 66.181.” (TRF-3ª Região. 63 a 67)..030094-7/SP.143/66. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto. Editada a Emenda Constitucional 1/69. Decisão: 28/06/95. 123.) “Ementa: .. como a Circular 775/83 do Banco Central do Brasil.62881-8/PR.042905-9/SP. art. § 1º. suprimida ficou essa faculdade. p.04. . Federal Vilson Darós.. . 153 da Constituição Federal e no Código Tributário Nacional (arts. 65 do CTN e o art. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política monetária. O empréstimo de recursos obtidos no exterior se realiza através de operações de câmbio. 4ª Turma.”(TRF-4ª Região. alterar alíquotas ou base de cálculo do IOF (EC 18/65.: Des. 14.: Des. 22.” (TRF-3ª Região.

SEÇÃO V Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações Art. § 1º Para os efeitos deste artigo. sobre Serviços de Transportes e Comunicações tem como fato gerador: I. fato gerador de imposto de competência da União ou dos Estados. de pessoas. mercadorias ou valores. locação de bens móveis. por si só. 70. por qualquer processo. Contribuinte do imposto é o prestador do serviço. faladas ou visuais. 68. SEÇÃO VI Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza Art. II.84 Tribunal Regional Federal . a prestação do serviço de comunicações. Art. de 30/01/67) I. de serviço que não configure. locação de espaço em bens imóveis. salvo quando o trajeto se contenha inteiramente no território de um mesmo Município. A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. 71. com ou sem estabelecimento fixo. O Imposto. a prestação do serviço de transporte. de mensagens escritas. sobre Serviços de qualquer natureza tem como fato gerador a prestação. salvo quando os pontos de transmissão e de recebimento se situem no território de um mesmo Município e a mensagem em curso não possa ser captada fora desse território. de competência dos Municípios. Revogado pelo Decreto-Lei 406. considera-se serviço: (Redação dada pelo Ato Complementar 34. de 31/12/68: Texto original: O Imposto. A receita líquida do imposto destina-se à formação de reservas monetárias. II. na forma da lei. Art. 69. 67. assim se entendendo a transmissão e o recebimento. por empresa ou profissional autônomo. a título de hospedagem ou para guarda de bens de qualquer natureza. de competência da União. . por qualquer via. bens.1ª Região Art.

excluídas as contratadas com a União. IV. recondicionamento e operações similares. galvanoplastia. II. (Redação dada pelo Ato Complementar 34. quando se trate de prestação de serviço sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 27. lavagem. demais formas de fornecimento de trabalho. caso em que o imposto será calculado sobre o valor total da operação. quando relacionadas com mercadorias não destinadas à produção industrial ou à comercialização. conserto. jogos e diversões públicas. 72. com ou sem utilização de máquinas. ferramentas ou veículos. de 30/01/67) Art. salvo: I. beneficiamento. 53. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34. de 30/01/67) § 2º Os serviços a que se refere o inciso IV do parágrafo anterior. para efeito de aplicação do disposto no § 3º do art. (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34. serão considerados de caráter misto. não compreendida nestes a renda proveniente da remuneração do próprio trabalho. (Redação dada pelo Ato Complementar 34. reparo. execução. por meio de alíquotas fixas ou variáveis. acondicionamento. de 28/02/67) VI. em função da natureza do serviço e outros fatores pertinentes. nas operações mistas a que se refere o § 2º do artigo anterior.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 85 III. de 30/01/67 e alterado pelo Ato Complementar 35. caso em que o imposto será calculado. quando acompanhados do fornecimento de mercadorias. Estados. Revogado pelo Decreto-Lei 406. por administração ou empreitada. deduzido da parcela que serviu de base ao cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias. restauração. de 31/12/68: Texto original: A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. de obras hidráulicas ou de construção civil. de 30/01/67) . de 30/01/67) V. autarquias e empresas concessionárias de serviços públicos assim como as respectivas subempreitadas. tingimento. na forma do § 3º do art. salvo se a prestação de serviço constituir seu objeto essencial e contribuir com mais de 75% (setenta e cinco por cento) da receita média mensal da atividade. confecção. Distrito Federal e Municípios. 53. de 08/12/66 e alterado pelo Ato Complementar 34.

sejam quais forem sua natureza ou competência. IV. o consumo. Art. a importação. como definida no art. como definida no art. II. . assim entendida a venda do produto ao público. uma só vez.86 Tribunal Regional Federal . na execução de obras hidráulicas ou de construção civil. a circulação. sobre uma das operações previstas em cada inciso deste artigo. assim entendida a colocação do produto no estabelecimento consumidor ou em local de venda ao público. 52. de competência da União. incidentes sobre aquelas operações. 74. Revogado pelo Decreto-Lei 406.” I. a distribuição. O Imposto. e exclui quaisquer outros tributos. 73. 46 e seu parágrafo único. como definida no art. como dispuser a lei. já tributadas pelo imposto. § 1º Para os efeitos deste imposto a energia elétrica considerase produto industrializado. Energia Elétrica e Minerais do País tem como fato gerador: • Vide Súmula 191 do TFR: “É compatível a exigência da contribuição para o PIS com o Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes. V. Energia Elétrica e Minerais do País Art. CAPÍTULO V Impostos Especiais SEÇÃO I Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis.1ª Região III. caso em que o imposto será calculado sobre o preço total da operação deduzido das parcelas correspondentes: (Inciso acrescentado pelo Ato Complementar 34. § 2º O imposto incide. III. de 31/12/68: Texto original: Contribuinte do imposto é o prestador do serviço. sobre Operações relativas a Combustíveis. b) do valor das subempreitadas. Lubrificantes. 19. Lubrificantes. quando fornecidos pelo prestador do serviço. a produção. de 30/01/67) a) ao valor dos materiais adquiridos de terceiros.

que. sim. a matéria-prima.” (TRF-1ª Região. . como mercadoria. segundo o Código Tributário Nacional. p. 4ª Turma.01. 21 da EC 1/69. Produção. segundo a qual ‘é compatível a exigência da contribuição para o PIS com o Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes’.04. parágrafo único.: Min. 74 do CTN/66. 1ª Turma. inciso VIII. I. DJ de 31/05/96. correspondendo a uma produção. Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes. sujeita ao ICM.) .456.) “Ementa: .” (TRF-4ª Região.807. Decisão: 08/03/93.. sob a égide da CF/67.) “Ementa: .. DJ de 11/02/98. VIII. incidente uma vez.. assim. que. II. Cumulação não vedada sob a égide da CF/67. DJ de 29/03/93.. VII.. é a operação que ‘modifica a natureza ou a finalidade’ de um determinado bem. 21. Nesse sentido.. estaria sujeita exclusivamente ao Imposto Único de que tratava o inciso VIII do art. Rel. este. pode ser objeto de circulação jurídica e econômica. Havendo distinção entre o faturamento e as operações que constituem fato gerador do extinto Imposto Único de que trata o art. da CF/67 e art. 21. 74 do CTN/66.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 87 “Ementa: .” (STF. p. do Código Tributário Nacional). AC 96. não mais terá lugar nova incidência. regulamentado pelo art..093649/MG.: Des. O momento de incidência verifica-se quando da ocorrência de um dos fatos previstos em lei (fato gerador) e pela disposição da lei. a Súmula 191 do extinto TFR. Assim. VI. Imposto Único sobre Minerais. E somente a operação de industrialização. a canade-açúcar. Rel.. inciso VIII. 74 e 46. 924. Inteligência do art. RE 180721/MG. V. se converte em álcool carburante... 2ª Turma. Não.. O momento em que se é devido o imposto confunde-se com o momento em que o fato imponível se consuma. a cana-de-açúcar é apenas o bem. é que. Sydney Sanches. Federal Leite Soares. a atividade transformadora da cana-de-açúcar nesse combustível líquido. Cana-de-açúcar não é combustível líquido. não havia vedação.. 10. Decisão: 17/12/97. industrializada.. existente em si mesma.. A EC 1/69 estabelecia a competência da União para instituir Imposto sobre Produção de Combustíveis Líquidos.. embora sirva como matéria-prima na produção de álcool carburante. ou seja. AC 91. Rel. quanto à exigência cumulativa entre o PIS e o referido imposto. um combustível líquido.: Des. PIS.26873-2/PR. da CF/67. 18. ou ‘ o aperfeiçoa para o consumo’ (arts. hoje ICMS. p. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. Decisão 16/04/96. .

ao Imposto sobre a Importação. 77.” Parágrafo único. ao Imposto sobre Produtos Industrializados. quando a incidência seja sobre a produção ou sobre o consumo. diferentemente daqueles. SEÇÃO II Impostos Extraordinários Art. temporariamente.88 Tribunal Regional Federal . 75. quando a incidência seja sobre a distribuição. • Vide Súmula 665 do STF: “É constitucional a Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários instituída pela Lei 7. contados da celebração da paz. são compulsórias e tem sua cobrança con- . têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. III. (Redação dada pelo Ato Complementar 34.” • Vide Súmula 670 do STF: “O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa. de serviço público específico e divisível. A lei observará o disposto neste Título relativamente: I.940/89. gradativamente. TÍTULO IV Taxas Art. prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. de 30/01/67) • Vide Súmula 545 do STF: “Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. suprimidos. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. Na iminência ou no caso de guerra externa. efetiva ou potencial. pelos Estados. impostos extraordinários compreendidos ou não entre os referidos nesta lei. ou a utilização.1ª Região Art. A taxa não pode ter base de cálculo ou fato gerador idênticos aos que correspondam a imposto. no âmbito de suas respectivas atribuições. 76. As taxas cobradas pela União. nem ser calculada em função do capital das empresas. no prazo máximo de 5 (cinco) anos. II. porque estas. a União pode instituir. quando a incidência seja sobre essa operação. ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias.

. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt. da Alal ou Aladi. DJ de 29/06/01..” (STF. em relação à lei que as instituiu. Decisão: 12/08/99.. RE 220316/MG. porque em ordem a permitir uma medida tanto quanto possível justa... Taxa Judiciária. Exação fiscal cobrada como contrapartida ao exercício do poder de polícia. sendo calculada em razão da área fiscalizada. Taxa de Fiscalização. Tribunal Pleno. Tribunal Pleno. instituída pelo Município de Porto Alegre. por faixas de contribuintes. . de 20/12/61. Serviço que.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. . Decisão: 09/11/95. ADI 948/GO. cuja base de cálculo é o valor da atividade estatal deferida diretamente ao contribuinte. . p. com base em tabela.. 2.. justamente em razão do mencionado critério pode ser referido a cada contribuinte em particular..320. DJ de 17/03/00.. o Supremo Tribunal Federal firmou jurisprudência no sentido de se tratar de tributo da espécie taxa (Representação 1.) “Ementa: .” (STF.. não podendo ser confundido com qualquer dos fatores que entram na composição da base de cálculo do IPTU.” • Vide Súmula 551 do STF: “É inconstitucional a taxa de urbanização da Lei 2.. Francisco Rezek. que veda a bitributação. Ela resulta da prestação de serviço público específico e divisível. dado adequadamente utilizado como critério de aferição da intensidade e da extensão do serviço prestado. 56. ..: Min. .077)..: Min....” • Vide Súmula 15 do TRF-5ª Região: “É válida a cobrança da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários (Lei 7. Natureza jurídica: tributo da espécie taxa... Rel..940/89).” • Vide Súmula 595 do STF: “É inconstitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica a do Imposto Territorial Rural.” “Ementa: . razão pela qual não se pode ter por ofensivo ao dispositivo constitucional em referência. em termos de contraprestação. Localização e Funcionamento. no caso.. Sobre o tema da natureza jurídica dessa exação.. Rel. e de modo divisível..” • Vide Súmula 80 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM.) .. porque seu fato gerador é o mesmo da transmissão imobiliária. Ilmar Galvão.. p..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 89 dicionada à prévia autorização orçamentária.

145. mas como beneficiários do serviço público. .. p. Decisão: 13/05/03... pelos donos e possuidores de fazendas localizadas às margens. 238. Tais pessoas. entretanto. Franciulli Netto.. 77 proíbe que a taxa tenha fato gerador idêntico àquele que serve ao lançamento de imposto. DJ de 07/04/03.. entretanto. É ilegítima a cobrança de taxa instituída em lei municipal. IV.. A União. 267. A controvérsia acerca da natureza jurídica do preço de um serviço público. II... não contribuem como proprietários.: Min. Rel. Nada impede.: Min. Decisão: 17/08/00.. os Estados. p. Humberto Gomes de Barros..) “Ementa: .: Min. Consolidou-se o entendimento desta Corte no sentido de que as Taxas de Conservação e de Limpeza de vias públicas não se confundem com o IPTU. 2ª Turma. REsp 185270/SP.. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir taxas. que o contribuinte de determinado imposto pague taxa. . I. indivisível e insuscetível de ser atribuído a contribuinte certo e determinado. 1ª Turma. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição (arts.) “Ementa: . . tem como fato gerador a utilização de tais serviços..) . DJ de 18/09/00. DJ de 02/12/02. I. DJ de 03/06/02. não mensurável.. da CF e 77 do CTN). efetiva ou potencial.. gerada pela utilização de serviço posto à disposição.” (STJ. Rel.” (STJ. se não restaram observados os pressupostos constitucionais e legais para configuração do fato gerador desta espécie de tributo. DJ de 30/06/03. em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização.: Min. REsp 222063/SP.. Decisão: 07/05/02. preço público ou tarifa.. Prevalece o entendimento de que a base de cálculo da Taxa de Limpeza Pública não se amolda ao serviço público específico e divisível previsto nos arts. 2ª Turma.” (STJ. Francisco Peçanha Martins. ROMS 11910/SE. 77 e 79 do Código Tributário Nacional. Decisão: 04/02/03. A Taxa de Conservação e Serviços de Estradas Municipais . p.” (STJ... I..... Rel. 204. . Garcia Vieira.. III. 1ª Turma..) “Ementa: . de maneira a evidenciar a correta interpretação adotada pela Corte a quo.1ª Região “Ementa: . de serviços públicos específicos e divisíveis. REsp 476756/SP.. sobre ser taxa. Luiz Fux. pressupõe a existência da atividade ‘em ato’ ou ‘em potência’. 101. p.. para incidir na ocupação do solo pelas empresas dedicadas à comercialização de energia elétrica... II. O parágrafo único do art..” (STJ.. 142. inespecífico. Decisão: 11/06/02. p. Rel. 1ª Turma. REsp 439570/DF.) “Ementa: .90 Tribunal Regional Federal . por isso têm por fato gerador prestação de serviço de caráter genérico.: Min. Rel.

A Carta Constitucional de 1988 afasta a possibilidade de que as taxas adotem não somente base de cálculo de impostos já discriminados no seu texto. Decisão: 19/09/00.. e por sujeito passivo quem exerce as atividades constantes de seu anexo VIII (art. Inexistência de ofensa ao princípio da isonomia.. Rel. Federal Hilton Queiroz. . DJ de 19/12/00. I.34.013267-4/MG.. II. Rel.00.. A imposição de taxa em contraprestação ao exercício do poder de polícia inexige a prática de atos concretos dirigidos especificamente a cada um dos contribuintes. Correta a decisão que indeferiu pedido de prova pericial técnica para apurar funcionamento de aparelhagem de comunicação de fito de discutir o pagamento ou não de taxa de fiscalização.012860-9/DF... p. O cálculo do valor da nova taxa será efetuado a partir de critério variado. ou a utilização.” (TRF-1ª Região..” (TRF-1ª Região.” (TRF-1ª Região. 4ª Turma. II. mas vai mais além e proíbe que sejam adotados elementos de aferição próprios de impostos e. 17.. 77 do CTN. AMS 2001. A TCFA. Inexiste violação aos princípios da isonomia. DJ de 03/04/03.) “Ementa: .00. 77. 17. b)... p.. AMS . Ag 1998. . uma vez que se trata de tributo que tem como fato gerador o exercício regular do poder de polícia. 2ª Turma Suplementar. III.) “Ementa: .. na forma da Lei 10.” (TRF-2ª Região. 70.. A cobrança da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária tem como fato gerador o exercício do poder de polícia... não se coadunando com a quantificação do custo de um serviço. Federal Mário César Ribeiro..” (TRF-1ª Região.38. Decisão: 16/04/02. efetiva ou potencial. da capacidade contributiva e da legalidade..: Des. em função da potencialidade poluidora da atividade exercida pelo contribuinte..070/66.04759-0/DF.) “Ementa: . p.: Des. Decisão: 26/02/ 03.01. tem por fato gerador o serviço prestado de exercício de poder de polícia.. não se confundindo com a que tenha como fato gerador a prestação ou simples oferta de serviço público em caráter individualizado. III.) “Ementa: .. Rel..00.. a teor do art.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). . .. 4ª Turma.059444-3/GO.. AC 96.. O fato gerador da taxa está diretamente vinculado à prestação do serviço público e o sujeito passivo é quem o utiliza ou quem o tem a sua disposição. consistente no controle e fiscalização das atividades potencialmente poluidoras e fiscalizadoras de recursos naturais (art.165 de 2000.. c). DJ de 25/07/02. 17. Federal Eustáquio Silveira. p. . patrimônio líquido das empresas é aspecto inerente à capacidade econômica do sujeito passivo.. DJ de 1º/08/03.. Decisão: 27/05/03. certamente.: Des. e não de sua receita bruta (anexo IX). prevista na Lei 5. 85. Rel.01.. 3ª Turma.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 91 “Ementa: . I. AMS 2001..

com competência exclusiva e concorrente das três esferas estatais dada a descentralização político-administrativa decorrente do nosso sistema constitucional. instituída por lei municipal. p. fundamentalmente vinculada à hipótese de incidência determinada por atividade estatal individualizada.92 Tribunal Regional Federal .) “Ementa: . I. à disciplina da produção e do mercado. Rel. pp. “Ementa: . DJ de 09/06/03. Deve. A taxa. em razão de interesse público concernente à segurança.. Decisão: 09/11/99.01.” (STJ. Rel. sofre limitações objetivas. A cobrança da Taxa de Fiscalização de Anúncios. A Administração Pública exerce o poder de polícia administrativa sobre todas as atividades e bens que afetam ou podem afetar a coletividade. AMS 96. p.02. O fato gerador da taxa está diretamente vinculado ao exercício do poder de polícia ou à prestação do serviço público. 207. atendendo especificamente às exigências dos arts. III. 120.. Milton Luiz Pereira.” (STJ. REsp 259557/SP. Franciulli Netto.: Min. DJ de 30/04/01.: Des. REsp 272394/SP.. 429/441. aos costumes.29014-9/RJ.. Rel.. 1ª Turma. fatos justificadores da imposição fiscal.... regula a prática de ato ou a abstenção de fato. Decisão: 26/03/02.. Decisão: 29/02/00. Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável. Federal Ney Fonseca.) “Ementa: . com observância do processo legal e.) Art. Decisão: 21/11/00. pois. limitando ou disciplinando direito. interesse ou liberdade. 78... à higiene. à ordem.. I. 77 e 78 do CTN’ ..” (TRF-1ª Região. 1ª Turma. corresponder à efetiva contraprestação de serviços e materialização do poder de polícia..) “Ementa: .. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público. (Redação dada pelo Ato Complementar 31. de 28/12/66) Parágrafo único.. Federal Mário César Ribeiro. DJ de 18/01/00. DJ de 04/08/00. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.36261-4/BA. Considera-se poder de polícia atividade da Administração Pública que. ‘é justificada pelo exercício do poder de polícia.. 2ª Turma. . 4ª Turma.. sendo sujeito passivo desse . 125. Rel. .. sem abuso ou desvio de poder. p.: Des.: Min...1ª Região 98. tratando-se de atividade que a lei tenha como discricionária.

DJ de 19/03/03.. da efetividade do poder de polícia. Os serviços públicos a que se refere o art.. O art. e que seja perceptível uti singuli e jamais em ação única mas de efeitos propagadores e pluralizados.” (TRF-2ª Região. Federal Mário César Ribeiro.. II. I.01. 1ª Turma..007485-0/DF. p. Há de exigir-se o recolhimento da taxa em lei prevista..00...51. . Decisão: 31/08/ 99.. Rel.. 78 do Código Tributário Nacional. mais precisamente.) Art. Rel. p/ acórdão: Des... p. DJ de 08/05/03. O poder de polícia exercido pelos conselhos de fiscalização das profissões confere a estes a natureza jurídica de entes públicos.34. Federal Julieta Lídia Lunz.. 77 consideram-se: .” (TRF-3ª Região. DJ de 16/08/02. . . 1ª Turma. Estados. Federal Marli Ferreira...” (TRF-1ª Região.649/98 para que participem da relação tributária na condição de sujeito ativo.13728-8/RJ. VIII.. Rel.. DJ de 21/10/99... conjuga-se à extensão obrigatória da eficácia da fiscalização potencial e mesmo preventiva para a disciplina das atividades em lei enumeradas. Rel.005441-0/RJ.056749-8/SP. VII. 1ª parte. O texto constitucional defere aos entes políticos.. VI. 6ª Turma. . à luz da disposição inserta no art.. Distrito Federal e Municípios – a competência para a instituição de taxas. ao se referir à utilização compulsória do serviço. 509. III. p.. desde que efetivamente ocorra o ato do Poder Público. em tal ocorrendo rompe-se o sinalagma caracterizador da taxa. constitucionalmente parificados – União..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 93 serviço quem o utiliza ou quem o tem a sua disposição. AMS 2000. impondo ao contribuinte o respectivo pagamento da respectiva taxa. Decisão: 24/09/02. A característica sinalagmática da taxa importa na efetiva utilização do serviço ou. 88.: Des. 78 do CTN. REO 99.) “Ementa: . 79..” (TRF-2ª Região. . 509. O ato regulador não se pode cindir para atribuir a cada um dos sujeitos passivos o custo pelo exercício do poder de polícia.02.) “Ementa: . 4ª Turma... Disto decorre a obrigação de serem especificados em unidade de ações de intervenção e de individualizada vantagem ou utilidade ou de individualizada restrição a ação do poder de polícia e da necessidade pública.: Des.. em razão do exercício do poder de polícia (art. AMS 2001. Federal Carreira Alvim. Decisão: 18/11/02.03.: Des. Decisão: 12/06/02. AC 93. . aliando-se a esta delegação que lhe confere a Lei 9. CF).) “Ementa: . I.. 145.

da área construída e utilização. Rel. sendo passível de destaque em unidade autônoma e utilização individualizada por cada um dos usuários. II. O serviço público custeado pelo Taxa de Licenciamento de Importação é específico e divisível. por parte de cada um dos seus usuários. .) “Ementa: . Rel.. quando por ele usufruídos a qualquer título. Decisão: 16/12/97.... no seu limite com a via ou logradouro público ... 77 e 79 do CTN.. separadamente. 8.. de utilidade.. sendo de utilização compulsória.1ª Região I. Extrai-se dos termos da legislação municipal que a taxa em comento deve ser calculada em função da localização do imóvel. . 77 e 79 do Código Tributário Nacional. do serviço público específico e divisível.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). utilizados pelo contribuinte: a) efetivamente. Rel. Nos serviços públicos relativos à limpeza urbana e conservação de vias e logradouros públicos. Decisão: 07/05/02. ou de necessidade públicas.. prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição. Alegada divergência jurisprudencial na interpretação dos arts.. DJ de 18/06/99..: Min.. I. I. Taxa de Limpeza Pública... p. José Delgado. ’ . . EREsp 94314/SP. 1ª Seção. como determinam os arts.324679/MG. quando. As taxas de consumação desses serviços têm como fato gerador ‘o exercício do poder de polícia. Decisão: 05/03/99. A Taxa de Serviço tem por hipótese de incidência a prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. DJ de 14/10/02..” (TRF-1ª Região. . prestados ao contribuinte ou colocados a sua .94 Tribunal Regional Federal . Franciulli Netto. III. I. específicos. quando suscetíveis de utilização.. efetiva ou potencial.. quando possam ser destacados em unidades autônomas de intervenção. b) potencialmente. p.. sejam postos à sua disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento... “Ementa: . 2ª Turma. II.: Min.. 4ª Turma..” (STJ.. DJ de 06/04/98.” (STJ... divisíveis. REsp 186585/SP. 198. 77 e 79 do CTN).. tomandose por base o metro linear ou fração em toda a extensão do imóvel.) “Ementa: . encontram-se presentes os requisitos de especificidade e de divisibilidade (arts. REO 93. circunstância a evidenciar que a base de cálculo não está adequada a serviço específico e divisível. a utilização.01.....) “Ementa: .. ..

de modo que. RE 116148/SP.: Min. no âmbito de suas respectivas atribuições. A regulamentação do horário bancário constitui competência legislativa da União. II. as Leis Orgânicas do Distrito Federal e dos Municípios e a legislação com elas compatível. 80 do CTN. “Ementa: . Rel. .01. mesmo sob a égide da redação dada pela Emenda 23 ao art. dos Estados.. segundo a Constituição Federal.. 1ª Turma. 84. Decisão: 16/02/93. p/ acórdão: Des. “Ementa: Contribuição de melhoria. p. 1ª Turma. Federal Lúcia Figueiredo.) TÍTULO V Contribuição de Melhoria Art. 18. descabe a cobrança de taxa por parte deste para a fiscalização do cumprimento do horário bancário.03. DJ de 05/11/96. Decisão: 26/09/02. é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária. forte no art.139688-6/SC. as Constituições dos Estados.04. do Distrito Federal ou dos Municípios aquelas que.” (TRF-4ª Região.023522-1/SP. AMS 92. que continua a ser requisito ínsito para a instituição do tributo. 9. Decisão: 07/08/96. Rel. não podendo ser considerado como ‘horário especial’ para fins de cobrança de taxa de funcionamento de estabelecimentos em horários especiais. 4ª Turma. REO 1999. pelos Estados.. sem configurar a valorização do imóvel. Recapeamento de via pública já asfaltada. p.) ... não se circunscrevendo ao interesse predominante do Município.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 95 disposição. p. Para efeito de instituição e cobrança de taxas.) Art. O horário bancário estabelecido por lei constitui horário normal de funcionamento das instituições financeiras. .” (STF. consideram-se compreendidas no âmbito das atribuições da União. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios.. DJ de 06/11/02.. competem a cada uma dessas pessoas de direito público.768. Rel.. 493.” (TRF-3ª Região. da Constituição de 1967. Federal Leandro Paulsen. Octávio Gallotti.: Des. 81. 80.. A contribuição de melhoria cobrada pela União. tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. DJ de 21/05/93.307.

Federal Cândido Ribeiro.: Min.) “Ementa: .. A lei relativa à contribuição de melhoria observará os seguintes requisitos mínimos: I. 2ª Turma. Contribuição de melhoria. p.. Decisão: 07/05/02..” (STJ.. Rel. tão-só o custo da obra pública realizada. c) determinação da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição.. .” (TRF-1ª Região. 211. DJ de 28/10/02. DJ de 19/11/01.: Min. 52. Decisão: 05/04/01... 233.” (STJ. III. Francisco Peçanha Martins. ‘A valorização do imóvel deve ser retribuída com a cobrança de contribuição de melhoria e não mediante a diminuição do valor do bem expropriado’. Decisão: 28/05/02. publicação prévia dos seguintes elementos: a) memorial descritivo do projeto. 81 e 82 do CTN....1ª Região “Ementa: .04. e como limite individual a valorização do imóvel beneficiado.96 Tribunal Regional Federal .. II. DJ de 05/08/02. é elemento integrante da hipótese de incidência da contribuição de melhoria. I.... Decisão: 19/10/99..09373-8/SC. CF/67... 18.. não servindo como base de cálculo. 2ª Turma. 1ª Turma. Requisitos de valorização ou de benefício. . Federal Gilson Dipp. p. CF/88. b) orçamento do custo da obra.) “Ementa: .. . Rel.. I. . p. 267... 145.00. 3ª Turma. . Arts. . REO 96. p. É ilegal a contribuição de melhoria instituída sem observância do limite individual de cada contribuinte. Ilegalidade no lançamento de contribuição de melhoria sem a demonstração dos pressupostos de valorização ou específico benefício. EC 23/83.. REsp 160030/SP.. Rel..) Art. . p. Decisão: 27/05/97. DJ de 09/07/97.. Rel. II. I.: Des..: Des. .01.. REsp 362788/RS.) “Ementa: . . em decorrência de obra pública..” (STJ. A valorização imobiliária...) “Ementa: . AC 1998. I. 284. Fato gerador.: Min. 1ª Turma. DJ de 04/02/00.. apropriados à obra pública realizada no local da situação do imóvel. Eliana Calmon... REsp 280248/SP.686.. 82. ” (TRF-4ª Região. Milton Luiz Pereira..074863-6/MG.. A contribuição de melhoria tem como fato gerador a valorização do imóvel que lhe acarreta real benefício. A contribuição de melhoria tem como limite geral o custo da obra.. Rel..

o segundo.. “Ementa: . ..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 97 d) delimitação da zona beneficiada. p. Base de cálculo.. pelos imóveis situados na zona beneficiada em função dos respectivos fatores individuais de valorização. . regulamentação do processo administrativo de instrução e julgamento da impugnação a que se refere o inciso anterior. de qualquer dos elementos referidos no inciso anterior.. Rel. A partir do DL 195/67.) “Ementa: ... . a diferença entre o valor do imóvel antes do início da obra e o valor do mesmo após a conclusão da obra.. ou seja. mas não para realização da obra pública. Decisão: 07/10/99. III...” (STJ. DJ de 06/12/99. fixação de prazo não inferior a 30 (trinta) dias. Contribuição de melhoria. REsp 143996/SP.... . o valor do imóvel antes de a obra ser iniciada. do inciso I. sem prejuízo da sua apreciação judicial. A base de cálculo da contribuição de melhoria é a valorização imobiliária. e) determinação do fator de absorção do benefício da valorização para toda a zona ou para cada uma das áreas diferenciadas. É da natureza da contribuição de melhoria a valorização imobiliária .. cada contribuinte deverá ser notificado do montante da contribuição. Valorização imobiliária. Francisco Peçanha Martins. da forma e dos prazos de seu pagamento e dos elementos que integraram o respectivo cálculo.: Min. § 2º Por ocasião do respectivo lançamento. 76. para impugnação pelos interessados. § 1º A contribuição relativa a cada imóvel será determinada pelo rateio da parcela do custo da obra a que se refere a alínea c. nela contidas.. a pulicação do edital é necessária para cobrança da contribuição de melhoria. A entidade tributante ao exigir o pagamento de contribuição de melhoria tem de demonstrar o amparo das seguintes circunstâncias: a) exigência fiscal decorre de despesas decorrentes de obra pública realizada. 2ª Turma. I.. II. c) a base de cálculo é a diferença entre dois momentos: o primeiro.. Edital.. II. b) a obra provocou a valorização do imóvel. o valor do imóvel após a conclusão da obra..

IV. Humberto Gomes de Barros. adota o critério de mais valia para definir o seu fato gerador ou hipótese de incidência . Decisão: 04/06/02. os Estados e Municípios que celebrem com a União convênios destinados a assegurar ampla e eficiente coordenação dos respectivos programas de investimentos e serviços públicos.. Decisão: 02/06/98. Rel.. no trato da contribuição de melhoria. no todo ou em parte. Rel. REsp 431068/SP.180.. José Delgado. Parágrafo único. cujo produto estes venham a distribuir. 169131/SP.. 143.: Min. Adoção. entretanto. A lei federal pode cometer aos Estados. Art. nos respectivos territórios. 1ª Turma. especialmente no campo da política tributária. poderão participar de até 10% (dez por cento) da arrecadação efetuada. cujo produto lhes seja distribuído no todo ou em parte.1ª Região .98 Tribunal Regional Federal .) TÍTULO VI Distribuições de Receitas Tributárias CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. a publicação do edital é necessária para cobrança da contribuição de melhoria.” (STJ. aos respectivos Municípios.. DJ de 03/08/98.” (STJ. excluído o incidente sobre o fumo e bebidas alcoólicas.. Sem prejuízo das demais disposições deste Título. Parágrafo único.: Min. 46. também da corrente doutrinária que.. p. e no art. incidente sobre o rendimento das pessoas físicas. 83. 43. REsp. .. 84.. A partir do DL 195/67. DJ de 12/08/02. p. O disposto neste artigo. O processo das distribuições previstas neste artigo será regulado nos convênios nele referidos. Pode.. proveniente do imposto referido no art. ser posterior à realização da obra pública . ao Distrito Federal ou aos Municípios o encargo de arrecadar os impostos de competência da União.) “Ementa: .. aplica-se à arrecadação dos impostos de competência dos Estados.. 1ª Turma.

incidente sobre a renda das obrigações de sua dívida pública e sobre os proventos dos seus servidores e dos de suas autarquias. .) “Ementa: . as autoridades arrecadadoras dos impostos a que se refere este artigo farão entrega. ao Distrito Federal e aos Municípios. destinada ao custeio do respectivo serviço de lançamento e arrecadação desse tributo.. Moreira Alves. em prazo não superior a 30 (trinta) dias. 85. § 1º Independentemente de ordem das autoridades superiores e sob pena de demissão. o Distrito Federal e os Municípios a incorporar definitivamente à sua receita o produto da arrecadação do imposto a que se refere o inciso II. na fonte. I.: Min. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 99 CAPÍTULO II Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural e sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Art. DJ de 13/05/83. I.. “Ementa: Imposto sobre Propriedade Territorial Rural. é inequívoco que a União Federal não pode arrogar-se competência para estabelecer qualquer quota de retenção do Imposto sobre Propriedade Territorial Rural destinada ao custeio do serviço de lançamento e arrecadação desse tributo. aos Estados. § 3º A lei poderá dispor que uma parcela. 29. a contar da data de cada recolhimento. do imposto de que trata o inciso I seja destinada ao custeio do respectivo serviço de lançamento e arrecadação. Parcela. 6. aos Estados. o produto da arrecadação. estipulando as obrigações acessórias a serem cumpridas por aqueles no interesse da arrecadação. à medida que forem sendo arrecadadas. aos Municípios da localização dos imóveis. O Supremo Tribunal Federal declarou a inconstitucionalidade do art. § 3º. ao Distrito Federal e aos Municípios. § 2º A lei poderá autorizar os Estados. 85. o produto da arrecadação do imposto a que se refere o art. pela União.. em favor da União Federal. II. do imposto a ela devido pelos titulares da renda ou dos proventos tributados. das importâncias recebidas. Serão distribuídos pela União: I. do CTN. não superior a 20% (vinte por cento). . p. 43.505.” (STF... RE 97316/MG. Pelo menos a partir da Emenda Constitucional 18 de 1965. do imposto a que se refere o art. 4º do Decreto-Lei 57/66 e do art. Tribunal Pleno.. Decisão: 1º/12/82.

Do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. § 3º).: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada). Rel. Para cálculo da percentagem destinada aos Fundos de Participação. assegurou a cada Município o recebimento de parcela do produto da arrecadação do ICMS proporcionalmente ao valor adicionado produzido em seu território.. 43 a parcela distribuída nos termos do inciso II do artigo anterior.) “Ementa: .. A Lei Complementar 63/90 estabelece os critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferência por estes recebidas. Estando o acórdão rescindendo em dissonância com a decisão da Excelsa Corte. 80% (oitenta por cento) constituem a receita da União e o restante será distribuído à razão de 10% (dez por cento) ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e 10 % (dez por cento) ao Fundo de Participação dos Municípios.” (TRF-1ª Região.: Min. II.121. Federal Baptista Pereira.. posto haver aquele Sodalício. REsp 284023/SP. Decisão: 11/09/98. p.06738-7/DF. 24. 169.. pertencentes aos Municípios .100 Tribunal Regional Federal .. Decisão: 20/03/01. afastando. 86.036342-6/SP.. (TRF-3ª Região. 43 e 46. portanto.: Des.. AR 93.. 2ª Turma. Decisão: 18/03/03.03. art. Essa lei. Por isso. 85 do CTN. firmado posicionamento quanto à inconstitucionalidade do § 3º do art. DJ de 30/06/03. O produto da arrecadação do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural foi integralmente destinado aos Municípios em que se encontravam os imóveis (CF/69. “Ementa: . DJ de 26/11/98. p.1ª Região II. 2ª Seção. I).. em conformidade com o disposto na Constituição Federal (art. Parágrafo único. DJ de 06/06/01. 180.. é inconstitucional o § 3º do art. 85 do CTN que autoriza a lei federal reservar à União até 20% do ITR para custeio do respectivo serviço de lançamento e arrecadação.01. Rel. Franciulli Netto.. AC 90. a parcela de custeio destinada ao Incra .. 161. .. . p. 4ª Turma..) CAPÍTULO III Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios SEÇÃO I Constituição dos Fundos Art. Rel.. exclui-se do produto da arrecadação do imposto a que se refere o art.) . através de iterativa jurisprudência.” (STJ.

proporcionalmente ao coeficiente individual de participação.. Os totais relativos a cada imposto.. Parágrafo único. 86... a que se refere o art. relativa a cada entidade participante. para efeito de repasse . II. ao Tribunal de Contas da União até o último dia útil do mês subseqüente. . 88. II. como definidos nos artigos seguintes. 87.. com base no resultado do censo demográfico. Fundo de Participação dos Municípios – FPM.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 101 Art. proporcionalmente à superfície de cada entidade participante. SEÇÃO II Critério de Distribuição do Fundo de Participação dos Estados Art. que creditará.A. creditados mensalmente a cada um dos Fundos. para escrituração na conta “Receita da União”. O coeficiente fixado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.. consideram-se: I..A. O Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. de cada entidade participante. “Ementa: . pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Coeficiente de participação. no último ano para o qual existam estimativas efetuadas pela Fundação “Getúlio Vargas”. efetuará automaticamente o destaque de 20% (vinte por cento). a renda per capita. 95% (noventa e cinco por cento). à medida em que for recebendo as comunicações do recolhimento dos impostos a que se refere o artigo anterior. O Banco do Brasil S. em partes iguais. será distribuído da seguinte forma: I. quanto a cada entidade participante. Para os efeitos do disposto neste artigo. .. Parágrafo único. resultante do produto do fator representativo da população pelo fator representativo do inverso da renda per capita. a superfície territorial apurada e a população estimada.. ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios. II. 5% (cinco por cento).. serão comunicados pelo Banco do Brasil S.

..... a que se refere o inciso II do artigo anterior..140413-9/PR.. será estabelecido da seguinte forma: Percentagem que a população da entidade participante representa da população total do País: Fator I.. Validade.. DJ de 29/08/03. para mais ou para menos... É legítimo o procedimento adotado pelo TCU para a edição da Resolução 224/85. de indicadores próprios da densidade populacional isolados e assistemáticos. p....... .... II.. 3ª Turma... razoabilidade e impessoalidade. A adoção de critérios para estimar a população é ato discricionário.. Federal Tourinho Neto. 2ª Turma.... que obedece a dados populacionais oficialmente fornecidos pelo IBGE......... Os levantamentos populacionais............ Decisão: 25/06/02.. Censo. O fator representativo da população.. deve servir de base para todo o ano.01. Coeficientes.. Federal Maria de Fátima Freitas Labarrère. 2... 579....04......00.. ...012344-7/DF.... ..... .. . AC 2000.....0 II......” (TRF-1ª Região..... Fundo de Participação do Município..: Des.. Decisão: 22/10/02.. realizada na forma da legislação em vigor (Lei Complementar 91/97).01. Federal Tais Schilling Ferraz... 89.. DJ de 02/10/02. 2.......... I.. . Acima de 2% até 5%: a) pelos primeiros 2% .. ainda que a população do Município varie. 3ª Turma..” (TRF-4ª Região.... Até 2% . realizados pelo IBGE.04.. carentes de uma eficaz metodologia de interpretação.. 57.. nada há a reparar no critério adotado... Rel.. Ag 2002...... p. ainda que a estimativa tenha sido equivocada. 660.. II....: Des....) “Ementa: Fundo de Participação dos Municípios.... AC 97. ..) Art... e que influenciam no coeficiente para recebimento da quota do Fundo de Participação dos Municípios. pelo Município... Tendo sido observados os princípios da proporcionalidade. Rel.. Não há ilegalidade na aplicação de redutor ao coeficiente da quota do Fundo de Participação dos Municípios..39197-8/PR............ Alteração do coeficiente populacional...” (TRF-4ª Região.. p.1ª Região do Fundo de Participação dos Municípios – FPM... Resolução do Tribunal de Contas. Decisão: 27/08/02..... IBGE. Rel... não restam descaracterizados com a apresentação.: Des... DJ de 17/07/ 02..102 Tribunal Regional Federal ..) “Ementa: ........0 ...

........0220 .....10..........8 Acima de 0......................................0095 até 0.....................0065 até 0..............0170 ..... 0.............0 Parágrafo único......5 Parágrafo único....................4 Acima de 0...........................................0055 até 0.......0 Acima de 0... ...0 b) para cada 0..................Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 103 b) para cada 0... considera-se como população total do País a soma das populações estimadas a que se refere o inciso I do parágrafo único do artigo anterior...... será estabelecido da seguinte forma: Inverso do índice relativo à renda per capita da entidade participante: Fator Até 0..............0190 até 0.....0150 até 0.........6 Acima de 0.................1................1........................0075 até 0.................................. a que se refere o inciso II do art... mais ............. 0...0055 ........9 Acima de 0..................... 0...........0065 ..... determina-se o índice relativo à renda per capita de cada entidade participante......... Para os efeitos deste artigo............ 88....................... 90..............6 Acima de 0.0130 até 0.............. acima de 10% ........1....0085 ...........5% ou fração excedente..2 Acima de 0........ Art................ 0....... Para os efeitos deste artigo...........0130 ....0150 .................................... O fator representativo do inverso da renda per capita. mais .................7 Acima de 0....................................0095 .......... 2....3% ou fração excedente..0190 . 0................0110 .......0 Acima de 0................. 0......................5 IV............. 2...................1..............................0045 até 0... tomando-se como 100 (cem) a renda per capita média do País..4 Acima de 0.....0075 .............0110 até 0.................1........ 5............0045 ................0170 até 0.....5 Acima de 0.8 Acima de 0............0220 ..... 0........0085 até 0................................ acima de 5% até 10%: a) pelos primeiros 5% ...... 0........3 III.............................

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“Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios. .... .... ‘A queda no percentual de participação do Município na reserva do FPM prevista no Decreto-Lei 1.881/81, de 2.3730%, no ano de 1990 para 1.6461%, no ano de 1990, decorre da redução do fator representativo de renda per capita (art. 90, Lei 5.172/66, CTN) de 2.5 para 1.8, em face da alteração dessa renda em relação ao Estado onde se situa o Município reclamante, informada pela Fundação IBGE’. ....” (TRF-5ª Região. AC 96.05.11094-6/RN. Rel.: Des. Federal Francisco Falcão. 1ª Turma. Decisão: 30/08/96. DJ de 13/09/96, p. 68.295.)

SEÇÃO III
Critério de Distribuição do Fundo de Participação dos Municípios Art. 91. Do Fundo de Participação dos Municípios a que se refere o art. 86, serão atribuídos: (Redação dada pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67) I. 10% (dez por cento) aos Municípios das capitais dos Estados; II. 90% (noventa por cento) aos demais Municípios do País. § 1º A parcela de que trata o inciso I será distribuída proporcionalmente a um coeficiente individual de participação, resultante do produto dos seguintes fatores: (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67) a) fator representativo da população, assim estabelecido: Percentual da População de cada Município em relação à do conjunto das capitais: Fator Até 2%.......................................................................................... 2 Mais de 2% até 5%: Pelos primeiros 2% ..................................................................... 2 Cada 0,5% ou fração excedente, mais ................................... 0,5 Mais de 5% ................................................................................. 5 b) Fator representativo do inverso da renda per capita do respectivo Estado, de conformidade com o disposto no art. 90.

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§ 2º A distribuição da parcela a que se refere o item II deste artigo, deduzido o percentual referido no art. 3º do decreto-lei que estabelece a redação deste parágrafo, far-se-á atribuindo-se a cada Município, um coeficiente individual de participação determinado na forma seguinte: (Parágrafo acrescentado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e alterado pelo Decreto-Lei 1.881, de 27/08/81) Categoria do Município, segundo seu número de habitantes: Coeficiente a) Até 16.980 Pelos primeiros 10.188............................................................. 0,6 Para cada 3.396, ou fração excedente, mais........................... 0,2 b) Acima de 16.980 até 50.940: Pelos primeiros 16.980............................................................. 1,0 Para cada 6.792, ou fração excedente, mais........................... 0,2 c) Acima de 50.940 até 101.880 Pelos primeiros 50.940............................................................. 2,0 Para cada 10.188, ou fração excedente, mais......................... 0,2 d) Acima de 101.880 até 156.216 Pelos primeiros 101.880........................................................... 3,0 Para cada 13.584, ou fração excedente, mais......................... 0,2 e) Acima de 156.216................................................................. 4,0 § 3º Para os efeitos deste artigo, consideram-se os Municípios regularmente instalados, fazendo-se a revisão das quotas anualmente, a partir de 1989, com base em dados oficiais de população produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (§ 1º renumerado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e alterado pela Lei Complementar 59, de 22/12/88) § 4º Parágrafo 2º renumerado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e revogado pela Lei Complementar 91, de 22/12/97: Texto original: Os limites das faixas de números de habitantes previstos no § 2º deste artigo serão reajustados sempre que, por meio de recenseamento demográfico geral, seja conhecida oficialmente a

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população total do País, estabelecendo-se novos limites na proporção do aumento percentual daquela população, tendo por referência o recenseamento imediatamente anterior. § 5º Parágrafo 3º renumerado pelo Ato Complementar 35, de 28/02/67 e revogado pela Lei Complementar 91, de 22/12/97: Texto original: Aos Municípios resultantes de fusão de outras unidades será atribuída quota equivalente à soma das quotas individuais dessas unidades até que se opere a revisão nos anos de milésimos 0 (zero) e 5 (cinco).

“Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios – FPM. .... Não tendo o Tribunal de Contas recebido do IBGE os dados oficiais e definitivos da recontagem geral da população no exercício de 1996, não cometeu ele qualquer ilegalidade em manter provisoriamente, na Decisão Normativa TCU 14/96, para o exercício de 1997, os mesmos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios – FPM fixados para os Municípios no ano de 1996. ....” (STF. MS 22798/PR. Rel.: Min. Moreira Alves. Tribunal Pleno. Decisão: 10/12/98. DJ de 26/03/99, p. 5.) “Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios. Fixação de quotas para o exercício seguinte. .... .... I. O art. 91, § 3º, do CTN prevê a revisão anual das quotas do Fundo de Participação dos Municípios, com base nos dados do IBGE. ....”(TRF-5ª Região. AG 2001.05.00.034338-4/AL. Rel.: Des. Federal Edílson Nobre. 4ª Turma. Decisão: 30/04/ 02. DJ de 22/05/02, p. 544.)

SEÇÃO IV
Cálculo e Pagamento das Quotas Estaduais e Municipais Art. 92. Até o último dia útil de cada exercício, o Tribunal de Contas da União comunicará ao Banco do Brasil S.A. os coeficientes individuais de participação de cada Estado e do Distrito Federal, calculados na forma do disposto no art. 88, e de cada Município, calculados na forma do disposto no art. 91, que prevalecerão para todo o exercício subseqüente.

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“Ementa: .... II. A Carta Federal delegou à lei complementar o estabelecimento de normas sobre a entrega dos recursos referidos no art. 159 e sobre os critérios de rateio dos fundos previstos no seu inciso I. Competência do TCU para efetuar cálculo das quotas referentes a esses fundos. III. Não se pode pretender que o Poder Judiciário exerça a competência atribuída pela Constituição, em substituição à Corte de Contas. ....”(STF. MS 22752/PR. Rel.: Min. Néri da Silveira. Tribunal Pleno. Decisão: 22/04/02. DJ de 21/06/02, p. 98.) “Ementa: .... I. A participação dos Municípios nas receitas tributárias da União, conferidas pela Lei Maior, tem o critério de rateio estabelecido por lei complementar, a qual, por sua vez, fixou o número de habitantes como parâmentro legal e estabeleceu os percentuais que incidem de acordo com a faixa populacional (CTN, art. 91). Por outro lado, a Constituição Federal, da mesma forma, estabeleceu que o ‘Tribunal de Contas efetuará o cálculo das quotas referentes aos fundos de participação....’ (parágrafo único do art. 161), que será realizado em um ano para valer no exercício seguinte, conforme se infere do art. 92, in fine, do Código Tributário Nacional. O quantitativo populacional, evidente que em termos de perspectiva estatística, por sua vez, é fornecido pelo IBGE ao Tribunal de Contas da União, até o dia 31 de outubro de cada ano, para o qual submete-se a um due process of law previsto na Lei 8.443/92 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União), em cujo art. 102 ficou estabelecido que até o dia 31 de agosto de cada ano é feita a publicação da projeção populacional de cada ente federativo beneficiário das receitas que serão repartidas, abrindo-se aos mesmos prazo para impugnação. ....” (TRF-4ª Região. AG 2001.04.01.080253-1/PR. Rel.: Des. Federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz. 3ª Turma. Decisão: 06/08/02. DJ de 21/08/02, p. 739.)

Art. 93. Até o último dia útil de cada mês, o Banco do Brasil S.A. creditará a cada Estado, ao Distrito Federal e a cada Município as quotas a eles devidas, em parcelas distintas para cada um dos impostos a que se refere o art. 86, calculadas com base nos totais creditados ao Fundo correspondente, no mês anterior. § 1º Os créditos determinados por este artigo serão efetuados em contas especiais, abertas automaticamente pelo Banco do Brasil S.A., em sua agência na capital de cada Estado, no Distrito Federal e na sede de cada Município, ou, em sua falta, na agência mais próxima.

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Tribunal Regional Federal - 1ª Região

§ 2º O cumprimento do disposto neste artigo será comunicado pelo Banco do Brasil S.A. ao Tribunal de Contas da União, discriminadamente, até o último dia útil do mês subseqüente.

SEÇÃO V
Comprovação da Aplicação das Quotas Estaduais e Municipais Art. 94. Do total recebido nos termos deste Capítulo, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios destinarão obrigatoriamente 50% (cinqüenta por cento), pelo menos, ao seu orçamento de despesas de capital como definidas em lei de normas gerais de Direito Financeiro. § 1º Para comprovação do cumprimento do disposto neste artigo, as pessoas jurídicas de direito público, nele referidas, remeterão ao Tribunal de Contas da União: I. cópia autêntica da parte pertinente das contas do Poder Executivo, relativas ao exercício anterior; II. cópia autêntica do ato de aprovação, pelo Poder Legislativo, das contas a que se refere o inciso anterior; III. prova da observância dos requisitos aplicáveis, previstos em lei de normas gerais de Direito Financeiro, relativamente ao orçamento e aos balanços do exercício anterior. § 2º O Tribunal de Contas da União poderá suspender o pagamento das distribuições previstas no art. 86, nos casos: I. de ausência ou vício da comprovação a que se refere o parágrafo anterior; II. de falta de cumprimento ou cumprimento incorreto do disposto neste artigo, apurados diretamente ou por diligência determinada às suas Delegações nos Estados, mesmo que tenha sido apresentada a comprovação a que se refere o parágrafo anterior. § 3º A sanção prevista no parágrafo anterior subsistirá até comprovação, a juízo do Tribunal, de ter sido sanada a falta que determinou sua imposição, e não produzirá efeitos quanto à responsabilidade civil, penal ou administrativa do governador ou prefeito.

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CAPÍTULO IV
Imposto sobre Operações relativas a Combustíveis, Lubrificantes, Energia Elétrica e Minerais do País
Art. 95. Do produto da arrecadação do imposto a que se refere o art. 74 serão distribuídos aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios 60% (sessenta por cento) do que incidir sobre operações relativas a combustíveis, lubrificantes e energia elétrica, e 90% (noventa por cento) do que incidir sobre operações relativas a minerais do País. Parágrafo único. Revogado pelo Ato Complementar 35, de 28/ 02/67: Texto original: A distribuição prevista neste artigo será regulada em resolução do Senado Federal, proporcionalmente à superfície, à produção e ao consumo, nos respectivos territórios, dos produtos a que se refere o imposto.

“Ementa: .... Imposto Único sobre Energia Elétrica. 60% (sessenta por cento) da receita devidos ao Estado de São Paulo. Retenção de 0,5% (meio por cento) pela União a título de ressarcimento das despesas com arrecadação e fiscalização do encargo. Inconstitucionalidade. .... .... III. É vedado à União compensar seu encargo com parte do valor a ser repassado aos Estados. ....” (STF. ACO 412/SP. Rel.: Min. Maurício Corrêa. Tribunal Pleno. Decisão: 08/08/02. DJ de 25/10/02, p. 23.)

“Ementa: .... Fundo de Participação dos Municípios. Imposto Único sobre Lubrificantes e Combustíveis Líquidos e Gasosos. .... A EC 23/83 criou jus novum, ao ampliar a partilha do FPM de 40% para 60% e incluir no produto da arrecadação do IULC os adicionais e outros gravames. ....”(TRF1ª Região. AC 89.01.22271-0/MG. Rel.: Des. Federal Vicente Leal. 3ª Turma. Decisão: 04/10/89. DJ de 05/02/90.) “Ementa: .... A distribuição entre os Municípios, Distrito Federal e Estados, de 60% (sessenta por cento) da arrecadação do Imposto sobre Lubrificantes e Combustíveis Líquidos e Gasosos, incluído na sua base de cálculo os adicionais e demais gravames incidentes sobre o imposto, é devido por essa sistemática apenas a partir do advento da Emenda Constitucional 23/83.”(TRF-4ª Região. AC 89.04.18681-1/PR. Rel.: Des. Federal Jardim de Camargo. 2ª Turma. Decisão: 15/12/95. DJ de 20/03/96, p. 17.088.)

.. revogam-se e modificam-na (art.”(STJ. os tratados e as convenções internacionais.. p. REsp 43747/RS.: Min... .. Garcia Vieira. REsp 154092/SP. art. 29. expressão esta definida no art.. no todo ou em parte .487.1ª Região LIVRO SEGUNDO NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO TÍTULO I Legislação Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais SEÇÃO I Disposição Preliminar Art. os decretos e as normas complementares que versem. 24). A hipótese não é de aplicação do caput do art. ”(STJ. Decisão: 11/12/97.. CTN). Os tratados e convenções internacionais integram a legislação tributária interna (art. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. Decisão: 17/10/94. 98. II.. A expressão “legislação tributária” compreende as leis. DJ de 31/10/94..) “Ementa: . Rel..110 Tribunal Regional Federal . os decretos e as normas complementares que versam. 96. 96 do citado código como abrangendo ‘as leis. 96. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes’. os tratados e as convenções internacionais. Antônio de Pádua Ribeiro. “Ementa: . 2ª Turma. As normas complementares do Direito Tributário são de grande valia porquanto empreendem exegese uniforme a ser obedecida pelos agentes administrativos fiscais (art....: Min. Rel. naquilo que não é regulada por norma geral de Direito Financeiro. referidas normas. 108 do Código Tributário Nacional. DJ de 02/03/98.. 43.) “Ementa: . I. 100 do CTN). fonte do Direito . cuja ressalva ‘na ausência de disposição expressa’ refere-se à ‘legislação tributária’. no todo ou em parte. CTN). A atualização de crédito tributário é matéria financeira e não tributária e. Constituem. 1ª Turma. V. p. . insere-se na competência dos Estados para legislar concorrentemente (Constituição Federal.

Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 111 Tributário porquanto integrantes da categoria ‘legislação tributária’ (art.” • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS. estende-se a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias concedida a similar nacional.. Luiz Fux.” (STJ. a fixação de alíquota do tributo e da sua base de cálculo. 52. ou sua redução. não incide o Imposto sobre Operações Financeiras. REsp 460986/PR.. 39.. • Vide Súmula 185 do STJ: “Nos depósitos judiciais. ou membro da Alalc. p. 21. DJ de 24/03/03. Decisão: 06/03/03.: Min. Somente a lei pode estabelecer: I. • Vide Súmula 129 do STJ: “O exportador adquire o direito de transferência de crédito do ICMS. quando realiza a exportação do produto e não ao estocar a matériaprima. a majoração de tributos. • Vide Súmula 570 do STF: “O Imposto de Circulação de Mercadorias não incide sobre a importação de bens de capital. 57 e 65. 39. 21.” II.” III. . ressalvado o disposto nos arts. ou a sua extinção. ressalvado o disposto nos arts. 151. 1ª Turma.” IV. 26. 57 e 65. é ilegítima a cobrança do Imposto de Circulação de Mercadorias sobre o fornecimento de alimentação e bebidas em restaurante ou estabelecimento similar. 97. • Vide Súmula 575 do STF: “À mercadoria importada de país signatário do Gatt. Tratados e Convenções Internacionais e Decretos Art.” • Vide Súmula 574 do STF: “Sem lei estadual que a estabeleça. e do seu sujeito passivo.” . ressalvado o disposto no inciso I do § 3º do art. a instituição de tributos. 96 do CTN). 26. a definição do fato gerador da obrigação tributária principal.) SEÇAO II Leis.

. DJ de 16/06/03. as hipóteses de exclusão. I.: Min.. § 1º Equipara-se à majoração do tributo a modificação de sua base de cálculo. os graus de risco (leve. a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo. 97 do CTN. Franciulli Netto. a instituição ou a fixação da base de cálculo de tributo.. João Otávio de Noronha. suspensão e extinção de créditos tributários. Na linha de entendimento assente na Seção de Direito Público desta egrégia Corte não ocorre afronta ao princípio da legalidade. § 2º Não constitui majoração de tributo. 2ª Turma. a que se refere o art. ou para outras infrações nela definidas. 146. 298. ou de dispensa ou redução de penalidades. se faz mediante a edição de lei ordinária.” • Vide Súmula 160 do STJ: “É defeso. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias de países signatários do Gatt. Decisão: 27/05/03.. ao Município. 148.1ª Região • Vide Súmula 80 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM. que explicita o princípio constitucional da legalidade agasalhado no art.. 322.” (STJ. por meio de decreto. que importe em torná-lo mais oneroso. 2ª Turma. I. em percentual superior ao índice oficial de correção monetária. VI..” “Ementa: . previsto no art. Rel. 97 do Código Tributário. 150.) “Ementa: .. • Vide Súmula 667 do STF: “Viola a garantia constitucional de acesso à jurisdição a taxa judiciária calculada sem limite sobre o valor da causa. AGREsp 465740/MG.. I. DJ de 23/06/03. mediante decreto.112 Tribunal Regional Federal .. ‘partindo da atividade preponderante da empresa’ .” • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS. .. Rel. AGREsp 438401/PR.. da Alal ou Aladi. todos da Constituição Federal. quando se estabelece.” V. para os fins do disposto no inciso II deste artigo. p. Ressalvadas as hipóteses previstas nos arts.” • Vide Súmula 124 do STJ: “A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação.. atualizar o IPTU. médio ou grave) para efeito de Seguro de Acidente do Trabalho.: Min. § 4º. e 195. da Constituição. 154.” (STJ.) . p. a cominação de penalidades para as ações ou omissões contrárias a seus dispositivos. Decisão: 11/03/03.

773-SP. a lei instituidora da isenção ‘tem de ser interpretada. 98 do CTN.’. e serão observados pela que lhes sobrevenha. DJ de 31/05/91. mas. Os tratados e as convenções internacionais revogam ou modificam a legislação tributária interna. 98 do CTN não atribui ascendência às normas de Direito Internacional em detrimento do Direito Positivo interno..” • Vide Súmula 139 do TFR: “Mercadoria estrangeira importada de países singnatários do Gatt ou do Tratado de Montevidéu. Tem-se orientado a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal no sentido de que o § 11 do art. 7. não alterou a regra de que.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 113 Art. RE 114063/SP.. p. DJ de 07/04/03.. 98. como aplicável a todos os casos que não os ressalvados. em virtude de extensão de isenção pelos tratados internacionais.. Aldir Passarinho.. essa isenção por igual se estende ao similar importado de país signatário do Gatt ou da Alalc.” (STJ.... Decisão: 16/04/91. Como os tratados internacionais têm força de lei federal. REsp 196560/ . AGA 438449/RJ. estende-se a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias concedida a similar nacional. conferindo-lhes efeitos semelhantes. posiciona-as em nível idêntico. se a legislação local concede isenção do ICM à saída de determinado produto. 264.: Min.. refere-se aos acordos firmados pelo Brasil a propósito de assuntos específicos e só é aplicável aos tratados de natureza contratual. Franciulli Netto.) “Ementa: . Decisão: 05/09/02.. nem os regulamentos do ICMS nem os convênios interestaduais têm poder para revogá-los..: Min. . O mandamento contido no art. e isso porque. ”(STF.) “Ementa: . para não ofender o disposto no art. está isenta do pagamento do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM.” • Vide Súmula 71 do STJ: “O bacalhau importado de país signatário do Gatt é isento do ICM. Rel.239..” (STJ. ao preceituar que tratado ou convenção não são revogados por lei tributária interna. p. ou membro da Alalc. 2ª Turma. na redação da EC 23/83. 2ª Turma. Rel. O art. • Vide Súmula 575 do STF: “À mercadoria importada de país signatário do Gatt..” “Ementa: . para a Zona Franca de Manaus.” • Vide Súmula 20 do STJ: “A mercadoria importada do país signatário do Gatt é isenta do ICM. 23 da Constituição Federal anterior. 98 do CTN. como assinalado no acórdão do RE 115. quando contemplado com esse favor o similar nacional.. .. ao revés.

: Des. o STF firmou. AMS 95.) .. Decisão: 03/04/02. Os decretos-leis.. Decisão: 18/03/99.. inclusive posterior à celebração daqueles. III. As disposições contidas nos tratados internacionais prevalecem sobre a legislação tributária interna. Decisão: 18/04/00. 98/CTN não admite a revogação de tratado pela legislação tributária antecedente ou superveniente.063456-8/ SP.. DJ de 10/08/99..) “Ementa: . Rel..004/SE.” (TRF-2ª Região... DJ de 17/06/91. p. . Pela regra de interpretação da lei consoante a Constituição Federal.01..1ª Região RJ. 98 do Código Tributário Nacional. O art. ao dizer que o tratado ou convenção não é regrado por lei tributária interna. Federal Hilton Queiroz. I..03..01. Rel.: Min.01. AMS 1999. Federal Nelson Gomes da Silva.. Rel. 265. DJ de 17/04/02... IV.: Des. .. DJ de 22/09/00. Rel. DJ de 26/06/00. Rel. Demócrito Reinaldo. a distinção entre tratados normativos e contratuais. 411. Francisco Peçanha Martins. 4ª Turma.. Rel. Decisão: 05/06/91. 13.15609-6/BA.937. 4ª Turma. 145. 98 do CTN a essa última modalidade de ato convencional. como o Gatt. 98 do CTN). 118. Rel. O art. em atenção ao caráter bilateral e comutativo desses atos internacionais.. I. 368.” (STJ.23450-2/ES.: Des.) “Ementa: . 4ª Turma.. . 6ª Turma. por sua hierarquia inferior. A partir do RE 80.) “Ementa: . DJ de 10/05/99.) “Ementa: . O art. 2ª Turma.. 98 do CTN.: Min..046760-1/RJ..114 Tribunal Regional Federal . Decisão: 30/06/00.. 98 do CTN não se aplica aos tratados de natureza normativa.. REsp 209526/RS.. p. p.” (TRF-2ª Região.” (TRF-1ª Região. Federal Poul Erik Dyrlund.” (TRF-3ª Região. refere-se aos acordos firmados pelo Brasil e acerca de assuntos específicos e só é aplicável aos tratados de natureza contratual. a parte final do art..: Des... . p.. 1ª Turma. Decisão: 09/10/02. . Federal Salette Nascimento.21222-0/BA.. nos termos do art. restringindo a eficácia dos comandos do art.) “Ementa: . REO 92. 98 do CTN não consagra a supremacia dos tratados e convenções internacionais sobre a legislação interna. Decisão: 08/06/98..02. 6ª Turma. II.. Federal Carreira Alvim. em nível jurisprudencial.: Des. DJ de 02/12/02. REO 95. .) “Ementa: .. p. p.” (TRF-1ª Região. REO 90.02.... não têm o condão de alterar ou restringir os tratados e as convenções internacionais firmados pelo Brasil (art..

99 do CTN... .00. Rel. Decisão: 27/08/02. O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos.” (TRF-4ª Região. refere-se aos acordos firmados pelo Brasil acerca de assuntos específicos e só é aplicável aos tratados de natureza contratual.” (STF. I. 1ª Turma. Decisão: 29/06/00. AMS 96..: Min.) Art.) “Ementa: .” (TRF-4ª Região. São normas complementares das leis. O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos (art.. V. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos: . p.) SEÇÃO III Normas Complementares Art. 99 do Código Tributário Nacional.. Decreto: observância do conteúdo e alcance da lei ordinária... Federal João Pedro Gebran Neto. Pois o conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos.01448-1/PR. ou se afasta dos limites que esta lhe traça. 2ª Turma. DJ de 09/08/00. O reconhecimento da isenção. letra c..” (TRF-3ª Região. art.404/87 depende da constatação de que as mercadorias estão incluídas em ato internacional que estabeleça. 485. 99). Rel. DJ de 10/12/02. Inteligência do art.. a desobrigação de contribuições para a intervenção no domínio... Federal Fábio Prieto.. inciso V. “Ementa: . p.. Se o regulamento vai além do conteúdo da lei. comete ilegalidade.61. tendo em vista que ‘o conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos’ (CTN.: Des.. p. II.... . DJ de 25/10/02. 100.. Rel. Maurício Corrêa. segundo precedentes do STF. Decisão: 14/05/96. AgRRE 202128 /RS.. 5ª Turma.. DJ de 05/06/96. de forma expressa. 141. 99 do Código Tributário Nacional). .04.. 2ª Turma. O art. Federal Vladimir Freitas. .. Rel.. Eventual declaração de ilegalidade de preceitos da norma regulamentar não exime o contribuinte da observância à legislação regulamentada. Decisão: 13/11/01. prevista no art..04.: Des. 98 do CTN-66. p. do Decreto-Lei 2. . Art. 63. REO 97. 38.: Des.378..) “Ementa: . determinados com observância das regras de interpretação estabelecidas nesta lei.031601-6/SP..136550/RS. 5..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 115 “Ementa: .. .. AMS 2000. 99..

revestindo-se de caráter genérico e abstrato. Parágrafo único. Carlos Madeira. Rel.. 12. os tratados e as convenções internacionais e decretos.1ª Região I. . Decisão: 29/04/88. constituem espécies jurídicas de caráter secundário. para fins dos art. II.) “Ementa: .. integrando o conceito de legislação tributária (art.: Min. que não se equiparam às leis. . materialmente assim é considerado o convênio.. Não se revelam..) “Ementa: . AgRAI 124641/SP. embora integrem a legislação tributária. REsp 445369/AL.. as práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas.. IV.. IV.” (STJ... III. que pressupõe o confronto ‘direto’ do ato impugnado com a Lei Fundamental. II.. DJ de 10/03/03. aptas a sofrerem o controle concentrado de constitucionalidade. ou decretos presidenciais.. 119.288. Celso de Mello. o Distrito Federal e os Municípios.: Min. III da Constituição Federal.. os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas.: Min. são normas complementares. “Ementa: . cuja validade e eficácia resultam. imediatamente. p.” (STF. as decisões dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição administrativa.102. os convênios que entre si celebrem a União. Não é possível visualizar ameaça a direito líquido e certo quando o impetrante fixa sua insurgência no conteúdo de uma norma cuja finalidade é complementar as leis. . Rel. 109. a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo. os Estados. DJ de 20/05/88. Rel.. 4. Tribunal Pleno. DJ de 03/04/92. p. convenções internacionais.. 2ª Turma. As normas complementares do Direito Tributário são de grande valia porquanto empreendem exegese uniforme a ser obedecida pelos agentes adminis- .. de que devem constituir normas complementares. 100. Decisão: 06/02/03. de sua estrita observância dos limites impostos pelas leis. editadas por órgão competente da Administração Tributária. José Delgado. ostentando normatividade e obrigando nos limites de sua eficácia..116 Tribunal Regional Federal .. por isso mesmo. As instruções normativas. AgRADI 531/DF.. tratados. p.) “Ementa: . Os protocolos e convênios. 1ª Turma.. A observância das normas referidas neste artigo exclui a imposição de penalidades. Apesar de não constituir lei em sentido formal...” (STF. CTN). a que a lei atribua eficácia normativa. V. Decisão: 11/11/91.

..” (STJ. ou do que disponham esta ou outras leis de normas gerais expedidas pela União. enquanto norma complementar (CTN. A ingerência da legislação estadual em assunto reservado à lei complementar é sementeira de violação dos limites legais à criação de tributação. A vigência. os convênios a que se refere o inciso IV do art. Luiz Fux. 102.. não se presta a tal fim. nos limites em que lhe reconheçam extraterritorialidade os convênios de que participem.. na data neles prevista. 100. REsp 460986/PR. novas garantias e privilégios podem ser acrescidos àqueles relacionados no CTN. IV. entram em vigor: I. 151. . DJ de 24/03/03. . Decisão: 07/08/01. DJ de 06/05/02. Salvo disposição em contrário.... Milton Luiz Pereira.. quanto a seus efeitos normativos. 103. no espaço e no tempo. 243. . 4ª Turma. II. da legislação tributária rege-se pelas disposições legais aplicáveis às normas jurídicas em geral. no País. fora dos respectivos territórios. Decisão: 06/03/03. Decisão: 28/09/00.. 100 do CTN). Somente através de lei formal. 112. REsp 174241/MG. A legislação tributária dos Estados. Rel. . 101.. art.00.091177-6/PA..01.. DJ de 23/11/00. a instrução normativa.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 117 trativos fiscais (art. p. 100. III. II... AMS 1998.) Art.: Min. Federal Hilton Queiroz.: Min. Art. os atos administrativos a que se refere o inciso I do art.” (TRF-1ª Região. ressalvado o previsto neste Capítulo. 30 (trinta) dias após a data da sua publicação. na data da sua publicação. 100. p. 100. I). as decisões a que se refere o inciso II do art. p. Portanto..” (STJ. 1ª Turma. do Distrito Federal e dos Municípios vigora.) CAPÍTULO II Vigência da Legislação Tributária Art. “Ementa: .: Des.) “Ementa: . 1ª Turma. Rel. Rel.

DJ de 05/05/00. Rel. p. não criando situação jurídica nova.) “Ementa: . III. Por isso. 104.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado).) “Ementa: . Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação os dispositivos de lei. A lei vigente após o fato gerador. referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda: I.118 Tribunal Regional Federal .” (TRF-1ª Região. não há falar em direito líquido e certo à correspondente restituição.. resguardada. . do CTN no fato de ser reconhecida a inidoneidade de notas fiscais expedidas antes da publicação do ato que declarou inidônea a empresa responsável pela emissão delas. sob pena de malferir os princípios da anterioridade e irretroatividade.. 1ª Turma. Revogada a isenção do tributo discutido..” (STJ. Rel.. uma vez que a declaração atesta apenas a existência pretérita de ato ou fato. 3ª Turma. por não constituir aumento do tributo. inciso I. para a imposição do tributo.. 153 da CF) não se aplica à revogação de isenção do ICM..1ª Região “Ementa: .32807-4/DF. salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao contribuinte. Decisão: 21/06/01. entrou em vigor no dia de sua publicação. não pode incidir sobre o mesmo. Decisão: 24/09/02. .01.. I. que definem novas hipóteses de incidência. ao reintroduzir a correção monetária nos débitos fiscais. ocorrida a 31/12/91. Decisão: 09/12/99. I..383/91. 208. II. 178. visto o disposto no § 2º do art. p.. que instituem ou majoram tais impostos. II.. a vedação de sua .” (TRF-1ª Região.) Art. • Vide Súmula 570 do STF: “O Imposto de Circulação de Mercadorias não incide sobre a importação de bens de capital. do CTN. 123. . e observado o disposto no art.” III. • Vide Súmula 615 do STF: “O princípio constitucional da anualidade (§ 29 do art. AC 96. Federal Eustáquio Silveira. I. A Lei 8. apenas. REsp 179966/RS...: Des.: Min.. 2ª Turma Suplementar... II. AC 95. DJ de 25/02/02.. não há ofensa ao art. Milton Luiz Pereira. não se aplicando a ela o art. 287.. 104. DJ de 17/10/02. p. que extinguem ou reduzem isenções.073426/MG. Os atos declaratórios têm efeito ex tunc.01.. pouco importando que a circulação do Diário Oficial se tenha dado em 02/01/92..” “Ementa: .. 97 deste Código.. Rel. 103.

p.: Des... Decisão: 03/12/02. somente se aperfeiçoando ao final do exercício.: Des.. observado o disposto no inciso III do art. II. 225. REO 95..” (TRF-1ª Região. • Vide Súmula 577 do STF: .00. enquadrou-se no que dispõe o inciso I do art. somente poderia ter vigência no primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação. art.. p. AMS 1999. 1ª Turma.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 119 exigência no mesmo exercício financeiro em que publicada a lei revogadora. A isenção... O art.) “Ementa: . Rel. Dessa forma. da Conceição Jr.. DJ de 19/12/02. 150. diferentemente dos fatos geradores instantâneos.. Rel. a qualquer tempo. 104 do CTN. 4ª Turma. Federal Hilton Queiroz. em homenagem ao princípio da anterioridade (CF. Rel. p. Decisão: 27/05/99.034.. salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições. DJ de 1º/09/99.58065-3/PR.: Des.. assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início mas não esteja completa nos termos do art. Federal Hermes S. Decisão: 04/08/97. A legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes.) “Ementa: .) CAPÍTULO III Aplicação da Legislação Tributária Art. 104 .) “Ementa: . sem qualquer afronta aos princípios da anterioridade e anualidade. Decisão: 31/10/02.. Nenhum dispositivo constitucional ou do Código Tributário Nacional faz referência à limitação legislativa quanto ao período de apuração em forma anual. 75. semestral ou mensal.” (TRF-2ª Região.: Des.83..02. . AMS 95. art.08635-0/RJ..38.007860-0/MG. Federal Frederico Gueiros.” (TRF-5ª Região. 1º da Lei 8.” (TRF-4ª Região.0137194/PE. AC 2000. O fato gerador do Imposto de Renda tem natureza complexiva. Rel. e CTN. referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda. ao majorar a alíquota de 18% para 30%. 595. e assim.. 105. p. 4ª Turma.. 116.00. b.. 495.. III. que instituam ou majorem tais impostos. 2ª Turma. que o art. Imperioso reconhecer-se..04. . 104 do CTN estabelece que entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a publicação dos dispositivos de lei. portanto. 104. o legislador ordinário é livre para estabelecer o período de apuração do Imposto de Renda. DJ de 20/10/98. DJ de 19/02/03. Federal Ivan Lira de Carvalho. pode ser revogada ou modificada por lei. III).

Decisão: 31/08/94. a legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores pendentes.108. DJ de 22/04/ 96. Rel. . DJ de 26/09/94.) “Ementa: ..089484/RS.. 105 do Código Tributário Nacional.. o fato gerador do Imposto de Circulação de Mercadorias ocorre no momento de sua entrada no estabelecimento do importador. Federal Fernando Gonçalves. p...01. II.06745-1/MG.434. 12. em qualquer caso. DJ de 22/02/99. 105 do CTN .. . AC 91.. . Garcia Vieira. 105 do CTN. Decisão: 06/08/96.) “Ementa: . a contrário sensu.. A lei só incide sobre fatos geradores futuros ou pendentes. segundo o qual a legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes... 2ª Turma. p. excluída a aplicação de penalidade à infração dos dispositivos interpretados. a lei somente atua sobre os fatos geradores futuros ou pendentes. A lei aplica-se a ato ou fato pretérito: I. (art. é o que resulta da interpretação. RE 115167/SP.) “Ementa: .. 3ª Turma. de 19/05/88.” (REsp 184213/RS.1ª Região “Na importação de mercadorias do exterior. p... Decisão: 10/11/98.. 62. A legislação tributária aplica-se aos fatos geradores futuros e pendentes e não aos pretéritos. quando seja expressamente interpretativa.. DJ de 17/06/88. a teor do art.120 Tribunal Regional Federal .) Art.. Rel.” (EREsp 53331/SP.: Min.” (TRF-1ª Região. Ari Pargendler.: Des..257....452. 1ª Seção. p. . 106. do art. tratando-se de ato não definitivamente julgado: a) quando deixe de defini-lo como infração.” “Ementa: . 54.. AC 89. Federal Volkmer de Castilho. Rel.” • Vide Súmula 4 do TRF-4ª Região: “É constitucional a isenção prevista no art. 1ª Turma.. 6º do Decreto-Lei 2...04. 1ª Turma.. Segundo dispõe o art. 76...: Des.508. Rel.: Min. Decisão: 20/05/88.. 105 do CTN).: Min.” (TRF-4ª Região.. p. DJ de 28/08/96. Decisão: 13/03/96.. O tributo deve ser recolhido no prazo previsto pela legislação vigente na data do fato gerador da obrigação tributária. .) “Ementa: . Rel.” (STF. 15. Carlos Madeira.

. p. desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado em falta de pagamento de tributo. em oposição à norma anterior. II... Milton Luiz Pereira.. não se aplica a fatos ou atos pretéritos. a.01.. “Ementa: .. estabelece que a lei nova mais benéfica ao contribuinte aplica-se ao fato pretérito. do CTN admite que lei posterior por ser mais benéfica se aplique a fatos pretéritos.) “Ementa: . 3ª Turma... Decisão: 12/06/01. 3ª Turma. quando deixa de defini-lo como infração. REsp 109254/SP.01. 36. do CTN a lei aplica-se a ato ou fato pretérito. . 106. Rel. desde que o ato não esteja definitivamente julgado. Rel. uma vez que ao intérprete não cumpre distinguir onde a lei não o faz.. 106. DJ de 26/11/98.00802-5/MG. 129.” (TRF-1ª Região. Franciulli Netto. .) “Ementa: . em seu art. O art. que se subordinam à interpretação vigente quando ocorrido o fato gerador. em que a execução fiscal não foi definitivamente julgada.” (TRF-1ª Região.. Decisão: 18/05/00. Nos termos do art.: Min.. A regra inscrita no art.. . Decisão: 14/05/96. . . nos termos dos incisos I e II do art.) “Ementa: ..: Min.. p.. João Otávio de Noronha. 1ª Turma. Assim. II.” (STJ. Decisão: 25/05/00.463. REO 93..01. III. DJ de 30/06/03. 106 do CTN.” (STJ. p. Rel... razão por que correta a redução da multa para 20% nos casos . AC 93. c. p..) “Ementa: .. Ainda que o CTN admita aplicação retroativa da norma meramente interpretativa (art. Decisão: 05/06/03. DJ de 31/05/96. do CTN aplica-se tanto às multas de caráter punitivo como às moratórias.. DJ de 13/05/02. I. Rel. DJ de 19/06/00. II.. Código Tributário Nacional. 154. 2ª Turma. c) quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática. não definitivamente julgado.11941-2/DF. 64. 106. Juíza Sônia Diniz Viana (convocada).” (TRF-1ª Região. AC 95.... c..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 121 b) quando deixe de tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão..: Min... 106...) . DJ de 25/08/00..: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).: Des. . p.) “Ementa: . 2ª Turma.. 162. Decisão: 16/10/98. 127.. I). Federal Osmar Tognolo.” (STJ. isso somente é possível quando inexistente outra interpretação. REsp 200781/RS. II. 106. 4ª Turma. somente a lei pode aplicar-se a ato ou fato pretérito. REsp 204799/SP..35972-7/MG. a mudança de crédito administrativo.... Rel. p..

) “Ementa: . 107.. 3ª Turma. que não pode ser levado a efeito por analogia (CTN. Decisão: 24/02/94. II. permitindo que a lei nova possa reger fatos geradores pretéritos. § 2º) – procedimento. DJ de 30/05/94.) CAPÍTULO IV Interpretação e Integração da Legislação Tributária Art. do CTN. art. § 1º O emprego da analogia não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei. Na ausência de disposição expressa.508. DJ de 25/02/02.: Juiz Barros Dias (convocado).. Rel.. excluindo a aplicação de penalidades. sucessivamente. 108. a analogia. § 1º) . os princípios gerais de Direito Tributário. Federal Julieta Lídia Lunz. 106. As custas constituem modalidade de taxa. p.: Des.. o princípio da retroatividade benéfica.. todavia.) . os princípios gerais de direito público. I. DJ de 20/11/02. Nosso sistema tributário adotou.: Min. a lei só pode ser aplicada a fato pretérito quando tiver natureza expressamente interpretativa.01.02..” (STJ. p. “Ementa: . 2ª Turma. art. 27.” (TRF-5ª Região. Ari Pargendler. III.011566-3/RJ. p.122 Tribunal Regional Federal .. na ordem indicada: I. . AC 2001.15698-3/SE. § 2º O emprego da eqüidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido.. 379. Rel. II. Decisão: 23/09/02. IV. 97... É o que determina o art....” (TRF-2ª Região.. Rel. . AMS 93. A legislação tributária será interpretada conforme o disposto neste Capítulo. parcialmente. 109.. 106). a eqüidade. desde que se trate de ato não definitivamente julgado. REsp 340043/SP.05. a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará.. Art.. 1ª Turma. Nos termos da legislação tributária (CTN. cuja base de cálculo pode ser atualizada monetariamente independentemente de lei (CTN. Decisão: 06/12/01. art.. 108.1ª Região “Ementa: .

Rel. O emprego da eqüidade não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. . III. AC 96.106086-5/SP. Rel. AMS 2000..01. como também não se pode aplicar a analogia para exigir tributo não previsto em lei. Federal Fábio Rosa.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)... DJ de 30/05/03..03. DJ de 29/08/01.) “ Ementa: .. .71... 1ª Turma.. a adoção de analogia para exigir tributo sobre incidência não prevista em lei.. nos exatos termos do art. DJ de 23/08/93.” (TRF-1ª Região.. cabe ao intérprete distinguir onde a norma não o faz..” (TRF-1ª Região. visando o lugar da efetiva saída e o destino do adquirente em outro Estado-membro. p.) “ Ementa: .. O ISS não incide sobre o serviço postal. 2ª Turma. Milton Luiz Pereira. vez que não pode instrução normativa desbordar os limites da lei e nem cabe o emprego da analogia para se exigir tributo não previsto em lei (§ 1º do art. de acordo com o art.) “Ementa: . O Direito Tributário se rege pelo princípio da legalidade estrita.. 108 do CTN.06. Aplicação do art..) “Ementa: . CTN) para justificação de compreensão fiscalista na venda direta ao consumidor com a emissão pelo estabelecimento-matriz da nota fiscal.00.44931-0/GO. Rel.) “Ementa: . 108 do CTN)....” (TRF-3ª Região.001506-1/RS. Federal Luciano Tolentino Amaral. Federal Marli Ferreira. AMS 93. DJ de 13/03/03. . tal procedimento é regrado pelos arts. O emprego da eqüidade não pode resultar na dispensa do pagamento do tributo ex vi do § 2º do art. Federal Alcides Vettorazzi. Rel.03. 108 e parágrafos do CTN. Rel. § 2º..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 123 “Ementa: . Decisão: 04/08/98. 108 que a dispensa de pagamento de tributo devido não pode ser resultado do emprego da eqüidade. 108.. . Decisão: 26/06/01.” (TRF-3ª Região. DJ de 11/05/99. 3ª Turma. dispondo o art.04..) “Ementa: . AC 97. DJ de 16/09/98.: Des. sendo vedado. Federal Marisa Santos.. II.” (TRF-4ª Região.. Não sendo possível..: Min. Decisão: 07/05/03. REsp 34137/MG. p.. . 1. . Decisão: 11/12/01.27712-1/RS. IV.” (TRF-4ª Região.. do CTN. II. 1ª Turma.... Rel. 304. 2ª Turma Suplementar.. Ag 2002. p. Des.01. Decisão: 21/06/93. 562. I.013708-9/BA. Decisão: 02/12/98.. Em se tratando de norma tributária.... . Decisão: 24/03/99. 108.” (STJ. 88.: Des... do CTN-66. 16.. 362. § 1º... p.565. p. aplicar-se a eqüidade em dispensa do pagamento de tributo devido. p. 107 a 112 do CTN.054672-7/SP.. 4ª Turma..072.. Pela hermenêutica jurídica. 108.) . AMS 94. Repúdio à ‘saída ficta’ e à ‘analogia’ (art. Inexigível o IOF sobre depósitos judiciais e para garantia da instância. DJ de 02/06/99. p. VI.. 212.: Des.: Des. 6ª Turma.

. 4ª Turma. “Ementa: ..1ª Região Art. Os princípios gerais de direito privado utilizam-se para pesquisa da definição. DJ de 26/01/01.) .28267-0/MT. em invasão de competência de outro ente da federação. do conteúdo e do alcance de seus institutos...033414-9/RJ... não limitando ou definindo competência.00. AMS 1998.01.) “Ementa: .01. . Rel.99.. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. 138... Federal Hilton Queiroz. A responsabilidade solidária do construtor em relação aos créditos não recolhidos pelos subempreiteiros não pode ser entendida a partir da disciplina privada da solidariedade consagrada no art.: Des. I.: Des. devem ser respeitados pela lei tributária. por força do princípio federativo.027648-2/MG. Decisão: 05/02/02. 109 e 110 do CTN... conteúdo e alcance. p.” (STJ.... Sendo o Direito Tributário um ramo autônomo. p..” (TRF-3ª Região.089907-4/SP. para torná-la fato gerador de um tributo.. . Rel.. o seu conteúdo e significado devem ser pesquisados tal como se apresentam no Direito Privado. que seja atribuído conceito de mercadoria diverso daquele disposto pelo ramo mercantil.. o conceito poderá ser modificado.. é perfeitamente possível. cuja definição.02.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). nos termos do art. DJ de 06/04/01. 2ª Turma Suplementar. p. conceitos e formas.03.01.. 109. limitar competência tributária é que a lei tributária não pode modificar a definição dos conceitos de Direito Privado. 898 do CCB. mas não para definição dos respectivos efeitos tributários. No entanto. 78. REsp 143201/SP. 848. Decisão: 06/03/02.. quando elege uma determinada situação ou relação de natureza econômica que traduza capacidade contributiva. Decisão: 11/12/00. Rel.) “Ementa: . Rel. Federal Cruz Netto...) “Ementa: . II. III. a lei fiscal. A enunciação das hipóteses de incidência e respectivas bases imponíveis não podem se distanciar dos critérios restritivos previstos nos arts. AC 96. Federal Johonsom di Salvo. 1ª Turma. desde que não resulte. AC 2000. à luz dos arts. p. . Decisão: 13/12/00. 4ª Turma..: Des.” (TRF-2ª Região..) “Ementa: . 14. se referida situação se situa no âmbito do Direito Privado.” (TRF-1ª Região. 109 do CTN. 109 do CTN. ‘O instituto da compensação é originário do Direito Privado. DJ de 11/03/02.’ ... haja vista que da autonomia do Direito Tributário decorre que os conceitos e formas do Direito Privado não prevalecem sobre os efeitos prescritos na norma tributária.. p. AC 1999. 2ª Turma. evidentemente. DJ de 09/08/02.: Min.. ainda.” (TRF-1ª Região.. José Delgado. É o que se pode retirar do texto do art. Decisão: 02/10/97.124 Tribunal Regional Federal . Somente para definir ou. DJ de 24/08/98. . 54. Rel.

. cujas definições são de observância inafastável – art. essa norma não tem qualquer aplicação.: Min. p. 93. 110 do CTN. conceitos e formas de Direito Privado. descabendo confundir a locação de serviços com a de móveis. AC 1997. que é fato gerador de imposto federal (se a lei abandonou o conceito de lucro adotado no Direito Privado. DJ de 25/05/01..) “Ementa: . O art.. 3º. utilizados. Decisão: 11/10/00. Federal Hilton Queiroz. utensílios e implementos a título de comodato. João Otávio de Noronha.. Decisão: 24/11/98. 110 do Código Tributário Nacional.. RE 116121/SP.: Des. 17.” (STJ. O art. modificando a natureza do instituto de Direito Privado. para definir ou limitar competências tributárias. Ari Pargendler. práticas diversas regidas pelo Código Civil.. Rel. Rel. os institutos.. DJ de 07/06/99. • Vide Súmula 573 do STF: “Não constitui fato gerador do ICM a saída física de máquinas. mas apenas definiu a base de cálculo da contribuição social instituída pela Lei Complementar 70/91 – Cofins. não alterou a definição e o alcance de institutos.) “Ementa: ... pelas Constituições dos Estados.. DJ de 22/09/00.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 125 Art...718/98. Nos termos do art.01. p. o conteúdo e o alcance de institutos. Rel..) “Ementa: . não podem ser alterados a definição. 110. 109 do Código Tributário Nacional). quando estabeleceu que faturamento ‘corresponde à receita bruta da pessoa jurídica’. em tema de definição e limitação de competência tributária... expressa ou implicitamente. A Lei 9. Decisão: 24/06/03. p. .” “Ementa: . 110 do Código Tributário Nacional apenas impede que.) “Ementa: . II. 110 do Código Tributário Nacional é taxativo quando dispõe que: ‘a lei tributária não tem a faculdade de alterar a definição. 4ª Turma. p. quando se trata de lei federal dispondo sobre o lucro de pessoa jurídica.00.. ou pelas Leis Orgânicas do Distrito Federal ou dos Municípios. o legislador usurpe competência que a Constituição Federal reservou a outrem. o conteúdo e alcance .. art.. Em Direito... A lei tributária não pode alterar a definição. Marco Aurélio.. 2ª Turma. sua validade deve ser aferida à luz do art..: Min..” (TRF-1ª Região.” (STF.” (STJ. conceitos e formas de direito privado.004093-8/MG. ... para definir ou limitar competência tributária. II. Tribunal Pleno. DJ de 25/08/03. o conteúdo e o conceito de institutos. 274. AGA 487026/PR.. REsp 173240/PR. as expressões e os vocábulos têm sentido próprio.. p/ acórdão: Min. Decisão: 30/06/00.. conceitos e formas do Direito Privado. . pela Constituição Federal. Rel. 289. 2ª Turma.

” (TRF-3ª Região. 4ª Turma. Decisão: 12/12/01. utilizados expressamente ou implicitamente.626. 110 do CTN – para o qual a norma tributária editada para o fim de definir ou limitar competências tributárias não pode alterar a definição. 1ª Turma. p. 569.. • Vide Súmula 27 do TFR: “É legítima a exigência do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) em importação. . Rel. alcance ou conteúdo dos institutos de Direito Privado (art.382. .) “Ementa: .05.: Des.” III. I. .00.) Art. suspensão ou exclusão do crédito tributário. II.” (TRF-2ª Região.: Des. consoante os termos do art. pela Constituição Federal. Federal Ricardo Regueira. dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias. Rel. ou implicitamente pela Constituição Federal.. o conteúdo e o alcance dos institutos. outorga de isenção. Federal Francisco Wildo. utilizados expressa. realizada antes da vigência do Decreto-Lei 1.” (TRF-5ª Região. As leis tributárias não podem modificar o sentido. DJ de 12/04/02.. ou das normas máximas de cada um dos entes políticos (Constituições Estaduais e Leis Orgânicas).00. AG 2000. 110 do CTN).02. para definir ou limitar competência tributária’..” • Vide Súmula 100 do STJ: “É devido o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante na importação sob o regime de benefícios fiscais à exportação (Befiex)..1ª Região dos institutos do Direito Privado. não poderia a norma em análise ter ampliado o conceito de receita bruta (ou faturamento) no intuito de ampliar a arrecadação. Rel.03. 111..30220-1/RJ. DJ de 08/10/01.126 Tribunal Regional Federal . p/ acórdão: Des. de 1º de junho de 1978. ..007482-0/SP. AMS 98.. AG 2001... pelas Constituições dos Estados ou pelas Leis Orgânicas do Distrito Federal ou dos Municípios. Decisão: 12/09/01.) “Ementa: . conceitos e formas de Direito Privado..... Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre: I. sob regime aduaneiro de draw back. Federal Therezinha Cazerta. Decisão: 19/03/01. p. 4ª Turma. DJ de 30/08/01.009281-8/PE.. 102.

230.... AMS 96. DJ de 22/06/99.. VI..... ICM. 1ª Turma.. AGREsp 450052/RS. Nos termos do art. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre outorga de isenção.. c.05. ou seja. Decisão: 25/05/99. ou dispositivos de lei. DJ de 24/02/89. 4ª Turma. .. Negativa de vigência do art.” (STF... . não se estabelece a restrição posta no regulamento. ..: Min. 257. . p..) “Ementa: ..” (TRF-1ª Região. 688.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). 3ª Turma.: Juíza Sônia Diniz Viana (convocada). p.01. Federal Napoleão Maia Filho.: Des. 1. Néri da Silveira. DJ de 03/12/99. Isenção. 111. Federal Castro Aguiar.. II. II). AC 97. pretendese impedir que se dê à norma concessiva de isenção alcance maior do que o pretendido pelo legislador. 2ª Turma. DJ de 26/12/02. Decisão: 24/06/03. nos termos do convênio e não do regulamento.. da CF) às demais espécies de tributo.. I.. Com isto. p. Rel.. RE 101480/RJ.. I. Rel..37076-1/GO. do CTN determina a interpretação literal da lei. de modo que se deve dar ao texto isentivo interpretação restrita. do CTN determina que se interprete literalmente a legislação tributária que disponha sobre a outorga de isenção.. não abrange o resultado das aplicações financeiras por ela realizadas. sendo vedada a interpretação extensiva ou de integração analógica.” (STJ.” (TRF-5ª Região. De contrário. I.” (TRF-1ª Região.. interpretação não literal da legislação tributária maior. uma vez que se interpreta literalmente a legislação tributária que disponha sobre a outorga de isenção (CTN. Regulamento posterior ao convênio.: Des. 111. do CTN.” (TRF-2ª Região. AG 2001. 2ª Turma Suplementar.41480-6/ES.. Rel. Decisão: 09/09/99. neste último.032018-9/CE. Se..02.. .) .01.) “Ementa: . o art. que a interpretação ou a utilização de qualquer outro princípio de hermenêutica termine por ampliar o alcance da isenção concedida.. Luiz Fux.. ..) “Ementa: . Decisão: 07/02/86. 111. 150.00. insuscetível de restrição por norma de hierarquia menor.. DJ de 27/06/02.. relativa aos ganhos com a operacionalização da atividade empresarial. 111. AMS 94.) “Ementa: . Rel. há de prevalecer a outorga. estaria a ocorrer. Rel.) “Ementa: . O art.. DJ de 04/08/03. I. II.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 127 “Ementa: ..: Min. p.. p. 111.42228-5/BA. inciso I. daí porque não se pode estender o benefício previsto unicamente com relação aos impostos (art. Rel. qual sucede na espécie. Decisão: 06/08/02. Decisão: 04/06/02.896. interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre a suspensão do crédito tributário. sobre suspensão ou exclusão do crédito tributário. 822. art. A isenção de que goza a parte. 1ª Turma. do CTN.

o preceito do inciso II do art. 112 do Código Tributário Nacional. à autoria.. Soares Munoz. 112. 23. DJ de 16/03/79... 112. ou comina penalidades deve ser interpreta- ..’ . 127.) “Ementa: . DJ de 27/02/87.: Min.958. ou à natureza ou extensão de seus efeitos. 112 do Código Tributário Nacional.. 2. em caso de dúvida . RE 110399/SP. Em razão do disposto no art. dispõe o art. 112.. 2ª Turma.: Min. Rel. Garcia Vieira. ou à natureza ou extensão dos seus efeitos. 2ª Turma. Cobrança de multa fiscal. Decisão: 06/02/87. ‘Não havendo divergência acerca da interpretação da lei tributária.571/RJ e REsp 41. parágrafo único. aplicandose a regra contida no art.. que determina seja dada à lei interpretação mais favorável ao contribuinte... em caso de dúvida quanto: I. a lei tributária que define infrações. Decisão: 02/03/79. 1. e à natureza da penalidade aplicável’. DJ de 1º/08/00. III. p.. da Lei de Falências. O art. Rel. Decisão: 06/06/00. A lei tributária que define infrações. 1ª Turma. inciso II.. do Código Tributário Nacional. que prevê a interpretação da lei tributária de maneira mais favorável ao contribuinte. Franciulli Netto.. Precedentes do STJ: REsp 9. à capitulação legal do fato.” (STJ..928/SP. 112 do Código Tributário Nacional. REsp 218532/SP. o art.825. ou lhes comina penalidade’. Rel.) “Ementa: . . p.: Min..” (STJ. II.. 1ª Turma. 112 do CTN não pode ser aplicado. imputabilidade. à natureza ou às circunstâncias materiais do fato.. RE 90143/RJ. . ou à sua graduação. p. deve-se afastar a exigência de multa fiscal contra empresa em concordata.. 242. ‘interpreta-se da maneira mais favorável ao acusado.) “Ementa: .. quanto à capitulação legal do fato .1ª Região Art.. à natureza da penalidade aplicável. interpreta-se da maneira mais favorável ao acusado.” (STF. DJ de 13/12/99.” (STF.. Carlos Madeira.. ‘A lei tributária que define infrações. ... IV..) “Ementa: Execução fiscal contra concordatária.. II. ou punibilidade. evitando-se a extensão dos efeitos da cobrança sobre sua solvabilidade. Decisão: 19/08/99.. p. REsp 236728/CE... ou lhe comina penalidades.. do CTN-66 dispõe que no caso de dúvida quanto à natureza ou às circunstâncias materiais do fato. “Ementa: .128 Tribunal Regional Federal . Rel.. inciso II.: Min. Aplicação do art.

mas em virtude do art. AC 96.. 113 e 142 do CTN). Eliana Calmon. positivas ou negativas.) “Ementa: .. .. AC 1998. 466.... § 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações.) TÍTULO II Obrigação Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. . . O fato gerador faz nascer a obrigação tributária. p. Federal Fábio Rosa.) “Ementa: . Nos termos da legislação federal (CTN. “Ementa: . DJ de 27/05/98... Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 129 da da maneira mais favorável ao acusado. p. Rel. § 1º A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador. 1ª Turma.01.. art. 112.05254-3/RS. 116.036089-2/SC.” (STJ. Decisão: 10/ 10/00. REsp 57248/SP. 2ª Turma. A hodierna orientação é pela exclusão da multa também no estado concordatário da empresa. DJ de 26/02/96.. REsp 332693/SP. Decisão: 03/09/02. Demócrito Reinaldo.. a obrigação tributária surge com a ocorrência do fato gerador – a entrada da mercadoria no estabelecimento do importador.” (TRF-4ª Região. Rel. 1ª Turma. Decisão: 28/04/98.: Min.. que se aperfeiçoa com o lançamento. I.. que recomenda seja a lei interpretada do modo mais favorável ao contribuinte..: Min. 23 da Lei de Falências. § 1º). inciso II.. Rel. DJ de 07/03/01. DJ de 04/11/02. ato pelo qual se constitui o crédito correspondente à obrigação (arts. 1ª Turma.. 181.) .: Des.” (STJ.04.. 113. A obrigação tributária é principal ou acessória. do CTN.. I. Federal Eloy Bernst Justo. tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente. não pela aplicação do parágrafo único do art. p.. 3.939. Decisão: 06/12/95. . p.04.. nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. § 3º A obrigação acessória.” (TRF-4ª Região. converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. pelo simples fato da sua inobservância.: Des.. 113.

4ª Turma.814. mas só surge o crédito com o lançamento.. Rel. Rel.02767-0/RJ.01. Federal Annamaria Pimentel.. 3ª Turma. 5º. p. 3ª Turma. A obrigação tributária surge com a ocorrência do fato gerador. 113. 2ª Turma Suplementar.. 113. DJ de 31/07/02. Federal Manuel Maia. 19 do Código Tributário Nacional a disposição do art.. . 140.05.) CAPÍTULO II Fato Gerador Art.” (TRF-5ª Região. da CF. Rel. 113. § 2º... 114. . tornando-se líquida e exigível pela constituição do crédito tributário através do lançamento. de acordo com o art. Nos termos do art. 284. p.02. • Vide Súmula 4 do TFR: “É compatível com o art. 48.) “Ementa: . A obrigação tributária surge com o fato gerador. consoante o disposto no art. AC 89. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência... AMS 1997. Rel.” (TRF-3ª Região. 5º. 226.” (TRF-2ª Região. O art.01. DJ de 15/05/02....” .1ª Região “Ementa: . Decisão: 05/02/02. AMS 94. da Constituição da República. DOE de 09/12/93. § 1º..: Des.” (TRF-1ª Região. 113. principal ou acessória. DJ de 11/03/02. .: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). REO 98. tem-se que a obrigação tributária. já que a reserva de estrita legalidade dos comandos forçados é oponível tanto aos administrados como ao Poder Público. 142 do mesmo diploma legal. DJ de 26/06/97.. Rel.003265-0/MG. Decisão: 25/08/93. Decisão: 27/05/97.: Des..036099-0/SP. do CTN..00.48626-5/AL.. surge a obrigação tributária principal com a ocorrência do fato gerador. Decisão: 18/04/02. Federal Franca Neto.” (TRF-1ª Região. a alteração do prazo para o pagamento do tributo não fere os princípios da irretroatividade das leis e da capacidade contributiva. sendo impossível sua instituição mediante portaria. § 1º. Federal Eliana Calmon. . II.) “Ementa: . p.. I... só pode ser criada por lei formal.130 Tribunal Regional Federal . II.03.) “Ementa: ..40525-9/MG.. 23 do Decreto-Lei 37.. II. de 18/11/66.. 6ª Turma. do CTN deve ser interpretado em sintonia com o art.. do CTN com o art..) “Ementa: ... p. 939.: Des. Decisão: 14/05/02. § 2º. AC 96. p. do Código Tributário Nacional e. portanto. que imputou à ECT procedimentos caracterizados como verdadeiras obrigações tributárias acessórias. Em interpretação sistemática do art. I.: Des. Ilegalidade da Portaria SF 10/96.

. eficiência e celeridade às atividades de tributação e arrecadação.. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência.: Juiz Reynaldo Soares da Fonseca (convocado). 21. 3ª Turma..28502-2/MG.. aliás. Federal Gilson Dipp... 114 do CTN. Admitir o contrário valeria por despojar-se o instituto das vantagens que determinaram a sua concepção e adoção.. ADI 1851/AL.. Decisão: 18/02/97.. Decisão: 26/10/00. maior comodidade. encontrando-se regulamentado por lei complementar que. se valeu de critério de estimativa que a aproxima o mais possível da realidade. p.. 1ª Turma. por isso mesmo. portanto. A prescrição para cobrança do crédito tributário deve observar a norma jurídica vigente à data do fato gerador. não deixando margem para cogitar-se de momento diverso. DJ de 07/12/00. a um só tempo.559468/PR.01. a hipótese de sua não-realização final. AC 95.. impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal. Rel.) Art. consoante previsto pelo art..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 131 • Vide Súmula 3 do TRF-3ª Região: “É ilegal a exigência da comprovação do prévio recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços como condição para liberação de mercadorias importadas. 114 do CTN . no futuro. na forma da legislação aplicável.847.” “Ementa: . não é provisório. economia. senão..) “Ementa: . 109.” (STF.” (TRF-1ª Região. mas definitivo.. no primeiro caso. dado tratar-se de sistema instituído pela própria Constituição. Decisão: 08/05/02. não dando ensejo à restituição ou complementação do imposto pago.: Min. DJ de 22/11/02.” (TRF-4ª Região.. que tem o fato gerador da obrigação principal como a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. do previsto no art.. propiciando. Rel. . II. da máquina fiscal e da evasão fiscal a dimensões mínimas. Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que. 115. O fato gerador presumido..) “Ementa: . Tribunal Pleno. AC 95. DJ de 09/04/97.. p. como a redução. A circunstância de ser presumido o fato gerador não constitui óbice à exigência antecipada do tributo. Rel.. A lei complementar.: Des. Ilmar Galvão. p. na conformidade. . para definirlhe a base de cálculo. 55.04. definiu o aspecto temporal do fato gerador presumido como sendo a saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte substituto. por igual.

REsp 68881/SP. continuando até o encerramento do seu ciclo (art. I).: Min... O fato gerador do Imposto de Renda identifica-se com a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica do rendimento. tratando-se de situação de fato. p... Salvo disposição de lei em contrário. de 10/01/01) • Vide Súmula 4 do TRF-4ª Região: “É constitucional a isenção prevista no art. aplicam-se os conceitos relativos ao fato gerador do art.. Decisão: 13/08/97. face à inconstitucionalidade do próprio bloqueio. . III.1ª Região “Ementa: . p. 6º do Decreto-Lei 2.” II. não será aquela prevista para os valores bloqueados. Federal Marga Inge Barth Tessler. 115.. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos: I.013.” (TRF-4 ª Região. tratando-se de situação jurídica.. Rel. Sendo o bloqueio inconstitucional. do CTN-66.. Decisão: 05/09/96. enquanto bloqueados os valores. • Vide Súmula 4 do TFR: “É compatível com o art. 2ª Seção.) . EIAC 96. IV. de 19/05/88. Aplicação do princípio ao exercício social. 116. Rel. O bloqueio não pode ser o fato gerador da incidência da lei que dispõe sobre a remuneração.145452/PR.. I. (Parágrafo incluído pela LCp 104.) Art. 1ª Turma.. 116. 23 do Decreto-Lei 37. 75. 19 do Código Tributário Nacional a disposição do art. 114 e art. 38.. Parágrafo único. Bloqueio e remuneração são coisas distintas.04.: Des. Milton Luiz Pereira. V. DJ de 17/09/97. de 18/11/66. observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordinária. quando se consumar o fato gerador. nos termos de direito aplicável.” (STJ.935. mas a remuneração. A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária. . DJ de 14/10/96.. considerado o período-base.” “Ementa: .132 Tribunal Regional Federal . desde o momento em que esteja definitivamente constituída. desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios.434.

“Ementa: . 116 do CTN)..” (TRF-1ª Região. § 2º). II..) “Ementa: .17658-9/RJ.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)..: Des. verificou-se o fato gerador do Imposto de Renda... 68. 116. 116 c/c o art. REsp 343952/MG.. . Rel. 116.. 1ª Turma. II.. Decisão: 25/02/91. .033739-7/MG. 144.. I). sendo resolutória a condição. Rel.” (TRF-1ª Região. art.CTN). AC 90. DJ de 12/06/98.. compete à lei a definição do momento de consumação do fato gerador dos tributos (CTN. Rel.. sendo suspensiva a condição. DJ de 18/07/02.) “Ementa: . Federal Olindo Menezes.. III. do CTN. A retrovenda ou pacto de resgate é uma venda sob condição resolutiva potestativa.: Des. Decisão: 18/03/98. AMS 1997. Federal Tânia Heine.: Juiz Cândido Moraes (convocado). 19 . DJ de 21/11/02. .02.art.01.. Decisão: 05/02/02.. . produz efeitos jurídicos desde o momento em que o ato jurídico é celebrado.0266267/BA. Praticado o ato.. desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio.00.) “Ementa: . na diretriz do CTN (art. Decisão: 16/04/02.018696-0/MG.... Decisão: 05/11/02. I. II. mas a lei ordinária..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 133 “Ementa: . 19. o considera ocorrido na data do registro da declaração de importação na repartição aduaneira (DL 37/66 . .” (TRF-2ª Região. Convênio 66/88) e art. Somente com a saída do bem adquirido do estabelecimento produtor e o ingresso no estabelecimento adquirente é que ocorre o fato gerador do ICMS (art.) Art. I.. II. p... 72. 79. p. Rel.. no Direito Privado e no Direito Tributário. 3ª Turma. Rel.. AC 1997. DJ de 19/03/91. p... 2ª Turma Suplementar.. Na sistemática do CTN.” (TRF-1ª Região..00.: Min. 23)... . 244. DJ de 17/06/02. p.. 2ª Turma Suplementar. Para os efeitos do inciso II do artigo anterior e salvo disposição de lei em contrário. 2ª Turma. os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados: I.. Eliana Calmon. O Imposto sobre Importação tem como fato gerador a entrada do produto no território nacional (art.” (STJ.01. A cláusula resolutória.01.. AMS 1997. 117. O fato gerador do Imposto de Renda é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica do rendimento (art.00.) “Ementa: . IV. desde o momento de seu implemento.

AC 92.. 255. Decisão: 26/10/00. p. p.. posto a definição legal do fato gerador é interpretada com abstração da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. 118 do Código Tributário Nacional.: Des. EIAC 89. DJ de 28/05/90. p.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).: Des. Federal Márcio Antônio Rocha.0563300/SP. p/ acórdão: Des. responsáveis ou terceiros. Decisão: 15/10/97. III. 198. Não é um fato genericamente considerado que caracteriza o direito de se exigir o tributo. DJ de 28/10/96. Federal Alberto Nogueira. 5ª Turma. Federal Baptista Pereira. .. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. Decisão: 27/10/98. “Ementa: . Decisão: 28/03/96. responsáveis.02..01.. 3ª Turma.: Des.) “Ementa: . é irrelevante a capacidade jurídica do ente tributado. DJ de 28/01/98. Federal Tourinho Neto.. O negócio jurídico sujeito à condição resolutória reputa-se perfeito e acabado... da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes... Rel. II... 11.” (TRF-4ª Região... 2ª Turma.894. 173. 232.. Rel. ou terceiros.1ª Região pouco importando que..) “Ementa: ..06816-8/MG. basta que seja uma unidade econômica. .. nada alterando o negócio jurídico da venda. a repercussão é sobre a transferência do domínio.: Min. 117).051. AMS 89. A definição legal do fato gerador é interpretada abstraindo-se: I. 118.” (TRF-2ª Região. Decisão: 08/10/99. Rel. desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio (CTN. do CTN)... DJ de 14/03/01..134 Tribunal Regional Federal .. dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. Rel. art... 81. Decisão: 14/05/90. DJ de 17/03/00. as operações ou atividades ilícitas ou imorais. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. p.) “Ementa: . 3ª Turma.) .” (STJ. posteriormente.. Para fins da incidência tributária. Não ocorrendo a transcrição (registro).03.04. REsp 182563/RJ..” (TRF-3ª Região.. Plenário. 4ª Turma. . São tributáveis. a condição se realize.) “Ementa: . AC 95.” (TRF-1ª Região.01. Rel.20023-0/RS. 118. A obrigação tributária subsiste independentemente da validade ou invalidade do ato (art. III. p..) Art. José Arnaldo da Fonseca. . p. AMS 95.35853-4/BA.. DJ de 23/11/98.” (TRF-1ª Região. I e II. Rel.03956-0/RJ.. . ex vi do art.

119 do CTN..61. No âmbito da parafiscalidade tributária. como aquele que quer fazer do crime meio de vida e sobrevivência.. art. cabendo ao ente parafiscal o exercício da sujeição ativa (CTN.01.: Juíza Sônia Diniz Viana (convocada).. Federal Suzana Camargo. e. Ilegitimidade passiva da União. .. Rel... DJ de 27/11/02.. mas. p.” (TRF-3ª Região.. Federal Fábio Rosa. p. II.81.. repassando àquele os valores devidos e arrecadados.. . ao contrário. está sujeito à tributação tanto o trabalhador assalariado. posto que aplicado em matéria de Imposto de Renda. p...) “Ementa: . XVII.. .) “Ementa: ... José Delgado.: Des. independentemente da origem dos rendimentos que lhe deram causa.. portanto. . 119. assim. Sujeito ativo da obrigação tributária.” (STJ.. trata-se de norma destinada a assegurar a normalidade da exação fiscal independente da existência de elementos capazes de ensejar a invalidade de tais atos oriundos de um injusto cível ou criminal. Rel.04.000122-0/SP. Decisão: 26/03/02..” (TRF-1ª Região. 984.. 184. AC 92. Decisão: 30/10/01.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 135 “Ementa: . o FNDE e o INSS... RSE 2001. 118 do Código Tributário Nacional atende ao princípio da isonomia tributária.. ... Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público titular da competência para exigir o seu cumprimento.. 7º). Rel. DJ de 29/04/02. 5ª Turma. o sujeito ativo da obrigação tributária. Não possui a União legitimidade passiva para a lide..01. . A norma do art. 3ª Turma. AGREsp 381581/SC. exclusivamente. Rel. . nos moldes do art. ACR 2000.. 1ª Turma.: Des. p. Decisão: 09/09/99. sim. sendo. O critério adotado pelo art. a capacidade tributária é delegada.. 119 c/c o art.... Empréstimo compulsório sobre combustível. Salário-educação.) “Ementa: . .” (TRF-4ª Região. Decisão: 22/10/02.. DJ de 28/05/02. III. DJ de 03/12/99.) CAPÍTULO III Sujeito Ativo Art. 7ª Turma.13269-7/DF. V.. 687.. 118 do CTN não estabeleceu distinção entre as possibilidades de atos jurídicos praticados pelos contribuintes e entre atos ilícitos civis ou penais... 384. visto que este é o agente arrecadador e fiscalizador da contribuição do salário-educação. que exerce uma atividade laboral lícita e aufere rendimentos tributáveis. “Ementa: .: Min.127488-8/PR. o aspecto econômico do fato gerador. sobreeleva.

Rel.) “Ementa: .. nos termos do art. nem se equipara ao transportador para efeitos do Decreto-Lei 37. a pessoa jurídica de direito público.. Decisão: 12/05/99. I. . CAPÍTULO IV Sujeito Passivo SEÇÃO I Disposições Gerais Art..: Des... Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária.01. a União Federal possui legitimidade passiva ad causam nos feitos que versam sobre desembaraço aduaneiro de mercadorias.0477253/SP.136 Tribunal Regional Federal . cuja legislação tributária aplicará até que entre em vigor a sua própria. AMS 94. . • Vide Súmula 192 do TFR: “O agente marítimo. Rel. Rel. que se constituir pelo desmembramento territorial de outra. Decisão: 09/11/99. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.. 433. 121.01. DJ de 19/01/00.326. DJ de 19/11/99. 1ª Turma. é o proprietário de veículo a quem competia o ônus da exação.. não é considerado responsável tributário. 120.. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: I. AC 1999. O sujeito ativo da obrigação tributária.04.” (TRF-3ª Região.021794-1/DF.00. 119 do Código Tributário Nacional. A teor do que reza o art. p. I. recursos e representação judicial próprios. 119 do CTN. Germano da Silva. 4ª Turma.” Parágrafo único. quando no exercício exclusivo das atribuições próprias. sub-roga-se nos direitos desta.) Art. sendo sujeito ativo da obrigação tributária.. .. . quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador. 4ª Turma. contribuinte. Federal Souza Pires.: Des..03. I. na espécie.: Des. enquanto o FNDE é a autarquia federal com patrimônio..” (TRF-4ª Região. O INSS é o agente arrecadador e fiscalizador da contribuição ao salário-educação.. de 1966. Decisão: 29/05/96.. Salvo disposição de lei em contrário. Federal José Luiz B.. DJ de 03/09/96..” (TRF-1ª Região. AC 1999.) “Ementa: .076226-3/PR. p. 64...1ª Região .

isto é.. Ag 1999. Tratando-se de tributo (art. a autoridade coatora. é obrigada por lei a proceder ao desconto na fonte e fazer o recolhimento (art. do CTN. arts... I.. II . 149-CF) arrecadado pela União... tem legitimidade para repetir tributo indevidamente pago (CTN. em sendo sujeito passivo...00. DJ de 06/09/99.... a autoridade coatora é o delegado da Receita Federal... 121.. Rel. DJ de 1º/09/03.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 137 II.” (TRF-1ª Região.023268-0/DF.. 1ª Turma. Decisão: 07/08/03.) “Ementa: . Decisão: 18/06/97. 79.. p. responsável. REsp 505050/SP. sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. Decisão: 05/08/99.. ‘O responsável tributário. AC 2001. quando. 3ª Turma. .. mesmo não tendo a condição de contribuinte. parágrafo único. No mandado de segurança contra a exigência de tributo federal.. em combinação com o disposto no inciso II do parágrafo único do art. II. p. p. Havendo relação pessoal e direta entre o produtor rural e o fato gerador da referida contribuição: produção rural – é jurídica a sua sujeição passiva. 56. tem a obrigação de . Rel.) “Ementa: . 121. aquela pessoa que.668.. na estrutura de pessoal de cada pessoa jurídica. 1ª Turma. o qual prevê a possibilidade de a lei atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responder pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam. REsp 208094/SC. 66.” (TRF-1ª Região.. é o responsável tributário.: Min.. p.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado). .) “Ementa: . I. nos termos do inciso II do parágrafo único do art. O fenômeno da responsabilidade (‘substituição’) tributária encontra-se inserto no parágrafo único do art. Humberto Gomes de Barros.01. I.) “Ementa: . DJ de 04/08/00.” (STJ. 3ª Turma. “Ementa: .. 45 do CTN. sem revestir a condição de contribuinte.. 121...00. Decisão: 12/04/00. para fins de mandado de segurança. e não o responsável tributário: aquele que. .01. Federal Cândido Ribeiro. sem revestir a condição de contribuinte. 165 e 166).01. p. 121 do CTN. .’. mas não administrado pela Receita Federal.. I.. I.. Rel..: Des. José Delgado. Federal Olindo Menezes.. Sendo a empresa responsável tributário pelo recolhimento do Imposto de Renda na fonte.. 121.037176-8/AM. 236.CTN). DJ de 30/09/97.: Min.04626-0/ MG. é inquestionável sua legitimidade para discutir questões atinentes à matéria. AC 92. 4ª Turma. segundo o qual ‘responsável’ é aquele que.. DJ de 1º/08/03. Rel.: Des.) “Ementa: . nos termos do art.” (STJ. tenha obrigação decorrente de disposição expressa de lei.” (TRF-1ª Região. 8. Decisão: 04/06/03. Rel.

. . II). na verdade está-se referindo ao substituto legal tributário. III. Federal Oliveira Lima.00. e b) o responsável.. ..004136-9/RJ..001982-4/SP.. IV. I). Decisão: 27/05/ 03. .138 Tribunal Regional Federal . pois somente aquele.: Des.” (TRF-5ª Região.34.297408/SC. sem se revestir da condição de contribuinte. 122.. parágrafo único. DJ de 27/06/03.. . 1ª Turma. Decisão: 08/08/01...040129-3/DF. p..) “Ementa: . 121 do CTN. 59. 965. I. 121. A possibilidade de atuar está intimamente ligada à posição de substituto tributário ocupada pela pessoa jurídica que.61.: Des.) “Ementa: . Quando no art.” (TRF-4ª Região. p. .04.. . e não ao responsável propriamente dito.. parágrafo único.” (TRF-2ª Região.: Des. p. 2ª Turma. Decisão: 26/03/02. sem revestir a condição de contribuinte.. AMS 99...00. Art..) “Ementa: . Rel. 121 do CTN).) “Ementa: . 121. .... DJ de 12/04/00. DJ de 09/12/02. De acordo com o art..01. 121.05.. 216. 3ª Turma. p. Rel. Rel. sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. AMS 2000. p.. Decisão: 24/09/02. e não este. 69. Federal Fernando Marques. Decisão: 09/03/ 00.. que é aquele que. AC 97.” (TRF-1ª Região.. Segundo o CTN. ACR 2001. 4ª Turma. Rel.. inclusive de pagar contribuições para o custeio da Previdência Social.. recebendo o nome de contribuinte quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador e responsável quando.. é tanto do contribuinte como do responsável.” (TRF-3ª Região. na qualidade de responsável (art. 121 e parágrafo único do citado codex que define o sujeito passivo da obrigação principal como sendo a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária.: Des. .02. 121 o CTN chama de responsável aquele que tem a sua obrigação decorrente de disposição expressa de lei. dois são os sujeitos passivos tributários: a) o contribuinte. Federal Edílson Nobre. II.. 4ª Turma... Rel. vem a ser sujeito passivo da relação jurídico-tributária subjacente. Federal Olindo Menezes. Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constituam o seu objeto.: Des.66799-7/PB.. art. a sujeição passiva da obrigação tributária..) Art. tem a sua obrigação decorrente de disposição expressa de lei (art.1ª Região fazer o recolhimento. DJ de 10/09/02. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. 178.. AMS 2000. I. que está direta e pessoalmente vinculado ao fato gerador da obrigação tributária (art. tem a sua obrigação vinculada à lei. II). DJ de 16/10/02. por força de lei (CTN.

. 62.. a não ser que haja disposição de lei em contrário.” (STJ.” (TRF-1ª Região.051421-5/SP. “Ementa: .. Decisão: 03/04/03.. para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. as convenções particulares. DJ de 15/05/03. p.00.” (TRF-1ª Região. 137. DJ de 24/04/97. 26...” (TRF-1ª Região. relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos. do Código Tributário Nacional... 4ª Turma.) “Ementa: .. DJ de 12/05/03. parágrafo único.) Art. Inoponibilidade à Fazenda Pública das convenções particulares.. AC 95. a teor dos arts. AC 93. III. inciso I e 122. A crise financeira da empresa não é justificativa para o não-recolhimento dos tributos e encargos sociais aos quais está sujeita. Federal Olindo Menezes. o mesmo ocorrendo relativamente aos juros..” (TRF-3ª Região.. como matéria de defesa.03. Rel.. AC 2001.: Min. 123). Decisão: 16/12/ 97. Federal Mário César Ribeiro.. DJ de 20/03/98. Federal Hilton Queiroz. não podem ser opostas à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária correspondente. p. 123 do CTN que as convenções particulares. p.. ... 123 do Código Tributário Nacional. . 3ª Turma. 2ª Turma. 123 do CTN) ... Descabe figurar no pólo ativo da demanda aquele que não tem relação com o Fisco. 4ª Turma..: Des. REsp 374694/ SC.743. art.238.. Decisão: 1º/04/03. As convenções particulares. Decisão: 09/06/97.) “Ementa: ..01..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 139 “Ementa: . . . relativas às responsabilidades pelo pagamento de tributos.. Rel.. Rel. As convenções particulares não são oponíveis. já que não podem ser a ele impostos ajustes particulares relativos à responsabilidade pelo pagamento de tributos (art. II. Rel.) “Ementa: . para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias respectivas. na discussão de relação jurídico tributária (CTN. Salvo disposições de lei em contrário. Federal Manoel Álvares... 264.. Dispõe o art.38. Art.) “Ementa: . não podem ser opostas à Fazenda Pública. p. DJ de 12/08/97. Rel.24692-2/MG. multa e correção monetária.33023-7/MG.01. .: Des. relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos.. Eliana Calmon.: Des. cuja cobrança decorre de lei. AC 95..031736-9/MG. Decisão: 1º/04/97. 121.. 5ª Turma. p. não podem ser opostas à Fazenda Pública...: Des. 123. 165. I.

) “Ementa: .: Des.. . 83..) “Ementa: .. 123 do Código Tributário Nacional.007610-8/RJ... isentando o ex-sócio gerente. p. Rel. . Decisão: 26/08/02.. conforme determina o art.: Des. Rel. Contribuição previdenciária. Federal Nery Junior. II.14167-7/SC. p. 3ª Turma. Nenhuma convenção entre particulares pode ser oposta ao Fisco para modificar a responsabilidade do sujeito passivo da obrigação tributária..: Des..00. p.. 917. DJ de 21/03/03.05.. p. DJ de 18/03/02.: Min. As empresas que firmam contratos de subempreitadas são solidariamente responsáveis pelo recolhimento das contribuições previdenciárias decorrentes dos serviços prestados pela contratada.. Empreitada. 189. José Delgado. AC 2001. celebrada pelos sócios da empresa. 497. Decisão: 26/03/02.: Des. Rel.) “Ementa: .. As convenções particulares não poderão ser levantadas pelo contribuinte inadimplente para se furtar à responsabilidade quanto a pagamentos de tributos contra a Fazenda Pública. Decisão: 08/05/02.1ª Região I. As convenções particulares relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos são inoponíveis à Fazenda Pública. Decisão: 08/10/90. 257.. as pessoas expressamente designadas por lei.) SEÇÃO II Solidariedade Art.. . p.02.. AC 90..) . AC 2002.. São solidariamente obrigadas: I.140 Tribunal Regional Federal . não tem validade contra a Fazenda Pública. 2ª Turma. III. Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima..03. A convenção particular.” (TRF-2ª Região.076341-1/SP. . DJ de 21/08/02.. de quaisquer responsabilidades quanto a obrigações tributárias. DJ de 30/09/02. as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal.” (TRF4ª Região. 124..01. Rel.016707-7/CE. Rel. Decisão: 05/02/02. “Ementa: . 1ª Turma. 3ª Turma. 1ª Turma. Responsabilidade solidária.” (TRF-5ª Região.” (STJ.. I.. AC 96. REsp 376318/SC.” (TRF-3ª Região.002. no que se refere à transferência da responsabilidade pelo pagamento de tributos. II. Federal Ney Fonseca.. Parágrafo único.04.. Federal Volkmer de Castilho. A solidariedade referida neste artigo não comporta benefício de ordem.. DJ de 30/10/96.. ..

salvo se outorgada pessoalmente a um deles. A solidariedade tributária não comporta benefício de ordem. Decisão: 02/10/02.: Des. Decisão: 08/10/02. . Salvo disposição de lei em contrário. nos termos preconizados no CTN (art.. pp.35326-1/MG. a isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados.” (TRF-5ª Região. O art. Federal Márcio Antônio Rocha. ....002788-5/RS. Decisão: 03/10/01.) “Ementa: . Rel.05.. p.. Decisão: 04/05/00. de modo direto. O art.. c/c o art. 6ª Turma. 124. Rel. Nos moldes do CTN. DJ de 07/11/02. As pessoas que têm interesse comum na situação que se constitui fato gerador da obrigação principal estão obrigadas solidariamente.. à situação prevista como fato gerador da obrigação tributária. a solidariedade quanto aos demais pelo saldo. o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais.00. 154/155. DJ de 06/03/98. II. do CTN não permite a invocação do benefício de ordem. 124. .04. 4ª Turma.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região.. . do CTN c/c o art.212/91 estabelecem que as pessoas que têm interesse comum na situação que constitui o fato gerador e aquelas expressamente designadas por lei são solidariamente obrigadas ao pagamento do tributo.01. 199.00. 124 do CTN estabelece que na solidariedade fiscal não cabe o benefício de ordem.. Trata-se de solidariedade em razão do interesse comum na situação tributada... AGV 2000. a hipótese legal diz respeito à ligação do terceiro.” (TRF-1ª Região.... 125. 2ª Turma. 124).) “Ementa: . art. . 67. 135. 31 da Lei 8.01.” (TRF-2ª Região. O art. DJ de 05/02/02... 124.. AC 2001. p. AC 1999. Federal Poul Erik Dyrlund. parágrafo único. 662.. AC 93. Federal Olindo Menezes.. II..: Des..: Des.. são os seguintes os efeitos da solidariedade: I. subsistindo.033781-5/SE. I. Federal Hilton Queiroz. Rel..: Des. Rel..: Des. 3ª Turma.022228-1/RJ. p. 4ª Turma. Os sócios-gerentes são solidariamente responsáveis pelo pagamento de tributos não recolhidos.01..38. II.. nesse caso. Federal Manuel Maia.” (TRF-4ª Região.041493-0/MG.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 141 “Ementa: . inciso II.. II..) “Ementa: . I. DJ de 19/07/00. DJ de 22/11/02. Rel. AC 1997.02. . II. 328..) Art. Decisão: 16/12/97. por força de interesse jurídico ou econômico. p.

1ª Região III. Somente a citação do devedor produz o efeito de interromper o prazo prescricional em relação aos sócios responsáveis. 125. Rel.035507-2/SP. AG 2001. I).. p.. p.” (TRF1ª Região. 1ª Turma. favorece ou prejudica os demais. 552. do CTN ser efeito da solidariedade de que a interrupção da prescrição. A capacidade tributária passiva independe: I. art. 135 c/c o art. do CTN.. Francisco Peçanha Martins.: Des... 125.03. 255.. 125.. em obediência às normas dos arts. II.32992-1/MG. DJ de 23/06/03. 121.. Em sede de responsabilidade tributária a causa interruptiva da prescrição quanto ao devedor principal estende-se ao terceiro responsável pelo crédito. Federal Peixoto Junior. Decisão: 17/11/98.01. que têm prevalência sobre a Lei 6. “Ementa: .. DJ de 1º/03/99. 306. Rel. 126. em favor ou contra um dos obrigados.. .. AGA 339041/RS.) “Ementa: .25493-3/BA. DJ de 20/03/98. p. 3ª Turma.. p.” (TRF-3ª Região. I... Rel.. inciso III. DJ de 22/08/03. 165. Decisão: 21/ 10/97. 4ª Turma... Estabelece o art. .. III. ..: Min....) SEÇÃO III Capacidade Tributária Art. favorece ou prejudica aos demais.142 Tribunal Regional Federal . Decisão: 15/04/03. REsp 190123/RJ. 174. parágrafo único. AC 95. . em favor ou contra um dos obrigados.) “Ementa: . I. Decisão: 24/06/ 03... ambos do CTN.) “Ementa: . 2ª Turma.. .. Decisão 27/08/99.” (STJ. de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem . do CTN. a interrupção da prescrição. A citação de pessoa jurídica executada interrompe a prescrição (CTN. da capacidade civil das pessoas naturais. Garcia Vieira. III. parágrafo único. Rel. DJ de 17/09/99.: Juiz Alexandre Vidigal de Oliveira (convocado)..01.00.. em consonância com o disposto no art. estendendo-se esse efeito aos sócios por força dos efeitos de solidariedade preconizados no art.830/80. Rel.” (STJ. 2ª Turma. 125. A mera inadimplência não acarreta os efeitos jurídicos da responsabilidade solidária dos sócios por dívidas tributárias. III e 174.) “Ementa: . AC 93.. p...” (TRF-1ª Região.: Min.: Juiz Hilton Queiroz (convocado).

qualquer de suas repartições no território da entidade tributante. Para fins da incidência tributária.” (TRF-1ª Região. p. Rel.. em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação. DJ de 25/08/03. . III. a capacidade tributária de uma empresa independe da constatação da regularidade de sua formação. p.... Decisão: 08/10/99. de estar a pessoa jurídica regularmente constituída. quanto às pessoas jurídicas de direito privado ou às firmas individuais. III. Gilson Dipp.” (STJ. a sua residência habitual. CC 37768/SP. ou da administração direta de seus bens ou negócios.) “Ementa: . Rel.. § 1º Quando não couber a aplicação das regras fixadas em qualquer dos incisos deste artigo. quanto às pessoas naturais. considera-se como tal: I..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). § 2º A autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito. . pelo contribuinte ou responsável.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 143 privação ou limitação do exercício de atividades civis.. DJ de 17/03/00.. aplicando-se então a regra do parágrafo anterior. II. Na falta de eleição. . AC 95. ou. o de cada estabelecimento. 4ª Turma. o centro habitual de sua atividade.. bastando que configure uma unidade econômica ou profissional.35853-4/BA.: Min. sendo esta incerta ou desconhecida..01. 3ª Seção. considerar-se-á como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação. é irrelevante a capacidade jurídica do ente tributado. III. 173.. quando impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo.. 261. o lugar da sua sede. comerciais ou profissionais.) SEÇÃO IV Domicílio Tributário Art. de domicílio tributário. Decisão: 11/06/03. “Ementa: . quanto às pessoas jurídicas de direito público. na forma da legislação aplicável. basta que seja uma unidade econômica. 127. ou.

Decisão: 05/06/01. 271. Decisão: 27/08/02. Para o ISS. art. 301... MC 3293/SP. do CTN. Rel.. DJ de 10/09/01. Ag 1997. I.. DJ de 21/10/02..” (STJ. DJ de 22/10/01. DJ de 20/11/95. . p. 127.) “Ementa: .01. se preordenam a facilitar a arrecadação dos tributos e não a dificultá-la (CTN. Rel.00. diante da dificuldade de arrecadar ou de fiscalizar o contribuinte. II. DJ de 14/08/01.: Min.. poderá fixá-lo nos limites estabelecidos por lei (art. . Decisão: 02/08/01.. o de cada estabelecimento (CTN..01. . procedendo à sua revisão. O sujeito ativo tributante. As regras do CTN. . . Na falta de eleição pela pessoa jurídica do seu domicílio fiscal. II. Decisão: 25/09/01.. I.. 3ª Turma.. 1ª Turma. para os efeitos tributários..... § 2º. Federal Luciano Tolentino Amaral.) “Ementa: .. inciso II). ou. Decisão: 29/05/95.” (TRF-1ª Região. 127. AMS 92. com fulcro no art.: Juiz Souza Prudente (convocado). 127. o de cada estabelecimento’ (art. José Delgado. 2ª Turma Suplementar. competindo o do local da atividade constitutiva do fato gerador.) .: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).” (STJ. Possibilidade de eleição ou revisão pelo Fisco. I. § 2º.” (STJ. 1ª Turma.144 Tribunal Regional Federal . p. I. Art.. 86.058335-0/BA. Nada impede que o sujeito ativo da obrigação tributária. REsp 437383/MG. § 2º).705.: Min..: Min. O estabelecimento prestador pode ser a matriz.. O domicílio tributário das pessoas jurídicas de direito privado é o lugar de sua sede. Decisão: 05/04/01. As ações tributárias intentadas por filiais de empresas devem ser propostas nos respectivos Estados onde elas têm o seu domicílio fiscal ou no Distrito Federal . I. enfrentando dificuldades para arrecadar ou localizar o domicílio tributário do contribuinte. § 2º. recuse o domicílio eleito.) “Ementa: . como a filial.. Milton Luiz Pereira...) “Ementa: ..1ª Região “Ementa: .. . art.. 273. em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação.01.. em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação. REsp 302330/MG. do CTN). considera-se o local onde se efetivar a prestação do serviço.00639-5/MG. 79...” (TRF-1ª Região. II. Rel. quanto ao fato gerador. Rel..: Des.. Rel.) “Ementa: . do Código Tributário Nacional. É juridicamente possível as pessoas jurídicas ou firmas individuais possuírem mais de um domicílio tributário. 1ª Turma. Rel. p. José Delgado.” (TRF-1ª Região. DJ de 14/01/02. 44..29621-5/MG. relativas ao domicílio tributário.. ele será ‘o lugar de sua sede ou. p. 127. I. CTN). p. 127. Domicílio fiscal.. 127. 4ª Turma. p.. AMS 95.. Dificuldade de arrecadação e/ou localização..

regendo tão-somente as relações jurídicas entre o contribuinte e o Fisco. 2ª Turma. O domicílio tributário da pessoa jurídica. Federal Lázaro Guimarães. Sem prejuízo do disposto neste capítulo. por substituição. Maurício Corrêa... AGRRE 266523/MG.: Des. na qualidade de substituto. 429.. do mencionado ...024517-5/SP. excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. a responsabilidade tributária. Rel. . Decisão: 02/05/00.. DJ de 10/05/02.. AgRAI 207377/SP. ainda. 128.... Decisão: 13/03/02.) “Ementa: . Néri da Silveira. DJ de 17/11/00. §§ 3º e 4º. 2ª Turma.27413-8/SE. AG 2001. relativamente ao imposto devido pelas anteriores ou subseqüentes saídas de mercadorias ou. já se achava previsto no Decreto-Lei 406/68 (art. A regra do art.: Min. “Ementa: . substituído.. por serviços prestados por qualquer outra categoria de contribuinte. É responsável tributário.: Min. o recolhimento antecipado do ICMS incidente sobre o valor final do produto cobrado ao consumidor. o comerciante ou o prestador de serviço. p... ou de outra categoria de contribuinte. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. DJ de 09/06/00.. 2ª Turma.) “Ementa: .. III. AG 99.. o industrial. .” (STF.” (TRF-5ª Região..) CAPÍTULO V Responsabilidade Tributária SEÇÃO I Disposição Geral Art... 27. DJ de 15/09/00. . Decisão: 04/04/00.. p. É constitucional o regime de substituição tributária ‘para frente’. O regime de substituição tributária.. Rel.” (TRF-3ª Região.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 145 “Ementa: .05.: Des.) “Ementa: .” (STF. p. 23. Federal Therezinha Cazerta.. Rel. referente ao ICM. é o de cada estabelecimento. 427. do atacadista. Decisão: 08/08/00.00. retirando-se do revendedor ou varejista.. 6º. . Rel. 128 do CTN e art..03. I. 127 do Código Tributário Nacional se exaure no âmbito administrativo tributário.... a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa. em relação aos atos ou fatos que deram origem à obrigação fiscal.. em que se exige do industrial. p.

Rel. 128. nos termos do art. responsabilidade tributária.. normas recebidas pela Carta de 1988.. .. DJ de 25/08/00.039906-4/MG. em flagrante ofensa ao art.01. Rel... .. A lei poderá atribuir a responsabilidade pelo crédito tributário a terceiros... Este relaciona-se apenas de forma mediata com o fato gerador.. 1ª Turma..) “Ementa: . Humberto Gomes de Barros. Decisão: 09/11/99. enquadrando-se como responsável por substituição. REsp 126891/RS. p. I.. sub-rogou-se na responsabilidade pela obrigação (CTN.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). 4ª Turma. por meio do Convênio ICM 66/88 da competência prevista no art. do ADCT/88. seria atribuir a terceiro.. A lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa. III. 15.212/91. AC 1999. 43. 4ª Turma. DJ de 07/08/02. p. e tendo o primeiro adquirente adquirido-o diretamente do produtor. 74.00. sem a interveniência de intermediários.. vinculados ao fato gerador da obrigação tributária. . AMS 93. O carvão vegetal obtido por rudimentar processo de industrialização é produto rural (LC 11/71. sem previsão legal..) “Ementa: .: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).070895-8/MG. nesse ponto. . § 8º.. pelos Estados. em omissão legislativa capaz de autorizar o exercício.) “Ementa: . RE 213396/SP.. AC 1998.988.20900-4/BA. DJ de 1º/12/00. 52.: Min.” (TRF-1ª Região. Rel.01. DJ de 19/11/98. 76).” (TRF-1ª Região. Ilmar Galvão.. p. Decisão: 23/10/98.: Min. . . 128 do CTN.” (STJ. na condição de adquirente. DJ de 17/12/99. O CTN distingue o contribuinte do responsável. foi imposta.. Rel.. b. Aquele tem vínculo pessoal e direto com o fato imponível.. mediante nota fiscal e comprova o respectivo pagamento do preço e do ICMS não pode ser responsabilizado pela omissão da vendedora.. art. REsp 189428/SP. 97.. 1ª Turma.146 Tribunal Regional Federal .) “Ementa: . Rel.. III. I. 34.. . DJ de 20/10/97. como medida de política fiscal. 128 do CTN. Rel. A contribuição para o Funrural é devida pela embargante.081/79.) “Ementa: .. Imputar responsabilidade ao comprador. § 3º).” (STF. não se podendo falar.: Min.. art. Federal Hilton Queiroz. I..01. Decisão: 15/09/97.. art.. como substituto..00. no caso.1ª Região decreto-lei). Lei 8..” (STJ. autorizada pela Constituição. O comerciante que adquire mercadoria de pessoa jurídica regularmente inscrita... Decisão: 02/08/99. p. art. 1ª Turma..817/85. 25.: Des. 328. Decreto 83. Garcia Vieira.) “Ementa: .. em recolher o tributo.. 153. por lei.. . p. 3ª Turma.” (TRF-1ª Região. A responsabilidade. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. alterado pelo Decreto 90.. Decisão: 12/06/02. p.. em tal situação. não havendo que se falar em exigência tributária despida de fato gerador. Decisão: 08/06/00. I.

. Federal Margarida Cantarelli. DJ de 12/04/00. Decisão: 22/08/02.. III. que nasce por efeito da incidência da norma jurídica. DJ de 21/11/02.. Dificuldades existem na conceituação da figura do responsável. (Art.” (TRF-4ª Região..04..Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. de forma originária. já que o CTN. ...” (TRF-3ª Região.001982-4/SP. 1ª Turma.. excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação.) SEÇÃO II Responsabilidade dos Sucessores Art. Por expressa permissão constitucional. Decisão: 26/03/02.51. com relação a hipótese de incidência que deva ocorrer posteriormente..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 147 excluindo a responsabilidade do contribuinte e atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. 128 e seguintes do CTN.. .. permite à lei atribuir a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa.. . A lei atribuiu expressamente a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa. Federal Oliveira Lima. .. Cuida-se da chamada ‘substituição tributária para frente’. Art.61. 1ª Turma.01. p. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação.00. 216. 128 . p. . Rel. Rel.... . . IV..: Des. 121 e outra nos arts. AMS 2000. Enquanto o substituto tributário possui uma obrigação própria..054. AC 97. a condição de responsável tributário... Federal Castro Aguiar.” (TRF2ª Região.00. hoje vigente e endossada pela Emenda Constitucional 3/93... o fez em mais de um dispositivo e com acepções diferentes: uma no art. de forma subsidiária... 129.. vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. 128 do CTN. . só estará obrigado a pagar o tributo se este não for adimplido pelo contribuinte ou substituto tributário. o responsável... 1. DJ de 10/09/02. 2ª Turma..: Des.. Responsável tributário. 128 do CTN). 59. afastando a obrigação da cooperativa. AC 2001.525505-2/RJ. 128 e seguintes.: Des. DJ de 30/09/02. Art.. p.. vinculada ao fato gerador da contribuição..29740-8/SC. Rel.) “Ementa: .: Des. a lei pode atribuir a uma terceira pessoa. O disposto nesta Seção aplica-se por igual aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição ...” (TRF-5ª Região.81.) “Ementa: . Decisão: 09/03/00. na acepção dos arts. Decisão: 30/10/02. AMS 2000.) “Ementa: .. ao referir-se a ele.. Rel.. 2ª Turma.011488-8/CE. p.. .. 116.

a do adquirente.010860-3/CE..: Des..29994-3/GO.. III. e bem assim os relativos a taxas pela prestação de serviços referentes a tais bens.148 Tribunal Regional Federal . p. caput). 133).: Min. 130. p. no caso.) “Ementa: . 13.: Min.. e aos constituídos posteriormente aos mesmos atos. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço... As multas por infração à legislação tributária. 860.245. 1ª Turma. Responsabilidade tributária .. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço. salvo quando conste do título a prova de sua quitação... . REsp 3097/RS. Rel. . Os créditos tributários relativos a impostos. art. reconhecendo-se.. DJ de 27/04/98. No caso de arrematação em hasta pública.00... Decisão: 30/04/99..) “Ementa: FGTS. DJ de 03/09/99.1ª Região à data dos atos nela referidos.. 129 c/c o art...) Art. 1ª Turma. art. sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes (CTN. Decisão: 24/10/90.05. “Ementa: . O sucessor tributário é responsável pela multa moratória. apenas se transmitem aos sucessores quando. AC 94. Garcia Vieira. 4ª Turma.. relativamente aos fatos geradores ocorridos antes do evento que ensejou a sucessão... Garcia Vieira. sanção de natureza pecuniária e repressiva. 317.. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. mas em se tratando de arrematação em hasta pública. desde que relativos a obrigações tributárias surgidas até a referida data. II. p. Os créditos tributários relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade.” (TRF-1ª Região...” (TRF-5ª Região. cujo fato gerador seja a propriedade.) . no momento em que se verifica a abertura da sucessão. DJ de 31/10/02.” (STJ. Decisão: 19/02/98. 72. aplicada antes da sucessão. DJ de 19/11/90. . aplica-se à hipótese as regras da Codificação Tributária sobre a responsabilidade.. 130.” (STJ. Rel.. AMS 2000. REsp 70756/SP.01.. Rel. . “Ementa: . . 1ª Turma..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). já tenham sido cominadas aos respectivos antecessores/contribuintes. Parágrafo único. Com emprego de analogia (CTN.. Decisão: 08/08/02... . Federal Rogério Fialho Moreira. p. sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes. Rel.. ou a contribuições de melhoria.

Federal Eustáquio Silveira..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 149 “Ementa: ...00.. Decisão: 17/10/95. 50. Rel. Rel. p.: Min.695.) “Ementa: . 3ª Turma. assim como as taxas e contribuição de melhoria.) “Ementa: . 3ª Turma.” (TRF-1ª Região. Sub-rogação dos créditos tributários. p. REsp 192501/PR. Decisão: 06/11/01. 1ª Turma..) “Ementa: .. DJ de 03/11/00.. Decisão: 11/03/96. nos termos do art.. 2ª Seção.: Min.00.. Federal Hilton Queiroz.. respondem os sucessores do de cujus pelos tributos incidentes sobre o bem imóvel possuído pelo mesmo à época do óbito. Ag 2001.041531-0/MG. Rel... o domínio útil ou a posse do bem.. p.. o adquirente de bem imóvel se torna responsável pelos tributos sobre ele incidentes. p.. p. 89.. Rel. 130 e 131 do CTN. O crédito tributário de ITR sub-roga-se na pessoa de quem vier a adquirir o imóvel cuja propriedade.. I. CC 95.” (TRF-1ª Região. DJ de 13/11/95. I.: Des. 130 do CTN manda que. 130/CTN.. DJ de 18/02/02. Nos termos dos arts.. . são responsáveis pelos tributos devidos pelo de cujus. O art.01. 2ª Turma. .” (STJ. 130 – CTN).01. 225. Rel. . 28. conforme previsto no contrato de compra e venda ou mediante acordo com o sucedido.” (TRF-1ª Região.) “Ementa: . Federal Osmar Tognolo... Consoante estabelece o caput do art. Humberto Gomes de Barros. Decisão: 28/06/95. . DJ de 05/11/01. p.600.) “Ementa: . Desapropriação de bem imóvel pelo Incra. o adquirente do imóvel sub-roga-se nos créditos fiscais cujo fato gerador é a propriedade. Rel.01.. Decisão: 02/04/02. 8. 130 do CTN. Decisão: 14/09/00. DJ de 07/06/02. Ag 95.. DJ de 10/08/95... Rel. . Decisão: 21/08/01.. se não constar do título prova de sua quitação.037828-0/BA.... I.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). Federal Olindo Menezes..” (STJ.: Des.. domínio útil ou posse constituiu o respectivo fato gerador (art. Nos termos do art.. 130 do Código Tributário Nacional. I. nos termos do art.25347-3/TO.. podendo o sucessor ressarcir-se desses ônus.: Des.. .01. sem qualquer distinção. AC 1998. 285.” (TRF-1ª Região.. REsp 283251/AC..) “Ementa: . .: Des. descabendo a extinção da execução com base na mera notícia do falecimento do devedor... O sucessor a qualquer título e o espólio até a data da sucessão. 4ª Turma.” (TRF-1ª Região.27186-0/MG..) “Ementa: . 77... DJ de 06/05/96..04382-7/BA. . em caso de arrematação em hasta pública. 3ª Turma. Francisco Peçanha Martins.108. a sub-rogação ocorra sobre o respectivo preço.. AC 94. 130 do CTN o crédito tributário sub-roga-se na pessoa do respectivo adquirente...01. p.

” (TRF-3ª Região. ocorre sobre o respectivo preço... 453... A execução voltada contra o responsável tributário prescinde de que conste seu nome na CDA respectiva.. . como responsável legal e não como sucessora.. porquanto a responsabilidade é ex lege.048699-7/SP.021389-0/PR. Rel. .. 3ª Turma. Os herdeiros restantes deverão responder pelo valor correspondente ao quinhão recebido.. p. A sub-rogação do crédito tributário decorrente de impostos cujo fato gerador seja a propriedade do imóvel. Sucessores causa mortis . (art.00.. Aplicação do art. pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação. III.1ª Região . p.. Decisão: 05/06/01. ... através do qual os créditos tributários relativos a imposto cujo fato gerador seja a propriedade sub-rogamse na pessoa do adquirente..) “Ementa: . DJ de 23/06/03. o adquirente ou remitente. 1. (Redação dada pelo Decreto-Lei 28.: Des. pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos. Federal Nery Junior.. O credor dos tributos relativos ao imóvel arrematado em leilão judicial sub-roga-se no preço da arrematação. DJ de 25/06/03. Rel. que passa a obrigar-se pelos débitos fiscais contraídos pelo seu sucedido. “Ementa: . 252. São pessoalmente responsáveis: I. Decisão: 04/06/03.. III.. p. HC 2001. na proporção de sua meação..” (TRF-3ª Região. DJ de 12/03/03. 131 do Código Tributário Nacional). Rel. que por eles responde.04.. Decisão: 18/02/03.543. 130 do Código Tributário Nacional. II. Luiz Fux. Federal Manoel Álvares.” (TRF-4ª Região. 1ª Turma. Federal Maria de Fátima Freitas Labarrère.. 131.009497-5/SP.01.03.: Min. AG 2002. 3ª Turma.) “Ementa: .. II.. AGREsp 461114/GO. 2ª Turma.. limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão do legado ou da meação. o sucessor a qualquer título e o cônjuge meeiro.: Des. Decisão: 05/06/03.03.. DJ de 15/08/01.: Des.) Art. o espólio. II. Aplicação da regra insculpida no .150 Tribunal Regional Federal . Responsabilidade pela dívida fiscal. pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. .00. Rel.... 130 do Código Tributário Nacional. ..... A dívida deve ser cobrada da viúva meeira.. AG 2002. 674..) “Ementa: ..” (STJ. p. de 14/ 11/66) II. segundo o parágrafo único do art.

) “Ementa: . do CTN dispõe que o espólio é responsável pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. AC 94. pelos tributos (não pelo crédito) devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. 131 do CTN. no caso. Decisão: 13/08/02. nos termos do art.. quando chamado como sucessor tributário. da LEF. 52...” (TRF-1ª Região. De acordo com o art.037823-1/BA. Rel. devendo a execução ser redirecionada contra o sucessor legal do executado.. à relação jurídico-processual. . incisos II e III. I.. 125. as condições inter partes. AC 1998.. III. do Código Tributário Nacional. incluindo-se o valor da multa moratória. devendo a exeqüente diligenciar sua regular citação na pessoa do seu representante. 1ª Turma. 131. DJ de 10/09/01... do CTN.. José Delgado.01.01.. p. perante o Fisco. os sucessores e o cônjuge meeiro respondem.” (TRF-1ª Região. O falecimento do executado não é causa de extinção do processo. . .. Rel. o representante do espólio é chamado ao processo como sucessor da parte passiva. DJ de 29/08/03.. Decisão: 12/06/01... Federal Hilton Queiroz. Federal Mário César Ribeiro. AC 1998.011520-0/BA....) “Ementa: . . . Ocorrendo a morte do devedor... Rel.. 131. transferindo o ônus do pagamento do tributo. 4º. II..: Min.. 131. AC 2000. 131.: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado).) “Ementa: . V.33.. do Código Tributário Nacional. 130 do Código Tributário Nacional estipula que os créditos tributários sub-rogam-se na pessoa dos adquirentes de imóveis. 4ª Turma..” (STJ. p. Decisão: 10/06/99. p. Decisão: 30/04/02.. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 151 art. III. REsp 212554/RN.. 3ª Turma.. .. a citação daqueles. . dando continuidade. Decisão: 03/06/03. DJ de 24/09/99.. V. impondose.16053-8/DF. com a sua presença. O art.: Des. não valem. III. do art. .: Des.. 3ª Turma... 4ª Turma. visando a modificar a responsabilidade tributária fixada em lei. II. na condição de responsáveis tributários por sucessão. REsp 295222/SP..00. na forma prescrita no art. Rel..) “Ementa: . p. p..” (TRF-1ª Região. 321.01.: Des. 86. II. O espólio. DJ de 04/02/02. é responsável pelo tributo declarado pelo de cujus e não pago no vencimento..037831-7/BA.) “Ementa: . preceituando o art.. DJ de 26/06/02..” (TRF-1ª Região. pela via da citação.) “Ementa: . 765. DJ de 30/08/02.: Min. p. Federal Luciano Tolentino Amaral. II.” (STJ.00.. Franciulli Netto.. Rel. O art. 2ª Turma. Decisão: 09/10/01.00.. 277. 131. Nos termos ..

o art. Ag 95..733. Decisão: 05/08/97. 2ª Turma..: Des.) . nos termos do inciso III do art..) “Ementa: .. 131. vez que os bens deixados foram partilhados. pode ser exigido o pagamento de eventual imposto devido.1ª Região I.01.12363-7/PR.03. do CTN-66 não é solidária. 363. II.04383-5/BA. art..: Des.. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar.: Des.. do CTN . EDMS 2000.. Decisão: 08/05/02.04. .. inciso II... consoante art.. Decisão: 06/03/01. p.01..01. Rel. 131 do Código Tributário Nacional..038119-9/SP.. Decisão: 04/08/98. ..03.02.” (TRF-3ª Região. DJ de 31/10/97. é imperioso que este seja citado antes que se penhore o imóvel objeto do litígio.. Rel. 131. 4ª Turma.830/80.. DJ de 25/04/01. DJ de 06/09/02. DJ de 27/11/98.. 4º). do mesmo códex que esses adquirentes (ou remitentes) são pessoalmente responsáveis pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos. art. ... AC 96..” (TRF-4ª Região. A responsabilidade tributária prevista no art. conforme preceituado no art. Decisão: 17/12/98..: Des... dispõe que o adquirente é pessoalmente responsável pelos tributos relativos aos bens adquiridos .: Des. mesmo de boa-fé. Rel.037788-2/SP. Decisão: 11/06/02.. REO 95. 690.. Do adquirente.. não se justifica que prevaleça a penhora efetuada no rosto dos autos do inventário sem a prévia citação do espólio na pessoa de seu inventariante. Rel... 853. do Código Tributário Nacional. Não podem ser confundidos o direito material e o direito processual da parte. Federal Cândido Ribeiro. . p.. p.03. DJ de 10/03/99. inciso I.. AC 97.: Des.” (TRF3ª Região.) “Ementa: . I. p. DJ de 22/05/02.” (TRF-1ª Região. AMS 98.) “Ementa: . Federal Marianina Galante..) “Ementa: .) “Ementa: . Federal Cândido Ribeiro. Federal Sérgio Nascimento.152 Tribunal Regional Federal . 1ª Turma.016651-9/SP. 131 e Lei 6. O herdeiro e o cônjuge meeiro são partes legítimas passivas na execução fiscal por dívida previdenciária de empresa individual do de cujus. I. 3ª Turma.. 2ª Turma. 2ª Turma. 131. Não obstante a responsabilidade tributária pessoal do novo adquirente ou remitente. 3ª Turma. e o inventário encerrado (CTN. 131 do CTN. Rel. I.. 872. Rel. p. Federal Ney Fonseca. DJ de 28/08/02..049382-3/RJ. Decisão: 15/04/02.. 91. Ag 95. Rel... . 136. 168.” (TRF-1ª Região. p.04380-0/BA.” (TRF-3ª Região.) “Ementa: . . I. Enquanto o espólio do sócio-gerente da empresa executada não for incluído no pólo passivo da execução fiscal e citado em nome próprio na qualidade de co-responsável pela dívida em cobrança.: Des.. p... ” (TRF-2ª Região. Federal Therezinha Cazerta.

. 1ª Turma.05. DJ de 02/12/83.. 19..) “Ementa: .: Min. para eximir-se do recolhimento de prestações previdenciárias atrasadas. visto ser ela imposição decorrente do não-pagamento do tributo na época do vencimento.: Des.” (TRF-5ª Região.. REO 97. Federal João Pedro Gebran Neto. sucedendo-lhe esta em todo o seu patrimônio material e jurídico. 1ª Turma.: Min.. o sucedido permanece como responsável. AC 96. Decisão: 08/11/ 83.” (TRF-4ª Região. Rel.. .. quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente. Decisão: 13/08/02.: Des. ou sob firma individual. 2ª Turma. . 132 e 133 do CTN impõem ao sucessor a responsabilidade integral tanto pelos eventuais tributos devidos quanto pela multa decorrente. . “Ementa: . Rel. DJ de 03/03/99..04. Rel. II. sendo que. II. ou seu espólio. não há como esquivar-se à sua qualidade de ‘sucessor’ estatuída no art... José Delgado. é devida a multa. transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos até a data do ato pelas pessoas jurídicas de direito privado fusionadas... 131 do CTN. Os arts.. podendo ser exigida do sucessor. Decisão: 10/06/99.. 1ª Turma. p.26965-3/AL. REsp 432049/SC. Federal Castro Meira.” (STJ. p. Decisão: 11/12/98. inclusive quadro de pessoal. em qualquer hipótese.49407-4/RS. 132 do CTN).. 378. respondendo os herdeiros no limite de seus respectivos quinhões.. sem se fazer distinção se é de caráter moratório ou punitivo.. Aldir Passarinho. RE 97625/RJ.. Rel. DJ de 09/07/99.” (STF..042. 131 do CTN. A multa aplicada antes da sucessão se incorpora ao patrimônio do contribuinte.. A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão. O disposto neste artigo aplica-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado. seja ela de caráter moratório ou punitivo. sob a mesma ou outra razão social. Parágrafo único.. II..) .) “Ementa: . 132. É devido o pagamento de pena de multa imposta à pessoa jurídica em caso de sucessão de seu titular em decorrência de óbito. Portanto.. nos termos do art. .. DJ de 23/09/02.) Art. 279. Se o órgão da Administração Direta é transformado em autarquia. é que responde pelos débitos fiscais da primitiva sociedade (art. 258. transformadas ou incorporadas. a sociedade incorporadora ou aquela que resultar da fusão. quando tal ocorre.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 153 “Ementa: . p. p.

I.” (STJ...1ª Região “Ementa: .. 3ª Turma. quem responde pelos impostos devidos. a pessoa jurídica de direito privado resultante da incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos pela pessoa jurídica de direito privado incorporada.. 132 do Código Tributário Nacional.. A pessoa jurídica que resultar da transformação de outra responde pelos tributos devidos até a data do registro do ato no órgão próprio. Em decorrência do disposto no art.03.) “Ementa: . Decisão: 14/04/99.. 4ª Turma. A transformação da firma individual. 6ª Turma. . DJ de 10/12/98. Rel.. Rel.05623-0/MG. p. . 4ª Turma.. DJ de 17/03/00. 4ª Turma. ...01. Em caso de incorporação. 44. Rel.. AC 94.768. I. . No caso de fusão. Rel.00. Rel. I. p. ROMS 8874/DF. .. 2. DJ de 24/09/02. Federal Souza Pires.01.. Decisão: 15/05/02. p.. . Rel... transformação (cisão) ou incorporação. p..16779-1/RJ.) “Ementa: .01. em sociedade por cotas de responsabilidade limitada. Federal Carlos Olavo. 97. a empresa primitiva.10813-0/GO.706. AC 95.. O art. 89. 1ª Turma. .” (TRF-1ª Região. Decisão: 03/06/96. Decisão: 27/08/02. AC 96.. AMS 1997.. Garcia Vieira. DJ de 18/12/98.) ...: Des. ou seja.” (TRF-1ª Região.: Des..02.061416-0/GO.. I.” (TRF-1ª Região. p.) “Ementa: ... aqueles cujos fatos geradores ocorreram antes da incorporação ou fusão. em nada altera o crédito tributário regularmente constituído. p..154 Tribunal Regional Federal .01. 3ª Turma. 1..099222-2/SP. Decisão: 23/02/99. Rel. 132 do CTN prescreve a responsabilidade fiscal da pessoa jurídica pelos débitos anteriormente constituídos... AC 95.... p..: Juiz Luiz Airton de Carvalho (convocado). somente será responsável tributária pelos fatos geradores ocorridos até a data da fusão. 1..” (TRF-3ª Região.. DJ de 08/07/02. haja vista que a responsabilidade tributária persiste para a sociedade transformada.. 368.295..) “Ementa: .) “Ementa: .) “Ementa: .25061-8/BA. da qual surgiu uma nova.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).” (TRF-1ª Região. transformação (cisão) ou incorporação... AC 92. é a empresa incorporadora que continua a respectiva exploração. fusão ou incorporação de outra é responsável pelas contribuições devidas. depois de sua efetivação.: Min.” (TRF-2ª Região. p/ acórdão: Des. DJ de 28/06/96.. Decisão: 06/11/98. Federal Tourinho Neto. Só a pessoa jurídica de direito privado que resulta da transformação. Federal Franca Neto.: Des. I. DJ de 03/05/99. Decisão: 02/10/98..

pois a incorporadora é responsável pelos tributos devidos pela incorporada (art. 2ª Turma.. se o alienante cessar a exploração do comércio. em sucessor para os efeitos tributários. com a transferência de patrimônio.” (STF. indústria ou profissão. devidos até a data do ato: I... mesmo de natureza tributária.: Min.. DJ de 12/04/99. subsidiariamente com o alienante.. o sucessor responde pelos direitos tributários do sucedido. I. por qualquer título.. Decisão: 1º/06/00.” (STJ. sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual... indústria ou atividade.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 155 “Ementa: . Federal João Pedro Gebran Neto. “Ementa: . nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. direitos e obrigações à outra sociedade. Rel. 132 do CTN).015. 1ª Turma.: Min. II. Rel. Rel. Havendo sucessão. p... . pela multa que. a circunstância de que tenha se instalado em prédio antes alugado à devedora não transforma quem veio a ocupá-lo posteriormente. II. Decisão: 04/03/99. p. industrial ou profissional.) “Ementa: . .) Art. integralmente. caracterizada pela compra do fundo de comércio. 133. art. Rel. não constitui óbice ao deferimento da CND..” (STJ. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. 24.. fundo de comércio ou estabelecimento comercial. A regular incorporação da empresa requerente. p. p.. Ari Pargendler. . tem o caráter punitivo. O Supremo Tribunal Federal sustenta o entendimento de que o sucessor é responsável pelos tributos pertinentes ao fundo ou estabelecimento adquirido. 3... REsp 51504/SP.. DJ de 16/08/ 00. Antônio Neder. industrial ou profissional. Decisão: 14/06/95. Américo Luz. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. não. DJ de 10/04/81.) “Ementa: .: Des. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis meses a contar da data da alienação.. AMS 1998. A responsabilidade prevista no art... Código Tributário Nacional.” (TRF-4ª Região. 2ª Turma. 2ª Turma.. 111. DJ de 14/08/95. também por força de locação... 146. Decisão: 24/03/81. 133 do Código Tributário Nacional só se manifesta quando uma pessoa natural ou jurídica adquire de outra o fundo de comércio ou o estabelecimento comercial. RE 82754/SP.) .086735-4/RS.04. responde pelos tributos.. .: Min. 133. porém.174.01. e continuar a respectiva exploração.. REsp 108873/SP.

Rel. DJ de 08/04/02.05439-4/MG. DJ de 25/08/00. do Código Tributário Nacional. Decisão: 08/06/00... Federal Hilton Queiroz. que veda a modificação do pólo passivo da relação tributária.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado). I.. Sucessão. Art. Sucessão. sendo inaplicável na hipótese de aquisição de apenas alguns bens móveis do devedor. 133 do CTN. e que constituem procurador para cuidar da administração dos bens móveis e imóveis recebidos. p... Limite. se o alienante cessar a exploração do comércio.. Não possuem responsabilidade por sucessão.156 Tribunal Regional Federal . sem que fique configurado que deram continuidade à exploração do fundo de comércio ou estabelecimento aos quais se encontravam afetados ditos bens.) “Ementa: . sobre os quais não incide qualquer tributo. 4ª Turma. AC 95. Decisão: 11/05/99. caput. o sucessor deverá responder integralmente pelos tributos. I.. 3ª Turma. Federal Osmar Tognolo. AC 92.1ª Região “Ementa: ..” (STJ.) “Ementa: .01. DJ de 12/02/99. mediante convenção particular. p..: Des. 133 do Código Tributário Nacional cuida da responsabilidade tributária por sucessão daquele que adquire fundo de comércio ou estabelecimento comercial. uma vez já ocorrido o lançamento definitivo na época da sucessão. 119.: Min. 196.. p. inciso I.” (TRF-1ª Região.. Decisão: 23/10/98. Decisão: 21/05/03. 133. não se aplica na ocorrên- . . p. ... DJ de 10/09/99. 133. AC 2000. I. Art.191. 3ª Turma. . A empresa que à outra sucede na exploração do serviço.. do CTN.. DJ de 11/06/03. nos termos do art.01.079843-9/MG.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). 82. 133 do CTN. inciso I. Responsabilidade tributária. responde apenas pelos tributos devidos pela antecessora concernentes ao serviço sucedido.” (TRF-1ª Região.018641-8/GO.. Segundo o disposto no art.. 3ª Turma. do Código Tributário Nacional. O art. . em razão de créditos trabalhistas e antes da penhora requerida em execução movida pelo INSS. .) “Ementa: . I. 2ª Turma. O art. Responsabilidade. Decisão: 19/02/02.. 133.) “Ementa: .. do Código Tributário Nacional confere aos sucessores de empresa a responsabilidade tributária pelos débitos do sucedido. AC 1999.00.. devidos até a data do ato.. sem aquisição do estabelecimento ou do fundo de comércio da sucedida.01. 174.: Des.. Paulo Medina. 133.” (TRF-1ª Região.. Rel. I.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região.. indústria ou atividade. nos termos do art.. Rel. 123 do CTN. Rel.... terceiros a quem foram adjudicados bens pertencentes à empresa devedora do Fisco.33220-9/MG. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. p. REsp 330683/SC...35.. Rel..00. O disposto no art..

art. Interpretação teleológica do disposto no art. DJ de 26/01/01. DJ de 10/05/02.. Rel. Federal Paulo Machado Cordeiro. 133 do mesmo diploma legal. . Decisão: 11/12/00. Federal João Pedro Gebran Neto. industrial ou profissional que mantiver exploração do mesmo ramo de atividade. da execução contra o alienante. .. Rel.00.04. I). 133. sendo subsidiária quando aquele prossegue no exercício da sua atividade empresarial ou inicia nova atividade no prazo de seis meses (CTN.. A responsabilidade tributária do adquirente de fundo de comércio só é integral quando o alienante cessa a exploração de comércio.” (TRF-4ª Região.00. 2ª Turma.. A responsabilidade tributária do adquirente de fundo de comércio só é integral quando o alienante cessa a exploração de comércio. Ag 2001. 4ª Turma. 133. Rel. está de acordo com a disciplina normativa do CTN. p.. 133. deve responder pelos tributos relativos ao estabelecimento adquirido.” (TRF-1ª Região.: Des. p.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado).. por disposição expressa na alteração do contrato social. ex vi do art. II.) “Ementa: .. p.. I.: Des.) “Ementa: .: Des.004092-6/MA. . I. II.: Des. Ag 1999.03. Rel.. Decisão: 14/12/99. 133. I). Se o atual sócio da empresa a ela se integrou assumindo a integralidade da responsabilidade societária.01.. Rel... contribuinte à época dos fatos geradores da tributação. I. O adquirente de um fundo de comércio ou estabelecimento comercial. preliminar. Não comprovada tal hipótese. 133.01. 548.. A empresa sucedida.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 133 do CTN. art. Decisão: 18/05/00.” (TRF-3ª Região.. AC 97. REO 1997. . Decisão: 23/04/02. Decisão: 18/03/98. . p.. DJ de 17/03/00. indústria ou atividade (CTN.. p. Decisão: 25/04/02.. respondendo solidariamente com a sucessora.” (TRF-5ª Região. Federal Manoel Álvares. 4ª Turma. . 32.) “Ementa: . AC 2001. a Fazenda não pode se voltar diretamente contra o responsável tributário. I. Rel... ainda que cesse suas atividades. II).Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 157 cia de sucessão da empresa ou fundo de comércio...041484-9/MG.30643-1/SC.00.01. p. 4ª Turma..023217-4/MG. do CTN.) . indústria ou atividade (CTN.075224-1/MS.. DJ de 05/06/02. em face da retirada dos antigos sócios.. 393.” (TRF-1ª Região..... de onde decorre que o direcionamento. que confere aos sucessores a responsabilidade tributária pelos débitos do sucedido.99..) “Ementa: . AMS 97. 80. em detrimento do disposto no art. do CTN... 117. 3ª Turma. I.) “Ementa: .000497-7/SE. DJ de 09/08/00. não se desonera dos créditos tributários remanescentes.05. na linha do art. 3ª Turma. Federal Mário César Ribeiro... DJ de 05/05/98.” (TRF-1ª Região. 490. responderá pelos tributos devidos pelo antecessor até a data da transação. sob o mesmo nome ou não.

. afastando a responsabilidade solidária ou supletiva (arts.029.. do Código Tributário Nacional. nos termos do art. o sujeito passivo da obrigação tributária principal é o contribuinte. “Ementa: . 134. os pais.. 134 e 135. Rel. . 1ª Turma.. Decisão: 28/11/86. de 1966. não é considerado responsável tributário.) .. da inscrição da dívida. IV. pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles. para a citação.” (STJ. DJ de 06/02/87. que conste. CTN).) “Ementa: . Decisão: 06/12/01. V. os tabeliães.: Min. nem se equipara ao transportador para efeitos do Decreto-Lei 37.. podendo responder solidariamente outros responsáveis. 1. no caso de liquidação de sociedade de pessoas. Parágrafo único. o inventariante.1ª Região SEÇÃO III Responsabilidade de Terceiros Art. respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis: • Vide Súmula 192 do TFR: “O agente marítimo. o nome do sócio que responda solidariamente pelo débito da sociedade. em matéria de penalidades. 183.158 Tribunal Regional Federal . às de caráter moratório. VII.. I. o síndico e o comissário.. pelos tributos devidos por seus filhos menores.. pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário. REsp 242345/SP. VI. 1ª Turma.. Milton Luiz Pereira. os sócios. II. III.” I. p. no caso de impossibilidade. os administradores de bens de terceiros. os tutores e curadores. . Pessoas expressamente designadas por lei podem ser qualificadas como substitutas tributárias (ou substitutiva). ou perante eles.. em razão do seu ofício. Não é indispensável. pelos tributos devidos pelo espólio. quando no exercício exclusivo das atribuições próprias. Em regra.. DJ de 25/03/02. pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados. p. VII. O disposto neste artigo só se aplica. pelos tributos devidos por estes.” (STF. 134. Rel. RE 111765/MG. Octávio Gallotti. Nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte. escrivães e demais serventuários de ofício.: Min.

... REsp 493316/DF.) “Ementa: . ..032163-1/PR. Federal Eloy Bernst Justo. 2ª Turma.01. e sem ter havido extinção da sociedade.) “Ementa: . Decisão: 08/04/03.) “Ementa: .. Decisão: 05/03/02. p... A culpa. 134 do CTN e 4º da Lei 6. não responde com seus bens por débitos fiscais... O art. de caráter punitivo. DJ de 26/10/00. 551.” (STJ.) “Ementa: . 134.. AG 1998. Rel.04. II. 1ª Turma. Decisão: 29/08/00. 239. Decisão: 15/02/00..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 3ª Turma.. CTN).” (TRF-2ª Região. O Código Tributário Nacional admite a trans- .. ou recusados os nomeados... 134 do CTN.021795-6/BA. . A responsabilidade pessoal e solidária pode ser imputada ao síndico de massa falida em relação aos atos em que intervier ou pelas omissões de que é responsável (art. Ag 2001.. Rel. do CTN).. quando evidenciada a ausência ou insuficiência de bens da empresa executada. Rel. Arts.051746-4/SP. AC 92. Em face do art. assim como em relação aos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos por ele praticados com excesso de poderes ou infração de lei (art. Rel. Federal Marisa Santos.: Des. 134. Enquanto a citação do(s) sócio(s) responsável(eis) tributário(s) pode dar-se a qualquer tempo...: Des. II. 1ª Turma.) “Ementa: . Rel.: Des.10361-7/RJ. A responsabilidade de terceiros ocorre nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte (art. I. só se afigurando na hipótese de liquidação de sociedade de pessoas.. Federal Ivan Athie... III. as sanções fiscais. DJ de 08/04/02. concomitantemente ou após a citação da empresa executada. p.. V.. DJ de 03/05/00. Rel.) “Ementa: . Decisão: 11/05/99.02.00. a princípio. sem função de gerência... a penhora de bens deles só é possível subsidiariamente..” (TRF-1ª Região. do CTN estabelece a responsabilidade solidária dos administradores de bens de terceiro pelos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis.. não se incluem na responsabilidade da empresa sucessora. 134.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 159 “Ementa: .01. III.. 5ª Turma.” (TRF-4ª Região. a responsabilidade do sócio-cotista é subsidiária e restrita aos atos em que intervier e omissão de que seja responsável. AC 89. Federal Luciano Tolentino Amaral. p. AC 1997.” (TRF-1ª Região. Sócia de capital. do CTN). DJ de 02/06/03. aqui.00. 215. I. DJ de 12/07/02.01. . há de existir para que se configure a solidariedade..: Des. DJ de 23/06/99.: Min. p. Requisito cumulativo com a inexistência de bens penhoráveis de propriedade do contribuinte..03. 115. 135.... José Delgado. Decisão: 25/06/02. . I.830/80.. . 2ª Turma Suplementar.” (TRF-3ª Região.035429-2/BA. 117.. p.

AC 96. no entanto.: Des. CTN. DJ de 07/11/86. ao fundamento de que a multa aplicada antes da sucessão se incorpora ao patrimônio do contribuinte.588.) Art. contrato social ou estatutos: • Vide Súmula 192 do TFR: “O agente marítimo. vem considerando a transmissibilidade como regra... 85.14980-0/Rel.” • Vide Súmula 184 do TFR: “Em execução movida contra sociedade por quotas. 21. A inscrição da dívida em nome dos sócios não é condição necessária para que respondam pelas obrigações tributárias da sociedade. III. III. DJ de 20/03/87. Rel. 134..” (STF. Decisão: 17/10/96. RE 108766/RJ.. parágrafo único).160 Tribunal Regional Federal . 2ª Turma.) ..” “Ementa: .” (TRF-5ª Região. Decisão: 07/10/86. sejam eles sócios-gerentes . os diretores..745. não tem legitimidade para opor embargos de terceiro. Célio Borja. . pelos débitos fiscais.1ª Região missibilidade apenas das multas moratórias (art.: Min. podendo ser exigida do sucessor. p.. respondem as pessoas nomeadas no art. os mandatários. 135. . Exige-se. Célio Borja. Decisão: 03/02/87. Federal Ridalvo Costa.. sim. Rel. II..561. prepostos e empregados. em face da inexistência de patrimônio da sociedade.: Min. 3ª Turma. 4.” (STF. p.. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. visando livrar da constrição judicial seus bens particulares. RE 110597/RJ.05. citado em nome próprio. não é considerado responsável tributário.. • Vide Súmula 112 do TFR: “Em execução fiscal. decorrente de violação da lei ou excesso de mandato.. conforme determina a lei.. A doutrina mais avançada. p. nem se equipara ao transportador para efeitos do Decreto-Lei 37. quando no exercício exclusivo das atribuições próprias.. DJ de 08/11/96.” I. o sócio-gerente. não atinge a meação de sua mulher. a responsabilidade pessoal do sócio-gerente de sociedade por quotas. gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. 135. Ocorrendo o desaparecimento da sociedade sem liquidação regular.) “Ementa: . 2ª Turma. as pessoas referidas no artigo anterior. de 1966.. Em qualquer hipótese. o sucedido permanece como responsável solidário.

. contrato social . Decisão: 19/03/02.” (STJ. p. Rel. sendo necessário provar que agiram os mesmos dolosamente. Decisão: 20/05/03.. disciplinada no art. 195. Luiz Fux. Rel. 1ª Turma. Eliana Calmon. p. III. sem que seja antes apurada a prática de ato ou fato eivado de excesso de poderes ou infração de lei.) “Ementa: . o sócio. . Para que surja a responsabilidade pessoal. não há falar-se em responsabilidade tributária do ex-sócio a esse título ou a título de infração legal. não constitui infração à lei suficiente a ensejar a responsabilidade solidária dos sócios..) “Ementa: . .: Min. Paulo Medina. Rel.. ficando aquele obrigado pessoalmente pela dívida.. DJ de 04/08/03.) “Ementa: . DJ de 12/05/03.. III.” (STJ.. o contrato social ou o estatuto.. José Delgado. I. O simples inadimplemento não caracteriza infração legal.. É dominante no STJ a tese de que o não-recolhimento do tributo. 1ª Turma...... os sócios (diretores. em princípio.. ainda que exerçam gerência.) “Ementa: . 135. do CTN.: Min. DJ de 09/06/03. não se consubstanciando em infração à lei.: Min. diretores ou gerentes. III.. agiu com excesso de mandato. 2ª Turma.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 161 “Ementa: .. Rel. o sócio que recolhe os bônus lucrativos da sociedade mas não verifica o adimplemento dos tributos. AGREsp 384860/RS.. Decisão: 18/04/02. somente quando restar provado ter ele agido com fraude ou excesso de poderes. DJ de 02/06/03. p. ... . AGREsp 346109/SC. nos termos do art. AGA 472260/SC. do CTN. 258. p.. Inexistindo prova de que se tenha agido com excesso de poderes. VI. Não se pode atribuir a responsabilidade substitutiva para sócios. pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes da prática de ato ou fato eivado de excesso de poderes ou com infração de lei. ou infringiu a lei.. 2ª Turma.. I.. Ressalva do voto com submissão à jurisprudência dominante.. A jurisprudência deste egrégio Tribunal consolidou-se quanto a ser subjetiva a responsabilidade do sócio-gerente pelo pagamento de tributo devido pela sociedade. com fraude ou excesso de poderes. à luz da função precípua do egrégio STJ no sentido de que. . por substituição... 135.. contrato social ou estatutos.. por si só. EDAGA 471387/SC. VII. gerentes ou representantes da pessoa jurídica) são responsáveis. a mera inadimplência. Decisão: 25/03/03. De acordo com o nosso ordenamento jurídico-tributário. ou infração de contrato social ou estatutos. A responsabilidade do sócio não é objetiva.. Inexistência de responsabilidade tributária do ex-sócio. locupleta-se e a fortiori comete o ilícito que faz surgir a sua responsabilidade.: Min...” (STJ. 223. de per si. prevista no art...” (STJ. I. 213. 135 do CTN é necessário que haja comprovação de que ele.

. que pode ser citado nos termos dos arts. .055924-4/MG. Decisão: 18/03/03. 166. 1ª Turma. do contrato social ou do estatuto. 4ª Turma. 128. II.. p. no inciso III do art. inciso III.. 4ª Turma. Decisão: 07/11/02. .. do Código . mas ao gerente.: Des.. Rel.. não por ser sócio. 135 do Código Tributário Nacional resulta de ato praticado com excesso de poder ou infração de lei.006336-6/MG. Sendo a empresa executada uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada..01. 4ª Turma.. AC 2000.: Des. Aplicação do art. Assim.041803-9/RJ... Rel. não ao sócio. . p. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. impõe responsabilidade.01. pode o sócio-gerente vir a responder pelas dívidas tributárias da sociedade por atos praticados com excesso de poder ou infração à lei ou estatuto (art.) “Ementa: . sócio-gerente é responsável. DJ de 02/04/03. I.162 Tribunal Regional Federal . 135..: Min. DJ de 24/02/03. Decisão: 16/04/02. Obrigação essencial a todo administrador é a observância do pagamento dos tributos.) “Ementa: .. p. do CTN). Rel. Rel. registrando-se consistir em infração à lei a sua sonegação. os seus nomes constando da certidão de dívida ativa. O CTN. inciso V. Ag 2003. 4º.) “Ementa: ......” (TRF-1ª Região. o que impõe a responsabilidade pessoal do gerente.. Apresenta-se juridicamente admissível a citação dos sócios da pessoa jurídica executada. É solidária a responsabilidade do sócio.) “Ementa: .00. I....” (TRF-1ª Região... Sócio-gerente.” (STJ.101. .01.00. 69. 3ª Turma. .00.: Des. da Lei de Execuções Fiscais e 135. DJ de 25/04/03... III... mas por haver exercido a gerência. 135. Rel. 135. Responsabilidade pessoal.” (TRF-1ª Região. Federal Luciano Tolentino Amaral. do Código Tributário Nacional. Ag 1999. Decisão: 29/05/01. AGV 2001.01.. DJ de 23/05/03. Humberto Gomes de Barros. REsp 382469/RS. DJ de 13/08/01. Decisão: 25/02/03.00. . Rel. p.. Federal Alcides Martins Ribeiro Filho.” (TRF-2ª Região.. 135.085073-8/MG..: Des. Decisão: 08/04/03. Ag 2002.01.. III.. p..003133-2/MG.02. III. art.: Des. estejam. não há se falar em ilegitimidade passiva. Federal Mário César Ribeiro. CTN. 190.) “Ementa: . É firme a jurisprudência no sentido de que a responsabilidade tributária das pessoas referidas no inciso III do art. diretor ou equivalente. 261. III.1ª Região ou estatutos.” (TRF-1ª Região. I. Precedentes deste Tribunal Regional Federal. Federal Hilton Queiroz. ou não. 1ª Turma... DJ de 29/10/02.) “Ementa: . 1. p.

DJ de 02/10/02. inciso III. 175.) “Ementa: .. O Direito Penal brasileiro adota a teoria da culpabilidade (o agente somente responde pelos atos praticados na medida de sua culpabilidade). Ao Estado incumbe fiscalizar. Ag 2002. estabelecida legalmente a obrigação de o comprador fazer o recolhimento substituto tributário. Rel. . Milton Luiz Pereira. rejeitando a imputação da responsabilidade penal objetiva. consumado o fato gerador..12.” (STJ. Decisão: 1º/04/03.” (STJ. p. O egrégio Supremo Tribunal Federal. 1ª Turma. REsp 184576/SP. . a responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade. por diversas vezes. do Código Tributário Nacional (CTN) atribui responsabilidade pessoal.. Decisão: 26/06/01. REsp 183644/SP. e com a importância desta para os interesses da arrecadação’ (RE 61.. Franciulli Netto. 183. p. O vendedor não tem a obrigação de fiscalizar os atos e comportamento do comprador.. Ultrapassada a fase da venda e compra.. “Ementa: . a quem a lei deferiu a responsabilidade tributária.00. DJ de 11/03/02.: Des. O art. Evandro Lins e Silva.. Rel. contraída. p. ao administrador. Rel.” (TRF-3ª Região... Rel... . 1ª Turma.) “Ementa: . verificado ato que constitua infração à lei ou configure excesso de poderes na administração. sob sua gestão. AC 1999. DJ de 24/06/03.. 135. até então não exigível o imposto devido diretamente do vendedor.. afastou a multa punitiva.. Salvo disposição de lei em contrário..: Min.. 2ª Turma. sendo inaceitável a pretensão de perpetuar obrigação sem causa ao vendedor contribuinte substituído.: Min. p. Decisão: 23/08/01. I.. Min.) “Ementa: .71.” (TRF-4ª Região.) SEÇÃO IV Responsabilidade por Infrações Art. de acordo com a gravidade da infração. 558. Federal Maria Isabel Pezzi Klein. pela dívida tributária. .. DJ de 31/03/03.160/SP...03. 19/03/68).. Decisão: 05/09/02..003207-7/RS. .: Des. não pode a fiscalização impor àquele o dever de recolher o tributo. 5ª Turma. Rel. ou sócio-gerente.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 163 Tributário Nacional. Federal Suzana Camargo. 322. Muito embora o CTN preveja que. I.. natureza e extensão dos efeitos do ato. ao fundamento de que ‘o Judiciário pode graduar ou excluir a multa. 136..026342-0/SP. quando demonstrada a boa-fé do contribuinte.

Rel.72. 136). a jurisprudência tem temperado o rigor do art.010672-4/SP. 157. Decisão: 15/04/03. Federal Alcides Vettorazzi. p. Inteligência do art..01. Rel..164 Tribunal Regional Federal . a existência de culpa. DJ de 15/07/03. Federal Marli Ferreira. Federal Luciano Tolentino Amaral. .” (TRF-2ª Região. de índole objetiva..00. . sem má-fé do contribuinte.02. sem a necessária averiguação do elemento subjetivo no cometimento da infração. penalizando-o com a apreensão de veículo.) “Ementa: . Decisão: 24/04/03.002379-3/SC.) . 6ª Turma.. 136 do CTN... Aplicação subsidiária do art. DJ de 23/10/02. 136 do CTN.: Des. 162. 136 do CTN.010208-5/RJ. 462. essa norma se dirige às infrações tributárias e não às penais.) “Ementa: . Lesão ao erário.1ª Região ‘salvo disposição em contrário. 633. Rel...) “Ementa: . Rel. p. Federal Hilton Queiroz..) “Ementa: . a responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou responsável e da efetividade.. . II. II. DJ de 06/06/03.. tão-somente.. 4ª Turma. VI.: Des.04.. p..) “Ementa: . ACr 2002.. Federal Guilherme Couto. 136 do Código Tributário Nacional. Decisão: 30/04/02..... Federal Maria de Fátima Freitas Labarrère. . 2ª Turma. Pena de perdimento...” (TRF-4ª Região. AMS 1999. Rel. DJ de 23/05/ 02. p. para afastar a multa quando a infração tributária ocorre com a adoção de postura referendada por autoridade administrativa. dada a dificuldade de se apurar o elemento subjetivo em cada caso concreto.0660475/PR.: Des.61. .01. 3ª Turma. DJ de 13/11/01. Decisão: 24/09/02.004155-2/RO. Rel.” (TRF-1ª Região. p. DJ de 27/10/00...: Des. independendo da intenção do agente. AMS 2001.: Des... AC 2001. 3ª Turma.. . o dano ao erário deve ser entendido como de natureza meramente potencial. sob pena de se incentivar a fraude fiscal com a aparência de inocência. 286. bastando. Art.01. Não é necessário dolo ou intenção do agente ou responsável para caracterizar a infração da legislação.. O não-pagamento do tributo no prazo indicado pela legislação constitui infração tributária.00. Não se pode imputar-se a responsabilidade pelo ato ilícito a terceiro.0020461/DF..: Des.05.. Decisão: 15/08/00.” (TRF-3ª Região. Decisão: 25/09/01. Como a responsabilidade decorrente da violação à legislação tributária é objetiva. AC 2001.. 2ª Turma.01. natureza e extensão dos efeitos do ato’ (art. Responsabilidade objetiva. AMS 1998...08.” (TRF-4ª Região..” (TRF-1ª Região.

restringe à pessoa do agente da infração a responsabilidade tributária. quanto às infrações conceituadas por lei como crimes ou contravenções. Milton Luiz Pereira. contribuinte. c) dos diretores.. DJ de 15/09/03. . do CTN exclui expressamente a responsabilidade pessoal daqueles que agem no exercício regular do mandato. CTN. 239..” (STJ. art. 1ª Turma.. contra aquelas por quem respondem. 134. II. Decisão: 08/04/91. I. Responsabilidade tributária por infração. III. p. A responsabilidade é pessoal ao agente: I. 11... mandato.” (STJ. Estando o terceiro adquirente de boa-fé e desconhecendo tratarse de crime de descaminho. . DJ de 27/05/91. Tratando-se de ilícito praticado por terceiro. p. I. sem o concilium fraudis do adquirente. Rel.. O art.. . função. prepostos ou empregados.. 41 e 50 da Lei 8.: Des. b) dos mandatários. “Ementa: .: Min. quanto às infrações em cuja definição o dolo específico do agente seja elementar. 137. 137 c/c art. contra seus mandantes.. contra estas. p. quanto às infrações que decorram direta e exclusivamente de dolo específico: a) das pessoas referidas no art. Luiz Fux. 187. III. DJ de 11/03/02.781.. Rel. impõe-se eximi-lo dos consectários da infração à luz do art.: Min.212/91.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 165 Art.. gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. Rel.. 4ª Turma.. sobrepondo-se tal norma ao disposto nos arts.” (TRF-1ª Região. REsp 457745/RS. vez que o art. 112 do CTN. salvo quando praticadas no exercício regular de administração. Decisão: 06/12/01. .. 137 do CTN.. ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito. REsp 236902/RN.. I.. não se podendo atribuí-la na hipótese de o agente não ser sequer empregado da empresa à época em que se consumou a infração. nenhuma penalidade tributária lhe pode ser imposta. cargo ou emprego.01.) “Ementa: . 137. II. em casos que tais. II. em tema de infração contra lei tributária... 1ª Turma.. 137.. . pressupõe a intervenção daquele no ato... preponentes ou empregadores.) “Ementa: . AMS 90. ... b. Decisão: 03/06/03. A responsabilidade pessoal do agente.) “Ementa: ... Federal Nelson Gomes da Silva.15466-2/DF.

deve o infrator arcar pessoalmente com as reprimendas impostas.. inciso I. assentou de forma pacífica que não se decreta a perda de bens contendo mercadorias descaminhadas.01.. AC 1998.04.” (TRF-4ª Região. O contribuinte do ISS que denuncia espontaneamente ao Fisco o seu débito em atraso. .. p. está exonerado da multa moratória. DJ de 22/01/02.. 138. 13. I. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração.. . Decisão: 06/08/85. 627. 18. recolhido o montante devido.: Des. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora.. DJ de 23/08/85..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).” (TRF-1ª Região.032926-9/BA. 2ª Turma. DJ de 04/04/01.0616667/PR. • Vide Súmula 208 do TFR: “A simples confissão da dívida..” (TRF-4ª Região.: Min. acompanhada do seu pedido de parcelamento. acompanhada. . Decisão: 30/11/00. preposto ou empregado se existir orientação no sentido de infringir a lei.) “Ementa: . já de longa data. RE 106068/SP.. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa.01. exigindo-se...” “Ementa: . para . Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. Federal Marga Inge Barth Tessler.04. Rafael Mayer.01.) Art. com juros de mora e correção monetária. 137...00. p. ao aplicar. relacionados com a infração.781. AC 1998. o art...: Des. 653. do CTN. 138 do CTN.. Decisão: 16/10/01.. não configura denúncia espontânea. se for o caso.... 137 do CTN é no sentido de que o mandante.. DJ de 16/01/02. Decisão: 13/11/01. AMS 1997. Federal Márcio Antônio Rocha. p. Rel. quando o montante do tributo dependa de apuração..) “Ementa: .” (STF. Rel. 138 do CTN não se aplica aos casos em que o contribuinte faz opção pelo parcelamento do débito tributário. nos termos do art. Caso contrário. preponente ou empregador só responde pelos atos do mandatário.015376-0/RS.. I. e a desproporção entre o valor das mercadorias e o valor do veículo (Súmula 138 do antigo Tribunal Federal de Recursos). p.166 Tribunal Regional Federal . 3ª Turma. A correta interpretação do art. O benefício previsto no art. II. Rel.) “Ementa: . 2ª Turma Suplementar..1ª Região . em se verificando a falta de participação do proprietário do veículo. 1ª Turma. Parágrafo único. A jurisprudência. Rel.

José Delgado.” (STJ. 1ª Turma.. III. Nos casos em que há parcelamento do débito tributário.. Rel... DJ de 08/09/03.. O instituto da denúncia espontânea exige que nenhum lançamento tenha sido feito. DJ de 15/09/03..: Min. p.) “Ementa: .. Decisão: 17/06/03. 268. 254. quando for o caso.. 2ª Turma. Rel. visto que o cumprimento da obrigação foi desmembrado.: Min.. REsp 516337/RJ. 1ª Turma.” (STJ.. Francisco Peçanha Martins. DJ de 15/09/03.. de venda com preço registrado aquém do real etc... Nos casos em que há parcelamento do débito tributário. e só será quitada quando satisfeito integralmente o crédito.: Min. O instituto da denúncia espontânea da infração constitui-se num favor legal.) “Ementa: ... ao pagamento do tributo. não deve ser aplicado o benefício da denúncia espontânea da infração. como é o caso de aquisição de mercadorias sem nota fiscal. procedendo.. Decisão: 26/08/03. visto que o cumprimento da obrigação foi desmembrado. Teori Albino Zavascki. Rel.. REsp 284189/SP. que a infração não tenha sido identificada pelo Fisco nem se encontre registrada nos livros fiscais e/ou contábeis do contribuinte. o integral pagamento do tributo devido e dos juros de mora. do mencionado codex.. p.. só o pagamento integral extingue o débito. Rel. pagas algumas parcelas. acrescido da correção monetária e juros moratórios. 1ª Seção. Para fazer jus ao benefício previsto no art. ou o depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa . 138 do CTN é necessário que o contribuinte efetue o pagamento integral do tributo devido acompanhado dos . I.. as demais igualmente serão adimplidas.” (STJ... I. Franciulli Netto. pois. . nos termos do art. III. e a este não substitui. II. para que regularize sua situação perante o Fisco. AGREsp 496781/PE. 250. daí a legalidade da cobrança da multa em face da permanência do devedor em mora. DJ de 26/05/03. 265.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 167 a exclusão da multa moratória. Decisão: 17/06/02. não é pagamento.) “Ementa: . não deve ser aplicado o benefício da denúncia espontânea da infração. Para exclusão da responsabilidade pela denúncia espontânea é imprescindível a realização do pagamento do tributo devido.. Ela existe como incentivo ao contribuinte para denunciar situações de ocorrência de fatos geradores que foram omitidas. uma forma de estímulo ao contribuinte.: Min.” (EDREsp 251816/SC. . e só será quitada quando satisfeito integralmente o crédito. p. A denúncia espontânea não foi prevista para que favoreça o atraso do pagamento do tributo. . mesmo porque não há a presunção de que. 158..) “Ementa: . O parcelamento. isto é. p. Decisão: 10/06/03.. antes do procedimento administrativo ou medida de fiscalização relacionados com a infração.

DJ de 31/07/03. .) “Ementa: .008330-3/RJ. p. Decisão: 10/12/02. 4ª Turma.00.. Rel. 138 do CTN)..0175033/DF...: Des.00..1ª Região juros de mora.. DJ de 22/03/02.” (TRF-2ª Região.001840-8/PI. Decisão: 10/06/03. O parcelamento do débito tributário não caracteriza o pagamento legalmente estabelecido (que se exige integral) para fruição das benesses decorrentes do instituto da denúncia espontânea (art..” (TRF-1ª Região. DJ de 30/05/03. A denúncia espontânea de que trata o art. como.00. 3ª Turma. Federal Hilton Queiroz. AMS 2001.01.01.168 Tribunal Regional Federal . Decisão: 26/02/03. Rel.. Rel.” (TRF-1ª Região.: Des. O parcelamento de débito tributário.” (TRF-1ª Região. Federal Cândido Ribeiro. 3ª Turma. Federal Ricardo Perlingeiro. mediante denúncia espontânea..002803-4/PA... 2ª Seção.. 3. acrescido de . . Decisão: 02/10/01. 138 do Código Tributário Nacional. não pode ser confundida com a mera confissão de dívida seguida do pedido de parcelamento do débito. se for o caso. não podendo ser substituídos pelo simples deferimento do parcelamento.. DJ de 02/04/03. O dispositivo legal pressupõe o pagamento do tributo devido acompanhado de juros moratórios. Rel.39....34. sob pena de enriquecimento ilícito por parte do devedor.g. AC 2000.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região.. DJ de 07/02/03. AMS 2001.: Des...38.. II. Federal Luciano Tolentino Amaral. II. Segundo o art. 45. 321. I. 67. acompanhada.. na inteligência da Súmula 208 do ex-TFR e dos precedentes desta Corte. EIAC 1999. 138 do CTN. I.. 4ª Turma. 88. pressupõe a inexistência de procedimento administrativo fiscal e o pagamento integral do débito acrescido de juros de mora. p. 74.” (TRF-1ª Região.. Decisão: 13/05/03. a denúncia espontânea deve ser acompanhada do pagamento do tributo ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa..) “Ementa: . ..02. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. Decisão: 27/11/02. Rel..) “Ementa: .. que desonera o contribuinte da penalidade de multa. do prévio pagamento do tributo. AC 2001.40.. AC 2001. . p. p.00...: Des.) “Ementa: . 138 do Código Tributário Nacional. I.. a não-incidência sobre o montante devido (a partir do recolhimento) de acréscimos derivados da impontualidade (atualização monetária e juros). antes de iniciado o procedimento administrativo..009300-6/MG. p. afasta a incidência da multa moratória.) “Ementa: .. p. II.. na forma como prevista no art..012964-6/DF. v. Rel. Considera-se denúncia espontânea aquela efetuada pelo contribuinte ou responsável pela infração tributária. A denúncia espontânea.00.: Des. 4ª Turma. DJ de 1º/08/03. .. Federal Mário César Ribeiro.. .: Des.

00... DJ de 15/07/03. acrescido dos juros de mora previstos na legislação de regência.03. Não basta a declaração de débito por parte do contribuinte. 171. 138 do CTN não faz distinção entre multa moratória e multa punitiva.027380-3/RS. nos termos do art. p.: Des.) “Ementa: .” (TRF-3ª Região. 138 do CTN somente se aplica às multas decorrentes do não-cumprimento de obrigações tributárias principais – que implicam diretamente pagamento de tributo – e não quanto àquelas de caráter acessório.” (TRF-4ª Região.0070359/PR. DJ de 25/06/03.. AC 2002.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 169 juros e correção monetária ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade. .) TÍTULO III Crédito Tributário CAPÍTULO I Disposições Gerais Art.” (TRF-4ª Região. p. p. DJ de 15/04/03. Federal Wellington M... 1ª Turma.. 6ª Turma. acompanhada do pagamento do tributo. II. que. p. Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima. O crédito tributário decorre da obrigação principal e tem a mesma natureza desta. O art. Des..) “Ementa: .005396-9/RN..70. Federal Consuelo Yoshida. I.. 617. enseja a aplicação do art. 139. A confissão espontânea da dívida. eximindo o contribuinte das penalidades decorrentes de sua falta. II.00.060218-5/SP. nem a infrações de natureza substancial ou formal. O art.: Des. aplicando-se o favor legal da denúncia espontânea a qualquer espécie de multa. II. DJ de 18/12/02. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. AMS 2001.. Rel.. antes de qualquer ação fiscalizatória da Fazenda Pública. . REO 2000. de Almeida. Decisão: 18/06/03. 583. tornando inexigível o pagamento da multa moratória.. 138 do CTN. Decisão: 28/11/02. . 2ª Turma.01..05. Decisão: 11/06/03.. Rel..) “Ementa: . 1ª Turma.. AC 97. quando seu montante depender de apuração. está configurada a denúncia espontânea. 138 do CTN. 609.: Des.. . Não havendo procedimento administrativo em curso contra o contribuinte pelo não-recolhimento do tributo e tendo sido deferido o pedido de parcelamento.” (TRF-5ª Região. Rel.. Decisão: 04/06/02. exclui a responsabilidade do contribuinte.71.

969. deve ser chamada para apurar a certeza e a liquidez do crédito que o contribuinte diz possuir. sem autorização legal. no tocante à liquidez e à certeza do débito. O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue. isto é. DJ de 1º/07/96.01.) “Ementa: . Arts. de modo igual. 141). DJ de 03/05/00. 140.. 2ª Turma.” (TRF-1ª Região. o crédito tributário é constituído pelo lançamento (142). a fim de ser verificado. O sistema jurídico tributário trata. Ari Pargendler. Decisão: 03/06/96. AMS 98.. 19. Tratar de modo diferenciado a compensação. REsp 35583/SP. DJ de 26/08/91. do Código Tributário Nacional.. Embora o crédito tributário não exista sem a obrigação tributária (que surge com a ocorrência do fato gerador).. Se..” (STJ. Rel. pelo credor. Rel. e somente ele torna a prestação exigível (arts. sob pena de responsabilidade funcional (CTN. Na não-incidência de tributo não ocorre o fato gerador. § 1º. situações que impõem relações obrigacionais do mesmo nível. Decisão: 23/03/ 00...: Des. . .. o Fisco. As circunstâncias que modificam o crédito tributário.02193-1/BA. Rel..170 Tribunal Regional Federal ...: Min.. é criar.1ª Região “Ementa: . Federal Leite Soares. III. 4ª Turma. 24. um privilégio para o contribuinte e uma discriminação para a Fazen- .. Distinção entre isenção e não-incidência de tributo.) Art.: Des. assim.04.021560/PR. ou as garantias ou os privilégios a ele atribuídos. fora dos quais não podem ser dispensadas. AMS 91.) “Ementa: . . art. a parte devedora. 139 e 142). por ocasião da extinção do tributo por meio de pagamento. “Ementa: . sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei. o devedor é quem apresenta o seu débito como líquido e certo. ou que excluem sua exigibilidade não afetam a obrigação tributária que lhe deu origem. Decisão: 12/08/91. sendo dela decorrente. muito menos direito a dedução ou restituição do mesmo. 141.. posteriormente. na sistemática do CTN. 113.. não podendo o crédito tributário regularmente constituído ser dispensado. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. p... Art. p. 2ª Turma. ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída. o mesmo há de se exigir para a compensação. o fato é que.. não surge a obrigação tributária principal e.” (TRF-4ª Região. a sua efetivação ou as respectivas garantias..028. no caso. e 139.. não há crédito tributário. nos casos previstos nesta lei. sua extensão ou seus efeitos.. O reconhecimento da remissão depende de previsão legal expressa.

Rel. DJ de 20/09/02.01. Decisão: 29/10/97. assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. 141)... Logo. A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória. identificar o sujeito passivo e. José Delgado.” Parágrafo único.. DJ de 07/06/99. Rel. O regime de entreposto aduaneiro de exportação comporta um conjunto de incentivos fiscais. o crédito tributário. determinar a matéria tributável.01..) “Ementa: . sob pena de responsabilidade funcional. Ag 2002. incisos e parágrafos). 1ª Turma. •Vide Súmula 153 do TFR: Constituído. 57. . art.. que. 3ª Turma. 142. sob pena de responsabilidade funcional (CTN. 114.15437-4/DF. ..00. somente por lei pode ser autorizado e regulamentado. em princípio.) “Ementa: . 182. REsp 193853/RS.. art... a autoridade fiscal deve. p. a partir daí. como modalidade de pagamento para fins de sua extinção. I.” (STJ. 3ª Turma. I.” (TRF-1ª Região.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 171 da Pública..: Des. calcular o montante do tributo devido. o prazo prescricional. fica em suspenso.003124-0/DF.. Federal Hilton Queiroz. AMS 93.” (TRF-1ª Região. Federal Luciano Tolentino Amaral. . não há falar em decadência. ao ressarcimento do erário quanto aos benefícios fiscais fruídos e à aplicação da sanção cabível (Regulamento Aduaneiro. p. Rel.. O parcelamento de crédito tributário. ultimar as providências necessárias à exigência dos tributos suspensos. Decisão: 28/08/02. propor a aplicação da penalidade cabível. através de auto de infração ou notificação de lançamento. todavia.: Des. DJ de 06/02/98. no qüinqüênio. . Decisão: 23/02/99.: Min. dentro do intervalo legal. p..) CAPÍTULO II Constituição do Crédito Tributário SEÇÃO I Lançamento Art. Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento. uma vez não iniciado o despacho de exportação... fluindo. 353. sendo caso. até que sejam decididos os recursos administrativos.

p.. obrigada a efetuar o lançamento como ato vinculado. I. sob pena de responsabilidade funcional. Decisão: 24/06/97.: Min. . A inscrição na dívida ativa não é pressuposto para formalizar a constituição do crédito tributário.) “Ementa: . parágrafo único CTN). II... AC 96. O crédito tributário só se constitui pelo lançamento. 4ª Turma. p... 3ª Turma..02.: Des. Federal Cândido Ribeiro. Rel.” (STJ. REsp 412365/SC... 218. do CTN). 113 e 142 do CTN). .. O fato gerador faz nascer a obrigação tributária. O lançamento de tributo constitui atividade administrativa plenamente vinculada. O crédito tributário constitui-se pelo lançamento.. Federal Carlos Olavo.. na hipótese. Decisão: 28/11/01. p. 8... somente após o ato de homologação pelo Fisco.) “Ementa: . 181. I. DJ de 03/07/02..01. 142. 3ª Turma.038606-8/GO. II. e este.. Eliana Calmon..03. Rel. DJ de 03/10/97. O crédito tributário constitui-se com o lançamento.. que se aperfeiçoa com o lançamento.. 142.. Uma vez verificado pela Administração Fiscal o surgimento do fato gerador. 142.... 2ª Turma.. 2ª Turma.: Des.: Min.) “Ementa: . Decisão: 13/08/02.” (TRF-1ª Região. I. DJ de 18/03/02. é que se constitui o crédito tributário. REsp 448527/SP... .1ª Região “Ementa: .. É com o lançamento que se constitui o crédito tributário (art.. 46.) “Ementa: . DJ de 09/09/02. AMS 1999. tem o contribuinte direito à expedição da certidão negativa de débito fiscal. Nas hipóteses de autolançamento. tornando-se exigível a obrigação pelo sujeito passivo (art.38. 150 c/c 142 do CTN). AMS 1998. Enquanto não houver crédito tributário regularmente constituído pelo lançamento. . Rel.: Des..” (TRF-1ª Região.... 1ª Turma.580. Federal Olindo Menezes. AMS 1998.. Eliana Calmon.) “Ementa: . p. Federal Mário César Ribeiro.: Des. p.. I. ato pelo qual se constitui o crédito correspondente à obrigação (arts. (Art. Decisão: 19/06/01.. . Decisão: 03/09/02. Luiz Fux.) “Ementa: ..” (TRF-1ª Região. p..172 Tribunal Regional Federal .” (STJ.002317-7/MG.: Min. DJ de 15/09/03.. DJ de 04/11/02.. está ela. III. DJ de 25/01/02.003622-5/MG. . 81. Decisão: 12/12/01. Decisão: 19/08/03. Rel.. parágrafo único. I. 77.. p. sob pena de responsabilidade funcional (art. 238. Rel. 4ª Turma.” (STJ. Rel. I. reputa-se ocorrido quando da regular notificação ao sujeito passivo da obri- . CTN).38.) “Ementa: . REsp 332693/SP.01..” (TRF-1ª Região.00.12748-8/TO. por expressa disposição legal. Rel..

.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 173 gação tributária. a cobrança do tributo se deu por . efetivando a notificação do sujeito passivo. no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação (CTN. Federal Wellington M. DJ de 29/08/01.. como ao descumprimento da obrigação acessória.. com a própria exação. AC 97. Salvo disposição de lei em contrário. Rel. de Almeida. quando o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira. Promovida a compensação pelo contribuinte do PIS recolhido com esteio nos Decretos-Leis 2. 142 do CTN).02. DJ de 02/04/03..02.” (TRF-3ª Região. DJ de 18/07/02.04..042506-1/RS.. no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação..449/88. AG 2001... a Administração não pode recusar-se a expedir a CND se não comprova a existência do débito ou sua exigibilidade. 1ª Turma. Inexistindo notícia de que o Fisco tenha realizado o lançamento. não há falar em débito do contribuinte. I. consoante a dicção dos arts.) “Ementa: .03.445/88 e 2. . visto que não se pode prescindir do lançamento. com observância do devido processo legal. uma vez que a obrigação tributária nasce com a ocorrência do fato gerador e torna-se exigível com o lançamento (art.016907-6/RJ. Decisão: 09/08/01. 142 e 145 do CTN .: Des. Não se admite a exigência do pagamento do tributo com fundamento apenas na declaração do contribuinte.01. para que se constitua legalmente o crédito tributário. art. 3ª Turma. AC 2001.” (TRF-4ª Região. 536.: Des. Federal Valmir Peçanha.. DJ de 16/09/02. desconhecida a taxa cambial na ocasião da liberação das mercadorias importadas.. na forma disciplinada pelo CTN.45211-2/RJ.) Art. Decisão: 04/06/02.. Decisão: 26/02/02. Decisão: 24/10/01. Rel.” (TRF-2ª Região. 92. nos termos do art.. Rel. tanto em relação aos tributos cujo recolhimento não foi comprovado. 1ª Turma. 181.. . 142 do CTN. p... “Ementa: . Federal Baptista Pereira.) “Ementa: . Rel.01. p..: Des.” (TRF-2ª Região. nenhuma diferença de ICM pode ser exigida em razão da variação cambial verificada entre a data do desembaraço aduaneiro e a da efetiva liquidação do contrato de câmbio. Federal Luiz Antônio Soares.: Des. 143).. 4ª Turma. salvo se.. Quando o valor tributário estiver expresso em moeda estrangeira.) “Ementa: . 143. p. REOMS 98..013778-6/SP..

1ª Turma.. neste último caso.” “Ementa: . a diferença cambial é referente ao período compreendido entre a data do registro da declaração de importação e o dia da entrada da mercadoria no território nacional.174 Tribunal Regional Federal .02. . AMS 89. Rel. . § 1º Aplica-se ao lançamento a legislação que.) Art. p.. § 2º O disposto neste artigo não se aplica aos impostos lançados por períodos certos de tempo. ou outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios... DJ de 09/05/91..” (STJ. 144 do CTN. . nos termos do art.. DJ de 05/05/03. O ICMS. Decisão: 08/02/96. Decisão: 08/04/03... Franciulli Netto. tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de fiscalização. 108. desde que a respectiva lei fixe expressamente a data em que o fato gerador se considera ocorrido.. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente. Decisão: 16/12/99. Correção cambial.: Min. . .1ª Região estimativa. ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas. posteriormente à ocorrência do fato gerador da obrigação.10928-3/RJ. .. a sua conversão em moeda nacional deve ser feita ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador e não ao câmbio vigente na data da remessa. REsp 235333/SP.: Des.) “Ementa: . REsp 326810/DF... 1ª Turma. Ari Pargendler. o lançamento do imposto remete-se à legislação vigente quando da ocorrência do fato gerador.. 5. Rel.. 242. p. • Vide Súmula 577 do STF: “Na importação de mercadorias do exterior. Rel.. Assim sendo.” (TRF-2ª Região. Federal Clélio Erthal. Rel.. p. DJ de 21/02/00. o fato gerador do Imposto de Circulação de Mercadorias ocorre no momento de sua entrada no estabelecimento do importador. Quando o valor for expresso em moeda estrangeira. 2ª Turma..” (STJ..... Garcia Vieira. para o efeito de atribuir responsabilidade tributária a terceiros... REsp 15450/SP.: Min. pode ser exigido por ocasião do desembaraço aduaneiro.) “Ementa: . Remessa de lucros para o exterior..) . na importação de mercadorias do exterior.394..... DJ de 04/03/96. .. 2ª Turma.. ainda que posteriormente modificada ou revogada.” (STJ. 144.: Min. exceto. Decisão: 08/04/91.

REsp 428026/RS... caput). DJ de 21/10/02.) “Ementa: . não procede a alegação do INSS de que o disposto no § 1º do art. 29. 144...00. quanto aos elementos estruturais da obrigação tributária..) “Ementa: .. DJ de 08/08/02..103420-4/MG.. pela lei vigente na data da ocorrência do fato gerador (CTN. 4ª Turma. Por outro lado.) .” (TRF-2ª Região. e o lançamento se reporta à data da ocorrência do fato gerador da obrigação.: Des.) “Ementa: . . Federal Clélio Erthal. e sua apuração é feita por ocasião do balanço. 2ª Turma Suplementar.072. Rel. p...02. A norma que rege os aspectos estruturais da incidência fiscal é a que está em vigor na data da ocorrência do fato gerador. Decisão: 27/08/02. Decisão: 25/08/93.. 144 do CTN). Garcia Vieira. 3ª Turma.036099-0/SP. O lançamento rege-se. p.. aspecto que. fiscalização e garantia do crédito tributário.) “Ementa: .. do CTN dispõe que normas posteriores ao fato gerador.. 144. Rel. 106. 291. Decisão: 25/06/02.. Normatiza o art.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).” (TRF-3ª Região. relativas ao estabelecimento de novos critérios de apuração. I...02. 1ª Turma.. .11376-2/MG.. Rel. regendo-se pela lei então vigente (art.: Des.) “Ementa: . DJ de 10/09/91. 144. 144 do CTN). Federal Annamaria Pimentel. 226. AC 96. AC 94. ainda que posteriormente modificada ou revogada. 1ª Turma. A base de cálculo do Imposto sobre a Renda é o montante da renda ou proventos tributáveis dentro do exercício.. Rel. . . 3ª Turma.. p. 97. 144 do Estatuto Tributário Nacional que o lançamento se reporta à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente.. DJ de 16/05/95. aplicam-se imediatamente. 144 do CTN autorizaria a aplicação de legislação posterior à ocorrência do fato gerador.03. uma vez que a expressão ‘novos critérios de apuração’ não pode implicar o aumento do tributo devido. AMS 89. do CTN. A lei aplicável à constituição do crédito tributário será aquela que estiver a viger no momento da ocorrência do fato gerador (art.. II. inciso II... DJ de 09/12/93.” (TRF-1ª Região. está sujeito à regra do caput do referido art.: Des. . I. p.: Min. 112..” (TRF-1ª Região.. O próprio art..: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado).01. Rel.. por força do disposto no art. Decisão: 26/05/ 00.01. Decisão: 20/05/91. Rel. Federal Valmir Peçanha.. AC 89..02330-3/RJ. p..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 175 “Ementa: . DJ de 04/08/00.. I. art... AC 1999.” (STJ.07873-8/RJ..” (TRF-2ª Região. Decisão: 22/03/92. § 1º.

. I... Imprescindível a notificação regular ao contribuinte do imposto devido.. nos termos do § 1º do art. 5º. 149.. 693. p.” (STJ. Decisão: 20/ 11/01. § 1º. “Ementa: . AMS 2001. além de tratar-se de ato . Rel. DJ de 25/04/03.00... ainda que relativos a exercícios financeiros anteriores. de Almeida.174/01. REsp 237009/SP. REsp 72061/SP.. 511.. Lançamento.. Decisão: 20/02/03. Decisão: 11/06/02.. 2ª Turma... recurso de ofício. incisos X e XII. 145.0110599/SC. da Constituição de 1988. 164.. Notificação por edital. AG 2003. impugnação do sujeito passivo..) “Ementa: . Federal Wellington M.. O CTN prevê a possibilidade de impugnação. DJ de 18/06/03. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só pode ser alterado em virtude de: I.: Min.. III.1ª Região “Ementa: ..005467-2/RN. Homenagem à natureza processual da nova norma. .. elencados como direitos individuais fundamentais no art.) Art. . DJ de 24/03/03. O Fisco pode. a partir da vigência da Lei 10.. posto que. . p.. usar as informações bancárias relativas ao recolhimento da CPMF.. Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima. . Notificação do lançamento.. Mostra-se destituído de fundamento constitucional o argumento de que o art. p.) “Ementa: .176 Tribunal Regional Federal . III..” . João Otávio de Noronha... Rel. do CTN autoriza a aplicação da legislação posterior à ocorrência do fato gerador que instituiu novos critérios de apuração ou processos de fiscalização ao lançamento do crédito tributário. nos casos previstos no art. I..84. p.. para fins de lançamento de outros tributos.” (STJ. . . II. 147. visto que este dispositivo refere-se a prerrogativas meramente instrumentais.. A não-localização dos sócios da empresa autuada legitima a notificação por edital no procedimento fiscal... Ausência de nulidade.. iniciativa de ofício da autoridade administrativa.” (TRF-5ª Região. não podendo ser interpretado de forma colidente com as garantias de inviolabilidade de dados e de sigilo bancário. DJ de 27/05/02.” (TRF-4ª Região. 144. I. Rel.. 2ª Turma. . decorrentes do direito à intimidade e à vida privada. 144 do CTN. Imprescindibilidade. Francisco Peçanha Martins..04.. II. 145 do CTN.01. Rel.: Min. mesmo do lançamento com base na declaração efetuada pelo contribuinte. Decisão: 28/05/03. Art. 1ª Turma.: Des.: Des.. 2ª Turma.) “Ementa: ....

Rel. REO 1997.01. . Tratando-se de crédito tributário constituído pelo lançamento de ofício.052543-8/SP. 1ª Turma..04.. se o lançamento notificado pode ser alterado pelo sujeito passivo.. Decisão: 23/04/02.. Decisão: 17/10/01.03.: Min.” (STJ. o crédito somente se considerará definitivamente constituído depois do julgamento do recurso administrativo interposto (CTN. do CTN. Rel. . Decisão: 07/05/02. Decisão: 24/10/00. Decisão: 25/06/02.. DJ de 1º/02/02... II...) “Ementa: . ... Destarte... art.. acaso engendrado ‘tempestivamente’. 101. A constituição definitiva do crédito tributário não se dá com a inscrição. Aceitando o Fisco a classificação feita pelo importador no momento do desembaraço alfandegário ao produto importado. . 1ª Turma. REsp 412904/SC.. 142. 136.) “Ementa: . caput. Federal Eloy Bernst Justo. REsp 396875/PR.01.: Des.. DJ de 27/05/02...) “Ementa: . AC 1998. . sua indispensabilidade decorreria diretamente dos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa... p. exige o art. como pontifica avelhantado brocardo jurídico. 145 do CTN a regular notificação do sujeito passivo da obrigação tributária.” (TRF-1ª Região. não podendo o intérprete distinguir onde a lei não distingue. I.) “Ementa: .. 145.. 145. uma vez que seus efeitos já se produzem quando o sujeito passivo é ‘regularmente’ notificado (art.) “Ementa: ..” . Rel.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). I). DJ de 27/05/02. o dispositivo de regência não faz referência a que tipo de lançamento pode ser alvo de impugnação. 145 do CTN). Num sistema tributário em que se admite a ‘denúncia espontânea’. Luiz Fux. Havendo impugnação ao lançamento efetuado pela Administração Tributária.. e. Rel. Luiz Fux. A notificação do lançamento fiscal tem previsão expressa no art. p.. 2ª Turma Suplementar... .. p. Federal Souza Pires..” (TRF3ª Região... DJ de 08/08/02. 1ª Turma.. e inciso I. 4ª Turma. AC 95. 86. 512.005602-4/MG. é evidente que conspira em favor de interpretação teleológica das regras do sistema a possibilidade de o sujeito passivo antecipar-se. p. revela-se incompatível vedar-se a retificação ex-officio do autolançamento.” (STJ. .00.... mas com a notificação do lançamento. a alteração posterior constitui-se em mudança de critério jurídico vedado pelo CTN. DJ de 17/01/01... IV.: Des.. ou não..085593-5/SC.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 177 administrativo.: Min. Revisão de lançamento por erro de direito. . Rel. p. mesmo que assim não fosse.” (TRF-4ª Região.

4ª Turma.1ª Região (TRF-4ª Região.) “Ementa: . Aceitando o Fisco... onerar .) Art.. 146). não pode. “Ementa: Lançamento tributário.. Retificação da declaração: art.. DJ de 04/06/99.. AMS 91.912. DJ de 30/03/98. 146 do CTN. Decisão: 04/10/89. I.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Rel. 4ª Turma.... 592. A modificação introduzida.. Decisão: 10/02/98.178 Tribunal Regional Federal .) “Ementa: . . a classificação feita pelo importador.. 4ª Turma.03. p.. AC 1997. Federal Oliveira Lima. alterá-la. Lippmann Junior. .. Imposto de Renda.00. 4ª Turma.11. RE 100481/SP.. . I.004819-9/SP..000651-7/RS. .. em relação a um mesmo sujeito passivo. de ofício ou em conseqüência de decisão administrativa ou judicial. Rel. nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa no exercício do lançamento somente pode ser efetivada.: Min.” (TRF-1ª Região. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente a sua introdução. AMS 89. os efeitos da ação declaratória de inconstitucionalidade também devem observar os limites impostos pelo art. Pode o contribuinte retificar a sua declaração. p.. . ICM. 146 do Código Tributário Nacional e ainda. DJ de 02/05/86.” (TRF-3ª Região. 67. Rel.01.. em alguns casos.. DOE de 30/10/89. O ato normativo que consubstancia modificação de critério jurídico de sujeição tributária subsume-se. antes de haver o lançamento. I. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução.01. .: Des. Decisão: 21/02/02... Rel. V. Rel.. p.. (CTN. no momento do desembaraço alfandegário do produto importado. 6. Art. AC 2000. Decisão: 04/04/86. p. 209..02629-1/DF. p. considerando que a declaração de inconstitucionalidade de lei pelo Supremo Tribunal Federal pode.. Decisão: 05/03/99.71. Federal Edgard A. Novos critérios adotados pela autoridade tributária somente podem ser aplicados.. ao depois. à vista de sua aplicação imediata.: Des. 291.: Des. Carlos Madeira. Inalterabilidade do lançamento feito segundo critério estabelecido pelo Fisco. em ato concreto de autoridade..010998-9/PA. em relação a um mesmo sujeito passivo.. 146.) “Ementa: . Essa alteração constitui-se em mudança de critério jurídico vedado legalmente. aos fatos geradores ocorridos posteriormente à sua introdução. 146 do CTN. art.. Federal Eliana Calmon.) “Ementa: .” (STF.. 2ª Turma.” (TRF-1ª Região. DJ de 10/04/02. Em se tratando de matéria tributária.

O lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiro. “Ementa: . só é admissível mediante comprovação do erro em que se funde. p... 5ª Turma.: Des.: Min.. DJ de 29/05/00. DJ de 15/10/02.. e antes de notificado o lançamento.” (STJ. Em se tratando de débito declarado pelo próprio contribuinte e não pago.. O art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 179 o contribuinte em razão de lançamento do débito. AMS 98.. A constituição definitiva do crédito tributário ocorre com o lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo. sendo o mesmo exigível independentemente de notificação prévia ou instauração de procedimento administrativo. 147. presta à autoridade administrativa informações sobre matéria de fato. se não se configurou fraude no lançamento. porquanto atinge situações já constituídas sob critério jurídico mais favorável. 146 do CTN. 1ª Turma.. p. Sobre o valor da diferença do Imposto de Renda . 1ª Turma... Decisão: 25/05/99. Rel. Decisão: 02/05/00..) “Ementa: .. quando um ou outro. quando vise a reduzir ou a excluir tributo.. Rel. 480. § 2º Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de ofício pela autoridade administrativa a que competir a revisão daquela. p. AC 94.03..37080-0/SC.” (TRF-4ª Região. 126..) SEÇÃO II Modalidades de Lançamento Art. indispensáveis à sua efetivação. I. não tem lugar a homologação formal. na forma da legislação tributária. .04.061924-1/SP. Federal Suzana Camargo. Garcia Vieira. Federal João Pedro Gebran Neto. p/ acórdão: Des. Decisão: 06/02/01. atendendo ao princípio da segurança jurídica e certeza dos atos administrativos. São indevidos juros de mora e multa moratória à Fazenda Pública em débito do contribuinte decorrente de lançamento errôneo de dedução de valor na declaração de renda. Rel....” (TRF-3ª Região. antes da notificação do devedor para efetuar o pagamento. DJ de 1º/09/ 99. não deverá a decisão ser aplicada retroativamente. 401.) “Ementa: . proíbe a modificação nos critérios jurídicos adotados em relação a um mesmo sujeito passivo . .. REsp 247562/SP. § 1º A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante.

” (TRF-3ª Região.34. O erro de lançamento pode ser retificado na esfera judicial.03.083842-5/PR.” (TRF-1ª Região. Federal Oliveira Lima.. p.: Des.” (TRF-1ª Região. somente tem efeito para os lançamentos futuros. . em caso de alteração. art. Comprovado o equívoco do valor em Ufir declarado pelo contribuinte quanto ao custo de aquisição de veículo e demonstrada a inexistência de ganho de capital que resultaria em fato gerador do Imposto de Renda.02.01. deve o contribuinte. 5ª Turma. ..04.. quando vise a reduzir ou a excluir tributo. DOE de 04/05/92. . 4ª Turma.35.....: Des. A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante. é devida correção monetária. porque a previsão contida no art. 4ª Turma...1ª Região a pagar. § 1º.. DJ de 19/02/03. AMS 1999. Decisão: 21/05/ 02. Decisão: 18/03/92. DJ de 11/07/02. que veda a edição de norma legal capaz de excluir da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça a direitos dos cidadãos. AC 1999.00... 147.00. Federal Nizete Rodrigues.. Rel. AC 1999. portanto. Decisão: 03/12/ 02. . p.. resultante de dedução errônea na declaração de rendimento. Federal Cândido Ribeiro. O contribuinte pode pedir a retificação de declaração. 5º. é de ser desconstituído o título em que se fundamenta a execução fiscal.. 3ª Turma. § 1º)..01. p. .) .. I. deverão ser retificados de ofício pela autoridade administrativa a que couber a revisão. Rel.) “Ementa: .029745-6/DF.. 147 do CTN. 4ª Turma. I. 119. Rel. Federal Guilherme Beltrami. pois esta visa apenas corrigir o valor da moeda..” (TRF-2ª Região. Sendo o cálculo do ITR feito com base nos dados cadastrais existentes a respeito do imóvel.. requerer a retificação dos dados à disposição da Receita Federal. anexando os documentos comprobatórios (cf.) “Ementa: . 74. Rel. DJ de 13/11/01. visando a reduzir ou excluir o tributo. p.” (TRF-1ª Região.) “Ementa: . AC 99. AC 89. AC 1999. 157.180 Tribunal Regional Federal . art. XXXVI. Decisão: 15/08/01.. .: Des. p. DJ de 19/04/02.) “Ementa: .: Des.. 74. 97... DJ de 17/01/01. Cuidando-se de imposto lançado por declaração.. § 1º.: Des.013884-8/GO... 1ª Turma.. Rel.” (TRF-4ª Região. desde que o faça antes da notificação do lançamento (CTN. os erros contidos nos termos do § 2º do art. Decisão: 28/11/00.02679-6/RJ. 147.00. apuráveis pelo exame da declaração. do CTN). do CTN deve ser interpretada em consonância com o art. 147..007440-8/SP... Decisão: 02/ 04/02.040405-2/GO.. Federal Hilton Queiroz.. Rel. Federal Hilton Queiroz. antes de notificado o lançamento.: Des.) “Ementa: .

. Rel.” (TRF-5ª Região. administrativa ou judicial. sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados. A ausência de supressão dos três dígitos quando da transformação de cruzeiros em cruzeiros reais.. sejam do segundo e arbitrar o valor ou preço. ou tome em consideração. avaliação contraditória. DJ de 15/10/02. o terceiro. serviços: ‘. em caso de contestação. mas o valor ou preço de bens. louvando-se em elementos idôneos de que dispuser. 1ª Turma. o valor ou o preço de bens. Rel.. Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de ofício pela autoridade administrativa a que competir a revisão daquela. VII.. 266. 1ª Turma.” (TRF-5ª Região. Decisão: 12/09/02. O § 1º do art. ficando a Fazenda Pública autorizada a arbitrar o preço.: Des. dentro de processo regular. serviços ou atos jurídicos.. não se trata de erro a ser retificado para reduzir ou excluir tributo. visto estar ela jungida à lei. direitos.. Decisão: 26/04/01. mas nada impede a Administração de fazê-lo de ofício ou por provocação. conluio. 148. 983. Nesses casos. dentro do razoável’ (Misabel Abreu Machado Derzi.... in Comentários ao Código Tributário Nacional. direitos. serviços ou atos jurídicos registrados pelo contribuinte não mereçam fé.) Art. AMS 2000. p.. A invocação desse dispositivo somente é cabível.05. a autoridade lançadora..053849-0/SE. . Federal Castro Meira. a autoridade está autorizada legitimamente a abandonar os dados da declaração. direitos. passível de correção pelo próprio Fisco. arbitrará aquele valor ou preço. mas apenas de erro material relativo à grafia dos valores. quando a ocorrência dos fatos geradores é comprovada. reticente ou mendaz em relação a valor ou preço de bens. quando o sujeito passivo for omisso. Do mesmo modo.) “Ementa: . p.. sejam do primeiro. comodismo. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado.. que ocasionou uma diferença a maior no montante do ITR devido.: Des. 147 do CTN veda a correção do autolançamento pelo contribuinte após a notificação. que levam ao cálculo do tributo devido.00.. ressalvada. DJ de 11/06/01. às vezes deserta da verdade ou da exatidão... como magistralmente comenta Aliomar Baleeiro.. ao prestar informações..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 181 “Ementa: .169634/RN. Ed. REO 98. desejo de não desgostar o contribuinte etc. mediante processo regular. “Ementa: . . por displicência. Federal Ivan Lira de Carvalho.05. O art. Quando o cálculo do tributo tenha por base... 148 do CTN somente pode ser invocado para estabelecimento de bases de cálculo.

Decisão: 16/12/97.01. respeitadas as opiniões contrárias. Decisão: 11/03/03. .: Des. para efeito de fixação do ISS de empresa prestadora de serviços. II. Decisão: 06/03/03.044052-0/MG. REsp 397992/RS.” (TRF-1ª Região.. .) “Ementa: .) . Decisão: 14/05/02. p. 1988). 3ª Turma..... 193... 4ª Turma. II.. DJ de 06/03/98.) “Ementa: .. DJ de 03/06/02. 174. mas meio para realização do lançamento ex officio do tipo revisional... Rel.” (STJ. 4ª Turma. há de levar em conta o valor ou o preço desses serviços e não as despesas efetuadas pela empresa. não é modalidade autônoma de lançamento. Rel... II. . AGA 477831/MG. AC 2000.. obedecidos o devido processo legal e os critérios normativos. Rel. II. p.. Decisão: 28/03/00.20044-9/ BA. DJ de 31/03/03. Rel. 1ª Turma. p. 148 do CTN. 3ª Turma. art. DJ de 19/03/01.: Min. 148 do CTN. O arbitramento.16840-0/MT.01. 197. DJ de 09/06/00. Federal Hilton Queiroz. III.. p. Luiz Fux.: Min. DJ de 03/04/03..: Min.. DJ de 17/03/00. p.: Des. O arbitramento previsto no art. 159... Nos termos do art. por qualquer meio de prova.. AC 93..) “Ementa: . 3ª ed. 70..15154-5/MG.. AC 96..38... O arbitramento da receita.. Rel.” (TRF-1ª Região.) “Ementa: .. José Delgado. REsp 200249/SP.01. Francisco Peçanha Martins. . 148) e está sujeito à revisão judicial. Rel. p. p.”(STJ. deve-se respaldar nos valores supridos . Rel.: Des. . .. a inidoneidade dos registros contábeis autoriza o arbitramento do tributo. A legislação tributária permite o arbitramento do lucro quando a escrituração contábil se afigure imprestável aos fins de apuração do lucro real.. é legítimo e tem cabimento sempre em que demonstrada. O arbitramento não tem caráter ordinário.” (TRF-1ª Região. II. Federal Cândido Ribeiro..... que. Só se justifica quando sejam omissas ou não mereçam fé as informações prestadas pelo sujeito passivo do tributo ou documentos por ele apresentados. tem caráter excepcional (CTN. O procedimento revisional de lançamento.. 12.. neste caso. dês que provada sua desnecessidade ou excessividade.182 Tribunal Regional Federal ..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Decisão: 13/02/01.00. Federal Olindo Menezes. Decisão: 08/10/99.) “Ementa: . a configuração de omissão de receita.” (STJ.. AC 93.) “Ementa: . 2ª Turma. através de arbitramento.” (TRF-1ª Região. 96.1ª Região Forense.. 1ª Turma.

por quem de direito. Parágrafo único.) Art. V. DJ de 13/11/02..066315-8/MS.. . quando se comprove que o sujeito passivo. que dê lugar à aplicação de penalidade pecuniária. ou omissão.. no lançamento anterior. no exercício da atividade a que se refere o artigo seguinte. IX.” (TRF-3ª Região. VII. recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfatoriamente.. quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo. Rel..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 183 “Ementa: .: Des. quando se comprove omissão ou inexatidão. por parte da pessoa legalmente obrigada. AC 96. erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória. quando a lei assim o determine. À falta de apresentação pelo sujeito passivo de demonstrações contábeis idôneas à base de cálculo do Imposto de Renda. pela mesma autoridade. quando a declaração não seja prestada. de ato ou formalidade essencial. embora tenha prestado declaração nos termos do inciso anterior. ou terceiro em benefício daquele. no prazo e na forma da legislação tributária. remanesce à Fiscalização o recurso de proceder ao arbitramento para chegar aos valores que deveriam ter sido declarados. VI. A revisão do lançamento só pode ser iniciada enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública. quando deva ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. IV. no prazo e na forma da legislação tributária. fraude ou simulação. a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa. quando a pessoa legalmente obrigada. III. Federal Baptista Pereira. O lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa nos seguintes casos: I. Decisão: 03/10/01. a juízo daquela autoridade.. quando se comprove que. 3ª Turma. . I. deixe de atender. 149. agiu com dolo. 763.03. VIII. ou de terceiro legalmente obrigado. II. ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou. quando se comprove falsidade. p.

parágrafo único). Rel. conforme previsto no art. 3ª Turma. III.” (TRF-1ª Região..1ª Região “Ementa: .. Tendo o lançamento originário se baseado em declarações inexatas prestadas pelo contribuinte. . Ultrapassado o lustro destinado à constituição do crédito tributário ou à sua homologação. Francisco Peçanha Martins.01. porque perecido está o seu direito (CTN. REsp 41314/RS. Rel.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)... AC 1997.” (STJ. AC 1998. do CTN. DJ de 13/05/02. O prazo inicial para a revisão do referido lançamento conta-se da data da notificação inicial para pagamento do Imposto de Renda. DJ de 05/12/02.: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). p.) “Ementa: .. .050168-0/MG. 121.01..00. 149 do CTN. DJ de 05/06/01..” (TRF-1ª Região..: Juiz Cândido Moraes (convocado).01.. ..) “Ementa: .. 149 do CTN e seu inciso V. I. Erro de direito. 68..01.025523-8/MG.. entretanto.) “Ementa: . III. 149.: Min. no exercício da atividade a que se refere o art. é excepcionada no tocante ao lançamento de ofício. estão relacionadas numerus apertus.. A notificação prévia ao lançamento é dispensável no caso de lançamento de ofício. Rel. Decisão: 12/11/02. I. 122. p. 4ª Turma.. Decisão: 18/09/00... III. Rel. art.” (TRF-1ª Região. que autorizam a feitura do lançamento revisional ou suplementar..) “Ementa: .0475312/DF. Caracterizado o não-recolhimento ou o recolhimento insuficiente de tributo. p. 173 do CTN combinado com o parágrafo único do art. do CTN (quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo.” (TRF-1ª Região.. Tal regra. Possibilidade.184 Tribunal Regional Federal . vedado à Receita Federal praticar atos revisionais em decorrência da omissão do sujeito passivo. tem lugar o lançamento revisional.400/66. que dê lugar a aplicação de penalidade).005617-0/RO. por isso que caracterizado o erro de direito... VI. 149.. por parte da pessoa legalmente obrigada. . AC 1997. 178.. 149. . ou de terceiro legalmente obrigado. 423 do Decreto 58. As situações previstas no art... Revisão do lançamento. IV.. na forma autorizada no art.. Decisão: 19/04/02. 2ª Turma. 2ª Turma Suplementar... p. cabendo à lei a definição de outras hipóteses. ex vi do disposto no art..00.. Decisão: 30/06/00.: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado). Segundo o disposto no art. art.. o lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa quando se comprove omissão ou inexatidão. Rel.00.. A identificação da modalidade de constituição do crédito fiscal dispensa lei formal. II. . DJ de 18/07/02.. 288. 150 do mesmo Código. . CTN.) . 2ª Turma Suplementar.00.. 149. p. AC 1997.. é lícito à autoridade administrativa revê-lo. DJ de 22/09/00. Decisão: 12/03/02.

DJ de 07/03/01. fraude ou simulação. O lançamento.. que ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa. AC 91.” (TRF-3ª Região.. 4ª Turma. tomando conhecimento da atividade assim exercida pelo obrigado. no qüinqüênio.. atividade vinculada. § 3º Os atos a que se refere o parágrafo anterior serão.) Art. não há falar em decadência. visando à extinção total ou parcial do crédito. . O lançamento por homologação. § 2º Não influem sobre a obrigação tributária quaisquer atos anteriores à homologação. 508.. do CTN). Federal Therezinha Cazerta. a partir daí. o crédito tributário. Rel. § 4º Se a lei não fixar prazo à homologação.. expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se tenha pronunciado. deve ser promovido de ofício pela autoridade fiscal quando constatadas irregularidades (omissão ou inexatidão) na declaração de tributos sujeitos a lançamento por homologação. 498. Federal Ferreira da Rocha. Decisão: 28/11/01.. inciso V.008109-5/SP.” (TRF-3ª Região. praticados pelo sujeito passivo ou por terceiro.. sob condição resolutória da ulterior homologação do lançamento. a contar da ocorrência do fato gerador.. ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou (art. que. 150. I. será ele de 5 (cinco) anos.0108363/SP. . fica em suspenso. expressamente a homologa. Decisão: 10/11/00.. no lançamento anterior. do Código Tributário Nacional. • Vide Súmula 153 do TFR: “Constituído. ou sua graduação. AC 94. p/ acórdão: Des. IX. p.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 185 “Ementa: .” § 1º O pagamento antecipado pelo obrigado nos termos deste artigo extingue o crédito. todavia..) “Ementa: . conforme o disposto no art. até que sejam decididos os recursos administrativos. porém. fluindo.. salvo se comprovada a ocorrência de dolo. 149. . considera-se homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito. na imposição de penalidade. 149.. o prazo prescricional.03. considerados na apuração do saldo porventura devido e.: Des. DJ de 22/03/02.03. É possível rever o lançamento de débito efetuado quando se comprove que. Rel. p. em princípio. através de auto de infração ou notificação de lançamento. 2ª Turma. operase pelo ato em que a referida autoridade. sendo o caso.

contados do fato gerador. o sujeito passivo da obrigação tributária. p. p. 1ª Turma. a partir da homologação tácita.” (STJ. Decisão: 19/02/02.) ...: Min. ao invés de antecipar o pagamento..: Min. contados do fato gerador.. Rel. se inexistente o pagamento.) “Ementa: .383/91. 150 do Código Tributário Nacional.. 154.. Consolidado o entendimento desta Corte sobre o prazo prescricional para haver a restituição e/ou compensação dos tributos lançados por homologação. ou. I... .. o direito de se pleitear a repetição de indébito se dá após o prazo de cinco anos.1ª Região “Ementa: . e daí começa a fluir o prazo do contribuinte para pleitear judicialmente a restituição e/ou compensação. 150 do Código Tributário Nacional. AGREsp 415328/SP. Decisão: 22/10/02. norma dirigida ao contribuinte. DJ de 10/03/03. proceder ao lançamento de ofício dessa diferença ou do débito total. . 2ª Turma. DJ de 09/06/03. Não ocorrendo a homologação expressa... expirado este prazo sem que tal ocorra.. REsp 278256/MG. Os créditos previdenciários se constituem mediante o lançamento por homologação (CTN. que deve efetivar-se no prazo de cinco anos contados do primeiro dia do ano seguinte ao do fato gerador.. Rel.. DJ de 30/06/03.: Min. acrescidos de mais cinco anos. . conforme o caso..) “Ementa: . a norma contida no art. 215. ou. ocorre após cinco anos. 66 da Lei 8. para hipóteses gerais de tributos que dependam de homologação. Eliana Calmon. Tratando-se de tributo cuja legislação tributária atribui ao sujeito passivo o dever de antecipar o seu pagamento sem o prévio exame da autoridade administrativa. AGREsp 390842/ RR. Francisco Peçanha Martins. efetua o registro do seu crédito oponível submetendo suas contas à autoridade fiscal que terá cinco anos.. DJ de 25/03/02. A jurisprudência da egrégia Primeira Seção desta Corte é tranqüila ao afirmar que. p.) “Ementa: . quando então poderá o Fisco...... Rel. p. 171. .” (STJ.” (STJ. .. Francisco Peçanha Martins.. 291. que. por sua vez.. Franciulli Netto. DJ de 16/12/02... da compensação efetivada... REsp 289181/MG. 2ª Turma. em constatando alguma diferença a menor. REsp 330519/RS. art. 2ª Turma. Rel. Decisão: 18/04/02.: Min. 150). Decisão: 04/06/02.. 170/CTN refere-se à compensação de créditos tributários e é dirigida à autoridade fiscal. só se configura definitivamente o crédito tributário após a homologação do pagamento realizado.: Min. o direito do contribuinte de pleitear em juízo a restituição do indébito extingue-se decorrido um lustro da homologação tácita do lançamento. Luiz Fux. nos termos do § 4º do art..” (STJ. Decisão: 13/05/03. a teor do disposto no art. 190. Rel. . 2ª Turma.186 Tribunal Regional Federal ..) “Ementa: . p. dá-se a homologação tácita..” (STJ.. contados da ocorrência do fato gerador.... . para homologá-las. A compensação no âmbito do lançamento por homologação está prevista no art.

. Rel.. AC 1998. Decisão: 23/11/99. I. para após o implemento da condição (decurso do prazo tácito de homologação).. prevista no art. . Decisão: 17/12/02. o Imposto de Renda de Pessoa Física ou Jurídica encontra-se no rol dos tributos lançados por homologação. operando-se a extinção do crédito tributário sob condição resolutória da ulterior homologação (CTN. 87.” (TRF-1ª Região. . dele notificando o sujeito passivo..... 150. p. § 1º. AC 1999..... lança o tributo. Federal Olindo Menezes. 147. em considerando que os créditos não são compensáveis..: Des. 102. também qüinqüenal. 183.: Min.) “Ementa: . haja vista que a legislação atribui ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa. DJ de 23/11/00.. pois se trata de prazo destinado à Administração..077082-0/PA. 1ª Turma. não interfere na contagem (termo inicial) do prazo de repetição. O lançamento da compensação entre crédito e débito tributários efetiva-se por iniciativa do contribuinte e com risco para ele. . Decisão: 18/02/03.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 187 “Ementa: . p. na repetição dos tributos lançados por homologação. sem base legal. com base nos elementos fornecidos... por meio de uma declaração. em condição suspensiva.. José Delgado. REsp 419984/SP.00. p. praticará o lançamento por homologação (previsto no art. para ampliá-lo. Rel.) “Ementa: .01. ou que não é correto o alcance da superposição de créditos e débitos.” (TRF-1ª Região.. Humberto Gomes de Barros. III.. O lançamento por homologação se perfaz em relação aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa.: Min. 150 do CTN). tomando conhecimento da atividade exercida pelo obrigado. diferenciando-se da modalidade prevista no art.” (STJ. expressamente a homologa (CTN..” (STJ.. a data em que ocorrer a homologação expressa ou tácita do lançamento.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).01. Não quis a lei dar ao contribuinte prazo repetitório superior a cinco anos. O prazo decadencial. O tributo sujeito a lançamento por homologação tem como marco temporal inicial.) “Ementa: .... Decisão: 28/09/00. do mesmo estatuto.) “Ementa: . Rel. Opera-se pelo ato em que a referida autoridade. 4ª Turma. 150). 150). DJ de 10/03/03.. para se pleitear a restituição do pagamento indevido. REsp 433573/RS.. O Fisco. art. 1ª Turma. III. 3ª Turma. § 4º). que é condição para a extinção definitiva . e a Fazenda Pública.00. REPDJ de 08/09/00. DJ de 17/03/03. onde o contribuinte se limita a fornecer dados e fatos relevantes. 150. Rel.053428-7/DF. I. do CTN.. A postergação do termo inicial da decadência. 20. art. II. IV. previsto para a homologação do lançamento (art. p. convola. Conforme o magistério doutrinário. a condição resolutória.

.. não tendo a autoridade administrativa expressamente homologado tal atuar no lapso temporal previsto pelo art. Tratando-se de lançamento sujeito à homologação.: Des.. 128. I..” (TRF-2ª Região.. 453. DJ de 03/10/03. Decisão: 13/05/03.) “Ementa: . 5ª Turma. Rel..” (TRF-3ª Região. DJ de 09/05/03. ... a extinção do direito de repetir o indébito tributário somente ocorre decorridos cinco anos. desde a ocorrência do fato gerador. do Código Tribunal Nacional. Decisão: 09/08/00. contados do termo final do prazo deferido ao Fisco para a apuração do tributo devido. Federal Mário César Ribeiro. Federal Plauto Ribeiro. Decisão: 09/09/03. o lançamento por homologação ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa... ... A sua atuação fiscalizatória dar-se-á a posteriori. do CTN)..61.00. Rel. É vedado à Administração..) “Ementa: . Decisão: 26/02/03. a teor do § 4º do art. 93.00. do Código Tributário Nacional... mesmo sob condição resolutória da ulterior homologação do lançamento.: Des. em que o contribuinte declara o que é devido e antecipa o pagamento. entendimento que se harmoniza com o disposto no art. 6ª Turma.” (TRF-1ª Região.. Decisão: 19/03/03.1ª Região do crédito tributário. é dado afirmar que. p. AC 1999.” (TRF-3ª Região.. p.02. 150. Rel. O pagamento antecipado do tributo.081764-5/DF. Federal Sérgio Schwaitzer. acrescidos de outros cinco anos. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação..: Des. extingue o crédito tributário (art. combinado com o art.03. I.006604-6/SP.. II. 168.. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação.50. Federal Suzana Camargo. 156..188 Tribunal Regional Federal . p... Segundo previsto pelo art..) “Ementa: ... tem a Fazenda Pública cinco anos para verificar a correção da liquidação e do pagamento efetuados pelo contribuinte.. .. III. considera-se tenha havido a homologação tácita do lançamento tão-somente após o término do prazo decadencial de cinco anos. sob condição resolutória da ulterior veri- . eis que. AMS 2002.. § 4º.99. 150 do CTN. IX.33. DJ de 21/03/03...03.: Des.01.. inciso I. que tem início com a ocorrência do fato gerador. AMS 1999. criar óbices à compensação. DJ de 13/09/00. 150. 3ª Turma.” (TRF-1ª Região. .088193-8/SP.) “Ementa: . Federal Mairan Maia.001540-5/ES. AC 2000..011449-0/BA. 4ª Turma. 488. § 1º. Rel.. instituindo restrições não previstas nas normas disciplinadoras do procedimento em foco.. p. 6ª Turma. . por falta de amparo legal.) “Ementa: .. inciso VII.: Des. DJ de 19/08/03. o pagamento feito pelo contribuinte extingue a obrigação. Rel. EDAC 2000. 150 do Código Tributário Nacional.

. 151. I.04. moratória. Rel. p. § 1º. 1ª Turma. . 1ª Turma. ... Federal Luciane Amaral Correa.83.) CAPÍTULO III Suspensão do Crédito Tributário SEÇÃO I Disposições Gerais Art.. a decadência do direito de restituir.. 150. Não havendo prazo fixado por lei para a referida homologação. AC 2000.01. DJ de 16/01/02..: Des. será ele de cinco anos a partir da ocorrência do fato gerador (art..” • Vide Súmula 2 do TRF-3ª Região: “É direito do contribuinte.147311-3/RS.: Des. Decisão: 18/06/03. 150. II.” (TRF-4ª Região. ocorrerá cinco anos após a homologação expressa ou tácita do crédito tributário..” (TRF-5ª Região. Federal Margarida Cantarelli.0014562/PE. 523. ou compensar. Rel. Suspendem a exigibilidade do crédito tributário: I. 612. § 4º. DJ de 04/04/03.08.) “Ementa: . Tratando-se de tributo sujeito a lançamento na forma do art. em ação cautelar.” • Vide Súmula 1 do TRF-3ª Região: “Em matéria fiscal é cabível medida cautelar de depósito.” . do CTN). o termo inicial do prazo prescricional deve ser contado a partir da homologação. 1ª Turma. p. do CTN. § 4º. do CTN). o depósito do seu montante integral. Decisão: 06/02/03. AG 1999.04. nos termos do art. 150 do CTN.: Des.) “Ementa: . . 502. inclusive quando a ação principal for declaratória de inexistência de obrigação tributária. as quantias recolhidas indevidamente. AMS 2000. I. Rel.” (TRF-4ª Região..123391-2/RS.. p. DJ de 20/08/03. Nos casos de tributos sujeitos ao lançamento por homologação.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 189 ficação pela autoridade administrativa (art... Decisão: 29/11/01.. ou a maior.. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. • Vide Súmula 112 do STJ: “O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em dinheiro.01. fazer o depósito integral de quantia em dinheiro para suspender a exigibilidade do crédito tributário. 150..

. Rel.) “Ementa: .” (STJ. em princípio. 151.. Decisão: 13/05/03. AGREsp 450052/RS. a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada. ou dela conseqüentes.. as reclamações e os recursos. ou convertido em renda.. DJ de 04/08/03.. I. no qüinqüênio. V. a concessão de medida liminar em mandado de segurança. Decisão: 24/06/03. de 10/01/01) (Vide Medida Provisória 38. 230. • Vide Súmula 29 do TFR: “Os Certificados de Quitação e de Regularidade não podem ser negados. de 13/05/02) VI.. Francisco Falcão. fica em suspenso. puramente administrativa. o débito levantado.” III. o prazo prescricional. não há falar em decadência. até que sejam decididos os recursos administrativos. que determina a suspensão do crédito tributário..” • Vide Súmula 153 do TFR: “Constituído. havendo. nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo. . p. A liminar em processo cautelar suspende a exigibilidade do crédito tributário sem ofensa ao art. fluindo a partir daí. As disposições que regem o ingresso da empresa devedora junto ao Refis prevêem a homologação tácita do pedido de inscrição se a comissão encarregada de examinar tais pedidos não se manifestar no prazo de 75 (setenta e cinco) dias.: Min. p.1ª Região • Vide Súmula 18 do TRF-4ª Região: “O depósito judicial destinado a suspender a exigibilidade do crédito tributário somente poderá ser levantado. 1ª Turma. Ultrapassada essa fase inicial. DJ de 30/06/03. em outras espécies de ação judicial... 151 do CTN. de 13/05/02) Parágrafo único. II. o parcelamento. na via administrativa. após o trânsito em julgado da sentença. AGREsp 228792/CE.” (STJ. Rel. o crédito tributário. “Ementa: . a empresa obtém automaticamente o parcelamento do débito. incidência da regra insculpida no art.: Min.. VI.190 Tribunal Regional Federal .” IV. todavia. (Inciso incluído pela LCp 104... que. enquanto pendente de decisão. I. (Inciso incluído pela LCp 104. Luiz Fux. de 10/01/01) (Vide Medida Provisória 38.. 1ª Turma. portanto.) . O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso. do CTN. através de auto de infração ou notificação de lançamento. 134.

p... do CTN. tendo em vista a ausência de liquidez e certeza desses títulos.. ocorrerá a suspensão do crédito tributário (art... Franciulli Netto. Precedentes desta Corte Regional Federal. . DJ de 20/04/98.. nos termos do art. Decisão: 11/06/02... 151..01. DJ de 31/03/03. Somente o depósito integral e em dinheiro do valor do débito atende ao disposto no art. garante ao contribuinte não ser iniciado qualquer procedimento executório. em dinheiro. III.... AC 2000. 1ª Turma.. através de medida cautelar.. REsp 193402/RS.: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada). nos termos do art. II. 2ª Turma. Federal Hilton Queiroz.028189-7/MG. p.) “Ementa: . 184. Tendo sido efetuado o depósito integral. p.” (STJ. REsp 92244/RS. do Código Tributário Nacional. enquanto discutida a existência do débito tributário. AC 1998. 4ª Turma. AC 1999.00.) “Ementa: .01. não sendo suficiente para tanto a mera discussão judicial da dívida e o oferecimento de caução para segurar o juízo.00.. Rel.. DJ de 14/03/03. DJ de 18/09/03. conforme entendimento jurisprudencial pacífico desta Corte. Decisão: 1º/04/03. Se a empresa pretende suspender a exigibilidade do crédito tributário. Franciulli Netto. Decisão: 19/08/03. 4ª Turma.056659-6/MG... .: Min.) “Ementa: .. 151 do CTN prescinde de autorização judicial ou do ajuizamento de ação cautelar..095396-9/DF. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. que o depositante comprove em juízo a realização do depósito e requeira a cientificação da Fazenda Pública. inciso II. 2ª Turma..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 191 “Ementa: ..00. II.” (TRF-1ª Região. p. não sendo possível a caução de títulos da dívida pública para esse fim por ausência de previsão legal. Rel.) “Ementa: . 151. Rel... Decisão: 11/02/03. de que o depósito para os fins do art.. II. DJ de 14/03/03. inciso II. 85. . . o meio legal previsto é o depósito do seu valor integral e em dinheiro.) . p. Rel.. Os títulos da dívida pública não se prestam para a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Rel.: Des. 281. apenas.. 151 do CTN e da Súmula 112 do STJ.38. DJ de 12/05/03. 20..” (TRF-1ª Região. mediante caução idônea pode a recorrente levantar o dinheiro depositado na ação para suspender a exigibilidade do crédito tributário. 54. 47.. É cediço o entendimento. .. Decisão: 03/03/98..: Des. 2ª Turma Suplementar.. REsp 419855/SP. Exige-se.) “Ementa: . p... . Decisão: 11/02/03. tanto doutrinário quanto jurisprudencial. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário pelo depósito do montante integral do débito..: Min. Rel.” (STJ. 151..” (STJ.: Min. Garcia Vieira. do CTN).” (TRF-1ª Região. II.

. Ag 2001. assistelhe o direito à certidão positiva com efeito de negativa..” (TRF-2ª Região. 151. Decisão: 20/05/02. A LC 104/01 admite o parcelamento como modalidade de suspensão da exigibilidade do crédito tributário. enquanto se mantiver adimplente com as prestações. Rel.14701-6/RJ. Federal Mário César Ribeiro. O CTN. 268..: Des. .” (TRF-1ª Região..” (TRF-1ª Região. p.... independentemente do depósito.. AC 96.00. com a redação da Lei Complementar 104.. do CTN . A prestação de caução em TDA’s não se presta para suspender o crédito tributário referente ao AFRMM... DJ de 06/08/03. 151.) ..02. Rel. nos termos do art. O depósito para o caso deve ser integral e em dinheiro. 3ª Turma... Rel. A teor do disposto no art... AgRegAg 2002.022261-5/DF. p. estava consolidada a jurisprudência do STJ e desta Corte no sentido que somente é cabível a medida cautelar objetivando a suspensão do crédito tributário na hipótese de ser depositado o montante integral do débito em discussão.01. do CTN.. que tem status de lei complementar.1ª Região “Ementa: .: Juiz Saulo José Casali Bahia (convocado). II. . não deixa de ser causa suspensiva da exigibilidade do crédito tributário. conforme art. expressiva da sua real situação jurídica...038463-7/RJ.) “Ementa: . acrescentou às hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário a concessão de liminar em ‘outras espécies de ação judicial’.01. II. 4ª Turma. não nos moldes que o contribuinte entende corretos. Federal Luciano Tolentino Amaral.192 Tribunal Regional Federal . Rel. 4ª Turma. Tendo o contribuinte obtido o parcelamento do débito. pois. V. I. desde que presentes os pressupostos ensejadores da medida. mas nos exatos termos e no valor da dívida que o Fisco está a exigir.001204-2/BA. 151. 1ª Turma. I. pois. conforme preceito específico do CTN (art. Federal Ney Fonseca. Decisão: 28/05/02. Federal Valéria Albuquerque. p. Não representa obstáculo à pretensão o fato de ter sido o parcelamento concedido sem garantia. AMS 2001.: Des.” (TRF-2ª Região. de 10 de janeiro de 2001. III.. Decisão: 25/09/02. 42.” (TRF-1ª Região. 3ª Turma.) “Ementa: . I.) “Ementa: . Decisão: 31/03/03.33.. II. 151.011199-4/AM. O art.: Des. do CTN. 198.00. I).. REO 2000... DJ de 20/06/02. .02..01. DJ de 09/04/03. II. ainda assim. inciso V. p. do Código Tributário Nacional.) “Ementa: . p. 151. Decisão: 29/05/02.01. Rel. 59.. .: Des. prevê a suspensão da exigibilidade do crédito tributário com a simples apresentação pelo contribuinte de reclamação ou recurso formal em sede administrativa. não tem débito vencido. DJ de 20/06/02. 175... DJ de 27/09/02...

O rol taxativo do art. ante a existência de créditos tributários formalizados em termo de parcelamento e a não-caracterização das condições legais previstas nos arts. II. I. O parcelamento de débitos em regular cumprimento pelo contribuinte é causa suspensiva da exigibilidade (CTN.. até o encerramento do processo.: Des. 151 do CTN. em caráter geral: . de Almeida.” (TRF-2ª Região. nem das providências admitidas pelo art.15629-3/RJ.021538-4/RS. . permanecem no patrimônio do contribuinte. A importância depositada fica indisponível até julgamento final. 151.. com direito à expedição da certidão do art.) “Ementa: .. 151. REOMS 98. para os fins do art. DJ de 10/07/02.. III. Os valores depositados.71.04. do CTN. Decisão: 11/06/03. inciso III.) “Ementa: . Rel. p.... . II.03. Decisão: 05/12/01.. p.) “Ementa: . 1ª Turma. Enquanto durar a ação e permanecer a suspensão da exigibilidade do crédito. AMS 95. no período posterior à inscrição do débito em dívida ativa e anterior ao ajuizamento da execução fiscal.: Des. A moratória somente pode ser concedida: I. art. AMS 2001. Mesmo nesta hipótese. DJ de 03/09/03. ... Rel... Federal Wanderley de Andrade Monteiro.” (TRF-3ª Região. fica o devedor impossibilitado de obter a certidão positiva com efeito de negativa. de Almeida. II.: Des. A jurisprudência desta Corte admite o caucionamento em situação excepcional. I. 582. 1ª Turma. Decisão: 18/12/01. AG 2001.” (TRF-4ª Região. 206 do CTN. 400. 2ª Turma. I. moratória). 205 e 206 do CTN. do Código Tributário Nacional. Federal Wellington M. 151.. De acordo com o art. por não ter ainda sido efetuada a penhora. 3ª Turma.. quando. Federal Souza Ribeiro.004405-3/SC. Decisão: 18/06/03. 645..) SEÇÃO II Moratória Art.00. p. DJ de 25/06/03.. 152. 151 do CTN não comporta o oferecimento de bens em garantia para o fim de expedição da certidão negativa de débito..01..: Des.” (TRF-4ª Região. Rel. a reclamação ou recurso interposto visando elidir a cobrança da exação ou corrigir-lhe aspecto considerado irregular suspende a exigibilidade do crédito tributário.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 193 “Ementa: . a caução não é substitutiva da penhora.... DJ de 17/04/02.0289144/SP. Federal Wellington M. Rel.02. consistindo em medida acautelatória. p. 161.

do CTN).036778-1/MA. Definindo-se o parcelamento tributário como dilação de prazo para pagamento de tributo em prestações. do Distrito Federal ou dos Municípios. Federal Gilson Dipp... . II..04. b) pela União. desde que autorizada por lei nas condições do inciso anterior.. Rel. AC 1997. A moratória não impede a fluência dos juros de mora.00.. DJ de 30/09/99. 152.. 3ª Turma.. Rel. 770. Federal Cândido Ribeiro. ..01. p.. II. II. 153. DJ de 18/12/96.. I.330. determinando a suspensão da exigibilidade do crédito e do curso da execução fiscal. Decisão: 08/06/99.) “Ementa: . 81..: Des.1ª Região a) pela pessoa jurídica de direito público competente para instituir o tributo a que se refira. em caráter individual. Decisão: 15/ 10/96..” (TRF-1ª Região. AC 1999. Rel. por despacho da autoridade administrativa.047252-9/RJ. I.01. 151. 152 e seguintes do Código Tributário Nacional. do CTN) e leva à suspensão da exigibilidade do crédito tributário (art. Federal Eliana Calmon.02.194 Tribunal Regional Federal . O parcelamento de um débito equivale à chamada moratória individual (art. quando simultaneamente concedida quanto aos tributos de competência federal e às obrigações de Direito Privado. 3ª Turma.) “Ementa: .” (TRF-2ª Região. Rel. 1ª Turma. “Ementa: ... quanto a tributos de competência dos Estados. p.: Des. . A moratória individual é ato bilateral e decorre de manifestação expressa de ambas as partes. Federal Ricardo Perlingeiro.: Des. 4ª Turma..00. Decisão: 08/05/01.: Des. AC 95.. 98. nos moldes do art. DJ de 06/08/99.008838-0/DF...” (TRF-1ª Região.01. A lei concessiva de moratória pode circunscrever expressamente a sua aplicabilidade a determinada região do território da pessoa jurídica de direito público que a expedir.. sem prejuízo de outros requisitos: . DJ de 28/06/01.44535-7/RS. A lei que conceda moratória em caráter geral ou autorize sua concessão em caráter individual especificará.) “Ementa: .) Art.. insere-se no âmbito da moratória individual. Decisão: 04/05/99. I. Parágrafo único. AC 1999. p. não sua extinção.” (TRF-4ª Região. ou a determinada classe ou categoria de sujeitos passivos..

01. 153. 138 do CTN-66. prevê que a lei que concede moratória especificará as garantias que devem ser fornecidas para beneficiário no caso de concessão em caráter individual. 1ª Turma.: Des. AMS 2000. Sujeita a moratória às regras da lei que a conceder. “Ementa: .050686-4/PE. inclusive as garantias a serem fornecidas pelo benefício (inciso III.02.060665-4/RJ. 1ª Turma. que é incentivar a pronta satisfação do crédito tributário. 153 do CTN prevê expressamente que deverão ser especificadas na lei que conceder a moratória as condições do favor (inciso II). . Rel.. letra f) . Federal Nereu Santos. Federal A.. Decisão: 30/06/98. IV. O art.... Ramos de Oliveira. Rel. II.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 195 I. A simples confissão da dívida. Salvo disposição de lei em contrário. O art. ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo. DJ de 02/09/98. Decisão: 11/12/00. a exclusão de acessórios só poderá ser por ela autorizada (CTN-66. 154. Rel. uma vez que a moratória não se equipara ao pagamento. acompanhada do seu pedido de parcelamento.” (TRF-2ª Região..: Des. 218.) “Ementa: .05. não cumprindo a finalidade daquela norma....) “Ementa: . alínea c. A. . DJ de 21/03/02. c) as garantias que devem ser fornecidas pelo beneficiado no caso de concessão em caráter individual.) Art. III. não configura denúncia espontânea. para cada caso de concessão em caráter individual.. inciso II).72698-6/SC. p. Federal Ney Fonseca. caput e inciso III... art. DJ de 15/02/01. 1. AC 96. 153..” (TRF-4ª Região.087. Entendimento sumulado pelo extinto Tribunal Federal de Recursos (Súmula 208) coerente com o art. b) o número de prestações e seus vencimentos. as condições da concessão do favor em caráter individual. 3ª Turma. dentro do prazo a que se refere o inciso I. sendo caso: a) os tributos a que se aplica. podendo atribuir a fixação de uns e de outros à autoridade administrativa. do CTN.00.04..” (TRF-5ª Região. Decisão: 08/11/01. AMS 2000. p.: Des.. o prazo de duração do favor. a moratória somente abrange os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder.

o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação. Parágrafo único.1ª Região Parágrafo único..: Des. II. a prescrição é qüinqüenal e adota. “Ementa: . DJ de 04/08/00. AC 93. no caso do inciso II deste artigo. ao definir a abrangência da moratória..01.) . para efeito da prescrição. as condições de sua concessão. 6.. Não suspende durante o prazo de cumprimento da moratória.. No caso do inciso I deste artigo. Rel. O art.... A concessão da moratória em caráter individual não gera direito adquirido e será revogada de ofício.” (TRF-1ª Região.52706-0/MG. 4ª Turma. a constituição definitiva do crédito tributário.23718-0/AM.. 155.. sem dolo. Federal Cândido Ribeiro.196 Tribunal Regional Federal .. 4ª Turma. a revogação só pode ocorrer antes de prescrito o referido direito. com imposição da penalidade cabível. p. A moratória não aproveita aos casos de dolo. p. 274. Revogada a moratória concedida ao devedor que descumpriu..01.” (TRF-1ª Região. 154 do CTN.. nos demais casos.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). nos casos de dolo ou simulação do beneficiado.01. Decisão: 04/ 03/91. DJ de 22/05/98. sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão do favor. AC 89.: Des.. II. III.. Rel. fraude ou simulação. 3ª Turma.. conta-se. dês que apurada a ocorrência de dolo ou simulação .. atevese a limitá-la aos créditos definitivamente constituídos ou constituídos pela notificação e a excluir do seu conteúdo apenas os casos de dolo. Federal Nelson Gomes da Silva. como termo inicial.” (TRF-1ª Região.) “Ementa: . DJ de 08/04/91. Decisão: 26/05/00. .06484-7/MG. Decisão: 17/02/98. AC 96. p. fraude ou simulação do sujeito passivo ou do terceiro em benefício daquele. Rel.. . sem imposição de penalidade. cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora: I.574.) Art. II. o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do crédito. “Ementa: .. 125. Na disciplina do CTN. ou de terceiro em benefício daquele.

O art. 1ª Seção. EDREsp 446691/SC.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 197 “Ementa: . em seu § 1º..: Des. AC 1998. Federal Fábio Rosa. subsidiariamente. acrescido pela Lei Complementar 104/01.. o qual estabelece que ‘o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multa’.” (STJ. Rel.. do CTN. 487. 110. AMS 95. Rel. 155-A. ao estabelecer. não se aplica aos casos ocorridos antes da vigência da referida lei. dentre outras disposições. 254. (Parágrafo incluído pela LCp 104. que ‘salvo disposição de lei em contrário. III. III.. com o respectivo parcelamento de débito. REsp 284189/SP. 120.” .. acrescentado pela Lei Complementar 104.032552-3/DF. ... p. de 10/01/01) “Ementa: . 1ª Turma... de 10/01/01. do Código Tributário Nacional. que. ao parcelamento as disposições desta lei.” (TRF-4ª Região. p. 155-A.) “Ementa: . e que pode ser rescindido pelo mesmo se restar descumprido. V...” (TRF-1ª Região. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.. faz-se mister o pagamento integral do débito.. O parcelamento do débito representa uma das modalidades de concessão da moratória. 155-A. o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multas... A Lei Complementar 104..) “Ementa: .) Art.00.. . de 10/01/01) § 2º Aplicam-se. (Artigo incluído pela LCp 104. que acresceu ao Código Tributário Nacional. 155-A. p.19453-2/RS. (Parágrafo incluído pela LCp 104... Franciulli Netto. § 1º.. Decisão: 14/05/02.” (STJ. DJ de 18/02/98.34. . DJ de 10/03/03. somente na hipótese de previsão legal expressa. DJ de 26/05/03.: Des. p... Decisão: 06/02/03..) “Ementa: . de 10/01/01) § 1º Salvo disposição de lei em contrário. José Delgado. o art. . DJ de 29/08/03. Para a caracterização da denúncia espontânea. §§ 1º e 2º do art. de 10 de janeiro de 2001. . apresentar-se-á como hábil a excluir a incidência da multa e dos juros. I. veio em reforço ao entendimento ora esposado.: Min. 4ª Turma. O parcelamento será concedido na forma e condição estabelecidas em lei específica. 1ª Turma. para tanto.: Min...04. § 1º.. não sendo suficiente. Decisão: 09/12/97. o seu simples parcelamento. Aplicação do art.. situa-se no âmbito de discricionariedade do credor. A concessão de moratória. Rel.. o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multas’. 155-A da Lei Complementar 104/01. Decisão: 17/06/02. Rel. relativas à moratória...

CTN (na redação da LC 104/01).198 Tribunal Regional Federal . Rel. Federal Hélio Sílvio Ourem Campos. 164. 111. p/ acórdão: Des.83. a remissão.1ª Região (TRF-3ª Região.. 106. 658. Decisão: 17/09/02.. p.) “Ementa: . 160. intolerável a retroatividade. DJ de 28/05/03.01. a conversão de depósito em renda. 155-A.) “Ementa: . V. 1ª Turma. VI. VIII. Decisão: 23/04/03.: Des. AC 2001. p.. DJ de 06/08/03. III. o pagamento. AMS 2000.99. a compensação. II.03. Inteligência do art.04.012688-3/PE..: Des. nos termos do disposto no § 2º do art.013950-0/SP. III. O art. Federal Baptista Pereira. p. § 1º. Federal Luiz Carlos de Castro Lugon. .00.” (TRF-4ª Região. AC 1999. VII.. Rel.. Rel.) CAPÍTULO IV Extinção do Crédito Tributário SEÇÃO I Modalidades de Extinção Art. a transação.. no caso anterior à vigência do dispositivo.. . a prescrição e a decadência.” (TRF-5ª Região. Extinguem o crédito tributário: I. acrescentado pela LC 104/01. não pode retroagir de modo a prejudicar o contribuinte. Decisão: 29/05/02. 4ª Turma. DJ de 07/11/02. I. O art. CTN (princípio da irretroatividade).. o pagamento antecipado e a homologação do lançamento nos termos do disposto no art. 3ª Turma. 155-A do CTN. a consignação em pagamento. ao firmar que o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de multa. 150 e seus §§ 1º e 4º. 156. somente é aplicável em hipóteses posteriores ao seu advento.082042-9/PR. porquanto a exclusão da multa é direito que surge no momento da denúncia espontânea com o pedido de parcelamento. IV. II.

assim entendida a definitiva na órbita administrativa.. que é condição para a extinção definitiva do crédito tributário. .. 156. de 10/01/ 01) Parágrafo único. II. DJ de 09/06/03. 156. XI. entendimento que se harmoniza com o disposto no .: Min. 1ª Turma.. A lei disporá quanto aos efeitos da extinção total ou parcial do crédito sobre a ulterior verificação da irregularidade da sua constituição. inciso X. sendo incabível a cobrança de quaisquer valores.. Decisão: 09/04/02. . É correta a propositura da ação consignatória em pagamento para fins de o contribuinte se liberar de dívida fiscal cujo pagamento seja recusado ou dificultado pelos órgãos arrecadadores – arts. a decisão administrativa irreformável. Rel. p.) “Ementa: . na forma e condições estabelecidas em lei. na forma do art. do CTN.: Min.” (STJ. e 164. Rel...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 199 IX. REsp 333258/DF. a dação em pagamento em bens imóveis. 156..) “Ementa: . VI.37854-5/DF. a data em que ocorrer a homologação expressa ou tácita do lançamento. .. a teor do disposto no art. REsp 496747/SC... X. que não mais possa ser objeto de ação anulatória. 191. A decisão judicial transitada em julgado extingue o crédito tributário. . p. 1ª Turma. (Inciso incluído pela LCp 104. do CTN.. Garcia Vieira.. e.01.. 2ª Turma.: Juiz Cândido Moraes (convocado)....” (STJ.. p.. Extingue-se o crédito tributário pelo pagamento integral da dívida.. Decisão: 22/10/02.. “Ementa: ... II.. p. DJ de 04/07/02. I. Decisão: 25/06/02. se comprovada a satisfação do débito (CTN.. Com a autenticação do documento de depósito emitido pelo juízo pela instituição bancária. José Delgado. 172. tem-se a extinção do crédito tributário. 144 e 149. 72..) “Ementa: . I. DJ de 12/05/03. Rel. I).” (TRF-1ª Região. do Código Tributário Nacional. AC 96. Decisão: 22/04/03. DJ de 12/08/02. 270. a decisão judicial passada em julgado. Franciulli Netto. considera-se cumprida a obrigação pelo contribuinte . ...) “Ementa: .” (STJ. O tributo sujeito a lançamento por homologação tem como marco temporal inicial. antes do lançamento. REsp 388962/PR...: Min. VIII. para se pleitear a restituição do pagamento indevido.. art. 156. Rel. com a posterior conversão do depósito em renda. 2ª Turma Suplementar. observado o disposto nos arts.

todavia. art.. Se conversão dos depósitos judiciais em renda extingue o crédito tributário (art. Federal Paulo Barata. . 4ª Turma. Decisão: 06/04/99. I.. 156 do Código Tributário Nacional permite a compensação como forma de extinção do crédito tributário. 156..: Des.00... § 1º. p. 711. 168. apenas a decisão transitada em julgado tem esse condão. A compensação. p.00..) “Ementa: .00. 4ª Turma. a decisão liminar que autoriza a compensação tem o mesmo efeito da decisão liminar que suspende a exigibilidade de tributo . AGA 99. Federal Hilton Queiroz.03.) “Ementa: .005374-1/ES.” (TRF-1ª Região. p.01. combinado com o art.. 608.099602-9/MG. II e X).. Federal Andrade Martins. Ag 1999. . p... 156 do CTN..” (TRF-1ª Região.. do CTN.. 3ª Turma.025692-5/SP.” (TRF-1ª Região. ao Judiciário compete declarar o direito de compensar crédito discutido.. a prescrição extingue o crédito tributário e a própria obrigação tributária e não apenas o direito de ação. DJ de 12/04/02. I. Rel.. mas sim com a devida conversão do referido depósito em renda em favor da União. na verdade.. Aplicação do art. Federal Luciano Tolentino Amaral. V.. AMS 2001.35.: Des. V e 113. Rel..02. A extinção do crédito tributário não se dá com o depósito de seu valor. O que esta decisão liminar produz é a suspensão da exigibilidade do tributo. quando transitar em julgado a decisão final.006754-7/DF. p. 156. inciso I. Decisão: 10/09/02. 5ª Turma..: Des. AMS 95. Rel.016625-9/GO.. 156. de lei específica autorizadora.. VI. DJ de 21/03/03. DJ de 1º/08/00.. . O art. 3ª Turma. segundo entendimento da Corte Especial do STJ.03718-6/RJ.01.” (TRF-4ª Região. III. . AC 1999. Logo.) “Ementa: . do CTN). pelo CTN (art.: Des..34. como ocorre com a decadência. não extingue o crédito tributário porque. DJ de 29/06/01. . Decisão: 18/02/03. Decisão: 29/05/01.. Decisão: 20/06/01.02.. não se prestando a tal fim singela decisão interlocutória.04. I. dependendo... o que possibilita o seu reconhecimento ex officio.. 327.” (TRF-3ª Região.. Nos termos dos arts. que será quitado. Decisão: 03/09/03. I).1ª Região art.) “Ementa: . Federal Tanyra Vargas. Federal Plauto Ribeiro. DJ de 19/09/03..200 Tribunal Regional Federal ..01. Rel.) “Ementa: . A decisão liminar que autoriza a compensação de tributo. por compensação. inciso VII.. do Código Tributário Nacional. AC 1998. .056043- ..: Des. somente por ação própria poderão ser restituídos (CTN. 103. 168... 156. DJ de 26/09/02. Rel. Rel. 3ª Turma. 88. é forma de extinção da obrigação tributária examinável na esfera administrativa..) “Ementa: . AC 2002..” (TRF-2ª Região.” (TRF-2ª Região... p/ acórdão: Des.

Vedação de caráter proibitivo.. 157. ambos do CTN). não pode atingir o direito de propriedade. CTN. 18. 13. a expressão monetária das multas pode ultrapassar o valor do imposto. 341.” (TRF-1ª Região. Caráter confiscatório.. DJ de 13/11/02. pelo pagamento do tributo devido. O caráter proibitivo vedado aos tributos. Rel. inciso I. • Vide Súmula 560 do STF: “A extinção de punibilidade. CF. estendese ao crime de contrabando ou descaminho. do Estatuto Constitucional.00. 1ª Turma. Germano da Silva. o início da fluência do prazo prescricional para a repetição do indébito ocorre no dia seguinte ao do pagamento.. . não pode.. 157 e 161.. 3ª Turma. a fixação dos limites à sua imposição.: Des. Rel. por falta de fomento jurídico... Execução fiscal. § 2º. IV. 150..006216-2/SE. 156.” “Ementa: .) . Decisão: 26/10/99. I. DJ de 20/08/99.. Decisão: 1º/10/97... Rel. .: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).) “Ementa: . .. Decisão: 28/05/99. I. I. Federal José Luiz B. DJ de 05/12/97... Multa.) SEÇÃO II Pagamento Art. com assento na garantia esculpida no art. art. AC 95.01. a pretexto de desestimular a reiteração de condutas infracionais.16149-4/MG. Decisão: 20/08/02. A multa. inciso I. II. . AC 93. Multa...” (TRF-5ª Região. ser aplicado às multas.: Des.01.. CTN.... 157. Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima. p..016. A imposição de penalidade não ilide o pagamento integral do crédito tributário.85. com base no princípio da proporcionalidade. Federal Cândido Ribeiro. arts.) “Ementa: .. 2ª Turma. cabendo ao Poder Legislativo. Tratando-se o Imposto de Renda de tributo sujeito ao lançamento misto ou por declaração.07520-6/MG. . .” (TRF-1ª Região. 4ª Turma. art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 201 1/RS. p. 150.: Des.. De acordo com o CTN... pois é com o pagamento que há a extinção do crédito tributário (art.. do Decreto-Lei 157/67. p. Rel. DJ de 10/11/99. AC 2000. por força do art. 106. c/c 165..

REsp 504052/AL. Rel..” (STJ. p. 157 do CTN.: Min. Rel.”(STJ. DJ de 06/10/03.) Art. Rel. Decisão: 24/06/03. pagas algumas parcelas. O pagamento de um crédito não importa em presunção de pagamento: I.. Art. quando parcial.. p. REsp 511480/RS. I. pois. Previsão legal de caução. Inteligência do art. o pagamento é efetuado na repartição competente do domicílio do sujeito passivo. Luiz Fux. e só será quitado quando satisfeito integralmente o crédito. José Delgado.. AGAMS 92. 215. não é pagamento e a este não substitui. mesmo porque não há a presunção de que...: Des. 158.03140-2/PE.. DJ de 04/08/03. Decisão: 20/06/00. 1ª Turma.. No Direito Tributário... a quitação de parcelas subsequëntes não cria a presunção de pagamento das anteriores.” (STJ. 2ª Turma. p. . III..) “Ementa: . as demais igualmente serão adimplidas..) “Ementa: ... das prestações em que se decomponha. Decisão: 04/09/03. 159. nos termos do art.. do CTN . Nos casos em que há parcelamento do débito tributário não deve ser aplicado o benefício da denúncia espontânea da infração. .089. ‘A ação contra o Estado para anular lançamento fiscal pode ser ajuizada no foro do domicílio do contribuinte’ . visto que o cumprimento da obrigação foi desmembrado.: Min.. 1ª Turma.1ª Região “Ementa: . 109. 158.05. 46. Decisão: 18/08/93. Franciulli Netto. Hipótese em que o lugar da satisfação do débito é a . quando total... “Ementa: . Federal Castro Meira. 244.... Impossibilidade.202 Tribunal Regional Federal . Alegação infundada de não-notificação para pagamento...” (TRF-5ª Região.. Quando a legislação tributária não dispuser a respeito. Pleno. “Ementa: .. Liminar que suspende a exigibilidade do crédito tributário referente às contribuições previdênciárias. DJ de 21/08/00..: Min. p. O parcelamento. Rel. DJ de 17/09/93.. de outros créditos referentes ao mesmo ou a outros tributos. Substituição de depósito em dinheiro por Títulos da Dívida Agrária (TDA’s) efetuado com a finalidade de suspender a exigibilidade do crédito tributário. III. Parcelamento não cumprido. REsp 186576/RS.) Art. 158 do CTN. II.

. 160).) “Ementa: .450/85. DJ de 18/05/01. Ilmar Galvão. I. conquanto não submetido pela Constituição ao princípio da reserva legal. 160 c/c art.450/85.. pela qual dito prazo foi fixado pela mencionada autoridade.. portanto. 160. Art. REsp 115999/SP. mas também os decretos e as normas complementares (CTN. Rel. permitindo que sua fixação ou alteração se processasse por meio da legislação tributária (CTN. A legislação tributária pode conceder desconto pela antecipação do pagamento.05.: Min.. DJ de 16/02/98. 66 da Lei 7. expressão que compreende não apenas as leis. art. 2ª Turma.. Decisão: 02/12/96... DJ de 12/04/99.033/90. Tribunal Pleno. O CTN admite a fixação do prazo para pagamento de tributo através de norma infralegal (art... subsume-se no benefício fiscal consagrado no parágrafo . art. não viola o CTN (arts.. . que autorizou o ministro da Fazenda a fixar prazo de recolhimento do IPI.707... matéria reservada à lei.. 2ª Turma. e Portaria 266/88/MF. também...” (STF. 96 do CTN). fora legalizado pela Lei 4.. via decreto. que.) “Ementa: . . 34.”(TRF-5ª Região. 431.: Des. no art..502/64 e assim permaneceu até a edição da Lei 7. 57..) “Ementa: .” (STJ. 2ª Turma. AG 99. RE 140669/PE. Adhemar Maciel. 96). o deslegalizou.: Min. REsp 55946/SP. p. capitulada no art.. A fixação do prazo de pagamento de tributos está afeta à legislação tributária (CTN.: Min. . DJ de 04/08/97. . p..) “Ementa: . 160). Decisão: 04/02/99.) Art.. Parágrafo único. Rel. A redução de alíquota mediante pagamento antecipado. .. art. cláusula contratual. II. Decisão: 04/12/97.. como estipula. Rel. não é..61769-8/CE. CTN).. IPI. Decisão: 02/12/98. p. A fixação da data do vencimento do imposto.. nas condições que estabeleça. art... p. 97 e 160) simplesmente porque o vocábulo ‘legislação’ não significa apenas lei. Ari Pargendler. 159.” (STJ. Decisão: 11/04/00. 96). Rel. 2ª Turma.: Min. 6º da Lei 8. Francisco Peçanha Martins.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 203 repartição competente do domicílio do devedor (art.. 86. Quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento... Federal Lázaro Guimarães. DJ de 15/09/00. REsp 95632/SP. 110. 66... p. “Ementa: . Elemento do tributo em apreço que.” (STJ.. Rel. ... expressão que abrange os decretos (CTN. . o vencimento do crédito ocorre trinta dias depois da data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento.

: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. Decisão: 16/12/98. a própria legislação tributária pode fixar o prazo para pagamento de determinado tributo. art. ao dispor sobre prazo para recolhimento de tributos.278. DJ de 24/02/03. 114.. 3ª Turma.” (TRF-2ª Região... 150. p. Rel.204 Tribunal Regional Federal . visto que.. 3ª Turma.” (TRF-3ª Região.) “Ementa: .. II. Federal Baptista Pereira.25099-9/MT. Decisão: 26/05/00.. disciplina as situações de agravamento de carga tributária. evidenciando a exclusão da situação do raio das hipóteses de aumento da carga tributária. REO 92. DJ de 04/08/00. em regra.29786-9/RJ. 2ª Turma Suplementar.. AC 96. 34.. não incidem multa e juros de mora.003747-6/SP. que determinou a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. I..01..01.. AC 96. Decisão: 26/02/02.. Na sistemática do CTN (art. o prazo em questão pode ser fixado mediante portaria do Mi- ..01. 160 do CTN. DJ de 16/05/97. sendo-lhe facultado. sujeita aos princípios da legalidade e irretroatividade tributária. A fixação do período para recolhimento dos tributos. DJ de 1º/03/00. O CTN. Rel. p. que abrange a garantia da anterioridade nonagesimal. podendo o Fisco marcar a data limite para o recolhimento quando lhe aprouver. No período coberto pela liminar.03.01. nos termos do art.. inexistindo prazo definido em lei.) “Ementa: . p.: Des. não estando.) “Ementa: . ..: Juiz Hilton Queiroz (convocado). 189. parágrafo único). ainda..: Des.1ª Região único do art. AMS 95. p. e havendo delegação legal. Rel.” (TRF-1ª Região.. o princípio da não-surpresa do contribuinte. II c/c o art. 3ª Turma.18504-9/AM. A questão do prazo para pagamento de tributos constitui-se de política administrativa tributária.02.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 160.. Decisão: 21/10/97.) “Ementa: . b). I. . 97. contado da intimação da sentença. 160 do CTN. Rel. 193. AMS 97.... não se constitui em matéria de legalidade estrita. 2ª Turma. p. não reservou a matéria à lei tributária..37075-3/MG. p.. Rel. Federal Reis Friede.18975-0/DF.. conceder antecipações com descontos ou mesmo parcelamentos de crédito já constituído (CTN. III.” (TRF-1ª Região. .: Des. DJ de 1º/04/02.. AMS 94..) “Ementa: .) “Ementa: . Sendo assim. Decisão: 06/11/02.” (TRF-1ª Região. 160. 407. II. Federal Tourinho Neto.. . com amparo na Constituição Federal (art. 160. Rel. assim não se qualificando as alterações de prazo para pagamento de tributos. 4ª Turma. Decisão: 29/04/97... O prazo para o pagamento do tributo não é elemento indispensável à lei tributária.” (TRF-1ª Região. DJ de 20/03/98. posteriormente cassada. se o pagamento é efetivado dentro do prazo de trinta dias. caput).

.04.. . seja qual for o motivo determinante da falta. os juros de mora são calculados à taxa de um por cento ao mês. . p. 19. conforme estabelecido no § 1º do art. Rel.. Rel.” (STJ.. Decisão: 22/04/88. Rel. Decisão: 03/03/99.” (STF.) “Ementa: . Contam-se a partir do vencimento da obrigação tributária e não. não conheceu da argüição de inconstitucionalidade correspectiva (cf..515.. 2ª Turma. de modo que.15254-7/PR.” (TRF-4ª Região. 161. 274. § 1º. Néri da Silveira. da citação inicial. sem prejuízo da imposição das penalidades cabíveis e da aplicação de quaisquer medidas de garantia previstas nesta lei ou em lei tributária.. 612.: Min.. 161 do CTN. p.... EIAC 90. a um tempo.) “Ementa: . Juros moratórios. 161. inconstitucional e ilegal.. 161.. DJ de 14/04/99. Rel. Federal Márcio Antônio Rocha. RE 109598/SP. DJ de 16/06/03.) Art. ‘se a lei não dispuser de modo diverso’... O crédito não integralmente pago no vencimento é acrescido de juros de mora.. ressalva. DJ de 04/08/03. Decisão: 13/05/03. “Ementa: . CTN. . Francisco Peçanha Martins. p. Incidente de Inconstitucionalidade no REsp 215881/PR). p.. . nada está a empecer seja essa indigitada taxa proscrita do sistema e substituída pelos juros previstos no Código Tributário (art. apenas. O art. A Taxa Selic para fins tributários é.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 205 nistério da Fazenda..: Des. art. § 1º Se a lei não dispuser de modo diverso.: Min.) “Ementa: . § 2º O disposto neste artigo não se aplica na pendência de consulta formulada pelo devedor dentro do prazo legal para pagamento do crédito. DJ de 12/08/88.: Min. estando a Selic prevista em lei. Como não há pronunciamento de mérito da Corte Especial deste egrégio Tribunal que. 1ª Seção. a taxa de juros de mora na restituição de indébito tributário é de 1% ao mês. Decisão: 1º/04/03.. 253. 161 do CTN. em decisão relativamente recente. expressamente... inexiste ilegalidade na sua aplicação. .... do CTN). João Otávio de Noronha. 1ª Turma. REsp 267788/PR. 2ª Turma. .” (STJ. REsp 266172/RJ. ao estipular que os créditos não pagos no vencimento serão acrescidos de juros de mora calculados à taxa de 1%.. permanecendo a mácula também na esfera infraconstitucinal... Consoante reiterada jurisprudência desta egrégia Corte. II.

do CTN prevê a possibilidade de regulamentação da taxa de juros por lei extravagante.. com força de lei complementar diz que os juros serão de 1%. deve o montante do crédito ser atualizado monetariamente. DJ de 09/06/03. Federal Hilton Queiroz. § 1º. Franciulli Netto. 161. AC 2001. p.01. . O art.: Min. 161). nem tampouco obsta a possibilidade de capitalização dos juros.) “Ementa: .. Porém. p.002024-9/MG. Os juros de mora são devidos pelo atraso no pagamento. bem como aplicados os juros de . art.. Rel.. Decisão: 05/11/02.1ª Região . p. REsp 438772/PR.. 161.. Decisão: 11/06/03. se a lei não dispuser em contrário.. 4ª Turma. Federal Cecília Marcondes.. 161.. 586.206 Tribunal Regional Federal .. Rel.08.. DJ de 25/06/03.) “Ementa: .: Des. haja vista que estes têm previsão legal (CTN. O art. 182.) “Ementa: ..... seja qual for o motivo determinante da falta (CTN. O Código Tributário Nacional somente possui natureza de lei complementar no tocante a matérias assim previstas na Constituição da República de 1988... DJ de 30/05/03. .. 2ª Turma.000792-8/SC.” (TRF-2ª Região. p. DJ de 29/01/03.) “Ementa: . Os juros de mora são devidos pelo conselho regional. DJ de 29/01/03. 3ª Turma.. p. caput).03. decorrente da demora no recolhimento do débito fiscal.. Decisão: 15/10/02. 218.043449-9/SP. 118. Juros de mora. O art.02.: Juíza Ivani Silva da Luz (convocada)..) “Ementa: . .. Rel. § 1º. uma vez que o crédito não foi pago no vencimento. DJ de 13/06/03.38.. AC 2000. porque têm caráter meramente compensatório do prejuízo suportado pelo Fisco.. III.: Des. p..01.. não havendo depósito do montante devidamente corrigido..” (TRF-1ª Região. 5ª Turma.02... 143..: Des. do CTN. Decisão: 15/10/02.00. AC 2000... .. II. 78.” (TRF-1ª Região...99.. o art.. . Rel. 4ª Turma.) “Ementa: . art. Federal Vera Lúcia Lima.. Decisão: 27/05/03. § 1º.” (TRF-3ª Região. Decisão: 11/12/02. AMS 1999..: Des. 1ª Turma. O fato de o impetrante ostentar a condição de pessoa jurídica de direito público não o exime do pagamento dos juros moratórios.” (TRF-4ª Região. Contribuição previdenciária incidente sobre verbas recebidas pelos conselheiros de conselho regional. . 161. do CTN não trata de matéria reservada à lei complementar. Rel.72. podendo ser alterado por lei ordinária.” (STJ. 161..0852286/TO. AG 2000. . do CTN não proíbe que a lei venha a estabelecer juros moratórios em percentual superior a um por cento ao mês... § 1º. Rel. II.0437078/ES. Federal Maria Lúcia Luz Leiria.

” (TRF-5ª Região. que não em dinheiro..” (STJ.. p. fora das hipóteses excepcionais em que estes são admitidos como meio de quitação de tributos. 2ª Turma.. cheque ou vale postal. 162 do CTN.05. em papel selado. Rel. a consignação com efeito de pagamento somente ocorre com o oferecimento da quantia devida.. ressalvado o disposto no art. § 2º O crédito pago por cheque somente se considera extinto com o resgate deste pelo sacado.. Rel. implica modalidade de pagamento vedada pelo Código Tributário Nacional (art. ou naqueles em que o erro seja imputável à autoridade administrativa.003038-6/PE. A substituição do dinheiro por Títulos da Dívida Pública. 162.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 207 mora devidos desde o vencimento da dívida tributária – art. 490. § 1º A legislação tributária pode determinar as garantias exigidas para o pagamento por cheque ou vale postal. II. nos termos do art. p.00.... DJ de 04/05/98. § 3º O crédito pagável em estampilha considera-se extinto com a inutilização regular daquela. não havendo como se reconhecer a possibilidade de efeito liberatório à . § 5º O pagamento em papel selado ou por processo mecânico equipara-se ao pagamento em estampilha. reclama autorização legislativa (art.: Min.. .” (STJ. 161 do CTN. Federal Petrúcio Ferreira. do CTN).: Des.) Art. 162. desde que não o torne impossível ou mais oneroso que o pagamento em moeda corrente. I). .) “Ementa: . 226. Luiz Fux. Decisão: 30/04/02. o pagamento de tributos por outras formas. DJ de 21/02/03. I. REsp 474100/RS. nos casos previstos em lei. em estampilha. 133. “Ementa: .. salvo nos casos expressamente previstos na legislação tributária. DJ de 08/09/03.. REsp 87640/SP. Decisão: 31/03/98. I e II. .) “Ementa: . 150.. Relacionando-se a dívida em dinheiro. ou o erro no pagamento por esta modalidade.: Min. em moeda corrente. O pagamento é efetuado: I.. § 4º A perda ou destruição da estampilha... 1ª Turma. 2ª Turma. Decisão: 07/08/03.. 162. ou por processo mecânico.. não dão direito à restituição. AC 2002.. Ari Pargendler. p. Rel.

Decisão: 20/08/03.00. Federal Andrade Martins... 3ª Turma. AC 2001. p. AC 1999. ainda mais quando referidos títulos sequer chegam a ser regularmente titularizados pelo consignante.004283-2/SP. AC 89.566. Rel. 162 do CTN... DJ de 31/01/01. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.. Rel..: Des. por força do disposto no § 2º do art. 117.1ª Região oferta dos TDA’s fora das hipóteses excepcionais em que estes são admitidos como meio de quitação de tributos.00.” (TRF-2ª Região. Rel.) “Ementa: .01.111256-8/MG.03. DJ de 06/03/96..: Des.. 3ª Turma...004131-0/RJ.0092393/PA. p. É necessário que este depósito seja feito em moeda nacional. em face do § 2º do art. 33. do Código Tributário Nacional . II.01. caso o pedido seja julgado improcedente. Rel. AC 1999..: Des.. Decisão: 26/10/00. do CTN. Federal Benedito Gonçalves. DJ de 06/09/02. I. II.. no sentido de que ‘o crédito pago por cheque somente se considera extinto com o resgate deste pelo sacado’. Não há previsão legal que admita Títulos da Dívida Agrária como forma de extinção do débito tributário.) “Ementa: . I. o depósito deve ser feito em moeda corrente. 162. AC 1999.. 162 do CTN/ . A simples emissão de cheque nominativo não tem o condão de gerar efeito liberatório de um efetivo pagamento. II. . 162.: Des..) “Ementa: .. Decisão: 14/08/02. p. se a utilização de cheque sem fundos para o pagamento de tributos federais não opera a extinção do crédito tributário. .. 4ª Turma. .. 6ª Turma... do CTN. 12.. 81. Nos termos do art. I.. DJ de 11/09/03..” (TRF-3ª Região.00..” (TRF-1ª Região. Rel.) “Ementa: ..208 Tribunal Regional Federal . Decisão: 28/08/01.) “Ementa: .070339-0/MG.. p. Decisão: 12/02/96.01. O oferecimento de Apólice da Dívida Pública em ação de consignação de pagamento para fins de pagamento de crédito tributário não encontra previsão legal.: Des.. não sendo admitido a substituição por Títulos da Dívida Pública.01. 4ª Turma.. uma vez que supõe conversão em renda em prol da Fazenda Pública.” (TRF-1ª Região.02. I. conforme o disposto no art. Federal Cândido Ribeiro. III. uma vez que ausente a caractéristica fundamental para garantir a instância. tendo em vista a exigência do depósito em dinheiro nos termos do art. I.. 162. .” (TRF-1ª Região. Federal Olindo Menezes. DJ de 25/10/01.. qual seja o efeito liberatório do débito tributário. O depósito judicial em matéria tributária deve ser feito em moeda corrente nacional.

..: Des. Decisão: 21/03/96.04. 4ª Turma. 163 do CTN trata da possibilidade de imputação de pagamento quando houver mais de um débito do mesmo sujeito passivo em relação ao mesmo sujeito ativo. . 162.” (TRF-5ª Região. A substituição do dinheiro por Títulos da Dívida Pública. 162.. sob a condição de ser devidamente resgatado pelo sacado. p. na ordem em que enumeradas: I.. 25. Rel. depois às taxas e por fim aos impostos. ..) “Ementa: . III. nos termos da Súmula 107/STJ.. e em segundo lugar aos decorrentes de responsabilidade tributária. DJ de 24/11/93. na ordem decrescente dos montantes.30781-3/SC. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria.. I. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. o que afasta a competência da Justiça Federal para o processamento e julgamento do feito.. II. obedecidas as seguintes regras. 2ª Turma. implica modalidade de pagamento vedada pelo Código Tributário Nacional (art.) “Ementa: . relativos ao mesmo ou a diferentes tributos ou provenientes de penalidade pecuniária ou juros de mora. .) Art.05.” (TRF-4ª Região. Segundo aduz o art.000169-6/RN..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 209 66. fora das hipóteses excepcionais em que estes são admitidos como meio de quitação de tributos. e § 2º. AG 93.640. p. II. a autoridade administrativa competente para receber o pagamento determinará a respectiva imputação. DJ de 25/06/02. Rel. Federal Ari Pargendler. CTN. p. .. I).05574-7/SC. 50..: Des. nenhum prejuízo à União advém da conduta delituosa.. na ordem crescente dos prazos de prescrição. Decisão: 09/04/02. O contribuinte não está obrigado a compensar os valores de créditos escriturais do IPI com débitos consolidados inscritos no Programa de Recuperação Fiscal–Refis. o pagamento pode ser efetuado através de cheque. RCCR 96. Decisão: 26/10/93. DJ de 17/04/96. “Ementa: .: Des. porquanto o art. 889.. às contribuições de melhoria. aos débitos por obrigação própria... I..” (TRF-4ª Região. em primeiro lugar. AC 2002...060. IV. Rel. Existindo simultaneamente dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com a mesma pessoa jurídica de direito público. 1ª Turma. primeiramente. 163.04.00.

Decisão: 25/03/03. pode o Fisco promover a imputação.07578-0/MG. O art.) “Ementa: . Decisão: 10/02/98.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada). portanto. I.. p.) “Ementa: . 1ª Turma. DJ de 25/03/98.) “Ementa: . II. . daí a imputação em pagamento imposta pelo Fisco. parcelas que correspondem. DJ de 07/04/03.. 121. I. ao estabelecer a escala de recebimento das dívidas.. 163 do CTN.” (TRF-1ª Região. em seu art. 163 do CTN pressupõe débitos para com o mesmo sujeito passivo.01.03..1ª Região II.. O pagamento do tributo fora do prazo de seu vencimento acarreta a cobrança de multa e juros de mora.. p. A autoridade administrativa competente para receber o pagamento é que determinará ex officio a imputação segundo as regras do art. .” (TRF-1ª Região. III.. restando assegurado o direito do Fisco de discutir o restante em ação própria... pela soma. Rel. Rel. AMS 96.. p.: Des. multa e juros. O Código Tributário Nacional.) “Ementa: . DJ de 23/05/02.. no caso de dois ou mais débitos vencidos de um sujeito passivo em relação a um mesmo sujeito ativo. .. Rel. incontroversa.” (TRF-4ª Região. Tratando-se de crédito compensável e débito consolidado via Refis torna-se inaplicável o art.: Min..” (STJ. AC 96. 6ª Turma... O art.04.. Decisão: 09/10/01....: Des.. que coerente com a regra especial instituidora do programa.. 122. . III.01. 2ª Turma Suplementar. 240. Se o valor recolhido a título de imposto foi insuficiente para quitar o tributo. DJ de 26/11/98.. procedimento previsto no art. A imputação do pagamento é a escolha do débito a ser extinto.021656-9/SP.” (TRF-3ª Região. De acordo com o disposto no art. 163. ao valor do .: Juíza Ivani Silva da Luz (convocada). 309.. obedecendo-se a ordem ali prevista. se o devedor tem mais de um deles.14531-0/MG.. AC 90. Federal Nino Toldo.. p. 163 do CTN norma geral.40160-2/PR.210 Tribunal Regional Federal ..) “Ementa: . I.. a imputação do pagamento de débitos vencidos do mesmo sujeito passivo é prerrogativa do Fisco. Decisão: 16/10/98. DJ de 23/08/00. 163 do Código Tributário Nacional. 1ª Turma. 4ª Turma. p 465.. consagra o princípio da autonomia das dívidas tributárias. 163 do CTN. I. AMS 96. Federal Fábio Rosa.. Decisão: 28/06/00. decompondo o valor pago de modo a quitar primeiramente os acréscimos. 163 do CTN assegura ao contribuinte o direito ao pagamento da parcela que julgar legítima e. Rel. Rel. . Luiz Fux. REsp 448758/RS. podendo subordinar o pagamento do crédito tributário à satisfação simultânea de outro crédito..

. DJ de 20/05/96. I. É correta a propositura da ação consignatória em pagamento para fins de o contribuinte se liberar de dívida fiscal cujo pagamento seja recusado ou dificultado pelos órgãos arrecadadores. Federal Araken Mariz. ou subordinação deste ao pagamento de outro tributo ou de penalidade. REsp 55911/SP. José Delgado. II. . 2ª Turma. uma vez que o valor consignado deve ser feito em dinheiro. 205. § 2º Julgada procedente a consignação...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 211 crédito tributário na data do adimplemento da obrigação.) Art. cobra-se o crédito acrescido de juros de mora. p. “Ementa: . . e 164. Decisão: 22/04/03.: Des.. quando o Fisco subordina a quitação do tributo ao pagamento de juros e de correção monetária.) “Ementa: . AC 96. de recusa de recebimento. DJ de 05/02/99. I). p. 164. é a da ação de consignação em pagamento (CTN. Rel. considerando que sendo . 164. II. Decisão: 18/04/96.. VIII. p..: Min.. 16. 2ª Turma... de exigência.” (TRF-5ª Região. de subordinação do recebimento ao cumprimento de exigências administrativas sem fundamento legal. § 1º A consignação só pode versar sobre o crédito que o consignante se propõe pagar.. 1ª Turma.. sem prejuízo das penalidades cabíveis. III.. ou ao cumprimento de obrigação acessória. DJ de 09/06/03..” (STJ.. Rel. Ari Pargendler. 191. REsp 496747/SC. 156.: Min. art. A importância do crédito tributário pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo. nos casos: I.. O oferecimento de Título da Dívida Agrária não se coaduna com a ação de consignação em pagamento para efeito de pagamento de crédito tributário. Rel. A tutela típica do contribuinte. o pagamento se reputa efetuado e a importância consignada é convertida em renda. arts. julgada improcedente a consignação no todo ou em parte..689. Decisão: 10/12/98. Tem-se por legítima a consignação em pagamento de tributo que o Fisco se recusa a receber sem que esteja acompanhado de obrigação acessória.27740-9/PE.. de tributo idêntico sobre um mesmo fato gerador.05.. por mais de uma pessoa jurídica de direito público.) “Ementa: .” (STJ. do CTN..

Rel. Rel. AC 2000.: Des... 1ª Turma. à sentença de improcedência. . .: Des. DJ de 05/02/02. incisos I a III). Decisão: 10/06/99.009445-5/GO. Federal Castro Meira..: Des... AG 97. p. § 2º). Decisão: 05/09/01. art.. Federal Hilton Queiroz. I.05. O sujeito passivo tem direito.. p. embora a importância do crédito tributário possa ser consignada judicialmente.: Des. II. o pagamento se reputa efetuado. 3ª Turma.: Des....) “Ementa: . DJ de 20/10/98.06868-2/PE.) “Ementa: .060151-1/MG. 164. o pagamento se reputa efetuado e a importância consignada é convertida em renda’ (CTN. A consignação em pagamento é forma correta de liberar-se o contribuinte de dívida fiscal cujo pagamento seja recusado ou dificultado pelos órgãos arrecadadores (art. 172. AC 94.) SEÇÃO III Pagamento Indevido Art. p. § 2º. DJ de 14/11/01. Federal Baptista Pereira. VIII.212 Tribunal Regional Federal ..00. posto que o provimento que extingue o feito consignatório equivale. 4ª Turma. DJ de 09/07/99.1ª Região julgada procedente a consignação.01.) “Ementa: . De se reconhecer que naqueles casos onde há desistência de ação consignatória.. 1ª Turma. 258. 164. 164...” (TRF-5ª Região. DJ de 12/05/99. 752. do CTN).” (TRF-3ª Região. Ag 1999...032061-3/SP. .. art. I. plenamente aplicável o disposto no art. Rel..” (TRF-1ª Região. de Almeida. A ação consignatória é a via escorreita para se pleitear o pagamento judicial de tributo cujo impedimento de recolhimento por Darf seja a inexistência do código de receita (art. seja qual for a . e 164. I.... no particular. Rel.. Decisão: 21/10/98. Decisão: 09/04/02. 164.04.. CTN).) “Ementa: . Rel...01. Federal Plauto Ribeiro.. Decisão: 25/10/01. Federal Ney Fonseca.. 88. AC 2001. A determinação de depósito judicial encontra previsão no art..” (TRF-1ª Região. motivada pelo ingresso do contribuinte ao Refis. independentemente de prévio protesto... 215. 164 do CTN . do CTN). 156. DJ de 26/04/02. § 2º.) “Ementa: . o depósito só pode ser feito em dinheiro.” (TRF-4ª Região. 3ª Turma. 63. do CTN. p. 1ª Turma.42801-7/RJ. Decisão: 24/06/98. Rel. Federal Wellington M.03.: Des. 165..” (TRF-2ª Região.01.00. dado que ‘julgada procedente a consignação. REO 97. p. . 164.. nos casos expressamente previstos na legislação de regência (CTN. e a importância consignada deve ser convertida em renda da União (art. .032791-9/RS. p.02.. à restituição total ou parcial do tributo.

2ª Turma. data em que foi editada a resolução senatorial. ou da natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido.. Empréstimo compulsório sobre aquisição de veículos.” (STJ... I. DJ de 25/08/03. II..) “Ementa: . Declarada a inconstitucionalidade das normas referentes ao empréstimo compulsório. III.. p.. . I.: Min. independentemente do exercício financeiro em que se deu o pagamento indevido. DJ de 12/06/00. inciso I. ressalvado o disposto no § 4º do art. 2ª Turma. do Código Tributário Nacional .288/86. na determinação da alíquota aplicável....) . RE 137689/PE... 1ª Seção. .....” (STJ. Eliana Calmon. II. . nos seguintes casos: I.. Decisão: 07/04/00. tem o contribuinte direito à repetição do indébito. os valores recolhidos a título de empréstimo compulsório sobre aquisição de veículos – hipótese autorizadora da repetição de indébito. REsp 346357/SP. portanto... DJ de 16/06/95. cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido em face da legislação tributária aplicável.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 213 modalidade do seu pagamento. no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento.. Decisão: 20/09/94. Rel. . O Código Tribunal Nacional autoriza o sujeito passivo a receber o que foi pago indevidamente (art. iniciou-se em 09/10/95.. Laurita Vaz. 66. p. A declaração de inconstitucionalidade proferida incidentalmente pelo Excelso Supremo Tribunal Federal no RE 121336/CE somente passou a ter eficácia erga omnes quando da promulgação da Resolução do Senado Federal 50/95. revogação ou rescisão de decisão condenatória. 162. Rel.) “Ementa: . Néri da Silveira. 18. anulação.. . ex vi do art. EREsp 152044/SP. 275.: Min.. reforma.. que tornou indevidos. ocasião em que foram tornados sem efeito os atos praticados sob abrigo dos artigos suspensos do Decreto 2. 165 do CTN). Rel. Declaração de inconstitucionalidade incidental... • Vide Súmula 162 do STJ: “Na repetição de indébito tributário.. erga omnes. O prazo prescricional.. Decisão: 15/10/02. 165.268. erro na edificação do sujeito passivo. p. a correção monetária incide a partir do pagamento indevido.” “Ementa: .: Min.” (STF.

: Min.38. pois é quando resta afastada a presunção de constitucionalidade da lei (RE 136883-7/RJ.095880-0/MA. até a confirmação.. independentemente do exercício financeiro em que tenha ocorrido o pagamento indevido.01..: Des. Federal Plauto Ribeiro. . 165. 47. p. embora lhe seja facultado. Rel.. questionar sua validade junto ao Poder Judiciário. com pedidos de liminar para afastar sua cobrança pela autoridade administrativa.00.) .00.01. para evitar que..00. Rel. AC 1999. I.: Des... Demonstrado o pagamento indevido de tributo.: Des.) “Ementa: . Rel.. 3ª Turma. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.38. . III. a cada edição de norma legal instituidora de tributo detentora de presunção de constitucionalidade. AC 2000. de acordo com o que prevê o art. 165).. .01. 162 .) “Ementa: . 3ª Turma. DJ de 07/02/03.. 79. seja qual for a modalidade do seu pagamento.) “Ementa: .. Decisão:25/09/ 02. Decisão: 08/10/02. resistindo previamente ao recolhimento.. não se pode exigir do contribuinte que venha. futuramente. Federal Luciano Tolentino Amaral. p. presumidamente constitucional. I. Federal Ricardo Regueira.. AC 2000.. É clara a autorização normativa à restituição de tributo recolhido indevidamente (art. 4ª Turma. . Sepúlveda Pertence... Rel.005073-0/MG. na eventualidade de declaração de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal. que estava em pleno vigor.” (TRF-1ª Região.01.” (TRF-2ª Região.” (TRF-1ª Região. 75. p. p. não disponha mais de ação para reaver o que pagou indevidamente por força de lei.. do Código Tributário Nacional. AC 1997.” (TRF-1ª Região. DJ de 25/10/02. Federal Olindo Menezes..1ª Região “Ementa: . II.: Des. Declarada pelo Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade material da norma legal em que fundada a exigência de natureza tributária.. I.. mas convertido em renda da União – impõe-se a restituição (art. Decisão: 29/10/02. independentemente de prévio protesto.: Des. Rel. 165 do CTN estabelece: ‘o sujeito passivo tem direito..075005-4/MG.) “Ementa: . da legalidade ou não de sua exigência. por sentença.... DJ de 13/12/02. em razão de erro – depósito judicial feito por equívoco. à restituição total ou parcial do tributo.035164-7/RJ. AMS 1999.. Decisão: 10/12/02. 3ª Turma. CTN)... ressalvado o disposto no § 4º do art.02.” (TRF-1ª Região.. de cobrança sem base constitucional. DJ de 25/10/02. do CTN). 1ª Turma... inciso I. segue-se o direito do contribuinte à repetição do que pagou (CTN. DJ de 07/12/00. DJ I de 13/09/91). VIII.214 Tribunal Regional Federal ..062383-5/MG. 46. Rel. Decisão: 06/11/00. O art. até porque.. é juridicamente possível a restituição dos valores indevidamente recolhidos. Cuidando-se . 165. 165... art.

tem assento no art.. Rel..) . para efeito da repetição do indébito tributário. 19. AAREsp 453830/SC.05.090206-1/SP. 165 do CTN.03.. transferência do respectivo encargo financeiro somente será feita a quem prove haver assumido o referido encargo..633. A restituição de tributos que comportem. Decisão: 28/05/03. Luiz Fux. 407. Decisão: 10/09/ 86.. DJ de 18/06/03. 1ª Turma. A restituição do tributo recolhido indevidamente encontra arrimo no art.) “Ementa: .. O art... 165..017710-5/PE. I. no caso de tê-lo transferido a terceiro.03. AC 2002..: Des. 166 do CTN aplica-se.. que assegura ao contribuinte o direito à devolução total ou parcial do tributo...” (STF... 444.70. Nas mercadorias sujeitas a tabelamento. Só a este faculta a lei (CTN. incluem-se nos custos os tributos pagos. Decisão: 15/05/03.99. Rel. Decisão: 17/12/02. DJ de 16/04/03. I.. pré-eliminando a transferência desse ônus ao preço cobrado ao consumidor final. II. 1ª Turma. A restituição dos valores indevidamente recolhidos. por sua natureza.. Rel. Tribunal Pleno. apenas.. seja qual for a modalidade de seu pagamento. ERE 89463/SP. Rel..” (TRF-4ª Região.” (TRF-3ª Região. nas hipóteses de repetição do indébito ou de compensação. 190. quando reconhecido por decisão. III. III. Rel. é a estabelecida entre o sujeito passivo original e o primeiro adquirente da mercadoria.: Min. p. DJ de 17/10/86. III.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 215 “Ementa: . . Federal Daldice Santana. em virtude da inconstitucionalidade da exação. A relação jurídica que tem relevo.006627-5/PR. p. p. art. p. Carlos Madeira.. 498.: Des.. . 166. 165 do CTN ..” “Ementa: .” (TRF-5ª Região. Reconhecido o pagamento indevido.: Des..) “Ementa: .. ou.00.) “Ementa: .. de Almeida.) Art.. Federal Wellington M. • Vide Súmula 546 do STF: “Cabe a restituição do tributo pago indevidamente. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria. DJ de 02/06/03. 5ª Turma. que o contribuinte de jure não recuperou do contribuinte de facto o quantum respectivo. p. . DJ de 15/10/02.: Min.. Decisão: 20/11/ 01. do CTN.. AC 1999. têm as empresas direito à restituição pleiteada. AC 2001..” (STJ.. 166) autorizar o contribuinte de direito a receber o que indevidamente pagou. . prevista no art. estar por este expressamente autorizado a recebê-la.

. Se o tributo. comporta a transferência do respectivo encargo financeiro para terceiro ou não. fazendo-se necessária a exigência da não-repercussão. . 1ª Turma. p.” (STJ.. 252. AgREsp 474378/SP. II. 166 do Código Tributário Nacional . AGREsp 224586/ SP. o contribuinte de direito transfere o encargo financeiro ao consumidor dos produtos e serviços.) “Ementa: . aliás. Garcia Vieira. Somente em casos assim aplica-se a regra do art. ... do CTN.. dele titular. a teor do disposto no art. expressamente. isto é.. como.. Tributos que comportem. José Delgado. do IPI etc.1ª Região “Ementa: . estabelece o art. que se incorporam explicitamente aos preços. Francisco Falcão. 166.. só tem aplicação aos tributos indiretos. como é o caso do ICMS e do IPI. dele titular. Não caberá a restituição do indébito se o tributo. ou estar autorizado a recebê-lo pelo terceiro.. Rel.030270-2/DF. por sua natureza.. Federal Olindo Menezes... 57.) “Ementa: .. REsp 403531/ SP. aliás. sem que se disponha de um critério seguro para saber quando se deu. salvo provando o pretendente haver assumido o respectivo encargo financeiro..” (STJ. salvo provando o pretendente haver assumido o respectivo encargo financeiro. 166 do CTN.. O art.. III. . por sua natureza.: Min. DJ de 20/05/02... como. por sua natureza (tributo indireto).. Decisão: 16/04/02. DJ de 03/11/03. Rel. II. não assumindo a carga tributária. AC 1999. 109.” (TRF-1ª Região. não determina que o pagamento da exação é feito por terceiro.34. 1ª Turma. 07/10/03.) “Ementa: .. Rel. comportar transferência do respectivo encargo.” (STJ. Decisão... aludida transferência. que é determinada pela lei correspondente e não por meras circunstâncias econômicas que podem estar. ou não. 53. 3ª Turma. 166 do Código Tributário Nacional. Decisão: 16/11/99. sempre. DJ de 28/02/00... pois a natureza a que se reporta tal dispositivo legal só pode ser a jurídica. p. 166 do Código Tributário Nacional. 1ª Turma. em casos de repetição de indébito.... Decisão: 03/06/03. presentes.00. 166.: Des. quando a lei. contém referência bem clara ao fato de que deve haver pelo intérprete. Essa posição consolidou-se por considerar que o art. .) “Ementa: . ou estar autorizado a recebê-lo pelo terceiro. DJ de 11/07/03. como é o caso do ICMS. não caberá a restituição ou a compensação. como é o caso do ICMS. p. por sua natureza.. I.. . estabelece o art.216 Tribunal Regional Federal . Nos tributos de natureza indireta. do CTN. transferência do respectivo encargo financeiro são somente aqueles em relação aos quais a própria lei estabeleça dita transferência.: Min. p.. identificação se o tributo. e quando não se deu. comportar transferência do respectivo encargo. II.: Min. Rel.

. Rel. 178. DJ de 04/10/02. III. exclusivamente.00. p. por conseguinte. a vedação contida no art. 56. AMS 2000.01... Súmula 546 do STF.” (TRF-1ª Região.003427-0/MG. 4ª Turma. . 166 do Código Tributário Nacional e 89. autônomos e avulsos. 43.129/95. logo. DJ de 06/03/02. .01... Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 217 .. da Lei 8. não lhes aplicando.063353-5/MG.) “Ementa: . na concepção jurídica. A contribuição previdenciária incidente sobre as quantias pagas aos empresários/administradores.. por conseguinte. Decisão: 03/09/03. 89. não sendo aplicável. 4ª Turma.38. 69. 166 do Código Tributário Nacional. mas esta se mostra irrelevante se não há uma previsão . sua compensação. desnecessária a prova do não repasse dos ônus financeiros a terceiros.. 166 do CTN. § 1º.” (TRF-1ª Região.. pois os preços praticados no mercado. p.: Des.... a restituição ou compensação dos valores indevidamente recolhidos... sendo possível.. DJ de 24/09/03.: Des.36. dessa forma. pois a ‘transferência’ não se dá na mesma proporção.: Juiz Jamil Rosa de Jesus (convocado).. . não leva o tributo a ser indireto. em matéria tributária no tocante à repetição de indébito (CTN. A repercussão meramente econômica. Decisão: 17/09/02. Decisão: 28/05/02..069215-5/DF. Decisão: 10/06/03. Rel. Não sendo o PIS considerado um tributo indireto. no preço do bem produzido ou do serviço oferecido... Art. Rel. independentemente da prova de não ter ocorrido a transferência do encargo do recolhimento.. V. . Decisão: 19/09/01. II.” (TRF-1ª Região.011432-7/MG. 4ª Turma.. AC 2000.. Rel.38.. Federal Hilton Queiroz... em bens e serviços. p. DJ de 1º/08/03. Só cabe restituição do tributo pago indevidamente e. DJ de 20/06/02. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.. AC 2000. 166). não existindo garantia constitucional que determine sua repercussão financeira. .) “Ementa: .) “Ementa: .) “Ementa: . 3ª Turma......” (TRF-1ª Região. AC 2001. A correção monetária não agrava a carga tributária . não são considerados como tributo indireto.006542-6/MT.. nem impede a repetição. VII. com a redação da Lei 9. A distinção entre impostos diretos (que não são repassados financeiramente) dos indiretos (que o são) repercute. Todos os tributos trazem em si uma repercussão econômica nos preços finais dos produtos. p. 3ª Turma. p. art...: Juiz Saulo Casali Bahia (convocado).” (TRF-1ª Região.00. se não houver transferência do encargo financeiro a terceiro.00..00. AMS 1999..) “Ementa: . . Federal Olindo Menezes.212/91. a vedação dos arts.03. a título de custo tributário.V. I. não dependem apenas da vontade de quem os oferece.. quando declarado inconstitucional..: Des. podendo teoricamente até mesmo não ocorrer..

Federal Cruz Netto. Decisão: 13/12/00.: Des. Decisão: 23/04/03. que exigem seja. 81. Federal Carlos Muta.067682-9/SP. II.01.”(TRF-2ª Região. nas circunstâncias do caso concreto.. p.) .. 2ª Turma. A contribuição previdenciária não se inclui na categoria de ‘tributo indireto’.. baseado nos princípios da segurança jurídica e da isonomia.” (TRF-2ª Região. CTN.: Des. DJ de 31/03/98. 4ª Turma. porque obrigatória – como ocorre no IPI – cogitando-se ali. A compreensão pessoal de que o terceiro..03. portanto. p. . 166 do Código Tributário Nacional em relação a tributos que por sua natureza comportem transferência do respectivo encargo a terceiro deve ser interpretada no sentido de não uma transferência econômica.. III. e Súmula 546/STF). DJ de 28/05/03.. que suporta o encargo financeiro do tributo (art. aplicada a jurisprudência da Turma. EDAC 98. cede diante de outro sólido convencimento. em face da disciplina traçada no art.) “Ementa: . 373.. é o consumidor final.. Rel. I. 166 do CTN. A dicção do art. ulteriores repasses do custo do gravame aos novos adquirentes que se sucedam na circulação econômica daqueles bens... Rel.: Des. Rel. 3ª Turma.” (TRF-3ª Região.02. comporte a transmissão do encargo financeiro a terceiro. AMS 96.... A contribuição do salário-educação não é tributo que.) “Ementa: . sendo irrelevantes.007326-2/SP.. Federal Benedito Gonçalves. material e processual. eis que não tem repercussão direta sobre os preços. Federal Carlos Muta. O quantum do IPI recolhido por montadora de veículos automotores é obrigatoriamente repassado às suas concessionárias no momento em que estas os adquirem para revenda. que reconhece a legitimidade ativa da montadora para postular o ressarcimento do IPI. AC 1999. DJ de 25/04/00. 145... .. p.02. . 188. para efeito do disposto no art. 4ª Turma.: Des. Decisão: 24/11/99... Federal Andrade Martins. tudo em função de como a lei tenha estruturado a incidência do gravame sobre o contribuinte de jure e sua transferência ao terceiro. Decisão: 11/02/98. mas sim jurídica..” (TRF-3ª Região. p.61. . da natureza jurídica desses tributos. AMS 96. II. uma vez que autorizada pela rede de concessionárias .: Des. DJ de 24/01/01. na espécie.09. porém.03.218 Tribunal Regional Federal .074556-1/SP. AC 1999.. DJ de 17/02/03.25745-1/RJ. por sua natureza jurídica.) “Ementa: .. 166 do CTN.055041-3/RJ.” (TRF-3ª Região.. Rel.1ª Região legal de que o ônus financeiro será suportado por terceiro. sequer sendo destacável no cômputo dos preços de serviços ou de mercadorias.. Rel..) “Ementa: . meramente aleatória. Decisão: 02/10/01.. 3ª Turma.. 166.

• Vide Súmula 188 do STJ: “Os juros moratórios. evidentemente. . DJ de 18/08/99.. AG 1999. salvo as referentes a infrações de caráter formal não prejudicadas pela causa da restituição. Tributos indiretos constituem exceção e a contribuição sobre a folha de salário. A restituição total ou parcial do tributo dá lugar à restituição. 63. 167. na repetição do indébito tributário. na nota fiscal..” “Ementa: . DJ de 16/06/03..: Min. nas ações de repetição de indébito o termo inicial dos juros moratórios se dá a partir do trânsito em julgado da sentença... I. 1ª Turma. 284. . Correção monetária. na mesma proporção. 286. 525. Restituição do indébito. Decisão: 10/12/02.) Art. Rel. sob cujo pretexto se cobrou a contribuição sobre o pró-labore... dos juros de mora e das penalidades pecuniárias.” (STF. I. como nos casos de IPI e ICMS em que. e não a partir de cada pagamento efetuado .: Des... parágrafo único. parágrafo único.. Decisão: 13/08/02.. a partir do trânsito em julgado da decisão definitiva que a determinar.. Rel.. Parágrafo único. Em todos os tributos. tanto na repetição. Entretanto. . p. conforme preceito estabelecido no art. Os juros de mora de 1% ao mês são devidos. Juros.01...: Min.. não caracteriza tal espécie tributária.: Min. CTN. Rel. AGREsp 426365/SP. Rel. p..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 219 “Ementa: . 2ª Turma. DJ de 03/02/03. 167. Francisco Falcão. art. Franciulli Neto.) “Ementa: . é lançado em separado o valor do imposto pago pelo comprador. p. A restituição vence juros não capitalizáveis.. 167. ou seja. AGA 439721/PR. Decisão: 11/05/99. há repercussão econômica. é excepcional a transferência do encargo.) “Ementa: . são devidos a partir do trânsito em julgado da sentença. porém a partir do trânsito em julgado da sentença. p. Decisão: 17/12/02. 2ª Turma. com correção monetária e juros de mora de 1% ao mês a partir do trânsito em julgado da decisão que determina a restituição. Carlos Velloso..04.) . 167 do Código Tributário Nacional.. 1ª Turma. Federal Fábio Rosa.. Restituição do que foi pago indevidamente. DJ de 21/03/03. I..” (STJ. o valor pago ao erário compõe o custo do produto ou do serviço... como na compensação. do Código Tributário Nacional e a Súmula 188 deste Superior Tribunal de Justiça. À luz do que dispõem o art.” (STJ. AgRRE 250609/RJ. II.012290-0/RS.” (TRF-4ª Região.

00. são calculados a contar do trânsito em julgado da decisão judicial na base de 1% ao mês. Decisão: 25/03/03.. Na repetição de indébito.) “Ementa: . Os juros de mora são devidos a partir do trânsito em julgado da decisão que determinar a restituição do que foi pago indevidamente (CTN.. a partir de 1º/01/96. Humberto Gomes de Barros.018503-4/MG. 399497/SC e 425709/SC em 14/05/03. Tese consagrada na Primeira Seção. DJ de 06/06/03. 161 c/c art.00.: Des.00. 219 do Código de Processo Civil. 167. V.. III. na mesma intensidade que aqueles aplicados nos casos de mora do contribuinte e previstos no § 1º do art. p. parágrafo único. 80. 167.: Min. p. . os juros moratórios são devidos à razão de 1% ao mês. seja como restituição ou compensação tributária.: Min. p. Decisão: 07/08/03. parágrafo único). conforme entendimento jurisprudencial dominante. 4ª Turma. Rel. III. 1ª Turma. os juros de mora passaram ser devidos pela Taxa Selic a partir do recolhimento indevido.1ª Região “Ementa: .. do CTN).. pois existindo lei especial para tratar de matéria tributária – Código Tributário Nacional – é nela que se deve buscar o termo inicial da incidência dos aludidos juros (cf.: Des. p. Rel. 2ª Turma. Decisão: 20/02/02. 3ª Turma.38. Rel..33.. Súmula 188/STJ). 124. 246.. art.” (TRF-1ª Região. ao caso.220 Tribunal Regional Federal . . no percentual de 1% ao mês.. REsp 505050/SP. DJ de 15/05/03. .. não mais tendo aplicação o art.. Franciulli Netto.) .: Juiz Ricardo Machado Rabelo (convocado). a partir do trânsito em julgado da sentença (art. Os juros de mora. uma vez declarada inconstitucional a cobrança do adicional do Imposto de Renda.. parágrafo único. ou seja.250/95.. AC 1999.005461-2/BA. Decisão: 28/05/02. Castro Meira.. não se aplicando.” (STJ. .. 236. DJ de 20/03/02. AC 1999. .. REsp 255952/PR... Na repetição de indébito..) “Ementa: .” (TRF-1ª Região... REsp 384004/MG.) “Ementa: .” (STJ..: Min. 210) “Ementa: . 103. a correção monetária incide desde o recolhimento indevido até o efetivo pagamento. a restituição de tributos. DJ de 28/10/03.. Os juros moratórios reconhecidos em primeiro grau deverão ser aplicados a partir do trânsito em julgado da sentença (art.. com o julgamento dos EREsp’s 291257/SC.. Federal Hilton Queiroz. 4ª Turma. 167. a regra do art. determinou a incidência de juros moratórios. AC 1999. 161.” (STJ.. com o advento da Lei 9.. DJ de 12/08/03. Federal Mário César Ribeiro. ao disciplinar. em seu art....” (TRF-1ª Região. Decisão: 18/09/03. 167. Decisão: 27/08/02. O Codex Tributário. Rel. p. Nas ações de repetição de indébito tributário. Rel. ) “Ementa: .. DJ de 1º/09/03.. do CTN.01. III. 167 do CTN). p. Rel. quando dispõe que a citação válida constitui em mora o devedor. 2ª Turma.048231-0/DF..

” (TRF-1ª Região.. nesse período. III..: Des. do CTN.022641-4/RJ. deve ser aplicada tão-somente a Taxa Selic. Os juros moratórios têm incidência sobre o principal corrigido. Este Tribunal tem entendido que. . DJ de 06/05/03. Rel..: Des. Federal Carlos Olavo. dado que a Lei 5. 80. 39. .” (TRF-1ª Região. § 4º. pela Lei 9.: Des... Federal Chalu Barbosa. Rel.) “Ementa: .. Na repetição de indébito ou na compensação. a partir de 1º/01/96.046752-2/SP.) VII.. . Decisão: 06/08/02. p. do Código Tributário Nacional... V.013310-4/ES. da Lei 9.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 221 “Ementa: . 190.. AC 2001.” (TRF-1ª Região. 167..” (TRF-3ª Região.) “Ementa: .. p.. Precedentes do STJ.. afastados.. § 1º). 3ª Turma. por conseguinte. . 69) “Ementa: .. § 1º). muito embora o art.51. DJ de 02/04/03. 3ª Turma. em repetição do indébito. não mais tendo aplicação o art. .” (TRF-2ª Região. A taxa de juros do Sistema Especial de Liquidação e Custódia –Selic. conforme dispõe o § 4º do art. DJ de 14/03/03.172/66 tem natureza de lei complementar. Rel. Fluem os mesmos a partir do trânsito em julgado da sentença (art. 167. p/ acórdão: Des.250/95. Federal Cândido Ribeiro. Decisão: 25/03/03.250/95.054126-6/DF. 630. IV. mandada aplicar especificamente à compensação e à restituição..) “Ementa: . A partir de 1º de janeiro de 1996.34. com o advento da Lei 9.. 167. 161.. II..) “Ementa: . Federal Frederico Gueiros.. § 1º.02...m. do CTN.01. 161 c/c art. p. 5ª Turma.” (TRF-2ª Região.250/ 95 determine sua aplicação a partir de janeiro de 1996. de 26/12/95..: Des. parágrafo único. Os juros de mora são contados a partir do trânsito em julgado da decisão que determinar a restituição. 167. p. art.03. 62. Quanto aos juros de mora. Decisão: 18/02/03.. 3ª Turma. são devidos os juros moratórios a partir da data do trânsito em julgado da decisão e não desde a citação. p.01.. de acordo com o art.019834-0/DF.) .. REO 2002.. que compreende juros e correção monetária.39. incide a partir de 1º/01/96 (art.: Des. Decisão: 12/02/03.00.. DJ de 26/08/03.. os juros de mora e quaisquer outros índices de correção monetária.00. do CTN. Rel. (CTN. 4ª Turma. os juros de mora passaram ser devidos pela Taxa Selic a partir do recolhimento indevido. p. Federal Olindo Menezes. AC 98. prevalecer o trânsito em julgado como marco inicial dos juros moratórios. VI. EDAC 2000. Decisão: 11/03/03.. Rel.250. AC 2001. DJ de 18/02/03. Federal Suzana Camargo. cuja taxa é de 1% a. devendo..009294-8/PA. Decisão: 05/08/03. 3ª Turma. 39. DJ de 11/04/03. parágrafo único. parágrafo único.. . AC 2000. 30. 39 da Lei 9... Rel..00.01. este diploma não tem o condão de se sobrepôr ao que fora previsto no art.

. 39. Lei 9.: Des. DJ de 25/11/02.047978-1/SP. DJ de 18/02/03. DJ de 11/02/03. nas hipóteses dos incisos I e II do art.. do Código Tributário Nacional. p. Tratando-se de restituição de indébito tributário.00.0150770/RS.. .1ª Região “Ementa: .” (TRF-3ª Região. ... na hipótese do inciso III do art. 1ª Turma. p.71. p. CTN). Em caso de restituição de indébito. parágrafo único.00. Decisão: 03/12/02.007623-0/AL. a repetição do indébito. Federal Marli Ferreira. da data em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado. 4ª Turma. de modo que os juros devem ser equivalentes à Taxa Selic. dentro de dois. parágrafo único. a qual já inclui correção monetária e juros de mora. Federal Maria Lúcia Luz Leiria. do CTN somente deverá ser observada nos casos em que o trânsito em julgado for anterior a 31/12/95 .. após o indeferimento ajuizado a ação judicial. DJ de 20/08/03. 167. Rel.. bem como a Súmula 31 deste Tribunal Regional Federal. AC 2001. 567. 167. Rel. § 4º.) Art. atendidos se encontram os arts. 1ª Turma. daquele diploma legal..... revogado ou rescindido a decisão condenatória... Rel..) “Ementa: .. parágrafo único.” (TRF-5ª Região.80. A regra insculpida no art.) “Ementa: . ou seja. 614. IV. Decisão: 18/06/03. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria. e. 167. “Ementa: .00. 165. AC 1999. com o mesmo fim. .05.00.250/95). Federal Alcides Saldanha.: Des. contados: I.: Des. II. 167. perante a Administração. da Lei 9. 977. por força do art. 39..” (TRF-5ª Região.222 Tribunal Regional Federal .. É possível a incidência cumulada de juros compensatórios de 1% a partir do trânsito em julgado da decisão definitiva que determinar a restituição (parágrafo único do art.. p.. 168 e 169 do . da data da extinção do crédito tributário.034279-3/PB.” (TRF-4ª Região. 6ª Turma. Tendo pleiteado o contribuinte. AC 2000.61.. calculados à taxa de 1% ao mês. AC 2000. 566.. Rel. sendo certo que. O direito de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos.. ficou revogado o art. Decisão: 31/10/02. IV. Decisão: 25/09/02. 168. na forma do que dispõe o art..250/95.: Des.. anulado... 165. no prazo de cinco anos. os juros de mora devem se ater ao comando normativo do Código Tributário Nacional.. a partir de 1º/01/96 somente há ensejo para aplicação da Taxa Selic (art.) “Ementa: . § 4º.

Decisão: 04/06/02. 2ª Turma...” (STJ. A Primeira Seção consagrou entendimento no sentido de que. ocorre no final do ano-base. a partir da homologação tácita.. o direito de se pleitear a repetição de indébito se dá após o prazo de cinco anos.) “Ementa: . Decisão: 31/10/86. Sendo o empréstimo compulsório sobre aquisição de combustíveis sujeito ao lançamento por homologação.: Min. que terá cinco anos. Eliana Calmon..: Min. 1ª Turma. . 167. contados estes da homologação tácita do lançamento. que. I..” (STJ. Decisão: 26/08/03. este não acontecendo. Consolidado o entendimento desta Corte sobre o prazo prescricional para haver a restituição/compensação dos tributos lançados por homologação. 2ª Turma. AGREsp 76973/RJ.) . 243. contados do fato gerador. DJ de 30/09/02... p. Milton Luiz Pereira.” (STJ. Rel...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 223 CTN. p.. Francisco Peçanha Martins. p.. . DJ de 21/11/86. o sujeito passivo da obrigação tributária. Decisão: 08/04/03. 245. 1ª Turma. . 2ª Turma. Rel. ADREsp 331335/ MG... 2ª Turma. AgRAI 111231/SP. DJ de 02/06/03. Rel.. ela se dá tacitamente no final do prazo de cinco anos contados do fato gerador. efetua o registro do seu crédito oponível submetendo suas contas à autoridade fiscal. I. DJ de 15/09/03. Rel...” (STF. não havendo homologação expressa do lançamento pela autoridade fiscal..: Min..: Min. ditou que. acrescidos de mais cinco anos. 241. somados mais cinco anos. Não ocorrendo a homologação expressa... contados da homologação tácita.. Decisão: 11/06/02.. p. Teori Albino Zavascki. AGREsp 273435/MG.) “Ementa: . Aldir Passarinho. DJ de 1º/09/03. 22.. para o contribuinte pleitear a restituição dos valores indevidamente recolhidos. somados mais cinco anos.. o prazo decadencial só começa a fluir após o decurso de cinco anos da ocorrência do fato gerador. Rel. deste modo. II. para homologá-las. tem início o prazo de cinco. . . AGREsp 479142/DF.. ao invés de antecipar o pagamento. I.) “Ementa: . sendo o empréstimo compulsório sobre aquisição de combustíveis sujeito ao lançamento por homologação. João Otávio de Noronha.: Min.. que falar-se em decadência ou prescrição.858..: Min. Não há. do CTN.. 246. DJ de 1º/09/03.) “Ementa: . A Primeira Seção. elidindo divergências.” (STJ. faltante este. o prazo decadencial só começa a fluir após o decurso de cinco anos da ocorrência do fato gerador. 168. Rel. Decisão: 03/06/03. p..) “Ementa: . A partir de então. II. p. contados do fato gerador.” (STJ. REsp 261203/SP. no caso do Imposto de Renda retido na fonte. previsto no art. dá-se a homologação tácita e daí começa a fluir o prazo do contribuinte para pleitear judicialmente a restituição/compensação.. expirando este prazo sem que tal ocorra.

. 150.. . Decisão: 29/10/02. de que trata o art. 168.00. Rel. por se tratar de tributo sujeito a lançamento por homologação. I. I.: Min. Rel.019834-0/DF.) “Ementa: ... no caso do tributo lançado por homologação.03. 243.: Des. Rel. Ressalvado o entendimento pessoal.” (TRF-1ª Região. 168. I.. que.. conta-se da homologação tácita.... contados daquela da data em que se deu a homologação tácita. tendo como termo a quo o pagamento indevido (art. AC 2000. I. 2ª Turma.004507-5/MG. . I. salvo havendo homologação expressa pelo Fisco (art. 251.00. A jurisprudência desta Corte já assentou que a extinção do direito de pleitear a restituição de imposto sujeito a lançamento por homologação..) “Ementa: . segue-se a orientação jurisprudencial da Turma no sentido de que o prazo decadencial. Castro Meira... dá-se no pagamento antecipado do crédito fiscal. p... o prazo qüinqüenal de repetição.. Decisão: 12/02/03.. REsp 479953/PE. . contados a partir da retenção indevida na fonte.. somente se inicia após o decurso de cinco anos contados a partir do fato gerador.016078-3/MG. 1ª Turma. acrescido de mais cinco anos.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada)..” (STJ. CTN). V. IV. I... O prazo para pleitear a restituição do IOF. 168. 62. Segundo os precedentes do STJ. .. AC 2000. se outro interregno não estiver previsto em lei. Decisão: 20/11/02. CTN). p. AMS 2000. 84. .. do CTN conta-se da homologação . só ocorrerá após o transcurso do prazo de cinco anos. . contados da ocorrência do fato gerador.. o prazo decadencial de que trata o art. p. 3ª Turma. 168. Federal Olindo Menezes.34.) “Ementa: . DJ de 14/03/03.. DJ de 17/12/02.38.224 Tribunal Regional Federal . conforme orientação do egrégio Superior Tribunal de Justiça.. em não havendo homologação expressa. Luiz Fux. 4ª Turma.. acrescidos de mais um qüinqüênio. .. A decadência do direito à repetição do indébito começa a fluir a partir da extinção do crédito fiscal. p. é de 5(cinco) anos. do CTN. a qual deve se realizar. 30. REsp 318782/MG.. § 4º-idem)..1ª Região “Ementa: .. p. O lapso decadencial em se tratando de tributo por homologação é decenal. Em se tratando de tributo sujeitos ao lançamento por homologação. Rel... I.” (TRF-1ª Região.... no prazo de cinco anos contados da ocorrência do fato gerador..: Min. DJ de 13/12/02.. Federal Cândido Ribeiro.) “Ementa: . nos tributos lançados por homologação. DJ de 15/09/03.: Des.” (TRF-1ª Região. DJ de 28/10/03..38. computado desde o termo final do prazo atribuído ao Fisco para verificar o quantum devido a título de tributo.) “Ementa: . de que dispõe o contribuinte (art. 3ª Turma. Decisão: 21/08/03. Rel.. I. Decisão: 18/09/03.” (STJ.

” (TRF-1ª Região. o termo a quo para fluência do prazo decadencial repetitório é o 1º dia do exercício seguinte aquele em que ocorre a homologação (tácita ou expressa).019187-6/BA. para se pleitear a restituição do pagamento indevido. a extinção do direito de repetir o indébito tributário somente ocorre decorridos cinco anos.34. AMS 2002..” (TRF-1ª Região. Tida por havida a homologação. IV.” (TRF-2ª Região. o contribuinte terá 05 (cinco) anos (decadência qüinqüenal) para pleitear a restituição do indébito tributário (art.01. Decisão: 17/06/03..) “Ementa: . Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação. desde a ocorrência do fato gerador. 40.: Des. o que pode resultar em período de até 10 (anos) entre a ocorrência do fato gerador e a perda do direito de pleitear a repetição.: Des. consoante o art. Prescreve a pretensão de repetição do indébito contra a Fazenda Pública após cinco anos de efetiva constituição do crédito.. 3ª Turma. do CTN). . contados do termo final do prazo deferido ao Fisco para a apuração do tributo devido.01. se não houver outro prazo previsto em lei.021533-5/BA.02.. II. Decisão: 18/06/03. a data em que ocorrer a homologação expressa ou tácita do lançamento.. EIAC 2000.) “Ementa: . AC 2000. caput... p.. Rel. 156.. do Código Tributário Nacional. 4ª Turma.. entendimento que se harmoniza com o disposto no art. EDAC 1997..” (TRF-1ª Região. p. Decisão: 07/08/01. DJ de 11/07/03.01.00. somados ao prazo decadencial (rectius. 150. I.) “Ementa: .) “Ementa: . 168 do CTN. CTN). p.. EDAMS 2000. a partir do pagamento indevido ou a maior . prescricional) de cinco anos previsto no art.. 88. III. Federal Hilton Queiroz. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 225 tácita.. DJ de 26/06/02. III... que é a data de extinção do crédito tributário (art. DJ de 1º/08/03. a qual deve se realizar no prazo de cinco anos..: Des.: Des.. Decisão: 11/12/02.. inciso I.. Federal Mário César Ribeiro. No prazo para repetição do indébito ou para compensação deve-se também computar os cinco anos necessários à homologação tácita do pagamento procedido pelo contribuinte (art..” (TRF-1ª Região. . Federal Luciano Tolentino Amaral. § 4º. . Rel. 22. Rel.00. 59. 2ª Seção.051232-1/DF. Decisão: 11/06/03. 168.. Rel. .. acrescidos de outros cinco anos. I. Federal Nizete Rodrigues.. 183.. O tributo sujeito a lançamento por homologação tem como marco temporal inicial. p. Federal Plauto Ribeiro.066331-5/RJ. 5ª Turma..00. inciso VII.. 168. 168.: Des.0424357/DF. p.33.) “Ementa: .00. DJ de 30/01/03. que é condição para a extinção definitiva do crédito tributário. combinado com o art. Nos tributos lançáveis por homologação. do CTN).. I. DJ de 14/08/03. 4ª Turma.. 168 do Códi- ..

expressa ou tácita. Decisão: 05/11/02.226 Tribunal Regional Federal .02. 168.. 438. do CTN). conta-se. Rel. Federal Johonsom Di Salvo..00. 6ª Turma. AC 2000. 1ª Turma.. DJ de 06/02/02.. 5ª Turma..00.035184-1/PR. 208. .... p. O direito de pedir a devolução de crédito pago indevidamente ao Poder Público. 168. é de dez anos a contar da ocorrência do fato gerador. do decurso do prazo para homologação. Contribuições sociais são tributos cujo lançamento ocorre por homologação.03.: Des..: Des.1ª Região go Tributário Nacional. 168.. que tem 5 anos para debruçar-se sobre o adimplemento.. Federal Dirceu de Almeida Soares.) “Ementa: ..) “Ementa: . AC 2000.: Des. O prazo do art.99. .) “Ementa: .. Decisão: 29/04/ 03. 2ª Turma. 168 do CTN).: Des.. DJ de 25/02/03. operando-se esta a partir do pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa. a ser realizada pelo Fisco em igual período. estatuído no art. Decisão: 08/11/01. . AC 2000. a título – inconstitucional ou ilegal – de tributo. na prática. Rel. em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação. é de- .. . 1ª Turma. Federal Fábio Prieto. pena de tácita homologação.) “Ementa: .. Decisão: 29/07/03. inciso I. 328.) “Ementa: . Decisão: 25/02/03..70. Rel.003877-2/SP. Como o direito de repetir ou compensar só flui a partir do pagamento (art. I.. 458.” (TRF-3ª Região..: Des. contado da data da extinção do crédito tributário.72. DJ de 20/08/03.. O prazo para o contribuinte pleitear a repetição do indébito ou a compensação extingue-se com o decurso do prazo de 05 (cinco) anos (art..006014-0/SC.) “Ementa: . Rel. p. de maneira que.” (TRF-3ª Região.. Decisão: 08/05/02.. Rel. V.00.. I. 5ª Turma. O Supremo Tribunal Federal já se posicionou no sentido de que o prazo extintivo do direito de pleitear a restituição.. I.” (TRF-4ª Região.. 672. .” (TRF-3ª Região.... AMS 2002.” (TRF-4ª Região. seja decadencial ou prescricional. . extingue-se em cinco anos (art.61.01. 168 do CTN. Federal Leandro Paulsen.. CTN) e desde que este só é tido como juridicamente válido depois da homologação expressa ou tácita que decorre em até 5 anos contados de cada recolhimento antecipado... começando a fluir somente após a homologação. Federal André Fontes.01736-9/SP. o contribuinte antecipa o pagamento mas a extinção do crédito tributário submete-se à homologação pelo Fisco. I.012352-4/SP.: Des. I.” (TRF-2ª Região. AMS 2000. 839.064495-3/RJ. p. DJ de 19/08/03.01.. DJ de 21/10/02.61. .. p.. Rel.. do CTN.. 168 do CTN). resta evidente que o prazo para o contribuinte repetir ou compensar tributo cujo lançamento se dá por homologação é de 10 anos contados de cada um deles. p. Federal Ramza Tartuce.. AMS 1999. isto é. o prazo prescricional para postular a restituição é de 5 anos (art. p.. DJ de 22/04/03. I. Em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação.

. Parágrafo único.. perante a Administração. 2ª Turma. Rel. Ari Pargendler..) Art.: Min. 4ª Turma. a repetição do indébito. ...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 227 cadencial. Federal Petrúcio Ferreira. não há mais que se cogitar da fluência do prazo decadencial. sem interrupção ou suspensão.. .. 495). I. e.84. Tendo pleiteado o contribuinte. DJ de 21/02/03. Rel. .. O direito à compensação de pagamento indevido conta-se por cinco anos a partir da extinção do crédito tributário (art.. “Ementa: .. o prazo para compensação será de dez anos após a ocorrência do fato gerador. I. diferentemente do prazo que cuida o art.) “Ementa: . 168 e 169.” (STJ.554..” (TRF-5ª Região. por quaisquer dessas vias. .. p. Aldir Passarinho. 169). podendo fazê-lo na esfera judicial ou na esfera administrativa. a partir da data da intimação validamente feita ao representante judicial da Fazenda Pública interessada....” (STF. AC 2000. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação. I. DJ de 16/04/03.. DJ de 21/11/86. 3º).00. p/ acórdão: Min. 169 do mesmo diploma legal. 169. Decisão: 28/05/02.. REsp 35278/RJ. 168 e 169 do CTN. p. DJ de 18/03/96. o prazo decadencial inicia quando decorridos 05 (cinco) anos a contar-se da homologação expressa ou tácita do lançamento. com o mesmo fim.. 168.. após o indeferimento ajuizado a ação judicial. CTN. à homologação do Fisco. do CTN.: Des. “Ementa: .. Decisão: 12/11/02. 7. Decisão: 08/02/96.. a ação de repetição pressupõe decisão administrativa denegatória do pedido de restituição do indébito. Federal Napoleão Maia Filho. Decisão: 31/10/86. p. Rel. dentro de dois. O prazo de prescrição é interrompido pelo início da ação judicial...858.: Des. AMS 2001.” (TRF-5ª Região. I. De acordo com o art.. .012935-7/RN.. arts. atendidos se encontram os arts...) “Ementa: . 2ª Turma. Decadência e prescrição na repetição do indébito.003074-6/RN. Prescreve em 2 (dois) anos a ação anulatória da decisão administrativa que denegar a restituição. do CTN).. 168. . quanto no do Código de Processo Civil (art.00. 2ª Turma. sendo essa tácita. II. Quer no sistema do Código Tributário Nacional (art. pois. Uma vez requerida a restituição. no prazo de cinco anos. que se dá. o sujeito passivo tem o prazo de cinco anos para pedir a repetição do indébito. Rel. AgRAI 111231/SP.. . por metade.84. fulmina o próprio direito de repetir.. 22. recomeçando o seu curso. concomitantemente. prazo prescricional. dentro do referido lapso temporal.

a lei determinará. o prazo de prescrição para propor ação anulatória da decisão é de dois anos (art. 52.03.: Des...: Des. Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo...000. contados da lesão do direito. quando formulado e inadmitido.228 Tribunal Regional Federal .. AC 89. Federal José Delgado.. 169).. 91. EDAC 91. do sujeito passivo contra a Fazenda Pública. A lei pode. Decisão: 18/09/96.. Decisão: 18/03/92. que é de cinco anos.) SEÇÃO IV Demais Modalidades de Extinção Art. DJ de 13/08/90. . 2ª Turma..05. p. conclui-se que o ingresso de pleito repetitório na via administrativa interrompe a prescrição qüinqüenal.061825-0/SP..: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). .910/32. Inocorre a decadência quando não existe pedido administrativo. . Federal Homar Cais. Decisão: 20/03/90.. 4ª Turma.) “Ementa: . tanto que. em consonância com o Decreto 20. 168 do CTN. Rel. 4ª Turma.000307-8/SP. Federal Oliveira Lima. 91. Parágrafo único. autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos. nas condições e sob as garantias que estipular.. cominar redução maior que a correspondente ao juro de 1% (um por cento) ao mês pelo tempo a decorrer entre a data da compensação e a do vencimento.. DJ de 22/04/92. 170.25986-0/DF. Interpretando-se o art. Rel.) “Ementa: . art. Rel.. Decisão: 26/03/02. ou cuja estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa. DJ de 22/04/02.06842-1/PE. vencidos ou vincendos.03. prevista no art. AC 94.1ª Região remanescendo tão-somente o exame da prescrição. . para os efeitos deste artigo.” (TRF-3ª Região. 168 do mesmo diploma legal. III.” (TRF-3ª Região.) “Ementa: . p. o prazo prescricional é de dois anos e conta-se da data em que o contribuinte tiver conhecimento da decisão indeferindo seu pleito (CTN. Rel.. 2ª Turma Suplementar. ainda. I. DJ de 26/11/96. a apuração do seu montante. porém.: Des..” (TRF-1ª Região. p. não podendo... 169 do Código Tributário Nacional. 169).01. . se houver pedido administrativo pleiteando a restituição.. espécie de que trata o art. a prescrição específica da ação anulatória da decisão administrativa denegatória da restituição.” (TRF-5ª Região. AC 96. concorrendo...

p. na definição legal (para justificarem a compensação). Conforme expressamente exige o art. Hipótese expressa na legislação (art. AGREsp 495012/AL. ao mesmo tempo submisso ao pagamento da exação. DJ de 25/03/02. credor do Fisco e. II.: Min.. portanto.) “Ementa: . 170 do CTN. I.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 229 “Ementa: . p/ acórdão: Min. 92. 1ª Turma.. 1ª Turma.. 170 do CTN estabelece certas condições à compensação de tributos . deixa clara a conclusão de ser inegável que a compensação constitui direito do contribuinte...” (STJ. não vejo impedimento à sua efetivação com parcelas vencidas e vincendas.383/91 não revogou normas consignadas no Código Tributário Nacional (art.. de extinguir o seu crédito tributário. DJ de 30/06/03.. A certeza e a liquidez dos créditos são requisitos indispensáveis para a compensação autorizada por lei. existindo possibilidade legal para se proceder à compensação. José Delgado. segundo o texto legal referenciado.. nos termos em que está definida em lei (art. José Delgado. Não podendo ser compensados com outros devidos e correspondentes à Cofins. Rel. 193... 170).. se revestirem dos atributos de liquidez e certeza.” (STJ.. só poderá ser autorizada se os créditos do contribuinte em relação a Fazenda Pública. Assim.. vencidos ou vincendos. como tais. . A Primeira Seção do STJ assentou o entendimento de que os valores recolhidos indevidamente a título de PIS são compensáveis apenas com débitos vencidos ou vincendos do próprio PIS.. DJ de 10/03/03.. p. a compensação. só se admite compensação quando existir lei ordinária a regulamentá-la. 156 do CTN) de extinção do crédito tributário.. A Lei 8. Rel. mormente quando se sabe das dificuldades existentes no relacionamento Fiscocontribuinte. José Delgado... não há como limitar o seu direito de compensar apenas os seus créditos vincendos.. 1ª Turma. Rel.: Min.. Decisão: 20/05/03. por sentença judicial . . Portanto.) “Ementa: ... em cada esfera dos entes federativos. ao Finsocial e à CSL.. REsp 346841/RS. 154. . Decisão: 26/11/02.. deve ser provido o recurso especial da Fazenda Nacional para fins de se determinar que a compensação deferida nos autos se efetue apenas com parcelas vencidas e vincendas do próprio PIS.. o art. p. em consonância com a finalidade do instituto como real encontro de contas. 170 do CTN).. A exegese do art. 170 do Código Tributário Nacional. Decisão: 07/02/02. porque constituem espécies de contribuições distintas.. que é lei complementar e dispõe acerca dos pressupostos necessários a autorizar o instituto da compensação. II. . AGREsp 331323/RJ...) “Ementa: .” (STJ. Líquidos e certos.. . são os créditos tributários expressamente declarados pelo Fisco e os reconhecidos.

017 . assentou que a compensação de créditos do PIS poderá ser feita.. 3ª Turma.00.Lei 8. Ao Judiciário compete tão-somente declarar a compensabilidade que. poderá ocorrer sob a forma de compensação (arts. Decisão: 11/06/96.. Federal Hilton Queiroz. VI. DJ de 06/06/03. AMS 2002. ou quando. 170 do Código Tributário Nacional.430/96. no caso de parcelas vincendas. 170 . Federal Hilton Queiroz. Decisão: 29/04/03.” (TRF-1ª Região. ..: Min. 170 ..383/91). A restituição. com qualquer tributo administrado pela SRF. quando for concreta e indevidamente indeferida na órbita administrativa. tradutora do interesse de agir). por provimento judicial. Decisão: 10/06/03. DJ de 1º/07/96.. quando for concreta e indevidamente negada na órbita administrativa. 23..00. no que se relaciona com a exatidão dos cálculos. 3ª Turma.) “Ementa: . proposta ação ordinária sem aquele antecedente (negação do Fisco. Rel. Não há no art.383/91. ROMS 6727/SP.. IV. AMS 96. Federal Olindo Menezes.: Des.) “Ementa: . 74 da Lei 9.33. é cabível a sua realização por ordem judicial. apta. 170 do Código Tributário Nacional autoriza a compensação de ‘créditos líquidos e certos’. DJ de 09/05/03. Decisão: 1º/04/03.230 Tribunal Regional Federal . a disciplinar a matéria.044819-7/MG.383/91 e art. III. que trata da compensação tributária. 66 da Lei 8. Vencido este Relator. ... oferecendo resposta. 1ª Turma.: Des. p.... II. 4ª Turma. 4ª Turma. .01. III. . AC 1999. Rel. será examinável na esfera administrativa. previsão de compensação de créditos tributários com débitos de terceiros.. DJ de 27/06/03.) “Ementa: . Rel. contestar a possibilidade de realização. a despeito da expressa vedação do art.. na prática. tradutora do interesse processual).” (TRF-1ª Região.. O art.: Des. 170 do CTN. Decisão: 06/05/03. divergente da jurisprudência da 4ª Turma/TRF1 e do STJ..987..” (TRF-1ª Região.637/02. DJ de 11/06/03. proposta a ação sem aquele antecedente (negação do Fisco.00.CTN e 66 . 121.. a Fazenda Pública. a contestação negar a possibilidade de realização. Rel. por decisão majoritária.01. em face da IN/SRF 210/02... AC 1998. ou quando.1ª Região com trânsito em julgado.. 114. p. a 3ª Turma deste TRF1. 111.. Rel.) “Ementa: . p. 100.” (TRF-1ª Região. p. nem no art.. que disciplinaram a matéria relativa à compensação.” (STJ.12145-5/GO. . por delegação do art. 1.009509-0/BA. Federal Luciano Tolentino Amaral...: Des. Demócrito Reinaldo.Código Civil e art.. devidamente certificada.01. p. Conquanto a compensação tributária esteja inserida na esfera de atribuições da autoridade fiscal (art. 66 da Lei 8..) .CTN). no seu entender. que se teve por revogado pela Lei 10.087988-7/DF. em ambos os casos sob condição de ulterior homologação pelo Fisco.

.. II. nas condições e sob as garantias que estipular.383/91. Rel. Federal Ivan Lira de Carvalho. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. VI.01.51. enquanto a Lei 8. ‘a Primeira Seção do STJ assentou o entendimento de que os valores recolhidos indevidamente a título de PIS são compensáveis apenas com débitos vencidos ou vincendos do próprio PIS. . .. 66 da Lei 8.. 426.... Nos termos do art. .. 220. do sujeito passivo contra a Fazenda Pública.. 170 do CTN. Em se tratando de compensação por homologação. No tocante à compensação.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 231 “Ementa: . É inconcebível a utilização de uma construção pretoriana com bases interpretativas sobre o art.. .. 73 e 74 da Lei 9. DJ de 28/03/03. Conforme orientação firmada pelo colendo Superior Tribunal de Justiça ‘não há confundir a compensação prevista no art. AG 2001. 170 do CTN. a lei pode.254.430/96 em atenção ao disposto no art. Decisão: 18/06/02.383/91 – que admite a compensação apenas com tributos e contribuições de mesma espécie –.: Des. Federal Petrúcio Ferreira.. enquanto a outra constitui norma dirigida ao contribuinte e é relativa à compensação no âmbito do lançamento por homologação. ou cuja estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa. o Decreto 2. autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos..” (TRF-5ª Região.: Des. 170 do CTN. ou cuja estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa.00. 170 do Código Tributário Nacional com a compensação a que se refere o art.. p. vencidos ou vincendos do sujeito passivo contra a Fazenda Pública .. É vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo. 1. 170-A. regulamentando os arts. 66 da Lei 8. p. p.383/91 trata de compensação por homologação procedida pelo contribuinte mediante registro na escrita fiscal do crédito oponível à Fazenda Pública.138/97 cuida de compensação efetuada pela própria Secretaria da Receita Federal mediante procedimento interno. 1ª Turma.. AC 2001. Decisão: 31/03/03. Federal Carreira Alvim. que prevê a compensabilidade com quaisquer tributos ou contribuições.. .) Art.) “Ementa: ..05.. autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos. posto que. antes . DJ de 13/05/03. nas condições e sob as garantias que estipular.’ .: Des.. I. a lei pode..) “Ementa: . Decisão: 27/02/03... A primeira é norma dirigida à autoridade fiscal e concerne à compensação de créditos tributários. vencidos e vincendos. Rel.. DJ de 15/05/03.138/97. Rel..” (TRF-5ª Região..05.019121-3/CE.004303-4/RJ. IV. 1ª Turma.64110-6/PE.” (TRF-2ª Região. para se obter o reconhecimento do direito à compensação com abrangência verificada nas disposições do Decreto 2... conforme preceitua o art. AMS 99.. 2ª Turma..

00. veda a compensação mediante aproveitamento de tributo. Decisão: 29/04/03. 170-A. DJ de 14/03/03. p. 4ª Turma. I.00.. Impossibilidade.. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial’.: Des.. 284. 121. Rel.. em seu art.. p.. Rel.” • Vide Súmula 45 do TRF-4ª Região: “Descabe a concessão de liminar ou de antecipação de tutela para a compensação de tributos..) “Ementa: ..00. parágrafo único.01. a compensação tributária.) “Ementa: . 170-A do CTN.: Min. DJ de 23/05/03.533/51.1ª Região do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. DJ de 11/04/03. 45. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes. criou hipótese de efeito suspensivo para o recebimento de apelos em mandados de segurança.. Rel.. 13... como exceção à regra do art. 170-A do Código Tributário Nacional corrobora o entendimento jurisprudencial que inadmite a possibilidade de se conceder. Necessidade de trânsito em julgado da decisão judicial. O art. DJ de 12/05/03..: Des.. Liminar e antecipação de tutela. Decisão: 25/03/03. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. Lei Complementar 104/01. determina expressamente que ‘é vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo.” (TRF-1ª Região.. Compensação. . p.” • Vide Súmula 213 do STJ: “O mandado de segurança constitui ação adequada para a declaração do direito à compensação tributária.) “Ementa: .” “Ementa: .. Federal Hilton Queiroz. .. Ag 1999. (Artigo incluído pela LCp 104.. . Rel.. REsp 440071/CE. III. 71.38.. 2ª Turma. Decisão: 18/02/ 03. ao impedir a compensação mediante o aproveitamento de tributo antes do trânsito em julgado da decisão judicial. da Lei 1.) “Ementa: . O art.” (STJ..01. Federal Luciano Tolentino Amaral.014083-0/MT. O art... Ag 2002.. AC 1999..0886361/MG. introduzido pela Lei Complementar 104/01.015736-0/MG. 170-A do CTN. Decisão: 15/10/02. em sede de antecipação da tutela.” (TRF-1ª Região. II. .” (TRF-1ª Região.. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo.232 Tribunal Regional Federal . 4ª Turma. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. de 10/01/01) • Vide Súmula 212 do STJ: “A compensação de créditos tributários não pode ser deferida por medida liminar. p.: Des.. 3ª Turma. Franciulli Netto. O CTN. .

.042484-6/RJ.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 233 I... DJ de 29/11/99.. Da mesma sorte.01..” (STJ. REsp 21743/RJ. 171 do CTN). . desde logo. econômicas. ipso facto. que a todos vinculam. A lei indicará a autoridade competente para autorizar a transação em cada caso. seja quanto a impostos. Decisão: 05/02/03. Decisão: 26/10/99. mediante concessões mútuas... 219... objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. p.: Des.: Des.02. AGT 2002.” (TRF-2ª Região. tais compensações somente podem ser autorizadas após o trânsito em julgado. Decisão: 29/10/02. 170-A do CTN não é aplicável quando já exista certeza quanto ao indébito. Federal Castro Aguiar.. o que afasta. “Ementa: . importe em determinação de litígio e conseqüente extinção de crédito tributário.01.: Min. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. Rel. p. requisito necessário a autorizar a antecipação de tutela . Eliana Calmon. I. Destarte.. Rel.” (TRF-2ª Região. .” (TRF-2ª Região. 171. IV. envolvendo compensação.. nas condições que estabeleça. 170-A do Código Tributário Nacional. 204. segundo o qual ficou vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo. IX.. em matéria pertinente a tributos..: Des. taxas ou contribuição de melhoria. previdenciárias ou qualquer outra. A transação entre o contribuinte e o Fisco leva à extinção da obrigação (art.. a concessão de liminar em mandado de segurança ou de medida cautelar. À vista do art. passou a ter.02. Federal Frederico Gueiros.. 140. Rel. 170A do Código Tributário Nacional. 2ª Turma. 3ª Turma. Decisão: 17/03/03. em fumaça do bom direito.. p. aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária celebrar transação que. de 10 de janeiro de 2001. inaplicável a compensação de indébitos configurados antes da sua vigência.01. advinda de ação direta de inconstitucionalidade ou de resolução do Senado. Rel.. A questão .. Parágrafo único.010010-0/RJ.. com a edição da Lei Complementar 104. Assim.. DJ de 12/05/03.. não tendo ocorrido o trânsito em julgado da sentença que reconheceu o recolhimento a maior de tributo no exercício de 1995. DJ de 05/05/03. A lei pode facultar.. .) . novo contorno jurídico. AMS 2000. Federal Valmir Peçanha. O art.. 4ª Turma.) “Ementa: . não se pode falar em compensação e nem. o crédito que o contribuinte pretende utilizar para compensar com os valores que lhe estão sendo cobrados ainda não goza de certeza e liquidez. ou a concessão de tutela antecipada. p.02. seja quanto a contribuições sociais. 2ª Turma. 146. AG 2002. DJ de 24/02/03.067263-8/RJ. nos termos do art.) Art.) “Ementa: .

249/95 fala em promover o pagamento e. I.. Natureza jurídica de transação.. antecedentemente ao recebimento da denúncia.” (TRF-2ª Região.) Art. Decisão: 18/12/02. a considerações de eqüidade. Rel. mediante concessões mútuas.. DJ de 08/05/03.. 1ª Turma.. celebrar acordo que importe em terminação de litígio.. DJ de 23/10/00. IV. com vista à extinção do crédito tributário pelo pagamento.234 Tribunal Regional Federal ... Federal Julieta Lídia Lunz. AGV 2001. retira a justa causa para a ação penal. III. podem.. Art.) “Ementa: . modalidade de extinção do crédito tributário prevista no art. por meio de um ato de liberalidade. Transação. . por despacho fundamentado.: Des. à situação econômica do sujeito passivo.009816-2/DF. 172. sujeito passivo e ativo. p. nas condições previstas em lei. DJ de 06/03/03. quando cabível. O art. Decisão: 02/09/02. 171 do CTN. ainda que de forma parcelada e mediante concessões mútuas. p. 155. . formalizado bilateralmente o ajuste. a condições peculiares a determinada região do território da entidade tributante.. p.1ª Região “Ementa: . 34 da Lei 9. à diminuta importância do crédito tributário.. 5ª Turma. 507.021101-9/RJ. o disposto no art. José Arnaldo da Fonseca.00.01. REsp 228228/DF.. 163. aplicando-se. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido..” (STJ. AMS 2002. 171 CTN. V.34. I. Federal Hilton Queiroz. permitindo-lhe. II. ao erro ou ignorância excusáveis do sujeito passivo..) “Ementa: . em relação com as características pessoais ou materiais do caso.02. com providências efetivas ao pagamento. . remissão total ou parcial do crédito tributário. o cumprimento de sua prestação fiscal de forma mais benéfica. A opção feita pela impetrante de integrar-se ao Refis é uma transação entre o contribuinte e a União. 4ª Turma.” (TRF-1ª Região. Programa de Recuperação Fiscal.. A lei pode autorizar a autoridade administrativa a conceder. 182. nestas circunstâncias. quanto a matéria de fato.: Min. Decisão: 13/09/00. nada impede que este se faça após o ato de recebimento da acusação’.. . atendendo: I.: Des. Rel. ‘a transação proposta pelo contribuinte e aceita pelo Fisco.. Parágrafo único. que prevê que.. Rel.

03. em princípio. 8º.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 235 “Ementa: .. do CPC. II. inciso IV. III. do CTN.012641-4/SP. 269. 29).303/86. A iniqüidade que afronta o art.. 172. AG 1999. da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado... p/ acórdão: Des.. da Lei 5.. em consonância com o disposto nos arts... • Vide Súmula 108 do TFR: .” (TRF-1ª Região... art.01. até que sejam decididos os recursos administrativos. Federal Andrade Martins. V. art. inciso IV. do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. p. 8º da Lei 9. . Cofins.07146-4/GO. Subversão dos vetores da eqüidade exigida pelo art. AC 95.172/66 erige-se também em ilegalidade qualificada.. conforme previsto no art..) “Ementa: . Ao instituir modalidade disfarçada de remissão fiscal. II.: Juiz Alexandre Vidigal (convocado). 156. DJ de 05/10/01. o direito de constituir o crédito previdenciário extingue-se decorrido cinco anos do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorreu o fato gerador. instituto cujas matrizes se encontram no art.. 172. o prazo prescricional. A melhor doutrina inclina-se por caracterizar a remissão como figura extintiva abrangente tanto do tributo que não tenha sido recolhido como do que já o foi. do CTN. 606. Rel. Rel. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário extingue-se após 5 (cinco) anos. contados: • Vide Súmula 153 do TFR: Constituído. Lei 9. fluindo. p. . no qüinqüênio. caracteriza-se como remissão. não há falar em decadência. dado ser inerente à norma violada o valor de lei complementar. fica em suspenso.) Art. 299. a partir daí.. que. através de auto de infração ou notificação de lançamento. o lançamento anteriormente efetuado. Decisão: 26/02/99. decorrente de expressa autorização legal.. IV. o crédito tributário. DJ de 29/03/99. 172 do Código Tributário Nacional.718/98 refoge à exigência de eqüidade.. O cancelamento de débito fiscal em razão do seu valor. o mesmo ensejará julgamento de mérito.718/98. 4ª Turma. o art.” I. . Decisão: 23/08/00. . insculpida no inciso IV da disposição codificada. conforme previsto em lei (Decreto-Lei 2.” (TRF-3ª Região. Observando-se referido cancelamento em sede judicial.. I. por vício formal. todavia. e 172.” II.. • Vide Súmula 219 do TFR: “Não havendo antecipação de pagamento. Remissão disfarçada e iníqua de crédito tributário. 4ª Turma. 173.00.

227. 347... os arts.. é de 5 (cinco) anos contados da ocorrência do fato gerador. e 173. 137. em conjunto. o prazo decadencial será de cinco anos a contar da ocorrência do fato gerador..) “Ementa: . 150. dolo ou simulação é que se aplica o disposto no art. 184. .) “Ementa: . EREsp 278727/ DF. REsp 413343/SC. p. DJ de 17/02/03.. Rel. dolo ou simulação é que se aplica o disposto no art.. Rel. do CTN deve ser interpretado em conjunto com seu art. .. p.. Humberto Gomes de Barros. Decisão: 19/09/02. 1ª Turma. Decisão: 17/12/02. Em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação. I.” “Ementa: . REsp 395059/RS. 173.: Min. REsp 463521/PR.. Franciulli Netto. do Código Tributário Nacional. que cuida de lançamento por homologação (contribuição previdenciária) com pagamento antecipado. § 4º..236 Tribunal Regional Federal . em se tratando de tributo sujeito a lançamento por homologação. Eliana Calmon.) “Ementa: . p... a fixação do termo a quo do prazo decadencial para a constituição do crédito deve considerar.” (STJ. 173.. Luiz Fux. em que corre prazo de . ou há prova de fraude.) “Ementa: . I. de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento. DJ de 19/05/03. do CTN. Decisão: 06/05/03.. I. DJ de 28/10/03. 1ª Seção.1ª Região “A constituição do crédito previdenciário está sujeita ao prazo de decadência de cinco anos. II. do CTN. DJ de 21/10/ 02.. ‘O Código Tributário Nacional estabelece três fases inconfundíveis: a que vai até a notificação do lançamento ao sujeito passivo. 173. Interpretação dos arts. § 4º. I e 150. contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela notificação. I. I.. § 4º. 2ª Turma.. 150.” (STJ.... O direito a que se refere este artigo extinguese definitivamente com o decurso do prazo nele previsto.: Min. . ou há prova de fraude.... • Vide Súmula 210 do STJ: “A ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em trinta (30) anos. p. acrescidos de mais um qüinqüênio. ao sujeito passivo..” (STJ..: Min. . . Somente quando não há pagamento antecipado.. Na hipótese em exame. 1ª Turma.. Decisão: 27/08/03..” (STJ. Rel. 173. Somente quando não há pagamento antecipado.. O art.: Min..” Parágrafo único.. do CTN. Rel... . O direito de a Fazenda constituir o crédito tributário.

DJ de 1º/07/02. Rel.00.. I. concluindo-se que a decadência somente se opera depois de cinco anos. III.. I e II). a Fazenda tem o prazo de cinco anos contados do primeiro dia do exercício seguinte à mencionada declaração (art. Décio Miranda.: Min. 151. III). do CTN somente se aplica aos casos em que o lançamento fica a cargo da autoridade fiscal. relativa ao ano-base anterior. Relator Min. p. hipótese em que a decadência. . I. Francisco Falcão.. I). desse qüinqüênio. A questão do termo inicial do prazo decadencial para constituição do crédito tributário foi objeto de debate na Primeira Seção desta Corte.365/MG. contados do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado (CTN. Federal Plauto Ribeiro. 173. 150. .: Des. art.34. .” (STJ.. Decisão: 26/03/02.. p.01. 4ª Turma. Franciulli Netto. . Decisão: 18/03/03. EDAC 1997. Rel. Rel.. Federal Hilton Queiroz.” (TRF-1ª Região. Para homologar declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física feita em determinado exercício. a que começa na data da solução final do processo administrativo. Rel.) “Ementa: . 2ª Turma. Rel. DJ de 11/07/03. decorrente de tributos devidos e não recolhidos em data própria. é que se inicia o lapso para o contribuinte repetir o seu indébito.) “Ementa: .” (STJ.. A decadência do direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário. Não havendo homologação expressa durante esse período. por estar suspensa a exigibilidade do crédito (art. nem de prescrição.. 111. A regra geral de decadência do art.246/SP. inciso I. contada do fato gerador. Min. quando da análise do EREsp 169...00. no qual compete ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade. 173.) “Ementa: .0053396/MG. p. REsp 190092/SP.: Des...) .027637-6/DF. RESp 223116/SP.. DJ de 20/10/03... contados do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que se extinguiu o direito potestativo do Estado rever e homologar o lançamento. 3ª Turma.. 3ª Turma. § 4º. Milton Luiz Pereira (DJ de 04/03/02).... ocorre a homologação tácita e. em que não correm nem prazo de decadência. do CTN)..” (TRF-1ª Região. p. Decisão: 26/08/03. . DJ de 08/08/03. 174)’ (RE 95. 178...38. a que se estende da notificação do lançamento até a solução do processo administrativo. in DJ 03/12/81). 1ª Turma.00.051232-1/DF. 40. Federal Olindo Menezes.: Des.” (TRF-1ª Região. como condição de exigibilidade do tributo – lançamento de ofício e por declaração – não se aplicando ao lançamento por homologação. 91.. a partir daí. AMS 2001. Decisão: 18/06/03. 277. Rel.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 237 decadência (art.: Min. 173.. AC 2000... é regida pelo art. Decisão: 17/06/ 03.. 173. V.. p. é de cinco anos.) “Ementa: . DJ de 11/04/03. quando corre prazo de prescrição da ação judicial da Fazenda (art. I.

Os prazos previstos nos arts. do exercício seguinte ao do decurso dos cinco anos contados do fato gerador de que trata o art. do CTN são excludentes.111200-8/SP..” (TRF-4ª Região. do art. o prazo para o lançamento supletivo de ofício. ou seja.” (TRF-3ª Região.: Des. 173. contados do primeiro dia do exercício seguinte àquele em . AMS 1998. o direito a proceder à compensação somente se extingue após o decurso de 10 anos.03. 2ª Turma. 173 do CTN. 173 do CTN. .. Federal Leandro Paulsen. DJ de 14/11/02. e 173. Entendimento contrário acarreta a aplicação cumulativa de duas causas de extinção do crédito tributário. não se pode contar o prazo decadencial a partir do primeiro dia do exercício seguinte ao do prazo para revisar o pagamento antecipado ou os valores apurados na DCTF ou GFIP. p.. 4ª Turma. Federal Cecília Marcondes. 1ª Turma. Em se tratando de contribuição previdenciária devida em período anterior à edição da Lei 8.) “Ementa: ..01. tivesse ocorrido pagamento.. tanto do ponto de vista da doutrina como do sistema do CTN. Rel.093974-2/RS. p.. § 4º.03. DJ de 18/12/02.. 97.. AC 94.017206-7/RJ. DJ de 13/08/03.: Des.. de Almeida.) “Ementa: . 150.99.. V.” (TRF-2ª Região.. inclusive tacitamente. 92. Federal Souza Ribeiro.. AC 1999. I e 150. AMS 2001.238 Tribunal Regional Federal . 150... Nos termos do inciso I do art.) “Ementa: . I..) “Ementa: . do CTN. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário extingue-se após 5 (cinco) anos. . p. Em se tratando de tributos sujeitos a lançamento por homologação e restando esta inviabilizada pela ausência de pagamento.” (TRF-3ª Região. 446...01. poderia ter sido efetuado. somando-se o prazo da homologação tácita com o prazo propriamente dito de decadência. Decisão: 10/09/02.01.. V. Federal Wellington M. 3ª Turma.. AMS 2002.. contados a partir do exercício seguinte àquele em que devida a exação.036361-4/PR.: Des.. Rel. p.1ª Região “Ementa: . § 4º. 317. Decisão: 21/ 08/02... Rel. 1ª Turma. a decadência opera-se no prazo de cinco anos. do CTN. Rel. Federal Rogério Carvalho. inicia-se no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento por homologação.212.. Decisão: 27/11/02.. Rel. IV.. 173.. I.04. I.068881-5/SP. Decisão: 25/04/02.. ou seja. p. de 24 de julho de 1991. contados do fato gerador. § 4º.02. o que se mostra paradoxal. Em relação à prescrição.” (TRF-4ª Região.: Des.. Decisão: 18/06/03. DJ de 13/08/03. DJ de 23/09/02.) “Ementa: . por forçada interpretação composta dos arts. . .: Des. 566.04.. Orientação da Súmula 108/TFR. o prazo de decadência de cinco anos deve ser contado a partir do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. Aplicação do art.

O prazo de cinco anos é reiniciado ‘da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado. AMS 2001. A prescrição se interrompe: I.000949-0/RN.00. II.. . Federal Rogério Fialho Moreira. I.” (TRF-5ª Região..05. na hipótese prevista no art. . A decadência em matéria tributária. até que sejam decididos os recursos administrativos. Decisão: 27/02/03.” (TRF-5ª Região. o prazo prescricional. de 1932. o direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário decai no prazo de cinco anos. 173. 3ª Turma.001624-3/PE.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 239 que o lançamento poderia ter sido efetuado (art. contado do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado (CTN. A ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em 5 (cinco) anos. DJ de 24/04/03. I). Nos termos do art. por vício formal. fica em suspenso. 1. II. pela citação pessoal feita ao devedor. DJ de 15/05/03. • Vide Súmula 107 do TFR: “A ação de cobrança do crédito previdenciário contra a Fazenda Pública está sujeita à prescrição qüinqüenal estabelecida no Decreto 20. AC 2002..126. 173. através de auto de infração ou notificação de lançamento. não há falar em decadência.” Parágrafo único. 1ª Turma.. 173.: Des. do CTN.84. 173. admite interrupção.. AC 99.. todavia. que.83.: Des. o lançamento anteriormente efetuado’. Mesmo nos impostos de autolançamento.910. 174. I. Rel. Decisão: 27/03/03. Rel. no qüinqüênio.63532-7/PE. p. o prazo decadencial flui a partir do exercício seguinte àquele em que se esgotou o direito potestativo da Fazenda de rever e homologar o lançamento promovido pelo contribuinte. art.. pelo protesto judicial...: Des. fluindo.. 467. Federal José Maria Lucena.” • Vide Súmula 153 do TFR: “Constituído. II. o crédito tributário. do Código Tributário Nacional... Decisão: 20/06/02. p.. p. I.) “Ementa: . CTN). em princípio... contados da data da sua constituição definitiva.) “Ementa: .) Art. 618. 1ª Turma. a partir daí. Rel. . DJ de 30/09/02.” (TRF-5ª Região. Federal Ridalvo Costa. ao contrário da caducidade no Direito Civil (ainda assim temperado o princípio). .00.

301.. 8º. . decorrido o prazo para interposição do recurso administrativo. visto que somente a citação pessoal tem esse efeito. 2ª Turma. 174 do CTN sobre o art. p. e ainda não se iniciou a fluência de prazo para prescrição. Por outro lado.. ou decidido o recurso administrativo interposto pelo contribuinte. não mais corre prazo para decadência. a decadência só é admissível no período anterior a essa lavratura.. Rel. .) “Ementa: . Decisão: 06/10/82.. 2.. a que alude o art. dá-se a constituição definitiva do crédito tributário. p... As hipóteses contidas nos arts.: Min. ou decidido o recurso administrativo interposto pelo contribuinte. § 3º. Decisão: 11/12/81. 2º.. ou enquanto não for decidido o recurso dessa natureza de que se tenha valido o contribuinte. devendo prevalecer o disposto no art. começando a fluir. em execução fiscal... § 2º. começando a fluir o prazo de prescrição da pretensão do Fisco.830/80. Decisão: 27/05/03. DJ de 02/04/82. da Lei 6. 142 do CTN). p..” (STJ.” (STF. RE 93749/RJ. • Vide Súmula 248 do TFR: “O prazo da prescrição interrompido pela confissão e parcelamento da dívida fiscal recomeça a fluir no dia que o devedor deixa de cumprir o acordo celebrado.. que importe em reconhecimento do débito pelo devedor. entre a ocorrência dela e até que flua o prazo para a interposição do recurso administrativo. da Lei 6. sem que ela tenha ocorrido. DJ de 08/09/03. Rel.209. depois.” • Vide Súmula 210 do STJ: “A ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em trinta (30) anos. IV. Tribunal Pleno. Moreira Alves. AGA 488307/RJ.830/80 não são passíveis de suspender ou interromper o prazo prescricional.. 174. por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor.. daí.: Min.. Decorrido o prazo para o recurso administrativo.” “Ementa: . DJ de 17/12/82. o despacho que ordenar a citação não interrompe a prescrição. há a constituição definitiva do crédito tributário. § 2º. 174 do CTN. Com a lavratura do auto de infração.1ª Região III. estando a sua apli- . I. 13. Rel. sem que haja ocorrido sua interposição. Franciulli Netto. . consuma-se o lançamento do crédito tributário (art.. por qualquer ato inequívoco ainda que extrajudicial. da data da ciência da decisão definitiva ao contribuinte.. Esta Corte Superior cristalizou o entendimento de que. o prazo de prescrição da pretensão do Fisco.240 Tribunal Regional Federal .) “Ementa: . 1ª Turma.) “Ementa: . ERE 94462/SP.” (STF. Néri da Silveira..: Min.885. a que alude o art... e 8º..

8º. 174 do CTN.... 274. I. AGREsp 189150/SP.” (STJ. por isso.. AC 2001.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado).” (STJ.. passados mais de cinco anos entre a data da constituição definitiva do crédito tributário e a citação do devedor. . A paralisação do feito pelo prazo de um ano..... I.. . da Lei 6. § 2º. DJ de 08/09/03. nos termos em que foi admitido em nosso ordenamento jurídico. 8º. 250.. 1ª Turma. Milton Luiz Pereira.. ‘A LEF (Lei 6. pelos limites impostos no art. o art. não tem prevalência. Dessa forma. Eliana Calmon. O art... 2ª Turma. Os casos de interrupção do prazo prescricional estão previstos no art. REsp 203509/SP. I. norma hierarquicamente superior. José Delgado. 174 do CTN a ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em 5 (cinco) anos. DJ de 25/02/02. 174 do CTN.: Min. o qual tem natureza de lei complementar e. se sobrepõe à Lei de Execuções Fiscais (6. p. Rel.00. II. III.. . Decisão: 17/06/03... Decisão: 13/05/03. 174 do Código Tributário Nacional.) “Ementa: . Rel.. EREsp 85144/RJ..38. 2º.. DJ de 02/04/01. Decisão: 14/02/01.: Min. § 2º. de tal forma que só a citação regular tem o condão de interromper a prescrição.. a prescrição há de ser decretada. REsp 432586/RO.) “Ementa: . Não efetivada a regular citação do contribuinte antes de transcorridos cinco anos da data da constituição definitiva do crédito tributário. efetiva-se a prescrição. 214.. diferentemente.. Decisão: 16/06/03. § 3º). p. p. Decisão: 04/10/01. indica como termo a quo da prescrição a data da constituição do crédito (art. p. da LEF deve ser examinado com cautela.) “Ementa: . que é lei ordinária. O CTN.. A sua aplicação há de sofrer os limites impostos pelo art. não prevalece a Lei 6. 174 do CTN. II. p. Nos termos do caput do art..: Min. devendo-se aplicar o art. DJ de 02/06/03.830/80. Rel.. 220. 5ª Turma.. contados da data da sua constituição definitiva....) “Ementa: . 1ª Turma. 96.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 241 cação sujeita aos limites impostos pelo art.” (TRF-1ª Região. . Em execução fiscal.. no qual não se inclui a inscrição do crédito tributário’ .830/80) determina a suspensão do prazo prescricional pela inscrição do débito na dívida ativa (art. quando não encontrado o devedor ou localizados seus bens. I.830/80)..” (STJ. Rel. 174 do Código Tributário Nacional. Rel. IV.” (STJ... DJ de 10/07/03..004985-0/MG. .: Min. 1ª Seção. o qual só se interrompe pelos fatos listados no parágrafo único do mesmo artigo. não tem o condão de tornar a dívida impres- . em termos de prescrição.830/80. Francisco Falcão. 174). ..) “Ementa: . Fincou a Primeira Seção o entendimento de que.

174 do Código Tributário Nacional.00.” (TRF-1ª Região. A interrupção que recusa a suspensão da prescrição por tempo indefinido é a única que se harmoniza com a norma do art. 65. p. p. ... em dissonância da CF e do CTN. Se contudo. haja vista que.. p. 174 do Código Tributário Nacional.. não há mais que se cogitar de decadência...) “Ementa: . DJ de 11/04/03. 40 da Lei 6. previstos na Constituição. do Código Tributário Nacional. V. Uma vez constituído o crédito tributário. VI. recepcionado pela Constituição Federal como lei complementar. 40 da Lei de Execuções Fiscais (LEF) deve ser analisado em consonância com o art. 181. 120. 149.44242-1/MG.) “Ementa: ... 84..034214-7/MG.002639-2/RO. em face do caput do art.: Des. AC 2002. Rel. Federal Cândido Ribeiro.” (TRF-1ª Região. a prescrição enceta com a constituição definitiva do crédito tributário.. p.01. devendo ser interpretado sistematicamente com o art. Decisão: 26/11/02.) “Ementa: . Não é legítima a interpretação do art.. Transcorridos mais de 5 (cinco) anos entre a inscrição em dívida ativa e o ajuizamento da execução.. 4ª Turma. através da notificação de lançamento revisional.. 4ª Turma. I. O art.00.. iniciando a partir daí o prazo prescricional.. II..01. DJ de 21/08/03. 174 do Código Tributário Nacional. entre esta data e a citação do executado transcorrem mais de cinco anos..1ª Região critível... operou-se a prescrição . DJ de 08/04/02. Decisão: 25/03/03. Federal Mário César Ribeiro. 2ª Turma Suplementar. submetidos à execução fiscal. Rel. REO 1998. I.. 174.. 174 do CTN.006661-1/MG. . AC 2002. resta consumada a prescrição do crédito tributário. que não contempla quaisquer das hipóteses previstas no art. parágrafo único.” (TRF-1ª Região..00. . 174 do CTN para a cobrança do crédito tributário tem início com a notificação do devedor da constituição definitiva do crédito. AC 2003.: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada).01. Rel. DJ de 15/05/03. 3ª Turma. III. . Decisão: 19/02/02. Rel.: Des. 40 da LEF que.....” (TRF-1ª Região..242 Tribunal Regional Federal . p. DJ de 06/03/03... admite a imprescritibilidade dos débitos para com a Fazenda.00. Decisão: 12/03/03.) “Ementa: .) “Ementa: .01.062243-9/MG. 2ª Turma Suplementar. A imprescritibilidade é anomalia em nosso ordenamento jurídico. .: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).. que só a admite em casos excepcionais. Decisão: 17/06/03. O prazo prescricional de cinco anos previsto no art.01. Os casos de interrupção do prazo prescricional estão previstos no art.” (TRF-1ª Região. IV. REO 96.: Juiz Marcus Vinícius Reis Bastos (convocado). Rel.830/80.

. 174. II. aplicável.01.057076-6/SP. III.) . Rel.. portanto.. Federal José Maria Lucena. conforme o parágrafo único do mesmo artigo. Rel. DJ de 10/01/03..: Des. Rel. regularmente notificado ao sujeito passivo.. 174 do CTN. abre-se à Fazenda Pública o prazo de cinco anos para que ingresse em juízo com a ação de cobrança (ação de execução).. .: Des.. Inteligência do art.” (TRF-2ª Região. Rel..) “Ementa: ..007490-2/ES. p. 131.: Juíza Regina Coeli M. 126.003873-9/ES.71.) “Ementa: ..00.. possuindo o Fisco o prazo de cinco anos para ajuizar a ação de cobrança. à hipótese de não-propositura da ação.. do referido código. Decisão: 26/09/02. Peixoto (convocada). Federal Wellington M. ou seja. deve ser observado exclusivamente o prazo da prescrição previsto no art. Decisão: 15/10/02.” (TRF-1ª Região..99.. 1ª Turma. Federal Olindo Menezes. conforme o art. C. . O art. DJ de 02/09/02.: Des.. Constituído definitivamente o crédito inicia-se o prazo prescricional...) “Ementa: . 95.005029-0/RS.08. p. apenas. que é de 5 (cinco) anos..” (TRF-3ª Região.. AC 1985. Com o lançamento eficaz. Decorrido esse período de tempo sem que o titular do direito subjetivo invoque a tutela jurisdicional do Estado-juiz. AC 93. dar-se-á o fato jurídico da prescrição. A partir do momento em que o crédito está constituído definitivamente.. REO 2001. Decisão: 07/08/02..026648-9/RO. 174 do CTN.. p. .. p.) “Ementa: . 231. 6ª Turma.. AC 2001.01. 174 do Código Tributário Nacional. 1ª Turma.. p.: Des. 174 do Código Tributário Nacional prevê a prescrição qüinqüenal. de Almeida. DJ de 06/ 08/03. Decisão: 11/11/02.50. REO 2002.. não abrangendo a prescrição intercorrente.. DJ de 04/04/03.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 243 nos moldes do art. 1ª Turma. 118. passa a fluir o prazo de prescrição..) “Ementa: . .. Decisão: 18/06/03.” (TRF-2ª Região. Federal Mairan Maia. . 174 do CTN. REO 2002.. DJ de 29/01/03.01. Tendo o Código Tributário Nacional status de lei complementar. DJ de 09/05/03. bem como suas hipóteses de interrupção. 3ª Turma.. 5ª Turma. Decisão: 25/03/03. .: Des.. não se inicia o prazo prescricional.” (TRF-4ª Região..03.” (TRF-5ª Região. conforme disposto no art. 631.05. Rel. não há constituição definitiva do crédito tributário e. Enquanto for possível realizar o lançamento de ofício.02.014093-3/ PB. Rel. Federal Vera Lúcia Lima. p.

175.461. em determinada situação. A isenção não dispensa o seu beneficiário das obrigações accessórias (art. do CTN).04. Decisão: 1º/12/94. as isenções são inconstitucionais...849.: Des. Parágrafo único. 175. AC 92..16696-2/BA.. 57.” (TRF-1ª Região.. . . sendo devida a apresentação da declaração de rendimentos.01. Inconstitucionalidade haverá se. I. .13151-2/RS. entretanto. 6. Rel. ou dela conseqüente.” “Ementa: .” II. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias. 4ª Turma. Rel. • Vide Súmula 615 do STF: “O princípio constitucional da anualidade (§ 29 do art.01. EDAC 94. a anistia.” (TRF-4ª Região. por sua própria natureza. 4ª Turma. Nem por isso. 175. Decisão: 03/02/93. a isenção.: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).. 2ª Turma. I. I. Rel.) .. Excluem o crédito tributário: I.. p. A isenção como causa de exclusão do crédito tributário (CTN...) “Ementa: .244 Tribunal Regional Federal . Decisão: 18/09/98. segundo dispõe o art. art.1ª Região CAPÍTULO V Exclusão do Crédito Tributário SEÇÃO I Disposições Gerais Art.” (TRF-1ª Região.. e exclui o crédito tributário. A isenção se caracteriza pela dispensa do pagamento do imposto.. 3. do CTN. DJ de 15/02/95..) “Ementa: ...: Des. DJ de 15/02/93. inciso I) é. Federal Teori Albino Zavascki. REO 90. p. DJ de 05/11/98. ficar demonstrado que a desigualdade criada não teve em mira o interesse ou a conveniência pública na aplicação da regra da capacidade contributiva ou no incentivo de determinada atividade de interesse do Estado.. fator de desigualação e discriminação entre pessoas. 175. Federal Eliana Calmon. 153 da CF) não se aplica à revogação de isenção do ICM.. dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído. p. • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS.31374-8/AM.. coisas e situações. parágrafo único.

2ª Turma.. nos termos do art. Decisão: 26/10/99...02. I. os tributos a que se aplica e. DJ de 22/10/01. Rel.01. 1ª Turma.. sendo caso.” (STJ.” (TRF-1ª Região. . A incidência do Imposto sobre a Renda e proventos. DJ de 11/07/03. 146. em função de condições a ela peculiares.. estabelece a reserva de estrita legalidade para a fixação de condições e requisitos para a concessão de isenções. A isenção. • Vide Súmula 95 do STJ: “A redução da alíquota do Imposto sobre Produto Industrializado ou do Imposto de Importação não implica redução de ICMS.. Isenção tributária decorre expressamente de lei.. Rel. DJ de 29/11/99. 3ª Turma. ou redução de alíquota somente pode ocorrer em face de permissivo legal que expressamente contemple a situação.” (TRF-2ª Região.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante. decorre de lei que especifique os requisitos para a sua concessão.. p. 176 do CTN.) “Ementa: . isenção. 279.” (TRF-1ª Região. . AC 1999. 2ª Turma Suplementar..) .” (STJ..: Des. p. Decisão: 10/06/03.. 104. Federal Luciano Tolentino Amaral. A isenção. Rel.: Min.00. Federal Poul Erik Dyrlund.. de forma inequívoca. . p. Eliana Calmon. O art.) “Ementa: ... A isenção. José Delgado. Rel. DJ de 29/04/02.” “Ementa: . Parágrafo único. 176..) “Ementa: . . Ag 2002. A sua não-incidência... AC 99. é matéria plenamente vinculada à lei.01. Decisão: 09/04/02... não se podendo deixar de aplicá-la senão por permissivo legal.026723-3/MT.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 245 SEÇÃO II Isenção Art.: Min.. p. que especifica as condições e requisitos para a concessão. 6ª Turma. .00. DJ de 31/01/02. 176 do CTN. ainda quando prevista em contrato..28823-5/RJ. I... está jungida ao princípio da legalidade estrita. REsp 19386/SP. I. Rel. é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão. o prazo de sua duração.. 496..: Des. como forma de exclusão do crédito tributário. REsp 328775/RS.. Decisão: 24/10/01.) “Ementa: .026111-7/MG. por ser norma de Direito Tributário.. Decisão: 20/09/01.. III.. III.

. Decisão: 05/11/02. por isso.. . Ag 2002.. p. AMS 95.: Des. podendo. não cabe ao Judiciário atuação interpretativa extensiva. Rel. 622. 176 do CTN). p. 3ª Turma. p..) “Ementa: . deve o Judiciário seguir os caminhos legais.: Des.03. Em matéria de isenção.. Decisão: 06/04/95.. III. p. com estreiteza na interpretação. com o lançamento ou com a vigência da lei que a concede. Federal Eliana Calmon..343. Salvo disposição de lei em contrário.” (TRF-3ª Região. O início da isenção não tem de coincidir com o fato gerador. porque sempre decorrerá de lei (art. 73.” (TRF-1ª Região. II. Decisão: 10/12/97. “Ementa: . 92. 4ª Turma. DJ de 28/03/01. 24. AMS 96. aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.. A isenção é um favor legal e.” (TRF-4ª Região. Sem a tipificação legal não há isenção. Federal Petrúcio Ferreira. Rel. p. às taxas e às contribuições de melhoria.. conforme disposto no art. a isenção não é extensiva: I. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar.. é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para sua concessão (CTN.. 2ª Turma. Decisão: 24/06/99.. DJ de 08/09/99.01. I... II. Federal Hilton Queiroz. DJ de 12/11/02.. Em matéria de isenção. Rel. deve ser interpretada restritivamente. as isenções decorrem sempre de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão. da Conceição Jr.” (TRF-4ª Região.. Rel...: Des.0415776/MT..00.046220-8/SE... 2ª Turma. AC 2001. 2ª Turma.21307-1/RS. ainda quando prevista em contrato... 176). A isenção.05.028877-0/AM...: Des.04.” (TRF-5ª Região.01. DJ de 20/04/98. .. AMS 94...1ª Região “Ementa: ..: Des..: Des. DJ de 26/04/95.. II. DJ de 28/04/03..) Art. portanto só por lei ordinária pode ser revogada. podendo ser limitada no tempo e restrita a determinada região do território da entidade tributante. Rel. . 4ª Turma. AC 1997.00. .) .) “Ementa: . Federal Hermes S. 176 do CTN/66 .) “Ementa: . Decisão: 07/02/01.” (TRF-1ª Região. Federal Baptista Pereira. 177.00.077360-1/SP. art.. 218.) “Ementa: ...246 Tribunal Regional Federal .. I.. II.04. ser definidas como benefício legal. Decisão: 15/10/02. 176 do CTN. 968. p. Rel. em função de condições a ela peculiares. A teor do art. como norma benéfica..25947-4/RS.

03.. Decisão: 25/03/03.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 247 “Ementa: . 153 da CF) não se aplica à revogação de isenção do ICM.15310-6/BA. 2ª Turma. salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições. Decisão: 05/11/02. A isenção tributária.. Federal Olindo Menezes..: Min. DJ de 19/05/03. as isenções onerosas e com prazo certo e determinado não podem ser revogadas ou modificadas por lei.: Des. Não há transmudação da isenção atribuída ao Finsocial para a Cofins.. Rel. de que a lei não pode prejudicar o direito adquirido.. 1ª Turma. Federal Lúcia Figueiredo..04. 2ª Turma. 178. p.. Rel.” (TRF-1ª Região.. Inteligência dos arts. REsp 261534/SC..” (TRF-3ª Região.: Des..” (TRF-4ª Região..01... 4ª Turma.. A isenção.” (STJ. (Redação dada pela LCp 24.) “Ementa: . inciso II.. p. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada’ .324/87 e pela Lei 7.. 239. não podendo ser revogada ou modificada (art.. I. . Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar.) “Ementa: . 399..030789-2/AM. Concedida a isenção fiscal. p. AMS 2000.. Rel.31976-2/RS. como decorrência do princípio maior da Constituição Federal.: Des.01. Milton Luiz Pereira. quando concedida por prazo certo e em função de determinadas condições tipifica direito adquirido. DJ de 11/02/98. Decisão: 17/12/97.) .. pode ser revogada ou modificada por lei. ..: Des.00. 110. 104.. 4ª Turma. Federal Hilton Queiroz. 924. Decisão: 22/05/01.... II. a qualquer tempo. 178. 178-CTN). isenção decorre de lei e não é extensível a tributo instituído após a sua concessão.) “Ementa: . DJ de 14/10/98. de 07/01/75) • Vide Súmula 615 do STF: “O princípio constitucional da anualidade (§ 29 do art.. .. 158. REsp 166552/SP. p. II. p... a tempo certo. 178 do CTN.) Art. I.) “Ementa: .: Min. DJ de 15/05/03. DJ de 18/02/02. AMS 93. Decisão: 26/08/98. Decisão: 1º/04/98.988/89 para a concessão de isenção ali prevista. CTN).. A isenção não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.” (STJ. ‘A teor do que reza o art. Franciulli Netto. não pode ser revogada por lei nova. 103. Preenchidas as condições impostas pelo Decreto-Lei 2. AC 95. uma vez que concedida sob condição onerosa e por prazo certo (art.” (TRF-1ª Região.. da Constituição Federal de 1988. AC 97. .051031-7/SP. Rel. 3ª Turma.. não pode essa ser revogada..” “Ementa: . Rel. 176 e 177. p. observado o disposto no inciso III do art. DJ de 07/08/98. II. que retroagiu para atingir o contribuinte durante a plena vigência da fruição do benefício. Rel.

Federal Mário César Ribeiro. 1ª Turma.. I... Decisão: 09/12/02.” (TRF-4ª Região. p.. 4ª Turma. .: Des...” (TRF-3ª Região. Decisão: 31/10/02. p. 402. Rel. C..01.090088-0/SP. REO 93. AMS 1998. esta somente poderia ser revogada por outra de igual natureza.. o benefício passa a ser um direito adquirido do contribuinte.: Des. Peixoto. a qualquer tempo.. 116. com base no art. pode ser revogada por lei ordinária ou por medida provisória. segundo o qual a lei não prejudicará o direito adquirido. Sendo a lei instituidora da isenção uma lei complementar. A isenção é benesse que emerge da política fiscal do Estado e pode. Federal Regina Coeli M. p... DJ de 10/01/01.) . . EIAC 1998.) “Ementa: .. . ser revogada ou modificada por lei. não sendo matéria adstrita à lei complementar. Rel. Decisão: 24/10/00. salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições. Rel. ..1ª Região “Ementa: . se não condicionada e por prazo certo.02.. .248 Tribunal Regional Federal . III. 595. EDAMS 2000. Federal Hilton Queiroz. Se o poder de isentar decorre de lei. A isenção tributária. V.: Des. A isenção. inadmissível a revogação de isenção concedida por prazo certo ou sob condições onerosas. Rel. Federal Eloy Bernst Justo. (art. . AMS 2000. A teor do art. 21. p.) “Ementa: .00. DJ de 03/02/03. I. Rel. Decisão: 11/06/03.03.) “Ementa: .. .013719-4/PE. Federal Baptista Pereira... DJ de 19/12/02... ... 402.00. Uma vez concedido o instituto da isenção por prazo certo. DJ de 14/08/03. a qualquer tempo..: Des. Esta norma decorre de um princípio maior estabelecido na Constituição Federal.00... 58.01..04.83... Nos termos do art..) “Ementa: . pode ser revogada ou modificada por lei. Decisão: 14/08/02....” (TRF-5ª Região. observado o disposto no inciso III do art. p.: Des.. AC 2000.069104-5/RS.004679-2/MG. 3ª Turma.) “Ementa: . 1ª Turma. 104. 178 do CTN. p. DJ de 25/04/02. a isenção é revogável exceto se concedida por tempo certo ou se for onerosa.” (TRF-1ª Região..01. mediante lei formal... 1ª Turma.. II.38..” (TRF-1ª Região. a isenção só pode ser modificada ou revogada. Rel. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. 2ª Seção...0347326/RJ. Federal Ivan Lira de Carvalho. DJ de 1º/03/00. 178 do Código Tributário Nacional.” (TRF-2ª Região. somente a lei pode determinar a revogação. 178 do Código Tributário Nacional e da Súmula 544 do STF...: Des..017717-3/DF. Decisão: 16/12/98. 178 do CTN).

art. Decisão: 09/10/01. DJ de 29/10/01. I. p. cessando automaticamente os seus efeitos a partir do primeiro dia do período para o qual o interessado deixar de promover a continuidade do reconhecimento da isenção.. por despacho da autoridade administrativa. aplicando-se.) “Ementa: . pode fazê-lo por resolução. 2ª Turma...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 249 Art. REsp 13574/PE. 155. aplicável à atividade jurisdicional no processo de inventário. p.. Decisão: 19/03/02.: Min. § 2º O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. sob condição onerosa. Eliana Calmon.. quando cabível. 223.” (STJ.) “Ementa: . 179 do Código Tributário Nacional... é efetivada.. ao regular a concessão da isenção pela autoridade administrativa. não ofende a regra inserida no art. Franciulli Netto.” (TRF-1ª Região.. em cada caso.01.. 179) . Assim. DJ de 11/10/99. valendo como autorização a própria legislação (CTN.. Rel. 1. • Vide Súmula 544 do STF: “Isenções tributárias concedidas. é competente para declarar sua isenção. . 179. porquanto a competência da autoridade administrativa fiscal prevista pelo Código Tributário Nacional não exclui a competência do magistrado. para que a ela tenha direito. o despacho referido neste artigo será renovado antes da expiração de cada período. 2ª Turma Suplementar.14501-0/MG. basta ao importador preencher os requisitos previstos na norma jurídica.” “Ementa: . Estando autorizada a autoridade administrativa a conceder isenção.: Min. o disposto no art. o juiz do processo de inventário. DJ de 23/09/02. além de determinar o cálculo do valor do imposto. Rel.. § 1º Tratando-se de tributo lançado por período certo de tempo.. independentemente de requerimento. onde compete ao juiz. O art. julgar o cálculo do Imposto de Transmissão Causa Mortis.. em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei ou contrato para sua concessão. REsp 173505/RJ. depois de ouvida a Fazenda Pública. A isenção. não podem ser livremente suprimidas. AC 96. 299. 2ª Turma..) . III.. Decisão: 05/08/99.” (STJ. .: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado). 57. Tratando-se de isenção ou redução de caráter geral. Rel... p.013 do Código de Processo Civil. quando não concedida em caráter geral.

AMS 1999.. III. 3. Decisão: 08/04/03.) “Ementa: . Rel. DJ de 1º/09/99. e.: Des. AC 97. não se aplicando: I.) “Ementa: . Tratando-se de isenção individual. Federal Castro Meira. V. 497.. Decisão: 27/08/99. 179)...01.. p. DJ de 31/01/97. 2ª Turma...22904-8/PE. 176 do CTN.. onde o interessado faça prova do preenchimento das condições e requisitos previstos para o gozo do benefício. p.. Decisão: 24/06/99.) SEÇÃO III Anistia Art. quando vinculada à modalidade especial (CTN.05.49545-5/RS.: Des.. Federal Fábio Rosa. é da autoridade fiscal a competência para conceder isenção fiscal mediante requerimento com o qual o interessado faça prova que atende os requisitos estabelecidos em lei.250 Tribunal Regional Federal . a isenção é decorrente de lei que especifica condições e requisitos exigidos para a sua concessão. encontra-se na dependência da prévia análise do caso concreto pelo órgão competente . p. . da Conceição Jr.) “Ementa: . aos atos qualificados em lei como crimes ou contravenções e aos que..” (TRF-1ª Região..04. A isenção somente comporta ser concedida se atendidas as condições e requisitos previstos em lei.: Juiz Alexandre Vidigal de Oliveira (convocado). A protocolização do termo de opção pelo Simples somente gera uma expectativa de direito...55235-8/RS. sob pena de decadência. DJ de 24/03/99. ..1ª Região “Ementa: . Rel. Rel. Rel... 179 dispõe que aquela é efetivada por despacho da autoridade administrativa. 1ª Turma.” (TRF-4ª Região. p. AC 96. sejam praticados com dolo..03725-4/MG. I.. .... Federal Hermes S. 180. Decisão: 18/12/96.. e o art. mesmo sem essa qualificação. art. Não se tratando de isenção concedida em caráter geral. I. REO 93.” (TRF-4ª Região.043852-5/MG.” (TRF-1ª Região.. 113. .) “Ementa: .. sendo transformado em direito quando do seu deferimento pela autoridade administrativa..04. ... sua prorrogação deve ser requerida antes de expirado o prazo da isenção concedida. A isenção é hipótese de exclusão do crédito tributário. 2ª Turma Suplementar.” (TRF5ª Região. A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede. p.. 133. Segundo o art.01. Decisão: 26/01/99. REO 95. DJ de 08/05/03. DJ de 17/09/99.969. Rel.: Des.: Juiz Eduardo José Corrêa (convocado). 577. 4ª Turma. 179 do CTN.. conforme art.00. 1ª Turma..

Art. 180 do CTN.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 251 fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por terceiro em benefício daquele. Luiz Fux. 1ª Turma.” (TRF-4ª Região. A característica da anistia é justamente a de dispor para o passado. d) sob condição do pagamento de tributo no prazo fixado pela lei que a conceder.. A anistia. AGA 431059/PR. I... c) a determinada região do território da entidade tributante. em cada caso.” (STJ. salvo disposição em contrário.. II. p. DJ de 23/09/02. 277..... Necessidade de processo administrativo para apurar se houve qualquer das ressalvas do art.) Art.. b) às infrações punidas com penalidades pecuniárias até determinado montante. DJ de 31/05/00. . conjugadas ou não com penalidades de outra natureza. Decisão: 13/08/02. por despacho da autoridade administrativa. Lícita é a revogação da anistia. p... ou cuja fixação seja atribuída pela mesma lei à autoridade administrativa.: Des. 182. 3ª Turma. . limitadamente: a) às infrações da legislação relativa a determinado tributo. é efetivada.) “Ementa: . . excluindo o crédito decorrente da imposição de penalidades ao contribuinte (art.. 180 do CTN).054266-0/RS. . em caráter geral. às infrações resultantes de conluio entre duas ou mais pessoas naturais ou jurídicas.. .: Min. em função de condições a ela peculiares. 177. 181. Decisão: 30/03/00. II.. Rel.04. A jurisprudência da Primeira Seção sedimentou entendimento de que somente deve ser repudiada por ilegalidade a revogação da anistia se não engendrado o procedimento administrativo com obediência ao contraditório e ao devido processo legal. em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei para sua concessão. Rel. Federal Paulo Afonso Brum Vaz. I. “Ementa: Revogação de anistia fiscal por ocorrência de fraude. quando não concedida em caráter geral.01. AC 1998. A anistia pode ser concedida: I..

252 Tribunal Regional Federal .04. p. Rel.1ª Região Parágrafo único. do sujeito passivo. 112... 155. Parágrafo único.01.091177-6/PA.. As antecipações de tributo pertinem com as garantias outorgadas ao crédito tributário. Decisão: 26/07/95..” (TRF-4ª Região.” (TRF-1ª Região. 184. A enumeração das garantias atribuídas neste Capítulo ao crédito tributário não exclui outras que sejam expressamente previstas em lei. IV. “Ementa: . responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade dos bens e das rendas.) “Ementa: . Somente através de lei formal. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens. II. A natureza das garantias atribuídas ao crédito tributário não altera a natureza deste nem a da obrigação tributária a que corresponda. Turma de Férias..131. . aplicando-se.. . p. CAPÍTULO VI Garantias e Privilégios do Crédito Tributário SEÇÃO I Disposições Gerais Art.. em função da natureza ou das características do tributo a que se refiram. AMS 93. quando cabível. III.00..) Art. Federal João Surreaux Chagas. DJ de 13/09/95.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). 61.. o disposto no art. de qualquer origem ou natureza. seu espólio ou sua massa falida. inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade. A sua instituição por lei ordinária publicada antes do exercício de sua aplicação não importa em violação aos princípios constitucionais tributários. seja qual for a data da constituição do ônus ou da . estando autorizadas no art. novas garantias e privilégios podem ser acrescidos àqueles relacionados no CTN. As garantias e os privilégios do crédito tributário estão relacionados numerus apertus no CTN. Decisão: 28/09/00. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. 4ª Turma.33786-0/RS. DJ de 23/11/00.. 183. que sejam previstos em lei..: Des. I.. AMS 1998. Rel. 183 do CTN-66.

Rel.” (TRF-2ª Região. alienação ou oneração operadas antes da inscrição do crédito em dívida ativa em fase de execução não podem ser reputadas fraudulentas (CTN. 3ª Turma..: Min.. apenas. AC 94.. Garcia Vieira. Federal Cândido Ribeiro.01581-3/MT. Ajuizada execução fiscal contra a empresa devedora. Decisão: 06/03/02. II. . . DJ de 21/11/97. 184).Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 253 cláusula. os decorrentes da legislação trabalhista.. 184/CTN.” (STJ. norma de lei complementar.. é que não podem ser penhorados para a satisfação do crédito tributário..) “Ementa: . I. 1ª Turma.. os que não podem ser penhorados para a satisfação do crédito de quaisquer credores. A Fazenda Pública. . 134. DJ de 15/04/02... excetuados unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis.. 184).: Min. Decisão: 21/10/99.05715-8/MG..” (TRF-1ª Região. p. 3ª Turma Suplementar. p. Rel. . AC 93.10001-4/RJ. 99. renda e direitos do devedor respondem pela satisfação do crédito tributário (CTN... 117.” (TRF-1ª Região. Rel. em obediência ao princípio da hierarquia das leis. AC 89.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). 2ª Turma. REsp 268641/SP. Rel.. DJ de 11/11/02.. Decisão: 04/08/93.. ressalvados. Entretanto. art. . 184 do CTN estabelece que apenas os bens e as rendas que a lei declara absolutamente impenhoráveis.02. O art.01.. (CTN..... em face da prevalência do art. A totalidade dos bens.) “Ementa: ..) “Ementa: . p. art.. Federal Silvério Cabral. DJ de 26/10/93. 178.. Decisão: 30/09/97.. ou seja.” (STJ..) “Ementa: . 2ª Turma. 185).. não está sujeita a concurso de credores. Decisão: 24/09/02.: Des. p.965.) “Ementa: .. Em execução fiscal são penhoráveis os bens gravados por cédulas de crédito industrial. Os bens gravados com hipoteca oriunda de cédula de crédito podem ser penhorados para satisfazer o débito fiscal. Rel... sobre o DL 413/69..: Des. na cobrança judicial da dívida ativa. Francisco Peçanha Martins. art. e não os que podem ser penhorados por alguns credores (credor hipotecário). O crédito tributário prefere a qualquer outro. “Ementa: . inalienabilidade e incomunicabilidade do imóvel de propriedade do diretor não prevalecem contra o crédito paratributário.. DJ de 29/11/99.. REsp 222142/SP. I. As cláusulas de impenhorabilidade. somente depois de comprovado que ela não tem bens suficientes para o adimplemento da obrigação .01.

I..” (STJ.” (TRF-4ª Região. ou seu começo. Rel. . A presunção de fraude.” (STJ. conforme preceitua o art.) Art. Federal Tânia Terezinha Cardoso Escobar. p. 552. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução. posto que o mesmo responde pela dívida fiscal ainda que a penhora seja posterior à emissão daquele título. não torna inexistente.. nulo ou anulável o ato tido por fraudulento. Pouco importa. o fato de que será oferecido à penhora em outras execuções. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de terem sido reservados pelo devedor bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida em fase de execução.) “Ementa: . Decisão: 27/08/02.. 184 do CTN-66. 3ª Turma. por si. II. Exegese do art. art. Rel. Para se caracterizar fraude à execução é necessário que o devedor seja devidamente citado. O fato de o bem nomeado pela empresa estar vinculado à cédula de crédito industrial não é justificativa para sua recusa. 364. DJ de 13/03/98.. p.04682-4/AL... Ainda que se tratasse de impenhorabilidade absoluta. AGA 458716/SP.: Juiz Manoel Erhardt (substituto).: Des. a mesma não é oponível contra a Fazenda Pública em face do princípio da hierarquia das leis. 2ª Turma. Rel. 1ª Turma. AC 97. p. DJ de 19/12/02. Rel. . 349. II.: Min. também.04. Inadmissível a prevalência da impenhorabilidade dos bens vinculados à cédula de crédito rural. . A presunção ditada no art. 1ª Turma.. AG 97.254 Tribunal Regional Federal . desde que seja suficiente para garantir todas elas.) “Ementa: . DJ de 14/10/98. REsp 352764/MT. “Ementa: .. I... 185. mas objetiva. ante o privilégio do crédito tributário...45475-9/SC. Parágrafo único. Decisão: 05/12/02.1ª Região pode o processo ser redirecionado contra o suposto co-responsável. competindo à parte exeqüente provar a ciência pelo terceiro adquirente de existência da demanda ou de constrição.05. Decisão: 10/09/98.. 69 do Decreto-Lei 167/67 e art.. 185 do CTN não é de índole subjetiva. 280..) . Garcia Viera. 184 do Código Tributário Nacional. 185 do CTN. Decisão: 27/11/97. DJ de 21/10/02.: Min. Luiz Fux.” (TRF-5ª Região.. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas... p.

qualquer alienação ou oneração de bens pelo executado é presumidamente fraudulenta (art. Decisão: 05/02/02.01. 6ª Turma.. . 119. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução (CTN.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região. p. Ag 2001. 190. então. 185 do CTN é juris et de jure. Rel..” (TRF-1ª Região. p...38. 593). pois.00.. DJ de 15/03/02. 1ª Turma. Decisão: 20/05/03. AC 1998.025687-2/MG. 14. .. 185 do CTN).: Des. ajuizada a execução e promovida a citação. Luiz Fux.: Des. I... a alienação de bens. ....: Min.) “Ementa: . 185 do CTN). Eliana Calmon. II. bem mais drástico.) “Ementa: . se há dívida ativa inscrita em fase de execução... Rel. não estão presentes os requisitos necessários para sua caracterização se a alienação do imóvel objeto de constrição ocorreu antes do ajuizamento da execução .00.. que o credor prove o conhecimento do adquirente sobre a existência de ação executiva contra o alienante. II. AC 2000. REsp 388121/SC... 65. 2ª Turma..) “Ementa: . A anotação da existência da execução nos registros de veículo junto ao Detran não tem forma legal. I. .. 244... estabelece no art. DJ de 23/05/03. Rel. III.38.. O fundamento de que a providência objetiva evitar a fraude à execução é inócuo. se onerosa. II. O CTN.02. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou renda. 3ª Turma. somente sendo cabível após formalizada a penhora (art. da Lei 6. na hipótese em que a alienação do bem imóvel do devedor do Fisco se deu antes do ajuizamento da execução..” (STJ. caput).. IV..” (STJ. O entendimento da jurisprudência é no sentido de que para a caracterização de suspeita de fraude à execução faz-se mister que a alienação do bem tenha ocorrido após a concretização da citação válida do devedor ou. . DJ de 09/06/03. 185. A presunção de fraude de que trata o art..” (TRF-1ª Região. p. 100. I. 185 que.. p. Federal Hilton Queiroz.: Des.. DJ de 07/10/02.. I.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 255 “Ementa: .. Portanto.) “Ementa: .. ao tempo da aquisição..011579-0/MG.. ou seu começo. Decisão: 23/04/03. Decisão: 11/10/02. presume-se fraudulenta. Federal Daniel Paes Ribeiro. art. 4ª Turma. p. Rel. REsp 475684/SC. Federal Olindo Menezes. Decisão: 17/09/02. DJ de 06/11/02.: Min..830/80). Presume-se fraudulenta a alienação de bens de sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública após a citação do devedor no processo de execução. Rel.001155-7/MG. não sendo suficiente a inscrição regular do crédito tributário. No CPC três situações podem levar à fraude à execução (art. É assente no Superior Tribunal de Justiça o entendimento no sentido de não considerar caracterizada a fraude à execução (art.

185 do CTN). 340. Decisão: 30/04/ 02. Decisão: 04/09/ 02. gozam dos privilégios próprios dos trabalhistas.. A remuneração do síndico da falência goza de preferência sobre os créditos tributários... .” (TRF-3ª Região. DJ de 16/12/02. AC 98. .. p. 545....: Des.29529-4/RS. por parte do devedor. Aldir Passarinho Junior.00.04.) “Ementa: . EDREsp 135296/MG.. ressalvada a cobrança .03. • Vide Súmula 219 do STJ: “Os créditos decorrentes de serviços prestados à massa falida.) “Ementa: . art. 185.” (TRF-5ª Região. DJ de 22/05/02.05. inclusive a remuneração do síndico. Decisão: 03/10/02. interesses e negócios da massa falida. O crédito tributário prefere a qualquer outro. II. p. 186. 1ª Turma...) SEÇÃO II Preferências Art.” (TRF-4ª Região. 3ª Turma.028135-6/SP. apresentado por ente federal em execução que tramita na Justiça Estadual. AC 97.: Des. DJ de 27/10/99.. Rel..” (STJ. ou seu começo. p.) “Ementa: ... por meio de celebração do compromisso de compra e venda.. .256 Tribunal Regional Federal . Germano da Silva. A inscrição do débito tributário pela Fazenda Pública no livro de registros da dívida ativa estabelece o marco temporal. Rel. será presumida como fraudulenta (art. Rel. p. não desloca a competência para a Justiça Federal. Não há presunção de fraude à execução na alienação de bem do sujeito passivo em débito com a Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa se o devedor tiver reservado bens ou rendas suficientes ao total pagamento do devido (CTN. Federal Edílson Nobre. Federal José Luiz B.. Federal Baptista Pereira. I.: Min. 275. I. seja qual for a natureza ou o tempo da constituição deste.042113-9/CE. Rel. Decisão: 28/09/99. parágrafo único). após o que qualquer alienação de bens ou rendas. 4ª Turma..” “Ementa: .. DJ de 04/06/03. O juízo da falência é indivisível e competente para todas as ações e reclamações sobre bens..: Des..1ª Região fiscal.” • Vide Súmula 270 do STJ: “O protesto pela preferência de crédito.. AG 2001. ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho. 53. 4ª Turma. III.

1ª Turma. I. 3ª Turma. O art.) “Ementa: . tem preferência sobre o crédito tributário (art.. 72.. 122. IV. Rel..01.00.) “Ementa: . 186 e 187 do CTN c/c art. O crédito tributário prefere a qualquer outro. não alcançando os bens penhorados em execução fiscal.00. eis que não se cuida de preservar o direito da Fazenda Pública em face de terceiros. .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 257 judicial do crédito tributário.. 186 do CTN). (Arts. I. II.0120639/MG. primeiramente.. 186 do CTN. concordata.00. . seja qual for a natureza ou o tempo da constituição deste. 186 do CTN.. em face da norma emergente do art.: Min. DJ de 17/05/02. Decisão: 06/02/03. p. depois.. 236. ressalvados os créditos trabalhistas.: Juiz Ricardo Machado Rabelo (convocado)... Nos termos do art. p. Ag 2002. que só pode ser afastada em concurso com os créditos de natureza trabalhista. AC 1998.. que não se sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência. I. DJ de 17/02/03. p. DJ de 27/02/03. inventário ou arrolamento. DJ de 05/06/03.... 186 do CTN é taxativo quanto à preferência dos créditos fiscais.137835-0/MG..01.: Juiz Wilson Alves de Souza (convocado). 3ª Turma Suplementar.00. ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho. mesmo na hipótese em que a penhora fiscal já se encontra registrada. I. 4ª Turma.” (TRF-1ª Região. quais sejam. por expressa disposição legal (art. de obediência aos critérios legais de preferência no pagamento dos credores. os créditos . Rel. ou qual o tempo de sua constituição. Rel. Luiz Fux.” (TRF-1ª Região. AC 1999. sim. Em que pese o fato de a penhora na ação de execução promovida pela CEF ter sido realizada antes da penhora efetuada na ação trabalhista. Rel. Ag 2000.. o crédito tributário exerce preferência sobre qualquer outro..... Os créditos trabalhistas.01.” (TRF-1ª Região. têm preferência aos créditos tributários.. DJ de 12/03/03. Decisão: 17/12/02. dado o seu caráter alimentar..” (STJ..: Des.) “Ementa: .. Federal Hilton Queiroz. p. 69 do Decreto-Lei 167/67).. 3ª Turma. 73. 144... Decisão: 26/03/02..040089-6/MG. Federal Olindo Menezes.: Des. 29 da Lei de Execução Fiscal).. I. Decisão: 18/12/02. REsp 450770/RS.. Rel. . . mas. 186-CTN). .01. os trabalhistas e. seja de que natureza for. 7º da Lei de Falências e art.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região.083124-4/MG.) “Ementa: . p. O crédito decorrente da legislação do trabalho. Decisão: 27/05/03.. os tributários. A impenhorabilidade dos bens gravados por cédula de crédito rural é relativa (art.

04.: Des.. prefere a qualquer outro. AG 98.00. 1. inclusive o crédito com garantia hipotecária. p. Federal Fábio Rosa.. Trata-se de privilégio absoluto que... DJ de 28/03/03. salvo os de natureza trabalhista. Inteligência do art. O crédito tributário goza de privilégio sobre créditos ordinários. ... I. em seu art.04.. • Vide Súmula 44 do TFR: “Ajuizada a execução fiscal anteriormente à falência. Rel.023..03. 186. citando-se o síndico. p. DJ de 30/09/02. 4ª Turma.” (TRF-2ª Região. Decisão: 1º/08/02.) “Ementa: . p.. 187. com penhora realizada antes desta.” . mesmo os que possuam garantia real ou especial. 186 do CTN. DJ de 20/09/00. 725. concordata. Federal Frederico Pinto de Azevedo. p. não ficam os bens penhorados sujeitos à arrecadação no juízo falimentar.) “Ementa: ... Decisão: 16/12/02..” (TRF-4ª Região. . 2ª Turma.. Decisão: 29/06/00. inventário ou arrolamento. 657.” (TRF-5ª Região.03996-6/PR. excetuando-se os de natureza trabalhista (art.: Des. alcança até os casos em que ocorre a penhora sobre o mesmo bem. Rel. II. à exceção do crédito trabalhista.258 Tribunal Regional Federal .) “Ementa: . seja qual for a natureza ou o tempo da constituição deste... que o ‘crédito tributário prefere a qualquer outro.. independentemente do concurso de credores. AGVAG 1999. Decisão: 09/03/99... Rel.02. 1ª Turma. O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro. Rel. . I.” (TRF-3ª Região. Federal Therezinha Cazerta. proposta a execução fiscal contra a massa falida. seja qual for a natureza ou o tempo de sua constituição.21387-0/ES. AG 2002. na qual não foi observada a existência de penhora registrada... a penhora far-se-á no rosto dos autos do processo da quebra. ACR 98. Federal Poul Erik Dyrlund. 216. p..05.. ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho’.) Art.: Des. 186 do Código Tributário Nacional). . Federal Élcio Pinheiro de Castro.. 6ª Turma.22630-3/PE. Rel. . DJ de 31/03/99.: Des.” (TRF-4ª Região.: Des.1ª Região trabalhistas têm preferência sobre os demais. DJ de 30/07/02. A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência. O crédito tributário. O legislador no Código Tributário Nacional firmou princípio ao dispor. AC 99... 247.021169-8/SP.. mesmo que o imóvel penhorado tenha sido adjudicado em outra execução. I.) “Ementa: . Decisão: 25/06/02. 1ª Turma.102234-2/PR.01..

. com penhora realizada antes desta.. II. na seguinte ordem: I.063262-2/MG..” (STJ. p.” (STJ.. 275. proposta a execução fiscal contra a massa falida.. a penhora far-se-á no rosto dos autos do processo de quebra.00. inventário ou arrolamento’ (art.119281-2/MG. União. III.01. 187 do Código Tributário Nacional é compatível com o disposto no art. 187 do CTN.) “Ementa: . O concurso de preferência somente se verifica entre pessoas jurídicas de direito público. ‘A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência. prossegue-se com a mesma. .. p.: Des. DJ de 05/02/02... conjuntamente e pro rata. 29 da LEF e 187 do CTN).. fazendo-se a penhora no rosto dos autos (Súmula 44 do extinto TFR)’ .” (TRF-1ª Região. 1ª Turma. Rel.00. 222. Rel. II. 1ª Turma. DJ de 02/06/03. Decisão: 05/09/01.) “Ementa: . DJ de 05/10/01. ‘Os créditos fiscais não estão sujeitos a concurso de credores (art.. conjuntamente e pro rata. Distrito Federal e Territórios. p. citando-se o síndico.. Federal Hilton Queiroz. I.: Min.. A decretação de falência ocorrida posteriormente à penhora do bem não tem o condão de regularizar a situação do depositário infiel. 132.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 259 Parágrafo único...) .: Des.” “Ementa: . Se a execução fiscal já fora ajuizada antes da falência. Decisão: 13/05/ 03. porquanto os bens penhorados em execução fiscal não se submetem ao processo falimentar.: Min. concordata. • Vide Súmula 563 do STF: “O concurso de preferência a que se refere o parágrafo único do art.” (Ag 2000.. Estados. conforme se dessume do art. Decisão: 13/05/03. Rel. 4ª Turma.. REsp 502336/CE. Ag 2000..’ Súmula 44 do TFR.. Francisco Falcão.. ‘Ajuizada a execução fiscal anteriormente à falência.01.. Municípios. da Constituição Federal. Decisão: 23/10/01.) “Ementa: . I. 9º. não ficam os bens penhorados sujeitos à arrecadação no juízo falimentar.. suas autarquias e empresas públicas em concurso de credores ou de preferência não desloca a competência para a Justiça Federal.. 89. . RHC 14040/PR. inciso I. p. 187 do CTN).. Federal Olindo Menezes.. José Delgado.” • Vide Súmula 244 do TFR: “A intervenção da União. DJ de 30/06/03. Rel. 3ª Turma. .

” (TRF-3ª Região. do CTN estabelece o concurso de preferência. em detrimento de todo o universo dos quirografários. AG 95. AC 1998.. liquidação. AG 98. 127. no caso. O art. I.052331-8/SC...: Des. O concurso de preferência pode ser instaurado entre pessoas jurídicas de direito público. 187. Decisão: 06/ 02/02.830/80). privilegiada com a própria preferência no pagamento.03.. p.. não transferir somente a estes o encargo da pena objetivamente cominada ao falido. 3ª Turma.03. Federal Baptista Pereira.” (TRF-1ª Região.. parágrafo único.” (TRF-4ª Região. Rel. Federal Cândido Ribeiro. p. I. exceto aqueles cujos créditos decorrem da legislação trabalhista. O crédito tributário não se submete à habilitação nos juízos universais a que a regra se reporta. Ag 2001. III. 187 do CTN). Federal Lazarano Neto. ..61. DJ de 17/01/01.. p. .) “Ementa: . nos termos do art. parágrafo único. 1ª Turma. entre pessoas jurídicas de direito público. 153. já penalizados pela natureza subsidiária de seus créditos e. Decisão: 07/11/00. p. 187 do CTN.260 Tribunal Regional Federal . do Código Tributário Nacional. Decisão: 05/12/01..06.. Decisão: 13/08/03..04..1ª Região “Ementa: .” (TRF-3ª Região. DJ de 11/04/03.. eis que baseada em princípios fundamentais do Direito: não exacerbar. I...01.. Decisão: 19/03/03.. . tal como a falência.. DJ de 28/05/03. 187. Rel... 3ª Turma.. 29. Rel. devendo observar a ordem estabelecida pelo art.” (TRF-3ª Região. . DJ de 27/08/03.. reproduzido pelo art. DJ de 28/02/02. 370. a Lei 6. Rel. ainda.: Des.) “Ementa: . a posição da Fazenda Pública.830/80 (Lei de Execuções Fiscais). prevalece íntegra a solução adotada na Súmula 565 do Supremo Tribunal Federal. com ofensa ao princípio da proporcionalidade. 70.: Des. 6ª Turma.027553-9/SP. 187 do CTN estabelece a independência da cobrança do crédito tributário em face de qualquer outro procedimento. 3ª Turma.00. inventário ou arrolamento. ainda que de caráter universal. A Fazenda pode executar diretamente os bens do insolvente. O art.) “Ementa: .007099-1/SP.) .01. 447. concordata. p..: Des. na cobrança judicial da dívida ativa da Fazenda Pública. porquanto seu privilégio se sobrepõe a todos os demais credores. parágrafo único.. A cobrança judicial da dívida ativa da Fazenda Pública não é sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência. Embora o crédito tributário não esteja sujeito à habilitação em falência (art..) “Ementa: .013117-6/SP. no sentido de excluir do crédito tributário executado o valor relativo à multa moratória. a concordata ou o concurso de credores.024929-8/MG. Federal Carlos Muta. . da Lei de Execuções Fiscais (Lei 6. I. AC 2001.. constando como primeira da lista a União.. Rel.: Des.. Federal Eloy Bernst Justo. assegurada à Fazenda Pública a execução de seus créditos por meio de ação própria...

Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 261 “Ementa: . 2º da Lei de Execução Fiscal.. em garantia dúplice.) “Ementa: ..” (TRF-5ª Região. p. DJ de 12/11/01. 2ª Turma.: Des.: Min. São encargos da massa falida. 4ª Turma. V.” § 1º Contestado o crédito tributário.. não se submete a concurso de credores.05. sem dúvida. Rel. p. violando a norma complementar federal.000889-6/AL... o representante da Fazenda Pública interessada. O crédito tributário. os créditos tributários vencidos e vincendos. O concurso de credores caracteriza-se como um incidente da fase de pagamento. gozam dos privilégios próprios dos trabalhistas. Decisão: 19/11/02.830/80 e do CTN. • Vide Súmula 219 do STJ: “Os créditos decorrentes de serviços prestados à massa falida. ouvido.. do Código Tributário Nacional.. que se não compraz com o disposto no art. Rel. AG 2002. Desta sorte. . Franciulli Netto. o que se constituiria. 188. I... exigíveis no decurso do processo de falência. liquidação extrajudicial ou qualquer outro procedimento. inclusive a remuneração do síndico..99. o juiz remeterá as partes ao processo competente. Inteligência do art. § 1º. REsp 185838/SP.. no juízo da concordata. VI. 188.. classificados e implementados.. mandando reservar bens suficientes à extinção total do crédito e seus acrescidos. “Ementa: . Efetuada a penhora na execução fiscal.) Art. Federal Edílson Nobre.” (STJ. no qual os créditos são verificados. quanto à natureza e valor dos bens reservados. 932. . não há cogitar de reserva de numerário. Decisão: 11/09/01. 134. remeter o produto da expropriação da execução fiscal ao juízo universal significa submeter o erário ao concurso de credores em juízo alhures.. DJ de 04/02/03.. § 2º O disposto neste artigo aplica-se aos processos de concordata. se a massa não puder efetuar a garantia da instância por outra forma. Ressalva do entendimento do relator no sentido de que a exegese escorreita que preserva tanto as prerrogativas do Estado quanto o privilégio dos créditos . pagáveis preferencialmente a quaisquer outros e às dívidas da massa. seja em processo falimentar. nos termos da Lei 6.

Inteligência do art. Art. como soem ser os trabalhistas e derivados de ações acidentárias. informado o juízo fazendário fiscal pelo juízo falimentar acerca dos créditos preferenciais.. A decretação da falência da empresa não exonera do pagamento dos créditos tributários vencidos e vincendos. Federal Alcides Saldanha.CTN). . Rel. São pagos preferencialmente a quaisquer outros os créditos tributários vencidos ou vincendos.01. Decisão: 17/12/02. ou a outros encargos do monte. São pagos preferencialmente a quaisquer créditos habilitados em inventário ou arrolamento. sem que o requerente faça prova da quitação de todos os tributos relativos à sua atividade mercantil. 191 e 193) foi outorgado exatamente para compensar a demora da Fazenda . 188. exigíveis no curso do processo de quebra. DJ de 30/04/99.. reserve a parcela necessária a esse implemento e só após proceda ao pagamento das preferências tributárias.42453-5/PB..) “Ementa: . . 3ª Turma. os créditos tributários vencidos ou vincendos. exigíveis no decurso da liquidação. constituídos ou a constituir.. I.. DJ de 11/02/03. CTN. remetendo a sobra ao juízo da falência. 191.. 189.. É exigível da massa falida a multa fiscal moratória decorrente de obrigação vencida no decurso do processo falimentar. REsp 450770/RS. a cargo do de cujus ou de seu espólio..262 Tribunal Regional Federal . Contestado o crédito tributário. Parágrafo único.023930-2/MG. devendo por eles responder o síndico (arts. 543. Decisão: 27/10/98.: Min.. Não será concedida concordata nem declarada a extinção das obrigações do falido. exigíveis no decurso do processo de inventário ou arrolamento.00... proceder-se-á na forma do disposto no § 1º do artigo anterior. 1ª Turma..) “Ementa: . Decisão: 14/11/02.1ª Região necessarium vitae. a cargo de pessoas jurídicas de direito privado em liquidação judicial ou voluntária. DJ de 17/02/03. recomenda que. AC 97. “Ementa: . Art. V .” (STJ...: Des..05.” (TRF-1ª Região. 490. p.” (TRF-5ª Região. p. . Luiz Fux. Rel. arts. Federal Olindo Menezes.) Art. Parte dos chamados privilégios e garantias do crédito tributário (CTN. Rel.. 1ª Turma. p. 188 e 134. 236... 190. AMS 1998.: Des.

) Art. DJ de 15/03/99... 192.: Min. 2ª Turma. Desmerece habilitação em licitação pública a concorrente que não satisfaz as exigências estabelecidas na legislação de regência e ditadas no edital. II.. nenhum departamento da Administração Pública da União.. José Delgado... DJ de 20/02/95.” (STJ. IV.) “Ementa: .) . 188... Rel. ROMS 9938/RO. 192 do CTN. 150 daquela lei complementar. consagrado no art. Rel.. do Distrito Federal ou dos Municípios. O simples pagamento do valor obtido mediante aplicação das leis faz presumir a extinção resolúvel do crédito tributário...” (STJ. celebrará contrato ou aceitará proposta em concorrência pública sem que o contratante ou proponente faça prova da quitação de todos os tributos devidos à Fazenda Pública interessada. Nenhuma sentença de julgamento de partilha ou adjudicação será proferida sem prova da quitação de todos os tributos relativos aos bens do espólio. Humberto Gomes de Barros. autorizar a contratação de contribuinte com a Administração Pública sem prova da regularidade de suas obrigações.. Ari Pargendler. p. . 1ª Turma.. 193. dos Estados.: Min. p.. ao invés da valorização da iniciativa do credor.) Art.. DJ de 24/06/02. DJ de 18/12/98.156. 316. Decisão: 20/10/98. Milton Luiz Pereira. Rel. de modo que. Esta presunção é compatível com o art. . 1ª Turma. Rel. 3. vige na espécie o princípio de que o crédito tributário prefere independentemente de quem tenha a precedência da penhora. 1ª Turma. “Ementa: .: Min. REsp 50529/SP. Reserva-se ao Estado o direito de reclamar em sede apropriada. Decisão: 05/05/98. . contrariando lei expressa. não cabe ao Judiciário. “Ementa: . Ele se amolda ao sistema de lançamento por homologação. Decisão: 07/ 12/94.” (STJ. Decisão: 12/03/02. p.. ou às suas rendas.: Min. V. REsp 74207/RS. REsp 179324/DF..” (STJ. relativos à atividade em cujo exercício contrata ou concorre. 97.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 263 Pública na respectiva cobrança. Salvo quando expressamente autorizado por lei.. ou sua autarquia. p. eventual diferença.

papéis e efeitos comerciais ou fiscais dos comerciantes. 1ª Turma. Rel.264 Tribunal Regional Federal . .: Min. observado o disposto nesta lei. arquivos. 244. Os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal e os comprovantes dos lançamentos neles efetuados serão conservados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações a que se refiram. limitado o exame aos pontos objeto da investigação.” “Ementa: . A legislação a que se refere este artigo aplicase às pessoas naturais ou jurídicas. A legislação tributária. Para os efeitos da legislação tributária.. Art. industriais ou produtores. REsp 300065/MG. em caráter geral. livros. .) . sem autorização judicial. ou especificamente em função da natureza do tributo de que se tratar..) “Ementa: . HC 18612/RJ. 195 do CTN não autoriza a apreensão de livros documentos pela fiscalização.. p. DJ de 18/06/01. durante a fiscalização. Gilson Dipp.. Os documentos e livros que se relacionam com a contabilidade da empresa não estão protegidos por nenhum tipo de sigilo e são. sua apreensão... não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias. inclusive.. ou da obrigação destes de exibi-los. 117. I. II. contribuintes ou não. a competência e os poderes das autoridades administrativas em matéria de fiscalização da sua aplicação.1ª Região TÍTULO IV Administração Tributária CAPÍTULO I Fiscalização Art. regulará. Decisão: 05/04/01. ” (STJ.: Min. Tendo em vista o poder de fiscalização assegurado aos agentes fazendários e o caráter público dos livros contábeis e notas fiscais. de apresentação obrigatória por ocasião das atividades fiscais. O art. inclusive às que gozem de imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal. Rel.. p.. 5ª Turma. ” (STJ.. José Delgado.. documentos. Parágrafo único. não representa nenhuma ilegalidade.. Decisão: 17/12/02. II. 194. DJ de 17/03/03. • Vide Súmula 439 do STF: “Estão sujeitos à fiscalização tributária ou previdenciária quaisquer livros comerciais. Parágrafo único. 195.

.: Des.) “Ementa: .. DJ de 17/12/99.. AC 93.. 2ª Seção. parágrafo único... I.. II.) “Ementa: . Independe de prévio mandado judicial a regular apreensão de livros de registro fiscal por agentes da fiscalização tributária. DJ de 29/01/02. Rel.. p.: Des.01.. 87. p. II.. industriais e produtores são obrigados a exigir livros. no exercício de suas atribuições fiscais... Rel.10639-6/PA. 1ª Turma Suplementar. Rel. papéis e efeitos fiscais. Federal Hilton Queiroz... ” (TRF-1ª Região.) “Ementa: . I. feita dentro das normas próprias e quando não for possível a Administração obter por seus próprios meios a informação de que necessita. Decisão: 12/03/02...09494-7/MG. bem assim realizar diligências e investigações para apurar a exatidão das declarações..005.789.. . 1..” (TRF-1ª Região.) “Ementa: .025521-7/RJ. arquivos. ressalvada a requisição judicial... onde se faz o lançamento do débito. balanços e documentos apresentados .: Des.: Des. e não no estabelecimento do contribuinte. Decisão: 05/10/99. . ” (TRF-2ª Região.. Decisão: 28/11/95. . embora não o exclua. É inerente ao cargo de fiscais de tributos examinar livros e documentos contábeis de contribuintes. DJ de 08/04/02.01.) .. MS 95. Pode o Fisco exigir do contribuinte a apresentação de seus livros e documentos contábeis para o efeito de apuração de débito tributário. REO 91. 3ª Turma. A primazia conferida pelo Código Tributário Nacional para exame de livros comerciais e outros papéis é própria e exclusiva da fiscalização tributária strictu sensu.34744-0/MG.. quando solicitados pelo Fisco... 258...: Des.. AC 93.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 265 “Ementa: . ” (TRF-1ª Região. Federal Frederico Gueiros.. Decisão: 11/09/01. . Federal Fernando Gonçalves.. Rel.01. HC 2001. Decisão: 04/04/00. AMS 91... art. CTN...209. p.. 127. III. representado pelos fiscais. p. Decisão: 21/02/94. 4ª Turma. DJ de 17/03/94. DJ de 09/06/00. Prazo para guarda dos livros fiscais.. ” (TRF-1ª Região. . 195 do CTN.. 10... .. Federal Cândido Ribeiro. Rel. Não há óbice legal a que essa apresentação se dê na repartição fiscal.. documentos. Rel. 195. ..01. O prazo para guarda dos livros fiscais e comprovantes pertinentes aos lançamentos fiscais tem seu termo com a extinção do lapso prescricional e não com o de decadência. 4ª Turma.02..01. A substituição dos documentos originais por microfilmes é limitativa do direito de o Fisco examinar os documentos referidos no art. p. ..22770-7/DF. para acurado exame de eventual ocorrência de fraude.01.) “Ementa: .. DJ de 18/12/95. . Os comerciantes.: Juiz José Henrique Guaracy Rebêlo (convocado).02200-8/BA.. 3ª Turma. ” (TRF-1ª Região. Federal Nelson Gomes da Silva.. I.

para fornecimento de documentos ou esclarecimentos. III. sempre que possível. outrossim.083375-0/RS. 85. Parágrafo único. II. não implica violação ao sigilo profissional.54725-7/RS.266 Tribunal Regional Federal . arquivos. ‘Para os efeitos da legislação tributária.04. até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações a que se refiram (CTN. tornando-as públicas. livros.. Decisão: 14/11/00.) Art..035250-6/SP. . A mera notificação. . DJ de 10/01/01. Impõe-se ao sujeito passivo tributário a obrigação de conservar os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal.) “Ementa: .. A. ” (TRF-3ª Região. 350. III. A autoridade administrativa que proceder ou presidir a quaisquer diligências de fiscalização lavrará os termos necessários para que se documente o início do procedimento. decorrendo da inobservância a imposição de multa por obrigação acessória descumprida.. que fixará prazo máximo para a conclusão daquelas. Rel. I. do CTN). V... Decisão: 23/10/02.. 195 do CTN não desobriga a exibição dos documentos no caso de o comerciante ainda deles dispor. por parte do Fisco ao profissional. com o fim de explicar a incompatibilidade apurada entre a Declaração Anual de Rendimentos e sua movimentação financeira. . .. dos comerciantes industriais ou produtores. Federal Maria Isabel Pezzi Klein.. A atividade fiscalizatória da autoridade decorre ex vi legis. art. A ocorrência de prescrição ou decadência dos créditos tributários não impede o acesso da fiscalização aos documentos. preservada a privacidade do contribuinte. Federal Mairan Maia... Ramos de Oliveira.. Os termos a que se refere este artigo serão lavrados.. Eventuais informações quanto à origem de seus rendimentos não têm o condão de expor suas relações profissionais. Rel.. não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias. em um dos livros fiscais exibidos. 1ª Turma.: Des..01. p. ” (TRF-4ª Região. 576.03. A limitação do parágrafo único do art. AC 1999. p. caput. ” (TRF-4ª Região. . p.. . AG 2002. 6ª Turma. Rel. ou da obrigação destes de exibi-los.: A.: Des. Decisão: 05/12/00. possuindo. o dever de sigilo quanto aos dados a que tem acesso. AC 95.. na forma da legislação aplicável. 4ª Turma.04. documentos.. I.) “Ementa: .. DJ de 11/11/02.. estando.1ª Região “Ementa: .00.’ (art. 195). papéis e efeitos comerciais ou fiscais. 195. DJ de 31/01/01. em prejuízo ao sigilo profissional que lhe é assegurado.... bem como os comprovantes dos lançamentos neles efetuados.. assim. 196.

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quando lavrados em separado deles se entregará, à pessoa sujeita à fiscalização, cópia autenticada pela autoridade a que se refere este artigo.

“Ementa: .... O lançamento do crédito é aperfeiçoado pela notificação ao sujeito passivo pela lavratura do auto de infração ou pela notificação de exigência fiscal. ....” (STJ. REsp 8873/MG. Rel.: Min. Garcia Vieira. 1ª Turma. Decisão: 22/05/91. DJ de 24/06/91, p. 8.619.) “Ementa: .... O Código Tributário Nacional, em seu art. 196, indica, de forma indireta, que não pode ficar ao arbítrio da autoridade estatal a decisão de concluir ou não a diligência fiscalizatória, sob pena de turbar-se o direito ao livre exercício de atividade profissional conferido aos seus administrados. Todo poder discricionário conferido ao agente governamental encontra-se limitado pelos preceitos contidos na lei, de modo que a conveniência e a oportunidade de proceder a qualquer fiscalização, bem como as suas prorrogações, também deverão encontrar-se subsumidas aos ditames traçados pela legislação tributária. .... ” (TRF-2ª Região. AG 2001.02.01.032138-0/RJ. Rel.: Des. Federal Ricardo Regueira. 1ª Turma. Decisão: 25/02/02. DJ de 02/05/02.) “Ementa: .... II. A falta de notificação à pessoa sujeita à fiscalização, configura, de per si, nulidade do auto de infração, uma vez que a observância desse requisito é de rigor, conforme reza a disposição contida no parágrafo único do art. 196 do Código Tributário Nacional. .... ” (TRF-4ª Região. AC 1998.04.01.031464-0/PR. Rel.: Des. Federal Alcides Vettorazzi. 4ª Turma. Decisão: 05/12/00. DJ de 31/01/01, p. 569.)

Art. 197. Mediante intimação escrita, são obrigados a prestar à autoridade administrativa todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros: I. os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício; II. os bancos, casas bancárias, caixas econômicas e demais instituições financeiras; III. as empresas de administração de bens; IV. os corretores, leiloeiros e despachantes oficiais; V. os inventariantes; VI. os síndicos, comissários e liquidatários;

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VII. quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, em razão de seu cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão. Parágrafo único. A obrigação prevista neste artigo não abrange a prestação de informações quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão.

“Ementa: .... IV. O poder de investigação do Estado é dirigido a coibir atividades afrontosas à ordem jurídica, e a garantia do sigilo bancário não se estende às atividades ilícitas. .... V. Não cabe ao Banco do Brasil negar, ao Ministério Público, informações sobre nomes de beneficiários de empréstimos concedidos pela instituição, com recursos subsidiados pelo erário federal, sob invocação do sigilo bancário, em se tratando de requisição de informações e documentos para instruir procedimento administrativo instaurado em defesa do patrimônio público. .... ” (STF. MS 21729/DF. Rel.: Min. Marco Aurélio. Tribunal Pleno. Decisão: 05/10/95. DJ de 19/10/01, p. 33.) “Ementa: .... I. Se é certo que o sigilo bancário, que é espécie de direito à privacidade, que a Constituição protege, art. 5º, X, não é um direito absoluto, que deve ceder diante do interesse público, do interesse social e do interesse da justiça, certo é também, que ele há de ceder na forma e com observância de procedimento estabelecido em lei e com respeito ao princípio da razoabilidade. .... ” (STF. RE 219780. Rel.: Min. Carlos Velloso. 2ª Turma. Decisão: 13/04/99. DJ de 10/09/99, p. 23.) “Ementa: .... A Lei Tributária Nacional (art. 197, parágrafo único) limita a prestação de informações àqueles dados que não estejam legalmente protegidos pelo sigilo profissional. Esta egrégia Corte vem decidindo no sentido da ilegalidade da quebra do sigilo bancário mediante simples procedimento administrativo fiscal, face a garantia constitucional da inviolabilidade dos direitos individuais, exceto quando houve relevante interesse público e por decisão do Poder Judiciário, guardião dos direitos do cidadão. .... ” (STJ. REsp 114760/DF. Rel.: Min. Francisco Peçanha Martins. 2ª Turma. Decisão: 06/05/99. DJ de 23/08/99, p. 95.) “Ementa: .... III. O sigilo bancário somente pode ser quebrado em decorrência de determinação judicial, em face da vedação do parágrafo único do art. 197 do Código Tributário Nacional, que, por ser norma hierarquicamente superior, torna sem eficácia, através de interpretação sistemática, as previsões de quebra de sigilo bancário com base

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em procedimento administrativo ....” (TRF-1ª Região. AMS 95.01.21754-0/MG. Rel.: Juíza Sônia Diniz Viana (convocada). 3ª Turma. Decisão: 09/12/99. DJ de 1º/03/00, p. 16.) “Ementa: .... I. O Fisco somente tem autorização legal para exigir das instituições financeiras informações acerca de negócios, bens, operações e atividades que não envolvam atos de créditos ou débitos, ou prestação de serviços (portanto, não pode revelar, por exemplo, operações de crédito ou débito do correntista), ex vi do art. 197 do Código Tributário Nacional .... ” (TRF-1ª Região. AMS 96.01.38131-7/DF. Rel.: Juiz Evandro Reimão dos Reis (convocado). 3ª Turma Suplementar. Decisão: 03/10/01. DJ de 29/04/ 02, p. 501.) “Ementa: .... IV. A autoridade fiscal pode solicitar informações para a instrução e apuração de débito tributário, incumbido às instituições financeiras o dever de prestálas, salvo, porém, no tocante àquelas protegidas pelo sigilo bancário, do qual somente poderão ser eximidas pelo Poder Judiciário (Lei 4.595/64, art. 38, § 5º; Lei 8.021/90, art. 8º; CTN, art. 197, II, parágrafo único). ” (TRF-1ª Região. AMS 2000.38.00.0364095/MG. Rel.: Des. Federal Mário César Ribeiro. 4ª Turma. Decisão: 03/09/02. DJ de 26/03/03, p. 63.) “Ementa: .... IV. As informações sobre o patrimônio das pessoas não se inserem nas hipóteses do art. 5º, X e XII, da Constituição Federal, uma vez que o patrimônio não se confunde com a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem e, nesta linha, o próprio Código Tributário Nacional, em seu art. 197, II, estabelece que os bancos são obrigados a prestar todas as informações de que disponham em relação aos bens, negócios e atividades de terceiros à autoridade administrativa.” (TRF-2ª Região. HC 2002.02.01.009989-3/ES. Rel.: Des. Federal Frederico Gueiros. 3ª Turma. Decisão: 05/11/02. DJ de 04/02/03, p. 140.) “Ementa: .... V. O art. 197 do CTN obriga, em seu inciso II, que os bancos, casas bancárias, caixas econômicas e demais instituições financeiras prestem, à autoridade administrativa, todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros, sem que seja necessária autorização judicial para tanto. O exercício da autoridade fiscal não pode ficar dependendo, sempre e a cada passo, de permissão judicial para o fornecimento de informações bancárias, porquanto é atividade expressamente autorizada em lei. .... ” (TRF-3ª Região. AG 2003.03.00.0119907/SP. Rel.: Des. Federal Lazarano Neto. 6ª Turma. Decisão: 20/08/03. DJ de 05/09/03, p. 387.)

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“Ementa: .... O Código Tributário Nacional, em seu art. 197, inciso II, preconiza que os bancos são obrigados a prestar todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios e atividades de terceiros à autoridade administrativa. .... ” (TRF-4ª Região. AC 2002.04.01.048186-0/SC. Rel.: Des. Federal Vilson Darós. 2ª Turma. Decisão: 26/11/02. DJ de 26/02/03, p. 720.) “Ementa: .... I. O art. 197 do CTN há de ser interpretado em consonância com o art. 38 da Lei 4.595/64, também com status de lei complementar, pelo que cumpre às instituições financeiras responderem às requisições de informação do Fisco, salvo quanto às que importem violação ao sigilo bancário. ....” (TRF-5ª Região. AMS 98.05.086356/SE. Rel.: Des. Federal Petrúcio Ferreira. 2ª Turma. Decisão: 25/08/98. DJ de 04/12/98, p. 1.138.)

Art. 198. Sem prejuízo do disposto na legislação criminal, é vedada a divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus servidores, de informação obtida em razão do ofício sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza e o estado de seus negócios ou atividades. (Redação dada pela LCp 104, de 10/01/01) § 1º Excetuam-se do disposto neste artigo, além dos casos previstos no art. 199, os seguintes: (Redação dada pela LCp 104, de 10/01/01) I. requisição de autoridade judiciária no interesse da justiça; (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) II. solicitações de autoridade administrativa no interesse da Administração Pública, desde que seja comprovada a instauração regular de processo administrativo, no órgão ou na entidade respectiva, com o objetivo de investigar o sujeito passivo a que se refere a informação, por prática de infração administrativa. (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) § 2º O intercâmbio de informação sigilosa, no âmbito da Administração Pública, será realizado mediante processo regularmente instaurado, e a entrega será feita pessoalmente à autoridade solicitante, mediante recibo, que formalize a transferência e assegure a preservação do sigilo. (Parágrafo incluído pela Lcp 104, de 10/01/01)

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§ 3º Não é vedada a divulgação de informações relativas a: (Redação dada pela LCp 104, de 10/01/01) I. representações fiscais para fins penais; (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) II. inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública; (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01) III. parcelamento ou moratória. (Inciso incluído pela LCp 104, de 10/01/01)

“Ementa: É legítima a requisição de informações, pelo magistrado, ao Imposto de Renda, no interesse da justiça. Nada justifica a proteção ao inadimplente em detrimento da boa-fé no mundo dos negócios e do prestígio da justiça. .... ” (STF. RE 94608/SP. Rel.: Min. Cordeiro Guerra. 2ª Turma. Decisão: 06/04/84. DJ de 18/05/84, p. 7.729.) “Ementa: .... ‘A jurisprudência do STJ acolhe entendimento no sentido de que não se justifica pedido de expedição de ofício a órgãos públicos para obter informações sobre bens de devedor, no exclusivo interesse do credor, mormente quando não demonstrado qualquer esforço de sua parte nesse sentido, devendo prevalecer o sigilo de que aquelas são revestidas.’.... .... ‘A requisição judicial, em matéria deste jaez, apenas se justifica desde que haja intransponível barreira para a obtenção dos dados solicitados por meio da via extrajudicial e, bem assim, a demonstração inequívoca de que a exeqüente envidou esforços para tanto .... Falecendo demonstração cabal de que foram exauridas, sem êxito, as vias administrativas para obtenção de informações referentes aos bens dos sócios, não há demonstração de vulneração aos arts. 399 do CPC e 198 do CTN, que conferem ao magistrado a possibilidade de requisitá-las.’ .... ” (STJ. REsp 499949/MG. Rel.: Min. José Delgado. 1ª Turma. Decisão: 06/05/03. DJ de 02/06/03, p. 219.) “Ementa: .... I. Desvendar informações sigilosas através da atuação jurisdicional somente se mostra possível em situações excepcionais, devidamente comprovadas, sob pena de o magistrado substituir as partes, mitigando os encargos que lhes são atribuídos em prejuízo da sua imparcialidade. .... ” (TRF-1ª Região. Ag 2001.01.00.010911-3/PA. Rel.: Des. Federal Luciano Tolentino Amaral. 3ª Turma. Decisão: 19/02/02. DJ de 08/ 03/02, p. 58.) “Ementa: .... Inexiste constrangimento ilegal em inquérito policial instaurado por requisição de membro do Ministério Público Federal para apuração de possível crime de sonegação fiscal, porquanto a obtenção de prova que embasou e motivou a instaura-

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ção do procedimento investigatório foi obtida através de regular processo judicial. ....” (TRF-2ª Região. HC 2001.02.01.034225-4/ES. Rel.: Des. Federal Fernando Marques. 4ª Turma. Decisão: 23/10/02. DJ de 05/11/02, p. 225.) “Ementa: .... As informações acerca de conta bancária e declaração de bens revestem-se do caráter sigiloso disciplinado pelo art. 198 do Código Tributário Nacional, com a redação dada pela Lei Complementar 104, de 10 de janeiro de 2001. Somente nos casos em que a informação pretendida revestir-se do caráter sigiloso ou não for possível a obtenção do documento pela parte, é que se deve proceder à requisição judicial. ....” (TRF-3ª Região. AG 2000.03.00.063008-0/SP. Rel.: Des. Federal André Nabarrete. 5ª Turma. Decisão: 12/11/02. DJ de 08/04/03, p. 359.) “Ementa: .... os agentes fazendários que por dever de ofício tiverem acesso às informações bancárias somente poderão utilizá-las nos limites fixados pela lei, estando vedada a divulgação ou exposição ao conhecimento de terceiros (CTN, art. 198, caput). ....” (TRF-3ª Região. AMS 1999.03.99.058644-8/SP. Rel.: Des. Federal Cecília Marcondes. 3ª Turma. Decisão: 21/05/03. DJ de 18/06/03, p. 357.) “Ementa: .... X. A nova redação do art. 198 do Código Tributário Nacional, mormente o seu § 3º, inciso I, mediante interpretação sistemática, apenas e tão-somente coteja a vontade do legislador em otimizar os procedimentos de fiscalização e investigação dos crimes do colarinho branco, através do sistema de intercâmbio de informações entre o Poder Judiciário, a Administração Pública e os Estados estrangeiros, a partir de cooperação internacional própria. .... ” (TRF-4ª Região. PET 2001.04.01.070153-2/RS. Rel.: Des. Federal Fábio Rosa. 4ª Seção. Decisão: 21/11/01. DJ de 23/01/02, p. 183.)

Art. 199. A Fazenda Pública da União e as dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios prestar-se-ão mutuamente assistência para a fiscalização dos tributos respectivos e permuta de informações, na forma estabelecida, em caráter geral ou específico, por lei ou convênio. Parágrafo único. A Fazenda Pública da União, na forma estabelecida em tratados, acordos ou convênios, poderá permutar informações com Estados estrangeiros no interesse da arrecadação e da fiscalização de tributos. (Parágrafo incluído pela LCp 104, de 10/01/01)

“Ementa: .... I. A fiscalização municipal deve restringir-se à sua área de competência e jurisdição.

mormente quando . de auto de infração lavrado por outra esfera.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região..53560-8/BA.. inclusive.01. ” (TRF- .. II. Distrito Federal e Municípios). É legítima a utilização da prova emprestada em matéria de autuação fiscal. p. quando a atribuição de fiscalizar tributos ou a permuta de informações for estabelecida.. 7º e 199). 3ª Turma. p... 179..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 273 II. 7º e 199. DJ de 03/03/00.. p.. DJ de 04/11/02. inviabilizando. tem assento no art. que estes exerçam o seu direito de examinar referida documentação de seus próprios contribuintes. REsp 73086/SP. inclusive no tocante à prova emprestada. 160.) “Ementa: . Decisão: 27/10/98. sem qualquer outra prova do fato gerador do tributo em discussão. II. DJ de 04/08/00. ou seja. . é admissível nos estritos limites em que o CTN a prevê. A assistência mútua entre as Fazendas Federal e Estadual não pode consubstanciar-se na utilização tão-somente da prova emprestada. .) “Ementa: .. ” (STJ.. 2ª Turma. AC 94... estar-se-ía concedendo poderes à municipalidade de fiscalizar fatos ocorridos no território de outros entes federados..: Des. AC 96. João Otávio de Noronha..: Min. consistente no uso... p. com a troca de informações e aproveitamento de atos de fiscalização entre as entidades estatais (União.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).01. Estados. Eliana Calmon.01... Rel. Decisão: 23/09/99. . Atribuição cooperativa que só se perfaz por lei ou convênio. a utilização da prova emprestada não nulifica. 3ª Turma.. II. Decisão: 20/08/02.. Dês que o novo lançamento fiscal seja autônomo e esteja embasado na legislação do respectivo tributo. 125.. . A chamada ‘prova emprestada’. 4ª Turma. Decisão: 17/06/03. ... ” (STJ... DJ de 30/06/03.00.: Juiz Antônio Ezequiel da Silva (convocado). em caráter geral ou específico. A cooperação entre as Fazendas Públicas. 99. em seus arts. AC 1998. .. a prova emprestada da autuação fiscal do órgão estadual foi apenas o ponto de partida para a autuação pela Receita Federal.) “Ementa: .. A capacidade tributária ativa permite delegação quanto às atividades administrativas. ” (TRF1ª Região. ” (TRF-1ª Região.. Rel. Decisão: 26/05/00. IV.. 2ª Turma. 274. por uma esfera do Poder Público..) “Ementa: .062219-2/MG..09071-8/BA.. I. p. DJ de 07/05/99. Rel. III. Federal Eustáquio Silveira. I. por lei ou convênio (arts. Ao permitir que o Município de São Paulo exija a apresentação de livros fiscais e documentos de estabelecimentos situados em outros Municípios. Rel. REsp 310210/MG....: Min. 199 do CTN. para fundamentar a constituição do crédito tributário. Rel.

152. Decisão: 26/11/02..: Des..1ª Região 1ª Região. AMS 91. II. tal cooperação não vai ao ponto de se dispensarem elementos seguros de prova da infração. sem nenhuma outra verificação da ocorrência. DJ de 24/04/03.00. o uso pela Fazenda Nacional de prova produzida pela Fazenda Estadual. Rel.. Não pode o Fisco Federal basear-se. ” (TRF-3ª Região. 199 do CTN condiciona a assistência mútua entre as Fazendas Públicas à préexistência de lei ou convênio.03... DJ de 21/11/91. Contudo.01.00. e reciprocamente. Rel.. p. Decisão: 12/06/02. Federal João Pedro Gebran Neto. 419.. O art. As autoridades administrativas federais poderão requisitar o auxílio da força pública federal. p. .) “Ementa: . Decisão: 27/02/03.. estadual ou municipal.. DJ de 14/02/01.01. I.: Des. Rel.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado). tampouco justifica a inteira omissão dos agentes fiscais federais.. . ) Art. ” (TRF-4ª Região. AMS 89. 4ª Turma. 199 do Código Tributário Nacional determina que os entes integrantes da Fazenda Pública devem prestar mútua assistência na fiscalização dos tributos e na permuta de informações. 29. 2ª Turma. 199 do Código Tributário Nacional).: Des. Rel. ou quando necessário à efetivação de medida prevista na legislação tributária.274 Tribunal Regional Federal . para..14577-0/MG.: Des. Federal Ivan Lira de Carvalho.. I.. para fins de autuação referente ao Imposto de Renda. 200...103503-1/BA. Rel.. Federal Tourinho Neto. estabelecida pelo art. em auto de infração lavrado pelo Fisco Estadual. Decisão: 26/10/00. lavrar auto de infração referente à omissão de receita. 199 do Código Tributário Nacional através da permuta de informações para a fiscalização dos tributos respectivos. DJ de 06/02/03.) “Ementa: .. DJ de 18/11/02.. ” (TRF-5ª Região.04. exclusivamente..) “Ementa: . AC 96. Decisão: 11/11/91. 77.042030-1/CE. p.. 739. p. Federal Manoel Álvares. Com a edição do Decreto-Lei 200/67 ficou firmada a prestação de assistência mútua entre os Fiscos Federal e Estadual.480. .. p... 2ª Turma Suplementar. quando vítimas de embaraço ou desacato no exercício de suas funções. ainda que não se configure fato definido em lei como crime ou contravenção. .029231-6/SP.47103-1/RS. AC 1999. 3ª Turma. O art. situação que consubstancia a mútua assistência que deve existir entre as Fazendas (art. Admite-se. .) “Ementa: . AG 2000. fato gerador da obrigação. 1ª Turma. ” (TRF-1ª Região..05.

Uma vez que a remuneração dos serviços de água e esgoto é feita por taxa. A fluência de juros de mora não exclui. 217.: Min. Gilson Dipp.” “Ementa: . . Rel.” • Vide Súmula 47 do TFR: “Cancelado o débito fiscal. face à obrigatoriedade da ligação domiciliar à rede pública e.. pela lei ou por decisão final proferida em processo regular. . 201.) CAPÍTULO II Dívida Ativa Art.. Parágrafo único. Rel. Tendo em vista o poder de fiscalização assegurado aos agentes fazendários e o caráter público dos livros contábeis e notas fiscais.: Min... 244. não representa nunhuma ilegalidade. para a constituição da dívida ativa.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 275 “Ementa: . a correção monetária. para pagamento.. Francisco Peçanha Martins..) “Ementa: . para os efeitos deste artigo.. 1ª Turma. Natureza tributária.) . ” (STJ.. tendo em vista a natureza tributária da exação.. sua apreensão. p. 97 e 160. DJ de 1º/07/02. depois de esgotado o prazo fixado. 201. a liquidez do crédito. durante a fiscalização. A fixação da data do vencimento do imposto... p. Rel. deve-se obedecer aos requisitos dos arts. . Decisão: 17/12/02. Decisão: 18/10/01. regularmente inscrita na repartição administrativa competente.. REsp 127960/RS. Ausência de processo administrativo. não viola o CTN (arts.. 315.. o mesmo raciocínio é válido para o texto do art. Irregularidade. CTN) simplesmente porque o vocábulo ‘legislação’ não significa apenas lei. DJ de 17/03/03.: Min. . desde que não seja ela sede de Vara da Justiça Federal. CTN...” (STJ. relativa à restituição da importância depositada em garantia de instância. 5ª Turma. Decisão: 02/06/98. DJ de 18/12/98...” (STJ. incide a partir da data da efetivação do depósito. Serviço de fornecimento de água e esgoto. 201 e 202 do CTN. via decreto. 2ª Turma.. REsp 63618/SP. HC 18612/RJ... . p. • Vide Súmula 40 do TFR: “A execução fiscal da Fazenda Pública Federal será proposta perante o Juiz de Direito da Comarca do domicílio do devedor. II.. Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito dessa natureza.. Francisco Falcão.. Inscrição de dívida ativa.

.) “Ementa: .009237-7/RJ. II. o nome do devedor e..00. p. eis que a Fazenda Pública dispõe do poder legal de constituir.. Decisão: 13/ 11/01. 201. II. sendo caso.. 202. 146.. Rel. a data em que foi inscrita. art. Aplicação do art.. 2ª Turma Suplementar.” (TRF-1ª Região. I.. DJ de 28/01/02. AC 1998.. já que a dívida inscrita está sujeita à fluência dos encargos legais sem prejuízo da sua liquidez (CTN.01. 466. Federal Fábio Rosa. CDA o fato de ter sido constituída unilateralmente.04.077153-3/MG. sempre que possível.. A inscrição em dívida ativa pressupõe prévio inadimplemento do contribuinte. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado. a origem e a natureza do crédito. autenticado pela autoridade competente. . 201 do CTN. 201. IV. . 202 e 204 do CTN. 201 do CTN-66. art. não importa na garantia integral do juízo da execução. nos termos do art...) “Ementa: . Rel. o dos co-responsáveis. sendo caso. . I. unilateralmente.” (TRF-1ª Região. DJ de 18/02/03. o número do processo administrativo de que se originar o crédito. pretendido pela agravante.. LEF... instrumentalizando pertinente ação executória fiscal pela Fazenda Pública. Rel.. p.0295902/MG.: Des.: Juiz Antônio Ezequiel da Silva (convocado). O termo de inscrição da dívida ativa (CDA) tem função precípua de materializar a dívida ativa tributária regularmente inscrita na repartição administrativa. O termo de inscrição da dívida ativa. DJ de 16/06/00. V.. 2º. nos termos dos arts... Ag 1997. III. . bem como.” (TRF-2ª Região.: Des.. Decisão: 09/09/99. p. o domicílio ou a residência de um e de outros. p. Federal Sérgio Schwaitzer.. a quantia devida e a maneira de calcular os juros de mora acrescidos. desnecessitando notificação para pagamento antes do ajuizamento da ação fiscal.. 6ª Turma. O simples depósito do valor atualizado da multa. parágrafo único.276 Tribunal Regional Federal ..1ª Região “Ementa: . .) “Ementa: .01. 195. AC 2001.40029-0/ SC. Rel. AC 96. § 5º..) Art. II e IV).. DJ de 27/05/98..” (TRF-4ª Região. 3ª Turma. 431. Decisão: 28/04/98. Decisão: 20/06/01.. não macula a . o título executivo da sua dívida ativa.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).01.00. 1ª Turma.02.. indicará obrigatoriamente: I.

202 do CTN.” (TRF-1ª Região.. AC 96.. p. que devem constar da certidão da dívida ativa. AGA 485548/RJ...) “Ementa: ....” (STJ. p.. p. . a inscrição da dívida ativa somente gera presunção de liquidez e certeza na medida que contenha todas as exigências legais. 105. . sim. DJ de 19/05/03.18931-7/MG. AC 95. obstando execuções arbitrárias. 145. o número do processo administrativo de que se originou o crédito.830. Rel. “Ementa: .01. 3ª Turma. AGA 315019/SP... Rel.) “Ementa: .. 208. DJ de 25/02/02.. desde que tal providência não prejudique o exercício do direito de defesa do executado. I.) “Ementa: . p. a indicação do livro e da folha da inscrição.. A nulidade da CDA só pode ser declarada em face da inobservância dos requisitos formais previstos nos incisos do art. IV. 1ª Turma. bem como forma de cálculo de juros e de correção monetária.01.. A sua ausência. O termo de inscrição da dívida ativa indicará. 202 do CTN e 2º.: Min.830/80. obrigatoriamente. Rel.. 202 do Código Tributário Nacional e 2º.. sua ausência. § 5º.. 2ª Turma. 2ª Turma Suplementar. A discriminação da origem.. da Lei 6. tem-se entendido que os requisitos listados no art.” (STJ. Decisão: 17/06/03. Castro Meira. Não obstante a nuance formal da CDA.) “Ementa: .. § 5º. são os constantes dos arts.. causa de nulidade da inscrição e do procedimento dela decorrente. a fim de que fiquem demonstradas a certeza e liquidez do critério fiscal correspondente. Rel. . Decisão: 27/11/01. da natureza e do fundamento legal da dívida através da indicação de preceitos legais aplicáveis não induz à nulidade da CDA. 1ª Turma. inclusive a indicação da natureza do débito e sua fundamentação legal. Conforme preconizam os arts.. DJ de 27/09/ 99. A certidão conterá.: Min. Decisão: 17/08/99.. p.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 277 Parágrafo único. 2º e §§ 5º e 6º da LEF podem ser relevados. da Lei 6. implicaria em nulidade. o que confere ao executado elementos para opor embargos. .03002-6/MG. DJ de 12/08/03. 110.. Rel.. REsp 212974/MG.” (TRF-1ª Região. A finalidade desta regra de constituição do título é atribuir à CDA a certeza e liquidez inerentes aos títulos de crédito.: Juiz Reynaldo Soares da Fonseca (convocado).... Decisão: 06/05/03.: Min. .. I. além dos requisitos deste artigo. II.. Luiz Fux.. I. Decisão: 26/10/00.) “Ementa: . 58.. Os requisitos essenciais.” (STJ.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada). Garcia Vieira. acarretando.. I. 202 do CTN e no art. DJ de 07/12/00..

inciso I.. Rel. Decisão: 17/09/02. Decisão: 30/09/02. I... É desnecessária a indicação da alíquota e base de cálculo na certidão da dívida ativa. nos termos do art.. p. III.01.002788-5/RS. 202 do Código Tributário Nacional. acrescido dos juros e encargos já vencidos.” (TRF-2ª Região. 202 do CTN. tem o efeito de permitir que. À Fazenda Pública é permitido o pedido de reforço de penhora que se mostre insuficiente. É imperativo que esse procedimento siga as regras estabelecidas no art.02.99..007250-4/RJ.” (TRF-4ª Região. AC 2001. A inscrição e a extração da certidão da dívida ativa devem ser feitas com severo rigor formal. ...: Des..) “Ementa: . 139. 37. .01.” (TRF-4ª Região. Federal Frederico Gueiros. desde que presentes a vinculação do terceiro à obrigação tributária (art. Não constitui vício a divergência entre o valor do crédito inscrito e o atribuído à inicial na execução.03..) “Ementa: .) “Ementa: . 429. 202.. no curso de execução. Rel.: Des.. DJ de 22/10/02. 3ª Turma.: Des. Decisão: 04/05/00. Federal Nery Junior. 3ª Turma. 134 e 135 do CTN. contendo os requisitos elencados no art. II.... AC 1999..04. AC 2000.) “Ementa: .. A.: Des... II. O fato de o art.” (TRF-3ª Região. DJ de 13/11/02.) “Ementa: ... Rel.: Des... Federal Márcio Antônio Rocha. I. p. p. Federal A.. DJ de 28/10/02. Rel. 202 do Código Tributário Nacional. pp. 142.01. I. AG 2000. ou ainda a responsabilidade do terceiro nos termos dos arts.. 3ª Turma. qual seja a obrigatoriedade de se determinar de que maneira foram calculados os juros de mora acrescidos à dívida inicial . Rel. . Decisão: 25/03/03.. AG 2002. AC 1999. pois este está. 2ª Turma.02. p. p. evidentemente.. do CTN).04.103127-6/SC.. Federal Tânia Heine. Decisão: 05/12/00. .278 Tribunal Regional Federal .1ª Região II.. do CTN autorizar a indicação na dívida ativa dos ‘co-responsáveis’.02. DJ de 19/07/00.. 4ª Turma. Na certidão de dívida ativa não se exige conste o valor dos juros e demais encargos..: Des. Ramos de Oliveira. 202. 154/155.014487-0/RJ.) .. desde que não comprometida a essencialidade do documento tributário e inexistindo prejuízo para a defesa. Federal Ney Fonseca. Rel. e sim a maneira de seu cálculo (art. haja eventual redirecionamento desta. A existência de eventuais falhas formais na CDA não afeta a validade do título.01. 121).01.047276-5/RJ.004925-3/SP. . DJ de 05/05/03..” (TRF-2ª Região. DJ de 21/03/01. Decisão: 28/08/02.” (TRF-2ª Região. II. 1ª Turma. 777..

Federal Vilson Darós. Destarte. para sanar esta nulidade. não gerando esta efeito algum ao orbe jurídico. acusado ou interessado o prazo para defesa.” (STJ.) Art.. III.” (TRF-5ª Região. os juros de mora. deve ser interpretada cum granu salis. 203. 740.” (TRF-4ª Região. V. DJ de 19/05/03. 1ª Turma. 2ª Turma.. basta indicar a taxa de juros e o respectivo fundamento legal. Rel.04.. deve. nos . 202 do Código Tributário Nacional torna nula a certidão de dívida ativa. 202 do CTN-66. AC 96... posto conspirar contra o princípio da efetividade aplicável ao processo executivo extrajudicial. mas a nulidade poderá ser sanada até a decisão de primeira instância. p. que somente poderá versar sobre a parte modificada.. Conforme decidiu esta Corte. devolvido ao sujeito passivo. não se configurando qualquer óbice ao prosseguimento da execução. Federal Castro Meira. dispensando-se estar instruída com memória discriminada do cálculo..: Des.: Des.830/80 não exige que a inicial da execução fiscal seja instruída com memória discriminada da atualização da dívida. mediante substituição da certidão nula.: Min.. DJ de 29/03/00. prevista no art. 1ª Turma. providenciar a substituição da certidão nula até a decisão de primeira instância.. se a certidão da dívida ativa inclui parcela substancial da qual a executada estava isenta. DJ de 14/05/99. AG 1999. Isto porque o insignificante defeito formal que não compromete a essência do título executivo não deve reclamar por parte do exeqüente um novo processo com base em um novo lançamento tributário para apuração do tributo devido. Rel. p. 46. revela-se descabida a sua invalidação..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 279 “Ementa: .. . AGA 485548/RJ.01. Luiz Fux. A pena de nulidade da inscrição e da respectiva CDA.013517-7/RS.. p. a multa e a correção monetária. O descaso para com os ditames norteadores do art. ou o erro a eles relativo são causas de nulidade da inscrição e do processo de cobrança dela decorrente. . Decisão: 06/05/03. Decisão: 15/04/99.. I. Decisão: 17/02/00. Para o efeito do inciso II do art. A Lei 6.05. com a discriminação precisa do fundamento legal sobre que repousam a obrigação tributária.. IV... 145. A omissão de quaisquer dos requisitos previstos no artigo anterior.. Estando o título formalmente perfeito. 203 do CTN.01599-4/PE..) “Ementa: . Rel.) “Ementa: . a nulidade da CDA não deve ser declarada por eventuais falhas que não geram prejuízos para o executado promover a sua defesa. “Ementa: .

III. . DJ de 17/02/03. é necessário substituir-se a certidão nula. 101. 203 do CTN.1ª Região termos do art. art..) “Ementa: . .) Art.) “Ementa: . I. p. p. 64.. o art.. Humberto Gomes de Barros. A substituição da CDA. admite-se que seja relevado vício de forma dês que o mesmo não prejudique o exercício do direito de defesa do executado. Apesar do caráter formal da certidão de dívida ativa. ..280 Tribunal Regional Federal . Rel..01.. II.... REsp 347423/AC..” (TRF-1ª Região. 6ª Turma. Decisão: 12/06/96.. AC 2001.. I.289... AC 1998.. Possibilidade de substituição da certidão. 204.) “Ementa: . . Rel. ou o erro a eles relativo são causas de nulidade da inscrição e. . DJ de 18/09/00.: Des. p.: Min. Humberto Gomes de Barros. p..” (STJ. 275.) “Ementa: .009237-7/RJ.” (STJ. Decisão: 20/06/01. Se a parcela substancial de certidão de dívida ativa refere-se a crédito inexistente.01. a devolução do prazo de defesa ao sujeito passivo. Requisitos legais..” (TRF-3ª Região. REsp 385388/MG.. determinar seu saneamento mediante substituição da certidão. A omissão de quaisquer dos requisitos da certidão.: Min. Eventualmente verificada qualquer nulidade na inscrição ou no processo de cobrança dela decorrente. Eliana Calmon.03. Federal Sérgio Schwaitzer.00.) “Ementa: . Nulidade de certidão de dívida ativa e do processo de execução. 203 do CTN é expresso ao viabilizar ou. sendo impositiva.... 1ª Turma. Decisão: 05/03/02. Decisão: 17/08/00. . do processo executivo (Código Tributário Nacional. sob pena de nulidade daquele título e a execução dele decorrente . A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída. 203 do CTN). a substituição da CDA até a decisão de primeira instância só é possível em se tratando de erro material ou formal.. I. Federal Homar Cais. ainda. Rel.070818-7/MG.0305846/SP. DJ de 05/08/02..02. REsp 222033/PB. p. antes da decisão de primeiro grau.. .. 431. 226.. Decisão: 28/05/02.. 2ª Turma. DJ de 18/02/03. tem amparo legal. Rel. mais...: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).” (STJ. até a decisão de primeira instância..: Min. Rel. DJ de 15/04/02... Rel.” (TRF-2ª Região. (Art. p. 203).: Des. DJ de 03/09/96. Decisão: 17/12/02. conseqüentemente. 109. 1ª Turma. 4ª Turma. 2ª Turma Suplementar.. REO 90.... acusado ou interessado.

.132705-6/MG. Decisão: 09/10/01.04746-2/ES..) “Ementa: .. art. nos moldes do art. Segundo o disposto no parágrafo único do art. . somente podendo ser elidida por prova inequívoca. 4ª Turma. art. a cargo do executado ou de terceiro a quem aproveite.: Min. art..” (TRF-2ª Região. 6ª Turma. p. p. 204 do CTN e arts. DJ de 31/01/02..062747-5/RJ.830/80 e art. Decisão: 12/09/01. que só pode ser afastada mediante prova inequívoca em contrário (CTN.... e 3º. .02.0511369/DF. A dívida ativa regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez. 2º..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 281 Parágrafo único..: Des. a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite.: Des. 204 – CTN e art. .) .. característica inerente aos atos administrativos em geral. 3ª Turma..01.) “Ementa: . (Cf.00. pois se presume a plena ciência do interessado quanto às normas para sua expedição (art. 3º). Federal Olindo Menezes. DJ de 12/09/03.. 204... DJ de 18/02/03. II.. como tal. 204 do Código Tributário Nacional. da Lei 6. Federal Poul Erik Dyrlund.. 2ª Turma. “Ementa: .00. 341. I.01. AC 1999. As certidões de dívida ativa gozam de certeza e liquidez.830/80. Rel. A certidão de dívida ativa tem a natureza jurídica de ato administrativo e.: Des. também goza da presunção de certeza e de liquidez.830/80. LEF. 204 do CTN).) “Ementa: . Para que o executado desconstitua o título executivo é necessária a prova idônea e robusta capaz de elidir a sua presunção legal. Decisão: 24/06/03. goza da presunção de legitimidade..” (STJ. 161. Rel. 3º da Lei 6.. 110. Decisão: 10/12/02.) “Ementa: .: Des. respectivamente. A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca... I.. Rel. I. § 5º.” (TRF-2ª Região.. Federal Carlos Olavo. 3º – Lei 6. 444.. podendo ser ilidida por prova inequívoca . Rel.” (TRF-1ª Região. p... Rel... a presunção de certeza e liquidez do título executivo é relativa. Não há como acoimar de precária a CDA no que se refere à origem e à natureza da dívida. 6ª Turma. III. AC 2000. AGA 307639/RS.01.02. p. AG 2000. DJ de 08/08/03. Decisão: 26/06/02. Federal Franca Neto. valendo como prova pré-constituída.. Paulo Medina.” (TRF-1ª Região. AC 91..). Por outro lado. DJ de 18/02/02. quando regularmente inscrita.

bem como do efeito de prova pré-constituída (art. Federal Marga Inge Barth Tessler. 4ª Turma.. . 31 da Lei 6.002708-8/SC. O onus probandi no sentido de apresentar elementos que afastem a referida presunção compete ao executado. 204 do CTN). p. Milita em favor da certidão de dívida ativa a presunção de certeza e liquidez.05.. • Vide Súmula 73 do TFR: “Não cabe exigir dos Municípios o certificado de quitação.. DJ de 06/11/02. Para afastar tal presunção é necessário prova inequívoca em contrário. Rel. Rel.04.) “Ementa: .. Destarte. 3ª Turma. Federal Nereu Santos. domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido. 579.. II. A lei poderá exigir que a prova da quitação de determinado tributo. que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa. Rel. seja feita por certidão negativa..: Des. Parágrafo único.. Decisão: 16/11/00. p.32569-3/PE. DJ de 09/04/01. A certidão de dívida ativa é dotada por lei de presunção de liquidez e certeza. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição. 205.72. AC 94.094318-1/SP. que. AC 2001.830/80). I. A dívida ativa regularmente inscrita goza de liquidez e certeza. Decisão: 16/12/02.) CAPÍTULO III Certidões Negativas Art.03. o ônus da prova cabe ao executado. expedida à vista de requerimento do interessado..1ª Região “Ementa: . somente podendo ser elidida mediante prova inequívoca a cargo do sujeito passivo do terceiro a quem aproveite (art... tendo ela efeito de prova pré-constituída.” . 3ª Turma. . . p.. nos embargos do devedor.” (TRF-5ª Região. p/ acórdão: Des. deve mostrar que a CDA não se constitui de requisitos atinentes à sua validade. Federal Newton de Lucca. AG 97.282 Tribunal Regional Federal . 204 do CTN... quando exigível...: Des... nos termos do art. ou regularidade de situação. DJ de 28/03/03. Decisão: 22/10/02. 204 do Código Tributário Nacional c/c art.. 631.” (TRF-3ª Região. I.” (TRF-4ª Região.) “Ementa: . 360.

. afigurando-se...Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 283 “Ementa: . Rel. cujas modalidades dos arts.” (TRF-1ª Região. Federal Mário César Ribeiro.01.. Rel. Rel. Rel. REsp 328045/SC. Se é por meio do lançamento que o crédito tributário é constituído. com efeito de negativa. art.006472-0/MG..... antes do lançamento.” (STJ. I. 4ª Turma. somente depois da chancela da autoridade fazendária competente. Nos tributos sujeitos a lançamento por homologação. Decisão: 09/11/99. . Fornecimento de certidão negativa. REsp 216790/RS. despida de exigibilidade.. existe tão-somente uma obrigação fiscal..: Min. cabendo-lhe somente orientar os agentes administrativos no exercício de suas atribuições.. é que terá ele assegurado o direito à certidão negativa. 185. 1ª Turma. .) “Ementa: . DJ de 25/02/02. p.. DJ de 22/04/02. 556. I. sem ele não há cogitar de débito. I.” (STJ. Franciulli Netto.. atestando a regularidade da compensação realizada pelo contribuinte. Sem crédito constituído definitivamente. Eliana Calmon. AGREsp 397708/MG.. . 205 e 206 do CTN.” (STJ. O fornecimento de certidão negativa de débito não pode ficar condicionado ao cumprimento de exigências constantes de ordem de serviço do INSS. O contribuinte tem direito à certidão negativa de débito quando a recusa de seu fornecimento está fundada na ausência do procedimento administrativo concernente à homologação do tributo. 265.. Decisão: 16/05/03. Jurisprudência pacífica desta Corte no sentido de que não pode ser negada ao contribuinte a expedição de certidão negativa de débito enquanto não constituído o crédito tributário. 2ª Turma. ilegal e abusiva a recusa de autoridade administrativa em expedir a certidão negativa de débito. p. 205... o contribuinte tem direito à certidão negativa de débito.. 229. REsp 412966/SC.: Des.: Min. consistentes na apresentação de defesa ou de recurso administrativo..00. Luiz Fux. I. por isso mesmo.. 2ª Turma.. DJ de 23/09/02. Há diferenças entre a certidão negativa de débito e a positiva...) “Ementa: . certo e exigível.....) “Ementa: . 1ª Turma.) “Ementa: . p. .. haja que em ato ordinatório interna corporis não pode contrariar ou restringir o disposto em decreto ou lei. para o fim de expedição de certidão negativa de débito – CND. Decisão: 15/08/02.. . Ag 1999. DJ de 17/03/00. DJ de 02/06/03. regra que não se excepciona aos tributos sujeitos ao chamado lançamento por homologação.: Min. Rel. líquido. I... CTN.) “Ementa: .” (STJ.. p. uma vez que. .. Milton Luiz Pereira. 249. p. Decisão: 09/10/01.: Min. Decisão: 04/09/01.

uma vez que as sentenças trabalhistas que reconheceram o vínculo empregatício são anteriores à Emenda Constitucional 20. REO 96. Não se encontrando os débitos do impetrante. tem o contribuinte o direito à certidão negativa de débito prevista no art.01. devidamente inscritos na dívida ativa. 106.01. não pode a Administração Tributária se recusar à emissão de certidão negativa de débito (CTN. 151 do CTN. Decisão: 26/11/02. arts.: Des.. Estando comprovado que não existe crédito tributário definitivamente constituído.) “Ementa: ... AMS 1999. Rel.. Rel. 2ª Turma Suplementar... 205 e 206 do CTN....) “Ementa: . . .00.. I. REO 1999. este estiver com a sua exigibilidade suspensa. 104. Contribuinte tem direito à certidão negativa de débito (CND – art. Federal Raldênio Bonifácio Costa.: Des. independentemente da garantia. 4ª Turma. mesmo havendo o débito tributário. do CTN.122459-2/BA. o contribuinte possui o direito à CND. Decisão: 24/11/00. III.: Juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz (convocado). Rel. quando em seu nome não constar nenhum débito tributário inscrito para com o Fisco e tem direito a obter a certidão positiva com efeito de negativa (art. p. 151. ... 97. DJ de 04/09/03.. a expedição deverá ser de certidão positiva. enquanto.02. p. 82.” (TRF-1ª Região. 205 do CTN. conforme os arts... I. .. I. REO 1999.. Decisão: 05/08/03.284 Tribunal Regional Federal . Considerando-se que a exigibilidade do crédito tributário se encontra suspensa por força do parcelamento da dívida.23390-1/MG.06866-9/RJ..) “Ementa: . Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes....” (TRF-1ª Região. para fornecer a certidão negativa de débito. e 205). 5ª Turma.1ª Região II. DJ de 09/01/03.) “Ementa: . 37..01.” (TRF-1ª Região. I. parágrafo único. Inexistindo o débito.00...49437-5/MA. DJ de 13/06/01. previsto no art. 2ª Turma Suplementar..023996-1/MG. DJ de 30/04/03.00. DJ de 20/02/03. p. . Decisão: 12/06/01. 2ª Turma Suplementar.. p. em decorrência de alguma das hipóteses previstas no art. não se apresenta como legítima a recusa no fornecimento da certidão requerida.. Decisão: 18/12/02.038629-4/MG. p.. 114 da Carta Magna. 205.: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada). DJ de 18/09/03. de 15 de dezembro de 1998. AMS 95.. AMS 99. p. 4ª Turma.) .01. impõe-se a concessão da segurança para determinar a expedição do referido documento. I. ..38..: Des. com efeito de negativa. Inexistindo débito fiscal e tendo a autoridade coatora extrapolado o prazo de dez dias. Rel.: Juiz Lindoval Marques de Brito (convocado).. 105.) “Ementa: . Decisão: 26/08/03. Rel. Federal Carlos Olavo. que acrescentou o § 3º ao art.” (TRF-1ª Região. quando.” (TRF-1ª Região. se há a dívida e se encontra com a exigibilidade suspensa. 206 do CTN).” (TRF-2ª Região. Rel.. 205 do CTN).

: Des. Federal Castro Aguiar. Federal Franca Neto.016212-6/RJ. ajuizamento de ação de execução fiscal. Rel. Não se pode negar a expedição de certidão negativa de débitos. do CTN.) “Ementa: . Decisão: 21/ 05/03.009125-1/SP. ou que sejam objeto de execução com penhora efetivada ou ainda que tenham sua exigibilidade sus- . é direito do contribuinte obter a certidão negativa ou positiva com efeitos negativos. . I. Federal Consuelo Yoshida..... a existência da ação judicial discutindo o valor do tributo.03. 205 (CND) e a certidão positiva com os mesmos efeitos da certidão de inexistência no art.. DJ de 11/11/02. Federal Maurício Kato... DJ de 28/05/03. prevê a possibilidade de certidão de inexistência de tributos no art. quando inexistem débitos perante a Previdência Social. 6ª Turma..” (TRF-2ª Região. Decisão: 27/08/02. por qualquer dos meios previstos em lei. p. p. 2ª Turma. Rel. o Código Tributário Nacional... DJ de 03/07/03... DJ de 18/02/03.” (TRF-2ª Região.) “Ementa: .. Tal certidão deve ser expedida se..) “Ementa: . à época da negativa pela autoridade... 205. 151. Ao tratar das certidões negativas de débitos. art. Rel. A expedição de certidão negativa de débitos e de certidão positiva com efeitos de negativa (arts. certo e exigível. Decisão: 25/09/02. líquido. nos termos do art. 443.. CTN. p. Rel. 205 do Código Tributário Nacional.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 285 “Ementa: . . AMS 2001.: Des.” (TRF-3ª Região... esta última nos casos de débitos não vencidos. REO 95. 2ª Turma. 354.04..0014089/RJ. c/c arts... 205 e 206. com liminar concedida.: Des.00. tem o contribuinte o direito à obtenção da certidão negativa de débito a que alude o art. Sem crédito constituído defintivamente..51. Rel. 367. 89.) “Ementa: .. Decisão: 10/12/02. I.: Des.03.01. . AG 2001.51. Se o crédito tributário não se encontra formalmente constituído pelo lançamento. I. .041674/ES. o contribuinte tem direito a certidão negativa de débito. 431. IV. 6ª Turma.. 206. AMS 98.” (TRF-3ª Região. AMS 2002. Fornecimento de certidão negativa. no caso. Decisão: 14/05/03. norma com força de lei complementar e aplicável às contribuições previdenciárias ante sua natureza tributária.” (TRF-2ª Região. p. era regular a situação do contribuinte ou se não havia. 205 do CTN.02... . ou a existência de execução fiscal garantida por penhora. 205 e 206 do Código Tributário Nacional) tem por objetivo comprovar que o contribuinte encontra-se em situação regular perante o Fisco.) “Ementa: . DJ de 07/11/02..063668-5/SP..: Des.. Suspensa a exigibilidade do crédito tributário.. ainda. Federal Sérgio Schwaitzer. 6ª Turma. nos termos do art. p... I.

00. 205 do Código Tributário Nacional.” (TRF-4ª Região. se o débito estiver garantido por penhora regular (CTN.021538-4/RS. Rel. AMS 2000.. Antes de se materializar o lançamento por parte da autoridade administrativa inexiste o débito do contribuinte perante o ente tributante e.. conforme dispõe o art. O contribuinte em situação fiscal regular não pode ser prejudicado pelo movimento paredista no serviço público. Federal Wellington M.005736-9/SP.005286-8/AL..) “Ementa: . sendo necessário que a impetrante comprove que preenche os requisitos do art.20.02. Federal Frederico Pinto de Azevedo. 454.. configura-se o cabimento da certidão negativa de débito de que trata o art. 151 do mesmo código. 582. DJ de 25/06/03. 1ª Turma.. Rel.) “Ementa: .00. I.80.018184-4/CE.004002-4/RS. para a defesa de direitos e esclarecimentos de situações pessoais.. p. 533. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria.00. .71. 5º. 2ª Turma.: Des. I. 205 do CTN. . A obtenção de certidões em repartição pública. REO 2001.. Rel. posto que constitui esta direito do contribuinte.. 205 do CTN.. art.: Des.) “Ementa: .. Federal Luiz Carlos de Castro Lugon. Rel. Decisão: 28/05/03. nesta hipótese.. p. AMS 2001. DJ de 09/10/02.. DJ de 18/06/03. p. . Uma vez parcelado o débito tributário.. Decisão: 11/06/03.) Art. Decisão: 12/11/02.05.286 Tribunal Regional Federal . 206.1ª Região pensa por qualquer das causas do art. AMS 2001. Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos.: Des.. de Almeida.. p. A mera alegação de greve do INSS não enseja a emissão da CND. A emissão de certidão negativa de débito está condicionada...” (TRF-5ª Região. Decisão: 07/11/02. não há razão plausível para recusa no fornecimento de certidão negativa. • Vide Súmula 38 do TFR: “Os Certificados de Quitação e de Regularidade de Situação não podem ser negados. XXXIV..” (TRF-3ª Região. AG 2002.” ...” (TRF-4ª Região. 495. O lançamento constitui o crédito tributário e lhe confere exigibilidade. b). 1ª Turma.71. III. II. . 4ª Turma..: Des. constitui direito individual garantido na Lei Maior (art. ou cuja exigibilidade esteja suspensa.) “Ementa: . p.. .” (TRF-5ª Região... DJ de 04/02/03.61. 1ª Turma. Rel. DJ de 11/02/03..: Des. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora. Decisão: 27/08/02. 933... 206). à inexistência de débitos fiscais com o ente emissor. Federal Souza Ribeiro.

É necessário seja a mesma efetivada. Francisco Peçanha Martins.” (STJ... 2ª Turma. posto que a exegese do art.: Min. Luiz Fux. .’ II.. 222. p. não basta o oferecimento de bens à penhora. ou cuja exigibilidade esteja suspensa. Garcia Vieira. Rel. DJ de 19/05/03. não pode ser negado o fornecimento da certidão prevista no art.” (STJ. DJ de 10/02/03. REsp 279365/SC. DJ de 30/09/02. Laurita Vaz. p.. pouco importando que este seja inexigível.. AGA 469422/SC. 175. em se tratando de pessoa jurídica de direito público não sujeita à penhora de bens. Decisão: 07/11/02.. p. I. art.. I.: Min. 206 do CTN. Suspensa a exigibilidade do crédito tributário por força de parcelamento. Não se reveste de ilegalidade a determinação de que a expedição de certidão positiva com efeito de negativa esteja condicionada à penhora de bens suficientes que garantam o débito exeqüendo..” (STJ.” (STJ. 180. p.” (STJ. o contribuinte tem direito a uma certidão positiva com os mesmos efeitos da certidão negativa (CTN. Comprovada a garantia do juízo em executivo fiscal. Rel. opostos embargos à execução.. 91.) “Ementa: . REsp 196026/RS.. O art.... 1ª Turma... 1ª Turma. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora. ..) “Ementa: .) “Ementa: . . A certidão negativa de débito não pode ser emitida se existente o crédito tributário.: Min.. 206 do CTN conspira em prol do interesse público. nos termos do art. 206) . Decisão: 06/04/99..) “Ementa: . se a exigibilidade do crédito tributário está suspensa por força de parcelamento. Esta Corte firmou o entendimento de que: ‘Na execução fiscal proposta contra Município. tem o embargante direito . Ari Pargendler. garantindo o débito... 206) . 206 do CTN dispõe: ‘Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos.....: Min.. Decisão: 12/03/02. todavia. art. 2ª Turma..... Decisão: 06/05/03. DJ de 15/04/02.: Min. Para ser reconhecido o direito à certidão negativa de débito.. Decisão: 05/09/02. REsp 363518/ES. p. Rel. Ofertada caução real no processo cautelar é de se conceder certidão positiva com efeitos de negativa. Rel. 206 do CTN..Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 287 “Ementa: . 2ª Turma. através da penhora efetivada.. II. 138. o contribuinte tem direito a uma certidão positiva com os mesmos efeitos da certidão negativa (CTN. DJ de 25/09/00. Rel. AGA 333133/SP..) “Ementa: . recebidos e processados. I.

A opção do contribuinte pelo Refis..044721-3/MG.’ . . É direito do devedor de crédito tributário obter certidão positiva com efeito de negativa.) “Ementa: .00.. 109. é necessário que o crédito não esteja vencido. p... dando ao optante o direito à expedição da certidão prevista no art.01.) “Ementa: .CTN. Decisão: 04/12/ 02. DJ de 07/04/03.36. Rel. art... III e 206.. 80. tem o contribuinte o direito à expedição de certidão positiva com efeito de negativa. . art.. §§ 1º e 2º). Decisão: 15/10/02.. O devedor faz jus à obtenção de certidão positiva de débitos com efeitos de negativa.1ª Região à expedição de certidão positiva com efeitos de negativa.. 80. 205. c/c o art. p. 254.01. Rel. REsp 443024/RS.: Juíza Gilda Sigmaringa Seixas (convocada). 151.. 95. Rel. Contribuinte tem direito à certidão positiva com efeito de negativa..) “Ementa: . I..01. conforme previsto nos arts.: Des.003787-9/MT. DJ de 07/02/03.. 206 do CTN.00. Federal Olindo Menezes.) “Ementa: . Decisão: 05/08/03. p. enquanto pendente a análise de recurso administrativo. 3ª Turma. Federal Selene Maria de Almeida.). 4ª Turma. do Código Tributário Nacional. em curso de cobrança executiva.. Decisão: 26/11/02. 206 ... DJ de 02/12/02.38. quando o débito encontra-se garantido por penhora (CTN. cujo lançamento pretende discutir.) “Ementa: .. (Cf.) “Ementa: ... .” (TRF-1ª Região. implica na suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Para a concessão de certidão positiva com efeitos de negativa de débitos. Estando o crédito tributário.: Des.288 Tribunal Regional Federal . I. mediante o oferecimento de fiança bancária. quando ocorre a homologação tácita (Decreto 3. I. Rel.. Decisão: 19/11/02. ou que esteja com sua exigibilidade suspensa. AMS 1999. Decisão: 24/03/03..01. em caso de execução.: Des. Rel..431/00. Federal Hilton Queiroz. 5ª Turma. 69.” (TRF-1ª Região. se propõe garantir a satisfação do crédito. Decisão: 24/06/03. 1ª Turma.. que contenha débitos ajuizados e não garantidos.” (TRF-1ª Região.: Des.. art.) . . nos termos do art. .. Federal Mário César Ribeiro.. 4ª Turma.137177-6/DF. AC 2000.: Min. p.03.” (TRF-1ª Região..078629-0/MG. I. Ag 2002. Ag 2000. Ag 2001. Rel. DJ de 08/08/03.: Des. DJ de 19/02/03. p. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.” (TRF-1ª Região. Rel. 2ª Turma Suplementar...00. 4ª Turma.” (TRF-1ª Região. Luiz Fux. I.00. DJ de 04/09/03.000040-6/DF.. I..00.. AMS 1999. 206).” (STJ.000400-8/MG.... DJ de 12/03/03. p.. 13.. 206 do Código Tributário Nacional. garantido por penhora ou com a sua exigibilidade suspensa em virtude de depósito integral. que tenha sido garantido por penhora.. 172. p.

CTN.. REO 1999.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 289 “Ementa: .02. Estando o débito devidamente constituído. 2ª Turma Suplementar... Federal Valmir Peçanha.” (TRF-2ª Região. de créditos cuja exigibilidade esteja suspensa (art. DJ de 21/03/03. I.00. 4ª Turma.38. 21. Rel. p..033306-9/MG. AMS 2002. .. 4ª Turma. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetuada a penhora.: Des. Parcelamento do débito. 3ª Turma. das obrigações assumidas pelo contribuinte. Federal Frederico Gueiros. 206 do Código Tributário Nacional. II. II. Decisão: 29/10/02. a certidão positiva com efeito de negativa poderá ser expedida se sua exigibilidade estiver suspensa.) “Ementa: . Rel. p. Decisão: 25/02/03..38. não pode o legislador ordinário condicionar a concessão de certidão negativa de débitos ou de certidão positiva com efeito de negativa ao fornecimento de garantias e.) “Ementa: .025483-0/MT. Rel. O Código Tributário Nacional autoriza a expedição de certidão positiva de débito..: Des.. Rel. I.01409-2/ES. sob o argumento de que inexiste garantia para a transação firmada..: Des.. Decisão: 21/10/02.. 92.002297-2/MG..” (TRF-2ª Região. 206 do CTN prevê expressamente a possibilidade de emitirse certidão positiva com efeitos de negativa na hipótese de suspensão da exigibilidade do crédito tributário como quando ocorre o depósito integral de seu montante.” (TRF-1ª Região. no prazo. O art.... quando se tratar. REO 1998. 206 do CTN autoriza a expedição de certidão positiva com efeito de negativa. seja pelo fato de os débitos estarem sub judice. muito menos. p. Decisão: 25/02/03.00. 3ª Turma.00. 206. com efeitos de negativa. .... 206).. I. Nos termos do art. DJ de 21/02/03. 274. AMS 2000. p. Estando regular o parcelamento com o cumprimento. Federal I’talo Fioravanti Sabo Mendes.... .. ou cuja exigibilidade esteja suspensa.008702-7/RJ. não pode ser negado o fornecimento de certidão de débito.” (TRF-1ª Região.: Juiz Eduardo José Corrêa (convocado)..... DJ de 20/03/03.. .) “Ementa: .01. seja pela existência de penhora. AG .” (TRF-1ª Região. 39.. Achando-se suspensa a exigibilidade do crédito tributário. DJ de 1º/08/03. . Federal Cândido Ribeiro. Rel.” (TRF-3ª Região. O art. entre outras hipóteses. abster-se de expedi-la quando já ofertada garantia.) “Ementa: . II. DJ de 09/01/03.02..01. AC 2002.. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora. .) “Ementa: . Certidão de regularidade fiscal. tem o mesmo efeito da certidão negativa de débitos a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos... Art..01. Decisão: 24/06/03.. 99.: Des.. p.

com os mesmos efeitos da negativa de débito.: Des. AMS 2000.00.. DJ de 28/05/03. preconizado no art. se a exigibilidade dele está suspensa por força de parcelamento.. Rel..99. p.) “Ementa: . DJ de 1º/07/03. 2ª Turma. Decisão: 11/06/03.) . 206 do CTN.61.. 151 do CTN). em feito cautelar ou ordinário. tem o impetrante o direito à liberação pretendida.054082-9/SP. o que.290 Tribunal Regional Federal . REOMS 1999. AC 2001. p. DJ de 02/04/03. 401. 206 do CTN.03.... Certidões positivas com efeitos de negativas (art.. Federal Baptista Pereira. Decisão: 15/04/03.00.034294-7/SP.) “Ementa: . p.039077-3/SP.. viabilizaria a emissão de certidão positiva com efeitos de negativa. Federal Mairan Maia.. DJ de 19/09/03. ou que estivessem com a exigibilidade suspensa.000033-9/SC. somente é possível a expedição de certidão. Decisão: 02/05/02. 5ª Turma. 5ª Turma..” (TRF-3ª Região. Reconhece-se direito ao contribuinte-devedor. incapaz de atender qualquer das hipóteses legais que provoque a suspensão da exigibilidade do crédito tributário (art. DJ de 06/08/03. II.” (TRF-3ª Região. 206 do CTN. I. Rel.03. Decisão: 03/09/03.09... desde que se refira a créditos não vencidos.61. IV..) “Ementa: . 206 do Código Tributário Nacional.” (TRF-3ª Região. REOMS 96. AMS 1999. 687. . Nos termos do art. 93. Estando a liberação de mercadoria importada condicionada à apresentação de CND por parte do importador..03. 206 do CTN. I. p. Rel.: Des.035954-5/SP. Federal Suzana Camargo. Rel. 145.. A certidão negativa de débito não pode ser emitida se pendente o crédito tributário.72. 198.) “Ementa: .. 3ª Turma. em curso de cobrança executiva em que houvesse penhora. Rel. A prestação de garantia real tem o desiderato de suspender a exigibilidade dos créditos fiscais.. 206) podem ser expedidas nos casos de existência de créditos não vencidos. DJ de 17/06/03.” (TRF-4ª Região. ad instar da hipótese alvitrada no art.. nos termos do art. Porém.027127-6/SP.. II. 6ª Turma. de caucionar bem em garantia do débito tributário. . ou cuja exigibilidade esteja suspensa.” (TRF-3ª Região. 320. p. Decisão: 29/04/ 03.. nos termos do art. e tendo apresentado este certidão positiva onde há a certificação de que os débitos são objetos de execução garantida por penhora. obtendo o mesmo efeito da penhora em execução fiscal... Federal Marianina Galante. p.: Des. 1ª Turma.00.) “Ementa: . Federal Luiz Carlos de Castro Lugon. Rel.: Des.: Des. o contribuinte tem direito a uma certidão positiva com efeitos de negativa.: Des.1ª Região 2001. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora.. uma vez que a certidão apresentada tem os efeitos de negativa. Decisão: 29/10/02. Federal André Nabarrete.

contra o requerente. Art.: Des. na forma do art.) “Ementa: ..00. .” (TRF-5ª Região. p. DJ de 04/04/03.” (TRF-5ª Região.: Des.. 4ª Turma. de Almeida. . AMS 2002. p. esteja garantido o juízo pela penhora regularmente efetivada.006262-0/PB.: Des.. em havendo execução da dívida fiscal. 1ª Turma. 861.01. Rel. ou cuja exigibilidade estiver suspensa (CTN..” (TRF-4ª Região. 206 do CTN. 496. de modo a torná-lo exigível... DJ de 10/04/03.71.) “Ementa: . . pressupõe que..) “Ementa: .. Nos casos de débito tributário discutido judicialmente. pode ser emitida certidão positiva com efeito .07.. I..: Des.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 291 “Ementa: . DJ de 18/06/03. II. DJ de 25/06/03... p.) “Ementa: . Federal Maria Lúcia Luz Leiria.... 1ª Turma.. tem o contribuinte direito à expedição de certidão positiva com efeitos de negativa como dispõe o art. a autoridade administrativa não pode negar a emissão de certidão de regularidade fiscal. I. Rel. Sendo a decisão judicial de mérito favorável ao contribuinte. 573.. Decisão: 10/12/02.. Decisão: 11/06/03. I. pelo ajuizamento de ação fiscal. Federal Napoleão Maia Filho. 206 do CTN. Federal Wellington M. Federal Paulo Machado Cordeiro.. salvo na existência de outros créditos cuja exigibilidade não esteja suspensa.) “Ementa: .” (TRF-5ª Região. DJ de 25/03/03.05.017819-8/PE.017632-8/CE. AMS 2000. Enquanto não constituído o crédito tributário por seu regular lançamento. p. em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetuada a penhora. 1ª Turma. REO 2000. CND. art. créditos não vencidos. Rel. 588.. Nesta situação.. A certidão positiva com efeito de negativa de débito é devida quando existirem. O simples fato de existir crédito tributário impossibilita o contribuinte de obter apenas a CND. p.055808-9/SC. Estando o crédito tributário em curso de cobrança executiva garantida por penhora tem direito o contribuinte à certidão positiva com efeito de negativa. 206 do CTN.81.008650-4/RS.01. Decisão: 11/02/03. 206 do CTN... ...” (TRF-4ª Região. 206). Rel.82. Rel.. 206 do CTN. AG 2002.. Decisão: 04/06/03.04. A concessão da certidão positiva com efeitos de negativa. fazendo jus à certidão positiva com efeito de negativa caso se encontre resguardado por uma das hipóteses previstas no art.00. 494..: Des. REO 2000. Federal Luiz Alberto Gurgel de Faria. suspende-se a exigibilidade do crédito tributário ainda que o pedido liminar tenha sido inicialmente negado.. Decisão: 15/12/02. onde o contribuinte ofereceu bens a penhora. inteligência do art. 4ª Turma.. sendo indevida a permanência da inscrição no Cadin.

001407-1/PB. Federal Petrúcio Ferreira. Independentemente de disposição legal permissiva. DJ de 27/03/03. 405..) Art.. DJ de 28/04/03..004. Federal Napoleão Maia Filho.1ª Região de negativa de débitos. Art. 4ª Turma. II.00. 206 do CTN. pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos. 440. REO 2002.00. Decisão: 17/09/02.) “Ementa: ... p. à mercê de oferecimento de garantia para a sua expedição... respondendo. 208. responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir. 1.82.: Des. Rel. .. 460. Rel.01. porém. Havendo defesa administrativa pendente de julgamento. que contenha erro contra a Fazenda Pública. . REO 2001. Rel. DJ de 16/04/03.: Des.) “Ementa: .” (TRF-5ª Região. Decisão: 25/02/03. p.. é hipótese de concessão de certidão positiva de débito com efeitos de negativa. é o meio pelo qual se prova a quitação de determinado tributo. nos termos do art. impõese a expedição de certidão positiva com efeito de negativa. quando se tratar de prática de ato indispensável para evitar a caducidade de direito. p.00. Federal Nereu Santos. Decisão: 20/03/03. 206 do CTN.” (TRF-5ª Região. Rel.002765-9/PB.82. DJ de 13/05/03. REO 2000.. I.. juros de mora e penalidades cabíveis. . Federal Ivan Lira de Carvalho... 3ª Turma. será dispensada a prova de quitação de tributos. p.” (TRF-5ª Região.292 Tribunal Regional Federal . Embora a garantia por meio de penhora no processo de execução não seja causa de suspensão da exigibilidade do crédito tributário.. . inteligência do art. Decisão: 16/05/02... I.” (TRF-5ª Região. 207.001005-6/AL.80..: Des. I. ou o seu suprimento.000001-4/AL. em Direito Tributário. 1ª Turma. todos os participantes no ato pelo tributo porventura devido. é o documento que busca informar a real situação fiscal do contribuinte. cujo débito fiscal encontra-se parcelado. posto que não exigida no momento oportuno. expressamente prevista no art. 2ª Turma..: Des.80.. REO 2002.. 206 do CTN. A certidão negativa expedida com dolo ou fraude. O contribuinte. A certidão negativa de débito. exceto as relativas a infrações cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator. tem direito à obtenção de certidão positiva de débito com efeito de negativa.) “Ementa: . ..

862.. dos Estados.. Decisão: 1º/04/96.: Des. quando empregada nesta lei sem qualificação. AC 92. 25 da Lei 6.02. DJ de 17/05/96.. Federal Alberto Nogueira. caso em que começará no primeiro dia útil que se seguir. o pagamento efetuado no primeiro dia útil do seu vencimento. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. I. Rel.. O disposto neste artigo não exclui a responsabilidade criminal e funcional que no caso couber.” Parágrafo único..07656-5/MG.830/80.) “Ementa: . Rel..: Des. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento (art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 293 Parágrafo único. Pagamento.” (TRF-1ª Região. do Distrito Federal e dos Municípios. “Ementa: . não . 3ª Turma. III. Para efeito da intimação pessoal prevista no art. salvo se não houver expediente. Decisão: 07/12/93. dentro do prazo de cinco dias. as autarquias incluem-se no conceito de Fazenda Pública. o prazo judicial terá início na segunda-feira imediata. 210.. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindose o de vencimento. Recaindo o dia de vencimento do pagamento de contribuição previdenciária em feriado ou ponto facultativo. • Vide Súmula 310 do STF: “Quando a intimação tiver lugar na sexta-feira.. DJ de 24/03/94. Os prazos fixados nesta lei ou na legislação tributária serão contínuos. Prazo. Só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato. Feriado. I.. AC 96. 209.01..” (TRF-2ª Região. O prazo de prescrição qüinqüenal tributária é contado de forma contínua. p. ou a publicação com efeito de intimação for feita nesse dia.. 210-CTN). Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato.08025-9/RJ. 31. “Ementa: . Contam-se os prazos. Federal Olindo Menezes.. a teor do art..) Art. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento. ... 2ª Turma. . 1º desta mesma lei. Contribuições previdenciárias. abrange a Fazenda Pública da União. A expressão “Fazenda Pública”.

. da legislação vigente. do Ministério da Fazenda. Mandado de segurança repressivo-preventivo. a consolidação.294 Tribunal Regional Federal . 210). 125 do Código Civil. “Ementa: . Incumbe ao Conselho Técnico de Economia e Finanças. 214.. 211. Rel.016409-1/MG.) “Ementa: Prazo para o pagamento de tributo (CTN. por decreto.. aplicando-se subsidiariamente.00.) Art. que revo- ... é legítima a prorrogação. Art.: Des. O Poder Executivo promoverá a realização de convênios com os Estados. Os Estados pertencentes a uma mesma região geoeconômica celebrarão entre si convênios para o estabelecimento de alíquota uniforme para o imposto a que se refere o art. art.. I. AMS 1998.: Juiz Leão Aparecido Alves (convocado)... .. impetrado por sociedades agroindustriais no setor sucroalcooleiro... prestar assistência técnica aos governos estaduais e municipais. do prazo do vencimento para o pagamento de tributo cujo termo final ocorreu em dia de sábado. Parágrafo único. 52. . para excluir ou limitar a incidência do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias. estaduais e municipais expedirão. Federal Mário César Ribeiro. p. 210) e na legislação tributária em geral exclui-se o dia do início e inclui-se o dia do vencimento. 212. DJ de 14/10/02. .30667-0/MG. Decisão: 16/03/99.01. Art. repetindo-se esta providência até o dia 31 de janeiro de cada ano. o disposto no § 1º do art. no que se refere à fixação da alíquota de que trata o art. 2ª Turma Suplementar. Os Municípios de um mesmo Estado procederão igualmente. 495. 60. Sendo certo que na contagem dos prazos fixados no Código Tributário Nacional (art. com o objetivo de assegurar a uniforme aplicação da presente lei. contra convênio ICM 73/87. AMS 93. dentro de 90 (noventa) dias da entrada em vigor desta lei.. relativa a cada um dos tributos. Art. em texto único.. 213..01.” (TRF-1ª Região. . bem como que o vencimento somente se dá em dia de expediente normal da repartição.” (TRF-1ª Região. 4ª Turma. para o primeiro dia útil subseqüente. p. no caso de exportação para o exterior.. 481. Rel. Os Poderes Executivos federal. Decisão: 10/09/02.1ª Região está sujeito a multa. DJ de 11/06/99.

: Min.) Art. . 5º. onde têm suas respectivas sedes as impetrantes. As alíquotas do ICM. a. 578 e seguintes da Consolidação das Leis do Trabalho. parágrafo único. art. denominação que passa a ter o Imposto Sindical de que tratam os arts. Decreto-Lei 28. AMS 89. e retido por aquela autarquia econômica. art. bem como a do art. art. 215. sem prejuízo do disposto no art. 2ª Turma. Federal D’Andrea Ferreira. Art. Art. 19 da Lei 1. como previsto nas regras acima citadas. 17. e não por meio de decreto.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 295 gou a isenção daquele tributo em relação a produtos industrializados destinados ao IAA para exportação. Acolhimento da preliminar de nulidade do processo. de 13/03/67. da “contribuição sindical”..737. da CF de 88. b. de 07/01/75. Código Tributário Nacional. sem compressão dos investimentos previstos na proposta orçamentária de 1967. A lei estadual pode autorizar o Poder Executivo a reajustar. só poderiam ser aumentadas mediante lei. 74. RE 76114/SP. § 3º. X. Antônio Neder.02. e 77. DJ de 22/09/94. 21 da Emenda Constitucional 18. a alíquota de imposto a que se refere o art. Decisão: 29/04/81. § 2º.: Des. 4. Ato Complementar 36.11913-0/RJ. Decisão: 09/02/94. 16 da Lei 4. Lei Complementar 24.. Prevalência do princípio da legalidade tributária. 215. 52. 23. As disposições desta lei. Ato Complementar 35. 1ª Turma.025. O Poder Executivo proporá as medidas legislativas adequadas a possibilitar.. o cumprimento do disposto no art. art. 105. Rel. da Carta de 67/69.533/51. da CF. 53.119. 6º. II. 217.) Art. de 14/11/66. 3º. 54 da Lei 5. de 1965. Competência do egrégio Superior Tribunal de Justiça: art. notadamente as dos arts. de 14/11/66) . 216. p. de 28/02/67. Art. art. “Ementa: I. DJ de 22/05/81. dentro de limites e segundo critérios por ela estabelecidos. 150. de 11 de dezembro de 1964. (Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27. § 6º. de 10 de junho de 1966. p. não excluem a incidência e a exigibilidade: (Artigo acrescentado pelo Decreto-Lei 27. no exercício de 1967.” (STF. 214 do CTN. art.” (TRF-2ª Região. de 14/11/66) I. I.589. Rel. pela ausência dos litisconsortes passivos necessários: o ministro da Fazenda (União) e os secretários de Fazenda dos Estados de Pernambuco e de Alagoas.

” “Ementa: . de 14/11/66 e revogado pelo Ato Complementar 27. (Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27.807. 157. Sua sede está no art. 2ª Turma.903. de 08/12/66 Texto original: das denominadas “quotas de previdência” a que aludem os arts. de 14/11/66) IV. III.107. de 14/11/66) V. Tribunal Pleno.. 2º da Lei 5.. que integram a contribuição da União para a Previdência Social. criada pelo art. ou de órgão da Administração Pública. Não exige o Estado.: Min. de 13 de setembro de 1966. de 26 de agosto de 1960 com as alterações determinadas pelo art. não implica torná-lo titular do direito à contribuição. (Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27...1ª Região II. pelo Poder Público. DJ de 1º/07/88. Rel. em prol do recolhimento da contribuição do FGTS. decorre do cumprimento. da contribuição destinada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. contribuição de natureza fiscal ou parafiscal. p. de 29 de novembro de 1965. 165. Francisco Rezek. 158 da Lei 4.) “Ementa: ... da Constituição Federal.. As contribuições para o FGTS não se caracterizam como crédito tributário ou contribuições a tributo equiparáveis.” (STF. Néri da Silveira. 16. 22 e 23 da Lei 5.. . DJ de 10/10/86. valores a serem recolhidos ao erário. de 29 de novembro de 1965. 34 da Lei 4. de obrigação de fiscalizar e tutelar a garantia assegurada ao empregado optante pelo FGTS.929. 18..296 Tribunal Regional Federal . Inciso acrescentado pelo Decreto-Lei 27.863..) .. de 13 de setembro de 1966. das contribuições enumeradas no § 2º do art. Decisão: 16/09/86. .. Rel.: Min. quando aciona o empregador. p. da Constituição..214..107. Decisão: 02/12/87. de que trata o art. com disciplina no Direito do Trabalho. de 14/11/66) • Vide Súmula 191 do TFR: “É compatível a exigência da contribuição para o PIS com o Imposto Único sobre Combustíveis e Lubrificantes. com as alterações decorrentes do disposto nos arts.. (Inciso acrescentado pelo DecretoLei 27. e outras de fins sociais criadas por lei. AgRAI 101900/SP. . XIII. apenas. As contribuições previdenciárias relativas a débito anterior à Emenda Constitucional 8/77 ostentam natureza tributária. de que trata o art. Não há. da contribuição destinada a constituir o “Fundo de Assistência” e “Previdência do Trabalhador Rural”. de 2 de março de 1963. 34 da Lei 4. item XVI. como receita pública. daí.” (STF.863. Os depósitos do FGTS pressupõem vínculo jurídico. 71 e 74 da Lei 3. RE 100249/SP. mas. A atuação do Estado.

863.: Juíza Vera Carla Cruz (convocada).01. no dia 1º de janeiro de 1967. mantida pela legislação ordinária posterior – Lei 4. em seu art.. 217. Decisão: 16/04/99.. O CTN.. . de 31/12/70 (art.. Rel. EIAC 91. por ser do trabalhador. que ressalvou a sua cobrança (art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 297 “Ementa: ... inciso IV. 35) e Decreto-Lei 1. II. 1ª Turma. .. ..: Des..: Juíza Selene Maria de Almeida (convocada).20444-0/DF.01. de 1955. também não viola o CTN.) “Ementa: .. . Garcia Vieira...) “Ementa: .. art. .. afasta a aplicabilidade das regras tributárias.863. 18..816. O adicional. Decisão: 16/05/94. O próprio CTN. Decisão: 16/04/02. de 10 de outubro de 1949.. A natureza tributária das contribuições previdenciárias clareja-se no Código Tributário. Federal Tourinho Neto. 18. no seu art. Federal Adhemar Maciel. 2ª Seção. em todo o território nacional. 4ª Turma. p... 217. p.) Art. 217. DJ de 09/03/92. 16. O CTN.064.: Des...: Des. manteve o adicional criado pela Lei 2. II.” (STJ.06590-8/DF. p.01.32046-2/MG.. Decisão: 09/04/97.01.. .146. Federal Olindo Menezes. especialmente a Lei 854. mantido pela Lei 4. 217.. 3ª Turma. Rel. 217).) “Ementa: . 217. DJ de 17/05/93. DJ de 18/06/99. de 31/12/70... referendou as exigências para o Funrural. AC 96.. de 29/11/65 (art.. Rel. 4.: Min. DJ de 20/06/94. AC 94. VII... de 29/11/65.057. REsp 47135/SP. DJ de 25/07/02.. V). Decisão: 03/05/93. expressamente.613. p. 51. revogadas as disposições em contrário. com a alteração dada pelo Decreto 27/66. III. AC 96.” (TRF-1ª Região. Tranqüila é a jurisprudência do STF de que o crédito FGTS.” (TRF-1ª Região.01. Decisão: 17/12/91. não se rege pelo CTN.) “Ementa: .” (TRF-1ª Região. e pelo Decreto-Lei 1.23151-0/DF. 3º) – não se atrita com o Código Tributário Nacional.) “Ementa: ...07235-8/DF. 3ª Turma. p. Rel. Rel. . 2ª Turma Suplementar.. no art. A exigência. p. IV. Rel..” (TRF-1ª Região. 279. que ressalvou a sua cobrança (art. EDAC 93. 218. I... V. REPDJ de 10/05/02.” (TRF-1ª Região.146. Esta lei entrará em vigor.

165. diretrizes. 200 termo de inscrição da dívida ativa. 194 a 208 ADMINISTRADORES DE BENS – de terceiros. inclusão: art. 201 a 204 . indicações obrigatórias: arts. § 1º – – certidão negativa expedida com dolo ou fraude: art. prescrição: art. 163. prescrição: art. legislação: art. parágrafo único presunção de certeza e liquidez da dívida regularmente inscrita. 185 e parágrafo único ALÍQUOTAS (CF/88) – alteração: art. de investimento e da seguri– regiões: art. 194 a 200 intimação escrita. II ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA – arts. plano plurianual. 204 e parágrafo único prova de quitação mediante certidão negativa: arts. taxas: art. 165. 197 e parágrafo único juros de mora. § 1º dade social: arts. objetivos e metas: art. plano plurianual. parágrafo único livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal e comprovantes de lançamentos. I AGÊNCIAS FINANCEIRAS (CF/88) – oficiais de fomento. § 2º ALIENAÇÃO FRAUDULENTA – ou oneração de bens ou rendas. metas e prioridades: art. 205. § 2º – – – – federal. até quando serão conservados: art. liquidez do crédito: art. parágrafo único – dívida ativa tributária. 131. III ADQUIRENTE – responsabilidade tributária: art. § 5º. interrupção e reinício: art. curso. 165. 165. 169 – de cobrança de crédito tributário. efeito de prova: art. art. 165. 174. § 1º normas: art. 207 – dívida ativa: arts. 175. 201 e parágrafo único – – – fiscalização: arts. e DT.Índice Alfabético-Remissivo do Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência e do Sistema Tributário Nacional na Constituição Federal de 1988 (*) ABUSO DE PODER ECONÔMICO (CF/88) – repressão: art. 43 e §§ 1º a 3º – serviços públicos. licitação: art. parágrafo único – de cobrança de crédito tributário. § 2º – investimento. 201. e 167. 145. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública: art. 167. política de aplicação: art. estadual ou municipal por autoridades administrativas: art. 173. 195. responsabilidade quanto aos tributos devidos por estes: art. 134. II. I – gestão financeira e patrimonial. 169. caput – serviços públicos. § 9º. 205 e 206 requisição do auxílio da força pública federal. 174 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (CF/88) – federal. – finanças. VIII – – orçamento fiscal. 208 e parágrafo único certidão negativa. 153. interrupção e reinício: art. 202 e 203 – anulatória. § 4º AÇÃO(ÕES) – anulatória. curso. prazo para fornecimento: art. parágrafo único – certidões negativas: arts. para prestação de informações: art. 205 a 208 – dispensa de prova de quitação de tributos ou seu suprimento: art. conceituação: art. 35.

174. base de cálculo do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. finalidade: art. 180 a 182 – lei. 130. § 3º – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros. 150. II ARREMATAÇÃO – em hasta pública. cobrança judicial de crédito tributário. 65 Importação de produtos estrangeiros: art. apoio e estímulo: art. 170. 173 e §§ lº a 5º – concessão em caráter geral ou limitadamente: art. de imóveis. quando se reputarão perfeitos e acabados: art. c. parágrafo único ARREMATANTE – de produtos apreendidos ou abandonados. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. § 2º ATIVIDADE ECONÔMICA (CF/88) – exploração direta pelo Estado: art. alteração pelo Poder Executivo. 178. ressalva: art. 170 a 181 ATIVIDADE GARIMPEIRA (CF/88) – organização: art. impostos. § 2º. § 3º ATOS ADMINISTRATIVOS – vide também ATOS NORMATIVOS despacho da autoridade administrativa: art. VI. 39 – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imó– do Imposto sobre Operações de Crédito. proibição: art. 22. 20. IV ANALOGIA – aplicação da legislação tributária: art. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos: art. direito à restituição total ou parcial do tributo: art. para efeitos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 117 ATOS NORMATIVOS – normas complementares das leis. 187 ASSISTÊNCIA SOCIAL (CF/88) – instituições de. § 2º . início. II ARROLAMENTO – habilitação em. 106 – vigência. 165. I – a fatos geradores futuros e aos pendentes. 180 – não concedida em caráter geral. efetivação por – livre exercício: art. parágrafo único – princípios gerais: arts. base de cálculo do Imposto sobre a – fixação apenas pela lei. finalidade: art. 174. 19 – específica. I ATOS INTERNACIONAIS (CF/88) – transporte internacional. 100. 21 veis e de Direitos a eles Relativos. II ÁREAS URBANIZÁVEIS – consideradas urbanas por lei municipal. 32. 97. 105 APOSENTADORIA (CF/88) – rendimentos: art. sub-rogação: art. caput ATOS JURÍDICOS – condicionais. alteração pelo Poder Executivo. § 4º ASSOCIAÇÃO (CF/88) – atividade garimpeira: art. ressalva: art. 182 e parágrafo único ANULAÇÃO DE DECISÃO – condenatória. acordo: art. 174. não estará sujeita a: art. I e § 1º ANISTIA – arts. limites: art. 103. 181 – infrações que abrangerá: art. contribuinte do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 299 ALÍQUOTA(S) – ad valorem. Câmbio e Seguro. III APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA – a ato ou fato pretérito: art. será imediata: art. 153. 108.

parágrafo único – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imó– do Imposto sobre Operações de Crédito. § 2º – Nacional: art. II . 64 – do Imposto sobre Operações de Crédito. exclusão: art. 150. 163. finalidade: art. Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos: art. ao Distrito Federal e a cada Município. 34. § 1º – títulos de emissão do Tesouro 164. e DT. 24 e 25 – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. 97. 93. alteração do Poder Executivo. agente depositário: art. 164. Câmbio e Seguro. 176. § 1º. proibição: art. 65 – créditos ao Fundo de Participação dos Estados – e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios: art. do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros. II – atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo. art. § 2º Federal e a cada Município quotas aos mesmos devidas: art. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. 20 – emissão de moeda: art. art. renda ou serviços. 156. § 1º – prazo para creditar a cada Estado. 97. e § 2º. 77. art. equiparação à majora– fixação pela lei. § 6º – móveis. 100. 93 – – do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. § 11 BANCO DO BRASIL – comunicação dos créditos feitos ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios. ao Tribunal de Contas da União. proibição quanto à mesma: art. 34. § lº BANCO CENTRAL (CF/88) – disponibilidade de caixa. Câmbio e Seguro. 47 do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 33 – do Imposto sobre a Propriedade Predial e Ter– do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. parágrafo único – do Imposto sobre a Exportação: arts. 87 prazo para comunicar ao Tribunal de Contas da União o crédito feito a cada Estado. 69 ção: art. 38 BANCO DE DESENVOLVIMENTO DO CENTRO-OESTE (CF/88) – criação: DT. e DT. ao Distrito – será comunicado pelo Tribunal de Contas da União sobre os coeficientes individuais de participação de cada Estado e do Distrito Federal: art. 87. 164 – empréstimos: art. 30 veis e de Direitos a eles Relativos: art. parágrafo único – impostos sobre patrimônio. § 2º. quanto a Estados e Municípios que celebrem convênios com a União: art. ressalva: art. disposições: art. § 2º – imóveis. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. 164. modificação. 155. finalidade: art. § 3º – de taxa. caso em que não constituirá majoração de tributo: art. 83 BENS (CF/88) – da União: art.300 Índice Alfabético-Remissivo AUTARQUIA (CF/88) – dívida pública interna e externa da. negócios ou atividades de terceiros: art. prazo: art. II. 34. II BASE DE CÁLCULO – atualização de seu valor monetário. 97. 92 – do tributo. alteração pelo Poder Executivo. 21 ritorial Urbana: art. imposto: art. caput BANCOS – intimação escrita para prestar informações sobre bens. de quotas devidas aos mesmos: art. 197. IV BEBIDAS – exclusão da participação na arrecadação de imposto incidente sobre o mesmo.

77. interrupção da prescrição da ação para cobrança de crédito tributário: art. ou habilitação em falência. 34. 163. 126 CAPITAL (CF/88) – estrangeiro. parágrafo único – prova de quitação de tributo: arts. lavra e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica: art. X COMBUSTÍVEIS – vide IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RE- – expedida com dolo ou fraude: art. 91. I. § 1º mortis e doação: art. aprovação: art. negócios ou atividades de terceiros: art. II – dispensa da prova de quitação de tributos ou seu suprimento: art. com exceção dos direitos reais de garantia. 92 – – distribuição de parcela. disposições sobre: art. § 1º. ou de direitos reais sobre imóveis. prazo para comunicação pelo Tribunal de Contas da União ao Banco do Brasil: art. II CHEQUE – pagamento de crédito tributário: art. I. 34. 174. 174 BRASILEIROS (CF/88) – pesquisa. concordata. 205. 148. impostos sobre a transmissão causa – tráfego de. 155. parágrafo único CERTIDÕES NEGATIVAS – arts. inadmissibilidade: art. limitação por meio de tributos: art. não estará sujeita a concurso de credores. § 1º CÂMBIO (CF/88) – operações.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 301 – ou direitos. II CÂMARA MUNICIPAL (CF/88) – política de desenvolvimento urbano. e DT. 182. 205 a 208 – judicial de crédito tributário. prazo: art. a. 197. do Distrito Federal e Município. II CALAMIDADE (CF/88) – despesas extraordinárias: empréstimo compulsório: art. feita pelo Tribunal de Contas da União ao Banco do Brasil. reinvestimentos. 176. 172 CAPITAL DE EMPRESAS – taxa calculada em função do mesmo. fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. V. inventário ou arrolamento: art. art. investimentos. § 2º distribuição proporcional do Fundo de Participação dos Fundos dos Estados e do Distrito Federal: art. 187 COEFICIENTE INDIVIDUAL DE PARTICIPAÇÃO – comunicação referente ao mesmo. 150. 207 grafo único COISA JULGADA – extinção do crédito tributário: art. e DT. 162 e §§ 1º e 2º CITAÇÃO – pessoal feita ao devedor. § 1º CAIXAS ECONÔMICAS – intimação escrita para prestar informações sobre bens. § 6º – prazo para seu fornecimento: art. art. 208 e pará- . plano diretor. VI CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA – fatores de que independerá: art. determinação de: art. 205 e 206 CESSÃO DE DIREITOS – relativos às transmissões de propriedade ou do domínio útil de bens imóveis. 15. § 1º CALAMIDADE PÚBLICA – instituição de empréstimos compulsórios pela União: art. parágrafo único. prescrição da ação: art. I COBRANÇA – do crédito tributário. 92 – de cada Estado. lucros: art. 35. 156. 34. art. e DT. 88.

191 – responsabilidade tributária: arts. art. Câmbio – e Seguro. 40 – minérios e minerais nucleares. V COMISSÁRIO – intimação escrita para prestar informações sobre bens. 29 Imposto sobre a Renda e Proventos de qualquer Natureza: art. 46 . V. 32 – – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. 19 – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. II CONSIGNAÇÃO – judicial da importância do crédito tributário pelo sujeito passivo: casos: art. e parágrafo único. 23 – Imposto sobre a Importação: art.302 Índice Alfabético-Remissivo LATIVAS A COMBUSTÍVEIS. 177. efeitos: art. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS COMÉRCIO (CF/88) – importação e exportação. 35 – Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – Imposto sobre Operações de Crédito. VI – competência legislativa plena. 43 e Direitos a eles Relativos: art. 8º CONCORDATA – concessão. II COMPETÊNCIA – vide também COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONCORDATÁRIO – responsabilidade tributária do síndico e do comissário: arts. I CÔNJUGE MEEIRO – responsabilidade tributária: art. IV. negócios ou atividades de terceiros: art. VIII – da União. monopólio da União: art. 177. 6º a 8º – indelegabilidade. 134. 6º – legislativa plena quanto à competência tributáCOMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA – arts. e 135. ressalva: art. prova de quitação de tributos: art. 7º e parágrafos – limitações: arts. 18 – Imposto sobre a Exportação: art. e 135. do Distrito Federal e dos Estados não divididos em Municípios para instituir impostos: art. 187 CONDIÇÃO RESOLUTÓRIA – atos ou negócios jurídicos condicionais reputados perfeitos e acabados: art. 156. 117. LUBRIFICANTES. 164 e parágrafos CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO – extinção do crédito tributário: art. III – Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 63 Imposto sobre Produtos Industrializados: art. não está sujeita à: art. 6º a 15 – importação e exportação. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. II CONDIÇÃO SUSPENSIVA – atos ou negócios jurídicos condicionais reputados perfeitos e acabados: art. Zona Franca de Manaus: DT. 170 habilitação em. ressalva: art. I – COMPENSAÇÃO – de créditos tributários: art. 134. 6º – disposições gerais: arts. não estará sujeita ao mesmo: art. petróleo e gás natural. 9º a 15 – não-exercício. cobrança judicial de crédito tributário. 187 – extinção do crédito tributário: art. 156. ressalva: art. 197. 68 ria. 131. monopólio da União: art. I CONCURSO DE CREDORES – cobrança judicial de crédito tributário. 117.

características: art. em caso de contribuição de melhoria: art. 134 e 135 parágrafo único. parágrafo único. 82. utilização de serviços públicos: art. § 1º CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA – arts. definição de: art. § 2º – requisitos mínimos observados em lei: art. 81 – limite total e limite individual: art. parágrafo único CONVERSÃO DE DEPÓSITO EM RENDA – extinção de crédito tributário: art. II. para efeito do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 149 e parágrafo único. 22 – do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. § 2º sabilidade de terceiros: arts. 121. 82. § 2º. CONVENÇÕES INTERNACIONAIS – normas complementares: art. 31 .Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 303 CONSUMIDOR (CF/88) – defesa: arts. § 1º celebrados entre a União. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. Câm– – – – bio e Seguro. 98 – impostos. 81 e 82 exclusão de sua responsabilidade pelo crédito tributário. 51 e parágrafo único do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. art. Distrito Federal e Municípios. atribuição da mesma a terceiro: art. VI COOPERATIVA (CF/88) – atividade garimpeira: art. dos Estados. normas complementares das leis. 100 e parágrafo único – contribuição relativa a cada imóvel. II – do Imposto sobre Operações de Crédito. 82. IV CONTRIBUINTES – autônomos. finalidade: art. 174. II CONVÊNIOS – celebrados com a União. 42 – direitos. proibição: art. respon– sujeito passivo da obrigação principal: art. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos: art. e DT. 34 – do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. não-cumprimento. 34. art. competência tributária da União. 156. 155. serviços públicos: art. determinação: art. em caso de contribuição de melhoria. e DT. do Distrito Federal e dos Municípios: art. I – obrigação principal. 100. 82 CONTRIBUINTE (CF/88) – impostos. 70 CONTRIBUIÇÃO (CF/88) – de melhoria. 51. 145. III – social: art. 82. §§ 3º e 4º COOPERATIVISMO (CF/88) – apoio e estímulo: art. Estados. 34. § 1º CONTRIBUIÇÃO – relativa a cada imóvel. § 1º – instituição. e 170. § 2º CORRETORES – intimação escrita para prestar informações so- – do Imposto sobre a Exportação: art. 27 – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. 150. participação de Estados e Municípios de até dez por cento da arrecadação efetuada: art. 175. 150. 128 notificação do montante. V – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. XII. 83 e parágrafo único – – tratamento desigual. § lº – revogação ou modificação da legislação tributária interna: art. 81. forma e prazos da contribuição devida. 174. a – taxas. como será determinada: art. in fine – notificação do contribuinte: art. 145. 66 do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 145. § 5º.

critérios: arts. será vinculada e obrigatória. 166. 164 e parágrafos Pública. concordata. 174. acréscimo de juros de mora. prova da quitação de tributos para sua concessão: art. concessão em caráter geral ou limitado: art. V. – – – operações de. e 167. § 8º. não afetarão a obrigação tributária que deu origem ao: art. casos: art. 166. ressalva: art. § 8º. 187. 142 contestação. proibição: art. apreciação: art. casos: art. extinção do direito. 173 e parágrafo único constituição pelo lançamento. 170 e parágrafo único – concordata. 180 – decorre da obrigação principal: art. 182 e parágrafo único anistia. revoga– cobrança judicial. contagem: art. 181 – anistia. 163 – – efetivação e garantias respectivas. projeto de lei. e 167 suplementar. abertura. abertura e vigência: art. 180 – anistia não concedida em caráter geral. 197. parágrafo único – anistia. 139 – desconto pela antecipação do pagamento. infrações abrangidas pela mesma. exclusão do: art. III. II – anistia. negócios ou atividades de terceiros: art. parágrafo único – concurso de preferência entre pessoas jurídicas – consignação judicial pelo sujeito passivo. efeitos quanto a concurso de credores ou habilitação em falência. despesas de capital excedentes: art. 167. ressalva: art. 188 e parágrafos . utilização e transposição: arts. abertura e vigência: art. 167. 165. efetivação por despacho. IV – operações de. requerimento pelo interessado. 187 – ilimitados. imputação: art. casos. indispensabilidade: art.especiais. contratação. 166. contagem do prazo: art. art. utilização e transposição: arts. disposições sobre: art. 167. 165. prova que fará o mesmo: art. 175. infrações que abrangerá: art. inventários ou arrolamento: art. 142 a 150 – constituição pela Fazenda – – – – alteração de lançamento regularmente notificada ao sujeito passivo. inaplicação: art. parágrafo único – constituição: arts. 163. caput . VII – instituições oficiais da União. prescrição. 141. prova de quitação de tributos pelo contratante ou proponente. condições: art. §§ 2º e 3º – cobrança. e 168 – compensação: art. 167. 191 – concorrência pública. e § 2º – – – anistia. 140 ção de moratória: art. in fine – encargos da massa falida: art. critérios: arts. conteúdo: art. 37 suplementar. 139 a 141 – dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com a mesma pessoa jurídica de direito público. responsabilidade funcional: art. 154 – ação para cobrança. 142. 188. 160. efetivação por despacho: art. e 168 extraordinário. 193 de direito público. parágrafo único CRÉDITO TRIBUTÁRIO – arts. não concessão em caráter geral. VII § 8º. IV CRÉDITOS (CF/88) – adicionais. 145 anistia. 139 a 193 – abrangido pela moratória. § 1º. e DT.304 Índice Alfabético-Remissivo bre bens. requerimento do interessado. e 189. § 8º. 182 e parágrafo único – disposições gerais: arts. 155 e parágrafo único – – especiais. parágrafo único circunstâncias modificadoras. 182 atividade administrativa de lançamento. ordem: art. como se procederá: arts. competência: art.

176 – modalidades de lançamento: arts. efeti– isenção ou remissão. revogação: art. parágrafo único va de quitação de tributos. 142 a 146 – lançamento. 179 e parágrafos – – moratória. 146 – isenção. efetuação e revisão de ofício. 141 – extinção: arts. casos: art. disposições gerais: arts. 97. especificações: art. efetivação. anistia: arts. 156 a 174 – extinção do direito de constituí-lo: art. 173 e parágrafo único do sujeito passivo ou de terceiro: art. 143 liquidez. 142 – lançamento. 152 a 155 – moratória. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública. 156 e parágrafo único. relativamente a um mesmo sujeito passivo: art. para sua declaração: art. revogação ou modificação: art. concessão: art. fraude ou simulação: art. legislação aplicável: art. taxa: art. parágrafo único vação por despacho. ou de dispensa ou redução de penalidades: art. requerimento. 149. 180 a 182 – exclusão. reportar-se-á à data da ocorrência – lançamento. 155 e parágrafo único – isenção restrita a determinada região: art. 178 – moratória. 154. 175. suspensão e extinção dos mesmos. parágrafo único modalidade de extinção: arts. efeitos. valor tributável expresso em moeda estrangeira. VI – – isenção. exclusão do: art. prova que fará o interessado: art. preferências: arts. 175 – exclusão. 157 a 164 – extinção. isenção: arts. ressalva: art. 161. § 1º – lançamento: arts. 139 . 183 a 193 – garantias e privilégios. 191 fraude na alienação ou oneração de bens ou rendas. 176 a 179 – exclusão pela isenção e pela anistia: art. requisito para seu início: art. ressalva: art. conceituação: art. revisão. 165 a 169 – falência. 175 a 182 – exclusão. disposições gerais: art. e 170 a 174 – – – garantias e privilégios: arts. 152 e parágrafo único moratória. efetuação com base na declaração – – – – exigibilidade suspensa ou excluída: art. concessão em caráter individual. 144 e parágrafos lançamento por homologação: art. não será excluída pela fluência de juros de mora: art. tributos a que não se estenderá: art. pagamento indevido: arts. 125. 161 e parágrafos – exclusão: arts. pro– – lançamento. especificações: art. – isenção. I – isenção não concedida em caráter geral.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 305 – estabelecimento. 149 lançamento. 150 e parágrafos do fato gerador: art. presunção. 177 juros de mora e penalidades. 147 a 150 – modifcação nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa. conversão em moeda nacional: art. 171 e parágrafo único – extinção. das hipóteses de exclusão. 147 e parágrafos lançamento. apenas pela lei. 175 e parágrafo único – juros de mora. 186 a 193 isenção. casos de dolo. decorrerá de lei. II parágrafo único – moratória: arts. 153 – natureza: art. pelo não-pagamento integral no vencimento: art. extinção das obrigações do falido. 176. 144 – extinção mediante transação que importe em concessões mútuas: art. 185 e parágrafo único – lançamento. 183 a 185 – – garantias e privilégios. 201. no exercício do lançamento. pagamento: arts.

para reduzir ou excluir tributo: art. extinção do crédito tributário: art. quando não importará em presunção de pagamento: art. 189 e parágrafo único – pagamento em cheque. arbitramento. 160 . § 2º – retificação por iniciativa do próprio declarante. 147. modificação ou extinção: art. 172 e parágrafo único cho fundamentado: art. 156. preferência: art. X DECLARAÇÃO – de sujeito passivo ou de terceiro. II DECADÊNCIA – extinção do crédito tributário: art. extinção do direito de pleiteá-la: art. 190 seu espólio. prova de quitação de tributos para seu proferimento: art. 171 e parágrafo único valor ou preço de bens. 34. a cargo de pessoas jurídicas de ato privado em liquidação. casos. ressalva: art. extinção de crédito tributário: art. ressalva: art. 147 e parágrafos – – remissão total ou parcial. 156. § 2º – – – transação extintiva de: art. proibição de impostos: art. 128 – restituição de juros de mora e penalidades – – restituição. 147. preferência quanto ao pagamento: art. 174 e parágrafo único regularmente constituído. 168 restituição. 151 a 155 – suspensão da exigibilidade: art.306 Índice Alfabético-Remissivo – pagamento efetuado na repartição competente do domicílio do sujeito passivo: art. § 1º CULTO RELIGIOSO (CF/88) – templos. em caso de pagamento indevido. pagamento integral do: – preferência: art. 192 – suspensão: arts. 158 art. 167 e parágrafo único – restituição total ou parcial do tributo. 156. não-inclusão no plano plurianual: art. 134. 157 – penalidade. § 1º CURADORES – responsabilidade quanto a tributos devidos por seus curatelados: art. 130 remissão total ou parcial: art. 167. 159 extinto o: art. 165 pecuniárias. 151 e parágrafo único tempo do pagamento não estipulado. b. e § 4º. vencimento: art. em caso – sentença de julgamento de partilha ou adjudicação. parágrafo único de pagamento indevido: art. direitos. sub-rogação na pessoa dos adquirentes: art. § 1º DECRETOS – conteúdo e alcance. lançamento efetuado com base na mesma: art. 186 – prescrição de ação anulatória da denegação de restituição: art. IX DECISÃO JUDICIAL – passada em julgado. disposições gerais: art. VI. a cargo do de cujus ou – – – prescrição de ação para cobrança: art. quando se considerará – pagamento. V DECISÃO ADMINISTRATIVA – irreformável. 148 vencidos ou vincendos. serviços ou atos jurídicos como base do cálculo do tributo. 150. 169 e parágrafo único – vencidos ou vincendos. 167. concessão em despa– responsabilidade de terceiro: art. 162 e parágrafos – pagamento. 141 relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. 162. e DT. 172 CRIME (CF/88) – de responsabilidade: investimento. juros não capitalizáveis: art. 151 e parágrafo único – retificação dos erros: art. forma: art. art. imposição. a que estarão restritos: art. 99 – – suspensão. o domínio útil ou a posse de bens imóveis.

exclusão da responsabilidade: art. § 1º DENÚNCIA – espontânea da infração. 174. II DESAPROPRIAÇÃO (CF/88) – indenização de benfeitorias: art. planejamento. III – por interesse social: art. III DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS – arts. proibição: art. art. § 2º – do produto da arrecadação dos Impostos sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e sobre Produtos Industrializados: art. 151. contrato social ou estatutos: art. §§ 1º a 5º – processo judicial: art. 38 – tributos devidos pelo mesmo. obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 148. II – extraordinárias. suspensão da exigibilidade deste: art. 184. responsabilidade do espólio: art. § 1º DIRETORES – de pessoas jurídicas de direito privado. 185 – pelo Município: art. 34. e DT. 42 . empréstimo compulsório: art. 86 DISTRITO FEDERAL (CF/88) – competência tributária: arts. § 1º – isenção de impostos: art. 182. 182 e §§ 1º a 4º DESPESAS PÚBLICAS (CF/88) – com pessoal: art. §§ 1º. 209 a 218 DISTRIBUIÇÃO – de parcela a Municípios. 184. 135. 169 e § 1º. 34. 138 e parágrafo único DEPÓSITO – do montante integral do crédito tributário. e DT. 163 e 164 DIREITO INDIVIDUAL (CF/88) – de tráfego. 172. 159. § 3º DESCONTO – concessão pela legislação tributária em caso de antecipação de pagamento: art. 184. não gera direito adquirido: art. I. 145 e 155 – regional. I DESENVOLVIMENTO (CF/88) – nacional. respeito ao: art. II DEMISSÃO – de autoridades arrecadadoras de impostos que não entregarem aos Estados. art. § 4º. 10 e 11 DE CUJUS – tributos devidos pelo mesmo. parágrafo único DESEMBARAÇO ADUANEIRO – fato gerador do Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 167. V. 34. Distrito Federal e Municípios o produto da arrecadação de impostos. art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 307 – normas complementares: art. recursos da União: DT. 184. distribuição: art. III DESENVOLVIMENTO URBANO (CF/88) – política de: art. parágrafo único DIREITO FINANCEIRO (CF/88) – finanças públicas: arts. art. e DT. responsabilidade do sucessor e do cônjuge meeiro: art. concessão: art. I. determinação: art. 160. 91. incentivos fiscais. 85. 131. prazo: art. art. coeficiente individual de participação. irrigação. receitas tributárias. 100 e parágrafo único – regional. § 1º – excedentes a créditos orçamentários ou adicionais. diretrizes e bases: art. 131. 46. e DT. 150. § 1º DIREITO ADQUIRIDO – concessão de moratória em caráter individual: art. 155 – despacho concedente de remissão do crédito tributário. § 5º – não-sujeição: art. 151. I – regional. § 1º – impostos. 145. c. limitação por meio de tributos: art.

do Distrito Federal e dos Municípios. e DT. I. 160. tributação. § 3º percentagem obrigatoriamente destinada ao orçamento de despesas de capital: art. 157. e § 4º DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRIA . proi– tributos. 34. II. imóvel rural. e 39. 159. II – tributos. e DT. § 2º. e §§ 1º e 2º. instituição: art. vedada a retenção: art. 38 – disponibilidade de caixa. liquidez do crédito: art. II – incorporação definitiva à sua receita do produ– to de arrecadação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. 77 – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. II – externa e interna. art. 151. ressalva: art. 204 e parágrafo único – presunção de clareza e liquidez da dívida regu– termo de inscrição da dívida ativa. e parágrafo único – fato gerador das taxas cobradas pelo: art. autorização: art. I DOCUMENTOS (CF/88) – de natureza comercial. 181 DOLO – de beneficiado ou terceiro. 161. 150. 34. a. diferença entre bens e serviços. 202 e 203 – microempresa e empresa de pequeno porte. arrecadação. renda. 160 e parágrafo único – juros de mora. 85. 151. inadmissibilidade. remuneração e proventos. § 1º DISTRITO FEDERAL – concurso de preferência: art. I. 151.ARTS. VI – receitas tributárias da União. 34. competência do: art. e DT. § 2º. divulgação e critérios de – tributos. 163. tratamento jurídico diferenciado: art. 18. 155 – impostos municipais. e parágrafo único. 155. 151. tributação. 198 e parágrafo único DOAÇÃO (CF/88) – imposto sobre: art. II. repartição com: arts. 159. emissão e resgate. parágrafo único – impostos da União. 162 bição: art. II – dos Estados. 153. 201 – impostos. disposições: art. art. 163. I. a. e §§ 1º e 2º. e DT.308 Índice Alfabético-Remissivo – contribuição dos servidores. revogação de moratória e penalidades: art. 85. 187. parágrafo único. DIVULGAÇÃO – de informação sobre a situação econômica ou financeira de sujeitos passivos ou terceiros pela Fazenda Pública. 184. disposições: art. parágrafo único. 164. disposições: 163. 201 A 204 – conceituação: art. art. requisição por autoridade estrangeira. IV art. 34. 179 – operações cambiais. e DT. limites: art. 34. limites e proibições: arts. arts. I. e DT. Energia Elétrica e Minerais do País: art. art. II . 94 e § 1º lativas a Combustíveis. § 5º. a. III – tributos. 147 – impostos. § 5º. indenização: art. 201. indicações obrigatórias: arts. 161. arrecadação. caput. 95 – percentagens no Imposto sobre Operações Re- – fundo de participação do: arts. instituição e normas: art. 149. I. III. 160 e parágrafo único rateio: art. Lubrificantes. II – títulos. I. 159. limites: art. II – recursos repassados pela União: art. § 1º – – despesa com pessoal: art. depósito: art. 157. repartição com: arts. 169. 152 DÍVIDA PÚBLICA (CF/88) – agentes públicos. art. § 2º instituição cumulativa de impostos atribuídos aos Estados e aos Municípios: art. 153. 155. isenção pela União: art. II. distribuição pela União: art. parágrafo único larmente inscrita: art. § 2º DÍVIDA AGRÁRIA (CF/88) – título.

e DT. parágrafo único to ao lançamento: art. 32 EMPRESAS DE ADMINISTRAÇÃO DE BENS – intimação escrita para prestar informações sobre bens. proibição: art. 150. 35. 175 art. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS EQÜIDADE – aplicação da lei tributária: art. II EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO (CF/88) – instituição. responsabilidade pelo pagamento: DT. § 3º – eletrificação rural. e 179 pública. VI. finalidades e aplicação de recursos: art. 208 e parágrafo único DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO – art. § 4º – – – micro e pequenas empresas. . aproveitamento. §§ 5º e 7º. 173 e §§ 1º a 3º – do sujeito passivo ou de terceiro. § 1º – estatais. parágrafo único EMPRÉSTIMOS AO TESOURO NACIONAL (CF/88) – concessão vedada: art. 168 ECONOMIA POPULAR (CF/88) – atos contra a. 108. despesa com pessoal: art. art. 197. e DT. e § 4º EMPREGADOS – obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 34. IX. IV. VII – hidráulica. 169 § 1º. 155. punição: art. 135. c. VII de: art. § 1º EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO – atribuição privativa da União. orçamento: art. § 1º – prazo e condições de resgate. 29 DOTAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS (CF/88) – entrega dos recursos. caput. exploração e aproveitamento: art. efeitos quan– extinção de crédito tributário. 15 – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. 176. tratamento diferenciado: arts. 164. 165. 176. casos excepcionais: art. VIII EMPRESAS (CF/88) – brasileira de capital nacional. 187. § 4º ENERGIA ELÉTRICA – vide IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A COMBUSTÍVEIS. 154. e DT. pesquisa e lavra de recursos minerais: art. fixação em lei: art. § 9º – elétrica. princípio da ordem econômica: art. livre aproveitamento: art. 127 e parágrafos DOMÍNIO ÚTIL DE IMÓVEL – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 176. efeitos quanto à moratória: art. inadmissibilida– na expedição de certidão negativa. prazo: art. 173. política agrícola: art. 150. 170. contrato social ou estatutos: art. e § 1º – renovável. exploração de atividade econômica: art. art. e § 2º – concessionárias e permissionárias de serviços públicos: art. responsabilidade do funcionário: art. incidência de tributo: art. negócios ou atividades de terceiros: art. 34. 148. II EMPREGO (CF/88) – pleno acesso ao. Imposto sobre Circulação de Mercadorias.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 309 – do sujeito passivo ou de terceiro. § 1º ENERGIA (CF/88) – elétrica. LUBRIFICANTES. impostos. 38 pública. 149. 15. § 5º EDUCAÇÃO (CF/88) – instituições de. art. 170.

151. VI. 187. quanto a matéria de fato. I. 77 – – – dívida pública dos. proi– tributos. § 1º – competência quanto ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. e parágrafo único. IV. parágrafo único. § 3º. e DT. IV – escusável. a. 160 e parágrafo único – na identificação do sujeito passivo. renda. III. distribuição pela União: art. 145. 159. 159. 151. II. 155 – impostos. 164. 158. ESCRIVÃES – intimação escrita para prestar informações sobre bens. I. 34. 162. 152 – – responsabilidade tributária: arts. divulgação e critérios de – tributos. § 2º. 165. 35 – despesa com pessoal: art. negócios ou atividades de terceiros: art. e DT. 34. 145 e 155 – celebração de convênios com a União. e parágrafo único. retificação de ofício: art. 157. 161. 153. 84 e parágrafo único ESPÓLIO – responsabilidade tributária: art. I. art. II. 134. a. e DT. disposições: art. parágrafo único. § 2º. e parágrafo único. II – impostos. III. 34. § 3º – – competente para o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. arrecadação. 179 – operações cambiais. arts. § 4º – microempresa e empresa de pequeno porte. responsabilidade tributária: art. 151. §§ 1º e 2º. Il to da arrecadação do Imposto sobre a Renda – incorporação definitiva à sua receita do produ- . e 39. parágrafo único recursos repassados pela União: art. 160. 159. III ESTABELECIMENTO – comercial. I. restituição – no pagamento de crédito tributário mediante estampilha. remissão impostos da União. e 160 – fato gerador das taxas cobradas pelos mesmos: – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. limites e proibições: arts. e DT. competência do: art. I e II. e §§ 1º e 2º. I. servidores. arts. 38 – disponibilidade de caixa. 163. VI – receitas tributárias da União. vedada a retenção: art. § 5º. efeitos quanto à restituição: art. tratamento jurídico diferenciado: art. II fundo de participação dos: arts.310 Índice Alfabético-Remissivo ERRO(S) – contidos na declaração. distribuição aos Municípios: arts. arrecadação. II total ou parcial do tributo: art. 169. II art. 147. § 2º – – efeitos quanto ao lançamento: art 149. § 2º. art. participação em arrecadação: art. III – tributos. 85. parágrafo único. e 161. 157. III. 161. e 135. tributação. II. 149. 41 concurso de preferência: art. parágrafo único total ou parcial do crédito tributário: art. industrial ou profissional. instituição e normas: art. proibição: art. e 39. 159. repartição: arts. e DT. I – tributos. I 153. art. 162 bição: art. 133 ESTADOS (CF/88) – competência tributária: arts. Ill. 160. II. 131. 172. isenções pela União: art. depósito: art. 34. § 5º. III – contribuição. e parágrafo único. a. arrecadação. 34. aquisição por pessoa de direito privado. II. 150. repartição com: arts. I. instituição. § 1º ESTADOS – arrecadação de impostos de competência da União: art. diferenças entre bens e serviços. e DT. art. 160 e parágrafo único rateio: art. 83 – contribuição de melhoria: art. 197. II impostos.

o lançamento reportarse-á à mesma: art. 191 FALSIDADE – efeitos quanto ao lançamento: art. 77. 27 EXTRATERRITORIALIDADE – da legislação tributária dos Estados. 187 FALIDO – declaração da extinção das obrigações. do Distrito Federal e dos Municípios: art. parágrafo único EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA (CF/88) – publicação de relatório: art. 35. 35. interpretação: art. sub-rogação de créditos tributários na pessoa dos adquirentes. 153. definição em lei. 18. § 2º – da obrigação principal. 97. 95 – data de sua ocorrência. e parágrafo único – não divididos em municípios. IV FATO(S) GERADOR(ES) – câmbio do dia de sua ocorrência. domínio útil ou a posse de bens imóveis. 124. responsabilidade solidária das pessoas que tenham interesse comum na situação que o constitua: art. instituição cumulativa de impostos atribuídos aos Estados e aos Municípios: art. § 2º – da obrigação acessória: art. § 3º EXPORTAÇÃO (CF/88) – imposto. 23 – do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. relativos a herdeiros ou legatários. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. transmissões causa mortis: art. ressalva: art. 63 – – do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 102 FALÊNCIA – habilitação. 32 – do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. conversão do valor tributável expresso em moeda estrangeira: art. 19 – do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. § 9º. 143 – definição legal. 165. 35 – do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imó– do Imposto sobre Operações de Crédito. não estará sujeita à: art. aplicação imediata da legislação tributária: art. obrigações acessórias: art. I FINANÇAS PÚBLICAS (CF/88) – gestão: art. contribuintes do Imposto sobre Exportação: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 311 e proventos de qualquer natureza. II EXPORTAÇÃO – fato gerador do imposto: art. 115 – da obrigação principal: art. 149. 114 – normas gerais: arts. 85. 134. prova de quitação de tributos: art. 68 futuros e pendentes. 165. ressalva: art. II – da obrigação tributária principal. 94 e § 1º percentagens no Imposto sobre Operações Relativas a Combustíveis. art. 118 – distintos. 130 FILHOS MENORES – responsabilidade tributária dos pais: art. instituição: art. cobrança judicial de crédito tributário. 116 – que seja a propriedade. III – – percentagem obrigatoriamente destinada ao orçamento de despesas de capital: art. Câmbio e Seguro. 144 – da taxa. e DT. I. proibição quanto ao mesmo: art. 23 EXPORTADOR – ou pessoa equiparada. Energia Elétrica e Minerais do País: art. parágrafo único – do Imposto sobre a Exportação: art. Lubrificantes. 29 veis e de Direitos a eles Relativos: art. 163 e 164 . II. 105 – quando se considerará ocorrido: art.

VII de: art. 200 – política urbana. 88 a 90 . em lançamento anterior. 150. 88 a 90 FORÇA PÚBLICA – requisição por autoridade administrativa federal. 150. 133 FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS – critério de distribuição: arts. responsabilidade do funcionário: art. pesquisa. responsabilidade: art. 86 a 94 – – presunção. 88 a 90 FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL – distribuição: arts. 208 e parágrafo único de bens ou rendas. parágrafo único to ao lançamento: art. 83 FUNÇÃO SOCIAL (CF/88) – imóvel rural. 182. 91 – critério de distribuição do Fundo de Participa– distribuição do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. lI proibição: art. 86 e 87 – critério de distribuição do Fundo de Participação dos Estados: arts. 184 – constituição dos fundos: arts. aplicações: art. obrigatoriedade: art. § 4º – do sujeito passivo ou de terceiro. e DT. § 2º FUNDAÇÃO PÚBLICA (CF/88) – despesa com pessoal: art. em caso de embaraço ou desacato no exercício de suas funções: art. 196 e parágrafo único legislação tributária. tributos. disposições: art.312 Índice Alfabético-Remissivo FISCALIZAÇÃO – arts. 194 a 200 – – – – intimação escrita. 149. exclusão do produto da arrecadação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. desenvolvimento: art. parágrafo único cálculo e pagamento das quotas estaduais e municipais: arts. percentagem: arts. 86. 185 e parágrafo único – percentagem no Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e no Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 197 e parágrafo único lavratura dos termos necessários para o início do procedimento: art. efeitos quanto ao lançamento: art. efeitos quan– extinção de crédito tributário. 94 – – FRONTEIRAS (CF/88) – faixa de. IX – do sujeito passivo ou de terceiro. 154. 38 – dívida pública interna e externa. desapropriação: art. 194 e parágrafo único requisição de força pública por autoridade administrativa federal: art. 86 FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS – arts. 163. quanto a Estados e Municípios que celebrem convênios com a União: art. ressalva: art. § 1º FUMO – exclusão da participação na arrecadação de imposto incidente sobre o mesmo. em caso de alienação ou oneração cálculo das percentagens destinadas aos Fundos de Participação dos Municípios. 176. lavra e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica: art. 92 e 93 comprovação da aplicação das quotas estaduais e municipais: art. 149. § 2º – impostos sobre patrimônio. junto a outra. cumprimento da: art. FUNDO DE COMÉRCIO – aquisição por pessoa natural ou jurídica de direito privado. efeitos quanto à moratória: art. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública. 169. prestação de informações à autoridade administrativa. renda ou serviços. art. 88 a 90 ção dos Municípios: art. inadmissibilida– na expedição de certidão negativa. 182 – propriedade urbana. 200 FRAUDE – de autoridade. § 1º.

15. art. extinção de crédito tributário: art. fato gerador: art. 135. § 4º IDOSO (CF/88) – aposentado. e parágrafo único. 150. contribuintes do Imposto sobre Importação de produtos estrangeiros: art. 22. I IMPOSTOS (CF/88) – aplicação de recursos no desenvolvimento regional. art. 35. 189 e parágrafo único FUNDOS (CF/88) – de participação dos Estados. 167. 159. 156. 177. I. títulos que receberão: art. § 5º. imposto de renda: art. e 153. 86 – lançamento: art. 150. contrato social ou estatutos: art. a. 76 HIDROCARBONETOS FLUIDOS (CF/88) – monopólio da União: art. 94. obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 154. b. Estados. III. DT. § 2º. 91 e parágrafos – percentagens quanto ao Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e Imposto sobre Produtos Industrializados: art. 153. I. III GOVERNADOR – responsabilidade civil. 34. 153 e . I prazo: GERENTES – de pessoas jurídicas de direito privado. VII IMÓVEIS – imposto sobre sua transmissão e direitos a eles correspondentes. imposto: arts. § 2º. 165. parágrafo único – critério de distribuição: art. VII FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS – cálculo das percentagens destinadas aos mesmos. art. 150 e parágrafos – prazo: art. 177. Distrito Federal e Municípios: art. I HOMOLOGAÇÃO – do lançamento. 34. art. I e III – ratificação pelo Congresso Nacional. empréstimo compulsório: art. § 3º IMÓVEIS RURAIS (CF/88) – beneficiários de distribuição. e 39 – instituição e funcionamento: arts. § 1º – competência tributária da União: 154 arts. penal ou administrativa: art. 86. do Distrito Federal e dos Municípios: arts. 86 – ou sua iminência. e 161. 184 e §§ 1º a 5º IMPORTAÇÃO (CF/88) – produtos estrangeiros. § 10 – impostos extraordinários: art. exclusão da parcela do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. e DT. § 3º GUERRA EXTERNA (CF/88) – despesa extraordinária. 36 GÁS NATURAL (CF/88) – monopólio da União: art. § 9º. condições: DT. 170. instituição temporária de impostos extraordinários pela União: art. II IGUALDADE (CF/88) – regional e social: art. arts. § 2º – orçamento anual: art. 148. 183. e DT. § 1º – desapropriação: art. 35 IMÓVEIS PÚBLICOS (CF/88) – usucapião: art. IX. II. II. 145.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 313 – percentagem a aplicar na distribuição do produ- to da arrecadação de impostos entre a União. instituição de empréstimos compulsórios pela União: art. e DT. 165. § 1º. I IMPORTADOR – ou pessoa equiparada. II GUERRA EXTERNA – ou sua iminência. 91 e parágrafos – percentagens: art. I – características: art. 34.

34. instituição e nor– solo urbano. 150. instituição: art. 145. 34. d. art. periódicos e papel. e § 1º. e 153. 161. dos Estados. instituição e normas: – sobre serviços de transporte e de comunicação. caput. III. alteração: art. I energia elétrica. §§ 6º. VI. IV. alíquotas. 34. fins de reforma agrária: art. 34. – sobre propriedade territorial rural. instituição e normas: art. 150. § 5º sobre operações de crédito. alíquotas. 155 competência tributária dos Municípios: art. e § 3º. art. § 1º. I – sobre circulação de mercadorias. responsabilidade pelo pagamento: DT. alteração: art. § 3º. renda ou serviços. instituição e normas: art. 34. § 1º ração: art. caput. II – graduação segundo a capacidade econômica do contribuinte: art. § 2º. § 2º. 153. e DT. câmbio e seguro. caput. valor adicionado. 158. 150. 155. e DT. art. jornais. . instituições: art. e parágrafo único. aproveitamento inadequado: art. 156. § 2º. empresa distribuidora de energia elétrica. I – patrimônio. 147 – – – – sobre exportação.e DT. e DT. § 1º. § 6º 182. 161. § 1º. proibição: art. 154. 2º. 34. § 5º. § 2º. § 1º – estaduais e municipais dos Territórios. 153. – sobre transmissão causa mortis e doação. condições: DT. 156. alteração: art. 155. §§ 6º e 8º – sobre transmissão inter vivos. 34. VI. IV. defesa: art. 155. VI. instituição e normas: arts. 156.§§ 2º. e § 2º. art. § 1º – instituição e cobrança: arts. 160. I. e DT. 153. art.314 Índice Alfabético-Remissivo – competência tributária da União. instituição e normas: art. e DT art. art. III. § 9º sobre circulação de mercadorias. como ativo financeiro ou instrumento cambial. 157. e DT art. caput. II sobre grandes fortunas. – – – sobre mercadorias e serviços. exceção: art. 8º e 9º – sobre propriedade predial e territorial urbana. V. 184. c ceções: art. 150. § 2º art. § 1º 150. e § 1º – – – municipais. I e II. arrecadação e distribuição aos Municípios: arts. proibição e ex– – – – sobre renda e proventos. instituição e cobrança: arts. 155. 156 da União. instituição e cobrança: arts. a e c. 34. 153. 153. § 4º. e DT. 3º e 4º. I. compe– extraordinários. câmbio e seguro. instituição e normas: art. e DT. definição: art. 34. 153. I – – – sobre importação. X. 10. § 5º. II e III. § 1º. 34. § 1º recursos. 156. § 3º tência da União: art. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. II. I sobre propriedade de veículos automotores. I. art. e DT. do Distrito Federal e dos Municípios: art. § 1º sobre operações de crédito. 39. e parágrafo único. combustíveis líquidos e gasosos. arts. 34. I – – – competência tributária dos Estados e do Distrito Federal: art. § 6º ouro. §§ 1º e 2º. 153. 145. cobrança e repartição: arts. 34. art. e DT. 153. 150. VI. e 161. alte– – sobre produtos industrializados. I instituição e normas: art. 153. – isenção. e DT. 153. 147 Municípios. art. 155. § 1º sobre exportação. 159. 159. e § 5º. art. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. 34. art. 150. alíquotas. § 3º. lubrificantes e minerais. II. § 6º mas: art. e DT. II instituição e normas: arts. e 153. desenvolvimento regional. alíquotas. 155. § 1º 154. § 10 sobre circulação de mercadorias. instituição: art. competência do Distrito Federal: art. parágrafo único dos Estados. 153. art. 150. e VII sobre importação. § 1º – sobre produtos industrializados. arrecadação e distribuição: arts. consumidor. normas: arts. 34. 158. 153. e § 4º. incidência. instituição. § 5º – livros.

156 e §§ 1º a 3º IMPOSTOS ESTADUAIS (CF/88) – base de cálculo: art. 1º. 16 – disposições gerais: arts. proibição: art. alteração: art. 23 IMPOSTO SOBRE A IMPORTAÇÃO (CF/88) – alíquotas. 153. 153. casos: art. II IMPOSTO SOBRE A EXPORTAÇÃO – arts. b. 27 – destinação da receita líquida: art. competências e limitações: art. e 153. 155. II. 17 – conceito: art. § 3º . e 153. § 1º – componentes do sistema tributário nacional. 46 a 73 – sobre o comércio exterior: arts. I IMPOSTO SOBRE A IMPORTAÇÃO – arts. 23 a 28 – alteração das alíquotas ou base de cálculo pelo Poder Executivo. 74 a 76 – extraordinários. § 3º IMPOSTO SOBRE MINERAIS (CF/88) – incidência de imposto: limite: art. 29 a 45 – sobre o patrimônio ou renda. 19 a 28 – sobre o patrimônio e a renda: arts. 28 – fato gerador: art. VI. 155 – em Território Federal. 19 a 22 – competência para sua instituição: art. § 2º – instituição: art. 155. § 1º – instituição e cobrança: arts. início da vigência dos dispositivos de lei respectivos: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 315 – templos. e § 2º IMPOSTOS DA UNIÃO (CF/88) – arts. instituição. 156. II IMPOSTO SOBRE A EXPORTAÇÃO (CF/88) – alíquotas. fixação: art. 150. limite: art. pela União: – sobre a produção e a circulação: arts. 26 – instituição nos Territórios Federais. 155. alteração: art. II art. I IMPOSTO DE TRANSMISSÃO INTER VIVOS (CF/88) – instituição pelo Município: art. 154. 24 e 25 – contribuinte: art. 22 – disposições aplicáveis quando a incidência seja sobre tal operação: art. 21 – instituição: art. 75. 150. 18. 155. IV – base de cálculo: arts. II IMPOSTO SOBRE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS (CF/88) – incidência de tributo. 155. 147 IMPOSTOS EXTRAORDINÁRIOS (CF/88) – instituição: art. 155. § 1º. 104 IMPOSTO DE TRANSMISSÃO CAUSA MORTIS (CF/88) – alíquotas. finalidade: art. 76 – instituição cumulativa pelo Distrito Federal e Estados não divididos em municípios: art. II – fato gerador: art. 20 – contribuintes: art. 16 a 18 – especiais: arts. e DT art. 19 IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS (CF/88) – a que atenderá: art. 34. 155. § 1º IMPOSTO(S) – arts. 155 e §§ 1º a 3º IMPOSTOS DOS MUNICÍPIOS (CF/88) – art. § 1º. 18. 150. I – instituição e cobrança: arts. III – alteração de alíquotas ou bases de cálculo. 153 e 154 IMPOSTOS DOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL (CF/88) – art. 16 a 76 – art. e § 4º. § 1º. competência: art. finalidade: art.

51 e parágrafo único – disposições aplicáveis quando a incidência seja – distribuição pela União: art. 155. 157. 74 e parágrafos IMPOSTO SOBRE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (CF/88) – instituição: art. § 1º IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL – arts. 159. 65 – distribuição: art. conteúdo desta: art. 31 – distribuição aos municípios da localização dos imóveis. 46 a 51 – base de cálculo: art. e §§ 1º a 3º IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS – arts. 75. LUBRIFICANTES. e § 1º IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA – arts. parágrafo único – contribuinte: art. 46 – conceito: art. III IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A COMBUSTÍVEIS. I – alteração de alíquotas ou bases de cálculo. ou Distrito Federal. 156. 47 – competência: art. II IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS (CF/88) – distribuição pela União: art. 63 a 67 sobre a produção ou sobre o consumo: art. 63 – contribuintes: art.316 Índice Alfabético-Remissivo IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO. 74 – distribuição: art. III IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA (CF/88) – instituição pelo Município: art. pela União: art. 48 IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES (CF/88) – instituição: art. 32 – contribuintes: art. nota fiscal de modelo especial. conceito: art. 49 e parágrafo único – remessa para Estado. 86 – fato gerador: art. 75. 64 – competência: art. 46. 29 a 31 – base de cálculo: art. 34 – fato gerador: art. 155. destinação: art. 29 IMPOSTO SOBRE A RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA (CF/88) – a quem pertence: art. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS – arts. I. 32 e parágrafos – zona urbana. 95 – fato gerador: art. I – base de cálculo: art. 32 a 34 – disposições aplicáveis. 67 IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS À CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS – vide Decreto-Lei 406/68 – seletividade em função da essencialidade dos produtos: art. I. 85. 66 – fato gerador: art. 159. finalidade: art. 33 e parágrafo único – competência: art. 32. 46 – não-cumulatividade: art. I. 30 – contribuinte: art. I – fato gerador: art. quando a incidência for sobre a distribuição: art. 50 – base de cálculo: art. 74 e 75 – competência: art. CÂMBIO E SEGURO E SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS – arts. de produtos sujeitos a tal tributo. 63 e parágrafo único – receita líquida. e § 1º IMPOSTO SOBRE A RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA . II.

85. 38 – competência: arts. 41. I – – não confirmados por lei. 145. 181 INFORMAÇÕES (CF/88) – requisição por autoridade estrangeira. caput – Zona Franca de Manaus: DT. benfeitorias: art. 40 – fato gerador: art. 42 – dedutibilidade quanto ao – – – em dinheiro. 7º INDENIZAÇÃO (CF/88) – em dinheiro. revogação sem prejuízo dos direitos adquiridos: DT. 182. autorização: art. 39 – não-incidência sobre a transmissão de bens ou direitos. ressalva: arts. § 3º – setoriais. 156. caput em título da dívida pública. Distrito Federal e Municípios. 35 e parágrafo único – limites quanto à alíquota: art. art. 86 e parágrafo único – distribuição aos Estados. 43 – contribuintes: art. II IMPUGNAÇÃO – de elementos publicados conforme determinação da lei relativa à contribuição de melhoria: art. 40 INCORPORAÇÃO – definitiva do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. 184. pela União: art. obrigações acessórias: art. I – fato gerador: art. reavaliação e reconfirmação: DT. III IMPOSTO SOBRE SERVIÇO DE QUALQUER NATUREZA – vide Decreto-Lei 406/68 IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES – arts. § 4º. Distrito Federal Municípios. II e III – e do sujeito passivo. 35 e 41 – contribuinte: art. desapropriação: art. observações: art. 70 – fato gerador: art. 36 e 37 e parágrafos IMPOSTO TERRITORIAL – vide IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA E IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL ÍNDIOS (CF/88) – terra dos. 35 a 42 – base de cálculo: art. § 1º – base de cálculo: art. 44 – competência: art. 182. 151. 41. art. imóvel rural: art. art. desapropriação: art. § 2º INDELEGABILIDADE – da competência tributária. reavaliação: DT. 82. imóvel urbano. desapropriação rural. 181 . 45 e parágrafo único – distribuição: art. alteração de lançamento: art. 85. 68 a 70 INCENTIVOS FISCAIS (CF/88) – desenvolvimento sócio-econômico regional: art. I IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO DE BENS IMÓVEIS E DE DIREITOS A ELES RELATIVOS – arts. à receita dos Estados. 68. §§ 1º e 2º por convênio entre Estados. imóvel urbano. pesquisa. lavra e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica: art. 176. 184. 43 a 45 – base de cálculo: art. competência: art. art. III Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. § 1º INFORMAÇÃO COMERCIAL (CF/88) – requisição. ressalva: art. 43 IMPOSTO SOBRE SERVIÇO DE QUALQUER NATUREZA (CF/88) – instituição. 68 – contribuinte: art. § 3º em título da dívida agrária. 69 – competência: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 317 – arts. 41.

I. 177. 107 – princípios gerais de direito privado. 108. 172 IRRIGAÇÃO (CF/88) – aplicação de recursos. IV. lei de diretrizes orçamentárias. controle: art. 161 e parágrafos – princípios gerais de direito público: art. e § 1º – de tributos federais. 176. taxa: art. negócios ou atividades de terceiros: art. 13. 108. em dúvida: art. § 4º JAZIDAS DE PETRÓLEO (CF/88) – monopólio da União: art. 197 INVENTARIANTE(S) – intimação escrita para prestar informações sobre bens.318 Índice Alfabético-Remissivo INFRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA – responsabilidade independente da intenção do agente ou do responsável e da efetividade. 134. d JUROS (CF/88) – taxa de. parágrafo único – e integração da legislação tributária: arts. III – princípios gerais de direito tributário: art. 197. art. 176 e §§ 1º a caso de 4º – princípios: art. § 3º INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (FUNDAÇÃO) – apuração da superfície territorial e estimação da população de cada entidade participante do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal: art. I JAZIDAS DE MINERAIS (CF/88) – prioridade das cooperativas: art. 107 a 112 – revogação ou modificação: art. 161. política de aplicação: art. efetivação por – restrita à determinada região: art. 112 – propriedade: art. § 1º . § 2º INVENTÁRIO – habilitação em. lei especial: art. XII – eqüidade: art. 136 INSTITUIÇÃO FINANCEIRA (CF/88) – agências financeiras oficiais. 110 – literal: art. agente depositário: art. 187 INVESTIMENTOS (CF/88) – de capital estrangeiro: art. cobrança judicial de crédito tributário. V – oficial. 163. 165. 177. 108. 108. VI. § 2º JUROS DE MORA – acréscimo ao crédito não integralmente pago no vencimento: art. aplicação: art. 177 JAZIDAS (CF/88) – legislação sobre: art. 111 – mais favorável ao contribuinte. para apresentação de informações à autoridade admimistrativa quanto a negócios de terceiros: art. natureza e extensão dos efeitos do ato: art. II INTIMAÇÃO – escrita. 176 a 179 – fiscalização das. 179 e parágrafos – não concedida em caráter geral. 22. 88. parágrafo único despacho: art. não estará sujeita: art. 150. 109 JAZIDAS DE GÁS NATURAL (CF/88) – monopólio da União: art. distribuição: DT. parágrafo único INTERPRETAÇÃO – analogia: art. 42 ISENÇÃO(ÕES) – arts. disponibilidade de caixa. estaduais e municipais para os serviços públicos que conceder. 164. IV – cálculo. II – responsabilidade pelos tributos devidos pelo espólio: art. I JORNAIS (CF/88) – imposto sobre: art. disposições sobre: art. 174. e § 2º – limitações da lei tributária: art. 178 – tributos aos quais não será extensiva: art. 164.

aplicação: – princípios gerais de Direito Público. utilização na aplicação da: art. requisitos: art. do Distrito Federal e dos Municípios. § 1º – consignação judicial do crédito tributário pelo – fluência. revogação de moratória: art. não poderá alterar a definição. estabelecimento em lei: art. V – alteração. 149 e parágrafo único – homologação. 111 – leis. § 1º cominação de penalidades. parágrafo único – aplicação: arts. 144 – – revisão de ofício: art. 155 e parágrafo único sujeito passivo julgada improcedente: art. 144 e parágrafos – modalidades: arts. 105 e 106 – aplicação a ato ou fato pretérito: art. o – valor tributável expresso em moeda estrangeira. modificação. e § 2º estabelecimento em lei: art. utilização na aplicação da: art. 96 – decretos. 142. 142 a 150 aplicável. extraterritorialidade: art. III – alíquota e base de cálculo do tributo. parágrafo único – conteúdo de tal expressão: art. 108. 201. 146 – interpretação: art. 99 – dos Estados. 107 a 112 – interpretação literal: art. ressalva: art. dos tratados – princípios gerais de Direito Privado. interpretação da maneira mais favorável ao contribuinte. 97 a 99 e – por homologação: art. conteúdo e alcance: art. VII – legislação aplicável: art. conversão em moeda nacional: art. 97. 106 – aplicação imediata a fatos geradores futuros e aos pendentes: art. 112 conteúdo e o alcance dos institutos. quando ocorrerá: art. 107 – interpretação e integração: arts. § 2º – analogia. 97. 97. pará- – lei tributária. 97. 86 a 112 – normas complementares das leis. 148 atividade administrativa vinculada e obrigatória. equiparação à sua majoração: art. conceitos e formas de direito privado: art. responsabilidade funcional: art. 145 – arbitramento de valor ou preço – – – de bens que sirva de cálculo do tributo. – hipótese de exclusão. 164. 149. 143 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA – arts. VI – efetuação de ofício: art. caso em que não excluirá a liquidez de crédito tributário: art. mediante lei: art. utilização na aplicação da: art. 108. 108.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 319 – cobrança de crédito tributário. 110 e das convenções internacionais e decretos: art. extinção de crédito tributário: art. 156. 150 e parágrafos – reportar-se-á à data da ocorrência do fato gerador da obrigação: art. IV. em caso de constituição de pessoa jurídica de direito público pelo desmembramento territorial de outra: art. quando será iniciada: grafo único lei tributária. 102 competência para constituir crédito tributário pelo: art. tratados e convenções internacionais decretos: arts. 97. 100 e parágrafo único art. 142 efetuação com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiro: art. 109 art. 149 – revisão. 147 e parágrafos – eqüidade. em caso de dúvida: art. I. suspensão e extinção de créditos tributários ou de dispensa ou redução de penalidades. 120 base de cálculo do tributo. IV . 105 – – – LANÇAMENTO – arts. fixação mediante lei. III – fato gerador da obrigação tributária principal. 147 a 150 – modificação de critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa em relação a um mesmo sujeito passivo: art.

§ 2º – microempresas e empresas de pequeno porte. despesa com pessoal: art. § 6º – – administração pública. 165. administração pública federal. art. 103 vigência de dispositivos de leis referentes a impostos sobre o patrimônio ou renda. caput – impostos sobre ouro como ativo financeiro ou instrumento cambial. 173. propriedade predial e territorial urbana. ressalva: art. renda ou serviços: art. requisitos: art. parágrafo único – LEI (CF/88) – abuso do poder econômico. 175. normas: art. Zona Franca de Manaus. – federal. 150. § 1º – impostos sobre a renda e proventos de qualquer natureza. 108. majoração ou redução. 40. § 11 – capital estrangeiro. ressalvas: – Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste. plano plurianual: art. § 2º – administração pública. 158. 153. § 1º – impostos incidentes sobre mercadorias e serviços: art. § 2º tratamento jurídico diferenciado: art. 175 – vigência: arts. depósitos. 98 art. § 4º lavra. II – responsabilidade por infrações da: arts. Territórios. proteção. II – revogação ou modificação por tratados e con– tributos. 179 – atividade econômica. 97 – desapropriação. ressalva: art. parágrafo único. 136 a 138 venções internacionais: art. art. 170. repartição de receitas: art. II 158. § 1º § 1º – impostos. e § 4º – atividade econômica. alíquotas. investimentos: art. objetivos e metas. imposto progressivo: art. repressão: art. resultado. 34. disposições aplicáveis: art. diretrizes. normas: art. II – federal. definam novas hipóteses de incidência ou que extingam ou reduzam isenções. 156. § 3º serviços públicos. 171 empresa pública. caput art. 104 vigência no espaço e no tempo. instituição ou extinção. 176. II decisões e – diretrizes orçamentárias. ressalvas: art. § 4º – imposto sobre transmissão causa mortis e doação. § 5º – impostos. § 2º – – – disponibilidade de caixa. § 3º empresa brasileira de capital nacional. criação: DT. 169 administração pública. estímulo: art. 101 – empresas concessionárias e permissionárias de – estadual. 173. 174 art. 167. 164.320 Índice Alfabético-Remissivo – princípios gerais de Direito Tributário. que instituam ou majorem tais impostos. 101 a 104 – vigência de atos administrativos. ressalva: art. 153. 173. caput – direitos dos usuários: art. c. parágrafo único – – – impostos sobre propriedade territorial rural. repartição de receitas: art. livre exercício. benefício. imóvel rural: art. 34. 153. VI. 184. art. 172 – cooperativismo e associativismo. – convênios. – armadores e navios brasileiros. modificação de critérios: DT. parágrafo único. Municípios. início. 145. 178. limites: art. utilização na aplicação da: art. normas: art. 174. investimento: art. cobrança: DT. 97. incentivo e planejamento: art. § 1º . 153. relações com o Estado e a sociedade: art. transporte e utilização: art. predominância: art. regulamentação: art. fiscalização. 150. mediante lei. mediante lei: – tributos. 177. normas: art. normas: art. garantia e participação: art. § 5º – impostos sobre patrimônio. – municipal. exploração pelo Estado: – atividade econômica. §§ 2º e 3º materiais radioativos. definição. parágrafo único. 165.

responsabilidade jurídica: art. parágrafo único LEI – atribuições exclusivas: art. 34. legislação. dos serviços públicos: art. 150. fixação: art. parágrafo único LEILOEIROS – intimação escrita para prestar informações so- – extinção de crédito tributário. § 3º impostos sobre grandes fortunas. §§ 5º e 8º – orçamentos. programas ou projetos não inclusos: art. 163. autorização pela. 34. § 2º. e DT. 170 – tributos. despesa com pessoal: art. art. 155. c. 34. 171 e parágrafo único – normas complementares: art. 169. §§ 1º e 6º tributos. iniciativa do Poder Executivo: art. 182. 173. § 2º – ordem econômica e financeira e economia popular. 165 – finanças públicas: art. aéreo e terrestre. Distrito Federal e Municípios: art. art. § 4º – transporte marítimo. LEI COMPLEMENTAR (CF/88) – administração pública. I. 35. 38 . disposição: arts. art. desapropriação: art. § 1º fixação de normas: art. 156. conteúdo: art. 155. lavra e aproveitamento de potenciais. e § 2º LEI ESPECIAL – isenção tributária para serviços públicos concedidos pela União: art. § 9º. conflitos de competência entre a União. 146. § 2º. Poder Público: art. III e DT. empresa brasileira: art. parágrafo único. Estados. normas gerais: art. 165. I tributos. art. vigência: DT. 168 – – – tributos. I – empréstimo compulsório. 182 – – – – política tarifária. 178. diretrizes. § 3º – produtos semi-elaborados. normas gerais: arts. 100 e parágrafo único autorização pela: art. §§ 1º. III. § 1º – orçamento anual. 167. 155. § 2º – impostos. e DT. 34. § 6º. 176. 34. I. I – gestão financeira e patrimonial. III região semi-árida do Nordeste. objetivos e metas: – política de desenvolvimento urbano. 175 sistema tributário. prazo de entrega: art. e DT. exigência ou majoração: art. § 5º – pesquisa. e 156. 175. 9º. e DT. art. 35. e DT. 166. definição: art. § 1º art. I e III. 10 e 11 serviços públicos. 165. XII.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 321 – – navegação de cabotagem e interior: art. § 3º – impostos sobre serviços de qualquer natureza. 165. prestação. 148. lI LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (CF/ 88) – instituição: art. aproveitamento: art. a – solo urbano. 39. 153. 165. § 3º Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e doação. 165. X. casos especiais de regulamentação. 34. e DT. regulamentação: art. aplicação: art. 156. 159. normas: art. alíquotas. 13. § 6º impostos sobre combustíveis líquidos e gasosos. 154. e DT. e DT. cobrança: art. § 1º. 172 e parágrafo único – remissão total ou parcial do crédito tributário. condições: art. diretrizes gerais: art. II. III – tributos. art. distribuição. art. instituição. parágrafo único orçamentária anual. recursos. – – – – impostos. regulamentação. União: art. § 1º – plano plurianual. autorização pela: art. – processo judicial. art. 146. instituição: art. limitações constitucionais: art. 184. 178 – recursos aos Poderes Legislativos e Judiciário e Ministério Público. – orçamento. II. VII definição e normas: art. 146. 161. 97 – compensação de créditos tributários. art. art. instituição: art.

IV LIMITAÇÃO DO PODER DE TRIBUTAR (CF/88) – arts. e parágrafo único MATERIAL RADIOATIVO (CF/88) – transporte e utilização. publicação prévia determinada pela lei relativa a contribuição de melhoria: art. VI LIQUIDEZ – de crédito tributário: não será excluída pela fluência de juros de mora: art. IV LEI MUNICIPAL – áreas consideradas urbanas. competência da União: art. 155. limite: art. 170. parágrafo único LIVROS (CF/88) – imposto sobre: art. contrato social ou estatutos: art. d LIVROS DE ESCRITURAÇÃO – comercial e fiscal e comprovantes de lançamentos. LUBRIFICANTES. IV . VI – limitações: art. dotação orçamentária. suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. V MINISTÉRIO PÚBLICO (CF/88) – recursos. monopólio da União: art. 179 MINERAIS (CF/88) – imposto. VI. 150. 177. § 3º MATÉRIA TRIBUTÁRIA (CF/88) – conflitos de competência em: art. caput – arts. parágrafo único MANDADO DE SEGURANÇA – concessão de medida liminar. 195. prazo de entrega: art. suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. 82. 197. 201. atividade garimpeira: art. 164. 134. enriquecimento. I. II MASSA FALIDA – responsabilidade tributária do síndico e do comissário: art. 168 MOEDA (CF/88) – emissão. monopólio da União: art. V. reprocessamento. 135. 32. § 2º MEIO AMBIENTE (CF/88) – defesa: princípio da ordem econômica: art. para efeitos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. industrialização e comércio. 174. 145. 197. § 3º MEMORIAL DESCRITIVO – de projeto. negócios ou atividades de terceiros: art. 110 LIMINAR – em mandado de segurança. 151.322 Índice Alfabético-Remissivo bre bens. 112 MANDATÁRIO – obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. em caso de dúvida: art. § 3º MINERAIS – vide IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS A COMBUSTÍVEIS. até quando serão conservados: art. negócios ou atividades de terceiros: art. ENERGIA ELÉTRICA E MINERAIS DO PAÍS MINÉRIOS E MINERAIS NUCLEARES (CF/88) – pesquisa. § 2º LEI TRIBUTÁRIA – interpretação de maneira mais favorável ao contribuinte. 151. a MICROEMPRESAS (CF/88) – tratamento jurídico diferenciado: art. 177. lavra. 150 a 152 LIMITAÇÕES DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA – vide também COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA e TRIBUTO(S) – proteção. 9º a 15 LIQUIDATÁRIOS – intimação escrita para prestar informações sobre bens.

152. 156. 151. política de desenvolvimento urbano: art. 153. efeitos quanto à: art. depósito: art. 152 – prazo. – distribuição do produto da arrecadação de Im- . proi– tributos. 156. parágrafo único.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 323 – oferta. I. 179 – operações cambiais. arrecadação. art. § 3º MUNICÍPIOS – competência para o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. arts. 182 – em caráter individual. III. § 2º. proibições e limites: arts. III. e § 1º ção e normas: art. e 39. diferenças entre bens e serviços. tributação. III. distribuição aos: arts. 169. parágrafo único gaso- – aplicabilidade circunscrita a determinada região: art. VI – Poder Público. §§ 1º e 3º. III. institui– impostos. disposições: art. 152. IV e parágrafo único. e parágrafo único. 156. 159. competência dos: art. especificação em lei: art. parágrafo único – impostos. 163. arts. 150. 38 – disponibilidade de caixa. 160 rateio: art. 83 – – dívida pública dos. e parágrafo único. lI. § 1º – despesa com pessoal: art. § 2º. instituição. art. não gerará direito adquirido: art. e 39. III convênios celebrados com a União. lI fundo de participação dos: arts. § 5º. 160 – microempresa e empresa de pequeno – em caráter individual. – especificações em lei: art. 160 e 161. 164. parágrafo único – imposto dos Estados. 152 a 155 II. I – suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. 153. instituição e normas: art. §§ 1º e 3º. 32 – – concurso de preferência: art.parágrafo único art. 151. e 160 recursos repassados pela União e pelos Estados. condições da concessão: – em caráter individual. 164. § 3º – concessão em caráter geral: art. 158. divulgação e critérios de – tributos. controle: art. arrecadação. I – concessão em caráter individual: art. 156 – impostos sobre combustíveis líquidos e sos. participação em arrecadação: art. fraude ou simulação do sujeito passivo ou de terceiro. distribuição – aos: arts. II – créditos abrangidos. 149. 155 e parágrafo único 155 e parágrafo único porte. e DT. I. 158. conversão: art. art. § 3º. 161. repartição com: arts. 162 bição: art. b. 154. I e II – impostos sobre transmissão inter vivos. e DT. 158. 153 – número e vencimento de prestações. e DT. 145 e 156 – tributos. 143 MORATÓRIA – arts. II. e DT. 154 – dolo. § 2º MOEDA ESTRANGEIRA – valor tributável expresso em. 34. instituição e normas: art. 159. 151. 153. parágrafo único. renda. 160. ressalva: art. § 1º – contribuição. especificação em lei: art. II – impostos sobre propriedade predial e territorial urbana. e DT. I e II. § 2º. limites: art. vedada a retenção: art. 34.I impostos da União. 159. vedada retenção: art. 153. revogação de ofício: art. 161. b – – receitas tributárias da União e dos Estados. tratamento jurídico diferenciado: art. 152. 34. I. 143 MOEDA NACIONAL – valor tributável convertido em: art. 159. servidores. I MUNICÍPIOS (CF/88) – competência tributária: arts. arrecadação. b. 187. instituição e normas: art. 34.

III OBRAS PÚBLICAS – contribuição de melhoria para fazer face ao seu custo: art. tratados. pela União: art. 36. 113. 122 – adquirente ou remitente. 113 e parágrafos – domicílio tributário: art. 85. 123 responsabilidade: art. 82. 145. 127 e parágrafos – efeitos da solidariedade. limitações. 77 – Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. 95 çamento de despesas de capital: art. sujeito passivo: art. ressalva: arts. 96 a 208 NOTA FISCAL – modelo especial. 100 e parágrafo único NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO – arts. em caso de remessa de produtos sujeitos ao Imposto sobre Produtos Industrializados. de um para outro Estado. II NOTIFICAÇÃO – de contribuinte. 85. § 2º OBRAS PÚBLICAS (CF/88) – contribuição de melhoria: art. 117 – transporte marítimo internacional. conversão em obrigação principal quanto à penalidade pecuniária: art. distribuição pela União: art. 94 e § 1º que lhes será atribuída: art. casos. Energia Elétrica e Minerais do País.324 Índice Alfabético-Remissivo posto Territorial Rural. 50 responsabilidade tributária.VIDE SOLIDARIEDADE OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA – acessória. 178. 131. § 5º – percentagem obrigatoriamente destinada ao or– resultantes da fusão de outras unidades. § 2º – Imposto Territorial Rural. definição legal: interpretação: art. 115 – acessória. quanto ao montante. fato gerador: art. 81 OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA . § 2º – acessória. § 3º – acessória. 131 – atos ou negócios jurídicos condicionais reputados perfeitos e acabados: art. 113. responsabilidade tributária: art. 126 – convenções particulares relativas à NEGÓCIOS JURÍDICOS CONDICIONAIS – reputados perfeitos e acabados: art. 125 – espólio. 85. distribuição pela União: art. 138 e parágrafo único – denúncia espontânea da infração. § 2º – incorporação definitiva à sua receita do produ- – participação no Imposto sobre Operações Relativas a Combustíveis. forma e prazos de pagamento da contribuição. responsabilidade tributária: art. quota NÃO-INCIDÊNCIA DE IMPOSTO – sobre a transmissão de bens imóveis e direitos a eles relativos. 114 a 118 – fato gerador considerado ocorrido e com efeitos existentes: arts. conteúdo: art. obrigações acessórias: art. 117 NORMAS COMPLEMENTARES – das leis. ressalva: art. acordos: art. parágrafo único – acessória. I – fato gerador das taxas cobradas pelos: art. objeto: art. . percentagens: art. I to da arrecadação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. decorre da legislação tributária: art. inobservância. III – fato gerador: arts. 113. ou do Estado para o Distrito Federal. ressalva: art. 37 e parágrafos NAVEGAÇÃO (CF/88) – de cabotagem e interior: art. convenções internacionais e decretos: art. 116 e 117 – fato gerador. 91. 178 e parágrafo único – capacidade tributária passiva: art. em caso de contribuição de melhoria: art. exclusão da – disposições gerais: art. 85. 118 . Lubrificantes.

fato gerador: art. e 168 poderes ou infração de lei. surgimento: art. art. lei. 169. 136 a 138 – responsabilidade solidária: art. 135 – solidariedade: arts. condições: art. 195 e 198. 114 – principal. 119 e 120 – sujeito passivo: arts. 167. 167. atri– responsabilidade por infrações: arts. 149. responsabilidade tributária: art. IV ORÇAMENTO (CF/88) – acompanhamento e fiscalização. extinção: art. I. competência da Comissão Mista Permanente: art. e DT. legislação tributária aplicável. por autoridade. e § 2º – principal. 128 – – créditos especiais. 165. 134 e 135 – responsabilidade dos sucessores: arts. 133 principal. despesa com pessoal: art. III OMISSÃO – de ato ou formalidade essencial. recursos. utilização: arts. 165. 39 – anual. 132 e parágrafo único pessoa natural ou jurídica de direito privado. 165. 166. e 168 créditos extraordinários. 166. projeto de lei. 130 e parágrafo único sub-rogação em direitos. comprovação. – créditos suplementares. 149. 11. § 1º – principal ou acessória: art. 113. efeitos quanto ao lançamento: art. revisão: DT. 113. e DT. 166. transformação ou incorporação de outra. ressalva: art. 121 a 123 – diretrizes orçamentárias. in fine – principal. § 5º. VIII. pela lei: art. § 8º. 124 e 125 – sub-rogação de créditos tributários na pessoa – – – – criação de cargos e concessão de vantagens. responsabilidade pelos créditos correspondentes: art. execução. sujeito passivo: art. 166. II – diretrizes orçamentárias. e § 9º. 169 da seguridade social: arts. 165. ressalva: art. II. responsabilidade tributária: art. 129 a 133 – responsabilidade pelo crédito tributário. VII – responsabilidade tributária: arts. parágrafo único de investimento das empresas estatais: art. recursos. elabo- . II. § 1º. 165. utilização e transposição: arts. II zação: art. por pessoa jurídica de direito público constituída pelo desmembramento de outra. concessão e utilização: art. e § 2º ração e organização: arts. 166. V – créditos suplementares. 113 – principal. V. § 1º. 149. exercício de 1989. objeto: art. abertura e vigência: art. 121 e parágrafo único – administração pública. § 2º – anual. 97. abertura e vigência: art. elaboração e organização: arts. I de adquirentes de imóveis. § 5º. efeitos quanto ao lançamento: art. § 8º. e § 9º. § 1º – responsabilidade de terceiros: arts. de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. I. V – relativa a elemento de declaração obrigatória. 165. 167. – anual. – – sujeito ativo: arts. III. 128 a 138 – resultante de atos praticados com excesso de – créditos ilimitados. definição de seu fato gerador. § 6º. efeitos quanto ao lançamento: art. elaboração e organi– diretrizes orçamentárias. 165. contrato social ou estatutos. 35. art. I – créditos especiais.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 325 – pessoa jurídica de direito privado resultante de fusão. e §§ 5º e 8º – créditos adicionais: art. caput. 124 e parágrafo único buição a terceiro vinculado ao fato gerador: art. conteúdo: art. 131. lei. art. §§ 2º e 3º 167. III. responsabilidade tributária: art. 166. 38 § 9º. III. junto a outra. 120 sucessor a qualquer título e cônjuge meeiro. 167. 113. aquisição. § 1º. IX – – de pessoa legalmente obrigada. II – – principal. abertura: art. conteúdo: art.

§ 6º – – – – projeto de lei orçamentária anual. elaboração e organização: art. VI – dotações orçamentárias. recursos. vinculação. investimento. I art. art. Distrito Federal e Municípios: art. impostos. publicação prévia determinada na lei relativa à contribuição de melhoria: art. VIII – operações de créditos excedentes às despesas de capital: art. proposta: art. utilização: art. 94 – fiscal. projeto. publicação: art. inclusão obrigatória: art. reforma agrária: art. § 4º. 167 – projeto de lei. §§ 1º e 7º. emendas: art. despesa e receita. Poderes da União: art. VII – projeto de lei. § 1º. 165. elaboração e apreciação: arts. recursos sem despesas correspondentes. I. § 7º crédito não integralmente pago no vencimento. 153. 166. aplicação: – receita tributária. § 5º – cheque: art. transposição. caput. relatório. 158 – de um crédito: quando não importará em pre– – efetuação na repartição competente do domicílio do sujeito passivo: art. 167. parágrafo único sunção de: art. § 5º PAGAMENTO – arts. I – fiscal. compatibilização com outros planos: art. I – do custo da obra. 159 existência simultânea de dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com – projetos de lei. II – recursos. 150. 166. caput – União. processo legislativo. 82. 161 e parágrafos desconto. § 5º. normas: art. diretrizes. 37 – plano e programas nacionais. 35. e § 1º – títulos da dívida agrária. e § 2º. juros de mora e penalidades: art. e DT. vigência: DT. e 168 – execução. 35. 167. pelos Estados. IV . extinção do crédito tributário: arts. 174 – princípios: art. punição: art. objetivos e metas da administração pública federal: art. transposição de recursos: arts. § 2º. e DT. § 5º – funções do Estado: art. remanejamento ou transferência. I. 165. 157 a 169 – programas ou projetos não incluídos na lei do: – proibição: art. condições: art. encaminhamento e sanção. variação. 167. 162. regionais e seto– plano plurianual. apreciação pelo Congresso Nacional: art. art. I ORDEM ECONÔMICA (CF/88) – e financeira. § 8º projeto de lei orçamentária. I plano plurianual. 165. § 3º – fiscal e de investimento das empresas estatais: art. 167. e DT. § 6º art. percentagem obrigatoriamente destinada ao mesmo. recursos. 170 OURO (CF/88) – ativo financeiro ou instrumento cambial. VI. I. 184. 165. b – – – – plano plurianual. §§ 2º a 4º – projeto de lei. § 1º plano plurianual. 35. 173. caput. 160. 167. atos contra a. 167. I – consignação judicial da importância do crédito tributário pelo sujeito passivo: art. 166. prazo.326 Índice Alfabético-Remissivo § 4º. e 166. utilização: art. caput – antecipado. projeto de ORÇAMENTO – de despesas de capital. 166. e § 9º. proibição e ressalvas: art. e 156. III. § 4º revisão da lei orçamentária: DT. modificação. 166. e § 1º plano plurianual. 165. 165. art. 39. art. demonstrativo: art. 166. e § 4º riais. 165. em caso de antecipação: art. 164 e parágrafos – projeto de lei orçamentária anual. 167. 165. I. art. § 1º. encaminhamento e deliberação: art.

vedação: art.e § 1º PARTIDOS POLÍTICOS (CF/88) – impostos sobre patrimônio. imputação: art. II. 34. alíquotas. I PAPEL – destinado exclusivamente à impressão de jornais. 167 tempo não fixado para o mesmo. I – forma: art. I – prazo para pleitear restituição: art. § 2º. 155. 132 e parágrafo único de direito público constituída pelo desmembramento territorial de outra. parágrafo único passivo. I. renda ou serviços. V. 156. 162 – indevido: arts. isenção tributária: art. IV. § 1º PETRÓLEO (CF/88) – e gás natural. parágrafo único PODER DE TRIBUTAR (CF/88) – limitação: arts. § 1º PENSÃO (CF/88) – incidência de imposto: art. ressalva: art. 168 – prescrição da ação anulatória da decisão – – – – – de direito privado. 163 – extinção do crédito tributário: art. 165 – – – restituição total ou parcial do tributo ao sujeito – – restituição total ou parcial do tributo. VI. 162. I. § 4º. periódicos e livros. transformação ou incorporação. monopólio da União: art. a administrativa que denegar restituição: art. c. a quem será feita: art. 177 – vale postal: art. § 1º. 165. 127. 165 a 168 – integral do crédito tributário. domicílio tributário: art. domicílio tributário: art. e parágrafos de direito público. moratória. I e II – e projetos não incluídos na lei orçamentária anual. casos: art. 167. 162. vencimento do crédito. § 1º . 150 a 152 PODER EXECUTIVO (CF/88) – impostos. legislação tributária aplicável: art. adquirente de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. e DT. 78 – exercício regular: art. 150. 169 e parágrafo único restituição de tributos que comportem transferência do encargo financeiro. e parágrafos de direito privado. derivados de: art. 78. 127. II PERIÓDICOS (CF/88) – imposto sobre: art. alteração: art. sub-rogação nos direitos desta. competência para concessão: art. resultante de fusão. 157 PESQUISA (CF/88) – e lavra de minérios e minerais nucleares. 177. juros não capitalizáveis: art. V PESSOA JURÍDICA – de direito privado. 160 PESSOAS NATURAIS – domicílio tributário: art. 150. 166 restituição. 153. e 166. 150. § 3º PLANOS E PROGRAMAS DE GOVERNO (CF/88) – elaboração e apreciação. quando ocorrerá: art. d – impostos. d. imposição penalidade: art. 133 de – moeda corrente: art. 9º. III.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 327 a mesma pessoa jurídica de direito público. I PODER DE POLÍCIA – conceito: art. art. juros de mora e penalidades pecuniárias. responsabilidade tributária: art. proibição: art. 127. VI. 120 de direito público. competência exclusiva do Congresso Nacional: arts. 153. 152. industrial ou profissional. monopólio da União: art. responsabilidade tributária: art. e § 4º PEDÁGIO (CF/88) – cobrança: art. 167.

projetos de lei dos orçamentos. regionais e setoriais. projetos de lei dos orçamentos: arts. lei orçamentária anual: art. I a III – orçamento fiscal. operações cambiais. fundos. autorização: art. 165. I – fundos. orçamentos: art. preferência à empresa brasileira: art. V. 167. política de desenvolvimento urbano: art. 168 ferência. 170. 21 – alteração das alíquotas ou das bases de cálculo do Imposto sobre Operações de Crédito. 41 – iniciativa de leis. dotação orçamentária. § 1º bens e serviços. reavaliação: DT. prazo de entrega: art. IX – orçamento da seguridade social. VI serviços públicos. recursos. prestação e licitação: art. e DT. 165. remanejamento ou transPODER PÚBLICO (CF/88) – atividade econômica. 163. 36 Congresso Nacional. VI – recursos. 167. 165. § 2º municipal. 168 PODER LEGISLATIVO (CF/88) – Congresso Nacional: Comissão Mista Permanente. competência: art. finalidade: art. 167. art. § 4º Congresso Nacional. tributos arrecadados. impostos. 182 e §§ lº a 4º POLÍTICA URBANA (CF/88) – arts. conservação. 182 e 183 POSSE DE IMÓVEL – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. § 3º – orçamentos. relatórios: art. pedágio: art. 34. 26 orçamento fiscal. 165. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. VIII – – – – orçamentos. 165. créditos especiais ou suplementares. 150. recursos. § 5º. e 167. autorização: art. § 5º. 166. 184 a 191 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO URBANO (CF/88) – art. finalidade: art. 34. ratificação. § 8º. prazo: DT. § 5º PODER EXECUTIVO – alteração das alíquotas ou das bases de cálculo do Imposto sobre a Exportação. disposições: art. § 9º e 166 Congresso Nacional. autorização: art.328 Índice Alfabético-Remissivo – incentivos fiscais. autorização: art. transposição. 166. autorização: arts. 182 órgãos e entidades públicas. 165. parágrafo único – alteração das alíquotas ou das bases de cálculo do Imposto sobre a Importação. prazo de votação: DT. finalidade: art. projetos de modificação. utilização. patrimônio. VIII recursos. aquisição. Câmbio e Seguro. mensagem ao Congresso Nacional: art. prazo de entrega: art. I – recursos. 65 – – – – – – autarquias e fundações. instituição. 167. art. apreciação: art. §§ 2º a 4º Congresso Nacional. § 1º PODER JUDICIÁRIO (CF/88) – orçamento fiscal. execução. § 5º. 165. art. 29 . § 2º. lei orçamentária anual: art. 150. 166. art. lei orçamentária anual: art. utilização. distribuição. planos e programas nacionais. §§ 1º e 2º – – – – – – Congresso Nacional. regulamentação. e DT. 39. autorização: art. 175 vias. renda e serviços. 171. dotação orçamentária. 32 – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. emendas: art. art. proibição: art. V Congresso Nacional. 166. I orçamento fiscal. parágrafo único POLÍTICA AGRÍCOLA E FUNDIÁRIA E REFORMA AGRÁRIA (CF/88) – arts.

Distrito Federal e Municípios. quotas devidas aos mesmos: art. sob pena de demissão: art. II PRESCRIÇÃO – da ação para cobrança de crédito tributário. interrupção: art. III PRESIDENTE DA REPÚBLICA (CF/88) – contas do: art. 155. 158 mente inscrita: art. § 1º – para homologação de lançamento: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 329 PRAZO(S) – contagem: art. 204 e parágrafo único – relativa. 82. em favor ou contra um dos obrigados. até sua ocorrência: art. 156. em casos em que o pagamento de um crédito não importará na mesma: art. 185 e parágrafo único – para o Banco do Brasil comunicar ao Tribunal de Contas da União os totais relativos a impostos creditados mensalmente ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios: art. ao Distrito Federal e a cada Município. aplicação: art. 205. II PROCESSO ADMINISTRATIVO – de instrução e julgamento da impugnação de elementos constantes da publicação prévia determinada pela lei relativa à contribuição de melhoria. 210 e parágrafo único lei. § 4º – para impugnação de elementos constantes da publicação prévia determinada pela lei relativa à contribuição de melhoria: art. penal ou administrativa: art. aplicação da legislação tributária: art. de certeza e liquidez de dívida regularPRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO – privado. contrato social ou estatutos: art. 87. 94. 150. 76 aos Estados. regulamentação: art. 70 PRESUNÇÃO – de fraude. 174 e parágrafo único – de empréstimo compulsório. 82. III tributário. 135. aplicação da legislação tributária: art. parágrafo único – – de créditos tributários. 125. relativamente a quotas devidas aos mesmos: art. efeitos: art. parágrafo único do direito à cobrança de crédito tributário. em caso de guerra externa ou sua iminência: art. II de Contas da União o crédito feito a cada Estado. 15. em alienação ou onerações de bens ou rendas. 166. 82. parágrafo único – – de pagamento de contribuição de melhoria: art. § 6º PRESTADOR DO SERVIÇO – contribuinte do Imposto sobre Serviços de Transportes e Comunicações: art. 108. 108. 92 – de pagamentos. parágrafo único – para as autoridades arrecadadoras entregarem – – extinção do crédito tributário: art. produto da arrecadação de impostos. 168 PREFEITO – responsabilidade civil. ao Distrito Federal e a cada Município. 85. § 2º máximo para supressão de impostos extraordinários instituídos pela União. do Distrito Federal e Municípios: art. 93. não-computação do tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação: art. 109 – para o Tribunal de Contas da União comunicar – para pleitear restituição de tributo: art. 93 ao Banco do Brasil os coeficientes individuais de participação de cada Estado. V – interrupção. 166. § 3º PREPOSTOS – obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de – – público. fixação em lei: art. § 2º – – para o Banco do Brasil comunicar ao Tribunal projetos de lei dos orçamentos. III . § 1º para fornecimento de certidão negativa: art. conservação obrigatória de livros de escrituração. ressalva: art. encaminhamento ao Congresso Nacional: art. parágrafo único – para o Banco do Brasil creditar a cada Estado. 195. pelo sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública.

– urbana. aproveitamento inadequado. III – fixação de alíquotas: art. do Imposto sobre a Exportação. 184. 94. para efeitos do imposto sobre Produtos Industrializados: art. 191 PUBLICAÇÃO – prévia de elementos. vinculação. § 4º RECEITA – de tributos. parágrafo único – líquida. recursos sem despesas correspondentes: art. § 2º – dos orçamentos.330 Índice Alfabético-Remissivo PROCESSO JUDICIAL (CF/88) – desapropriação rural: art. II PROVA – de quitação de tributos. e § 2º PROPRIEDADE DE IMÓVEL – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. § 6º – orçamentária. § 4º PRODUTO INDUSTRIALIZADO – caracterização. 183 – urbana. contribuinte do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art. para concessão de concordata ou declaração da extinção das obrigações do falido: art. prova. indenização: art. desapropriação. 165. 166. 153. 157 e 162 – – – predial e territorial urbana. § 6º – orçamentária. 82. 153. § 3º. fixação de alíquotas: art. parágrafo único. 156. imposto: art. I QUITAÇÃO – de tributos. 165. impostos. II – solo urbano. 170. caput. 19 PROGRAMAS NACIONAIS (CF/88) – elaboração: art. demonstrativo: art. 153. destinação: art. apreciação e tramitação: arts. princípio da ordem econômica: art. domínio. 167. 46. § 4º § 3º – urbana. fato gerador do imposto: art. imposto: art. § 3º PRODUTO(S) APREENDIDO(S) OU ABANDONADO(S) – arrematante. § 8º PROPRIEDADE (CF/88) – função social: art. 29 PROTESTO JUDICIAL – interrupção da prescrição da ação para cobrança de crédito tributário: art. aprovação: art. 174. 182. 170. 22. § 1º RECEITA (CF/88) – tributária: repartição: arts. § 9º. para concessão de concordata ou declaração da extinção das obrigações do falido: art. I. função social: art. 35. art. IV – rural. 92 e 93 – dos orçamentos. 191 QUOTAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS – cálculo e pagamento: arts. 182. III PRODUTO INDUSTRIALIZADO (CF/88) – destinado ao exterior. desapropriação por interesse social: art. 166. II tributária. 166. proibição e ressalvas: art. distribuição a pessoas jurídicas de direito público. 184 – rural. 20. § 4º – fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. e 166. § 1º privada. 165. 166. encaminhamento ao Congresso Nacional: art. e DT. emendas: art. aquisição: art. parágrafo único PRODUTOS ESTRANGEIROS – importação. § 4º PROJETO DE LEI (CF/88) – de diretrizes orçamentárias. observada pela lei relativa à contribuição de melhoria: art. 182. 6º. penalidades: art. §§ 2º a 5º – dos orçamentos. § 5º. 28 . III – comprovação da aplicação: art. 32 – leilão. competência legislativa: art. 153. base de cálculo do Imposto sobre a Importação de produtos estrangeiros: art.

destinação: art. parágrafo único RESOLUÇÃO (CF/88) . áreas e condições: art. IV – transposição. competência da União: art. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. 151. resultado. III RESCISÃO DE DECISÃO – condenatória. exploração ou aproveitamento: art. VIII – formação mediante receita líquida do Imposto sobre Operações de Crédito. exploração ou aproveitamento: art. III – total ou parcial de crédito tributário: art. 184. utilização: art. 83 a 95 RECLAMAÇÕES – suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. ressalva: art. lavras de recursos minerais. 156. 135. remanejamento ou transferência dos. III RESERVAS MONETÁRIAS – formação mediante receita líquida do Imposto sobre a Exportação: art.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 331 – líquida. minas e potenciais de energia hidráulica. 151. 125. 184 – impostos. 167. indenização: art. 165. III REMISSÃO – extinção do crédito tributário: art. restituição total ou parcial de tributo: art. II – ou isenção de crédito tributário. fixação das condições em lei: art. participação: art. 176 – lavra. 172 e parágrafo único REMITENTE – responsabilidade tributária: art. direito à restituição de tributo: art. Câmbio e Seguro. 145. 15. VI REFORMA AGRÁRIA (CF/88) – benfeitorias. II – suspensão da exigibilidade do crédito tributário: art. IV – tributária. efeitos. III RECURSO(S) – de ofício. 167. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários. condições: art. Câmbio e Seguro. monopólio da União: art. V – pesquisa e lavra. destinação: arts. requisitos: art. § 5º REFORMA DE DECISÃO – condenatória. § 3º – jazidas de petróleo e gás natural. 177. 67 – desapropriação por interesse social. § 1º RESGATE – de empréstimo compulsório. obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. 167. § 4º RECURSOS PÚBLICOS (CF/88) – déficit de empresas. em virtude do mesmo: art. 177 – jazidas. 174. 165. VI. isenção: art. fundações e fundos. I RENDA (CF/88) – instituição de imposto vedada: art. contrato social ou estatutos: art. prioridade às cooperativas: art. 176. 67 – ensino: art. §§ 3º e 4º – incidência de tributos: art. a REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTARIAS (CF/88) – arts. 184. monopólio da União: art. 131. 150. 176 – garimpagem associativa. 28 RECURSOS HÍDRICOS (CF/88) – potenciais de energia hidráulica. § 2º – minérios e minerais nucleares. 176 RECURSOS HUMANOS (CF/88) – empresas brasileiras. do Imposto sobre Operações de Crédito. 157 a 162 REPRESENTANTES – de pessoas jurídicas de direito privado. alteração do lançamento. 174. 155.

do lançamento. alíquotas. § 1º RESOLUÇÃO – do Senado Federal. aplicação: art. § 4º. IV. § 1º. parágrafo único. 165. quando caberá: art. 166 SALDO – em favor do contribuinte. alíquotas. para reduzir ou excluir tributo. 135 a 138 – por infrações da legislação tributária: arts. e parágrafo único SERVIÇOS PÚBLICOS (CF/88) – empresas concessionárias e permissionárias: art. 128 a 138 – de erros contidos na declaração. § 2º. 175. 147. direito à restituição total ou parcial do tributo: art. 149 REVOGAÇÃO – de concessão de moratória em caráter individual: art. pelo crédito tributário: art. 155. 197. II RESTITUIÇÃO – de tributos que comportem transferência de encargo financeiro. 106 REVISÃO – de ofício. 121. 182. IV penalidades pecuniárias. 136 RESPONSÁVEL – sujeito passivo da obrigação principal: art. 167. 130 e parágrafo único – de pessoa jurídica de direito privado resultante de fusão. quando se admitirá: art. interrupção: art. juros de mora e – prestação de. parágrafo único SERVENTUÁRIOS DE OFÍCIO – intimação escrita para prestar informações sobre bens. fixação dos limites da alíquota do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. proporcionalidade. ressalva: art. VI. e § 2º. I – – total ou parcial do tributo. Ill – – juros não capitalizáveis: art. 131 – por créditos correspondentes a obrigações tri- – de decisão condenatória. 49. 128 – de terceiros: arts. § 5º. 167 RETIFICAÇÃO DE DECLARAÇÃO – por iniciativa do próprio declarante. ao sujeito passivo. casos: art. emissão. III SENADO FEDERAL (CF/88) – impostos. parágrafo único prazo de prescrição. fixação: art.332 Índice Alfabético-Remissivo – impostos. 129 a 133 – pessoal: art. 155 e parágrafo único – créditos tributários. 169 – responsabilidade tributária: art. I – prazo para pleiteá-la: art. III butárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei. concessão ou permissão: art. 134 e 135 – dos sucessores: arts. 168 – prescrição da ação anulatória da decisão administrativa que denegá-la: art. competência: art. aprovação: art. 134. casos: art. sub-rogação na pessoa de adquirentes de imóveis. parágrafo único SEGURIDADE SOCIAL (CF/88) – orçamento: art. transferência para período ou períodos seguintes: art. 39 RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA – arts. negócios ou atividades de terceiros: art. 147. a quem será feita: art. 165. ressalva: art. IV e V – título da dívida pública. parágrafo único. 132 e parágrafo único – de terceiro. 169. 175 . 165 total ou parcial do tributo. 155. contrato social ou estatutos: art. transformação ou incorporação: art. § 2º RETROATIVIDADE DA LEI – aplicação da lei a ato ou fato pretérito.

150. § 1º. VII – extinção de crédito tributário.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 333 – taxas. 134. art. 119 e 120 SUJEITO PASSIVO – consignação judicial da importância do crédito tributário. vigência: DT. II SERVIÇO(S) PÚBLICO(S) – utilização efetiva ou potencial. 79 SIGILO PROFISSIONAL – quanto a informações prestadas à autoridade administrativa sobre bens. 38 – utilizados por contribuinte. 155. e parágrafo único – exploração de atividade econômica: art. 198 e parágrafo único SOBERANIA (CF/88) – nacional. 182. 164 e parágrafos – responsabilidade tributária: art. art. 197. 77 SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL – disposições a respeito: art. 122 . caracterização: art. I SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA (CF/88) – despesa de pessoal: art. e DT. negócios ou atividades de terceiros: art. e parágrafo único SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL (CF/88) – fundo de participação. I SUB-ROGAÇÃO – de pessoa jurídica de direito público constituída pelo desmembramento territorial de outra. V. VIl. específicos e divisíveis. § 4º. § 4º SINDICATOS (CF/88) – dos trabalhadores. 34. proibição: art. nos direitos desta. § 2º – – instituição de impostos. 124 e parágrafo único SOLO (CF/88) – urbano. 145 a 162 – vigência: DT. 169. I. 145. 149. caput – de obrigação acessória: art. 2º – impostos que o integram: art. inadmissibilidade: art. utilização dos: art. § 1º leis regulamentadoras. fato gerador de taxas: art. 131. efeitos quanto à moratória: art. VI. parágrafo único SIMULAÇÃO – de beneficiado com moratória ou de terceiro. impostos. princípios da ordem econômica: art. 17 SITUAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA – de sujeitos passivos e terceiros. e § 4º SÍNDICO(S) – intimação escrita para prestar informações sobre bens. 173 SÓCIOS – liquidação de sociedade de pessoas. 170. II – pessoas solidariamente obrigadas: art. c. revogação e penalidade: art. determinações: DT. 150. 197. II SUJEITO ATIVO – da obrigação tributária: arts. §§ 3º a 5º – normas gerais: arts. vigência: DT. art. ressalva: art. 154. responsabilidade tributária: art. divulgação pela Fazenda Pública. negócios ou atividades de terceiros: art. 34. legislação tributária aplicável: art. 125 – de sujeito passivo ou de terceiro. inadmissibilidade. 34. parcelamento ou edificação: art. e parágrafo único SOLIDARIEDADE – efeitos. 34. art. 120 SUCESSOR – responsabilidade tributária: art. ressalva: art. efeitos quanto ao lançamento: art. parágrafo único – de sujeito passivo ou de terceiro. casos: art. 134. art.

fraude ou simulação. in fine ou Municípios. 145. art. 77 e parágrafo único – cobradas pela União. 150. caput. II. e parágrafo único TAXAS (CF/88) – bases de cálculo: art. 34. VI – de obrigações tributárias. inadmissibilidade: art. in fine – impugnação. arrecadação. para efeito de sua instituição e cobrança: art. 197. do Distrito Federal e dos Municípios: art. distribuição aos: art. negócios ou atividades de terceiros: art. 183.334 Índice Alfabético-Remissivo – de obrigação principal: art. dos Estados. 134. 18. inadmissibilidade: art. 121 e parágrafo único dificação mediante convenções particulares. III impostos dos Estados. cobrança: art. Distrito Federal – TERRITÓRIOS FEDERAIS – concurso de preferência: art. 153. fato gerador do Imposto sobre a Importação: art. 158. 147 – competência tributária da União. 123 TELECOMUNICAÇÕES (CF/88) – impostos. e DT. I – responsabilidade: arts. 77 a 80 – – – impostos da União. I TÍTULO DE DOMÍNIO (CF/88) – área urbana. e 161. 151 e parágrafo único TABELIÃES – intimação escrita para prestar informações sobre bens. 80 – instituição de impostos pela União: art. mo– dolo. II compreendidas no âmbito das atribuições da União. 149. § 5º. 187. alteração do lançamento: art. definição legal. efeitos quanto ao lançamento: art. 197 lançamento efetuado com base na declaração de: art. parágrafo único. – responsabilidade tributária: art. 145. 77. II cálculo em função do capital das empresas. parágrafo único. parágrafo único. II – pedágio. 155. distribuição aos: arts. serviços de: art. fraude ou simulação em benefício de sujeito passivo. § 3º TEMPLOS RELIGIOSOS (CF/88) – instituição de impostos vedada: art. I – – – – lançamento efetuado com base na declaração do: art. indicações obrigatórias: art. posse: art. 149. efeitos quanto ao lançamento: art. VI. 147 com exclusão da responsabilidade do contribuinte: art. 202 TERRITÓRIO NACIONAL – entrada de produtos estrangeiros. 128 SUSPENSÃO – da exigibilidade do crédito tributário: art. do Distrito Federal ou dos Municípios. competência: art. 19 TERRITÓRIOS (CF/88) – impostos. I. eleitos quanto ao lançamento: art. VII – identificação. VI. parágrafo único. 142. 158. 134 e 135 – responsabilidade por crédito tributário. Estados. competência da União: art. 147 dolo. arrecadação. e § 1º . 145. § 1º TAXAS – arts. dos Estados. § 2º TERMO DE INSCRIÇÃO – de dívida ativa. VII intimação escrita para apresentação à autoridade administrativa de informações referentes a negócios de: art. b TERCEIRO(S) – ação ou omissão que implique penalidade pecuniária. 149. fato gerador: art. V. 150.

quanto aos herdeiros ou legatários: art. taxas e contribuição de melhoria. 34. limitações. Estados. proibição: art. 177. parágrafo único – prazo para comunicar ao Banco do Brasil os coeficientes individuais de participação de cada Estado e do Distrito Federal e Municípios: art. III diferença entre bens e serviços. IV TÍTULOS DE CRÉDITO (CF/88) – imposto: art. 173. 100 e parágrafo único – revogação ou modificação da legislação tributária interna: art. V. §§ 2º e 3º – TRIBUTOS (CF/88) – arrecadação. 151. parágrafo único 34. III TRANSMISSÃO DE DIREITOS REAIS SOBRE IMÓVEIS – fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. parágrafo único TRANSPORTE (CF/88) – aéreo. proibição: art. determinações: DT. 155. – – impostos. § 2º. 178. art. IV. 178 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (CF/88) – fundo de participação. § 2º – de granéis: art. III – interestadual e intermunicipal. cálculo de quota: art. isenção e redução: art. art. I TRANSMISSÕES CAUSA MORTIS – fatos geradores distintos. 156. 161. 34. proibições e exceções: art. art. IV tituição e normas: art. 98 – isenção. III – legislação tributária. V. e § 1º. 35. §§ 1º e 2º fundo de participação. fato gerador do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. ins– petróleo e gás natural. 151. 43. 163. 150. 92 suspensão do pagamento de distribuições do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza e Imposto sobre Produtos Industrializados: art. livre exercício: art. 35. Distrito Federal e Municípios: art. 35. sobre os totais relativos a impostos creditados mensalmente ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios: art. I TRATADOS – normas complementares: art. §§ 6º e 8º – fundo de participação. 34. utilização: art. § 1º desenvolvimento regional. § 1º TRANSAÇÃO – extinção do crédito tributário: art. 165. e DT. 161. e DT. § 2º. proibição: art. 87. parágrafo único TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – comunicação do Banco do Brasil. cálculo de quotas: art. 145 incentivos fiscais. e DT. 34. 94. parágrafo único TRÁFEGO (CF/88) – de pessoas ou bens. alterações: art. art. §§ 1º e 6º confisco. monopólio da União: art. III. incentivos.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 335 TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA (CF/88) – emissão e resgate: art. obrigações e privilégios fiscais: art. art. II TRABALHADORES (CF/88) – ofício. competência da União. impostos. II TRANSMISSÃO DE PROPRIEDADE – ou do domínio útil de bens imóveis. e DT. desenvolvimento sócio-econômico regional: art. § 2º . divulgação e critérios de rateio: art. 155. profissão ou atividade econômica. 162 – – – – – – cobrança. § 1º. 150. II. 170. 152 empresas públicas e sociedades de economia mista. 150. marítimo e terrestre: art.

97. 9º. II UNIÃO (CF/88) – atividade econômica. V. 4º – o que será considerado como tal: art. 6º. orçamento de investimentos: art. II – atividade econômica. competência comum da União. art. 173 – bens: art. Distrito Federal e Municípios: art. projeto de revisão da lei orçamentária: DT. incidência: art. e DT. § 3º cia: art. responsabilidade: art. 97. e DT. reforma agrária: art. competência exclusiva: art. exclusão: art. § 3º – majoração ou redução pela lei. 164. variações. § 1º – natureza jurídica específica. I a VII. parágrafo único – disponibilidade de caixa. 134. responsabilidade do inventariante: art. art. 165. 97. VIl – matéria objeto de lei complementar: art. §§ 1º e 6º TRIBUTO(S) – atualização do valor monetário da base de cálculo do. 34. 176 – competência tributária: arts. 134. ressalva: art. 100. – fixação de sua alíquota e base de cálculo. ressalva: art. e parágrafo único – – – devidos por terceiros. § 2º – competência legislativa: art. serviços públicos: art. e DT. § 5º. art. 180 TUTORES – responsabilidade quanto a tributos devidos por seus tutelados: art. art. 134. 174 base de cálculo. caput – instituição ou extinção. § lº II. 34. ressalva: art. e DT. I. responsabilidade do síndico e do comissário: art. III. 169. § 3º – empresas. competência: art. 34. 9º. 39. 148 . 155. 155. § 1º – criação de impostos: arts. e DT. parágrafo único – atualização do valor monetário e da respectiva TURISMO (CF/88) – promoção e incentivo. 150. V – majoração vedada. depósito: art. IV escrivães e demais serventuários de ofício. 134. pela lei: art. responsabilidade dos pais: art. 97. quando será vedada: art. 150. exploração: art. I e – desapropriação por interesse social.336 Índice Alfabético-Remissivo – limitação do poder de tributar: arts. e parágrafo único – despesa com pessoal: art. V. 191 – vigência: art. maioria do capital social da. II – operações relativas a energia elétrica. parágrafo único de: art. determinação: art. pela lei. art. 134. § 1º – liquidação de sociedade de pessoas. 184 – devidos sobre os atos praticados por tabeliães. e parágrafo único ministradores dos bens respectivos: art. 146 – operações relativas a combustíveis líquidos e gasosos. caput. 134. responsabilidade dos sócios: art. 5º data ou declaração da extinção das obrigações do falido: art. limitações por meio – uniformidade de: arts. 13. 151. caso em que não constituirá majoração de tributo: art. art. e DT. I – modificação da base de cálculo. parágrafo único – conceito: art. Estados. 134. responsabilidade dos ad– devidos por tutelados ou curatelados. I – isenção para os serviços públicos concedidos pela União: art. II. 5º – prova de quitação. 150. instituição. 154. 38 – despesa e receita. e parágrafo único devidos por filhos menores. 34. II – empréstimo compulsório. 152. art. equiparação à sua majoração: art. para concessão de concor– quais são: art. 97. e parágrafo único devidos pelo espólio. VI. responsabilidade de tutores ou curadores: art. 150. 34. 134. 145. 153 e 154 – contribuições. 153. 149. § 1º – tráfego de pessoas e bens. IV. I – instituição. 151. instituição. incidên– política tarifária. III. 3º – devidos pela massa falida ou pelo concordatário. agente normativo e regulador: art. 175.

§ 1º . 85. I e § 1º VALOR FUNDIÁRIO – base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. art. arrecadação. art. divulgação e critérios de – tributos. I. § lº UNIÃO – competência para conceder moratória: art. e § 1º operações cambiais. 143 VALOR VENAL – de bens ou direitos transmitidos. 32. 153. competência da: art. 162. I distribuição aos Estados. tratamento jurídico diferenciado: art. 150 e 151. caput ZONA URBANA – conceituação. 164 – monopólio. prazo: DT. 187. 152. II distribuição aos Municípios da localização dos ZONA FRANCA DE MANAUS (CF/88) – critérios disciplinadores. 163. I a IV. § 1º rateio: art. I e II. instituição. 40. 30 VALOR TRIBUTÁVEL – expresso em moeda estrangeira. parágrafo único – impostos. 33 – competência quanto ao Imposto sobre Produ– – – concurso de preferência: art. Câmbio e Seguro. Distrito Federal e Municípios. e DT. art. petróleo e derivados: art. 176. § 3º VALE POSTAL – pagamento de crédito tributário: art. 42 – microempresa e empresa de pequeno porte. emissão. art. 15 instituição de impostos nos Territórios Federais: art. do Imposto Territorial Rural: art. base de cálculo do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos: art. do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza: art. 46 – de imóvel. 157. autorização ou concessão: art. 76 instituição de empréstimos compulsórios. 77 impostos extraordinários. minérios e minerais nucleares: art. recursos. 18. instituição: arts. VI pesquisa de lavra de recursos minerais e aproveitamento de potenciais de energia hidráulica. 29 competência quanto ao Imposto sobre Operações de Crédito. base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. I – – – – – – impostos estaduais e municipais dos Territórios. § 2º – – – monopólio. 177. competência de: art. distribuição: DT. 177. 183. disposições sobre: art. 19 competência quanto ao Imposto sobre a Exportação: art. modificação: DT. V. casos: art. 85. 179 – moeda. 147 fato gerador de taxas cobradas pela mesma: art. para os efeitos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: art. 13. 34. e sobre Operações Relativas a Títulos e Valores Mobiliários: art. 38 – tributos.Código Tributário Nacional à luz da jurisprudência 337 – impostos arrecadados. 63 tos Industrializados: art. 162 USUCAPIÃO (CF/88) – área urbana: art. limites e proibições: arts. casos excepcionais: art. distribuição: arts. 153 e 154 – irrigação. 40. 158. 23 competência quanto ao Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural: art. parágrafo único – manutenção. conversão: art. § 5º. parágrafo único. 183 e §§ 1º a 3º – imóveis públicos: art. b – – – – competência quanto ao Imposto de Importação: art. e 159 imóveis. I instituição de isenção para serviços públicos mediante lei especial e tendo em vista o interesse comum: art.

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