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EXPRESSÃO – 1º tri 2020 É TUDO SOBRE JESUS

APOIO DIDÁTICO Cristo revelado e anunciado no Antigo Testamento

LIÇÃO 3 – JESUS, O CORDEIRO PASCAL


Êxodo 12.1-14

O EVANGELHO NA FESTA

Desde o princípio, a intenção de Deus era que a Festa da Páscoa fosse um retrato completo
da redenção. Com uma tipologia intensa, as sombras da redenção em Cristo haviam tremeluzido
nas paredes de tijolo do Egito, iluminadas por acontecimentos que só ocorreriam muitos anos
depois. Essas primeiras sombras do Antigo Testamento revelam formas indistintas, porém
identificáveis, da verdade de Deus; a Luz que as projetou esclareceu as lições, algumas difíceis,
outras, agradáveis.

Pecado
A primeira lição dizia respeito ao pecado. A Páscoa revelou o pecado como algo que vai
muito além de erros pessoais ou fracassos morais e mostrou seu poder de escravizar. A labuta
diária de Israel era realizada sob a tirania do Faraó. Os israelitas lhe pertenciam; eram sua força de
trabalho, cujos bebês não passavam de novos trabalhadores para substituir os antigos. Quando
seu número cresceu excessivamente, tornaram-se uma ameaça. Êxodo 1 registra a solução terrível
para esse “problema”: o Faraó mandou matá-los.
Nos dias de hoje, o pecado continua sendo um capataz. Ele aprisiona corações, mentes,
padrões éticos e vidas e os controla com crueldade. Muitos de nós temos consciência de pecados,
violações de leis específicas de Deus que constituem nódoas em nossa vida. Cobiçamos o novo
utilitário esportivo do vizinho, apesar do preço alto da gasolina e de sabermos que não teríamos
como manter um carro desses. Justificamos a luxúria, mesmo quando não consumamos um
adultério e imaginamos que se trata apenas de um deslize, mas sabemos que estamos errados. As
mentiras vêm com facilidade nesta era de marketing manipulador e discursos políticos “vazios”; o
maior desafio é dizer a verdade toda.
Nem tantos, porém, reconhecem que o Pecado (com P maiúsculo) é a força por trás dos
pecados. A escravidão do pecado é tão certa quanto o controle que o vício exerce sobre o viciado.
Efésios 2.1-3 retrata de maneira vívida a existência em pecado como a necessidade de alimentar
as compulsões e “saciar toda vontade”.

David lutava havia anos contra a pornografia. Sabia no fundo da alma que a pornografia
era uma falsificação vulgar do amor verdadeiro. Também sabia que seu contato frequente com
ela não agradava a Deus, mas enganava a si mesmo e tentava se convencer de que era um
hobby inofensivo. Não há como descrever o desespero em seu rosto quando descobriu que o
vício lhe custaria seu casamento e destruiria o relacionamento com seus filhos. Chorou
amargamente, o corpo sacudindo-se em soluços. Seu mundo ruiu.
No final de semana seguinte, porém, comprou um computador novo com uma placa de
vídeo mais rápida para que pudesse alimentar o mesmo vício no apart-hotel barato que havia
alugado quando sua esposa o expulsou de casa.

As compulsões não controlam apenas o âmbito sexual da vida. O “pecado como poder”
também desvirtua outras dimensões, como nossas exigências físicas por alimento e água. Pecados
como bebedeira e gula são fáceis de identificar. O “pecado como poder” penetra, contudo,
camadas além dos comportamentos superficiais e corrompe até mesmo a satisfação dessas
necessidades diárias. Anorexia, bulimia e outros distúrbios alimentares refletem padrões
compulsivos difíceis de entender e ainda mais difíceis de mudar. O “pecado como poder” exerce

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controle tão grande sobre as pessoas a ponto de tornar absurda a ideia de uma vontade própria
verdadeiramente livre.
A Páscoa mostrava a Israel, e mostra a nós, que o pecado escraviza e sua servidão pode ser
cruel. É amarga e desprovida de alegria, pois elimina da vida toda liberdade e esperança. A Páscoa
também mostra que a escravidão tem um alto preço. A libertação só é possível por meio da
morte, não apenas do cordeiro, mas também dos deuses aos quais o nosso coração insensato se
curva no lugar do único Deus verdadeiro. Porquanto o Senhor tem ciúmes de nosso amor: para
romper os laços mortais do pecado, ele destruiu os falsos deuses do panteão egípcio. Hoje, as
falsificações que o nosso coração adora, as falsificações que escravizam nossa vida, também são
alvo de seu julgamento. Ele nos ama demais para permitir que o pecado nos engane e nos leve a
crer que é possível ter uma vida real e gratificante longe de Deus.

Graça
A Páscoa apresenta, também, a agradável lição da redenção. Em primeiro lugar,
proporcionava um antegosto da graça como força motriz da salvação. Mostrava que a redenção
não se baseia nos esforços dos escravos. Nenhum conhecimento ou esforço de nossa parte é
capaz de endireitar o que o pecado desvirtuou. Antes, a redenção se baseia na substituição de
outrem. Israel não contribuiu em nada para a sua libertação; foi salva somente porque Deus
“lembrou-se da sua aliança”. O gago Moisés não era um salvador; era apenas o mensageiro
humano do “Deus que é”, o Deus que, por sua força poderosa, salvou seu povo.
A graça foi a força que operou no passado e a graça é a dinâmica operativa para quem crê
em Cristo hoje. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de
Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9).

Expiação
A Páscoa nos fornece o primeiro vislumbre da expiação, um conceito fundamental da
mensagem bíblica. Seu significado literal é “cobrir com sangue” e retrata Deus cobrindo seu povo
ternamente com as asas, como a galinha cobre seus pintinhos. A Páscoa não era simplesmente
uma cerimônia primitiva sanguinária e, portanto, um sinal da irrelevância da Bíblia para o
presente. Muito ao contrário. A festa apresenta um Deus amoroso que lidou de modo pessoal com
as consequências bastante reais de nossa culpa e aceitou cordeiros no lugar de homens, para que
jamais fosse necessário que homens derramassem o próprio sangue a fim de apaziguar um Deus
irado. Em nenhum momento o amor de Deus é mais visível do que na morte de Jesus, o Cordeiro
de Deus, o Filho de Deus, que morreu para transformar inimigos em filhos.

Justificação
A Páscoa representa a justificação pela fé. As Escrituras deixam claro que o amor eterno de
Deus é a causa geradora de nossa redenção (Jo 3.16; Ef 1.4), mas também revela, de modo
inequívoco, que no espaço e no tempo, a morte do Cordeiro é o ponto de origem, uma fonte da
qual fluem inúmeros riachos. Justificados pela morte substitutiva do Cordeiro, os cristãos recebem
a identidade de filhos de Deus. Pela graça, desfrutam paz com Deus, em vez de culpa e medo e
essa graça os capacita para viver em santidade e produz dentro deles o desejo e a alegria da
adoração.

Liberdade
A Páscoa também antevê a transformação jubilosa da vida pelo evangelho de Cristo, pois no
sangue do Cordeiro o povo de Deus encontra liberdade. Não se trata apenas de liberdade do
pecado, mas também de liberdade para uma vida nova.

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APOIO DIDÁTICO Cristo revelado e anunciado no Antigo Testamento

A liberdade é anunciada logo no início da narrativa da Páscoa. Ao instituir a Festa da Páscoa,


Deus faz uma declaração surpreendente: “Este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro
mês do ano” (Êx 12.2). Deus realizou algo que é da alçada somente de um monarca absoluto:
mudou o calendário e anunciou a um povo que há muito estruturava suas atividades em torno do
calendário agrícola dos egípcios que, com sua libertação, a vida recomeçaria. As estações não
mudariam, nem os ciclos de plantio e colheita que as acompanhavam. A essas estações e ciclos,
porém, sobrepunha-se uma nova realidade. A cada celebração anual da Festa da Páscoa, Israel
devia se lembrar de que sua existência como povo de Deus havia começado com o poderoso
livramento da escravidão realizado por Deus.
Na antiguidade, era comum amarrar os escravos uns aos outros em longas fileiras. Eram
atados por correntes no pescoço e, por vezes, até por fios ligados a anzóis fincados na face, a
prática aludida na profecia assustadora de Amós (Am 4.2). Era possível, contudo, comprar
indivíduos da fileira de escravos e libertá-los mediante o pagamento de um preço. O termo bíblico
“redimir” é derivado dessa prática. A redenção proporciona liberdade do pecado, da culpa e da
vergonha, o triunvirato maligno de conspiradores que tramam para privar as pessoas de sua
alegria e paz. Pedro declara categoricamente: “Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis,
como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos
legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de
Cristo” (1Pe 1.18-19).

Laura tinha 12 anos quando a mãe a entregou a um namorado para que fizesse sexo com
ela como pagamento por uma pequena dívida. Não demorou muito para Laura aprender a
odiar a si mesma e a não confiar em ninguém. Na lógica distorcida das vítimas de abuso,
porém, descobriu uma maneira de sobreviver: podia usar os homens como eles a usavam.
Tornou-se stripper e fez do sexo o seu vocabulário de interação com os homens. Era um modo
de controlálos, em vez de ser controlada, um substituto para o amor verdadeiro que poderia
fazê-la sentir-se desejada e aceita. Era uma maneira de conviver com as feridas interiores.
Quando uma colega de trabalho lhe falou sobre o amor de Cristo, Laura zombou dela. Sua
mãe era religiosa, apesar de sua prática religiosa não passar de uma imitação barata de um
relacionamento vivo com Deus. Laura não conseguiu se livrar, contudo, da impressão deixada
pelas histórias que sua colega lhe contava sobre um Deus que amava de modo tão profundo,
íntimo e incondicional que se podia confiar nele e abrir para ele os recônditos do coração e
contar seus segredos.
Certo dia, Laura resolveu ir à igreja. Encaminhou-se ao escritório e contou à secretária da
congregação, com uma voz cansada e admiravelmente calma que era stripper, desejava deixar
sua ocupação e precisava de uma igreja que a ajudasse a mudar de vida. Não havia dúvida de
que Deus estava trabalhando em sua alma.
Sem que Laura soubesse, Deus também havia tocado no coração da secretária. Ela e o
marido haviam se conscientizado da complacência espiritual em que se encontravam e
desejavam sair da área de conforto de uma vida sem riscos. Havia semanas, a secretária estava
orando para Deus lhe dar a ousadia espiritual necessária para viver para Cristo em obediência
radical.
Imagine a surpresa de Laura quando a secretária perguntou, sem piscar: “Por que você não
vem morar na minha casa?” (Imagine, também, a reação do marido quando a esposa chegou
em casa com uma stripper.) Laura passou vários meses na casa deles. Ali, foi amada com graça
e misericórdia e, por meio das palavras e atos do casal, ouviu o testemunho do amor do
Salvador. Esse amor começou a mudar Laura. Ela começou a estudar a Bíblia, frequentar os
cultos da igreja e dar provas claras da fé em Cristo e seu poder de transformação.
Experimentou uma alegria tão grande que passou a falar de sua vida “a.C. e d.C.”, e chamou
sua ida a Cristo de segundo aniversário, o novo começo no calendário de sua vida.

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Filiação
O evangelho da Páscoa não apenas anuncia liberdade, mas também nos mostra que
viveremos a nova vida como filhos de Deus. Muitos anos depois, Jesus explicou o êxodo nas
palavras do profeta Oseias: “Do Egito chamei o meu filho” (Os 11.1). A filiação não dizia respeito
apenas ao povo antigo; antes, é a identidade jubilosa de todos os que creem em Cristo no
presente. O apóstolo João exulta: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem
feitos filhos de Deus” (Jo 1.12). Paulo é igualmente explícito:

Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porque não
recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o
espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o
nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros,
herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo (Rm 8.14-17).

Por mais gloriosas que sejam essas palavras, ainda é difícil crer que se é uma filha preciosa
de Deus quando alguém a entregou como pagamento por uma dívida e quando você se tornou
uma stripper. A luta interior constante de Laura ainda não chegou ao fim: “Estou no lugar errado!
Como é possível ser filha de Deus? Nem minha mãe me quis!”
Sem captar, de fato, a ideia de filiação, é impossível entender a liberdade radical da
redenção. Nesse caso, é preferível voltar para o Egito e viver como escravo, pois é um ambiente
mais conhecido.

ENFIM, LIVRE?
Foi o que aconteceu com Israel. O povo saiu livre do Egito, mas logo olhou para trás e quis
voltar para a terra da servidão, de suas sepulturas e “... dos pepinos, dos melões, dos alhos
silvestres, das cebolas e dos alhos” (Nm 11.5; Êx 14.11-12). O conhecido, ainda que cruel, era
confortável; o desconhecido, sua nova liberdade, era assustador. Se Moisés houvesse permitido,
os israelitas teriam se arrastado de volta para a escravidão no primeiro dia. Haviam sido
libertados, mas ainda não estavam livres.
Pessoas como Laura, para as quais a liberdade ainda é novidade, muitas vezes se sentem
atormentadas por sua nova condição de vida. É difícil aceitar um novo status quando se sabe que
ele é imerecido. Todos nós nos sentimos mais à vontade com as equações conhecidas da
contabilidade moral: mantemos os livros-caixas com longos registros de créditos e débitos morais
e avaliamos a nós mesmos e aos outros de acordo com o total do que é merecido. Tornamo-nos
tão competentes nessa prática que a constatação do filho pródigo nos parece correta: “Não sou
digno de ser chamado teu filho” (Lc 15.19). Vivemos, portanto, como escravos; a liberdade é
território estranho para aqueles que não conhecem outra coisa que não a servidão.

Em seu livro King Rat,1 James Clavell baseou-se em sua experiência pessoal como prisioneiro
de guerra num campo japonês na península da Malásia, no final da Segunda Guerra Mundial.
As condições de vida no campo eram tão precárias e a comida tão escassa que os prisioneiros
famintos faziam de tudo para sobreviver. O personagem principal, o soldado King, elaborou um
plano para comercializar alimento com lucro na esperança de manter a si mesmo e aos colegas
vivos até o final da guerra. Um empreendedor norte-americano nato, King era o mandachuva
do campo e se realizava com a ideia de que podia enrolar qualquer um, até mesmo os guardas.
Depois de convencer a todos que tinha acesso ao escasso e delicioso”cervo-rato”, gerou lucro
exorbitante com a venda da carne.

1
James CLAVELL, King Rat. Nova York: Dell Publishing Co., 1962. [Publicado em português com o título de Changi. Rio de Janeiro: Record, 1982.
(N. T.)].

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As aparências, contudo, podem ser enganosas. Por uma ironia macabra, descobriu-se que o
“cervo-rato” que King comercializava era, na verdade, carne de ratos e, pior ainda, engordados
com o cadáver de prisioneiros mortos. Essa revelação horrível, contudo, foi apenas o início da
queda de King. Quando o campo foi libertado, King entrou em crise. O que faria da vida?
Apesar de ter criado um plano para garantir sua sobrevivência e a dos colegas até que alguém
viesse libertá-los, a liberdade se mostrou um inimigo mais poderoso. No campo, King havia
ocupado um lugar especial. Uma vez libertado, tornou-se um desconhecido.

Na obra de Milton, Paradise Lost, Satanás explica a lógica desvirtuada: “Melhor reinar no
Inferno do que servir no Céu”.2
Deus continua a libertar as pessoas e o evangelho de Jesus Cristo, o Messias, anuncia a
libertação. É uma liberdade para viver, e não apenas sobreviver. É a liberdade de um escravo que
se tornou filho. A menos que você creia em Cristo e aceite a mor te dele como seu livramento,
porém, jamais experimentará essa liberdade. Jamais experimentará a alegria da filiação.
A mudança de condição de escravo para filho exige uma transformação tão radical que
desafia a lógica. Seria preciso mais do que uma nova atitude. Exigiria a morte de velhos hábitos e o
nascimento de uma vida inteiramente nova.

Perguntas para estudo e discussão


1. Leia mais uma vez os primeiros capítulos de Êxodo e faça uma revisão do trecho desse capítulo
que trata das pragas que Deus enviou para revelar a impotência dos antigos deuses do Egito. De
acordo com um historiador cultural, os ídolos modernos que usurpam o lugar de Deus em nosso
coração são: ídolos da História (p. ex., crer no progresso gradativo, porém inevitável, da
humanidade); ídolos de Mamom (p. ex., fé nos sistemas econômicos que nos levam a confiar em
dinheiro, investimentos e riquezas como base para a nossa segurança); ou ídolos do poder (p. ex.,
confiar que o Estado nos salvará de dificuldades e pobreza ou que a instrução garante sucesso na
vida). Por que esses ídolos são deuses falsos, impotentes para salvar?

2. Leia novamente o trecho deste capítulo que explica os julgamentos de Jesus, bem como as
referências bíblicas incluídas. Por que era tão importante que Jesus fosse confirmado como
“cordeiro sem defeito”?

3. Leia Romanos 3–5. Procure escrever uma definição concisa de “justificação”. Por que a
justificação é o cerne das boas-novas de Jesus Cristo? De que maneira a justificação é a fonte do
culto e da alegria do cristão?

4. Em que sentido a autoimagem de um filho difere da autoimagem de um escravo? Qual é a


diferença entre a herança do filho e a do escravo? De que modo a redenção em Cristo deve
influenciar sua autoimagem?

Encontrei Jesus numa festa em Israel, John Sittema Editora Cultura Cristã

2
John MILTON, Paradise Lost and Paradise Regained, org. Christopher Ricks. Nova York: Signet, 1982. [Publicado em português com o título de O
paraíso perdido. Belo Horizonte: Vila Rica Ed., 1994. (N. T.)].

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