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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL: COTIDIANO, PRÁTICA, AVANÇOS E

PERSPECTIVAS

Luciano José Vianna1


Cintia Aparecida Ataide2
Marussa Campos Ferreira3

GT5 – Educação, Comunicação e Tecnologias.

Resumo: O presente artigo tem por objetivo fazer uma reflexão acerca das perspectivas e desafios da
trajetória da EaD no Brasil e ampliar a discussão sobre a implicação dessa modalidade de ensino no
cotidiano formativo. Ao longo da história, a organização e evolução da EaD é demarcada pelo
surgimento e ampliação dos meios de comunicação. Considera-se que romper com um paradigma de
educação engessado e tradicional e lançar uma estrutura formativa, onde o processo de construção da
educação seja mais autêntico e inclusivo é o grande desafio da EaD. Acredita-se que a modalidade de
educação a distância está se expandindo no Brasil se tornando cada vez mais acessível a todos.

Palavras-chave: Educação a distância, processos formativos, desafios e perspectivas

Resumen: El artículo tiene como objetivo hacer una consideración sobre las perspectivas y retos de la
trayectoria de la EaD en Brasil y ampliar el debate sobre agregar esta modalidad de enseñanza en el
cotidiano de la formación. En la historia, la organización y evolución de la EaD es caracterizada por el
surgimiento y ampliación de los medios de comunicación. Se ha considerado que romper con un
paradigma de educación que no es dinámico y es tradicional y proponer una estructura formativa,
donde el proceso de construcción de la educación sea más auténtico e inclusivo, es el grande reto de la
EaD. Se ha acreditado que la modalidad de educación a distancia está en expansión en Brasil e
tornarse cada vez más accesible a todos.

Palabras clave: Educación a distancia, procesos formativos, reto y perspectivas

1
Doutor em História (UAB) e especialista em Planejamento, Implementação e Gestão da EaD (UFF). E-mail:
luciano.jose.vianna@gmail.com
2
Graduada em Psicologia (UFES), Especialista Planejamento, Implementação e Gestão de EaD (UFF) e Mestre
em Ciências da Saúde (UFMG). Professora Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Saúde/UFES e do
GPGFOP/UNIT e atualmente desenvolve atividades de tutoria nos cursos de graduação a distância CESAD/UFS.
E-mail: cintiaataide@yahoo.com.br
3
Licenciatura Plena em Pedagogia (UNIVES), Especialista em Psicopedagogia e Planejamento, Implementação
e Gestão de EaD (UFF). Professora da Educação Básica - Séries Iniciais – Prefeitura Municipal da Serra. E-mail:
marussacampos@hotmail.com
INTRODUÇÃO

O processo de educação a distância (EaD) não é uma proposta tão recente, pois, de acordo
com alguns estudos, observa-se uma comunicação educativa desde a Antiguidade: “a
comunicação educativa com o objetivo de provocar a aprendizagem em discípulos distantes,
encontra suas origens no intercâmbio de mensagens escritas desde a antiguidade”
(SARAIVA, 1996, p. 18).

No Brasil, a EaD surgiu por volta de 1904. Na ocasião, escolas internacionais ofereciam
cursos pagos por correspondências (MARQUES apud COSTA, 2008; SARAIVA, 1996).
Neste contexto, surgiu a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro em 1922, com a implicação
audaciosa de um plano educacional pela difusão por meio da radio, com objetivo crucial de
aumentar o acesso à educação.

Em 1934, essa nova proposta educacional tomou corpo de maneira mais concreta, com o
Instituto Monitor apresentando uma metodologia de ensino por correspondência. Em 1939 foi
a vez do Instituto Universal Brasileiro em São Paulo.

O Serviço Social do Comércio (SESC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial


(SENAC), com a colaboração de emissoras associadas em 1947, criam a Nova Universidade
do Ar, com o objetivo de oferecer cursos radiofônicos comerciais. A aceitabilidade foi tão
positiva que em 1950 a Universidade do Ar chegou a atingir 318 localidades e 80 mil alunos
(COSTA, 2008).

No final da década de 80 e início dos anos 90 houve um novo movimento na estruturação da


EaD, visto os avanços dos meios de comunicação e ampliação do acesso da internet. O
sistema de tele-educação sofreu implementação da informatização e houve a necessidade de
novas remodelagens do sistema (CAMPOS et al, 2007; COSTA, 2008; SARAIVA, 1996). Na
década de 90, a lei 403/92 possibilitou a criação da Universidade Aberta de Brasil (UAB) com
o objetivo de ampliar o conhecimento cultural, oferecer cursos de acesso a todos, educação
continuada e ensino superior (englobando graduação e pós-graduação).

Em 1995 o departamento Nacional da Educação criou o setor CEAD (Centro Nacional de


Educação a Distância) responsável pela EaD (CAMPOS et al, 2007; COSTA, 2007;
SARAIVA, 1996). Nas últimas décadas, o aperfeiçoamento da nova geração de sistemas de
EaD estão pautados não somente em critérios quantitativos, mas também qualitativos, e se
desenvolveram simultaneamente em vários lugares.

A EaD vem democratizando o ensino e proporcionando formação de qualidade e de acordo


com a disponibilidade de cada aluno. Estes fatos têm contribuído para o aumento da demanda
por esta modalidade de ensino. Desde o início do século XX as metodologias para esta
modalidade de ensino vêm se aperfeiçoando.

O presente artigo tem como objetivo geral discutir os fatores que contribuíram para o
surgimento e evolução da EaD no Brasil. Quanto aos objetivos específicos tem-se: apresentar
um breve histórico da EaD no Brasil; os fatores que contribuíram para sua evolução no país;
analisar os aspectos positivos e negativos desta modalidade de educação; demonstrar os
papéis do professor, tutor e do aluno; e apontar os desafios da EaD no Brasil.

Pretendeu-se com esta pesquisa compreender os avanços da EaD no contexto educacional no


país e apontar seus maiores desafios. Investigou-se os papéis do professor, tutor e aluno na
modalidade a distância. A importância desta temática reside no interesse em examinar o
estado da EaD no Brasil principalmente depois do “boom” e da expansão dos
estabelecimentos de ensino por meio desta modalidade no país. Considera-se que isso é
imprescindível para se conhecer as evoluções e retrocessos ocorridos na EaD nos últimos dez
anos.

Para desenvolvimento deste estudo utilizou-se a taxionomia proposta por Vergara (2000) que
classifica a pesquisa quanto aos fins e aos meios. Entende-se que quanto aos fins a pesquisa
será descritiva (VERGARA, 2000) porque pretende expor os fatores que contribuíra para o
surgimento e evolução da EaD no Brasil. Quanto aos meios, a pesquisa será bibliográfica
porque será desenvolvida com base em material publicado em revistas especializadas, livros,
redes eletrônicas, jornais, ou seja, material acessível ao público em geral (VERGARA, 2000).
A EAD NO BRASIL: AVANÇOS E PERSPECTIVAS

A EaD está expandindo cada vez mais por ser uma modalidade que busca atender as novas
demandas educacionais decorrentes das mudanças na nova ordem econômica mundial. Tais
alterações vêm acontecendo em ritmo acelerado e são visíveis no crescente avanço das
tecnologias da informação e comunicação, tendo como consequências transformações no
campo educacional (BELLONI, 2001).

A distância na EaD deve ser compreendida basicamente como separação espacial


(geográfica/local) entre participantes do processo educacional, sejam estes alunos ou
professores. Em aulas por videoconferência, é comum que os alunos estejam juntos, mas em
lugares diferentes do professor. Por outro lado, quando o estudo ocorre pela internet é comum
alunos e professores estarem em locais diferentes, acessarem o curso e os materiais e recursos
didáticos em momentos diferentes. Estes dois exemplos ilustram que há diferentes
possibilidades de distanciamento entre alunos e professores.

Nos últimos anos, a EaD tem sido foco de muitos estudos e de grande repercussão na mídia,
sendo cada vez mais adotada por colégios, universidades, professores, entre outros. A
popularização e a visibilidade da EaD parecem estar diretamente vinculadas à popularização,
ao desenvolvimento e à expansão da internet e de novas tecnologias (MAIA; MATTAR,
2007). Este fato induz à compreensão equivocada de EaD como novidade. Neste sentido, Tori
(2010, p. 4) afirma: “a educação a distância não é tão nova como muitos acreditam. O uso das
novas tecnologias para essa modalidade é que trouxe o caráter inovador e atualizado para a
EaD”.

Na verdade, esta modalidade de ensino remonta a uma longa história, sendo difícil definir o
marco ou o momento de sua fundação. A literatura apresenta diferentes situações que podem
ser consideradas como experiências iniciais em EaD. Neste quadro de mudanças na sociedade
e no campo da educação, já não se pode considerar a EaD apenas como um meio de superar
problemas emergenciais ou de consertar alguns fracassos dos sistemas educacionais em dado
momento de sua história. Ela tende a se tornar um elemento regular dos sistemas educativos,
assumindo funções de crescente importância na educação de adultos que inclui o ensino
superior e a formação continuada (BELLONI, 2001).
É necessário que os professores sejam devidamente preparados em termos pedagógicos e
tecnológicos para a EaD, compreendendo suas possibilidades, características e
potencialidades. Caso contrário, há o risco de “transposição” de aulas presenciais para
ambientes online (MAIA; MATTAR, 2007), provocando, entre outras coisas, o sub
aproveitamento dos recursos disponíveis. Afinal, a tecnologia por si só não pode garantir
qualidade ao ensino. A qualidade da educação depende de uma ampla variedade de fatores.

Em outras palavras, é possível ser “tradicional” em EaD da mesma forma como é possível ser
“inovador” no ensino dito “tradicional”. A modalidade de ensino a distância é fruto da
realidade do ritmo acelerado das inovações das múltiplas tecnologias da informação e
comunicação (TIC’s). A introdução das novas TIC’s na educação se constituíram em recurso
educativo com propósito de oportunizar acesso a educação de qualidade a todos, em iguais
condições e que ela se renova à cada fase histórica, buscando ser aplicada como ferramenta
tecnológica verdadeiramente inclusiva. Além disso, também foi vista como proposta
pedagógica para uma aprendizagem interativa que promova autonomia acadêmica de maneira
responsável, crítica e criativa.

De acordo com o recorte histórico realizado por esse estudo bibliográfico é pertinente retratar
que a ruptura do modelo educacional presencial se faz presente desde a antiguidade e emerge
de maneira significativa nos séculos XX e XXI. A análise histórica da EaD aponta uma nova
vertente sobre a formatação do processo educacional que perpassa desde o modelo de ensino
por correspondência até por processos tecnológicos que visam romper as barreiras de espaço e
tempo.

Dessa forma observa-se um avanço muito significativo das ferramentas da EaD que iniciou
com o advento das correspondências, posteriormente com a transmissão das informações pelo
rádio e televisão e na atualidade com o avanço dos meios da informática e internet, tornando o
modelo de educação mais interativo, flexível e acessível.

Apesar de apresentar diferentes modos de organização, fica evidente que existe um ponto em
comum a todos esses modelos: inicialmente em compreender um modelo de educação, antes
de pensar em um modo de organização: a distância. Embora essa modalidade apresente uma
configuração diferenciada em relação à educação presencial, é de extrema importância que em
sua contextualidade aconteça uma ampla discussão política e pedagógica da ação educativa
(MEC, 2007).

O foco da educação sempre foi a aprendizagem do aluno e na EaD não é diferente. Na


atualidade vive-se uma revolução cultural e educacional no que tange a essa nova modalidade
para aprender a aprender e ensinar a ensinar. Castro aponta (2006) que ensinar deve ser
entendido enquanto um processo multifacetado e interdisciplinar e desenvolvido a partir de
diversas estratégias de educação.

O verbo ensinar é transitivo direto, admite complemento direto e indireto, ou seja, devemos
refletir que a função de ensinar deve estar pautada em ensinar “o que e a quem?”, por isso é
importante não associar a proposta da EaD ao processo de ensinar e instruir, pois afeta
diretamente a construção do conhecimento. O ensinar deve ser integrado às diferentes formas
de educação, trabalho, ciência e tecnologia, viabilizando transformação e desenvolvimento
contínuo de aptidões para a vida do indivíduo, garantindo não apenas a transmissão do
conhecimento, mas também a sua construção e transformação.

A aprendizagem colaborativa é um processo importante para o compartilhamento de um


objetivo comum, e sua metodologia envolve a interação, que deve romper a lógica de ensino
tradicional para uma prática mais inovadora, promovendo uma relação afetiva com o
conhecimento, de forma reflexiva e mais autônoma.

Torna-se fundamental agregar a EaD um modelo de ensino crítico e reflexivo, “onde o


educador é o mediador do conhecimento, diante do aluno que é sujeito de sua própria
formação” (GADOTTI,2000). Segundo Libâneo (2005) para estabelecer um processo de
ensino-aprendizagem autêntico , é necessário ao professor trabalhar o conhecimento de forma
planejada, organizada e sistematizada. Contudo, o conhecimento adquirido por meio dos
conteúdos específicos das diversas disciplinas, deve perpassar o ter que aprender, o saber
fragmentado, isolado do todo e da vida desse aluno. A relação dialógica entre professor e
aluno deve impulsionar a apropriação de novos conhecimentos e incentivar a construção de
aprendizagem independente.

Viabilizar na EaD o aprender a aprender, integrando o ser humano aos meios tecnológicos e
sendo ele o condutor dos processos é fazer um confronto dialético voltado para a ação
humanizada na reestruturação do processo de ensino-aprendizagem, integrado às tecnologias
de informação e comunicação. O trabalho do professor ocorre com os alunos e não sobre eles
ou do professor consigo mesmo.

Diante disso, o ambiente inovador da EaD torna-se um agente de mudanças e transformações


das práticas pedagógicas, onde o aluno é instrumentalizado para investir em sua formação,
apropriando-se de conhecimentos, numa relação mais dialógica com os professores e alunos,
formando uma rede colaborativa, em que os aspectos da interatividade são reforçados e a
autonomia é valorizada consideravelmente. A EaD visa ampliar os espaços de construção de
aprendizagem, viabilizar a expansão de oportunidades de estudos, oportunizar uma maior
aproximação e interatividade com a tecnologia e oferecer meios de formação continua e
permanente.

O processo de instalação e estabelecimento da EaD no território brasileiro ocorreu por meio


de diversos interesses em diversos aspectos, como os alunos, os professores e as tecnologias.
Destacam-se como aspectos positivos a flexibilidade, o acesso, a autonomia etc..., e como
negativos a falta de acesso à internet, a falta de habilidade para utilização, o preconceito
contra a EaD, dentre outros.

Dentre os aspectos institucionais, tecnológicos e humanos, entende-se que há uma necessária


interação entre estes três aspectos para o sucesso da EaD. Embora, seja um processo
educacional realizado em sua maior parte a distância, os aspectos humanos são cruciais e,
também, os que talvez devam ser mais utilizados nesta modalidade, já que a utilização da
tecnologia já está implícita, e uma vez que o aluno em seu desenvolvimento autônomo é o
objetivo final da EaD.

Na atualidade após o surgimento e avanço da EaD, é necessário vê-la, entendê-la,


compreendê-la e principalmente divulgá-la não como um meio tecnológico, mas sim um meio
virtual no qual o principal objetivo é o humano. Neste sentido, destacar o desenvolvimento
humano em meio às relações virtuais talvez seja um interessante campo de pesquisa. Entende-
se que estudar os aspectos institucionais, tecnológicos e humanos da EaD auxiliou a
compreender as diferentes facetas desta forma de educação e entendê-la como um meio em
que o humano tem o seu lugar e pode ser desenvolvido por meio de metodologias aplicadas
nas aulas presenciais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

A evolução histórica da EaD tanto no Brasil quanto no mundo é demarcada pelo surgimento e
ampliação dos meios de comunicação. Mediante essa perspectiva, a trajetória da EaD
perpassa por diversos meios, desde o modelo da correspondência, transmissão radiofônica e
televisiva, e nos tempos atuais com a ferramenta da informática e da internet (SARAIVA,
1996).
Pensar a trajetória da EaD no Brasil é fazer uma cartografia do processo da educação que está
demarcada por muitos desafios e muitas dificuldades. Considera-se que romper com um
paradigma de educação engessado e tradicional e lançar uma estrutura formativa, onde o
processo de construção da educação seja mais autêntico e inclusivo é o grande desafio da
EaD.

É notório que a modalidade de EaD está vem se expandindo no Brasil e se tornando cada vez
mais acessível a todos. É importante destacar que o processo de EaD demanda especialistas
que desenvolvam um projeto pedagógico que busque envolver o aluno com o desafio de
aprender, estabelecendo uma relação de colaboração entre educando e educador, incentivando
a participação ativa de todo o grupo.

A mudança nos rumos da sociedade exige um novo perfil de educação, que forme indivíduos
criativos, capazes de entender e relacionar conhecimentos, assumir responsabilidades e
trabalhar em equipes cooperativas. Também que tenham capacidade para a autoaprendizagem,
resolução de problemas, adaptabilidade e flexibilidade frente a novas tarefas. Para isso, é
importante que os núcleos de EaD das universidades saiam do seu isolamento e se aproximem
dos departamentos e grupos de professores interessados em flexibilizar suas aulas, para que
assim facilitem o trânsito entre o presencial e o virtual.
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