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Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Cópia registrada para William Gabriel Franco (CPF: 127.270.357-64)

Professor: João Pedro


ISS de São José do Rio Preto
Matéria: 420 BIZUS para Auditor Fiscal do
BIZUS
Prof. João Pedro

APRESENTAÇÃO

Olá, amigos! É com grande prazer que faço parte dessa equipe
inovadora e competente do Curso Exponencial! Sou João Pedro, advogado e
especialista em Direito Público. Elaboro vários cadernos de questões inéditas
no Exponencial e minha missão, nesse material, é te auxiliar na reta final de
estudos, com dicas rápidas e objetivas, sem enrolação!
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O princípio de Pareto (também conhecido como regra do 80/20)


afirma que, para muitos eventos, aproximadamente 80% dos efeitos
vêm de 20% das causas. Aplicando tal princípio aos concursos públicos,
pode-se dizer que 20% do conteúdo do edital são capazes de responder a 80%
das questões. Pensando nisso, surgiram os BIZUS, para facilitar sua
vida nas disciplinas de Direito.
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Nesse PDF elaborei 420 BIZUS. Direito Administrativo,


Constitucional, Civil, Tributário e Penal. É para gabaritar essas disciplinas
jurídicas!
As dicas foram retiradas da lei, da doutrina, da jurisprudência e de
questões de provas anteriores. São frases certeiras, com alto potencial de
cobrança em sua prova. Tudo foi elaborado com o objetivo de facilitar o
entendimento e agilizar sua revisão. Um material de leitura rápida, no qual
você pode estudar semanas, dias ou momentos antes da prova.
Procure ler cada bizu 3 (três) vezes antes de sua prova. Faça grifos e
destaques em suas dúvidas, nas diferenças entre os institutos e nas exceções.
Assim, você fixará o conteúdo e certamente acertará muitas questões em sua
prova.
Nessa aula 00 (demonstrativa), trouxe 40 bizus para vocês
conhecerem melhor nosso material e já iniciarem os estudos.
Contem comigo nessa jornada! Estarei à disposição.

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Sumário

1. Administrativo ......................................................................................................................... 4
2. Constitucional .......................................................................................................................... 5
3. Civil........................................................................................................................................... 6
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4. Tributário ................................................................................................................................. 7
5. Penal ........................................................................................................................................ 8
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1. Administrativo

1) Administração Pública em sentido subjetivo = é o conjunto de órgãos,


entidades e agentes que exercem a função administrativa. É a
“Administração Pública”, em letras maiúsculas.
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Administração Pública em sentido objetivo = é a própria atividade


administrativa, exercida por órgãos e entidades. É a “administração
pública”, em letras minúsculas.

2) O Brasil adota o sistema de jurisdição única (sistema inglês), que


significa que os atos da Administração Pública são passíveis de controle
pelo Poder Judiciário. Assim, a coisa julgada administrativa só tem
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validade dentro da Administração Pública, pois pode ser revista pelo


Judiciário. O Judiciário, contudo, não pode controlar o mérito do ato
administrativo, apenas a legalidade.

3) O princípio da indisponibilidade do interesse público limita o princípio


da supremacia do interesse público.

4) É inconstitucional a exigência de depósito ou arrolamento prévios de


dinheiro ou bens para admissibilidade de recurso administrativo
(súmula vinculante 21).

5) A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo


disciplinar não ofende a Constituição (súmula vinculante 05).

6) A contratação de agentes públicos sem a realização de concurso


público viola o princípio da moralidade.

7) O princípio da intranscendência subjetiva das sanções, consagrado pelo


STF, inibe a aplicação de severas sanções às administrações por ato de
gestão anterior à assunção dos deveres públicos.

8) Órgão público não pode ser criado por decreto autônomo, somente por
LEI.

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2. Constitucional

9) Não existe hierarquia entre normas constitucionais originárias.

10) As normas constitucionais originárias não podem ser declaradas


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inconstitucionais.

11) Somente o poder constituinte originário é ilimitado. O poder


constituinte derivado revisor, reformador e decorrente estão sujeitos
ao controle de constitucionalidade. As emendas constitucionais podem,
dessa forma, ser objeto de controle de constitucionalidade, já que
devem observar os limites impostos pelo poder originário.
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12) O poder constituinte derivado reformador efetiva-se por emenda


constitucional.

13) Tendo em vista os limites autônomos ao poder constituinte derivado


decorrente, devem as Constituições estaduais observar os princípios
constitucionais extensíveis, tais como aqueles relativos ao processo
legislativo.

14) A Carta Magna de 1988 não consagrou limitação temporal para o poder
derivado reformador. Tal limitação veio apenas para o poder revisor.

15) Os regimentos dos tribunais do Poder Judiciário são considerados


normas primárias, equiparados hierarquicamente às leis ordinárias.

16) A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção


federal, de estado de defesa ou de estado de sítio.

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3. Civil

17) A Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro prevê, em ordem


preferencial e taxativa, como métodos de integração do direito, a
analogia, os costumes e os princípios gerais do direito.
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18) As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova.

19) A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já
existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

20) Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45


dias depois de oficialmente publicada.
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21) Nos Estados estrangeiros a obrigatoriedade da lei brasileira, quando


admitida, se inicia 3 meses depois de oficialmente publicada.

22) Ab-rogação = revogação total.


X
Derrogação = revogação parcial.

23) A lei do domicílio do herdeiro ou legatário regula a capacidade para


suceder.

24) O regime de bens, legal ou convencional, obedece à lei do país em


que tiverem os nubentes domicílio, e, se este for diverso, a do
primeiro domicílio conjugal.

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4. Tributário

25) Os tributos são impostos, taxas, contribuições de melhoria,


empréstimos compulsórios e contribuições especiais (A Teoria
Pentapartida é a adotada pelo STF).
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26) É possível a criação ou majoração de tributos por medida provisória,


salvo aqueles que exigem Lei Complementar (empréstimo
compulsório, imposto sobre grandes fortunas, imposto residual e
contribuição social residual).

27) Pedágio é preço público (tarifa), e não taxa.


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28) A taxa cobrada exclusivamente em razão dos serviços públicos de


coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo ou resíduos
provenientes de imóveis não viola o artigo 145, II, da Constituição
Federal.

29) Lei complementar poderá estabelecer critérios especiais de tributação,


com o objetivo de prevenir desequilíbrios da concorrência, sem
prejuízo da competência de a União, por lei, estabelecer normas de
igual objetivo.

30) Cabe à lei complementar regular as limitações constitucionais ao


poder de tributar.

31) Exceções ao princípio da anterioridade:

a) II, IE, IPI, IOF.


b) IEG (Imposto Extraordinário de Guerra).
c) Empréstimo Compulsório.
d) CIDE-combustível (restabelecimento de alíquota).
e) ICMS-combustível (restabelecimento de alíquota).
f) Contribuição para a seguridade social.

32) Exceções ao princípio da noventena:

a) II, IE, IOF.


b) IEG.
c) Empréstimo Compulsório.
d) Imposto de Renda.
e) Base de Cálculo do IPTU e do IPVA.

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5. Penal

33) O princípio da insignificância exclui a tipicidade material do crime.

34) Dado o caráter funcional do princípio da insignificância, a bagatela


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imprópria não afasta a tipicidade material da conduta, mas exclui a


culpabilidade.

35) Não há previsão expressa do princípio da insignificância.

36) Não se aplica o princípio da insignificância aos crimes praticados por


militares e pelo criminoso habitual, conforme o STF.
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37) Aplica-se o princípio da insignificância ao crime de descaminho.


Contudo, não se aplica o princípio da insignificância no caso de
contrabando.

38) É possível aplicar o princípio da insignificância para crimes ambientais.

39) Conforme o STJ, o princípio da insignificância é inaplicável aos crimes


contra a administração pública.

40) A analogia não é forma de interpretação de norma, é meio de


integração de norma. A interpretação analógica é que é forma de
interpretação da norma.

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