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À

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARRA MANSA


Superintendência de Obras e Serviços Públicos da
Prefeitura do Município de Barra Mansa, RJ.

PROGRAMA “APOIO À PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DE RISCOS EM


ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS”
PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃO DE RISCOS

RELATÓRIO DA ETAPA 2
ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃO DE RISCO

CONTRATO CÓDIGO PANGEA REVISÃO LOCAL E DATA


São Paulo
042/2013 1742-R2-14 1
20.janeiro.2014

Rua Moacir Miguel da Silva, 633. Butantã. São Paulo. SP. Tel.: (11) 3735-5172. Fax: (11) 3731-3351
E-mail: pangea@pangeageologia.com.br
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................... 4
2 OBJETIVO ............................................................................................................................................ 4
3 DESCRIÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO ................................................................................................. 5
3.1 Geologia Regional ........................................................................................................................ 5
3.2 Geomorfologia e Hidrologia .......................................................................................................... 6
3.3 Solos ............................................................................................................................................. 7
3.4 Uso e Ocupação do Solo.............................................................................................................. 9
3.5 Clima e Pluviometria ..................................................................................................................... 9
4 METODOLOGIA E CONCEITOS PRINCIPAIS ................................................................................. 11
4.1 Detalhamento da Metodologia.................................................................................................... 12
4.2 Mapeamento ............................................................................................................................... 12
4.2.1 Levantamento de Dados .................................................................................................... 12
4.2.2 Levantamento Topográfico ................................................................................................. 12
4.2.3 Mapeamento de Risco de Escorregamento ....................................................................... 13
4.2.4 Mapeamento de Risco de Inundação ................................................................................. 20
4.3 Análise dos Dados ...................................................................................................................... 28
4.4 Elaboração das Medidas Estruturais .......................................................................................... 28
5 RESULTADOS ................................................................................................................................... 29
5.1 Mapeamento ............................................................................................................................... 30
5.1.1 Áreas de Mapeamento Descaracterizadas ........................................................................ 33
5.1.2 Correlação entre Tabelas de Áreas Indicadas e Tabelas de Áreas Mapeadas ................. 33
5.2 Concepção das Medidas Estruturais .......................................................................................... 35
5.2.1 Medidas Estruturais em Áreas de Inundação .................................................................... 36
5.2.2 Medidas Estruturais em Áreas de Escorregamento ........................................................... 37
5.2.3 Priorização das Medidas Estruturais em Áreas de Escorregamento ................................. 39
5.3 Atividades Técnico-Sociais Associadas às Medidas Estruturais ............................................... 42
6 MEDIDAS NÃO ESTRUTURAIS APLICADAS À GESTÃO DE RISCO ............................................ 43
6.1 Monitoramento Permanente dos Riscos .................................................................................... 43
6.2 Sistema de Monitoramento Pluviométrico e Alerta Prévio ......................................................... 44
6.3 Elaboração de Cartas Geotécnicas ............................................................................................ 45
6.4 Proposta de Rede Interligada de NUPDEC’s ............................................................................. 46
6.5 Planejamento Urbano e Territorial.............................................................................................. 48
6.6 Política Habitacional do Município.............................................................................................. 48
6.7 Legislação Municipal .................................................................................................................. 48
6.8 Ações Estratégicas Relativas aos Setores de Risco Alto (R3) e Risco Muito Alto (R4) de
Escorregamento ..................................................................................................................................... 49
6.9 Preparação para Situações de Emergência............................................................................... 50
7 CURSO DE CAPACITAÇÃO DOS TÉCNICOS MUNICIPAIS ........................................................... 50
7.1 Programação do Curso .............................................................................................................. 51
7.2 Avaliação do Curso .................................................................................................................... 51
8 AUDIÊNCIA PÚBLICA........................................................................................................................ 53
8.1 Definição dos Setores Convidados ............................................................................................ 53
8.2 Inclusão dos Representantes das Comunidades ....................................................................... 53
9 ESTRATÉGIAS PARA O LEVANTAMENTO DE FONTES POTENCIAIS DE RECURSOS PARA A
IMPLEMENTAÇÃO DAS INTERVENÇÕES PRIORITÁRIAS NO ÂMBITO DOS GOVERNOS FEDERAL,
ESTADUAL E MUNICIPAL......................................................................................................................... 53
10 PLANO DE AÇÃO PARA A REDUÇÃO DE RISCOS NO MUNICÍPIO DE BARRA MANSA ........ 55
11 CONCLUSÃO ................................................................................................................................. 56
12 BIBLIOGRAFIA ............................................................................................................................... 58
13 EQUIPE TÉCNICA ......................................................................................................................... 61
13.1 Prefeitura Municipal de Barra Mansa ......................................................................................... 61
13.2 PANGEA Geologia e Estudos Ambientais Ltda. ........................................................................ 61

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ANEXOS

Anexo 1 – Tabela A – Síntese quantitativa do PMRR


Anexo 2 – Desenho 1 – Mapa com a localização das áreas mapeadas
Anexo 3 – Desenho 2 – Mapa com a localização dos setores R3 e R4
Anexo 4 – Desenhos e fichas de setorização
Anexo 5 – Registro Fotográfico das Áreas Descaracterizadas
Anexo 6 – Anotação de Responsabilidade Técnica – ART

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1 INTRODUÇÃO

Este relatório apresenta os resultados da Etapa II do Plano Municipal de Redução de Riscos


(PMRR) do Município de Barra Mansa (RJ), celebrado entre a Prefeitura do Município de Barra
Mansa e a PANGEA - Geologia e Estudos Ambientais Ltda., executado por meio do Programa
de “Urbanização, Regularização e Integração de Assentamentos Precários”, coordenado pelo
Ministério das Cidades, sendo o agente financeiro a Caixa Econômica Federal - CAIXA,
conforme contrato entre a Prefeitura de Barra Mansa e a CAIXA. Este é gerido pelo Governo
Federal, através do Ministério das Cidades, destinando recursos financeiros aos municípios,
para que estes elaborem planos para realização das intervenções necessárias à regularização
fundiária, segurança, salubridade e habitabilidade das populações instaladas em áreas
inadequadas.
Dentre as diversas ações previstas neste Programa, destaca-se a “Ação de Apoio à Prevenção
e Erradicação de Riscos em Assentamentos Precários” que tem por objetivo apoiar Estados e
Municípios na prevenção e erradicação de riscos socioambientais que atingem famílias de
baixa renda, as quais habitam assentamentos precários urbanos.
A Anotação de Responsabilidade Técnica – ART está apresentada no Anexo 6.

2 OBJETIVO

Este é um documento de referência que determinará parâmetros fundamentais para a


implantação e desenvolvimento de uma política pública municipal de gestão de riscos
associados a escorregamentos e inundações em áreas urbanas de ocupação precária do
município.
O trabalho consiste na elaboração do Mapeamento e Gerenciamento de Áreas de Risco de
Escorregamento e Inundações do município, reunindo em um único documento uma série de
medidas estruturais e não estruturais para minimizar os problemas ambientais e sociais das
áreas de risco de escorregamento no Município, contemplando as seguintes atividades:
 Levantamento de dados, cadastramentos, cartografia, investigações de campo, fotos de
campo, estudos e pesquisas;
 Atualização do mapeamento de risco georreferenciado com as áreas indicadas pela equipe
técnica da Prefeitura Municipal e da Defesa Civil;
 Informação pública, capacitação e sensibilização das comunidades;
 Concepção e indicação de intervenções estruturais para os setores com grau de risco
ALTO (R3) e MUITO ALTO (R4), definidos em cada uma das áreas mapeadas, com
estimativa de custos e priorização de áreas de intervenção e alternativas de
implementação;
 Levantamento de possíveis fontes de recursos para implantação das intervenções
prioritárias;
 Proposição de ações não estruturais necessárias para a sustentabilidade do programa; e
 Elaboração e aplicação do curso de capacitação para os técnicos municipais.
Este relatório apresenta, portanto, a síntese do mapeamento realizado com as áreas de risco
identificadas e respectivos setores, a caracterização dos setores em termos de condições
geotécnicas e de vulnerabilidade, a análise geral da situação na região mapeada, além de
indicações de medidas estruturais e não estruturais no sentido de prevenir, mitigar e controlar
as situações de risco observadas. Em sumo, este relatório apresenta o Plano Municipal de
Redução de Riscos de Barra Mansa.

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3 DESCRIÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO

Neste item estão apresentadas as características do meio físico da região de Barra Mansa,
compiladas a partir dos dados fornecidos pelo Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro
(DRM-RJ), Prefeitura Municipal e pesquisas bibliográficas complementares, conforme
relacionado abaixo.

3.1 GEOLOGIA REGIONAL

O embasamento rochoso aflorante no município de Barra Mansa é composto por ortognaisses


e paragnaisses, por vezes milonitizados e migmatizados, intercalados a corpos graníticos e
recobertos em algumas áreas por sedimentos das Bacias de Resende e Volta Redonda. Com
ocorrência mais restrita afloram a NW do município corpos de rochas alcalinas Figura 3.1.
A Unidade Juiz de Fora é composta por clinopiroxênios-ortopiroxênios-hornblenda-biotita
gnaisse metamorfizados em fácies granulito, com restritas intercalações de enderbitos e
charnockitos, em parte milonitizados. Ocorrendo em conjunto com quartzitos, de granulação
fina a grossa, granoblástico, em transição com porções mais xistosas pertencentes à unidade
Juiz de Fora, parcialmente incorporadas à Unidade Três Ilhas.
Na Unidade Três Ilhas há paragnaisses milonitizados e migmatizados, contendo microclínio e
granada, podendo apresentar porções kinzingíticas. Migmatitos com paleossoma rico em
anfibólio e neossoma granítico de coloração esbranquiçada. Ocorrendo ainda blastomilonito e
milonito gnaisse cinzento. Destaca-se a ocorrência de charnockitos nessa unidade e
frequentemente ocorrem “boudins” de anfibolitos. Essa unidade deriva da Unidade Juiz de Fora
por milonitização, retrometamorfismo e migmatização.
A Unidade Rio Feio corresponde à biotita-quartzo-muscovita/sericita-silimanita-grafita xisto com
feldspatos, associados à silimanita gnaisses e biotita gnaisses extremamente laminados.
Ocorrendo de maneira restrita a essa unidade rochas calcissilicáticas e quartzitos.
A Unidade Santo Eduardo engloba as Unidades Catalunha e Monte Verde, constituída por
milonito gnaisse e blastomilonito, geralmente bandados, com porfiroblastos e porfiroclastos,
com intercalações de anfibólio gnaisse com biotita e gnaisse migmatizado interestratificado
com quartzo xisto. Podendo ocorrer ainda intercalações de quartzitos e rochas calcissilicáticas.
O Batólito Serra das Araras compreende granitóides, geralmente protomiloníticos, de
granulação média com domínios ricos em granada rosada e feldspato levemente esverdeado,
em zonas cataclásticas assume caráter bandado e transiciona para um migmatito em que o
paleossoma pertence a rochas da Unidade Três Ilhas.
Rochas Graníticas compreendem granitos de coloração cinza claros e rosados, localmente
porfiroblásticos e foliados, com migmatização incipiente.
Rochas Alcalinas correspondem a uma variedade de litotipos alcalinos tais com foiaitos,
macrofoiaitos, nefelinassienitos e sienitos, pseudoleucita-nefelina sienitos, monzosienitos,
fonolitos, traquitos porfiríticos, pseudoleucita tinguaítos, malignitos, shonkinitos, anfibólios
fergusitos, bitonita gabro, pseidoleucita gabro, hornblenda-melagabro.
A Bacia de Resende é uma sequência sedimentar clástica constituída de arenitos feldspáticos,
com níveis/lentes de conglomerados polimíticos e siltitos/argilitos variegados.
A Bacia de Volta Redonda é caracterizada por sedimentos pleistocênicos constituídos por para-
conglomerados, para-arenitos, arenitos arcoseanos e siltitos/argilitos variegados.

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A Unidade Quaternário é constituído por depósitos fluviais e flúvio-marinhos inconsolidados,
sedimentação clástica com camadas de cascalheira associadas a depósitos de tálus,
sedimentos lacustres e de manguezais retrabalhados.

Figura 3.1. Mapa representativo da geologia do Município de Barra Mansa.


Fonte: DRM (sem data), adaptado.

3.2 GEOMORFOLOGIA E HIDROLOGIA

Conforme o mapa de formas do relevo do município apresentam-se as seguintes


compartimentações (Figura 3.2): Colinas, distribuídas ao longo de todo o município, Serras
Escarpas, restritas ao norte do município, Morros e Serras Isoladas e Planícies Fluviais as
margens do rio Paraíba do Sul.
Inserido no Domínio de Depressão Interplanáltica do Vale do Rio Paraíba do Sul (CPRM 2000)
o relevo do município é caracterizado por extensas regiões colinosas de baixa amplitude de
relevo, que variam entre 400 e 600m de altitude apresentando um forte controle tectônico,
deprimido entre as cadeias montanhosas da Serra do Mar e da Mantiqueira, onde se inserem
as bacias de Resende e Volta Redonda. O nível de base regional é controlado pelo Rio
Paraíba do Sul.
As Colinas fazem parte a uma zona típica do domínio de Mares de Morros, descrito como
relevo de colinas pouco dissecadas, de vertentes convexo-côncavas, com topos arredondados
ou alongados, de amplitudes topográficas inferiores a 100m, associados à colúvios e alúvios,
com densidade de drenagem média de padrão variável entre dendrítico e treliça a retilíneo.
Essa unidade se destaca pela intensidade de processos geomorfológicos atuais em escala
local, entre eles o voçorocamento, geração de concavidades estruturais e capturas de
drenagens condicionadas pela dinâmica de águas subterrâneas sobre as linhas de fraqueza do
substrato geológico.

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As Serras Escarpadas, Morros e Serras Isoladas podem ser descritas como compartimentos
em patamares litoestruturais, com vertentes predominantemente retilíneas a côncavas,
podendo ser escarpadas com topo de cristas alinhadas, com densidades de drenagens
elevadas com padrão de drenagem variável.
As Planícies Fluviais se formam nas proximidades das drenagens como consequência da
deposição sedimentar e são caracterizadas por planícies de inundação, terraços fluviais e
leques alúvio-colúvionares, apresentando superfícies sub-horizontais que convergem aos
canais fluviais.
Em relação à hidrografia o município de Barra Mansa se localiza ao longo da calha do Rio
Paraíba do Sul, que tem como principais tributários os Rios Bananal, Barra Mansa, Bocaininha
ou Bocaina e Córrego Cotiara.

Figura 3.2. Mapa representativo da geomorfologia do Município de Barra Mansa.


Fonte: CPRM (2000), adaptado.

3.3 SOLOS

A compartimentação pedológica para o Município de Barra Mansa segue a nomenclatura de


acordo com o sistema de classificação de solos em uso atualmente no Brasil (EMBRAPA,
2006) e apresenta os seguintes tipos de solo (Figura 3.3):
Os Argilossolos são caracterizados por apresentar um teor de argila no horizonte B muito mais
desenvolvido que no horizonte A, definindo assim o horizonte textural (Bt) com transição entre
os ambientes A e Bt. Os Argissolos Vermelho-Amarelos apresentam horizonte superficial de
textura média e o subsuperficial argiloso. Estes solos quando com horizonte Bt de baixa
condutividade hidráulica com ocorrência em regiões de alta pluviosidade, podem desenvolver
“lençol freático suspenso”, tornando-se mais susceptível a e escorregamentos, devido ao

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excesso de água acumulada (SHIZANATO et. al, 2008). Esses solos tem ampla ocorrência ao
longo do município.
Os Cambissolos Háplicos são pouco desenvolvidos, com horizonte B incipiente (Bi), com
espessura variável, em muitos casos são cascalhosos, pedregosos e rochosos. O horizonte B
incipiente (Bi) tem textura franco-arenosa ou mais argilosa, e o solum, geralmente, apresenta
teores uniformes de argila (EMBRAPA, 2006). Por apresentarem pequeno desenvolvimento e
teores de silte em geral mais altos que em outros solos, com relação silte/argila elevado, são
mais suscetíveis aos processos erosivos (SHIZANATO et. al, 2008). São típicos de regiões
serranas ocorrendo no município estritamente na região norte.
Os Latossolos Vermelho-Amarelos são solos profundos a bem profundos (de 2,00 a 3,00
metros ou mais) com horizonte B latossólico (Bw), em estágio de pedogênese avançada, muito
evoluídos e horizonte A variável. Tendem a apresentar homogeneidade estrutural com alta
porosidade e permeabilidade interna e argila de baixa atividade, proporcionando a esses solos
alta capacidade de drenagem e conduzindo em geral maior resistência a processos erosivos
(SHIZANATO et. al, 2008). Essa unidade se concentra principalmente na porção norte do
município ocorrendo ainda a oeste e mais esparsamente no centro-sul.
Os Neossolos Flúvicos são solos jovens e pouco desenvolvidos, constituídos por material
mineral, não hidromórficos, ou por material orgânico pouco espesso, que não apresentam
alterações expressivas em relação ao material de origem devido à baixa intensidade de
atuação dos processos pedogenéticos (EMBRAPA, 2006). Pode apresentar qualquer tipo de
horizonte B, sendo frequente sua ausência, o que configura em um perfil A-C. Presentes nos
terraços e pequenos diques marginais que desenvolvem-se a partir de sedimentos aluvionares
e colúvio-aluvionares de depósito recente. (PÉREZ, 2011).

Figura 3.3. Mapa de solos de Barra Mansa.


Fonte: EMBRAPA (2003), adaptado.

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3.4 USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

O município está inserido na região de governo do Médio Vale do Paraíba do Sul, na porção
Oeste do Estado do Rio de Janeiro. Segundo dados censitários do IBGE de 2010 possui uma
população de 177.813 habitantes, com cerca de 176.251 habitantes em áreas urbanas,
concentrada principalmente às margens do rio Paraíba do Sul, e 1.610 habitantes nas áreas
rurais. A expansão urbana se deu principalmente ao longo das margens e encostas dos vales
dos rios Bananal, Barra Mansa, Bocaina e Córrego Cotiara (Figura 3.4). Sua área é de 547,2
km2 e densidade demográfica de 324,94 hab/km2 (IBGE, 2010) e divide-se em 6 distritos: Sede,
Floriano, Rialto, Nossa Senhora do Amparo, Antônio Rocha e Santa Rita de Cássia.
Devido à sua localização e a presença de solos férteis, o município transformou-se em uma
grande área de plantações com sua estrutura social baseada na estratificação por classes:
escravos, senhores e artesãos. Em 1870, a produção cafeeira atingiu um patamar tão alto, que
tornou necessária a instalação da Estrada de Ferro D. Pedro II na região, transformando o
município no centro do sistema de comunicação da região com o litoral (OLIVEIRA, 2011).
A cidade foi formada na margem direita do Rio Paraíba do Sul e cresceu longitudinalmente ao
longo do mesmo. Na década de 40, surgiram soluções verticais e os bairros residenciais
estenderam-se e ocuparam os locais próximos e áreas distantes. Concomitantemente, o
movimento abolicionista desencadeou a formação de uma mão-de-obra assalariada que mais
tarde seria absorvida pelo setor industrial. A extinção da economia cafeeira pelo esgotamento
do solo levou ao desenvolvimento da atividade industrial baseada na pecuária, iniciando um
crescente processo de urbanização. A ligação entre a Estrada de Ferro Oeste de Minas, atual
Rede Ferroviária Federal S/A, com as regiões economicamente mais prósperas do Estado de
Minas Gerais, em 1950, foi considerada a principal condição estrutural para implantação
industrial. Com a melhoria na condução de Barra Mansa a Angra dos Reis, firmou-se a junção
desse parque industrial, fazendo de Barra Mansa a pioneira na região, contando desde as
décadas de 30 e 40 com empresas como Nestlé, Siderúrgica Barra Mansa, Cia. Metalúrgica
Barbará, Du Pont e Moinho Barra Mansa. O crescimento da Região do Médio Vale do Paraíba
tem apresentado um aumento acentuado na mobilidade das populações regionais, devido a
proximidade das cidades e também pela diversificação dos espaços, resultando na criação de
novas e variadas atividades econômicas (OLIVEIRA, 2011).

3.5 CLIMA E PLUVIOMETRIA

Inserido no médio vale do Rio Paraíba do Sul, Barra Mansa apresenta um clima classificado
como tropical de altitude, com inverno seco e temperatura no mês mais quente superior a 22ºC,
segundo a classificação de Köpen (1948) (apud S.A. PAULISTA-HAZTEC, 2008), com
temperaturas médias para julho e fevereiro de, respectivamente, 17,2°C e 24,2°C, e máximas
para os meses de julho e fevereiro de 24,7°C e 30,9°C.
Com período de chuva entre os meses de outubro a abril, apresenta uma pluviosidade média
de 1.592mm, sendo os meses de dezembro a março com os maiores índices de precipitação,
variando em torno de 247mm/mês, e de maio a setembro como mais seco, média de
36mm/mês (BARRA MANSA, 2010).
A distribuição das chuvas pelo município é apresentada pela Figura 3.5, com distribuição
homogênea ao longo do município salvo a exceção do extremo norte onde apresenta um nível
de precipitação mais elevado, devido à morfologia do relevo da Serra do Rio Bonito, localizado
no Distrito de Nossa Senhora do Amparo.

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Figura 3.4. Mapa representativo das áreas ocupadas no Município de Barra Mansa.

Figura 3.5. Mapa de pluviometria de Barra Mansa.


Fonte: INEA (2013).

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4 METODOLOGIA E CONCEITOS PRINCIPAIS

O método e os procedimentos metodológicos para a elaboração do PMRR de Barra Mansa


foram descritos no Relatório 1742-R1-13, Revisão 1 (ETAPA1 - Elaboração da Metodologia
Detalhada de Trabalho). A seguir apresenta-se uma síntese desses procedimentos que
compreendem, inicialmente, a avaliação dos resultados dos mapeamentos de áreas de riscos
associados aos movimentos gravitacionais de massa e de inundação na área do município.
O desenvolvimento dos trabalhos consistiu essencialmente no levantamento e análise de
dados e arquivos existentes na Prefeitura, Defesa Civil Municipal e daqueles coletados pela
Pangea. Esses foram sistematizados de modo a estabelecer critérios e procedimentos para
avaliação da setorização de risco nas áreas, com a finalidade de subsidiar o gerenciamento de
riscos, bem como a estabelecer parâmetros técnicos e sociais, em conjunto com os técnicos da
Prefeitura, a fim de promover maior segurança e/ou eliminar riscos.
Como preconiza o método, coube à Prefeitura apresentar as áreas de risco a ser setorizadas.
Em um primeiro momento, esta disponibilizou estudos pretéritos referentes ao tema para as
equipes que trabalhariam em campo, tais como cópia em formato digital do Mapeamento de
Risco do Município de Barra Mansa elaborado pelo DRM-RJ em 2011, além da área de
inundação indicada pela Defesa Civil do Município de Barra Mansa.
Assim, foram apresentadas para mapeamento 77 áreas do município de Barra Mansa, sendo
63 ligadas a escorregamentos oriundas dos dados do DRM-RJ, 13 oriundas de vistorias
prévias realizadas pela Pangea, e 01 ligada a inundações, selecionadas em razão do histórico
de ocorrências no município, baseados na experiência e conhecimento dos agentes públicos
do município, considerando as moradias sujeitas a inundações. Participaram da seleção das
áreas as equipes técnicas da SUSESP – Superintendência de Obras e Serviços Públicos da
Prefeitura do Município de Barra Mansa e da Pangea Geologia e Estudos Ambientais Ltda.
Para todas as áreas selecionadas para a elaboração do mapeamento de risco foram
preparados mapas derivados de imagens de satélite obtidas pelo Google (2012), com o intuito
de auxiliar na delimitação dos setores de risco identificados durante a realização dos trabalhos
de campo.
Os dados obtidos foram organizados e sistematizados por meio de mapas, fichas e
documentação fotográfica. As informações foram integradas para a avaliação da setorização
de risco e o estabelecimento de indicações de medidas estruturais, visando à redução de
riscos.
Nas áreas mapeadas foram analisadas as situações potenciais de ocorrência dos processos,
sendo adotado como procedimento a vistoria em cada área para identificar: i) condicionantes
dos processos de instabilização e inundação; ii) as evidências e indícios do desenvolvimento
de processos; iii) o registro em fichas de campo das características de cada setor mapeado; iv)
a delimitação dos setores de risco, representando-os nas imagens de satélite obtidas do
Google Earth (2009); v) a definição do grau de risco de ocorrência de processo segundo
critérios das metodologias para mapeamento de áreas de risco (Ministério das Cidades,
Instituto de Pesquisas Tecnológicas, 2007); vi) a contagem do número de moradias e
moradores ameaçados para cada setor de risco; vii) a indicação da(s) medida(s) de
intervenção para as áreas de risco mapeadas; e viii) a estimativa de custos das intervenções
sugeridas.

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4.1 DETALHAMENTO DA METODOLOGIA

Os objetivos específicos para essa etapa foram:


 Estabelecimento dos critérios para elaboração do mapeamento de risco a escorregamento e
inundação;
 Estabelecimento dos critérios para concepção de intervenções contemplando os setores de
risco Alto (R3) e Muito Alto (R4);
 Definição das formas para a estimativa de custos; e
 Definição dos critérios de priorização.

4.2 MAPEAMENTO

A elaboração do Mapeamento das Áreas de Risco de Barra Mansa seguiu as atividades


listadas abaixo:
 Levantamento de dados;
 Levantamento topográfico
 Mapeamento de risco de escorregamento;
 Mapeamento de risco de inundação;
 Elaboração das indicações relativas às medidas estruturais;
 Hierarquização das intervenções estruturais; e
 Indicação das medidas não estruturais para gerenciamento de risco.

4.2.1 Levantamento de Dados

O levantamento de dados foi feito por meio da obtenção laudos técnicos anteriormente
elaborados, aliados ao conhecimento dos técnicos da prefeitura definiram a localização das
áreas a serem mapeadas, com a identificação de seus perímetros baseado no histórico de
ocorrências no Município, visando à determinação das áreas de risco e as prioridades para os
trabalhos.
A Prefeitura de Barra Mansa, por meio das diferentes secretarias ligadas a este projeto e
registros de ocorrências, além do conhecimento dos técnicos da Defesa Civil balizaram a
seleção das áreas a serem avaliadas.
Após a definição das áreas e seus respectivos limites, foram elaborados mapas em escala
variável para localização das áreas indicadas e mapas em escala 1:1.000 para setorização
destas áreas e indicação das medidas estruturais.
No Anexo 2 (Desenho 1) está apresentado o mapa com a localização das áreas mapeadas.

4.2.2 Levantamento Topográfico

O levantamento topográfico foi adquirido pela utilização de um conjunto de ferramentas


disponibilizadas pela AutoDesk para aquisição de dados topográficos disponíveis no Google
Earth, estando de acordo com o Termo de Referência “Todas as atividades de campo se
concretizam com a representação via croquis – planta e perfil – da situação em cada setor ou
ponto de risco. A distribuição e o grau de risco, bem como a indicação preliminar das soluções
de estabilização, serão plotados em bases cartográficas e em fotografias pesquisadas por
satélite, disponíveis on line, ou apresentadas em laudos técnicos específicos de topografia.”. O
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resultado deste levantamento topográfico foi incorporado aos Mapas de Setores de Risco e aos
Mapas de Indicação de Obras, que estão representados nos mapas na escala 1:2.000 que
compõe o Anexo 4 – Desenhos e fichas de setorização.
Vale ressaltar que os dados disponíveis no Google Earth têm como origem Modelos Numéricos
de Terreno - MNT. Estes dados são provenientes do SRTM - Shuttle Radar Topography
Mission do Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Estes dados foram tratados topologicamente para garantir que não existissem erros comuns de
representação das linhas de contorno que representam a topografia do terreno e conferência
de altimetria de cada elemento.
As curvas de nível são apresentadas entre intermediárias, com equidistância de 2m e curvas
mestras com equidistância de 10m.

4.2.3 Mapeamento de Risco de Escorregamento

O termo genérico escorregamentos ou deslizamentos engloba uma variedade de tipos de


movimentos de massa de solos, rochas ou detritos, gerados pela ação da gravidade, em
terrenos inclinados, tendo como fator deflagrador principal a infiltração de água, principalmente
das chuvas.
Podem ser induzidos, gerados pelas atividades do homem que modifica as condições naturais
do relevo, por meio de cortes para construção de moradias, aterros, lançamento concentrado
de águas sobre as vertentes, estradas e outras obras. Por isso, a ocorrência de deslizamentos
resulta da ocupação inadequada, sendo, portanto, mais comum em zonas com ocupações
precárias de baixa renda.
Os deslizamentos podem ser previstos, ou seja, pode-se conhecer previamente onde, em que
condições vão ocorrer e qual será a sua magnitude. Para cada tipo de deslizamento existem
medidas não estruturais e estruturais específicas.

4.2.3.1 Tipos de escorregamentos existentes

Existem diversas classificações nacionais e internacionais relacionadas a escorregamentos.


Aqui será adotada a classificação proposta por Augusto Filho (1992), onde os movimentos de
massa relacionados a encostas são agrupados em quatro grandes classes de processos:
Rastejos, Escorregamentos, Quedas e Corridas.

4.2.3.1.1 Rastejo

Os rastejos são movimentos lentos, que envolvem grandes massas de materiais, cujo
deslocamento resultante ao longo do tempo é mínimo (mm a cm/ano). Este processo atua
sobre os horizontes superficiais do solo, bem como, horizontes de transição solo/rocha e até
mesmo rocha, em profundidades maiores.
Também são incluídos neste grupo o rastejo em solos de alteração (originados no próprio local)
ou em corpos de tálus (tipo de solo proveniente de outros locais, transportado para a situação
atual por grandes movimentos gravitacionais de massa, apresentando uma disposição caótica
de solos e blocos de rocha, geralmente, em condições de baixa declividade). Este processo
não apresenta uma superfície de ruptura definida (plano de movimentação), e as evidências da
ocorrência deste tipo de movimento são trincas verificadas em toda a extensão do terreno
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natural, que evoluem vagarosamente, bem como as árvores, que apresentam inclinações
variadas. Sua principal causa antrópica é a execução de cortes em sua extremidade média
inferior, o que interfere na sua precária instabilidade.

4.2.3.1.2 Escorregamento

Os escorregamentos são processos marcantes na evolução das encostas, caracterizando-se


por movimentos rápidos (m/h a m/s), com limites laterais e profundidade bem definidos
(superfície de ruptura). Os volumes instabilizados podem ser facilmente identificados, ou pelo
menos inferidos. Podem envolver solo, saprolito, rocha e depósitos. São subdivididos em
função do mecanismo de ruptura, geometria e material que mobilizam.
O principal agente deflagrador destes processos são as chuvas. Os índices pluviométricos
críticos variam de acordo com a região, sendo menores para os escorregamentos induzidos e
maiores para os generalizados. Existem vários tipos de escorregamentos propriamente ditos:
planares ou translacionais, os circulares ou rotacionais, os em cunha e os induzidos. A
geometria destes movimentos varia em função da existência ou não de estruturas ou planos de
fraqueza nos materiais movimentados, que condicionem a formação das superfícies de ruptura.
Os escorregamentos planares ou translacionais em solo são processos muito frequentes na
dinâmica das encostas serranas brasileiras, ocorrendo predominantemente em solos pouco
desenvolvidos das vertentes com altas declividades. Sua geometria caracteriza-se por uma
pequena espessura e forma retangular estreita (comprimentos bem superiores às larguras).
Este tipo de escorregamento também pode ocorrer associado a solos saprolíticos, saprolitos e
rocha, condicionados por um plano de fraqueza desfavorável à estabilidade, relacionado a
estruturas geológicas diversas (foliação, xistosidade, fraturas, falhas, etc.).
Os escorregamentos circulares ou rotacionais possuem superfícies de deslizamento curvas,
sendo comum a ocorrência de uma série de rupturas combinadas e sucessivas. Estão
associadas a aterros, pacotes de solo ou depósitos mais espessos, rochas sedimentares ou
cristalinas intensamente fraturadas. Possuem um raio de alcance relativamente menor que os
escorregamentos translacionais.
Os escorregamentos em cunha estão associados à saprolitos e maciços rochosos, onde a
existência de dois planos de fraqueza desfavoráveis à estabilidade condicionam o
deslocamento ao longo do eixo de intersecção destes planos. Estes processos são mais
comuns em taludes de corte, ou encostas que sofreram algum processo natural de
desconfinamento, como erosão ou escorregamentos.
Os escorregamentos induzidos, ou causados pela ação antrópica, são aqueles cuja
deflagração é causada pela execução de cortes e aterros inadequados, pela concentração de
águas pluviais e servidas, pela retirada da vegetação, etc. Muitas vezes, estes
escorregamentos induzidos mobilizam materiais produzidos pela própria ocupação, envolvendo
massas de solo de dimensões variadas, lixo e entulho.
Em geral, a evolução da instabilização das encostas acaba por gerar feições que permitem
analisar a possibilidade de ruptura. As principais feições de instabilidade, que indicam a
iminência de escorregamentos são representadas por fendas de tração na superfície dos
terrenos, ou aumento de fendas preexistentes, pelo embarrigamento de estruturas de
contenção, pela inclinação de estruturas rígidas, como postes, árvores, etc., degraus de
abatimento e trincas no terreno e nas moradias.

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4.2.3.1.3 Queda

Os movimentos do tipo queda são extremamente rápidos (da ordem de m/s) e envolvem blocos
e/ou lascas de rocha em movimento de queda livre, instabilizando um volume de rocha
relativamente pequeno. A ocorrência deste processo está condicionada à presença de
afloramentos rochosos em encostas íngremes, abruptas ou taludes de escavação, tais como,
cortes em rocha, frentes de lavra, etc., sendo potencializados pelas amplitudes térmicas,
através da dilatação e contração da rocha.
As causas básicas deste processo são as descontinuidades do maciço rochoso, que propiciam
isolamento de blocos unitários de rocha, subpressão através do acúmulo de água,
descontinuidades ou penetração de raízes. Pode ser acelerado pelas ações antrópicas, como,
por exemplo, vibrações provenientes de detonações de pedreiras próximas.
Frentes rochosas de pedreiras abandonadas podem resultar em áreas de instabilidade
decorrentes da presença de blocos instáveis remanescentes do processo de exploração. Além
da queda, existem mais dois processos envolvendo afloramentos rochosos, o tombamento e o
rolamento de blocos.
O tombamento, também conhecido como basculamento, acontece em encostas/ taludes
íngremes de rocha, com descontinuidades (fraturas, diáclases) verticais. Em geral, são
movimentos mais lentos que as quedas e ocorrem principalmente em taludes de corte, onde a
mudança da geometria acaba desconfinando estas descontinuidades e propiciando o
tombamento das paredes do talude.
O rolamento de blocos, ou rolamento de matacões, é um processo comum em áreas de rochas
graníticas, onde existe maior predisposição a originar matacões de rocha sã, isolados e
expostos em superfície. Estes ocorrem naturalmente quando processos erosivos removem o
apoio de sua base, condicionando um movimento de rolamento de bloco. A escavação e a
retirada do apoio, decorrente da ocupação desordenada de uma encosta, é a ação antrópica
mais comum no seu desencadeamento.

4.2.3.1.4 Corrida de massa

As corridas de massa são movimentos gravitacionais de massa complexos, ligados a eventos


pluviométricos excepcionais.
Ocorrem a partir de escorregamentos nas encostas e mobilizam grandes volumes de material,
sendo o seu escoamento ao longo de um ou mais canais de drenagem, tendo comportamento
líquido viscoso e alto poder de transporte. Estes fenômenos são bem mais raros que os
escorregamentos, porém podem provocar consequências de magnitudes bem superiores,
devido ao seu grande poder destrutivo e extenso raio de alcance, mesmo em áreas planas.
As corridas de massa abrangem uma gama variada de denominações na literatura nacional e
internacional (corrida de lama, mudflow, corrida de detritos, corrida de blocos, debrisflow, etc.),
principalmente em função de suas velocidades e das características dos materiais que
mobilizam.
Apresenta-se, na Tabela 4.1, os tipos de escorregamento/ processo segundo a classificação
de Augusto Filho (1992).

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Tabela 4.1. Tipos de processos (Augusto Filho,1992).
PROCESSOS CARACTERÍSTICAS DO MOVIMENTO/ MATERIAL/ GEOMETRIA
 Vários planos de deslocamento (internos);
 Velocidades muito baixas a baixas (cms/ano) e decrescentes c/ a
profundidade;
RASTEJO
 Movimentos constantes, sazonais ou intermitentes;
 Solo, depósitos, rocha alterada/fraturada;
 Geometria indefinida.
 Poucos planos de deslocamento (externos);
 Velocidades médias (m/h) a altas (m/s);
 Pequenos a grandes volumes de material;
ESCORREGAMENTOS  Geometria e materiais variáveis:
PLANARES: solos poucos espessos, solos e rochas com um plano de
fraqueza;
CIRCULARES: solos espessos homogêneos e rochas muito fraturadas;
EM CUNHA: solos e rochas com dois planos de fraqueza.
 Sem planos de deslocamento;
 Movimento tipo queda livre ou em plano inclinado;
 Velocidades muito altas (vários m/s);
 Material rochoso;
QUEDAS
 Pequenos a médios volumes;
 Geometria variável: lascas, placas, blocos, etc.
ROLAMENTO DE MATACÃO
TOMBAMENTO
 Muitas superfícies de deslocamento (internas e externas à massa em
movimentação);
 Movimento semelhante ao de um líquido viscoso;
 Desenvolvimento ao longo das drenagens;
CORRIDAS
 Velocidades médias a altas;
 Mobilização de solo, rocha, detritos e água;
 Grandes volumes de material;
 Extenso raio de alcance, mesmo em áreas planas.

4.2.3.2 Condicionantes dos escorregamentos

Os escorregamentos ocorrem sob a influência de condicionantes naturais, antrópicos, ou


ambos. As causas destes processos devem ser entendidas, a fim de se evitar e controlar
escorregamentos similares. Os condicionantes naturais podem ser separados em dois grupos,
o dos agentes predisponentes e o dos agentes efetivos.
Os agentes predisponentes são o conjunto das características intrínsecas do meio físico
natural, podendo ser diferenciados em complexo geológico-geomorfológico (comportamento
das rochas, perfil e espessura do solo em função da maior ou menor resistência da rocha ao
intemperismo) e complexo hidrológico-climático (relacionado ao intemperismo físico-químico e
químico). A gravidade e a vegetação natural também podem estar inclusos nesta categoria.
Os agentes efetivos são elementos diretamente responsáveis pelo desencadeamento do
movimento de massa, sendo estes diferenciados em preparatórios (pluviosidade, erosão pela
água e vento, congelamento e degelo, variação de temperatura e umidade, dissolução química,
ação de fontes e mananciais, oscilação do nível de lagos e marés e do lençol freático, ação de
animais e humana, inclusive desflorestamento) e imediatos (chuva intensa, vibrações, fusão do
gelo e neves, erosão, terremotos, ondas, vento, ação do homem, etc.).
Outros condicionantes naturais de grande importância são as características intrínsecas dos
maciços naturais (rochosos e terrosos), a cobertura vegetal, a ação das águas pluviais
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(saturação e/ou elevação do lençol freático, geração de pressões neutras e forças de
percolação, distribuição da chuva no tempo), além dos processos de alteração da rocha e de
erosão do material alterado.
Dentre os vários condicionantes antrópicos, podem-se citar como principais deflagradores de
escorregamentos a remoção da cobertura vegetal, lançamento e concentração de águas
pluviais e/ou servidas, vazamento na rede de água e esgoto, presença de fossas, execução de
cortes com alturas e inclinações acima de limites tecnicamente seguros, execução deficiente
de aterros (compactação, geometria, fundação), execução de patamares (“aterros lançados”)
com o próprio material de escavação dos cortes, o qual é simplesmente lançado sobre o
terreno natural, lançamento de lixo nas encostas/ taludes, retirada do solo superficial expondo
horizontes mais suscetíveis, deflagrando processos erosivos, bem como elevando o fluxo de
água na massa do solo.
Um grande problema presente em áreas de assentamentos precários urbanos é a implantação
de obras que provocam a obstrução da drenagem natural, levando a saturação do solo e à
redução de sua resistência, problema que é agravado pelo lançamento de detritos e lixo e pela
ação das chuvas de verão.
Raramente um escorregamento pode ser associado a um único e definitivo fator condicionante;
deve ser observado como o produto de uma cadeia de fatores e efeitos que acabam
determinando sua deflagração. A identificação precisa dos elementos responsáveis pela
deflagração dos escorregamentos e dos processos correlatos é fundamental para a adoção de
medidas corretivas ou preventivas mais acertadas do ponto de vista técnico e econômico.

4.2.3.3 Mapeamento

Nas áreas selecionadas pelo município foram executados os mapeamentos de risco por meio
de investigações geológico-geotécnicas de superfície, visando identificar os condicionantes dos
processos de instabilização. Os resultados foram sistematizados em fichas de cadastro com a
caracterização dos graus de risco, seguindo o modelo proposto por Macedo et al. (2004b).
As fichas de campo apresentam diversos condicionantes geológicos e geotécnicos importantes
para a caracterização dos processos de instabilização de encostas em áreas urbanas
(Figura 4.1): tipologia (natural ou corte e aterro) e geometria da encosta, tipos de materiais
mobilizados (solo/ rocha/ lixo/ detritos, etc.), tipologia de movimentos de massa ocorrentes ou
esperados, tipo de talude (natural ou corte e aterro) e, condição de escoamento e infiltração de
águas superficiais e servidas.
Nas fichas de avaliação de risco foram considerados também aspectos específicos, tais como
o padrão construtivo das habitações (madeira, alvenaria, misto) e a posição das mesmas em
relação ao raio de alcance dos processos ocorrentes ou esperados.
Observou-se ainda aspectos gerais sobre infraestrutura urbana implantada, tais como:
condições das vias (pavimentada, terra, escadarias), sistemas de drenagem e esgoto, pontes e
outras melhorias urbanas.
Além da caracterização dos processos de instabilidade, a ficha contempla também parâmetros
de análise da vulnerabilidade em relação às formas de uso e ocupação presentes nas áreas de
risco. Desta forma, foram identificados os processos de instabilização predominantes,
delimitando e caracterizando os setores de risco.

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Figura 4.1. Ficha de campo para mapeamento de escorregamentos.

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Figura 4.1. Ficha de campo para mapeamento de escorregamentos (continuação).

Os setores de risco foram delimitados em campo sobre os mapas preparados à partir das
imagens de satélite e classificados segundo os graus de risco: Baixo (R1), Médio (R2), Alto
(R3) e Muito Alto (R4). Os critérios de julgamento da probabilidade de ocorrência dos
processos de instabilização do tipo escorregamentos em encostas ocupadas, bem como os
parâmetros analisados para o desenvolvimento dos trabalhos, são apresentados na
Tabela 4.2.
Tabela 4.2. Critérios utilizados para determinação dos graus de probabilidade de ocorrência de
escorregamentos. (Ministério das Cidades; Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT, 2007).
GRAU DE
DESCRIÇÃO
PROBABILIDADE
Os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes e o nível de intervenção no
setor são de BAIXA POTENCIALIDADE para o desenvolvimento de processos de
R1 escorregamentos e solapamentos. NÃO HÁ INDÍCIOS de desenvolvimento de
Baixo processos de instabilização de encostas e de margens de drenagens. É a condição
menos crítica. Mantidas as condições existentes, NÃO SE ESPERA a ocorrência de
eventos destrutivos no período de 1 ano.
Os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes e o nível de intervenção no
setor são de MÉDIA POTENCIALIDADE para o desenvolvimento de processos de
R2 escorregamentos e solapamentos. Observa-se a presença de ALGUMA(S)
Médio EVIDÊNCIA(S) de instabilidade, porém incipiente(s).Mantidas as condições existentes,
É REDUZIDA a possibilidade de ocorrência de eventos destrutivos durante episódios
de chuvas intensas e prolongadas, no período de 1 ano.
Os condicionantes geológico-geotécnicos e o nível de intervenção no setor são de
ALTA POTENCIALIDADE para o desenvolvimento de processos de escorregamentos
R3 e solapamentos. Observa-se a presença de SIGNIFICATIVA(S) EVIDÊNCIA(S) de
Alto instabilidade. Mantidas as condições existentes, é PERFEITAMENTE POSSÍVEL a
ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas,
no período de 1 ano.
Os condicionantes geológico-geotécnicos predisponentes e o nível de intervenção no
setor são de MUITO ALTA POTENCIALIDADE para o desenvolvimento de processos
de escorregamentos e solapamentos. As evidências de instabilidade SÃO
R4
EXPRESSIVAS E ESTÃO PRESENTES EM GRANDE NÚMERO E/OU MAGNITUDE.
Muito Alto
É a condição mais crítica. Mantidas as condições existentes, é MUITO PROVÁVEL a
ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas,
no período de 1 ano.

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4.2.4 Mapeamento de Risco de Inundação

4.2.4.1 Conceitos

As enchentes e inundações representam um dos principais tipos de desastres naturais que


afligem constantemente diversas comunidades em diferentes partes do planeta, sejam áreas
rurais ou metropolitanas. Esses fenômenos de natureza hidrometeorológica fazem parte da
dinâmica natural e ocorrem frequentemente deflagrados por chuvas rápidas e fortes, chuvas
intensas de longa duração, degelo nas montanhas e outros eventos climáticos tais como
furacões e tornados, sendo intensificados pelas alterações ambientais e intervenções urbanas
produzidas pelo Homem, como a impermeabilização do solo, retificação dos cursos d’água e
redução no escoamento dos canais devido a obras ou por assoreamento.
Boa parte das cidades brasileiras apresenta problemas de enchentes e inundações, sendo as
das regiões metropolitanas aquelas que apresentam as situações de risco mais graves
decorrentes do grande número de núcleos habitacionais de baixa renda ocupando terrenos
marginais de cursos d’água.

4.2.4.2 Enchente, inundação e outras definições

A seguir serão apresentadas algumas definições visando à uniformização conceitual de termos


utilizados em relação a fenômenos e processos de natureza hidrometeorológica.

4.2.4.2.1 Enchente ou cheia

As águas de chuva, ao alcançar um curso d’água, causam o aumento na vazão por certo
período de tempo. A elevação temporária do nível d’água em um canal de drenagem devido ao
aumento da vazão ou descarga é chamada de enchente ou cheia.

4.2.4.2.2 Inundação

Por vezes, no período de enchente, as vazões atingem tal magnitude que podem superar a
capacidade de descarga da calha do curso d’água e extravasar para áreas marginais
habitualmente não ocupadas pelas águas. Este extravasamento das águas do canal de
drenagem para as áreas marginais (planície de inundação, várzea ou leito maior do rio),
quando a enchente atinge cota acima do nível máximo da calha principal do rio caracteriza uma
inundação.

4.2.4.2.3 Vazão

A vazão é definida como a quantidade de água que passa por uma dada seção em um canal
de drenagem num período de tempo.

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4.2.4.2.4 Planície de inundação

Define-se como planície de inundação as áreas relativamente planas e baixas que de tempos
em tempos recebem os excessos de água que extravasam do seu canal de drenagem.
Tecnicamente, o canal de drenagem que confina um curso d´água denomina-se leito menor e a
planície de inundação representa o leito maior do rio. Emprega-se também o termo várzea para
identificar a planície de inundação de um canal natural de drenagem.

4.2.4.2.5 Enxurrada

Define-se enxurrada como o escoamento superficial concentrado, com alta energia de


transporte, que pode ou não estar associado a áreas de domínio dos processos fluviais. É
comum a ocorrência de enxurradas ao longo de vias implantadas sobre antigos cursos d’água
com alto gradiente hidráulico em terrenos com alta declividade natural.

4.2.4.2.6 Erosão marginal

Remoção e transporte de solo dos taludes marginais dos rios provocados pela ação erosiva
das águas no canal de drenagem.

4.2.4.2.7 Solapamento

Ruptura de taludes marginais do rio por erosão e ação instabilizadora das águas durante ou
logo após processos de enchentes e inundações.

4.2.4.2.8 Área de risco de enchente e inundação

No contexto urbano, definem-se como áreas de risco de enchente e inundação os terrenos


marginais a cursos d’água ocupados por núcleos habitacionais precários sujeitos ao impacto
direto desses fenômenos. As pessoas que habitam essas áreas estão sujeitas a danos à
integridade física, perdas materiais e patrimoniais.

4.2.4.3 Condicionantes e causas das enchentes e inundações

Pelas definições conceituais apresentadas, a diferença entre enchente e inundação se resume


ao confinamento ou não das águas de um curso d’água no seu canal de drenagem. Importante
entender que o processo hidrológico de enchente ou inundação é um fenômeno dinâmico e
que ao longo de um curso d’água podem ocorrer trechos com cenários de enchentes e trechos
com cenários de inundação, com características dinâmicas específicas de energia cinética,
volumes de água e impacto destrutivo que podem ou não causar efeitos adversos às
ocupações humanas presentes nas áreas de domínio dos processos hidrológicos.
Nas cidades, a questão da drenagem urbana envolve além dos processos hidrológicos de
enchentes e inundações diretamente ligadas aos cursos d’água naturais, processos de
alagamentos e enxurradas, decorrentes de deficiências no sistema de drenagem urbana e que

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podem ou não ter relação com os processos de natureza fluvial. Em muitas cidades, o
descompasso entre o crescimento urbano e a drenagem urbana tem originado graves
problemas de alagamentos e enxurradas.
Os trabalhos em áreas de risco de enchentes e inundações devem procurar identificar e
entender os diversos processos passíveis de ocorrer, tanto aqueles de natureza efetivamente
hidrológica, quanto os processos consequentes tais como erosão marginal e solapamento,
capazes de causar danos para a ocupação.
Os condicionantes naturais climáticos e geomorfológicos de um dado local (pluviometria;
relevo; tamanho e forma da bacia; gradiente hidráulico do rio) são determinantes na frequência
de ocorrência, tipologia e dinâmica do escoamento superficial de processos de enchentes e
inundações.
Pode-se dizer que, além dos condicionantes naturais, as diversas intervenções antrópicas
realizadas no meio físico têm sido determinantes na ocorrência de acidentes de enchentes e
inundações, principalmente nas áreas urbanas.
Nas cidades brasileiras a expansão urbana se dá com um conjunto de ações que modificam as
condições originais do ciclo hidrológico de uma dada região: o desmatamento, a exposição dos
terrenos à erosão e consequente assoreamento dos cursos d’água, a impermeabilização dos
terrenos, os diversos tipos de intervenção estrutural nos cursos d’água e, principalmente, no
tocante à questão de risco, a ocupação desordenada dos seus terrenos marginais.

4.2.4.3.1 Efeitos adversos de enchentes e inundações

As enchentes e inundações apresentam efeitos danosos sobre a população, os quais podem


ser classificados como diretos e indiretos.
Os principais efeitos diretos são mortes por afogamento, a destruição de moradias, danos
materiais diversos e gastos com recuperação.
Os indiretos são principalmente aqueles relacionados às doenças transmitidas por meio da
água contaminada, como a leptospirose, a febre tifóide, a hepatite e o cólera.

4.2.4.3.2 Processos e cenários de risco de enchentes e inundações

A seguir são descritos os principais processos e respectivos cenários de risco ligados a


enchentes e inundações nas cidades brasileiras. Tais processos apresentam diferentes
características dinâmicas, que dependem das condições climáticas e das características do
relevo e da conformação geológica e geomorfológica da área de ocorrência do processo.

 Cenário de risco de enchente e inundação de planícies fluviais


Os processos de enchentes e inundações ocorrem em cidades que apresentam relevo com
planícies fluviais extensas, onde normalmente se concentram grandes aglomerações de
pessoas e diferentes ramos de atividade humana. São áreas que apresentam como principal
característica uma baixa capacidade natural de escoamento dos cursos principais de
drenagem. Nas áreas litorâneas, o escoamento das águas superficiais é condicionado também
pela condição da maré.
O crescimento acelerado da ocupação nas grandes cidades, com o aumento da área
impermeabilizada, diminui o tempo de concentração aumentando a velocidade de escoamento
das águas superficiais em direção às calhas de drenagem principal. A carência de obras de
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drenagem e outros serviços de infraestrutura urbana contribuem para o incremento do
problema.
Acidentes dessa natureza causam diversos transtornos em áreas com ocupação consolidada e
não consolidada. As áreas de risco com seus assentamentos precários constituem os
elementos de risco com maior grau de vulnerabilidade. Geralmente o risco de perdas sociais é
pequeno, considerando a dinâmica relativamente lenta do processo de inundação, sendo
pequena a possibilidade de ocorrência de óbitos. Por atingir frequentemente extensas áreas os
transtornos à rotina da cidade são grandes. Da mesma forma as diversas perdas materiais e
patrimoniais são significativas.

Características do processo
Geralmente os processos de enchente e inundação envolvendo extensas planícies fluviais
apresentam dinâmica relativamente lenta no início das chuvas, desenvolvimento das cheias e
extravasamento para as planícies de inundação.
Além da dinâmica relativamente lenta de escoamento superficial, o recuo das águas para o
leito menor também é lento, o que aumenta os danos, os riscos de contaminação e os
transtornos. Este processo atinge um grande número de moradias, porém, existe uma pequena
possibilidade de perda de vidas humanas, mesmo em relação às áreas de risco caracterizadas
pelas ocupações precárias.

 Cenário de risco de enchente e inundação com alta energia cinética atingindo


ocupação ribeirinha
Este processo ocorre ao longo dos cursos d’água, em vales encaixados ou espremidos pela
ocupação marginal. São processos comuns em anfiteatros de drenagem restritos com alta
declividade nas porções de cabeceira. Ocorrem enchentes violentas, com alta velocidade de
escoamento, produzindo forças dinâmicas capazes de causar acidentes, destruindo moradias
localizadas no leito menor do curso d’água, junto aos barrancos dos rios, por ação direta das
águas ou, por erosão e consequente solapamento das margens dos rios. Nas metrópoles
brasileiras, muitas áreas de risco de enchentes estão relacionadas com a ocupação de favelas
em margens de córrego. Enchentes com alta energia e alto poder erosivo e de impacto são
processos ocorrentes, principalmente, nas áreas de domínio serrano e montanhoso, em bacias
hidrográficas que permitem rápida concentração e altos valores de vazão.
Processos deste tipo possibilitam a ocorrência de óbitos, perdas materiais e patrimoniais
diversas, pelo impacto direto das águas ou solapamento de taludes marginais. A ocorrência de
processos de enchente e inundação atinge principalmente os assentamentos precários
situados na porção ribeirinha.

Características do processo
Este tipo de processo apresenta geralmente efeitos destrutivos mais restritos ao canal de
drenagem, com ocorrência de erosão e solapamento dos taludes marginais decorrentes da
enchente. Sua característica principal é o impacto destrutivo em função da alta energia de
escoamento, podendo ocorrer à destruição de moradias, com possibilidade moderada a alta de
perda de vidas humanas, na medida em que as edificações com piores condições construtivas
e maior vulnerabilidade localizam-se à beira dos córregos.

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23
 Cenário de risco de enchente e inundação com alta energia de escoamento e
capacidade de transporte de material sólido
São enchentes e inundações de alta energia cinética, onde a água transporta elevada carga de
material sólido (sedimentos de diferentes granulometrias e detritos vegetais) por saltação,
suspensão, rolamento e arraste. São processos que ocorrem principalmente em ambiente de
relevos montanhosos e, em razão da presença de muito material sólido, o fenômeno adquire
poder destrutivo maior do que aquele descrito anteriormente.
Processos deste tipo possibilitam a ocorrência de óbitos, perdas materiais e patrimoniais
diversas, pelo impacto direto das águas com alta energia de escoamento e transporte de
material sólido (sedimentos, blocos de rocha, troncos de árvore) quando a ocorrência de
processo de enchente e inundação atinge assentamentos precários.

Características do processo
Este tipo de processo ocorre geralmente em anfiteatros de drenagem de relevo serrano, tendo
alta energia de impacto destrutivo. Devido à alta energia, é alta a possibilidade de perda de
vidas humanas e de destruição total ou parcial de moradias.

4.2.4.4 Mapeamento

Os critérios observados em campo para a realização do mapeamento de áreas de inundação


são os seguintes:

A. Análise dos cenários de risco e potencial destrutivo dos processos hidrológicos


ocorrentes
O primeiro critério de análise refere-se à identificação do cenário hidrológico presente em cada
área a ser investigada.
Nesse sentido, e de forma orientativa, podem-se considerar as tipologias de processos
hidrológicos referentes aos respectivos cenários de risco anteriormente descritos:
a) Processo hidrológico 1: enchente e inundação lenta de planícies fluviais (PH1);
b) Processo hidrológico 2: enchente e inundação com alta energia cinética (PH2); e
c) Processo hidrológico 3: enchente e inundação com alta energia de escoamento e
capacidade de transporte de material sólido (PH3).
Cada um dos processos hidrológicos comumente ocorrentes será utilizado como critério de
análise e de periculosidade na medida em que consistem em processos com diferentes
capacidades destrutivas e potencial de danos sociais e econômicos em função da sua
magnitude, energia de escoamento, raio de alcance lateral e extensão e impacto destrutivo.

B. Vulnerabilidade da ocupação urbana


O segundo critério para análise de risco refere-se à vulnerabilidade da ocupação urbana
presente em cada área de risco. A avaliação da vulnerabilidade compreende a análise do
padrão construtivo considerando basicamente 2 tipologias construtivas:
a) Alta vulnerabilidade de acidentes (V1): baixo padrão construtivo, onde predominam
moradias construídas com madeira, madeirit e restos de material com baixa capacidade de
resistir ao impacto de processos hidrológicos; e

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b) Baixa vulnerabilidade de acidentes (V2): médio a bom padrão construtivo, onde predominam
moradias construídas em alvenaria com boa capacidade de resistir ao impacto de processos
hidrológicos.

C. Distância das moradias ao eixo da drenagem


O terceiro critério para análise de risco refere-se à distância das moradias ao eixo da
drenagem, logicamente considerando o tipo de processo ocorrente na área e o raio de alcance
desse processo. Intrinsecamente, neste critério, há embutida a frequência de ocorrência:
fenômenos com maior raio de alcance estão associados a eventos de maior magnitude e de
menor tempo de retorno em termos estatísticos, tendo as chuvas como agente deflagrador do
processo.
a) Alta periculosidade (P1): alta possibilidade de impacto direto, considerando o raio de
alcance do processo; e
b) Baixa periculosidade (P2): baixa possibilidade de impacto direto, considerando o raio de
alcance do processo.

4.2.4.4.1 Definição de Níveis de Risco

A definição de níveis de risco, considerando os três critérios e parâmetros de análise de risco,


pode ser desenvolvida considerando diferentes arranjos. São definidos nessa análise 4 níveis
de risco: RISCO MUITO ALTO (R4), RISCO ALTO (R3), RISCO MÉDIO (R2) e RISCO BAIXO
(R1).
Descrevem-se a seguir os critérios de julgamento, bem como os parâmetros analisados para o
desenvolvimento dos trabalhos (Tabelas 4.3 e 4.4),para realização da análise de risco de
enchentes e inundações.
Tabela 4.3. Matriz preliminar segundo arranjo entre processo hidrológico (PH) e vulnerabilidade da
ocupação (VO). (Fonte: Ministério das Cidades, Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São
Paulo – IPT, 2007).
PH1 PH2 PH3
VO1 R2 R3 R4
VO2 R1 R2 R3

Tabela 4.4. Grau de risco segundo arranjo entre o grau de risco preliminar e a possibilidade de impacto
(PI). (Fonte: Ministério das Cidades, Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo – IPT,
2007).
PI1 PI2
PH1 x VO1 R2 R1
PH1 x VO2 R1 R1
PH2 x VO1 R3 R2
PH2 x VO2 R2 R1
PH3 x VO1 R4 R3
PH3 x VO2 R3 R2

No resultado final dos arranjos, considerando os três parâmetros, têm-se os graus de risco
segundo a Tabela 4.5 a seguir:

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Tabela 4.5. Critérios utilizados para determinação dos graus de risco de processos associados a
enchentes e inundações. (Fonte: Ministério das Cidades; Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT,
2007).
GRAU
DE DESCRIÇÃO DO CENÁRIO
RISCO
a) Enchentes e inundações com BAIXA ENERGIA CINÉTICA E BAIXO PODER
DESTRUTIVO (PH1), atingindo MORADIAS DE ALTA VULNERABILIDADE (VO1),
situadas em área com BAIXA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI2);
b) Enchentes e inundações com BAIXA ENERGIA CINÉTICA E BAIXO PODER
DESTRUTIVO (PH1), atingindo MORADIAS DE BAIXA VULNERABILIDADE (VO2),
R1 situadas em área com ALTA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI1);
Baixo c) Enchentes e inundações com BAIXA ENERGIA CINÉTICA E BAIXO PODER
DESTRUTIVO (PH1), atingindo MORADIAS DE BAIXA VULNERABILIDADE (VO2),
situadas em área com BAIXA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI2);
d) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTO PODER
DESTRUTIVO (PH2), atingindo MORADIAS DE BAIXA VULNERABILIDADE (VO2),
situadas em área com BAIXA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI2);
a) Enchentes e inundações com BAIXA ENERGIA CINÉTICA E BAIXO PODER
DESTRUTIVO (PH1), atingindo MORADIAS DE ALTA VULNERABILIDADE (VO1),
situadas em área com ALTA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI1);
b) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTO PODER
DESTRUTIVO (PH2), atingindo MORADIAS DE BAIXA VULNERABILIDADE (VO2),
situadas em área com ALTA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI1);
R2
c) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTO PODER
Médio
DESTRUTIVO (PH2), atingindo MORADIAS DE ALTA VULNERABILIDADE (VO1),
situadas em área com BAIXA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI2);
d) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTA CAPACIDADE DE
TRANSPORTE DE MATERIAL SÓLIDO E ELEVADO PODER DESTRUTIVO (PH3),
atingindo MORADIAS DE BAIXA VULNERABILIDADE (VO2), situadas em área com
BAIXA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI2);
a) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTO PODER
DESTRUTIVO (PH2), atingindo MORADIAS ALTA VULNERABILIDADE (VO1), situadas
em área com ALTA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI1);
b) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTA CAPACIDADE DE
TRANSPORTE DE MATERIAL SÓLIDO E ELEVADO PODER DESTRUTIVO (PH3),
R3
atingindo MORADIAS DE ALTA VULNERABILIDADE (VO1), situadas em área com
Alto
BAIXA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI2);
c) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTA CAPACIDADE DE
TRANSPORTE DE MATERIAL SÓLIDO E ELEVADO PODER DESTRUTIVO (PH3),
atingindo MORADIAS DE BAIXA VULNERABILIDADE (VO2), situadas em área com
ALTA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI1);
a) Enchentes e inundações com ALTA ENERGIA CINÉTICA E ALTA CAPACIDADE DE
R4
TRANSPORTE DE MATERIAL SÓLIDO E ELEVADO PODER DESTRUTIVO (PH3),
Muito
atingindo MORADIAS DE ALTA VULNERABILIDADE (VO1), situadas em área com
Alto
ALTA POSSIBILIDADE de impacto direto do processo (PI1).

Nas áreas selecionadas pelo município foram executados mapeamentos por meio de
investigações geológico-geotécnicas de superfície, visando identificar os condicionantes dos
processos de instabilização. Os resultados foram sistematizados em fichas de campo
(Figura 4.2) apresentadas na forma de um check-list, com a caracterização dos graus de risco
para inundação.

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Figura 4.2. Ficha de campo para mapeamento de inundações.

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4.3 ANÁLISE DOS DADOS

A identificação e a delimitação dos setores de risco, a partir dos trabalhos de campo estão
representadas nas imagens de satélite obtidas da base de dados do Google (2012). Nestas
imagens foram digitalizados os polígonos referentes às áreas e aos setores mapeados e suas
respectivas classificações quanto ao grau de risco (Ministério das Cidades; Instituto de
Pesquisas Tecnológicas – IPT, 2007). As informações de delimitação das áreas e setores
foram tratadas em software de SIG e em escala apropriada, condizente com os objetivos do
projeto.
As imagens foram separadas por área e, em seguida, subdivididas nos respectivos setores
caracterizados pelo seu grau de risco. As informações e fotos de campo foram registradas em
fichas de cadastro que compõem o banco de dados digitalizado no software Microsoft Access.

4.4 ELABORAÇÃO DAS MEDIDAS ESTRUTURAIS

Os objetivos dessa atividade compreenderam a concepção das indicações de medidas


estruturais necessárias para os setores de risco Muito Alto (R4) e Alto (R3), a estimativa de
custos e a definição de critérios para priorização dessas intervenções.
As medidas indicadas contemplam basicamente nove tipos: 1) limpeza/ desbaste/ acerto da
geometria; 2) plantio; 3) revestimento do talude; 4) sistema de drenagem superficial e
subsuperficial; 5) canalização de córregos; 6) estruturas de contenção; 7) construção de novas
moradias; 8) desmonte de estruturas ou moradias; e 9) manutenção e reparo.
Foram estimados os respectivos custos necessários para a execução das intervenções
estruturais, durante os trabalhos campo, tomando-se como referência a tabela do Sistema
Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI, conforme orientação
da Defesa Civil Municipal.
A fim de facilitar a sistematização quanto a indicação das medidas estruturais e seus
respectivos valores, elaborou-se um quadro na ficha de campo, o qual foi tomado como
referência durante as análises de campo (Figura 4.3).

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Figura 4.3. Tipologias de intervenções estruturais voltadas à redução de riscos associados a
escorregamentos em encostas ocupadas.

5 RESULTADOS

Neste item estão apresentados os resultados obtidos nos mapeamentos realizados no


município de Barra Mansa, incluindo a setorização e classificação de risco das 65 áreas
definidas como prioritárias. A síntese quantitativa do mapeamento está apresentada na
Tabela A (Anexo 1). Nesta tabela estão apresentados, dentre outras coisas, os custos
estimados para a implementação das medidas estruturais indicadas para as áreas classificadas
com Risco Alto (R3) e Risco Muito Alto (R4).

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5.1 MAPEAMENTO

As Tabelas 5.1 e 5.2 apresentam as 96 áreas de risco indicadas pela Prefeitura e Defesa Civil
de Barra Mansa para mapeamento.
Tabela 5.1. Relação das áreas com risco de escorregamento.
Código da Código do Coordenada Coordenada
Nome do Setor
Área Setor X Y
Nossa Senhora do Amparo - Rua
BM-001 BM-001-01-R4 591449 7524067
Miguel de Oliveira
BM-002 BM-002-01-R4 Vista Alegre - Rua Luiz Firmino da Silva 582019 7511012
BM-003 BM-003-01-R4 Vista Alegre - Rua K/Rua Joana D'arc 582997 7510949
BM-004 BM-004-01-R4 Vista Alegre - Rua Bela Vista 582822 7510710
Vista Alegre - Rua Jurandir Gonçalves
BM-005 BM-005-01-R4 583275 7510715
Dias
BM-006 BM-006-01-R4 Vista Alegre - Rua Dominico de Almeida 583150 7510382
BM-007 BM-007-01-R3 Vista Alegre - Rua São Pedro 583156 7509592
BM-008 BM-008-01-R4 Vila Nova - Rua Zico Horta 583504 7509652
BM-009 BM-009-01-R4 Santa Luzia - Rua Santa Luzia 583671 7509521
BM-010 BM-010-01-R4 Vila Nova - Rua Santa Luzia 583829 7509448
BM-011 BM-011-01-R4 Vila Nova - Travessa Lauro Santa 583806 7509291
BM-012 BM-012-01-R4 Jardim Central - Rua A 583898 7508637
BM-013 BM-013-01-R4 Coringa - Rua Rio Grande do Sul 584097 7508369
BM-014 BM-014-01-R3 Vila Coringa - Rua São Cipriano 584663 7508155
Bocaina - Avenida Ministro Amaral
BM-015-01-R4 583389 7507899
Peixoto
BM-015
Bocaina - Avenida Ministro Amaral
BM-015-02-R3 583510 7507892
Peixoto
BM-016 BM-016-01-R4 Colônia - Avenida Chagas Freire 581939 7507558
BM-017 BM-017-01-R3 Colônia - Rua José Batista Resende 581690 7507519
BM-018 BM-018-01-R4 Siberlândia - Rua B 581626 7505655
BM-019 BM-019-01-R4 Siberlândia - Rua A 581235 7505656
BM-020 BM-020-01-R3 Siderlândia - Rua A 581421 7505537
BM-021 BM-021-01-R4 São Domingos - Rua Projetada 582287 7505405
BM-022 BM-022-01-R3 Cotiara - Rua Benvindo José Paiva 583661 7506146
BM-023 BM-023-01-R4 Cotiara - Rua Carlinda Borges Rodrigues 583436 7505908
Cotiara - Rua Paulo Luiz Nogueira, Rua
BM-024 BM-024-01-R4 583650 7506306
Luiz Portela Jr
BM-025 BM-025-01-R3 Verbo Divino - Rua Melchor Porto Neves 584529 7506472
Vila Independência - Rua Inesi
BM-026 BM-026-01-R4 Gonçalves, Travessa da João Afonso 584560 7505439
Borges
São Pedro - Rua Maciel Rodrigues de
BM-027 BM-027-01-R3 584461 7503353
Andrade, próximo ao n° 150
Entanha - Rua José Batista Leal,
BM-028 BM-028-01-R4 584489 7502380
próximo ao n° 313

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Tabela 5.1. Relação das áreas com risco de escorregamento (continuação).
Código da Código do Coordenada Coordenada
Nome do Setor
Área Setor X Y
BM-029-01-R4 Santa Lúcia - Rua João Naves de Lima 584284 7502099
BM-029 Santa Lúcia - Rua Quatro, próximo ao
BM-029-02-R4 584197 7502042
número 151
Santa Clara - Rua Vicente de Paula,
BM-030 BM-030-01-R4 585614 7502127
próximo ao número 130
BM-031 BM-031-01-R4 Santa Clara - Km da 75 RJ-155 585187 7503622
BM-033 BM-033-01-R4 Jardim América - Rua José Bernardo 585036 7504627
BM-034 BM-034-01-R4 Monte Cristo - Rua José Gomes 585849 7504941
Monte Cristo - Rua Guilherme
BM-035 BM-035-01-R3 585149 7504999
Marcondes, n° 35
Boa Sorte - Rua Expedido José Leite
BM-036 BM-036-01-R4 586642 7505896
Serrão
Bairro das Abelhas - Rua José Alves
BM-037 BM-037-01-R3 585176 7506236
Caldeira
BM-038 BM-038-01-R4 Ano Bom - Travessa Rua São Sebastião 586542 7506756
BM-039 BM-039-01-R3 Ano Bom - Rua Orlando Brandão 585944 7506967
BM-040 BM-040-01-R4 Ano Bom - Rua 4, Rua Dulce Ferreira 585085 7507514
Parque da Independência - Rua Jorge da
BM-041 BM-041-01-R4 586263 7507576
Fonseca Ramos
BM-042 BM-042-01-R3 Santa Rosa - Rua Adolfo Klotz 585561 7507910
BM-043 BM-043-01-R3 Santa Rosa - Rua Adolfo Klotz 585930 7508143
Sta Izabel, São Francisco - Rua São
BM-044 BM-044-01-R3 586012 7508534
José, Rua Antônio Rodrigues de Almeida
BM-045-01-R3 Santa Izabel - Rua São Lucas 585954 7508738
BM-045
BM-045-02-R2 Santa Izabel - Rua São José 585975 7508681
Santa Izabel - Rua Antonio Luciano,
BM-046 BM-046-01-R3 585641 7508981
Santa Izabel
BM-047 BM-047-01-R4 Estância - Rua Estância, Rua Recife 586593 7508456
BM-048 BM-048-01-R4 Getúlio Vargas - Rua São Salvador 586887 7508370
Barbará - Rua Sérgio Braga, em frente
BM-049 BM-049-01-R4 588426 7507641
Estação de trem Barbará
Paraíso de Baixo - Rua Valdomiro Peres
BM-050 BM-050-01-R4 589310 7507263
Gonçalves
BM-051 BM-051-01-R4 Vila Natal - Rua 3, próximo ao CRAS 589551 7506945
BM-052 BM-052-01-R4 Paraíso de Lima - Rua D 589867 7507492
BM-053 BM-053-01-R4 Morada da Granja - Rua Dois 590525 7507542
BM-054 BM-054-01-R4 Morada da Granja - Rua 8 590493 7507405
Santa Inês - Rua Carlos Gomes, próximo
BM-055 BM-055-01-R4 591049 7507859
ao n° 269 e Rua Catulo da Paixão
São Sebastião - Rua Santina Pereira de
BM-056-01-R4 590971 7507180
Melo
BM-056
São Sebastião - Rua Santina Pereira de
BM-056-02-R3 590981 7507366
Melo
BM-057 BM-057-01-R4 Metalúrgico - Rua A 591110 7507208

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Tabela 5.1. Relação das áreas com risco de escorregamento (continuação).
Código da Código do Coordenada Coordenada
Nome do Setor
Área Setor X Y
Mangueira - Rua Francisco Ribeiro de
BM-058 BM-058-01-R4 589904 7506842
Souza
Mangueira - Rua Enfermeira Sheila, Rua
BM-059 BM-059-01-R4 590081 7506359
E
Paraíso de Lima - Rua Dirceu Custódio
BM-060 BM-060-01-R4 590017 7506251
do Nascimento, Rua São Francisco
Paraíso de Lima - Rua Dirceu Custódio
BM-061 BM-061-01-R4 589734 7506275
do Nascimento
BM-062 BM-062-01-R4 Boa Vista I - Rua Mauro Granato 589430 7505692
BM-063 BM-063-01-R4 Boa Vista - Rua Miguel Gomes de Souza 590567 7505538
BM-064 BM-064-01-R4 Rua Boa Vista III - Servidão da Matinha 590728 7505476
BM-065 BM-065-01-R3 Santa Rita Dutra - Rua Jarbas Cansado 591375 7505039

Tabela 5.2. Relação das áreas com risco de inundação.


Código da Código do Coordenada Coordenada
Nome do Setor
Área Setor X Y
São Luiz - Rua Eduardo Francisco de
BM-032 BM-032-01-R3 586368 7504977
Souza

Das 65 áreas mapeadas resultaram 64 áreas com 68 setores de risco de escorregamentos e


01 área com 01 setor de risco de inundação. Tais áreas e os limites dos setores, bem como as
fichas de cadastro das destas áreas, que incluem a síntese da análise elaborada no
mapeamento de campo (laudos geológico-geotécnicos), podem ser observados nos desenhos
e fichas apresentados no Anexo 4. A distribuição dos setores com relação ao seu grau de risco
esta apresentada na Tabela 5.3.
Tabela 5.3. Número de setores mapeados e respectivos graus de risco.
R4 - Muito Total de
Nível de Risco R1 - Baixo R2 - Médio R3 - Alto
Alto Setores
Número de Setores
0 1 18 49 68
(Escorregamento)
Número de Setores
0 0 1 0 1
(Inundação)

Foram contabilizadas 1.680 moradias nos setores de risco a escorregamento e 437 moradias
nos setores de risco de inundação mapeados. Salienta-se que a contagem das moradias foi
realizada em campo e a partir das imagens de satélite, tomando-se como base os telhados das
moradias. O número de moradias por nível de risco encontra-se na Tabela 5.4.
Tabela 5.4. Número de moradias mapeadas para o risco de escorregamento, seus respectivos
processos e níveis de risco.
R4 - Muito Total de
Nível de Risco R1 - Baixo R2 - Médio R3 - Alto
Alto Setores
Número de Setores
0 9 320 1.351 1.680
(Escorregamento)
Número de setores
0 0 437 0 437
(Inundação)

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32
5.1.1 Áreas de Mapeamento Descaracterizadas

Durante a preparação de materiais para elaboração do Relatório PANGEA 1742-R1-13 –


Elaboração da Metodologia Detalhada, foram indicadas pela Defesa Civil Municipal 77 áreas de
risco de escorregamentos e 01 área de risco de inundação no Município.
Dentre estas áreas indicadas, após as vistorias das equipes de campo, 01 área foi
descaracterizada em relação à existência de risco de escorregamento, conforme exposto na
relação abaixo. Cabe lembrar que a numeração da área utilizada nesta relação de áreas
descaracterizadas remete à Tabela 3.1 do Relatório PANGEA 1742-R1-13.

5.1.1.1 Área de Escorregamento Descaracterizada

 BM-033 – Rua Ari Parreiras, Bairro Santa Rosa – Área mapeada pelo DRM (2011) como
BM_BDG_19 e classificada como 14ª na hierarquia proposta pelo órgão – O risco na área foi
mitigado após a realização de obras contenção. O registro fotográfico desta área está
apresentado no Anexo 5;

5.1.2 Correlação entre Tabelas de Áreas Indicadas e Tabelas de Áreas Mapeadas

Dentre as 77 áreas indicadas pela Defesa Civil, pôde-se verificar que algumas foram
reagrupadas devido à proximidade em sua localização e similaridade de grau de risco,
resultando nas 65 áreas apresentadas neste PMRR. A Tabela 5.5 apresenta a correlação entre
as áreas indicadas pela Defesa Civil de Barra Mansa, as áreas mapeadas pelo DRM – Serviço
Geológico do Estado do Rio de Janeiro em 2011 e as áreas mapeadas, reagrupadas ou
descaracterizadas pela PANGEA no mapeamento que compõe este Plano Municipal de
Redução de Riscos.
Tabela 5.5. Correlação entre as áreas indicadas pela Defesa Civil, áreas mapeadas pelo DRM e áreas
mapeadas ou descaracterizadas pela PANGEA no PMRR.

Áreas Indicadas Áreas Mapeadas


Defesa Civil Tipo de Risco Área Mapeada DRM Fonte PANGEA 2013

Código da Área Código do Setor Código da Área Código do Setor


BM-001 Escorregamento BM_BDG_39 DRM
BM-001-01-R4 BM-002 BM-002-01-R4
BM-002 Escorregamento BM_BDG_14 DRM / DCBM
BM-003 BM-003-01-R4 Escorregamento BM_BDG_15 DRM BM-003 BM-003-01-R4
BM-004 BM-004-01-R4 Escorregamento BM_BDG_17 DRM BM-004 BM-004-01-R4
BM-005 BM-005-01-R4 Escorregamento BM_T_04 DRM BM-005 BM-005-01-R4
BM-006 BM-006-01-R4 Escorregamento BM_BDG_16 DRM BM-006 BM-006-01-R4
BM-007 BM-007-01-R3 Escorregamento BM_BDG_38 DRM BM-007 BM-007-01-R3
BM-008 BM-008-01-R4 Escorregamento BM_BDG_13 DRM BM-008 BM-008-01-R4
BM-009 Escorregamento BM_BDG_35 DRM
BM-010 BM-009-01-R4 Escorregamento BM_BDG_12 DRM BM-009 BM-009-01-R4
BM-011 Escorregamento BM_FR_03 DRM
BM-012 BM-012-01-R4 Escorregamento BM_BDG_37 DRM BM-011 BM-011-01-R4
BM-013 BM-013-01-R4 Escorregamento BM_AL_02 DRM BM-012 BM-012-01-R4
BM-014 BM-014-01-R4 Escorregamento BM_BDG_18 DRM / DCBM BM-013 BM-013-01-R4

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Tabela 5.5. Correlação entre as áreas indicadas pela Defesa Civil, áreas mapeadas pelo DRM e áreas
mapeadas ou descaracterizadas pela PANGEA no PMRR (continuação).

Áreas Indicadas Áreas Mapeadas


Defesa Civil Tipo de Risco Área Mapeada DRM Fonte PANGEA 2013

Código da Área Código do Setor Código da Área Código do Setor


BM-015-01-R4 Escorregamento BM-015-01-R4
BM-015 BM_AL_03 DRM BM-015
BM-015-02-R3 Escorregamento BM-015-02-R3
BM-016 BM-016-01-R4 Escorregamento BM_BDG_36 DRM / DCBM BM-016 BM-016-02-R4
BM-017 BM-017-01-R3 Escorregamento BM_AL_01 DRM BM-017 BM-017-02-R4
BM-018 BM-018-01-R4 Escorregamento BM_BDG_26 DRM BM-024 BM-024-02-R3
BM-019 BM-019-01-R3 Escorregamento BM_BDG_25 DRM BM-022 BM-022-02-R7
BM-020 BM-020-01-R4 Escorregamento BM_FR_07 DRM BM-018 BM-018-01-R4
BM-021-01-R4 Escorregamento BM-019 BM-019-01-R4
BM-021 BM_FR_06 DRM
BM-021-02-R3 Escorregamento BM-020 BM-020-01-R3
BM-022 BM-022-01-R3 Escorregamento BM_BDG_06 DRM BM-046 BM-046-01-R3
BM-023-01-R3 Escorregamento BM-045-01-R3
BM-023 BM_BDG_04 DRM BM-045
BM-023-02-R2 Escorregamento BM-045-01-R2
BM-024 Escorregamento LAUDO 6 DCBM
BM-025 BM-024-01-R3 Escorregamento BM_BDG_05 DRM BM-044 BM-044-01-R3
BM-026 Escorregamento BM_T_01 EXT DRM
BM-027 Escorregamento LAUDO 25 DCBM
BM-027-01-R4 BM-047 BM-047-01-R4
BM-028 Escorregamento BM_BDG_21 DRM
BM-029 BM-029-01-R4 Escorregamento BM_AE_01 DRM BM-048 BM-048-01-R4
BM-030 BM-030-01-R3 Escorregamento BM_FR_04 DRM BM-043 BM-043-01-R3
BM-031 BM-031-01-R3 Escorregamento BM_VA_03_ DRM BM-031 BM-014-01-R3
BM-032 BM-032-01-R3 Escorregamento BM_FR_09 DRM BM-042 BM-042-01-R3
BM-033 - Escorregamento BM_BDG_19 DRM DESCARACTERIZADA
BM-034 Escorregamento LAUDO 9 DCBM
BM-034-01-R4 BM-040 BM-040-01-R4
BM-035 Escorregamento BM_VA_02 DRM
BM-036 BM-036-01-R4 Escorregamento BM_BDG_30 DRM / DCBM BM-041 BM-041-01-R4
BM-037 BM-037-01-R3 Escorregamento BM_FR_05 DRM BM-039 BM-039-01-R3
BM-038 BM-038-01-R4 Escorregamento BM_BDG_20 DRM BM-038 BM-038-01-R4
BM-039 BM-039-01-R3 Escorregamento BM_BDG_33 DRM BM-039 BM-025-01-R3
BM-040 BM-040-01-R3 Escorregamento BM_BDG_32 DRM BM-037 BM-037-01-R3
BM-041 BM-041-01-R4 Escorregamento BM_BDG_07 DRM / DCBM BM-034 BM-034-01-R4
BM-042 BM-042-01-R4 Escorregamento LAUDO 16 DCBM BM-036 BM-036-01-R4
BM-043 BM-043-01-R4 Escorregamento BM_FR_01 DRM BM-033 BM-033-01-R4
BM-044 BM-044-01-R4 Escorregamento BM_BDG_31 DRM / DCBM BM-051 BM-051-01-R4
BM-045 BM-045-01-R4 Escorregamento BM_FR_08 DRM BM-021 BM-021-01-R4
BM-046 Escorregamento BM_T_02 DRM
BM-046-01-R4 BM-031 BM-031-01-R4
BM-047 Escorregamento BM_T_03 DRM
BM-048 BM-048-01-R3 Escorregamento BM_BDG_23 DRM BM-027 BM-027-01-R3
BM-049 BM-049-01-R3 Escorregamento BM_FR_02 DRM BM-035 BM-035-01-R3
BM-050 BM-050-01-R4 Escorregamento BM_BDG_24 DRM / DCBM BM-028 BM-028-01-R4
BM-051-01-R4 Escorregamento BM-029-01-R4
BM-051 BM_BDG_22 DRM / DCBM BM-029
BM-051-02-R4 Escorregamento BM-029-02-R4
BM-052 BM-052-01-R4 Escorregamento BM_VA_01 DRM / DCBM BM-030 BM-030-01-R4
BM-053 BM-053-01-R4 Escorregamento BM_BDG_01 DRM / DCBM BM-049 BM-049-01-R4
BM-054 BM-054-01-R4 Escorregamento BM_VA_05 E DRM / DCBM BM-055 BM-055-01-R4

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Tabela 5.5. Correlação entre as áreas indicadas pela Defesa Civil, áreas mapeadas pelo DRM e áreas
mapeadas ou descaracterizadas pela PANGEA no PMRR (continuação).

Áreas Indicadas Áreas Mapeadas


Defesa Civil Tipo de Risco Área Mapeada DRM Fonte PANGEA 2013

Código da Área Código do Setor Código da Área Código do Setor


BM-055 BM-055-01-R4 Escorregamento BM_BDG_08 DRM / DCBM BM-053 BM-053-01-R4
BM-056 BM-056-01-R4 Escorregamento BM_BDG_29 DRM BM-052 BM-052-01-R4
BM-057 BM-057-01-R4 Escorregamento BM_BDG_02 DRM / DCBM BM-050 BM-050-01-R4
BM-058 Escorregamento LAUDO 11 DCBM
BM-058-01-R4 BM-054 BM-054-01-R4
BM-059 Escorregamento BM_BDG_09 DRM
BM-060-02-R3 Escorregamento BM-056-02-R3
BM-060 LAUDO 14 DCBM
Escorregamento BM-056
BM-060-01-R4 BM-056-01-R4
BM-061 Escorregamento LAUDO 13 DCBM
BM-062 Escorregamento BM_BDG_10 DRM
BM-062-01-R4 BM-057 BM-057-01-R4
BM-063 Escorregamento BM_BDG_27 DRM
BM-064 BM-064-01-R4 Escorregamento BM_MM_01 DRM BM-058 BM-058-01-R4
BM-065 BM-065-01-R4 Escorregamento BM_ML_01 DRM BM-059 BM-059-01-R4
BM-066 BM-066-01-R4 Escorregamento BM_BDG_28 DRM BM-060 BM-060-01-R4
BM-067 BM-067-01-R4 Escorregamento LAUDO 8 DCBM BM-061 BM-061-01-R4
BM-068 BM-068-01-R4 Escorregamento BM_BDG_34 DRM BM-062 BM-062-01-R4
BM-069 BM-069-01-R4 Escorregamento BM_BDG_11 DRM BM-064 BM-064-01-R4
BM-070 Escorregamento BM_BDG_03 DRM / DCBM
BM-070-01-R3 BM-065 BM-065-01-R3
BM-071 Escorregamento LAUDO 4 DCBM
BM-072 BM-072-01-R4 Escorregamento BM_VA_04 DRM / DCBM BM-001 BM-001-01-R4
BM-073 BM-073-01-R3 Inundação - DCBM BM-032 BM-032-01-R3
BM-074 BM-074-01-R4 Escorregamento - DCBM BM-063 BM-063-01-R4
BM-075 BM-075-01-R4 Escorregamento - DCBM BM-023 BM-023-01-R4
BM-076 BM-075-01-R4 Escorregamento - DCBM BM-026 BM-026-01-R4
BM-077 BM-077-01-R4 Escorregamento - DCBM BM-010 BM-010-01-R4

5.2 CONCEPÇÃO DAS MEDIDAS ESTRUTURAIS

Concomitante ao mapeamento para definição do grau de risco dos setores realizou-se a


análise para implementação das medidas estruturais cabíveis e seus custos, a fim de reduzir
e/ou erradicar o risco nas áreas de risco de escorregamento mapeadas com grau de risco R4
(Muito Alto) e R3 (Alto), conforme orientado no termo de referencia deste trabalho. A indicação
das medidas estruturais e seu custo tem caráter de concepção, não devendo ser tratado como
projeto de engenharia. Os valores são uma estimativa e têm o objetivo de estabelecer uma
ordem de grandeza do valor necessário para a implementação das medidas estruturais. Para a
obtenção de valores precisos deverão ser executados os projetos para cada área e setor de
risco. É necessário lembrar que para todas as medidas propostas, o poder público deve
analisar a relação Custo x Benefício quanto à possibilidade de se executar a obra ou remover e
relocar as moradias. No Anexo 3 (Desenho 2) está apresentado o mapa com a localização
dos Setores R3 e R4.
As estimativas de custos listadas referem-se à execução de obras. As atividades de projeto
não são estimadas neste trabalho. Deve-se prever no escopo destas intervenções estruturais
serviços preliminares de investigação de subsuperfície, caracterização geológica e geotécnica
complementares, levantamentos planialtimétricos de detalhamento, ensaios laboratoriais,
consultorias e acompanhamentos técnicos especializados durante suas implementações.

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Acrescenta-se que as dinâmicas de projeto e execução das obras propostas são suscetíveis a
uma série de fatores e que variam de acordo com a forma da administração e do próprio
tempo, razão da opção por se deixar ao gestor político o espaço necessário para organizar os
recursos conforme as suas necessidades e particularidades.
Convém ressaltar que há diversas tipologias construtivas para cada tipo de intervenção. Como
exemplo, há várias concepções e formas de contenção por muro de arrimo e custos
respectivos. Sendo assim, os valores apresentados para as intervenções são estimativos.
Considera-se que somente o detalhamento do projeto executivo baseado em dados de
investigação mais detalhada poderá precisar o custo efetivo da intervenção. Pelo exposto, o
custo pode variar muito, de acordo com o tipo de obra mais conveniente para cada local, bem
como o coeficiente de segurança a ser adotado. De qualquer modo, a ordem de grandeza
apresentada no Plano Municipal de Redução de Riscos é uma referência de custo preliminar
importante para equacionar ações de obtenção de recursos mínimos que possibilitem a efetiva
prática de gestão organizada de riscos no município.
Todos os custos indicados para as medidas estruturais não compreendem os projetos para
implantação, nem o BDI da aplicação das obras.
As fichas contendo as medidas estruturais indicadas para os setores R3 e R4 estão
apresentadas no Anexo 4.

5.2.1 Medidas Estruturais em Áreas de Inundação

Ressalta-se que as indicações de Medidas Estruturais para as áreas de inundação resumem-


se a limpeza e desassoreamento dos cursos d’água, além da manutenção e reparo das
benfeitorias já realizadas.
A fim de analisar e equacionar de forma mais abrangente os problemas de inundação do
município, sugere-se a elaboração de um Plano de Macrodrenagem, o qual visa diagnosticar
os problemas existentes ou previstos e determinar, do ponto de vista técnico-econômico e
ambiental, as soluções mais interessantes de maneira sustentável e integrada aos demais
aspectos pertinentes como legislação vigente, infraestrutura urbana e áreas verdes, além de
pré-dimensioná-las e hierarquizá-las. Como tais soluções não envolvem apenas obras, mas
também recomendações quanto ao gerenciamento da drenagem, o disciplinamento de uso e
ocupação do solo, educação ambiental e outras medidas ditas não estruturais, é necessário
que tal planejamento seja o mais abrangente possível, envolvendo em sua realização os
representantes dos diversos agentes e órgãos responsáveis pela gestão da infraestrutura,
saneamento básico, meio ambiente e da sociedade civil como um todo.
Tal plano deve contemplar o mapeamento da rede de drenagem natural, a caracterização das
bacias e suas divisões em sub-bacias de análise; um diagnóstico da situação atual, indicando
as áreas críticas de inundação e suas possíveis causas e os estudos relativos à precipitação,
visando a determinação de chuva de projeto para o dimensionamento de obras hidráulicas no
escopo do Plano de Macrodrenagem. Além disso, deve contemplar a definição da estratégia de
controle da macrodrenagem, a proposição de reservatórios de detenção visando o
amortecimento das ondas de cheias, as simulações hidrológicas e definição das obras e
medidas prioritárias, bem como a definição das áreas verdes necessárias para o controle
hidrológico na bacia.
O Plano deve privilegiar soluções de curto prazo, a construção de reservatórios de contenção
de picos de enchentes, em áreas urbanizadas, empregando técnica tradicional de controle para
áreas rurais, da qual existem inúmeros exemplos construídos pelo DAEE-SP.
Resumidamente, o plano de macrodrenagem deve contemplar as etapas a seguir:

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 Etapa 1 – Informações Básicas – Contempla a coleta e análise de todas as informações
disponíveis de interesse dos estudos de drenagem urbana como os problemas existentes,
pontos de inundação, planos e projetos existentes, bem como as informações cartográficas,
topográficas e cadastrais disponíveis. Estas informações deverão ser processadas e
organizadas em um banco de dados que fará parte do Sistema de Informações de
Drenagem Urbana, que será estruturado na Etapa 5 e que comporá o Sistema de Apoio a
Decisão.
 Etapa 2 – Diagnóstico da Situação – Se refere ao processamento inicial das informações
obtidas, sendo efetuada a modelagem hidráulica-hidrológica da situação atual e a análise
das obras de drenagem em curso, ou programadas, que subsidiarão as atividades da Etapa
3.
 Etapa 3 – Recomendações de Intervenções Imediatas – Objetiva indicar as áreas a
serem protegidas ou reservadas, recomendar eventuais adaptações ou correções nas obras
ou projetos em curso, além de propor medidas de ordem operacional ou de manutenção
julgadas necessárias, com um horizonte de curto prazo, definido caso a caso, mas em
princípio não superior a dois anos.
 Etapa 4 – Ações Prioritárias nas Sub-Bacias – Visa, a partir de estudos de alternativas e
análise da viabilidade técnica, econômica e ambiental, definir as vazões de restrição e
propor de forma hierarquizada as medidas estruturais e não estruturais a serem
implementadas no sistema de macrodrenagem, como um todo, em um período mais largo
de planejamento, que o previsto na Etapa 3, porém, de forma geral, não superando cinco
anos.
 Etapa 5 – Ações Sistemáticas – Abrange a elaboração do Manual de Diretrizes Básicas
que visará a uniformização dos critérios de planejamento e projeto de obras de drenagem
urbana e da planificação e arquitetura do Sistema de Suporte a Decisão, composto por um
Sistema de Informações, pelo Programa de Monitoramento Hidráulico-Hidrológico e pelo
Modelo de Operação do Sistema. Também nesta Etapa deve ser prevista a elaboração do
Programa de Controle de Poluição Difusa, já que a questão do controle da qualidade das
águas drenadas é de extrema importância para a recuperação dos rios e córregos.
Programa de Medidas de Fiscalização e Controle e do Sistema de Acompanhamento e
Revisão do Plano permitirão a conclusão dos trabalhos que integram o Plano.
Desta maneira, no presente relatório as medidas estruturais de setores de risco de inundação
não terão seus custos estimados.

5.2.2 Medidas Estruturais em Áreas de Escorregamento

Na Tabela 5.6 estão apresentadas as estimativas de custos das medidas estruturais para as
áreas de escorregamento propostas para este trabalho. No Anexo 3 estão apresentados os
setores R3 e R4 avaliados para escorregamento e inundação, sua identificação e coordenadas
de localização.

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Tabela 5.6. Custos unitários de medidas estruturais indicadas.
Nº de Valor
Medida estrutural Unid. Descrição
referência (R$)
1. LIMPEZA/DESBASTE/ACERTO DA GEOMETRIA
12 pessoas, caminhão basculante e pá
1.1 Remoção de lixo e entulho hora 363,20
carregadeira
12 pessoas, caminhão basculante e pá
1.2 Remoção de vegetação hora 363,20
carregadeira
Remoção de material rompido, desbaste,
1.3 m³ 129,47 12 pessoas, se executado manualmente
acerto de geometria do talude
Remoção de material rompido, desbaste,
1.4 m³ 46,45 3 pessoas, se executado com maquinário
acerto de geometria do talude
2. PLANTIO
Plantio de vegetação (tela biodegradável)
2.1 m² 10,69 Valor DER-SP, 31/12/2012
(gramínea, semente e tela biodegradável)
2.2 Plantio de vegetação (árvores e mudas) unidade 16,40
Plantio de vegetação (gramínea - grama
2.3 m² 10,18
batatais em placa)
3. REVESTIMENTO DO TALUDE
Execução de revestimentos com tela
metálicas (tela aço soldado CA=60 diâmetro
3.1 m² 15,78
do fio = 5,0mm, largura = 2,45m x 6,0m
espaçamento da malha 10cm x10cm )
Execução de revestimentos com concreto Tela em aço + concreto projetado (calda de
3,2 m³ 1.165,19
projetado cimento + pedrisco) com espessura de 0,15m
4. SISTEMA DE DRENAGEM SUPERFICIAL E SUBSUPERFICIAL
Canaleta de drenagem meia cana (alvenaria
4.1 m 196,47 Diâmetro de 0,60m
com impermeabilização de argamassa)
Dimensões de 1,60m x 1,60m x 1,60 m
4.2 Caixa de passagem unidade 2.027,69
Valor DNIT-RJ, 2009
4.3 Escada d’água m 3.648,52 Largura média de 1,0 m
Guia (guia de concreto pré-moldado
rejuntado com argamassa, cimento e areia,
4.4 incluindo reaterro e escavação - dimensões m 33,80
12cm X 15cm X 30cm X 100cm - superior X Dimensões 1,00 m de comprimento x 0,30 m
face inferior X altura X comprimento) de largura x 0,10 m de espessura
Sarjeta em concreto, preparo manual com
4.5 seixo rolado (largura = 40cm, espessura = m 33,38
8cm)
Tubo 0,10 m de diâmetro - Valor do material
4.6 Rede de esgoto (diâmetro = 4") m 34,94 mais assentamento.
Valor PMSP – SIURB Jan/2012
4.7 Galeria de água pluvial m 303,35
Dreno Horizontal Profundo (Execução de
Execução de dreno profundo, corte em solo,
4.8 dreno profundo, corte em solo, com tubo m 86,87
com tubo poroso D=0,2m
poroso D = 0,2m)
5. CANALIZÇÃO DE CÓRREGOS
Gabião tipo caixa com diafragma formado com
malha de arame galvanizado revestido de
5.1 Gabião - caixa m³ 270,43 PVC.
Dimensões de 1,00m x 1,00m x 1,00m,
incluindo pedra de mão para preenchimento
Dimensões de 1,00m x 1,00m x 0,30m,
5.2 Gabião - colchão m² 110,42
incluindo pedra de mão para preenchimento

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Tabela 5.6. Custos unitários de medidas estruturais indicadas (continuação).
Nº de Valor
Medida estrutural Unid. Descrição
referência (R$)
6. ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO
Muros de Arrimo (espessura 0,25m, com Muro de alvenaria, com espessura de 0,25m,
6.1 3 m² 147,32
base no valor de R$ 589,26 m ) baseado em valor de R$ 589,26/m³
Muro Atirantado (espessura 0,25m, com Muro de concreto, com espessura de 0,25m,
6.2 3 m² 150,73
base no valor de R$ 602, 92 m ) baseado em valor de R$ 602,92/m³
Solo Reforçado tipo greide com altura de 0 a
6.3 m² 677,56 Valor DER-SP, 31/12/2012
6 metros
7. CONSTRUÇÃO DE NOVA MORADIA
Moradia de 50m², sem o custo da demolição
unidade
7.1 Moradia nova 58.815,00 da moradia anterior.
(50 m²)
Valor Sinduscon-RJ de R$ 1.176,30/m²
8. DESMONTE DE ESTRUTURAS OU MORADIAS
8.1 Desmonte de estruturas e/ou moradias m² 216,32 Valor DER-PR, 13/09/2012
9. MANUTENÇÃO E REPARO
Manutenção do plantio por 1 ano Manutenção de espécies nativas.
9.1 m² 466,92
(manutenção de espécies nativas) Valor DER-SP, 31/12/2012
Manutenção e reparo de obras e Escadarias / acessos / passeios / pavimentos.
9.2 m² 540,00
equipamentos públicos Valor IPT-SP

A Tabela do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI de Fevereiro de 2013 foi utilizada
para a realização das composições de custos, salvo quando especificada em ressalva na tabela acima.

Ressalta-se que o custo unitário para a construção de uma unidade habitacional com padrão
popular é de R$ 58.815,00 (cinquenta e oito mil e oitocentos e quinze reais) e, caso esse
custo seja diferente da realidade do município, será necessária a correção dos cálculos.

5.2.3 Priorização das Medidas Estruturais em Áreas de Escorregamento

A lista de áreas com prioridade para intervenção deve ser considerada como referencial, uma
vez que determinados os setores de risco, devido à proximidade física entre estes, mesmo que
apresentem condições diferenciadas de graduação de risco, poderão ser contemplados em um
mesmo momento, optando-se evidentemente por satisfazer a condição de menor brevidade
sugerida.
Dentre os setores de risco que apresentam a mesma condição de graduação de risco, levaram-
se em consideração determinados critérios de escolha para a tomada de decisão no que diz
respeito à ordenação das intervenções propostas. Os critérios adotados foram aqueles que
buscam em sua essência a proteção do maior número de moradias em situação de riscos
equivalentes, associados à rapidez da execução destas intervenções, logística de transporte,
mão de obra, equipamentos e materiais, correlações de cronogramas de obras e períodos
chuvosos, subdivisões de intervenções por etapas, melhora significativa da qualidade de vida,
etc.
As variáveis consideradas na tomada de decisão e relacionadas à hierarquização de
intervenções, com seus posteriores ordenamentos e implementações são numerosas,
mensuráveis sob a ótica de bens patrimoniais, contudo adimensionais quando a unidade a ser
avaliada reflete a vida humana com todas as suas particularidades e potencialidades. Posto
isto, a gestão de risco apresenta-se como um árduo exercício de planejamento estratégico e
constitui-se em grande desafio para o poder público.
Como critério de priorização de setores de risco, foi proposta a hierarquização para as medidas
estruturais nos setores de escorregamento de Risco Muito Alto (R4) e para setores de Risco
Alto (R3). As Tabelas 5.7 e 5.8 apresentam a ordem de prioridade para planejamento da
sequência de intervenções, que poderá ser adotada pela Prefeitura de Barra Mansa. Tal

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hierarquização levou em conta o resultado da divisão entre o valor do custo da intervenção
pelo número de moradias (custo da intervenção / nº de moradias) nos setores a serem
contemplados com as medidas de intervenção. Certamente a tomada de decisão nestes casos
pressupõe que os recursos necessários estejam devidamente disponibilizados para uso e
implementação. Vale lembrar que esta orientação de intervenção deve estar alinhada aos
programas de governo.
As áreas prioritárias devem ser analisadas considerando o contexto na qual se encontram,
incluindo os prazos de intervenção, levando-se em conta o grau de risco em conjunto com o
nível de infraestrutura disponível na área e seu entorno, questões de ordem financeira,
adequações de projeto e as necessidades de planejamento da Prefeitura Municipal.
O prazo para a realização das intervenções está diretamente atrelado ao fato da dinâmica de
ocupação do meio físico ser extremamente rápida, podendo, aumentar a complexidade da
situação de risco, caso nenhuma medida venha a ser adotada.
O custo total para implementação das medidas estruturais nos setores de escorregamento com
grau de risco R3 e R4 é de R$ 129.287.159,59 (cento e vinte e nove milhões e duzentos e
oitenta e sete mil e cento e cinquenta e nove reais e cinquenta e nove centavos).

Tabela 5.7. Priorização dos 49 setores com nível de risco R4 (Muito Alto) a partir do valor do resultado
da divisão entre o valor do (custo da intervenção/nº de moradias) pelo nº de moradias no setor a serem
contempladas com as medidas de intervenção.
NÚMERO DE CUSTO CUSTO DE
SETOR GRAU DE RISCO MORADIAS EM ESTIMADO POR INTERVENÇÃO POR
RISCO SETOR (R$) MORADIA (R$)
Grau de Risco R4 - Total = R$ 110.684.780,96 em 49 Setores
BM-024-01-R4 R4 96 1.848.462,47 19.254,82
BM-019-01-R4 R4 25 502.752,69 20.110,11
BM-003-01-R4 R4 80 2.235.998,27 27.949,98
BM-013-01-R4 R4 14 431.393,84 30.813,85
BM-055-01-R4 R4 107 3.524.541,64 32.939,64
BM-056-01-R4 R4 43 1.476.059,25 34.326,96
BM-021-01-R4 R4 32 1.173.870,67 36.683,46
BM-029-01-R4 R4 23 872.247,97 37.923,82
BM-060-01-R4 R4 17 675.726,47 39.748,62
BM-012-01-R4 R4 60 2.395.894,66 39.931,58
BM-059-01-R4 R4 26 1.047.771,64 40.298,91
BM-018-01-R4 R4 23 1.182.277,84 51.403,38
BM-041-01-R4 R4 24 1.306.749,36 54.447,89
BM-030-01-R4 R4 32 1.916.891,71 59.902,87
BM-064-01-R4 R4 13 790.234,59 60.787,28
BM-036-01-R4 R4 43 2.646.762,70 61.552,62
BM-015-01-R4 R4 12 743.685,30 61.973,77
BM-040-01-R4 R4 34 2.145.591,47 63.105,63
BM-051-01-R4 R4 29 1.916.573,35 66.088,74
BM-047-01-R4 R4 47 3.386.279,40 72.048,50

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Tabela 5.7. Priorização dos 49 setores com nível de risco R4 (Muito Alto) a partir do valor do resultado
da divisão entre o valor do (custo da intervenção/nº de moradias) pelo nº de moradias no setor a serem
contempladas com as medidas de intervenção (continuação).
NÚMERO DE CUSTO CUSTO DE
SETOR GRAU DE RISCO MORADIAS EM ESTIMADO POR INTERVENÇÃO POR
RISCO SETOR (R$) MORADIA (R$)
Grau de Risco R4 - Total = R$ 110.684.780,96 em 49 Setores
BM-034-01-R4 R4 24 1.785.101,67 74.379,24
BM-006-01-R4 R4 9 712.613,53 79.179,28
BM-061-01-R4 R4 20 1.688.921,12 84.446,06
BM-009-01-R4 R4 39 3.377.789,85 86.610,00
BM-002-01-R4 R4 25 2.172.841,20 86.913,65
BM-004-01-R4 R4 17 1.531.822,01 90.107,18
BM-031-01-R4 R4 23 2.138.054,10 92.958,87
BM-023-01-R4 R4 57 5.354.331,16 93.935,63
BM-028-01-R4 R4 13 1.231.900,95 94.761,61
BM-033-01-R4 R4 7 695.450,11 99.350,02
BM-011-01-R4 R4 16 1.623.593,50 101.474,59
BM-054-01-R4 R4 14 1.429.136,48 102.081,18
BM-010-01-R4 R4 78 8.976.772,39 115.086,83
BM-008-01-R4 R4 17 2.253.802,78 132.576,63
BM-050-01-R4 R4 25 3.530.906,84 141.236,27
BM-048-01-R4 R4 9 1.273.371,12 141.485,68
BM-038-01-R4 R4 19 2.844.497,87 149.710,41
BM-063-01-R4 R4 46 7.293.176,87 158.547,32
BM-057-01-R4 R4 10 1.617.298,17 161.729,82
BM-053-01-R4 R4 16 2.617.869,71 163.616,86
BM-062-01-R4 R4 3 509.209,89 169.736,63
BM-005-01-R4 R4 5 976.911,02 195.382,20
BM-052-01-R4 R4 5 979.083,51 195.816,70
BM-026-01-R4 R4 25 5.140.586,70 205.623,47
BM-029-02-R4 R4 4 824.042,92 206.010,73
BM-058-01-R4 R4 16 3.999.886,55 249.992,91
BM-001-01-R4 R4 20 7.041.038,89 352.051,94
BM-049-01-R4 R4 7 3.745.398,56 535.056,94
BM-016-01-R4 R4 2 1.099.606,20 549.803,10

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Tabela 5.8. Priorização dos 18 setores com nível de risco R3 (Alto) a partir do valor do resultado da
divisão entre o valor do (custo da intervenção/nº de moradias) pelo nº de moradias no setor a serem
contempladas com as medidas de intervenção.
NÚMERO DE CUSTO CUSTO DE
SETOR GRAU DE RISCO MORADIAS EM ESTIMADO POR INTERVENÇÃO POR
RISCO SETOR (R$) MORADIA (R$)
Grau de Risco R3 - Total = R$ 18.602.378,64 em 18 Setores
BM-056-02-R3 R3 30 68.024,81 2.267,49
BM-007-01-R3 R3 6 34.919,38 5.819,90
BM-043-01-R3 R3 11 208.819,97 18.983,63
BM-015-02-R3 R3 21 481.078,06 22.908,48
BM-044-01-R3 R3 88 2.562.416,55 29.118,37
BM-020-01-R3 R3 18 540.147,61 30.008,20
BM-046-01-R3 R3 37 1.584.907,75 42.835,34
BM-014-01-R3 R3 15 659.930,45 43.995,36
BM-042-01-R3 R3 9 427.173,40 47.463,71
BM-037-01-R3 R3 15 844.293,62 56.286,24
BM-045-01-R3 R3 21 2.315.951,28 110.283,39
BM-039-01-R3 R3 4 457.521,42 114.380,36
BM-017-01-R3 R3 7 801.776,32 114.539,47
BM-065-01-R3 R3 23 2.827.837,98 122.949,48
BM-035-01-R3 R3 1 125.415,00 125.415,00
BM-027-01-R3 R3 4 683.971,48 170.992,87
BM-025-01-R3 R3 5 968.896,20 193.779,24
BM-022-01-R3 R3 5 3.009.297,36 601.859,47

5.3 ATIVIDADES TÉCNICO-SOCIAIS ASSOCIADAS ÀS MEDIDAS ESTRUTURAIS

O PMRR recomenda uma série de medidas estruturais e não estruturais destinadas à gestão
dos riscos. As diversas medidas não estruturais apresentadas a seguir no Capítulo 6 são,
predominantemente, de caráter preventivo e mitigatório, visando antecipar-se a eventuais
acidentes, minimizar suas consequências, preparar melhor as comunidades para sua
autoproteção, através da conscientização e mobilização e otimizar a volta à “normalidade
social”.
Paralelamente, foram indicadas a implementação de medidas estruturais, com execução de
obras civis destinadas à redução e eliminação de riscos.
Num momento posterior, depois de ter viabilizado financeira, técnica e administrativamente o
programa de execução das medidas estruturais, a Prefeitura Municipal deve organizar e
implementar atividades técnico-sociais especificamente destinadas à participação das
comunidades beneficiárias no acompanhamento dessas obras, desde a elaboração do projeto
até a gestão e manutenção da obra entregue à população.
Essas atividades devem capacitar a população a ser beneficiada para a adequada apropriação
e uso das obras implantadas e seus benefícios, estimulando a participação das famílias na
manutenção das condições geradas pelos investimentos e para minimizar os impactos gerados
pela realização das obras à população beneficiária e a população residente no entorno da obra.
Devem também envolver os agentes executores das obras em todas as etapas do projeto.

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Como mencionado anteriormente, essa atividades devem ser desenvolvidas pela
Administração Municipal depois de definidas as obras e comunidades beneficiárias.

6 MEDIDAS NÃO ESTRUTURAIS APLICADAS À GESTÃO DE RISCO

O Ministério das Cidades em seu “Manual para Apresentação de Propostas” define como
diretriz específica do PMRR o estímulo à implantação de medidas não estruturais de
gerenciamento de risco, envolvendo monitoramento, controle, mobilização das comunidades,
preparação para situações de emergência, informação pública e integração com a defesa civil.
Segundo a International Strategy for Disaster Reduction da ONU, medidas não estruturais são
aquelas que não empregam obras e serviços de engenharia e aplicam o conhecimento, as
práticas e os acordos existentes para reduzir o risco e seus impactos, especialmente através
de políticas e leis e de maior conscientização pública, de capacitação e de educação. O próprio
PMRR, instrumento imprescindível para a gestão de riscos, é exemplo de medida não
estrutural.
A seguir são apresentadas propostas de medidas não estruturais para serem aplicadas pelo
município, de acordo com a legislação atual, programas e diretrizes internacionais e nacionais,
incluindo-se aqui as determinadas pelo Ministério das Cidades.

6.1 MONITORAMENTO PERMANENTE DOS RISCOS

Conforme citado no Relatório Pangea Nº 1742-R1-13, os riscos geológico-geotécnicos


associados a movimentos de massa são bastante dinâmicos, podendo alterar-se
significativamente pela intervenção humana ou após um episódio chuvoso. Deste modo, a
cartografia de risco apresentada na elaboração do PMRR reflete a situação no momento do
mapeamento, sendo necessária sua atualização.
Para qualquer modelo de gestão de riscos é fundamental ter absoluto conhecimento da
situação atual dos riscos, quanto à sua localização, seu grau e do tipo de medidas necessárias
para evitar o seu agravamento. Portanto, o município deve garantir o monitoramento
permanente da situação dos riscos através da contínua atualização do mapeamento de riscos,
e, também, garantir fiscalização e controle urbano das áreas de risco (obrigatório pela Lei
Federal no 12.340/2010, Art. 3º-A, §2º, IV, conforme alteração pela Lei Federal no
12.608/2012), e garantir o acompanhamento da pluviosidade e previsões meteorológicas, além
de providenciar o registro contínuo das alterações verificadas.
De acordo com as orientações metodológicas apresentadas no citado relatório, o município
deve programar vistorias periódicas e sistemáticas, em todas as áreas de risco, por equipes
técnicas da Prefeitura Municipal para observação da evolução de situações de perigo já
mapeadas ou para registro de novos processos destrutivos instalados. Nessa atividade as
equipes da Prefeitura deverão utilizar a metodologia e os procedimentos recomendados pelo
Ministério das Cidades, cujos conteúdos constam do curso de capacitação previsto pelo
PMRR. Essas mesmas equipes deverão, também, observar, registrar e coibir (por meio de
notificação, auto de interdição ou intimação) novas ocupações em locais suscetíveis a risco,
adensamento das áreas ocupadas, intervenções que possam induzir ou agravar situação de
perigo aos moradores (construção de fossas, de taludes de corte de altura e inclinação
excessiva, lançamento de águas servidas em superfície, deposição de lixo, etc.) e observar e
registrar problemas que possam induzir riscos (vazamento de tubulações, lançamento de
entulhos, obstrução de valas e drenagens, etc.).

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Outra importante fonte de informações para manter atualizado o mapeamento, e
simultaneamente fundamentar a tomada de medidas preventivas ou emergenciais, são os
“relatórios de vistorias” realizadas no atendimento de ocorrências pela Defesa Civil, que devem
incluir documentação fotográfica dos locais vistoriados, identificando moradias e moradores, a
composição familiar, e ao setor de risco a que pertence, identificado por nome e número,
citando as ruas limites da área, as coordenadas geográficas obtidas por GPS, causas e
indícios da situação de risco ou do acidente, volume de material mobilizado, tipologia das
moradias envolvidas, recorrência do processo, etc.
Recomenda-se que para todas as vistorias haja documentação fotográfica e
georeferenciamento por GPS. Todas as informações coletadas em campo e junto à população
devem ter registro contínuo, proporcionando a atualização permanente do banco de dados.
Todas as informações relativas a riscos devem ser registradas e armazenadas no banco de
dados e imagens. Dessa maneira, toda informação coletada em campo nas atividades de
monitoramento e nas vistorias da Defesa Civil para atendimento de ocorrências ligadas a riscos
geológico-geotécnicos, devem ser centralizadas num único banco de dados multifuncional.
Estas atividades contínuas do mapeamento dos riscos e de atualização do banco de dados
devem ser realizadas pela equipe técnica da Prefeitura.
Considerando a complexidade das características climáticas, meteorológicas e geológicas
locais e regionais, recomenda-se a participação de um especialista (geólogo) no quadro da
Defesa Civil para dar apoio técnico, coordenar as atividades relativas à identificação e análise
de riscos geológico-geotécnicos e atender às demandas legais atribuídas ao município na
gestão de ricos de desastres.

6.2 SISTEMA DE MONITORAMENTO PLUVIOMÉTRICO E ALERTA PRÉVIO

Na gestão de riscos de escorregamentos um parâmetro técnico fundamental é o coeficiente de


precipitação crítica (CPC). Este parâmetro Indica, para um determinado local, o limite de chuva
acumulada em um intervalo de tempo preestabelecido (72h, por exemplo), limite esse cujo
atingimento indica possibilidade de ali ocorrerem escorregamentos. O coeficiente de
precipitação crítica não é um valor preciso, é apenas uma referência obtida de estudos
estatísticos de correlação chuvas x deslizamentos ao longo de uma série histórica. O CPC, no
entanto, é um notável instrumento de prevenção cujos valores são a base para a tomada de
decisões em planos de contingência, ou simplesmente para adotar medidas preventivas na
área em questão.
Considerando a importância do monitoramento pluviométrico na prevenção de acidentes,
recomenda-se que pelo menos em cada área que apresente setores de risco alto e muito alto
seja instalado um pluviômetro.
A instalação de um pluviômetro por área de risco permite, se não houver interrupção no
monitoramento, a formação de séries históricas, através da elaboração de curvas
representando a relação chuva x deslizamento, que possibilitarão a adoção de valores próprios
para o coeficiente de precipitação crítica (CPC) de cada área, índices mais precisos. O
monitoramento de chuva acumulada em cada área de risco aumenta, assim, a precisão dos
dados e, consequentemente, a segurança para a tomada de decisões e melhora a eficácia e a
presteza das medidas preventivas e preparatórias.
A criação de uma rede de postos pluviométricos no município obedecerá a um projeto de
estudo para sua localização, instalação e monitoramento que deverá ser realizado pela equipe
técnica da Defesa Civil, considerando as informações do PMRR.

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Recomenda-se que o município providencie a instalação de uma rede de pluviômetros, que
devem ser parcialmente obtidos através dos projetos “Pluviômetros Automáticos” e
“Pluviômetros nas Comunidades” do CEMADEN - Centro Nacional de Monitoramento e Alertas
de Desastres Naturais. Para manter a população informada, sugere-se que os dados de
pluviosidade sejam lançados em planilha eletrônica atualizada continuamente e disponibilizada
no site da prefeitura.
Paralelamente, à semelhança do que já é feito através do Plano de Contingência, o município
deve manter atuante uma rede municipal de comunicação com todos os órgãos da
Administração Publica (internos e externos ao município) das concessionárias dos serviços de
água, luz, telefonia, transportes públicos, gás e rodovias. Essa rede de comunicação deve
incluir representantes da sociedade civil organizada, principalmente das comunidades expostas
a riscos de desastres. Deve ser elaborado um cadastro de todas as lideranças comunitárias do
município, de membros de NUPDEC, de voluntários isolados, de Agentes Comunitários de
Saúde, principalmente das áreas de Risco Alto e Muito Alto (R3 e R4). Nesse cadastro devem
constar todos os dados que permitam contatar de imediato todas as pessoas relacionadas para
comunicação de alerta de previsões meteorológicas adversas, de possibilidade de atingimento
do índice crítico de pluviosidade, e da iminência de desastres, etc.
De acordo com a legislação deve-se “produzir alertas antecipados sobre a possibilidade de
ocorrência de desastres naturais”. Essa rede de comunicação dará sustentação a um sistema
de alerta prévio que deverá se utilizar de todos os meios disponíveis: telefonia fixa e móvel,
rádio, SMS, sistema de sirenes e internet (e-mail e homepage da Prefeitura).
Nas comunidades das áreas de risco devem ser previamente preparados esquemas de
organização e mobilização da população para atender o sinal de alerta.

6.3 ELABORAÇÃO DE CARTAS GEOTÉCNICAS

Através da Lei 12.608/2012, a cartografia geotécnica foi formalmente considerada instrumento


para a gestão municipal de riscos e, também, para o ordenamento territorial e a expansão
urbana. Especialmente a carta geotécnica de suscetibilidades, a carta geotécnica de aptidão à
urbanização e a carta geotécnica de riscos são exigidas por lei e tornaram-se requisitos ao
acesso a recursos financeiros federais destinados à execução de obras emergenciais de
redução ou erradicação de riscos, e outros programas de gestão de riscos.
Em relatório sobre o Plano Diretor Municipal de Barra Mansa, publicação do Observatório das
Metrópoles – Núcleo Rio de Janeiro
(http://www.observatoriodasmetropoles.ufrj.br/barramansa.pdf) aponta a “falta de
compatibilização do planejamento territorial com o Diagnóstico Ambiental”, por falta de
definição da delimitação das Áreas de Risco de Inundação e Áreas de Risco Geológico, pela
falta de mapeamento da geomorfologia dos solos e aptidões, falta do mapeamento de
declividades, falta de delimitação das áreas com restrição de impermeabilização dos solos e
das áreas de ocupação e de expansão urbana.
Todas essas definições solicitadas são produtos das três cartas geotécnicas anteriormente
citadas.
Em relação à carta de riscos, através do PMRR, o município de Barra Mansa atende a
legislação, pois já dispõe de uma cartografia de riscos atualizada, com a setorização das áreas
em escala de detalhe (1: 2.000).
A carta geotécnica de suscetibilidades representa, em escala de 1: 25.000 ou maior, a
potencialidade de processos geológicos provocarem transformações do meio físico,
independentemente de suas consequências para as atividades humanas. Sua área de
cobertura, embora em escala menor, cobre todo o município, ao passo que mapa de riscos

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apresentado para o PMRR se restringe às áreas preestabelecidas pela Prefeitura Municipal de
Barra Mansa.
A carta geotécnica de suscetibilidades pode subsidiar importantes instrumentos de
planejamento tais como: os planos diretores e suas respectivas revisões, planos de
ordenamento territorial, planos metropolitanos, zoneamentos ambientais, lei de uso e ocupação
do solo, gestão de bacias hidrográficas, zoneamentos ecológico-econômicos, etc.
A carta geotécnica de aptidão à urbanização (escala 1:10.000 ou maior) representa a
“capacidade dos terrenos para suportar os diferentes usos e práticas da engenharia e do
urbanismo, com o mínimo de impacto possível e com o maior nível de segurança”. (SOBREIRA
e SOUZA, 2012). Essa carta permite avaliar o comportamento do meio físico frente às
solicitações existentes ou a serem instaladas como: implantação de infraestrutura e acesso a
serviços urbanos, melhorias habitacionais, reparcelamento do solo, consolidações geotécnicas,
regularização fundiária e programas de desenvolvimento comunitário, etc. Pelo Art. 12, § 2o da
Lei Federal no 6.766/1979, alterado pelo Art. 27 da Lei Federal nº 12.608/2012, a
obrigatoriedade desta carta geotécnica está em plena vigência. Por essa mesma lei, a
aprovação de novos projetos de parcelamento do solo ficará vinculada ao atendimento dos
requisitos constantes da carta geotécnica de aptidão à urbanização.
Portanto, como medida ligada à fundamental necessidade de aprofundar e manter atualizado o
conhecimento do meio físico e seus riscos, o Município deve planejar a elaboração das cartas
geotécnicas, pois, além da sua importância como instrumento de gestão, elas são exigidas por
lei. No caso do município de Barra Mansa, a carta geotécnica de urbanização está em fase
de elaboração através do Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro - DRM-RJ.

6.4 PROPOSTA DE REDE INTERLIGADA DE NUPDEC’S

Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil (NUPDEC) é um grupo organizado de


moradores de áreas de risco que, após capacitação e treinamento pela Prefeitura (em geral
pela Defesa Civil), exercem em regime de voluntariado, atividades de proteção e defesa civil
relacionadas à prevenção e minimização dos riscos de desastres em sua comunidade.
Também são capacitados para orientar e prestar socorro em situações de emergências. Antes
da promulgação da Lei Federal n°12.608/2012 eram denominados de NUDEC’s e o êxito dessa
associação é baseado na forte integração dos voluntários à comunidade onde vivem, no
conhecimento que tem do espaço físico e de seu relacionamento com o conjunto dos
moradores.
O Município de Barra Mansa tem, atualmente, um único NUDEC constituído, que atende sob o
nome de NUDEC Noroeste e fica localizado na Rua 24, nº 21, conjunto Novo Horizonte, no
Bairro Colônia Santo Antônio.
Os NUPDEC’s, expressão de mobilização e organização da comunidade, podem significar
importante instrumento de divulgação de informações, de ampliação da consciência e de
modificação de comportamentos em relação à redução de riscos de desastres.
A Prefeitura deve elaborar e aplicar um plano de ampliação e formação da rede de NUPDEC’s
baseado num programa mínimo que poderia ser:
 Seleção de áreas de riscos/comunidades para implantar NUPDEC;
 Contato e articulação com as lideranças comunitárias das áreas selecionadas;
 Palestra (oficina) com os moradores para criar o grupo;
 Processo de capacitação dos voluntários: Observatório das Metrópoles

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a) Módulo Teórico; b) Módulo Prático; e c) Preparação para participação nos Planos
Preventivo/Contingência;

 Elaboração da programação de atividades com seu respectivo calendário.


Para a criação e gestão de NUPDEC’s, o município deve-se apoiar na conhecida publicação
oficial da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil – “Manual de Orientação para
Formação de Núcleos Comunitários de Defesa Civil” – publicado em 2005 e disponível no
“site” do Ministério de Integração Nacional.
Os técnicos municipais envolvidos devem utilizar as informações do PMRR e conteúdos do
curso de capacitação para o desenvolvimento desse programa.
Os membros dos NUPDEC’s devem sentir-se efetivamente envolvidos, parceiros e, assim,
compartilhar a gestão do espaço urbano. Neste sentido, é preciso inicialmente “conhecer o
problema”, que significa abordar a gestão dos riscos geológico-geotécnicos de forma integrada
e interdisciplinar e conhecer os possíveis cenários de risco previstos para cada uma das áreas
que serão alvo da implementação dos NUPDEC’s. Devem ser divulgadas as políticas públicas
previstas e/ou implementadas para gerenciamento das áreas de risco.
Além disso, os NUPDEC’s devem acompanhar as ações da Defesa Civil e junto com ela
realizar treinamentos para os moradores, chamando a atenção para os sinais de perigo e
indícios de possíveis acidentes, além de ajudar a organizar os moradores para que toda
informação importante chegue à Defesa Civil em tempo hábil para a realização de uma ação
preventiva.
A consolidação do NUPDEC se faz por meio da gestão compartilhada, onde os membros se
reconhecem como sujeitos do processo e participam das ações integradas junto ao poder
público.
Os NUPDEC’s participam no diagnóstico, acionam a prefeitura, orientam moradores e
multiplicam informações que a Defesa Civil transmitir, ou seja, compartilham decisões e
soluções.
Baseado no diagnóstico dos riscos produzidos para o PMRR recomenda-se que em toda área
de risco de escorregamentos que apresentar setores de risco muito alto (R4) e de risco alto
(R3) seja instalado pelo menos um NUPDEC, de forma que se consiga estabelecer uma rede
interligada que cubra todo o município. O principal critério para priorizar a escolha da área é,
portanto, o grau de risco dos setores. Eventualmente, devido à proximidade geográfica, mais
de uma área podem ser servidas pelo mesmo NUPDEC.
A Administração Municipal deve proporcionar atividades que congreguem os diversos
NUPDEC’s, facilitando sua interação e troca de experiências.
Quando, por qualquer motivo qualquer, não for possível criar um NUPDEC numa área, deve-se
recrutar um representante das comunidades que será capacitado individualmente, de forma
que se garanta que toda área de risco alto ou muito alto disponha de voluntário capacitado que
será o contato formal com a Defesa Civil.
Vale destacar que após o processo de criação do NUPDEC é fundamental que se realize, de
imediato, uma programação de atividades visando envolver os membros no projeto, evitando
que esses se dispersem.
Como observado anteriormente, todos os membros dos NUPDEC’s devem estar cadastrados
na rede de comunicação da Defesa Civil, de modo que possam ser contatados a qualquer hora
do dia e da noite.
Sugere-se que o município atente para as experiências do Projeto NUPDEC Jovem,
inicialmente desenvolvido na Região Metropolitana do Recife, que tem como princípio
sensibilizar os jovens, professores e outros integrantes da escola, para o que representa os

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riscos e desastres na comunidade. Essa experiência tem obtido êxito e vem sendo muito
difundida.

6.5 PLANEJAMENTO URBANO E TERRITORIAL

É fato inconteste que se deve incorporar o risco geológico-geotécnico às políticas e práticas


municipais para promover o desenvolvimento sustentável. Essa tese, amplamente divulgada na
literatura e estudos relativos ao tema, agora tornou-se obrigatória no Brasil (Lei nº 12.608/2012,
Art. 3º, § único e Art. 8º,III).
O já citado Manual de Apresentação de Propostas do Ministério das Cidades, no item 3.1
define como Diretriz Geral do Programa que inclui o PMRR a “integração da política de
prevenção de riscos às políticas municipais de habitação e saneamento ambiental, e
compatibilização com o Plano Diretor do Município”.
No plano municipal, a Lei nº 12.608/2012 é recorrente ao enfatizar a necessidade de as
políticas setoriais ligadas ao Planejamento Urbano e Territorial incorporarem as medidas de
gestão das “áreas suscetíveis à ocorrência de deslizamentos de grande impacto, inundações
bruscas ou processos geológicos ou hidrológicos correlatos”. Neste sentido, a Lei aponta a
obrigatoriedade da execução de cartas geotécnicas, como instrumentos de orientação ao
ordenamento territorial e desenvolvimento urbano. Do mesmo modo, também, é determinado
pela Lei (Art. 26), que o município deverá promover a revisão do Plano Diretor Urbanístico,
incorporando o risco geológico-geotécnico conforme as informações do PMRR.

6.6 POLÍTICA HABITACIONAL DO MUNICÍPIO

Implementar uma Política Habitacional que considere e contemple os riscos geológico-


geotécnicos é condição imprescindível ao sucesso das ações destinadas a sua
redução/erradicação.
A necessária integração das políticas de gestão de risco às políticas habitacionais se formaliza
na atual legislação através de múltiplas inserções em diversos artigos da Lei 12.608/2012.
Assim, em concordância com as diretrizes gerais do PMRR e com a legislação vigente,
recomenda-se:
 Que os programas habitacionais do município devem priorizar a relocação de comunidades
atingidas e de moradores de áreas de risco (Art. 14 da Lei 12.608/2012);
 A previsão de áreas para habitação de interesse social por meio da demarcação de zonas
especiais de interesse social e de outros instrumentos de política urbana, quando o uso
habitacional for permitido (Art. 42-B da Lei no 10.257/2010, acrescido pelo Art. 26 da
12.608/2012).

6.7 LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

Também nessa área é preciso incorporar a questão dos riscos, inclusive a obrigatória
adequação à Lei nº 12.608/2012.
Em especial recomenda-se a incorporação dos seguintes textos da legislação federal:

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 É vedada a concessão de licença ou alvará de construção em áreas de risco indicadas
como não edificáveis no plano diretor ou legislação dele derivada (Art. 23 da Lei nº
12.608/2012);
 É vedada a aprovação de projeto de loteamento e desmembramento em áreas de risco
definidas como não edificáveis, no plano diretor ou em legislação dele derivada (Art. 12,§3º
da Lei no 6.766/1979, acrescido pelo Art. 27 da Lei nº 12.608/2012).
Mais uma vez a legislação manifesta a necessidade da revisão do Plano Diretor, com
incorporação das áreas de risco.
A legislação municipal deve contemplar o processo de eliminação de risco pela remoção dos
moradores e interdição de imóveis, garantindo a integridade física da população e evitando a
criação de novas áreas suscetíveis a desastres.
Na realidade, a aplicação da Lei acima citada implica não somente numa adequação jurídica
da legislação municipal, mas também transformações no modelo de gestão dado o caráter de
transversalidade que a lei atribui à política de proteção e defesa civil (leia-se, também, política
de gestão de riscos).

6.8 AÇÕES ESTRATÉGICAS RELATIVAS AOS SETORES DE RISCO ALTO (R3) E RISCO MUITO ALTO
(R4) DE ESCORREGAMENTO

Entre os critérios de prioridade para atendimento das demandas relativas às medidas


estruturais indicadas pelo PMRR, consta (item 8.1.1) “atender a população residente em áreas
com alto risco de deslizamentos de encostas, ruptura de taludes ou fenômenos erosivos”.
Em relação a escorregamentos (deslizamentos) o município de Barra Mansa apresenta
18 setores mapeados como de Risco Alto (R3) que abrigam 320 moradias. Também foram
mapeados 49 setores de Risco Muito Alto (R4) onde estão situadas 1.351 moradias. Portanto
existem no município 1.671 moradias em Risco Alto e Muito Alto de escorregamento.
Quanto à inundação foi mapeado um setor de Risco Alto (R3) abrangendo 471 moradias.
A primeira recomendação que se faz é, de imediato, sustar o adensamento e evitar novas
ocupações nessas áreas.
Também de imediato, deve ser a execução das medidas estruturais recomendadas e
priorizadas pelo PMRR, iniciando pela elaboração dos respectivos projetos para apresentação
ao Ministério das Cidades visando à obtenção de recursos para as obras.
Paralelamente, para os setores R3 não mitigáveis ou em assentamentos precários, se for
constatada a impossibilidade de consolidação da área e para os setores R4, também não
mitigáveis, recomenda-se a erradicação de todos esses setores, através da remoção
preventiva dos moradores seguida da demolição do imóvel e posterior recuperação da área
desocupada para evitar reocupação. Nesses casos, recomenda-se que a Administração
conceda auxílio-aluguel transitório para as famílias removidas.
Evidentemente os custos da medida acima são vultosos, portanto, sugere-se que o município
realize um estudo para quantificá-los e negociar com o governo estadual uma ação integrada
para erradicação de setores R3 e R4.
Sugere-se o estudo de viabilidade para a produção de unidades habitacionais para
reassentamento das famílias moradoras nesses setores.
Como anteriormente citado, recomenda-se que nos programas habitacionais no município seja
conferida prioridade às famílias sujeitas à remoção devido a riscos.

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Finalmente, sugere-se que o município adote um programa de metas quantitativas para
eliminação de setores de Risco Alto e Muito Alto.

6.9 PREPARAÇÃO PARA SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

Embora Barra Mansa possua um Plano de Contingência, este deve ser atualizado,
incorporando as informações e dados disponibilizados pelo PMRR. Recomenda-se também
que o mesmo adote medidas preventivas sistematizadas num plano preventivo para riscos
geológico-geotécnicos que o município pode elaborar. O curso previsto para capacitação dos
técnicos municipais versará sobre a montagem de plano preventivo.
Conforme as diretrizes internacionais e nacionais e a própria legislação vigente, o Município
deve dispor de um Plano Preventivo de Proteção e Defesa Civil elaborado e operacionalizado
com procedimentos baseados em critérios e metodologias técnico-científicas adequadas aos
processos geológicos e hidrológicos envolvidos. As medidas preventivas estabelecidas neste
plano devem ser absorvidas pelo Plano de Contingência, especialmente na fase pré-desastre.
De acordo com o Art. 8º, III da Lei 12.608/2012, Barra Mansa deve “organizar e administrar
abrigos provisórios” para assistência à população em situação de desastre, em condições
adequadas de higiene e segurança”.
Durante o ano todo, para atender a população afetada por eventos danosos, o município deve
dispor de um estoque estratégico mínimo de produtos de primeira necessidade, como água,
cestas básicas (ou cartão-alimentação), colchões, cobertores, roupas, produtos de higiene
pessoal e de limpeza, além de lonas plásticas para impermeabilização de taludes e cobertura
de moradias.

7 CURSO DE CAPACITAÇÃO DOS TÉCNICOS MUNICIPAIS

O objetivo principal do curso de capacitação para a equipe de técnicos municipais será garantir
a continuidade da qualidade das ações de gestão de riscos colocadas em práticas pelo PMRR.
A temática escolhida para o treinamento será fundamentada na necessidade da equipe técnica
municipal estar plenamente capacitada para atuar tanto em mapeamento, quanto em gestão de
risco. Deste modo, o curso de capacitação da equipe técnica municipal em mapeamento e
gestão de risco será estruturado conforme a publicação intitulada “Mapeamento de Riscos em
Encostas e Margem de Rios” (Ministério das Cidades/Instituto de Pesquisas Tecnológicas,
2007), tendo como conteúdo a metodologia de mapeamento de áreas de risco de
escorregamentos desenvolvida pelo IPT e pelo Ministério das Cidades do Governo Federal.
O curso deverá ser oferecido para os técnicos da Prefeitura que atuam na gestão de risco, para
dar continuidade aos trabalhos de mapeamento, monitoramento e gerenciamento de risco,
devendo envolver o total de 24 horas-aula, entre atividades práticas e teóricas, abordando o
mapeamento e a gestão do risco, fundamentados nas condições próprias do município. O
conteúdo básico do curso proposto compreende:
 Introdução ao gerenciamento de áreas de risco;
 Conceitos básicos de risco e de áreas de risco;
 Identificação, análise e mapeamento de áreas de risco de escorregamentos; e
 Análise de risco e mapeamento de áreas de risco em setores de encosta e de baixada.

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7.1 PROGRAMAÇÃO DO CURSO

11/03/14 – Terça-feira - 8h às 12h.


 Conceitos básicos associados à gestão de Riscos Socioambientais;
 Introdução ao Gerenciamento de Áreas de Risco;
 Conceitos básicos de risco e de áreas de risco;
 Tipologia de escorregamentos e cenários de risco correspondentes.
 Indicadores de risco (indícios) e condicionantes de risco.
 Tipologia de processos hidrológicos e principais cenários de risco em áreas urbanas.

11/03/14 – Terça-feira - 13h30m às 17h30m.


 Apresentação de roteiro metodológico para análise de risco e mapeamento de
escorregamentos em encostas e solapamento de margens fluviais.
 Identificação, análise e mapeamento de risco.
o Métodos e técnicas;
o Critérios de análise e mapeamento de risco;
o Estabelecimento de graus de risco;
o Parâmetros de hierarquização de risco.
 Apresentação de roteiro metodológico para analise de risco e mapeamento de áreas de
risco de inundação em baixada.
 Identificação, análise e mapeamento de áreas de risco de enchentes e inundações:
o Métodos e técnicas;
o Critérios de análise e mapeamento de risco;
o Estabelecimento de graus de risco;
o Parâmetros de hierarquização de risco.

12/03/14 – Quarta-feira - 8h às 12h.


 Visita de campo – Áreas de Escorregamento

12/03/14 – Quarta-feira - 13h30min às 17h30min.


 Visita de campo – Áreas de Inundação

13/03/14 – Quinta-feira - 8h às 12h e 13h30m às 17h30m.


 O PMRR de Barra Mansa: conceito, histórico, principais produtos e resultados.
 Proposta de capacitação em riscos para voluntários e NUPDECs
 Plano Preventivo de Defesa Civil:
o Concepção;
o Implantação;
o Operação;
 Discussões finais e fechamento do curso.

7.2 AVALIAÇÃO DO CURSO

Após o encerramento do curso de capacitação, será desenvolvido um processo de avaliação


que envolve:

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 Avaliação do curso por todos os participantes através da aplicação de um questionário,
prévia e criteriosamente preparado; e
 Avaliação do curso pelos responsáveis, através da técnica da observação (sistematizada e
planejada) dos participantes e de critérios e métodos específicos.
A Figura 7.1 apresenta o modelo de questionário de avaliação que será aplicado a todos
participantes do curso capacitação.

Figura 7.1. Questionário de avaliação do curso de capacitação.


Finalmente, como produto dessa etapa, será elaborado e apresentado o “Relatório de
Avaliação do Curso”, com cópia a ser encaminhada ao Ministério das Cidades.
Além do curso acima, recomenda-se que a Administração Municipal desenvolva um programa
de requalificação continuada para agentes e técnicos de Defesa Civil.
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8 AUDIÊNCIA PÚBLICA

Neste item estão apresentas os detalhes e diretrizes para a realização da Audiência Pública no
município de Barra Mansa. Salienta-se que, objetivando atingir o maior número de interessados
e, assim, a maior divulgação e mobilização social possível, está programada a realização de
01 Audiência Pública, prevista no Termo de Referência, no dia 14 de março de 2014, em
local e horário que serão definidos pela SUSESP em conjunto com a Defesa Civil
Municipal e a Pangea.

8.1 DEFINIÇÃO DOS SETORES CONVIDADOS

Os setores convidados a participarem das audiências públicas foram: Superintendência de


Obras e Serviços Públicos – SUSESP, Defesa Civil Municipal, Secretaria de Planejamento
Urbano, Secretaria de Habitação e Interesse Social, Secretaria de Promoção Social, Secretaria
de Promoção Social, Secretaria de Educação, Secretaria de Meio Ambiente, Vereadores e
autoridades locais, Associações de Moradores do município e população em geral.

8.2 INCLUSÃO DOS REPRESENTANTES DAS COMUNIDADES

Visando a inclusão da população, de representantes das comunidades em geral e


especialmente aquelas inseridas nas áreas de riscos contempladas por este PMRR, as
Audiências Públicas estão sendo amplamente divulgadas em âmbito municipal em diversos
meios de comunicação (Faixas, Outdoor, Jornal local, Publicação no Site da Prefeitura e
convites pessoais/ “boca a boca”).

9 ESTRATÉGIAS PARA O LEVANTAMENTO DE FONTES POTENCIAIS DE


RECURSOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DAS INTERVENÇÕES PRIORITÁRIAS
NO ÂMBITO DOS GOVERNOS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL

O município deve construir uma estratégia para o levantamento de fontes potenciais de


recursos para implantação das intervenções prioritárias, no âmbito dos governos federal,
estadual e municipal, com posterior envio do Plano ou Projeto de acordo com as diretrizes do
órgão financiador, para cadastro, análise e possível financiamento.
Uma importante fonte de recursos para a implementação de intervenções para a redução do
risco é o próprio orçamento do município, através da inclusão de um programa de redução de
riscos socioambientais no Plano Plurianual – PPA, expressando a vontade política da gestão
para com a solução do problema. Tais recursos, mesmo que de pequena monta, garantem
serviços essenciais de desobstrução de drenagens, corte de árvores, regularização e
revegetação de taludes, pequenos serviços de recuperação de microdrenagem, entre outros.
Essas intervenções regulares, credibilizam a gestão junto às fontes financiadoras e atraem o
interesse da população local que, na maioria das vezes, se envolve com a própria execução do
serviço e passa a colaborar na manutenção da benfeitoria.
Entretanto, nos municípios onde a degradação das áreas de encostas, agravou-se ao longo de
décadas de ocupação inadequada, com ocorrência de perdas materiais e humanas nos
períodos chuvosos, é indispensável atrair recursos de fontes diversas para enfrentar a
recuperação dessas áreas e a redução do risco de acidentes num prazo coerente com a
dinâmica da evolução desses riscos.

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Outra questão importante a considerar, no quesito financiamento, é a necessidade de
potencializar o efeito da aplicação de recursos provenientes de políticas públicas, como saúde,
habitação, saneamento, urbanização, turismo, além daqueles especificamente destinados,
como defesa civil e redução de riscos, nas três esferas de governo. Muitas vezes, à falta de
uma visão integradora, projetos financiados, por exemplo, pelo PRODETUR, para a melhoria
da infraestrutura de áreas estratégicas para o turismo local, deixam de inserir na sua
concepção o componente da redução de risco; projetos de habitação popular em áreas de
morros, que não incluem o tratamento das encostas em seu entorno, é outro exemplo de
dissociação, onde a solução habitacional não inclui o tratamento das encostas.
Os principais Programas atualmente em pauta, com possíveis fontes de recursos para a
redução do risco, são executados através do Ministério das Cidades, em especial pela
Secretaria de Programas Urbanos, direcionados para soluções habitacionais, fundiárias, de
drenagem e saneamento básico, entre outros.
Destacam-se os Programas: Habitação de Interesse Social; Urbanização, Regularização e
Integração de Assentamentos Precários; Plano Estratégico Municipal para Assentamentos
Subnormais (PEMAS); Habitar Brasil-BID; Programa de Arrendamento Residencial (PAR); Pró-
Moradia; Pró-Municípios; Saneamento para Todos; Drenagem Urbana Sustentável.
O Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, executa
os Programas de Prevenção para Emergências e Desastres – PPED e Resposta aos
Desastres – PDR, onde o primeiro prevê além de capacitação, o investimento em obras para
prevenção de risco.
O Ministério da Saúde é a pasta de governo com programas de maior continuidade ao longo
dos últimos anos. Através da FUNASA e da ANVISA, são desenvolvidos os Programas:
Saneamento Ambiental; Saúde da Família (PSF) – Agentes Comunitários de Saúde; Agentes
de Saúde Ambiental.
Outros Planos e Programas de caráter regional, estadual, metropolitano e municipal, são
específicos de cada local, devendo ser identificados por cada município interessado. Podem
ser citados alguns programas estruturadores como o Viva o Morro, da Região Metropolitana do
Recife, gerenciado pela Agência CONDEPE/FIDEM, que pode ser visto no endereço eletrônico:
http://www.condepefidem.pe.gov.br/programas/viva_morro/apresentacao.asp, que define
critérios e repassa recursos do OGU para execução de obras de redução de risco. Esses
recursos foram obtidos através de emendas parlamentares destinadas a esse fim, pelas
bancadas estaduais na Câmara Federal. A Região Metropolitana do Recife iniciou em 1997 um
movimento junto à bancada do Estado de Pernambuco para a destinação em bloco, de
emendas parlamentares para obras de redução de risco, que evoluiu em 2005 para uma
rubrica específica no OGU, através do Ministério de Integração Nacional.
Existe, também, a disponibilidade de recursos federais para implementação e estruturação dos
órgãos municipais de Defesa Civil. Estão previstos no Plano Plurianual (2012-2015) no
PROGRAMA 2040 - Gestão de Riscos e Resposta a Desastres; OBJETIVO 0172 - Induzir a
atuação em rede dos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa Civil em apoio às
ações de defesa civil, em âmbito nacional e internacional, visando à prevenção de desastres
(Órgão Responsável: Ministério da Integração Nacional).
Alguns municípios têm conseguido financiamento internacional através do Fundo para a
Prevenção de Desastres Naturais do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID que
oferece recursos para apoiar atividades como a identificação de riscos, preparação de projetos
de prevenção, elaboração de investimentos de prevenção em áreas de alto risco e melhoria de
sistemas de alarme antecipado, comunicações e informação pública.

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10 PLANO DE AÇÃO PARA A REDUÇÃO DE RISCOS NO MUNICÍPIO DE BARRA
MANSA

A construção de um modelo de gestão municipal de riscos deve ser um processo contínuo de


avaliação e seleção criteriosa de propostas e ações, de definição de diretrizes e de
incorporação de avanços legislativos, tecnológicos e políticos.
Através da avaliação de experiências municipais, das recomendações de especialistas e da
simples observação da legislação podem-se assinalar algumas diretrizes para a gestão de
riscos de desastres:
 Incorporação do risco nas políticas e práticas municipais;
 Devem-se priorizar as ações preventivas e mitigatórias;
 Adotar abordagem sistêmica das diversas fases de gestão de risco;
 As decisões políticas devem ser referenciadas em critérios técnicos;
 Estabelecer parcerias com a sociedade civil, especialmente com as comunidades expostas
a riscos;
 A gestão de riscos deve ter estrutura organizacional que garanta a transversalidade das
ações, devido à multidisciplinaridade temática e à execução intersetorial;
 As políticas de gestão de riscos devem ter continuidade, prevalecendo, assim, à alternância
de governos.
Dentre as Diretrizes Gerais da “Ação Apoio à Prevenção e Erradicação de Riscos em
Assentamentos Precários”, responsável pelo PMRR, é citado: o “comprometimento do
Município beneficiado com a criação de uma estrutura administrativa para o gerenciamento de
áreas de risco, com equipe multidisciplinar, responsável pela implementação de medidas
não estruturais, que incluam ações de monitoramento e controle urbano, mobilização e
preparação das comunidades para autodefesa, mapeamento de risco acompanhado de
diretrizes de intervenção, e montagem de planos preventivos ou de contingência”.
De acordo com tal diretriz sugere-se, a seguir, uma série de propostas que sintetizam um plano
de ação para redução e erradicação de riscos em Barra Mansa. Deve-se destacar que os
resultados do PMRR dependem da efetiva aplicação, pelo Município, das medidas estruturais e
não estruturais, bem como das demais recomendações, indicadas neste Relatório.
 Adequação do município à Lei Federal nº 12.608/2012 – A lei acima proporcionou um
grande avanço para a política de proteção e defesa civil e para a gestão de riscos
municipais e será extremamente benéfico ao município sua adequação e cumprimento da
norma;
 Realizar um programa de erradicação de setores não mitigáveis de Risco Alto (R3) de
escorregamentos e Risco Muito Alto (R4) – O município deve realizar um esforço
prioritário para a eliminação dos setores acima, para os quais não forem possível ações
mitigatórias;
 Readequação da Defesa Civil Municipal – A Defesa Civil municipal deve ser adaptar para
atender às novas determinações legais e as consequentes demandas criadas; para isso
novos recursos devem ser disponibilizados como, por exemplo, a participação de
especialistas (principalmente geólogos e técnicos sociais);
 Monitoramento permanente e fiscalização e controle urbano das áreas de risco – O
município deve criar uma equipe técnica multidisciplinar, capacitada para desenvolver essa
atividade, considerada primordial na gestão de riscos, recorrendo a especialistas quando
necessário;

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 Montagem de uma rede de postos pluviométricos e criação de uma planilha diária de
pluviometria, divulgada no site da Prefeitura – Os dados de pluviosidade devem ser
amplamente divulgados para a própria proteção da população e para a tomada de medidas
antecipadas, portanto, sugere-se a sua publicação no site da prefeitura;
 Atualização do Plano de Contingência – A Prefeitura Municipal deve atualizar seu plano
de contingência, incorporando as informações e dados disponibilizados pelo PMRR. Sugere-
se a elaboração de um plano preventivo específico para riscos geológico-geotécnicos que
deverá ser incorporado pelo plano de contingência;
 Capacitação permanente dos técnicos municipais – Além do curso de capacitação que
faz parte dos produtos referentes ao PMMR, a Prefeitura deve proporcionar requalificação
contínua aos técnicos e agentes públicos envolvidos na gestão de riscos;
 Organização e capacitação das comunidades expostas a riscos – Deve-se realizar um
esforço para estabelecer parcerias (gestão compartilhada) com essas comunidades que
devem ser mobilizadas e organizadas pela criação de NUPDECs;
 Executar as obras indicadas para reduzir e eliminar riscos – O município deve executar
a proposta de medidas estruturais indicadas pelo PMRR, discutidas e acompanhadas pelas
comunidades, e de obras de urbanização, que garantam o controle dos fatores que
potencializam o risco;
 Integrar as medidas de gestão de riscos às outras políticas setoriais – A política de
redução de riscos de desastres deve ser incorporada pelas demais políticas municipais
(habitação, infraestrutura, urbanismo, etc.) permitindo ações integradas como convém à
gestão municipal de riscos;
 Adequação do Plano Diretor, incorporando o PMRR – O município, segundo o Art. 42-
A,§3º da Lei no 10.257/2001, acrescido pelo Art. 26 da Lei nº 12.608/2012, deverá promover
a revisão do Plano Diretor Urbanístico, incorporando o risco geológico-geotécnico conforme
as novas informações do PMRR;
 Celebrar convênios e parcerias com Universidades, Institutos de Pesquisa,
Organizações Não Governamentais e o Setor Privado – Criar e intensificar a relação com
as instituições acima pode resultar em formas de colaboração recíproca com a
implementação de projetos que beneficiem todo o município;
 Investimento público em obras preventivas e na produção habitacional – O município
deve planejar o investimento em obras preventivas, também discutidas e acompanhadas
pelas comunidades, A Administração deve dar ênfase na produção de habitações que
contemplem os moradores de áreas de risco.

11 CONCLUSÃO

Este trabalho apresenta os resultados do mapeamento de risco de escorregamentos e


inundação de 65 áreas na região do Município de Barra Mansa, definidas e indicadas pelos
técnicos da SUSESP e Defesa Civil Municipal. Nestas áreas foram avaliadas situações de risco
com graus diferenciados quanto à probabilidade de ocorrência de escorregamentos e
inundações, tipologia dos processos envolvidos e severidade dos potenciais eventos,
resultando na delimitação dos setores de risco.
Com base no mapeamento realizado nas 65 áreas, foram definidos 69 setores de risco sujeitos
a processos de escorregamento ou inundação.
Para os 68 setores de risco de escorregamento distribuídos em 64 áreas, foram caracterizados:
01 setor de Risco Médio (R2), 18 setores de Risco Alto (R3) e 49 setores de Risco Muito

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Alto (R4). Para os setores de Risco a escorregamentos Alto e Muito Alto (R3 e R4) foram
indicadas medidas estruturais e seus respectivos custos. Também foram indicadas as áreas
prioritárias para a execução dessas medidas com base no grau de risco e no valor por moradia
para cada setor.
Do total de 1.680 moradias localizadas nos setores sob risco de escorregamentos, 9 moradias
estão no setor de Risco Médio, 320 moradias estão em setores de Risco Alto; e
1.351 moradias estão em setores de Risco Muito Alto.
O setor BM-032 – Rua Eduardo Francisco de Souza, no Bairro São Luiz, mapeado para
inundação por indicação da SUSESP e Defesa Civil, foi caracterizado como Risco Alto (R3) e
possui 437 moradias compreendidas em sua área delimitada. Cabe ressaltar que os setores de
risco sujeitos a processos de inundação têm grande extensão tanto em seu comprimento
quanto em sua largura, resultando em um número elevado de moradias com probabilidade de
sofrer danos devido a inundações ou enchentes.
Os dados produzidos estão sistematizados em fichas de cadastro, constituindo banco de dados
no formato de laudos geológico-geotécnicos que acompanham o texto deste relatório.
Considerando-se as 65 áreas e seus respectivos 69 setores, os custos para implementação
das medidas estruturais nos setores com grau de Risco R3 e R4 para os processos de
escorregamento foi de R$ 129.287.159,59 (cento e vinte e nove milhões e duzentos e
oitenta e sete mil e cento e cinquenta e nove reais e cinquenta e nove centavos), livres de
custos com projeto e BDI.

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13 EQUIPE TÉCNICA

13.1 PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA MANSA

Giovane Moreira – Diretor Executivo da SUSESP – Superintendência de Obras e Serviços


Públicos do Município de Barra Mansa
Tarcísio Leijoto de Carvalho – Engº Civil
Antônio Lopes – Agente da Defesa Civil Municipal de Barra Mansa

13.2 PANGEA GEOLOGIA E ESTUDOS AMBIENTAIS LTDA.

Oswaldo Yujiro Iwasa – Geólogo / Gerente de Projeto – CREA/SP 0600518079


Carlos Frederico de Castro Alves – Geólogo Sênior – CREA/SP 5060824529
Fernando Machado Alves – Geólogo Pleno – CREA/SP 5062119280
Pedro Machado Simões – Geólogo Pleno – CREA/SP 5060927396
Vital Yuiti Assano – Geólogo Sênior – CREA/SP 0600618556
Beatriz Antonucci Forny – Geóloga Júnior – CREA/RJ 2012108766
Gabriel Fontanella – Geólogo Júnior – CREA/PR 132011/D
Larissa Neves Lago – Geóloga Júnior – CREA/RJ 2012125212
Murilo Ducat Semkiw – Geólogo Júnior – CREA/PR 1712082400
Natália Rafaela de Almeida – Geóloga Júnior – CREA/SP 5063645268
Rasec Almeida dos Santos – Geólogo Júnior – CREA/RJ 2013121362
Alexandre Norio Asato – Engenheiro Civil Pleno – CREA/SP 5061692743
Flávio Farah – Arquiteto e Urbanista Sênior – CREA/SP
Mariana Fagundes – Geógrafa Plena – CREA/SP 5062821457
Emi Shibata – Geógrafa Plena
Maria Cecília Manoel – Geógrafa Júnior
Anna de Andrade Dieguez – Geógrafa Trainee

São Paulo, 20 de janeiro de 2014.

___________________
Oswaldo Yujiro Iwasa
CREA 0600518079

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Anexo 1 – Tabela A – Síntese quantitativa do PMRR
5. CANALIZAÇÃO DE 7. CONSTRUÇÃO 8. DESMONTE DE ESTRUTURAS OU
1. LIMPEZA/ DESBASTE/ ACERTO DA GEOMETRIA 2. PLANTIO 3. REVESTIMENTO DO TALUDE 4. SISTEMA DE DRENAGEM SUPERFICIAL E SUBSUPERFICIAL 6. ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO 9. MANUTENÇÃO E REPARO
Nº DE REFERÊNCIA CÓRREGOS DE NOVA MORADIA MORADIAS

1.1 1.2 1.3 1.4 2.1 2.2 2.3 3.1 3.2 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 5.1 5.2 6.1 6.2 6.3 7.1 8.1 8.2 9.1 9.2
Remoção de Remoção de
material material Plantio de Plantio de Execução de Manutenção e
rompido, rompido, Plantio de Execução de Canaleta de Dreno Desmonte de
Remoção de lixo e Remoção de vegetação vegetação revestimentos Caixa de Galeria de Gabião Muro Solo Desmonte manual de Manutenção do reparo de obras
MEDIDA ESTRUTURAL desbaste, desbaste, vegetação revestimentos com drenagem meia Escada d’água Guia Sarjeta Rede de esgoto Horizontal Gabião Caixa Muros de Arrimo Moradia nova estruturas e/ou
entulho vegetação (tela (árvores e com concreto passagem de água pluvial Colchão Atirantado Grampeado matacões plantio por 1 ano e equipamentos
acerto de acerto de (gramínea) tela metálicas cana Profundo moradias
biodegradável) mudas) projetado públicos
geometria do geometria do CUSTO DE
NÚMERO DE NÚMERO DE CUSTO
talude talude INTERVENÇÃO
UNIDADE hora hora m³ m³ m² unidade m² m² m³ m unidade m m m m m m m³ m³ m² m² m² unidade (50 m²) m² m³ m² m² MORADIAS PESSOAS ESTIMADO POR
POR MORADIA
EM RISCO EM RISCO SETOR (R$)
VALOR (R$) 363,20 363,20 129,47 46,45 10,69 16,40 10,18 15,78 1.165,19 196,47 2.027,69 3.648,52 33,80 33,38 34,94 303,35 86,87 270,43 110,42 147,32 150,73 677,56 58.815,00 216,32 96,09 466,92 540,00 (R$)

Gabião tipo
caixa com
tela em aço +
12 pessoas, 12 pessoas, 1 m x 0,30 m diafragma
12, pessoas, 3 pessoas, se concreto projetado Sinduscom RJ - IPT - escadarias
caminhão caminhão dimensões largura média de largura x formado com Remoção de barreira
se executado executado com DER - SP - (calda de cimento DER - SP - DNIR - RJ - PMSP - SIURB H = 0,30 M DER SP - 1176,30/m² sem o DER - PR - DER - SP - / acessos /
DESCRIÇÃO basculante e pá basculante e pá SINAPI SINAPI 30x10 (LxA) de 1,0 m 0,10 m de SINAPI SINAPI malha de alvenaria - SINAPI SINAPI em rocha e remoção
manualmente maquinário 31/12/2012 + pedrisco) com 31/12/2012 2009 Jan/2012 SINAPI 31/12/2012 custo da demolição da 13/09/2012 31/12/2012 passeios /
carregadeira carregadeira SINAPI SINAPI espessura arame de matacões
SINAPI SINAPI espessura de 0,15 moradia anterior pavimentos
SINAPI SINAPI SINAPI galvanizado
m - SINAPI
revestido de
PVC - SINAPI

SETOR GRAU DE RISCO

BM-001-01-R4 R4 0,00 18.160,00 971.025,00 232.250,00 0,00 0,00 15.270,00 0,00 3.495.570,00 247.552,20 52.719,94 1.641.834,00 18.252,00 18.025,20 0,00 0,00 0,00 12.169,35 0,00 318.211,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 20 80 7.041.038,89 352.051,94
BM-002-01-R4 R4 0,00 7.264,00 64.735,00 69.675,00 0,00 0,00 2.036,00 0,00 873.892,50 153.246,60 20.276,90 875.644,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 106.070,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 25 100 2.172.841,20 86.913,65
BM-003-01-R4 R4 0,00 7.264,00 51.788,00 139.350,00 0,00 0,00 5.497,20 0,00 838.936,80 141.458,40 46.636,87 820.917,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 184.150,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 80 320 2.235.998,27 27.949,98
BM-004-01-R4 R4 0,00 3.632,00 64.735,00 92.900,00 0,00 0,00 763,50 0,00 524.335,50 94.305,60 18.249,21 547.278,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 185.623,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 17 68 1.531.822,01 90.107,18
BM-005-01-R4 R4 0,00 3.632,00 25.894,00 32.515,00 0,00 0,00 763,50 0,00 349.557,00 70.729,20 16.221,52 437.822,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 39.776,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 5 20 976.911,02 195.382,20
BM-006-01-R4 R4 0,00 7.264,00 51.788,00 37.160,00 0,00 0,00 3.054,00 0,00 244.689,90 82.517,40 14.193,83 218.911,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 53.035,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 9 36 712.613,53 79.179,28
BM-007-01-R3 R3 0,00 0,00 0,00 1.393,50 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 29.470,50 4.055,38 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 6 24 34.919,38 5.819,90
BM-008-01-R4 R4 0,00 3.632,00 77.682,00 92.900,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.118.582,40 147.352,50 24.332,28 656.733,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 132.588,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 17 68 2.253.802,78 132.576,63
BM-009-01-R4 R4 0,00 0,00 71.208,50 92.900,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.398.228,00 253.446,30 50.692,25 1.422.922,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 88.392,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 39 156 3.377.789,85 86.610,00
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BM-012-01-R4 R4 0,00 18.160,00 64.735,00 185.800,00 0,00 0,00 22.905,00 0,00 0,00 304.528,50 48.664,56 1.459.408,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 291.693,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 60 240 2.395.894,66 39.931,58
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BM-014-01-R3 R3 10.896,00 10.896,00 258,94 18.115,50 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 78.588,00 18.249,21 437.822,40 9.464,00 9.346,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 66.294,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 15 60 659.930,45 43.995,36
BM-015-01-R4 R4 0,00 0,00 0,00 1.277,38 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 62.870,40 16.221,52 583.763,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 79.552,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 12 48 743.685,30 61.973,77
BM-015-02-R3 R3 0,00 0,00 0,00 16.071,70 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 70.729,20 8.110,76 291.881,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 94.284,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 21 84 481.078,06 22.908,48
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BM-017-01-R3 R3 0,00 0,00 0,00 25.083,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 139.493,70 16.221,52 583.763,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 32.410,40 0,00 0,00 0,00 0,00 4.804,50 0,00 0,00 7 28 801.776,32 114.539,47
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BM-020-01-R3 R3 0,00 0,00 647,35 193.696,50 0,00 0,00 14.659,20 0,00 0,00 74.658,60 8.110,76 218.911,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 29.464,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 18 72 540.147,61 30.008,20
BM-021-01-R4 R4 14.528,00 14.528,00 9.710,25 78.965,00 0,00 0,00 1.018,00 0,00 0,00 166.999,50 36.498,42 693.218,80 5.577,00 5.507,70 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 147.320,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 32 128 1.173.870,67 36.683,46
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BM-023-01-R4 R4 10.896,00 14.528,00 25.894,00 255.475,00 0,00 0,00 10.180,00 0,00 2.738.196,50 337.928,40 68.941,46 1.459.408,00 2.028,00 2.002,80 0,00 0,00 0,00 351.559,00 77.294,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 57 228 5.354.331,16 93.935,63
BM-024-01-R4 R4 0,00 0,00 0,00 60.849,50 0,00 0,00 1.527,00 0,00 58.259,50 255.411,00 46.636,87 1.003.343,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 405.130,00 0,00 0,00 0,00 17.305,60 0,00 0,00 0,00 96 384 1.848.462,47 19.254,82
BM-025-01-R3 R3 7.264,00 14.528,00 388,41 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 233.038,00 117.882,00 22.304,59 547.278,00 0,00 0,00 0,00 0,00 17.374,00 0,00 0,00 8.839,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 5 20 968.896,20 193.779,24
BM-026-01-R4 R4 14.528,00 14.528,00 19.420,50 209.025,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 176.823,00 40.553,80 820.917,00 5.070,00 5.007,00 0,00 0,00 0,00 462.435,30 94.409,10 3.277.870,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 25 100 5.140.586,70 205.623,47
BM-027-01-R3 R3 5.811,20 5.811,20 25.894,00 65.030,00 0,00 0,00 1.832,40 0,00 0,00 94.305,60 24.332,28 328.366,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 132.588,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4 16 683.971,48 170.992,87
BM-028-01-R4 R4 14.528,00 14.528,00 25.894,00 88.255,00 0,00 0,00 9.162,00 0,00 0,00 94.305,60 30.415,35 437.822,40 7.098,00 7.009,80 0,00 0,00 0,00 121.693,50 124.222,50 70.713,60 36.175,20 0,00 117.630,00 32.448,00 0,00 0,00 0,00 13 52 1.231.900,95 94.761,61
BM-029-01-R4 R4 14.528,00 5.811,20 0,00 51.095,00 0,00 0,00 1.832,40 0,00 0,00 98.235,00 26.359,97 474.307,60 3.042,00 3.004,20 0,00 0,00 0,00 70.311,80 44.168,00 79.552,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 23 92 872.247,97 37.923,82
BM-029-02-R4 R4 0,00 14.528,00 0,00 60.385,00 0,00 0,00 14.252,00 0,00 291.297,50 37.329,30 16.221,52 328.366,80 8.788,00 8.678,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 44.196,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4 16 824.042,92 206.010,73
BM-030-01-R4 R4 14.528,00 5.811,20 125.585,90 78.965,00 0,00 0,00 6.515,20 0,00 0,00 149.317,20 38.526,11 656.733,60 24.336,00 24.033,60 12.578,40 109.206,00 0,00 170.370,90 173.911,50 63.347,60 113.047,50 0,00 117.630,00 32.448,00 0,00 0,00 0,00 32 128 1.916.891,71 59.902,87
BM-031-01-R4 R4 18.160,00 18.160,00 12.947,00 125.415,00 0,00 0,00 6.108,00 0,00 0,00 196.470,00 40.553,80 802.674,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 616.580,40 157.348,50 143.637,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 23 92 2.138.054,10 92.958,87
BM-033-01-R4 R4 14.528,00 10.896,00 19.420,50 27.870,00 0,00 0,00 3.257,60 0,00 0,00 78.588,00 18.249,21 328.366,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 44.196,00 0,00 0,00 117.630,00 32.448,00 0,00 0,00 0,00 7 28 695.450,11 99.350,02
CUSTOS (R$)
BM-034-01-R4 R4 14.528,00 10.896,00 38.841,00 185.800,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 143.423,10 46.636,87 729.704,00 14.703,00 14.520,30 0,00 0,00 0,00 389.419,20 66.252,00 130.378,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 24 96 1.785.101,67 74.379,24
BM-035-01-R3 R3 0,00 0,00 0,00 125.415,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1 4 125.415,00 125.415,00
BM-036-01-R4 R4 0,00 0,00 28.483,40 255.475,00 0,00 0,00 4.581,00 124.267,50 0,00 356.593,05 70.969,15 1.532.378,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 274.015,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 43 172 2.646.762,70 61.552,62
BM-037-01-R3 R3 18.160,00 18.160,00 0,00 11.612,50 0,00 0,00 1.018,00 0,00 233.038,00 125.740,80 16.221,52 364.852,00 0,00 0,00 0,00 0,00 17.374,00 0,00 0,00 29.464,00 0,00 0,00 0,00 8.652,80 0,00 0,00 0,00 15 60 844.293,62 56.286,24
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BM-039-01-R3 R3 0,00 0,00 0,00 17.651,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 68.764,50 16.221,52 328.366,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 26.517,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4 16 457.521,42 114.380,36
BM-040-01-R4 R4 3.632,00 0,00 103.576,00 92.900,00 0,00 0,00 6.515,20 0,00 757.373,50 135.564,30 46.636,87 875.644,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 123.748,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 34 136 2.145.591,47 63.105,63
BM-041-01-R4 R4 18.160,00 25.424,00 388,41 101.261,00 0,00 0,00 0,00 0,00 233.038,00 129.670,20 30.415,35 656.733,60 0,00 0,00 0,00 0,00 17.374,00 0,00 0,00 94.284,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 24 96 1.306.749,36 54.447,89
BM-042-01-R3 R3 0,00 0,00 0,00 16.257,50 0,00 0,00 0,00 0,00 349.557,00 14.735,25 10.138,45 36.485,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 9 36 427.173,40 47.463,71
BM-043-01-R3 R3 0,00 3.632,00 6.473,50 9.290,00 0,00 0,00 2.036,00 0,00 0,00 35.364,60 6.083,07 145.940,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 11 44 208.819,97 18.983,63
BM-044-01-R3 R3 3.632,00 10.896,00 90.629,00 139.350,00 0,00 0,00 763,50 0,00 466.076,00 294.705,00 50.692,25 1.240.496,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 265.176,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 88 352 2.562.416,55 29.118,37
BM-045-01-R3 R3 21.792,00 21.792,00 517,88 627.539,50 0,00 0,00 3.054,00 0,00 582.595,00 186.646,50 40.553,80 656.733,60 6.760,00 6.676,00 0,00 0,00 43.435,00 0,00 0,00 117.856,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 21 84 2.315.951,28 110.283,39
BM-045-02-R2 R2 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 9 36 0,00 0,00
BM-046-01-R3 R3 18.160,00 21.792,00 388,41 21.487,77 0,00 0,00 1.527,00 0,00 524.335,50 157.176,00 26.359,97 656.733,60 0,00 0,00 0,00 0,00 39.091,50 0,00 0,00 117.856,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 37 148 1.584.907,75 42.835,34
BM-047-01-R4 R4 0,00 7.264,00 45.314,50 185.800,00 0,00 0,00 6.108,00 0,00 1.118.582,40 412.587,00 60.830,70 1.313.467,20 12.168,00 12.016,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 212.140,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 47 188 3.386.279,40 72.048,50
BM-048-01-R4 R4 0,00 0,00 25.894,00 46.450,00 0,00 0,00 0,00 0,00 699.114,00 55.011,60 16.221,52 364.852,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 44.196,00 0,00 0,00 0,00 21.632,00 0,00 0,00 0,00 9 36 1.273.371,12 141.485,68
BM-049-01-R4 R4 7.264,00 14.528,00 25.894,00 1.012.610,00 0,00 0,00 137.430,00 0,00 815.633,00 373.293,00 48.664,56 1.204.011,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 106.070,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 7 28 3.745.398,56 535.056,94
BM-050-01-R4 R4 0,00 10.896,00 129.470,00 209.025,00 0,00 0,00 6.413,40 0,00 838.936,80 377.222,40 72.996,84 1.532.378,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 353.568,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 25 100 3.530.906,84 141.236,27
BM-051-01-R4 R4 10.896,00 10.896,00 9.062,90 103.119,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 218.081,70 30.415,35 1.349.952,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 184.150,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 29 116 1.916.573,35 66.088,74
BM-052-01-R4 R4 0,00 3.632,00 25.894,00 41.805,00 0,00 0,00 1.527,00 0,00 314.601,30 82.517,40 18.249,21 437.822,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 53.035,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 5 20 979.083,51 195.816,70
BM-053-01-R4 R4 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.048.671,00 223.975,80 38.526,11 1.094.556,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 212.140,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 16 64 2.617.869,71 163.616,86
BM-054-01-R4 R4 0,00 0,00 64.735,00 139.350,00 0,00 0,00 0,00 0,00 279.645,60 188.611,20 24.332,28 437.822,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 294.640,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 14 56 1.429.136,48 102.081,18
BM-055-01-R4 R4 14.528,00 14.528,00 51.788,00 232.250,00 0,00 0,00 12.216,00 0,00 0,00 347.751,90 93.273,74 2.298.567,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 459.638,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 107 428 3.524.541,64 32.939,64
BM-056-01-R4 R4 0,00 3.632,00 77.682,00 116.125,00 0,00 0,00 3.664,80 0,00 349.557,00 135.564,30 30.415,35 547.278,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 212.140,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 43 172 1.476.059,25 34.326,96
BM-056-02-R3 R3 0,00 0,00 7.056,12 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 58.941,00 2.027,69 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 30 120 68.024,81 2.267,49
BM-057-01-R4 R4 0,00 10.896,00 110.049,50 92.900,00 0,00 0,00 9.162,00 0,00 419.468,40 159.140,70 26.359,97 656.733,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 132.588,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 10 40 1.617.298,17 161.729,82
BM-058-01-R4 R4 0,00 0,00 129.470,00 167.220,00 0,00 0,00 0,00 0,00 2.446.899,00 247.552,20 30.415,35 766.189,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 212.140,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 16 64 3.999.886,55 249.992,91
BM-059-01-R4 R4 0,00 0,00 647,35 26.941,00 0,00 0,00 0,00 0,00 58.259,50 141.458,40 22.304,59 656.733,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 141.427,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 26 94 1.047.771,64 40.298,91
BM-060-01-R4 R4 0,00 0,00 647,35 16.722,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 133.599,60 16.221,52 437.822,40 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 70.713,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 17 68 675.726,47 39.748,62
BM-061-01-R4 R4 0,00 25.424,00 647,35 64.983,55 0,00 0,00 0,00 0,00 559.291,20 187.628,85 26.359,97 693.218,80 0,00 0,00 0,00 0,00 41.697,60 0,00 0,00 46.405,80 0,00 0,00 0,00 43.264,00 0,00 0,00 0,00 20 80 1.688.921,12 84.446,06
BM-062-01-R4 R4 0,00 0,00 647,35 18.580,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 86.446,80 12.166,14 364.852,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 26.517,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 3 12 509.209,89 169.736,63
BM-063-01-R4 R4 0,00 0,00 220.099,00 278.700,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4.194.684,00 288.810,90 26.359,97 547.278,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 368.300,00 0,00 0,00 882.225,00 486.720,00 0,00 0,00 0,00 46 184 7.293.176,87 158.547,32
BM-064-01-R4 R4 0,00 0,00 647,35 13.006,00 0,00 0,00 0,00 0,00 466.076,00 68.960,97 6.083,07 182.426,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 53.035,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 13 52 790.234,59 60.787,28
BM-065-01-R3 R3 0,00 0,00 0,00 1.203.519,50 0,00 0,00 19.087,50 0,00 582.595,00 165.034,80 24.332,28 656.733,60 5.408,00 5.340,80 0,00 0,00 0,00 40.564,50 0,00 125.222,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 23 92 2.827.837,98 122.949,48
CUSTO TOTAL 129.287.159,59
( * ) =Tabelas Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil - SINAPI.
( - ) = Sem recomendação de medidas estruturais.
Anexo 2 – Desenho 1 – Mapa com a localização das áreas mapeadas
580000 581000 582000 583000 584000 585000 586000 587000 588000 589000 590000 591000 592000 593000

7526000

7526000
Localização do Município de Barra Mansa no Estado do Rio de Janeiro

7525000

7525000
BM-001-01-R4
Quatis

7524000

7524000
7523000

7523000
7522000

7522000
Município de Barra Mansa e Áreas Mapeadas.

7521000

7521000
Barra
Mansa

7520000

7520000
7519000

7519000
7518000

7518000
Legenda
Grau de Risco - Deslizamento Limite Municipal
7517000

7517000
R2 - Risco Médio Limite Municipal de Barra Mansa
R3 - Risco Alto
R4 - Risco Muito Alto
Grau de Risco - Inundação
7516000

7516000
R3 - Risco Alto
Escala Gráfica
0 375 750 1.500 2.250 3.000
Metros

Datum: SIRGAS 2000


7515000

7515000
Projeção: Universal Transversa de Mercator - UTM. Fuso 23º S

Volta
Redonda
7514000

7514000
7513000

7513000
7512000

7512000
Relação das Áreas de Risco Indicadas no Município de Barra Mansa, RJ

BM-002-01-R4 BM-003-01-R4
7511000

7511000
BM-004-01-R4 BM-005-01-R4

BM-006-01-R4
7510000

7510000
BM-008-01-R4
BM-007-01-R3
BM-009-01-R4

BM-010-01-R4

BM-011-01-R4

BM-046-01-R3
7509000

7509000
BM-045-01-R3
BM-012-01-R4
BM-045-02-R2
BM-047-01-R4

BM-048-01-R4
BM-013-01-R4

BM-014-01-R3 BM-044-01-R3

BM-043-01-R3
7508000

7508000
BM-015-01-R4 BM-042-01-R3 BM-055-01-R4
BM-049-01-R4
BM-015-02-R3

BM-017-01-R3 BM-040-01-R4 BM-041-01-R4 BM-053-01-R4


BM-052-01-R4
BM-016-01-R4
BM-056-02-R3
BM-050-01-R4
BM-057-01-R4
BM-054-01-R4
7507000

7507000
BM-039-01-R3 BM-051-01-R4
BM-056-01-R4
BM-038-01-R4
BM-058-01-R4

BM-025-01-R3

BM-024-01-R4 BM-059-01-R4
BM-037-01-R3 BM-061-01-R4

BM-060-01-R4
BM-022-01-R3
7506000

7506000

BM-036-01-R4

BM-023-01-R4
BM-018-01-R4 BM-062-01-R4
BM-019-01-R4 BM-032-01-R3
BM-063-01-R4
BM-021-01-R4 BM-026-01-R4
BM-064-01-R4
BM-020-01-R3

BM-065-01-R3

BM-035-01-R3 BM-034-01-R4
7505000

7505000

BM-033-01-R4
7504000

7504000

BM-031-01-R4

BM-027-01-R3
7503000

7503000

BM-028-01-R4

BM-030-01-R4

BM-029-01-R4
7502000

7502000

BM-029-02-R4
7501000

7501000
7500000

7500000

580000 581000 582000 583000 584000 585000 586000 587000 588000 589000 590000 591000 592000 593000

Mapa de Localização das Áreas de Risco Indicadas no Município de Barra Mansa, RJ

Código Regea Responsável Técnico Data Escala Desenho

1742-R1-13 Oswaldo Yujiro Iwasa 20/Janeiro/2014 1:25.000 01


CREA - SP: 0600518079
Ass.
Anexo 3 – Desenho 2 – Mapa com a localização dos setores R3 e R4
580000 581000 582000 583000 584000 585000 586000 587000 588000 589000 590000 591000 592000 593000

7526000

7526000
Localização do Município de Barra Mansa no Estado do Rio de Janeiro

7525000

7525000
BM-001-01-R4
Quatis

7524000

7524000
7523000

7523000
7522000

7522000
Município de Barra Mansa e Áreas Mapeadas.

7521000

7521000
Barra
Mansa

7520000

7520000
7519000

7519000
7518000

7518000
Legenda
7517000

7517000
Grau de Risco - Deslizamento Limite Municipal
R3 - Risco Alto Limite Municipal de Barra Mansa
R4 - Risco Muito Alto
Grau de Risco - Inundação
7516000

7516000
R3 - Risco Alto
Escala Gráfica
0 375 750 1.500 2.250 3.000
Metros

Datum: SIRGAS 2000


7515000

7515000
Projeção: Universal Transversa de Mercator - UTM. Fuso 23º S

Volta
Redonda
7514000

7514000
7513000

7513000
7512000

7512000
Relação das Áreas de Risco Indicadas no Município de Barra Mansa, RJ

BM-002-01-R4 BM-003-01-R4
7511000

7511000
BM-004-01-R4 BM-005-01-R4

BM-006-01-R4
7510000

7510000
BM-008-01-R4
BM-007-01-R3
BM-009-01-R4

BM-010-01-R4

BM-011-01-R4

BM-046-01-R3
7509000

7509000
BM-045-01-R3
BM-012-01-R4
BM-047-01-R4

BM-048-01-R4
BM-013-01-R4

BM-014-01-R3 BM-044-01-R3

BM-043-01-R3
7508000

7508000
BM-015-01-R4 BM-042-01-R3 BM-055-01-R4
BM-049-01-R4
BM-015-02-R3

BM-017-01-R3 BM-040-01-R4 BM-041-01-R4 BM-053-01-R4


BM-016-01-R4 BM-052-01-R4
BM-056-02-R3
BM-050-01-R4
BM-057-01-R4
BM-054-01-R4
7507000

7507000
BM-039-01-R3 BM-051-01-R4
BM-056-01-R4
BM-038-01-R4
BM-058-01-R4

BM-025-01-R3
BM-059-01-R4
BM-024-01-R4 BM-037-01-R3 BM-061-01-R4

BM-060-01-R4
BM-022-01-R3
7506000

7506000

BM-036-01-R4

BM-023-01-R4
BM-018-01-R4 BM-062-01-R4
BM-019-01-R4 BM-032-01-R3
BM-063-01-R4
BM-021-01-R4 BM-026-01-R4
BM-064-01-R4
BM-020-01-R3

BM-065-01-R3

BM-035-01-R3 BM-034-01-R4
7505000

7505000

BM-033-01-R4
7504000

7504000

BM-031-01-R4

BM-027-01-R3
7503000

7503000

BM-028-01-R4

BM-030-01-R4

BM-029-01-R4
7502000

7502000

BM-029-02-R4
7501000

7501000
7500000

7500000

580000 581000 582000 583000 584000 585000 586000 587000 588000 589000 590000 591000 592000 593000

Mapa de Localização das Áreas de Risco Indicadas no Município de Barra Mansa, RJ

Código Regea Responsável Técnico Data Escala Desenho

1742-R1-13 Oswaldo Yujiro Iwasa 2/-DQHLro/201 1:25.000


CREA - SP: 0600518079 02
Ass.
Anexo 4 – Desenhos e fichas de setorização
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐001‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Nossa  Senhora do  Amparo ‐ Rua Miguel de Oliveira
Endereço: Rua Miguel de Oliveira
Coord. X: 591449 Coord. Y: 7524067 Bairro: Nossa  Senhora do  Amparo
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 20,0 ‐ 30,0

Declividade (°): 25,0 ‐ 35,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 12,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 3,0 2,0 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐001‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 20
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 80
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 7.500,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 5.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 1.500,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 3.000,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.260,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 26,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 450,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 540,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 540,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 45,00 Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 2.160,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐001‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐001‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar em talude de corte a montante  Cicatriz de escorregamento em talude de corte a 
da Rua São Miguel de Oliveira, com feições erosivas  montante da Rua São Miguel de Oliveira.
laminares e sulcos.

Cicatrizes de escorregamento em talude de corte a  Feições erosivas de ravinamento em talude de corte a 
montante de moradias. montante da Rua São Miguel de Oliveira.

Cicatrizes de escorregamento em talude de corte a 
montante de moradias. 
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐001‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐002‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vista Alegre ‐ Rua Luiz Firmino da Silva
Endereço: Rua Luiz Firmino da Silva
Coord. X: 582019 Coord. Y: 7511012 Bairro: Vista Alegre
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 10,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,5 ‐ 5,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐002‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 25
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 100
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 20,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 500,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.500,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 200,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 750,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 780,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 10,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 240,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 720,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐002‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐002‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento no talude de corte a  Visão da montante para a jusante do talude de corte. 
montante das moradias. Moradias próximas a base do mesmo.

Cicatriz de escorregamento no talude de corte aos  Presença de solo exposto com erosão laminar.
fundos das moradias.

Cicatriz de escorregamento no talude de corte aos  Cicatriz de escorregamento no talude de corte aos 
fundos das moradias. fundos das moradias.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐002‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐003‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vista Alegre ‐ Rua K/Rua Joana D'arc
Endereço: Rua K/Rua Joana D'arc
Coord. X: 582997 Coord. Y: 7510949 Bairro: Vista Alegre
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 6,0 0,0 ‐ 4,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Moradias parcialmente destruídas

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐003‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 80
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 320
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 20,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 400,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 3.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 540,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 720,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 720,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 23,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 225,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.250,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐003‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐003‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento no talude de corte aos  Cicatriz e depósito de escorregamento no talude de 
fundos das moradias. Nota‐se a proximidade entre as  corte. O evento destruiu o acesso a moradia.
moradias e o talude.

Cicatriz de escorregamento no talude de corte a jusante  Cicatriz de escorregamento no talude de corte aos 
da moradia. fundos da moradia.

Moradias próximas ao talude de corte e cicatriz de  Visada da montante para jusante do talude. Nota‐se a 
escorregamento atingindo parte da rua. relação entre a altura do talude e a distância da moradia.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐003‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐004‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vista Alegre ‐ Rua Bela Vista
Endereço: Rua Bela Vista
Coord. X: 582822 Coord. Y: 7510710 Bairro: Vista Alegre
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 10,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 75,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,5 ‐ 5,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐004‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 17
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 68
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 500,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 75,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 450,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 480,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 9,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 150,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.260,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐004‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐004‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte aos fundos das moradias. Moradias próximas ao talude de corte.

Cicatriz de escorregamento no talude de corte aos  Muro de contenção aos fundos da moradia.
fundos da moradia.

Visão geral do talude com cicatriz de escorregamento  Visão geral do talude com cicatriz de escorregamento 
próxima ao topo. próxima ao topo.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐004‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐005‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vista Alegre ‐ Rua Jurandir Gonçalves Dias
Endereço: Rua Jurandir Gonçalves Dias
Coord. X: 583275 Coord. Y: 7510715 Bairro: Vista Alegre
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 8,0 ‐ 18,00

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,5 ‐ 5,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐005‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 5
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 20
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 700,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 75,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 300,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 360,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 120,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 270,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐005‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐005‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento no talude de corte próximo  Solo exposto no talude de corte aos fundos da moradia. 
as moradias (jusante e montante). Nota‐se a proximidade entre a moradia e o talude.

Talude de corte com cicatriz de escorregamento aos  Cicatriz de escorregamento no talude de corte. 
fundos da moradia.

Detalhe da cicatriz de escorregamento no talude de corte  Presença de bananeiras no talude de corte.
da foto anterior. Presença de solo exposto com erosão 
laminar.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐005‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐006‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vista Alegre ‐ Rua Dominico de Almeida
Endereço: Rua Dominico de Almeida
Coord. X: 583150 Coord. Y: 7510382 Bairro: Vista Alegre
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 4,0 1,0 ‐ 4,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³): 2,0
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐006‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 9
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 36
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 20,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 400,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 800,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 300,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 210,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 420,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 7,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 60,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 360,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐006‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐006‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte constituído por rocha e rocha alterada. Talude de corte constituído por rocha e rocha alterada.

Moradias a jusante do talude de corte, próximas a base  Moradia próxima ao talude de corte. Cicatriz de 
do talude. escorregamento recoberta por vegetação rasteira.

Moradia próxima ao talude de corte com cicatriz de  Talude de corte com solo exposto. Presença de 
escorregamento. descontinuidades no solo.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐006‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐007‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vista Alegre ‐ Rua São Pedro
Endereço: Rua São Pedro
Coord. X: 583156 Coord. Y: 7509592 Bairro: Vista Alegre
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 8,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 50,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,5 ‐ 3,0 1,5 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐007‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 6
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 24
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 30,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 150,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 2,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐007‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐007‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte constituído por rocha. Moradia próxima ao talude de corte.

Moradias próximas ao talude de corte. Talude recoberto  Talude de corte constituído por rocha.
por vegetação rasteira.

Moradias próximas a base e ao topo do talude de corte.  Talude de corte constituído por rocha.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐007‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐008‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vila Nova ‐ Rua Zico Horta
Endereço: Rua Zico Horta
Coord. X: 583504 Coord. Y: 7509652 Bairro: Vila Nova
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 22,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 4,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Moradias atingidas por evento de escorregamento

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐008‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 17
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 68
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 600,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 960,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 750,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 12,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 900,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐008‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐008‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
montante de moradias da Rua Zico Horta. de moradia da Rua Zico Horta.

Talude de corte com cicatriz de escorregamento em  Deposito de escorregamento em talude de corte a 
talude de corte a montante de moradia.  montante de moradia.

Talude de corte a montante de moradia da Rua Zico  Cicatriz e depósito de escorregamento em talude de 
Horta. corte a montante da Rua Zico Horta.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐008‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐009‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Luzia ‐ Rua Santa Luzia
Endereço: Rua Santa Luzia
Coord. X: 583671 Coord. Y: 7509521 Bairro: Santa Luzia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 25,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,5 ‐ 4,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Moradias atingidas por evento de escorregamento

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐009‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 39
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 156
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 550,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 1.200,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.290,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 25,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 390,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 600,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐009‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐009‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte a montante de moradia da Rua Santa  Talude de corte com árvores de grande porte a montante 
Luzia. de moradias da Rua Santa Luzia.

Talude de corte a montante de moradias da Rua Santa 
Luzia com presença de árvores inclinadas e de grande 
porte.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐009‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐010‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vila Nova ‐ Rua Santa Luzia
Endereço: Rua Santa Luzia
Coord. X: 583829 Coord. Y: 7509448 Bairro: Vila Nova
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 15,0 ‐ 20,0

Declividade (°): 45,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ 3,0
Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐20,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 75,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 4,0 0,0 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Moradias parcialmente destruídas por evento

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐010‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 78
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 312
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 1.300,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 6.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 3.600,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 1.350,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.920,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 41,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 1.690,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.920,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐010‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐010‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar em talude de corte a montante  Moradia parcialmente destruída por escorregamento 
da Rua Luzia. planar em talude de corte a montante.

Talude de corte a montante de moradia da Rua Luzia,  Trinca em moradia e no terreno a montante do talude de 
com porção de rocha alterada na base e solo residual no  corte. 
topo.

Talude de corte a montante de moradias da Rua Luzia,  Cicatriz de escorregamento planar em encosta natural a 
com solo residual exposto e feições erosivas laminares. montante de moradias da Rua Luzia.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐010‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐011‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vila Nova ‐ Travessa Lauro Santa
Endereço: Travessa Lauro Santa
Coord. X: 583806 Coord. Y: 7509291 Bairro: Vila Nova
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 20,0

Declividade (°): 40,0 ‐ 50,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 4,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐011‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana e Bambu

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 16
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 64
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 350,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 300,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 500,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 570,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 10,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 210,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 250,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐011‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐011‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar a montante de  Cicatriz de escorregamento planar a montante de 
moradia. moradia. Presença de plantio de banana e bambu.

Cicatriz de escorregamento planar a montante de  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
moradia. Detalhe para a caixa d’água no meio do talude.  de moradias.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐011‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐012‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Jardim Central ‐ Rua A
Endereço: Rua A
Coord. X: 583898 Coord. Y: 7508637 Bairro: Jardim Central
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0  ‐ 20,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 85,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0  ‐ 4,0 0,0 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐012‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 60
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 240
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 500,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 4.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 2.250,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.550,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 24,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 400,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.980,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐012‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐012‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar a jusante da moradia. Talude de corte a montante de moradia. Detalhe para a 
caixa d’água no topo do talude.

Talude de corte a montante de moradia. Presença de  Cicatriz de escorregamento planar a jusante de moradia.
bananeiras no topo do talude.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐012‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐013‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Coringa ‐ Rua Rio Grande do Sul
Endereço: Rua Rio Grande do Sul
Coord. X: 584097 Coord. Y: 7508369 Bairro: Coringa
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 2,0 0,0 ‐ 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Moradias atingidas por evento

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐013‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 14
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 56
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 1.080,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 270,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 6,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 60,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 360,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐013‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐013‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte a jusante da moradia. Talude de corte a jusante e a montante d moradias.

Detalhe para o muro inclinado e a trinca no terreno a  Detalhe para o vazamento de esgoto a jusante da 
jusante da moradia. moradia.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐013‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐014‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vila Coringa ‐ Rua São Cipriano
Endereço: Rua São Cipriano
Coord. X: 584663 Coord. Y: 7508155 Bairro: Vila Coringa
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 15,0

Declividade (°): 50,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ 0,0 ‐ 2,0
Talude de Corte

Altura (m): 1,0 ‐ 12,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 3,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m): 5,0
Declividade: 60,0
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐014‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 15
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 60
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 2,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 390,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 400,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 9,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 120,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 280,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 280,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 450,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐014‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐014‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte a montante de residência, nota‐se que  Cicatriz de escorregamento em talude de corte a 
não há espaço entre a residência e a base do talude. montante de residência.

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a  Escorregamento planar de solo com residência 
montante de residência. parcialmente destruída.

Escorregamento planar de solo em talude de corte  a  Talude de corte com solo exposto a montante de 
montante de residências. residências.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐014‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Bocaina ‐ Avenida Ministro Amaral Peixoto
Endereço: Avenida Ministro Amaral Peixoto
Coord. X: 583389 Coord. Y: 7507899 Bairro: Bocaina
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 8,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 50,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 2,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 12
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 48
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 27,50
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 320,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 160,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 540,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Muro de contenção à jusante de cicatriz de 
montante das moradias, com depósito de  escorregamento planar e à montante de moradia. Há 
escorregamento pretérito na base. evidentes feições erosivas (erosão planar, sulcos e 
ravinas).

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
montante de moradia. montante de moradias, com depósito de escorregamento 
pretérito na base vegetação de grande porte no topo.

Lançamento de água servida na base de talude de corte à  Talude de corte à montante de moradia.
montante de moradia.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐02‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Bocaina ‐ Avenida Ministro Amaral Peixoto
Endereço: Avenida Ministro Amaral Peixoto
Coord. X: 583510 Coord. Y: 7507892 Bairro: Bocaina
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 2,0 ‐ 8,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 3,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐02‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 21
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 84
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 346,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 360,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 4,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 80,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 640,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐02‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐02‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Muro construído na base de talude de corte à montante  Moradia construída na base de talude de corte, coberta 
de moradia. por vegetação.

Talude de corte coberto por vegetação, à montante de  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
moradia. Há um muro na base e caixa d’água à meia‐ montante de moradia. Há árvores inclinadas e, na base, 
encosta. há depósito antrópico de entulho.

Muro embarrigado construído na base de talude de corte. Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
montante de moradia. Há um muro construído na base 
do talude, entre o corte e a moradia.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐015‐02‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐016‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Colônia ‐ Avenida Chagas Freire
Endereço: Avenida Chagas Freire
Coord. X: 581939 Coord. Y: 7507558 Bairro: Colônia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 25,0 ‐ 35,0

Declividade (°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 7,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


2,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐016‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 2
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 8
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 3,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 300,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 750,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 450,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 540,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 10,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 90,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 180,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐016‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐016‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Intenso processo erosivo em encosta natural a montante  Talude de corte e encosta natural com alta declividade a 
da Avenida Governador Chagas Freitas. montante da Avenida Governador Chagas Freitas.

Talude de corte subvertical a jusante de moradia e a  Encosta natural a montante de moradia a montante da 
montante da Avenida Governador Chagas Freitas. Avenida Governador Chagas Freitas, com presença de 
árvores de grande porte.

Talude de Corte e encosta natural a montante de  Talude de corte a jusante de moradia e encosta natural a 
moradias da Avenida Governador Chagas Freitas. montante, com presença de árvores de grande porte e 
bananeiras.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐016‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐017‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Colônia ‐ Rua José Batista Resende
Endereço: Rua José Batista Resende
Coord. X: 581690 Coord. Y: 7507519 Bairro: Colônia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.: De acordo com o moradores há um matacão na encosta natural que já foi vistoriado pela Defesa Civil
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 80,0

Declividade (°): 40,0 ‐ 50,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0  ‐ 10,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 5,0 1,0 ‐ 6,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐017‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 7
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 28
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 540,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 710,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 160,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 220,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³): 50
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐017‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐017‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte com solo exposto e residência a  Talude de corte com solo exposto e vegetação rasteira, 
montante e a jusante. situado a montante de residência.

Talude de corte com alta inclinação situado a montante  Talude cor em solo com matacões a meia encosta.
de residência.

Escorregamento planar de solo em talude a montante de  Talude em solo residual com bananeiras a meia encosta.
residência.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐017‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐018‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Siberlândia ‐ Rua B
Endereço: Rua B
Coord. X: 581626 Coord. Y: 7505655 Bairro: Siberlândia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 4,0 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐018‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Bambu

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 23
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 92
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 5,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.070,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 700,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 80,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.080,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 11,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 520,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 80,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐018‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐018‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a  Cicatriz de escorregamento planar de solo em talude a 
montante da via de acesso. montante de residência.

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a jusante  Talude de corte com feições erosivas a montante da via 
de residência. de acesso.

Cerca inclinada no topo do talude. Talude de corte com residência a meia encosta, nota‐se 
que não há distância entre a base do talude e a 
residência.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐018‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐019‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Siberlândia ‐ Rua A
Endereço: Rua A
Coord. X: 581235 Coord. Y: 7505656 Bairro: Siberlândia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 5,0 ‐ 12,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 10,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐019‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana e Bambu

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 25
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 100
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 4,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.100,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 150,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 440,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 9,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 80,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 360,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐019‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐019‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar de solo a montante da via de  Cicatriz de escorregamento planar de solo em talude de 
acesso. corte a montante de residência.

Talude de corte com solo exposto a montante da via de  Cicatriz de escorregamento com solo exposto em talude 
acesso. à montante de residência.

Talude de corte com residências a jusante e via a  Via parcialmente destruída por escorregamento em 
montante. talude a jusante.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐019‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐020‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Siderlândia ‐ Rua A
Endereço: Rua A
Coord. X: 581421 Coord. Y: 7505537 Bairro: Siderlândia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 4,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 4,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐020‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 18
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 72
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 5,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 4.170,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 1.440,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 380,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 4,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 60,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 200,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐020‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐020‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento extensa com solo exposto. Talude de corte com solo exposto e árvore inclinada no 
topo.

Talude de corte com solo exposto a montante da via. Escorregamento de solo residual em talude a montante 
de residência.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐020‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐021‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: São Domingos ‐ Rua Projetada
Endereço: Rua Projetada
Coord. X: 582287 Coord. Y: 7505405 Bairro: São Domingos
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 10,0 ‐ 15,0

Declividade (°): 30,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 2,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 2,0 0,0 ‐ 1,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐021‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 32
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 128
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 75,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.700,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 100,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 850,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 18,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 190,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 165,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 165,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.000,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐021‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐021‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Moradia construída sobre depósito antrópico (aterro), 
montante de moradia. sendo que há bananeiras  e uma pequena drenagem na 
base do talude.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatrizes de escorregamento planar, à montante de 
montante de moradia e feições erosivas no corte. moradias, em encosta natural.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte,  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte, 
com encosta natural e bananeiras à montante e uma  com encosta natural à montante e uma construção à 
moradia de baixo padrão construtivo à jusante. jusante.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐021‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐022‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Cotiara ‐ Rua Benvindo José Paiva
Endereço: Rua Benvindo José Paiva
Coord. X: 583661 Coord. Y: 7506146 Bairro: Cotiara
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 5,0 ‐ 40,0

Declividade(°): 30,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 6,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐022‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 5
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 20
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 50.557,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 7.000,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 530,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 9,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 120,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 200,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐022‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐022‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Encosta natural coberta por vegetação de pequeno  Cicatriz de escorregamento planar com feições erosivas 
porte, com moradias à jusante. de ravinamento.

Cicatriz de escorregamento planar à montante de  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
moradia, com bananeiras na base do talude. montante de via de acesso e de moradia. Observa‐se 
depósito de escorregamento pretérito na base.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐022‐01‐R3
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐023‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Cotiara ‐ Rua Carlinda Borges Rodrigues
Endereço: Rua Carlinda Borges Rodrigues
Coord. X: 583436 Coord. Y: 7505908 Bairro: Cotiara
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 10,0 ‐ 15,0

Declividade (°): 30,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 12,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 3,0 0,0 ‐ 1,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐023‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros: Para córrego
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 57
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 228
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 5.500,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 1.000,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 2.350,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.720,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 34,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 400,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 60,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 60,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 1.300,00 Gabião (Colchão) 700,00
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐023‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐023‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar que destruiu parte da  Cicatriz de escorregamento planar à montante de 
moradia à montante. moradia parcialmente destruída pelo processo, com 
depósito de escorregamento na base e vegetação de 
grande porte e bananeiras no topo.

Cicatriz de escorregamento planar à montante de  Lançamento de água servida em cicatriz de 
moradia, com bananeiras no topo. escorregamento planar, à montante de moradia.

Cicatriz de escorregamento planar à jusante de moradias,  Solapamento da margem do córrego afetando a Rua 
com árvore inclinada no topo. Carlinda Borges Rodrigues. 
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐023‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐024‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Cotiara ‐ Rua Paulo Luiz Nogueira, Rua Luiz Portela Jr
Endereço: Rua Paulo Luiz Nogueira, Rua Luiz Portela Jr
Coord. X: 583650 Coord. Y: 7506306 Bairro: Cotiara
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 15,0 ‐ 20,0

Declividade (°): 60,0 ‐ 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 2,0 1,0 ‐ 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐024‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 96
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 384
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.310,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 150,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 50,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.300,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 23,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 275,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 2.750,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 80,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐024‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐024‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar de solo em talude de corte a  Talude de corte com bananeira e entulho a meia encosta.
montante de residência.

Escorregamento planar de solo com bananeira no topo  Escorregamento planar de solo em talude de corte a 
da cicatriz. montante de residências.

Escorregamento planar de solo em talude de corte com  Trincas no terreno expondo ao risco a via.
residências a jusante e a montante.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐024‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐025‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Verbo Divino ‐ Rua Melchor Porto Neves
Endereço: Rua Melchor Porto Neves
Coord. X: 584529 Coord. Y: 7506472 Bairro: Verbo Divino
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 20,0 ‐ 40,0

Declividade (°): 60,0 ‐ 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 0,0 ‐ 3,0
Talude de Corte

Altura (m): 2,0 ‐ 12,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 0,0 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐025‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 5
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 20
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 20,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 3,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³)
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 200,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 600,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 11,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 150,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m) 200,00
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 60,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐025‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐025‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte em saprolito à montante de moradias,  Talude de corte à montante de via de acesso, com 
com cerca de 6 metros de altura e 70° a 80° de inclinação. encosta natural à montante coberta por vegetação 
rasteira.

Cicatriz de escorregamento planar em encosta natural,  Muro de contenção construído em cicatriz de 
com via de acesso à montante e moradias à jusante. escorregamento à jusante de moradia.

Talude de corte à montante de moradias, sendo que  Trincas no terreno paralelas ao talude.
alguns locais foi colocado concreto projetado.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐025‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐026‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vila Independência ‐ Rua Inesi Gonçalves, Travessa da João Afonso Borges
Endereço: Rua Inesi Gonçalves, Travessa da João Afonso Borges
Coord. X: 584560 Coord. Y: 7505439 Bairro: Vila Independência
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 5,0

Declividade (°): 20,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 2,0 1,0 ‐ 7,0
Taludes de Aterro
Altura (m): 6,0 ‐ 8,0
Declividade: 45,0 ‐ 90,0
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐026‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 25
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 100
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 150,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 4.500,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 900,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 20,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 225,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 150,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 150,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 1.710,00 Gabião (Colchão) 855,00
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 2.2250,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐026‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐026‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte com solo exposto à montante de  Cicatriz de escorregamento protegida por lona, à jusante 
residência. de moradia.

Árvore inclinada em talude a jusante de via. Cicatriz de escorregamento em talude de corte à 
montante de residência.

Rua parcialmente destruída por escorregamento planar  Trincas na Rua Inesi Gonçalves.
situado na encosta a jusante.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐026‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐027‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: São Pedro ‐ Rua Maciel Rodrigues de Andrade, próximo ao n° 150
Endereço: Rua Maciel Rodrigues de Andrade, próximo ao n° 150
Coord. X: 584461 Coord. Y: 7503353 Bairro: São Pedro
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 4,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 3,0 5,0 ‐ 6,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐027‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 4
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 16
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 16,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 16,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.400,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 180,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 480,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 12,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 90,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 900,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐027‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐027‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte, 
jusante da Rua Maciel Rodrigues de Andrade,  apresentando encosta natural e vegetação de grande 
apresentando trincas no terreno paralelas ao talude. porte à montante e moradias à jusante.

Muro de “Rip‐Rap” com barbaças no topo, construído  Anfiteatro à montante da Rua Maciel Rodrigues de 
depois de um deslizamento à jusante da Rua Maciel  Andrade, com vegetação de grande porte e bananeiras e 
Rodrigues de Andrade. moradias à jusante.

Talude de corte às margens da Rua Maciel Rodrigues de  Cicatriz de escorregamento em talude de corte à 
Andrade, com vegetação de pequeno porte à montante. montante de uma moradia. À jusante há encosta natural 
com vegetação de médio a grande porte.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐027‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐028‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Entanha ‐ Rua José Batista Leal, próximo ao n° 313
Endereço: Rua José Batista Leal, próximo ao n° 313
Coord. X: 584489 Coord. Y: 7502380 Bairro: Entanha
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 5,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 2,0 5,0 ‐ 10,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐028‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 13
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 52
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.900,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 900,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 480,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 15,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 120,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 210,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 210,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 450,00 Gabião (Colchão) 1.125,00
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 480,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²) 240,00
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade) 2
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 150,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐028‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐028‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Moradia abandonada localizada no topo do talude de  Moradia abandonada localizada na base do talude de 
corte à jusante da Rua José Batista Leal. Há trincas na  corte à jusante da Rua José Batista Leal.
moradia e depósitos antrópicos de lixo e entulho ao 
redor.

Árvore inclinada em cicatriz de escorregamento planar  Recalque da Rua José Batista Leal relacionado ao talude 
em talude de corte à jusante da Rua José Batista Leal. de corte à sua jusante.

Cicatriz de escorregamento planar à montante da Rua  Cicatrizes de escorregamento planar em talude de corte, 
José Batista Leal. No topo há vegetação de grande porte  com moradias à jusante e bananeiras e vegetação de 
e na base a depósito de escorregamento pretérito. grande porte à montante. 
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐028‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Lúcia ‐ Rua João Naves de Lima
Endereço: Rua João Naves de Lima
Coord. X: 584284 Coord. Y: 7502099 Bairro: Santa Lúcia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 30,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 0,0 ‐ 5,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 23
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 92
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 16,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.100,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 180,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 500,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 13,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 130,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 90,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 90,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 260,00 Gabião (Colchão) 400,00
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 540,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Residências a montante de talude com bananeiras. Talude de depósito antrópico com solo exposto na 
porção superior.

Escorregamento planar de solo residualem talude de  Escorregamento planar de solo residualem talude de 
corte com residências a montante. corte com residências a jusante.

Talude composto por depósito antrópico a jusante de via. Escorregamento planar de solo residual a jusante de 
moradia.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐02‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Lúcia ‐ Rua Quatro, próximo ao número 151
Endereço: Rua Quatro, próximo ao número 151
Coord. X: 584197 Coord. Y: 7502042 Bairro: Santa Lúcia
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 15,00

Declividade (°): 30,0 ‐ 45,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 3,0 ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 9,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 3,0 4,0 ‐ 5,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐02‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 4
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 16
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.300,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 1.400,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 250,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 190,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 90,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 260,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 260,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 300,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐02‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐02‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento a jusante de via. Talude de corte com bananeiras a meia encosta.

Cicatriz de escorregamento planar de solo residual a  Talude de corte com árvores inclinadas na porção 
montante de via. superior e moradias a jusante.

Talude corte com bananeiras a meia encosta.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐029‐02‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐030‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Clara ‐ Rua Vicente de Paula, próximo ao número 130
Endereço: Rua Vicente de Paula, próximo ao número 130
Coord. X: 585614 Coord. Y: 7502127 Bairro: Santa Clara
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs: Solapamento nas margens do rio.
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 2,0 4,0
Taludes de Aterro
Altura (m): 3,0 ‐ 8,0
Declividade: 60,0 ‐ 90,0
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐030‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 32
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 128
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 16,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 970,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.700,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 640,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 760,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 19,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m) 360,00
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m ) 360,00
Guia (m) 720,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 720,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 630,00 Gabião (Colchão) 1.575,00
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 430,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²) 750,00
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade) 2
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 150,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐030‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐030‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Solapamento de margem em talude a jusante da via. Talude de corte com solo exposto à jusante de residência.

Solapamento de margem em talude de aterro. Talude de corte em rocha a montante de residências.

Talude de corte em solo residual com residência a meia  Talude de corte em solo residual com residência a 
encosta. montante.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐030‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐031‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Clara ‐ Km da 75 RJ‐155
Endereço: Km da 75 RJ‐155
Coord. X: 585187 Coord. Y: 7503622 Bairro: Santa Clara
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 18,0

Declividade(°): 30,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 0,0 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade: Fraturas isolando blocos
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐031‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 23
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 92
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 100,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.700,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 600,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.000,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 20,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 220,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 2.280,00 Gabião (Colchão) 1.425,00
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 975,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐031‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐031‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatrizes de escorregamento planar em talude de corte  Cicatrizes de escorregamento planar em talude de corte 
à montante da rodovia RJ‐155. à montante da rodovia RJ‐155. À jusante há uma moradia 
e observa‐se depósito de escorregamentos pretéritos na 
base do talude.

Cicatrizes de solapamento em talude às margens do rio  Talude de corte paralelo à rodovia RJ‐155, com 
Barra Mansa, à jusante à rodovia RJ‐155, com bananeiras  bananeiras e vegetação rasteira à montante, e a rodovia 
no topo. logo na base do talude.

Talude de corte à montante da rodovia RJ‐155, com  Talude de corte à montante da rodovia RJ‐155, 
moradias à jusante, além de árvores inclinadas e de  apresentando rocha sã na base, apresentando 
grande porte. Na base do talude há rocha sã. descontinuidades favoráveis à queda de blocos.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐031‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município Barra Mansa Data: 27/09/2013
Equipe Rasec Almeida, Vital Assano, Beatriz Forny Número do Setor BM‐032‐01‐R3
Nome da área: São Luiz ‐ Rua Eduardo Francisco de Souza
FICHA DE CAMPO ‐ MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DE INUNDAÇÃO
LOCALIZAÇÃO Coord. X: 586368 Coord. Y: 7504977
Referência: Rua Eduardo Francisco de Souza Bairro: São Luiz
CARACTERÍSTICAS
Tipo predominante de construção: Alvenaria  Madeira  Misto
Asfalto
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado
Paralelepípedos
Obs:
Cobertura da área: Impermeabilizada Solo exposto Vegetada
Cobertura do talude marginal: Impermeabilizada Solo exposto Vegetada
Sistema de drenagem superficial: Inexistente Precário Satisfatório
Tipo de canal: Retificado Natural Retilíneo Meandrante Assoreado Lixo Entulho
Largura máxima do canal: 15, m Altura máxima do canal: 5,0 m Distância das moradias ao eixo do canal: 1,0 m
Altura máxima do evento de inundação: 7,0 m Fonte dos dados: Moradores
Raio de alcance máximo do evento a partir do eixo do canal: 200,0 m Fonte dos dados: Moradores
Presença de erosão nas proximidades
Presença de assoreamento: Lixo Entulho Solo
Presença de solapamento de margem Obs:
Presença de obstrução ou diminuição de vazão ao longo do canal
Obs:
Presença de intervenções nas proximidades:  Dique Barragem Piscinão  Ponte Canalização Travessia
Obs:

DEFINIÇÃO DO GRAU DE RISCO Moradias em risco: 437


Processo Hidrológico Ocorrente ‐ PH
Moradores em risco: 1748
PH1 (Enchente e inundação lenta da planície fluvial)
PH2 (Enchente e inundação com alta energia cinética)
PH3 (Enchente e inundação com alta energia de escoamento e capacidade de transporte de material sólido)
Vulnerabilidade da Ocupação ‐ VO
VO1 (Baixo padrão construtivo, com baixa capacidade de resistir ao impacto)
VO2 (Médio a bom padrão construtivo, com boa capacidade de resistir ao impacto) 
Possibilidade de Impacto ‐ PI
PI1 (Alta possibilidade de impacto direto considerando o raio de alcance do processo)
PI2 (Baixa possibilidade de impacto direto considerando o raio de alcance do processo)

MATRIZ PRELIMINAR PH1 PH2 PH3


VO1 Médio Alto Muito Alto
VO2 Baixo Médio Alto

MATRIZ FINAL ‐ GRAU DE RISCO PI1 PI2


VO1 x PH1 R2 ‐ Risco Médio R1 ‐ Risco Baixo
VO2 x PH1 R1 ‐ Risco Baixo R1 ‐ Risco Baixo
VO1 x PH2 R3 ‐ Risco Alto R2 ‐ Risco Médio
VO2 x PH2 R2 ‐ Risco Médio R1 ‐ Risco Baixo
VO1 x PH3 R4 ‐ Risco Muito Alto R3 ‐ Risco Alto
VO2 x PH3 R3 ‐ Risco Alto R2 ‐ Risco Médio
Município Barra Mansa Data: 27/09/2013
Equipe Rasec Almeida, Vital Assano, Beatriz Forny Número do Setor BM‐032‐01‐R3
Nome da área: São Luiz ‐ Rua Eduardo Francisco de Souza
Documentação Fotográfica

Lançamento de esgoto a céu aberto, na margem do  Moradia totalmente destruída, atingida pela 
Rio Barra mansa, ocasionando processo erosivo  inundação. Notar que a as moradias possuem baixa 
significativo. vulnerabilidade a acidentes devido ao padrão 
construtivo utilizado.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐033‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Jardim América ‐ Rua José Bernardo
Endereço: Rua José Bernardo
Coord. X: 585036 Coord. Y: 7504627 Bairro: Jardim América
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 2,0 ‐ 6,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


2,0 1,0 ‐ 5,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐033‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 7
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 28
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 150,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 600,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 320,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 400,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 9,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 90,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 300,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade) 2
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 150,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐033‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐033‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte  Talude de corte com residências a montante da via de 
distante 1 a 2 metros de moradia.  acesso.

Depósito de escorregamento pretérito, cujo  Cicatriz de escorregamento planar que atingiu a moradia 
escorregamento foi o responsável pela destruição de  à jusante. À montante há encosta natural, com algumas 
parte da estrutura de uma moradia. árvores de grande porte.

Cicatriz de escorregamento planar, à montante de  Moradias à jusante de cicatrizes de escorregamento, 
moradias, coberta por lona. sendo que as duas da esquerda já foram abandonadas 
devido à escorregamentos pretéritos.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐033‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐034‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Monte Cristo ‐ Rua José Gomes
Endereço: Rua José Gomes
Coord. X: 585849 Coord. Y: 7504941 Bairro: Monte Cristo
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 10,0

Declividade (°): 30,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 1,0 ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 5,0

Declividade(°): 50,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 1,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐034‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 24
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 96
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 300,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 4.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 730,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 23,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 200,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 435,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 435,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) 1.440,00 Gabião (Colchão) 600,00
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 885,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐034‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐034‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar com feições erosivas. Talude de corte à montante de moradias e à jusante de 
encosta natural.

Talude de corte à jusante de encosta natural e à  Via de acesso sem guia e sarjeta, à montante de talude 
montante de moradia. marginal, apresentando evidências de solapamento.

Solapamento de margem à jusante da via de acesso, com  Talude de corte atrás das moradias, com encosta natural 
a presença de bananeiras ao longo de todo o talude  à montante, esta coberta por vegetação de grande porte.
marginal.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐034‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐035‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Monte Cristo ‐ Rua Guilherme Marcondes, n° 35
Endereço: Rua Guilherme Marcondes, n° 35
Coord. X: 585149 Coord. Y: 7504999 Bairro: Monte Cristo
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 10,0

Declividade (°): 45,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


10,0 ‐
Talude de Corte

Altura (m): 5,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐035‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 1
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 4
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.700,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐035‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐035‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Documentação Fotográfica

Visão geral do talude de corte e encosta natural aos  Encosta natural com pouca vegetação.
fundos do comércio.

Encosta natural com pouca vegetação. Encosta natural com inclinação de 45º.

Encosta natural com 10,0 metros de altura 
aproximadamente.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐035‐01‐R3
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐036‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Boa Sorte ‐ Rua Expedido José Leite Serrão
Endereço: Rua Expedido José Leite Serrão
Coord. X: 586642 Coord. Y: 7505896 Bairro: Boa Sorte
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 20,0 ‐ 30,0

Declividade (°): 30,0 ‐ 45,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 5,0 ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 1,0 0,0 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial: Filiação:WNW 50 graus
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐036‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 43
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 172
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 220,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 5.500,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 450,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²) 7.875,00
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.815,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 35,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 420,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.860,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐036‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐036‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Talude de corte à jusante da Rua Expedito José Leite 
montante da Rua Expedito José Leite Serrão. Serrão e à montante de uma moradia. Nota‐se que o 
sistema de drenagem existente (guia e sarjeta) encontra‐
se em mal estado de conservação.

Cicatriz de escorregamento planar à jusante de encosta  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
natural e à montante da Rua Expedito José Leite Serrão. montante de moradia e à jusante de encosta natural. 
Notar a presença de uma lona cobrindo parte da cicatriz.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Depósito antrópico em talude de corte à jusante de 
montante da Rua Expedito José Leite Serrão e à  moradias. Há lançamento de água servida sobre o talude.
montante de encosta natural, que expõe rocha alterada 
na base do talude.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐036‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐037‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Bairro das Abelhas ‐ Rua José Alves Caldeira
Endereço: Rua José Alves Caldeira
Coord. X: 585176 Coord. Y: 7506236 Bairro: Bairro das Abelhas
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 10,0 ‐ 40,0

Declividade (°): 60,0 ‐ 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ 0,0 ‐ 5,0
Talude de Corte

Altura (m): 2,0 ‐ 8,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 3,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐037‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 15
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 60
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 250,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 100,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 200,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 640,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 100,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m) 200,00
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 200,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 40,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐037‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐037‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte com residência a meia encosta e árvores  Escorregamento planar, desplacamento de blocos e 
inclinadas. queda de blocos em talude de corte a montante da via de 
acesso.

Escorregamento planar em talude de corte a montante  Cicatriz de escorregamento planar em talude a montante 
da via de acesso. de residência.

Escorregamento planar de solo em talude com  Talude com corte escalonado em solo residual com 
residências a montante e a jusante. bananeiras a montante.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐037‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐038‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Ano Bom ‐ Travessa Rua São Sebastião
Endereço: Travessa Rua São Sebastião
Coord. X: 586542 Coord. Y: 7506756 Bairro: Ano Bom
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 15,0 ‐ 20,0

Declividade (°): 40,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 50,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 2,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Muro de contenção e moradias destruídas em evento

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐038‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 19
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 76
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 230,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 3.005,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 1.350,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 900,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 18,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 200,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.080,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐038‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐038‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar situada a montante e jusante de  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte a 
moradias. montante de moradia.

Detalhe do depósito de escorregamento dentro da  Muro inclinado e quebrado a jusante do talude de corte.
moradia atingida pelo escorregamento planar.

Escorregamentos planares em taludes de corte a 
montante da moradia e a montante da via. Notar a 
presença de bananeiras no topo do talude.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐038‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐039‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Ano Bom ‐ Rua Orlando Brandão
Endereço: Rua Orlando Brandão
Coord. X: 585944 Coord. Y: 7506967 Bairro: Ano Bom
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 30,0

Declividade (°): 60,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 5,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


5,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐039‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 4
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 16
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 380,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 350,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 90,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 180,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐039‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐039‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude afetado por escorregamento com residência  Obra de estabilização de encosta em talude afetado por 
parcialmente destruída. escorregamento.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐039‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐040‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Ano Bom ‐ Rua 4, Rua Dulce Ferreira
Endereço: Rua 4, Rua Dulce Ferreira
Coord. X: 585085 Coord. Y: 7507514 Bairro: Ano Bom
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 50,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,5 ‐ 5,0 3,0 ‐ 5,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐040‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 34
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 136
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 800,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 640,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 650,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 690,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 23,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 240,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 840,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐040‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐040‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte a  Escorregamento planar em talude de corte a jusante da 
montante de moradia da Rua 4. Rua 4 com destruição parcial de via de pavimentação.

Talude de corte a montante de moradia da Rua 4. Cicatriz de escorregamento em talude de corte a 
montante de moradia da Rua 4.

Talude de corte com cicatriz de escorregamento em  Talude de corte com cicatriz de escorregamento e feições 
talude de corte a montante da Rua 4. erosivas laminares em talude de corte a montante da Rua 
4.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐040‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐041‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 30/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Parque da Independência ‐ Rua Jorge da Fonseca Ramos
Endereço: Rua Jorge da Fonseca Ramos
Coord. X: 586263 Coord. Y: 7507576 Bairro: Parque da Independência
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 50,0

Declividade (°): 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ 0,0 ‐ 5,0
Talude de Corte

Altura (m): 1,0 ‐ 5,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ 5,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐041‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 30/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 24
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 96
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 70,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 3,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.180,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 200,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 660,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 15,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m) 200,00
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 640,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐041‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 30/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐041‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 30/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar de solo a montante de residência. Talude de corte com solo exposto e bananeiras a meia 
encosta.

Escorregamento planar de solo em talude com  Cicatriz de escorregamento planar de solo a montante de 
residências a montante e a jusante. residência.

Escorregamento planar de solo a montante da via. Encosta com solo exposto e residência a montante. 
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐041‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 30/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐042‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Rosa ‐ Rua Adolfo Klotz
Endereço: Rua Adolfo Klotz
Coord. X: 585561 Coord. Y: 7507910 Bairro: Santa Rosa
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 10,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


4,0 ‐ 6,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐042‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 9
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 36
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 350,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 300,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 75,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 5,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 10,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐042‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐042‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte a  Talude de corte a montante de moradias da Rua Adolfo 
montante de moradias da Rua Adolfo Klotz. Klotz.

Talude de corte com cicatriz de escorregamento e feições  Muro de contenção em talude de corte a montante de 
erosivas a montante de moradias da Rua Adolfo Klotz.  moradia da Rua Adolfo Klotz.

Escorregamento planar em talude de corte a montante 
de moradia da Rua Adolfo Klotz.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐042‐01‐R3
Equipe Rasec Almeida e Beatriz Forny Data: 23/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐043‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Rosa ‐ Rua Adolfo Klotz
Endereço: Rua Adolfo Klotz
Coord. X: 585930 Coord. Y: 7508143 Bairro: Santa Rosa
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 9,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


2,0 ‐ 5,0 4,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐043‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 11
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 44
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 50,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 200,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 200,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 180,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 3,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 40,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐043‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐043‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Documentação Fotográfica

Visão geral do talude de corte ao fundo das moradias. Presença de bananeiras no topo do talude.

Presença de árvores de grande porte, solo exposto e  Talude de corte a montante das moradias da Rua Adolfo 
vegetação rasteira no talude. K’otz.

Moradias próximas a base do talude de corte. Presença de cicatriz de escorregamento no talude de 
corte. Erosão laminar no solo exposto pela cicatriz.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐043‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐044‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Sta Izabel, São Francisco ‐ Rua São José, Rua Antônio Rodrigues de Almeida
Endereço: Rua São José, Rua Antônio Rodrigues de Almeida
Coord. X: 586012 Coord. Y: 7508534 Bairro: Sta Izabel, São Francisco
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 15,0 ‐ 20,0

Declividade (°): 35,0 ‐ 50,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 0,0 ‐ 4,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Moradias atingidas por evento

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐044‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 88
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 352
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 700,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 3.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 75,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 400,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.500,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 25,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 340,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.800,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐044‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐044‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatrizes de escorregamentos planares em taludes de  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte, 
corte à montante de moradias. cobertas por vegetação rasteira e com bananeiras no 
topo e na base.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Taludes de corte à jusante de moradias e à montante da 
montante da via de acesso e à jusante de moradia, com  Rua São José. No topo há bananeiras.
evidentes feições erosivas no talude.

Cicatrizes de escorregamentos planares à montante da  Cicatrizes de escorregamentos planares em encosta 
Rua São José e à jusante de moradia. No topo há  natural e talude de corte, com moradia à jusante.
vegetação rasteira e na base observa‐se depósitos de 
escorregamentos pretéritos.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐044‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Izabel ‐ Rua São Lucas
Endereço: Rua São Lucas
Coord. X: 585954 Coord. Y: 7508738 Bairro: Santa Izabel
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 30,0

Declividade (°): 60,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 4,0 1,0 ‐ 4,0
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 6,0

Declividade(°): 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 3,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 21
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 84
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 60,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 60,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 4,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 13.510,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 300,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 500,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 950,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 20,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 200,00 Dreno Horizontal Profundo (m) 500,00
Sarjeta (m) 200,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 800,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte  Cicatriz de escorregamento planar à montante de 
com cerca de 3 metros de altura e 45° a 70° de inclinação. moradias, sendo que algumas já foram afetadas por 
escorregamentos pretéritos.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
jusante de moradias. jusante de moradia e à montante da Rua São Mateus. Na 
base observa‐se depósito de escorregamento pretérito.

Cicatrizes de escorregamento em talude de corte, com  Árvores inclinadas em talude de corte, sendo que foi 
uma moradia no topo e depósito de escorregamento  construído um muro de contenção no topo do talude, 
pretérito na base. estabilizando a via de acesso.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐02‐R2
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Izabel ‐ Rua São José
Endereço: Rua São José
Coord. X: 585975 Coord. Y: 7508681 Bairro: Santa Izabel
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0

Declividade(°): 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 3,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐02‐R2
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 9
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 36
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³)
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐02‐R2
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐02‐R2
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Fundo de vale com poucas moradias construídas. Plantação de bananeiras em talude de corte.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐045‐02‐R2
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐046‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Izabel ‐ Rua Antonio Luciano, Santa Izabel
Endereço: Rua Antonio Luciano, Santa Izabel
Coord. X: 585641 Coord. Y: 7508981 Bairro: Santa Izabel
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 20,0 ‐ 30,0

Declividade (°): 60,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 10,0 0,0 ‐ 5,0
Talude de Corte

Altura (m): 1,0 ‐ 8,0

Declividade(°): 70,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 0,0 ‐ 5,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐046‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 37
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 148
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 50,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 60,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 3,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 462,60
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 150,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 450,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 800,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 13,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m) 450,00
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 800,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐046‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐046‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatrizes de escorregamento planar em encosta natural,  Talude de corte à jusante de encosta natural e de 
com bananeiras à meia‐encosta e base. moradia, apresentando feições erosivas (planar e ravinas).

Retaludamento e contrução de muro de “Rip‐Rap” em  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
cicatriz de escorregamento planar à jusante de moradia. montante da via de acesso.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte  Sequência de taludes de corte feitos em encosta natural, 
com evidentes feições erosivas de ravinamento. para construção de moradias. Nota‐se que na maioria 
dos cortes há cicatrizes de escorregamento planar.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐046‐01‐R3
Equipe Murilo Ducat e Gabriel Fontanella Data: 19/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐047‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Estância ‐ Rua Estância, Rua Recife
Endereço: Rua Estância, Rua Recife
Coord. X: 586593 Coord. Y: 7508456 Bairro: Estância
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐047‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 47
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 188
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 20,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 350,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 4.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 600,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 960,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 2.100,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 30,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 360,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) 360,00 Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m) 360,00
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.440,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐047‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐047‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Documentação Fotográfica

Talude de corte a montante de moradias a jusante da  Cicatriz e depósito de escorregamento em talude de 
Rua Recife. corte a montante da Rua Recife.

Escorregamento planar em talude de corte a montante  Cicatriz e depósito de escorregamento a montante de 
da Rua Estância. moradia da Rua Estância.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte a  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
montante de moradia da Rua Estância. de moradia da Rua Estância.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐047‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐048‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Getúlio Vargas ‐ Rua São Salvador
Endereço: Rua São Salvador
Coord. X: 586887 Coord. Y: 7508370 Bairro: Getúlio Vargas
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 8,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 60,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 4,0 0,0 ‐ 1,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.: Moradia destruída por evento

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐048‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 9
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 36
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 600,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 280,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 100,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 300,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 100,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐048‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐048‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz e feição erosiva em talude de corte. Cicatriz em talude de corte a montante e a jusante da 
moradia.

Cicatriz de escorregamento planar a montante de  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
moradia e via.   de moradias.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐048‐01‐R4
Equipe Murilo Ducat, Gabriel Fontanella e Rasec A Data: 20/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐049‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Barbará ‐ Rua Sérgio Braga, em frente Estação de trem Barbará
Endereço: Rua Sérgio Braga, em frente Estação de trem Barbará
Coord. X: 588426 Coord. Y: 7507641 Bairro: Barbará
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 30,0

Declividade (°): 45,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 0,0 ‐ 3,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial: Foliação NW, 50 e 60 graus e Fraturas SW subverticais
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐049‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 7
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 28
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 20,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 21.800,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 13.500,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 700,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.900,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 24,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 330,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 720,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐049‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐049‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar de solo em talude de corte a  Cicatriz de escorregamento em talude de corte com 
montante de via. depósito na base.

Residência a meia encosta com muro embarrigado na  Talude de corte com solo exposto a jusante de residência.
base.

Corte de estrada em rocha alterada. Residências a jusante de talude de corte.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐049‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐050‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Paraíso de Baixo ‐ Rua Valdomiro Peres Gonçalves
Endereço: Rua Valdomiro Peres Gonçalves
Coord. X: 589310 Coord. Y: 7507263 Bairro: Paraíso de Baixo
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 50,0 ‐ 75,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 1,0 0,0 ‐ 1,5
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐050‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 25
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 100
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 1.000,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 4.500,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 630,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 720,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.920,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 36,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 420,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 2.400,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐050‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐050‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar em talude de corte a montante  Moradia atingida por depósito de escorregamento.
de moradia.

Talude de corte com cicatriz de escorregamento a  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
montante da Rua Valdomiro Peres Gonçalves. da Rua Valdomiro Peres Gonçalves.

Escorregamento planar em talude de corte a jusante de  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
moradias da Rua 2 (Bairro Recanto do Sol), com presença  de moradias da Ria Valdomiro Peres Gonçalves.
de bananeiras no topo.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐050‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐051‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Vila Natal ‐ Rua 3, próximo ao CRAS
Endereço: Rua 3, próximo ao CRAS
Coord. X: 589551 Coord. Y: 7506945 Bairro: Vila Natal
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m): 25,0

Declividade (°): 50,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


‐ ‐
Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 6,0

Declividade(°): 60,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐051‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 29
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 116
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 70,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.220,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.110,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 15,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 370,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.250,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐051‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐051‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar de solo residual em talude de  Cicatriz de escorregamento de solo residual em talude de 
corte a montante da via de acesso. corte a montante de residência.

Talude de corte seguido de encosta natura, composto  Obra de contenção em talude de corte a montante de 
por solo residual exposto. residência.

Escorregamento planar de solo em talude de corte a  Escorregamento planar em encosta natural com 
jusante de residência. bananeiras a meia encosta.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐051‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 27/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐052‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Paraíso de Lima ‐ Rua D
Endereço: Rua D
Coord. X: 589867 Coord. Y: 7507492 Bairro: Paraíso de Lima
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 7,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 15,0 ‐ 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,5 ‐ 2,0 4,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐052‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 5
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 20
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 200,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 900,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 150,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 270,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 420,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 9,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 120,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 360,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐052‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐052‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Encosta situada a jusante da via. Moradias situadas a montante e a jusante do talude de 
corte.

Cicatriz de escorregamento planar situado a jusante de  Cicatriz de escorregamento planar situado a montante da 
moradia. Detalhe para a trinca no muro.  moradia.

Talude de corte a jusante de moradia com presença de  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte a 
plantio de bananeira. jusante de moradia.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐052‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐053‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Morada da Granja ‐ Rua Dois
Endereço: Rua Dois
Coord. X: 590525 Coord. Y: 7507542 Bairro: Morada da Granja
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 20,0 ‐ 25,0

Declividade(°): 25,0 ‐ 75,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 5,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐053‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 16
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 64
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³)
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³)
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 900,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.140,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 19,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 300,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.440,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐053‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 26/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐053‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Escorregamento planar a montante das moradias.  Cicatriz e depósito de escorregamento planar a montante 
Detalhe para obra de impermeabilização a montante de  de moradias. Detalhe para o muro quebrado e inclinado, 
moradia. destruído pelo escorregamento. 

Visada a partir da encosta oposta das cicatrizes de 
escorregamento planar situada a montante das moradias.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐053‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐054‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Morada da Granja ‐ Rua 8
Endereço: Rua 8
Coord. X: 590493 Coord. Y: 7507405 Bairro: Morada da Granja
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 12,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 70,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


2,0 ‐ 6,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐054‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 14
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 56
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 500,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 3.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 240,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 960,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 12,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 120,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 2.000,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐054‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐054‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
montante de moradias da Rua 8. de moradias da Rua 8, com feições erosivas laminares 
associadas.

Drenagem natural retilínea localizada a montante de  Talude de corte vegetado com presença de árvores 
moradias da Rua 8. inclinadas a montante de moradias da Rua 8.

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a  Cicatriz de escorregamento com feições erosivas 
montante da Rua 8. laminares evidentes em talude de corte a montante de 
moradias da Rua 8.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐054‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 24/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐055‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Santa Inês ‐ Rua Carlos Gomes, próximo ao n° 269 e Rua Catulo da Paixão
Endereço: Rua Carlos Gomes, próximo ao n° 269 e Rua Catulo da Paixão
Coord. X: 591049 Coord. Y: 7507859 Bairro: Santa Inês
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 2,0 ‐ 10,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 3,0 0,0 ‐ 6,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐055‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 107


R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 428
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 40,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 400,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 5.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 1.200,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.770,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 46,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 630,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 3.120,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐055‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐055‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte,  Depósitos antrópicos de lixo e entulho no topo de talude 
com bananeiras na base e moradias à jusante. de corte.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Árvore inclinadas e bananeiras no topo de talude de 
jusante de moradia, apresentando árvore inclinada no  corte.
topo e depósito de escorregamento na base. 

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte, 
jusante de moradia, com bananeiras no topo e depósito  apresentando trincas no terreno paralelas à cicatriz.
de escorregamento na base.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐055‐01‐R4
Equipe Pedro Simões e Murilo Ducat Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: São Sebastião ‐ Rua Santina Pereira de Melo
Endereço: Rua Santina Pereira de Melo
Coord. X: 590971 Coord. Y: 7507180 Bairro: São Sebastião
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 8,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 6,0 0,0 ‐ 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 43
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 172
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 10,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 600,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.500,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 360,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 300,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 690,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 15,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 150,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.440,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Documentação Fotográfica

Vista geral do setor de risco, com cicatrizes de  Escorregamento planar em talude de corte a montante 
escorregamento em talude de corte a montante de  de moradias da Rua Santino P de Melo e a jusante de 
moradias da Rua Santino P de Melo. servidão da mesma rua.

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a jusante  Talude de corte a jusante de moradia localizada em 
de moradias do servidão da Rua Santino P de Melo. servidão da Rua Santino P de Melo. 

Talude de corte a montante de moradia do servidão da  Trinca em muro localizado a jusante de talude de corte a 
Rua Santino P de Melo. jusante de servidão da Rua Santino P de Melo.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐02‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: São Sebastião ‐ Rua Santina Pereira de Melo
Endereço: Rua Santina Pereira de Melo
Coord. X: 590981 Coord. Y: 7507366 Bairro: São Sebastião
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 4,0 ‐ 6,0

Declividade(°): 30,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 4,0 0,0 ‐ 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐02‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 30
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 120
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 54,50
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³)
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 300,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 1,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐02‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐02‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Documentação Fotográfica

Vista geral do setor, com taludes de corte a montante e a  Vista geral do setor, com taludes de corte a montante e a 
jusante de moradias do servidão da Rua Santino P de  jusante de moradias do servidão da Rua Santino P de 
Melo. Melo. Presença de muros de contenção na maioria dos 
taludes de corte a montante das moradias.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐056‐02‐R3
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐057‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 29/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Metalúrgico ‐ Rua A
Endereço: Rua A
Coord. X: 591110 Coord. Y: 7507208 Bairro: Metalúrgico
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 3,0 ‐ 8,0

Declividade(°): 40,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 1,5 1,0 ‐ 4,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐057‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 29/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 10
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 40
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 30,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 850,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 2.000,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²) 900,00
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 360,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 810,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 13,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 900,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐057‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 29/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐057‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 29/09/2013
Documentação Fotográfica

Visão geral da disposição das moradias no talude. Presença de área desmatada e bananeiras no topo do 
talude.

Presença de árvores de grande porte ao longo do talude.  Presença de cicatriz de escorregamento planar e feições 
Algumas encontram‐se inclinadas. erosivas no solo exposto pela cicatriz.

Área desmatada com presença de arvores inclinadas.  Área desmatada com presença de solo exposto.
Nota‐se a moradia próxima ao talude de corte ao fundo.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐057‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 29/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐058‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Mangueira ‐ Rua Francisco Ribeiro de Souza
Endereço: Rua Francisco Ribeiro de Souza
Coord. X: 589904 Coord. Y: 7506842 Bairro: Mangueira
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 20,0

Declividade(°): 35,0 ‐ 80,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


0,0 ‐ 6,0 ‐
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐058‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 16
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 64
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 1.000,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 3.600,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 2.100,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 1.260,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 15,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 210,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 1.440,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐058‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐058‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento em talude de corte a  Talude de corte a montante de muro de contenção a 
montante de moradia da Rua A. montante de moradia da Rua A. 

Depósito de escorregamento em talude de corte que  Talude de corte com feições erosivas de ravinamento e 
dista 0,0 metros de moradia a jusante.  depósito de escorregamento.

Talude de corte de aproximadamente 6,0 metros de  Escorregamento planar em talude de corte de 9,0 metros 
altura, com cicatriz de escorregamento, a montante de  de altura a montante de moradias da Rua A.
moradias da Rua A.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐058‐01‐R4
Equipe Rasec Almeida e Vital Assano Data: 27/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐059‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Mangueira ‐ Rua Enfermeira Sheila, Rua E
Endereço: Rua Enfermeira Sheila, Rua E
Coord. X: 590081 Coord. Y: 7506359 Bairro: Mangueira
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 30,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 5,0 1,0 ‐ 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐059‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 26
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 94
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 5,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 580,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 50,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 720,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 11,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 180,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 960,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐059‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐059‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte,  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
situada à montante de moradia e à jusante de encosta  montante de moradia de baixo padrão construtivo.
natural. Observa‐se feições erosivas de ravinamento.

Muro de “rip‐rap” construído na base do talude de corte,  Cicatrizes de escorregamento planar em encosta natural 
sendo que no topo há uma cicatriz de escorregamento  à montante de moradias.
planar.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatrizes de escorregamento em encosta natural à 
montante de moradias. Observa‐se bananeiras no topo e  montante de moradias, com evidentes feições erosivas, 
feições erosivas em todo o talude. principalmente de ravinamento.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐059‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐060‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Paraíso de Lima ‐ Rua Dirceu Custódio do Nascimento, Rua São Francisco
Endereço: Rua Dirceu Custódio do Nascimento, Rua São Francisco
Coord. X: 590017 Coord. Y: 7506251 Bairro: Paraíso de Lima
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 6,0 ‐ 12,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 2,0 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐060‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 17
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 68
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 5,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 360,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²)
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 680,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 8,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 120,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m)
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 480,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²)
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐060‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐060‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatrizes de escorregamentos planares em taludes de  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
corte à montante de uma moradia abandonada e da via  jusante de uma construção nova, com evidentes feições 
de acesso. Observa‐se evidente processo erosivo de  erosivas de ravinamento. 
ravinamento, além de bananeiras à meia‐encosta.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatriz de escorregamento planar à jusante de moradia e 
montante de moradia. Observa‐se a construção de um  à montante de ruínas de uma antiga moradia, ocorrendo 
muro de “rip‐rap” na base do talude e uma escada  depósito de escorregamento pretérito na base do talude.
hidráulica sobre o talude.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Talude de corte à jusante de moradia, ocorrendo 
montante de via de acesso, com depósito de  bananeiras no topo.
escorregamento pretérito na base.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐060‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐061‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Paraíso de Lima ‐ Rua Dirceu Custódio do Nascimento
Endereço: Rua Dirceu Custódio do Nascimento
Coord. X: 589734 Coord. Y: 7506275 Bairro: Paraíso de Lima
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 4,0 ‐ 12,0

Declividade(°): 60,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


2,0 ‐ 3,0 1,0 ‐ 2,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões Dimensão aproximada (m³):
Fratura do maciço rochoso 
Distribuição espacial:
Depósitos Antrópicos Obs.:
Posição Encosta Natural Talude de Corte Talude de Aterro Talude Marginal
Material Presente Aterro Lixo Entulho
EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO
Trincas em moradias Degraus de abatimento Postes inclinados
Cicatrizes
Trincas em muros Dep. corrida de detritos Muros inclinados
Dep. escor. pretérito
Trincas no terreno Muro/Parede "embarrigados" Árvores inclinadas
Obs.:

PROCESSOS DE INSTABILIZAÇÃO Processo Ocorrido Processo Esperado


Escorregamentos Encosta Corte Aterro Dep. Antrópico Tipo Planar Circular Cunha
Erosão Laminar Sulcos ou Ravinas Voçorocas
Tombamento de blocos Queda de blocos Desplacamento de blocos Rolamento de bloco
Solapamento Corrida de massa
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐061‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
ÁGUA Concentração de água em superfície (Enxurrada) Lançamento de água servida em superfície
Vazamento de tubulação Água Esgoto Não há vazamento
Abastecimento de água
Água encanada Poço/Cisterna/Cacimba Mina d'água Outros
Mina d'água no talude No pé do talude No topo do talude No meio do talude Não há mina aparente
Sistema de drenagem superficial Inexistente Satisfatório Precário
Destino do esgoto Fossa Canalizado Céu aberto Outros:
VEGETAÇÃO NA ÁREA OU PROXIMIDADES
Presença de árvores Vegetação rasteira Solo exposto Área desmatada Cultivo Banana

AVALIAÇÃO DE RISCO E GRAU DE RISCO Moradias em risco: 20
R1‐Baixo Risco R2‐Médio Risco R3‐Alto Risco R4‐Muito Alto Risco Pessoas em risco: 80
Obs:

MEDIDAS ESTRUTURAIS
Limpeza/Desbaste/Acerto da Geometria
Remoção de lixo e entulho (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora)
Remoção de vegetação (12 pessoas, caminhão basculante e pá carregadeira) (hora) 70,00
Remoção de material rompido, acerto de geometria do talude (se executado manualmente) (m³) 5,00
Remocao de material rompido, acerto de geometria do talude (Maquinário) (m³) 1.399,00
Plantio
Plantio de vegetação (Árvores e mudas) (unidade)
Plantio de vegetação (Gramínea) (m²)
Plantio de vegetação (Tela biodegradável) (m²
Revestimento do Talude Tela em aço CA 60A + concreto projetado (calda de cimento + pedrisco) com espessura de 0,15
Execução de revestimento com tela metálicas (m²)
Execução de revestimento com concreto projetado (m²) 480,00
Sistema de Drenagem Superficial e Subsuperficial
Canaleta de drenagem meia cana  (m) 955,00 Trincheira Drenante (m³)
Caixa de passagem (unidade) 13,00 Galeria de água pluvial Subterrânea (m)
Escada d’água (m) 190,00 Rede de esgoto (m )
Guia (m) Dreno Horizontal Profundo (m) 480,00
Sarjeta (m)
Canalização de Córregos  Gabião (Caixa) Gabião (Colchão)
Estruturas de Contenção
Muro de Arrimo (m²) 315,00 Solo Grampeado (m²)
Muro Atirantado (m²)
Construção de Nova Moradia Moradia nova (Unidade)
Desmonte de Estruturas ou moradias Desmonte de estruturas e/ou moradias (m²) 200,00
Desmonte Manual de Matacões Desmonte Manual de Matacões (m³):
Manutenção e Reparo
Manutenção do plantio por 1 ano (Vegetação) (m²)
Manutenção e reparo de obras e equipamentos públicos (escadarias, acessos e pavimentos) (m²)
Observações
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐061‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
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Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Documentação Fotográfica

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte  Cicatrizes de escorregamentos planares em encosta 
com bananeiras na base. natural à montante de moradias.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
montante da via de acesso. Observa‐se depósito de  jusante de moradia e montante da via de acesso. Há 
escorregamento pretérito na base do talude. bananeiras na base e feições erosivas no talude.

Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à  Cicatriz de escorregamento planar em talude de corte à 
montante de construção nova. Observa‐se lançamento  montante de via  de acesso e à jusante de encosta 
de água servida na superfície e depósito de  natural, com árvores de grande porte no topo da encosta 
escorregamento pretérito na base do talude. natural.
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐061‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
Medidas Propostas
Município de Barra Mansa Numero do Setor BM‐062‐01‐R4
Equipe Beatriz Forny e Gabriel Fontanella Data: 26/09/2013
LOCALIZAÇÃO
Nome da área: Boa Vista I ‐ Rua Mauro Granato
Endereço: Rua Mauro Granato
Coord. X: 589430 Coord. Y: 7505692 Bairro: Boa Vista I
Condições de acesso: Não Pavimentada Misto Pavimentado Asfalto Paralelepípedos
Obs.:
Estado das vias: Bom Regular Ruim Obs:
CONDICIONANTES
Características do Setor
Tipo predominante de construção: Alvenaria Madeira Misto
Encostas Naturais

Altura (m):

Declividade (°): Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):

Talude de Corte

Altura (m): 4,0 ‐ 15,0

Declividade(°): 45,0 ‐ 90,0 Distância Talude‐Casa (m): Distância Topo do Talude‐Casa (m):


1,0 ‐ 5,0
Taludes de Aterro
Altura (m):
Declividade:
Material Predominante:
Solo residual  Saprolito Rocha alterada Rocha sã Aluvião Colúvio Tálus
Estruturas desfavoráveis à estabilidade:
Características da Drenagem Presença de assoreamento
Retificada Natural Retilínia Meandrante Solo (material)
Presença de Paredão Rochoso ou Matacões D