Você está na página 1de 49

SUMÁRIO

1. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE SURDOS E DA LÍNGUA DE SINAIS 4


BREVE HISTÓRICO DA LÍNGUA DE SINAIS 4
A LÍNGUA DE SINAIS NO BRASIL 5
2. LIBRAS, SEGUNDO A CONSTITUIÇÃO 6
3. ASPECTOS GRAMATICAIS DA LIBRAS 7
PARÂMETROS DA LÍNGUA DE SINAIS 7
Configuração de mão 8
Movimento 9
Expressão Facial 11
4. ESTRUTURA GRAMATICAL DA LIBRAS 13
TIPOS DE FRASES EM LIBRAS 14
5. ALFABETO MANUAL 15
6. NÚMEROS 17
NUMERAIS CARDINAIS 17
NUMERAIS ORDINAIS 17
NUMERAIS QUANTITATIVOS 17
NUMERAIS MONETÁRIOS 18
DEZENAS REPETIDAS 19
7. CLICHÊS SOCIAIS 20
8. NOÇÕES DE TEMPO 24
9. DIAS DA SEMANA 26
10. MESES DO ANO 28
11. FAMÍLIA 32
12. CORES 34
13. VERBOS 36
14. NOÇÕES DE LUGAR 41
15. VOCABULÁRIO DE PARES ANTÔNIMOS 42
16. DOCUMENTAÇÃO 46
17. ANOTAÇÕES PESSOAIS 48
3

1 A história da Educação de Surdos e da Língua de Sinais

Contando uma história...

A história da educação de surdos não é uma história difícil de seranalisada e


compreendida, ela evolui continuamente apesar de vários impactosmarcantes, no
entanto, vivemos momentos históricos caracterizados por mudanças, turbulências e
crises, mas também de surgimento de oportunidades.
Antes de surgirem estas discussões sobre a educação, os sujeitossurdos
eram rejeitados pela sociedade e posteriormente eram isolados nosasilos para que
pudessem ser protegidos, pois não se acreditava que pudessem ter uma educação
em função da sua „anormalidade‟, ou seja aquela conduta marcada pela intolerância
obscura na visão negativa sobre os surdos, viam-nos como „anormais‟ ou „doentes‟.
Muitos anos depois os sujeitos surdos passam a ser vistos como cidadãos
com direitos e deveres de participação na sociedade, mas sob uma visão de
assistencial excluída. Naquela época, não tinham escolas para os sujeitos surdos.
Com esta preocupação educacional de sujeitos surdos fizeram surgir numerosos
professores que desenvolveram seus trabalhos com os sujeitos surdos e de
diferentes métodos de ensino.
BREVE HISTÓRICO DAS LÍNGUAS DE SINAIS

Ponce de Leon foi considerado o primeiro professor de surdos da história.


Ele ensinava filhos surdos de pessoas nobres, foi o responsável pelo
desenvolvimento do alfabeto manual, que ajudava surdos a soletrar palavras.
Juan Pablo Bonet aproveitou o trabalho iniciado por Leon e publicou o
primeiro livro sobre a educação de surdos.
O abade Charles Michel de L'Epée, instituiu o Instituto Nacional de Surdos-
Mudos em Paris, a primeira escola de surdos com a filosofia manual e oralista. Foi a
primeira vez na história que os surdos adquiriram o direito de uma língua própria.
Houve adoção de método de educação coletiva e o reconhecimento de que o surdo
deveria primeiro aprender a língua gestual para depois ensinar-lhe a falar. L'Epée
foi o primeiro a vislumbrar na linguagem mímica ainda imperfeita deles, meios mais
seguros e simples de comunicação e uma mais direta e clara tradução de
pensamento.
Em 1880, realizou-se o I Congresso Internacional de Professores de Surdos,
em Milão, e trouxe uma completa mudança aos rumos da educação de surdos e,
4

justamente por isso, ele é considerado um marco histórico. No Congresso definiu-se


uma nova corrente na educação de surdos: a oralista.

O Impacto do Congresso de Milão em 1880 na


Construção Educacional de Surdos

No dia 11 de setembro de 1880, houve uma votação de 160 votos, a favor


de métodos orais na educação de surdos, contra 4. A partir daí a língua de sinais foi
proibida oficialmente alegando que a mesma destruía a habilidade oral dos sujeitos
surdos.
Após o congresso, a maiorias dos países adotaram rapidamente o método
oral nas escolas para surdos, proibindo oficialmente a língua de sinais, começando
assim, uma longa batalha do povo surdo para defender seu direito linguístico
cultural.
Em seguida ao congresso, os professores surdos perderam seus empregos.
As línguas de sinais foram forçosamente substituídas por métodos orais e, em
consequência disto, a qualidade da educação dos surdos diminuiu fazendo com que
as crianças surdas saíssem das escolas com as qualificações inferiores ehabilidades
sociais limitadas.
Durante quase 100 anos existiu o “império oralista” e, foi somente na década
de 1960 que despontaram estudos sobre as línguas de sinais e deram origem a
novas propostas pedagógico-educacionais em relação à educação dos surdos e a
corrente lançada nos anos 70 foi a Comunicação Total.
A LÍNGUA DE SINAIS NOBRASIL

No Brasil, a educação de surdos teve início no governo Imperial de D. Pedro


II, quando o professor francês HernestHuet, a convite de D. Pedro II, veio para o
Brasil para fundar a primeira escola para meninos surdos.
A respeito dessa questão Rinaldi (1998, p.283) aponta que a carta de
intenções do professor surdo francês HernestHuet sobre a fundação do Instituto,
dirigida ao Imperador D. Pedro II, encontra-se no Museu Imperial de Petrópolis –
Estado do Rio de Janeiro, atualmente, Instituto Nacional de Educação de Surdos
(INES).
Criado pela Lei nº 839, de 26 de setembro de 1857, o Instituto recebeu o
nome de Imperial Instituto de Surdos-Mudos onde somente pessoas surdas do sexo
masculino eram acolhidas.
5

O Imperial Instituto de Foi dirigido por Ernest Huet, no período de 1857 a


1861, quando teve que deixar a direção por motivos pessoais. Mais tarde, com o
advento da República, recebeu o nome de Instituto Nacional de Surdos-Mudos e
posteriormente, com os progressos alcançados na recuperação de surdos,
transformou-se no Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES, que é
atualmente um centro nacional de referência.
Por muitos anos essa foi a única instituição oficial que recebeu alunos
surdos de todo o Brasil e de países da América Latina. Em 1951, o Ministério da
Educação (MEC) promoveu a instalação de cursos especializados para formação de
professores.

Desde então os surdos no Brasil passaram a poder contar com o apoio de


uma escola especializada para a sua educação, obtendo a oportunidade de “criar” a
Língua Brasileira de Sinais (Libras), mistura da língua de sinais francesa com os
sistemas de comunicação já usados pelos surdos das mais diversas localidades
brasileiras.

2 LIBRAS, segundo a Constituição.

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002.

Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais


- Libras e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional


decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a


Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela
associados.

Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma


de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-
motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema linguístico de
transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do
Brasil.
6

Art. 2º Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas
concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e
difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação
objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.

Art. 3º As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos


de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado aos
portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas legais em vigor.

Art. 4º O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais,


municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação
de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e
superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte
integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação
vigente.

Parágrafo único. A Língua Brasileira de Sinais - Libras não poderá substituir a


modalidade escrita da língua portuguesa.

Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 24 de abril de 2002; 181º da Independência e 114º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

3 Aspectos Gramaticais da LIBRAS

PARÂMETROS DA LÍNGUA DE SINAIS


Todos os sinais nascem a partir de uma receita básica a ser seguida. A cada
ingrediente desta receita chamamos de Parâmetro.
Os Parâmetros da LIBRAS são:
CONFIGURAÇÃO DE MÃO: A forma que a mão assume para a
execução dos sinais.
PONTO DE ARTICULAÇÃO: Local do corpo onde incide a
configuração. Sendo que, o ponto de articulação é considerado
neutro, caso não toque em nenhuma parte do corpo.
MOVIMENTO: Os sinais podem estar acompanhados de movimento
ou não.
ORIENTAÇÃO: Direcionamento das mãos, dedos, braços, etc;em
relação ao sinal feito.
EXPRESSÃO: Facial (Estrutura melódica) e Corporal (Estrutura
Semântica)
7

Note estes parâmetros estruturados em dois sinais (MAL e RESPEITO)

 Sinal de MAL- Adjetivo. (Ele é mal!)

Configuração MovimentoExpressão Facial

Orientação: Mão direita estendida com a palma para esquerda, dedos lado a lado e
apontados para cima. Posicionar a mão em frente ao rosto, mais
próxima do lado direito.
Ponto de Articulação: Neutro. (não toca em nenhuma parte do corpo)

 Sinal de RESPEITO, EDUCAÇÃO. (Ele é educado!)

Movimento ConfiguraçãoPonto de Articulação: ombro

Expressão Facial: Leve sorriso


Orientação: Mão direita em “L”, palma para baixo. Dedo indicador apontando para a
esquerda.

Vejamos mais profundamente três destes Parâmetros: Configuração de


Mão(s), Movimento e Expressão Facial.

CONFIGURAÇÕES DE MÃO(S)
Como já dito, as configurações consistem em formas manuais distintas para
a execução dos sinais.
As letras e os números podem ser considerados como configurações. Há,
porém, outras configurações que não estão dentro deste grupo, mas que são
constantemente utilizadas.
São elas:
8

MOVIMENTO
É o deslocamento da mão no espaço, durante a realização do sinal.
Há vários tipos de movimento que acompanham os sinais, dando-lhes
assim, completa significação. O movimento em LIBRAS é classificado levando em
conta sua direção e tipo.
9

Quanto à DIREÇÃO:
 Unidirecional : movimento em uma direção no espaço, durante a realização
de um sinal.
Ex.:
O Sinal para o verbo MANDAR é
unidirecional

 Bidirecional : movimento realizado por uma ou ambas as mãos, em duas


direções diferentes.
Ex.:
O Sinal para o verbo TRABALHAR é
bidirecional

 Multidirecional: movimentos que exploram várias direções no espaço.

Quanto ao TIPO DE MOVIMENTO:

Retilíneo Helicoidal Circular


Sinal de AVIÃO Sinal de ALTO Sinal de BRINCAR
10

Semicircular Sinuoso Angular


Sinal de SURDO Sinal de BRASIL Sinal de DIFÍCIL

EXPRESSÃO FACIAL
As expressões faciais cumprem duas funções na Língua de Sinais. A primeira
é que ela é capaz de expressar as emoções do emissor da mensagem, e a segunda
é a de transmitir as ideias relativas à estrutura melódica (entonação da voz, em
Língua Portuguesa). É responsável, ainda, por transmitir o tipo de frase do contexto.
Veja as expressões abaixo. O que elas significam?

Como no caso abaixo, a expressão facial poderá também dar um referencial


de significação para o grau dos adjetivos.
Sinal de BELO, Sinal de BELÍSSIMO
BONITO
11

ATIVIDADE 1
EXPRESSÃO FACIAL
Para treinar a sua expressão facial, repita os exercícios abaixo:
12

4 Estrutura Gramatical de Frases em LIBRAS

Em Língua Portuguesa, a maioria das frases simples segue a seguinte


sequencia lexical:
SUJEITO + VERBO + OBJETO

Observe:
O meninobrincoucom a bola
Sujeito+ Verbo + Objeto
Porém, em Língua de Sinais, essa sequencia muda para que a frase tenha
sentido para o sujeito surdo.
A língua de sinais é a imagem do pensamento, logo, o surdo pensa em
imagens, não em palavras. Isso quer dizer que, em níveis práticos, cada coisa tem
que estar em seu lugar para que a sentença sinalizada faça sentido. Como assim?
A frase que vimos acima pode exemplificar:
PORTUGUÊS: O menino brincou com a bola
Língua de Sinais:BOLA-MENINO-BRINCAR
Segundo o sentido do pensamento surdo é necessário que:
1. Haja algo com o que brincar = OBJETO, neste caso é BOLA.
2. Haja quem pratique a ação de brincar = SUJEITO, neste caso é
MENINO.
3. Haja uma ação exercida pelo sujeito e sofrida pelo objeto = VERBO,
neste caso é BRINCAR.

Assim, a “fórmula” é:
TEMPO + OBJETO + SUJEITO + VERBO+ INTERROGATIVO
13

ATIVIDADE 2
GRAMÁTICA DA LIBRAS

Tente passar as frases abaixo do PORTUGUÊS para LIBRAS:

1. Quantos anos você tem?


______________________________________________________________
___________________________________________________

2. Onde você mora?


______________________________________________________________
___________________________________________________

3. Minha avó morreu ontem.


______________________________________________________________
___________________________________________________

4. Teremos prova amanhã.


______________________________________________________________
___________________________________________________

Tipos de Frases em Libras

Para produzirmos uma frase em LIBRAS nas formas afirmativa, exclamativa,


interrogativa, negativa ou imperativa é necessário estarmos atentos às expressões
faciais e corporais a serem realizadas, simultaneamente, às mesmas.
 Afirmativa: a expressão facial é neutra.
 Interrogativa: sobrancelhas franzidas e um leve movimento da
cabeça,inclinando-se para cima.
 Exclamativa: sobrancelhas levantadas e um leve movimento da
cabeçainclinando-se para cima e para baixo.
 Forma negativa: a negação pode ser feita através de três processos:
a) incorporando-se um sinal de negação diferente do afirmativo.
Ex.: (TER / NÃO-TER; QUERER / NÃO-QUERER)
14

b) realizando-se um movimento negativo com a cabeça, junto à ação que


está sendo negada.
Ex.: (DIZER / NÃO-DIZER)
c) acrescida do sinal NÃO (com o dedo indicador) à frase afirmativa.
EX.: (IR / NÃO-IR)
 Imperativa:Costas eretas, cabeça um pouco mais levantada que o normal.
Ex.: (SILÊNCIO / CALE A BOCA!)

5 ALFABETO MANUAL

Coloque aqui o seu primeiro nome e treine-o em LIBRAS:

_____________________________________________________________
15

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
1. Para fazer o “Ç”, configure a mão em C e tremule a mão.
2. Acentos são desenhados no ar, com a ponta do dedo indicador, sobre a letra
em que o incide.
3. Entre uma palavra e outra, dê um espaço na soletração para que não pareça
que está soletrando é uma só palavra. O espaço é feito com um leve
movimento pela mesma mão que executa a soletração. Este movimento é
semelhante ao de empurrar o carro de uma máquina de escrever.
4. Para melhor visualização, mantenha a palma da mão para frente, enquanto
soletra.

ATIVIDADE3
ALFABETO MANUAL
1º) O que você lê?

______________________________

______________________________

______________________________

______________________________

______________________________

______________________________

______________________________

______________________________

______________________________

______________________________
16

NÚMEROS (CARDINAIS, QUANTITATIVOS, ORDINAIS E


6 MONETÁRIOS)

NÚMEROS CARDINAIS –Utilizado para números de telefone, número da casa,


idade, etc...

NUMERAIS QUANTITATIVOS – Utilizado para indicar a quantidade das coisas e/ou


pessoas.

0 1234
(um/uma)(dois/duas)

5 6 789
NÚMEROS ORDINAIS – Utilizados para classificações, premiações, ordem de
chegada, etc...

1º2º 3º 4º
17

5º 6º7º 8º 9º

NUMERAIS MONETÁRIOS – Utilizado para expressar valores monetários.


Para sinalizar o preço das coisas, utilize os números cardinais e logo em seguida
faça o sinal de “REAL”.

DINHEIRO CARTÃO DE REAL


CRÉDITO

MOEDA CÉDULA

CHEQUE CENTAVO(S) Ex.: Paguei 15


REAIS.
18

DEZENAS REPETIDAS – 11, 22, 33, 44, 55, 66, 77, 88 e 99. Sinalizam-se com um
leve movimento (2 vezes para a esquerda) para indicar a repetição do número que
está sendo sinalizado.

ATIVIDADE4
NÚMEROS
1º) Qual a representação correta para os termos em destaque?

a) O atleta chegou emprimeiro lugar.

( ) ( ) ( )

b) Tenho duas canetas.

( ) ( ) ( )

c) Cristo morreu aos trinta e três anos.

( ) ( ) ( )

d) Moro na casa de número doze.

( ) ( ) ( )
19

e)O atleta que ficou em quinto lugar, tem vinte e dois anos.

( ) e ( ) e ( ) e

f) Tinha cinco laranjas, de duas fiz um suco. Fiquei com três.

( ) , e ( ) , e ( ) , e

g) Meu avô tem sessenta e seis anos e aposentou-se aos cinquenta e dois.

( ) e ( ) e ( ) e

h) Aos quinze anos, fiquei na segunda colocação num concurso com trinta
concorrentes.

( ) , e ( ) , e

7 CLICHÊS SOCIAIS

NOME SINAL

BOM DIA!
20

BOA TARDE!

BOA NOITE!

OI TCHAU

OBRIGADO(A) DE NADA
21

DESCULPE-ME COM LICENÇA / POR FAVOR

PREZER EM CONHECÊ-LO(A)

FELIZ + CONHECER + VOCÊ


22

ATIVIDADE5
CLICHÊS SOCIAIS

1º)Faça a exata associação dos sinais com as palavras.

OBRIGADO

BOA TARDE

BOM DIA

PRAZER EM
CONHECER VOCÊ

BOA NOITE

TCHAU
23

8 NOÇÕES DE TEMPO

ADVÉBIOS DE TEMPO

HOJE AGORA ONTEM ONTEONTEM

AMANHÃ

Puxar a mão para cima e para frente, flexionando o dedo médio ao mesmo tempo,
em um único movimento.

HORÁRIOS

Que horas são?

MINUTO 5 MINUTOS MEIO-DIA


24

MEIA-NOITE MEIA (30 min)

15 MINUTOS 30 MINUTOS 45 MINUTOS

UMA HORA 1 DIA

9 DIAS DA SEMANA
25

DOMINGO SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA

SÁBADO Sinal de SEMANA

ATIVIDADE 6
DIAS DA SEMANA
26

1º) Associe cada dia da semana com o seu respectivo sinal, escrevendo-o no
seu respectivo quadro numérico.

(1) (2) (3)

(4) (5) (6)

(7)

10 MESES DO ANO
27

Sinal de MÊS Sinal de ANO

JANEIRO FEVEREIRO

MARÇO ABRIL

MAIO JUNHO

JULHO AGOSTO
28

SETEMBRO OUTUBRO

NOVEMBRO DEZEMBRO

MÊS: JUNHO de 2012


DOM SEG TER QUA QUI SEX SÁB
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27

ATIVIDADE 7
29

MESES DO ANO

1º) Marque ( V ) para verdadeiro e ( F ) para falso.

JANEIRO
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31

2º) Faça a correlação entre datas comemorativas e os sinais dos meses.

( A ) Dia das Mães

( )

( B ) Natal

( )

( C ) São João

( )

( D ) Tiradentes

( )
30

( E ) Dia Mundial da Paz

( )

( F ) Dia das Crianças

( )

( G ) Independência do Brasil

( )

( H ) Dia de Finados

( )

( I ) Carnaval

( )

( J ) Dia Internacional da
Mulher

( )

( K ) Independência dos EUA

( )

( L ) Dia Nacional da Saúde

( )

11 FAMÍLIA

Sinal de FAMÍLIA
31

HOMEM MULHER

PAI MÃE

FILH@ IRM@

TI@ AV@
32

PRIM@ NET@

BEBÊ

12 CORES
33

Sinal de CORES ou COLORIDO AMARELO

PRETO NEGRO (Pessoas)

BRANCO AZUL

VERMELHO VERDE

MARROM VINHO
34

ROXO Cor de LARANJA

CINZA Cor de ROSA

2
1

4
7
5 6

13 VERBOS
35

ABAIXAR ACERTAR

AGRADECER AJUDAR

ALMOÇAR ANDAR

ATRASAR BRIGAR

BRINCAR CAIR

CASAR CHEIRAR
36

COMER COMPRAR

COMUNICAR CONHECER

CONSEGUIR CONVERSAR

CUIDAR (Ficar de olho) DAR

DEMORAR DESCANSAR
37

DESCONFIAR DESPREZAR

DOER DORMIR

ECONOMIZAR ENCONTRAR

ENSINAR ENTENDER
38

ESCREVER ESQUECER

ESTUDAR FAZER

IR LEMBRAR

LER LIMPAR
39

MENTIR MORAR

NAMORAR OLHAR

PENSAR QUEBRAR

SENTIR TER

TRABALHAR VENCER
40

XEROCAR (Cópias) ZOMBAR

14 NOÇÕES DE LUGAR

ONDE?

PERTINHO PERTO PRÓXIMO

LONGE (Distância Determinada) LONGE (Distância Indeterminada)


41

15 VOCABULÁRIO

PARES ANTÔNIMOS

NERVOSO CALMO ÓDIO AMOR

MAL EDUCADO EDUCADO OUVINTE SURDO

AMIGO INIMIGO VERDADE MENTIRA


42

CERTO ERRADO FÁCIL DIFÍCIL

RÁPIDO DEVAGAR MAGRO GORDO

BOM / BEM MAL (Advérbio) FRACO FORTE

MELHOR PIOR VIDA MORTE


43

ALEGRE TRISTE LIMPO SUJO

RICO POBRE INTELIGENTE IGNORANTE

ALTO BAIXO BONITO FEIO

SAÚDE DOENÇA INÍCIO FIM


44

CALOR FRIO SENTADO EM PÉ

MOLE DURO DIFERENTE IGUAL

LARGO ESTREITO LISO ÁSPERO

EM FRENTE ATRÁS SOBRE SOB


45

16 DOCUMENTAÇÃO

RG - IDENTIDADE CPF

FGTS PIS

CARTEIRA DE TRABALHO

SEGURO DESEMPREGO CERTIDÃO DE NASCIMENTO


46

17 ANOTAÇÕES PESSOAIS
47
48
49

Referências Bibliográficas
50

CAPOVILA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico


Ilustrado Trilíngue da Língua Brasileira da Sinais. V.1 (de A a L). 3ª edição. Edusp,
2006. São Paulo.

CAPOVILA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico


Ilustrado Trilíngue da Língua Brasileira da Sinais. V.2 (de M a Z). 3ª edição. Edusp,
2006. São Paulo.

Você também pode gostar