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FERNANDA GLUS- XVI MED UP

BIOÉTICA 2º BIMESTRE
CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA
É a primeira fonte do médico para realizar suas ações
Lei 3268/ 1957- regula a parte burocrática da medicina. Artigo 5º→ compete ao CFM a
elaboração do código de ética e do código de processo ético
Resolução CEM 2217/2018- esse é o código de ética em vigor atualmente
Inovações- um princípio e um dever a mais
A fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas no CEM é atribuição dos Conselhos de Medicina,
das comissões de ética e dos médicos em geral

DIVISÃO DO CEM
- PREÂMBULO→ explica as razões das quais foram feitos os códigos, introdução

- 26 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO EXERCÍCIO DA MEDICINA→ anterior tinha 25


VII- O médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços que
contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as situações de ausência de
outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do
paciente
XI- O médico guardará sigilo a respeito das informações de que detenha conhecimento no
desempenho de suas funções, com exceção dos casos previstos em lei

- 11 DIREITOS→ normas diceológicas. Antes 10


IV- Recusar-se a exercer sua profissão em instituição pública ou privada onde as condições de
trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar a própria saúde ou a do paciente, bem como a dos demais
profissionais
IX- Recusar-se a realizar atos médicos que, embora permitidos por lei, sejam contrários aos ditames
de sua consciência

- 117 DEVERES→ normas deondotológicas. Antes 118. Transgressão das normas deontológicas
sujeitará os infratores às penas disciplinares previstas em lei
Todas elas se iniciam com: “é vedado ao médico”. Dessa forma, são “proibições”. São artigos
RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL
Art. 5º- Assumir responsabilidade por ato médico que não praticou ou do qual não participou.
Art. 7º- Deixar de atender em setores de urgência e emergência, quando for de sua obrigação fazê-
lo, mesmo respaldado por decisão majoritária da categoria.
Art. 8º- Afastar-se de suas atividades profissionais, mesmo temporariamente, sem deixar outro
médico encarregado do atendimento de seus pacientes internados ou em estado grave.
Art. 29- Participar, direta ou indiretamente, da execução de pena de morte.
RELAÇÃO COM PACIENTES E FAMILIARES
Art. 41- Abreviar a vida do paciente, ainda que a pedido deste ou de seu representante legal.
DOAÇÃO E TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS E TECIDOS. RELAÇÃO ENTRE MÉDICOS
REMUNERAÇÃO PROFISSIONAL
Art. 71- Oferecer seus serviços profissionais como prêmio, qualquer que seja sua natureza.
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Art. 72- Estabelecer vínculo de qualquer natureza com empresas que anunciam ou comercializam
planos de financiamento ou consórcios para procedimentos médicos.
SIGILO PROFISSIONAL. DOCUMENTOS MÉDICOS. AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA. PUBLICIDADE MÉDICA
ENSINO E PESQUISA MÉDICA
Art. 99- Participar de qualquer tipo de experiência envolvendo seres humanos com fins bélicos,
políticos, étnicos, eugênicos ou outros que atentem contra a dignidade humana

- DISPOSIÇÕES FINAIS→ são 4. Se não cumprir, estará sujeito às penais da lei


I- O médico portador de doença incapacitante para o exercício profissional, apurada pelo Conselho
Regional de Medicina em procedimento administrativo com perícia médica, terá seu registro suspenso
enquanto perdurar sua incapacidade
II- Os médicos que cometerem faltas graves previstas neste Código e cuja continuidade do exercício
profissional constitua risco de danos irreparáveis ao paciente ou à sociedade poderão ter o exercício
profissional suspenso mediante procedimento administrativo específico
III- O Conselho Federal de Medicina, ouvidos os Conselhos Regionais de Medicina e a categoria
médica, promoverá a revisão e atualização do presente Código quando necessárias
IV- As omissões deste Código serão sanadas pelo Conselho Federal de Medicina

CODIFICAÇÃO- há dois “tipos” de lei


- MATERIAL→ prevê o que é lícito ou ilícito. Por exemplo, por meio do código de ética
médica (CEM), código penal ou código civil. Ilícitos- deveres não cumpridos por parte do
médico
- PROCESSUAL→ são os processos. Código do processo ético profissional (CPEP), código de
processo penal, código de processo civil

CARACTERÍSTICAS GERAIS do código de ética médica


- Tipicidade→ a ofensa ao dever caracteriza a infração ética. Tipicidade- fato claramente
definido como ilícito. Define as ilicitudes
Princípio da tipicidade- só será infração se estiver escrito no código
- Preventivo→ as penas fazem parte do processo, mas elas são brandas
- Educativo→ orienta a conduta na prática profissional

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS do código de ética médica


- Normativo- normas de comportamento. Norma- diretriz de comportamento. Respeito ao paciente,
sigilo médico, responsabilidade do médico
- Axiológico- estudo de valores
- Abstrato- os deveres são de natureza abstrata. Abstrato- é uma hipótese
- Normas codificadas

Código de processo ético-profissional (Res CEM 2145- 2016)→ oferece as normas de


investigação de uma conduta com o dever do médico

CARACTERÍSTICAS DO CPEP
- Administrativo- natureza administrativa. O CRM pode ser parte
- Formalismo- prazos, tempo para terminar a investigação
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- Tipicidade
- Sanção externa- pena externa- pode ser- advertência confidencial, censura confidencial,
censura pública, suspensão até 30 dias, cassação (não pode mais ser médico)
- Adota a conciliação
- Discricionário- o conselho pode ou não investigar
- Cabe recursos- internamente no conselho
- Recurso judicial- da decisão final cabe recurso judicial

ASPECTOS ÉTICOS DA TECNOLOGIA MÉDICA


Os avanços da tecnologia têm propiciado o desenvolvimento de equipamentos
progressivamente mais desenvolvidos que tem trazido, na sua maioria, inequívocos
benefícios para os pacientes. Por outro lado, frequentemente o avanço tecnológico traz
consigo problemas éticos, não somente em nível individual
Procedimentos complexos→ inevitável que se tornem caros
As técnicas de fertilização in-vitro, as alternativas de manipulação genética e os avanços na área dos
transplantes são exemplos de áreas que estão provocando grandes discussões éticas nos dias atuais

Os avanços remetem para uma discussão relevante do ponto de vista coletivo→ princípio
da justiça e sua aplicação na alocação de recursos escassos na área da saúde
Deve-se diferenciar a prática médica da pesquisa médica

PRÁTICA MÉDICA
Representa intervenções planejadas visando somente o bem-estar do paciente ou cliente
individual e que apresenta uma razoável expectativa de sucesso. São ações do dia-a-dia→
decisões com relação à melhor estratégia de ação médica baseadas na experiência, que por
sua vez está sedimentada no conhecimento adquirido, através da leitura de material científico ou
do que captamos na nossa educação continuada ao frequentarmos congressos, seminários cursos e
conferências com especialistas de maior saber e experiência
Na maioria das vezes utilizam-se práticas médicas validadas→ são baseadas em
procedimentos empíricos prévios
Se estes procedimentos não são realizados→ práticas não validadas, que deverão ser
evitadas ao máximo, se não rejeitadas de início a não ser quando somos forçados a improvisar uma
solução inovadora para um caso incomum que na maioria das vezes representa apenas a variação de um
método já estabelecido.

PESQUISA MÉDICA
Qualquer atividade planejada, visando testar uma hipótese que permita que conclusões
sejam tiradas e desta maneira contribuir para um conhecimento mais generalizado.
Deve seguir um determinado ritual que inclui a preparação de um projeto de pesquisa, que
deverá ser aprovado por um CEP
Deve seguir as normas brasileiras e internacionais de pesquisas em seres humanos.
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É vedado empregar nos pacientes novas tecnologias que não foram prévia e formalmente
pesquisadas e que não podem ser rotuladas de práticas médicas validadas

Frequentemente novas técnicas são testadas em outros centros e oferecidas para serem
incorporadas na atividade profissional. Neste momento deve-se questionar:
- O novo procedimento é seguro? É eficaz?
- Representa uma melhora real em relação ao procedimento tradicional?
- Qual a sua utilidade (relação custo/benefício)?
- Qual a repercussão social do novo procedimento?

SEGURANÇA→ deve ser revisada examinando-se os projetos originais de pesquisa


publicados em periódicos cientificamente sérios
Perguntas que devem ser feitas antes de introduzir e aceitar um novo procedimento como
rotina→ número de pacientes examinados, como foram selecionados, resultados já foram
reproduzidos por outro grupo de pesquisadores, por quanto tempo os pacientes foram
acompanhados para se saber dos efeitos a longo prazo da nova técnica (se aplicável)
Segurança- ver se coloca a pessoa em vulnerabilidade ou não

SITUAÇÃO→ tomar a iniciativa de testar uma nova técnica. A primeira coisa a se fazer é
preparar um projeto de pesquisa de boa qualidade
Caso não exista experiência prévia com o método proposto cabe primeiramente um projeto que teste o
efeito da nova intervenção em animais. Somente após definir os padrões de segurança de utilização do
novo procedimento é que poderá ser feito um projeto de pesquisa que teste sua eficácia em humanos.
Esse projeto deve ser encaminhado para avaliação de um CEP

EFICIÊNCIA E MELHORA EM RELAÇÃO AO TRADICIONAL


A eficiência do novo método deverá ser avaliada pelos estudos clínicos em que esta
hipótese tenha sido testada
Frequentemente em primeiro lugar são publicados relatos de caso que evidentemente não
podem ser aceitos como evidência de que a nova técnica é eficiente
Devemos avaliar os estudos controlados que podem ser abertos ou fechados
randomizados. Os primeiros se justificam em fases iniciais, quando queremos avaliar
segurança e já ter uma ideia da eficiência do método. Para se saber da sua real eficiência, é
essencial fazermos estudos controlados bem feitos quando a nova técnica será comparada
com a já disponível. Para que um novo procedimento seja incorporado não basta que
diferenças estatisticamente significantes sejam os padrões de referência para a sua
incorporação na rotina médica

O custo direto e indireto representa um valor aceitável em relação ao custo tradicional?


Algumas vezes uma tecnologia de custo inicial alto torna-se barata, quando analisamos os
custos envolvidos com aquela doença sem se utilizar a tecnologia inovadora.
Exemplo→ transplantes renal e hepático. Há evidências em outros países que tanto o tratamento dialítico
a longo prazo como o atendimento do hepatopata grave com múltiplas internações pelas complicações
clínicas que lhe são próprias, são mais caras para o sistema de saúde que o transplante.
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Estudos que avaliassem os impactos médico e econômico de novas tecnologias deveriam


ser prioritários nas pós-graduações para que se tenham dados brasileiros consistentes com
relação às suas incorporações na prática médica

UTILIDADE→ a primeira preocupação sempre deve ser o bem do paciente. Na bioética essa
preocupação está incorporada dentro do princípio da beneficência. Ao buscarmos o bem
algumas vezes provocamos de maneira não intencional algum dano aos pacientes. O termo utilidade
refere-se à relação risco ou dano/ benefício inerente ao ato médico

O futuro reserva algumas inquietudes com relação ao impacto da informática na prática. O


uso de banco de dados e a rotina de identificar o paciente à imagens radiológicas endoscópicas e
patológicas de seus exames cria riscos potenciais com relação à confidencialidade e a privacidade da
informação médica. Devemos nos preocupar em criar senhas que controlem o acesso a este tipo de
informação privilegiada e, também, ao usarmos nosso material iconográfico, como ilustração científica,
não permitir que nossos pacientes sejam identificados

CONCLUSÃO→ importante enfatizar que os novos tempos já estão exigindo que os profissionais da área
médica sejam competentes não somente nas áreas cientifica e tecnológica. A competência ética é uma
necessidade atual e provavelmente tornar-se-á progressivamente mais necessária à medida que os novos
conhecimentos científicos e tecnológicos evoluírem.
As sociedades corporativas não podem se omitir desta realidade. Elas deverão se preocupar tanto com a
qualidade dos egressos das Faculdades de Medicina, bem como da valorização do título de especialista,
mantendo um alto princípio de qualificação profissional dos mesmos como com o oferecimento de centros
de treinamento qualificados e de educação continuada que contemple o avanço científico, tecnológico e
ético da prática médica

Modelo flexineriano→ consolidou a arquitetura curricular que hoje predomina na rede universitária dos
países industrializados. Introduziu critérios de cientificidade e institucionalidade para regulação da
formação acadêmica e profissional no campo da saúde. Perspectiva biologicista de doença, negação da
determinação social da saúde. Hospitalocêntrico, tendente à superespecialização

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O ESTUDANTE DE MEDICINA


PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
VIII- As atividades acadêmicas do estudante não podem ser exploradas com objetivos de lucro,
finalidade política ou religiosa
XVII- O estudante de medicina não deve aceitar ou contribuir com a mercantilização da medicina

- RELAÇÃO DO ESTUDANTE COM AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO E DE SAÚDE


Art. 2º: Cabe ao acadêmico de medicina ter ciência e aplicar as condutas de biossegurança
preconizadas no ambiente de prática
Art. 7º: É direito do estudante apontar falhas nos regulamentos e nas normas das instituições onde
exerça sua prática quando as julgar indignas do ensino ou do exercício médico
Art. 12: O estudante de medicina é, por definição, integrante do sistema de saúde e não deve se
valer da facilidade do acesso a este para qualquer benefício próprio
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- RELAÇÕES INTERPESSOAIS DO ESTUDANTE


Art. 16: É dever do estudante posicionar-se contra qualquer tipo de assédio moral e/ou relação
abusiva de poder entre internos, residentes e preceptores dentro do ambiente médico/universitário
Art. 26: A realização de atendimento por acadêmico deverá obrigatoriamente ter supervisão
médica
Art. 29: A quebra de sigilo médico é de responsabilidade do médico assistente, sendo esse ato
vedado ao acadêmico de medicina
Art. 32: O estudante de medicina deve manusear e manter sigilo sobre informações contidas em
prontuários, papeletas, exames e demais folhas de observações médicas, assim como limitar o manuseio e
o conhecimento dos prontuários por pessoas não obrigadas a sigilo profissional

- RESPONSABILIDADE DO ESTUDANTE COM OS SEUS ESTUDOS/FORMAÇÃO


- RELAÇÃO DO ESTUDANTE COM A SOCIEDADE
- RELAÇÃO DO ESTUDANTE COM A EQUIPE MULTIPROFISSIONAL
- RELAÇÃO DO ESTUDANTE COM O CADÁVER

SINDICÂNCIA- CRM
Sindicância (“investigação”) é realizada por conselheiro

PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE→ primeiro princípio que envolve a sindicância


Esse príncipio diz que quem vai julgar o fato é o conselho de onde o fato ocorreu
Presente no código de processo ético profissional (CPEP)
A competência para apreciar e julgar infrações éticas é do CRM em que o médico esteja inscrito ao tempo
da ocorrência do fato punível. Ainda que o médico não possua inscrição na respectiva circunscrição, ou,
tendo sido inscrito, já tenha sido transferido para a circunscrição de outro CRM

DESAFORAMENTO→ médico pede para ser julgado num conselho onde o fato não ocorreu-
conselho pode aceitar ou não. Artigo 3º
Desaforamento na sindicância possível- não quer julgar, arquivamento
Desaforamento no CPEP- obrigatório- deixa que outro órgão julgue
Ideal ser julgado no CFM- não conhece o conselheiro

DENÚNCIAS QUE CHEGAM AO CONSELHO E SERÃO ACEITAS


- Verbal ou escrita- identificação completa do denunciante, na qual conste o relato circunstanciado dos
fatos, e quando possível, a qualificação completa do médico denunciado, com a indicação das provas
documentais
- Comissão de ética- de ofício pelo próprio CRM- denúncia pode vir da comissão de ética do local
- Pessoa jurídica- diretor técnico ou clínico
Caso a denúncia esteja deficiente a ponto de comprometer sua exata compreensão em relação aos fatos e
provas, o corregedor poderá conceder ao denunciante prazo de 15 dias para sua complementação
A denúncia anônima não será aceita
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INSTRUÇÃO DA SINDICÂNCIA
- Conselheiro sindicante- bom que seja da especialidade que ocorreu o fato, pois já tem
convivência com o assunto
- Uso de meios de prova ou indícios
- Relatório conclusivo
Autoria- definir se o indivíduo é o autor do ato
Materialidade
Enquadrar no CEM- definir onde está a infração no CEM
Sindicância deve terminar em 3 anos- se demorar mais- processo para. Perdeu o direito de julgar o médico

DECISÃO CIVIL E PENAL (autonomia do CRM)


O conselho tem autonomia na sua investigação, não precisa saber como esse fato foi
decidido na justiça
O processo e julgamento das infrações às disposições previstas no CEM são independentes, não estando
em regra, vinculado ao processo e julgamento da questão criminal ou cível sobre os mesmos fatos. A
responsabilidade ético-profissional é independente da criminal.
Exceção→ quando o fato não ocorreu ou quando há a comprovação de que o médico não
foi o autor→ conselho deve obedecer a decisão judicial, e deve seguir essa decisão. Médico
pode pedir uma revisão dessa cassação

CONCLUSÕES DA SINDICÂNCIA
- Arquivamento- não há provas ou indícios suficientes. Pode ser desarquivado, se fato novo
acontecer. Se indicar a inexistência de indícios de infração ao CEM
- Conciliação
- TAC- termo de ajustamento de conduta- não aparece como pena, mas é uma pena
- PEP- processo ética disciplinar- preventivamente, o médico não pode trabalhar. Se houver
indícios de infração ao CEM
- Processo administrativo- médico não tem mais condições de trabalhar, tem doença que o
impede. Para apurar doença incapacitante

PENAS AO FINAL DO PROCESSO ÉTICO QUE SERÃO APLICADAS


- Advertência confidencial
- Censura confidencial
- Censura pública
- Suspensão por até 30 dias
- Cassação do exercício profissional “ad referendum” do CFM- com concordância do CRM