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Estado do Rio de Janeiro


GOVERNO 00
Rio de Janeiro INVESTERIIO
Agência de FOmento
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AGÊNCIA DE FOMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S. A.

CNPJ/MF 05.940.203/0001-81
JUCERJAlNIRE 33 3 0027235-6

CAPITAL AUTORIZADO: 120.000.000 (CENTO E VINTE MILHÕES AÇÕES ORDINÁ,RIAS


NOMINATIVAS, SEM VALOR NOMINAL.)
CAPITAL SUBSCRITO E INTEGRALIZADO: R$ 94.473.684,63 (noventa e quatro
milhões, quatrocentos e"setenta e três mil, seiscentos e oitenta e quatro reais e
sessenta e três centavoá), representado por 44.063.384 (quarenta e quatro milhôes,
sessenta e três mil, trezentos e oitenta e quatro) ações ordinárias nominativas, :sem
valor nominal.

ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 28 DE AGOSTO DE


2009, LAVRADA NA FORMA DE SUMÁRIO.

I - DATA, HORA e LOCAL: no dia 28 de agosto de 2009, às 15:00 (quinze) horas, na sede
da Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro S. A., situada na Rua da Ajuda n° 5,
2° andar, Centro, nesta Cidade; 11 - MESA DOS TRABALHOS: Presidente: Francisco
Vanderley Lima, representante do Acionista Controlador; Secretário: Maurício Elias Ctlacur,
Acionista da Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro S. A.; 111 - QUORUM DE
INSTALAÇÃO - Presentes acionistas que representam a totalidade do capital social,
conforme assinaturas no Livro de Presença; IV - CONVOCAÇÃO: Por ofício encaminhado
aos acionistas, com antecedência legal, contendo a ordem do dia; V - ORDEM DO DIA: 1 -
Ratificar a Deliberação nº 01/2008 do Conselho de Administração que aprovou o Manual de
Governança Corporativa; 2 - Reformar o Estatuto Social, consolidando o seu texto; 3 -
Aprovar a remuneração dos juros sobre o capital; 4 - Fixar a remuneração dos
administradores; VI - DELIBERAÇÕES: 1 - Pela ratificação da Deliberação nº 01/2008 do
Conselho de Administração que aprovou o Manual de Governança CorpoIativ~; 2 -. J;ela
aprovação da reforma do Estatuto Social, que passa a viger sob a se~tM1M redâ,~~.
CAPíTULO I - DA DENOMINAÇÃO,SEDE, FORO, DURAÇÃO E OBJEm •• ~rt. 1·i·'·~·
AGÊNCIA DE FOMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S.A., constituída em 1~·dê·
••••
dezembro de 2002, é uma sociedade anônima de economia mista, de cap~al fechétto fi·
autorizado, regendo-se pelo presente Estatuto, pela Lei Estadual nº. 3.b:i, de ~~t7. qlj.
• ••
dezembro de 2000, pela Lei Federal nº. 6.404, de 15 de dezembro de 1976, $~Iil.~lJosteI1ores·
alterações, pelas normas do Banco Central do Brasil aplicáveis à espécie·e.
pelos d(tme.is: ....
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Estado do Rio de Janeiro
GOVERNO

Rio de Janeiro
DO
INVESTERliO
Agência de Fomentõ
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dispositivos legais pertinentes. Art. 2Q - A Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro


S.A. terá sede e foro na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, e duraçêlo por
prazo indeterminado. Parágrafo Único: Sempre que o interesse social o exigir, a AÇlência
poderá, a critério e por deliberação do Conselho de Administração, abrir agências e
escritórios no País ou no exterior. Art. 3Q - A Agência de Fomento do Estado do F~iode
Janeiro S.A. tem por objeto social a concessão de financiamento de empreendimentos
geradores de emprego, renda ou incremento da atividade produtiva nos setores industrial,
turístico, de agricultura, inclusive, familiar individual e coletiva, de comércio e de serviços,
implantados ou que venham a se implantar no Estado do Rio de Janeiro. § 1º - Caberá,
ainda, à Agência: I. execular, no âmbito de sua área de atuação, a política estadual de
desenvolvimento econômico; 11. prestar garantias e utilizar-se do instituto da alienação
fiduciária em garantia e de cédulas de crédito industrial e comercial, bem como da cobrança
de encargos nos moldes praticados pelas instituições financeiras; 111. elaborar, em conjunto
com as Secretarias de Estado que vierem a ser designadas pelo Poder Executivo, os
programas e instrumentos de fomento destinados às empresas que venham a se instalar,
relocalizar ou ampliar suas instalações no Estado do Rio de Janeiro; IV. propor, à Secretaria
de Estado a que se encontre vinculada, estratégias para a atração e negociaçêio de
investimentos; V. prestar serviços de consultoria, de agente financeiro e de administrador de
fundos de desenvolvimento, vedada, nesta hipótese, a assunção de riscos; VI. realizar
diagnósticos setoriaise regiónais, diretamente ou mediante a contratação de terceiros; VII.
divulgar o Estado como opção locacional paré:l investimentos; VIII. prestar assessoramento
aos municípios e órgãos da administração pública, nas matérias relativas ao
desenvolvimento econômico; IX. indicar as áreas apropriadas à ampliação de novos
empreendimentos; X. formular a execução de estratégias para atração e negociaçi~o de
investimentos; XI. dar apoio institucional aos empreendimentos instalados ou que venham a
se instalar no Estado; XII. fazer a divulgação de conhecimento de agricultura familiar,
individual e coletiva, para aumento da produção e da produtividade agrícola do Estado; XIII.
fomentar a construção de galpões industriais; XlV. elaborar programas e instrumentos de
fomento à Economia Solidária. § 2Q - Para que possa prestar garantias a terceiros, a Açjência
de Fomento do Estado do Rio de Janeiro S.A. deverá constituir um fundo contábil de ativos
não operacionais. Art. 4~ - As atividades da Agência de Fomento do Estado do Ftio de
Janeiro S.A. poderão ser executadas de forma direta e indireta, mediante a contratação de
serviços e/ou celebração de convênios, ajustes e acordos de qualquer natureza, com órgãos
e entidades públicos e privados, bem como com organismos internacionais, observada a
legislação aplicável. - CAPíTULO 11- DAS OBRIGAÇÕES E VEDAÇÕES - Art. ~jQ - A
Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro S.A. somente poderá praticar operações
com recursos próprios e de repasse de recursos, captados no país e no ext<:~i~H~estiI1(!dos
a apoiar empreendimentos econômicos no Estado do Rio de Janeiro, ·nos termoS- ·~â·
legislação federal pertinente, quando originários de: I. fundos constitucion~;~;.;I~ dot;~~~~:
orçamentárias do Poder Público; 111 organismos , e instituições financeiras •• di
desenvolvimento nacionais e internacionais. Parágrafo Unico - A Agência ~~. Foment~ d~
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Estado do Rio de Janeiro S.A. apoiará, prioritariamente, as micro, pequel'las e m~tnl~:
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empresas fluminenses. Art. 6Q - A Agência de Fomento do Estado do Rio:~ê·janeiro.S4\.
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deve constituir e manter, permanentemente, Fundo de Liquidez equivalente a, no miíli1~·
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Rio de JanCj!iro IN.VESTERIO
Agência de Fomento
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10% (dez por cento) do valor total das suas obrigações, a ser integralmente aplicaclo em
títulos públicos federais. Art. 79. - A Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro S.A.
deverá cumprir os procedimentos de escrituração, elaboração e remessa de demonstrações
financeiras previstos no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional -
COSIF. Art. 8~ - À Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro S.A. é vedado: I. o
acesso a linhas de assistência financeira e de redesconto do Banco Central do Brasill; 11. o
acesso à conta "Reservas Bancárias" do Banco Central do Brasil ; 111. a captaçüo de
recursos junto ao público, inclusive de recursos externos, ressalvado o disposto no inciso III
do art. 5° deste Estatuto Social; IV. a contratação de depósitos interfinanceiros, na
qualidade de depositante ou depositária; V. a aplicação de recursos com rendimento inferior
aos custos de captação; VI. a concessão de financiamento a órgãos e/ou entidades da
administração pública estadual; VII. a participação societária, direta ou indireta, no País ou
no exterior, em outras instituições financeiras e em outras empresas coligadas ou
controladas, direta ou indiretamente, pelo Estado do Rio de Janeiro; VIII. a concessi3.o de
benefícios em desacordo com as normas de financiamento vigentes. - CAPíTULO 111- DO
CAPITAL SOCIAL - Art. 9º - O capital social é de R$ 94.473.684,63 (noventa e quatro
milhões, quatrocentos e setenta e três mil, seiscentos e oitenta e quatro reais e sessenta e
três centavos), representado por 44.063.384 (quarenta e quatro milhões, sessenta e trÊ!s mil,
trezentos e oitenta e quatro) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. §1" - A
sociedade está autorizada a aumentar o capital social, por deliberação do Conselho de
Administração e independentemente de reforma estatutária, até o limite de de 120.000.000
(cento e vinte milhões) de ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. § 2º - Não serão
emitidos certificados, porquanto todas as ações serão nominativas. § 3º - Caberá ao
Conselho de Administração deliberar sobre as emissões de ações, nos limites do capital
autorizado a que se refere o parágrafo primeiro deste artigo. § 4º - Os acionistas terão
direito de preferência à subscrição das ações emitidas, na forma prevista neste artigo,
devendo exercê-lo no
prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do anúncio do
aumento de capital.S 5~ - O preço de emissão das ações nos aumentos de capital será
definido em função do valor do patrimônio líquido das ações. § 6° - As sobras de ações não
subscritas serão rateadas na proporção dos valores subscritos entre os acionistas que
tiverem pedido, no respectivo boletim, reserva de sobras, podendo o saldo eventualmente
remanescente ser subscrito por terceiros, atendidos os critérios estabelecidos pelo Conselho
de Administração na reunião que deliberou sobre o correspondente aumento de capital. Art.
10 - O Estado do Rio de Janeiro deterá o controle acionário da Agência, conservando
sempre, pelo menos, 51% (cinqüenta e um por cento) do capital votante. Parágrafo Único -
Somente poderão ser acionistas da Agência pessoas jurídicas de direito público ou privado.
Art. 11,,'- A cada ação ordinária corresponde um voto nas deliberações da Ash~\ill€ia
- CAPITULO IV - DA ASSEMBLEIA
(~:tral.
GERAL - Art. 12 - A Assembléia Geral_ órçWo máxinlo __
. .....
deliberativo da Agência, reunir-se-á, ordinariamente, até o dia 30 de abril caca an-()e@,-- ~e-
extraordinariamente, sempre que os interesses sociais o exigirem. Art. 13 - A Assem~Mi~-.
será instalada e presidida pelo acionista majoritário, sendo o secretário escollr.~O dentr~: ~;:_
acionistas presentes. Art. 14 - Compete à Assembléia Geral: I. aprovar .as ~ontas:do!> :
administradores; 11. examinar, discutir e votar as demonstrações financeirc13;-Tlr delioo'Vf.-:
sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; IV. eleçTE!rt;.
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destituir os membros do Conselho de Administração, ressalvado o disposto no caput do


artigo 22, e os membros do Conselho Fiscal; V. fixar os honorários dos membros do
Conselho de Administração, da Diretoria e do Conselho Fiscal; VI. reformar o Estatuto
Social; VII. deliberar sobre aumento de capital, ressalvado o disposto no inciso VI do artigo
23; VIII. deliberar sobre a adoção das medidas judiciais cabíveis para ressarcimento de
danos causados ao patrimônio da Agência, pelos administradores; IX. deliberar sobre a
transformação, fusão, incorporação e cisão da sociedade; X. deliberar sobre a dissolução ou
liquidação da sociedade; XI. eleger e destituir liquidante e julgar-lhes as contas, observadas
as disposições legais aplicáveis e os princípios constitucionais. Art. 15 - A Assembléia
Geral será convocada: I. pelo Presidente do Conselho de Administração; 11. pelo Diretor
Presidente, no caso de vacância de todos os cargos do Conselho de Administração; 111. pelo
Conselho Fiscal, em reunião Ordinária, se o Conselho de Administração retardar, por mais
de um mês, essa convocação, e Extraordinária, sempre que ocorrerem motivos graves ou
urgentes, incluindo, na ordem do dia das assembléias, as matérias que considerar
necessárias; IV. por qualquer acionista, quando os administradores retardarem, por mais de
60 (sessenta) dias, a convocação nos casos previstos em lei ou no Estatuto; V. por
acionistas que representem, no mínimo, 5% (cinco por cento) do capital social, quando os
administradores não atenderem, no prazo de 8 (oito) dias, ao pedido de convocação que
apresentarem, devidamente fundamentado, com indicação das matérias a serem tratadas. -
CAPíTULO V - DA ADMINISTRAÇÃO DA AGÊNCIA - Art. 16 - A administraçi3.o da
Agência competirá ao Conselho de Administração e à Diretoria, conforme o previsto neste
Estatuto. § 12 - Os Conselheiros e Diretores, após firmar o termo de posse, deverão, nos 30
(trinta) dias subseqüentes, apresentar relação de bens. § 22 - Os deveres e
responsabilidades dos administradores são aqueles previstos nos artigos 153 a 159 da Lei n~
6.404/76. § 32 - A posse e o exercício dos cargos de membro do Conselho de Administração
e da Diretoria estãlocondicionados à prévia homologação da eleição, pelo Banco Central do
Brasil. - Seçãof'- Do .,Conselho de Administração - Art. 17 - O ConseltlO de
Administração da Agência será composto de, 7 (sete) membros efetivos e igual número de
suplentes, residentes e domiciliados no Brasil, eleitos pela Assembléia Geral para um
mandato de 3 (três) anos, permitida a reeleição. § 12 - Independentemente do prazo
estabelecido no caput deste artigo, a gestão do Conselho de Administração estende-se até
a investidura dos novos a~ministradores eleitos. § 22 - Compete ao acionista majoritário
indicar, à Assembléia Geràl que eleger os membros do Conselho de Administraçãlo, os
nomes dos conselheiros que exercerão os cargos de Presidente e Vice-Presidente do
colegiado. § 32 - Cada acionista minoritário que possuir, no mínimo, 10% (dez por cento) do
capital social, poderá indicar como seu representante um membro e respectivo suplente. §
42 - Aos acionistas minoritários que detenham menos de um décimo do ca~~taJ:<iocial.s'erá
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facultado agregarem suas ações para somar, no mínimo, 10% (dez por ce~lto) .do refe,i~~ ••
capital e, em decisão colegiada tomada por maioria simples, eleger um memClM·EHespeCii«t•.••
suplente como seu representante no Conselho de Administração. § 52 - O President~tltl'.
Conselho será substituído, em suas faltas ou impedimentos, pelo Vice-Presioo.te. Ar1t. 18 !
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O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, a cada trimestre .•nas.,datas:qtk :
fixar, e, extraordinariamente, quando convocado por seu Presidente,: ·p~r·2 (iI~) ••
Conselheiros ou, ainda, pelo Diretor-Presidente da Agência. Art. 19 - As reuniõe~·dtl" • •
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Conselho de Administração serão convocadas mediante aviso por escrito, enviado a cada
Conselheiro com antecedência mínima de '7 (sete) dias da data da reunião, contendo a
descrição das matérias da Ordem do Dia, sendo considerado dispensado se o Conselheiro
presente não o reclamar até o início da reunião. Art. 20 - Ao Presidente do Conselho de
Administração compete presidir as reuniões do Colegiado e informar a Diretoria sobre as
deliberações aprovadas. Art. 21 - O quorum das reuniões do Conselho de Administração
será o da maioria dos seus membros, sendo as deliberações tomadas por maioria simples
de votos, podendo os membros ausentes votar mediante carta, telefax, mensagem
eletrônica ou tele~Jrama e cabendo ao Presidente, além do voto comum, o de qualidade. § 1º
- Caberá ao Presidente, além do voto comum, o de qualidade, no caso de empate. § ~~º- As
deliberações do Conselho devem ser registradas no livro de Atas de Reuniões do Conselho
de Administração. § 3º - Todas as notificações endereçadas ao Conselho de Administração
deverão ser enviadas a seu Presidente. Art. 22 - Na hipótese de vacância do cargo de
Conselheiro, decorrente de falecimento, renúncia ou incapacidade, as funções serão
exercidas pelo respectivo suplente, até a primeira Assembléia Geral subseqüente.
Parágrafo Único - Ocorrendo vacância de mais de dois cargos de Conselheiro, a
Assembléia Geral deverá ser convocada para proceder a nova eleição. Art. 23 - Compete ao
Conselho de Administração: I. fixar a orientação geral dos negócios da Agência; 11. eleger e
destituir os diretores da Agência e fixar-lhes as atribuições; 111. fiscalizar a gestão dos
Diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros, papéis e processos da Agência, solicitar
informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração e quaisquer outros atos;
IV. convocar a Assembléia Geral Extraordinária, quando julgar conveniente, e,
obrigatoriamente,ho primeiro quadrimestre após o término de cada exercício social, a
Assembléia Gera! Ordinária; V. manifestar-se sobre o Relatório da Administração, o Balanço
Geral e dema.isgemÇlnstrações financeiras da sociedade; IV. deliberar sobre o aumento
do capital social é a correspondente emissão de ações, observado o limite do capital
autorizado; VII. aprovar e autorizar, expressamente, a aquisição, a alienaçüo, a
transferência, o arrendamento, a cessão e a oneração de bens imóveis ou de direitos a
estes relativos, constantes do Ativo Permanente da Agência, obedecido o disposto na
legislação estadual vigente; VIII. aprovar e autorizar, expressamente, ajustes e contratos de
natureza diversa do objeto social da Agência, quando de valor igualou superior a 1.200.000
(hum milhão e duzentas mil) UFIRs-RJ; IX. aprovar e autorizar, expressamente, a aquisição,
alienação, arrendamento, cessão, transferência e oneração de bens móveis do ativo
permanente da Agência, quando de valor igualou superior a 2% (dois por cento) do
patrimônio líquido, obedecido ao disposto na legislação estadual vigente; X. aprovar e
autorizar o encaminhamento, à Assembléia Geral, de proposta da Diretoria ou de qualquer
membro do Conselho, versando sobre reforma estatutária, dissolução 012. U~~~daçü~·da
Agência, fusão ou incorporação sob qualquer modalidade; XI. aprovar e aut<1rizar a abertUM·
•• •••••
e o fechamento de agências e escritórios, bem como a transferência da ~~e·~ocial~ .~U••
aprovar e autorizar o Orçamento Empresarial; XIII. aprovar o Regimento Interno, no GfWi~
• •
será definida a ornanização básica da Agência; XIV. aprovar o Plano de CargQ:..e Salárí~s fJ
o Regulamento de Pessoal da Agência; XV. deliberar sobre a política de créditd, Que di~JÓI~:
•• •
sobre as condições para a concessão de financiamento; XVI. deliberar sot1~·~·~esWt~i(.ií ••~.

dos Auditores Independentes; XVII. aprovar a celebração de convênios e contratos ~j~lo·
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entidades públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, que envolvam valores superiores a


10% (dez por cento) do patrimônio líquido ou do limite estabelecido pelo Banco Central do
Brasil; XVIII. apreciar os relatórios apresentados pelas Auditorias Interna e Externa, bem
como os resultados de SUq atuação, adotando as medidas corretivas necessárias, se for o
caso; XIX. aprovar as normas de prestação de garantia, que constarão da política de crédito
da Agência; XX. deliberar sobre a concessão de licença aos membros da Diretoria, sendo as
atribuições do diretor licenciado desempenhadas conforme o disposto no § 2 o do artigo 24
deste Estatuto; XXI. deliberar sobre a concessão de licença aos Conselheiros; XXII. aprovar,
no início de cada ano, os planos anual de trabalho, estratégico e operacional; XXIII. aprovar
previamente os atos de desistência de demandas judiciais, bem como os termos de
transações judiciais e extrajudiciais que lhe sejam submetidos pelo Diretor-Presidente,
abrangendo valores superiores a 2% (dois por cento) do patrimônio líquido, objetivanejo por
fim a pendências ou litígios; XXIV. deliberar, ad referendum da Assembléia Geral de
Acionistas, sobre casos não contemplados pelo presente Estatuto; XXV. designar membro
estatutário de sua administração para responder, junto ao Banco Central do Brasil: a) .- pelo
acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e procedimentos: a. 1) de
contabilidade, previstas no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional -
COSIF; a.2) de auditoria; b) - pela prestação de informações relacionadas a essas maltérias.
- Seção 1/ - Da Diretoria - Art. 24 - A Diretoria compõe-se de até 6 (seis) membros, sendo
1(um)Diretor Presidente, 1 (um) Diretor de Administração e Finanças e até 4 (quatro)
Diretores Operacionais todos eleitos e destituíveis pelo Conselho de Administração, para um
mandato de 3 (três) anos, permitida a reeleição. § 1º - Os acionistas minoritários poderão
indicar um Diretor Operacional, desde que, pelo menos, um dos demais cargos de Diretor
Operacional tenha sido preenchido pelo acionista majoritária. § 2º - Na hipótese de ausência
ou impedimento temporário de qualquer Diretor, as respectivas atribuições serão
desempenhadas por outro membro da Diretoria, indicado pelo Diretor-Presidente. § 3Q~ - Em
caso de vacâricia de -cargo da Diretoria, competirá ao Conselho de Administração elE~gero
membro substituto, que completará o mandato do substituído. § 4º - Os Diretores
permanecerão no exercício de seus cargos até que seus substitutos sejam empossados.
Art. 25 - A Diretoria reunir-se-á ordinariamente, pelo menos uma vez por mÉ)s, e,
extraordinariamente, sempre que os interesses da Agência o exigirem. § 1 As reuniôes da º-
Diretoria realizar-se-ão por convocação do Diretor-Presidente ou de 2 (dois) outros Diretores,
mediante aviso, por escrito, enviado a cada Diretor, com antecedência mínima de 24 (vinte e
quatro) horas, contendo a descrição das matérias da Ordem do Dia e sendo considerado
dispensado se o Diretor presente não o reclamar até o início da reunião. § 2º - O quorum
para as reuniões será o da maioria absoluta, sendo as deliberações tomadas pela maioria
de votos dos presentes. § 3º - Caberá ao Diretor-Presidente, além do votf). ~s::""um, p de
qualidade, no caso de empate.§ 4º - As deliberações deverão ser registra~as no Livrô·cié·
•• •••••
Atas das Reuniões da Diretoria. Art. 26 - Compete à Diretoria: I. contí:t'l:~r,· transitJj".a.
contrair obrigações em nome da Agência, ressalvado o disposto nos incisos VIII, )(~;t8'.
XXIII do art. 23; 11. aprovar e autorizar, expressamente, a aquisiç~O. aliena~ão~
arrendamento, cessão, transferência e oneração de bens móveis do ativo 'perTanenti=~ (;ct:
Agência, quando de valor inferior a 2% (dois por cento) do patrimônio líqüidO~~deci(~4lD..
disposto na legislação estadual vigente e ressalvado o Parágrafo primeiro deste artiÇli!ll''1oI~•
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aprovar e autorizar, expressa e previamente, a celebração de ajustes e contratos de


natureza diversa do objeto social da Agência, quando de valor inferior a 1.200.000 (hum
milhão e duzentas mil) e superior a 600.000 (seiscentas mil) UFIRs-RJ, ressalvado o
disposto no parágrafo primeiro deste artigo; IV. submeter à aprovação do Conselho de
Administração a celebração de ajustes e contratos de natureza diversa do objeto social da
Agência, quando o valor giobal destes ultrapassar, em cada exercício social, o montante
equivalente a 10% (dez por cento) do patrimônio líquido; V. decidir sobre a concessão de
financiamento e a prestação de serviços financeiros, conforme estabelecido no pro!~rama
anual de trabalho e na política de crédito; VI. decidir sobre pedidos de alteração conitratual
por parte dos beneficiários de financiamento, bem como sobre quaisquer novações dos
contratos com estes firmados; VII. determinar a adoção de procedimento judicial contra
beneficiários de financiamentos por quaisquer inadimplências; VIII. convocar a Assembléia
º.
Geral, na hipótese do § 1 do art. 150 da Lei n~ 6.404, de 15.12.76; IX. aprovar as garantias,
a que se deverão vincular as operações de financiamento; X. autorizar a prestaçáo de
garantias, nos termos da legislação em vigor e de acordo com a política de crédito; XI.
elaborar e submeter ao Conselho de Administração o Regimento Interno, o Plano de Cargos
e Salários e o Regulamento de Pessoal da Agência; XII. submeter ao ConseltlO de
Administração as demonstrações financeiras previstas em lei, acompanhadas dos pareceres
das Auditorias Interna e Externa e do Conselho Fiscal; XIII. decidir sobre todas as matérias
que lhe sejam submetidas .pelo Diretor-Presidente ou pelos demais Diretores. § 1º - No caso
de celebração de ajustes.e· contratos de natureza diversa do objeto social da Agência de
valor inferior a 600.000 UFIRs-RJ, a despesa poderá ser autorizada por dois diretores ou por
um diretor e um procurádor nomeado e constituído para este fim específico, na forma do
artigo 31 e ressalvado o disposto no inciso Viii do artigo 29. § 22 - No caso de aquisição de
bens e serviços, a liquidação da despesa e o seu respectivo pagamento poderão ser
autorizados por dois diretores ou por um diretor e um procurador nomeado e constituído
para este fim específico, na forma do artigo 31. Art. 27 - É de competência exclusiva do
Diretor-Presidente: I. representar a Agência, ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, e
constituir os procuradores ad judicia; 11. presidir as reuniões da Diretoria; 111. dirilgir as
atividades da Agência conforme orientação geral fixada pelo Conselho de Administraç~io; IV.
admitir, contratar ou demitir empregados, fixar salários, gratificações e benefícios, na forma
constante do Plano de Cargos e Salários e do Regulamento de Pessoal, observado, no que
couber, o disposto no Capítulo VIII deste Estatuto; V. apoiar as Secretarias de Estado na
definição de políticas que tenham como objeto o incentivo fiscal e/ou financeiro à atividade
econômica fluminense; VI. coordenar as relações da Agência com as diferentes instituições
envolvidas nas operações societárias, particularmente as Secretarias de Estado, bem como
com as agências nacionais e internacionais de crédito e fomento; VII. coord~nar.a capta,ção
de recursos para a Agência; VIII. exercer todos os atos de Administração :~êtâr, pod~.G.
delegar competência; IX. re,sponder pela Ouvidoria da Agência perante o B~(1~~ çentr~tw·
Brasil. Art. 28 - Compete aos diretores das Áreas Operacionais, no âmbito tlas respectWJ'SO·
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esferas de atuação: I. supervisionar a aplicação e elaborar a prestação d~ contas· ~o~ •
recursos captados; 11. propor, à Diretoria, a celebração de convênios, visancrC:·à efetiv~.:
de parcerias adequadas ao desenvolvimento das ações da sociedade; 111. ~~,visiol'lar o·
processo de análise e avaliação de projetos encaminhados à Agência, ~ubmetend~)·:â·:
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Diretoria propostas das operações de financiamento, bem como as garantias que dENerão
ser a estas vincuiadas; IV. acompanhar a execução dos projetos aprovados pela Agência,
bem como o cumprimento das obrigações contidas nos respectivos contratos de
financiamento; V. exercer outras atividades que lhe sejam delegadas pelo Diretor-Presidente,
pela Diretoria e pelo Conselho de Administração. Art. 29 - Compete ao Diretor de
Administração e Finanças: !. planejar a política de recursos humanos da Agência,
coordenando a sua implementação; 11. adotar todas as providências inerentes ao normal
funcionamento da Agência; IlI. articular-se com os órgãos estaduais competentes para
obtenção dos recursos necessários à promoção do desenvolvimento técnico e gerencial do
quadro funcional da agência; IV. implantar e manter sistemas eficazes de registro e controle
contábeis, patrimoniais e financeiros, inclusive os de natureza tributária e fiscal, elaborando
os relatórios, demonstrações e projeções financeiras que lhe forem solicitados, V. implantar
e manter sistemas de registro e controle de custos, elaborando os relatórios que lhe forem
solicitados; VI. promover t()das as ações destinadas à adequada provisão de recursos à
Agência; VII. exercer outras atividades que lhe sejam delegadas pelo Diretor-Presidente,
pela Diretoria e pelo Conselho de Administração; VII!. autorizar, expressa e previamente, a
despesa, cujo valor não ultrapasse o limite previsto no artigo 24, 11 c/c seu parágrafo único,
da Lei nQ 8.666/93, que vise à celebração de ajustes e contratos de natureza diversa do
objeto social da Agência. Art. 30 - A Agência só estará obrigada para com terceiros
mediante a assinatura ..de\2 (dois) Diretores, ou de um Diretor e um Procurador
especialmente nomeado, na forma do artigo 31. Art. 31 - Na constituição de Procuradores
ad negatia é indispensável a assinatura de 2 (dois) Diretores, sendo um deles o Diretor-
Presidente. § 1Q •• Exceção feita ao caso de poderes outorgados para representaçÊlo em
Juízo, todas as procurações concedidas pela Agência serão por tempo determinado. § 2Q .. A
Agência manterá um arquivo cronológico com todas as procurações outorgadas em seu
nome e o seu teor, cabendo a sua guarda e controle à Assessoria Jurídica ... Seção 111-
Remuneração - Art. 32 - Os membros do Conselho de Administração farão jus a honorários
mensais, fixados pela Assembléia Geral, no valor equivalente a 20% (vinte por cento) da
média dos honorários atribuídos aos membros da Diretoria. Parágrafo Único - O não
comparecimento do membro em reunião do Conselho de Administração importará na
suspensão do pagamento de seus honorários relativos ao mês no qual se verificou a
ausência, ressalvadas as faltas justificadas perante o Presidente do Conselho de
Administração. Art. 33 - Os honorários do Diretor-Presidente e dos demais Diretores serão
fixados pela Assembléia Geral. Art. 34 - O empregado eleito para integrar a Diretoria terá
suspenso seu contrato de trabalho durante o período de gestão, assegurado seu retorno ao
cargo efetivo. Parágrafo Único - O empregado da Agência, quando eleito para exercer o
cargo de Diretor, perceberá, além dos honorários fixados na forma do art. 3J, u~a verba de
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representação correspondente à remuneração do cargo que ocupava. eArt. 35 .. ~c1~e
membros da Diretoria será atribuída uma gratificação única, do mesmie~~~r dee :s~~::
remuneração, a SE3rpaga no mês de dezembro de cada ano, proporcionalmente ao nLill1lir.Oo
de meses em que o Diretor tiver exercido o seu mandato, vedada a atribuiç~~ede quar~ue~·
outra parcela remuneratória, a qualquer título. Art. 36 .. É facultado aos emembro:,e~:
Diretoria gozar, a título de prêmio, após 1 (um) ano de mandato, licença es~eefãiede 1 i~lrJ~:
mês, sem prejuízo da percepção de sua remuneração. Parágrafo Único .. A licença.~e~·
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concedida pelo Conselho de Administração, observada, na concessão, a época que melhor


atenda ao interesse da Agência. - CAPíTULO VI - DO CONSELHO FISCAL - Seção 1- Da
Composição, Eleição e p"osse - Art. 37 - O Conselho Fiscal, que funcionará em c:aráter
permanente, será composto de 5 (cinco) membros efetivos e igual número de suplentes,
eleitos pela Assembléia Geral, com mandato até a primeira Assembléia Geral Ordinár~a que
se realizar após a sua eleição, permitida a reeleição. § 12 A posse e o exercício dos cargos
de membro do Conselho Fiscal estão condicionados à prévia homologação da eleição, pelo
Banco Central do Brasil. § 22 - O Conselho Fiscal, sem prejuízo das normas contábeis e
fiscais aplicáveis, deverá observar, ainda, no que couber, as instruções editadas pela
Auditoria Geral do Estado. § 32 - Na constituição do Conselho Fiscal deverão constar
membros efetivos e respectivos suplentes, na qualidade de representantes: I. um, da
Secretaria de Estado a .que se encontre vinculada; 11. um, da Secretaria de Estado de
Fazenda; 111. um, da Secretari~ de Estado de Planejamento e Gestão; IV. dois, dos
acionistas minoritários, observado o disposto na alínea "a" do § 4º do art. 161 da Lei nº
6.404176 e quorum de votação por maioria simples; § 42 - Não havendo titular(es)
indicado(s) para ocupar a-vaga destinada aos acionistas minoritários, nos termos dos
parágrafos 3º e 4º do artigo 18, caberá ao acionista controlador sua livre indicação. § 5º - Os
membros do Conselho Fiscal, efetivos e suplentes, deverão ser diplomados em curso de
nível universitário e serão investidos nos seus cargos mediante assinatura de termo de
posse no Livro de Atas e Pareceres do Conselho Fiscal. - Seção /I - Deveres,
Responsabilidades e Competência - Art. 38 - Aos membros do Conselho Fiscal aplica-se
o disposto nos artigos 153 a 156 e 165 da Lei n~ 6.404176 e do Decreto Estadual n: 21.788,
de 24.11.95, e, ainda, o disposto no § 6º do art. 77 da Constituição Estadual. Art. 39 - Além
das atribuições contidas no artigo 163 da Lei n::' 6.404176, compete especialmente ao
Conselho Fiscal: I. eleger seu Presidente, na primeira reunião realizada após a posse,
devendo o resultado ser comunicado à Auditoria Geral do Estado, no prazo de 10 (dez) dias
de sua nomeação; 11. manifestar-se, mensalmente, sobre o relatório das Auditorias Interna e
Externa e sobre os atos de gestão da Agência, recomendando à Diretoria a adoçáo de
medidas corretivas que julgar convenientes; 111. apresentar parecer conclusivo à Assembléia
Geral Ordinária, sobre as contas da Agência referentes ao exercício financeiro encerrado em
31 de dezembro do ano anterior. Art. 40 - Os membros do Conselho Fiscal reunir-se-ão uma
vez por mês, em caráter ordinário, podendo ser extraordinariamente convocados por
qualquer um de seus membros ou pelo Presidente do Conselho de Administração. - Seção
111- Da Remuneração - Art. 41 - Os membros efetivos do Conselho Fiscal farão jus a
honorários mensais de valor equivalente a 15% (quinze por cento) da média dos honorários
atribuídos aos membros da Diretoria. § 12 - O suplente que venha a substituir o membro
efetivo, nos seus impedimentos, fará jus à percepção da remuneração atriblolída._"lO titul~r. §
"' •••• "1 •
22 - Caberá ao Diretor-Presidente da Agência a indicação de um empregado 'tlualificado ~ârÊf·
secretariar o Conselho Fiscal. - CAPíTULO VII - DO EXERCíCIO SOCI.~t.~·EMlAr;liÔ::
lUCROS, FUNDOS E DIVIDENDOS - Art. 42 - O exercício social da Agência abran~.a
"
período de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Art. 43 - Do lucro líquido do exe.~(çio, apur-ddcJ
.
conforme prescrito pelo artiao Q
~ 191 da Lei n 6.404176, 5% (cinco por cento) serâo destil~cI;s:
à constituição da reserva legal, até que esta atinja 20% (vinte por cento) cVt~tal s",,~I••
.. . .
Art. 44 - O saldo remanescente após o cumprimento do disposto no artigo 43 terá, mec:M~n+e·
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proposta da Diretoria e ouvidos o Conselho de Administração e o Conselho FisGai, a


destinação que lhe for determinada pela Assembléia Geral, observado o disposto no artigo
46 deste Estatuto. Parágrafo Único - A Agência deverá levantar balanços trimestrais ou
semestrais, a critério do Conselho de Administração. Art. 45 - Do resultado do exercício a
parcela remanescente do lucro anual, não destinada à constituição da reserva legal e à
distribuição de dividendos, será transferida à conta de reservas estatutárias, nos moldes do
artigo 195 da Lei 6.404 de 15 dezembro de 1976, até o limite do capital social, com a
finalidade de aumentar o Capital Social da Empresa. Art. 46 - Todas as ações terão direito a
um dividendo mínimo correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro lííquido
ajustado, na forma da lei. Art. 47 - O pagamento de dividendos será efetuado no prazo
máximo de 30 (trinta) dias da data em que forem declarados, sempre dentro do exercício
social, sob pena de responsabilidade do Administrador. Art. 48 - Os dividendos não
reclamados prescreverão em 3 (três) anos, após o que serão destinados para Reserva para
Aumento de Capital, devendo ser incorporados por ocasião da primeira Assembléia Geral
Extraordinária subseqüente. - CAPíTULO VIII - DOS EMPREGADOS DA AGÊNCIA - Art.
49 - O regime jurídico dos empregados da Agência será o da Consolidação das Leis do
Trabalho. Art. 50 - A admissão na Agência somente será realizada mediante a aprovação
em concurso pÚblico,'nos níveis salariais iniciais de cada cargo, salvo para o exercício de
cargos de confiança, de livre provimento e exoneração, na forma da Lei Estadual nº 1,692,
de 07/08/1990, que regutamentou o art. 77, 11, da Constituição Estadual. - CAPíTULO IX -
DA AUDITORIA .. Art~-51 - A Agência deverá possuir, em sua estrutura, um sistema de
Auditoria Interna, subordinado diretamente ao Conselho de Administração. Art. 52 - Sem
prejuízo do sistema de' Auditoria Interna, a Agência deverá contratar, em caráter
permanente, serviços de Auditoria Independente, observado o disposto no art. 163 da Lei nº
6.404f76. § 1Q - A contratação de Auditoria Externa deverá ser feita nos termos ela Lei
Federal nº 8.666, de 21.06.93, devendo o respectivo edital de licitação ser submetido à
aprovação da Auditoria Geral elo Estado. § 22 - Nenhuma contratação de auditoria
independente poderá ser efetuada por um período superior a 5 (cinco) anos e sua
recontratação somente poderá ocorrer após um interstício de 3 (três) anos. Art. 53 - Os
auditores independentes devem elaborar, como resultado do trabalho ele auelitoria realizado,
os seguintes documentos: I. relatório de auditoria sobre as demonstrações financeiras
examinadas, opinando sobre a sua adequação aos princípios fundamentais de
contabilidade, bem assim às normas de contabilidade expedidas pelo Conselho Monetário
Nacional e pelo Banco Central do Brasil; 11. relatório circunstanciado de avaliação da
qualidade e adequação dos controles internos, inclusive dos controles e sistema,s de
processamento eletrônico de dados e de avaliação de riscos, devendo ser evidenciadas as
deficiências encontradas; 111. relatório circunstanciado a respeito do cumprirnent<\de nor~as
operacionais estabelecidas em lei e dispositivos regulamentares, devendo s€YevjdenciWa~·
as irregularidades encontradas. Parágrafo Único - Os relatórios da auditor%~~Q:J~pen~êtJM·
devem ser elaborados considerando o mesmo período e data-base das demonstra<i"~~
--- · .. ..
financeiras a que se referirem. - CAPíTULO X - DA OUVIDORIA - Art. 54 - A Aq~.,ci~· .... ...
disporá de uma Ouvidoria,que integra a estrutura da Assessoria de Conti'Ole Inter11tJ:~:
Gestão de Riscos, vinculada diretamente ao Diretor-Presidente, a qual terá:~.jj:1il.lida(Tede·
t, • • •••••

atuar como canal de com'unicação entre a Instituição, clientes e demais interess~~~~.·


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permitindo-lhes a comunicação com a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro,


mediante o registro de reclamações, denúncias, elogios e/ou sugestões. §1 Além de º-
outras previstas na legislação, constituem atribuições da Ouvidoria: I. receber, re~Jistrar,
instruir, analisar e dar tratamento formal e adequado às reclamações dos clientes e demais
interessados; 11. prestar os esclarecimentos necessários e dar ciência acerca do andamento
de suas demandas e das providências adotadas; 111. controlar e manter os reuistros
referentes às atividades da Ouvidoria; IV. informar o prazo previsto para resposta finail, que
não poderá ultrapassar trinta dias; V. Encaminhar aos setores competentes pela sua
apuração todas as denúncias, tão logo sejam recebidas; VI. produzir relatórios que
expressem expectativas, demandas e nível de satisfação de clientes e da sociedade e
sugerir mudanças, tanto gerenciais como procedimentais, a partir da análise e interpretação
das manifestações recebidas; VII. propor ao Conselho de Administração medidas corretivas
ou de aprimoramento de procedimentos e rotinas da Agência, em decorrência da análise
das reclamações recebidas; VIII. elaborar e encaminhar à Auditoria Interna, à Diretoria da
Agência e ao Conselho de Administração, ao final de cada semestre, relatório quantitativo e
qualitativo acerca da atuação da Ouvidoria, contendo as proposições de que trata o inciso
VII; IX. guardar sigilo referente a informações levadas ao seu conhecimento, no exercício de
suas funções e manter sigilo sobre a identidade de denunciantes, sempre que solicitado; X.
divulgar, através dos diversos canais de comunicação da Agência, o trabalho realizado pela
Ouvidoria, assim como informações e orientações que considerar necessárias ao
desenvolvimento de suas ações. §2º - A atuação da Ouvidoria será pautada pela
transparência, independência, imparcialidade e isenção, sendo dotada de concJições
adequadas para () 'seu efetivo funcionamento. §3º - A Ouvidoria terá assegurado o acesso
às informações necessáriélspara sua atuação, podendo, para tanto, requisitar informaç:ões e
documentos para0 exerCício de suas atividades, observada a legislação relativa ao sigilo
bancário. §4º - A função de Ouvidor será exercida pelo Assessor-Chefe da Assessoria de
Controle Interno e Gestão de Riscos. §5º - O Assessor-Chefe da Assessoria de Controle
Interno e Gestão de Riscos no exercício das atribuições de Ouvidor não perceberá qualquer
remuneração além daquela prevista para o seu cargo de origem. - CAPíTULO XI - DA
RESOlUÇÃO DE. CONTROVÉRSIAS - Art. 55 - A Agência de Fomento do Estado cio Rio
de Janeiro S.A, seus acionistas, administradores, e membros do Conselho Fiscal, obrigam-
se a resolver, por meio de arbitragem, toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa
surgir entre eles, relacionada ou oriunda, em especial, da aplicação, validade, eficácia,
interpretação, violação e seus efeitos, das disposições contidas na Lei nº 6.404 de 1976,
neste estatuto, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco Central
do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários, bem como nas demais normas aplicáveis
às atividades da empresa, observada a ressalva aplicável aos direito~ indisponí"eis.
Parágrafo Único - cada uma das partes envolvidas no litígio indicará 1 (~rlfr!t~bitro·p.~.
buscar a solução de controvérsia, e sempre que a quantidade destes for ~~ .1:Vmerq ".~ .•
caberá aos mesmos a indicação de 1 (um) árbitro, de forma tal que â comissüo"·ctê·
••••
arbitragem seja sempre composta por um número ímpar de integrantes, com ~bediênc;o;~à~·
determinações da Lei 9307 de 1996. - CAPíTULO XII - DAS DISPOSIÇÕES)'!INAIS .•Art ••
• •• •
56 - Os casos omissos neste Estatuto serão regulados pelas disposições le~~~1.~Jn viç)tJr,e,
no silêncio destas, por deliberaçã.o do Conselho de Administração.; 3 - Pera aprovaç,âô::ià:
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remuneração dos juros sobre o capital, da seguinte forma: I. o valor dos juros paçlos ou
creditados será imputado ao valor dos dividendos obrigatórios que têm direito os acionistas.
11. o valor dos juros a ser pago, fica limitado até 40% (quarenta por cento) do lucro líqüido,
antes da apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social; 4 - Pela da remuneração
mensal dos administradores e membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, na forma
seguinte: 4.1 - MEMBROS DA DIRETORIA: 4.1.1 - Quando o membro da diretoria não for
cedido e não receber salário de outra fonte: Diretor-Presidente: a quantia de R$ 15.000,00
(quinze mil reais);, Demais Diretores: a quantia de R$ 13.000,00 (treze mil reais); 4.1.2 -
Quando o membro da diretoria for cedido e receber salário de outra fonte, perceberá
honorários equivalentes a 70% (setenta por cento) do item 4.1.1, ou seja: Diretor-Presi,dente:
a quantia de R$ 10.500,00 (dez mil e quinhentos reais), Demais Diretores: a quantia de R$
9.100,00 (nove mil e cém. reais); 4.2 - MEMBROS DO CONSELHO DE ADMINISTRAIÇÃO:
20%(vinte por cento) da. média da remuneração mensal atribuída aos membros da Diretoria;
4.3 - MEMBROS DO CONSELHO FISCAL: 15%(quinze por cento) da média da
remuneração mensal atribuída aos membros da Diretoria. VIII - ENCERRAMENTO E
APROVAÇÃO DA ATA: Atendida integralmente a ordem do dia e estando pres8inte o
Diretor-Presidente da Agência, Sr. Maurício Elias Chacur, convocados para comparecer a
esta Assembléia para atender a pedidos de esclarecimentos dos acionistas a respeito dos
documentos da administração, o Presidente suspendeu a sessão para lavratura desta Ata
na forma de sumário, no livro próprio; reabertos os trabalhos, foi a mesma lida, aprovada,
assinada pelos membros da mesa e pelos acionistas presentes. Presidente: Francisco
Vanderley Lima; Secretário: Maurício Elias Chacur; Acionistas: Estado do Rio de Janeiro,
representado pelo Dr. Francisco Vanderley Lima conforme Ofício GG nº 345/2009 e
Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro - CODIN,
representada por Estela Maria Praça de Almeida, Diretor-Presidente; Christino Áureo da
Silva, Julio Cesar Carmo Bueno, Sergio Ruy Barbosa Guerra Martins, Maurício Elias
Chacur, Gilberto Telles de Sousa Hage, Renata Bezerra Cavalcanti, José Eduardo Sabóia
Castello Branco, Sergio Guimarães Ferreira e Alberto Messias Mofati.

Rio de Janeiro, 28 de agosto de 2009.

Certifico que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro respectivo de Atas das

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Assembléias Gerais, fls. 48 a 65.

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~rício Elias Chacur

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Secretário
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JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE ;)A~EIRO


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Nome: AGENCIA DE FOMENTO DO ESTADO DO RIO DE JjNE1R~ S/A : 'f ~
Nire : 33.3.0027235-6 •.• c·. lO,

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Protocolo: 07-2009/255957-3 - 29/12/2009 v • c••. I. ') •

CERTIFICO O DEFERIMENTO EM 11/01/2010, E O REGISTRO SOB O NUMERe; ,

E DATA ABAIXO : •

Valéria . Serra I
.s~~ ~i~RIA GE~~,lJ~•
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