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A doutrina quanto à natureza humana de Cristo, conforme é hoje ensinada na igreja, não
corresponde de modo nenhum, com aquela em que acreditavam os pioneiros
adventistas, a qual acredito estar verdadeiramente em harmonia com a Palavra de Deus.

Aquilo que está apresentado no livro ³Os m  


    Ô (Uma
exposição bíblica das 27 doutrinas fundamentais, produzida pela Publicadora Atlântico
em 1989, a partir do original ³
  m  «Ô, publicado em 1988
pela Associação Ministerial da Conferencia Geral dos Adventistas do Sétimo Dia),
quanto a este assunto, não corresponde às crenças dos pioneiros.

O 1º parágrafo da pág. 45, no qual se insere a frase que me foi enviada por um leitor
deste blogue: "a humanidade de Cristo, não era a humanidade adâmica, isto é, a
humanidade de Adão antes da queda ;...", é uma referência a Henry Melvill (veja a nota
nº13 do capítulo 4 desse livro). A igreja não está aqui a defender que Jesus possuía uma
natureza caída como a nossa, mas contrariamente, a apresentar o ponto de vista de
Melvill, que apresentam como aparentando ser a maneira de pensar de Ellen White.

Se lermos todo o parágrafo, afirma-se que a natureza de Cristo não era a de Adão, nem
tão pouco era a nossa natureza humana caída, mas a nossa humanidade sem as
propensões pecaminosas hereditárias. Na pág. 47 pode-se confimar o que estou dizendo:

"Jesus tomou a nossa natureza com todas as suas desvantagens, mas livre de corrupção
ou depravação hereditária, e do pecado em si mesmo."

Depois de 18 encontros ecuménicos realizados entre 1955 e 1956, entre alguns líderes
da Associação Ministerial da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, tais
como Froom, Anderson, e Walter Read, e os evangélicos, Barnhouse e Walter Martin, a
posição oficial da igreja em relação à natureza humana de Cristo e outros assuntos, foi
³forçadaÔ a mudar (Ver ³     , pág. 170,171). Passarei a explicar o
que acabei de afirmar.

Depois das trapalhadas e mentiras deste líderes adventistas procurando diminuir a


distância entre a igreja adventista e os evangélicos, buscando salvaguardar a imagem da
igreja, que até então era vista como pouco cristã, e no mesmo nível que as testemunhas
de Jeová e os mórmones, a igreja em geral aceitou e se comprometeu com as falsas
declarações apresentadas pelos mesmos líderes, numa tentativa de ser justificada e mais
bem aceite na sociedade.

Passo a citar algumas frases de publicações adventistas, que demonstram o que estou a
dizer:
³Parece que Froom, Anderson, e seus colegas não foram totalmente francos quando
deram a Martin e Barnhouse a opinião de que ³a esmagadora maioria nunca defendeu
esses pontos de vista divergentesÔ [como é o caso da crença de que Jesus partilhou da
natureza caída e pecaminosa do ser humano em Sua encarnação].Ô    
   , pág. 171.

³Parece que« não foram totalmente francosÔ, não passa de um eufemismo forçado do
historiador adventista George Knight, para não lhes chamar mentirosos e enganadores.
Na realidade, estas são algumas das características dos jesuítas. Estes encontros
ecuménicos e o livro deles resultante ³   Ô, não foram senão ³o
cavalo de TróiaÔ, para mudar mais algumas doutrinas da igreja adventista tornando-a
mais próxima de ³RomaÔ. Depois de terem conseguido infiltrar a doutrina pagã da
trindade, conseguiram também alterar a crença sobre a natureza humana de Jesus e a
expiação, etc.:

³A pesquisa histórica, contudo, demonstra que exactamente o oposto é que era verdade
a respeito da questão da natureza humana de Cristo e até mesmo a respeito de crenças
como a expiação completa e a existência eterna de Cristo.

No Outono de 1957, a liderança adventista publicou o livro    


como uma resposta quase oficial às perguntas levantadas por Martin e Barnhouse. Esse
volume, elaborado em grande parte por Froom e Anderson, foi amplamente distribuído
entre adventistas, alcançando também milhares de pastores e professores de teologia não
adventistas. Até 1970, segundo as estimativas de Froom, a tiragem total ultrapassava a
casa dos 138.000 exemplares. Ô   

Novamente o historiador evita ser categórico, suavizando o facto de que este livro tinha
a aprovação da Associação Geral, caso contrário não teria sido produzido por uma
publicadora adventista, ao dizer que o mesmo era ³quase oficialÔ, para não dizer
simplesmente oficial, acabando por comprometer a liderança máxima da igreja de então.

³Andreasen [teólogo adventista que nos anos seguintes à saída do livro ³  
Ô se afirmou em público contra as mudanças de doutrina na igreja adventista, e
os erros deste livro, escrevendo ainda as famosas ³ Ô] não deixou
escapar o fato de que LeRoy Froom e os seus associados no diálogo com os evangélicos
não haviam contado a verdade acerca do ensino de longa data da denominação sobre a
natureza humana de Cristo ou o fato de que ele mesmo e os seus colegas crentes tinham
sido apelidados de ³extremidade lunáticaÔ e ³pessoas irresponsáveis de visão
extravaganteÔ, em descompasso com a ³liderança sensataÔ da denominação, que estava
³determinada a deter qualquer membro que procure sustentar posições divergentes
daquela relativa à liderança responsável da denominaçãoÔ.

(«) Para Andreasen, a mudança sobre a natureza humana de Cristo não foi nada mais
do que uma traição a fim de ganhar o reconhecimento dos evangélicos. V  

           


          
              
 .
Froom e seus associados estavam correctos em sentir, a partir do material que tinham
sobre o tópico da natureza humana de Cristo, que a interpretação básica da denominação
sobre o assunto precisava ser mudada, mas eles,  
     

    
                
 
           
     
   . Como resultado, algumas fortes citações de Ellen White afirmando
claramente que Cristo possuía uma natureza humana pecaminosa foram deixadas fora
da compilação sobre o tópico no apêndice do livro  
  enquanto
um título equivocado implicando que Ellen White sustentava que Cristo tinha uma
natureza humana sem pecado foi suprido.

O resultado seria um assombroso desastre nas fileiras adventistas nos anos seguintes. O
adventismo oficial pode ter ganho reconhecimento como sendo cristão pelo mundo
evangélico, mas, no processo, uma brecha foi aberta e ainda não foi curada nos últimos
50 anos e talvez nunca seja. m          
 
          
 
    
   
     !  "Ô  
 , págs. 442, 443.

Lamentavelmente, a própria publicadora adventista brasileira, a ³CasaÔ, serve-se dos


comentários de Knight, o qual vai utilizar os mesmos eufemismos para diminuir a
intensidade das falsas afirmações dos líderes adventistas, ao utilizar expressões
semelhantes, como ³parece haver elementos de uma traiçãoÔ e ³ao que pareceÔ,
referindo-se aos mesmos. Mais grave ainda é a afirmação, numa tentativa de justificar
não só os erros de Froom mas os da actual liderança, de que ³Froom e seus associados
estavam correctos em sentir, a partir do material que tinham sobre o tópico da natureza
humana de Cristo, que a interpretação básica da denominação sobre o assunto precisava
ser mudadaÔ.

Desta forma pode-se concluir que a igreja actualmente acredita que os adventistas do 7º
dia do passado andaram errados durante 100 anos quanto à questão da natureza humana
de Cristo. Faz lembrar a ³grande sabedoria e inteligênciaÔ (estupidez) daqueles que
acham que o povo hebreu andou errado e na ignorância durante cerca de 2000 anos, pois
não tinha o total conhecimento da verdade, e por isso não conseguiram discernir a (in)
³verdadeÔ da trindade! Basta olhar para a história para ver que primeiro vieram as
igrejas puras e depois a apostasia. Israel apostatou, os Judeus apostataram, igreja cristã
apostatou, os protestantes também, e finalmente a própria igreja adventista.

Novamente Knight pretende justificar o erro ao afirmar: ³    


  
 
                 

           
         #"
Eles viram até demais, quem ³não quer verÔ é Knight, e a liderança da igreja, que
procuram a cada passo justificar a igreja de então e a da actualidade! Na realidade a
liderança adventista tem procurado fechar os olhos dos membros à realidade histórica da
igreja, e de que maneira isso é uma realidade em Portugal, onde os traços da ditadura
permanecem na igreja adventista!
Para se conseguir ser bem visto aos olhos do mundo, tem que se compactuar com o
mundo, com o pecado, com a falsidade, e dessa forma não admira terem tido que
esconder algumas frases de Ellen White. O próprio Jesus disse:Y ³Se vós fôsseis do
mundo, o mundo amaria o que era seu, mas, porque não sois do mundo, antes eu vos
escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos aborreceÔ (Jo. 15:19). Se a igreja depois
das mudanças doutrinárias que fez passou a ser ³amadaÔ, é porque claramente passou a
ser do mundo. Desta forma, segundo uma definição dada no livro  

, a igreja passou a ser Babilónia:

³O que é denominado ³BabilôniaÔ, nas Escrituras, obviamente abrange aqueles que


quebraram o espírito e a essência do verdadeiro cristianismo e seguiram o caminho da
apostasia. Tais pessoas estão sob a desaprovação do Céu.Ô  
 ,
pág. 168.

Achando a igreja que a fórmula doutrinária sobre a natureza humana de Cristo


apresentada por Froom e seus associados não fazia muito sentido em alguns detalhes,
nos anos 80 foi forjado um novo argumento. Inventaram uma espécie de hermenêutica
para se conseguir ³compreenderÔ aquilo que Ellen White queria dizer, ou melhor, para a
fazerem dizer aquilo que eles queriam que ela dissesse. Complicado?! Já vão perceber:

³Em outras palavras, Melvill sustentava que o Cristo encarnado não era exactamente
como Adão antes da Queda, nem exactamente como a humanidade caída desde a
entrada do pecado. Essa parece ser a posição mantida por Ellen White.Ô   , pág. 444.

³O livro  


  (1957) foi preparado sob a orientação da Associação
Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. Deve-se notar que um
livro importante provendo uma visão geral das doutrinas adventistas publicado
posteriormente pela Associação Geral,
 m  «[em português,
!  "Brasil"ou #m  
    " Portugal] (1988),
não seguiu orientação do  
  sobre a natureza de Cristo, mas
utilizou o modelo de MelvillÔ.   , pág. 445.

A igreja passou a interpretar as frases de Ellen White relativas à natureza humana de


Cristo, com base na análise de Tim Poirier do White Estate, sobre a interpretação de
Melvill, apresentada no livro ³
 $%Ô, quanto à natureza de Cristo,
só pelo facto dela ter possuído um exemplar, e de se ter servido de algumas frases do
mesmo (ver        , pág. 126). Knight demonstra fraqueza de
argumento, ao afirmar mais uma vez ³Essa parece ser a posição mantida por Ellen
WhiteÔ. Se fosse assim tão evidente quanto querem fazer parecer, Knight não utilizaria
a palavra ³pareceÔ, a qual denota dúvida e incerteza, conveniência, mas de certa forma
um pouco de honestidade, visto que se fosse categórico em sua afirmação, sabia que
estava a mentir.

          


         
 $%
Ora isto não tem base bíblica nem de Ellen White, nem tão pouco foi ensinado há 60
anos atrás! No livro ³  & Ô da ³CasaÔ (capa azul, com ilustrações, não se
menciona o ano, mas acredito ser anterior à edição de 1979), que se encontra na casa de
alguns adventistas, tanto no Brasil, como em Portugal, encontra-se a seguinte afirmação
que contraria abertamente o que a igreja está actualmente a ensinar:

Quero também partilhar os seguintes versos da Bíblia e frases de Ellen White:

"Tendo, portanto, um grande sumo sacerdote que penetrou os céus, a saber, Jesus, Filho
de Deus, guardemos firmes a nossa confissão.

Pois não temos um sumo-sacerdote que não possa compadecer-se das nossas
enfermidades [físicas, mentais e morais], mas que tem sido tentado em todas as coisas à
nossa semelhança, mas sem pecado.

Cheguemo-nos, portanto, com confiança ao trono da graça, para que recebamos


misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos em tempo oportuno.

Pois todo o sumo-sacerdote, sendo escolhido dentre os homens, é constituído a favor


dos homens nas coisas pertencentes a Deus, para que ofereça tanto dons como
sacrifícios pelos pecados,

o qual possa condoer-se dos ignorantes e dos que erram, pois que ele também está
cercado de enfermidades..." Heb. 4:14-16; 5:1-2

"Teria sido uma quase infinita humilhação para o Filho de Deus, revestir-Se da natureza
humana mesmo quando Adão permanecia em seu estado de inocência, no Éden. Mas
Jesus aceitou a humanidade quando a raça havia sido enfraquecida por quatro mil anos
de pecado. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande
lei da hereditariedade. O que estes resultados foram, manifesta-se na história de Seus
ancestrais terrestres. Veio com essa hereditariedade para partilhar de nossas dores e
tentações, e dar-nos o exemplo de uma vida impecável." O Desejado de Todas as
Nações, pág. 34.

"Muitos há que não consideram esse conflito entre Cristo e Satanás como tendo relação
especial com sua própria vida; pouco interesse tem para eles. Mas, essa luta repete-se
nos domínios de cada coração. Ninguém abandona jamais as fileiras do mal para o
serviço de Deus, sem enfrentar os assaltos de Satanás. As sedutoras sugestões a que
Cristo resistiu, foram as mesmas que tão difícil achamos vencer. A pressão que
exerciam sobre Ele era tanto maior, quanto Seu carácter era superior ao nosso. Com o
terrível peso dos pecados do mundo sobre Si, Cristo suportou a prova quanto ao apetite,
o amor do mundo e da ostentação, que induz à presunção. Foram essas as tentações que
derrotaram Adão e Eva, e tão prontamente nos vencem a nós.

Satanás apontara o pecado de Adão como prova de que a lei de Deus era injusta, e não
podia ser obedecida. Cristo devia redimir, em nossa humanidade, a falha de Adão.
Quando este fora vencido pelo tentador, entretanto, não tinha sobre si nenhum dos
efeitos do pecado. Encontrava-se na pujança da perfeita varonilidade, possuindo o pleno
vigor da mente e do corpo. Achava-se circundado das glórias do Éden, e em
comunicação diária com seres celestiais. Não assim quanto a Jesus, quando penetrou no
deserto para medir-Se com Satanás. Por quatro mil anos estivera a raça a decrescer em
forças físicas, vigor mental e moral; e Cristo tomou sobre Si as fraquezas da
humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de
sua degradação.

Pretendem muitos que era impossível Cristo ser vencido pela tentação. Neste caso, não
teria sido colocado na posição de Adão; não poderia haver obtido a vitória que aquele
deixara de ganhar. Se tivéssemos, em certo sentido, um mais probante conflito do que
teve Cristo, então Ele não estaria habilitado para nos socorrer. Mas nosso Salvador Se
revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do
homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma
que Ele não tenha sofrido.

Para Cristo, como para o santo par no Éden, foi o apetite o terreno da primeira grande
tentação. Exactamente onde começara a ruína, deveria começar a obra de nossa
redenção. Como, pela condescendência com o apetite, caíra Adão, assim, pela negação
do mesmo, devia Cristo vencer. "E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites,
depois teve fome; e, chegando-se a Ele o tentador, disse: Se Tu és o Filho de Deus,
manda que estas pedras se tornem pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito:
Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus". Mat.
4:2-4.

Do tempo de Adão ao de Cristo, a condescendência própria havia aumentado o poder


dos apetites e paixões, tendo eles domínio quase ilimitado. Os homens se haviam
aviltado e ficado doentes, sendo-lhes, de si mesmos, impossível vencer. Cristo venceu
em favor do homem, pela resistência à severíssima prova. Exercitou, por amor de nós,
um autodomínio mais forte que a fome e a morte. E nessa vitória estavam envolvidos
outros resultados que entram em todos os nossos conflitos com o poder das trevas." O
Desejado de Todas as Nações, pág. 87, 88.

http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=116

Jesus partilhou da mesma natureza que eu e vocês! Que houve de diferente? Ele nunca
pecou! Jesus nasceu já desde criança na experiência do novo nascimento, da conversão,
na experiência em que cada um de nós pode viver.

Nasceu da carne pois sua mãe era humana, e por isso existiam em sua carne as mesmas
propensões pecaminosas que existem em nós; mas também era Filho gerado de Deus e
por isso em sua mente nunca se manifestaram tendências nenhumas para o pecado, pois
era nascido do Espírito, participante da natureza divina.

Nós também podemos viver da mesma maneira que Jesus viveu, tornando-nos filhos
adoptivos de Deus, participantes da natureza divina, ter a mente de Cristo, inclinados
não às paixões da carne, mas às coisas do Espírito:

"Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei,
operavam em nossos membros para darem fruto para a morte." Rom. 7:5

³Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não
andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em
Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à
lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança
da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; Para que a justiça da lei
se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são
segundo o Espírito para as coisas do Espírito. (...)

Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em
vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está
em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por
causa da justiça. (...)

De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.
Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as
obras do corpo, vivereis.

Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque
não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas
recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.Ô Rom. 8:1-5,
9,10,12-15.
³Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra
de Deus, viva, e que permanece para sempre.Ô; ³Porque para isto sois chamados; pois
também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas
pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.Ô; "Ora, pois, já
que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos também vós com este pensamento, que
aquele que padeceu na carne já cessou do pecado; Para que, no tempo que vos resta na
carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade
de Deus." I Pe. 1:23; 2:21,22; 4:1,2.

³Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas
fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela
concupiscência há no mundo.Ô II Pe. 1:4.

³Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus,
para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. (...) Ora, o
homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem
loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é
espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.

Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a
mente de Cristo.Ô I Cor. 2:12, 14-16.

³O remanescente de Israel não cometerá iniqüidade, nem proferirá mentira, e na sua


boca não se achará língua enganosa; mas serão apascentados, e deitar-se-ão, e não
haverá quem os espante." Sof. 3:13.

³Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são
os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens
foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro. E na sua boca não se
achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus." ; "Ao que vencer
lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei
com meu Pai no seu trono." Apo. 14:4,5; 3:21.

Isto é justificação pela fé! Esta é a mensagem central na advertência do 3º anjo. Esta foi
a mensagem que Jones e Waggoner pregaram em 1888, mas que infelizmente a igreja
rejeitou. Qualquer coisa menos que isto, é anulação do evangelho, e opróbrio ao nome
de Cristo.

Nós que somos a última geração, não viveremos afinal esta mensagem?! Não
pretendemos ser o remanescente de Jeová?! Não desejamos nós fazer parte dos
144000?! Que tipo de evangelho pregamos e vivemos? Uma fábula, que nem a nós nem
aos do mundo pode servir de alguma utilidade?!

³Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja.


Quando o carácter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para
reclamá-los como Seus.Ô Parábolas de Jesus, pág. 69.
Sérgio Ventura