Você está na página 1de 2

Aprendendo a vencer com uma mãe (Maria)

Lucas 1.28-38

Introdução
- Falar de Maria é muito bom porque ela é a essência de uma autêntica serva de Deus.
- Maria, uma jovem de mais ou menos 15 anos que recebe uma das maiores missões que se podia receber: Gerar o
Filho de Deus no seu útero.
- Porém, olhar Maria somente como “barriga de aluguel” é muito simplista. Deus, como sempre, escolheu bem sua
serva para essa tarefa.
- Algumas coisas nós podemos aprender com ela para sermos abençoados por Deus, vencedores.

1 – Se você quer vencer, não pode se importar com o que se fala ao redor. (v.38)
Disse então Maria: Eis aqui a serva do SENHOR; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se
dela.

- O anjo aparece, dá a notícia de que ela seria a escolhida, ela se assusta, quer saber como vai se dar todo o plano de
Deus e depois de ficar ciente, diz: sim.
- A mulher grávida antes do casamento era uma maldição. Sendo de outro homem que não fosse seu esposo, tinha
como consequência a morte. Ia ser mal falada, infamada, inclusive José tinha no seu coração o desejo de preservá-la,
mas mesmo diante das dificuldades e pressões, ela disse sim.
- O vencedor não se importa com os obstáculos. Sabe que eles estão ali para ser ultrapassados.
- Maria podia ter pensado em tudo e tinha todos os motivos para desistir, mas o desejo de servir passou por cima de
qualquer palavra ou pensamento negativo que poderia aparecer. Podia perder o casamento, a vida, os sonhos de ser
uma esposa (muito forte naquela época), mas atendeu ao chamado de Deus sem se importar com as criticas ou
possíveis sanções que poderia sofrer.

2 – Guarde as experiências (Lc 2.19)


Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração.

- No original
Guardava – Ela estava perto de tudo, ela valorizava tudo o que vivia. Ela fazia questão de estar perto de Cristo, viver
de perto o que seu filho tão especial estava vivendo.
Refletia – ponderava, ela estava junto. Tem o sentido de contribuição, de disputa. Ela fazia questão de guardar tudo
o que estava passando.

- Não ignore as experiências, mesmo que elas sejam ruins. Elas precisam ser ponderadas, valorizadas para que se
repita a atitude ou se afaste daquilo que já foi feito e foi errado.
- Maria teve um encontro com o anjo, viu sua prima mesmo estéril, ter um filho, agora milagrosamente, tem o seu
filho e aparecem tantas pessoas de tantos lugares para adorá-lo, há uma estrela diferente no céu, tem uma agitação
diferente na sociedade e ela guarda tudo em seu coração.
- Ignorar as experiências é um erro enorme. Pode ter certeza que os mesmos erros acontecerão.

3 – Persevere (João 19.25-27 / Atos 1.14)


25 Perto da cruz de Jesus estavam sua mãe, a irmã dela, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena.
26 Quando Jesus viu sua mãe ali, e, perto dela, o discípulo a quem ele amava, disse à sua mãe: "Aí está o seu
filho",
27 e ao discípulo: "Aí está a sua mãe". Daquela hora em diante, o discípulo a levou para casa.

14 Todos eles se reuniam sempre em oração, com as mulheres, inclusive Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos
de Jesus.

- É importante estar atento. Maria estava aos pés da cruz com o filho quando ouviu a orientação de Cristo para que
fosse cuidada e cuidasse de João. Apóstolo de total confiança do Mestre. Note que essa mesma mulher que estava
vendo seu filho morrer, o viu ressuscitar e está junto com os outros filhos esperando a manifestação do Espírito
Santo.
- Só pode viver isso quem persevera. Quem desiste na primeira crise não alcança a manifestação do Espírito Santo.
- Maria não se importou com sua idade, com suas limitações físicas, emocionais (José provavelmente estava morto).
Ela perseverou. Ela não desistiu. Ela estava com os discípulos do seu filho mesmo não mais presente, mesmo sem
saber o que poderia vir.
- Isso é muito interessante: Quando o anjo anunciou que ela seria mãe de Jesus, ele explicou direitinho. Agora que
Jesus subiu aos céus, ela poderia questionar. Pedir uma dica, que o seu filho dissesse o que e quando tais coisas
aconteceriam.
- Os perseverantes não querem saber do processo, eles querem vencer o processo.

Conclusão
- Quem quer vencer não olha circunstâncias, guardas as experiências e persiste mesmo que ele não esteja vendo
nada, mesmo que haja o risco, que haja medo, mas a fé, o desejo de alcançar é bem maior que qualquer
circunstância.
- Aprendamos com Maria, uma mãe na acepção da palavra.